| Tipo | Extraordinária |
|---|---|
| Número / Ano | 2534 |
| Date | 2025-07-08 |
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1 CÂMARA MUNICIPAL DE MANHUMIRIM UBrA ESTADO DE MINAS GERAIS 1446Revs CNPJ - 22.702.369/0001-89 Ata da Audiência Pública sobre os Animais de Rua - 2.534º Sessão Pública da 23º Legislatura da Câmara Municipal de Manhumirim = Em parceria com a Associação Protetora dos Animais de Rua de Manhumirim — ONG APAM. Identificação Básica: Tipo de Sessão: Extraordinária / Audiência Pública; Abertura: 08/07/2025 — 19:21; Encerramento: 08/07/2025 — 21:27. Presidente: Vereador Presidente da Câmara: Xandinho / PRTB; Autoridades e representatividades que compuseram o Plenário: Vereadores: O Vice-Presidente: Helinho Mendonça / MDB; a Secretária: Priscila Knup / REPUBLICANOS; o Bill da Farmácia / REPUBLICANOS; João Wilson Barbeiro / PRTB; Matheus Fully / MDB; e Remisson Hott / REPUBLICANOS; Presidente da APAM, Kenedy Freixo Campos, Capitão Vitor, da 29º Cia de Polícia Militar. Demais representações: Ministério Público, através da Brenda Viana e da Beatriz Dias; Tarcísio Presidente da APAE; Pedro Oscar Benfica, Presidente da ACIAMA; Jessoane, servidor da Epidemiologia; Adalberto Knup, Presidente do Lions Club. O Presidente Ver. Xandinho anuncia a abertura dos trabalhos desta audiência pública sobre os animais de rua em Manhumirim. Cumprimenta a todos que acompanham pela rede social a transmissão ao vivo na página da Câmara no Facebook e pela rádio Manhumirim AM da Fundação Bom Jesus. Agradece nominalmente às instituições que estão aqui representadas. Convida o Capitão Vitor e o Kenedy da ONG para se assentarem ao Plenário e próximos da Mesa- Diretora. Dá início a esta audiência com a participação do Ministério Público que pretende mostrar o trabalho que têm feito. Da Tribuna, a Brenda Viana e a Beatriz Dias, que são assessoras da 1º Promotoria de Justiça de meio ambiente e estão aqui a pedido do Doutor Guilherme Ferreira Hack, que não pode vir por compromissos anteriormente agendados. Mas elas agradecem à APAM e à Câmara de Vereadores pelo convite que receberam nesta semana. Brenda faz uma S contextualização jurídica do que está acontecendo e descreve sobre a legislação federal e estadual que trata dos direitos dos animais, que garante a proteção contra 3. o abandono, zela pelo controle populacional, em que o maior problema em Manhumirim é a falta do controle de cães e gatos pelas ruas. E essa legislação rege SJ N sobre competência do município em fazer o controle ético populacional. Brenda Viana fala do padrão dos administradores públicos ficarem terceirizando essa SK q responsabilidade passando para as ongs, sociedades civis ou protetores S independentes que existem pelas cidades, sendo que estes têm somente a O A obrigação assessória. Então se esquece que a obrigação originária é do Poder - Público. Todavia, o problema é complexo e precisamos de ações coordenadas, : multifatorial e ação de base. Canil não está sendo opção ideal, visto ser referencia : de ponto para abandono de animais, onde eles ficam confinados. Conta que O NS Ministério Público recebeu denúncias contra animais de rua que atacam, denúncias ' de abandono, e de animais que viram vetores de doenças. Com isso foi feita a É o abertura de Procedimento Administrativo para acompanhar a situação em Manhumirim e depois recorreram à Coordenadoria Estadual de Defesa dos Animais, a SEDA, que auxilia os municípios a implementarem as políticas públicas, que inclusive instaurou um Procedimento Administrativo também em Belo Horizonte Praça Getúlio Vargas nº20 — Centro — CEP: 36.970-000 - Manhumirim — MG Telefax: (33)3341-1050 / camaramanhumirimDhotmail. com.br Sítio: www.manhumirim.mg.leg.br 2 CÂMARA MUNICIPAL DE MANHUMIRIM / ESTADO DE MINAS GERAIS 144BReos CNPJ - 22.702.369/0001-89 em paralelo ao PA instaurado aqui em Manhumirim, para acompanhar esta situação. Apresenta o áudio de um vídeo que fala um pouco sobre o PRODEVIDA, um Programa Regional em Defesa da Vida Animal, da Coordenadoria Estadual de Defesa dos Animais do Ministério Público de Minas Gerais, a CEDA, que objetiva a proteção e o controle populacional de cães e gatos de forma racional e ética sem que haja sacrifício para este fim. A adesão do município ao PRODEVIDA prevê a extinção dos Procedimentos Investigativos e as Ações Civis Públicas que tramitam nas Promotorias locais. E também se consegue o apoio na busca de recursos financeiros, e ainda o acesso gratuito a um curso de capacitação na gestão de políticas públicas de manejo populacional. A assinatura do termo de adesão, que é voluntária, requer o cumprimento de algumas obrigações, normatizar o controle de cães e gatos, encaminhando à Câmara Municipal um projeto de lei sobre o assunto, com base na Lei Federal nº 13.426/2017 e a Lei Estadual nº 21.970/2016. No site: defesadafauna.blog.br é possível baixar minutas e exemplos de leis de outros municípios para adaptar à sua realidade. Além disto devem ser feitas castrações de no mínimo 10% da população total de cães e gatos, com base em dados locais ou senso realizado pelo município. As ações de esterilização devem ser feitas periodicamente a cada três meses, priorizando famílias de baixa renda ou em áreas com índices epidemiológicos significantes. Também deve ser criado um serviço de identificação e registro de animais visando ligar o animal ao seu tutor, reduzindo ou acabando com o abandono de animais. Para isso a metodologia mais adequada é o micro-chip, por ser permanente e gerar um número único para cada animal. E ainda gerar uma planilha para armazenar esses dados até que o Estado disponibilize um banco único. O município deverá realizar também, pelo menos três campanhas de educação abordando os temas: Guarda responsável, intervenção e controle de zoonoses e a importância da castração. Está previsto ainda no termo a fiscalização do comércio de animais, por exemplo exigindo Alvará de funcionamento da atividade. Serão incentivadas a realização de ações de doações de animais sem tutor, por exemplo, utilizando seu site ou rede social. Importante que estes animais estejam castrados, registrados, vacinados e vermifugados, seguido do termo de adoção com todas as responsabilidades do adotante com o. animal adotado. Consta também na proposta da CEDA as medidas a serem adotadas também com os animais comunitários, sendo aqueles que têm um grupo de cuidadores responsáveis. Neste caso o município deve castrar, registrar, vacinar e vermifugar, para que exerçam papel de barreira reprodutiva e sanitária em MESA local de permanência. A Brenda falando mais sobre o curso gratuito que o MP oferece, conta que ao final deste curso o município sai com um Plano Municipal pronto para suas ações. E na assinatura do termo o município não demanda nenhuma despesa financeira ou abertura de novo setor, pois o MP dá o > assessoramento e disponibiliza fundos de meio ambiente onde podem ser captados S recursos, ou conseguir o castramóvel via consórcios intermunicipais. Fazendo referências ao trabalho da APAM, comenta que a ong trabalha com recursos d doações e recursos de convênio com a Prefeitura. Algum município já ganhou TS 4 LA Srstge fo / , ts micro-chips através deste programa. A fase que esse trabalho se encontra em Manhumirim é de fazer um diagnóstico, para o qual enviou a pedido da Coordenadoria de BH para saber da Prefeitura a situação de Manhumirim, que é a realidade de que não tem nada, conforme a resposta da Prefeitura em questionário. A resposta é/de que em Manhumirim não tem campanhas educativas de Praça Getúlio Vargas nº20 — Centro — CEP: 36.970-000 - Manhumirim —- MG Telefax: (33)3341-1050 / camaramanhumirimDhotmail.com.br Sítio: www.manhumirim.mg.leg.br 3 CÂMARA MUNICIPAL DE MANHUMIRIM Bra ESTADO DE MINAS GERAIS Das CNPJ - 22.702.369/0001-89 conscientização, serviços de atendimento médico veterinário, clinica conveniada, nem serviço de controle e microchipagem. Tem aplicação de vacinas, mas não tem médico veterinário responsável. E tem fiscalização da vigilância sanitária sobre o comércio de cães e gatos. E a única fonte ligada ao cuidado e recolhimento dos animais seria a parceria com a APAM, com 90 cães que estão acolhidos. E que não acontece a castração regular, acontecendo somente quando tem recursos disponíveis. Ficou difícil para a própria Coordenadoria saber o que fazer no município. Pois a falta de um senso fica difícil o trabalho inicial. Diante disto o próximo passo da Coordenadoria é vir fazer isso in loco, um levantamento com profissionais da área pra saber em que ponto está a situação dos animais de Manhumirim, iniciando um trabalho do zero, porque Manhumirim não tem nenhuma política pública para o controle populacional de cães e gatos e nem atendimento gratuito para quem resgatou o animal. A feira de doação é só a ONG quem faze o município não implementa. Deixa o convite para quem tiver alguma pergunta, sugestão ou denúncia é só entrar no site da ouvidoria do Ministério Público, ou ir pessoalmente na sede física. A adesão ao programa que será oferecido ao Município depois é voluntária. Então fica aqui o convite à Câmara, aos protetores e a sociedade civil para que faça esta interlocução com o Executivo. No Blog tem todas as informações, inclusive para a APAM tem um guia que ensina inclusive a captar recursos de outras fontes. Finaliza dizendo que o Ministério Público está ciente da situação e acompanhando. O Sr. Presidente Ver. Alexandre agradece a participação e ao Ministério Público que soma neste momento e vai iniciar este trabalho. Solicita à Blenda que quando puder informe quem que respondeu o questionário, para terem ciência de todo o conteúdo, para se saber a quem procurar na Prefeitura. Passa-se ao credenciamento para as pessoas que irão falar nesta audiência. O Presidente Xandinho anuncia que passará a palavra ao Capitão Vitor e posteriormente ao Kenedy da Apam e aos vereadores. Na Tribuna o Capitão Vitor cumprimenta o presidente, os demais vereadores e a sociedade civil que compareceu para esse tema tão importante. E ao Ministério Públio como indutor de políticas públicas. Ele conta que quando criança sua mãe já recolhia animais na rua. O Ministério Público já veio e falou coisas que são o que ele falaria aqui hoje. Mas falaria principalmente sobre a organização ou criação de um Centro de Referência de Proteção Animal, para o acolhimento de animais em situação de y risco, fazendo sua medicação e castração. Mas sabe que é muito custoso para o Município. E é necessário o recurso humano. Como sugestão cita exemplo uma região onde deu certo, porque fizeram este Centro de Acolhimento Animal através a: de aporte financeiro de um Consórcio Intermunicipal. Aqui temos o Cisverde que poderia resolver. Tipo o sistema de Câmeras aqui na região que é rateado entre os Ss municípios da região. No âmbito da ação Polícia Militar nós temos a jurisprudência “SS muito consolidada no sentido de que aquele que abandona o animal na rua incorre e no crime de maus tratos dos animais. Coloca à disposição o corpo de policiais n cidade de Manhumirim e no âmbito da 29º Companhia, para receber essas (ly, (Vs denúncias e atuarmos em caso de flagrante desses abandonos de animais, que acabam sendo atropelados nas rodovias. Se coloca à disposição da APAM para fazermos campanhas de conscientização, indo nas rádios por exemplo, e podermos falay/dos riscos de abandonarem animais nas ruas. Se coloca como um parceiro, independentemente deste projeto mais amplo do Ministério Público. O Presidente gradece à participação do Capitão Vitor e passa a palavra ao Presidente da Praça Getúlio Vargas nº20 — Centro — CEP: 36.970-000 - Manhumirim — MG Telefax: (33)3341-1050 / camaramanhumirimDhotmail. com.br Sítio: www.manhumirim.mg.leg.br (Za sá 4 CÂMARA MUNICIPAL DE MANHUMIRIM ESTADO DE MINAS GERAIS ) CNPJ - 22.702.369/0001-89 APAM, que é o Sr. Kenedy Freixo Campos. O Sr. Kenedy agradece a todos os participantes aqui hoje. Conta que a APAM tem uma página no Instagram e lá têm tentado conseguir com que o ser humano faça algo que ele acredite e com paixão. Pois não existe animal de rua. Existe o animal na rua. Aconteceu um fato nesta semana em que um rapaz vivenciou há cinco anos atrás estava com depressão profunda e adotou um cachorro, o “Thor”, que tirou ele da depressão. Então o rapaz visitou o Centro da APAM e apadrinhou dois animais idosos lá. Este ato de compaixão e todas as outras que aconteceram na APAM são significativas. Fala aos representantes do MP da maior dificuldade que é o abandono de animais, pois quando retiram um animal da rua, as pessoas colocam outros três. Então precisamos é de despertar as pessoas, ao invés de culparem a Prefeitura, a Câmara ou a Ong APAM, enquanto que a culpa é do ser humano. Precisamos despertar a compaixão e o respeito pela vida. Defende a história da ONG Apam que vem desde o ano de 1012 quando a ong foi reativada. São 490 animais que foram doados. Dos abandonados recolhidos, atropelados, no sio, com filhotes, somam mais de 500. Somam mais de 1.000 castrações desde 2012. Reforça a necessidade de receber o apoio oferecido pelo Capitão Vitor e pelo Ministério Público. E acharem uma solução que não seja mesmo punir. Sugere fazermos educação ambiental nas escolas e nas rádios. Conta que oficializou a Prefeitura para saber sobre este programa PRODEVIDA, mas não obteve resposta. E solicitou também à Prefeitura, que tem apoiado bastante a APAM, para que pudéssemos fazer um trabalho envolvendo o meio ambiente, a epidemiologia, a vigilância sanitária, zoonoses e a assistência social, porque a assistência social e a saúde vão em todas as casas e tem as informações locais, e isto faria com que todos nós protetores e sociedade civil desempenhássemos melhor neste trabalho primordial. E outros trabalhos poderiam vir na sequência. Enfim, temos dados dos animais que passam no Centro de Atendimento da APAM ou que por ela são atendidos. Casa de passagem e recuperação é necessário para que após as castrações possamos fazer o pós operatório. Conta que seu celular não para de tocar, pois são muitas as demandas. Pede que as pessoas em casa sejam os olhos da APAM, mas como parceiros. Os veterinários daqui têm participado bem deste trabalho. Agradece à Câmara e os protetores que estão aqui hoje e encerra. A Doutora Rita Lopes usa da Tribuna para falar como protetora independente. Ela fala que é difícil falar sobre o ser humano ter compaixão com os animais, enquanto o ser humano não tem compaixão com o próprio ser humano. Mas estamos avançando muito pra melhorar isso, pois hoje os maus tratos dão mídia e a maior parte da população não aceita mais as ameaças, maus tratos e envenenamentos. Temos uma lei estadual muito importante, a 23.863, de 2021, que permite que os cidadãos alimentem os animais de rua em espaços públicos, a lei proíbe que qualquer pessoa ou agente público impeça esta prática. Fala da luta na causa animal que ela vem fazendo parte a mais de 20 anos aqui em Manhumirim, vê que a situação não é pior porque nós protetores tiramos dinheiro do bolso para castrar os animais no sio, fazemos as vaquinhas. A demanda é grande e a contrapartida do município é pequena. Ela existe, mas é muito pequena e insuficiente para a realidade que vivemos atualmente. Se fala muito em abrigo e em canil, mas isto é totalmente ultrapassado, pois sabemos que no Brasil as verbas públicas são poucas para tantas demandas, e muitas vezes são mal utilizadas. As pessoas ficam só mandando levarem os nimais para o abrigo, mas a Dra. Rita fez uma conta com a ajuda da inteligência Praça Getúlio Vargas nº20 — Centro — CEP: 36.970-000 - Manhumirim —- MG Telefax: (33)3341-1050 / camaramanhumirimOhotmail.com.br pro Sítio: www.manhumirim.mg.leg.br elispbco ses 4 <P tamo Moo Whem CÊ Seenpos t Z 5 CÂMARA MUNICIPAL DE MANHUMIRIM IBrA ESTADO DE MINAS GERAIS £ Dm CNPJ - 22.702.369/0001-89 artificial, para as pessoas terem uma noção, e a Prefeitura ver a importância da castração. A conta é a seguinte: um animal de 17 quilos que se alimenta de 350 gramas de ração por dia custa no mês, aproximadamente, R$ 100,00. Um animal deste custa 1.200,00 no ano. E 70 animais por ano custa 84.000,00 de ração, sem contar funcionários, material de limpeza, medicações e vacinas. Se não colocarem na conta mais nenhum animal e esses 70 animais durarem 7 anos, então vai gerar um custo de 588.000,00. Isto enquanto que 84.000,00 dá pra castrar 280 fêmeas, aproximadamente. Estas 280 fêmeas têm capacidade para terem duas crias de 04 filhotes em média no ano. Mas sendo castradas deixarão de nascer 2.240 animais. Então não tem outra solução a não ser a castração de animais de rua e, principalmente, os animais de pessoas carentes, que são as fontes dos animais que vão para as ruas. Só existe a castração como a única solução. Campanhas educativas nas escolas já houveram inúmeras, principalmente sobre os maus tratos. Acontece muitas vezes também que a violência entre os familiares faz com que as vezes a raiva é descarregada nos animais. Viu aqui pelo Ministério Público que a proposta de solução está pronta. Ressalta que temos muitas mais pessoas em Manhumirim que cuidam do que as que maltratam, despertando a importância da boa convivência com os animais. Como médica sabe que têm estudos científicos de que as pessoas que convivem com os animais abaixam a pressão arterial, os altistas vivem melhor tendo contato que as vezes não têm com os seres humanos. E também tiram as pessoas das drogas. São utilizados em alguns hospitais, aceitos para visitas, usados em equoterapia, como exemplo nas APÃES. Então os animais são nossos parceiros e precisamos cuidar bem deles. Torce para que esta audiência traga bons resultados para esta causa. E finaliza agradecendo esta oportunidade de participar desta audiência. Na Tribuna, para falar em nome da sociedade civil, a Sra. Elizabeth Thes, que fala da emoção ao ouvir tudo aqui hoje, parabeniza a Dra. Rita, pois acompanha o seu trabalho. Conta que esteve na Promotoria esses dias e relatou algumas coisas, porque vê um colapso nesta questão dos animais de rua. Quem trabalha muito com os animais de rua são pessoas que se doam mesmo. Quando o Presidente da Ong falou em compaixão ela falou: “misericórdia!”, pois chegou a um ponto que precisamos ter muita compaixão. O nosso discurso fica difícil e pequeno ao ouvir que tem muita criança passando fome. Mas os animais pertencem a um pequeno reino. O ser humano bastante tempo, mesmo de forma paliativa. Fala do projeto que ela arrastou por dois anos na Prefeitura de Alto Caparaó, e apresentou na Câmara de lá. É um projeto que não gera custo para o executivo. Lá já tem pessoas que podem trabalhar com isso. Resumi que só vai haver mudanças quanto existir parcerias. E não é dever só do Executivo, pois as instituições, inclusive religiosas, devem estar junto para trabalhar neste reino dos animais. É um trabalho que começou de tem gente defendendo-o. Mas e os animais? Conta que já trabalha nesta causa fo 3 de todo mundo juntar forças e colocar a mão na massa. Não é falta de força de vontade. É porque é complexo mesmo. Sabemos que o animal castrado precisa passar pela quarentena até se recuperar. Então depende de uma política pública para isto. Sabe que a intensão de quem joga o animal no asfalto é de que a morte aconteça na certa. Acontecem estupros também e a população não denúncia nada, pois têm medo e não querem se comprometer. Um próprio político um dia disse que o podemos perseguir a população. Se for assim, então temos que juntar e ç formiguinha e que as pessoas pensam ser muito fácil de resolver. Chegou a E E] Praça Getúlio Vargas nº20 — Centro — CEP: 36.970-000 - Manhumirim - MG Telefax: (33)3341-1050 / camaramanhumirimDhotmail. com.br N | | G da Cá Sítio: www.manhumirim.mg.leg.br J gs * A 6 CAMARA MUNICIPAL DE MANHUMIRIM 7 W ESTADO DE MINAS GERAIS 1448Revs CNPJ - 22.702.369/0001-89 conversar, pois temos a solução e onde tem amor no coração se consegue resolver, além de se ter muita gente querendo trabalhar nisto. Projeto com amor tende a ser um projeto muito forte e é de onde se colhe muitos frutos. Outra participante que vai à Tribuna pronunciar é a Sra. Vânia Carvalho, que é protetora individual, mas também é secretária da ONG APAM. Conta que faz parta da Ong desde sua fundação no ano de 2005, e após a reativação de 2012 vem trabalhando muito junto da ONG. Reforça aqui a fala do Kenedy Presidente da Ong, assim também os números das castrações e dos animais doados. Conta que ficou surpresa e feliz com a participação das assistentes da Promotoria, Brenda e Beatriz, elas vieram como um sol iluminando o nosso horizonte. Como protetora tem uma média de 35 animais em sua casa, que recolhe, cuida, tenta doação, mas os que não consegue adoção ficam com ela. Kenedy vai sempre em sua casa e vê. Ela recolhe animais nas estradas e dá um lar temporário. Mas é insuficiente. Não podemos negar a ajuda e o convenio do Poder Público que nos permite fazer algum atendimento. Precisamos de ações mais rápida, a curto prazo, para lidarmos com situações difíceis. Concorda que temos que praticar a nossa compaixão, a caridade e aquilo que temos de melhor dentro de nós, começando pelos animais, pois quem trata mal o animal não trata bem o ser humano. Precisamos começar exercitando nossos melhores dons. Precisamos de ter um local de passagem. Não um canil que traz uma imagem triste e é ineficiente. A casa de passagem hoje tem 90 animais. E ela tem em sua casa com estrutura um pouco melhor, mas colocando até dentro de sua própria casa, mais de 30 animais. Precisamos sim de local de passagem para colocarmos fêmeas no sio recolhidas, a permanecia de 7 a 10 dias durante o pós operatório, animais idosos, deficientes, doentes e sem condições de ficarem na rua. Local para filhotes e sem desmame. Então vamos continuar empenhados atras de um local que funcione bem. Hoje temos o abrigo da Ong APAM que funciona num local cedido pelo Estado, que inclusive o termo de cessão venceu e continuamos lá por conta de uma prorrogação caridosa do Estado, até que consigamos um local definitivo. O local ideal é não muito longe da cidade para facilitar o acesso, e nem muito perto para não incomodar a população. Precisamos da instalação de uma clínica ou um laboratório para a realização das castrações, ou talvez a contratação de veterinário pela Prefeitura. Precisamos fazer o senso animal para descobrir quais são os de rua e quais são os semi-domiciliados que vão pra rua comer e depois voltam para casa. Identificação com chips para que os tutores sejam responsabilizados. Sabemos que tem muitos animais que atacam pessoas nas ruas. Ela mesma tem uma turma de caramelo que ataca bicicleta e outros. Sabe que é importante eles terem um espaço digno como ela tenta proporcionar em sua sda me ch Covigo casa, cercado tudo e é onde os animais estão “felizes da vida” com árvores, “S ay varanda e sendo tratado, embora não seja o ideal. Conclui dizendo que antes que nos alonguemos com um projeto a longo prazo, que tenhamos uma de prazo Y menor. Precisamos tirar das ruas o que forem agressivos, embora a lei dá a eles o N F direito de ali ficarem e das pessoas tratarem deles. Inclusive fez de novo as caixas e de papelão para proteger os que ficam na rua, sabendo que não pode ser EN penalizada por isso, pois os animais ainda não têm protetores cadastrados. Quando tiver essa realidade funcionando, o animal que atacar na rua vai ser levado ao y responsável ou à prefeitura para que providencie o seu recolhimento. Finaliza com ; a lista resumida das sugestões que são: o senso, a instalação da casa de / passagem, a contratação de veterinário ou credenciamento de clínica para atender Praça Getúlio Vargas nº20 — Centro — CEP: 36.970-000 - Manhumirim — MG Telefax: (33)3341-1050 / camaramanhumirimQhotmail.com.br Sítio: www.manhumirim.mg.leg.br porto 7 CÂMARA MUNICIPAL DE MANHUMIRIM ESTADO DE MINAS GERAIS ) ha CNPJ - 22.702.369/0001-89 os animais abandonados e os de pessoal de baixa renda, chips de identificação, e a implantação do Projeto de Educação Ambiental nas escolas, que engloba os animais de rua, os silvestres e toda a flora. Está disposta a ajudar, mas sozinha ninguém consegue. Precisamos de compreensão, paciência das pessoas, um olhar mais amplo. E harmonia entre as relações humanas e com os animais. O Sr. Kenedy complementa a Sra. Vânia sobre o novo local de passagem que precisa ser providenciado, pois a ONG tem 11 meses para desocupar o imóvel do Estado, conforme já foram notificados, e lá tem 90 animais. O próximo orador na Tribuna é o Sr. Pedro Benfica, Presidente da Associação Comercial. Parabeniza pelo belíssimo trabalho à APAM, pois em Manhumirim temos muitas boas entidades. Senti a falta de representante do Executivo aqui para já darem alguma resposta, visto que este tema tem pressa. Ano que vem temos eleições gerais e novamente vamos receber muitos deputados. Não vê essa dificuldade tão grande e demandarem tanto tempo de se iniciarem a resolução dessas coisas. Os projetos precisam realmente serem executados. Acha importante a participação do MP para tudo isso acontecer e que a cidade funcione dentro das diversas áreas, que são coisas básicas. E que nosso comércio também passe a funcionar bem. Na Tribuna, o Sr. Ildeu Andrade parabeniza os oradores anteriores que falaram muito bem, e endossa todos eles. Pensar nesta casa de passagem é bem interessante. Explica quais são os terrenos da Prefeitura ideais para a construção deste local de passagem, um perto da AMAR, o outro perto da Prefeitura. E sugere que os internos da AMAR pudessem fazer um trabalho para ajudar, inclusive se capacitando para tal. O Presidente Xandinho lê a listagem dos presentes, agradece a todos e verifica se mais algum deles pretendem usar da Tribuna. Comenta que a Assessora de Divulgação da Câmara, a Viviana Almeida, teve o cuidado em convidar a todas as entidades e autoridades municipais para estarem aqui presentes hoje. Então temos a ideia de que quem queria vir e contribuir aqui veio. E depois poderemos ver de onde virão as pedras de quem vir a criticar. Pois tudo envolve elaboração de documentos e custos. Fala da importância de estarmos aqui hoje somando esforços, o que traz felicidade para todos. Passa ao momento seguinte, que é para N a apresentação das propostas que serão acolhidas, para em seguida podermos q formar uma comissão para trabalhar essas ideias ou propostas, que poderão se reunir com os poderes municipais. Sobre a falta do Executivo aqui o Presidente Xandinho diz também que ata desta audiência pública e que será levada ao Executivo pela Comissão levando nossos anseios. Entre as presenças registradas pelo Presidente, ele faz referência à presença do servidor Jessoane, que faz parte da epidemiologia do Município. Defende que não saiamos daqui com idei é prontas, pois não existe projeto pronto. E que este trabalho conjunto a partir de audiência pública seja efetivado. O Sr. Kenedy conta que manou uma notificação à Prefeitura para a criação de um Conselho de Proteção Animal. Esta poderia ser uma proposta. O Ver. Bill da Farmácia convida a Sra. Elizabeth Thees Mata, par: que possa vir numa das reuniões dos vereadores na Câmara, que acontecem nas terças-feiras, de 19 às 22 horas, para poder apresentar o projeto que ela tem. Pois a acha muitoimportante o que ela falou. Precisamos ao menos ouvir o projeto dela e $ depois cólocar em prática e ver os benefícios para a sociedade. O Ver. Remissom Hot prónuncia endossando a importância do projeto da Sra. Elizabeth e reforçando ( Sw fo P + o cpfhvite para ela vir para uma das reuniões da noite de terça na Câmara. E a partir daí colocarmos mais ideias. Menção ao que a Dra. Rita disse sobre amar os animais Praça Getúlio Vargas nº20 — Centro — CEP: 36.970-000 - Manhumirim — MG Telefax: (33)3341-1050 / camaramanhumirimDhotmail. com.br q Sítio: www.manhumirim.mg.leg.br 8 CÂMARA MUNICIPAL DE MANHUMIRIM ; ESTADO DE MINAS GERAIS DZ” CNPJ - 22.702.369/0001-89 e ao próximo. Também à Vânia por tanta dedicação aos animais. Finaliza falando da importância desta audiência publica ser levada ao Poder Executivo. Conta que é uma pessoa com deficiência e nunca foi atacado pelos animais. E é comum passar por animais ferozes, assim como passa por seres humanos bravos ou ferozes. Parabeniza o Presidente da APAM, o Sr. Kenedy, pelo trabalho belíssimo. Finaliza parabenizando a todos que estão aqui, o que confirma que de fato gostam dos animais, a exemplo do Ver. Xandinho que está presidindo esses trabalhos. O Ver. Matheus Fully fala da tristeza em ver que é pequeno o número de pessoas que estão assistindo esta audiência na rede social e presente aqui no Plenário. Isto mostra que a realidade é outra. E vai o vereador aqui colocar mal uma fala dele e ver a repercussão. Pede desculpas pelas vezes que se usam uma palavra canil, mas pensam sempre que seja local de acolhimento, cuidado ou de passagem para os animais. Menciona a proposta do Projeto de Lei nº 16/2025, de sua autoria e do Ver. João Wilson, que foi elaborado também com orientação da Dra. Rita. Tal projeto de lei prevê um programa de castração. Mas não colocou o nome do Vereador João Wilson no Projeto de Lei por questões políticas. E conforme a leitura deste projeto fala sobre o local de passagem, as castrações, as atividades de educação ambiental e a posse responsável, e até multas para as pessoas que forem flagradas soltando animais. E prevê autorização para a Prefeitura poder contratar clinicas ou consultórios veterinários para a castração de cães e gatos. E nos termos da Lei Federal 15.046, de 2024, sobre a criação do cadastro de animais domésticos, que poderá ser feito pelo setor de zoonoses do município. Conseguimos ver nas falas do Ministério Público que todas as ideias do projeto têm formas de serem cumpridas, que os entraves que o projeto de lei poderia ter foram todos sanados. E que o município tem sim condições de executar, sem custo ou com custo muito baixo, ainda mais comparado com os benefícios. Entende que precisamos dar resposta à população para que esta Câmara não seja chamada de omissa. Este projeto ainda não foi votado nas comissões. E pede o apoio dos vereadores para que este projeto seja votado e aprovado. Quando dá um problema com animais na rua enchem a cabeça de todos. O Sr. Ver. João Wilson pronuncia falando da importância das pessoas na sociedade que defendem esta causa animal e das coisas que foram ditas aqui nesta audiência, especialmente sobre a adoção e castração de animais. Mas sem local de passagem não teria como. Tem que ter este local a exemplo da APAM que vem fazendo este trabalho. Fala da importância dos animais para a saúde e a seguranças da população. Defende o controle desses animais nas ruas, precisando serem chipados. Está é uma proposta que já está antiga, inclusive a necessidade da chipagem dos animais de grande porte. Diante algum acidente na rua e no asfalto poder identificar o proprietário. Devemos prevê que as situações de acidentes com a morte de animais, também pode morrer um ser humano. E isto precisa ser trabalhado e evitado. Além de perdas materiais. Fala da dificuldade entre as relações humanas, imaginando ser ainda mais difícil com os animais. Defende esta reflexão. E que hoje seja o primeiro passo, com apoio da população e não só ficar cobrando e criticando ou interpretando mal alguma fala quando na verdade se tenta é buscar a solução para os problemas. O Presidente Xandinho consulta a todos sobre se podemos ir para a próxima etapa, que é reunirmos as propostas que serão colocadas em ata, serão acompanhadas e irão compor o trabalho daqui para frente. Ninguém se manifesta neste momento e residente passa um resumo de todas as propostas que foram apresentadas entre Praça Getúlio Vargas nº20 — Centro — CEP: 36.970-000 - Manhumirim —- MG Telefax: (33)3341-1050 / camaramanhumirimDhotmail. com.br O às Sítio: www.manhumirim mg.leg.br 9 CÂMARA MUNICIPAL DE MANHUMIRIM 23 ESTADO DE MINAS GERAIS 14BRs CNPJ - 22.702.369/0001-89 todos os participantes desta audiência aqui hoje, conforme algumas anotações que ele fez aqui. Mas explica que quem mais tiver alguma outra proposta para compor este documento, que apresente na Tribuna ou que escreva e entregue à Mesa, conforme preferirem. São as seguintes propostas: 1) A possibilidade de se fazer adesão a um consórcio intermunicipal; 2) A adesão ao projeto SEDA, do Ministério Público; 3) Convenio com clinica ou ambulatório para fazer as castrações; 4) Realização do Censo animal, com a participação dos setores que trabalha direto com o povo; 5) Inserção de chips nos animais; 6) Parceria com as faculdades de Manhuaçu para conseguir trazer os castra-móveis através de convenio e custos mais baixos; 7) Envio de ofício para cidades vizinhas para saber o que eles estão fazendo neste assunto lá também; 8) Usar dos serviços dos agentes de saúde do PSF para em suas visitações coletarem informações sobre os cachorros no local: 9) Implantação dos Projetos de Educação Ambiental nas escolas, inclusive a APAM tem o projeto “Bicho Amigo” muito apropriado para as crianças, que são as multiplicadoras, sendo oportuno incluir nelas o senso de proteção a todo o meio ambiente. A Sra. Elizabeth fala de um outro projeto seu que é o da Cooperativa Aguapé, da Coleta Seletiva, que deu certo aqui em Manhumirim, graças à garra, o amor e a participação da população. Este projeto teve participações de pessoas desta casa. É necessário que qualquer projeto que for ser colocado em prática, tenha a participação da população. O Sr. Almir Antônio Bruno da Costa também vai à Tribuna e se coloca à disposição para participar e contribuir. O Presiden Xandinho conta que sobre o local para a futura construção do centro de passagem dos animais já tem um local conversado com a ONG já. Sobre colher informações sobre como os municípios da região estão trabalhando com a problemática d animais de rua, a Brenda, do Ministério Público, conta que todos os municípios da região não têm nada iniciado, conforme o relatório que cada um deles respondeu. O Ver. Hélio conta que tendo a participação do MP viabiliza a realização dos consórcios, sendo entre os municípios daqui da mesma comarca, com a participação dos gestores municipais. Assim não precisaria de cada município gastar sozinho com sua estrutura. O Presidente Ver. Xandinho fala de tentar trazer algum castra-móvel que tenha recebido verba pública, pois isto facilita a vinda e o custeio. Passa-se à formação da Comissão: Pela APAM: Titular: Kenedy Freixo Campos; Suplente: Vânia Carvalho; Pela Sociedade Civil: Titular: Elizabeth Thees; Suplentes: Almir Antônio Bruno da Costa e Dra. Rita Lopes; Pelas Associações: Titular: Tarcísio da APAE; Suplente: Pedro Benfica da Aciama; Pela Câmara de Vereadores: Titular: Ver. João Wilson: Suplente: Ver. Matheus Fully. O Presidente da APAM, Kenedy Freixo Campos, vai novamente à Tribuna e lê um texto que puxa uma reflexão sobre “o homem e o cachorro”. Chegado ao final desta Audiência Pública dos animais, o Sr. Presidente agradece nominalmente a todos que compareceram e juntos contribuíram aqui. O Presidente diz que chegou no momento de encerrarmos esta audiência pública, que a partir daí fica mais fácil as pessoas irem para a rede social e manifestarem favoravelmente ou contrário, pois é leve utilizar os dedos e não utilizar a consciência da responsabilidade da nossa audiência pública que é dar voz a quem quer ajudar. Então muitos comentários vão surgir, assim como surgiram no momento em que ele numa das reuniões da Câmara se utilizou da fala e falou o que muitos queriam falar e não tiveram coragem. Então pela sua coragem em falar, todos sacudimos a poeira e a busca da solução veio aqui nesta audiência, que inclusive era objeto do segundo momento Á R A Ê e E, E Pew / Praça Getúlio Vargas nº20 — Centro — CEP: 36.970-000 - Manhumirim — MG Telefax: (33)3341-1050 / camaramanhumirimDhotmail com.br Ú 2 Sítio: www. manhumirim.mg.leg.br I 10 CÂMARA MUNICIPAL DE MANHUMIRIM ; LBrA ESTADO DE MINAS GERAIS LE o CNPJ - 22.702.369/0001-89 de sua fala que foi cortada.- Juntando forças, participação do Executivo que atualmente já contribui, mais o apoio de Deputados que vão ajudar com certeza. Enfim, vamos cuidar dos animais soltos nas ruas, pois os domiciliados já têm quem cuida. Aposta que esta audiência vai ficar leve para quem aqui veio. Sobre a Aguapé da coleta seletiva mencionado pela Elizabeth conta que é um amante da cooperativa Aguapé e que o primeiro recurso que veio pra ela no valor de um milhão de reais foi ele quem conseguiu com deputado, entre outras verbas que conseguiu depois, por acreditar naquele grupo. Em seguida, em nome de Deus declara encerrado este momento, agradecendo a todos mais uma vez pela presença. Encerramento: Manhumirim, em 08 de julho de 2025. Assinaturas: Presidente: Xandin Vice-Presidente: Helinh onça// MDB Secretário(a): Priscila Knup / REPUBLICANOS Pela HA nedy Freixo Campos Pela 29º Cia de PMMG: Capitão Vitor Praça Getúlio Vargas nº20 — Centro - CEP: 36.970-000 - Manhumirim - MG Telefax: (33)3341-1050 / camaramanhumirinDhotmail. com.br Sítio: www.manhumirim mg.leg.br
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1 CÂMARA MUNICIPAL DE MANHUMIRIM UBrA ESTADO DE MINAS GERAIS 1446Revs CNPJ - 22.702.369/0001-89 Ata da Audiência Pública sobre os Animais de Rua - 2.534º Sessão Pública da 23º Legislatura da Câmara Municipal de Manhumirim = Em parceria com a Associação Protetora dos Animais de Rua de Manhumirim — ONG APAM. Identificação Básica: Tipo de Sessão: Extraordinária / Audiência Pública; Abertura: 08/07/2025 — 19:21; Encerramento: 08/07/2025 — 21:27. Presidente: Vereador Presidente da Câmara: Xandinho / PRTB; Autoridades e representatividades que compuseram o Plenário: Vereadores: O Vice-Presidente: Helinho Mendonça / MDB; a Secretária: Priscila Knup / REPUBLICANOS; o Bill da Farmácia / REPUBLICANOS; João Wilson Barbeiro / PRTB; Matheus Fully / MDB; e Remisson Hott / REPUBLICANOS; Presidente da APAM, Kenedy Freixo Campos, Capitão Vitor, da 29º Cia de Polícia Militar. Demais representações: Ministério Público, através da Brenda Viana e da Beatriz Dias; Tarcísio Presidente da APAE; Pedro Oscar Benfica, Presidente da ACIAMA; Jessoane, servidor da Epidemiologia; Adalberto Knup, Presidente do Lions Club. O Presidente Ver. Xandinho anuncia a abertura dos trabalhos desta audiência pública sobre os animais de rua em Manhumirim. Cumprimenta a todos que acompanham pela rede social a transmissão ao vivo na página da Câmara no Facebook e pela rádio Manhumirim AM da Fundação Bom Jesus. Agradece nominalmente às instituições que estão aqui representadas. Convida o Capitão Vitor e o Kenedy da ONG para se assentarem ao Plenário e próximos da Mesa- Diretora. Dá início a esta audiência com a participação do Ministério Público que pretende mostrar o trabalho que têm feito. Da Tribuna, a Brenda Viana e a Beatriz Dias, que são assessoras da 1º Promotoria de Justiça de meio ambiente e estão aqui a pedido do Doutor Guilherme Ferreira Hack, que não pode vir por compromissos anteriormente agendados. Mas elas agradecem à APAM e à Câmara de Vereadores pelo convite que receberam nesta semana. Brenda faz uma S contextualização jurídica do que está acontecendo e descreve sobre a legislação federal e estadual que trata dos direitos dos animais, que garante a proteção contra 3. o abandono, zela pelo controle populacional, em que o maior problema em Manhumirim é a falta do controle de cães e gatos pelas ruas. E essa legislação rege SJ N sobre competência do município em fazer o controle ético populacional. Brenda Viana fala do padrão dos administradores públicos ficarem terceirizando essa SK q responsabilidade passando para as ongs, sociedades civis ou protetores S independentes que existem pelas cidades, sendo que estes têm somente a O A obrigação assessória. Então se esquece que a obrigação originária é do Poder - Público. Todavia, o problema é complexo e precisamos de ações coordenadas, : multifatorial e ação de base. Canil não está sendo opção ideal, visto ser referencia : de ponto para abandono de animais, onde eles ficam confinados. Conta que O NS Ministério Público recebeu denúncias contra animais de rua que atacam, denúncias ' de abandono, e de animais que viram vetores de doenças. Com isso foi feita a É o abertura de Procedimento Administrativo para acompanhar a situação em Manhumirim e depois recorreram à Coordenadoria Estadual de Defesa dos Animais, a SEDA, que auxilia os municípios a implementarem as políticas públicas, que inclusive instaurou um Procedimento Administrativo também em Belo Horizonte Praça Getúlio Vargas nº20 — Centro — CEP: 36.970-000 - Manhumirim — MG Telefax: (33)3341-1050 / camaramanhumirimDhotmail. com.br Sítio: www.manhumirim.mg.leg.br 2 CÂMARA MUNICIPAL DE MANHUMIRIM / ESTADO DE MINAS GERAIS 144BReos CNPJ - 22.702.369/0001-89 em paralelo ao PA instaurado aqui em Manhumirim, para acompanhar esta situação. Apresenta o áudio de um vídeo que fala um pouco sobre o PRODEVIDA, um Programa Regional em Defesa da Vida Animal, da Coordenadoria Estadual de Defesa dos Animais do Ministério Público de Minas Gerais, a CEDA, que objetiva a proteção e o controle populacional de cães e gatos de forma racional e ética sem que haja sacrifício para este fim. A adesão do município ao PRODEVIDA prevê a extinção dos Procedimentos Investigativos e as Ações Civis Públicas que tramitam nas Promotorias locais. E também se consegue o apoio na busca de recursos financeiros, e ainda o acesso gratuito a um curso de capacitação na gestão de políticas públicas de manejo populacional. A assinatura do termo de adesão, que é voluntária, requer o cumprimento de algumas obrigações, normatizar o controle de cães e gatos, encaminhando à Câmara Municipal um projeto de lei sobre o assunto, com base na Lei Federal nº 13.426/2017 e a Lei Estadual nº 21.970/2016. No site: defesadafauna.blog.br é possível baixar minutas e exemplos de leis de outros municípios para adaptar à sua realidade. Além disto devem ser feitas castrações de no mínimo 10% da população total de cães e gatos, com base em dados locais ou senso realizado pelo município. As ações de esterilização devem ser feitas periodicamente a cada três meses, priorizando famílias de baixa renda ou em áreas com índices epidemiológicos significantes. Também deve ser criado um serviço de identificação e registro de animais visando ligar o animal ao seu tutor, reduzindo ou acabando com o abandono de animais. Para isso a metodologia mais adequada é o micro-chip, por ser permanente e gerar um número único para cada animal. E ainda gerar uma planilha para armazenar esses dados até que o Estado disponibilize um banco único. O município deverá realizar também, pelo menos três campanhas de educação abordando os temas: Guarda responsável, intervenção e controle de zoonoses e a importância da castração. Está previsto ainda no termo a fiscalização do comércio de animais, por exemplo exigindo Alvará de funcionamento da atividade. Serão incentivadas a realização de ações de doações de animais sem tutor, por exemplo, utilizando seu site ou rede social. Importante que estes animais estejam castrados, registrados, vacinados e vermifugados, seguido do termo de adoção com todas as responsabilidades do adotante com o. animal adotado. Consta também na proposta da CEDA as medidas a serem adotadas também com os animais comunitários, sendo aqueles que têm um grupo de cuidadores responsáveis. Neste caso o município deve castrar, registrar, vacinar e vermifugar, para que exerçam papel de barreira reprodutiva e sanitária em MESA local de permanência. A Brenda falando mais sobre o curso gratuito que o MP oferece, conta que ao final deste curso o município sai com um Plano Municipal pronto para suas ações. E na assinatura do termo o município não demanda nenhuma despesa financeira ou abertura de novo setor, pois o MP dá o > assessoramento e disponibiliza fundos de meio ambiente onde podem ser captados S recursos, ou conseguir o castramóvel via consórcios intermunicipais. Fazendo referências ao trabalho da APAM, comenta que a ong trabalha com recursos d doações e recursos de convênio com a Prefeitura. Algum município já ganhou TS 4 LA Srstge fo / , ts micro-chips através deste programa. A fase que esse trabalho se encontra em Manhumirim é de fazer um diagnóstico, para o qual enviou a pedido da Coordenadoria de BH para saber da Prefeitura a situação de Manhumirim, que é a realidade de que não tem nada, conforme a resposta da Prefeitura em questionário. A resposta é/de que em Manhumirim não tem campanhas educativas de Praça Getúlio Vargas nº20 — Centro — CEP: 36.970-000 - Manhumirim —- MG Telefax: (33)3341-1050 / camaramanhumirimDhotmail.com.br Sítio: www.manhumirim.mg.leg.br 3 CÂMARA MUNICIPAL DE MANHUMIRIM Bra ESTADO DE MINAS GERAIS Das CNPJ - 22.702.369/0001-89 conscientização, serviços de atendimento médico veterinário, clinica conveniada, nem serviço de controle e microchipagem. Tem aplicação de vacinas, mas não tem médico veterinário responsável. E tem fiscalização da vigilância sanitária sobre o comércio de cães e gatos. E a única fonte ligada ao cuidado e recolhimento dos animais seria a parceria com a APAM, com 90 cães que estão acolhidos. E que não acontece a castração regular, acontecendo somente quando tem recursos disponíveis. Ficou difícil para a própria Coordenadoria saber o que fazer no município. Pois a falta de um senso fica difícil o trabalho inicial. Diante disto o próximo passo da Coordenadoria é vir fazer isso in loco, um levantamento com profissionais da área pra saber em que ponto está a situação dos animais de Manhumirim, iniciando um trabalho do zero, porque Manhumirim não tem nenhuma política pública para o controle populacional de cães e gatos e nem atendimento gratuito para quem resgatou o animal. A feira de doação é só a ONG quem faze o município não implementa. Deixa o convite para quem tiver alguma pergunta, sugestão ou denúncia é só entrar no site da ouvidoria do Ministério Público, ou ir pessoalmente na sede física. A adesão ao programa que será oferecido ao Município depois é voluntária. Então fica aqui o convite à Câmara, aos protetores e a sociedade civil para que faça esta interlocução com o Executivo. No Blog tem todas as informações, inclusive para a APAM tem um guia que ensina inclusive a captar recursos de outras fontes. Finaliza dizendo que o Ministério Público está ciente da situação e acompanhando. O Sr. Presidente Ver. Alexandre agradece a participação e ao Ministério Público que soma neste momento e vai iniciar este trabalho. Solicita à Blenda que quando puder informe quem que respondeu o questionário, para terem ciência de todo o conteúdo, para se saber a quem procurar na Prefeitura. Passa-se ao credenciamento para as pessoas que irão falar nesta audiência. O Presidente Xandinho anuncia que passará a palavra ao Capitão Vitor e posteriormente ao Kenedy da Apam e aos vereadores. Na Tribuna o Capitão Vitor cumprimenta o presidente, os demais vereadores e a sociedade civil que compareceu para esse tema tão importante. E ao Ministério Públio como indutor de políticas públicas. Ele conta que quando criança sua mãe já recolhia animais na rua. O Ministério Público já veio e falou coisas que são o que ele falaria aqui hoje. Mas falaria principalmente sobre a organização ou criação de um Centro de Referência de Proteção Animal, para o acolhimento de animais em situação de y risco, fazendo sua medicação e castração. Mas sabe que é muito custoso para o Município. E é necessário o recurso humano. Como sugestão cita exemplo uma região onde deu certo, porque fizeram este Centro de Acolhimento Animal através a: de aporte financeiro de um Consórcio Intermunicipal. Aqui temos o Cisverde que poderia resolver. Tipo o sistema de Câmeras aqui na região que é rateado entre os Ss municípios da região. No âmbito da ação Polícia Militar nós temos a jurisprudência “SS muito consolidada no sentido de que aquele que abandona o animal na rua incorre e no crime de maus tratos dos animais. Coloca à disposição o corpo de policiais n cidade de Manhumirim e no âmbito da 29º Companhia, para receber essas (ly, (Vs denúncias e atuarmos em caso de flagrante desses abandonos de animais, que acabam sendo atropelados nas rodovias. Se coloca à disposição da APAM para fazermos campanhas de conscientização, indo nas rádios por exemplo, e podermos falay/dos riscos de abandonarem animais nas ruas. Se coloca como um parceiro, independentemente deste projeto mais amplo do Ministério Público. O Presidente gradece à participação do Capitão Vitor e passa a palavra ao Presidente da Praça Getúlio Vargas nº20 — Centro — CEP: 36.970-000 - Manhumirim — MG Telefax: (33)3341-1050 / camaramanhumirimDhotmail. com.br Sítio: www.manhumirim.mg.leg.br (Za sá 4 CÂMARA MUNICIPAL DE MANHUMIRIM ESTADO DE MINAS GERAIS ) CNPJ - 22.702.369/0001-89 APAM, que é o Sr. Kenedy Freixo Campos. O Sr. Kenedy agradece a todos os participantes aqui hoje. Conta que a APAM tem uma página no Instagram e lá têm tentado conseguir com que o ser humano faça algo que ele acredite e com paixão. Pois não existe animal de rua. Existe o animal na rua. Aconteceu um fato nesta semana em que um rapaz vivenciou há cinco anos atrás estava com depressão profunda e adotou um cachorro, o “Thor”, que tirou ele da depressão. Então o rapaz visitou o Centro da APAM e apadrinhou dois animais idosos lá. Este ato de compaixão e todas as outras que aconteceram na APAM são significativas. Fala aos representantes do MP da maior dificuldade que é o abandono de animais, pois quando retiram um animal da rua, as pessoas colocam outros três. Então precisamos é de despertar as pessoas, ao invés de culparem a Prefeitura, a Câmara ou a Ong APAM, enquanto que a culpa é do ser humano. Precisamos despertar a compaixão e o respeito pela vida. Defende a história da ONG Apam que vem desde o ano de 1012 quando a ong foi reativada. São 490 animais que foram doados. Dos abandonados recolhidos, atropelados, no sio, com filhotes, somam mais de 500. Somam mais de 1.000 castrações desde 2012. Reforça a necessidade de receber o apoio oferecido pelo Capitão Vitor e pelo Ministério Público. E acharem uma solução que não seja mesmo punir. Sugere fazermos educação ambiental nas escolas e nas rádios. Conta que oficializou a Prefeitura para saber sobre este programa PRODEVIDA, mas não obteve resposta. E solicitou também à Prefeitura, que tem apoiado bastante a APAM, para que pudéssemos fazer um trabalho envolvendo o meio ambiente, a epidemiologia, a vigilância sanitária, zoonoses e a assistência social, porque a assistência social e a saúde vão em todas as casas e tem as informações locais, e isto faria com que todos nós protetores e sociedade civil desempenhássemos melhor neste trabalho primordial. E outros trabalhos poderiam vir na sequência. Enfim, temos dados dos animais que passam no Centro de Atendimento da APAM ou que por ela são atendidos. Casa de passagem e recuperação é necessário para que após as castrações possamos fazer o pós operatório. Conta que seu celular não para de tocar, pois são muitas as demandas. Pede que as pessoas em casa sejam os olhos da APAM, mas como parceiros. Os veterinários daqui têm participado bem deste trabalho. Agradece à Câmara e os protetores que estão aqui hoje e encerra. A Doutora Rita Lopes usa da Tribuna para falar como protetora independente. Ela fala que é difícil falar sobre o ser humano ter compaixão com os animais, enquanto o ser humano não tem compaixão com o próprio ser humano. Mas estamos avançando muito pra melhorar isso, pois hoje os maus tratos dão mídia e a maior parte da população não aceita mais as ameaças, maus tratos e envenenamentos. Temos uma lei estadual muito importante, a 23.863, de 2021, que permite que os cidadãos alimentem os animais de rua em espaços públicos, a lei proíbe que qualquer pessoa ou agente público impeça esta prática. Fala da luta na causa animal que ela vem fazendo parte a mais de 20 anos aqui em Manhumirim, vê que a situação não é pior porque nós protetores tiramos dinheiro do bolso para castrar os animais no sio, fazemos as vaquinhas. A demanda é grande e a contrapartida do município é pequena. Ela existe, mas é muito pequena e insuficiente para a realidade que vivemos atualmente. Se fala muito em abrigo e em canil, mas isto é totalmente ultrapassado, pois sabemos que no Brasil as verbas públicas são poucas para tantas demandas, e muitas vezes são mal utilizadas. As pessoas ficam só mandando levarem os nimais para o abrigo, mas a Dra. Rita fez uma conta com a ajuda da inteligência Praça Getúlio Vargas nº20 — Centro — CEP: 36.970-000 - Manhumirim —- MG Telefax: (33)3341-1050 / camaramanhumirimOhotmail.com.br pro Sítio: www.manhumirim.mg.leg.br elispbco ses 4 <P tamo Moo Whem CÊ Seenpos t Z 5 CÂMARA MUNICIPAL DE MANHUMIRIM IBrA ESTADO DE MINAS GERAIS £ Dm CNPJ - 22.702.369/0001-89 artificial, para as pessoas terem uma noção, e a Prefeitura ver a importância da castração. A conta é a seguinte: um animal de 17 quilos que se alimenta de 350 gramas de ração por dia custa no mês, aproximadamente, R$ 100,00. Um animal deste custa 1.200,00 no ano. E 70 animais por ano custa 84.000,00 de ração, sem contar funcionários, material de limpeza, medicações e vacinas. Se não colocarem na conta mais nenhum animal e esses 70 animais durarem 7 anos, então vai gerar um custo de 588.000,00. Isto enquanto que 84.000,00 dá pra castrar 280 fêmeas, aproximadamente. Estas 280 fêmeas têm capacidade para terem duas crias de 04 filhotes em média no ano. Mas sendo castradas deixarão de nascer 2.240 animais. Então não tem outra solução a não ser a castração de animais de rua e, principalmente, os animais de pessoas carentes, que são as fontes dos animais que vão para as ruas. Só existe a castração como a única solução. Campanhas educativas nas escolas já houveram inúmeras, principalmente sobre os maus tratos. Acontece muitas vezes também que a violência entre os familiares faz com que as vezes a raiva é descarregada nos animais. Viu aqui pelo Ministério Público que a proposta de solução está pronta. Ressalta que temos muitas mais pessoas em Manhumirim que cuidam do que as que maltratam, despertando a importância da boa convivência com os animais. Como médica sabe que têm estudos científicos de que as pessoas que convivem com os animais abaixam a pressão arterial, os altistas vivem melhor tendo contato que as vezes não têm com os seres humanos. E também tiram as pessoas das drogas. São utilizados em alguns hospitais, aceitos para visitas, usados em equoterapia, como exemplo nas APÃES. Então os animais são nossos parceiros e precisamos cuidar bem deles. Torce para que esta audiência traga bons resultados para esta causa. E finaliza agradecendo esta oportunidade de participar desta audiência. Na Tribuna, para falar em nome da sociedade civil, a Sra. Elizabeth Thes, que fala da emoção ao ouvir tudo aqui hoje, parabeniza a Dra. Rita, pois acompanha o seu trabalho. Conta que esteve na Promotoria esses dias e relatou algumas coisas, porque vê um colapso nesta questão dos animais de rua. Quem trabalha muito com os animais de rua são pessoas que se doam mesmo. Quando o Presidente da Ong falou em compaixão ela falou: “misericórdia!”, pois chegou a um ponto que precisamos ter muita compaixão. O nosso discurso fica difícil e pequeno ao ouvir que tem muita criança passando fome. Mas os animais pertencem a um pequeno reino. O ser humano bastante tempo, mesmo de forma paliativa. Fala do projeto que ela arrastou por dois anos na Prefeitura de Alto Caparaó, e apresentou na Câmara de lá. É um projeto que não gera custo para o executivo. Lá já tem pessoas que podem trabalhar com isso. Resumi que só vai haver mudanças quanto existir parcerias. E não é dever só do Executivo, pois as instituições, inclusive religiosas, devem estar junto para trabalhar neste reino dos animais. É um trabalho que começou de tem gente defendendo-o. Mas e os animais? Conta que já trabalha nesta causa fo 3 de todo mundo juntar forças e colocar a mão na massa. Não é falta de força de vontade. É porque é complexo mesmo. Sabemos que o animal castrado precisa passar pela quarentena até se recuperar. Então depende de uma política pública para isto. Sabe que a intensão de quem joga o animal no asfalto é de que a morte aconteça na certa. Acontecem estupros também e a população não denúncia nada, pois têm medo e não querem se comprometer. Um próprio político um dia disse que o podemos perseguir a população. Se for assim, então temos que juntar e ç formiguinha e que as pessoas pensam ser muito fácil de resolver. Chegou a E E] Praça Getúlio Vargas nº20 — Centro — CEP: 36.970-000 - Manhumirim - MG Telefax: (33)3341-1050 / camaramanhumirimDhotmail. com.br N | | G da Cá Sítio: www.manhumirim.mg.leg.br J gs * A 6 CAMARA MUNICIPAL DE MANHUMIRIM 7 W ESTADO DE MINAS GERAIS 1448Revs CNPJ - 22.702.369/0001-89 conversar, pois temos a solução e onde tem amor no coração se consegue resolver, além de se ter muita gente querendo trabalhar nisto. Projeto com amor tende a ser um projeto muito forte e é de onde se colhe muitos frutos. Outra participante que vai à Tribuna pronunciar é a Sra. Vânia Carvalho, que é protetora individual, mas também é secretária da ONG APAM. Conta que faz parta da Ong desde sua fundação no ano de 2005, e após a reativação de 2012 vem trabalhando muito junto da ONG. Reforça aqui a fala do Kenedy Presidente da Ong, assim também os números das castrações e dos animais doados. Conta que ficou surpresa e feliz com a participação das assistentes da Promotoria, Brenda e Beatriz, elas vieram como um sol iluminando o nosso horizonte. Como protetora tem uma média de 35 animais em sua casa, que recolhe, cuida, tenta doação, mas os que não consegue adoção ficam com ela. Kenedy vai sempre em sua casa e vê. Ela recolhe animais nas estradas e dá um lar temporário. Mas é insuficiente. Não podemos negar a ajuda e o convenio do Poder Público que nos permite fazer algum atendimento. Precisamos de ações mais rápida, a curto prazo, para lidarmos com situações difíceis. Concorda que temos que praticar a nossa compaixão, a caridade e aquilo que temos de melhor dentro de nós, começando pelos animais, pois quem trata mal o animal não trata bem o ser humano. Precisamos começar exercitando nossos melhores dons. Precisamos de ter um local de passagem. Não um canil que traz uma imagem triste e é ineficiente. A casa de passagem hoje tem 90 animais. E ela tem em sua casa com estrutura um pouco melhor, mas colocando até dentro de sua própria casa, mais de 30 animais. Precisamos sim de local de passagem para colocarmos fêmeas no sio recolhidas, a permanecia de 7 a 10 dias durante o pós operatório, animais idosos, deficientes, doentes e sem condições de ficarem na rua. Local para filhotes e sem desmame. Então vamos continuar empenhados atras de um local que funcione bem. Hoje temos o abrigo da Ong APAM que funciona num local cedido pelo Estado, que inclusive o termo de cessão venceu e continuamos lá por conta de uma prorrogação caridosa do Estado, até que consigamos um local definitivo. O local ideal é não muito longe da cidade para facilitar o acesso, e nem muito perto para não incomodar a população. Precisamos da instalação de uma clínica ou um laboratório para a realização das castrações, ou talvez a contratação de veterinário pela Prefeitura. Precisamos fazer o senso animal para descobrir quais são os de rua e quais são os semi-domiciliados que vão pra rua comer e depois voltam para casa. Identificação com chips para que os tutores sejam responsabilizados. Sabemos que tem muitos animais que atacam pessoas nas ruas. Ela mesma tem uma turma de caramelo que ataca bicicleta e outros. Sabe que é importante eles terem um espaço digno como ela tenta proporcionar em sua sda me ch Covigo casa, cercado tudo e é onde os animais estão “felizes da vida” com árvores, “S ay varanda e sendo tratado, embora não seja o ideal. Conclui dizendo que antes que nos alonguemos com um projeto a longo prazo, que tenhamos uma de prazo Y menor. Precisamos tirar das ruas o que forem agressivos, embora a lei dá a eles o N F direito de ali ficarem e das pessoas tratarem deles. Inclusive fez de novo as caixas e de papelão para proteger os que ficam na rua, sabendo que não pode ser EN penalizada por isso, pois os animais ainda não têm protetores cadastrados. Quando tiver essa realidade funcionando, o animal que atacar na rua vai ser levado ao y responsável ou à prefeitura para que providencie o seu recolhimento. Finaliza com ; a lista resumida das sugestões que são: o senso, a instalação da casa de / passagem, a contratação de veterinário ou credenciamento de clínica para atender Praça Getúlio Vargas nº20 — Centro — CEP: 36.970-000 - Manhumirim — MG Telefax: (33)3341-1050 / camaramanhumirimQhotmail.com.br Sítio: www.manhumirim.mg.leg.br porto 7 CÂMARA MUNICIPAL DE MANHUMIRIM ESTADO DE MINAS GERAIS ) ha CNPJ - 22.702.369/0001-89 os animais abandonados e os de pessoal de baixa renda, chips de identificação, e a implantação do Projeto de Educação Ambiental nas escolas, que engloba os animais de rua, os silvestres e toda a flora. Está disposta a ajudar, mas sozinha ninguém consegue. Precisamos de compreensão, paciência das pessoas, um olhar mais amplo. E harmonia entre as relações humanas e com os animais. O Sr. Kenedy complementa a Sra. Vânia sobre o novo local de passagem que precisa ser providenciado, pois a ONG tem 11 meses para desocupar o imóvel do Estado, conforme já foram notificados, e lá tem 90 animais. O próximo orador na Tribuna é o Sr. Pedro Benfica, Presidente da Associação Comercial. Parabeniza pelo belíssimo trabalho à APAM, pois em Manhumirim temos muitas boas entidades. Senti a falta de representante do Executivo aqui para já darem alguma resposta, visto que este tema tem pressa. Ano que vem temos eleições gerais e novamente vamos receber muitos deputados. Não vê essa dificuldade tão grande e demandarem tanto tempo de se iniciarem a resolução dessas coisas. Os projetos precisam realmente serem executados. Acha importante a participação do MP para tudo isso acontecer e que a cidade funcione dentro das diversas áreas, que são coisas básicas. E que nosso comércio também passe a funcionar bem. Na Tribuna, o Sr. Ildeu Andrade parabeniza os oradores anteriores que falaram muito bem, e endossa todos eles. Pensar nesta casa de passagem é bem interessante. Explica quais são os terrenos da Prefeitura ideais para a construção deste local de passagem, um perto da AMAR, o outro perto da Prefeitura. E sugere que os internos da AMAR pudessem fazer um trabalho para ajudar, inclusive se capacitando para tal. O Presidente Xandinho lê a listagem dos presentes, agradece a todos e verifica se mais algum deles pretendem usar da Tribuna. Comenta que a Assessora de Divulgação da Câmara, a Viviana Almeida, teve o cuidado em convidar a todas as entidades e autoridades municipais para estarem aqui presentes hoje. Então temos a ideia de que quem queria vir e contribuir aqui veio. E depois poderemos ver de onde virão as pedras de quem vir a criticar. Pois tudo envolve elaboração de documentos e custos. Fala da importância de estarmos aqui hoje somando esforços, o que traz felicidade para todos. Passa ao momento seguinte, que é para N a apresentação das propostas que serão acolhidas, para em seguida podermos q formar uma comissão para trabalhar essas ideias ou propostas, que poderão se reunir com os poderes municipais. Sobre a falta do Executivo aqui o Presidente Xandinho diz também que ata desta audiência pública e que será levada ao Executivo pela Comissão levando nossos anseios. Entre as presenças registradas pelo Presidente, ele faz referência à presença do servidor Jessoane, que faz parte da epidemiologia do Município. Defende que não saiamos daqui com idei é prontas, pois não existe projeto pronto. E que este trabalho conjunto a partir de audiência pública seja efetivado. O Sr. Kenedy conta que manou uma notificação à Prefeitura para a criação de um Conselho de Proteção Animal. Esta poderia ser uma proposta. O Ver. Bill da Farmácia convida a Sra. Elizabeth Thees Mata, par: que possa vir numa das reuniões dos vereadores na Câmara, que acontecem nas terças-feiras, de 19 às 22 horas, para poder apresentar o projeto que ela tem. Pois a acha muitoimportante o que ela falou. Precisamos ao menos ouvir o projeto dela e $ depois cólocar em prática e ver os benefícios para a sociedade. O Ver. Remissom Hot prónuncia endossando a importância do projeto da Sra. Elizabeth e reforçando ( Sw fo P + o cpfhvite para ela vir para uma das reuniões da noite de terça na Câmara. E a partir daí colocarmos mais ideias. Menção ao que a Dra. Rita disse sobre amar os animais Praça Getúlio Vargas nº20 — Centro — CEP: 36.970-000 - Manhumirim — MG Telefax: (33)3341-1050 / camaramanhumirimDhotmail. com.br q Sítio: www.manhumirim.mg.leg.br 8 CÂMARA MUNICIPAL DE MANHUMIRIM ; ESTADO DE MINAS GERAIS DZ” CNPJ - 22.702.369/0001-89 e ao próximo. Também à Vânia por tanta dedicação aos animais. Finaliza falando da importância desta audiência publica ser levada ao Poder Executivo. Conta que é uma pessoa com deficiência e nunca foi atacado pelos animais. E é comum passar por animais ferozes, assim como passa por seres humanos bravos ou ferozes. Parabeniza o Presidente da APAM, o Sr. Kenedy, pelo trabalho belíssimo. Finaliza parabenizando a todos que estão aqui, o que confirma que de fato gostam dos animais, a exemplo do Ver. Xandinho que está presidindo esses trabalhos. O Ver. Matheus Fully fala da tristeza em ver que é pequeno o número de pessoas que estão assistindo esta audiência na rede social e presente aqui no Plenário. Isto mostra que a realidade é outra. E vai o vereador aqui colocar mal uma fala dele e ver a repercussão. Pede desculpas pelas vezes que se usam uma palavra canil, mas pensam sempre que seja local de acolhimento, cuidado ou de passagem para os animais. Menciona a proposta do Projeto de Lei nº 16/2025, de sua autoria e do Ver. João Wilson, que foi elaborado também com orientação da Dra. Rita. Tal projeto de lei prevê um programa de castração. Mas não colocou o nome do Vereador João Wilson no Projeto de Lei por questões políticas. E conforme a leitura deste projeto fala sobre o local de passagem, as castrações, as atividades de educação ambiental e a posse responsável, e até multas para as pessoas que forem flagradas soltando animais. E prevê autorização para a Prefeitura poder contratar clinicas ou consultórios veterinários para a castração de cães e gatos. E nos termos da Lei Federal 15.046, de 2024, sobre a criação do cadastro de animais domésticos, que poderá ser feito pelo setor de zoonoses do município. Conseguimos ver nas falas do Ministério Público que todas as ideias do projeto têm formas de serem cumpridas, que os entraves que o projeto de lei poderia ter foram todos sanados. E que o município tem sim condições de executar, sem custo ou com custo muito baixo, ainda mais comparado com os benefícios. Entende que precisamos dar resposta à população para que esta Câmara não seja chamada de omissa. Este projeto ainda não foi votado nas comissões. E pede o apoio dos vereadores para que este projeto seja votado e aprovado. Quando dá um problema com animais na rua enchem a cabeça de todos. O Sr. Ver. João Wilson pronuncia falando da importância das pessoas na sociedade que defendem esta causa animal e das coisas que foram ditas aqui nesta audiência, especialmente sobre a adoção e castração de animais. Mas sem local de passagem não teria como. Tem que ter este local a exemplo da APAM que vem fazendo este trabalho. Fala da importância dos animais para a saúde e a seguranças da população. Defende o controle desses animais nas ruas, precisando serem chipados. Está é uma proposta que já está antiga, inclusive a necessidade da chipagem dos animais de grande porte. Diante algum acidente na rua e no asfalto poder identificar o proprietário. Devemos prevê que as situações de acidentes com a morte de animais, também pode morrer um ser humano. E isto precisa ser trabalhado e evitado. Além de perdas materiais. Fala da dificuldade entre as relações humanas, imaginando ser ainda mais difícil com os animais. Defende esta reflexão. E que hoje seja o primeiro passo, com apoio da população e não só ficar cobrando e criticando ou interpretando mal alguma fala quando na verdade se tenta é buscar a solução para os problemas. O Presidente Xandinho consulta a todos sobre se podemos ir para a próxima etapa, que é reunirmos as propostas que serão colocadas em ata, serão acompanhadas e irão compor o trabalho daqui para frente. Ninguém se manifesta neste momento e residente passa um resumo de todas as propostas que foram apresentadas entre Praça Getúlio Vargas nº20 — Centro — CEP: 36.970-000 - Manhumirim —- MG Telefax: (33)3341-1050 / camaramanhumirimDhotmail. com.br O às Sítio: www.manhumirim mg.leg.br 9 CÂMARA MUNICIPAL DE MANHUMIRIM 23 ESTADO DE MINAS GERAIS 14BRs CNPJ - 22.702.369/0001-89 todos os participantes desta audiência aqui hoje, conforme algumas anotações que ele fez aqui. Mas explica que quem mais tiver alguma outra proposta para compor este documento, que apresente na Tribuna ou que escreva e entregue à Mesa, conforme preferirem. São as seguintes propostas: 1) A possibilidade de se fazer adesão a um consórcio intermunicipal; 2) A adesão ao projeto SEDA, do Ministério Público; 3) Convenio com clinica ou ambulatório para fazer as castrações; 4) Realização do Censo animal, com a participação dos setores que trabalha direto com o povo; 5) Inserção de chips nos animais; 6) Parceria com as faculdades de Manhuaçu para conseguir trazer os castra-móveis através de convenio e custos mais baixos; 7) Envio de ofício para cidades vizinhas para saber o que eles estão fazendo neste assunto lá também; 8) Usar dos serviços dos agentes de saúde do PSF para em suas visitações coletarem informações sobre os cachorros no local: 9) Implantação dos Projetos de Educação Ambiental nas escolas, inclusive a APAM tem o projeto “Bicho Amigo” muito apropriado para as crianças, que são as multiplicadoras, sendo oportuno incluir nelas o senso de proteção a todo o meio ambiente. A Sra. Elizabeth fala de um outro projeto seu que é o da Cooperativa Aguapé, da Coleta Seletiva, que deu certo aqui em Manhumirim, graças à garra, o amor e a participação da população. Este projeto teve participações de pessoas desta casa. É necessário que qualquer projeto que for ser colocado em prática, tenha a participação da população. O Sr. Almir Antônio Bruno da Costa também vai à Tribuna e se coloca à disposição para participar e contribuir. O Presiden Xandinho conta que sobre o local para a futura construção do centro de passagem dos animais já tem um local conversado com a ONG já. Sobre colher informações sobre como os municípios da região estão trabalhando com a problemática d animais de rua, a Brenda, do Ministério Público, conta que todos os municípios da região não têm nada iniciado, conforme o relatório que cada um deles respondeu. O Ver. Hélio conta que tendo a participação do MP viabiliza a realização dos consórcios, sendo entre os municípios daqui da mesma comarca, com a participação dos gestores municipais. Assim não precisaria de cada município gastar sozinho com sua estrutura. O Presidente Ver. Xandinho fala de tentar trazer algum castra-móvel que tenha recebido verba pública, pois isto facilita a vinda e o custeio. Passa-se à formação da Comissão: Pela APAM: Titular: Kenedy Freixo Campos; Suplente: Vânia Carvalho; Pela Sociedade Civil: Titular: Elizabeth Thees; Suplentes: Almir Antônio Bruno da Costa e Dra. Rita Lopes; Pelas Associações: Titular: Tarcísio da APAE; Suplente: Pedro Benfica da Aciama; Pela Câmara de Vereadores: Titular: Ver. João Wilson: Suplente: Ver. Matheus Fully. O Presidente da APAM, Kenedy Freixo Campos, vai novamente à Tribuna e lê um texto que puxa uma reflexão sobre “o homem e o cachorro”. Chegado ao final desta Audiência Pública dos animais, o Sr. Presidente agradece nominalmente a todos que compareceram e juntos contribuíram aqui. O Presidente diz que chegou no momento de encerrarmos esta audiência pública, que a partir daí fica mais fácil as pessoas irem para a rede social e manifestarem favoravelmente ou contrário, pois é leve utilizar os dedos e não utilizar a consciência da responsabilidade da nossa audiência pública que é dar voz a quem quer ajudar. Então muitos comentários vão surgir, assim como surgiram no momento em que ele numa das reuniões da Câmara se utilizou da fala e falou o que muitos queriam falar e não tiveram coragem. Então pela sua coragem em falar, todos sacudimos a poeira e a busca da solução veio aqui nesta audiência, que inclusive era objeto do segundo momento Á R A Ê e E, E Pew / Praça Getúlio Vargas nº20 — Centro — CEP: 36.970-000 - Manhumirim — MG Telefax: (33)3341-1050 / camaramanhumirimDhotmail com.br Ú 2 Sítio: www. manhumirim.mg.leg.br I 10 CÂMARA MUNICIPAL DE MANHUMIRIM ; LBrA ESTADO DE MINAS GERAIS LE o CNPJ - 22.702.369/0001-89 de sua fala que foi cortada.- Juntando forças, participação do Executivo que atualmente já contribui, mais o apoio de Deputados que vão ajudar com certeza. Enfim, vamos cuidar dos animais soltos nas ruas, pois os domiciliados já têm quem cuida. Aposta que esta audiência vai ficar leve para quem aqui veio. Sobre a Aguapé da coleta seletiva mencionado pela Elizabeth conta que é um amante da cooperativa Aguapé e que o primeiro recurso que veio pra ela no valor de um milhão de reais foi ele quem conseguiu com deputado, entre outras verbas que conseguiu depois, por acreditar naquele grupo. Em seguida, em nome de Deus declara encerrado este momento, agradecendo a todos mais uma vez pela presença. Encerramento: Manhumirim, em 08 de julho de 2025. Assinaturas: Presidente: Xandin Vice-Presidente: Helinh onça// MDB Secretário(a): Priscila Knup / REPUBLICANOS Pela HA nedy Freixo Campos Pela 29º Cia de PMMG: Capitão Vitor Praça Getúlio Vargas nº20 — Centro - CEP: 36.970-000 - Manhumirim - MG Telefax: (33)3341-1050 / camaramanhumirinDhotmail. com.br Sítio: www.manhumirim mg.leg.br