| Tipo | Projeto de Lei Ordinária - Executivo |
|---|---|
| Número / Ano | 27 / 2025 |
| Date | 2025-06-17 |
| Ementa | DISPÕE SOBRE A CRIAÇÃO DO PLANO INTERMUNICIPAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS – PIRS E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. |
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PROJETO DE LEI Nº 027/2025. EMENTA: DISPÕE SOBRE A CRIAÇÃO DO PLANO INTERMUNICIPAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS – PIRS E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. A PREFEITA DO MUNICÍPIO DE TRINDADE, ESTADO DE PERNAMBUCO, a Exma. Sra. HELBE DA SILVA RODRIGUES NASCIMENTO, no uso das atribuições que lhe são conferidas pela art. 70, II, da Lei Orgânica Municipal, submete à apreciação do Poder Legislativo Municipal, o seguinte projeto de lei: Art. 1º Fica criado o Plano Intermunicipal de Resíduos Sólidos – PIRS, elaborado pela Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semas) do Governo do Estado de Pernambuco, em conjunto com os municípios de Trindade, Bodocó, Exu, Granito, Ipubi, Moreilândia, Ouricuri, Santa Cruz, Santa Filomena e Araripina, conforme documento anexo, que fica fazendo parte do corpo do presente Projeto de Lei, como se aqui transcrito fosse. Art. 2º Revogam-se as disposições em contrário. Art. 3º Esta lei entra em vigor na data de sua publicação. GABINETE DA PREFEITA MUNICIPAL DE TRINDADE ESTADO DE PERNAMBUCO, EM 17 DE JUNHO DE 2025. HELBE DA SILVA RODRIGUES NASCIMENTO Prefeita JUSTIFICATIVA Ilustríssimo Sr. Presidente da Câmara Municipal de Vereadores Ilustríssimas senhoras vereadoras, Ilustríssimos senhores vereadores, Inicialmente cumprimento-os cordialmente para em seguida encaminhar aos Ilustríssimos Edis, o projeto de lei em anexo, para apreciação desta Casa Legislativa, de acordo com as suas normas regimentais. O presente projeto de lei visa instituir, no âmbito do Município de Trindade, o Plano Intermunicipal de Resíduos Sólidos – PIRS, elaborado em pela Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semas) do Governo do Estado de Pernambuco, em conjunto com os municípios consorciados da região do Araripe. A implementação do PIRS se mostra essencial diante da necessidade de uma gestão integrada e sustentável dos resíduos sólidos, em consonância com os princípios e diretrizes estabelecidos pela Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei Federal nº 12.305/2010). A atuação em regime de cooperação entre os municípios da região possibilita a otimização de recursos públicos, a ampliação da cobertura dos serviços de coleta, tratamento e destinação final dos resíduos, além da redução dos impactos ambientais e riscos à saúde pública. Ademais, o plano regional atende às exigências legais para acesso aos recursos federais e estaduais destinados ao setor de saneamento ambiental, promovendo o desenvolvimento sustentável e a melhoria da qualidade de vida da população envolvida. A aprovação do presente projeto de lei, por esta Casa Legislativa faz-se necessária, para que o município de Trindade possa formalizar sua adesão ao PIRS e contribuir ativamente para a consolidação de uma política pública eficaz e responsável no gerenciamento dos resíduos sólidos. Para tanto, conto com o pronto e costumeiro apoio desta Casa de Leis, para apreciação e aprovação do projeto de lei em questão. Cordial e atenciosamente, HELBE DA SILVA RODRIGUES NASCIMENTO Prefeita Lei Municipal nº 610, de 06 de junho de 2025. Endereço: Avenida 03 de Maio, nº 276, Centro, Santa Cruz/PE – CEP 56.215-000 Telefone: (87) 92000-9646 |E-mail: pmscpe@hotmail.com | WebSite: www.santacruz.pe.gov.br EMENTA: Aprova o Plano intermunicipal de resíduos sólidos – PIRS, e dá outras providências. O PREFEITO DO MUNICÍPIO DE SANTA CRUZ, ESTADO DE PERNAMBUCO, no uso de suas atribuições, Faz saber que a Câmara de Vereadores APROVOU, e ele SANCIONA e PROMULGA a seguinte Lei: DECRETA: Art. 1º. Fica APROVADO o Plano Intermunicipal de Resíduos Sólidos – PIRS, elaborado em conjunto pela Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semas) do Governo do Estado de Pernambuco e os municípios de Araripina, Bodocó, Exu, Granito, Ipubi, Moreilândia, Ouricuri, Santa Cruz, Santa Filomena e Trindade, conforme documento anexo, que fica fazendo parte do corpo do presente Decreto, como se aqui transcrito fosse. Art. 2º. Revogam-se as disposições em contrário. Gabinete do Prefeito, em 06 de junho de 2025. ADEGILDO GUIMARÃES SOARES Prefeito ADEGILDO GUIMARAES SOARES:05578783490 Assinado de forma digital por ADEGILDO GUIMARAES SOARES:05578783490 PLANO INTERMUNICIPAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS - PIRS ESTADO DE PERNAMBUCO: AGRUPAMENTO 8 Araripina, Bodocó, Exu, Granito, Ipubi, Moreilândia, Ouricuri, Santa Cruz, Santa Filomena e Trindade Recife, 2018 Governo do Estado de Pernambuco Governador: Paulo Henrique Saraiva Câmara Vice-Governador: Raul Jean Louis Henry Júnior Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade - Semas Secretário: Carlos André Vanderlei Vasconcelos Cavalcanti Secretário Executivo: Marcelino Granja de Menezes Gerente Geral de Desenvolvimento Sustentável: Paulo Teixeira de Farias Agência Estadual de Meio Ambiente - CPRH Diretor Presidente: Eduardo Elvino Sales de Lima Diretor de Controle de Fontes Poluidoras: Hellder Hallender Cruz Nogueira SECRETARIA DE MEIO AMBIENTE E SUSTENTABILIDADE Av. Conselheiro Rosa e Silva, nº 1339, Jaqueira - Recife - PE - Brasil - CEP: 52.050-345 Telefone (81) 3184-7900 / Ouvidoria (81)3184-7903 www.semas.pe.gov.br PLANO INTERMUNICIPAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS - PIRS ESTADO DE PERNAMBUCO: AGRUPAMENTO 8 Recife, 2018 Copyright©2018by SEMAS É permitida a reprodução parcial da presente obra, desde que citada a fonte. Equipe Técnica Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade - Semas Adriana Dornelas de Luna, Joana Tereza Aureliano Maia, Lauande Correa Botelho. RECITEC – CONSULTORIA AMBIENTAL E PROJETOS Equipe Técnica: Coordenadora Geral: Silvania Maria de Melo Cabral Coordenação Técnica: Valdemir Francisco Barbosa Engenheira Civil: Bárbara Virgínia Pereira Cavalcanti Engenheiro Civil /Cartográfico: Manoel Milton Barros Pereira Engenheiro Ambiental: Raphael Holder Marcos da Silva Advogada: Nataline de Melo Cabral Assistente Social: Eveline Maria Galvão de Medeiros Arquiteta Urbanista: Virgínia Maria Marques de Souza Bióloga: Ilka Rafaella Martins da Silva Guimarães Contador: Miguelito Rodrigues de Almeida Junior Pedagogo: Alexandre Freire Silva Pedagoga: Rafaelle Francelino Silva de Santana Publicitário: Manoel Milton Barros Pereira Filho Capa e Ficha Técnica: Flávia Cavalcanti, Juliana Delgado Revisão catalográfica: Maria Madalena Barbosa de Albuquerque - CRB4/800 Elisabete Maria de Moura Alves – CRB-4/1697 Dados Internacionais de Catalogação na publicação (CIP) P452p Pernambuco. Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade Plano intermunicipal de resíduos sólidos – PIRS: Estado de Pernambuco: agrupamento 8 / Semas. – Recife, 2018 135p. :il.: col. 1. Resíduos sólidos – Municípios - Pernambuco. 2. Logística reversa. 3. Gestão integrada. 4. Lixo. 5. Destinação adequada de resíduos. I. Título. II. Autor. CDD: 628.4458 Direitos desta edição reservados à: SECRETARIA DE MEIO AMBIENTE E SUSTENTABILIDADE Av. Conselheiro Rosa e Silva, nº 1339, Jaqueira - Recife - PE - Brasil - CEP: 52.050-345 Telefone (81) 3184-7900 / Ouvidoria (81)3184-7903 www.semas.pe.gov.br LISTA DE SIGLAS AS – Aterro Sanitário ASPP – Aterro Sanitário de Pequeno Porte BDI – Benefícios e Despesas Indiretas CISAPE – Consórcio Intermunicipal do Sertão do Araripe Pernambucano CMR – Comercialização de Materiais Recicláveis FGV – Fundação Getúlio Vargas GT – Galpão de Triagem INCC – Índice Nacional da Construção Civil ITEP – Instituto de Tecnologia de Pernambuco MCid – Ministério das Cidades MMA – Ministério de Meio Ambiente NBR – Norma Brasileira PEAD – Polietileno de Alta Densidade PERS – Plano Estadual de Resíduos Sólidos de Pernambuco PEV – Posto de Entrega Voluntária PIRS – Plano Intermunicipal de Resíduos Sólidos PIGIRS – Plano Intermunicipal de Gerenciamento Integrado de Resíduos Sólidos PRAD – Programa de Recuperação de Áreas Degradadas RD – Região de Desenvolvimento RCC – Resíduos da Construção Civil RSA – Resíduos Agrossilvopastoris RSI – Resíduos Industriais RSM – Resíduos de Mineração RSS – Resíduos de Serviços de Saúde RST – Resíduos de Transporte RSU – Resíduos Sólidos Urbanos SINAPI – Sistema Nacional de Pesquisa de Custos e Índices da Construção Civil UC – Unidade de Triagem UTM – Universal Transversa de Mercator LISTA DE FIGURAS Figura 01 Localização do município de Araripina 18 Figura 02 Composição gravimétrica dos resíduos sólidos (Araripina) 19 Figura 03 Serviço de limpeza (Araripina) 20 Figura 04 Gravimetria (Araripina) 20 Figura 05 Localização do município de Bodocó 21 Figura 06 Composição gravimétrica (Bodocó) 22 Figura 07 Lixão (Bodocó) 23 Figura 08 Gravimetria (Bodocó) 23 Figura 09 Localização do município de Exu 24 Figura 10 Composição gravimétrica dos resíduos sólidos (Exu) 25 Figura11 Varrição (Exu) 26 Figura 12 Lixão (Exu) 26 Figura 13 Localização do município de Granito 27 Figura 14 Composição gravimétrica (Granito) 28 Figura 15 Serviço de limpeza (Granito) 29 Figura 16 Gravimetria (Granito) 29 Figura 17 Localização do município de Ipubi 30 Figura 18 Composição gravimétrica dos resíduos sólidos (Ipubi) 31 Figura 19 Serviço de limpeza (Ipubi) 32 Figura 20 Lixão (Ipubi) 32 Figura 21 Localização do município de Moreilândia 33 Figura 22 Composição gravimétrica dos resíduos sólidos (Moreilândia) 34 Figura 23 Container de entulhos (Moreilândia) 35 Figura 24 Lixão (Moreilândia) 35 Figura 25 Localização do município de Ouricuri 36 Figura 26 Composição gravimétrica dos resíduos sólidos (Ouricuri) 37 Figura 27 Serviço de varrição (Ouricuri) 38 Figura 28 Lixão (Ouricuri) 38 Figura 29 Localização do município de Santa Cruz 39 Figura 30 Composição gravimétrica dos resíduos sólidos (Santa Cruz) 40 Figura 31 Catador (Santa Cruz) 41 Figura 32 Lixão (Santa Cruz) 41 Figura 33 Localização do município de Santa Filomena 42 Figura 34 Composição gravimétrica dos resíduos sólidos (Santa Filomena) 43 Figura 35 Compactador de lixo (Santa Filomena) 44 Figura 36 Lixão (Santa Filomena) 44 Figura 37 Localização do município de Trindade 45 Figura 38 Composição gravimétrica dos resíduos sólidos (Trindade) 46 Figura 39 Secretaria de Obras (Trindade) 47 Figura 40 Lixão (Trindade) 47 Figura 41 Proposta de regionalização dos equipamentos para o agrupamento 8 52 LISTA DE QUADROS Quadro 01 Catadores de materiais recicláveis (Araripina) 20 Quadro 02 Catadores de materiais recicláveis (Bodocó) 23 Quadro 03 Catadores de materiais recicláveis (Exu) 26 Quadro 04 Catadores de materiais recicláveis (Granito) 29 Quadro 05 Catadores de materiais recicláveis (Ipubi) 32 Quadro 06 Catadores de materiais recicláveis (Moreilândia) 35 Quadro 07 Catadores de materiais recicláveis (Ouricuri) 38 Quadro 08 Catadores de materiais recicláveis (Santa Cruz) 41 Quadro 09 Catadores de materiais recicláveis (Santa Filomena) 44 Quadro 10 Catadores de materiais recicláveis (Trindade) 47 Quadro 11 Tipologias dos resíduos gerados nos municípios do agrupamento 8 49 Quadro 12 Coleta de resíduos sujeitos à logística reversa do agrupamento 8 50 Quadro 13 Consórcio referente ao agrupamento 8 51 Quadro 14 Proposta de regionalização dos equipamentos para o agrupamento 8 53 Quadro 15 Proposta de regionalização dos equipamentos para o agrupamento 8 53 Quadro 16 Diretrizes, estratégias e metas referentes aos serviços de limpeza e coleta dos resíduos 54 Quadro 17 Diretrizes, estratégias e metas referentes aos resíduos de serviços de saúde (RSS) 56 Quadro 18 Diretrizes, estratégias e metas referentes aos resíduos da construção civil (RCC) 57 Quadro 19 Diretrizes, estratégias e metas referentes aos resíduos sólidos industriais (RSI) 58 Quadro 20 Diretrizes, estratégias e metas referentes aos resíduos sólidos agrossilvopastoris (RSA) 59 Quadro 21 Diretrizes, estratégias e metas referentes aos resíduos sólidos de mineração (RSM) 60 Quadro 22 Diretrizes, estratégias e metas referentes aos resíduos sólidos de transporte (RST) 61 Quadro 23 Diretrizes, estratégias e metas referentes aos resíduos sujeitos à logística reversa 62 Quadro 24 Diretrizes, estratégias e metas referentes aos resíduos sujeitos à coleta seletiva 64 Quadro 25 Diretrizes, estratégias e metas referentes à destinação final 65 Quadro 26 Cenário das estratégias realizadas pelos municípios do agrupamento 8 67 Quadro 27 Indicadores referentes às estratégias para serviços de limpeza e coleta de resíduos 73 Quadro 28 Indicadores referentes às estratégias para resíduos dos serviços de saúde (RSS) 74 Quadro 29 Indicadores referentes às estratégias para resíduos da construção civil (RCC) 75 Quadro 30 Indicadores referentes às estratégias para resíduos sólidos industriais (RSI) 76 Quadro 31 Indicadores referentes às estratégias para resíduos sólidos agrossilvopastoris (RSA) 77 Quadro 32 Indicadores referentes às estratégias para resíduos sólidos de mineração (RSM) 77 Quadro 33 Indicadores referentes às estratégias para resíduos sólidos de transporte (RST) 78 Quadro 34 Indicadores referentes às estratégias para logística reversa 79 Quadro 35 Indicadores referentes às estratégias para coleta seletiva 80 Quadro 36 Indicadores referentes às estratégias para destinação final 81 Quadro 37 Itens considerados na estimativa de custo de implantação de aterros sanitários 91 Quadro 38 Itens considerados na estimativa de custo para implantação de aterros de resíduos da construção civil 94 Quadro 39 Itens considerados na estimativa de custo para implantação de galpão de triagem (GT) 98 Quadro 40 Itens considerados na estimativa de custo para implantação de unidades de compostagem (UC) 101 Quadro 41 Itens considerados na estimativa de custo para implantação de PEV 103 LISTA DE TABELAS Tabela 01 Projeção populacional estimada 2017-2021 (Araripina) 18 Tabela 02 IDH 2010 (Araripina) 18 Tabela 03 Geração per capita (Araripina) 18 Tabela 04 Estimativa de resíduos sólidos (t) de Araripina em (2017-2021) 19 Tabela 05 Recursos humanos nos serviços de limpeza urbana (Araripina) 19 Tabela 06 Veículos e equipamentos (Araripina) 19 Tabela 07 Gestão dos serviços de limpeza pública (Araripina) 20 Tabela 08 Projeção populacional estimada 2017-2021 (Bodocó) 21 Tabela 09 IDH 2010 – Bodocó 21 Tabela 10 Geração per capita (Bodocó) 21 Tabela 11 Estimativa de resíduos sólidos (t) de Bodocó (2017-2021) 22 Tabela 12 Recursos humanos envolvidos nos serviços de limpeza urbana (Bodocó) 22 Tabela 13 Veículos e equipamentos (Bodocó) 22 Tabela 14 Gestão dos serviços de limpeza pública (Bodocó) 23 Tabela 15 Projeção populacional estimada 2017-2021 (Exu) 24 Tabela 16 IDH 2010 – Exu 24 Tabela 17 Geração per capita gerada (Exu) 24 Tabela 18 Estimativa de resíduos sólidos (t) de Exu (2017-2021) 25 Tabela 19 Recursos humanos envolvidos nos serviços de limpeza urbana (Exu) 25 Tabela 20 Veículos e equipamentos (Exu) 25 Tabela 21 Gestão dos serviços de limpeza pública (Exu) 26 Tabela 22 Projeção populacional estimada 2017-2021 (Granito) 27 Tabela 23 IDH 2010 (Granito) 27 Tabela 24 Geração per capita gerada (Granito) 27 Tabela 25 Estimativa de resíduos sólidos (t) de Granito (2017-2021) 28 Tabela 26 Recursos humanos envolvidos nos serviços de limpeza urbana (Granito) 28 Tabela 27 Veículos e equipamentos (Granito) 28 Tabela 28 Gestão dos serviços de limpeza pública (Granito) 29 Tabela 29 Projeção populacional estimada 2017-2021 (Ipubi) 30 Tabela 30 IDH 2010 (Ipubi) 30 Tabela 31 Geração per capita gerada (Ipubi) 30 Tabela 32 Estimativa de resíduos sólidos (t) de Ipubi (2017-2021) 31 Tabela 33 Recursos humanos envolvidos nos serviços de limpeza urbana (Ipubi) 31 Tabela 34 Veículo e equipamento (Ipubi) 31 Tabela 35 Gestão dos serviços de limpeza pública (Ipubi) 32 Tabela 36 Projeção populacional estimada 2017-2021 (Moreilândia) 33 Tabela 37 IDH 2010 – Moreilândia 33 Tabela 38 Geração per capita (Moreilândia) 33 Tabela 39 Estimativa de resíduos sólidos (t) de Moreilândia (2017-2021) 34 Tabela 40 Recursos humanos envolvidos nos serviços de limpeza urbana (Moreilândia) 34 Tabela 41 Veículo e equipamentos (Moreilândia) 34 Tabela 42 Gestão dos serviços de limpeza pública (Moreilândia) 35 Tabela 43 Projeção populacional estimada 2017-2021 (Ouricuri) 36 Tabela 44 IDH 2010 – Ouricuri 36 Tabela 45 Geração per capita gerada (Ouricuri) 36 Tabela 46 Estimativa de resíduos sólidos (t) de Ouricuri (2017-2021) 37 Tabela 47 Recursos humanos envolvidos nos serviços de limpeza urbana (Ouricuri) 37 Tabela 48 Veículo e equipamento (Ouricuri) 37 Tabela 49 Gestão dos serviços de limpeza pública (Ouricuri) 38 Tabela 50 Projeção populacional estimada 2017-2021 (Santa Cruz) 39 Tabela 51 IDH 2010 (Santa Cruz) 39 Tabela 52 Geração per capita (Santa Cruz) 39 Tabela 53 Estimativa de resíduos sólidos (t) de Santa Cruz (2017-2021) 40 Tabela 54 Recursos humanos envolvidos nos serviços de limpeza urbana (Santa Cruz) 40 Tabela 55 Veículo e equipamento (Santa Cruz) 40 Tabela 56 Gestão dos serviços de limpeza pública (Santa Cruz) 41 Tabela 57 Projeção populacional estimada 2017-2021 (Santa Filomena) 42 Tabela 58 IDH 2010 (Santa Filomena) 42 Tabela 59 Geração per capita (Santa Filomena) 42 Tabela 60 Estimativa de resíduos sólidos (t) de Santa Filomena (2017-2021) 43 Tabela 61 Recursos humanos envolvidos nos serviços de limpeza urbana (Santa Filomena) 43 Tabela 62 Veículo e equipamento (Santa Filomena) 43 Tabela 63 Gestão dos serviços de limpeza pública (Santa Filomena) 44 Tabela 64 Projeção populacional estimada 2017-2021 (Trindade) 45 Tabela 65 IDH 2010 (Trindade) 45 Tabela 66 Geração per capita (Trindade) 45 Tabela 67 Estimativa de resíduos sólidos (t) de Trindade (2017-2021) 46 Tabela 68 Recursos humanos envolvidos nos serviços de limpeza urbana (Trindade) 46 Tabela 69 Veículo e equipamento (Trindade) 46 Tabela 70 Gestão dos serviços de limpeza pública (Trindade) 47 Tabela 71 Geração per capita de resíduos sólidos (gerados e coletados) no agrupamento 8 48 Tabela 72 Síntese dos procedimentos para escolha da área para implantação do aterro sanitário no município de Araripina (Trindade compartilhará) 82 Tabela 73 Síntese dos procedimentos para escolha da área para implantação do aterro sanitário no município de Ouricuri (Ipubi e Bodocó compartilharão) 83 Tabela 74 Síntese dos procedimentos para escolha da área para implantação do aterro sanitário no município de Exu (Granito e Moreilândia compartilharão) 84 Tabela 75 Síntese dos procedimentos para escolha da área para implantação do aterro sanitário no município de Santa Cruz (Santa Filomena compartilhará) 85 Tabela 76 Custos para a implantação da CMR - central de comercialização de materiais recicláveis 88 Tabela 77 Custos de implantação de aterro sanitário por população atendida 92 Tabela 78 Estimativa de custo mensal de operação de aterro sanitário por faixa de população 93 Tabela 79 Custos de implantação de aterro de resíduos de construção civil – RCC (por porte) 95 Tabela 80 Estimativa de custo mensal de operação de aterros de resíduos da construção civil por população (RSI) 95 Tabela 81 Galpões de triagem por porte (capacidade de processamento) 97 Tabela 82 Estimativa de custos para implantação de galpão de triagem - GT (por porte) 98 Tabela 83 Estimativa de custos de GT para população acima de 60.000 hab 99 Tabela 84 Estimativa de custo mensal de operação de galpão de triagem (por faixa populacional) 99 Tabela 85 Custos de implantação de Unidade de Compostagem por população atendida 101 Tabela 86 Custo mensal de operação de unidade de compostagem por população atendida 102 Tabela 87 Estimativa de custos de implantação de PEV 103 Tabela 88 Estimativa de custo mensal de operação dos PEV 104 Tabela 89 Custo de encerramento e remediação dos lixões dos municípios do agrupamento 8 106 Tabela 90 Aterros propostos para os municípios do agrupamento 8 106 Tabela 91 Custos estimados para instalação dos equipamentos subgrupo Araripina 107 Tabela 92 Custos estimados para instalação dos equipamentos subgrupo de Exu 107 Tabela 93 Custos estimados para instalação dos equipamentos subgrupo de Ouricuri 107 SUMÁRIO 1. DIAGNÓSTICO........................................................................................................................... 18 1.1 POR MUNICÍPIO..................................................................................................................... 18 1.1.1 ARARIPINA ..................................................................................................................... 17 1.1.2 BODOCÓ .......................................................................................................................... 20 1.1.3 EXU .................................................................................................................................... 25 1.1.4 GRANITO .......................................................................................................................... 28 1.1.5 IPUBI ................................................................................................................................. 31 1.1.6 MOREILÂNDIA ................................................................................................................ 34 1.1.7 OURICURI ........................................................................................................................ 37 1.1.8 SANTA CRUZ ................................................................................................................... 40 1.1.9 SANTA FILOMENA ......................................................................................................... 43 1.1.10 TRINDADE ..................................................................................................................... 46 1.2.GERAÇÃO PER CAPITA DE RESÍDUOS SÓLIDOS (GERADOS E COLETADOS) ........ 49 1.3.TIPOLOGIA DE RESÍDUOS GERADOS NOS MUNICÍPIOS ............................................. 50 1.4.RESÍDUOS SUJEITOS À LOGÍSTICA REVERSA............................................................... 51 1.5 CONSÓRCIO REFERENTE AO AGRUPAMENTO 8............................................................50 1.6. REGIONALIZAÇÃO .................................................................................................................. 53 2. PROPOSIÇÃO .............................................................................................................................. 55 2.1 GESTÃO E GERENCIAMENTO DOS RESÍDUOS SÓLIDOS ............................................. 55 2.1.1 SERVIÇOS DE LIMPEZA E COLETA DOS RESÍDUOS .............................................. 55 2.1.2 RESÍDUOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE (RSS) .............................................................. 57 2.1.3 RESÍDUOS DA CONSTRUÇÃO CIVIL (RCC) .............................................................. 58 2.1.4 RESÍDUOS SÓLIDOS INDUSTRIAIS (RSI) ................................................................... 59 2.1.5 RESÍDUOS SÓLIDOS AGROSSILVOPASTORIS (RSA) .............................................. 60 2.1.6 RESÍDUOS SÓLIDOS DE MINERAÇÃO (RSM) ........................................................... 61 2.1.7 RESÍDUOS DE TRANSPORTE (RST) ............................................................................ 62 2.1.8 RESÍDUOS SUJEITOS À LOGÍSTICA REVERSA ........................................................ 63 2.1.9 COLETA SELETIVA ........................................................................................................ 65 2.1.10 DESTINAÇÃO FINAL .................................................................................................... 66 2.2 CENÁRIO DAS ESTRATÉGIAS REALIZADAS PELOS MUNICÍPIOS DO AGRUPAMENTO 8 ....................................................................................................................... 67 3.PROGRAMAS................................................................................................................................ 70 3.1.PROGRAMA PARA MELHORAMENTO DA GESTÃO E GERENCIAMENTO DOS RESÍDUOS SÓLIDOS DOS MUNICÍPIOS .................................................................................. 70 3.1.1. SERVIÇOS DE LIMPEZA E COLETA DE RESÍDUOS.................................................... 70 3.1.2 RESÍDUOS DE SAÚDE .................................................................................................... 70 3.1.3. RESÍDUOS DA CONSTRUÇÃO CIVIL ............................................................................ 71 3.1.4 RESÍDUOS INDUSTRIAIS ................................................................................................ 71 3.1.5 RESÍDUOS AGROSSILVOPASTORIS ............................................................................... 72 3.1.6 RESÍDUOS DE MINERAÇÃO ........................................................................................... 72 3.1.7 RESÍDUOS DE TRANSPORTE ........................................................................................ 72 3.1.8 RESÍDUOS SUJEITOS À LOGÍSTICA REVERSA ............................................................ 73 3.1.9 COLETA SELETIVA .......................................................................................................... 73 4. MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO DOS SERVIÇOS PÚBLICOS................................. 74 4.1. SERVIÇOS DE LIMPEZA E COLETA PÚBLICA................................................................ 74 4.2. RESÍDUOS DOS SERVIÇOS DE SAÚDE (RSS).................................................................. 75 4.3. RESÍDUOS DA CONSTRUÇÃO CIVIL................................................................................ 76 4.4. RESÍDUOS SÓLIDOS INDUSTRIAIS (RSI)......................................................................... 77 4.5. RESÍDUOS SÓLIDOS AGROSSILVOPASTORIS (RSA).................................................... 78 4.6. RESÍDUOS SÓLIDOS DE MINERAÇÃO (RSM)................................................................. 78 4.7. RESÍDUOS SÓLIDOS DE TRANSPORTE (RST) ................................................................ 79 4.8. LOGÍSTICA REVERSA.......................................................................................................... 80 4.9. COLETA SELETIVA.............................................................................................................. 80 4.10. DESTINAÇÃO FINAL.......................................................................................................... 82 5. ESTUDO DE SELEÇÃO PARA PROPOSTAS DE ÁREAS PARA ATERROS SANITÁRIOS.................................................................................................................................... 83 5.1. ARARIPINA............................................................................................................................ 83 5.2. OURICURI .............................................................................................................................. 84 5.3. EXU.......................................................................................................................................... 85 5.4. SANTA CRUZ......................................................................................................................... 85 6. SISTEMA DE CÁLCULO DOS CUSTOS OPERACIONAIS E PARA REALIZAÇÃO DOS SERVIÇOS DE LIMPEZA URBANA ............................................................................................ 87 6.1 Estimativas de Custos para Implementação do PIRS (Plano Intermunicipal de Resíduos Sólidos). .......................................................................................................................................... 90 6.1.1. Estimativas dos Custos de Implantação das Unidades de Gerenciamento de Resíduos.... 90 6.1.2. Estimativas de Investimentos para Implantação de Aterro Sanitário ................................ 91 6.1.3 Estimativas dos investimentos dos Aterros de Resíduos de Construção Civil ................... 94 6.1.4 Estimativas dos investimentos dos Aterros de Resíduos Sólidos Industriais ..................... 96 6.1.5 Estimativas dos investimentos dos Galpões de Triagem .................................................... 98 6.1.6 Estimativas dos investimentos das Unidades de Compostagem ...................................... 101 6.1.7 Estimativas dos investimentos dos Pontos de Entrega Voluntária (PEV) ........................ 104 6.1.8 Estimativa dos custos de encerramento e recuperação de lixões ..................................... 105 7. AGENDAS SETORIAIS ........................................................................................................... 110 7.1.SERVIÇOS DE LIMPEZA E COLETA DOS RESÍDUOS SÓLIDOS ..................................... 111 7.2.RESÍDUOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE (RSS) ........................................................................ 113 7.3.RESÍDUOS DA CONSTRUÇÃO CIVIL (RCC) ....................................................................... 115 7.4. RESÍDUOS SÓLIDOS INDUSTRIAIS .................................................................................... 116 7.5 RESÍDUOS SÓLIDOS AGROSSILVOPASTORIS .................................................................. 117 7.6 RESÍDUOS SÓLIDOS DE MINERAÇÃO ................................................................................ 118 7.7 RESÍDUOS SÓLIDOS DE TRANSPORTE .............................................................................. 119 7.8 RESÍDUOS SUJEITOS À LOGÍSTICA REVERSA ................................................................. 120 7.9 COLETA SELETIVA ................................................................................................................. 122 7.10 DESTINAÇÃO FINAL ............................................................................................................. 123 7.11 CATADORES ........................................................................................................................... 124 7.12 AGENDA AMBIENTAL DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA (A3P) ................................... 126 7.13 RESÍDUOS ÚMIDOS ............................................................................................................... 127 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ........................................................................................ 128 APRESENTAÇÃO O Governo de Pernambuco, através da Secretaria Estadual de Meio Ambiente e Sustentabilidade – SEMAS, em apoio aos municípios pernambucanos, participou de edital de chamada pública SRHU/MMA nº 001/2011, que teve como objetivo a Elaboração de Planos Intermunicipais de Resíduos Sólidos - PIRS. Nesse processo, a SEMAS garantiu recursos para a elaboração de cinco PIRS, com contrapartida do estado, contemplando 106 municípios. A Política Nacional de Resíduos Sólidos, instituída pela Lei nº 12.305/2010, estabelece prazos para a União, Estados e Municípios elaborarem seus planos de gestão de resíduos sólidos. De acordo com os Artigos 18 e 19 da Política Nacional de Resíduos Sólidos, o Plano Intermunicipal de Resíduos Sólidos é condição para os municípios terem acesso a recursos da união, ou por ela controlados, destinados a empreendimentos e serviços relacionados à limpeza urbana e ao manejo de resíduos sólidos, ou para serem beneficiados por incentivos ou financiamentos de entidades federais de crédito ou fomento para tal finalidade. A elaboração dos cinco Planos Intermunicipais de Resíduos Sólidos - PIRS levou em consideração as características socioeconômicas e ambientais de abrangência regional, comuns a todos os municípios integrantes de cada um dos cinco agrupamentos, que possibilitou um amplo diagnóstico: Da legislação local em vigor; da estrutura operacional, fiscalizadora e gerencial; das atividades geradoras de resíduos sólidos, destinação e disposição final; dos custos, competências, responsabilidades, carências e deficiências da gestão municipal; e, de iniciativas relevantes em educação ambiental. O passo seguinte dos Planos Intermunicipais de Resíduos Sólidos - PIRS foi no sentido de se construir cenários e prognósticos de geração de resíduos sólidos e propor ações de curto, médio e longo prazos. Elaborado de forma participativa, envolveu gestores públicos municipais, representantes de consórcios regionais, sociedade civil organizada, membros de associação e cooperativas de catadores, que culminou com a proposição de um Plano de Ação apontando perspectivas para uma gestão consorciada, com as seguintes prioridades: Definição de responsabilidades públicas e privadas; estabelecimento de diretrizes específicas, estratégias e metas quantitativas, com prazos, programas e ações; definição de áreas para a disposição final; elaboração de análise dos cenários futuros; programas especiais para as questões de resíduos mais relevantes; plano de gerenciamento obrigatório e seleção de ações relativas aos resíduos sólidos com logística reversa; indicadores de desempenho para os serviços públicos; iniciativas para a educação ambiental e comunicação; sistemática de cálculo dos custos e mecanismos de cobrança; proposta das agendas setoriais; e sugestão de processos contínuos, visando a participação da sociedade local, com formulação de agendas envolvendo todos os atores nas ações. ----------------------------------------------------[ 17 ] ---------------------------------------------------- 1. DIAGNÓSTICO 1.1 POR MUNICÍPIO O presente tópico descreve os dados e informações relativas às principais características dos municípios de Araripina, Bodocó, Exu, Granito, Ipubi, Moreilândia, Ouricuri, Santa Cruz, Santa Filomena e Trindade. As informações descritas dos municípios e seus conteúdos apresentados informam: Caracterização do município; o Dados demográficos o Principais indicadores sociais Caracterização da Gestão dos Resíduos Sólidos do Município; o Geração per capita o Produção total o Composição gravimétrica Serviços públicos de limpeza urbana; o Estrutura administrativa e operacional o Aspectos sociais o Tipo de tratamento e destinação final dos resíduos sólidos ----------------------------------------------------[ 18 ] ---------------------------------------------------- 1.1.1 ARARIPINA 1.1.1.1 Caracterização do município Figura 01 - Localização do município de Araripina Fonte: RECITEC, 2017 Legendas: Municípios do agrupamento 8 Município de Araripina o Dados demográficos Município População Estimada (IBGE, 2016) Projeção Populacional Estimada 2017 Projeção Populacional Estimada 2018 Projeção Populacional Estimada 2019 Projeção Populacional Estimada 2020 Projeção Populacional Estimada 2021 Araripina 83.287 84.178 85.079 85.989 86.909 87.839 Fonte: RECITEC, 2017 o Principais indicadores sociais Tabela 02- IDH 2010 (Araripina) Município IDHM IDHM Renda IDHM Longevidade IDHM Educação Araripina 0,602 0,595 0,785 0,467 Fonte: IBGE, 2010 1.1.1.2 Caracterização da gestão dos resíduos sólidos no município o Geração per capita Tabela 03 - Geração per capita (Araripina) Fonte: RECITEC, 2017 (1) - Informado pela Prefeitura (2) - Calculado pelo PERS-PE (2012) Município RSU coletados 2015 ¹ (tonelada/ano) RSU gerados 2015 ² (tonelada/ano) Atendimento na coleta (%) Calculado pela RECITEC Informado prefeitura Araripina 22.944 18.738 122,45 80,00 Tabela 01 – Projeção populacional estimada 2017-2021 (Araripina) ----------------------------------------------------[ 19 ] ---------------------------------------------------- o Produção total Tabela 04 – Estimativa de resíduos sólidos (t) de Araripina em (2017-2021) Ano Habitantes Anual Mensal Diária 2017 84.178 22.943,900 1.885,800 62,860 2018 85.079 23.189,480 1.905,985 63,533 2019 85.989 23.437,514 1.926,371 64,212 2020 86.909 23.688,273 1.946,981 64,899 2021 87.839 23.941,757 1.967,816 65,594 Fonte: RECITEC, 2016 o Composição gravimétrica Figura 02 – Composição gravimétrica dos resíduos sólidos (Araripina) Fonte: RECITEC, 2016 1.1.1.3 Serviços públicos de limpeza urbana o Estrutura administrativa e operacional Tabela 05 - Recursos humanos nos serviços de limpeza urbana (Araripina) Número de funcionários Número Funcionário - 1.000 habitantes Produtividade (toneladas/funcionário.dia) 61 0,061 1,02 Fonte: RECITEC, 2017 Tabela 06 - Veículos e equipamentos (Araripina) Compactador Caçamba basculante Carroceria madeira Monta carga poliguidaste Escavadeira hidráulica Veículo de passeio Motocicleta (fiscalização) Trator de esteria Lutocar 3 2 1 1 1 1 2 1 30 Fonte: RECITEC, 2016 o Aspectos sociais Quadro 01 - Catadores de materiais recicláveis (Araripina) Catadores no município Deposeiro no município Associação ou cooperativa Sim Sim Sim Fonte: RECITEC, 2016 20,91% 10,45% 7,08% 8,71% 30,78% 22,07% Matéria Orgânica (%) Vidro (%) Metal (%) Papel papelão (%) Plástico (%) Rejeitos (%) ----------------------------------------------------[ 20 ] ---------------------------------------------------- o Tipo de tratamento e destinação final dos resíduos sólidos Tabela 07 - Gestão dos serviços de limpeza pública (Araripina) Tratamento e destinação final Serviços de limpeza pública (Prefeitura / Empresa) Custo de serviços de limpeza anual (R$) Aterro sanitário Empresa 4.500.000,00 Fonte: RECITEC, 2016 Figuras 03 e 04 – Serviço de limpeza e gravimetria (Araripina) Figura 03 – Serviço de limpeza (Araripina) Figura 04 – Gravimetria (Araripina) Fonte: RECITEC (2016), Levantamento em campo. ----------------------------------------------------[ 21 ] ---------------------------------------------------- 1.1.2 BODOCÓ 1.1.2.1 Caracterização do município Figura 05 - Localização do município de Bodocó Fonte: RECITEC 2017 Legendas: Municípios do agrupamento 8 Município de Bodocó o Dados demográficos Tabela 08 - Projeção populacional estimada 2017-2021 (Bodocó) Município População Estimada (IBGE, 2016) Projeção Populacional Estimada 2017 Projeção Populacional Estimada 2018 Projeção Populacional Estimada 2019 Projeção Populacional Estimada 2020 Projeção Populacional Estimada 2021 Bodocó 37.571 37.973 38.379 38.790 39.205 39.625 Fonte: RECITEC, 2017 o Principais indicadores sociais Tabela 09 – IDH 2010 - Bodocó Município IDHM IDHM Renda IDHM Longevidade IDHM Educação Bodocó 0,565 0,543 0,745 0,445 Fonte: IBGE, 2010 1.1.2.1 Caracterização da gestão dos resíduos sólidos no município o Geração per capita Tabela 10 - Geração per capita (Bodocó) Município RSU coletados 2015 ¹ (tonelada/ano) RSU gerados 2015 ² (tonelada/ano) Atendimento na coleta (%) Calculado pela RECITEC Informado prefeitura Bodocó 12.468 13.962 83,30 100,00 Fonte: RECITEC, 2017 (1) - Informado pela Prefeitura (2) - Calculado pelo PERS-PE (2012) ----------------------------------------------------[ 22 ] ---------------------------------------------------- o Produção total Tabela 11 – Estimativa de resíduos sólidos (t) de Bodocó (2017-2021) Ano Habitantes Anual Mensal Diária 2017 37.973 12.468,035 1.024,770 34,159 2018 38.379 12.601,341 1.035,727 34,524 2019 38.790 12.736,288 1.046,818 34,894 2020 39.205 12.872,549 1.058,018 35,267 2021 39.625 13.010,452 1.069,352 35,645 Fonte: RECITEC, 2016 o Composição gravimétrica Figura 06 – Composição gravimétrica (Bodocó) Fonte: RECITEC, 2016 1.1.2.3 Serviços públicos de limpeza urbana o Estrutura administrativa e operacional Tabela 12 - Recursos humanos envolvidos nos serviços de limpeza urbana (Bodocó) Número de funcionários Número Funcionário - 1.000 habitantes Produtividade (toneladas/funcionário.dia) 82 0,082 0,41 Fonte: RECITEC, 2017 Tabela 13 - Veículos e equipamentos (Bodocó) Caçamba basculante Carroceria madeira Pá mecânica Retroescavadeira Motociclista (fiscalização) Lutocar 06 05 02 02 01 10 Fonte: RECITEC, 2016 o Aspectos sociais Quadro 02 - Catadores de materiais recicláveis (Bodocó) Catadores no município Deposeiro no município Associação ou cooperativa Não Não Não Fonte: RECITEC, 2016 23,75% 3,83% 14,56% 14,56% 17,24% 26,06% Matéria Orgânica (%) Vidro (%) Metal (%) Papel papelão (%) Plástico (%) Não recicláveis (%) ----------------------------------------------------[ 23 ] ---------------------------------------------------- o Tipo de tratamento e destinação final dos resíduos sólidos Tabela 14 - Gestão dos serviços de limpeza pública (Bodocó) Tratamento e destinação final Serviços de limpeza pública (Prefeitura / Empresa) Custo de serviços de limpeza anual (R$) Lixão Prefeitura / Empresa 1.161.342,20 Fonte: RECITEC, 2016 Figuras 07 e 08 – Destinação final dos resíduos sólidos e a gravimetria (Bodocó) Figura 07 – Lixão (Bodocó) Figura 08 – Gravimetria (Bodocó) Fonte: RECITEC (2016), Levantamento em campo. ----------------------------------------------------[ 24 ] ---------------------------------------------------- 1.1.3 EXU 1.1.3.1 Caracterização do município Figura 09 - Localização do município de Exu Fonte: RECITEC, 2017 Legendas: Municípios do agrupamento 8 Município de Exu o Dados demográficos Tabela 15 - Projeção populacional estimada 2017-2021 (Exu) Município População Estimada (IBGE, 2016) Projeção Populacional Estimada 2017 Projeção Populacional Estimada 2018 Projeção Populacional Estimada 2019 Projeção Populacional Estimada 2020 Projeção Populacional Estimada 2021 Exu 31.858 32.199 32.543 32.892 33.244 33.599 Fonte: RECITEC, 2017 o Principais indicadores sociais Tabela 16 – IDH 2010 - Exu Município IDHM IDHM Renda IDHM Longevidade IDHM Educação Exu 0,576 0,543 0,775 0,454 Fonte: IBGE, 2010 1.1.3.2 Caracterização da gestão dos resíduos sólidos no município o Geração per capita Tabela 17 - Geração per capita gerada (Exu) Município RSU coletados 2015 ¹ (tonelada/ano) RSU gerados 2015 ² (tonelada/ano) Atendimento na coleta (%) Calculado pela RECITEC Informado prefeitura Exu 9.684 6.293 153,89 100,00 Fonte: RECITEC, 2017 (1) - Informado pela Prefeitura (2) - Calculado pelo PERS-PE (2012) ----------------------------------------------------[ 25 ] ---------------------------------------------------- o Produção total Tabela 18 – Estimativa de resíduos sólidos (t) de Exu (2017-2021) Ano Habitantes Anual Mensal Diária 2017 32.199 9.683,815 795,930 26,531 2018 32.543 9.787,273 804,433 26,814 2019 32.892 9.892,234 813,060 27,102 2020 33.244 9.998,098 821,761 27,392 2021 33.599 10.104,864 830,537 27,685 Fonte: RECITEC, 2016 o Composição gravimétrica Figura 10 – Composição gravimétrica dos resíduos sólidos (Exu) Fonte: RECITEC, 2016 1.1.3.3 Serviços públicos de limpeza urbana o Estrutura administrativa e operacional Tabela 19 - Recursos humanos envolvidos nos serviços de limpeza Urbana (Exu) Número de funcionários Número Funcionário - 1.000 habitantes Produtividade (tonelada/funcionário.dia) 44 0,044 0,60 Fonte: RECITEC, 2017 Tabela 20 - Veículos e equipamentos (Exu) Compactador Caçamba basculante Carroceria madeira Retroescavadeira Motocicleta (fiscalização) Lutocar 01 01 03 01 02 19 Fonte: RECITEC, 2016 o Aspectos sociais Quadro 03 - Catadores de materiais recicláveis (Exu) Catadores no município Deposeiro no município Associação ou cooperativa Não Sim Não Fonte: RECITEC, 2016 23,75% 3,83% 14,56% 14,56% 17,24% 26,06% Matéria Orgânica (%) Vidro (%) Metal (%) Papel papelão (%) Plástico (%) Rejeitos (%) ----------------------------------------------------[ 26 ] ---------------------------------------------------- o Tipo de tratamento e destinação final dos resíduos sólidos Tabela 21 - Gestão dos serviços de limpeza pública (Exu) Tratamento e destinação final Serviços de limpeza pública (Prefeitura / Empresa) Custo de serviços de limpeza anual (R$) Lixão Prefeitura / Empresa 1.5119.000,00 Fonte: RECITEC, 2016 o Figuras 11 e 12 – Sistema de limpeza e Lixão (Exu) Figura 11 –Varrição (Exu) Figura 12 – Lixão (Exu) Fonte: RECITEC (2016), Levantamento de campo. ----------------------------------------------------[ 27 ] ---------------------------------------------------- 1.1.4 GRANITO 1.1.4.1 Caracterização do município Figura 13 - Localização do município de Granito Fonte: RECITEC, 2017 Legendas: Municípios do agrupamento 8 Município de Granito o Dados demográficos Tabela 22 - Projeção populacional estimada 2017-2021 (Granito) Município População Estimada (IBGE, 2016) Projeção Populacional Estimada 2017 Projeção Populacional Estimada 2018 Projeção Populacional Estimada 2019 Projeção Populacional Estimada 2020 Projeção Populacional Estimada 2021 Granito 7.363 7.442 7.521 7.602 7.683 7.765 Fonte: RECITEC, 2017 o Principais indicadores sociais Tabela 23 – IDH 2010 (Granito) Município IDHM IDHM Renda IDHM Longevidade IDHM Educação Granito 0,595 0,543 0,773 0,502 Fonte: IBGE, 2010 1.1.4.2 Caracterização da gestão dos resíduos sólidos no município o Geração per capita Tabela 24 - Geração per capita gerada (Granito) Município RSU coletados 2015 (tonelada/ano) RSU gerados 2015 (tonelada/ano) Atendimento na coleta (%) Calculado pela RECITEC Informado prefeitura Granito 3.024 3.414 88,57 100,00 Fonte: RECITEC, 2017 (1) - Informado pela Prefeitura (2) - Calculado pelo PERS-PE (2012) ----------------------------------------------------[ 28 ] ---------------------------------------------------- o Produção total Tabela 25 – Estimativa de resíduos sólidos (t) de Granito (2017-2021) Ano Habitantes Anual Mensal Diária 2017 7.442 3.023,660 248,520 8,284 2018 7.521 3.055,757 251,158 8,372 2019 7.602 3.088,667 253,863 8,462 2020 7.683 3.121,578 256,568 8,552 2021 7.765 3.154,894 259,306 8,644 Fonte: RECITEC, 2016 o Composição gravimétrica Figura 14 – Composição gravimétrica (Granito) Fonte: RECITEC, 2016 1.1.4.3 Serviços públicos de limpeza urbana o Estrutura administrativa e operacional Tabela 26 - Recursos humanos envolvidos nos serviços de limpeza urbana (Granito) Número de funcionários Número Funcionário - 1.000 habitantes Produtividade (tonelada/funcionário.dia) 18 0,018 0,460 Fonte: RECITEC, 2017 Tabela 27 - Veículos e equipamentos (Granito) Caçamba basculante 02 Fonte: RECITEC, 2016 51,66% 3,58% 0,40% 5,96% 18,54% 19,87% Matéria Orgânica (%) Vidro (%) Metal (%) Papel papelão (%) Plástico (%) Não recicláveis (%) ----------------------------------------------------[ 29 ] ---------------------------------------------------- o Aspectos sociais Quadro 04 - Catadores de materiais recicláveis (Granito) Catadores no município Deposeiro no município Associação ou cooperativa Não Não Não Fonte: RECITEC, 2016 o Tipo de tratamento e destinação final dos resíduos sólidos Tabela 28 - Gestão dos serviços de limpeza pública (Granito) Tratamento e destinação final Serviços de limpeza pública (Prefeitura / Empresa) Custo de serviços de limpeza anual (R$) Lixão Empresa 389.496,00 Fonte: RECITEC, 2016 o Figuras 15 e 16 – Serviço de limpeza e gravimetria (Granito) Figura 15 – Serviço de limpeza (Granito) Figura 16 - Gravimetria (Granito) Fonte: RECITEC (2016), Levantamento em campo. ----------------------------------------------------[ 30 ] ---------------------------------------------------- 1.1.5 IPUBI 1.1.5.1 Caracterização do município Figura 17 - Localização do município de Ipubi Fonte: RECITEC, 2017 Legendas: Municípios do agrupamento 8 Município de Ipubi o Dados demográficos Tabela 29 - Projeção populacional estimada 2017-2021 (Ipubi) Município População Estimada (IBGE, 2016) Projeção Populacional Estimada 2017 Projeção Populacional Estimada 2018 Projeção Populacional Estimada 2019 Projeção Populacional Estimada 2020 Projeção Populacional Estimada 2021 Ipubi 30.091 30.413 30.738 31.067 31.400 31.736 Fonte: RECITEC, 2017 o Principais indicadores sociais Tabela 30 – IDH 2010 (Ipubi) Município IDHM IDHM Renda IDHM Longevidade IDHM Educação Ipubi 0,550 0,541 0,712 0,433 Fonte: IBGE, 2010 1.1.5.2 Caracterização da gestão dos resíduos sólidos no município o Geração per capita Tabela 31 - Geração per capita gerada (Ipubi) Município RSU coletados 2015 (tonelada/ano) RSU gerados 2015 (tonelada/ano) Atendimento na coleta (%) Calculado pela RECITEC Informado prefeitura Ipubi 14.112 7.160 197,10 100,00 Fonte: RECITEC, 2017 (1) - Informado pela Prefeitura (2) - Calculado pelo PERS-PE (2012) ----------------------------------------------------[ 31 ] ---------------------------------------------------- o Produção total Tabela 32 – Estimativa de resíduos sólidos (t) de Ipubi (2017-2021) Ano Habitantes Anual Mensal Diária 2017 30.413 14.111,995 1.159,890 38,663 2018 30.738 14.262,799 1.172,285 39,076 2019 31.067 14.415,459 1.184,832 39,494 2020 31.400 14.569,975 1.197,532 39,918 2021 31.736 14.725,883 1.210,347 40,345 Fonte: RECITEC, 2016 o Composição gravimétrica Figura 18 – Composição gravimétrica dos resíduos sólidos (Ipubi) Fonte: RECITEC, 2016 1.1.5.3 Serviços públicos de limpeza urbana o Estrutura administrativa e operacional Tabela 33 - Recursos humanos envolvidos nos serviços de limpeza urbana (Ipubi) Número de funcionários Número Funcionário - 1.000 habitantes Produtividade (tonelada/funcionário.dia) 122 0,122 0,316 Fonte: RECITEC, 2017 Tabela 34 - Veículo e equipamento (Ipubi) Caçamba / basculante Trator com carroça atrelada Pá mecânica Retroescavadeira Motocicleta (fiscalização) 07 01 01 01 01 Fonte: RECITEC, 2016 o Aspectos sociais Quadro 05 - Catadores de materiais recicláveis (Ipubi) Catadores no município Deposeiro no município Associação ou cooperativa Sim Sim Não Fonte: RECITEC, 2016 23,75% 3,83% 14,56% 14,56% 17,24% 26,06% Matéria Orgânica (%) Vidro (%) Metal (%) Papel papelão (%) Plástico (%) Não recicláveis (%) ----------------------------------------------------[ 32 ] ---------------------------------------------------- o Tipo de tratamento e destinação final dos resíduos sólidos Tabela 35 - Gestão dos serviços de limpeza pública (Ipubi) Tratamento e destinação final Serviços de limpeza pública (Prefeitura / Empresa) Custo de serviços de limpeza anual (R$) Lixão Prefeitura 976.800,00 Fonte: RECITEC, 2016 o Figuras 19 e 20 – Serviço de limpeza e Destinação final de resíduos sólidos (Ipubi) Figura 19 – Serviço de limpeza (Ipubi) Figura 20 – Lixão (Ipubi) Fonte: RECITEC (2016), Levantamento em campo. ----------------------------------------------------[ 33 ] ---------------------------------------------------- 1.1.6 MOREILÂNDIA 1.1.6.1 Caracterização do município Figura 21 - Localização do município de Moreilândia Fonte: RECITEC, 2017 Legendas: Municípios do agrupamento 8 Município de Moreilândia o Dados demográficos Tabela 36 - Projeção populacional estimada 2017-2021 (Moreilândia) Município População Estimada (IBGE, 2016) Projeção Populacional Estimada 2017 Projeção Populacional Estimada 2018 Projeção Populacional Estimada 2019 Projeção Populacional Estimada 2020 Projeção Populacional Estimada 2021 Moreilândia 11.240 11.360 11.482 11.605 11.729 11.854 Fonte: RECITEC, 2017 o Principais indicadores sociais Tabela 37 – IDH 2010 - Moreilândia Município IDHM IDHM Renda IDHM Longevidade IDHM Educação Moreilândia 0,600 0,522 0,768 0,540 Fonte: IBGE, 2010 1.1.6.2 Caracterização da gestão dos resíduos sólidos no município o Geração per capita Tabela 38 - Geração per capita (Moreilândia) Município RSU coletados 2015 ¹ (tonelada/ano) RSU gerados 2015 ² (tonelada/ano) Atendimento na coleta (%) Calculado pela RECITEC Informado prefeitura Moreilândia 4.824 5.170 93,30 100,00 Fonte: RECITEC, 2017 (1) - Informado pela Prefeitura (2) - Calculado pelo PERS-PE (2012) ----------------------------------------------------[ 34 ] ---------------------------------------------------- o Produção total Tabela 39 – Estimativa de resíduos sólidos (t) de Moreilândia (2017-2021) Ano Habitantes Anual Mensal Diária 2017 11.360 4.823,840 396,480 13,216 2018 11.482 4.875,645 400,738 13,358 2019 11.605 4.927,875 405,031 13,501 2020 11.729 4.980,530 409,359 13,645 2021 11.854 5.033,609 413,721 13,791 Fonte: RECITEC, 2017 o Composição gravimétrica Figura 22 – Composição gravimétrica dos resíduos sólidos (Moreilândia) Fonte: RECITEC, 2016 1.1.6.3 Serviços públicos de limpeza urbana o Estrutura administrativa e operacional Tabela 40 - Recursos humanos envolvidos nos serviços de limpeza urbana (Moreilândia) Número de funcionários Número Funcionário - 1.000 habitantes Produtividade (toneladas/funcionário.dia) 35 0,035 0,377 Fonte: RECITEC, 2017 Tabela 41 - Veículo e equipamentos (Moreilândia) Carroceria madeira Retroescavadeira Motocicleta (fiscalização) 02 02 01 Fonte: RECITEC, 2016 o Aspectos sociais Quadro 06 - Catadores de materiais recicláveis (Moreilândia) Catadores no município Deposeiro no município Associação ou cooperativa Não Sim Não Fonte: RECITEC, 2016 51,66% 3,58% 0,40% 5,96% 18,54% 19,87% Matéria Orgânica (%) Vidro (%) Metal (%) Papel papelão (%) Plástico (%) Não recicláveis (%) ----------------------------------------------------[ 35 ] ---------------------------------------------------- o Tipo de tratamento e destinação final dos resíduos sólidos Tabela 42 - Gestão dos serviços de limpeza pública (Moreilândia) Tratamento e destinação final Serviços de limpeza pública (Prefeitura / Empresa) Custo de serviços de limpeza anual (R$) Lixão Prefeitura / Empresa 903.428,74 Fonte: RECITEC, 2016 o Figuras 23 e 24 – Container para o entulho e Destinação final de resíduos sólidos (Moreilândia) Figura 23 – Container de entulhos (Moreilândia) Figura 24 – Lixão (Moreilândia) Fonte: RECITEC (2016), Levantamento em campo. ----------------------------------------------------[ 36 ] ---------------------------------------------------- 1.1.7 OURICURI 1.1.7.1 Caracterização do município Figura 25 - Localização do município de Ouricuri Fonte: RECITEC, 2017 Legendas: Municípios do agrupamento 8 Município de Ouricuri o Dados demográficos Tabela 43 - Projeção populacional estimada 2017-2021 (Ouricuri) Município População Estimada (IBGE, 2016) Projeção Populacional Estimada 2017 Projeção Populacional Estimada 2018 Projeção Populacional Estimada 2019 Projeção Populacional Estimada 2020 Projeção Populacional Estimada 2021 Ouricuri 68.236 68.966 69.704 70.450 71.204 71.966 Fonte: IBGE, 2010 o Principais indicadores sociais Tabela 44 – IDH 2010 (Ouricuri) Município IDHM IDHM Renda IDHM Longevidade IDHM Educação Ouricuri 0,572 0,578 0,773 0,419 Fonte: RECITEC 2017 1.1.7.2 Caracterização da gestão dos resíduos sólidos no município o Geração per capita Tabela 45 - Geração per capita gerada (Ouricuri) Município RSU coletados 2015 ¹ (tonelada/ano) RSU gerados 2015 ² (tonelada/ano) Atendimento na coleta (%) Calculado pela RECITEC Informado prefeitura Ouricuri 15.396 21.985 70,03 100,00 Fonte: RECITEC 2017 (1) - Informado pela Prefeitura (2) - Calculado pelo PERS-PE (2012) ----------------------------------------------------[ 37 ] ---------------------------------------------------- o Produção total Tabela 46 – Estimativa de resíduos sólidos (t) de Ouricuri (2017-2021) Ano Habitantes Anual Mensal Diária 2017 68.966 15.396,065 1.265,430 42,181 2018 69.704 15.560,817 1.278,971 42,632 2019 70.450 15.727,355 1.292,659 43,089 2020 71.204 15.895,679 1.306,494 43,550 2021 71.966 16.065,789 1.320,476 44,016 Fonte: RECITEC, 2016 o Composição gravimétrica Figura 26 – Composição gravimétrica dos resíduos sólidos (Ouricuri) Fonte: RECITEC, 2017 1.1.7.3 Serviços públicos de limpeza urbana o Estrutura administrativa e operacional Tabela 47 - Recursos humanos envolvidos nos serviços de limpeza urbana (Ouricuri) Número de funcionários Número Funcionário - 1.000 habitantes Produtividade (tonelada/funcionário.dia) 99 0,099 0,426 Fonte: RECITEC, 2017 Tabela 48 - Veículo e equipamento (Ouricuri) Compactador Caçamba / basculante Carroceria madeira Retroescavadeira Motocicleta (fiscalização) 02 08 02 01 03 Fonte: RECITEC, 2016 o Aspectos sociais Quadro 07 - Catadores de materiais recicláveis (Ouricuri) Catadores no município Deposeiro no município Associação ou cooperativa Sim Sim Sim Fonte: RECITEC, 2016 20,91% 10,45% 8,71% 30,78% 7,08% 22,07% Matéria Orgânica (%) Vidro (%) Metal (%) Papel papelão (%) Plástico (%) Não recicláveis (%) ----------------------------------------------------[ 38 ] ---------------------------------------------------- o Tipo de tratamento e destinação final dos resíduos sólidos Tabela 49 - Gestão dos serviços de limpeza pública (Ouricuri) Tratamento e destinação final Serviços de limpeza pública (Prefeitura / Empresa) Custo de serviços de limpeza anual (R$) Lixão Prefeitura / Empresa 4.500.000,00 Fonte: RECITEC, 2016 o Figuras 27 e 28 – Sistema de limpeza e Destinação final de resíduos sólidos (Ouricuri) Figura 27 – Serviço de varrição (Ouricuri) Figura 28 – Lixão (Ouricuri) Fonte: RECITEC (2016), Levantamento em campo, ----------------------------------------------------[ 39 ] ---------------------------------------------------- 1.1.8 SANTA CRUZ 1.1.8.1 Caracterização do município Figura 29 - Localização do município de Santa Cruz Fonte: RECITEC, 2017 Legendas: Municípios do agrupamento 8 Município de Santa Cruz o Dados demográficos Tabela 50 - Projeção populacional estimada 2017-2021 (Santa Cruz) Município População Estimada (IBGE, 2016) Projeção Populacional Estimada 2017 Projeção Populacional Estimada 2018 Projeção Populacional Estimada 2019 Projeção Populacional Estimada 2020 Projeção Populacional Estimada 2021 Santa Cruz 15.032 15.193 15.355 15.520 15.686 15.854 Fonte: RECITEC, 2017 o Principais indicadores sociais Tabela 51 – IDH 2010 (Santa Cruz) Município IDHM IDHM Renda IDHM Longevidade IDHM Educação Santa Cruz 0,549 0,522 0,722 0,438 Fonte: IBGE, 2010 1.1.8.2 Caracterização da gestão dos resíduos sólidos no município o Geração per capita Tabela 52 - Geração per capita (Santa Cruz) Município RSU coletados 2015 ¹ (tonelada/ano) RSU gerados 2015 ² (tonelada/ano) Atendimento na coleta (%) Calculado pela RECITEC Informado prefeitura Santa Cruz 3.360 4.718 71,22 100,00 Fonte: RECITEC, 2017 (1) - Informado pela Prefeitura (2) - Calculado pelo PERS-PE (2012) ----------------------------------------------------[ 40 ] ---------------------------------------------------- o Produção total Tabela 53 – Estimativa de resíduos sólidos (t) de Santa Cruz (2017-2021) Ano Habitantes Anual Mensal Diária 2017 15.193 3.359,825 276,150 9,205 2018 15.355 3.395,650 279,095 9,303 2019 15.520 3.432,139 282,094 9,403 2020 15.686 3.468,848 285,111 9,504 2021 15.854 3.506,000 288,164 9,605 Fonte: RECITEC, 2016 o Composição gravimétrica Figura 30 – Composição gravimétrica dos resíduos sólidos (Santa Cruz) Fonte: RECITEC, 2017 1.1.8.3 Serviços públicos de limpeza urbana o Estrutura administrativa e operacional Tabela 54 - Recursos humanos envolvidos nos serviços de limpeza urbana (Santa Cruz) Número de funcionários Número Funcionário - 1.000 habitantes Produtividade (toneladas/funcionário.dia) 27 0,027 0,340 Fonte: RECITEC, 2017 Tabela 55 - Veículo e equipamento (Santa Cruz) Caçamba / basculante Carroceria madeira Trator de esteira Pá mecânica Retroescavadeira 02 01 01 01 01 Fonte: RECITEC, 2016 o Aspectos sociais Quadro 08 - Catadores de materiais recicláveis (Santa Cruz) Catadores no município Deposeiro no município Associação ou cooperativa Sim Sim Não Fonte: RECITEC, 2016 51,66% 3,58% 0,40% 5,96% 18,54% 19,87% Matéria Orgânica (%) Vidro (%) Metal (%) Papel papelão (%) Plástico (%) Não recicláveis (%) ----------------------------------------------------[ 41 ] ---------------------------------------------------- o Tipo de tratamento e destinação final dos resíduos sólidos Tabela 56 - Gestão dos serviços de limpeza pública (Santa Cruz) Tratamento e destinação final Serviços de limpeza pública (Prefeitura / Empresa) Custo de serviços de limpeza anual (R$) Lixão Prefeitura / Empresa 379.235,10 Fonte: RECITEC, 2016 o Figuras 31 e 32 – Entrevista com o catador e Destinação final de resíduos sólidos (Santa Cruz) Figura 31 – Catador (Santa Cruz) Figura 32 – Lixão (Santa Cruz) Fonte: RECITEC (2016), Levantamento em campo. ----------------------------------------------------[ 42 ] ---------------------------------------------------- 1.1.9 SANTA FILOMENA 1.1.9.1 Caracterização do município Figura 33 - Localização do município de Santa Filomena Fonte: RECITEC, 2017 Legendas: Municípios do agrupamento 8 Município de Santa Filomena o Dados demográficos Tabela 57 - Projeção populacional estimada 2017-2021 (Santa Filomena) Município População Estimada (IBGE, 2016) Projeção Populacional Estimada 2017 Projeção Populacional Estimada 2018 Projeção Populacional Estimada 2019 Projeção Populacional Estimada 2020 Projeção Populacional Estimada 2021 Santa Filomena 14.265 14.418 14.572 14.728 14.885 15.045 Fonte: RECITEC, 2017 o Principais indicadores sociais Tabela 58 – IDH 2010 (Santa Filomena) Município IDHM IDHM Renda IDHM Longevidade IDHM Educação Santa Filomena 0,533 0,496 0,752 0,406 Fonte: IBGE, 2010 1.1.9.2 Caracterização da gestão dos resíduos sólidos no município o Geração per capita Tabela 59 - Geração per capita (Santa Filomena) Município RSU coletados 2015 ¹ (tonelada/ano) RSU gerados 2015 ² (tonelada/ano) Atendimento na coleta (%) Calculado pela RECITEC Informado prefeitura Santa Filomena 3.876 4.418 87,72 100,00 Fonte: RECITEC, 2017 (1) - Informado pela Prefeitura (2) - Calculado pelo PERS-PE (2012) ----------------------------------------------------[ 43 ] ---------------------------------------------------- o Produção total Tabela 60 – Estimativa de resíduos sólidos (t) de Santa Filomena (2017-2021) Ano Habitantes Anual Mensal Diária 2017 14.418 3.875,935 318,570 10,619 2018 14.572 3.917,334 321,973 10,732 2019 14.728 3.959,271 325,420 10,847 2020 14.885 4.001,477 328,889 10,963 2021 15.045 4.044,489 332,424 11,081 Fonte: RECITEC, 2016 o Composição gravimétrica Figura 34 – Composição gravimétrica dos resíduos sólidos (Santa Filomena) Fonte: RECITEC, 2017 1.1.9.3 Serviços públicos de limpeza urbana o Estrutura administrativa e operacional Tabela 61 - Recursos humanos envolvidos nos serviços de limpeza urbana (Santa Filomena) Número de funcionários Número Funcionário - 1.000 habitantes Produtividade (toneladas/funcionários.dia) 28 0,028 0,379 Fonte: RECITEC, 2017 Tabela 62 - Veículo e equipamento (Santa Filomena) Compactador Caçamba / basculante Motocicleta (fiscalização) Caixa brook (estacionária) 01 01 01 01 Fonte: RECITEC, 2016 o Aspectos sociais Quadro 09 - Catadores de materiais recicláveis (Santa Filomena) Catadores no município Deposeiro no município Associação ou cooperativa Não Sim Não Fonte: RECITEC, 2016 51,66% 3,58% 0,40% 5,96% 18,54% 19,87% Matéria Orgânica (%) Vidro (%) Metal (%) Papel papelão (%) Plástico (%) Não recicláveis (%) ----------------------------------------------------[ 44 ] ---------------------------------------------------- o Tipo de tratamento e destinação final dos resíduos sólidos Tabela 63 - Gestão dos serviços de limpeza pública (Santa Filomena) Tratamento e destinação final Serviços de limpeza pública (Prefeitura / Empresa) Custo de serviços de limpeza anual (R$) Lixão Prefeitura / Empresa 366.283,68 Fonte: RECITEC, 2016 o Figura 35 e 36 – Compactador de lixo e Destinação final de resíduos sólidos (Santa Cruz) Figura 35 - Compactador de lixo Figura 36 – Lixão (Santa Filomena) (Santa Filomena) Fonte: RECITEC (2016), Levantamento em campo. ----------------------------------------------------[ 45 ] ---------------------------------------------------- 1.1.10 TRINDADE 1.1.10.1 Caracterização do município Figura 37 - Localização do município de Trindade Fonte: RECITEC 2017 Legendas: Municípios do agrupamento 8 Município de Trindade o Dados demográficos Tabela 64 - Projeção populacional estimada 2017-2021 (Trindade) Município População Estimada (IBGE, 2016) Projeção Populacional Estimada 2017 Projeção Populacional Estimada 2018 Projeção Populacional Estimada 2019 Projeção Populacional Estimada 2020 Projeção Populacional Estimada 2021 Trindade 29.842 30.161 30.484 30.810 31.140 31.473 Fonte: RECITEC, 2017 o Principais indicadores sociais Tabela 65 – IDH 2010 (Trindade) Município IDHM IDHM Renda IDHM Longevidade IDHM Educação Trindade 0,595 0,602 0,768 0,455 Fonte: IBGE, 2010 1.1.10.2 Caracterização da gestão dos resíduos sólidos no município o Geração per capita Tabela 66 - Geração per capita (Trindade) Município RSU coletados 2015 ¹ (tonelada/ano) RSU gerados 2015 ² (tonelada/ano) Atendimento na coleta (%) Calculado pela RECITEC Informado prefeitura Trindade 10.848 5.387 201,37 100,00 Fonte: RECITEC, 2017 (1) - Informado pela Prefeitura (2) - Calculado pelo PERS-PE (2012) ----------------------------------------------------[ 46 ] ---------------------------------------------------- o Produção total Tabela 67 – Estimativa de resíduos sólidos (t) de Trindade (2017-2021) Ano Habitantes Anual Mensal Diária 2017 30.161 10.847,800 891.600 29,720 2018 30.484 10.963,971 961.148 30,038 2019 30.810 11.081,221 910.785 30,360 2020 31.140 11.199,910 920.541 30,685 2021 31.473 11.319,678 930.384 31,013 Fonte: RECITEC, 2016 o Composição gravimétrica Figura 38 – Composição gravimétrica dos resíduos sólidos (Trindade) Fonte: RECITEC, 2017 1.1.10.3 Serviços públicos de limpeza urbana o Estrutura administrativa e operacional Tabela 68 - Recursos humanos envolvidos nos Serviços de limpeza urbana (Trindade) Número de funcionários Número Funcionário - 1.000 habitantes Produtividade (tonelada/funcionário.dia) 57 0,057 0,521 Fonte: RECITEC, 2017 Tabela 69 - Veículo e equipamento (Trindade) Compactador Caçamba / basculante Carroceria madeira Retroescavadeira Motocicleta (fiscalização) 01 01 01 01 01 Fonte: RECITEC, 2016 o Aspectos sociais Quadro 10 - Catadores de materiais recicláveis (Trindade) Catadores no município Deposeiro no município Associação ou cooperativa Sim Sim Não Fonte: RECITEC, 2016 23,75% 3,83% 14,56% 14,56% 17,24% 26,06% Matéria Orgânica (%) Vidro (%) Metal (%) Papel papelão (%) Plástico (%) Não recicláveis (%) ----------------------------------------------------[ 47 ] ---------------------------------------------------- o Tipo de tratamento e destinação final dos resíduos sólidos Tabela 70 - Gestão dos serviços de limpeza pública (Trindade) Tratamento e destinação final Serviços de limpeza pública (Prefeitura / Empresa) Custo de serviços de limpeza anual (R$) Lixão Prefeitura / Empresa 2.480.000,00 Fonte: RECITEC, 2016 o Figuras 39 e 40 – Secretaria de obras e Destinação final de resíduos sólidos (Trindade) Figura 39 – Secretaria de obras (Trindade) Figura 40 – Lixão (Trindade) Fonte: RECITEC (2016), Levantamento em campo. ----------------------------------------------------[ 48 ] ---------------------------------------------------- 1.2.GERAÇÃO PER CAPITA DE RESÍDUOS SÓLIDOS (GERADOS E COLETADOS) Tabela 71 - Geração per capita de resíduos sólidos (gerados e coletados) no agrupamento 8 Município RSU coletados 2015 ¹ (T/ano) RSU gerados 2015 ² (T/ano) Atendimento na coleta (%) Calculado pela RECITEC Informado prefeitura Araripina 22.944 18.738 122,45* 80,00 Bodocó 12.468 13.962 89,30 100,00 Exu 9.684 6.293 153,89* 100,00 Granito 3.024 3.414 88,57 100,00 Ipubi 14.112 7.160 197,10* 100,00 Moreilândia 4.824 5.170 93,30 100,00 Ouricuri 15.396 21.985 70,03 100,00 Santa Cruz 3.360 4.718 71,22 100,00 Santa Filomena 3.876 4.418 87,72 100,00 Trindade 10.848 5.387 201,37* 100,00 Fonte: RECITEC, 2017 RSU – Resíduos sólidos urbanos (1) - Informado pela Prefeitura (2) - PERS-PE (2012) * - Aumento da porcentagem devido a diferença entre o RSU coletados e RSU gerados, pois o RSU coletado está em maior quantidade ----------------------------------------------------[ 49 ] ---------------------------------------------------- 1.3.TIPOLOGIA DE RESÍDUOS GERADOS NOS MUNICÍPIOS Quadro 11 – Tipologias dos resíduos gerados nos municípios do agrupamento 8 MUNICÍPIO TIPOLOGIA DE RESÍDUOS Agrossilvopastoris Industrial Matadouro Mineração Restos culturais Saúde Urbano Araripina X X X X X Bodocó X X X X Exu X X X Granito X X X Ipubi X X X X Moreilândia X X Ouricuri X X X X X Santa Cruz X X X X Santa Filomena X X Trindade X X X X X RECITEC (2016) ----------------------------------------------------[ 50 ] --------------------------------------------------- - 1.4.RESÍDUOS SUJEITOS À LOGÍSTICA REVERSA Quadro 12 – Coleta de resíduos sujeitos à logística reversa do agrupamento 8 MUNICÍPIOS LOGÍSTICA REVERSA PNEU LÂMPADA ÓLEO LUBRIFICANTE PILHA BATERIA EMBALAGENS DE AGROTÓXICOS Araripina X Bodocó X Exu X X X Granito X Ipubi X X Moreilândia X Ouricuri X Santa Cruz X X Santa Filomena X Trindade X X RECITEC (2016) ----------------------------------------------------[ 51 ] --------------------------------------------------- - 1.5.CONSÓRCIO REFERENTE AO AGRUPAMENTO 8 Quadro 13 – Consórcio referente ao agrupamento 8 NOME DO CONSÓRCIO MUNICÍPIOS CONSORCIADOS CISAPE Afrânio, Araripina, Bodocó, Dormentes, Exu, granito, Ipubi, Moreilândia, Ouricuri, Parnamirim, Santa cruz, Santa Filomena e Trindade ----------------------------------------------------[ 52 ] ---------------------------------------------------- 1.6. REGIONALIZAÇÃO Figura 41 – Proposta de regionalização dos equipamentos para o agrupamento 8 Fonte: ITEP, 2012 – Adaptado pela RECITEC, 2018 ----------------------------------------------------[ 53 ] --------------------------------------------------- - Quadro 14 - Proposta de regionalização dos equipamentos para o agrupamento 8 Município Equipamentos Ação Araripina Aterro sanitário Requalificação Trindade Ouricuri Ipubi Aterro sanitário Implantação Bodocó Exu Granito Aterro sanitário Implantação Moreilândia Santa Cruz Aterro sanitário pequeno porte (ASPP) Implantação Santa Folomena Fonte: ITEP (2013). Adaptado pela RECITEC (2016) Quadro 15 - Proposta de regionalização dos equipamentos para o agrupamento 8 MUNICÍPIO Infraestrutura física de equipamentos a serem instalados (quantidade) GT PEV CMR UC Araripina 1 4 - 1 Bodocó 1 2 - 1 Exu 1 3 - 1 Granito 1 1 - 1 Ipubi 1 2 - 1 Moreilândia 1 1 - 1 Ouricuri 1 1 - 1 Santa Cruz 1 - - 1 Santa Filomena 1 - - 1 Trindade 1 - - 1 Fonte: ITEP (2013). Adaptado pela RECITEC (2016) LEGENDA: GT – Galpão de Triagem PEV – Posto de Entrega Voluntária CMR – Comercialização de Materiais Recicláveis UC – Unidade de Compostagem ----------------------------------------------------[ 54 ] ---------------------------------------------------- 2. PROPOSIÇÃO 2.1 GESTÃO E GERENCIAMENTO DOS RESÍDUOS SÓLIDOS 2.1.1 SERVIÇOS DE LIMPEZA E COLETA DOS RESÍDUOS Quadro 16 – Diretrizes, estratégias e metas referentes aos serviços de limpeza e coleta dos resíduos DIRETRIZES Nº ESTRATÉGIAS METAS (%) IMEDIATO CURTO MÉDIO LONGO 2019 2020 2021 2022 2023 2024 2025 2026 - 2030 2031 - 2039 Ampliação e fortalecimento dos serviços de limpeza pública e manejo dos resíduos sólidos 1 Elaborar Plano de Limpeza Urbana (coleta, capinação, varrição, poda, pintura de meio-fio, limpeza de logradouros e canais) 100 2 Elaborar e implementar sistema de informação do desempenho dos serviços de limpeza pública * 20 100 3 Elaborar e implementar Programa de Educação Ambiental 50 100 4 Promover ações de capacitações técnica e gerencial para os profissionais envolvidos na gestão e operação * 50 100 Fonte: RECITEC, 2017 *Ações a serem desenvolvidas de maneira contínua através de planejamento. ----------------------------------------------------[ 55 ] --------------------------------------------------- - Continuação do Quadro 16 – Diretrizes, estratégias e metas referentes aos serviços de limpeza e coleta pública DIRETRIZES Nº ESTRATÉGIAS METAS (%) IMEDIATO CURTO MÉDIO LONGO 2019 2020 2021 2022 2023 2024 2025 2026 - 2030 2031 - 2039 Ampliação e fortalecimento dos serviços de limpeza pública e manejo dos resíduos sólidos 5 Estruturar sistema de informação, comunicação e mobilização social para o correto manejo dos resíduos sólidos * 50 100 6 Criar legislação municipal de Limpeza Urbana 50 100 7 Instituir a Taxa de Limpeza Urbana 50 100 8 Universalizar a coleta domiciliar 50 100 Fonte: RECITEC, 2017 *Ações a serem desenvolvidas de maneira contínua através de planejamento. ----------------------------------------------------[ 56 ] --------------------------------------------------- - 2.1.2 RESÍDUOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE (RSS) Quadro 17 – Diretrizes, estratégias e metas referentes aos resíduos de serviços de saúde (RSS) DIRETRIZES Nº ESTRATÉGIAS METAS (%) IMEDIATO CURTO MÉDIO LONGO 2019 2020 2021 2022 2023 2024 2025 2026 - 2030 2031 - 2039 Destinação adequadamente os Resíduos de Serviços de Saúde (RSS) 9 Elaborar o Plano de Gerenciamento de Resíduos dos Serviços de Saúde das unidades municipais, conforme legislação e normatizações vigentes 100 10 Criar e atualizar cadastro dos estabelecimentos de pequenos, médios e grandes geradores de RSS (privados e públicos)* 100 11 Exigir Plano de Gerenciamento de Resíduos de Saúde dos pequenos (até 50kg/mês), médio (até 500kg/mês) e grandes geradores (acima de 500kg/mês) 100 12 Exigir a atualização periódica dos planos dos RSS* 100 13 Capacitar os servidores municipais de saúde sobre a correta gestão e gerenciamento dos RSS * 100 14 Implementar a disposição dos RSS conforme legislação e normatizações* 100 Fonte: RECITEC, 2017 *Ações a serem desenvolvidas de maneira contínua através de planejamento. ----------------------------------------------------[ 57 ] --------------------------------------------------- - 2.1.3 RESÍDUOS DA CONSTRUÇÃO CIVIL (RCC) Quadro 18 – Diretrizes, estratégias e metas referentes aos resíduos da construção civil (RCC) DIRETRIZES Nº ESTRATÉGIAS METAS ( % ) IMEDIATO CURTO MÉDIO LONGO 2019 2020 2021 2022 2023 2024 2025 2026 - 2030 2031 - 2039 Destinação adequada dos RCC 15 Criar Lei dos Resíduos da Construção Civil 100 16 Exigir Plano de Gerenciamento dos RCC dos geradores privados e das obras públicas * 100 17 Criar Código de Obras 100 18 Fomentar a reutilização e reciclagem de RCC nas obras (públicas e privadas) * 30 50 100 19 Mapeamento das áreas órfãos e bota-foras existentes nos municípios * 100 20 Criar Pontos de Entrega Voluntária (PEV) para essa tipologia de resíduos até 1m³/dia (por gerador) 30 70 100 21 Criar local para acondicionamento de RCC dos PEVs, empresas e coletados pela Prefeitura 50 100 Fonte: RECITEC, 2017 *Ações a serem desenvolvidas de maneira contínua através de planejamento. ----------------------------------------------------[ 58 ] --------------------------------------------------- - 2.1.4 RESÍDUOS SÓLIDOS INDUSTRIAIS (RSI) Quadro 19 – Diretrizes, estratégias e metas referentes aos resíduos sólidos industriais (RSI) DIRETRIZES Nº ESTRATÉGIAS METAS (%) IMEDIATO CURTO MÉDIO LONGO 2019 2020 2021 2022 2023 2024 2025 2026 - 2030 2031 - 2039 Destinação adequada dos Resíduos Sólidos Industriais (RSI) 22 Solicitar Plano de Gerenciamento dos RSI dos geradores, conforme legislação vigente 100 23 Criar e atualizar cadastro municipal dos geradores de resíduos industriais 100 24 Monitorar a destinação e disposição final dos resíduos industriais * 50 100 25 Criar de instrumentos econômicos para cobrança de taxas e/ou tarifas referentes a coleta dos resíduos industriais não perigosos(Classe II A – NBR/ 10004/2004). 100 Fonte: RECITEC, 2017 *Ações a serem desenvolvidas de maneira contínua através de planejamento. ----------------------------------------------------[ 59 ] --------------------------------------------------- - 2.1.5 RESÍDUOS SÓLIDOS AGROSSILVOPASTORIS (RSA) Quadro 20 – Diretrizes, estratégias e metas referentes aos resíduos sólidos agrossilvopastoris (RSA) DIRETRIZES Nº ESTRATÉGIAS METAS ( % ) IMEDIATO CURTO MÉDIO LONGO 2019 2020 2021 2022 2023 2024 2025 2026 - 2030 2031 - 2039 Gerenciamento correto dos resíduos orgânicos e inorgânicos gerados nas atividades agropecuárias e silviculturais 26 Desenvolver diagnóstico dos resíduos agrossilvopastoris 30 70 100 27 Orientar e capacitar os produtores rurais quanto ao reaproveitamento e destino correto dos resíduos agrossilvopastoris, incluindo os sujeitos à logística reversa * 30 70 100 28 Fomentar a pesquisa e o desenvolvimento de novas tecnologias de tratamento com ênfase na compostagem e biodigestão 25 50 75 100 Fonte: RECITEC, 2017 *Ações a serem desenvolvidas de maneira contínua através de planejamento. ----------------------------------------------------[ 60 ] --------------------------------------------------- - 2.1.6 RESÍDUOS SÓLIDOS DE MINERAÇÃO (RSM) Quadro 21 – Diretrizes, estratégias e metas referentes aos resíduos sólidos de mineração (RSM) DIRETRIZES Nº ESTRATÉGIAS METAS ( % ) IMEDIATO CURTO MÉDIO LONGO 2019 2020 2021 2022 2023 2024 2025 2026 - 2030 2031 - 2039 Destinação ambientalmente correta dos resíduos da mineração 29 Criar cadastro municipal dos geradores de resíduos de mineração 100 30 Realizar diagnóstico dos resíduos da mineração 30 70 100 31 Exigir Plano de Gerenciamento dos resíduos de mineração dos geradores 100 Fonte: RECITEC, 2017 ----------------------------------------------------[ 61 ] --------------------------------------------------- - 2.1.7 RESÍDUOS DE TRANSPORTE (RST) Quadro 22 – Diretrizes, estratégias e metas referentes aos resíduos sólidos de transporte (RST) DIRETRIZES Nº ESTRATÉGIAS METAS (%) IMEDIATO CURTO MÉDIO LONGO 2019 2020 2021 2022 2023 2024 2025 2026 - 2030 2031 - 2039 Gerenciamento adequado dos resíduos de transporte (RT) 32 Elaborar Plano de Gerenciamento de RT dos terminais de transporte de responsabilidade dos municípios 100 33 Solicitar o Plano de Gerenciamento de RT dos terminais de transportes privados e públicos 100 34 Monitorar a destinação e disposição final dos RT * 50 100 Fonte: RECITEC, 2017 *Ações a serem desenvolvidas de maneira contínua através de planejamento. ----------------------------------------------------[ 62 ] --------------------------------------------------- - 2.1.8 RESÍDUOS SUJEITOS À LOGÍSTICA REVERSA Quadro 23 – Diretrizes, estratégias e metas referentes aos resíduos sujeitos à logística reversa DIRETRIZES Nº ESTRATÉGIAS METAS ( % ) IMEDIATO CURTO MÉDIO LONGO 2019 2020 2021 2022 2023 2024 2025 2026 - 2030 2031 - 2039 Destinação ambientalmente correta dos resíduos sujeitos à logística reversa (embalagens de agrotóxicos, pneus, óleos lubrificantes, lâmpadas, pilhas, baterias, medicamentos vencidos, eletroeletrônicos e embalagens em geral) 35 Implantar campanhas educativas e informativas sobre a correta destinação dos resíduos sujeitos à logística reversa * 50 100 36 Criar Grupo de Trabalho envolvendo comércio, indústria e sociedade civil para traçar estratégias/planejamento da implantação da logística reversa nos municípios 50 100 37 Implementar a destinação das embalagens de agrotóxicos * 50 100 Fonte: RECITEC, 2017 *Ações a serem desenvolvidas de maneira contínua através de planejamento. ----------------------------------------------------[ 63 ] --------------------------------------------------- - Continuação do Quadro 23 – Diretrizes, estratégias e metas referentes aos resíduos sujeitos à logística reversa DIRETRIZES Nº ESTRATÉGIAS METAS ( % ) IMEDIATO CURTO MÉDIO LONGO 2019 2020 2021 2022 2023 2024 2025 2026 - 2030 2031 - 2039 Destinação ambientalmente correta dos resíduos sujeitos à logística reversa (embalagens de agrotóxicos, pneus, óleos lubrificantes, lâmpadas, pilhas, baterias, medicamentos vencidos, eletroeletrônicos e embalagens em geral) 38 Implementar destinação de pneus * 50 100 39 Implementar destinação de óleo lubrificante * 50 100 40 Implementar destinação de lâmpadas * 50 100 41 Implementar destinação de baterias * 100 42 Implementar destinação de pilhas * 50 100 43 Implementar destinação de medicamentos vencidos, eletroeletrônicos e embalagens em geral 25 50 100 Fonte: RECITEC, 2017 *Ações a serem desenvolvidas de maneira contínua através de planejamento. ----------------------------------------------------[ 64 ] --------------------------------------------------- - 2.1.9 COLETA SELETIVA Quadro 24 – Diretrizes, estratégias e metas referentes aos resíduos sujeitos à coleta seletiva DIRETRIZES Nº ESTRATÉGIAS METAS (%) IMEDIATO CURTO MÉDIO LONGO 2019 2020 2021 2022 2023 2024 2025 2026 - 2030 2031 - 2039 Implantação e/ou reestruturação de Sistema de Coleta Seletiva 44 Elaborar o Programa de Coleta Seletiva envolvendo todos os segmentos da sociedade 100 45 Promover atividades de Educação Ambiental com foco nos 3Rs (Redução, Reutilização e Reciclagem) visando uma mudança de comportamento dos munícipes * 50 100 46 Implementar o Programa de Coleta Seletiva * 50 100 47 Estruturar sistema de informação, comunicação e monitoramento do Programa de Coleta Seletiva 50 100 48 Regulamentar a coleta seletiva 50 100 49 Criar cooperativa e/ou associação de catadores 50 100 Fonte: RECITEC, 2017 *Ações a serem desenvolvidas de maneira contínua através de planejamento. ----------------------------------------------------[ 65 ] --------------------------------------------------- - 2.1.10 DESTINAÇÃO FINAL Quadro 25 – Diretrizes, estratégias e metas referentes à destinação final DIRETRIZES Nº ESTRATÉGIAS METAS ( % ) IMEDIATO CURTO MÉDIO LONGO 2019 2020 2021 2022 2023 2024 2025 2026 - 2030 2031 - 2039 Atendimento à Política Nacional de Resíduos Sólidos Lei 12.305/2010 50 Elaborar Programa de Recuperação de Áreas Degradadas (PRAD) 100 51 Aprovar o PRAD junto aos órgãos ambientais (CPRH, IBAMA) 100 52 Implementar o PRAD 20 100 53 Encerrar atividade nos lixões 50 100 54 Destinar os resíduos sólidos para aterros sanitários existentes 100 55 Elaborar, licenciar e implementar aterro sanitário 30 50 100 Fonte: RECITEC, 2017 ----------------------------------------------------[ 66 ] --------------------------------------------------- - 2.2 CENÁRIO DAS ESTRATÉGIAS REALIZADAS PELOS MUNICÍPIOS DO AGRUPAMENTO 8 As proposições foram desenvolvidas a partir dos cenários da gestão e gerenciamento dos resíduos sólidos diagnosticados em cada município, assim sendo, foram apresentadas por meio de diretrizes, estratégias e metas que devem ser cumpridas por todos os municípios (Quadros 16 ao 25). No desenvolvimento dos estudos observou-se que alguns municípios já apresentavam iniciativas compatíveis com diretrizes e estratégias supracitadas, porém é importante ressaltar que estas, podem ou não terem sido realizadas em sua totalidade. Desta maneira, o objetivo deste item é apresentar o cenário observado por município (Quadro 26). Na elaboração do Quadro 26, foi definida a seguinte legenda: X (Ações Desenvolvidas) 0 (Não existe indústria no município) (Ações não desenvolvidas) ? (Não informado) Letras (Diretrizes): A – Serviço de limpeza e coleta de resíduos B – Resíduos de serviço de saúde C – Resíduos da construção civil D – Resíduos sólidos industriais E – Resíduos sólidos agrossilvopastoris F – Resíduos sólidos de mineração G – Resíduos sólidos de transportes H – Resíduos sujeitos a logística reversa I – Coleta Seletiva J – Destinação Final Números (Estratégias) ----------------------------------------------------[ 67 ] ---------------------------------------------------- Quadro 26 – Cenário das estratégias realizadas pelos municípios do agrupamento 8 MUNICÍPIOS A B C D E 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 Araripina X X ? X X X X X Bodocó X X X ? X X X X X Exu X X ? X X X 0 0 0 0 Granito X ? X X X 0 0 0 0 Ipubi X X ? X X X 0 0 0 0 Moreilândia X X ? X X X 0 0 0 0 Ouricuri X X ? X X X X X X 0 0 Santa Cruz X X X X X X X X X 0 0 0 0 Santa Filomena X X X X X X X X 0 0 0 0 Trindade ? X X 0 Legenda: Letras (Diretrizes) Números (Estratégias) X (Ações Desenvolvidas) 0 (Não existe) (Ações não desenvolvidas) ? (Não informado) ----------------------------------------------------[ 68 ] --------------------------------------------------- - Continuação do Quadro 26 – Cenário das estratégias realizadas pelos municípios do agrupamento 8 MUNICÍPIOS F G H I J K 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40 41 42 43 44 45 46 47 48 49 50 51 52 53 54 55 Araripina X 0 X X Bodocó 0 Exu 0 X X Granito 0 Ipubi X 0 X X Moreilândia 0 Ouricuri X 0 X Santa Cruz 0 X Santa Filomena 0 Trindade X 0 X Legenda: Letras (Diretrizes) Números (Estratégias) X (Ações Desenvolvidas) 0 (Não existe) (Ações não desenvolvidas) ? (Não informado) ----------------------------------------------------[ 69 ] --------------------------------------------------- - 3.PROGRAMAS 3.1.PROGRAMA PARA MELHORIA DA GESTÃO E GERENCIAMENTO DOS RESÍDUOS SÓLIDOS DOS MUNICÍPIOS 3.1.1. SERVIÇOS DE LIMPEZA E COLETA DE RESÍDUOS Objetivo: Aperfeiçoar a qualidade da gestão municipal de resíduos sólidos. Ações: - Capacitar equipe técnica e gerencial, introduzindo no conteúdo programático as questões do âmbito social, ambiental, econômica e técnica; - Elaborar material de orientação técnica para o correto gerenciamento dos resíduos sólidos; - Elaborar procedimentos de controles operacionais, tornando eficiente a fiscalização; - Fomentar soluções regionalizadas na gestão dos resíduos sólidos; - Realizar eventos e atividades com foco na construção do sistema de informação, comunicação e controle social para o correto manejo dos resíduos sólidos; - Realizar disseminação e comunicação das ações da gestão dos resíduos sólidos por meio dos diversos veículos (verbal, impressa, audiovisual e eletrônica)de diálogo com a sociedade; - Fomentar fóruns de debates com os diversos atores da sociedade para construção da legislação de limpeza urbana; 3.1.2 RESÍDUOS DE SAÚDE Objetivo: Ampliar e fortalecer a destinação final adequada para os resíduos de saúde Ações: - Realizar oficinas de capacitação para servidores municipais de saúde sobre o correto gerenciamento dos resíduos de saúde; - Promover através dos agentes de saúde palestras e oficinas sobre o correto acondicionamento e destinação dos resíduos de saúde junto às comunidades; - Criar calendário de monitoramento quanto ao gerenciamento dos resíduos de saúde nas unidades estaduais, municipais e privadas; ----------------------------------------------------[ 70 ] ---------------------------------------------------- - Realizar oficinas para contribuições na elaboração do Plano de Gerenciamento de Resíduos dos Serviços de Saúde; 3.1.3. RESÍDUOS DA CONSTRUÇÃO CIVIL Objetivo: Evitar a disposição irregular dos mesmos e destinar de forma adequada os resíduos de construção civil Ações: - Criar instrumento legal para o gerenciamento dos resíduos da construção civil e cobrança pela coleta e tratamento deste material; -Definir pontos de apoio para que os geradores levem seus entulhos (até 1m³/dia); - Levantar e pontuar áreas bota-foras indevidas dos RCC para erradicação das mesmas; - Buscar tecnologias para reutilização e reciclagem de RCC; -Realizar oficinas para contribuições na elaboração do Plano de Gerenciamento de RCC. 3.1.4 RESÍDUOS INDUSTRIAIS Objetivo: Promover o correto gerenciamento dos resíduos das unidades industriais Ações: - Criar calendário de monitoramento quanto ao gerenciamento dos resíduos industriais; - Realizar oficinas entre as Secretarias envolvidas no processo de elaboração de taxas e/ou tarifas para prestação do serviço de coleta de resíduos Classe II A (NBR 10004/2004); ----------------------------------------------------[ 71 ] ---------------------------------------------------- 3.1.5 RESÍDUOS AGROSSILVOPASTORIS Objetivo: Atender legislação vigente quanto ao gerenciamento adequado dos resíduos agrossilvopastoris Ações: - Elaborar material educativo, com linguagem apropriada, para orientar as comunidades rurais quanto à segregação, tratamento e destino final dos resíduos agrossilvopastoris; - Realizar visitas na zona rural para desenvolvimento do diagnóstico dessa tipoloia de resíduos; -Promover capacitações para os produtores rurais quanto ao reaproveitamento e destinação adequada dos resíduos agrossilvopastoris, como também, os sujeitos à logística reversa; - Buscar tecnologias para tratamento com ênfase na compostagem e biodigestão. 3.1.6 RESÍDUOS DE MINERAÇÃO Objetivo: Promover o correto gerenciamento dos resíduos de mineração Ações: - Realizar mapeamento das mineradoras; - Criar calendário de monitoramento quanto ao gerenciamento dos resíduos industriais; 3.1.7 RESÍDUOS DE TRANSPORTE Objetivo: Destinar corretamente os resíduos de resíduos de transporte Ações: - Realizar levantamento dos resíduos (tipologia e quantidade) dos serviços de transporte, bem como conhecer as lacunas no gerenciamento destes resíduos; - Criar calendário de monitoramento dos pontos de geração dos resíduos desta tipologia de resíduos. ----------------------------------------------------[ 72 ] ---------------------------------------------------- 3.1.8 RESÍDUOS SUJEITOS À LOGÍSTICA REVERSA Objetivo: Orientar sobre o gerenciamento dos resíduos sujeitos à logística reversa Ações: - Criar Fórum de discussão sobre os resíduos sujeitos à logística reversa, com participação dos diversos segmentos da sociedade organizada, sob orientação da administração pública; - Elaborar material de orientação para o acondicionamento e destino dos resíduos sujeitos à logística reversa; - Realizar oficinas de capacitação para funcionários municipais com ênfase no conhecimento sobre os resíduos sujeitos à logística reversa e o devido gerenciamento em conformidade com as legislações pertinentes. 3.1.9 COLETA SELETIVA Objetivo: Implementar sistema de coleta seletiva com inclusão social dos catadores de materiais recicláveis Ações: - Orientar a organização de cooperativas e/ou associações para os catadores de materiais recicláveis; -Promover ações de capacitação técnica e gerencial dos membros de cooperativas e/ou associação dos agentes de reciclagem; - Fixar coletores de materiais recicláveis e não recicláveis nos pontos estratégicos, tais como escolas, logradouros públicos e outras localidades do município; - Apoiar na comercialização e beneficiamento dos materiais recicláveis em grande escala, por meio de uma rede de comercialização; - Apoiar as cooperativas e/ou associações na elaboração de projetos e buscando parcerias com empresas e entidades públicas e privadas; - Criar cadastro das cooperativas e/ou associações, bem como, dos seus catadores; - Criar rede de parcerias com empresas recebedoras dos materiais recicláveis; - Incentivar a organização de cooperativas e/ou associações para os catadores de materiais recicláveis; - Elaborar material didático sobre coleta seletiva; ----------------------------------------------------[ 73 ] ---------------------------------------------------- - Criar canais de informação sobre a coleta seletiva por meio dos diversos veículos (verbal, impressa, audiovisual e eletrônica) de diálogo com a sociedade; - Realizar ações que retirem as crianças e adolescentes da catação, bem como integrá-las no sistema de ensino. - Realizar campanhas educativas com ênfase nos 3 R’s. 4. MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO DOS SERVIÇOS PÚBLICOS 4.1. SERVIÇOS DE LIMPEZA E COLETA PÚBLICA Quadro 27 – Indicadores referentes às estratégias para serviços de limpeza e coleta de resíduos ESTRATÉGIAS INDICADORES Elaborar Plano de Limpeza Urbana Número de municípios com Plano de Limpeza Urbana Elaborar e implementar sistema de informação do desempenho dos serviços de limpeza pública Número de municípios com Sistema de informação da Limpeza Pública Elaborar e implementar Programa de Educação Ambiental Número de municípios com Programas de Educação Ambiental Promover ações de capacitações técnica e gerencial para os profissionais envolvidos na gestão e operação Número de cursos de formação continuada nas atividades de gestão e operação dos resíduos sólidos Número de inscritos nos cursos de formação continuada nas atividades de gestão e operação dos resíduos sólidos Estruturar sistema de comunicação e mobilização permanente social Número de municípios com sistema de comunicação permanente Número de municípios com sistema de mobilização social permanente Área de abrangência nos municípios com sistemas de comunicação e mobilização Criar legislação municipal de Limpeza Urbana Número de municípios com Legislação específica para Limpeza Urbana Instituir a Taxa de Limpeza Urbana Número de municípios com Taxa de Limpeza Urbana Universalizar a coleta domiciliar Número de municípios com coleta domiciliar universalizada Fonte: RECITEC, 2017 ----------------------------------------------------[ 74 ] ---------------------------------------------------- 4.2. RESÍDUOS DOS SERVIÇOS DE SAÚDE (RSS) Quadro 28 – Indicadores referentes às estratégias para resíduos dos serviços de saúde (RSS) ESTRATÉGIAS INDICADORES Elaborar o Plano de Gerenciamento de Resíduos dos Serviços de Saúde das unidades municipais Número de unidades municipais com Plano de Gerenciamento de Resíduos dos Serviços de Saúde (por Município) Número de unidades municipais com Plano de Gerenciamento de Resíduos dos Serviços de Saúde (por Agrupamento) Exigir Plano de Gerenciamento de Resíduos de Saúde dos pequenos e grandes geradores Número de pequenos e grandes geradores de Resíduos dos Serviços de Saúde (por município) Número de Planos de Gerenciamento de Resíduos dos Serviços de Saúde (por município) Número de pequenos e grandes geradores de Resíduos dos Serviços de Saúde (por Agrupamento) Número de Planos de Gerenciamento de Resíduos dos Serviços de Saúde (por Agrupamento) Criar e atualizar cadastro dos estabelecimentos de pequenos e grandes geradores de RSS (privados e públicos) Número de municípios com cadastramento de pequenos e grandes geradores de Resíduos dos Serviços de Saúde Exigir a atualização periódica dos planos dos RSS Número de municípios com planos dos RSS atualizados Capacitar os servidores municipais de saúde sobre a correta gestão e gerenciamento dos resíduos dos RSS Número de cursos de formação para os agentes de saúde sobre a correta gestão e gerenciamento de Resíduos dos Serviços de Saúde Implementar disposição dos RSS conforme legislação e normatizações Número de municípios com disposição adequada dos RSS Fonte: RECITEC, 2017 ----------------------------------------------------[ 75 ] ---------------------------------------------------- 4.3. RESÍDUOS DA CONSTRUÇÃO CIVIL Quadro 29 – Indicadores referentes às estratégias para resíduos da construção civil (RCC) ESTRATÉGIAS INDICADORES Criar Lei dos Resíduos Sólidos da Construção Civil Número de municípios com Lei dos RCC Exigir Plano de Gerenciamento dos RCC dos geradores privados Criar Código de Obras Número de Planos de Gerenciamento de Resíduos da Construção Civil (por município) Criar Código de Obras Número de municípios com Código de Obras Fomentar a reutilização e reciclagem de RCC nas obras (públicas e privadas) Número de iniciativas para reutilização e/ou reciclagem de RCC (por município) Mapeamento das áreas de bota-foras existentes nos municípios Número de municípios com mapeamento das áreas órfãs e bota-foras Criar Ponto de Entrega Voluntária para essa tipologia de resíduos até 1m³/dia (por gerador) Número de PEVs para RCC (por município) Área de abrangência dos PEVs (por município) Criar local para acondicionamento de RCC dos PEVs, empresas e coletados pela Prefeitura Número de municípios com local para acondicionamento de RCC Fonte: RECITEC, 2017 ----------------------------------------------------[ 76 ] ---------------------------------------------------- 4.4. RESÍDUOS SÓLIDOS INDUSTRIAIS (RSI) Quadro 30 – Indicadores referentes às estratégias para resíduos sólidos industriais (RSI) ESTRATÉGIAS INDICADORES Solicitar Plano de Gerenciamento dos RSI dos geradores, conforme legislação vigente Número de unidades industriais (por município) Número de Planos de Gerenciamento de Resíduos Industriais (por município) Criar e atualizar cadastro municipal dos geradores de resíduos industriais Número de municípios com cadastramento dos geradores de resíduos industriais Monitorar a destinação e disposição final dos resíduos industriais Número de unidades industriais fiscalizadas (por município) Criar de instrumentos econômicos (taxas e/ou tarifas) referentes à cobrança da coleta dos resíduos industriais não perigosos (Classe II A – NBR/ 10004/2004). Número de municípios com instrumentos econômicos estabelecidos Fonte: RECITEC, 2017 ----------------------------------------------------[ 77 ] ---------------------------------------------------- 4.5. RESÍDUOS SÓLIDOS AGROSSILVOPASTORIS (RSA) Quadro 31 – Indicadores referentes às estratégias para resíduos sólidos agrossilvopastoris (RSA) ESTRATÉGIAS INDICADORES Desenvolver diagnóstico dos resíduos agrossilvopastoris Número de municípios com diagnóstico dos resíduos agrossilvopastoris Orientar e capacitar os produtores rurais quanto ao reaproveitamento e destino correto dos resíduos agrossilvopastoris, incluindo os sujeitos à logística reversa Número de produtores rurais (por município) Número de cursos e capacitações referente ao reaproveitamento e destino correto dos resíduos agrossilvopastoris (por município) Número de produtores rurais participantes por cada curso (por município) Fomentar a pesquisa e o desenvolvimento de novas tecnologias de tratamento com ênfase na biodigestão Número de municípios com aproveitamento de gases provenientes da biodigestão Fonte: RECITEC, 2017 4.6. RESÍDUOS SÓLIDOS DE MINERAÇÃO (RSM) Quadro 32 – Indicadores referentes às estratégias para resíduos sólidos de mineração (RSM) ESTRATÉGIAS INDICADORES Realizar diagnóstico dos resíduos da mineração Número de municípios com diagnóstico dos resíduos da mineração Criar cadastro municipal dos geradores de resíduos de mineração Número de municípios com cadastramento dos geradores de resíduos da mineração Exigir Plano de Gerenciamento dos resíduos de mineração dos geradores Número de Planos de Gerenciamento dos resíduos de mineração (por município) Fonte: RECITEC, 2017 ----------------------------------------------------[ 78 ] ---------------------------------------------------- 4.7. RESÍDUOS SÓLIDOS DE TRANSPORTE (RST) Quadro 33 – Indicadores referentes às estratégias para resíduos sólidos de transporte (RST) ESTRATÉGIAS INDICADORES Elaborar Plano de Gerenciamento de RT dos terminais de transporte de responsabilidade dos municípios Número dos terminais de transporte (por município) Número de Planos de Gerenciamento de Transporte (por município) Solicitar o Plano de Gerenciamento de RT dos terminais de transportes privados e públicos Número dos terminais de transporte privados e públicos (por município) Número de Planos de Gerenciamento de Resíduos de Transporte (por município) Monitorar a destinação e disposição final dos RT Número de terminais de transporte monitorados (por município) Fonte: RECITEC, 2017 ----------------------------------------------------[ 79 ] ---------------------------------------------------- 4.8. LOGÍSTICA REVERSA Quadro 34 – Indicadores referentes às estratégias para logística reversa ESTRATÉGIAS INDICADORES Criar Grupo de Trabalho envolvendo comércio, indústria e sociedade civil para traçar estratégias/planejamento da implantação da logística reversa nos municípios Número de municípios com planejamento estratégico envolvendo comércio, indústria e sociedade civil Implantar campanhas educativas e informativas sobre a correta destinação dos resíduos com logística reversa Número de municípios com campanhas educativas e informativas sobre Logística Reversa Número de campanhas educativas e informativas para cada resíduo sujeito à logística reversa (embalagens de agrotóxicos, pneus, óleos lubrificantes, lâmpadas, pilhas e baterias) Área de abrangência das campanhas educativas e informativas sobre Logística Reversa Implementar a destinação das embalagens de agrotóxicos Número de municípios com destino adequado para as embalagens de agrotóxicos Implementar a destinação de pneus Número de municípios com destino adequado para pneus Implementar a destinação de óleo lubrificante Número de municípios com destino adequado para óleo lubrificante Implementar a destinação de lâmpadas Número de municípios com destino adequado para lâmpadas Implementar a destinação de baterias Número de municípios com destino adequado para baterias Implementar a destinação de pilhas Número de municípios com destino adequado para pilhas Implementar a destinação de medicamentos vencidos, eletroeletrônicos e embalagens em geral Número de municípios com destino adequado para medicamentos vencidos, eletroeletrônicos e embalagens em geral Fonte: RECITEC, 2017 ----------------------------------------------------[ 80 ] ---------------------------------------------------- 4.9. COLETA SELETIVA Quadro 35 – Indicadores referentes às estratégias para coleta seletiva ESTRATÉGIAS INDICADORES Elaborar o Programa de Coleta Seletiva envolvendo todos os segmentos da sociedade Número de municípios com Programa de Coleta Seletiva Implementar Programa de Coleta Seletiva Número de municípios com o Programa de Coleta Seletiva implementado Criar associações e/ou cooperativas de catadores Número de associações e/ou cooperativas (por município) Apoiar a estruturação de uma rede de comercialização de materiais recicláveis Número de municípios com rede de comercialização de materiais recicláveis Promover programas perenes de Educação Ambiental com foco nos 3Rs (Redução, Reutilização e Reciclagem) visando uma mudança de comportamento dos munícipes Número de municípios com Programas de Educação Ambiental Área de abrangência do Programa de Educação Ambiental (por município) Estruturar sistema de informação, comunicação e monitoramento do Programa de Coleta Seletiva Número de município com sistema de informação, comunicação e monitoramento do Programa de Coleta Seletiva Área de abrangência do sistema de informação, comunicação e monitoramento do Programa de Coleta Seletiva (por município) Regulamentar a coleta seletiva Número de municípios com coleta seletiva regulamentada Fonte: RECITEC, 2017 ----------------------------------------------------[ 81 ] ---------------------------------------------------- 4.10. DESTINAÇÃO FINAL Quadro 36 – Indicadores referentes às estratégias para destinação final ESTRATÉGIAS INDICADORES Elaborar Programa de Recuperação de Áreas Degradadas (PRAD) Número de municípios com o PRAD Aprovar o PRAD junto aos órgãos ambientais (CPRH e IBAMA) Número de municípios que aprovaram o PRAD Encerrar atividades nos lixões Número de municípios que encerraram atividades nos lixões Destinar resíduos sólidos para aterros sanitários existentes, atendendo a proposta de regionalização Número de municípios que destinam seus resíduos sólidos para aterros sanitários Elaborar, licenciar e implementar aterro sanitário de acordo com as propostas de regionalização Número de municípios com aterros sanitários Fonte: RECITEC, 2017 ----------------------------------------------------[ 82 ] ---------------------------------------------------- 5. ESTUDO DE SELEÇÃO PARA PROPOSTAS DE ÁREAS PARA ATERROS SANITÁRIOS 5.1. ARARIPINA Tabela 72 - Síntese dos procedimentos para escolha da área para requalificação do aterro sanitário no município de Araripina (O município de Trindade compartilhará o aterro) EXIGÊNCIA COMENTÁRIOS ÁREA 1 ÁREA 2 ÁREA 3 Área total (m 2) 47.409 119.894 84.672 Imagem das Áreas Coordenadas Geo gráfica (UTM) -7.5817,-40.5742083333 -7.585075,-40.5773638889 -7.58795833333,-40.5730861111 Acesso BR-316 / via local BR-316 / via local BR-316 / via local Distância do perímetro urbano 8,26 Km 6,17 Km 6,05 Km Existência de área hab. 1Km Sim Sim Sim Proximidade de unidade de conserva ção Não Não Não Área disponível para implantação do aterro Sim Não atende Não atende Fonte: RECITEC, 2016 ----------------------------------------------------[ 83 ] --------------------------------------------------- - 5.2. OURICURI Tabela 73 - Síntese dos procedimentos para escolha da área para implantação do aterro sanitário no município de Ouricuri (Os municípios de Ipubi e Bodocó compartilharão o aterro) EXIGÊNCIA COMENTÁRIOS ÁREA 1 (LIXÃO) ÁREA 2 ÁREA 3 Área total ( m 2) 74.980 322.344 339.012 Imagem das Áreas Coordenadas Geo gráfica (UTM) -7.93055555556,-40.1080555556 -7.904425,-40.1250722222 -7.90078888889,-40.1300916667 Acesso BR-122 BR-122 / via local BR-122 / via local Distância do perímetro urbano 3,60 Km 4,11 Km 4,08 Km Existência de área hab. 1Km Sim Não Não Proximidade de unidade de conserva ção Não Não Não Área dis ponível para implanta ção do aterro Não atende Sim Sim Fonte: RECITEC, 2016 ----------------------------------------------------[ 84 ] --------------------------------------------------- - 5.3. EXU Tabela 74 - Síntese dos procedimentos para escolha da área para implantação do aterro sanitário no município de Exu (Os municípios de Granito e Moreilândia compartilharão o aterro) EXIGÊNCIA COMENTÁRIOS ÁREA 1 (Lixão) ÁREA 2 ÁREA 3 Área total ( m 2) 40.040 150.528 160.460 Imagem das Áreas Coordenadas Geo gráfica (UTM ) -7.61151388889,-39.6962361111 -7.60373611111,-39.7131972222 -7.61193055556,-39.7336166667 Acesso BR-122 / PE - 507 BR-122 / PE-507 BR-122 / via local Distância do perímetro urbano 11,57 Km 8,98 Km 12,79 Km Existência de área hab. 1Km Sim Sim Não Proximidade de unidade de conserva ção Não Não Não Área disponível para implantação do aterro Não atende Não atende Sim Fonte: RECITEC, 2016 ----------------------------------------------------[ 85 ] --------------------------------------------------- - 5.4. SANTA CRUZ Tabela 75 - Síntese dos procedimentos para escolha da área para implantação do aterro sanitário de pequeno porte no município de Santa Cruz (O município de Santa Filomena compartilhará o aterro) EXIGÊNCIA COMENTÁRIOS ÁREA 1 (Lixão) ÁREA 2 ÁREA 3 Área total ( m 2) 28.274 275.625 432.250 Imagem das Áreas Coordenadas Geo gráfica (UTM) -8.22786111111,-40.3350555556 -8.22088888889,-40.3239222222 -8.21315833333,-40.3272861111 Acesso BR-122 / via local BR-122 / via local BR-122 / via local Distância do perímetro urbano 0,62 Km 1,97 Km 2,37 Km Existência de área hab. 1Km Sim Não Não Proximidade de unidade de conserva ção Não Não Não Área dis ponível para implanta ção do aterro Não atende Sim Sim Fonte: RECITEC, 2016 ----------------------------------------------------[ 86 ] --------------------------------------------------- - 6. SISTEMA DE CÁLCULO DOS CUSTOS OPERACIONAIS E PARA REALIZAÇÃO DOS SERVIÇOS DE LIMPEZA URBANA A eficácia, universalização e sustentabilidade do sistema de gestão dos serviços de limpeza urbana e manejo de resíduos sólidos requer o dimensionamento adequado dos custos necessários à efetivação destes serviços. De acordo com os estudos da Proposta de Regionalização da Gestão Integrada de Resíduos Sólidos para o Estado de Pernambuco (2011) na validação dos arranjos consorciados propostos nas oficinas de trabalho realizadas nos municípios, foram definidos a priori 3 (três) cenários que procuram justificar, a partir dos dados obtidos direta e indiretamente (fontes secundárias), de acordo com a legislação vigente e considerando os aspectos técnicos considerados na metodologia, a consolidação de uma Proposta de Regionalização da Gestão Integrada de Resíduos Sólidos para o Estado de Pernambuco. Os cenários propostos são detalhados a seguir: CENÁRIO A – GESTÃO INDIVIDUALIZADA Esse cenário de sistema individualizado de tratamento e destinação final compreende a implantação de 1 (um) aterro sanitário em cada município do Estado, incluindo custos de aterramento de resíduos calculados por 20 anos, unidade de triagem de materiais recicláveis, unidade de compostagem, postos de entrega voluntários (PEV) nos municípios que possuem distrito e os custos para encerramento de lixões, contemplando as obras e licenciamento. A partir das simulações de custos com base em informações do Ministério do Meio Ambiente, para implantação dos aterros e consideradas as faixas populacionais crescentes, para enfrentamento da questão de destinação final dos resíduos sólidos da RMR. Considerando-se que No Estado de Pernambuco é gerada diariamente uma quantidade de 10,6 toneladas de resíduos sólidos domiciliares e possui um PIB estimado em 2010 da ordem de R$ 95 bilhões, pode se concluir que diante do custo total de implantação para o Estado de R$ 2.434.164.580,39 estima-se um valor aproximado de 2,4% do PIB se os investimentos fossem efetuados em um ano (IBGE, 2010). ----------------------------------------------------[ 87 ] ---------------------------------------------------- CENÁRIO B – GESTÃO CENTRALIZADA Neste caso, foram consideradas duas alternativas de regionalização da gestão de resíduos sólidos. Ambas as alternativas procuram contemplar o máximo de municípios por RD ou consórcio público, o que é uma das prioridades da legislação. - Proposta de Regionalização com um único aterro sanitário por RD: Esta primeira alternativa apresenta uma regionalização para cada uma das Regiões de Desenvolvimento (RD) e um único aterro sanitário para atender todos os municípios desta RD. - Proposta de regionalização com um único aterro sanitário por consórcio público existente: Nesta segunda alternativa procurou-se, a partir da identificação de cada um do consórcios públicos existentes no Estado, considerar a possibilidade de um único aterro sanitário atender em cada consórcio público todos os municípios pertencentes a este consórcio. Em que pese a redução na quantidade de aterro sanitários, e consequentemente nos custos operacionais, a serem implantados nos municípios do Estado, os resultados obtidos apontam para a inviabilidade destas alternativas tendo em vista os elevados custos de transporte de resíduos sólidos que seriam necessários para os municípios, haja vista as imensas distâncias a serem percorridas CENÁRIO C – GESTÃO DESCENTRALIZADA Os municípios do Estado compartilharão de sistema de gestão de resíduos sólidos a partir de aterros sanitários mecanizados, individuais e consorciados. A proposta de implantação de aterros sanitários individuais e consorciados obedeceu aos critérios previamente definidos no planejamento. A proposição de arranjos segue a metodologia discutida anteriormente, tendo como pontos principais a distância e centralidade dos aterros, aspectos ambientais, econômicos, de infraestrutura e social dos municípios e das regiões. De um modo geral a ideia é que os municípios trabalhem de forma consorciada, onde o máximo de municípios possa lançar seus resíduos em um aterro sanitário selecionado pelos critérios supracitados. ----------------------------------------------------[ 88 ] ---------------------------------------------------- A RECITEC, considerando os dados obtidos nas análises efetuadas pelo ITEP (2011), para os cenários A, B e C, levou em consideração a viabilidade do Cenário C na gestão descentralizada para implantação dos Aterros Sanitários e os equipamentos para as estimativas propostas a seguir. O critério para escolha da quantidade de GT (galpão de triagem) e PEV (posto de entrega voluntária) por município obedece, em parte, à proposta de Schneider (2008). Propõe-se que o número de PEV varie conforme o número de distritos existentes em cada município de pequeno porte, sendo 1 PEV para cada distrito e na sede implantação de no mínimo 1 GT (galpão de triagem). Centrais regionais de comercialização de materiais recicláveis (CMR) Conjunto de edificações instaladas regionalmente destinadas a centralizar o armazenamento dos materiais recicláveis provenientes dos galpões de triagem que serão instalados nos municípios, para futura comercialização. Estas unidades serão instaladas em municípios estratégicos por RD. Consiste em uma estrutura semelhante a um galpão coberto e dispor de um conjunto de equipamentos (containers, caçambas, caminhões, balanças, prensas etc). Os custos para implantação da central de comercialização de materiais recicláveis que serão implantadas em algumas RD para centralização regional dos materiais recicláveis coletados nos municípios para futura comercialização, conforme mostra a Tabela 91, considerou o valor do maior galpão, mais as demais despesas. Tabela 76 - Custos para a implantação da CMR - central de comercialização de materiais recicláveis Composição do CMR Descrição Custo total com BDI Galpão de triagem implantação Grande (4,0 t/dia; 697m2) 667.803,90 Equipamentos galpão de triagem Grande porte: 1 empilhadeira simples, 2 Prensa (20 t), 2 balanças mecânica (1000 kg), 2 carrinhos plataforma 2 eixos e 20 carrinhos 85.139,00 Licenciamento Licença e Projeto 33.390,19 Total 786.333,09 Fonte: Schneider (2008). Atualizado para Abril/2013, pelo INCC-M. A análise de custos para o cenário proposto para cada RD do Estado de Pernambuco deve conter os custos implantação e operação de aterro sanitário consorciado e não consorciado; aterro sanitário de pequeno porte; projetos, obras e ----------------------------------------------------[ 89 ] ---------------------------------------------------- licenciamento para encerramento de lixões; para implantação de PEV´s e para centrais de triagem de materiais recicláveis. Ressalta-se que esses custos estimados foram baseados na metodologia adotada por Schneider (2008) conforme supracitado. Trata-se, naturalmente, de um método empírico que pode trazer erros nas estimativas. 6.1 Estimativas de custos para implementação do PIRS (Plano Intermunicipal de Resíduos Sólidos). 6.1.1. Estimativas dos custos de implantação das unidades de gerenciamento de resíduos Segundo Dias (2000), orçamento não pode ser confundido com estimativa de custo, uma vez que esta consiste em cálculos feitos para avaliação de uma obra ou serviço que comumente usa índices conhecidos no mercado. Portanto, no âmbito de um plano de resíduos, são elaboradas estimativas de custos visando estabelecer o aporte de recursos (investimento aproximado) necessário para implantação das UGRs previstas nos cenários do Plano Intermunicipal de Gerenciamento Integrado de Resíduos Sólidos (PIGIRS). Assim, os orçamentos das unidades deverão ser realizados na etapa de projeto executivo, considerando todas as especificidades do projeto, consequentemente, resultando em custo preciso da implantação das UGRs. Para realização de estimativas de custos de obras e serviços de engenharia, existem alguns índices nacionais que são referências consolidadas, destacando-se o Sistema Nacional de Pesquisa de Custos e Índices da Construção Civil (SINAPI) e o custo unitário básico por metro quadrado (cub/m²), sendo comumente empregados em várias estimativas e em orçamentos de projetos de resíduos sólidos. É importante destacar que diversos estudos e projetos sobre resíduos sólidos vêm sendo desenvolvidos ao longo das últimas décadas no país, visando aumentar a cobertura de serviços prestados à população e, mais recentemente, para atender a legislações como a Política Nacional dos Resíduos Sólidos (Lei nº 12.305/2010) e a Lei de Saneamento, dentre outras. Da mesma forma, artigos científicos sobre estimativas de custos de unidades de gerenciamento de resíduos sólidos vêm sendo publicados e apresentados por especialistas em eventos específicos sobre Saneamento, inclusive, por técnicos ou consultores de órgãos do Governo Federal e instituições renomadas no país, ----------------------------------------------------[ 90 ] ---------------------------------------------------- como Ministério do Meio Ambiente (MMA), Ministério das Cidades (MCid) e Fundação Getúlio Vargas (FGV). Assim, os custos estimados neste item foram baseados nos custos apresentados em estudos, planos e manuais realizados por especialistas na temática resíduos, por órgãos oficiais e instituições referências no tema, que se caracterizam como fontes de informação confiáveis. Para atender as especificidades do PIGIRS, sempre que necessário, foram realizadas as devidas considerações além da atualização dos valores apresentados nestes estudos, uma vez que, com o passar dos anos, ocorre defasagem de valores estimados dos serviços de engenharia em função da inflação, situação econômica do país e região, dentre outros aspectos. Portanto, foi realizada a correção nos preços dos serviços e equipamentos orçados ou estimados, pela adoção do Índice Nacional de Custos da Construção (INCC), que é frequentemente utilizado em financiamento direto de construtoras e financiadoras, conforme estudos e dados da Fundação Getúlio Vargas (2016). Como os estudos e trabalho referências sobre estimativa de custos de implantação e operação de UGRs citados acima, normalmente são elaborados considerando populações específicas e descontinuas (ex: 10 mil, 30 mil, 50 mil, 100 mil, 150 mil, etc), mas, na prática, os municípios atendidos pelas UGRs possuem populações contribuintes diferentes das listadas acima (ex: 177.925 habitantes), não é possível fazer uma comparação direta dos custos dos estudos com a situação real. Portanto, foram feitas análises de regressão estatística, que possibilita gerar uma curva contínua de custos, regida por uma equação (fórmula matemática) para diversas populações. Assim, para saber o custo real de implantação ou operação de uma determinada UGR basta utilizar a população real (ex: 177.925 hab.) e aplicar na equação. 6.1.2. Estimativas de investimentos para implantação de aterro sanitário a) Custos de implantação A definição dos custos de implantação de um aterro sanitário é complexa, em função do grande número de fatores variáveis e específicos de cada aterro, como as características da gleba escolhida (topografia, cobertura e natureza do solo) e do projeto desenvolvido, como vias de acesso internas, obras de contenção, volume de ----------------------------------------------------[ 91 ] ---------------------------------------------------- terraplenagem, grau de complexidade do sistema de tratamento de líquidos lixiviados, obras de drenagem pluvial, nível de proteção ambiental exigido, etc. A definição do custo de implantação dos aterros sanitários (ASPP e AS) considerou os estudos elaborados por NETO apud DUARTE (2010) que realizou estimativas de custos para implantação de aterros sanitários baseados nos valores de referência do SINAPI para Alagoas, considerando variação da população atendida, de 10 mil a 250 mil habitantes. Nota-se que os elementos de contorno do estudo em questão atendem as especificidades exigidas para o PIRS, que são: aterros sanitários de portes variados, implantados em Pernambuco. O Quadro 37 apresenta os equipamentos que podem ser utilizados na construção e operação do aterro bem como os itens de infraestrutura e obra de aterro considerados no estudo elaborado por NETO apud DUARTE (2010). Quadro 37– Itens considerados na estimativa de custo para implantação de aterros sanitários CLASSIFICAÇÃO ITEM Infraestrutura Cercamento e portão de acesso Cortinamento vegetal Acessos internos Edificações de apoio, incluindo guarita e estrutura para locação da balança Preparação do terreno Escavação da vala Impermeabilização da base e taludes da vala, com camada de argila e geomembrana de PEAD Instalações elétricas Poços de monitoramento de águas subterrâneas, sendo quatro unidades Sistema de tratamento de líquidos lixiviados Sistemas de drenagens de gases, água pluvial e lixiviados Equipamentos Balança rodoviária com capacidade para 30 toneladas Caminhão basculante Trator de esteiras Retroescavadeira Fonte: NETO apud DUARTE (2010) ----------------------------------------------------[ 92 ] ---------------------------------------------------- Os custos de itens críticos de aterros sanitários, como geomembrana de PEAD e balança rodoviária foram levantados a partir de cotações com fabricantes, visando maior coerência com os preços praticados no mercado. Já os custos dos demais itens foram extraídos do SINAPI para Pernambuco, com incidência de BDI de 18% e 30% sobre o preço unitário de cada item de insumos e serviços, respectivamente (NETO apud DUARTE, 2010). É importante salientar que para a estimativa de custo dos aterros considerou, além dos equipamentos e itens de infraestrutura do aterro, a implantação de uma célula para 1ª etapa de operação do aterro, com vida útil definida para três anos. É comum que os órgãos públicos e instituições privadas, financiadores de recursos para implantação de aterros sanitários, disponibilizem verbas para a construção apenas da primeira etapa do aterro, com duração entre 3 a 5 anos. Esse tipo de financiamento considera a lógica que, após a sistematização da cobrança pelos serviços prestados e benefícios ligados ao gerenciamento dos RSU, esses empreendimentos, se sustentem financeiramente ao longo das etapas subsequentes, inclusive com recursos para expansão de novas células e demais instalações (NETO apud DUARTE, 2010). Como o estudo baseou-se em custos referente ao ano de 2010 foi realizada a atualização dos custos para dezembro de 2016, com base no valor de correção do INCC - Índice Nacional de Custos da Construção (Tabela 77). Tabela 77 – Custos de implantação de aterro sanitário por população atendida Porte de Aterro População atendida (habitantes) Custos per capita de implantação – Fev/2010 (R$/hab.) Custos per capita de implantação - Dez/2016 - (R$/hab.) 1 Custos de implantação - Dez/2016 - (R$) ASPP 20.000 98,72 156,09 4.682.700,00 AS 50.000 81,27 128,50 6.425.000,00 AS 100.000 43,64 69,00 6.900.000,00 AS 150.000 38,39 60,70 9.105.000,00 AS 200.000 33,49 52,95 10.590.000,00 AS 250.000 29,35 46,41 11.602.500,00 Fonte: NETO apud DUARTE (2010). 1 - Custo atualizado pela RECITEC (2016) aplicação de INCC de 1,5320 Legenda: AS – Aterro Sanitário ASPP – Aterro Sanitário de Pequeno Porte ----------------------------------------------------[ 93 ] ---------------------------------------------------- b) Custos de operação O custo de operação de aterro sanitário foi elaborado considerando a referência de valores médios praticados no mercado na operação destas unidades, o valor de referência ficou estipulado em R$ 70,00 (setenta reais) por tonelada de resíduos recebidos e aterrados. A Tabela 78 apresenta o custo mensal de operação por faixa de população. Tabela 78 – Estimativa de custo mensal de operação de aterro sanitário por faixa de população Faixa de população (habitantes) Custos de Operação (R$/mês) Custos per capita de Operação (R$/hab.) Menor que 15 mil 17.955,00 1,20 Entre 15 e 30 mil 40.950,00 1,37 Entre 30 mil e 50 mil 68.250,00 1,37 Entre 50 e 100 mil 144.900,00 1,45 Entre 100 e 200 mil 331.800,00 1,66 Entre 200 e 300 mil 567.000,00 1,89 Fonte: FLORAM (2016) Entretanto, é importante considerar que no horizonte do plano, os custos de operação dos aterros não são fixos, ou seja, aumentam a cada ano, acompanhando o acréscimo da população dos municípios e, consequentemente, a variação da geração de resíduos. 6.1.3 Estimativas de investimentos dos aterros de resíduos de construção civil a) Custos de implantação Para a construção e implantação dos aterros previstos estão incluídos aquisição do terreno e regularização, cercamento para isolamento da área, guarita para controle do acesso, depósito, aquisição e instalação de equipamentos, a exemplo da balança rodoviária, pá carregadeira, carreta tanque, gerador, poços de monitoramento, mobilização e manutenção da equipe de obra (Quadro 38). ----------------------------------------------------[ 94 ] ---------------------------------------------------- Quadro 38 – Itens considerados na estimativa de custo para implantação de aterros de resíduos da construção civil CLASSIFICAÇÃO ITEM Mobilização e manutenção Mobilização e manutenção da equipe de obra Infraestrutura Aquisição do terreno Cercamento Guarita Depósito Equipamentos Balança rodoviária Carreta Pá carregadeira Tanque e gerador Acrescentados pela RECITEC 1 Regularização do terreno Poços de monitoramento Fonte: Consórcio IDP (2015). 1 Itens acrescentados pela RECITEC Entretanto, no orçamento do referido plano não estão contemplados os seguintes itens, previstos na NBR 15.113 (ABNT, 2004): desmatamento, regularização do terreno para possibilitar a disposição de resíduos de construção e implantação de poços de monitoramento da água subterrânea. Portanto, a equipe técnica da RECITEC incluiu esses itens no orçamento, objetivando atender a norma da ABNT referente aos ARCC (aterro de resíduos da construção civil). A Tabela 79 apresenta os custos estimados para implantação de ARCC de acordo com a população, possibilitando associar esse valor a uma taxa média per capita e população equivalente atendida. ----------------------------------------------------[ 95 ] ---------------------------------------------------- Tabela 79 – Custos de implantação de aterro de resíduos de construção civil – RCC (por porte) População Custos de implantação - 2015 (R$) Custos estimado de implantação, 2016 (R$)1 50.000 1.131.358,07 1.201.589,93 85.000 1.425.493,34 1.513.984,38 100.000 1.530.046,61 1.625.028,05 200.000 2.069.232,28 2.197.685,01 300.000 2.468.883,00 2.622.145,04 Fonte: Consórcio IDP (2015). 1 Adaptado pela RECITEC (2016). b) Custos de operação O custo de operação dos ARCC foi elaborado considerando a referência de valores médios praticados no mercado de resíduos sólidos, de 30 reais por tonelada de resíduos recebidos e aterrados. Os custos mensais de operação por faixa de população são apresentados na Tabela 80, de acordo com a população atendida. Tabela 80 – Estimativa de custo mensal de operação de aterros de resíduos da construção civil por população (RSI) População atendida (habitantes) Custos de operação (R$/mês) 50.000 16.200,00 85.000 29.070,00 100.000 34.200,00 200.000 99.000,00 300.000 170.100,00 Fonte: FLORAM (2016) 7.1.4 Estimativas dos investimentos dos aterros de resíduos sólidos industriais Os custos de implantação e operação de aterros de resíduos sólidos industriais não foram estimados, uma vez que os valores variam expressivamente com a concepção construtiva e operacional do aterro, nível de proteção ambiental exigido no licenciamento ambiental, capacidade volumétrica e vida útil. Além das especificidades do projeto, é importante ressaltar que a inexistência do inventário Estadual de resíduos sólidos industriais atualizado prejudica o acompanhamento preciso ou aproximado da quantidade de resíduos sólidos gerados nas indústrias do Sertão e Região do Moxotó, que é parâmetro básico para ----------------------------------------------------[ 96 ] ---------------------------------------------------- dimensionamento do aterro, consequentemente fundamental na estimativa dos custos do mesmo. Portanto os custos de operação do aterro relacionado a construção civil, previsto para a Região do agrupamento 5 deverão ser apresentados no orçamento na elaboração do Projeto Executivo da unidade, considerando os aspectos abaixo, que irão influenciar nos respectivos valores de acordo conforme: tipo, volume, grau e forma. Tipo de resíduos a serem dispostos, quanto a: Periculosidade; Compatibilidade química (reatividade); Corrosividade; Inflamabilidade (explosividade). Volume de resíduos: recomenda-se que o projeto seja feito após a realização de algum estudo especifico voltado para a quantificação da geração de resíduos nas indústrias localizadas na Região Sertão de Pernambuco. Grau de proteção exigido no licenciamento ambiental: Especificação técnica dos materiais utilizados no sistema de impermeabilização; Número de camadas de impermeabilização; Concepção do sistema de tratamento de efluentes, processos empregados e nível de remoção de contaminantes; Forma de operação do aterro; e, Demais exigências e condicionantes do licenciamento ambiental, específicos do projeto do aterro de resíduos industriais da Região Sertão Pernambucano. Portanto, reitera-se a relevância da implantação de um aterro de resíduos industriais dado o desenvolvimento da indústria na Região do Sertão do Moxotó. ----------------------------------------------------[ 97 ] ---------------------------------------------------- 7.1.5 Estimativas dos investimentos dos galpões de triagem a) Custos de implantação De acordo com os critérios estabelecidos para previsão dos cenários do PIGIRS, foram definidos portes de galpões de triagem (GT), de acordo com a capacidade de processamento diário de resíduos recicláveis por tonelada/dia e população (Tabela 81). Tabela 81– Galpões de triagem por porte (capacidade de processamento) Tipo Capacidade de processamento diário de resíduos recicláveis (toneladas/dia) Faixa de População (habitantes)1 1 0,6 a 1 Até 25.000 2 1 a 1,6 25.001 a 40.000 3 1,6 a 2,5 40.001 a 60.000 Fonte: FLORAM (2016). 1 – Faixa de população calculada conforme critérios definidos a seguir Assim possibilitou-se calcular a faixa de população contribuinte com a unidade por porte, dessa forma, recomenda-se que sejam utilizados nos projetos executivos das GTs: População urbana numa fração de 20% dos resíduos recicláveis gerados nos municípios e 30% da parcela dos resíduos recicláveis que efetivamente contribui na GT. Na composição dos custos para instalação do galpão de triagem foram considerados: os serviços preliminares, infraestrutura e equipamentos (Quadro 39). ----------------------------------------------------[ 98 ] ---------------------------------------------------- Quadro 39 – Itens considerados na estimativa de custo para implantação de galpão de triagem (GT) CLASSIFICAÇÃO ITEM Serviços preliminares Serviços preliminares Portão de controle do acesso Infraestrutura Cercamento Edificação da administração Galpão de triagem com toda a estrutura interna Sistema de drenagem pluvial Equipamentos Balança mecânica de 1000 kg Caçamba estacionária de 5,0 m³ Carrinhos metálicos para locomoção de tambores Prensa fardo eletro-hidráulica de 8 toneladas Prensa fardo eletro-hidráulica horizontal de 25 toneladas para materiais metálicos Nivelador hidráulico manual para doca Tambores de 200 litros com tampa removível Fonte: FLORAM (2016) Os projetos elaborados pela FLORAM foram baseados na tabela do SINAPI referente ao mês de janeiro de 2012, portanto, para essa estimativa de custos e valores foram atualizados pela RECITEC para dezembro de 2016, com aplicação do INCC de 1,3310 (Tabela 82). Tabela 82 - Estimativa de custos para implantação de galpão de triagem - GT (por porte) Tipo Faixa de População (habitantes) Custos de Implantação (R$) - 2012 Custos de Implantação (Corrigido-2016) Custos per capita de implantação - 2016 - (R$/hab.) 1 Até 25.000 358.445,74 506.214,39 20,24 2 25.001 a 40.000 396.181,31 559.506,38 13,99 3 40.001 a 60.000 596.587,39 842.529,53 14,04 Fonte: FLORAM (2016), adaptado pela RECITEC ----------------------------------------------------[ 99 ] ---------------------------------------------------- Na Tabela 83 é apresentado os custos para execução de serviço de limpeza urbana para população acima de até 60.000 habitantes referente a implantação do galpão de triagem. Tabela 83 – Estimativa de custos de GTs para população acima de 60.000 hab Faixa de População contribuinte (habitantes) Tipo e Quantidade de GTs Custo de Implantação (2016) 60.001 a 75.999 Um GT 3 842.529,53 76.000 a 85.000 Um GT 3 Um GT 1 1.348.743,92 85.001 a 100.000 Um GT 3 Um GT 2 1.402.035,90 100.001 a 135.999 Dois GT 3 1.685.059,00 136.000 a 145.000 Dois GT 3 + Um GT 1 2.191.273,30 145.001 a 160.000 Dois GT 3 + Um GT 2 2.244.565,30 160.001 a 195.999 Três GT 3 2.527.588,50 196.000 a 205.000 Três GT3 + Um GT 1 3.033.802,80 205.001 a 220.000 Três GT3 + Um GT 2 3.087.094,80 220.001 a 255.999 Quatro GT 3 3.370.118,10 256.000 a 265.000 Quatro GT3 + Um GT 1 3.876.332,40 265.001 a 280.000 Quatro GT3 + Um GT 2 3.929.624,40 280.001 a 300.000 Cinco GT 3 4.212.647,60 Fonte: RECITEC (2016) b) Custo de operação Os custos de operação das unidades de triagem foram extraídos de Projetos Básicos e Executivos elaborados pela FLORAM em 2012, com correção para dezembro de 2016 pela RECITEC (Tabela 84). Foram considerados na composição dos custos operacionais, despesas mensais com a manutenção de equipamentos e infraestruturas, monitoramento ambiental e consumíveis como água, energia e combustível. ----------------------------------------------------[ 100 ] ---------------------------------------------------- Não foram considerados os custos com mão de obra, uma vez que as unidades construídas serão operadas por cooperativas/associações de catadores, sob dispensa de licitação, conforme previsto na Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei nº 12.305/2010). Portanto, os lucros da venda dos resíduos recicláveis serão rateados entre os cooperados/associados. Tabela 84 – Estimativa de custo mensal de operação de galpão de triagem (por faixa populacional) Porte da Unidade de Triagem Faixa Populacional (habitantes) População atendida (habitantes) Custo Operacional Unitário (R$/mês) - Dez/2016 GT1 Até 25.000 25.000 2.215,44 GT2 De 25.001 a 40.000 40.000 2.501,69 GT3 De 40.001 a 60.000 60.000 2.748,87 Fonte: RECITEC (2016) A definição do custo total de operação das unidades de triagem por município em cada arranjo proposto deverá levar em consideração a multiplicação do valor unitário de operação pela quantidade recomendada e quantidade populacional de galpão de triagem em cada município da região, apresentados nas tabelas. 6.1.6 Estimativas dos investimentos das unidades de compostagem a) Custos de implantação Nos custos dos projetos da RECITEC foi considerado o dimensionamento do pátio de compostagem para um período de 10 anos, entretanto assegurando área de expansão para um período de mais 20 anos, evitando a implantação de um pátio grande no início da obra, visando à redução de custos. É importante ressaltar que para a quantificação dos resíduos contribuintes nas UCs foram utilizados os seguintes critérios, baseados na otimização do funcionamento da unidade e produção de composto de qualidade, recomendando-se que sejam utilizados no projeto executivo: População urbana; Fração de resíduos orgânicos gerados nos municípios: 50%; Percentual dos resíduos orgânicos que serão efetivamente compostados: 25%; ----------------------------------------------------[ 101 ] ---------------------------------------------------- Uma vez que foi realizada apenas uma caracterização gravimétrica no município da região, é mais seguro considerar a presença de 50% de resíduos orgânicos no RSU, valor médio assumido para o país. Ainda assim, nem todos os resíduos orgânicos são contribuintes da UC, pois, enquanto não houver um sistema de coleta seletiva implantado, bem difundido e com funcionamento efetivo nos municípios, há que se buscar fontes de resíduos orgânicos puros (não misturados com outros tipos de resíduos), como feiras, mercados, poda e capina e uma menor contribuição de resíduos domiciliares, de preferência, daqueles bairros ou locais onde já esteja ocorrendo a coleta seletiva. Na composição dos custos das UCs foram considerados itens como serviços preliminares gerais, cercamento para isolamento da área, portão de controle do acesso, edificação da administração, galpão de maturação do composto, implantação do pátio de compostagem com impermeabilização do piso, sistema de drenagem pluvial e equipamentos necessários na operação das UCs (Quadro 40). Quadro 40– Itens considerados na estimativa de custo para implantação de unidades de compostagem (UC) CLASSIFICAÇÃO ITEM Serviços preliminares Serviços preliminares Infraestrutura Portão de controle do acesso Cercamento Edificação da administração Galpão de maturação do composto Pátio de compostagem impermeabilizado Sistema de drenagem pluvial do pátio de compostagem e do galpão de maturação Equipamentos Peneira manual Triturador de galhos e troncos Mangueiras para umidificação das Leiras Balança mecânica de 150 kg Pás Enxadas Carros de mão Fonte: FLORAM (2016) ----------------------------------------------------[ 102 ] ---------------------------------------------------- A Tabela 85 apresenta o custo de implantação da unidade de compostagem por população atendida corrigidos para dezembro de 2016 com base nos projetos executivos elaborados pela RECITEC. Tabela 85 - Custos de implantação de unidade de compostagem por população atendida Faixa populacional População Atendida (habitantes) Período de referência dos custos Custos de implantação (R$) Índice correção – INCC Custos de Implantação (Corrigido-2016) (R$) Menor que 15 mil 15.000 jan/12 263.348,25 1,32520 371.913,12 Entre 15 e 50 mil 50.000 jan/12 449.086,17 1,32520 634.221,18 Entre 50 e 100 mil 100.000 jan/12 635.503,26 1,32520 897.488,40 Entre 100 e 200 mil 200.000 jun/11 655.590,72 1,35393 995.127,32 Fonte: RECITEC (2016) Nota-se que o período de referência dos custos da última faixa populacional diverge dos demais, com isso, utilizou-se outro INCC visando atualizar todos os custos para dezembro de 2016. b) Custos de operação Foram considerados custos dos funcionários, verba para manutenção de equipamentos e infraestruturas, monitoramento ambiental e consumíveis, como água, energia e combustível (Tabela 86), com correção para dezembro 2016. Tabela 86 - Custo mensal de operação de unidade de compostagem por população atendida Faixa de população (hab.) População Atendida (hab.) Custos de Operação (R$/mês) - Dez/2016 75.000 a 100.000 100.000 16.191,15 100.001 a 200.000 200.000 21.023,60 200.001 a 300.000 300.000 24.548,86 300.001 a 400.000 400.000 26.219,49 Fonte: FLORAM (2016) ----------------------------------------------------[ 103 ] ---------------------------------------------------- 6.1.7 Estimativas dos investimentos dos pontos de entrega voluntária (PEV) a) Custos de implantação Os custos de implantação dos PEV foram extraídos de Projetos Básicos e Executivos elaborados pela FLORAM em 2012, com correção para dezembro de 2016 (Tabela 87). Na composição dos custos foram considerados itens de serviços preliminares gerais, cercamento para isolamento da área, portão de controle do acesso, edificação da administração, depósito de recicláveis, área destinada a armazenamento temporário dos RCC, sistema de drenagem pluvial e equipamentos necessários para a operação das unidades (Quadro 41). Quadro 41 – Itens considerados na estimativa de custo para implantação de PEV CLASSIFICAÇÃO ITEM Serviços preliminares Serviços preliminares Infraestrutura Portão de controle do acesso Cercamento Edificação da administração Depósito de recicláveis Sistema de drenagem pluvial Área destinada ao armazenamento temporário dos RCCs Equipamentos Caçambas estacionárias de 5,0 m³ Fonte: FLORAM (2012) adaptado para (2016) Tabela 87 – Estimativa de custos de implantação de PEV Unidade Custos de Implantação- Jan/2012 (R$) Custos de Implantação (R$) - corrigido para Dez/20161 Custos per capita de implantação - Dez/2016 - (R$/hab.) 1 PEV 83.491,54 117.910,79 4,71 Fonte: FLORAM (2016). 1 - Custo atualizado pela RECITEC (2016), aplicação de INCC de 1,331 ----------------------------------------------------[ 104 ] ---------------------------------------------------- b) Custos de operação Os custos de operação dos PEV foram extraídos de Projetos Básicos e Executivos elaborados pela FLORAM em 2012, com correção da data para dezembro de 2016 (Tabela 88). Foram considerados custos mensais da equipe de operadores, verba para manutenção de equipamentos e infraestruturas, monitoramento ambiental e consumíveis (água, energia e combustível). Tabela 88 – Estimativa de custo mensal de operação dos PEV Tipo de Unidade Faixa Populacional (habitantes) População atendida (habitantes) Custos Operacional Unitário (R$/mês) - Dez/2016 Custo Per Capita de Operação (R$/hab.mês) - Dez/2016 1 PEV Até 25.000 25.000 9.757,17 0,39 25.001 a 50.000 50.000 16.069,21 0,32 50.001 a 100.000 100.000 25.000,00 0,25 Fonte: RECITEC (2016) A definição do custo total das unidades de PEV por município, em cada arranjo proposto levará em consideração a multiplicação do valor unitário pela quantidade recomenda de PEV no município. 6.1.8 Estimativa dos custos de encerramento e recuperação de lixões A recuperação dos lixões existentes nos municípios da Região do Sertão do Araripe deverá será objeto de diagnóstico particular de cada área afetada e projeto de remediação da área degradada (PRAD), que poderá inclusive prever a reabilitação, se possível. É fundamental na realização de diagnóstico do lixão a realização de estimativa volumétrica de resíduos dispostos (cubagem) que influencia diretamente nos custos de encerramento do lixão. Às vezes municípios menores possuem lixão maior que de outros municípios maiores, dependendo do tempo transcorrido desde o início da disposição de resíduos. As referências de custos de encerramento e remediação dos lixões foram extraídas de Projetos Básicos e Executivos elaborados pela FLORAM em 2012 e atualizados pela RECITEC para 2016. Nos referidos projetos foram adotadas as seguintes concepções: Encerramento de lixão: concepção adotada para municípios com população de até 10.000 habitantes. Admite-se apenas a conformação dos resíduos e cobertura destes ----------------------------------------------------[ 105 ] ---------------------------------------------------- com terra e plantio de grama, além do isolamento da área e implantação de sistema de drenagem pluvial externa ao maciço de resíduos conformado. Remediação de lixão: concepção para municípios com população acima de 10.000 habitantes. Além do isolamento da área, implantação do sistema de drenagem pluvial externa, conformação do maciço de resíduos, cobertura com solo e plantio de grama. Deve-se implantar sistemas de drenagem de gases e chorume, flares para a queima de gases e um sistema para tratamento ou acumulação de chorume, que possibilite transporte para local de tratamento. Nesses custos foi considerada apenas a remediação sem uso, ou seja, aquela em que se promove a remediação e não se utiliza mais a área para disposição de resíduos. Em contrapartida existe a remediação com uso, sendo aquela que a remediação ocorre da forma apresentada no parágrafo acima e inicia-se a implantação de novas valas impermeabilizadas no mesmo terreno para o funcionamento, a partir de então, como aterro controlado. Esta pode ser uma opção até a construção do aterro sanitário regional, desde que, ainda haja área livre no local para a disposição correta dos resíduos. Salientase, entretanto, que fazer este tipo de recuperação para vários municípios da Região pode encarecer a gestão. Portanto, ainda que os custos precisos do encerramento e recuperação de lixão dependam de diagnóstico e definição do tipo de recuperação (PRAD). O custo de elaboração do PRAD foi assumido como 10 % do custo de encerramento/remediação do lixão. É importante ressaltar que os custos de encerramento e remediação de lixão apresentados no Tabela 89 não serão custos integrantes dos cenários, servindo apenas como referência para os gestores dos municípios do agrupamento 8. Os custos para estimar o encerramento e a remediação dos lixões com valor referência de R$ 18,37 (per capita) realizado pela FLORAM 2016. ----------------------------------------------------[ 106 ] ---------------------------------------------------- Tabela 89 – Custo de encerramento e remediação dos lixões dos municípios do agrupamento 8 Município sede Destinação População Estimada (IBGE, 2016) Técnica definida Custo de Encerramento ou Remediação de Lixão (R$) Custo de elaboração do PRAD do Encerramento ou Remediação do Lixão Bodocó Lixão 37.571 Encerramento 690.179,27 69.017,93 Exu Lixão 31.858 Encerramento 585.231,46 58.523,15 Granito Lixão 7.363 Encerramento 135.258,31 13.525,83 Ipubi Lixão 30.091 Encerramento 552.771,67 55.277,17 Moreilândia Lixão 11.240 Encerramento 206.478,80 20.647,88 Ouricuri Lixão 68.236 Encerramento 1.253.495,32 123.349,53 Santa Cruz Lixão 15.032 Encerramento 276.137,84 27.613,78 Santa Filomena Lixão 14.265 Encerramento 262.048,05 26.204,81 Trindade Lixão 29.842 Encerramento 548.197,54 54.819,75 Custo total de encerramento dos lixões (R$) 4.509.798,26 450.979,83 Fonte: FLORAM 2016, Adaptado pela RECITEC 2016 Nota-se que o custo total dos três subgrupos, das intervenções de R$ 4.509.798,26 que, conforme já abordado, existe uma imprecisão. Os cálculos estimados de custo de encerramento e remediação dos lixões dos municípios do agrupamento 8 tiveram como base os estudos pela FLORAM (2017). O custo total estimado para elaboração de PRAD para os lixões dos municípios da região do agrupamento 8 é de R$ 450.979,83. É importante salientar que a decisão da forma de intervenção em cada lixão depende da orientação do órgão ambiental estadual (CPRH). Na Tabela 90 apresenta os custos estimados para a instalação dos aterros sanitários para os municípios do agrupamento 8. ----------------------------------------------------[ 107 ] ---------------------------------------------------- Tabela 90 – Aterros propostos para os municípios do agrupamento 8 Município População estimada (IBGE, 2016) Equipamentos Ação Custos de implantação (R$) Araripina 83.287 Aterro sanitário Requalificação - Trindade 29.842 Ouricuri 68.236 Ipubi 30.091 Aterro sanitário Implantação R$ 6.900.000,00 Bodocó 37.571 Exu 31.858 Granito 7.363 Aterro sanitário Implantação R$ 6.425.000,00 Moreilândia 11.240 Santa Cruz 15.032 Aterro sanitário pequeno porte (ASPP) Santa Implantação R$ 4.682.700,00 Folomena 14.265 Valor total 328.785 R$ 18.007.700,00 Fonte: ITEP (2011), Adaptado pela RECITEC (2016) Na tabela 91, apresenta os custos estimados para a instalação dos equipamentos (GT, PEV, CMR e UC) para os municípios do subgrupo Araripina. Tabela 91 - Custos estimados para instalação dos equipamentos subgrupo Araripina Fonte: ITEP 2013, Adaptado pela RECITEC 2016 Na Tabela 92 apresenta os custos estimados para a instalação dos equipamentos (GT, PEV, CMR E UC) para os municípios do subgrupo Exu. Tabela 92 - Custos estimados para instalação dos equipamentos subgrupo de Exu Fonte: ITEP (2013), Adaptado pela RECITEC (2016) ----------------------------------------------------[ 108 ] ---------------------------------------------------- Na tabela 93, apresenta os custos estimados para a instalação dos equipamentos (GT, PEV, CMR E UC) para os municípios do subgrupo Ouricuri. Tabela 93 - Custos estimados para instalação dos equipamentos subgrupo de Ouricuri Fonte: ITEP (2011), Adaptado pela RECITEC (2016) ----------------------------------------------------[ 109 ] ---------------------------------------------------- 7. AGENDAS SETORIAIS A finalização do processo de planejamento do PIRS, define o início do processo de sua implementação, sendo assim, vale ressaltar que as Agendas Setoriais foram elaboradas na perspectiva de continuidade dos trabalhos. Diante disso, é responsabilidade do Poder Público, Comitê Diretor e Grupo de Sustentação, Comissão de Meio Ambiente (caso exista) não permitir que existam espaços vazios entre a formalização do plano e sua efetiva implementação. Bem como, a presença ativa do conselho de Meio Ambiente, quando existir. As Agendas Setoriais foram delineadas com Diretrizes, Estratégias, Metas e os Agentes Envolvidos para cada temática proposta, sendo elas: Serviços de limpeza e coleta dos resíduos sólidos Resíduos de Serviços de Saúde Resíduos da Construção Civil Resíduos Industriais Resíduos Agrossilvopastoris Resíduos de Mineração Resíduos de Transporte Resíduos sujeitos à Logística Reversa Coleta Seletiva Destinação Final Catadores Agenda Ambiental na Administração Pública Resíduos Úmidos ----------------------------------------------------[ 110 ] ---------------------------------------------------- 7.1. SERVIÇOS DE LIMPEZA E COLETA DOS RESÍDUOS SÓLIDOS Quadro 42 – Agenda setorial referente aos serviços de limpeza e coleta dos resíduos sólidos DIRETRIZES ESTRATÉGIAS METAS (%) AGENTES ENVOLVIDOS IMEDIATO CURTO MÉDIO LONGO 2019 2020 2021 2022 2023 2024 2025 2026 - 2030 2031 - 2039 Ampliação e fortalecimento dos serviços de limpeza pública e manejo dos resíduos sólidos Elaborar Plano de Limpeza Urbana (coleta, capinação, varrição, poda, pintura de meio-fio, limpeza de logradouros e canais) 100 Comitê Diretor e Grupo de Sustentação Elaborar e implementar sistema de informação do desempenho dos serviços de limpeza pública * 20 100 Comitê Diretor e Grupo de Sustentação Elaborar e implementar Programa de Educação Ambiental * 50 100 Comitê Diretor Promover ações de capacitações técnica e gerencial para os profissionais envolvidos na gestão e operação * 50 100 Comitê Diretor Fonte: RECITEC, 2017 *Ações a serem desenvolvidas de maneira contínua através de planejamento. ----------------------------------------------------[ 111 ] --------------------------------------------------- - Continuação Quadro 42 - Agenda setorial referente aos serviços de limpeza e coleta dos resíduos sólidos DIRETRIZES ESTRATÉGIAS METAS (%) AGENTES ENVOLVIDOS IMEDIATO CURTO MÉDIO LONGO 2019 2020 2021 2022 2023 2024 2025 2026 - 2030 2031 - 2039 Ampliação e fortalecimento dos serviços de limpeza pública e manejo dos resíduos sólidos Estruturar sistema de informação, comunicação e mobilização social para o correto manejo dos resíduos sólidos * 50 100 Comitê Diretor e Grupo de Sustentação Criar legislação municipal de Limpeza Urbana 50 100 Comitê Diretor e Grupo de Sustenta ção Instituir a Taxa de Limpeza Urbana 50 100 Comitê Diretor e Grupo de Sustenta ção Universalizar a coleta domiciliar 50 100 Comitê Diretor e Grupo de Sustenta ção Fonte: RECITEC, 2017 *Ações a serem desenvolvidas de maneira contínua através de planejamento. ----------------------------------------------------[ 112 ] --------------------------------------------------- - 7.2.RESÍDUOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE (RSS) Quadro 43 - Agenda setorial referente aos resíduos de serviços de saúde (RSS) DIRETRIZES ESTRATÉGIAS METAS (%) AGENTES ENVOLVIDOS IMEDIATO CURTO MÉDIO LONGO 2019 2020 2021 2022 2023 2024 2025 2026 - 2030 2031 - 2039 Destinação adequadamente os Resíduos de Serviços de Saúde (RSS) Elaborar o Plano de Gerenciamento de Resíduos dos Serviços de Saúde das unidades municipais, conforme legislação e normatizações vigentes 100 Comitê Diretor e Grupo de Sustentação Criar e atualizar cadastro dos estabelecimentos de pequenos, médios e grandes geradores de RSS (privados e públicos) * 100 Comitê Diretor Exigir Plano de Gerenciamento de Resíduos de Saúde dos pequenos (até 50kg/mês), médio (até 500kg/mês) e grandes geradores (acima de 500kg/mês) 100 Comitê Diretor e Grupo de Sustentação Fonte: RECITEC, 2017 *Ações a serem desenvolvidas de maneira contínua através de planejamento. ----------------------------------------------------[ 113 ] --------------------------------------------------- - Continuação do Quadro 43 - Agenda setorial referente aos resíduos de serviços de saúde (RSS) DIRETRIZES ESTRATÉGIAS METAS (%) AGENTES ENVOLVIDOS IMEDIATO CURTO MÉDIO LONGO 2019 2020 2021 2022 2023 2024 2025 2026 - 2030 2031 - 2039 Destinação adequadamente os Resíduos de Serviços de Saúde (RSS) Exigir a atualização periódica dos planos dos RSS * 100 Comitê Diretor e Grupo de Sustenta ção Capacitar os servidores municipais de saúde sobre a correta gestão e gerenciamento dos RSS * 100 Comitê Diretor Implementar a disposição dos RSS conforme legislação e normatizações * 100 Comitê Diretor e Grupo de Sustentação Fonte: RECITEC, 2017 *Ações a serem desenvolvidas de maneira contínua através de planejamento ----------------------------------------------------[ 114 ] --------------------------------------------------- - 7.3.RESÍDUOS DA CONSTRUÇÃO CIVIL (RCC) Quadro 44 – Agenda setorial referente de resíduos da construção civil (RCC) DIRETRIZES ESTRATÉGIAS METAS ( % ) AGENTES ENVOLVIDOS IMEDIATO CURTO MÉDIO LONGO 2019 2020 2021 2022 2023 2024 2025 2026 - 2030 2031 - 2039 Destinação adequada dos RCC Criar Lei dos Resíduos da Construção Civil 100 Comitê Diretor e Grupo de Sustentação Exigir Plano de Gerenciamento dos RCC dos geradores privados e das obras públicas * 100 Comitê Diretor e Grupo de Sustentação Criar Código de Obras 100 Comitê Diretor e Grupo de Sustentação Fomentar a reutilização e reciclagem de RCC nas obras (públicas e privadas) * 30 50 100 Comitê Diretor e Grupo de Sustentação Mapeamento das áreas órfãos e bota-foras existentes nos municípios * 100 Comitê Diretor e Grupo de Sustentação Criar Pontos de Entrega Voluntária (PEV) para essa tipologia de resíduos até 1m³/dia (por gerador) 30 70 100 Comitê Diretor e Grupo de Sustentação Criar local para acondicionamento de RCC dos PEVs, empresas e coletados pela Prefeitura 50 100 Comitê Diretor e Grupo de Sustentação Fonte: RECITEC, 2017 *Ações a serem desenvolvidas de maneira contínua através de planejamento. ----------------------------------------------------[ 115 ] --------------------------------------------------- - 7.4. RESÍDUOS SÓLIDOS INDUSTRIAIS Quadro 45 – Agenda setorial referente de resíduos sólidos industriais DIRETRIZES ESTRATÉGIAS METAS (%) AGENTES ENVOLVIDOS IMEDIATO CURTO MÉDIO LONGO 2019 2020 2021 2022 2023 2024 2025 2026 - 2030 2031- 2039 Destinação adequada dos Resíduos Sólidos Industriais (RSI) Solicitar Plano de Gerenciamento dos RSI dos geradores, conforme legislação vigente 100 Comitê Diretor e Grupo de Sustentação Criar e atualizar cadastro municipal dos geradores de resíduos industriais 100 Comitê Diretor Monitorar a destinação e disposição final dos resíduos industriais * 50 100 Comitê Diretor e Grupo de Sustentação Criar de instrumentos econômicos para cobrança de taxas e/ou tarifas referentes a coleta dos resíduos industriais não perigosos(Classe II A – NBR/ 10004/2004). 100 Comitê Diretor e Grupo de Sustentação Fonte: RECITEC, 2017 *Ações a serem desenvolvidas de maneira contínua através de planejamento. ----------------------------------------------------[ 116 ] --------------------------------------------------- - 7.5 RESÍDUOS SÓLIDOS AGROSSILVOPASTORIS Quadro 46 – Agenda setorial referente de resíduos sólidos agrossilvopastoris DIRETRIZES ESTRATÉGIAS METAS ( % ) AGENTES ENVOLVIDOS IMEDIATO CURTO MÉDIO LONGO 2019 2020 2021 2022 2023 2024 2025 2026 -2030 2031-2039 Gerenciamento correto dos resíduos orgânicos e inorgânicos gerados nas atividades agropecuárias e silviculturais Desenvolver diagnóstico dos resíduos agrossilvopastoris 30 70 100 Comitê Diretor e Grupo de Sustentação Orientar e capacitar os produtores rurais quanto ao reaproveitamento e destino correto dos resíduos agrossilvopastoris, incluindo os sujeitos à logística reversa * 30 70 100 Comitê Diretor e Grupo de Sustentação Fomentar a pesquisa e o desenvolvimento de novas tecnologias de tratamento com ênfase na compostagem e biodigestão 25 50 75 100 Comitê Diretor e Grupo de Sustentação Fonte: RECITEC, 2017 *Ações a serem desenvolvidas de maneira contínua através de planejamento. ----------------------------------------------------[ 117 ] --------------------------------------------------- - 7.6 RESÍDUOS SÓLIDOS DE MINERAÇÃO Quadro 47 – Agenda setorial referente de resíduos sólidos de mineração DIRETRIZES ESTRATÉGIAS METAS ( % ) AGENTES ENVOLVIDOS IMEDIATO CURTO MÉDIO LONGO 2019 2020 2021 2022 2023 2024 2025 2026 - 2030 2031 - 2039 Destinação ambientalmente correta dos resíduos da mineração Criar cadastro municipal dos geradores de resíduos de mineração 100 Comitê Diretor Realizar diagnóstico dos resíduos da mineração 30 70 100 Comitê Diretor e Grupo de Sustentação Exigir Plano de Gerenciamento dos resíduos de mineração dos geradores 100 Comitê Diretor e Grupo de Sustentação Fonte: RECITEC, 2017 *Ações a serem desenvolvidas de maneira contínua através de planejamento. ----------------------------------------------------[ 118 ] --------------------------------------------------- - 7.7 RESÍDUOS SÓLIDOS DE TRANSPORTE Quadro 48 – Agenda setorial referente de resíduos sólidos de transporte DIRETRIZES ESTRATÉGIAS METAS (%) AGENTES ENVOLVIDOS IMEDIATO CURTO MÉDIO LONGO 2019 2020 2021 2022 2023 2024 2025 2026 - 2030 2031 - 2039 Gerenciamento adequado dos resíduos de transporte (RT) Elaborar Plano de Gerenciamento de RT dos terminais de transporte de responsabilidade dos municípios 100 Comitê Diretor Solicitar o Plano de Gerenciamento de RT dos terminais de transportes privados e públicos 100 Comitê Diretor e Grupo de Sustentação Monitorar a destinação e disposição final dos RT * 50 100 Comitê Diretor e Grupo de Sustentação Fonte: RECITEC, 2017 *Ações a serem desenvolvidas de maneira contínua através de planejamento. ----------------------------------------------------[ 119 ] --------------------------------------------------- - 7.8 RESÍDUOS SUJEITOS À LOGÍSTICA REVERSA Quadro 49 – Agenda setorial referente de resíduos sujeitos à logística reversa DIRETRIZES ESTRATÉGIAS METAS ( % ) AGENTES ENVOLVIDOS IMEDIATO CURTO MÉDIO LONGO 2019 2020 2021 2022 2023 2024 2025 2026 - 2030 2031 - 2039 Destinação ambientalmente correta dos resíduos sujeitos à logística reversa (embalagens de agrotóxicos, pneus, óleos lubrificantes, lâmpadas, pilhas, baterias, medicamentos vencidos, eletroeletrônicos e embalagens em geral) Implantar campanhas educativas e informativas sobre a correta destinação dos resíduos sujeitos à logística reversa * 50 100 Comitê Diretor e Grupo de Sustentação Criar Grupo de Trabalho envolvendo comércio, indústria e sociedade civil para traçar estratégias/planejamento da implantação da logística reversa nos municípios 50 100 Comitê Diretor e Grupo de Sustentação Implementar a destinação das embalagens de agrotóxicos * 50 100 Comitê Diretor e Grupo de Sustentação Implementar destinação de pneus * 50 100 Comitê Diretor e Grupo de Sustenta ção Fonte: RECITEC, 2017 *Ações a serem desenvolvidas de maneira contínua através de planejamento. ----------------------------------------------------[ 120 ] --------------------------------------------------- - Continuação do Quadro 49 - Agenda setorial referente de resíduos sujeitos à logística reversa DIRETRIZES ESTRATÉGIAS METAS ( % ) AGENTES ENVOLVIDOS IMEDIATO CURTO MÉDIO LONGO 2019 2020 2021 2022 2023 2024 2025 2026 - 2030 2031 - 2039 Destinação ambientalmente correta dos resíduos sujeitos à logística reversa (embalagens de agrotóxicos, pneus, óleos lubrificantes, lâmpadas, pilhas, baterias, medicamentos vencidos, eletroeletrônicos e embalagens em geral) Implementar destinação de óleo lubrificante * 50 100 Comitê Diretor e Grupo de Sustentação Implementar destinação de lâmpadas * 50 100 Comitê Diretor e Grupo de Sustentação Implementar destinação de baterias * 100 Comitê Diretor e Grupo de Sustentação Implementar destinação de pilhas * 50 100 Comitê Diretor e Grupo de Sustentação Implementar destinação de medicamentos vencidos, eletroeletrônicos e embalagens em geral 25 50 100 Comitê Diretor e Grupo de Sustentação Fonte: RECITEC, 2017 *Ações a serem desenvolvidas de maneira contínua através de planejamento. ----------------------------------------------------[ 121 ] --------------------------------------------------- - 7.9 COLETA SELETIVA Quadro 50 – Agenda setorial referente à coleta seletiva DIRETRIZES ESTRATÉGIAS METAS (%) AGENTES ENVOLVIDOS IMEDIATO CURTO MÉDIO LONGO 2019 2020 2021 2022 2023 2024 2025 2026 - 2030 2031 - 2039 Implantação e/ou reestruturação de Sistema de Coleta Seletiva Elaborar o Programa de Coleta Seletiva envolvendo todos os segmentos da sociedade 100 Comitê Diretor Promover atividades de Educação Ambiental com foco nos 3Rs (Redução, Reutilização e Reciclagem) visando uma mudança de comportamento dos munícipes * 50 100 Comitê Diretor e Grupo de Sustentação Implementar o Programa de Coleta Seletiva * 50 100 Comitê Diretor e Grupo de Sustentação Estruturar sistema de informação, comunicação e monitoramento do Programa de Coleta Seletiva 50 100 Comitê Diretor Regulamentar a coleta seletiva 50 100 Comitê Diretor e Grupo de Sustentação Criar cooperativa e/ou associação de catadores 50 100 Comitê Diretor e Grupo de Sustentação Fonte: RECITEC, 2017 *Ações a serem desenvolvidas de maneira contínua através de planejamento. ----------------------------------------------------[ 122 ] --------------------------------------------------- - 7.10 DESTINAÇÃO FINAL Quadro 51 – Agenda setorial referente à destinação final DIRETRIZES ESTRATÉGIAS METAS ( % ) AGENTES ENVOLVIDOS IMEDIATO CURTO MÉDIO LONGO 2019 2020 2021 2022 2023 2024 2025 2026 - 2030 2031 - 2039 Atendimento à Política Nacional de Resíduos Sólidos Lei 12.305/2010 Elaborar Programa de Recuperação de Áreas Degradadas (PRAD) 100 Comitê Diretor Aprovar o PRAD junto aos órgãos ambientais (CPRH, IBAMA) 100 Comitê Diretor Implementar o PRAD 20 100 Comitê Diretor Encerrar atividade nos lixões 50 100 Comitê Diretor Destinar os resíduos sólidos para aterros sanitários existentes, atendendo a proposta de regionalização 100 Comitê Diretor Elaborar, licenciar e implementar aterro sanitário de acordo com as propostas de regionalização 30 50 100 Comitê Diretor Fonte: RECITEC, 2017 ----------------------------------------------------[ 123 ] --------------------------------------------------- - 7.11 CATADORES Quadro 52 – Agenda setorial referente aos catadores DIRETRIZES ESTRATÉGIAS METAS ( % ) AGENTES ENVOLVIDOS IMEDIATO CURTO MÉDIO LONGO 2019 2020 2021 2022 2023 2024 2025 2026 - 2030 2031- 2039 Inserção dos catadores no processo de coleta seletiva Cadastrar em banco de dados todos os catadores de Resíduos Sólidos dos municípios 100 Comitê Diretor e Grupo de Sustentação Incentivar a criação e/ou formalização das associações e cooperativas de catadores 100 Comitê Diretor e Grupo de Sustentação Apoiar a estruturação das associações e cooperativas de catadores 50 100 Comitê Diretor e Grupo de Sustentação Promover capacitações de Educação Ambiental e Gerencial para os catadores * 50 100 Comitê Diretor e Grupo de Sustentação Fonte: RECITEC, 2017 *Ações a serem desenvolvidas de maneira contínua através de planejamento. ----------------------------------------------------[ 124 ] --------------------------------------------------- - Continuação Quadro 52 - Agenda setorial referente aos catadores DIRETRIZES ESTRATÉGIAS METAS ( % ) AGENTES ENVOLVIDOS IMEDIATO CURTO MÉDIO LONGO 2019 2020 2021 2022 2023 2024 2025 2026 - 2030 2031 - 2039 Inserção dos catadores no processo de coleta seletiva Apoiar a estruturação de uma rede de comercialização de materiais recicláveis 50 100 Comitê Diretor e Grupo de Sustenta ção Promover educação formal para os catadores * 50 100 Comitê Diretor e Grupo de Sustentação Criar rede de catadores sob à luz da Carta de Princípios do Movimento Nacional dos Catadores 50 100 Comitê Diretor e Grupo de Sustentação Fonte: RECITEC, 2017 *Ações a serem desenvolvidas de maneira contínua através de planejamento. ----------------------------------------------------[ 125 ] --------------------------------------------------- - 7.12 AGENDAAMBIENTAL DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA (A3P) Quadro 53 – Agenda setorial referente à Agenda Ambiental da Administração Pública (A3P) DIRETRIZES ESTRATÉGIAS METAS ( % ) AGENTES ENVOLVIDOS IMEDIATO CURTO MÉDIO LONGO 2019 2020 2021 2022 2023 2024 2025 2026 - 2030 2031 - 2039 Implantação e implementação da A3P Sensibilizar os gestores públicos para implementar A3P 100 Comitê Diretor e Grupo de Sustenta ção Criar Comissão Gestora da A3P 100 Comitê Diretor e Grupo de Sustenta ção Promover treinamento e capacitação continuada de equipes que farão parte da Comissão da A3P dos municípios * 100 Comitê Diretor e Grupo de Sustentação Elaborar diagnóstico da A3P (levantamento de dados da situação socioambiental) 100 Comitê Diretor e Grupo de Sustentação Elaborar o Plano de Ação da A3P 100 Comitê Diretor e Grupo de Sustenta ção Mobilizar e sensibilizar para implementação da A3P * 100 Comitê Diretor e Grupo de Sustentação Avaliação e Monitoramento da A3P * 50 100 Comitê Diretor e Grupo de Sustentação Fonte: RECITEC, 2017 *Ações a serem desenvolvidas de maneira contínua através de planejamento ----------------------------------------------------[ 126 ] --------------------------------------------------- - 7.13 RESÍDUOS ÚMIDOS 7.13 RESÍDUOS ÚMIDOS Quadro 54 – Agenda setorial referente aos resíduos úmidos DIRETRIZES ESTRATÉGIAS METAS ( % ) AGENTES ENVOLVIDOS IMEDIATO CURTO MÉDIO LONGO 2019 2020 2021 2022 2023 2024 2025 2026 - 2030 2031 - 2039 Gestão e Gerenciamento de Resíduos Úmidos Promover ações de compostagem nas escolas municipais * 100 Comitê Diretor e Grupo de Sustentação Implementar projeto de biodigestor (este processo gera biofertilizante, biometano e biogás que substitui GLP) 25 40 100 Comitê Diretor e Grupo de Sustentação Promover ações para prática da compostagem em comunidades rurais * 50 100 Comitê Diretor e Grupo de Sustentação Promover palestras e campanhas de educação ambiental e mobilização social, voltadas para a gestão adequada dos resíduos sólidos úmidos * 100 Comitê Diretor e Grupo de Sustentação Celebrar parcerias para implementar a compostagem e biodigestor 50 100 Comitê Diretor e Grupo de Sustentação Fonte: RECITEC, 2017 *Ações a serem desenvolvidas de maneira contínua através de planejamento ----------------------------------------------------[ 127 ] --------------------------------------------------- - REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS AGÊNCIA NACIONAL DE TRANSPORTE TERRESTRE – ANTT. Resolução ANTT nº 420, de 12/02/2004. Aprova as instruções complementares ao transporte terrestre de produtos perigosos. Ministério dos Transportes. AGÊNCIA NACIONAL DE TRANSPORTE TERRESTRE – ANTT. Resolução ANTT nº 701, de 25/08/2004. Altera a resolução n°420, de 12 de fevereiro de 2004, que aprova as instruções complementares ao regulamento do transporte de produtos perigosos. Ministério dos Transportes. AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA – ANVISA. RDC nº 306, de 7 de dezembro de 2004. Dispõe sobre o Regulamento Técnico para o gerenciamento de resíduos de serviços de saúde. AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA – ANVISA. RDC nº 56, de 6 de agosto de 2008. Dispõe sobre o Regulamento Técnico de Boas Práticas Sanitárias no Gerenciamento de Resíduos Sólidos nas áreas de Portos, Aeroportos, Passagens de Fronteiras e Recintos Alfandegados. Ministério da Saúde. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (ABNT). NB-842. Apresentação de projetos de aterros de resíduos industriais perigosos. Rio de Janeiro, 1983. 9 p. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (ABNT). NBR 10157. Aterros de resíduos perigosos – Critérios para projeto, construção e operação. Rio de Janeiro, 1987. 13 p. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (ABNT). NBR 11174. Armazenamento de resíduos classe II – não inertes e III – inertes – Procedimento. Rio de Janeiro, 1990. 7 p. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (ABNT). NBR 12235. Armazenamento de resíduos sólidos perigosos. Rio de Janeiro, 1992. 14 p. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (ABNT). NBR 8419. Apresentação de projetos de aterros sanitários de resíduos sólidos urbanos - procedimento. São Paulo, 1992. 13 p. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (ABNT). NBR 12810. Coleta de resíduos de serviços de saúde. Rio de Janeiro, 1993. 3 p. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (ABNT). NBR 12980. Coleta, varrição e acondicionamento de resíduos sólidos urbanos. Rio de Janeiro, 1993. 6 p. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (ABNT). NBR 9190. Sacos plásticos para acondicionamento de lixo – Classificação. Rio de Janeiro, 1994. 2 p. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (ABNT). NBR 13463. Coleta de resíduos sólidos. Rio de Janeiro, 1995. 3 p. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (ABNT). NBR 13896. Aterros de resíduos não perigosos - Critérios para projeto, implantação e operação. Rio de Janeiro, 1997. 12 p. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (ABNT). NBR 13968. Embalagem rígida vazia de agrotóxico – Procedimentos de lavagem. Rio de Janeiro, 1997. 8 p. ----------------------------------------------------[ 128 ] ---------------------------------------------------- ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (ABNT). NBR 14719. Embalagem rígida vazia de agrotóxico - Destinação final da embalagem lavada – Procedimento. Rio de Janeiro, 2001. 15 p. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (ABNT). NBR 14935. Embalagem vazia de agrotóxico - Destinação final de embalagem não lavada – Procedimento. Rio de Janeiro, 2001. 11 p. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (ABNT). NBR 10004. Resíduos Sólidos - Classificação. Rio de Janeiro, 2004. 71 p. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (ABNT). NBR 10006. Procedimento para obtenção de extrato solubilizado de resíduos sólidos. Rio de Janeiro, 2004. 3 p. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (ABNT). NBR 15112. Resíduos da construção civil e resíduos volumosos - Área de Transbordo e Triagem – Diretrizes para projeto, implantação e operação. Rio de Janeiro, 2004. 15 p. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (ABNT). NBR 15113. Resíduos da construção civil e resíduos inertes - Aterros – Diretrizes para projeto, implantação e operação. Rio de Janeiro, 2004. 16 p. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (ABNT). NBR 15114. Resíduos sólidos da construção civil - Áreas de reciclagem – Diretrizes para projeto, implantação e operação. Rio de Janeiro, 2004. 11 p. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (ABNT). NBR 10007. Amostragem de resíduos. Rio de Janeiro, 2004. 25 p. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (ABNT). NBR 7503. Transporte terrestre de produtos perigosos - Ficha de emergência e envelope para o transporte - Características, dimensões e preenchimento. Rio de Janeiro, 2005. 15 p. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (ABNT). NBR 15495-1. Poços de monitoramento de águas subterrâneas em aqüíferos granulados - Parte 1: Projeto e construção. Rio de Janeiro, 2007. 25 p. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (ABNT). NBR 15849. Resíduos sólidos urbanos – Aterros sanitários de pequeno porte – Diretrizes para localização, projeto, implantação, operação e encerramento. Rio de Janeiro, 2010. 24 p. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (ABNT). NBR 13221. Transporte terrestre de resíduos. Rio de Janeiro, 2010. 6 p. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (ABNT). NBR 7500 – Identificação para o transporte terrestre, manuseio, movimentação e armazenamento de produtos. Rio de Janeiro, 2013. 77 p. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (ABNT). NBR 14619. Transporte terrestre de produtos perigosos — Incompatibilidade química. Rio de Janeiro, 2015. 18 p. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (ABNT). NBR 9735. Conjunto de equipamentos para emergências no transporte terrestre de produtos perigosos. Rio de Janeiro, 2016. 32 p. ----------------------------------------------------[ 129 ] ---------------------------------------------------- BLUMENAU (2016). Sistema de compostagem promete diminuir custos e desperdício: Restos da capina da URB e frutas da Ceasa serão usados para fazer adubo orgânico. Disponível em: <http://www.blumenau.sc.gov.br/secretarias/secretaria-de-desenvolvimento-economico/sedec/sistema-decompostagem-promete-diminuir-custos-e-desperdicio34> BRASIL, Decreto Federal no 4.074/2002, de 04 de janeiro de 2002. Regulamenta a Lei no 7.802, de 11 de junho de 2002. Brasília, 8 de janeiro de 2002. BRASIL, Decreto Federal no 5.404/2010, de 17 de janeiro de 2007. Regulamenta a Lei no 11.107, de 6 de abril de 2005, que dispõe sobre normas gerais de contratação de consórcios públicos. Diário Oficial de União, Brasília, 18 de janeiro de 2007. BRASIL, Decreto Federal no 5.940/06, de 25 de outubro de 2006. Institui a separação dos resíduos recicláveis descartados pelos órgãos e entidades da administração pública federal direta e indireta, na fonte geradora, e a sua destinação às associações e cooperativas dos catadores de materiais recicláveis, e dá outras providências. Diário Oficial de União, Brasília, 26 de outubro de 2006. BRASIL, Decreto Federal no 6.017/2007, de 17 de janeiro de 2007. Regulamenta a Lei no 11.107, de 6 de abril de 2005, que dispõe sobre normas gerais de contratação de consórcios públicos. Diário Oficial de União, Brasília, 18 de janeiro de 2007. BRASIL, Decreto Federal no 7.404/2010, de 23 de dezembro de 2010. Regulamenta a Lei no 12.305, de 2 de agosto de 2010, que institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos. Diário Oficial de União, Brasília, 23 de dezembro de 2010. BRASIL, Decreto Federal no 96.044/1988, de 18 de maio de 1988. Aprova o Regulamento para o Transporte Rodoviário de Produtos Perigosos e dá outras providências. Diário Oficial de União, Brasília, 19 de maio de 1988. BRASIL, Decreto Federal no 4.097/2002, de 23 de janeiro de 2002. Altera os art. 7° e 19 dos regulamentos para o transporte rodoviário (Decreto 96.044/88) e ferroviário (Decreto 98.973/02) de produtos perigosos. Diário Oficial de União, Brasília, 24de janeiro de 2002. BRASIL, Decreto-Lei no 2.063/1983, de 06 de outubro de 1983. Dispõe sobre multas a serem aplicadas por infrações à regulamentação para a execução dos serviços de transporte rodoviário de cargas ou produtos perigosos. Diário Oficial de União, Brasília, 07 de outubro de 1983. BRASIL, Decreto Federal no 7.217/2010, de 21 de junho de 2010. Regulamenta a Lei no 11.445, de 5 de janeiro de 2007, que estabelece diretrizes nacionais para o saneamento básico, e dá outras providências. Diário Oficial de União, Brasília, 22 de junho de 2010. BRASIL, Fundação Nacional de Saúde. Manual de Saneamento. 4ª ed. Brasília: Fundação Nacional de Saúde, 2006, p. 14 e p. 227- 280. BRASIL, Lei Federal Nº 11.445, de 5 de janeiro de 2007. Estabelece diretrizes nacionais para o saneamento básico; altera as Leis nos 6.766, de 19 de dezembro de 1979, 8.036, de 11 de maio de 1990, 8.666, de 21 de junho de 1993, 8.987, de 13 de fevereiro de 1995; revoga a Lei no 6.528, de 11 de maio de 1978; e dá outras providências. ----------------------------------------------------[ 130 ] ---------------------------------------------------- BRASIL, Lei Federal no 12.305/2010, de 2 de agosto de 2010. Institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos; altera a Lei no 9.605, de 12 de fevereiro de 1998; e dá outras providências. Diário Oficial de União, Brasília, 2 ago. 2010. BRASIL, Lei Federal no 6.938/1981, de 31 de agosto de 1981. Dispõe sobre a Política Nacional do Meio Ambiente, seus fins e mecanismos de formulação e aplicação, e dá outras providências. Diário Oficial de União, Brasília, 2 Out. 1981. BRASIL, Lei Federal no 9.605/1998, de 12 de fevereiro de 1998. Lei de Crimes Ambientais. Diário Oficial de União, Brasília, 17 Fev. 1998. BRASIL, Lei Federal no 8.666/1993, de 21 de junho de 1993. Lei de Licitações e Contratos na Administração Pública e dá outras providências. Diário Oficial de União, Brasília, 22 Jun. 1983. BRASIL, Lei Federal no 9.974/2000, de 06 de junho de 2000. Altera a Lei no 7.802, de 11 de julho de 1989, que dispõe sobre a pesquisa, a experimentação, a produção, a embalagem e rotulagem, o transporte, o armazenamento, a comercialização, a propaganda comercial, a utilização, a importação, a exportação, o destino final dos resíduos e embalagens, o registro, a classificação, o controle, a inspeção e a fiscalização de agrotóxicos. Diário Oficial de União, Brasília, 7 Jun. 2000. BRASIL, Lei Federal no 11.107/2005, de 06 de abril de 2005, que dispõe sobre normas gerais de contratação de consórcios públicos. Diário Oficial de União, Brasília, 7 Abr. 2005. BRASIL. Secretaria Nacional de Saneamento Ambiental. O SINIS – Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento. Disponível em: <http://www.snis.gov.br> Brasília: MCIDADES. SNSA, 2014. Acesso em: 03/04/2017 CONSELHO NACIONAL DO MEIO AMBIENTE – CONAMA. Resolução CONAMA nº 275 de 25 de abril de 2001 - "Estabelece código de cores para diferentes tipos de resíduos na coleta seletiva". 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Resolução CONAMA nº 330 de 25 de abril de 2003 - "Institui a Câmara Técnica de Saúde, Saneamento Ambiental e Gestão de Resíduos". Ministério do Meio Ambiente. Publicada no Diário Oficial da União em 30/04/2003, pág. 197 - Alterada pelas Resoluções nº 360, de 2005, e nº 376, de 2006. ----------------------------------------------------[ 131 ] ---------------------------------------------------- CONSELHO NACIONAL DO MEIO AMBIENTE – CONAMA. Resolução CONAMA nº 358 de 29 de abril de 2005 - "Dispõe sobre o tratamento e a disposição final dos resíduos dos serviços de saúde e dá outras providências." Ministério do Meio Ambiente. Publicada no Diário Oficial da União em 04/05/2005. CONSELHO NACIONAL DO MEIO AMBIENTE – CONAMA. Resolução CONAMA nº 362 de 23 de junho de 2005. ―Dispõe sobre o recolhimento, coleta e destinação final de óleo lubrificante usado ou contaminado‖. Ministério do Meio Ambiente. Publicada no Diário Oficial da União em 27/06/2005. CONSELHO NACIONAL DO MEIO AMBIENTE – CONAMA. Resolução CONAMA nº 375 de 229 de agosto de 2006. ―Define critérios e procedimentos, para o uso agrícola de lodos de esgoto gerados em estações de tratamento de esgoto sanitário e seus produtos derivados, e dá outras providências‖. Ministério do Meio Ambiente. Publicada no Diário Oficial da União em 30/08/2006. CONSELHO NACIONAL DO MEIO AMBIENTE – CONAMA. Resolução CONAMA nº 401 de 4 de novembro de 2008. "Estabelece os limites máximos de chumbo, cádmio e mercúrio para pilhas e baterias comercializadas no território nacional e os critérios e padrões para o seu gerenciamento ambientalmente adequado, e dá outras providências." Ministério do Meio Ambiente. Publicada no Diário Oficial da União em 05/11/2008. CONSELHO NACIONAL DO MEIO AMBIENTE – CONAMA. Resolução CONAMA nº 404 de 11 de novembro de 2008 - "Estabelece critérios e diretrizes para o licenciamento ambiental de aterro sanitário de pequeno porte de resíduos sólidos urbanos." Ministério do Meio Ambiente. Publicada no Diário Oficial da União em 12/11/2008. CONSELHO NACIONAL DO MEIO AMBIENTE – CONAMA. Resolução CONAMA nº 416 de 30 de setembro de 2009. "Dispõe sobre a prevenção à degradação ambiental causada por pneus inservíveis e sua destinação ambientalmente adequada, e dá outras providências." Ministério do Meio Ambiente. Publicada no Diário Oficial da União em 01/10/2009. CONSELHO NACIONAL DO MEIO AMBIENTE – CONAMA. Resolução CONAMA nº 418 de 25 de novembro de 2009. "Dispõe sobre critérios para a elaboração de Planos de Controle de Poluição Veicular - PCPV e para a implantação de Programas de Inspeção e Manutenção de Veículos em Uso." Ministério do Meio Ambiente. Publicada no Diário Oficial da União em 26/11/2009. CONSELHO NACIONAL DO MEIO AMBIENTE – CONAMA. Resolução CONAMA nº 452 de 02 de julho de 2012 - "Dispõe sobre os procedimentos de controle da importação de resíduos, conforme as normas adotadas pela Convenção da Basiléia sobre o Controle de Movimentos Transfronteiriços de Resíduos Perigosos e seu Depósito." Ministério do Meio Ambiente. Publicada no Diário Oficial da União em 04/07/2012. CONSELHO NACIONAL DO MEIO AMBIENTE – CONAMA. Resolução CONAMA nº 465 de 05 de dezembro de 2014. ―Dispõe sobre os requisitos e critérios técnicos mínimos necessários para o licenciamento ambiental de estabelecimentos destinados ao recebimento de embalagens de agrotóxicos e afins, vazias ou contendo resíduos.‖. Ministério do Meio Ambiente. Publicada no Diário Oficial da União em 08/12/2014, págs. 110-111 - Revoga a Resolução CONAMA nº 334/2003. CONSELHO NACIONAL DO MEIO AMBIENTE – CONAMA. Resolução CONAMA nº 469 de 29 de julho de 2015 - Altera a Resolução CONAMA no 307, de 05 de julho de 2002, que estabelece diretrizes, ----------------------------------------------------[ 132 ] ---------------------------------------------------- critérios e procedimentos para a gestão dos resíduos da construção civil. Ministério do Meio Ambiente. Publicada no Diário Oficial da União em 30/07/2015, páginas 109 e 110 - Altera art. 3º da Resolução CONAMA nº 307/2002. DI BERNARDO, L.; Paz, L. P. S. (2009). Seleção de Tecnologias de Tratamento de Água – Volume 2. LdiBe LTDA, São Carlos, São Paulo, Brasil, 1538p. EHRLICH, P. J. (1989). Engenharia Econômica. Atlas, São Paulo, São Paulo, Brasil, 191 p. Esquema geral de funcionamento de um sistema de código de barras: IDENTIFLEX (2010). FEAM. Fundação Estadual do Meio Ambiente. Reabilitação de áreas degradadas por resíduos sólidos urbanos. Fundação Israel Pinheiro – Belo Horizonte: FEAM, 2010. 36p. 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