| Tipo | Lei |
|---|---|
| Número / Ano | 181 / 2001 |
| Date | 2001-06-11 |
| Ementa | Estabelece as Diretrizes Orçamentarias para o exercício de 2002 e dá outras providencias |
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As FEITURA MUNICIPAL DE LAGOA DO q “DRE ESTADO DE PERNAMBUCO CARRg LEI N.º 181/2001 EMENTA: Estabelece as DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS para o exercício de 2002 e dá outras providências. O PREFEITO DO MUNICÍPIO DE LAGOA DO CARRO, Estado de Pernambuco, no uso de suas atribuições conferidas pelo inciso Il, do 8 1º do art. 124 da Constituição do Estado de Pernambuco, combinando com o 8 2º do art. 165, da Constituição Federal e disposições da Lei de Responsabilidade Fiscal — LC N.º 101, de 04/05/2000. Faço saber, que a Câmara Municipal aprovou e eu sanciono a seguinte Lei: CAPÍTULO | DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Seção Unica Art. 1º - São estabelecidas as diretrizes orçamentárias para o exercício de 2002, nos termos do $ 2º do art. 165 da Constituição Federal, inciso Il, do 8 1º do art. 124 da Constituição do Estado de Pernambuco da Lei Complementar n.º 101, de 04/05/2000, compreendendo as metas e prioridades da Administração Pública, orientação para a elaboração da proposta orçamentária para o exercício de 2002, incluindo as despesas de capital, alterações na legislação tributária, equilíbrio entre receitas e despesas, critérios para limitação de empenho e demais condições e exigências para a transferência de recursos a entidades públicas e privadas. Parágrafo ÚNICO — Integram esta Lei: | - Anexo de Metas Fiscais para 2002: Quadro 01 — Contendo a meta para o Patrimônio Líquido; Quadro 02 — Contendo a meta para arrecadação da Divida Ativa; Quadro 03 — Contendo meta para as despesas com pessoal; Quadro 04 — Posição de Patrimônio Liquido de exercícios anteriores; Quadro 05 — Contendo a Receita de exercícios anteriores: Quadro 06 — Posição da Dívida Fundada de exercícios anteriores; Quadro 07 — Contendo meta para diminuição da Dívida Fundada; Quadro 08 — Contendo a projeção de receitas; Quadro 09 — Posição de Restos a Pagar em exercícios anteriores; o =” RA MUNICIPAL DE LAGOA D qa INDO DE PERNAMBUCO “ CARR9 ad || - Anexo de Riscos Fiscais. CAPÍTULO II DAS DEFINIÇÕES Seção Unica Art. 2º - As definições dos termos e os conceitos constantes desta Lei são aqueles estabelecidos na Lei Complementar n.º 101, de 04.05.2000. CAPÍTULO Ill DO ORÇAMENTO MUNICIPAL Seção | Do Equilíbrio Art. 3º - Na elaboração da proposta orçamentária do Município para o exercício de 2002 será assegurado o equilíbrio, na forma da LC n.º 101, de 04/05/2000, não podendo o valor das despesas fixadas ser superior ao das receitas previstas. Seção Il Projeto de Lei Orçamentária Art. 4º - O Projeto de Lei do Orçamento Anual para o exercício de 2002 será elaborado de forma compatível com a Lei Complementar n.º 101, de 04/05/2000, com a Lei nº 4.320, de 17/03/1964, com as disposições do $ 1º, incisos llle IV do art. 124 da Constituição do Estado de Pernambuco, com o Plano Plurianual e com as disposições desta Lei obedecerá aos prazos constantes no art. 41 desta Lei. 8 1º - Poderão deixar de constar da proposta orçamentária, para o exercício de 2002, programas, projetos e metas existentes no plano plurianual em vigor, em decorrência da compatibilização das despesas com a previsão de receitas. 8 2º - Poderão ser desdobrados em projetos específicos na proposta orçamentária os projetos imprecisos constantes do plano plurianual, consoante disposições do $ 4º, do art. 5º da LC N.º 101, de 04/05/2000. 8 3º - Não poderão ser incluídos na Lei orçamentária projetos novos com recursos provenientes da anulação de projetos em andamento. Art. 5º - A formalização da proposta orçamentária para o exercício de 2002 será composta das seguintes peças: Lo Proiata da lei Orcamentária anual constituído de texto. , RA MUNICIPAL DE LAGOA p e ADO DE PERNAMBUCO ) CARRQ | - Recursos destinados a: a)Fundo Municipal de Educação — FME b)Fundo Municipal de Saúde - FMS c)Fundo Municipal de Assistência Social - FMAS d)Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e Valorização do Magistério - FUNDEF 8 1º - No projeto de lei orçamentária, as receitas e as despesas serão orçadas em moeda nacional, segundo os preços vigentes em agosto de 2001. 8 2º - Na estimativa das receitas considerar-se-á a tendência do presente exercício, as perspectivas para a arrecadação no exercício de 2002 e as disposições da Lei de Diretrizes Orçamentárias. 8 3º - As despesas e as receitas do orçamento anual serão apresentadas de forma sintética e agregada, evidenciando o “deficit” ou “superavit” corrente. Art. 6º - No texto da Lei Orçamentária para o exercício de 2002 constará autorização para abertura de créditos adicionais suplementares até o limite de um terço do total da receita prevista. Art. 7º - O orçamento anual do Município abrangerá os Poderes Legislativo e Executivo, seus fundos, órgãos e entidades da administração direta e indireta. Art. 8º - A proposta orçamentária poderá ser emendada, respeitadas as disposições do art. 166, 8 3º da Constituição Federal, devendo o orçamento ser devolvido a sanção do Poder Executivo devidamente consolidado, na forma da Lei. Art. 9º - O Prefeito do Município poderá enviar mensagens à Câmara Municipal para propor modificações no projeto de lei do orçamento anual ou do plano plurianual, enquanto não iniciada a votação, na Comissão específica. Seção IIl Da Classificação das Receitas e Despesas Art. 10 — Na lei orçamentária a discriminação da despesa far-se-á por categoria de programação, indicando-se pelo menos, para cada um, no seu menor nível, a natureza da despesa, obedecendo à seguinte classificação: |- DESPESAS CORRENTES a) Despesas de Custeio b) Transferência Correntes e de o FEITURA MUNICIPAL DE LAGOA DO 6 o ESTADO DE PERNAMBUCO ARRO ll —- DESPESAS DE CAPITAL a) Investimentos b) Inversões Financeiros c) Transferências de Capital $ 1º - A classificação a que se refere este artigo corresponde aos agrupamentos de elementos de natureza da despesa conforme a lei orçamentária anual. S 2º - As categorias de programação de que trata o “caput”. deste artigo serão identificados por projetos ou atividades, os quais serão integrados por titulo e descrito que caracterize as respectivas metas ou ação política esperada, segundo a classificação funcional programática estabelecida no $ 2º do art. 8º e no Anexo 5 da Lei Federal n.º 4.320, de 17.03.64. 8 3º - Para atender as disposições contidas no 8 1º do Art. 18 da LC n.º 101 de 04/052000, deverá ser criado nas unidades específicas, programas denominados “Outras Despesas de Pessoal — Terceirização de Mão-de-obra”. Art. 11 - As alterações decorrentes da abertura e reabertura de créditos adicionais integrarão os quadros de detalhamento da despesa. Art. 12 — A Classificação da Receita a ser adotada para o orçamento de 2002 obedecerá as disposições do Anexo | da Lei Federal n.º 4.320, de 17/03/64 atualizada pela portaria SIF n.º 472/93 e pela Portaria n.º 06, de 20.05.1999 — SEPLAN — Presidência da República. Parágrafo único — A classificação orçamentária poderá ser alterada diante da superveniência de norma estabelecida pela União Federal. CAPÍTULO IV DAS RECEITAS Seção Única Da Receita Municipal Art. 13 — A execução da receita obedecerá as disposições das Seções | e Il do Capitulo Ill, arts. 11 a 14 e demais disposições da LC n.º 101, de 04/05/2000. 8 1º - Na elaboração da proposta orçamentária para 2002 serão levados em consideração, para efeito de previsão de receita, os seguintes fatores: | — efeito decorrentes de alteração na legislação; Il — variações de índices de preços; HI — crescimento econômico; IV — evolução da receita nos últimos três anos. ie RA MUNICIPAL DE LAGOA p 8 O tÍDO DE PERNAMBUCO : CARRO o S 2º - A reestimativa de receita por parte do Poder Legislativo só será permitida se comprovado erro ou emissão de ordem técnica ou legal, nos termos do 8 1º do art. 12 da LC n.º 101 de 04/05/2000. Art. 14 — A concessão de incentivo ou benefício fiscal de natureza tributária da qual ocorre renúncia deverá estar acompanhada de estimativa do impacto orçamentário-financeiro, na forma prevista na LC n.º 101, de 04/05//2000. CAPITULO V DAS DESPESAS COM PESSOAL Seção Unica Art. 15 - os gastos com pessoal obedecerão as normas e limites estabelecidos nos art. 18 a 23 e demais disposições da LC n.º 101, de 04/05 /2000. Art. 16 — O Poder Executivo publicará, até 30(trinta) dias após o encerramento de cada mês, demonstrativo da execução orçamentária do mês, explicitando, de forma individualizada, os valores de cada item considerado para efeito do cálculo das receitas líquidas e das despesas totais de pessoal, evidenciando o percentual das receitas comprometidas com pessoal. 8 1º - Para efeito do cálculo de que trata este artigo, entende-se como despesa de pessoal: o somatório dos gastos do Município com ativos, inativos e os pensionistas, relativos a mandatos eletivos, cargo, funções ou empregos, com quaisquer espécies remuneratórias, tais como vencimentos e vantagens, fixas e variavéis, subsidios, proventos da aposentadoria, pensões, inclusive adicionais, gratificações, horas extras e vantagens pessoais de qualquer natureza, bem como encargo sociais e contribuições recolhidas à entidades de previdência. S 2º - As despesas de pessoal, para o atendimento das disposições da LC n.º 101, de 04/05/2000, serão apuradas somando-se a realizada no mês em referência com as dos onze meses imediatamente anteriores, adotando-se o regime de competência. $ 3º - Cabe ao serviço de contabilidade fazer a apuração dos gastos referenciados nos 88 1º e 2º deste artigo. Art. 17 — Para atendimento das disposições do art. 7º da Lei Federal n.º 9.424, de 24.12.96, o Poder Executivo poderá conceder abono salarial aos profissionais de magistério. Art. 18 — A revisão da remuneração dos servidores e o subsidio, de que trata o inciso X, do art. 37 da Constituição Federal, com a redação dada pela EC n.º 19/98, para o exercício de 2002, será autorizada por lei especifica, observada a iniciativa de cada Poder, sempre na mesma data e sem distinção de índices, respeitados os limites constantes da LC n.º 101. de 04/05/2000. “ mi pEREITURA MUNICIPAL DE LAGOA DO (4 ESTADO DE PERNAMBUCO RRg CAPITULO VI DAS TRANSFERÊNCIAS E SUBVENÇÕES Seção | Repasse de Recursos ao Poder Legislativo Art. 19 — Os repasses de recursos ao Poder Legislativo serão feitos pela Prefeitura na data estabelecida no art. 168 da Constituição Federal e nos percentuais estabelecidos na Emenda Constitucional nº 25 de 14/02/2000, através de suprimento de fundos, devendo o controle interno da Câmara Municipal, consoante. art. 74 da Constituição Federal, encaminhar os balancetes orçamentários ao Poder Executivo, até o quinto dia útil do mês subsequente, para efeito de processamento consolidado. Seção Il Repasses a Instituições Públicas e Privadas Art. 20 — Poderá ser incluída na proposta orçamentária para 2002, bem como em suas alterações, dotações a título de transferências de recursos orçamentários a instituições privadas sem fins lucrativos, não pertencentes ou não vinculadas ao Município, a título de subvenções sociais e sua concessão dependerá, respeitadas as disposições da LC n.º 101, de 04/05/2000. | — de que as entidades sejam de atendimento direto ao público nas áreas de assistência social, de saúde ou educação e estejam registradas no Conselho Nacional de Assistência Social - CNAS; Il — de lei específica, autorizativa da subvenção; Ill — da prestação de contas de recursos recebidos no exercício anterior, que deverá ser encaminhada, pela entidade beneficiária, até o último dia útil do mês de janeiro do exercício subsequente, ao setor financeiro da Prefeitura, na conformidade do parágrafo único do art. 70 da Constituição federal, com a redação dada pela Emenda Constitucional n.º 19, de 04/06/98 e das disposições da Resolução T.C. N.º 05/93 de 17.03.93, do Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco; IV — da comprovação, por parte da instituição, do seu regular funcionamento, mediante atestado firmado por autoridade competente; V — da apresentação dos respectivos documentos de constituição da entidade, até 31 de julho de 2001. VI — da comprovação que a instituição está em situação regular perante o INSS e o FGTS, conforme art. 195, 8 3º, da Constituição Federal e perante a fazenda Municinal nos termos do Cóádiao Tributário do Município: ii URA MUNICIPAL DE LAGOA p querelt ESTADO DE PERNAMBUCO ) CARRg EM VII — Não encontrar-se em situação de inadimplência no que se refere a Prestação de Contas de subvenções recebidas de órgãos públicos de qualquer esfera de governo. Parágrafo único — Não constarão na proposta orçamentária para o exercício de 2002, dotações para as entidades que não atenderem ao disposto nos incisos |, III, IV e V do presente artigo. CAPÍTULO VII DOS CRÉDITOS ADICIONAIS Seção Única Disposição Gerais Art. 21 — Os créditos especiais e suplementares serão autorizados por lei e abertos por decreto executivo, permitida a transposição de recursos de uma categoria de programação para outra ou de um órgão para outro. & 1º - Considerando-se recursos para efeito de abertura de créditos especiais e suplementares, autorizados na forma do caput desde artigo, desde que não comprometidos, os seguintes: |-— O superávit financeiro apurado em balanço patrimonial do exercício anterior, Il— Os provenientes de excesso de arrecadação; Ill — Os resultantes de anulação parcial ou total de dotação orçamentárias ou de créditos adicionais, autorizados em lei; IV — O produto de operações de crédito autorizadas, em forma que juridicamente possibilite ao Poder Executivo realizá-las, V — Proveniente de transferência à conta de fundos, para aplicação em despesas a cargo do próprio fundo. Art. 22- As solicitações ao Poder Legislativo de autorizações para abertura de créditos adicionais conterão, no que coube, as informações e os demonstrativos exigidos para a mensagem que encaminhar o projeto de lei orçamentária. Art. 23 — As proposta de modificações ao projeto de lei orçamentária, bem como os projetos de créditos adicionais com a forma, o nível de detalhamento, os demonstrativos e as informações estabelecidas para o orçamento. Art. 24 — Os Créditos Adicionais Especiais autorizados nos últimos 4 (quatro) meses do exercício, poderão ser reabertos ao limite de seus saldos e incorporados ao orçamento do exercício seguinte, consoante $ 2º do art. 167 da Constituição Federal. Parágrafo Único — Na hipótese de haver sido autorizado crédito especial na forma do cant decta artigo até 21 de janeiro de 2002 serão indicados e totalizados EITURA MUNICIPAL DE LAGOA DQ q ESTADO DE PERNAMBUCO com os valores orçamentários para cada órgão e suas unidades, a nível de menor categoria de programação possível, os saldos de créditos especiais e extraordinários autorizados nos últimos quatro meses do exercício de 2001, consoante disposições do $ 2º do artigo 167 da Constituição Federal. Art. 25 — Fica o Poder Executivo autorizado a remanejar, transpor, transferir ou utilizar as dotações orçamentárias constantes no orçamento para O exercício de 2002, em favor de órgãos extintos por lei específicas no decorrer do exercício. . CAPÍTULO Vill . DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA E DA FISCALIZAÇÃO Seção | Do Cumprimento das Metas Fiscais Art. 26 — Até o final dos meses de junho e dezembro, o Poder Executivo demonstrará e avaliará o cumprimento das metas fiscais de cada semestre, em audiência pública na Comissão de Orçamentos da Câmara Municipal de Vereadores. Art. 27 — O Poder Executivo, através da Secretaria competente, deverá atender, no prazo de sete dias úteis, contados da data do recebimento, às solicitações de informações relativas às categorias de programação explicitadas no projeto de lei que solicita créditos adicionais, fornecendo dados, quantitativos que justifiquem os valores orçados e evidenciem a ação do governo e suas metas a serem atingidas. Seção Il Da Limitação do Empenho Art. 28 — Se verificado no final de um bimestre, que a realização da receita poderá não comportar o cumprimento das metas estabelecidas, os Poderes, por ato próprio e nos montantes necessários, nos trinta dias subsequentes, determinarão a limitação de empenho e movimentação financeira, em percentuais proporcionais às necessidades, conforme justificativa constante do ato específico, respeitadas as disposições da LC n.º 101, de 04/05/2000. Art. 29 — Até trinta dias após a publicação dos orçamentos o Poder Executivo estabelecerá a programação financeira e o cronograma de execução mensal de desembolso. Seção Ill Do controle Interno Art. 30 — Até a publicação de código de administração financeira próprio, o Município adotará as normas e regulamentos do Código de administração Financeira do Ectadna da Pernambuco lei Nº 77414 de 221078 respeitadas das disposicão da URA MUNICIPAL DE LAGOA DO ESTADO DE PERNAMBUCO CARRg Ea bd qrerelt CAPITULO IX DAS VEDAÇÕES Seção Unica Disposições Gerais Art. 31 — Serão consideradas não autorizadas, irregulares e lesivas ao patrimônio público a geração de despesa ou assunção de obrigação em desacordo com art. 15 da LC n.º 101, de 04/05/2000, quando desacompanhadas de estimativa do impacto orçamentário — financeiro no exercício em que deva entrar em vigor e nos subsequentes, bem como de declaração expressa do ordenador da despesa que o aumento da despesa tem adequação orçamentária e financeira com a lei orçamentária anual e compatibilidade com o plano plurianual. Art. 32 — É vedada a inclusão na lei orçamentária, bem como em suas alterações, de recursos para pagamento a qualquer titulo, pelo Município, inclusive pelas entidades que integram os orçamentos fiscal e da seguridade social, a servidor da administração direta ou indireta por serviços de consultoria ou assistência técnica custeados com recursos decorrentes de convênios, acordo, ajuste ou instrumentos congêneres, firmados com órgãos ou entidades de direito público ou privado, pelo órgão ou entidade a que pertence o servidor ou por aquele que estiver eventualmente lotado. CAPÍTULO x DAS DÍVIDAS Seção | DA DÍVIDA FUNDADA INTERNA Subseção | Dos Precatórios Art. 33 — Será consignada, no orçamento para o exercício de 2002, dotação especifica para o pagamento de despesas decorrentes de sentenças judiciárias e de precatórios, na forma da legislação pertinente, observadas as disposição dos 88 1º e 2º deste artigo. 8 1º - Os precatórios encaminhados pelo Poder Judiciário à Prefeitura Municipal, até 1º de julho de 2001, serão incluídos na proposta orçamentária para O exercício de 2002, conforme determina o art. 100, 8 1º, da constituição Federal. 8 2º - O Sistema de Controle Interno da Prefeitura, registrará e identificará os beneficiários dos precatórios, seguindo a ordem cronológica de suas exigências, através dos serviços de contabilidade. Subseção Il Da Amortização e do Servico da Dívida Fundada Interna 5 uRA MUNICIPAL DE LAGOA p qRere ESTADO DE PERNAMBUCO ! CARRO Art. 34 — O Poder Executivo deverá manter registro individualizado da Dívida Fundada Interna, inclusive decorrente de assunção de débitos para com órgão previdenciários, no Setor de Contabilidade, para efeito de acompanhamento. Art. 35 — O resgate das parcelas da dívida, bem como os encargos, obedecerá as disposição da LC N.º 101, de 04/05/2000. CAPITULO XI a DO PLANO PLURIANUAL Seção Única Disposição Gerais Art. 36 — O plano plurianual, cujo projeto será encaminhado até 1º de agosto de 2001, observadas as disposições do art. 124, 8 1º, inciso |, da Constituição do Estado de Pernambuco, com a redação dada pela EC N.º 16, de 25/05/99. Art. 37 — Poderão deixar de constar do Orçamento de 2002 programas, projetos e metas constantes do Plano Plurianual existente, referido no artigo anterior, em razão da compatibilização da previsão de receitas com a fixação de despesas, em função da limitação de recursos. Art. 38 — Projetos imprecisos constantes do plano plurianual existente, poderão ser desdobrados em projetos específicos no Orçamento para o exercício do a 2002. Art. 39 — A inclusão de novos projetos no plano plurianual dependerá de lei especifica. Art. 40 — Não poderão ser incluídos novos projetos no plano plurianual com recursos decorrentes da anulação de projetos em andamento. CAPITULO XI DAS DISPOSIÇÕES GERAIS E TRANSITÓRIAS Art. 41 — A proposta orçamentária do Município para o exercício de 2002 será entregue ao Poder Legislativo até o dia 30 de setembro de 2001 e devolvido para a sanção até 30 (trinta) de novembro, consoante disposições do art. 124, 8 1º, inciso Ill da Constituição do Estado de Pernambuco, podendo ser promulgado caso não seja devolvido no prazo estipulado. Art. 42 — A proposta orçamentária parcial do Poder Legislativo, para o exercício de 2002, será entregue ao Poder Executivo até 31 de julho de 2001 para efeito da enmnatihbilizacão com ae desnesas do Municínio aque inteararão a proposta pr era URA MUNICIPAL DE LAGOA D quere ESTADO DE PERNAMBUCO 0 CARRO tl Art. 43 — O projeto de lei do plano plurianual para vigorar até o primeiro exercício financeiro do mandato subsequente, será encaminhada ao Poder Legislativo até o 1º de agosto de 2001 e devolvido para sanção até quinze de setembro do mesmo ano, consoante disposição do inciso |, $ 1º do art. 124 da Constituição do Estado de Pernambuco, atualizada pela Emenda Constitucional n.º 16, de 25/05/99. Art. 44 — Os projetos de lei relativos a alterações na legislação tributária, para vigorar no exercício de 2002, deverão ser encaminhadas ao Poder Legislativo até outubro de 2001. Art. 45 — O Poder Executivo poderá firmar convênios com outras esferas de governo para desenvolver programas nas áreas de educação, cultura, saúde e assistência social, bem como infra-estrutura, saneamento básico, combate aos efeitos de alterações climáticas, promoção de atividades geradoras de empregos, bem como cooperação técnica e financeira para propiciar realização de atividades e/ou serviços com finalidade pública. Art. 46 — A comunidade poderá participar da elaboração do orçamento do Município, oferecendo sugestões: | - ao Poder Executivo, até a data estabelecida no art. 42 desta Lei, junto à Secretaria de Finanças; Il — ao Poder Legislativo, na comissão técnica, durante o período de tramitação da proposta orçamentária respeitados os prazos e disposições legais e regimentais; Parágrafo único- As emendas aos orçamentos | indicarão, —.| obrigatoriamente, a fonte de recursos e atenderão as demais exigências de ordem constitucional. Art. 47 — A prestação de contas anual do Município incluirá relatório de execução com a forma e os detalhes apresentados na lei orçamentária anual, além dos demonstrativos e balanços previstos na legislação federal e ainda nas Resoluções específicas do Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco. Art. 48 — Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. Art. 49 — Revogam-se as disposições em contrário. Gabinete do Prefeito Municipal de Lagoa do Carro - PE, em 11de junho 2001. Nasi susto Prefeito jrURA MUNICIPAL DE LAGOA DO ESTADO DE PERNAMBUCO ea ANEXO DAS METAS FISCAIS PARA 2002 Quadro n.º 01 — META PARA O PATRIMÔNIO LÍQUIDO META N.º 01 No exercício de 2002 o Poder Executivo tem como meta patrimonial fechar o Balanço com um Ativo Real Liquido superior ao fechamento de 2001. Esta meta é possível pelas seguintes razões: 1. O município não pretende alienar nenhum bem, salvo por motivo de acidente ou sinistro. 2. No exercício de 2001 será feita uma reavaliação do Ativo Permanente, de modo que os bens móveis e imóveis terão seus valores contabilizados pelo preço de mercado e não pelos valores históricos de aquisição. “a 3. A dívida fundada do Município originou-se de obrigações antigas, junto a órgãos de outras esferas de governo (INSS e IPSEP). As causas cessaram. Por conseguinte a tendência é diminuir, vez que as parcelas estão sendo amortizadas mensalmente. 4. Os restos a pagar, de outros exercícios, serão eliminados, até o Limite da Lei de Responsabilidade Fiscal, no exercício de 2002. A consequência dessa redução no valor das obrigações é uma diminuição do passivo. 5. O montante da Divida Ativa constitui um fluxo de ativos significativos. Em todos os exercícios são baixados os valores resultantes de pagamentos e inscritos novos débitos de tributos não pagos no exercício anterior. Por conseguinte, também em 2002, permanecerão créditos de Divida Ativa em favor do Município. Lagoa do Carro — PE, em 11 de junho de 2001 .- +TURA MUNICIPAL DE LAGOA DO ESTADO DE PERNAMBUCO ql qpEREI CARRg ANEXO DAS METAS FISCAIS PARA 2002 Quadro n.º 02 - META PARA RECEBIMENTO DA DÍVIDA ATIVA META N.º 02 O Município espera arrecadar no exercício de 2002, pelo menos 20% (vinte por cento) da Dívida inscrita e não paga nos últimos 5 (cinco) exercícios anteriores ao referido exercício. Na meta acima inclui-se a cobrança administrativa e as execuções judiciais. Lagoa do Carro — PE, em 11 de junho de 2001. Dag | EAR) dy Ta Prefeito EJTURA MUNICIPAL DE LAGOA DO qREF ESTADO DE PERNAMBUCO CARRO ad ANEXO DAS METAS FISCAIS PARA 2002 Quadro n.º 03 - DESPESAS COM PESSOAL N.º DE ORDEM | HISTÓRICO 1 Manter as despesas com pessoal e encargos do Poder Executivo dentro dos limites da Lei Complementar n.º 101/2000. META N.º 03 Lagoa do Carro — PE, em 11 de junho de 2001 ren Bina AM: L Prefeito gaTURA MUNICIPAL DE LAGOA DO c4p qREr ESTADO DE PERNAMBUCO RO E el ANEXO DAS METAS FISCAIS PARA 2002 Quadro n.º 04 - POSIÇÃO DO PATRIMÔNIO LIQUIDO Nos três exercícios anteriores a 2001 o Município de Lagoa do Carro apresentou situação patrimonial positiva. O Ativo Real Líquido no fechamento do exercício de 2000 foi de R$ 795.239,75 ( setecentos e noventa e cinco mil, duzentos e trinta e nove reais e setenta e cinco centavos) A perspectiva é que o patrimônio do Município aumente para 2002, em relação ao fechamento do atual exercício. Lagoa do Carro — PE, em 11 de junho de 2001 Da andei 1 ) y L Prefeito Ossela " Mest ANTA "L00Z ep oyun! ep e “Id — OBD op eobe7 06 bz ceZ'€ [proee L96'€ SL'gec'z0e Z “VLOL VLI3daIA "o “0- -0- TVLidVO aq visi so 06 pyz ceze |2'0€/2 196% SV'g82'20€ z SILNINHOD SVLIIDIA SVA TVIOL o guga sz gT'esezl gE'z09'0€ SILNINHHOO SVLIIDIA SVALNO | so LT'cle'66s€ | eb'paz 268 os'zzp'eccl SILNINHOO SVIONTHIASNVAL vo -0- -0- Eros SOSIANIS JQ VLIZDIA eo 00'0S+'€L * |sz'006 vo'gy6'€ TVINONISLVd VLIDIA E co 0y'957'v6 og'zze Lg 86 L92'6€ VISVINAIAL VLIOIA LO Lo + Ia 000Z 666L 866L OMHQLSIH oN L0OZ V SINONSILNV SOIDJIHIXI SIUL SON VAVAVOIAAV VLIdaI4 = 90 cu oIpenp 00% VaVd SIVOSII SVLIIN SVO OXINY OINgINVNHId IA OAVISI - ouavVO 0 VODVT JA TVdlSINNIA VANLIiIIIAA oNSJeld A N PARE RS, / R ",00Z ep oyunf ep pH 9) “Id — OUBO Op 8067 SL6LTUL TVIOL ve 028 PL o dasdi| 70 V6'8070€ SSNI| 10 OIIOHIXI OG IVINONIEIVA OÍNVIVE OQ OLNINVHOaA ON VOIAI VA OYÍISOd 000Z ODIQLSIH SN SINOISILNV SOIDJONIXA NI VAVANNA VOIAIO VA JOTVA - 90 ou OJPEND Z00Z VAVd SIVOSIA SVLIIN SVA OXINY OOINaWVNIHId JA OAVISI OudAVO 0 VODYVT IA TVdlOINNIA VANLIIIIAA ou d a Nope AS "L00Z uunf ep || US “Jd — ouer) op eode7 “BPIAI SP OBSSUYUOD 9 OjUSuIB|SDJLd SP OjeJuoo op ozeid ou daSdl º SSNI O ud eJed sepinp se ejuawjejo) Jepinbi “L00Z 9P Ololo18x9 OB OpdEJoI US 'Z00Z SP OlDIdJSXO Op OjusueyDs) OU 'epepuna epIAIG BP JOJ2A O JIZNpoy OQLSIH VGIAI VA 3LNVLNOW O SINNINIA VIVA SVLIIN — 20 o'U oJpend 00% VaVd SIVOSII SVILIIA JA OXINV OINIWYNHAd TG OQVISA OUVI 0d VODVT IA TVdIDINNIA VANLIIIIAA uRA MUNICIPAL DE LAGOA D quere ESTADO DE PERNAMBUCO 0 CARRO Ear ? Vs | Y) 8) Nas Sm ANEXO DE RISCOS FISCAIS Quadro n.º 08 - PROJEÇÃO DE RECEITAS - Elevar em 10% (dez por cento) no exercício de 2002, a arrecadação dos tributos municipais em decorrência da modernização dos serviços de processamento e cobrança do Setor Tributário, aumento da base de contribuição e tendência positiva de crescimento econômico. — Melhorar o recebimento dos créditos inscritos na divida ativa. ESTIMATIVA: A projeção da Receita para o exercício de 2002, que constará da proposta orçamentária, será obtida mediante a consolidação dos incrementos de Receitas decorrentes da arrecadação própria. Lagoa do Carro — PE, 11 de junho 001. EN and Ut Prefeito onaJeld | AS RR AUS | ",002-2P oyunf ep LL ouBS op eoBe7 "SODIDJSXO sejuindos sop ojusueyDS) OU JeBed E SOJS9L SOp OBÍISOA a 0007 6661 | 8661 | OMQLSIH SINONSILNV SOIDIONIXI NI HVOVA V SOLSIN SOC OVÍISOd - 60 o'U open 00% VVd SIVOSII SVLIIN JA OXINV ONTNYNHAd dA OQVISA OoudvVO 0Q VODVT AQ TVdiSINNIA VaNLiaIdIA URA MUNICIPAL DE LAGOA Dg CA ESTADO DE PERNAMBUCO RO aa qREFEL ANEXO DE RISCOS FISCAIS Quadro n.º 01 - COBRANÇA DA DÍVIDA ATIVA Riscos: - — Existe um número elevado de débitos de pequeno valor, onde a execução judicial de débitos inscritos na dívida ativa é antieconômica. - Há possibilidades de demora na demanda judicial, de modo que os pagamentos não se realizam até o final do exercício. Providências: - Promover e incentivar a cobrança amigável, empregando todos os meios legais para facilitar acordos de parcelamento e comodidades aos contribuintes. Lagoa do Carro — PE, 11 de junho de V: DESA 1 de Prefeito PREFEITURA MUNICIPAL DE LAGOA DO CARRO ESTADO DE PERNAMBUCO Lei Nº 181/2001 de 11 de junho de 2001 Estabelece as Diretrizes Orçamentarias para o exercício de 2002 e dá outras providencias CÂMARA MUNICIPAL DE LAGOA DO CARRO - PE CNP): 40.893.869/0001-27 PORTAL DA TRANSPARÊNCIA Código de Autenticidade: 01KOZM6HC368 Emitido em, 01 de October de 2025 às 12h:50m 11