| Tipo | Projeto de Lei Ordinária |
|---|---|
| Número / Ano | 37 / 1978 |
| Date | 1978-07-24 |
| Ementa | Denomina Rua IRTHES ANDRAIDE a logradouro público dessa cidade. |
| native_id | 6350 |
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I OFL010 N®. ASSUNT0 SERvlao CAMARA MUNICIPAL DE UBA Estado de Minas Gerai§ Pro.ieto de Iiei N937/78 Dd denominag:a a via Ptiblica c& -thArt.19 -Passa a denominar-se Bua IRTHES ANDRAI)E, a atual rua Projetada que inicia na Praea Getdlio Vargas a telimina na rua Farmac6utico Jos€ Rodrigues de Andrade, nesta cidade. Art. 29 -0 Executivo I>rovidenciard a comunfoaeao nedessaria a Empresa Brasileira de Correios e Tel€grafos, ben como a colocagr6 de Placas indicativas. Art. 39 -Revogam-se as disposi$6es eJn contrdrio. Sala das Reuni5es, em 24 de julho de 1978 ' CAMARA MUNICIPAL DE UBA Estado de Mines Gerais OFIclo N®. ASSUNT0 SERvlao ----------- ` -,-, 111 J U S I I F I a A I I VA Irthes Therezinha IIisboa de Andrade, filha de Virg±1io Andrade e Maria do Car.mo Lisboa de Andrade, fam±lia tradicionais em Uba. Nasceu a 21 de agosto de 1925, foi professora da Escola"Monsenhor Paiva Campos", de 1947 a 1949(terminou o curso normal no col6gio Bagrado Coraeao de Maria, em 1943). Secret€ria do Gingsio "Raun Soares", de 1949, at6 a morte, em 15 de julho de 197¢(entrou em licenga em julho de 1976, em vista da gI.ave enfermidade qiie a levou ao t`inulo). Secretaria do GAS, sempre foi membro dos mais atuantes nesta entidade, al€m de se dedidar de corpo e alma a vdrias outras instituie6es de caridade de Ub€, echo o Lar Joao de Freitas, abrigo de velhinhos, e outras obl`as assistenciais esplritas. Alma genel`osa em especial, sempl`e podiam contar com seu apoio ' todos que a pro¢uravam em busca de auxilio material ou moral, nunca faltando com Baa palavra amiga e sdbia. No Col6gio Estadual Haul Soares, onde atuou como Secl`etaria durante quase 30 anos , sua presenea sempre se mardou pop sua enorme capacidade de trabalho, sua paci6ncia amiga e seu born humor constante. Ate na aorta, I)a Irthes mos legou urn eEemplo admirdvel de bravura e religiosidade, sofrendo, consciente do mal que a levaria em bre~ ve do convivio de tantos amigos que lhe enchian a casa, sempre recebia a todos com un sorriso suave e rna I`esignaeao fervorosa diante dos ' des±gnos de Deus. Esta homenagem € sem dtivida das mais justas e merecidas. Sala das Reuni6es, em 24 de julho de 1978