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← Serra Talhada (PE)

sessao nº 42

Tipo Ordinária
Número / Ano 42
Date 2025-11-25
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CÂMARA DE VEREADORES DE 
SERRA TALHADA, PERNAMBUCO 
CASA JOAQUIM DE SOUZA MELO 
SUBSISTEMAS DE REGISTROS TEXTUAIS 
MÓDULO DE DOCUMENTAÇÃO 
SERRA TALHADA/PE 25/11/2025. 
LEGISLATURA 19 — DÉCIMA NONA 
SESSÃO P- LEGISLATIVA 
REUNIÃO ORDINÁRIA 42. - Reunião Plenária dia 25.11.2025. 
ATA DA QUADRAGÉSIMA SEGUNDA REUNIÃO ORDINÁRIA DO PERÍODO ÚNICO DA 
PRIMEIRA SESSÃO LEGISLATIVA DA DÉCIMA NONA LEGISLATURA DA CÂMARA DE 
VEREADORES DE SERRA TALHADA. ESTADO DE PERNAMBUCO. 
AO VIGÉSSIMO QUINTO DIA DO MÊS DE NOVEMBRO DO ANO DE DOIS MIL E VINTE E 
CINCO, ÀS 10 HORAS, NO PLENÁRIO MANOEL ANDRELINO NOGUEIRA, REUNE-SE O PODER 
DELIBERATIVO MUNICIPAL SOB A PRESIDÊNCIA DO VEREADOR MANOEL CASCIANO DA 
SILVA. O PRESIDENTE PASSA A PALAVRA AO I° SECRETÁRIO ROSIMERIO LUIZ ALVES 
DA COSTA PARA FAZER A LEITURA DO QUÓRUM: ALICE PEREIRA DE LORENA E SÁ, 
ANTÔNIO DE ASSIS DO NASCIMENTO, CLENIO ALVES DE MELO, GILLIARD MENDES DE 
MELO, FRANCISCO PINHEIRO DE BARROS, JOSÉ JAIME INÁCIO DE OLIVEIRA, JOSÉ 
RAIMUNDO FILHO, LINDOMAR LOPES DINIZ, MANOEL CASCI ANO DA SILVA, NAILSON 
DA SILVA GOMES, ROMÉRIO SENA BRASIL, RONALDO ROMð DE SOUSA, ROSIMÉRIO 
LUIZ ALVES DA COSTA, TÉRCIO BARBOSA DE SIQUEIRA, WALLACY KLEYTON 
CABOCLO. VEREADORES AUSENTE: ANTÔNIO RODRIGUES DE LIMA, CARLOS ANDRE 
PEREIRA DE SOUZA. O PRESIDENTE CONSTATANDO O NÚMERO LEGAL DE VEREADORES 
DECLARA ABERTA A SESSÃO. OCUPAM AS CADEIRAS DE VICE-PRESIDENTE, PRIMEIRO E 
SEGUNDO SECRETÁRIO OS(AS) SENHORES(AS) VEREADORES(AS): ALICE PEREIRA DE 
LORENA E SÁ, ROSIMÉRIO LUIZ ALVES COSTA E CLENIO ALVES DE MELO, 
CONSTITUINDO A MESA EXECUTIVA. O Presidente Manoel Casciano da Silva retoma a 
palavra e convida o Vereador Zé Raimundo para ler um trecho da Bíblia Sagrada. De acordo 
com o Regimento Interno, o Presidente Manoel Casciano da Silva coloca em votação a dispensa 
da leitura da Ata da Reunião anterior, que foi aprovada por unanimidade. O Presidente Manoel 
Casciano da Silva passa a palavra ao 1° Secretário Rosimério Luiz Alves da Costa para fazer a 
leitura da matéria. Lido o Oficio n° 001/2025, do senhor Fred pereira de Sousa, que solicita o uso 
da Tribuna Popular para falar sobre operação carro pipa no âmbito do município de Serra 
Talhada/PE. Lido o Projeto de Decreto Legislativo ° 019/2025, de autoria do Vereador Gilliard 
Mendes de Melo, que concede o Título de Cidadã Serra-talhadense a senhora Luana Fernandes de 
Lima Costa. Lido o Projeto de Lei n° 052/2025, de autoria do Vereador Ronaldo Romão de Sousa, 
que institui o Dia Municipal da Gestante e da Maternidade no âmbito do município de Serra 
Talhada, e dá outras providências. Lido o Requerimento n° 075/2025, de autoria de todos os 
Vereadores, solicitação ao senhor Gerente da agência do Banco do Brasil em Serra Talhada/PE, 
ao Sr. Superintendente Estadual do Banco do Brasil, Thiago Bandeira de Souza Teotônio, e a Sra. 
Presidente do Banco do Brasil, Tarciana Medeiros, no sentido de informar a esta Casa Legislativa 
o andamento da análise dos cadastramentos tidos como "incompatíveis" dos beneficiários do 
Residencial "Vanete Almeida" localizado na cidade de Serra Talhada, Pernambuco, assim como 
os próximos passos para a finalização da análise, bem como os prazos para a liberação do Banco 
para continuidade do tramite visando a entrega das casas. Lido o Requerimento n° 076/2025, de 
autoria de todos os Vereadores, convocação da Diretoria da GNR Pajeú - Gerência de Unidade de 
Negócio Regional Pajeú (Compesa Serra Talhada), para prestar esclarecimentos a respeito da 
situação do abastecimento de água nos bairros, e os motivos da constante falta de água no 
Município. Lidos os Pareceres das Comissões de Legislação, Justiça e Redação Final; e de Saúde; 
ao Projeto de Lei n° 046/2025 do Poder Executivo. Lidos os Pareceres das Comissões de 
Legislação, Justiça e Redação Final; e de Finanças; ao Projeto de Lei n° 047/2025 do Poder 
Executivo. Lidos os Pareceres das Comissões de Legislação, Justiça e Redação Final; de 
Educação e Cultura; de Desenvolvimento Econômico e Social; e de Saúde; ao Projeto de Lei n° 
048/2025 do Poder Executivo. Lida a 2' Votação do Projeto de Lei n° 051/2025 do Poder 
Legislativo — institui o "Dia da Conscientização da Prática de Atividades Físicas" no município de 
Serra Talhada/PE, a ser realizado aos domingos, autorizando a destinação temporária de 
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logradouros e avenidas públicas para a prática de atividades físicas, e dá outras providências. O 
Presidente Manoel Casciano da Silva retoma a palavra. Muito obrigado a todos pela presença. Quero 
mandar um abraço a todos que estão nos acompanhando. O Presidente Manoel Casciano da Silva convida 
o senhor Fred Pereira de Sousa, para fazer uso da tribuna popular e falar sobre o tema: Operação 
Carro-Pipa no âmbito do Município de Serra Talhada/PE. Bom dia a todos e a todas. Queria 
cumprimentar aqui o ilustríssimo presidente da Câmara, seu Manoel Enfermeiro, e, na pessoa da vereadora, 
minha prima Alice Conrado, cumprimentar todas as mulheres presentes aqui no plenário. Minhas senhoras, 
meus senhores, trago aqui neste dia um assunto pertinente e muito preocupante: a escassez hídrica que Serra 
Talhada e todo o Sertão Nordestino vivenciam neste último ano, talvez um ano atípico, porque é um ano de 
escassez total. Nem sequer os reservatórios que acumulavam água no subsolo dispõem mais do liquido 
precioso para alimentar e salvar a vida das pessoas e até mesmo dos animais. É uma seca que já se configura 
não como uma estiagem comum, mas como uma seca de gravidade extrema. O que vemos em Serra 
Talhada, por parte de alguns órgãos do Governo do Estado que poderiam estar socorrendo a população rural 
da nossa terra, é uma omissão total. Refiro-me aqui ao IPA. o Instituto Agronômico de Pesquisa 
Agropecuária, cujo presidente é filho desta terra e, nesse sentido, deveria ter ainda maior responsabilidade 
em atender os agricultores no momento de maior necessidade que aflige a nossa cidade. Refiro-me também 
à Compesa, que não dispõe sequer de um caminhão-pipa para atender os agricultores, deixando apenas a 
responsabilidade para o governo municipal e o federal. O governo federal faz sua parte com a Operação 
Carro-Pipa, executada pelo Exército através do Ministério da Defesa, e o município dispõe atualmente de 
quatro caminhões-pipa contratados, levando água semanalmente para as comunidades rurais nos nove 
distritos que compõem Serra Talhada. Este é um assunto de extrema gravidade, pois vivenciamos um 
decreto emergencial em vigor e, quando há um decreto de calamidade pública ou de emergência, como é o 
caso, os órgãos estaduais, federais e municipais devem atuar de forma conjunta. A responsabilidade é 
tripartite. Não existe bandeira política, não existe lado neste momento. O que existe é uma luta constante 
pela sobrevivência das pessoas, porque o elemento indispensável para a manutenção da vida humana é a 
água. Se você não tem acesso à água potável para sobreviver, você vai morrer, vai adoecer, as crianças vão 
sofrer e isso desencadeará uma série de problemas de saúde na população em geral, que já vive uma 
necessidade extrema. Por isso, senhor presidente, venho solicitar este espaço, pela experiência que vivenciei 
enquanto coordenador da Defesa Civil por 12 anos na minha terra. Tenho pleno conhecimento da 
necessidade que estamos enfrentando. Diante disso, gostaria de solicitar a todos os vereadores aqui 
presentes, sem distinção política, que requisitem uma audiência pública e colocássemos em prática um 
plano municipal capaz de socorrer os agricultores e a população rural de Serra Talhada. Coloco-me à 
disposição de todos. Se alguém da mesa quiser fazer alguma colocação, agradeço desde já o espaço cedido. 
Muito obrigado. O Vereador Antônio de Assis do Nascimento pede a palavra. Bom dia! Tenho muito 
respeito ao Senhor e à sua explanação. Queria falar ao senhor que a gente não pode jogar pedra em ninguém. 
Eu acho que você, como experiente na questão da seca e da manutenção dos caminhões-pipa, sabe que o 
IPA hoje não tem carro-pipa disponível para atender a população de Pernambuco. Vontade é o que não 
falta, mas sabemos que não há disponibilidade. A Prefeitura, por exemplo, tem quatro, como você falou, 
mas até hoje não foi enviado nenhum carro-pipa sequer para Tauapiranga, que está em calamidade pública 
há mais de seis meses. Então precisamos começar a falar as coisas corretas para não colocar um poder 
contra o outro. Vamos tentar buscar soluções, ver o que o IPA pode fazer. Inclusive, já foi disponibilizado 
um carro-pipa para atender Tauapiranga e estão tentando buscar outro para colocar em outros distritos. 
Começar a atirar pedra não é bom, porque todo mundo sabe que o IPA realmente não está disponibilizando 
caminhões-pipa para o Estado de Pernambuco. Quem deve disponibilizar é o Governo Federal. O deputado 
federal Coutinho conseguiu vinte pipas para cidades próximas, como Santa Maria. Neste momento, 
precisamos buscar solução e não atirar pedra em ninguém. O senhor Fred Pereira de Sousa retoma a 
palavra. Com todo respeito ao nobre vereador, o senhor caiu em contradição na sua fala. Primeiro, o IPA 
nunca teve caminhão próprio; sempre contratou emergencialmente através de contrato. Isso já é uma falácia 
sua. Segundo, eu não estou atirando pedra em ninguém. Estou apresentando uma necessidade específica e 
urgente, porque a população está gritando por água, inclusive na sua própria localidade. E, nesse caso, acho 
que Vossa Excelência não tem sensibilidade sequer para requisitar aos órgãos estaduais que atendam com 
a necessidade específica o seu próprio povo. O Vereador Gilliard Mendes de Melo pede a palavra. 
Quero deixar claro que o município não está omisso. Lá no São João Vermelho, Tauapiranga, quando foi 
instalado o poço, foram mais de oito mil litros de água por hora. Inclusive estive lá no aniversário de Dálio; 
quero mandar um abraço para ele, e conversando com Pessival, liderança de lá, ele disse que a única 
solução, a salvação da região, é justamente esse poço que a Secretaria de Agricultura colocou para 
funcionar. Então quero deixar claro que o município não está omisso em relação a isso, lá no São João 
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Vermelho. O Vereador Rosimério Luiz Alves Costa pede a palavra. Não concordo com as palavras do 
vereador Antônio, porque ele sabe, ele viu que em Caiçarinha da Penha, graças a Deus, há um carro-pipa 
do município abastecendo aquela população da nossa região. O senhor Fred Pereira de Sousa retoma a 
palavra. Eu queria deixar bem claro aqui que, a partir do decreto, é responsabilidade dos órgãos 
competentes contratar caminhão-pipa sem necessidade de licitação, porque é emergencial. Isso está previsto 
na lei federal que está em vigor desde 2001, pela Defesa Civil. O critério é bem simples: nós não estamos 
tendo atendimento pelo braço estadual. Isso é fato. Prove o contrário, se puder, apresentando aqui algum 
plano de atendimento do Estado às localidades. Quem coordena a operação carro-pipa, seja através do 
Governo do Estado, Municipal ou Federal, é a Defesa Civil Municipal. É uma ação que não é política; como 
eu disse, é uma ação de acolhimento humanitário às pessoas que estão passando sede. Quem está com sede 
hoje não pode esperar para amanhã, minha gente, porque vai adoecer e pode morrer. A Vereadora Alice 
Pereira de Lorena e Sá pede a palavra. Quero agradecer à Secretaria de Agricultura que, desde sábado 
até hoje, colocou cinco carro-pipas de água na Fazenda Umburana. O pessoal de lá me ligou chorando, 
dizendo que não tinha água nem para fazer um café, e o menino confirmou aqui que já passaram de cinco 
carros-pipas. Então quero agradecer ao governo e ao secretário de Agricultura. Obrigado. O senhor Fred 
Pereira de Sousa retoma a palavra. O importante agora seria o governo do Estado se pronunciar sobre 
por que não está atendendo com carro-pipa, pois creio que não está atendendo nenhum município aqui no 
Sertão, já que não estamos vendo a governadora falar sobre estiagem. Isso é um assunto emergencial e tem 
prioridade. Minha gente, isso não é para amanhã, é para hoje. O Vereador Rosimério Luiz Alves Costa 
pede a palavra. Sem contar que na gestão Márcia Conrado já foi inaugurado o sistema simplificado da 
Serra Grande, foi inaugurado o sistema simplificado da Conceição de Cima, que já está pronto e a população 
já está com água dentro de casa, assim como em Conceição de Cima e Vila dos Quinca. Em breve estaremos 
inaugurando também o sistema da Cacimbinha, onde hoje já tem uma máquina cavando para assentar os 
canos da comunidade. O município está fazendo a sua parte. Agora eu quero ver o Estado fazer a dele. O 
senhor Fred Pereira de Sousa retoma a palavra. Está faltando com a obrigação para com o povo de Serra 
Talhada e com a prefeita, porque retaliar Serra Talhada não é retaliar a prefeitura Marcia Conrado. Está 
retaliando todas as pessoas que moram aqui. Inclusive, vocês têm ciência disso, mas eu vou relatar aqui 
também o crime que cometeram com os moradores lá da beira do rio, próximo a barragem do Jazigo. As 
pessoas sequer tiveram direito a um seguro defeso. Estão passando fome, necessidade, porque os seus 
proventos dos alimentos que eles plantavam para ser comercializados na feira, como tomate, alface, coentro, 
foi tirado esse direito, porque a barragem esvaziou. E cadê a obra? A empresa abandonou a barragem Jazigo 
e deixou a barragem totalmente seca, a região ribeirinha está jogada ao léu, e o Governo do Estado sequer 
teve a sensibilidade de dialogar com esse povo, avisando que faria a intervenção na barragem. Então, aqui 
fica meu repúdio. Aqui se trata apenas de um cidadão que veio prestar serviço à sociedade em um momento 
de necessidade por conhecimento de causa. No mais, muito obrigado e bom dia a todos. O Presidente 
Manoel Casciano da Silva retoma a palavra. Obrigado, Fred. A gente sabe da responsabilidade e que 
cada um tem que fazer a sua parte, procurar solução independentemente de qual esfera seja, porque 
emergência não pode esperar para amanhã. O Presidente Manoel Casciano da Silva passa a palavra ao 
Vereador Antônio de Assis do Nascimento. Bom dia a todos e a todas, senhor presidente, caros colegas 
vereadores, vereadora Alice Conrado. Quero saudar todo o pessoal que faz parte do Residencial Vanete 
Almeida, em nome de Patrícia, saudar a Polícia Militar, seu Rafael, Rochany e a Rádio Vila Bela, que já 
faz a transmissão da sessão da Câmara. Quero saudar todo o povo de nossa querida Serra Talhada que, 
neste momento, está antenado na sessão. Quero mandar um abraço para as pessoas que nos pedem. Quero 
ser grato ao pessoal do Vanete Almeida, para o qual já foi feito um requerimento ao Banco do Brasil, e 
todos os vereadores aqui vão assinar este requerimento para mostrar que estamos ao lado de vocês. Vamos 
aguardar a resposta do superintendente do Banco do Brasil e da gerência para ver o que eles vão dizer, 
porque não é justo: as casas estão lá e o povo querendo entrar, mas o banco com essa burocracia toda. De 
minha parte e da parte dos vereadores, estamos solidários a vocês, podem ter certeza disso. Queria falar que 
a festa de Nossa Senhora da Conceição começa domingo, e os moradores me procuraram porque, em todas 
as festas dos bairros, é colocada uma bandinha na última noite para as festividades, e lá no Alto da 
Conceição, infelizmente, faz muitos anos que não colocam banda. Eles pedem que o secretário Josenildo 
se manifeste em favor da festa de Nossa Senhora da Conceição, que é tradicional, para que também 
contemple o nosso bairro, onde moramos, atendendo ao pedido do povo para que seja colocada essa banda 
para trazer alegria à festa. Queria dizer que estive em Caiçarinha sábado e domingo e continua a mesma 
situação: a ambulância está há dois meses sem chegar para atender o povo, e o povo sofrendo sem dinheiro 
para pagar frete de carro, adoecendo, e as coisas não estão boas. Por isso, digo que a questão da saúde não 
anda muito bem, porque, se uma ambulância que serve a população leva dois meses para colocar uma peça, 
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está complicado. Espero que as coisas aconteçam e essa ambulância seja consertada. Ontem estive com o 
colega vereador Clênio e com o ex-jogador Agenor; fomos visitar a obra que começou há duas semanas, a 
obra que vai abastecer Santana, Barreiros, Roças Velhas, chegando até Varzinha e outras comunidades que 
serão contempladas. Fomos visitar, junto com o engenheiro e o dono da empresa, e a obra já está com dois 
quilômetros de canos instalados. É uma obra de quase 15 milhões de reais e acho que é uma das obras mais 
importantes, pois trata da questão da sede. Assim, parabenizo o deputado Luciano junto com a governadora, 
que conseguiram uma obra de grande relevância para aquelas comunidades que, se Deus quiser, para o ano, 
já estará pronta, com água na torneira das suas casas. Se um poder faz sua parte e o outro poder faz outra 
parte, quem ganha é a população. A gente sabe que esse projeto não foi um projeto que, como muitos 
políticos comentam, foi desviado. O projeto que ligava a água para Tauapiranga ou até São Miguel não é 
este; é outro projeto. O projeto realmente de Santana para o distrito Tauapiranga é outro, e a gente não vai 
deixar de cobrar. Inclusive, eu cobrei esse projeto pessoalmente quando a governadora esteve aqui, e eu 
falei olho no olho e pedi que ela visse isso com muito carinho, porque há muita comunidade passando sede 
e sofrimento. Mas, se uma obra sai, a outra poderá vir em caminho. Agora, tem muitos políticos que fazem 
política de baixo escalão, falando que Tauapiranga não foi contemplada, que o projeto foi desviado. Quero 
dizer ao povo de Tauapiranga que está nos ouvindo que o projeto é outro e que este, não foi desviado. 
Então, são coisas que deixam a gente muito triste com esse tipo de situação. A gente sabe que quem anda 
nas comunidades e visita a população vê o sofrimento e muitas vezes quer fazer 100%, mas não pode. Hoje, 
Miguel conseguiu um carro-pipa para o distrito de Caiçarinha e Tauapiranga. Vi sábado, com meus olhos, 
que o vereador Rosimerio também conseguiu um carro-pipa para abastecer as comunidades, e é assim que 
se faz política: fazendo para o povo, porque o povo confia na gente e a gente tem que fazer o que pode. 
Dessa forma, o povo vê água na cisterna e fica feliz, porque a água é vida, e seus animais passando sede, e 
o povo sofrendo muitas vezes sem poder tomar nem um banho. Dessa forma, a gente espera poder fazer 
mais obras. Domingo foi instalado um poço na Conceição do Meio; inclusive estive lá. Um poço completo, 
com energia solar, custando R$60.000,00 onde aquela população hoje não passa mais sede. O poço é bom, 
com vazão de dois mil e poucos litros por hora, e água boa. Então, a gente continua lutando e virão mais 
obras por aí, mais poços; estamos na luta para atender aquilo que for necessário e que estiver ao alcance 
dos poderes que fazem Serra Talhada. Nós ficamos felizes quando realmente tem uma obra dessa natureza. 
Também queria, hoje, já terminando o mês de novembro, cobrar mais uma vez o projeto dos guardas 
municipais, que até agora não chegou. Eu vi o representante dos guardas entregar um projeto ao presidente; 
inclusive, não tive acesso, mas tenho certeza de que esse projeto pede aumento para eles, e esperamos que 
logo chegue aqui para a gente aprovar, porque os guardas não ganham nem sequer um salário mínimo no 
seu pagamento. Eles recebem um salário mínimo com complementação, porque o salário-base deles hoje é 
900 e poucos reais. Para todos os efeitos, para fazer um empréstimo ou qualquer outra coisa, é R$900,00 
não o que complementa o salário deles. A gente pede que chegue a esta Casa não só o projeto dos guardas, 
mas também de outros funcionários que merecem ter seu reconhecimento. A gente também vê a dificuldade 
e espera que seja resolvida a questão dos consignados para que o povo tenha seu direito, se precisar, de 
fazer um empréstimo para atender suas necessidades. Então esperamos que também seja resolvido. Então 
a gente vem aqui fazer esse pedido. O meu pensamento não é querer o mal para Serra Talhada. Eu torço 
pelo bem; a gente pede que as coisas sejam resolvidas para o bem de nossa cidade e para o bem do nosso 
povo. Então, queria mandar um abraço para o povo de Tauapiranga, Conceição de Baixo, do Meio, de 
Cima, Logradouro, Santana, Barreiro, Martiliano, Carnaúba, Fuxica, Alto da Conceição, Ipsep, Cohab, Vila 
Bela, Mutirão e Borborema. Recebam carinhosamente todos que estão nos ouvindo um abraço do vereador 
Antônio de Antenor. O Vereador Antonio de Assis do Nascimento concede um aparte ao Vereador 
Rosimério Luiz Alves Costa. Quando você usou a palavra e falou sobre o outro projeto, ainda bem que 
você está admitindo que tinha outro projeto sobre essa água. Não, Deus me livre, dizendo que Varzinha não 
tem merecimento de ter água; jamais eu diria isso. Mas eu quero que Vossa Excelência peça ao seu 
deputado, porque essa obra de Varzinha não vai ser concluída em pouco tempo, não, Tonho; vai demorar 
muito. E eu, passando em Varzinha, vi a calamidade do povo de Varzinha lá; a situação realmente é 
precária. Agora, quando você usou a palavra e disse que usaram baixo calão aqui sobre o outro projeto, 
dizendo isso e aquilo, não. Eu fui uma das pessoas que falei o seguinte: esse projeto foi rasgado, e você 
sabe que, primeiramente, pelo projeto que tinha, quando foi cavado, aquele poço era para descer justamente 
para Santana, Barreiros, Caiçarinha, Conceição de Cima, do Meio, de Baixo, Tauapiranga, até São Miguel 
e Cipós. O deputado deveria primeiro ter feito essa ação, porque veja quantas comunidades estão sem água 
também. Mas tudo bem: colocou para Varzinha; que ele arrume também para essa outra localidade. Essa é 
a palavra certa. Aqui não tem baixo escalão; ele não cumpriu com a responsabilidade, porque deveria ter 
cumprido já há muito tempo, que é levar água para essa região da gente. Só isso. E aproveitar para fazer o 
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convite para todo o pessoal que está nos ouvindo neste momento para a festa de Caiçarinha da Penha, da 
Imaculada Conceição, sábado, dia 29, que vai ter a banda Daniel Fernandes, o Boteco dos Amigos, Edson 
vaqueiro e Delmiro Barros. Boa festa a todos; vamos curtir, e todos os vereadores estão convidados para 
estar com o Hora Extra comendo um bode assado. Passem por lá. Valeu. O Vereador Antonio de Assis 
do Nascimento retoma a palavra. Quando eu falo em baixo escalão, vereador, é alguém que não sabe da 
história, porque o projeto que Vossa Excelência citou não foi rasgado. O projeto está lá no Governo do 
Estado, e realmente o Governo entendeu que a liberação desse projeto tinha sido essa. O Vereador Antonio 
de Assis do Nascimento concede um aparte ao Vereador Rosimério Luiz Alves Costa. Mas a palavra 
baixo calão? Porque aqui ninguém falou palavrão. O Vereador Antonio de Assis do Nascimento retoma 
a palavra. Alguém da comunidade disse a palavra. Então é dessa forma que me referi a isso. Mas, se saiu 
um, o outro vai sair com fé em Deus. A gente tem que ter fé em Deus e pedir aos poderes para que seja 
resolvido o problema, levando água até São Miguel. Pode ter certeza:- vamos lutar para que as coisas 
aconteçam. Um foi contemplado; depois o outro será contemplado também. Muito obrigado, um abraço a 
todos. O Presidente Manoel Casciano da Silva passa a palavra ao Vereador Wallacy Kleyton Caboclo. 
Bom dia a todas e todos aqui presentes. Em nome do presidente Manoel Enfermeiro, quero saudar todos os 
colegas vereadores. Quero parabenizar os beneficiários das casas do Residencial Vanete Almeida. Às vezes, 
algumas pessoas que são beneficiárias pensam que esta Casa é omissa e julgam os vereadores dizendo que 
estamos de braços cruzados, mas, primeiramente, existem os trâmites legais que pÉecisam ser resolvidos. 
Estamos todos aqui e ninguém está virando as costas para vocês. Podem ter certeza de que, se houver algo 
errado, se a prefeitura estiver se amarrando para entregar as casas só no ano que vem para fazer politicagem, 
nós vamos cobrar e não vamos cruzar os braços. Não adianta querer cobrar de quem não tem nada a ver 
com o processo, porque tem uma documentação é um procedimento que vêm de muito tempo. Eu sei que, 
para alguns, é angustiante; várias pessoas já perderam até a esperança, algumas já faleceram e outras foram 
embora. Ontem, quando estive no Banco do Brasil pedindo informações a respeito das casas do Vanete 
Almeida, percebi que até o gerente mudou e o novo gerente não deu explicação porque ainda não está por 
dentro do processo. Mas nós, dos 17 vereadores, vamos repassar a informação que vocês desejam. 
Queríamos que vocês já passassem o Natal dentro da sua residência, mas não estamos de braços cruzados. 
Podem ter certeza de que estamos fazendo o melhor para que as casas sejam entregues o mais rápido 
possível. Quero mandar um abraço para Gilmar, lá do Vila Bela, para Adriana, e também para a mãe de 
Dôca no Castor. Quero parabenizar o grupo Cabras de Lampião por realizar mais uma vez o Encontro 
Nordestino de Xaxado, que este ano será o décimo encontro, um evento que vai reunir vários grupos de 
xaxado de todo o país, trazendo para nossa cidade a presença de quatro países: Argentina, Colômbia, 
Venezuela e Equador. Isso prova o tamanho da nossa cultura e o tamanho do nome de Lampião. Parabenizo 
também essa guerreira Cleonice Maria e o guerreiro Anildomá Williams, porque, sem eles, a cultura de 
Serra Talhada estaria morta, falida e abandonada. Mesmo aos trancos e barrancos, sem apoio do governo 
municipal, que faz pouco caso, não ajuda, não incentiva a cultura, e ainda promove perseguição política, 
Cleonice e Domá seguem trilhando um caminho. O município não está penalizando apenas Cleonice e 
Domá; está prejudicando Serra Talhada. Vejam quantas pessoas virão para nossa cidade, quanto isso aquece 
a economia, e mesmo assim o município chega com o mínimo. Ontem, encontrei a presidente da associação 
Cabras de Lampião, e ela se queixava para uma pessoa que passava de que o município está sendo omisso 
em não ajudar. A ajuda que é oferecida, só para dizer que está fazendo algo, é puxar uma iluminação ou 
fazer uma limpeza, e isso não é justo para um evento desse porte, que Serra Talhada realiza todos os anos 
e que é um espetáculo, assim como o Massacre de Angico, realizado em julho, durante cinco noites, com 
um público que aplaude de pé os atores. Mas o governo, diante dessas coisas que deveriam receber 
investimento e incentivo, fecha os olhos. Infelizmente, estamos com um governo omisso, que a cada dia 
mostra não estar disposto a levantar o nome de Serra Talhada para o Brasil e para o mundo. Parabéns, 
Cleonice. Parabéns, Domá. Parabéns a todos que fazem os Cabras de Lampião e que não deixam a nossa 
cultura morrer. Quero também tocar em um assunto que sempre mencionamos, mas nunca recebemos 
resposta. Quando se toca na ferida de Antônio de Antenor e Lindomar, nunca há explicação. Vieram aqui, 
para esta Casa, a gente votou, acreditou, e agora vemos que alguns estão tristes porque foram lesados. Foi 
aprovado por esta Casa. Estamos caminhando para quase três meses, os ACS (agentes comunitários de 
saúde) estão cumprindo com seu papel, atingindo as metas. Mas o governo mais uma vez passou manteiga 
na cara desses profissionais que vivem nas residências fazendo seu papel e o seu dever. Vou repetir 
novamente: nem sequer o protetor solar a Secretaria de Saúde está distribuindo para os ACS, mas, quanto 
ao que é realmente importante, quando eles sabem que não têm resposta nem para inventar uma mentira, 
não dizem nada. A gente fala, e eles dizem que é terrorismo, dizem que estamos fazendo terrorismo toda 
vez, mas nós temos que nos preocupar em dar condições aos profissionais de saúde. Não há dinheiro para 
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atender esses profissionais, mas há dinheiro para outras coisas. Agora, para cuidar de Serra Talhada, 
realmente não tem. Quando a gente vê que, no posto de saúde, uma gestante chega para ganhar neném e 
fazer uma ultrassonografia, e tem gestante que nem chega a fazer um ultrassom porque o governo municipal 
e a Secretaria de Saúde dizem que não têm dinheiro, a gente percebe que Serra Talhada está afundada, que 
não tem crédito, que não tem nada. Quando se sentam em cima do cofre e o povo diz "peraí, a gente tem 
que tomar uma providência", se a gente ficar aqui só balançando a cabeça, quem vai continuar sendo 
prejudicado é o povo. Ontem vi que você, que está precisando de uma consulta no Altino Ventura, sabe por 
que não está recebendo, não está chegando a consulta para você? Porque o governo municipal deixou de 
repassar quase dois milhões de reais. Só agora está chegando a consulta porque o Governo do Estado 
assumiu o Altino Ventura. Sabe quantas consultas foram liberadas? Foram liberadas para valer, porque eles 
reduziram os atendimentos. Vai encerrar dia 13 de dezembro e só retorna em janeiro, sem consulta marcada. 
A quantidade era 1100, e agora dizem que Serra Talhada está vivendo o melhor momento, mas está vivendo 
é o pior momento de desprezo e abandono, sem gestão, porque esqueceu de administrar Serra Talhada. 
Agora só fala, só fala, porque fazer não faz mais. Graças a Deus que não faço mais parte dessa gestão 
desastrosa, graças a Deus. Passei quatro anos vivendo um pesadelo e acordei. Hoje somos três na oposição, 
amanhã seremos quatro, e vai ser cinco, porque chegará o momento em que muitos vão se acordar e ver 
que não vale a pena defender uma gestão que não tem feito nada por Serra Talhada. Semana passada eu 
disse aqui que não tinha merenda, e não me responderam nem me rebateram, mas sabem que eu não menti. 
Eu não minto, e faltou merenda no Cônego Torres, faltou na Neto Pereirinha, e ficam tirando de um canto 
para colocar em outro. A gente vê que ônibus falta combustível, e o que dizem é que eu estou fazendo 
terrorismo. Terrorismo é isso: a falta de respeito com a população. Se não tem planejamento, Serra Talhada 
não sai do vermelho. Como é que Serra Talhada vai sair do vermelho? Aí chegam aqui e dizem que estamos 
segurando a previdência e colocam a culpa em Luciano. Luciano foi culpado mesmo, e eu vou dizer que 
não foi? Foi culpado de ter levantado a bandeira e acreditado em Márcia Conrado, e agora ela está 
destruindo Serra Talhada. Infelizmente, ele foi enganado, ela enganou. Mas nós estamos aqui para cobrar 
desse governo desastroso que a população nem sequer é respeitada. Se pelo menos o povo fosse respeitado, 
a gente estaria aqui de boa. Andem na ponta das esquinas. Cadê que divulgaram a pesquisa? A canoa está 
afundando, mas ainda não perceberam. Nós não estamos tendo saúde nem infraestrutura. Fui lá no Ipsep, 
em uma rua onde o lixo estava tomando conta. Pelo amor de Deus, eu peço à senhora prefeita: venha sentar 
na cadeira e tomar conta de Serra Talhada, que está abandonada. Senhora, acorde, porque a cidade está se 
afundando cada vez mais. Só quero uma coisa: gostar de mim ninguém é obrigado a gostar, não. Agora, me 
respeitar, sim, porque eu não estou faltando com respeito a ninguém. Apenas estou cobrando da gestora. 
Quando fui eleito vereador, não fui eleito para estar dando tapinha nas costas de ninguém, não fui eleito 
para mentir, mas para falar a verdade ao povo. E, por último, quero falar aqui novamente. Doutor Clênio, 
mais uma vez, quero falar em nome do seu pai hoje, mas você faz parte do bloco de oposição por ter tido 
palavra e por cumprir com sua honradez, que é o caráter de um homem que tem onze mandatos. Mas a 
história e o legado dele não foram respeitados. E quem tem história e legado, quem tem brilho, ninguém 
vai apagar, não, porque seu pai construiu onze mandatos trabalhando, atendendo o povo de Serra Talhada 
e da região, sem virar as costas e sem apunhalar ninguém, mas com um sim ou um não. Pode ter certeza de 
que nós vamos estar aqui trabalhando por Serra Talhada, defendendo o que é para defender, defendendo o 
povo, porque o povo precisa de melhoria, e não de meta para dizer que quem está com ela tem 100%, e 
quem não está é 20 ou 10. Mas, doutor Clênio, vamos trabalhar. Sei que o senhor é um homem de poucas 
palavras, mas seu silêncio às vezes tem feito muito por Serra Talhada. E, com certeza, seu Agenor de 
Caiçarinha, aquele homem que mal abre a boca, está de cabeça erguida trabalhando pelo povo, não se 
escondendo, não se fingindo, porque o verdadeiro legado e a verdadeira história já estão marcados em Serra 
Talhada. Agora, quem não tem brilho passa. Bom dia e Deus lhes abençoe. O Presidente Manoel Casciano 
da Silva passa a palavra ao Vereador José Raimundo Filho. Bom dia a todos e a todas. Excelentíssimo 
senhor presidente, colegas vereadores, vereadora Alice Conrado, saúdo todos os presentes, de forma 
especial a filha do meu amigo Bem Feito, que aqui se encontra, e tantos outros que fazem parte dos que 
serão contemplados no Vanete Almeida. Saúdo também os ouvintes e todos. Inicialmente, senhor 
presidente, eu queria me dirigir de forma específica aos que serão contemplados com o Residencial Vanete 
Almeida. Ontem eu conversava com Patricia, e nossa colega aqui acabou de sair mais cedo, dizendo que às 
vezes a gente trabalha no silêncio e que cada um sabe da sua participação. Ela acaba de entrar no plenário, 
mas lá atrás, quando ninguém ainda falava nada, a gente se encontrava às vezes na porta do Banco do Brasil. 
Ela saía do banco, como é mesmo o nome dela? Estou esquecendo um pouquinho. Neide. A gente se 
encontrava na calçada do Banco do Brasil e, de lá para cá, ela se tornou uma das pessoas — com todo 
respeito às demais — que mais se abnegou, que correu atrás, que se dedicou. Depois se juntou com todas 
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as outras, inclusive com Patrícia e tantos mais. Mas quero dizer que a luta não foi em vão. Eu creio que, se 
houve avanço até agora, esse avanço foi construído por muitas mãos, e tem sim participação daquela sua 
descida lá no Banco do Brasil. Ontem nós estivemos reunidos com uma comissão, e os 17 vereadores 
assumiram um compromisso. A princípio seria apenas um oficio para o Banco do Brasil de Serra Talhada, 
mas nós estendemos esse oficio para a superintendência do Recife, para a superintendência de Brasília e 
para a direção em São Paulo, que é onde estão os processos e aquelas incongruências documentais que 
estavam faltando. A gente entende que já passou da hora de se buscar fazer a entrega o mais rápido possível. 
Infelizmente, o que embaraça às vezes é a questão burocrática, onde mais de 780 famílias já estão totalmente 
com sua documentação regularizada e estão sendo penalizadas por uma pequena quantidade que, por 
motivos como falecimento, mudança ou falta de algum documento, ainda não está regularizada. Esse é 
realmente o fato que trava tudo. Da última vez em que a prefeita Márcia esteve em São Paulo, há cerca de 
um mês ou pouco mais, eu estive com ela e disse isso também na reunião: que tinha sido feita uma força￾tarefa para tentar resolver essa documentação restante. Então, o que fizemos ontem, eu, Lindomar e vários 
outros aqui, na presença de vocês, é reforçar que possamos, a cada semana, Patrícia, "água mole em pedra 
dura, tanto bate até que fura", mandar ofícios oficiais ao Banco do Brasil. Porque às vezes falar aqui não 
tem tanto peso, mas quando se emite um documento oficial, esse documento, na pior das hipóteses, tem 
que vir com uma resposta, mesmo que seja negativa. Até porque não existe má vontade da prefeitura hoje 
em repassar, não existe a intenção da prefeitura de deixar para entregar só no próximo ano. O desejo é 
entregar o mais rápido possível, mas a entrega hoje não depende da prefeitura; depende exclusivamente do 
banco. Cabe a nós, ao secretário Márcio, que Patrícia mostrou até uma relação, e todos que estão 
empenhados, procurar resolver e identificar essas pessoas o mais rápido possível, para que possamos fazer 
a entrega de direito. Já tem uma relação de mil e poucas pessoas, depois desses. E podem ter certeza de que 
o caminho daqui para frente é fazer exatamente o que vocês estão fazendo: continuarmos de mãos dadas. 
Ontem eu vi até um gesto muito positivo, porque essa não é uma questão política. Quem está pagando 
aluguel, quem está morando na casa da mãe, na casa da sogra, quem está apertado são essas as pessoas 
realmente penalizadas, e para elas não interessa discurso bonito dizendo que sai amanhã ou depois, nem 
colocar culpa em A, B ou C. O que realmente interessa é que a gente procure saber onde de fato está o 
problema, quantos são os casos pendentes, e correr atrás para resolver. O governo tem feito isso, porque, 
da última vez em que foi solicitado, sequer ficou para resolver em Recife; pegaram a pasta com as 
pendências e foram diretamente para São Paulo, Márcia foi. E está tentando exatamente resolver isso. A 
gente vai se inteirar para que a gente possa vir aqui não mais falar, mas sim marcar a data da entrega e fazer 
com que cada um de vocês possa ser beneficiado. Eu não diria beneficiado, eu diria que cada um de vocês 
possam ter o direito que foi dado lá atrás com a outorga das quase mil casas que serão entregues aqui em 
Serra Talhada. Então, possam ter certeza: eu fiquei muito feliz ontem, porque aqui não interessa política. 
Vocês não querem saber se foi A, B ou C; vocês querem saber de receber a casa de vocês. É lógico, e eu 
me lembro bem, e não posso deixar de ser justo: da primeira vez que Márcia esteve em Brasília com o 
presidente Lula, quando foi perguntado qual a primeira obra que ela queria destravar em Serra Talhada, ela 
respondeu que eram as casas do Vanete Almeida, justamente quando houve aquela depredação, e a gente 
também tem essa preocupação. O recurso veio, as casas avançaram, e ontem eu passei lá. Faz uns quinze 
dias que eu nem conhecia ainda a nova avenida que foi feita por trás, pela governadora Raquel Lyra. Eu 
vinha das Granjas, pedi autorização a um rapaz, entrei e saí na pista. Realmente está tudo no ponto de ser 
entregue, inclusive a própria questão da água, que era um temor, está sendo concluída, faltando apenas 
alguns detalhes. Então, o que a gente vai correr atrás agora é para não faltar empenho desta Casa nem de 
nenhum vereador. Ontem Márcia me ligava à noite, Márcio também. Sexta-feira eu liguei novamente. Vai 
ser todo mundo junto. Aqui não está se partidarizando nada, não está se dizendo quem vota ou quem deixou 
de votar. De forma alguma. Isso é uma questão social, é uma questão de direito, é uma questão de respeito. 
E possam ter certeza de que esta Casa vai se juntar a vocês. Por isso faço questão de ressaltar: o que interessa 
à sociedade é fazermos o que fizemos ontem. Na hora do voto, cada um tem o seu, mas na hora do problema, 
temos que nos juntar para tentar resolver, principalmente quando não depende diretamente da gente. Ontem, 
por exemplo, eu fui levar uma carrada de estaca na Lagartixa; Reinaldo foi comigo. Tinha um mourão lá 
que eu, sozinho, jamais levantaria, mas quando você se junta a três ou quatro, você levanta e leva. É a 
mesma coisa nessa luta: não é luta de uma pessoa só, é luta de várias pessoas que vão se juntar para agilizar. 
Porque a situação de vocês, eu diria, não é humilhante, mas é algo que chega a ser constrangedor. Às vezes 
se deixa de pagar o aluguel, deixa de pagar a luz, deixa de comprar o gás, vendendo o que pode. Essa é a 
realidade. Mas quero assegurar a vocês que ontem, realmente, houve um consenso. E não adianta dizer que 
não. Nós compreendemos a importância e queremos agradecer a presença de vocês, porque é dessa forma 
que se resolve: de maneira pacifica e buscando soluções. Ontem à noite, quando eu falava com a prefeita 
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Márcia, eu dizia, e até registrei a reunião: vamos nos juntar todos, todas as mãos, e aqueles que puderem 
nos ajudar. Possa ter certeza de que estaremos juntos para resolver essa questão de fato. O Vereador José 
Raimundo Filho concede um aparte ao Vereador Francisco Pinheiro de Barros. José Raimundo, 
obrigado pelo aparte. Bom dia a todas e a todos. Ontem participei dessa reunião e já cheguei tarde a Serra 
Talhada. Quero dizer, em cima do que você falou, sobre a preocupação que esta Casa tem. Agora nós não 
resolvemos tudo, nem tudo passa pelas nossas mãos, mas muitas vezes esbarra na burocracia. Quantas 
pessoas me procuram e eu procuro dar resposta naquilo que estamos fazendo. Esta Casa tem demonstrado 
essa preocupação, e muito mais ainda a nossa prefeita Márcia, porque estava tudo parado lá atrás, desde 
quando fizeram o sorteio em 2017, quando não tinha nada pronto. Aquilo foi um sorteio apenas formal. 
Mas Márcia tem demonstrado empenho, tem ido várias vezes a Brasília, e isso todo mundo sabe. Vai ser 
resolvido; agora, muitas vezes, esbarra na burocracia. Muito obrigado. O Vereador José Raimundo Filho 
retoma a palavra. O sorteio tinha que ser feito, porque os beneficiários, quando da execução do projeto, 
precisavam estar definidos para que ele pudesse andar. Era necessário naquele momento. E eu tenho dito, 
e disse ontem: eu não vou vender ilusão a ninguém. Agora, vou fazer a minha parte, como fiz com Neide, 
que me pegava lá no dia, e desde aquela vez eu ia mandamos o oficio, caladinho, sem vir pra cá espernear. 
Mas agora estamos de forma diferente: oficializamos todos os 17 vereadores e vamos correr atrás. A 
situação de vocês, eu até disse ontem, é como os precatórios dos professores da educação, que esperaram 
vinte anos para receber, e esta semana nós tivemos a informação de que o juiz da quinta vara daqui foi 
transferido. Com todo respeito ao que saiu, mas digo aos professores que a esperança aumenta com a 
chegada do novo juiz. A gente está tentando, Nailson, que é da comissão, para fazer uma agenda com ele, 
para que a gente possa ver se coloca em pauta a liberação dos recursos dos professores, que também é uma 
situação, meu Deus, essa sim é humilhante, porque se trabalhou, deixaram de pagar, deixaram de fazer isso, 
e a gente está realmente correndo e vamos tentar, o mais rápido possível, fazer com que ele possa receber 
a prefeita, o procurador do município, o Sintest, o Simpro, o meu amigo Carlos da Associação dos 
Professores, enfim, todos. Outro tema que foi levantado aqui é com relação à questão da Feira do Gado, 
que até conversava com China também. Quando foi para se mudar a feira do gado, foi feito um abaixo￾assinado com mais de 180 assinaturas pedindo a mudança da feira. Alguns têm lado a favor, outros 
contrários. Até conversava com Fabinho e tal; Fabinho, na hora que a maioria se manifestar, Gilliard 
também que esteve lá, disse que, se a maioria entender isso, a gente vai tirar. Sugeri até a China que a gente 
possa tirar uma comissão e, em um dia de feira, ouvir todos para saber se realmente vocês querem que 
mude, porque o que a gente não pode é mudar em função de alguma coisa isolada. A decisão, quando foi 
tomada, foi tomada de forma assertiva, porque foi uma decisão homologada por 176 pessoas. Fabinho levou 
para a prefeita, e Márcia disse: se a grande maioria quer, então a gente tem que seguir esse caminho. Se não 
deu certo, a gente tem o poder, está certo, de reavaliar e fazer novamente. Mas, para isso, a gente tem que 
ter o respaldo daquelas pessoas que estão ali, porque não vai ser Zé Raimundo vereador, não vai ser a 
prefeita Márcia, porque ela nunca fez isso nem deu uma canetada tomando decisão isolada. Então eu creio 
que o caminho é exatamente esse: que a gente busque junto com todos para ver. O Vereador José 
Raimundo Filho concede um aparte ao Vereador Gilliard Mendes de Melo. Isso Zé, inclusive, quando 
foi para mudar, eu estive lá na feira durante dois finais de semana e enxergou, dialogando com o pessoal, 
que havia essa necessidade, inclusive como você colocou. Foi feito o abaixo-assinado e apenas duas pessoas 
foram contrárias. A gente entende que é um processo de mudança; se não houve adaptação, a gente é aberto 
novamente, o governo também com certeza é aberto, e a Secretaria de Agricultura pode mudar novamente. 
A gente sabe que toda mudança causa algum transtorno, mas, se a maioria for favorável, assim como foi 
para mudar, a gente volta ao normal de novo, se abraça e vai para cima do problema, sem nenhum problema 
para abraçar isso. O Vereador José Raimundo Filho concede um aparte ao Vereador Wallacy Cleyton 
Caboclo. Zé, parabéns pela sua fala da semana passada. A gente vê que, no dia a dia, que eu passo ali, pois 
tenho uma residência lá perto, vejo vários comerciantes falando que precisam que seja nos dois dias, porque 
tem gente que só sabe o que vai acontecer no domingo, e no domingo dava um movimento bom para eles 
também. É um espaço muito curto, porque, quando você passa lá no sábado ao meio-dia, a feira já acabou. 
Não é o dia todo, porque eles chegam com os animais na sexta-feira, deixam lá, mas quando dá meio-dia 
já não tem mais um carro. Então, parabéns pela sua fala, porque ali é um movimento bom para Serra 
Talhada, a economia que está ali dentro daquele espaço é muito importante. No próximo final de semana, 
nós vamos combinar para irmos lá. O Vereador José Raimundo Filho retoma a palavra. Quero deixar 
bem claro que não foi decisão da prefeita Márcia nem do secretário Fabinho; foi do colegiado, com cento 
e setenta e poucas assinaturas. Infelizmente, eu não vou poder estar neste final de semana; devo ir ao Recife, 
depois volto a Caruaru ainda na quinta-feira à tarde e volto para o meu tratamento, passando cerca de oito 
ou dez dias fora de Serra Talhada, mas a gente vê isso aí. Quanto à minha amiga lá do Ramalho, casada 
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cora Ronaldo, tudo que a gente vai fazer, sim, é se juntar para que a gente possa entender e fazer isso sem 
vender ilusão a ninguém. É pegar o foco do problema, saber quantos documentos faltam, quem são essas 
pessoas. Ah, eu conheço Maria, eu conheço João, vamos correr atrás, porque, na verdade, também tem essa 
questão que às vezes se fala disso. Quero dizer a vocês que, enquanto pessoa, cada dia a gente tem que 
parar, levantar a cabeça e pedir fé para continuar, está certo, lutando, porque nada é fácil. As pessoas não 
aguentam mais tanta agressão, tanta violência, tanta conversa mole e passar a responsabilidade de um para 
o outro. Ontem, na minha conversa com Márcia, de quase quarenta minutos, a gente falava que sabemos 
das dificuldades de algumas pessoas, mas que, enquanto governo, estamos prontos. Clênio, estive com seu 
pai ontem, e digo que a prudência dele vai sempre para o lado de assistir; o silêncio dele fala muito mais 
do que determinadas palavras, e o tempo se encarrega de muita coisa. O que a gente não pode é se 
entristecer. Vi hoje a declaração de Fernando Monteiro apoiando a governadora Raquel; para vocês verem, 
às vezes a gente se gladia tanto em algumas coisas e os processos se invertem em muitas situações. E foi 
isso também que eu conversava com Alice e com Márcia: o que a gente tem que fazer é pacificar aqui, 
meus amigos, somos dezessete, cada um tem suas posições, mas não podemos faltar com respeito. Cada 
um dos dezessete tem, Manoel, só para terminar, Cardoso, a parte dele, e tem um problema para resolver: 
se tem um lixo, vamos ao lugar certo para saber por que o carro não passou e fazer com que ele passe; se 
está faltando estrada, se está faltando tapar um buraco no Vila Bela, como começou naquela entrada do 
outro lado, vamos fazer isso. A gente anda na rua e tem algumas pedras de calçamento saindo; já foi falado 
com Simone ontem para que a gente pegue uma rua toda daquela e ela comece a fazer. Então, de mim, e 
até nos meus erros na condição de pessoa, possam ter certeza de uma coisa: não me cabe mais vender ilusão 
nem vir com falácia. Vou tentar me aproximar cada vez mais de resolver os problemas, mesmo quando não 
sou o responsável direto, e isso passa, evidentemente, pelo dia em que eu tiver a felicidade de poder passar 
lá no Vanete Almeida e ver cada um de vocês lá. Vamos tomar um copo d'água, tomar um cafezinho. Tem 
uma querida ali que morou comigo, ela com os filhos; uma meninada danada, que tinha um que não queria 
sair nem do meu braço. É esse sentimento, minha querida, essa gratidão lá de trás ao ver você lutando hoje. 
Mas não perca a esperança e não perca a fé, porque maior do que todos nós é o Senhor Jesus. Muito 
obrigado. O Presidente Manoel Casciano da Silva passa a palavra ao Vereador Lindoinar Lopes 
Diniz. Bom dia a todos e a todas. Quero cumprimentar o presidente Manoel Cassiano e, em nome dele, 
cumprimentar os demais vereadores. Quero cumprimentar Patrícia e, em nome dela, cumprimentar todos 
que estão na luta pelo Residencial Vanete Almeida. Deus abençoe a todos. Falar um pouco do requerimento 
que foi abordado ontem aqui nesta Casa, quando alguns de vocês estiveram aqui conversando conosco. 
Fiquei feliz porque a Casa, em nome do presidente, teve a iniciativa de fazer o requerimento ao senhor 
gerente da agência do Banco do Brasil em Serra Talhada, ou ao superintendente estadual do banco, para 
que venham dar explicação sobre o porquê de tanta burocracia para entregar essas casas às famílias que 
tanto precisam, já que o processo se iniciou lá atrás, em 2017, e praticamente já estamos chegando a 10 
anos. Hoje, o Vanete Almeida retomou e está pronto para que se faça uma análise da documentação das 
pessoas que estão incompatíveis, para que esse problema seja resolvido o mais rápido possível e o Vanete 
Almeida seja entregue às famílias que tanto esperam por esse momento. Porque, se a burocracia hoje está 
apenas no banco, o banco tem que se mobilizar e dar uma resposta à sociedade, principalmente aos cidadãos 
que foram contemplados com essas casas. Não pode, por conta de uma minoria que possa estar com 
documentação irregular ou com alguma pendência, todos serem prejudicados. Então, que o banco possa 
nos dar essa resposta. Enquanto Casa Legislativa, eu acho que é o que podemos fazer no momento. A gente 
está vendo o esforço e também a explicação da parte do governo de que a burocracia está no banco. Portanto, 
que o banco venha dar essa resposta não só a esta Casa, mas a toda a sociedade serra-talhadense, e 
principalmente aos contemplados das casas. A gente entende a angústia; não são dois dias, são quase 10 
anos. Agora vemos o Vanete Almeida pronto e sabemos que, se passarem mais três ou quatro meses, chega 
o inverno, chega a chuva; geralmente, no início de trovoadas, vem corrida de moinho, e, se não tiver 
moradores nas casas, vai voltar o que já vimos antes e será necessária verba novamente para retomar essas 
casas. Então, que o banco tome as devidas providências o mais rápido possível e possa contemplar todos 
vocês. Quanto à explicação do nobre amigo que antecedeu a fala, ao falar dos pipas de água, a gente fica 
feliz em saber que o presidente do IPA esteve na região da gente neste final de semana contemplando a 
comunidade com poço artesiano e água encartada para aquela comunidade, assim corno esteve no São João 
e assim como iniciou a limpeza de barragens pelo sítio próximo ao Curralinho. O trabalho da gente é cobrar, 
é pedir ao governo municipal e ao governo federal, porque se deixou de dizer aqui que, lá atrás, em 2012, 
Serra Talhada tinha 34 carros-pipa na frota da Defesa Civil, e hoje só tem sete. E a Defesa Civil é de 
responsabilidade da operação pipa do Governo Federal. Então, que os deputados federais votados aqui em 
Serra Talhada, como em 2022, quando foi eleitor o senhor Fernando Monteiro, chamado aqui em Serra 
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Talhada de caceteiro, vejam junto ao Governo Federal a possibilidade de aumentar a frota de carros-pipa 
do município, para diminuir o sofrimento do homem do campo que tanto necessita de água. Porque, quando 
a gente fala de poço artesiano, geralmente dá água, mas essa água não é própria para consumo: estamos 
falando de água potável. E é isso que pedimos com agilidade aos deputados que foram votados aqui, porque 
Augusto Coutinho conseguiu uma frota de 20 canos-pipas para Bodocó, uma cidade mais pequena que 
Serra Talhada. Que os deputados votados em Serra Talhada entendam que os serra-talhadenses estão 
passando sede, principalmente o homem do campo, e venha sensibilizar e recorrer ao Governo Federal para 
aumentar essa frota. A gente não pode deixar também de pedir ao Governo do Estado, que já decretou 
situação de emergência, que possa ver com carinho o que pode ser feito, porque temos recebido respostas 
de que o IPA não teve recursos e não tem recursos para contratação de carros-pipa. Mas, se foi decretada 
calamidade, urgência e emergência, então é necessário que a Governadora venha ver o Sertão, venha ver 
Sena Talhada na situação em que está, principalmente quanto aos carros-pipa. Não se pode esquecer que 
essa mesma Governadora está instalando em Sena Talhada três creches que vão beneficiar muitas pessoas, 
inclusive uma no Vanete Almeida, e que essa mesma Governadora, que já fez o acesso ao Vanete Almeida, 
uma hemodinâmica no Eduardo Campos, e está fazendo tapa-buraco na PE-418. Então, a Governadora tem 
feito muito por Sena Talhada, e a gente tem que cobrar, sim, dos órgãos, porque, quando a gente chega a 
esta Casa, como liderança, o objetivo da gente é contribuir. E, quando a gente fala em contribuir, não 
podemos falar de bandeira partidária; quando chegar o momento da eleição, aí sim, cada um vai correr atrás 
da sua bandeira e mostrar o que cada deputado pôde fazer pela comunidade de Sena Talhada, pelo 
município de Sena Talhada. E a sociedade é inteligente o suficiente para entender e saber quem vai escolher 
no momento da eleição. queremos falar também sobre o projeto de agente de saúde e agente de endemias 
que passou por esta Casa e foi aprovado para que chegasse a gratificação a essa classe trabalhadora. 
Infelizmente, a gente aprovou o projeto, mas temos a reclamação de muitos que ainda não receberam 
mesmo batendo as metas no mês passado, mas a gratificação não chegou no bolso do cidadão que está lá 
com sua bolsinha, no sol, correndo para bater suas metas, e o município ainda não repassou essa 
gratificação. Essa é a cobrança da classe trabalhadora da área da saúde. A questão do guarda municipal: a 
gente também aprovou um projeto aqui favorecendo o guarda municipal em cima de gratificação, mas 
esperamos, sim, que chegue a esta Casa o projeto que imaginamos ser um projeto amplo para eles, para que 
possam receber um salário mínimo no contracheque. Eles até recebem um salário mínimo, mas através de 
gratificação. Então, é isso que a gente luta, a gente vem batalhando, a gente vem mostrando, a gente vem 
fazendo a nossa parte e, junto ao nosso deputado Luciano Duque, a gente já foi contemplado para a nossa 
região; temos um trator de arado que, quando Deus mandar chuva, vai contribuir com o agricultor de nossa 
terra, uma ensiladeira para a associação, uma máquina para perfuração de poços, e a gente está na batalha. 
A gente não pode chegar aqui e crucificar ninguém; cada um faz sua parte, e eu tenho certeza de que, do 
que depender deste cidadão, ele vai continuar cobrando e vai continuar mostrando, porque a gente vê o anel 
viário do Bom Jesus, a estação, que está parada há mais de 45 dias. Eu pedi um esclarecimento à secretária 
da pasta, mas até o momento não tive nenhuma resposta. Eu acho que a sociedade precisa saber, porque, na 
placa diz que era para ter sido entregue há um mês, e já se passaram mais de 45 dias, e a gente não tem essa 
explicação. A gente quer o esclarecimento da secretária sobre o que aconteceu para que a empresa tenha 
feito apenas a terraplanagem. Eu entendo que, mesmo como oposição ou situação, a gente tem que cobrar 
aquilo que é viável para a população de Serra Talhada. O Vereador Lindomar Lopes Diniz concede 
aparte ao Vereador Antônio de Assis do Nascimento. Acabei de receber uma mensagem da população 
da Avenida Saco, onde se encontra um grande lixão, e eles pediram que eu usasse a palavra para falar, 
porque lá está acumulando muito lixo, e esperam que a secretaria se manifeste nessa situação, como também 
a comunidade de Juazeirinho, que até agora não passou a Patrol e a estrada está em um difícil acesso para 
chegar aqui na Br-232. A gente pede esses esclarecimentos e pede também que realmente vão lá fazer a 
limpeza do lixo, porque ali passa muita gente, inclusive para a UAST, e não devemos ver isso nem nas BRs 
nem nas comunidades. Isso é o que nós pedimos e, atendendo ao pedido do povo, estamos aqui fazendo as 
reivindicações. Muito obrigado. O Vereador Lindomar Lopes Diniz retoma a palavra. É isso que a gente 
vem fazendo nesta casa, como eu já ia finalizando, quando o colega pediu a palavra. Que Deus abençoe a 
todos, que a gente possa ter o compromisso de lutar junto com vocês nessa bandeira do Vanete Almeida e 
que o banco possa dar essa resposta a toda a sociedade e, principalmente, a vocês, o mais rápido possível. 
Deus abençoe a todos e muito obrigado. O Presidente Manoel Casciano da Silva passa a palavra ao 
Vereador Gilliard Mendes de Melo. Bom dia a todos e a todas, quero saudar os vereadores em nome do 
presidente Manoel e da vereadora Alice, e saudar os presentes aqui em nome de tia Bia e Cíntia. Obrigado 
pela presença, tia Bia. Hoje os sorteados e os beneficiados do Benedito, no mês de nome de Patrícia e de 
Maria, Maria que me conhece desde menina, eu sou pequenininho de Zé Pequeno, né, que eu saí de ser 
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pequeno. Quero falar que ontem recebemos, eu e Lindomar, e logo após convidamos os outros vereadores 
para escutar os anseios de vocês, dizendo que nós não somos omissos, Zé Raimundo, e sempre, mesmo por 
debaixo, vão chupando, inclusive de Patrícia. A gente vem buscando informações de como é que anda isso, 
mas, infelizmente, em alguns temas nós somos limitados, e, como você está falando, Pinheiro, a gente é 
limitado, mas não se furta de fazer o nosso papel de buscar informação, de buscar como é que anda o 
andamento de determinados assuntos. Inclusive todas as informações que você me passou eu também já 
tinha falado, porque Márcio Oliveira sempre é acessível a essa causa. Sabemos que ele tem buscado, e 
ontem, quando Patrícia chegou, eu até fiz uma fala dizendo que a gente não poderia, de jeito nenhum, 
Antônio, Lindomar e China, deixar essa causa; isso é uma causa, é uma demanda pertinente, e a gente 
entende a necessidade de serem entregues essas casas, esse sonho que há dez anos se arrasta. Graças a Deus 
que temos um presidente Lula no governo, porque ele é sensível, foi no governo dele que iniciou, no 
governo do PT, e está dando andamento também no governo do PT, então a gente tem que deixar isso claro. 
Mas, infelizmente, nós vivemos em um país que é muito burocrático, a burocracia é imensa, e aí a gente 
esbarra na burocracia do banco. Eu estive conversando com Márcio, acho que um mês atrás, e ele disse que 
houve um caso em que, quando entregaram a documentação, era para analisar o CPF de uma pessoa; eles 
pegaram os papéis e, para encaminhar, passaram trinta dias só para protocolar aquela documentação, então 
a burocracia é imensa e, infelizmente, a gente esbarra nessa bendita burocracia. Quero deixar claro para a 
população, e vocês são sabedores disso, que toda a infraestrutura das casas, ruas, água e energia está em 
perfeitas condições, está tudo pronto; só aguardamos essa bendita resposta do banco. Então, enquanto 
poder, o que podemos fazer é pedir essas informações ao Banco do Brasil, às gerências, para que eles nos 
atualizem e digam o andamento; e a gente vai continuar fazendo esse compromisso, cobrando aqui, que é 
o que podemos fazer. Nós, do Legislativo, às vezes até somos culpados de sermos omissos, mas nossa 
missão é dialogar, levar, buscar, pedir, e a gente se limita a isso; mas nunca deixamos de buscar essas 
informações e de dialogar, e nós sonhamos junto com vocês com essa entrega o mais rápido possível. Quero 
iniciar também falando do Previne, do projeto do Previne, e deixar claro que o Previne não é um projeto 
dos agentes de saúde, é um projeto de todos os profissionais de saúde e de toda a atenção básica. No primeiro 
projeto que foi discutido aqui e aprovado com diálogo junto ao sindicato, o projeto não foi empurrado goela 
abaixo; o projeto foi discutido com o sindicato, e nele foram colocadas as metas e os índices. No entanto, 
no primeiro mês, é preciso deixar claro que o projeto foi aprovado em setembro e avaliou-se em outubro; 
no projeto é claro que são quatro meses de avaliação. Para começar, são quatro meses: avalia quatro meses 
e paga a referência daquela avaliação de quatro meses. Mas nós já tivemos uma avaliação no mês de 
outubro, houve uma melhora, tivemos acesso a esses índices, algumas coisas melhoraram, mas, primeiro, 
não bateram todos os índices, porque a lei é clara, é só pegar a lei e observar: tem que bater 80%, 70%, 
enfim, até o decreto, que contém 15 indicadores, e também não foram avaliados os quatro meses. Então, 
para dizer que o projeto foi aprovado, mas não está pagando porque não tem dinheiro ou porque não quer, 
não é isso; primeiro, a lei foi aprovada para avaliar quatro meses, e, se bater os 15 índices, tem a 
porcentagem lá. Quando a gente observou que teve essa melhora, a gente voltou a conversar com o sindicato 
e a gestão e acertamos de pagar de forma imediata. Porque se fosse pela lei, como foi aprovada aqui, seriam 
quatro meses de avaliação para começar a pagar o primeiro mês. A gente, inclusive, vai votar hoje em duas 
sessões, né, Manoel, extraordinárias, para que se pague já neste mês. O município achou, junto com o 
sindicato e com a gente também, interessante que fosse pago de forma proporcional aos indicadores. Os 
indicadores são quinze, e, se bater cinco, vai receber proporcional aos cinco; se bater dez, vai receber 
proporcional aos dez; se bater os quinze, vai receber pelos quinze. São quinze índices, e vai se receber 
proporcional à quantidade que for alcançada, para que haja esse período de adaptação, dona Alice. Isso foi 
discutido junto com o sindicato; a categoria tem uma representação. Eu falo da categoria porque é quem 
mais se manifesta, mas isso vai beneficiar, como já deixei claro, desde o auxiliar de serviços gerais até o 
médico, ou seja, todos os profissionais da atenção básica. E, como disse, foi discutido junto com o sindicato. 
Luciano João, sabe disso. Existe a representação do sindicato. Nailson, quando a gente elege qualquer 
categoria, elege o sindicato, elege a associação, vocês aqui são sabedores; vocês estão dando autorização 
para que aquele sindicato, aquela associação, responda juridicamente às negociações. Então isso foi 
discutido desde o primeiro projeto e nesse novo que vamos aprovar hoje com o sindicato. Ficou acordado, 
conversei com Elisberto, já está pronto também, e, dando tudo certo aqui, aprovando o projeto, a partir do 
mês que vem já vão receber. Agora, deixar claro que vai se receber proporcional aos indicadores; são 
quinze, pode ser dez, enfim, e isso precisa ficar claro. O vereador da oposição citou uma orientação do 
Ministério da Saúde que diz que toda gestante nos postos de saúde tem que ser acompanhada quanto à 
quantidade de consultas, testes rápidos, laboratoriais, ultrassom, enfim, e isso está sendo alcançado. Então, 
se existe algum caso pontual, é necessário trazer aqui o problema real, porque o que acontece é que se chega 
885 
aqui, fala, fala, mas não traz onde está acontecendo o problema, e aí fica difícil resolver. Quando a gente 
chega no posto de saúde, o serviço está sendo entregue; aí se chega aqui e diz que não está fazendo 
ultrassom, mas onde é que não está acontecendo isso? Chegar e falar ao vento dificulta a busca de solução. 
A gente pede que, quando vier fazer alguma fala ou denúncia, que seja verdadeira, proativa e coerente para 
que a gente vá direto ao setor. Sobre saúde, a cada dois meses, inclusive no mês de novembro, no dia 2, foi 
entregue um protetor solar; então, até o dia 2 de dezembro, Clênio está dentro do prazo para entregar um 
novo protetor. Entrega-se o protetor solar do grande e, a cada dois meses, entrega-se outro. Então ainda está 
no prazo, e acredito que no dia 2 será entregue o novo protetor. Mais uma vez, é uma fala infundada, que a 
gente não entende por que chega e joga para a plateia; eu acho que o intuito é unicamente fazer politicagem. 
Em relação ao Altino Ventura, tem uma cooperação entre unidade de saúde, o Altino Ventura e a secretaria 
de saúde, inclusive, atendendo municípios que não são de Serra Talhada, municípios vizinhos, fazendo 
cirurgia no bloco cirúrgico; então, como é que o município não está fazendo sua parte, se vêm pacientes de 
Triunfo, Betânia, Floresta, Santa Cruz e outras cidades fazer cirurgias aqui no bloco cirúrgico? Bloco 
cirúrgico que é pago com recursos do município. Como é que o município não está com uma boa parceria? 
O que está devendo ao Altino Ventura? E foi lançado aqui em Serra Talhada, o Projeto Ver (Visão em 
Rede), que está dentro das escolas fazendo exames e entregando óculos. Então, acredito que, quando a 
pessoa não tem uma relação boa, quando está devendo, quando está sendo caloteira, como se fala, acaba 
criando um discurso que não condiz com o que realmente está acontecendo aqui no Altino Ventura. O 
Vereador Gilliard Mendes de Melo concede um aparte ao Vereador José Raimundo Filho. É verdade 
Gilliard. Nesse projeto das escolas, o convênio foi assinado para todas 13 mil crianças. Todas as crianças 
passarão pela avaliação e pelo exame, aqueles que realmente tirarem, e uma coisa que você colocou aí é 
importante, que o convênio que foi feito também com o Altino Ventura, ele passa a atender a macrorregião, 
que são todos os municípios do Alto Pajeú. Então eu acho que há um pouco de equívoco na informação, 
mas eu não tenho ido lá, não ando com pastinha, não tenho isso, mas tento acompanhar pelos números e 
pelas pessoas que têm sido atendidas e continuam sendo atendidas. É evidente que agora, no mês de 
dezembro, há sim uma redução, até a nível de informação, e a gente, enquanto município, está procurando 
exatamente atender, mas o básico está sendo mantido através da Secretaria de Saúde. A questão das 
estradas, inclusive as da nossa região, também não foi feita, mas é em função do cronograma; já foram 
feitos mais de três mil quilômetros ao longo do ano. Inclusive temos informação daquela região que pega 
descendo pela Serrinha e adjacências, que estão terminando e que será feita. Então não podemos dizer que 
não está se trabalhando. Às vezes, quando falei e me referi ao silêncio de Agenor, talvez exista também o 
silêncio da própria Márcia com relação a algumas coisas que são colocadas, porque as pessoas estão 
cansadas. A gente esteve no Mercado Público novamente essa semana e vimos a satisfação; todo mundo 
sabia como era aquilo lá, esgoto a céu aberto, sujeira, e o Mercado Público está sendo readequado: a parte 
de verdura e comida já foi, a parte da carne está sendo concluída. É como nós, enquanto município, temos 
que nos colocar na condição do gestor; na condição de pai, às vezes o filho pede uma coisa que não podemos 
fazer porque o dinheiro que recebemos tem particularidades e destinações específicas que necessitam de 
acompanhamento e planejamento, e isso não vai faltar de forma alguma. Essa conversa de débitos, de tudo 
isso, vem desde lá de trás, de todos os prefeitos, e nunca se parou; não deixamos de lado nossas atividades, 
com relação a merenda escolar e outras ações. Então vamos adiante, como eu disse há pouco: vamos olhar 
para frente, tentar resolver, pontuar o problema, entender onde está a solução, porque é isso que interessa 
às pessoas. O Vereador Gilliard Mendes de Melo retoma a palavra. Infelizmente, Zé, eu até disse ontem 
na reunião que Serra Talhada consume política, mas não é política e sim politicagem; quando você está do 
lado A, jogam pedra no lado B; quando está do lado B, jogam pedra no lado C. Com isso o povo é quem 
sai prejudicado. Quando a gente tem uma demanda como a do Vanete Almeida, que a gente se une e resolve 
é o que importa. Depois fazemos a parte política, cada um que vá em busca dos seus louvores e o povo na 
época certa fará o julgamento. Mas passar quatro anos fazendo politicagem, picuinhas e trazendo essas 
questões para esta tribuna é ruim, pois isso nos afeta e afeta o povo, que fica prejudicado. Nós sabemos que 
existem situações pontuais que precisam ser resolvidas, como a questão do lixo. Sabemos que o carro do 
lixo passa nas portas; inclusive faço um desafio para que alguém traga a informação de que existe alguma 
rua ou bairro em que o carro coletor não esteja passando com frequência. Eu não estou jogando a 
responsabilidade para o povo, mas o povo faz parte disso. Todos os dias passo ali, Zé Raimundo, você 
também sabe, no aeroporto, quando pegamos o entroncamento para a PE-390: está um lixão, é imoral. 
Aquilo ali foi algum vereador que jogou? Foi a prefeita? Foi a secretária? Foi o povo. Então o povo também 
tem que fazer sua parte, e nós precisamos deixar de picuinhas e de fazer politicagem em cima disso para 
buscarmos a solução. O que precisamos, Nailson, é que, se existe algum bairro sendo afetado porque o 
caminhão coletor não está passando, cobremos do governo; agora, também temos que orientar e 
886 
conscientizar o povo a fazer seu papel. Não é a gente que está fazendo o lixão ou o município lá na Caxixola, 
na saída para Fazenda Nova, e sim descarte irregular, quando existe lugar adequado para descartar de forma 
correta. Enquanto poder público, temos que conscientizar, mas o povo também precisa colocar isso na 
cabeça. O Vereador Gilliard Mendes de Melo concede um aparte ao Vereador Nailson da Silva 
Gomes. Essa questão da falácia aqui na tribuna muitas vezes é usada, e a população está cansada disso, 
porque, como você falou, passam quatro anos: quando estamos do lado A é bom, quando saímos e ficamos 
do lado B já não presta, como se tudo fosse interesse pessoal e o povo ficasse sempre em segundo plano. 
Quando estou com alguém que me convém, é ótimo; quando não estou, passo a procurar apenas as falhas. 
Não é pelo fato de sermos aliados do governo que vamos fechar os olhos e dizer que está tudo mil 
maravilhas. Sabemos que há muita coisa a corrigir. Inclusive, como Zé falou, temos cobrado as estradas; 
na nossa região ainda não foi feito, e temos cobrado do governo. Nem por isso vamos ficar atacando sem 
procurar soluções. Primeiro precisamos buscar as soluções e deixar de jogar para a plateia, porque, quando 
estou com alguém, é bom; quando não estou, nada presta. Passam-se quatro anos e é a mesma coisa. É 
como se alguém estivesse casado com uma mulher e, no outro dia, dissesse que ela nunca prestou; ora, 
passou quantos anos com ela? Temos que ser coerentes na fala. Sobre a questão do lixo, inclusive o vereador 
Antônio falou da Avenida Saco. Eu sou testemunha de que já foram limpar lá. Fizeram mutirão três vezes 
só neste mês: para ter ideia, neste mês já foram duas vezes na Cagep, perto da UPA, da mesma forma. Então 
não adianta só o governo fazer a parte dele, não adianta só a Secretaria de Serviços Públicos fazer a parte 
dela se a população não ajudar. Acho que precisamos rever conceitos, e quando alguém quer jogar para a 
plateia apenas aquilo que lhe convém, isso desvirtua tudo. É claro que a política é dinâmica e tem esse lado 
também, mas não podemos fazer política em cima da própria politicagem, como muitas vezes acontece 
aqui. Aproveito para parabenizar, mesmo não estando dentro do contexto, o encontro dos amigos de Serra 
Talhada. Agradecer aos que estão aí à frente desse encontro, Doda, Dimas, Alécio, o próprio Faeca. E 
parabenizar pela homenagem que foi feita a um grande músico de Serra Talhada, que está com problema 
de saúde, mas é um grande artista que foi o Rui Grudi, que foi homenageado. Obrigado. O Vereador 
Gilliard Mendes de Melo concede um aparte ao Vereador Francisco Pinheiro de Barros. A questão 
do lixo é clara: a Secretaria, junto com o município, tem feito a sua parte. Como é que existem pontos de 
descarte nas calçadas ou nos depósitos, o carro passa regularmente, e ainda assim parte da população acha 
melhor jogar no terreno baldio? Há lixo depois do aeroporto, há lixo no caminho de onde moro, na Malhada 
da Pedra, há entulho que já está interrompendo a passagem. Na semana passada, no feriado, Túlio, que 
trabalha na Secretaria responsável, e eu o vi saindo cedo. Perguntei para onde ele ia e ele respondeu que ia 
liberar os carros do lixo em pleno feriado. Então a população precisa colaborar. Jogam animais mortos, 
jogam resíduos em áreas de passagem; quem faz isso está cometendo um crime. Tenha respeito por você 
mesmo, pelas pessoas e pelo município. O Vereador Gilliard Mendes de Melo retoma a palavra. Para 
finalizar, já encerrando meu tempo, eu só peço essa conscientização da nossa parte, nós vereadores, nós 
parlamentares. Sou questionado lá na rua, sobre esse debate vira como se fosse uma rinha política aqui 
dentro, mas eu questionei justamente isso: quando trazem uma informação, temos que trazer o contraponto, 
porque toda ação gera uma reação. Estive até conversando com Lindomar esses dias, dizendo que existem 
pautas que conseguimos resolver sentando, dialogando. Nós, enquanto governo, estamos prontos para 
dialogar com qualquer secretaria, com a gestão, com a prefeita, para pontuarmos soluções em vez de 
ficarmos com picuinhas, brigas políticas e baixaria. O povo quer ação, quer resultado chegando à sua porta. 
Por isso nos colocamos à disposição e peço que coloquemos a mão na consciência, nós, enquanto 
parlamentares, para não trazermos para cá essa política de picuinhas, mas para construirmos uma boa 
política nas ruas, com bom debate. Há causas pertinentes que precisamos levantar nesta Casa e entregas 
importantes para fazer à população. Então peço essa conscientização e deixo um cheiro no coração de vocês. 
Obrigado. Presidente retoma a palavra e coloca em votação o Requerimento n° 075/2025. 
Aprovado por unanimidade. O Presidente coloca em votação o Requerimento n° 076/2025. 
Aprovado por unanimidade. O Presidente coloca em votação os Pareceres das Comissões de 
Legislação, Justiça e Redação Final; e de Saúde; ao Projeto de Lei n° 046/2025 do Poder Executivo. 
Aprovado por unanimidade. O Presidente coloca em P votação o Projeto de Lei n° 046/2025 do 
Poder Executivo — que altera a Lei n° 2.128/2025, e dá outras providências. O Presidente coloca 
em votação os Pareceres das Comissões de Legislação, Justiça e Redação Final; e de Finanças, 
Orçamento e Fiscalização; ao Projeto de Lei n° 047/2025 do Poder Executivo. Aprovado por 
unanimidade. O Presidente coloca em la votação o Projeto de Lei n° 047/2025 do Poder Executivo 
— que altera a Lei n° 1.561/2016, e dá outras providências. O Presidente coloca em votação os 
Pareceres das Comissões de Legislação, Justiça e Redação Final; de Educação e Cultura; de 
887 
Desenvolvimento Econômico e Social; e de Saúde; ao Projeto de Lei n° 048/2025 do Poder 
Executivo. O Presidente coloca em 1a votação o Projeto de Lei n° 048/2025 do Poder Executivo 
— institui o Núcleo de Cidadania de Adolescentes —NUCA, como ação de funcionamento contínuo, 
vinculado às Secretarias Municipais de Assistência Social e Cidadania; Educação; Saúde; Esportes 
e Lazer; Cultura e Meio Ambiente de Serra Talhada/PE. O Presidente coloca em 2 Votação o 
Projeto de Lei n° 051/2025 do Poder Legislativo — Institui o "Dia da Conscientização da Prática 
de Atividade Física" no município de Serra Talhada/PE, a ser realizado aos domingos, autorizando 
a destinação temporária de logradouros e avenidas públicas para a prática de atividades físicas, e 
dá outras providências. O Presidente encaminha para a Comissão de Legislação, Justiça e 
Redação Final; o Projeto de Decreto Legislativo n° 019/2025, para receber parecer desta Comissão. 
O Presidente encaminha para a Comissão de Legislação, Justiça e Redação Final; o Projeto de 
Lei n° 052/2025 do Poder Legislativo, para receb er desta Comis ão. Nada mais havendo a 
tratar o Presidente encerra a presente Reunião u lavrar ata depois de lida e aprovada 
será por todos assinada. Eu, Andressa Gonc ilva, lavrei esen 
Presidente: Manoel Casciano da Silv 
l° Secretário: Rosimério Luiz Alve 
Vice-Presidente: Alice Conrado i Loren 
2° Secretário: Clenio Alves de Melo 
Antônio de Assis do Nasciment 
Francisco Pinheiro de Barros ateLÀ;160 
Gilliard Mendes de Melo 
José Jaime Inácio de Oliveira 
José Raimundo Filho 
Lindomar Lopes Diniz 
Nailson da Silva Gomes 
Romério Sena Brasil 
Ronaldo Romão de Sou 
Tércio Barbosa de Siqueira 
Wallacy Kleyton Caboclo 4-/9 )cA7a cc4cA 

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pauta #

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CÂMARA DE VEREADORES DE SERRA TALHADA
“CENTRO ADMINISTRATIVO VEREADOR SILVINO CORDEIRO DE SIQUEIRA” 
“CASA JOAQUIM DE SOUZA MELO” 
EDIFÍCIO ANTENOR FREIRE DO NASCIMENTO
CNPJ: 11.407.160/0001-76 
42ª SESSÃO ORDINÁRIA DO PERÍODO ÚNICO – EM 25/11/2025 ÀS 10 HORAS 
SENHORAS E SENHORES, E OUVINTES DA RÁDIO VILABELA, BOM DIA! 
ABERTURA: HAVENDO O NÚMERO LEGAL DE VEREADORES DECLARO ABERTA A SESSÃO. 
PASSO A PALAVRA AO 1º SECRETÁRIO ROSIMÉRIO DE CUCA, PARA FAZER A LEITURA DO 
QUÓRUM DA SESSÃO. 
LEITURA DA BÍBLIA:___________________________________________________________________ 
DE ACORDO COM O REGIMENTO INTERNO, COLOCO EM VOTAÇÃO A DISPENSA DA LEITURA 
DA ATA DA REUNIÃO ANTERIOR, O VEREADOR QUE FOR A FAVOR FIQUE SENTADO, O QUE 
FOR CONTRÁRIO FIQUE DE PÉ.__________________________________________________________ 
PASSO A PALAVRA AO 1º SECRETÁRIO ROSIMÉRIO DE CUCA, PARA FAZER A LEITURA DA 
MATÉRIA DO EXPEDIENTE: 
CONVIDO O SENHOR FRED PEREIRA DE SOUSA, PARA FAZER USO DA TRIBUNA POPULAR E 
FALAR SOBRE O TEMA: OPERAÇÃO CARRO-PIPA NO ÂMBITO DO MUNICÍPIO DE SERRA 
TALHADA/PE. 
O PRESIDENTE RETOMA A PALAVRA:____________________________________________________ 
 PLENÁRIA – INSCRIÇÃO DOS ORADORES 
 ____________________________________________________________________________________ 
 ____________________________________________________________________________________ 
VOTAÇÃO DOS REQUERIMETNOS 
075 COLETIVO 
SOLICITAÇÃO AO SENHOR GERENTE DA AGÊNCIA DO BANCO 
DO BRASIL EM SERRA TALHADA/PE, AO SR. SUPERINTENDENTE 
ESTADUAL DO BANCO DO BRASIL, THIAGO BANDEIRA DE 
SOUZA TEOTÔNIO, E A SRA. PRESIDENTE DO BANCO DO BRASIL, 
TARCIANA MEDEIROS, NO SENTIDO DE INFORMAR A ESTA CASA 
LEGISLATIVA O ANDAMENTO DA ANÁLISE DOS 
CADASTRAMENTOS TIDOS COMO “IMCOMPATÍVEIS” DOS 
BENEFICIÁRIOS DO RESIDENCIAL “VANETE ALMEIDA”, 
LOCALIZADO NA CIDADE DE SERRA TALHADA, PERNAMBUCO, 
ASSIM COMO OS PRÓXIMOS PASSOS PARA A FINALIZAÇÃO DA 
ANÁLISE, BEM COMO OS PRAZOS PARA A LIBERAÇÃO DO BANDO 
PARA CONTINUIDADE DO TRAMITE VISANDO A ENTREGA DAS 
CASAS.
076 COLETIVO 
CONVOCAÇÃO DA DIRETORIA DA GNR PAJEÚ – GERÊNCIA DE 
UNIDADE DE NEGÓCIOS REGIONAL PAJEÚ (COMPESA SERRA 
TALHADA), PARA PRESTAR ESCLARECIMENTOS A RESPEITO DA 
SITUAÇÃO DO ABASTECIMENTO DE ÁGUA NOS BAIRROS, E OS 
MOTIVOS DA CONSTANTE FALTA DE ÁGUA NO MUNICÍPIO.
VOTAÇÃO DA MOÇÃO 
080 COLETIVA 
MOÇÃO DE APLAUSOS AO ARTISTA FRANCISCO DE ASSIS 
NOGUEIRA, “ASSISÃO”, BEM COMO À UNIDADE ACADÊMIA DE 
SERRA TALHADA (UAST) – UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL 
DE PERNAMBUCO (UFRPE), PELA SOLENIDADE DE CONCESSÃO 
DO TÍTULO DE DOUTOR HONORIS, OCORRIDA NO DIA 14 DE 
NOVEMBRO DO CORRENTE ANO.
COLOCO EM VOTAÇÃO OS PARECERES DAS COMISSÕES DE LEGISLAÇÃO, JUSTIÇA E 
REDAÇÃO FINAL; E DE SAÚDE; AO PROJETO DE LEI Nº 046/2025 DO PODER EXECUTIVO.
COLOCO EM 1ª VOTAÇÃO O PROJETO DE LEI Nº 046/2025 DO PODER EXECUTIVO – QUE 
ALTERA A LEI Nº 2.128/2025, E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS.
COLOCO EM VOTAÇÃO OS PARECERES DAS COMISSÕES DE LEGISLAÇÃO, JUSTIÇA E 
REDAÇÃO FINAL; E DE FINANÇAS, ORÇAMENTO E FISCALIZAÇÃO; AO PROJETO DE LEI Nº 
047/2025 DO PODER EXECUTIVO.
COLOCO EM 1ª VOTAÇÃO O PROJETO DE LEI Nº 047/2025 DO PODER EXECUTIVO – QUE 
ALTERA A LEI Nº 1.561/2016, E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS.
COLOCO EM VOTAÇÃO OS PARECERES DAS COMISSÕES DE LEGISLAÇÃO, JUSTIÇA E 
REDAÇÃO FINAL; DE EDUCAÇÃO E CULTURA; DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E 
SOCIAL; E DE SAÚDE; AO PROJETO DE LEI Nº 048/2025 DO PODER EXECUTIVO.
COLOCO EM 1ª VOTAÇÃO O PROJETO DE LEI Nº 048/2025 DO PODER EXECUTIVO – INSTITUI O 
NÚCLEO DE CIDADANIA DE ADOLESCENTES – NUCA, COMO AÇÃO DE FUNCIONAMENTO 
CONTÍNUO, VINCULADO ÀS SECRETARIAS MUNICIPAIS DE ASSISTÊNCIA SOCIAL E 
CIDADANIA; EDUCAÇÃO; SAÚDE; ESPORTE E LAZER; CULTURA; E MEIO AMBIENTE DE 
SERRA TALHADA/PE.
COLOCO EM 2ª VOTAÇÃO O PROJETO DE LEI Nº 051/2025 DO PODER LEGISLATIVO – INSTITUI 
O “DIA DA CONSCIENTIZAÇÃO DA PRÁTICA DE ATIVIDADE FÍSICA” NO MUNICÍPIO DE SERRA 
TALHADA/PE, A SER REALIZADO AOS DOMINGOS, AUTORIZANDO A DESTINAÇÃO 
TEMPORÁRIA DE LOGRADOUROS E AVENIDAS PÚBLICAS PARA A PRÁTICA DE ATIVIDADES 
FÍSICAS, E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS.
ENCAMINHO PARA A COMISSÃO DE LEGISLAÇÃO, JUSTIÇA E REDAÇÃO FINAL; O PROJETO 
DE DECRETO LEGISLATIVO Nº 019/2025, PARA RECEBER PARECER DESTA COMISSÃO. 
ENCAMINHO PARA A COMISSÃO DE LEGISLAÇÃO, JUSTIÇA E REDAÇÃO FINAL; O PROJETO 
DE LEI Nº 052/2025 DO PODER LEGISLATIVO, PARA RECEBER PARECER DESTA COMISSÃO. 
NADA MAIS HAVENDO A TRATAR DECLARO ENCERRADA A SESSÃO.

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