| Tipo | Lei Ordinária |
|---|---|
| Número / Ano | 1822 / 2023 |
| Date | 2023-11-10 |
| Ementa | Lei 1822 Altera o anexo da Lei 1685 Plano Municipal da Primeira Infância |
| native_id | 1773 |
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LEI MUNICIPAL Nº 1.822/2023 ALTERA O ANEXO I DA LEI MUNICIPAL Nº 1.685/2022 E ADOTA OUTRAS PROVIDÊNCIAS. O PREFEITO MUNICIPAL DE MAURITI, ESTADO DO CEARÁ, NO USO DE SUAS ATRIBUIÇÕES LEGAIS, ETC. FAZ SABER que a CÂMARA MUNICIPAL aprovou e ele sanciona e promulga a seguinte Lei: Art. 1º. O Anexo | da Lei Municipal nº 1.685/2022 passa a vigorar conforme redação Anexo Único desta Lei Municipal. Art. 2º. A presente lei entra em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário. PAÇO DA PREFEITURA MUNICIPAL DE MAURITI, CEARÁ, EM 10 DE NOVEMBRO DE 2023. A - 4 . JOAO P FURTADO Prefeito Munici iti/CE Rosy PREFEITURA DE DA Dis OU GE Er . f Eca ] CUIDANDO DAS PESIGAS “o NE E 1 O meu mavrIiti.Ce.GOv.Br QOPREFEITURAMAURITI ' PLANO MUNI LIPAL PRIMEIRA INFÂNCIA MAURITI - CEARÁ 2022 - 2031 EA tutt A + Ed COMISSÃO MUNICIPAL DA PRIMEIRA INFÂNCIA DE MAURITI-CEARÁ Cicera Monielly Kevem Pereira da Costa Representante do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente Romolindishon Gomes de Lima Representante do Conselho Tutelar Rian Saraiva de Oliveira Representante do Conselho Muuicipal de Saúde Mauristânia Batista Marques Representante do Couselho Municipal de Educação Wagner Victor Siqueira Borges Representante do Conselho Municipal de Assistência Social Aline Alexandre da Silva Representante da Secretaria Municipal de Assistência Social Alisson Barbosa Xavier Representante da Secretaria Municipal de Cultura Maria Aparecida da Silva Representante da Secretaria Municipal de Saúde Jucilene Quirino de Sousa Representante da Secretaria Municipal de Educação Deusani Furtado Leite Representante da Secretaria Municipal da Fazenda Teófilo Joaquim do Nascimento Neto Representante do Gabinete do Prefeito Marcio Roberto Lopes de Lima Representante da Secretaria Municipal de Juventude, Esporte e Lazer COLABORAÇÃO: Maria Leily Moura Pedagoga É Maria Tamires Cruz Figueiredo Assistente Social João Victor Cardoso Pereira Secretário Executivo dos Conselhos de Direitos Wyipi Meiissa 5 anos a SCFV 1u 4 o espírito da infância namaturidade”. “O Segredo da genialidade é carregar (Thomas Huxley) APRESENTAÇÃO A primeira infância, compreendida como o período que engloba os primeiros seis anos de vida de uma criança, é uma etapa crucial no desenvolvimento humano. Durante essa fase, ocorrem avanços significativos em diversas áreas, como cognitiva, emocional, social e física, que estabelecem as bases para o futuro bem-estar e sucesso da criança. Nesse contexto, a legislação desempenha um papel essencial para garantir a proteção e o desenvolvimento saudável das crianças nessa fase tão sensível. No cenário legal, tanto em âmbito Nacional quanto em nível Estadual e Municipal, diversos marcos normativos foram estabelecidos para assegurar os direitos e cuidados adequados às crianças na primeira infância. Um exemplo notável é o Plano Nacional da Primeira Infância (PNPI), que traça diretrizes e metas para a promoção do desenvolvimento integral das crianças de zero a seis anos, reconhecendo a importância desse período para a formação da personalidade e capacidades individuais. Além disso, em âmbito Estadual, a Lei do Ceará, Nº 16.856, promulgada em 22 de Março de 2019, desempenha um papel fundamental ao estabelecer princípios, objetivos, diretrizes e responsabilidades para a elaboração e implementação do Programa Mais Infância Ceará. Essa legislação orienta ações e investimentos voltados à proteção e promoção dos direitos das crianças na primeira infância, refletindo o compromisso do estado com o desenvolvimento pleno e sandável das novas gerações. Assim, a combinação entre os princípios estabelecidos no Plano Nacional da Primeira Infância e na Lei Estadual do Ceará reflete uma abordagem integral e abrangente para garantir um começo de vida seguro, estimulante e equitativo para todas as crianças, reforçando a importância de cuidados adequados e políticas direcionadas nessa fase crucial do desenvolvimento humano. Este Plano possui uma relevância significativa tanto para as crianças quanto para o município como um todo, representa assim, um investimento estratégico tanto no bem- estar das crianças quanto no futuro próspero e saudável do próprio município. Ele contribui para a formação de cidadãos capacitados, responsáveis e comprometidos com o desenvolvimento sustentável da conmnidade. Entender a criança como pessoa na sua inteira dignidade, como cidadã e sujeito de direitos, éa base para a definição das diretrizes e das metas em cada um dos direitos constantes da Constituição Federal, da Convenção sobre os Diteitos da Criança, do Estatuto da Criança e do Adolescente, do Marco Legal da Primeira Infância e das leis setoriais da educação, da saúde, da assistência, da cultura e de outros setores que lhe dizem respeito. Desse modo, o presente Plano se estabelece como uma ferramenta de natureza técnico-politica, com o intuito primordial de contribuir para a salvaguarda dos direitos e O fomento abrangente das crianças em sua primeira infância. Sua finalidade é assumir o papel de orientador para a ação dos órgãos governamentais, da coletividade e das famílias, todos partícipes na garantia das circunstâncias propícias ao pleno desenvolvimento infantil. Além disso, o Plano propõe-se a funcionar como um meio de supervisão e controle dessas atividades, uma vez que delineia as metas e táticas indispensáveis à concretização dos propósitos últimos. O mencionado Plano será devidamente incorporado na Lei de Diretrizes Orçamentárias — LDO, inserido no Plano Plurianual — PPA e integrado à LOA — Lei Orçamentária Anual, além de ser desmembrado nos Planos Municipais específicos das diversas políticas públicas, incluindo Educação, Saúde e Assistência Social. O documento em questão será submetido à apreciação do € onselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente - CMDCA, com o propósito de obter aprovação. Em seguida, será encaminhado à Câmara Legislativa Municipal de Mauriti, a fim de que, por meio desse processo, alcance à condição de Lei oficialmente estabelecida. Esse trajeto de aprovação e incorporação garante a legitimidade e a vinculação institucional do Plano, reforçando seu compromisso com o desenvolvimento e proteção das crianças em sua fase inicial de vida. 8.3 84 8.5 SUMÁRIO PRINCIPIOS E DIRETRIZES... PRINCÍPIOS........e aeee TD DIRETRIZES POLÍTICAS DIRETRIZES TÉCNICAS... TS DIRETRIZES DO PROGRAMA MAIS INFÂNCIA CEARÁ PARA A PROMOÇÃO DIAGNÓSTICO SITUACIONAL DA PRIMEIRA INFÂNCIA DO MUNICÍPIO DE MAURITI — CEARÁ... INDICADORES SOCIODEMOGRÁFICOS..............eeeeemeeeeae 18 POPULAÇÃO POR SITUAÇÃO DE DOMICÍLIO E SEXO... TO POPULAÇÃO POR GRUPOS DE IDADE... TO POPULAÇÃO POR GRUPOS DE IDADE .............. emma 19 EXISTÊNCIA DE REGISTRO DE NASCIMENTO.......... eee TO ED/ 0) 0 (6) (O PR 20 DOMICÍLIOS PARTICULARES PERMANENTES, POR CLASSE DE RENDIMENTO NOMINAL MENSAL DOMICILIAR PER CAPITA... INDICADORES DE SAÚDE (Indicadores do 2020) ............ meses 20 2920 SSD WD GESTAÇÃO, PARTO E PUERPÉRIO............. neem 21 MORTALIDADE MATERNA .......... eee M DADOS DA PRIMEIRA INFÂNCIA............ aeee 21 GESTÃO DO SERVIÇO DE SAÚDE... 22 9) / / PO Neccaçnç f EM 91 10. 10.1 10.2 PROTEÇÃO SOCIAL ESPECIAL — MÉDIA COMPLEXIDADE............-- 10.3 10.3 10.4 10.5 10.6 10.7 11. INDICADORES DA EDUCAÇÃO ....... area eeseesemssessreeroms 23 EDUCAÇÃO INFANTIL.........ee e INDICADORES DA ASSISTÊNCIA SOCIAL............... PROTEÇÃO SOCIAL..........uue esse VIOLAÇÃO DOS DIREITOS DAS CRIANÇAS vmar 27 PROTEÇÃO SOCIAL ESPECIAL - ALTA COMPLEXIDADE... esses 28 ESPAÇOS DE LAZER... ESTABELECIMENTOS COM PRODUTOS DE CONSUMO INFANTIL... 28 CRIANÇA, O ESPAÇO, À CIDADE E O MEIO AMBIENTE... 29 AÇÕES INTERSETORIAIS E DE ARTICULAÇÃO... usasse 29 ÓRGÃOS DE DEFESA E CONTROLE SOCIAIS RELACIONADOS À PRIMEIRA INFÂNCIA EXISTENTES NO MUNICÍPIO DE MAURITL....... meses 31 AÇÕES FINALÍSTICAS ....esmeseessemeeoeoeeeeeeeoo A PARTICIPAÇÃO DAS € RIANÇAS NA € ONSTRUÇÃO DO PLANO .............-= 45 MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO Ay Qdo fi [po 1. JUSTIFICATIVA A elaboração de um Plano Municipal pela Primeira Infância é justificada por uma série de motivos intrinsecos ao bem-estar e desenvolvimento saudável das crianças, assim como ao progresso e sustentabilidade do próprio municipio, Impacto no Desenvolvimento Infantil: Os primeiros anos de vida são fundamentais para o desenvolvimento cognitivo, emocional, social e físico das crianças. Um plano direcionado para essa fase crucial visa garantir um ambiente propício e estimulante, promovendo o alcance máximo do potencial de cada criança. O Plano Municipal pela Primeira Infância (PMPI) de Mauriti, situado no Estado do Ceará, foi meticulosamente elaborado empregando a metodologia oferecida pelo IFAN — Instituto da Infância, que recebeu o respaldo crucial da Coordenação e dos profissionais especializados no Programa Primeira Infância no SUAS — Criança Feliz. Essa colaboração permitiu que se construísse um diagnóstico situacional abrangente da realidade da Primeira Infância em Mauriti. Ao mesmo tempo, propiciou a definição de prioridades para ações destinadas às crianças de O a 6 anos, delineando um horizonte temporal de dez anos, compreendido entre 2022 e 2031. Esse plano é direcionado por uma abordagem ancorada nos Princípios, Diretrizes e objetivos finais do Plano Nacional pela Primeira Infância - PNPI, bem como pela Lei Estadual do Ceará, de número 16.856, datada de 22 de março de 2019. A construção desse arcabouço normativo teve como intento primordial estabelecer uma trajetória orientadora para o cuidado, a proteção e o desenvolvimento pleno das crianças durante os primeiros anos de suas vidas. O PMPI, concebido por meio de uma colaboração abrangente e orientado por bases sólidas de políticas, assume um papel vital na promoção do bem-estar infantil e no preparo de um futuro mais próspero para as gerações vindouras. A metodologia empregada e a base legislativa que o norteia consolidam sua eficácia e relevância, constituindo um guia crucial para as ações que visam nutrir, proteger e empoderar as crianças nos anos iniciais de vida. Neste Plano estão traçadas as metas e objetivos que o município deverá realizar em cada um dos direitos da criança, afirmados pela Constituição Federal e pelo Estatuto da Criança e do Adolescente, pelas leis que se aplicam aos diferentes setores, principalmente nas secretarias pilares: Saúde, Educação, Cultura, Assistência Social e secretarias afins e transversais: Esporte e Juventude, Meio Ambiente e Infraestrutura e Sociedade civil organizada, como também, norteará os programas, projetos e ações voltadas para o público alvo de zero a seis anos. A Lei Estadual do Ceará, Nº 16.856, de 22 de Março de 2019, que estabelece disposições 10 relativas ao Programa Mais Infância Ceará, destinado à promoção do Desenvolvimento Infantil em âmbito estadual, é possível ressaltar à influência dessa legislação na construção do Plano Municipal pela Primeira Infância (PMPI). Nesse contexto, foram identificados objetivos de inovação e a oferta de estratégias e ações para um desenvolvimento abrangente e coeso da infância mauritiense, ao mesmo tempo em que se fortalecem os laços familiares é comunitários. O PMPL inspirado por essa lei estadual, adota um enfoque multidimensional e articulado, focando em três eixos fundamentais: Tempo de Crescer: Este eixo se concentra na construção de uma rede de fortalecimento dos laços familiares e comunitários. Ele é concretizado através de serviços, assistência, acompanhamento, formações e visitas domiciliares que beneficiam tanto os profissionais envolvidos quanto os pais € cuidadores. O objetivo é promover um ambiente de apoio que favoreça o desenvolvimento saudável das crianças desde os primeiros anos de vida. Tempo de Brincar: Reconhecendo a importância do brincar como um instrumento valioso para O desenvolvimento físico, cognitivo e emocional das crianças, este eixo visa não apenas aprimorar as capacidades das crianças, mas também fortalecer os laços familiares e promover à socialização. Isso é alcançado por meio da revitalização de espaços públicos e pela promoção de atividades recreativas que enriqueçam a experiência infantil. Tempo de Aprender: O acesso à educação infantil é destacado como um direito fundamental para o desenvolvimento pleno da cr iança. Este eixo preconiza a construção de espaços educacionais adequados e a qualificação de profissionais para garantir um ambiente de aprendizado estimulante e apropriado para as necessidades das crianças em seus primeiros anos de vida. Dessa maneira, a Lei Estadual fommece um arcabouço sólido para a construção do PMPI, orientando os objetivos e ações que buscam enriquecer a infância de Maumiti de forma abrangente e holística. O resultado é um plano estratégico que visa proporcionar O melhor começo de vida possível pata as crianças do município, com foco na promoção do desenvolvimento infantil, na coesão familiar e no fortalecimento da comunidade. Em síntese, reitera-se que O foco de ações e serviços ofertados não é, unicamente, à criança, mas, também, a família e suas redes sociais. Nessa linha de pensamento, fica evidente que a preocupação e o compromisso com a defesa dos diteitos garantidos à infância motivaram a construção do Plano Municipal para Primeira Infância — PMPI - 2022-2031, na perspectiva de um planejamento de ações mais eficientes e eficazes. 11 2. PRINCIPIOS E DIRETRIZES A elaboração e execução de políticas públicas direcionadas à primeira infância requerem um enfoque centrado nas próprias crianças e em suas vivencias tangíveis. Elas constituem os beneficiários dos direitos aos quais tais ações se destinam. O Marco Legal da Primeira Infância, consolidado na Lei nº 13.257, de 8 de março de 2016, estabelece a própria criança como ponto de partida das políticas públicas voltadas para esse segmento. Essa abordagem é inerente às diretrizes das políticas públicas, as quais incluem o respeito ao interesse superior da criança, ou seja, o que melhor atende aos seus interesses; a incorporação da participação da criança na definição das ações que a afetam, considerando suas características etárias e de desenvolvimento; e a promoção da criação de una cultura de proteção e promoção, representando um cuidado integral (artigo 4º, incisos I, II e IX). O presente Plano foi moldado com o olhar fixado nas crianças e em seus contextos familiares, comunitários e sociais. Ele se esforça por capturar, por meio das diversas formas de comunicação que as crianças utilizam, suas manifestações de contentamento e descontentamento, suas angústias e alegrias, seus anseios e potenciais. Essa abordagem considera os princípios delineados pelo Plano Nacional da Primeira Infância, os quais nortearão a atenção e as intervenções destinadas a assegurar a proteção e a promoção dos direitos das crianças com menos de seis anos de idade. O cerne deste Plano reside na compreensão profunda das necessidades e perspectivas das crianças e na aplicação dos princípios fundamentais que orientam ações efetivas e abrangentes. Ao abraçar essa abordagem, estamos comprometidos em criar um ambiente propício para o crescimento saudável, o desenvolvimento integral e a plenitude das crianças na primeira infância. A partir desses principios e diretrizes, buscamos estabelecer um alicerce sólido para o bem-estar e o florescimento das próximas gerações 3. PRINCÍPIOS Os seguintes princípios constituirão a bússola orientadora para a atenção e as ações destinadas a assegurar a proteção e a promoção dos direitos das crianças com até seis anos de idade em Mauriti, no Ceará: 12 Sujeito de Direitos: Reconhecemos a criança como um sujeito de direitos, dotada de uma identidade única, opiniões e necessidades, merecendo respeito e garantia de todos os seus direitos fundamentais. Individualidade Respeitada: Valorizamos a individualidade de cada criança, respeitando suas características, habilidades e interesses únicos, assegurando que sua jornada de desenvolvimento seja orientada por suas próprias potencialidades. Única e Singular: Cada criança é vista como única e singular, com uma história de vida e uma contribuição singular para à sociedade. Celebramos suas diferenças e reconhecemos que cada uma possui um papel insubstituível na comunidade. Participação Ativa: Promovemos a participação ativa da criança em questões que afetam sua vida, envolvendo-a na tomada de decisões de acordo com sua idade e maturidade. Sua voz é valorizada e levada em consideração em todos os aspectos que à envolvem. Valor Inerente: Acreditamos que cada criança possui um valor intrínseco, independente de sua contribuição futura para à sociedade. Sua dignidade é inalienável e não se limita a expectativas sociais ou econômicas. Crescimento Holístico: Defendemos um desenvolvimento holístico que abranja aspectos físicos, emocionais, cognitivos e sociais, proporcionando à criança oportunidades para crescer de maneira saudável e equilibrada. Presença na Cultura e Sociedade: Reconhecemos que à criança é uma presença ativa na cultura e na sociedade, contribuindo desde cedo para à diversidade e a riqueza do tecido social. Sua participação é vital para a construção de uma comunidade vibrante e inclusiva. Foco no Presente e no Futuro: Enfatizamos o valor da criança no momento presente, sem limitá-la a perspectivas futuras. Cada estágio de sua infância é crucial para seu desenvolvimento e bem-estar. Promoção do Autovalor: Incentivamos o cultivo da autoestima, confiança e resiliência na criança, ajudando-a à perceber seu próprio valor e potencialidades desde cedo. Respeito à Diversidade: Respeitamos a diversidade de experiências, culturas e contextos das crianças, garantindo que suas características individuais sejam consideradas e respeitadas em todas as interações e decisões. 13 4. DIRETRIZES POLÍTICAS Priorização Orçamentária para a Criança: Garantir a prioridade absoluta para assegurar os direitos da criança (e do adolescente) na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), no Plano Plurianual (PPA) e no Orçamento. Isso visa alocar recursos adequados para atender às demandas essenciais das crianças. Articulação entre Planos: Promover a articulação e a complementação entre os Planos Nacional, Estaduais, Distrital e Municipais pela Primeira Infância. Essa cooperação visa fortalecer o impacto das ações e otimizar os resultados para as crianças em todos os níveis. Perspectiva de Longo Prazo: Manter uma perspectiva de longo prazo é essencial para a continuidade e eficácia das políticas voltadas para a primeira infância. Isso permite uma abordagem sustentável e consistente ao longo dos anos. Elaboração Conjunta dos Planos: Promover a elaboração dos planos em conjunto entre governo e sociedade, estabelecendo uma corresponsabilidade entre o estado, a sociedade civil e as famílias. Essa colaboração garante um compromisso amplo com o bem-estar das crianças. Participação do Poder Legislativo: Incluir o Poder Legislativo no processo de elaboração do Plano é crucial para assegurar que as políticas sejam debatidas, avaliadas e aprovadas com a devida representação democrática, fortalecendo a legitimidade das ações. Prioridade em Áreas com Necessidades: Atribuir prioridade para regiões, áreas geográficas ou localidades com maiores necessidades é fundamental para direcionar recursos e atenção onde eles são mais urgentes e relevantes, buscando equidade. Participação do Sistema de Garantia de Direitos: Engajar o Sistema de Garantia dos Direitos da Criança e do Adolescente no processo é fundamental para fortalecer a proteção integral das crianças, assegurando que suas necessidades e direitos sejam respeitados e atendidos. 14 5. DIRETRIZES TÉCNICAS e Integralidade e Abrangência: O Plano se orienta pela integralidade, englobando todos os direitos da criança em seus contextos familiares, comunitários e institucionais. Ele busca assegurar que a atenção dada à criança seja holística e abarque todas as suas necessidades. e Multissetorialidade Integrada: As ações são concebidas de maneira multissetorial, com a ressalva de que, na prática junto às crianças, elas sejam implementadas de forma integrada e coordenada. Isso visa garantir que as diversas áreas de atuação trabalhem em conjunto para promover o bem-estar infantil. e Valorização de Atitudes Protetivas: Valorizamos os processos que geram atitudes voltadas para a defesa, proteção e promoção da criança. As estratégias adotadas devem fortalecer as práticas que garantem um ambiente seguro e favorável para seu desenvolvimento. e Qualificação e Valorização dos Profissionais: Os profissionais envolvidos direta ou indiretamente com as crianças, ou cujas atividades impactam à qualidade de vida das crianças de até seis anos, serão valorizados e qualificados. A ênfase recai no princípio de "cuidar de quem cuida”, reconhecendo a importância dos cuidadores e proporcionando-lhes o apoio necessário. e Respeito e Reconhecimento da Criança: Reconhecemos que à forma como tratamos, ouvimos e respondemos às crianças reflete o valor que atribuímos a elas. É crucial garantir que as interações com as crianças expressem respeito, solidariedade e comprometimento, promovendo uma base sólida de confiança e segurança. e Escuta Qualificada da Criança: Reconhecemos a capacidade da criança como sujeito ativo e participante. A escuta qualificada se torna fundamental, acolhendo suas mensagens € proporcionando espaço para Sta participação, permitindo que sua VOZ influencie decisões e ações. e Enfoque em Resultados: A busca por resultados efetivos é fundamental. Atingir os objetivos e metas do Plano Nacional da Primeira Infância (PNPI) requer persistência e esforços contínuos, alicerçados na dedicação ao progresso das crianças e de suas condições de vida. e Transparência e Divulgação de Dados: A coleta, acompanhamento e avaliação de dados relacionados ao PNPI devem ser realizados de forma transparente e acessível. A divulgação desses dados é essencial para garantir a prestação de contas à sociedade e 15 possibilitar uma avaliação objetiva das ações implementadas. Essas diretrizes técnicas têm o propósito de orientar a formulação e a execução de ações e políticas voltadas à primeira infância, assegurando uma abordagem integrada, respeitosa e voltada para resultados, com o foco central na proteção e promoção dos direitos e bem-estar das crianças. 6. DIRETRIZES DO PROGRAMA MAIS INFÂNCIA CEARÁ PARA A PROMOÇÃO DO DESENVOLVIMENTO INFANTIL. I-a criança enquanto titular de todos os direitos fundamentais inerentes à pessoa humana, sem prejuizo da proteção integral e integrada de que trata esta Lei, sendo asseguradas, por lei ou por outros meios, todas as oportunidades e facilidades, a fim de lhe facultar o desenvolvimento físico, mental, moral, espiritual e social, em condições de liberdade e de dignidade; IN —a promoção do integral e integrado de suas potencialidades considerando todas as especificidades da criança desde o período gestacional; HI — o fortalecimento do vínculo e o pertencimento familiar e comunitário; IV-a participação da criança na definição das ações que lhe dizem respeito de acordo com o seu estágio de desenvolvimento; V-— a responsabilização da família, da comunidade, da sociedade em geral e do poder público a garantia, com absoluta prioridade, da efetivação dos direitos da criança. 16 Denise Maria op anos SCEV 17 7. DIAGNÓSTICO SITUACIONAL DA PRIMEIRA INFÂNCIA DO MUNICÍPIO DE MAURITI - CEARÁ 7.1 INDICADORES SOCIODEMOGRÁFICOS INFORMAÇÃO DO MUNÍCIPIO População censo [2010] Nome MAURITI Localização SUL DO CEARÁ Macrorregião CARIRI CENTRO SUL Microrregião BREJO SANTO Extensão Territorial (km?) ' 1079,01Tkm” [2022] 44240 População censo [2022] 45.561 Porte Municipal PEQUENO II Quantidade de crianças em Primeira Infância (0 | 5.385 crianças. a 6 anos) Fonte: Ministério da Saúde - DataSUS IDHM 0,605 [IBGE 2010] Região do Brasil NORDESTE UF CEARA População Indígena 0 População Quilombola 2 Indice de Desenvolvimento Municipal - IDM 23,64 (IPECE, 2016) Estimativa do orçamento municipal ! Em valores reais | Percentual em destinado às ações para a primeira infância | (R$) | relação ao total do | orçamento municipal RS 519.3000,00 0,3% (assistencia Social,2022) R$13.048.478,00 | 7,4% Educação Infantil Taxa de crescimento do PIB nominal por Setor Econômico | Percentual setor econômico no município | ano T Ano | 2013 | 2015 Agricultura 21,63 26,54% Indústria 4,43 4,04% E Serviços 73,94 69,42% Impostos 79,49 95,12% Fonte: tips» ipece ce gor br'2016/12/16'perfil-basico-mmaucipal-2016 18 72 POPULAÇÃO POR SITUAÇÃO DE DOMICÍLIO E SEXO Divisão Geral T Zona Urbana Zona Rural Administrativa Homens Mulheres | Total ! Homens | Mulheres | Total Homens | Mulheres Município Total 22.091 | 22.149 23.285 | 11.409 | 11.876 20.955 | 10.682 | 10.276 Fonte: IBGE 2010 73 POPULAÇÃO POR GRUPOS DE IDADE Divisão | 0a4 5a9| 10214) 15219 20259! Acima de 60 L Administrativa anos anos | anos anos | anos anos | | Município Total 2.478 3.884 | 3.973 4.856 | 2.875 4.904 | Fonte: IBGE 2010 74 POPULAÇÃO POR GRUPOS DE IDADE Divisão Branca Preta | Amarela Parda E! Indígena | Sem Administrativa | | declaração Faixa Etária | 13.939 445 =1 E 1.964 27.892 L 0a 4 anos 1.311 82 as 2.308 0 0 5a9 anos 1.162 161 46 2.521 u o 10 a 14 anos 1.408 198 E 334º |0 0 15 a 19 anos 1.455 189 146 3.162 0 0 20 a 59 anos 6.849 1.071 | 226 13.750 0 0 Acima de 60 1.754 263 | 51 2.827 o [] anos | | 1 Fonte: IBGE 2010 75 EXISTÊNCIA DE REGISTRO DE NASCIMENTO Divisão Administrativa Tipos de Registro Município Total | 1 | Registro Civil obtido na matemidade “| Declaração de Nascido | | | | Registro Rani % de Crianças 100% 0,94% 0 Quantidade de Crianças 737 7 0 Fonie: IBGE 2010 19 7.6 DOMICÍLIOS Divisão MORADORES EM DOMICÍLIOS PARTICULARES PERMANENTES 1.203 9.188 +6 es 1.972 8.817 Fonte: IBGE 2010 7.7 DOMICÍLIOS PARTICULARES PERMANENTES, POR CLASSE DE RENDIMENTO NOMINAL MENSAL DOMICILIAR PER CAPITA Divisão LASSE DE RENDIME 'OMINAL MENSAL DOMICILIAR PER CAPITA Administrativa (SALÁRIO MÍNIMO) Atérs | Maisde | Maisde | Maisde | Maisde | Maisde | Mais Sem iisata iai jaz Pe 3as , des rendimento 390 bio 2.919 2.828 | 3.408 - LH4 348 Fonte: IBGE 2010 8. INDICADORES DE SAÚDE (Indicadores do 2020) 8.1 PRÉ-NATAL EM RELAÇÃO AO PRÉ-NATAL Quantidade de gestantes com 7 ou mais consultas pré-natal - Segundo município de residência"s Quantidade” confirmados de Porcentagem de sífilis congênita gestantes que realizaram em mencresdeS | o Teste Anti-Hiv e anos?” obtiveram resultados antes do parto?s 3 s74 | 100% EM RELAÇÃO AO PRÉ-NATAL T Quantidade de gestantes com | Número de gestantes com sintomas de idades entre 10 e 19 amos -| depressão ou vitima de violência com — tétano | Segundo municipio de residência'? | acompanhadas em serviços 20 8.2 GESTAÇÃO, PARTO E PUERPÉRIO as EM RELAÇÃO À GESTAÇÃO, PARTO E PUERPÉRIO INFORMAÇà o SEM INFORMAÇÃO 8.4DADOS DA PRIMEIRA INFÂNCIA 22 de incentivo ao pré-natal? 9. INDICADORES DA EDUCAÇÃO (Indicadores 2020) 9.1 EDUCAÇÃO INFANTIL EDUCAÇÃO INFANTIL Pública | Privada”? Número de Número de matriculas de matrículas de crianças até 3 crianças dede 5 anos na anos e 11 meses modalidade à creches? 2 5 1.281 23 EDUCAÇÃO INFANTIL | Indicador | Números de escolas de) A Secretaria Municipal de Educação estã de O município possui | educação infantil S6 acordo com as competências gerais da BNCC proposta curricular da (Base Nacional Comum CurriculaS educação infantilf Total 18 SIM SIM ] EDUCAÇÃO INFANTIL Números de Número de alunos Número de Docentes com Docentes com professores da por docentes em alunos por curso superior curso superior educação creche docentes em pré em creches? em prê— infantil"? | - escola”? escola? 194 11,24 11,61 | EDUCAÇÃO INFANTIL | | Indicador Docentes Quantidade de Ninmuero de Número de Número de alunos até 5 / comeurso | instituições de instituições de instituições de anos e 11 meses com Í superior educação educação infantil de educação infantil | necessidades educacionais t em pré — infantil com atendimento integral de atendimento especiais inseridos na | escola ofertas diária de | para crianças de0a integral para educação infantil * merenda? 3 crianças de das anos e 11 meses — anos e 11 meses | Creche 6 y Tota o 32 0 0 ! EDUCAÇÃO INFANTIL | i Indicador 1 Número de alunos até 5 Número de Número de Núúnero de Quantidade de | amose 11 meses inseridos salas do docentes que crianças até instituições de i em programa de AEE possuem 6 anos que educação | atendimento especializado especialização utilizam infantil que tem t | para crianças com em AFE!S transporte representação de t * necessidades educacionais escolar!” pais de alunos no | especiais” conselho escolar! Total | 4 3 24 | EDUCAÇÃO INFANTIL Indicador Número total de Número de Quantidade de Quantidade de instituições de recursos recursos instimições de educação educação infantil que | educacionais educacionais infantil que contemplam contemplam em suas t (biblioteca/sala de | (biblioteca'sala em seus projetos propostas pedagógicas, ] | estudo, parque de estudo, parque pedagógicos temáticas currículos e materiais ] infmtil e sanitário | infmtil e sanitário | desenvolvem atividades didáticos referentes a | infantil) em infantil) em pré - de educação diversidades étnicas-racial | creches no | escola no ambiental!os com vista a promoção da í município! | município! igualdade!” | 18 | 20 23 23 L [ EDUCAÇÃO INFANTIL | i Indicador | Quantidadede | Presença de Evasão | EvasioescolarPré- | Quantidade | Ascreches | | unstituições de | publicidade escolar - | Escola (4a 5 anos e De do Í ! educação infantil em Creche (0 11 meses)ill instimições gnmnicípio | | infantil Escolas109 ajanose De disponibiliza | | que dispõem e n educação m tempo ao | | brinquedos e neses)110 - Que | ar livre para | 1 jogos disponibiliz .as | + expressivos am recreio crianças?113 ] | da diversidade Na | | | étmico-racialios Educação Tnfantili 12 Total 3 SEM INFORMA SEM SEM 23 SIM | ção INFORM INFORMAÇÃO | i AÇÃO | o... EDUCAÇÃO INFANTIL Indicador Número de crianças Número de centros de Quantidade Quantidade de | impactadas por programas educação ambiental, de escolas instimições de educação de educação referente à museus de história que possuem | infantil com cantinas com | cultura de sustentabilidade natural ou jardins hortas alguma restrição de venda | (CRIANÇAS QUE botânicos! ativas! de alimentos | | PARTICIPAM DE potencialmente i PROJETOS VOLTADOS prejudiciais à saúde da | | PARA A CULTURA E criança!” | | SUSTENTABILIDADE)! Total SEM INFORMAÇÃO | º | o L í À 25 10. INDICADORES DA ASSISTÊNCIA SOCIAL (Indicadores 2020) 10.1 PROTEÇÃO SOCIAL | PROTEÇÃO SOCIAL BÁSICA Indicador Número de | Número Número de Número de Quantidade de Número | múcicosdo | de grupos de crianças até 6 crianças de até | de | serviço de | criança gestantes anos 6 anos | famílias t convivência e | sdeDa acompanhadas | acompanhadas recebendo | inseridas | | fortaleciment | 6 anos pelo serviço de pelo serviço de benefício de | no |] odevínculos | inserida proteção e proteção e prestação | pregrama | (SCFV) para | snos atendimento | atendimento continuada em bolsa | crianças de 0 | SCFVHS | integral à família | especializadoa | relação aototal | Familial! : aóanotit | | (PARE)! famílias e decrianças | | | IndividuosB! | residentesno | F Número de | O município Númerode | Número de ! beneficios possui crianças menores | cuidadores de | eventuais | programas de 5 anos t crianças ' (auxilio | devisitas deixadasaos | menoresdeS | natalidade) | domiciliares? cuidados de anos que | Concedidos 127 outracriança |, receberam | 126 ! commenos de 10 | informações | | anos de idade 128 , sobre o ! | | desenvolviment | | | o da criança via | | | | serviço de | ] | saúde, serviço | | | de educação, | | ! serviço social | | | ' ououtrosno i ] | Município 129 (Total 3.436 3.869 | 202 | CRIANÇA º 4.436 famílias e individuos!'? | Número de gestantes acompanhadas pelo serviço | Número de ações de prevenções contra todos os | de proteção e atendimento especializado a tipos de violência relacionadas à primeira infância realizadas"! 26 10.3 VIOLAÇÃO DOS DIREITOS DAS CRIANÇAS | VIOLAÇÃO DOS DIREITOS DE CRIANÇA 1 i ] Indicador Vidae | Vidae Tide | VidacSaúde- | Vida e Saúde - vidaeSaúde- | | Saúde- | Saúde- | Saúde- | Vitimade Atendimento | Prejuízos por ação | t | Doenças | Doença | Faltade | tentativa de médico | ouomissão de | | * Decorrent | decorrent | alimentaçã | homicídio! deficientel6 | agentes externos!” | | | ede jederalta | | oou | | | | ' santamen | de | nutrição! | | | | to vacinação | | | i | | | precário | 13 | i | | L ES E: | | a | Total 0 0 | 1 | º -) 0 | FE VIOLAÇÃO DOS DIREITOS DE CRIANÇA ] Indicador Liberdade, Liberdade, | Liberdade, | Liberdade, Liberdade, Liberdade. respeito respeito e respeito e | vespeito e | respeito e | respeito e e dignidade - |] dignidade - | dignidade - | dignidade- | dignidade- | dignidade - | Aprisioname | | Violência | Violência | Violência Mendicância | Aliciamento para | nto(Cárcere i físical!s | psicológica | sexual | (Atos | atividades Í Privado) Hº | | iso | | atentariosao | ilcitasimpróprias | | | ! exercício de | práticas | | | cidadania! | institucionais | i | Total 1 8 5 1 | 0 | 0 Fa VIOLAÇÃO DOS DIREITOS DE CRIANCA E | Indicador T Liberdade, | Convivência | Convivência Convivência | Liberdade, | Convivência E, | respeitoe | familiar e | familare | familiar e Respeito, e | familiar e | | dignidade - | comunitária - | comunitária- | comunitária - Dignidade - | comunitária- | Decrimina | Abandono | Negligência!s Não | Convisênci | Indesnição de | | | cao | (ausência de | pagamento de | afamiliare | paternidade! | | | convívio i pensão | comunitári | | | É tamiti E | | (qausênciade | a- t | | ! | | condições | Violência | i : ! | materiais” | sexual(0a | | l i | | amos | Total 0 [ º | “ 0 | º 0 | VIOLAÇÃO DOS DIREITOS DE CRIANÇA , Educação, cultura, esporte e lazer - Condições educ acionais Convivência Convivência familiar e comunitária - | Educação, familiar é Atos atentatórios no exercício da cultura, comunitária - cidadania (ausência ou impedimento esporte e Inadequação de de acesso a meios de transporte, lazer - adeguadas!? convívio impedimento de acesso à escola; não Crianças de O | | | | familianlo | comunicação ao conselho tutelar de | a6 anos! | ! situação de maus-tratos) | | 2 | 1 O SEM | INFORMAÇÃO | 27 pj mudo VIOLAÇÃO DOS DIREITOS DE CRIANÇA | Indicador | Educação, cultura, Educação, cultura, esporte e lazer - Impedimento de permanência no sistema escolar! Profissionalização e proteção no trabalho - Trabalho infantil! | Número crianças até Ganos | í i crianças de até 6 s Número de crianças até 6 anos | seridas em famílias anos inseridas em pe 5 inseridas no cadastro nacional de | acolhimento acolhedoras (Número de adoção! | institucional” | | Famílias Acolhedoras)!SS o 10.4 ESPAÇOS DE LAZER EM RELAÇÃO AO LAZER Número de espaços de lazer temporariamente disponibilizados no ano anterior para crianças de O a 6 anos (circos, parques de Número de espaços de lazer Número de espaços de disponíveis para a primeira lazer disponíveis para a infância por localização - primeira infância por Parques infantis! localização — Brinquedotecas!6l 10.5 ESTABELECIMENTOS COM PRODUTOS DE CONSUMO INFANTIL EM O AO CONSUMO Comércio de produtos : alimentícios para crianças ComindéMe Comércio de ' até 6 anos (sorveterias, Comércio de artigos preto brinquedos, filmes e | vogurterias, lojas de doces mobiliários (lojas de cama, mesa é jogos infantis l e balas, pontos de isbieis é pre ppa (Locadoras, lojas de | comercio de alimentos | crianças)lét a vestuáriois brinquedos)'st ! destinados a nutrição sas, dd | infantil) 28 | Total 20 0 28 10.6 CRIANÇA, O ESPAÇO, A CIDADE E O MEIO AMBIENTE | EM RELAÇÃO A CRIANÇA, O ESPAÇO, à CIDADE E O MEIO AMBIENTE í | Indicador ! Indice de Índice de atendimento Quantidade de domicílios O município ! * atendimento urbano de energia com disposição final decretou situação de ! ! urbano de elétrica com rede de ambientalmente adequada emergência ou | água com abastecimento - (Índice dos resíduos sólidos calamidade nos ! rede de de consumo de energia urbanos!é últimos 5 anos? ] abasteciment elétrica)! (desastre) | | 09 | Total 92,75 98,44 54,15 NÃo L j EM RELAÇÃO À CRIANÇA, O ESPAÇO, À CIDADE E O MEIO AMBIENTE | VER Indicador | Emecaso Número de O município possui Os planos existentes contemplam E | | afirmativo, | pessoas atingidas | plano de ocupação e espaços públicos planejados para | | o motivo! por desastres uso do espaço serem utilizados especificamente | | ambientais nos público”? por crianças na primeira | | últimos 12 infância?"* k | meses? | Total | - o NAO - r EM RELAÇÃO A CRIANÇA, O ESPAÇO, A CIDADE E O MEIO AMBIENTE | | , [indicador | O municipio prioriza O município possui Nº de aglomerados População residente em | | | a inclusão de cobertura de internet subnormais!”” domicilios particulares | | famílias com móvel2N6 ocupados em | | crianças até 6 anos aglomerados | | nas ações voltadas à | subnormaisls | | melhoria das | I |] condições de ] ] moradia?" | Ta À SIM SIM | 0 10.7 AÇÕES INTERSETORIAIS E DE ARTICULAÇÃO | EM RELAÇÃO ÀS AÇÕES INTERSETORIAIS E DE ARTICULAÇÃO o Indicador |, O uwmunicípio O município desenvolve O município O município 1 | | participa da Rede ações de educação desenvolve ações de desenvolve estudos e | | Estadual pela ambiental voltados à prevenção à pesquisas na área da ] | Primeira Infância primeira infância?! violência na primeira infância?!? | ' (REPDouda | primeira | | Rede Nacional | infância? ! | pela Primeira | a | | [o mfinca | | , | (NPR?! ] [Total pao | SIM SIM EM RELAÇÃO ÀS AÇÕES INTERSETORIAIS E DE ARTICULAÇÃO ] | Indicador | A formação de Existem leis municipais O município O município já realizou | profissionais de direcionadas à na desenvolve a semana do bebês | i saúde, educação, e | primeira infância? Ex: Lei campanhas | ! assistência social que institui relacionadas à | | incorpora a a semana do bebê. 184 exposição indevida | | temática da de crianças na H | primeira mídia! t | infância? i 183 | Total SIM | SIM | NÃo RELAÇÃO AS AÇÕES INTERSETORIAIS E DE ARTICULAÇÃO , indicador á algum | | l | orcentagem de rojeto ou Há alguma 'Há alguma | rborização de vias rograma que feira de troca lfeira de | úblicas!” centive o ue ocorre rodutos | cesso das regularmente orgânicos ou | | vianças e suas no outros H ! famílias as município? rodutos t j áreas verdes | roduzidos | | urbanas?! | localmente | | | que ocorra |] | regularmente i | ino , L município 21% 2% SIM NÃO SIM | EM RELAÇÃO ÀS AÇÕES INTERSETORIAIS E DE ARTICULAÇÃO Indicador | 7 Esxistealgum |. | | transporte público Qual a qualidade Há penalidade e que leve as crianças das águas que são fiscalização para | | Etapa ineento | e famílias até as visíveis na cidade e garantir a prioridade | E irestosti | | áreas verdes da qual o acesso que e segurança do | | í | cidade ou unidades | temos a clase aos pedestre?! | | de conservação mais | rios da cidade??? | | | próximas? [Total SIM | NÃO BOA SIM Em | 30 11.ÓRGÃOS DE DEFESA E CONTROLE SOCIAIS RELACIONADOS À PRIMEIRA INFÂNCIA EXISTENTES NO MUNICÍPIO DE MAURITI ÓRGÃOS T—sar | no | Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do x Adolescente | mio - | Conselho Tutelar x | | Promotoria de Justiça X | Defensoria Pública x L | Vara da Infância x Polícias Civil e Militar X L Ouvidorias x Entidades de defesa de direitos humanos x 1 Delegacia da Criança e Adolescente x 31 Davi Vieira o6 anos Ensino Fundamental 1 |+ AÇÕES FINALÍSTICAS 2022/2031 12.AÇÕES FINALÍSTICAS 1º Ação Finalística: CRIANÇAS COM SAÚDE i DERESULTADOS | t | sus Reduzir a mortalidade SEASC i sr infantil e materna. 1 | Identificar | Intoresde risco iercerto as| x Gestantes Mencat 100% sus Reduzir a mortalidade Esus as de infanti e matema. c mao nado otite: TA EsE SINASC afetara aço! saúde da cisslvcação de | | gestante ou nixo. | do feto | durante a PU E +— E E S gravidez Dispocitaticar teste | x Gestantes, Mensat Ea sus Recuzir a mortalidade Esus za ráçado de grade | Esr infantil e materma. nes urlutos de sure defoma | segura o gaantindo | sgto. l | reduira | Sensbicar a] x Gestarhos Marcat toc sus Reduzir a mortalidade taxade Parto | prúuis soe o Esr matema o natural | pré-natal | | Ei x Srotaçtos, 100% sus Reduzir a mortalidade Esus 20720631 | grupónde Mensal materna gontates e Ese pusrperas ras unatodes básicas L se 31 E RR Promover uma | guie Acompanhamento | x | x | Puíeperas x Mensal tocte sus Reduzir a mortalidade Esus E] | saudávele ds pobrpora nda tor infantil | cueca ne stenção a infant EsF Cnsnça do | Sermendraêments 1” Reduzir a mortalidade E X |X] moeda | X sem ai infant me finos EsF x [x) Sa x a sus Reduzira tunes auscom nscdoa mortalidade infantil e Hamas maisena | público sopros | vocação E ER Somentiirento | ceu sus Amplar a cobertura Pessto 22vms importância da s ese vacinal - Alngiras fetguteo vacinação, e atigir metas de imunização um percentual elevado de vacinações em um único dia desnogotoamento | “Aus damação | * ane x prtemnto soc sus Desenvolvimento | Pagto de habilidades . cmpúnico infant tolografco , interações, ão TEA, cars sociais e melhora Si a aan Dori, | vida microcotas: 32 2º Ação Finalística: EDUCAÇÃO INFANTIL OBJETIVOS | AÇÕES | TemronmZAÇÃO META | RESPONSAVEL | INDICADORES T romesce | pemcoo | SO E E RE | ! ceresuraos | VENICAÇÃO | us | am | caro ASR | 4 | Espcirico ] | Resiização e x x Crenças Wo SME Goran 8 qualidade Ampliar oferta | tuscs “eta com d0a5 de eetscação infant de Educação | sezº dos Agentes aros Infantil, | Comunitícos — de Saide o metoddogis do Busca aba Escotar. Garaniirque | EtenBoo | x | x | Protemor x o Gonantir à qualelade da Es de Fanação es x tom eescação infant Fisco em professores fem Educação emcução de re Wtardã educação fes Infantil possam nível de formação adequada Garantir o Diporitiicar | X | X | Prstomar E x Anual ts SME Cusantira gusióde da | Frequência Cuidado das Temnação da Instituições de eta ntoctá crianças com confimtunds om Edemção Ensino AEE s necessidades | pf ES do ad Sn educacionais | dcação nfacit " x | x | Cismas x Aral tuo Garantir 2 qualidade da Contato de a Cometa a PD sue ecucação intentil Lintação amibedes para dtesedanato de Cnariçãs I 33 atá do x | X Cumundo Semestat | 100% j Gorante a quatitodo da FREQUÊNCIA conssçss tom x eme NE! asoração infant Erros as familias nos socar CEis =snisros E x x Criança Anual Ampliar a cobertura de «Contrato do 20320N qualificar os fonts pre o E dad crude e smeranização . Licitação E paços dos 28 pré escola. entros de amos an n a E DO = Area 100% leue Ampliar a esbarra de TT contato da ea dos CEIS sos erva e unernitação a Licitação amos “ad x Crema Anust nose = Amp a cobemuea do | Ordem de 20240078 . sao etocho a ummemesaizaçãos | senão as prá escola ares Favorecer à 1 Treme saias || E | | cen Arsiat EA Contato do aprendizage | Loúro oCEis E am aguada do Uistação crianças eicanção into através de recursos túdicos. Emiperoscos | * | * | Anual ques ME Garanta a quaieiade da Contrato do com docas ecucação intaciit Licitação Imnquadoteças anos SME jentizar | Patestras com x | x | Cronos Anual 100% Goranti 2 quai-tade da Frequencia e Conrridado | fuincorisias- decas etc ção info Feios Corcsntraçõo da anos escolar da alimentação necessidade saudivel da alimentação sesdável para a nutrição das crianças Prngo dos creutos x | Crioça Anal 100% Garantir a qualctade Conirstodo | 29232031 = CEIs sao ca aducação infantil Licitação Ea Fote arantiràs oferta dé Serviços x | Graça 100% Gueanir a qualidade Contratode | 20222031 dei iirquedos . nino da astucação Into | Liritação aro a ríncar é E q dos Fei agir RIANÇA 35 3º Ação Finalística: À FAMÍLIA E A COMUNIDADE DA CRIANÇA T omsemivos | DAAÇÃO Cultura Frequinca | Garantra integração da família, comunidade e esa I | Fotogrofas 36 4º Ação Finalística: ASSISTÊNCIA SOCIAL A CRIANÇAS E SUAS FAMÍLIAS T T oBJETIVOS AÇÕES META RESPONSÁ INDICADORES FONTESDE |, PERGOO ! 4 Ve verESuLTADOS | VERTICAÇÃO |, | | i a: DE: E E estzar o Da da mos | cras4 Pegstro | zonas ewroência Cras2 Fotográfico Ampiiar a Comunitária e do cras3 cobenurade | Fortsimanniade ações Vincutos com os socioeducativa | grass do PAIF, sede Sirvo POr comvênida à Pestzarbosca | x | x | Fotos x Anes a00%: | CRODM | pocução do percentuntdo | captruco criança e sua | qto des tamias “com cRAS1 | cnençes do 0a 0€ anos família. um stueção de | uiunços CRAS2 em situação de extuma extrema pobreza delas CRAS3 polmeza comenamasdo os em 6anos, que estão com cadastro de eirema cecatusiiradoro Pobreza. Capínaco Am Ampliaro | Ateus EsFe x | Gosto x Mensal 100% | Casa | Amsitinmacimintodas | Prontuino | zocuzusi atendimento NS para da zona cras3 Gtstantos no PAIF Eloteênico do as gestantes | plsnsismentaco turat e sr suas da zona rural A eeçes iborio nes Sereços do CRAS eurbana no com Bs consultas PAIR do Pró Hatat das Gestantes Beomponhadas nas EsE 1 Garantir Restzor x | x | Gestao x Semestral | zotcas | ESE Aumentar o número de ERCE id Inclusão de | mobitzação coma no primeiro gestantes : gesiaues no terceiro gestantes no | ESF<ACS posa Nismeçtos no sermestro de gruidez primeiro” | secamntemento de pumeso Inchudas no PCF das gestantes no gruidez rirstro trimestra. (fá prveso Siveste de gravidez, de grawilez pura o grarizes atentidas nas | Prograra Crança EsF, no Feliz. Programa Primeira 37 | derefcaas das cmanção | 4 beneficiárias do BPC incluctas Clenção db)! cagada bico. de BPC té are Per ne PC beneficiárias | a sec doBPC,no | arco teistcaros Programa “do DPG pera Primeira buscaatvas Infânciado | incisão no PCF SUAS — Criança Feliz Garantira Rsbizas busca Crioeça até Anst sucro | ROS Incdusão de cranças CAMC de esc inclusão das | atva des crienços Canos. serv am | POR ué 6 ane ne SCPV crianças de O eds pereteiras der cueços a 68nos, beneficinas do did soe EA a do Cartão inda a Mais Infância CMiIC, no Edal Garantiro Emtorsro Fsmitas Timeraiz oe da | CSS Aumesis 0 mismo de Pegue: acompanham | srta oPiaco cuc tantas | GRASS tamnas acompanhadas Frequençae ento das de cu Tas famiiss do Aoupanhemeto das Familias CMIC no PAIF CIC com reunánes descetratizadas nos Distritos. 38 5º Ação Finalistica: ACOLHIMENTO INSTITUCIONAL, FAMÍLIA ACOLHEDORA E ADOÇÃO oBsETvOS | ações | SIMUAÇÃODE | pESNICIADE | META | RESPONSÁVEL INDICADORES | FonTESDE | pEmSOO j ! mPLEMENTAÇÃO | DAAçÃO DERESULTADOS | ) | mL asr| i | | | BecuçÃo | npuTA | í | | Promover rodos x Semestral e Restução no percentual do | Pognode | Preveniro | decomversasno crianças do 0206 | frequincaze | abrigamento | PAEFL PAF E secs em foogatios | instiucional | UTC a Esta | decrianças | imputânco da | por meio feniia mo | do cuítado com a fortalecimento | cueçs | das famílias. | Restzar x Ana Esso] Redução no percortualdo | Rogstrode | | Campatha E crenças de O a 16 pontes. | | sdinta aros em acclimento programas de | visando & ingl conal “ todas de | prevenção do comenase | | abandono de cards | | cnanços. ] ' tm — L 39 DO DIREITO DE BRINCAR AO BRINQUEDO DE TODAS AS CRIANÇAS 6º Ação Finalística: mos | des TERNTORIALZA Tmera | Rescomsáver OBJE ÃO SITUAÇÃO DE pesomeEmADE | META INTECADORES FONTES DE Es Ss. Ag IMPLEMENTAÇÃO DAAÇÃO DERESULTADOS VERIFICAÇÃO F r fume | nur | srpo E ASER | esfdrico | ExEINÇÃO | IPLINTA x | x | me x Arad qm Resgate do brucadecas | Regitrade Pais estores fotos e qusstor | frequências Reconhecer a Importância do - brincar para o desenvolvimen to infantil Pestizar 3 x | x | x Anvat ne Tutegração da familia Registro de Semana do Bebê PP ds Sus criaria 2 comunidade é fuso ea: fest fortalecemento do fiequincos Sulo Unicer Cr I ST L Res omiçde) x | à | eia x Anuat 10% | ue Integração da familia Regsio prameica inter a rd criença é comunitado defocs o . » & fortstecanento do frequência ienes TCA: casarseohimento das s Eni cromos PCF | cr ] 1 40 7º Ação Finalistica: A CRIANÇA E O ESPAÇO — A CIDADE E O MEIO AMBIENTE T OBJETIVOS | ações TERAITORIALIZAÇÃO SITUAÇÃODE | PENONCIDADE | META | RESPONSAVEL | INDICADORES ' Pontes ne | Periooo SiS e E mação | ; É DERESULTADOS | | (MRS) MR, cedo | erêição | nela | | ] | | Í | Crianças i A PR Tarniias 6 comunaiado , E | Rir x % pros x Continua 00%. | aducação om malhar queldalo do Aoemtr do | 20230031 | caianças de atédo nos Meio vida lequincias. | Educarpara | ari nos CEIs. Amboise proteçãoda | ServoPCE | (ser | natureza e stesa domo importância do | ambiente, mess ambiente o | | o sua preservação, l Í L | | xx ora Aral too sue Gee unia Fotos 2023203 ams Pose da info imipiactação ] a. | de hortas nas | educação | | | Ambeente 4 8º Ação Finalística: ENFRENTANDO AS VIOLÊNCIAS CONTRA AS CRIANÇAS — T Ta T OBJETIVOS AÇÕES TERRITORALZAÇÃO | STUAÇÃODE FERDOEMADE | META | RESPONSÁVEL micaDOmES FONTESDE | pERioDO ! | Ta serena AçÃo DAAÇÃO DE RESULTADOS | VERINCAÇÃO | A: | | edito | meBicão | néúita Fosmação + Emdnção no meiee de do x x Rede de x Anuat «008. CREAS viciênda equçes adia Cras doméstica contra maiticteophnares. nto SME crenças o zuas Preventre sus Eionimidnacd combater violação de ima z Arial figo Eudoçasno indie de s vinda direitos na | MOCA Primeira | | VE crsanças à suas Infância. | 1 msesicuiiadoras. T Ed Lino x Arsoat mos | ES Famiios serslizados CMECA | Vibro pá | | crarça né 6 | | po mes À az 9º Ação Finalística: ASSEGURANDO O DOCUMENTO DE CIDADANIA A TODAS AS CRIANÇAS r OBJETIVOS | AÇÕES | TeRmTOnuLZAÇÃO SITUAÇÃO DE PERDOCIDADE | META | RESPONSAVEL! INDICADORES ” tomesoe — FEROOO | — MPiEMENTAÇÃO | DAAÇÃO | ! DE RESULTADOS * VERIICAÇÃO | ums | num Gupo eu ASR. ' | | |] ] TSPEGFKO : Excução ] RPSNITA | i ) Garnira | foder | dE || x Anal TOR Eus Emadraçõo ds Regisso | identidade | mapeamentapora SME subregisto secretariado | cidadã a iderbfh.ação de CREAs múdee | pesrrnçõe cri | Conselho Educação | crianças. ira | Tutatar | l l as Finalistica: PROTEGENDO AS CRIANÇAS CONTRA À PRESSÃO CONSUMISTA 10º Ação OBJETIVOS T smuaçãoDE | INDICADORES TroNTESDE | pERioDO ces | DERESULTADOS | vens | eu ASR ) ' | eaêlção | MPANIA | | ES | Craça sMe Cranças consentzadas Es oseia x x sdeo x Ara 100%. Cras sobre 2 2onsumo e ” aSanos consciente. » Exercitar o Soscey tetos consumo ecErS a. consciente. Cranças corscrenteradas Regnto Crença sue ed at x x seo x feesat so0% | emas seta 8 raia de fotos cruniças do ataros s ore serveces do pensa ! indência avr | emss"caro, barsta, satácio e posse de compra. 42 11º Ação Finalística: CONTROLANDO A EXPOSIÇÃO PRECOCE AOS MEIOS DE COMUNICAÇÃO —— ue - T oBJETIVOS AçõES | remaTonMLZAÇÃo SITUAÇÃO DE FERCOCNADE | META | RESPONSAVEL OCADORES f ' | IMPLEMENTAÇÃO DAAÇÃO | | i , a] + | | (o vERESUTADOS | | ] uns | aum | guro | eu, | ASR | | : | (o! ESPEDEO | EUCIÇÃO PLANTA | i | I Realizar palestas | Si pera es fombares | Eca á Registo de sobre a Fo | Anuat 100% ad Radio: Pers ai Sensibilizar | mmpotêmicdeso | X | x de x | | eletiêra. pó dei ascrianças e aianças Lnre ater grafos seus so crianças familiares SEavá. | sobre a (rades sacas). | importância | de controte TOTaT o dos meios de oficinas de Semestral É Ear Sora 100% Rechução do uso eletrínico ERR] comunicação bencaderas x x | nas beincados as das | Giamas fulegrafos | | l 43 42º Ação Finalistica: EVITANDO ACIDENTES NA PRIMEIRA INFÂNCIA i ] ] [ res um | trabalho de [o Reduzir fcorectontização ] acidentes Icomos paisdos | domésticosna | CEISScive | primeira infância. Por para a prevenção primeira infância | | daninfcas na | | E 13, A PARTICIPAÇÃO DAS CRIANÇAS NA CONSTRUÇÃO DO PLANO Dando continuidade à inspiração do Plano Nacional pela Primeira Infância — PNPI. a concepção do Plano Municipal pela Primeira Infância de Mauriti para o período de 2022 a 2031 foi enriquecida pela participação ativa e genuína das próprias crianças, delineando um processo democrático que enfatiza o protagonismo infantil. A concretização desta abordagem inovadora se deu graças à colaboração do público do Programa Criança Feliz — PCF, do Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos, bem como das crianças matriculadas na rede de Educação Infantil do município. Esse engajamento multifacetado refletiu a diversidade de perspectivas e vivências que permeiam a realidade infantojuvenil local. Nesse contexto, oficinas de desenho desempenharam um papel central. Guiadas por perguntas orientadoras como "O que você mais gosta de fazer em sua casa, na sua familia, na sua escola e na sua cidade?" e "Qual a Cidade dos seus sonhos?", as crianças foram estitunladas a explorar suas imaginações e expressar seus anseios de maneira lúdica e criativa. Esses desenhos, verdadeiras manifestações artísticas das aspirações infantis, foram cuidadosamente selecionados pela Comissão Municipal pela Primeira Infância, integrando de forma impar o tecido do Plano Municipal. Cada traço, cada escolha de cor e cada elemento retratado carrega em si a essência dos sonhos e desejos desses jovens cidadãos, refletindo uma visão antêntica do mundo que os cerca. Ao incorporar os desenhos das crianças, o Plano Municipal ganha vida e autenticidade, moldando-se em um documento que não apenas responde às demandas da infância, mas também celebra e valoriza suas perspectivas únicas. Dessa forma, a voz das crianças ecoa nas estratégias e metas traçadas, evidenciando a importância de um ambiente de desenvolvimento que acolhe e respeita suas vozes e visões individuais. 45 46 14. MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO A avaliação de um plano engloba uma variedade de níveis e responde a uma gama diversificada de perguntas. Especialmente em um plano de longo prazo, essa avaliação deve ocorrer em diferentes momentos, oferecendo insights cruciais para aprimorar o desempenho do plano atual ou para orientar futuras iniciativas semelhantes. A concepção de um plano em desenvolvimento está enraizada na harmonização entre meios e fins, ou seja, na adequação de recursos (humanos, materiais, organizacionais) aos objetivos estabelecidos de maneira prévia e racional. Cada plano deriva de uma série de atividades, originando de uma definição clara de metas e da seleção de meios lógicos, priorizados com base em esquemas de importância. No entanto, à medida que essas decisões são colocadas em prática, emerge a necessidade de ajustes para garantir que a implementação ocorra com sucesso. Nesse sentido, a flexibilidade e adaptação se tornam essenciais, abrindo espaço para intervenções conforme a necessidade. Nesse contexto, mecanismos de acompanhamento, monitoramento e avaliação surgem como ferramentas críticas para assegurar a concretização eficaz das ações propostas e para validar as intenções subjacentes ao plano. No caso do Plano Municipal pela Primeira Infância (PMPI), o monitoramento das ações se dará anualmente, em reuniões regulares do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA) e do Comitê Gestor da Primeira Infância. A equipe responsável pela elaboração, implementação, monitoramento e avaliação do plano também participará. Essas reuniões permitirão discussões sobre os progressos alcançados e os desafios enfrentados na execução do plano. Além disso, a avaliação do PMPI e a revisão ou atualização das ações planejadas serão realizadas anualmente pelo CMDCA, em colaboração com a Comissão de Elaboração, Implementação, Monitoramento e Avaliação. Essa avaliação será guiada pelos indicadores previamente estabelecidos, permitindo uma avaliação embasada e informada do progresso e impacto do plano. Ao adotar essas estratégias de monitoramento e avaliação, o Plano Municipal pela Primeira Infância assegura uma abordagem dinâmica e responsável, garantindo que as ações em prol das crianças sejam efetivas, relevantes e ajustadas às demandas e transformações que surgem ao longo do tempo. 47 sro parterseqan ris ares e onicaagabio rot pur