PREFEITURA MUNICIPAL DE IGARAPAVA
ESTADO DE SÃO PAULO
RUA DR. GABRIEL VILELA, 413 — CENTRO - CEP 14540-000
CNPJ 45.324.290/0001-67 I.E. ISENTO
PABX (16) 3173 — 8200
E — MAIL: prefeituraDigarapava.sp.gov.br
Ofício número 6/7 fuma
Igarapava, 7 de Maio de 2022.
Excelentíssimo Presidente,
Pelo presente, venho através deste à vossa
honrosa presença e em atendimento ao requerimento cuja cópia segue em anexo,
apresentar respostas ao quanto requerido, colocando-me à disposição dessa honrosa
casa de Leis, para dirimir eventuais dúvidas, porventura surgidas.
Excelência, meus
No ensejo, renovo à Vos
protestos de elevada estima e distinta consideração >, 44
À SUA EXCELÊNCIA
DD. SR. LUAN SOARES DA SILVA
PRESIDENTE DA CÂMARA MUNICIPAL
IGARAPAVA-SP.
N
sf MUNICIPAL DE IGARAP
PODER LESISLATIVO
» 548 — FONE - 3172-1025 — Si72-5641
24540-900 — ESTA! DO DE SÃO PAUIC
CNPS: 60,243.409/0001-50
SITE: camaraigarapava sp. jeg.br
E-MAIL: atendimentoDigarapava.sp. jeg.br
ementa ea ermersagd)
E DA CÂMARA RAUNICIPAL DE IGARAPAVA/SP
subscreve, vêm na forme regimental,
vo, Exmo. Sr. Dr. José Ricardo Ros:
acerca dos seguintes questionamentos:
DO:*” O acolhimento como ato ou efeito de ecoiher
ão de aproximação, um “estar com” é “perto de”, ou
é neusão, de ester em relação com aigo ou
m£e exctamente no sentido de ação de “estar com” ou “próximo
de a que queremos afirmar o acolhimento como uma das diretrizes de
meios relevência política, ético e estética da Política Nocionol de
Humenização de Aten. ção e Gestão do SUS” ( (BRAS!t,2009).
nos serviços Ge saúde, no nosso município
o no atendimento prestado aos usuários na PO!
jue é 3 Sanie Casa de Igarapava.
mesmo constatações “in iócus”, solicit
VRA LIVRE NA TRIBUNA DA CÂMARA
relevantes visto que o Ministério da
travessa as diferentes ações e instâncias
s níveis e dimensões da atenção e da gestão.
Ftualiza e | Pormatiza, no âmbito do Sistema
Enfermagem, a classificação de risco e priorização da
O Enfermeiro, cbservadas as disposi
otado peia la instítuie não.
ações abaixo elencadas:
Es a iotados exciusivamente no Pronto Socorro da Santa Casa de Igarapava e
rabalho em 24 hs (anexar escala com nomes e nº do COREN-SP)
raigarapava. sp. ieg.br
idimentoGigarapava.sy
em relação a esse arocedimento. Anexar cópia dele e cópi
ação de Risco, se não tiver, explicar como é desenvolvido?
do SAE de Classificae
em
rio de Enfermagem específico para atendimento de Classificação de Risco?
aquipamentos discriminando, item a item usados pelo Enfermeiro para
da Classificação de Risco- Protocolo Manchester.
df)
ti
Ba
E]
[a]
maior complexidade técnica e que exijam conhe ecimento
ecisões conforme preconiza a Lei, Quai conduta é tomado pelo
esperas de atendimento médico de acordo com Classificação
endimento no Pronto Socorro e não é urgência no horário que as UBS do
mento, quai conduta do Enfermeiro em relação ao encaminhamento as
esmo cutros encaminhamentos?
Sala das Sessões, igarapava/SP, 03 de abril de 2022.
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MN a >
No
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CARLA ADRIANA MENDONCA PRADO
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Via Maria ren Vs
es ada Prasidência
, Santa Casa de Misericórdia de Igarapava
SANTA CASA Rua Cel. Francisco Martins, nº 769 — Igarapava — SP
DE IGARAPAVA CNP3/ME nº 49.376.858/0001-44
Fone (16) 3172-1090 CEP 14.540-000
EXMO. SENHOR DIRETOR MUNICIPAL DE SAÚDE DO DEPARTAMENTO
MUNICIPAL DE SAÚDE DA PREFEITURA MUNICIPAL DE IGARAPAVA.
Ref.: Of. nº 406/2022.
MARCELO ORMENEZE, na qualidade de interventor da
IRMANDADE DA SANTA CASA DE MISERICÓRDIA DE IGARAPAVA,
associação civil sem fins lucrativos, pessoa jurídica de direito privado, inscrita no
CNPJ/ME nº 49.376.858/0001-44, por meio de seu procurador infra-assinado, prova
da procuração no livro nº 0175, fls. 262/3 do 1º Tabelião de Notas e de Protesto de
Letras e Títulos desta comarca de Igarapava, vem informar o que segue:
1. Segue nos anexos escala da enfermagem;
2. O Responsável Técnico da enfermagem é Leandro Severino.
3. Nos anexos diplomas e certificados, possível dizer que praticamente
todos os profissionais da instituição são qualificados para tal;
4. Nos anexos consulta administrativa relativo a forma como essa
instituição faz e mantém seus protocolos;
SANTA CASA Santa Casa de Misericórdia de Igarapava
Rua Cel. Francisco Martins, nº 769 — Igarapava - SP
DE IGARAPAVA CNPJ/ME nº 49.376.858/0001-44
Fone (16) 3172-1090 CEP 14.540-000
5. Sim, a sala de triagem, conforme protocolo nos anexos;
6. Conforme protocolo nos anexos e destaque abaixo:
RR mae pan Ena NS tese
ais
7. A conduta é seguir os protocolos previamente definidos sem
discriminação e sem favorecimento, mesmo quando a pessoa invoca
eventual cargo público e et cetera; e
8. Encaminhamento médico não é feito pela enfermagem, mas sim por
médico.
É o que nos cumpria diligenciar e esclarecer.
Igarapava/SP, 20 de maio de 2022.
THIAGO T. M. CHICOTE
OAB/SP nº 406.261
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dxcsileira, neatiureal do Citado de Ho Prado,
nascida a 03 de junho de 1985, RG 40.398.850-0-SSPIIP
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relizado no fertodo de 22 de fevereiro de B043 e 06 de selembra de 204% .
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uni VERDADE DE FRANCA
UNIVERSIDADE DE FRANCA
(Reconhecida peia Portaria Ministerial nº 4275, de 25/08/94)
A Beltora da Vabversidade de Eanca, Estado de São Paulo,
no uso de suas atri! auições € tendo em vista à condusão do
Curso Superior de Graduação em Enfermagem, acharelado,
em dezembro de 9010, bem como O termo de Colação de Grau
em 30 de março de 2011, confere O título de
Danielle Podrigues Francisco
RG, 41.397 A45-5 ssp/SP, trasileira, gatural- de Tuverava, Estado de São Paulo,
nascida a 13 de setembro de 1985
e cutorga-lhe o presente Diploma. afim de que possa 90z47
de todos os dixeltos e prerrogativas legais. |
Lranca, 04 de abril de 9011.
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Universidade Federal do Triângulo Mineiro
Centro de Graduação em Enfermagem
Praça Manoel Terra, nº 330 Centro - CEP 38015-050
Telefone: (034) 3700-6484 E-mail: secretariaDenfermagem. uftm.edu.br
Uberaba, 17 de dezembro de 2017.
DECLARAÇÃO
Declaramos, para os fins que se fizerem necessários, que
IZABELA KATIUCIA TOMAZ DA SILVA participou do Ill Simpósio de
Cuidados Paliativos de Uberaba, | Jornada de Cuidados Paliativos da UFTM
e Ill Curso Introdutório da Liga Acadêmica de Cuidados Paliativos, realizado
nos dias 01 e 02 de dezembro de 2017, em Uberaba-MG, na qualidade de
OUVINTE, com carga horária de 08 horas.
Por ser verdade, firmamos o presente em duas vias de igual teor.
Atenciosamente,
Discente de Enfermagem - UFTM
Auxiliar de Enfermagem - Assistente da Divisão de Enfermagem HC/UFTM
Presidente da Liga Acadêmica de Cuidados Paliativos
Presidente da Comissão Organizadora
Prof? Dr' Leila PER Tae RA Kauchakie Pedrosa
Professora de Graduação e Pós-graduação do Departamento de Enfermagem em Educação e
Saúde Comunitária / Curso de Graduação em Enfermagem
Coordenadora da Liga Acadêmica de Cuidados Paliativos
Coordenadora do evento
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NIVERSITÁRIO
E a J] Mário Palmério
O Mário Palmério Hospital Universitário,
através do Núcleo de Ensino, Pesquisa e Extensão- NEPE,
certifica que o(a) acadêmico(a)
izabela Katiucia Tomaz da Silva
participou como ouvinte do evento - | Simpósio de Doenças Infecciosas com Enfoques em DST
coordenado pelo(a) Dr. Renato Fabri, realizado no dia 23/10/18.
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Profa. Inara Barbosa Pena Elias Dr. Galvani Salgado Agreli
Núcleo de Ensino, Pesquisa e Extensão Diretor Técnico do MPHI
EVENTOPROMOVIDO PELO MPHU
mitido às didia (hora e data de Brasília)
o de controb: ALRC.8MAS.N9P3.VQYC
A aceitação deste certificado está cond jonada à verf cação de sua autenticidade
k na Internet; no endereço: http://www-uniube; Certificados/autenticacao
Ko Uniúbe d ido gratuitamente.
ATENÇÃO: qualquer rasura ou emend: inva idará este documento.
EMITIDO POR: o de Ensino,
ae Extensão
Título
O Panorama das Infecções Sexualmente Transmissíveis no Brasil com Enfoque em
no Tempo Atual / HPV; Epidemiologia, Prevenção e Diagnóstico
Profa. Inara Barbosa Pena Elias
Núcleo de Ensino, Pesquisa e Extensão
EMITIDO POR: Núcieo de Ensino,
Pay TIC : Pesquisa € Extensão
TO) Uniube Milopamério | NEPE
Programação
Duração
Carga Horária do Participante / Carga Horária do Evento: 03:30 / 03:30
Dr, Galvani Salgado Agreli
Diretor Técnico do MPHU
Certificado. emitido. às dodia (hora e-data de Bra
“Código de control: ALRC.8MAS.N9P3.VQYC
A aceitação deste-certificado está cond nada à vetiicação de sua autênticidade
na Internet; no endéreço: http://www, uniube.b certificados/autenticacao
duos Certif o gratuitamente.
ATENÇÃO: qualquer-rasura'ou emenda invalidará estê-dacumento.
“Paly] Mário Palmério
HOSPITAL UNIVERSITÁRIO
O Mário Palmério Hospital Universitário,
através do Núcleo de Ensino, Pesquisa e Extensão- NEPE,
certifica que o(a) acadêmico(a)
izabela Katiucia Tomaz da Silva
KSHOP - | Workshop para Enfermagem: O Paciente
participou como ouvinte do evento WOR
a Nascimento, realizado no dia 02/06/18.
Ficou Grave: E agora? coordenado pelo(a) Professora Julian
N
Profa. Inara Barbosa Pena Elias Dr, Galvani Salgado Ageli
Núcleo de Ensino, Pesquisa e Extensão Diretor Técnico do MPHU
+ Certificado emitido às. de
condicionada a-verficação de sua
Jhuwvnuniube.bricertific. dos/autenticacao
EMITIDO POR: í
Núcleo se ns A aceitação deste certificado está
Era TIC Pesquisa e Extensão na Internet, no endereço: http:
iub Mário Palmério E) " Sue k
NO Uniube NEPE E Certifc; gratuitamente.
ATENÇÃO: qualquer rasura ou emer invalidará-este:
1 E ] Mário Palmério
IOSPITAL UNIVERSITÁRIO
Programação
Título Duração Título Duração
Avaliação do nível de consciência e sedação (Dinâmica de Gasglow) 0:30:00: Assistência de enfermagem na ventilação mecânica invasiva so É 5 0:30:00
Instabilidades hemodinâmicas: principais drogas vasoativas 0:40:00 Competência do enfermeiro para gestão da assistência do paciente grave 0:40:00
Carga Horária do Participante / Carga Horária do Evento: 02:20 / 02:50
o pesei
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Profa, Inara Barbosa Pena Elias Dr. Galvani Salgado Agreli
Núcleo de Ensino, Pesquisa e Extensão Diretor Técnico do MPHU
EVENTOPROMOVIDO:PELO MPHU
o às dodia(hora-e data de Brasília)
EMITIDO POR: Núciea de Ens - Código dé controk: JBTH.SM8F.PL6X.PW3Q
Pesquisa e Extensão
flo | NEPE
A aceitação deste certificado está condicionada à veriicação de sua autenticidade
na Internet, no endereço: http://www. uniube.briertificados/autenticação
Certificado emitido gratuitamente.
ATENÇÃO: qualquer rasura ou emenda invalidará Esté:documento.
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: s 7] Mário Palmério
HOSPITAL UNIVERSITÁRIO |
O Mário Palmério Hospital Universitário,
através do Núcleo de Ensino, Pesquisa e Extensão- NEPE,
certifica que o(a) acadêmico(a)
Izabela Katiucia Tomaz da Silva
participou como ouvinte do evento - II Curso Introdutório à Liga Acadêmica de Urgência e
Emergência coordenado pelo(a) Dra. Andrea Miziara, realizado no dia 12/09/18.
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Dr. Galvani Salgado Agreli
Diretor Técnico do MPHU
Profa. Inara Barbosa Pena Elias
Núcleo de Ensino, Pesquisa e Extensão
EVENTOPROMOVIDO'PELO MPHU
Certificado emitido às dodia (hora e data de Bra
SJ7L.A9B8.CHRR.EN21
EMITIDO POR: Núcieo de Ensi “a
Pay TIC Pesquisa e Extei
TO Uniube M NEPE
ATENÇÃO: qualquer rasura ou emenda invalidará este documento,
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Mário Palmério
OS PITAL UNIVERSITARIO
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Programação
Título Duração Título . . Duração
Cetoacidose Digbética / Queimaduras | Traumas Abdominais 7 ÁCLS 3:10:00 : E Radio ue EE é
Carga Horária do Participante / Carga Horária do Evento: 03:10 / 03:10
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Profa. Inara Barbosa Pena Elias Dr. Galvani Salgado Agieli
Núcleo de Ensino, Pesquisa e Extensão Diretor Técnico do MPHU
e EVENTO PROMOVIDO PELO MPHU
Certificado emitido às dodia (hora e data de Brasília)
Código:de-contrde: SL; A9B8.CHRR.ENZL
Núcieo de Ensino,
Pesquisa e E
NEPE
A aceitação deste certificado está condiciónada à veriicação de sua-autent
na Internet, no endereço: http: JA VAÇA) uniube,briertificados/autenticacao
Certificado emitido gratuitamente.
ATENÇÃO: qualquer rasura Ou emendainvalidaré este documento.
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO
Uberaba - MG
Certificamos que o trabalho intitulado CONTRUÇÃO DE INSTRUMENTO NORTEADOR DA ASSISTÊNCIA DE
ENFERMAGEM AO RECÉM-NASCIDO PREMATURO EM SALA DE PARTO de autoria de DOUGLAS DE OLIVEIRA
SILVA, GIOVANNA BETIRIGO BORGES, SOFIA NOBRE. NOVAIS, LAIS SILVA PALMIERI, IZABELA KATIUCIA
TOMAZ DA SILVA e BRUNA MARIA MALAGOLI ROCHA foi apresentado em forma de pôster na “IL JORNADA DE
CUIDADOS AO PREMATURO" realizada em 08 de Dezembro de 2017, na Universidade Federal do Triingulo Mineiro -
UFTM. : i
albiio. tando) flo limao
Profa. Dra Valéria Cardoso Alves
Cunali
COORDENADORA DA JORNADA DE
CUIDADOS AO PREMATURO
Encontra-se o presente registrado na PROEXT UFTM sob número 351/2016
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MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIANGULO MINEIRO
Uberaba - MG
Certificamos que o trabalho intitulado: SISTEMATIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM (S4E) EM RECÉM-
NASCIDO PREMATURO EXTREMO: RELATO DE EXPERIÊNCIA de autoria de LAIS SILVA PALMIERI, GIOVANNA
BEIRIGO BORGES, SOFIA NOBRE NOVAIS, DOUGLAS DE OLIVEIRA SILVA, IZABELA KATIUCIA TOMAZ DA
SILVA e BRUNA MARIA MALAGOLE ROCHA foi apresentado em forma de pôster na “TI JORNADA DE CUIDADOS AO
PREMATURO" realizada em 08 de Dezembro de 2017,na Universidade Federal do Triângulo Mineiro - UFTM,
Ao , f s f .
alii. Vando) he lvl
Profa. Dra Valéria Cardoso Alves
Cunali
COORDENADORA DA JORNADA DE
CUIDADOS AO PREMATURO
Encontra-se o presente registrado na PROEXT UFTM sob número 351/2016
eu ] Mário Palmério
HOSPITAL UNIVERSITÁRIO
O Mário Palmério Hospital Universitário,
através do Núcleo de Ensino, Pesquisa e Extensão- NEPE,
certifica que o(a) acadêmico(a)
Izabela Katiucia Tomaz da Silva
participou como ouvinte do evento WORKSHOP - Paciente ficou grave Il: E agora?
Ressuscitação Cardiopulmonar em adultos coordenado pelo(a) Professora Juliana da Silva Garcia
Nascimento, realizado no dia 11/08/18.
Profa, Inara Barbosa Pena Elias Dr. Galvani Salgado Agreli
Núcleo de Ensino, Pesquisa e Extensão Diretor Técnico do MPHU
EVENTO PROMOVIDO PELO MPHU
ódi D56:0NZW.5ZNR.DAF7
EMITIDO POR: Núieo de Ensino
PN TI Fa Pesquisa e Exten ão A aceitação deste certificado está condicionada a-veriicação-dê.sua autenticidade
na Internet, no endereço: http://www uniube.bricertificados/autenticaçao
Certificado emitido gratuitamente.
ATENÇÃO: qualquer rasura ou emenda invalidará este documento.
TO Uniube Mório NEPE
e
va J Mário Palmério
HOSPITAL UNIVERSITÁRIO *
Título
A Parada:Cardiorrespirat: omo ide
Vida:/ O jogo dos erros no atendimento do paciente grave
Profa, Inara Barbosa Pena Elias
Núcleo de Ensino, Pesquisa e Extensão
EMITIDO POR: Núcieo.de Ensino,
PN TIC Pesquisae Extensã
RO Unindo Málorelméio | NEPE
car'/ Suporte Básico de Vida / Suporte Avançado | de
Programação
Duração Título Duração
3:30:00
Carga Horária do Participante / Carga Horária do Evento: 03:30 / 03:30
Dr, Galvani Salgado Agre
Diretor Técnico do MPHU
EVENTO PROMOVIDO PELO MPHU
Certificado emitido.às do dia-(hora e data de Brasília)
Código de controle; 4D56.ÔNZW.5ZNR.DAF7
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CPF: 442.661.618-24
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CNPJ: 17.685. 718/0001-61.1--
Comi início em 23/03/2016 e término em 23/03/2016
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. código localizador:-2200186.817093.17984. : º , " Coristituição Federal -Artigo205;
Autôr responsável: Learncafe Ensihio Online EIRELI -ME (CNPJ:-17.685.718/0001-61) : , - Constituição Federal * Artigo 206;
Razãó social'(Platafortna): Learncafe Ensino Onling - EIRELI (CNPJ: 17.685.718/0001:61) - Decreto Presidencial nº 5.154
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CPF: 442.661.618-24
concluiu ó curso de aper; “feiçoamento
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“Empresa Responsável: Leamcafe Ensino Online Eireli - Me
CNPJ: 17. oes. 718/0001-61 -
Com início em 03/02/2017 e Rermiino em 14/02/2017.
Com duração de 11 hora(s) rias Timo ABED
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“Qualidade de vida de diabéticos com feridas nos pés
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Código localizádor: 2596236. 817093; 194 30 : . . : º - Constituição Federal - Artigo205;
- Autor responsável: Leaméafe Ensirio Online EIRELI ME (CNPJ:17.685.718/0001-61) mo : . “Constituição. Federal - Artigo206;
Razão social (Plataforma); Learncate Ensiho Onliné - EIRELI (CNPJ: 17.685.718/0001:61) RE , : - Decreto Presidencial nº.5.154
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Saúde da família e cuidados paliativos infantis |
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Cuidados paliativos infantis.» Atendimento domiciliar-» Saúde da família » A família e o cuidador
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“Razão social (Plataforma): Learncafe Ensiho Onling - EIRELI (CNPJ: 17.685: 718100011) . - Decreto Presidencial nº 5.154;
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PRÓ-REITORIA DE PESQUISA, PÓS-GRADUAÇÃO E EXTENSÃO
CERTIFICADO
A Universidade de Uberaba certifica que Izabela Katiucia Tomaz Da Silva, participou do CURSO DE
EXTENSÃO EM SEPSE: AS HORAS DE OURO , realizado dia 19 de agosto a 02 de setembro de 2017,
com carga horária total de 12 horas.
Maria Theresa Cerávolo Laguna Abreu André Luís Teixeira Fernandes
Coordenadora de Extensão Pró-Reitor de Pesquisa, Pós-Graduação e Extensão
EVENTO PROMOVIDO PELA uma
ns Certlfiado emitido gratu itament
TENçÃO: qualquer rasura, Ou emendainvalidará este documen
Nome do Titulado: 5132687/2 - IZABELA KATIUCIA TOMAZ DA SILVA
RG nº: 44.302.360-8 - SSP/SP
Coordenador da Atividade: JULIANA DA SILVA GARCIA NASCIMENTO
CURSO DE EXTENSÃO EM SEPSE: AS HORAS DE OURO
Freg. PERÍODO DE x
DISCIPLINAS EE REALIZAÇÃO PROFESSOR TITULAÇÃO
TOTAL DA CARGA HORÁRIA: 12 HORAS
RESULTADO FINAL: APROVADO
UNIVERSIDADE DE UBERABA
CERTIFICADO, registrado sob nº 895, Livro 5,
Universidade de Uberaba - Reconhecida pela Portaria nº 544 - MEC de 25/10/1988 - (D.0.U folhas 224V,, Processo nº 07179/2017.
niversidade de eraba - Reconhecida pela Portaria nº - e - UU.
26/10/1988). Credenciada pela Portaria nº 1.871, de 02/06/2005 (D.O.U. Nº 105, DE 03/06/2005). Uberaba (MG), 27 de Novembro de 2017
Aprovado pela Resolução nº 04/2003, de 17/06/2003.
ALINE BEATRIZ GONCALVES GARCIA
SECRETÁRIA DOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO E
EXTEISÃO
Eq | Mário Palmério
HOSPITAL UNIVERSITÁRIO
O Mário Palmério Hospital Universitário,
através do Núcleo de Ensino, Pesquisa e Extensão- NEPE,
certifica que o(a) acadêmico(a)
Izabela Katiucia Tomaz da Silva
participou como ouvinte do evento - Simpósio da Liga Acadêmica de Psiquiatria coordenado
pelo(a) Professora Luiza Elena Casaburi, realizado no dia 29/06/18.
Profa. Inara Barbosa Pena Elias Dr. Galvani Salgado Agieli
Núcleo de Ensino, Pesquisa e Extensão Diretor Técnico do MPHU
EVENTOPROMOVIDO PELO MPHU
Certificado emitido às dodia-(hora e data de Brasília)
, E Código de controle KKEY.4T85.L6MG.DDMA
leo de Ensino,
Pesquisa é Extensão A ia ce ificado está Sondicionada à Ens de sua auten
ério | NEPE a nterne
ATENÇÃO: qualquer rasura ou emendainvalidará este documento,
“Ma Mário Palmério
HOSPITAL UNIVERSITÁRIO
Programação
Título Duração Título Duração
Depressão e Ansiedade ná Atualidade / Suícidio / Tratamento não medicamentoso aos 3:00:00
transtornos mentais
Carga Horária do Participante / Carga Horária do Evento: 03:00 / 03:00
Profa. Inara Barbosa Pena Elias Dr. Galvani Salgado Agreli
Núcleo de Ensino, Pesquisa e Extensão Diretor Técnico do MPHU
EVENTO PROMOVIDO PELO MPHU, |
Certificado emitido às dodia (hora-e data de Brasília)
. Cédigo de controle KKE
EMITIDO POR: Núcieo de Ensino;
i ã A aceitação deste certificado está condicionada à veriicação de-sua autenticidad
Pa TIC Pesquisa e Extensão aceitação des st ténticidáde
na Internet; no endereço: http://www-uniube.bricertificados/autenticacao
tado emitido gratuitamente.
ATENÇÃO: qualquer rasura ou emenda invalidará este documento.
TS Uninbe Milotaiméio | NEPE
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epnes e ogôeonpa we Wobeuusju3 ep ojusuenedeg op opôenpelb-sodg º ogãenpeio ap 210Ssaj0Jd
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(Reconhecida pela Portaria Ministerial nº 1275, de 25/08/94)
(Recredenciada pela Portaria Ministerial nº 1450, de 07/10/2011 ) URNIERA MN
UNIVERSIDADE DE FRANCA
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no niso de suas atribuições e tendo em vista a conclusão do
Curso Superior de (rraduação em Enfermagem, bacharelado,
em dezembro de 9019, bem como o termo de Colação de Grau
em 07 de Janeiro de 013, confere o lílulo de
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Jéssica Darbosa Braga
RG. 47,363:330-9. SSP/SP, brasileira, natural de Igarapava, Estado de São Paulo,
nascida a 19 de abril de 1991
e outorga-lhe o presente Diploma a lim de que possa gozar
de todos os direlhos é prerrogativas legais.
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- Artigo 205 e 206 - Constituição Federal
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: o Curso Superior ea em Enfermagem, = | ; “UNIVERSIDADE DE FRANCA
, (Reconhecida pela Portaria nº 1275/94 de 25/08/94) ai
(reeredanioiado pe Pope, Ministerial nº 1450, de 07/10/2011) |
É NE “Reconhecido Pela Portaria Ministerial Nº 1444/09, de
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Diploiha registr ado sob nº: 27790
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Certificamos que Jessica Barbosa Braga realizou o curso Diagnóstico de Hepatites
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Conteúdo Programático
* Identificar os vírus causadores de Hepatites Virais.
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* Compreender a coleta de sangue por punção digital para a realização de testes rápidos.
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A autenticidade deste documento pode ser verificada em "
www .telelab.aids.gov.br/verificar" informando a senha: 4X6GKxjaUO
Geison Ferhandó'Mendes Pereira
Diretor db Departamento-de Vigilância, Prevenção e
Controle das IST, do HIV/Aids e das Hepatites Virais
Universidade Federal de Sant: Catarina
PÁTRIA AMADA
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Aid MINISTÉRIO DA
TELELABA
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OTELELAB é um programa de educação permanente é
qu CERTIFICADO |
Certificamos que Jessica Barbosa Braga realizou o curso Diagnóstico de HIV da
plataforma de Educação Permanente TELELAB com carga horária de 15 horas e
obteve aprovação em 7 de novembro de 2019.
Conteúdo Programático
* Identificar a estrutura, as proteínas e as enzimas do HIV envolvidas no processo de multiplicação viral importantes para o diagnóstico laboratorial.
* Identificar o processo de replicação viral para relacionar com a patogênese viral e com o diagnóstico laboratorial.
* Identificar a sequência de surgimento dos marcadores sanguíneos decorrentes da infecção e a relação ao diagnóstico sorológico.
* Identificar os marcadores detectáveis nos testes sorológicos.
* Identificar os princípios metodológicos de testes sorológicos utilizados nas Etapas do Diagnóstico Laboratorial da Infecção pelo HIV.
* Aplicar a Portaria 29 SVS/MS e seus fluxogramas na rotina de trabalho.
A autenticidade deste documento pode ser verificada em "www telelab.aids.gov.br/verificar" informando a senha: Zom4zvSoFc
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Gelson Fernando Mendes Pereira Lucy Maria Bez Bi lo Parucker
Diretor Departamento -de Vigilância, Prevenção-e Professora Coordenadora-do Tei ha
Controle-das IST, do HIV/Aids e-das Hepatites Virais , Universidade Federal de Santa Catarina
é PÁTRIA. SIL
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Certificamos que Ponicos “onberas 1a sr ; E participou do:
Encerramento 2010 do Programa Vivendo Meier - Saldos e Picvençãa nas Escolas (SPE),
no dia os de dezembro de 2010, com carga hor: ria de 4 horas.
i Dum MINISTÉRIO DA- Programa E : No : Es o
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Certificamos que JÉSSICA BARBOSA BRAGA participou do curso de Extensão
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Franca-SP, 27 de novembro de 2009
Elnlaiao ,
Profa. Ms. Elisabete Ferro de Sousa Touso
Pró-Reitora Adjunta de Extensão.
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da Caipanha Mostrvençã Saúde e Dia de Ater
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Rá “JÚLIO DE MESQUITA FILHO” PROEX
Faculdade de Ciências Humanas e Sociais
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UNIFRAN
UNIVERSIDADE DE FRANCA
Extensão Universitária
Vi Jornada de Enfermagem
Certificamos que JÉSSICA BARBOSA BRAGA participou da VI Jornada de Enfermagem, promovida pela
Diretoria do Curso de ENFERMAGEM da Universidade de Franca, nos dias 18 a 20 de maio de 2109.
EVENTO(S): CARGA HORÁRIA |
PALESTRAS E) |
TOTAL CARGA HORÁRIA: shoo
Franca-SP, 20 de malo de 2009:
Ecos
Profa. Hs. Elisabete Ferra de Sousa Touso
Pró-Reltora Adjunta de Extensão
Certificado de Presença em Palestra Sobre Oxigenoterapia
Hiperbárica
- Certifico que o(a) Aluno(a): Jéssica Barbosa Braga, de Faculdade de
Enfermagem da UNIFRAN, participou da palestra com duração de 04 horas
sobre Oxigenoterapia Hiperbárica no dia 19 de Junho de 2012.
Dr. Marcos Abboud
Médico Hiperbarista
CRM - 75077
" Dalestantes: * c ! — Alimo (0)
1 8. Prdêncio = Ent, Coren 021146 Jéssica Barbosa Braga
ai Costa - Enf. Coren — 194389 SP
Diocese de Franca
— CNBBSUl!
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E MMSTÓRIODA MM) Programa “Diocese de Franca Ni e
— POCSAÚDE À sim anovaerá
- O MWMADS COVER. eo MeeroBeama comia
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TELELABS
diagnóstico e monitoramento É É
O TELELAB é um programa de educação permanente
CERTIFICADO
Certificamos que Jessica Barbosa Braga realizou o curso Diagnóstico de Sífilis da
plataforma de Educação Permanente TELELAB com carga horária de 15 horas e
obteve aprovação em 7 de novembro de 2019.
Conteúdo Programático
* Contextualizar histórica e socialmente a Sífilis.
* Relacionar as fases da doença com o diagnóstico laboratorial e reconhecer o agente etiológico da sífilis.
* Identificar o princípio metodológico dos testes de floculação.
* Preparar a suspensão antigênica para realizar o teste de VDRL.
* Validar a suspensão antigênica para assegurar a qualidade da suspensão antigênica para reação do VDRL.
* Realizar o teste VDRL qualitativo para evitar o fenômeno prozona; Aplicar o teste quantitativo das amostras Teagentes no teste qualitativo; Ler e interpretar o teste e emitir laudo;
A autenticidade deste documento pode ser verificada em “www-telelab.aids.gov.br/verificar" informando a senha: WZkCS15GyB
a
Gelson Ferhandó'Mendes Pereira Lucy Maria Bez Bitolo Parucker
Diretor Departamento-de. Vigilância, Prevenção e Professora Coordenadora do Bretas na
Controle das IST; do HIV/Aids e das Hepatites Virais Universidade Federal de Santa Catarina
A PÁTRIA AMADA
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GOvERMO FEDE
Jessica Barbosa
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O treinamento de Precauções e Isolamento,
feito através do setor de CciH desta Santa Casa. j :
Objetivando atuar no controle de Infecção Hospitalar, conscientizando
: OS profissionais na prevenção da transmissão de microorganismos.
Duração: Cio: 11:30 | Término: 13:30)
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Por concluir Com maestria,
2 horas (Imi
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Priscila Carneiro
] Enfermeira da .COTH
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Prefeitura Municipal de Franca
«Secretaria Municipal de Saúde
Programa Municipal de DST/AIDS
“CERTIFICADO
“Certificamos que, duhaos Bodesos uagos participou da
12 capacitação do Programa VIVENDO MELHOR - Saúde e Prevenção nas Escolas (SPE),
nodia 04 de Março de 2010;com carga horária de 4 horas.
Fran 1. 04 de Março de 2010
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Costa Ferreira Teixeira Andreéa Maranha Nascimento
Instrutora - Recursos Humanos
Taciana
Instrutora - Recursos Humanos
Ministério Ministério Nacional
da Educação da Saúde DST/AIDS E Saúde 6 Prevenção
birotoria-do Ensino nas Escolas
Região do Franca : Nas ESCOLAS
Material financiado peia política de incintivo das ações DST/AIDS
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Certificamos que Pisos onberco “Eraa, participou
das capacitações do Programa Vivendo Melhor - Saúde e Prevenção nas s Escolas (SPE),
durante o ano de 2010, com carga horária de 12 horas.
Franca, dezembro 2010.
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quer E
A Saúde e Prevenção
nas Escoles
MINISTÉRIO DA
aa SAÚDE
WWYWLAIDS.GOVI
io:da Franca
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Materia linanciaco pela política dás ações DSTINOS
UNIVERSIDADE DE FRANCA mo
(Reconhecida pela Portaria Ministerial nº 1275, de 25/08/94)
(Recredenciada pela Portaria Ministerial nº 1450, de 07/10/2011) UNIERA N
UNIVERSIDADE DE FRÂNCA
O Reitor da U niversidade de Franca, Estado de São P aulo,
no uso de suas atribuições e tendo em vista a conclusão do
Curso Superior de (rriaduação em Enormagem bacharelado,
em dezembro de 201 í, bem como o termo de Colação de Cras
em 05 de janeiro de 2019, confere o título de
Lnfermeira a
Kel; de Souza Siha
RG. 42,774.467-2 : SSP/SP, brasileira, natural de Ituverava, Estado de São Paulo,
nascida a Ol-de outubro de 1985
e oulorga-lhe o presente Diploma a lim de que possa gozar
de todos os direitos e prerrogativas legals:
Eranca, 01 de feveretro de 2019.
OF. ME. ARNALDO NICOLELLA FILHO PROFA. MA. ANA RETA DE ANDRADE PUCCI
RG:7:571,053 - SP RG,77.567.642. - SP
Reitor ia Acadênita
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0 Diplomada.
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do CNPJ 06.188,542/0001-16
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Consultoria em Segurança do Trabalho Lo]
CERTIFICADO
Kelly de Souza Silva
Colaborador da empresa SAPUCAI MIRIM S/A, CNPJ: 09.123.764/0001-49. Participou UP é
TREINAMENTO EM ALTURA NR - 35. Aula Teórica e Prática realizada no dia 10/0V 9014, com carsadiad
de quatro horas cada, totalizando oito horas de treinamento. Ton nando-se capacitado a partir desta data.
Franca, 10 de Janeiro de JOIA.
use
JOSE ALEXA? ARE AMARAL
. Emp eira de Seg. do Dabalho : Instrittor de Téchicas Verticais
Í CREA SP: 5063239437 Técnico ess aisfgdo do Tráhalho
Enfermeira do Trabalho
CNPI: 06.188.542/0009-18
SEMINÁRIO INTERNACIONAL DE
ENFERMAGEM
PARA SEGURANÇA DO PACIENTE
CERTIFICADO,
DE PARTICIPAÇÃO
Certifico que Kelly de Souza Silva
participou do H Seminário Internacional de Enfermagem para Segurança do Paciente,
o pelo Instituto Brasileiro para Segurança do Paciente.
no dia 19 de outubro de 2018
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Jésé Ribamar Branco
DIRETOR EXECUTIVO DO IBSP
Patrocinadora oficial Apoio
Da]
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UNIFRAN
Universidade
deFranca
Recredericiada pela Portaria Mi nº 1,450, D.O.U. O7/A0/AOM,
Certificado
: É Via
A Prof! M. Elisabete Ferro de Sousa Touso, na qualidade «e Pró-Reitora de Extensão da Universidade de Franca, Estado de São Paulo, no uso de
“suas atribuições e competências legais, estatutárias e regimentais, CERTIFICA que KELLY DE-SOUZA SILVA, RG. 42.774.467-2-SP, concluiu q curso
- presencial de PÓS-GRADUAÇÃO Lato Sensu, na modalidade ESPECIALIZAÇÃO EM ENFERMAGEM URGÊNCIA-E EMERGÊNCIA, da área de
Ciências Biológicas e da Saúde, nos termos do art, 44, inciso lil da Lei Federal nº 9.394 de 20 de dezembro de 1996, cumprindo todas as exigências
legais relativas à carga horária, frequência, aproveitamento em todas as disciplinas ministradas € conclusão de monografia, constantes no histórico
escolar no- verso, conforme o disposto na Resolução Nº 1, de 8 de junho de 2007, da Câmara de Educação Superior, do. Conseho Nacional de
Educação e nas normas estatut tárias e regimentais da Universidade de Franca, no período de 2 de março de 2013 a 1 de março de: 2014, com validade
nacional,
Franca, 27 de abni de 2015.
Prote mM Elisabete Ferra de Sousa Touso Prot.* Esp: Márcia Andreia Granero Prado
Pró-reitora de Extensão. Secretária-gora!
R.G 6.706.243 RG 29.255.091-08
República Federativa do Bras
Governo do Estado de São Paulo
Secretaria de Estado da Educação
IANG ESCOLA TÉCNICA PROFISSIONALIZANTE
AUTORIZAÇÃO DA ESCOLA: Portaria da Dirigente Regional de Ensino de 04/10/99, publicada no DOE de 05/10/99, pág
21, Seção 1.
AUTORIZAÇÃO DE FUNCIONAMENTO DO CURSO; Portaria da Dirigente Regional de Ensino de 04/19/1999, publicado
no D.0.E.05/10/1999 pág.21, seção 1.
DIPLOMA
A IANG ESCOLA TÉCNICA PROFISSIONALIZANTE
Certífica, através de seu diretor(a), que o aluno(a) KÉLLY DE SOUZA SILVA, foi
aprovado(a) em todos os quesitos que englobam o curso de Habilitação Profissional de
Técnico de Enfermagem.
Sendo, o aluno(a), natural de MIGUELÓPOLISISP, nascido(a) a 1 de outubro de 1985, e,
nomeado(a) com o Título Profissional de TÉCNICO DE ENFERMAGEM.
São Joaquim da Barra, 11 de julho de 2007.
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Aluno(a) a) de Escola
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Leandro Seuirino
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CURSO DE CAPACITAÇÃO EM URGÊNCIA E EMERGÊNCIA
FORMAÇÃO DE EMERGENCISTAS
CERTIFI CADO
Certificamos para os devidos fins que. Leandro Sevivimo
concluiu com êxito O Curso de Capacitação em Urgência e Emergência - Formação de Emergencistas
realizado no período de Setembrof(2010 à Novembro(2010 |
uberaba-MG
na cidade de
Carga horária: 180 (conto e oitenta). horas. o ;
cão Paulo, 28 de
|
Profº Dr. Douglas Ferrari Me Cíntia M. Dutra
Presidente da SOBRAT Emergencista da ERWS
ora Pedagógica do Curso
Oficial Comandante da ERWS
N
IBRATI - Instituto Brasileiro de Terapia Intensiva / UNIBRATI
CNPJ: 07.853.537/0001-43 - S. Corporativo Ensino - Rua Gonçalo Fernandes, 318 - Cj. 605 - Santo André/SP
PROGRAMAÇÃO
a MópuLo | - INTRODUTÓRIO
MópuLo Vil - PRÁTICA DE SUPORTE AVANÇADO INTENSIVO
Abertura solene do curso
ERWS - Princípios e Diretrizes
O Sistema Único de Saúde
* Marcos histórico da-saúde pública no Brasil
* Princípios e diretrizes
Política Nacional de Atenção às Urgências
Histórico dos serviços de APH
Programa SAMU 192
Central de Regulação Médica das Urgências .
Princípios da regulação das urgências
Estruturação & redes regionalizadas
MóDuLo If - CONDUTAS EM APH
Aspectos éticos, legais e de legislação profissional
Principios de Atendimento pré hospitalar "1
Imrodução ao Secorro
Fases do socorro
Rotinas, fluxos e estrutura
Transporte inter-hospitatar
Pós-Teste
Comunicação via rádio
| * Operação do aparelho
« Condutas na comunicação via rádio
*Códigos utilizados
Móputo Il - SupoRTE BÁsiCO INTENSIVO
Préteste
Curso IBS
| -MópuLo IV - PRÁTICA SupoRTE BÁSICO INTENSIVO .
Prática Suporte Básico + avaliação
MóDuLO V — BIOSSEGURANÇA E SEGURANÇA DE CENA
lades e procedimentos para o deslocamento de veiculos de
Preparo e conduta da equipe para recepção de uma solicitação de
atendimento
Chegada ao local é avaliação da cena de Uma emergência
Biossegurança
Emergências com Produtos Perigosos
Pós-teste
MóDuLO VI - SUPORTE AVANÇADO INTENSIVO
Suporte Avançado de Vida adulto
* Avaliação da vitima (ABCDE)
+ Obstrução de vias aéreas e asfixia
* Parada respitatória
* Parada cardiorespiratória
» Ritmos da parada
No * Algoritmos de SAV.
* Desobstrução de vias aéreas
» Ventilação corn BVM
* RCP adulto
« Algoritmos e drogas
MópuLo VIll— EMERGÊNCIAS OBSTÉTRICAS
[avaiiação Prê-Teste
lógicos
Avaliação primária e secundária
Emergências obstétricas em SBV
* Hemorragias durante a gestação
» Pré-eclâmpsia e eclâmpsia
Assistência ao Parto fora do Ambiente Hospitatar
MóuLo IX — EMERGÊNCIAS CLÍNICAS
Assistência ao recentemente nascido fora do ambiente hospitalar
Doenças cardiovasculares
Insuficiências coronarianas
Edema agudo de pulmão
Urgências e emergências hipertensivas
Taqui e Bradiarritmias
Doenças metabólicas e neurológicas
Hipo e hiperglicemia
Epilepsia e convulsões
Acidente Vascular Ençefalico
MópuLo X — EMERGÊNCIAS PEDIÁTRICAS
Pré-Teste
Aspectos gerais da anatomia e fislologia da criança
Aspectos-epidemiológicos de eventos envolvendo crianças e recêm-
nascidos
Aspectos gerais da anatomia e fisiologia da criança
Aspectos epidemiológicos de eventos envolvendo crianças e'recém-
nascidos
OVACE
Parada respiratória e cardiorrespiratória em pediatria
Emergências ciínicas cardiorrespiratórias
Emergências clínicas gastrointestinais e metabólicas
Emergências clínicas neurológicas e toxicológicas f
Assistência ao recentemente nascido fora do ambiente haspitalar
Assistência a criança vilima de trauma
Suspeita ou-evidências de maus-tratos: papel do APH
Avaliação Pós-Teste
: Móbuto XI
[intoxicações agudas
Emergências psiquiátricas
MópuLo XII - SUPORTE INTENSIVO DE ATENDIMENTO AO
TRAUMA
* Suporte Avançado ao trauma
* Trauma de face
« Trauma torácico
« Trauma abdominal
» Ferimentos e hemorragias
» Choque
* Queimaduras
* Afogamentos
MóDuLo XIll= TRAUMA MÚSCULO-ESQUELÉTICO E
NEUROLÓGICO
» Trauma de membros
+ Traumatismo Crânio-encefálico
* Traumatismo raquimedular
- E |
MóDuLO XIV - PRÁTICA DE ATENDIMENTO AO TRAUMA
* Exame primário e secundário
» Rolamento de 90º e 180º
* Imobilização com colar cervical e imobilizador de cabeça
+ Utilização de prancha rigida
* Contenção de hemorragias
* Imobilização de membros
* Uso do KED
MóbuLo XV - ACIDENTES COM MÚLTIPLAS VÍTIMAS E
CATÁSTROFES
* Principios de medicina de desastre
= Princípios de triagem !
* Método START
* Organização do atendimento a desastres
MópuLO XVI - VIATURAS E EQUIPAMENTOS
* Ambulâncias Básica e Avançada
« Respirador
* Desfibrilador
* Bomba de infusão
* Oxmetro de puiso
« Eletrocardiógrato
* Aspirador
« Bolsas e materiais disponíveis
» Solicitação de materiais e medicamentos
+ Reposição de materiais
» Limpeza das viaturas
+ Passagem de plantão /
ERWS/URAO43
* PORTARIAN' 4,017, de 22 de.novembro de 2005 (DO
E eonardo da Vinci em convênio com O Institui
: Satga horária de 364 horas. -
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Certificamos que
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: Portaria da Dirigente Regional de Ensino de 04/10/99, picada no a
: Seção 1.
NAMENTO DO CURSO: Apostila dá Dirigente Regional de Ensino de 1906120
FeeiiaDOs 20, seção 1, retificando o D.O.E. de 05/1011 998. :
es de seu diretor(a), que o aluno(a) LEANDRO SEVIRINO, foi.
secretari ção
* JANG ESCOLA TÉCNICA PROFISSIONALIZANTE | |
A ESCOLA: Portaria da Dirigente Regioná! de Ensinô de 04/10/99; publicada no DOE de 0!
Seção 1. Cas a
D.0.E. 0501999 pág, seção 1. a
avés de seu diretor(a), que o aluno(a) LEANDRO SEVIRINO, foi
em todos os quesitos que englobam o curso de Qualificação Profi 3
em.
(a), natural de IgarapavaiSP, nascido(a) a 8 de agosto de 198
o Título Profissional de AUXILIAR DE ENFERMAGEM.
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: O Heritor elo Toreiveracidi rito de Hlenades,
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Ro herda MD AS de E pasero de de det :
Seara Bstesa Pa io Elias
“Alternativa”- Centro de Formação Profissional de Enfermagem
€.G.€. 03.400.458-0001-26
Rua Minas Gerais, 785 - Vila Aparecida
Telefone 0xx163724- 1598
0800-34 — 1151
Franca — SP
CEP — 14401-229
DIPLOMA
A escola “Alternativa”. Centro de Formação Profissional de Enfermagem autorizada pela Portaria nº 2162/00 da Diretoria de
Ensino — Região de Franca, publicado na D.O.E. de 94/07/00, com fundamento na LDB 9394/96, no Decreto Federal 2208/97,
Del CEE 14/97, Resolução CNE/CEB 04/99, Indicação CEE 23/97, Indicação CLE 8/00 e Parecer CNE/CBE 16/99, tendo
presente os termos de aprovação em todas as disciplinas da Habilitação Profissional de Técnico de Enfermagem, concluído no
ano letivo de 2005, confere a
MAISA APARECIDA DA SILVA
RG nº 35.375.061-X-SP, o Titulo de 4
Franca, 31 de maio de 2005
Marek Aduuegucictes
RG:M 1.227.704
Secretário de Escola
Regública Federativa do Brasil
Hiinistério da Educação
Bniversidade federal do Triângulo Mineiro
Mberaba - Milinas Gerais
A Reitora da Ciniversibave federal do Triângulo Mineiro,
no uso de suas atribuições » tendo em bista a conclusão do Curso de Enfermagem
em 15 de dezembro de 2014 e colação de grau em 20 de fevereiro de 2015,
E confere o título de bachacel em
Enfermagem a |
Matheus Tiago Vieira Alves
de nacionalidade brasileira, cédula de identidade nº 47.801.098-9 - SP,
nascido a 14 de agosto de 1991, natural de Igarapava, Estado de São Paulo
e outorga lhe o presente Diploma, a fim de que possa gozar de todos os direitos é precrogatibas legais.
Fberaba, 20 de febereito de 2015.
Po Lago Ii Gliey a
Dipioniado(a) Reitora
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diagnóstico e monitoramento É
OTELELAS é um programa de educação permanente
CERTIFICADO
Certificamos que matheus tiago realizou o curso Infecções Sexualmente
Transmissíveis - cuidados na execução dos testes rápidos da plataforma de
Educação Permanente TELELAB com carga horária de 30 horas e obteve aprovação
em 22 de setembro de 2020.
Conteúdo Programático
* O que são IST (nfeeções Sexualmente Transmissíveis),
* Catacterística das principais EST.
* Revisando conceitos sobre testes rápidos.
« Sensibilidade X Especificidade.
* Fluxogramas para diagnóstico.
* Situações Pré e Pós teste.
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Depictamento de Doenças de Condições Professora Coordenadara do"
Crônicas e Infecções Sexuelmente Transmissíveis Universidade Federal de SantaCatarina
CVERRO SEBERAL
alagnóstico e e onitoramento À
OTELELAB é um programa de erdiicação permanente
CERTIFICADO
Certificamos que matheus tiago realizou o curso Diagnóstico de Hepatites Virais
da plataforma de Educação Permanente TELELAB com carga horária de 15 horas e
obteve aprovação em 22 de setembro de 2020.
Conteúdo Programático
« Identificar os vírus causadores de Hepatites Virais.
« Conhecer os marcadores sorológicos das infecções por Virus dus Heputites Be €,
« Identificar os princípios metodológicos dos testes rápidos utilizados no diagnóstico das Hepatites B e €.
+ Compreender a coleta de sangue por punção digital para a realização de testes rápidos.
» Ler e interpretar testes rápidos para o diagnóstico das Hépatites Bo C.
A autenticidade deste documento pode ser verificada em yum telelab aids. gov.br/verificar” informando à senha: dxgNIyveEnu
Galson Fernando Mendes Pereira Lucy Maria Bez Bitolo Parucker
Depirtamento de-Doenças de Condições professora Coordenadora do Tê
Crênicas e Infecções Sexualmente Transmissíveis Universidade Federal de Santa Catarina
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diagnóstico
O TELELAB é um programa da educação permanente
“CERTIFICADO
Certificamos que matheus tiago realizou o curso Diagnóstico de Sífilis da
plataforma de Educação Permanente TELELAB com carga horária de 15 horas e
obteve aprovação em 22 de setembro de 2020.
Conteúdo Programático
* Contextualizar histórica e socialmente a Sífilis.
» Relacionar as fases da doença com o diagnóstico laboratorial e reconhecer o agente etiológico da sífilis.
« Identificar o princípio metodológico dos testes de floculação.
+ Preparar a suspensão antigênica para realizar 9 teste de VDRL.
« Validar a suspensão antigênica para assegurar a qualidade da suspensão antigênica para reação do VDRL,
+ Realizaro teste VDRL qualitativo para evitar o fenômeno prozona; Aplicar o teste quantitativo das amostras reagentes no teste qualitativo: Ler e interpretar o teste e emitir Inudo;
A autenticidade deste documento pode ser verificada em "www telelab.aids gov br/verificar” informando a senha: OSLbtanjW
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Ge on Fernand Mendes Pereira Lucy Mar a Boz Bitolo Parucker
Deplirtamento de Doenças de Condições Professora Coordenadora do Tila ne
Crônicas e Infecções Sexualmente Tranernissívois Universidade Cedral de Santa Catarina
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diagnóstico e monitoramento É
OTELELAR é um programa de educação permanente
CERTIFICADO
Certificamos que matheus tiago realizou o curso Diagnóstico de HIV da plataforma
de Educação Permanente TELELAB com carga horária de 15 horas e obteve
aprovação em 22 de setembro de 2020.
Conteúdo Programático
+ Identificar a estrutura, as proteinas e as enzimas do HIV envolvidas no processo de multiplicação viral importantes para o diagnóstico laboratorial.
« Identificar 0 processo de replicação viral para relacionar com a patogênese viral e com o diagnóstico laborat
« Identificar a sequência de surgimento dos marcadores sanguíneos decorrentes da infecção é a relação ao diagnóstico sorológico.
» Identificar os:marcadores detectáveis nos testes sorológicos.
» Identificar os princípios metodológicos de testes sorológicos utilizados nas Etapas do Diagnóstico Laboratorial da Infecção pelo HIV,
* Aplicar a Portatia 29 SVS/MS e seus Fluxogramas na rotina de trabalho,
A autenticidade deste documento pode ser verificada em "www.telelab.aids.gov.br/verificar" informando à senha: 16KnjXAtBh
Deplrtamento de Doenças de Condições
Crônicas e Infecções Sexualmente Transmissíveis Universidade Federalde SantaCatarina
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- CERTIFICADO
Certificamos que
Mikaely Goncalves
participou na condição de ouvinte do
“Simpósio sobre as Diretrizes Brasileiras para o Rastreamento do Câncer de Mama e Colo Uterino”
com carga horária de treze horas.
Uberaba, o2-de Agosto de 2019
ORGANIZAÇÃO
ilva = Carla Cristina de Sordi
Coordenador da Residência em Mastologia “Gerente de Promoção da Saúde
“Angotti
9º SIMPÓSIO DE URGÊNCIA E EMERGÊNCIA,
TRAUMA E TERAPIA INTENSIVA DA LUTTI
Pc Ra CL
AlL- hands meeting Hot Topics Lutti
Certificamos que Mikaely Gonçalves participou, na condição de
“ouvinte, da palestra intitulada “Alta performance do Enfermeiro em
“Unidade de Hemodinâmica, sustentado: no Processo de
Enfermagem", do 2º dia do "2º SIMPÓSIO DE URGÊNCIA E
EMERGÊNCIA, TRAUMA E TERAPIA INTENSIVA DA LUTTT, com
carga horária de 1 hora, realizado no dia U 027 06/2020.
Oma. Mania, frutas Prluino
ANA MARIA DE FREITAS PINHEIRO
Coordenadora de Enfermagem
Faculdade Pitágoras
CERTIFICADO
A LIGA ACADÊMICA DE ENFERMAGEM EM URGÊNC IA E EMERGÊNCIA ( LAE U) CERTIFICA QUE
Mikgely Eca
Ko : ÊNCIA, REALIZADO ON- LINE NOS DIAS
06 E07 DE AGOSTO DE 2020, TOTALIZ/ NDO U M A “CARGA HORÁRIA TOT AL DE 15 HORAS,
a
CE
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Luciana Falcão Mikaely Gonçalves
Coordenadora da LAEU Presidente da LAEU
Ministério da Saúde
FIOCRUZ
FIOCRUZ
Fundação Oswaldo Cruz BRASÍLIA
CERTIFICADO DE CONCLUSÃO
A Escola Fiocruz de Governo, certifica que
Mikaely Goncalves
CPF: 06094911130 |, concluiu o curso “Manejo Clínico da COVID-19 na Atenção
Primária à Saúde”, na categoria de qualificação, com carga horária de 18 horas/aula.
Maria Fabiana Damásio Passos Láciária Sepúlveda Kôptcke
Secretária Executiva da UNA-SUS Diretora Executiva
Diretora da Gerência Regional de Brasília (GEREB) Escola Fiocruz de Governo (EFG)
Fundação Oswaldo Cruz Fiocruz Brasilia
Brasília, 14/08/2020
SECRETARIA DE PÁTRIA AMADA
GESTÃO DO TRABALHO EDA MINISTÉRIO DA to BRASI L
EDUCAÇÃO NA SAUDE SAUDE GOVERNO FEDERAL
Universidade Aberta da SUS
luz UNASUS sus
O presente
Portaria MEC
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Conteúdo Programático do Curso “Manejo Clínico da COVID-49 na Atenção
4; Primária à Saúde”
eração CEE 14/97. :
o
Cursos ofertados em conformidade com a Lei nº 9394/96, Decreto nº 5.154/0
De
MINISTÉRIO DA SAÚDE
FUNDAÇÃO OSWALDO CRUZ (COVID-19) na Atenção Pri
FIOCRUZ BRASÍLIA |
GERÊNCIA REGIONAL DE BRASÍLIA - GEREB TEMAS ABORDADOS: |
CNPJ: 33781055/0009-92
- CASO CLÍNICO: Criança com quadro de Síndrome Gripal
- CASO CLÍNICO: Idoso com Sindrome Respiratória Aguda Grave
: er Grávida com quadro de Síndrome Gripal
Periodo em que o(a) aluno(a) realizou 0 curso: 13/08/2020 a 14/08/2020
Emitido via Plataforma Arouca. Verifique a autenticidade em: |
https:/ Ay unasus.gov.br/certificado/YFOEKFVA-DODLBAMA. i
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UNASUS
Universidade Aberta do SUS
CERTIFICADO DE CONCLUSÃO
O Ministério da Saúde (MS), por meio do Sistema Universidade Aberta do SUS
(UNA-SUS, certifica que
Mikaely Goncalves
concluiu o curso “Vigilância em Saúde - Organização das ações de imunizações no
município ”, produzido pela Universidade Federal do Maranhão (UFMA), na categoria
de curso de qualificação profissional, com carga horária de 30 horas.
DR O ; ra
Ana Emília Figueiredo de Oliveira
Coordenadora Geral
UNA-SUS/UFMA
Brasília, 18/12/2017
[rá MINISTÉRIO DA aa.
SAUDE GOVERNO FEDERY
FIOCRUZ
Emitido via Plataforma Arouca (arouca.unasus.gov.br). Código para consulta de autenticidade: IOZHTONA-YLGSBAAA.
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO
ESCOLA DE ENFERMAGEM DE RIBEIRÃO PRETO
Centro Colaborador da Ory
para o Desenvolvimento da Pesquisa em Enfermagem Fone 3502.3382 - 55 16 3602.3281 - Fax: 55 16 3802.0518
wwwcerpusabr - cepQedo.usp.dr
DECLARAÇÃO
Declaro que MIKAÉLY GONÇALVES participou workshop intitulado: “Ressuscitação Cardiopulmonar com Suporte Básico de
Vida no adulto e uso do DEA no ambiente intra-hospitalar”, promovido pelo Grupo de Estudos e Pesquisa em Urgência e
Emergência e Cuidado Crítico, coordenado pela Profa. Dra. Maria Celia Barcellos Dalri, da Escola de Enfermagem de Ribeirão
Preto da Universidade de São Paulo (EERP-USP), realizado em junho de 2021, total de 8 horas de curso (4 horas na modalidade
não presencial e 4 horas presenciais), na dependências do Mário Palmério Hospital Universitário. O curso foi ministrado pela
doutoranda enfermeira Juliana da Silva Garcia Nascimento (Programa de Pós-Graduação Enfermagem Fundamental da EERP-
USP) e doutorando enfermeiro Kleiton Gonçalves do Nascimento (Programa de Pós-Graduação da Universidade do Triângulo
Mineiro), com apoio da Universidade de Uberaba (MG).
Ribeirão Preto, 28 junho de 2021.
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Profa. Drs. Maria Celia Barcellos Dalri
Professora Associada da Departamento de Enfermagem Geral e Especializada — EERP/USP
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UNIVERSIDADE DE UBERABA
CERTIFICADO
A Universidade de Uberaba certifica que MIKAÉLY GONÇALVES concluiu 6 eixo ATRIBUTOS DO
ENFERMEIRO PARA O CUIDADO AO PACIENTE EM SITUAÇÃO DE URGÊNCIA E EMERGÊNCIA, com 10.0
pontos, em 10 de fevereiro de 2022, com carga horária de 60 horas.
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André Luis Teixeira Fernandes João Crisóstomo dos Santos Neto
Pró-Reitor de Pesquisa, Pós Graduação e Extensão ; Coordenador de Pós Graduação EAD) Digital
Código de. Autenticação: KSFF .XPT&.PZKH.QEIK oo Acaceitação deste certificado está condicionada à verificação de sua autenticidade
na Internet, no endereço: https://wwwuniube.br/autenticacao
Emitido às 13:22:42 do dia 17/05/2022 (hora e data de Brasilia). Certificado emitido gratuitamente.
ATENÇÃO: qualquer rasura ou emenda intalidará este documento.
Campus Aeroporto: Av. Nenê Sabino, 1801 - Bairro Universitário - CEP 38.055-500 - Uberaba/MG
Campus Via Centro = Av. Afonso Pena, 1177 » Centro » CEP 38.400-706 - Uberlândia/MG
(34)3314-8910 - wwrw.uniube.br - uniubeuniube.br
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UNIVERSIDADE DE UBERABA
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CERTIFICADO
A Universidade de Uberaba certifica que MIKAÉLY GONÇALVES concluiu o eixo GERENCIAMENTO DOS
CUIDADOS AO PACIENTE GRAVE, com 09.7 pontos, em 10 de fevereiro de 2022, com carga horária de 60 horas.
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André Luis Teixeira Fernandes João Crisóstomo dos Santos Neto
Pró-Reitor de Pesquisa, Pós Graduação e Extensão Coordenador de Pós Graduação BAD Digit
está condicionada à verificação de sua autenticidade
no endereço: https:/Awwwuniube.br/autenticacao
Certificadoemitido gratuitamente.
A aceitação deste certificado
na Internet,
Código de Autenticação: KKJB.42FW.BRAN.BFWS
Emitido às 13:22:56 do dia 17/05/2022 (hora e data de Brasilia).
ATENÇÃO: qualquer rasura ou emenda invalidará este documento.
Campus Aeroporto « Av. Nenê Sabina, 1801 - Bairro Universitário - CEP'38.055-500 + Uberaba/MG
Campus Via Centro - Av. Afonso:Pena, 1177 - Centro - GEP 38.400-706 - Uberlândia/MG
(39)3314-8910 = www.uniabo.br - úniubeQuniube.br
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TELECÁRDIO
A primeira so Teumedana no Brasil, desde 1984
ATELECÁRDIO & TELÊMEDICINA A SERVIÇO DA VIDA CERTIFICA QUE
Asrotel — Heartvien
Dr. Henrique Nukio Suzuki
Médico Técnico Responsável
Da pg
RG: 36.285.081-=1/SSP/SP
Secretário do CEFORSUS/SP de Araraquara Deal
RLPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL
GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO
SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO
CENTRO DE FORMAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS PARA O
SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE - SUS/SP DE ARARAQUARA
Mantida pela SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE
Avenida Martinho Gerhard Ralfsen, 827 -Bairto Quitandinha - CEP 14.801.070 Fone: 16-33357545.
Reconhecida pela Deliberação CIS 16/90 e Decreto Governamental nº 54.394 de 2º de junho de 2009,
ຠRegimento Escolar e autorização de funcionamento expedida pelo Párecer CEE 274/1990, de 04 de abril da 1890,
Parecer CEE 187/99 é Atualizado pelo Parecer CEE 414/2000 - Parecer CEE 229/2000 - Pareçer CEE 332/11
Deliberação CRE 79/2008 -- Plano de Curso aprovado pelo Parecer CEB 175/2011 - DOE 25/05/2011 - Código CIE 253716
CERTIFICADO
Priscila Carneiro
Nº164
À Diretora do Centro de Formação de Recursos Huinanos para o Sistema Único de Satde - SUS/SP de Araraquara Profº. Maria Helena
de Oliveira e Silva De Nardi, Estado de São Paulo, de acordo com a Legislação vigente e com o Regimento Escolar Único dos Centros Formadores
e conforme o disposto nos artigos 39, 40 e 41 da Lei 9394/96, regulamentada pelo Decreto nº. 5.154/2004 e normas dos Conselhos Nacional e
Estadual da Educação e do Regimento Escolar, em parceria com o HEMOCENTRO de Ribeirão Preto, confere a
RG: 43.014.041-1, nascida em 03 de fevereiro de 1988, natural de Igarapava - SP, de nacionalidade brasileira, por haver concluido em 25 de janeiro
de 26190 Curso de Atualização em Hemoterapia, destinado aos Municípios vinculados ao Hemocentro de Ribeirão Preto - USP/RP, na Classe
Descentralizada em Ribeirão Preto, da área de abrangência do CERORSUS/ SP de Araraquara,
Araraguúdra, 14 dlevereiro de 2019
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ESTADO DE MINAS GERAIS
confere a
Filho(a) de Anio
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Orgão Expedidor Sado “Estado si!
Presente Diploma por haver concluído em ! de o
Técnica de Nível Médio conferindo-lhe o título de:
da área de
Fundamentação Legal: LDB 9394/96 de 23/12/1966 e Resolução CNE/CEB 04/99 de 22/12/1999
Uberaba, 17 de M U de x
Leça —Nélia exi Mo da SAS bo
Adote) Jk tora «Aut, SRE UbarsbE irelorafo)
ADO DE RESPONSABILIDADE TÉCNICA CRT
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COREN-SP nº. Edi 5216
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Certificamos que
Po Priscila Carneiro
ESA no Anfiteatro da Santa Casa de Franca, com carga horária de 7 horas.
fo did Franca, 25 de julho de 2019.
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Fundação Santa Casa da Misericórdia de Prence Funtação Santo Card ca Misariuárdia se Franca
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ERTRO DURE ager Frania
Ana Ceci Botto Paulino
Participou do ll Seminário Estadual de Aprimoramento de Enfermagem Obstétrica, realizado
diognósfico e monitoramento:
OTELELAB é um programa de educação permanente
“CERTIFICADO
Certificamos que Priscila Carneiro realizou o curso Diagnóstico de HIV da
plataforma de Educação Permanente TELELAB com carga horária de 15 horas e
obteve aprovação em 18 de outubro de 2019.
Conteúdo Programático
* Identificar a estrutura, as proteínas e as enzimas do HIV envolvidas no processo de multiplicação viral importantes para à diagnóstico laboratorial.
* Identificar o processo de replicação viral para relacionar com a patogênese viral e com o diagnóstico laboratorial.
* Identificar a sequência de surgimento dos marcadores sanguíneos decorrentes da infecção e a relação ao diagnóstico sorológico.
* Identificar os marcadores detectáveis nos testes sorológicos.
* Identificar os princípios metodológicos de testes sorológicos utilizados nas Etapas do Diagnóstico Laboratorial da Infecção pelo HIV.
* Aplicar a Portaria 29: SVS/MS e seus fluxogramas na rotina de trabalho.
A autenticidade deste documento pode ser verificada em "www.telelab.aids.gov.br/verificar" inforinando a senha: b67kaoe0 YE
Tá :
Geison Fernandó' Mendes Pereira Lucy Maria Bez Bi
Diretor db Departamento de Vigilância, Prevenção é Professora Foot spada x Cat Pin
Controje das IST, do HIV/Aids é-das Hepatites Virais Universidade Federal de Santa Catarina
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- SÃOFAULO
GOVERNO DO ESTADO
| Secretaria da Saúde
CERTIFICADO
Certificamos que Leeds A mejuT 2, RG GIONG OGIA , participou da
lano Estadual de Educação Permanente
ia Oficina Bipartite para Implementação do P
2019, na cidade de São Paulo, com carga
em Saúde - 2020/2023, no dia 27 de agosto de
horária de 08 (oito) horas.
são Paulo, 27 de agosto de 2019.
A :
Ana Beatriz Braga de Carvalho
Diretor Técnico de Saúde HI
Grupo de Seleção e Desenvolvimento de
Recursos Humanos
MINISTÉRIO DA
SAUDE
PRO EPS-SUS
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ZAP UNIFRAN
$$ Universidade
de Franca
Certificado
A Profa Dra. Katia Jorge Ciul qualidade de Reiora da Universidade de Franta, Estado de São Paulo, no uso de suas atribuições e competências
legais, estotutárias e regimentais, CERTIFICA que PRISCILA CARNE IRO, RG 43,014.041-1 SP, concluiu o curso presencial de PÓS-GRADUAÇÃO Lato
na modalidade ESPECIALIZAÇÃO EM ENFERMAGEM EM URGÊNCIA. EMERGÊNCIA E TERAPIA INTENSIVA, da àrea de CiênciasBiológicas
Sensu,
e da Saúde, nos termos do art. 44, inciso Ill da Lei Federal nº 9.394 ce 20 de dezembro de 1996, cumprindo todas as exigências legais relativas à carga
horária, frequência, aproveitamento em todas as disciplinas ministradas é conclusão de monografia. constantes no histórico escolar no verso, conforme
o disposto na Resolução nº 1, de 06 de abril de 2018, da Camiara de Educação Superior. do Conselho Nacional de Educação e nas normas estatutárias
& regimentais da Universidade de Franca, no periodo de 28 de abril de 2018 3.18 de maio de 2019. com validade nacional.
Franca, 13.de janeiro de 2020.
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Pes Dra. Jorge Ciu Formando(a) . Profa. Ma. Marcia Andréia Granto Prado
titora E Secretâra-gerar
RG €3.255,091-08
"RGT2267 179
doenca sp tn one
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CERTIFICADO
A Hi Technologies certífica que
Priscila Carneiro
ju. o treinamento para operaro
abro ar exames como Hilab, realizado: no diá
- 23/03/2021. Com carga horária de 2 horas. :
UNIFRAN
Universidade
de Franca
À Reitora da Universidade de Franca, no uso de suas atribuições
e tendo em vista a conclusão do Curso de Enfermagem,
em 16 de dezembro de:2014, confere o título de
Ciataço - Bacharei em Enfermagem a
PRISCILA CARNEIRO
brasileira, natural do Estado de São Paulo, nascida a 03 de fevereiro de 1988, EM
RS. Nº 43.014.041-1/SP ei
e outorga-lhe o presente Diploma, a fim de que possa gozar de todos os direitos e | Es
prerrogativas legais. : 5
válido
APORECIDA LD)
Franca, 09 de fevereiro de 2015.
Diplomada Profº Esp Márcia Andreia Granero Prado Profº Dr Ester Regina Vitale
Secretária-geral Reitora
,
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“Timmas Grec db Sons
UNIVERSIDADE DE UBERABA E
CR Pevitoro de Daiveridade do Monctis, ANVRENTICAS ca
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Lrcecoltórieo, colina do Eitodo de Mo Pude,
eterido e Me Le exposto de 1945 REIIISO TOO DAR
ERIC es a dp de dedos co dexetitos é
Heero SI de cudelno de LON
UNIVERSIDADE DE FRANCA | nom
- (Reconhecida pela Portaria Ministerial nº 1275, de 25/08/94)
| UNIFRAN
UNIVERSNADE DE FRÂNCA
 Reltora da Uulvessidade de Franca, Estado de São Panlo,
no uso de suas atribuições e tendo em vista a conclusão do
Curso Superior de Graduação em Enfermagem, Bacharelado
em dezembro de 2010, bem como o lermo de Colação de (xau
em 19 de Janeiro de 9011, confere o titulo de -
Enfermeiro a
Honaldo Machado de Paula Perez
RG. 25.453.350-4. SSP/SP, brasileiro, natural de Ihrverava, Estado de São Paúlo,
nascido a 21 de setembro de 1982
eoutorga-lhe o presente Diploma, a fim de que possa gozar
de lodos os direilos e prerrogativas legais.
Erunca, 14 de fevereiro de 2011.
E
PRA: ROSALINDA CHEDIAN PIMENTEL PROFA: MA. [ANA RIZA DE ANDRADE PUCCI
RG: 1.980,218-1 -RJ
Reitora
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Certificado
Certificamos que
Tassia Viviani Ignacio de Oliveira
concluiu o curso de atualização de
Cuidados com Pacientes Intubados
Data de conclusão. 3 agosto 2018
Eures honra 4 horas
Para confirmar e autenticidade desse certificado bcesão: esrw sosnfermagem natcursos - lateral direita Consultar Certificada e digiie o códiga:
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Certificamos que,
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foi aprovado no (s) módulo (s)
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Carga horária: 30 (tritahoras.
| Merata 05 de Abd de 20 74.
do Curso
Dr. Douglas Ferrari Prof“ Cíntia M. Dutra
Instrutora
Presidente da SOBRATI s
-
FORMAÇÃO DE EMERGENCISTAS
CERTIFICADO
Certificamos para os devidos fins que YaraAparecida da Siva
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concluiu com êxito o Curso de Capacitação em Urgência e Emergência - Formação de Emergencistas
realizado no período de Março/2014 a Julho/2014
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Carga horária: 180 Ccentocoitenta) hóras.
"“-SãoPaulo, 26 de Julho de
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Profº Dr. Douglas Ferrari
Presidente da SOBRATI
“Oficial Comandante da ERWS
2014 ,
DON O NOROESTE P PAULIS TA.
1º CAMPEONATO DE APH DO NOROESTE PAULISTA
CERTIFICADO
Certificamos que YARA APARECIDA DA SILVA participou do 2º Simpósio
de APH do Noroeste Paulista e 1º Campeonato de APH do Noroeste Paulista nos dias 02
LAINGILCIIL CU vam (
e 03 de Março de 2018 com carga horária total de 12 horas.
São José do Rio Preto, 08 de Março de 2018
Clea Dometilde Soares Rodrigues Euclides Gonçalves de Oliveira Elaine Boreli Gianini Luana BuenoGarcia
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FACULDADE DE MEDICINA DE SÃO JOSÉ DO RIO PRETO
Et N.º 8899, DE 27/09/04 (Reconhecida pelo Decreto Federal n? 74,479, de 14/46/74)
EHEPE AUTARQUIA ESTADUAL » LEI N:
CERTIFICADO
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PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO LÁ O SENSU — ESPECIALIZAÇÃO EM
ENFERMAGEM EM UR ENCIA E EMERGÊNCIA
JEAMERP Nº 015/2006 e 073/2016)
(Aprovado e alterado respectivamente pelas 4 Deliberações do Cie selho Departamental
Recredenciamento FAMERE: Portaria E ublicadoino DOE em 03/02/2015 página 46.
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289.887.338-19, concluiwo Programa
Certificamos que VARA APARECIDA! DA ASÍLVA RG. nº.-24,163:
ermaúgem em. Urgência » ,
= FAMERP, no periodo de 07 de abril
acordo com o disposto na Resolução
DE 2 7/4 0/
a, Área de Concentração Saúde + Bem
de 2017 a i8:de
de Pós-Graduação Lato Sensu — Especialização em Enfe
de Medicina de são José do
s. O programa foi desenvoltido de
Estar Social, realizado pela Faculdade
ga horária de quatrocentas e vinte hot; "Q
maio de 2019, com car;
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Diretor Geral
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Coordenadora do Curso
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ELABORADO POR:
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REVISADO POR:
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REVISÃO EM: DEZEMBRO/2021
VALIDADO POR:
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|
LOCAL. DE. GUARDA. DESTE MANUAL DE PROCEDIMENTO. OPERACIONAL
PABRÃO PRONTO SOCORRO: O ORIGINAL IMPRESSO NA SALA DA
| COORDENAÇÃO DE ENFERMAGEM E COPIA. EM PDF NOS COMPUTADORES DOS
SETORES: PRONTO “SOCORRO, SAÚDE MENTAL, ENFERMARIA (CLÍNICA |.
| MÉDICA, CIRÚRGICA E PEDIATRIA), CENTRO CIRÚRGICO E CENTRAL DE |.
| MATERIAL DE EST. ERLIZA E ÃO.
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DE IGARAPAVA .
SUMÁRIO
OBJETIVO... ii a
DERICÓdE ARE RIRER E EERDAÇDOS SRU END a ca ER RN
- ACOLHIMENTO COM CLASSIFICAÇÃO DE RISCO...
3.1 Missões do acolhimento com classificação de TÍSCO.......eennimseeieentimesicrinaeene cio 4|
pm
3.2 Equipe. Cai na dana CEM os
3.3 Processos de trabalho ORE ong URDU UNE NCIA cu AO e
3.4 Critérios de classificação... eeniiiciaaesimeamneraenieiiarnati o '
3.3 Avaliações do paciente (Dados coletados em ficha de Pelo pia st 5
4 CrAstpiCAÇÃO DERISCO. mineiros niitimirnii
6. ESCALAS DE CLASSIFICAÇÕES... e aa e
6.1 Escala verbal numérica.......... :
RE ERA
6.2 Escala de Coma de Glasgow.
7. SINAIS DE ALERTA EM CASO DE TRAUMA a puto caão O
7.1 Atenção! Pode haver prioridade repentina.
8. PRIORIDADES . piada cons niganiiha inectaistonrdincbiibacaginõas ã asd
9. MANUAL DE NORMAS E PROCEDIMENTOS. .xcisaesioicasstanets emsimiegentenessrere LO
10, HIGIENE E CONFORTO. aires sarna ERR
| 10.1 Higienização das mãos... ais Nraeraião RRORL CNO RR CRE O RN PQ RPE DR EO)
| 10.2 Higienização das mãos com gel antisséptico ... rim cinicieo ensina ienrrrenieenieiaa ae.
“103 Calçar e retirar luvas esterilizadas. siena inatas 23
10.4 Limpeza e desinfecção concorrente de unidade... is amieanir ira ai 26
| 10.5 Limpeza e desinfecção terminal de unidade... imreniid ain into
10.6 Contenção do cliente no Rs Eine aaa rla a E PRE MA 30
10.7 Cuidados com o corpo após a morte... Rê
11. MONITORIZAÇÃO DE PARÂMETROS VITAIS...
| 11.1 Aferição de pressão arterial sistêmica...
11.2 Aferição de temperatura corporal... essere. to sins nina nnbdio Gas iarianemreciinicasçãa 39
| 11.3 Mensuração. do pulso ae arterial « dos movimentos respiratórios ........ seems ST
Ea e “PROCEDIMENTO OPERACIONAIS
is ag TO PADRÃO
SL PRONTO SOCORRO :
/ | SANTA CASA DE MISERICÓRDIA.
E DE IGARAPAVA
[ 12. ELIMINÇÃ JO E RCA ainaetagethnieinenentos tosa
| : É
121 Sondagem vesical de alivio feminina
12.2 Sondagem vesical de alivio Masculina
12.3 Sondagem vesical de demora feminina...
12.4 Sondagem vesical de demora. masculina.......... DE O ado Daime 531
| 12.5 Retirada de sonda vesical de demora .. dar rgiaadb Lag foro ido Piadas bold andioa ela line a 57 |
lã: 6 Sondagem pr dio pagos re SR E dad 59
13 CURATIVOS. iaiirigs ooispreata ia aie |
| 13.1 Curativo em ferida ste Pragiadã pasipn doando aestrtnçtts dasradalião : o
13.2 Curativo de ferida cirúrgica. eae: Rs : cectosacasaseas TE]
14. ACESSO VENOSO E ADMIN IS ERAÇÃO 5 DE ME. DICAMI NTO
| 14.1 Punção venosa RE na jnele .
142 Administração de medicamentos via subcutânea...
“43 Administração de medicamentos via jatramrinsbulr '
i4.4 Administração de medicamentos via oftálmica
15, COLETA DE MATERIAL PARA EXAMES
“15.1 Coleta de amostra de urina por saco coletor pediátrico .. j
15.2 Mensuração de glicemia capilar... dios flip nua sba ada vêr da PERNA 7 ir BO
| REFERÊNCIAS ins nrimo oiee mrênri per ermida 6
[RE Gado r : .
PROCEDIMENTO OPERACIONAIS
E PADRÃO.
— PRONTOSOCORRO | so
| | SANTA CASA DE MISERICÓRDIA s Raginai é,
Lo - DEIGARAPAVA e
2. DEFINIÇÕES
Risco é uma importante ferramenta desenvolvida para: promover. melhorias. na organização |
vulnerabilidade do mesmo. O principal propósito | é promover um atendimento ni!
; complexidade. apresentada pelos usuários e não pelo antigo sistema, no qual. os pedem
“com esta Portária, este processo deve ser realizado por profissional de saúde de nível
des queixas dos. pacientes, colocando-os em ordem de prioridade para o atendimento
1. OBJETIVO :
Estabelecer os procedimentos e responsabilidades da Equipe do Pronto Socorro,
uniformizando as condutas básicas de atendimento ao paciente. ]
A unidade “destina à assistência de paciamisi com ou sem risco ane morte, cujos
agravos à saúde necessitam de pronto atendimento.
3. ACOLHIMENTO COM CLASSIFICAÇÃO DE RISCO:
De acordo com MOZACHI; SOUZA (2005); o Acolhimento com Classificação de
destes serviços, onde os atendimentos são realizados conforme o grau de gravidade sa
apresentado pelo - paciente, por riscos de agravamento ou ainda pelo. grau de,
qualificado, organizado e humanizado, definindo prioridades de acordo com a)
eram atendidos por ordem de chegada, podendo acarretar riscos e “agravos â saúde dele
A Portaria 2048 do Ministério da Saúde propõe a implantação nas unidades de
atendimento de urgências o acolhimento e à triagem classificatória de risco. De acordo |
superior, ou seja, na enfermagem pelo enfermeiro, mediante treinamento específico. e
utilização de práfecnios pré-estabelecidos e tem por objetivo avaliar o gran de urgência
(SERVIN etal.).
3.1 Missão do acolhimento com classificação de risco
o Ser iiistrâmento capaz de ácolher o cidadão e garantir um melhor acesso aos
serviços de urgência/êmergência:
* Humanizar O atendimento:
e Garantir um atendimento rápido e efetivo:
[7 PROCEDIMENTO OPERACIONAIS.
a PADRÃO
| PRONTO SOCORRO.
SANTA CASA DE MISERICÓRDIA | | Paginas
DEIGARAPAVA
3. 2 Equipe
- Equipe multiprofissional: “enfermeiro, técnico de enfermagem, “médico, |
profissionais da portaria/recenção, assistente social, biomédico, entre outros.
3.3 Processo de trabalho
É a identificação dos pacientes que necessitam de intervenção médica e de |
sofrimento, usando um. processo de escuta qualificada e tomada de decisão baseada em
protocolo e aliada à capacidade de julgamento-crítico e experiência do enfermeiro. E
A - Usuário procura o serviço de urgência.
B - É acolhido pelos funcionários da porariieepção e encartiinhado para
confecção da ficha de atendimento. .
€ - Logo após é encaminhado ao setor de Classificação de Risco, onde é acolhido
pelo Enfermeiro que utilizando informações da escuta qualicata é da tomada de dados
vitais, se baseia no protocolo e classifica o usuário. :
34 Critérios de classificação ]
*- Apresentação usual da doença;
e Sinais de alerta (choque, palidez cutânea, febre alta, desmaio ou perda da
consciência, desorientação. tipo de dor. ete.): |
e Situação — queixa principal; :
e Pontos importantes na avaliação inicial: sinais vitais — Sat de O - estada de
dor-- escala de Glasgow — doenças preexistentes — idade = - dificuldade de
comunicação (droga, álcoal, retardo mental. etc.):
e Reavaliar constantemente poderá mudar a classificação. É
3.5 Avaliações do paciente (Dados coletados em ficha de atendimento).
* Queixa Principal; e
e Início — Evolução — Tempo de Doença; ;
e: Estado Físico do Paciente;
*- Escala de Dore de Glasgow;
s Classificação de Gravidade;
e Medicações em uso, Dgenças pré-existentes, Alergias e Vícios;
e Dados vitais: Pressão Arterial, Pulso, Respiração, Saturação e Temperatura.
“cuidados de enfermagem, de acordo com o potencial de-risco, agravos à saúde ou grau de |
É
|
| PROCEDIMENTO OPERACIONAIS
| “PADRÃO É
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| SANTA CASA DE MISERICÓRDIA
| DE IGARAPAVA
Pagina: 6
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4. CLASSIFICAÇÃO DE RISCO
VOCÊ SERÁ ATENDIDO
DE ACORDO COM
A SUA PRIORIDADE CLÍNICA |
DENTE Caso para al
todo acordo
AQ DAR ENTRADA O PACIENTE É CLASSIF IGADO
RECEBENDO UMA PRIORIDADE QUE DETERMINA O .
TEMPO ALVO PARA O ATENDIMENTO MÉDICO, ESSA
FIUORIDADE É BASEADA NA SITUAÇÃO: CLÍNICA:
APRESENTADA E NÃO NA ORDEM DE GHEGADA
“A saúde é o resultado não só de nossos atos como também de nossos pensamentos.”
Par.
- AMahatma Gandhi)
1 PROCEDIMENTO OPERACIONAIS
| PADRÃO E
E : PRONTO SOCORRO
| SANTA CASA DE MISERICÓRDIA
| DE IGARAPAVA
Rá
S. FLUXOGRAMA
RECEPÇÃO
FICHA DE
ATENDIMENTO
, POLCO
URGÊNCIA URGENTE
MODERADA
PRIMEIRA
ESCUTA
“PROCEDIMENTO OPERACIONAIS |
“ PADRÃO sido
- PRONFOSOCORRO |
SANTA CASA DE MISERICÓRDIA | | Paginas
DEIGARAPAVA | Ee co
|
“6. ESCALAS DE CLASSIFICAÇÕES
“61 Escala verbal num
ESCALA VERBAL NUMÉRICA: O paciente dava ue inforiado sobre a cessidade de
! nim gaba tm de acordo
Dortaventaziio
Dor moderada nda 7/40.
“Borintensa = É a 10/10
- 6,2 Escala de Coma de Glasgow
VARIÁVEIS
(PALAVRAS INAPROPRIADAS -
IPALAVRAS pe é
[LOCALIZA Dor. :
VIMENTO DE RETIRADA
r PROCEDIME NTO OPERACIONAIS |
| o PADRÃO |
PRONTO SOCORRO | A
| SANTA CASA DE MISERICÓRDIA | | Pagina: 9
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7. SINAIS DE ALERTA EM CASO DE TRAUMA
7. ? Atenção! Pode haver prioridade repentina.
8. PRIORIDADES
Acidentes com veículos motorizados;
Forças de desaceleração. tais como quedas ou explosões; |
Perdas de consciência, mesmo que momentâneas após acidentes; |
Acidentes com ejeção do veículo: |
Negação violenta das óbvias injúrias graves, pensamentos de fuga alteração do |
discurso, respostas inapropriadas;. : |
Fraturas de 1º e 2º costelas
Fraturas da 9º, 10º e 11º costela ou mais de 3 costelas;
Possível aspiração; alto
Possível contusão pulmonar;
Acidentes com óbito no local;
Atropelamento de pedestre ou ciclista;
Acidente com motociclista.
PARADA
TRAUMA (1)
PROCEDIMENTO OPERACIONAIS
CO PADRÃO
PRONTO SOCORRO
- SANTA CASA DE MISERICÓRDIA |
— DEIGARAPAVA
Pagina: 10
PROCEDIMENTO OPERACIONAIS
PADRÃO :
PRONTO-SOCORRO Mo
SANTA CASA DE MISERICÓRDIA Pagina: 11
DE IGARAPAVA
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ALTERAÇÃO DO ESTADO MENTAL
COMA/CONVULSÃO
INSUFICIÊNCIA RESPIRATORIA DISPNÉIA ASMA
PROCEDIMENTO OPERACIONAIS
PADRÃO É
PRONTO SOCORRO .
SANTA CASA DE MISERICÓRDIA | | Pagina:i3
DE IGARAPAVA
INTOXICAÇÃO EXÓGENA OU TENTATIVA DE SUICÍDIO
ANAFILÁXIA, REAÇÃO ALÉRGICA
HEMIPARESIA AGUDA (PARALISIA)
SINAIS DE INFECÇÃO GRAVE/SEPSE
CEFALÉIA
al/ subdural, meningite e
PADRÃO
PRONTO SOCORRO Foda
SANTA CASA DE MISERICÓRDIA Pagina: 14
DEIGARAPAVA :
PROCEDIMENTO OPERACIONAIS |
QUEIMADURAS
1º-grau, face o períneo
AVALIAÇÃO DA DOR ABDOMINAL
o
Dados vitais
Intensidade É . |
Associação com sudorese, ou vômitos, ou sangramento. ; |
Possível gravidez
Existência de febre
Idade
Aguda ou crônica
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DOR ABDOMINAL
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PROCEDIMENTO OPERACIONAIS
PADRÃO
PRONTO SOCORRO
SANTA CASA DE MISERICÓRDIA ||
DE IGARAPAVA
— Pagina: 5 |
| [7 PROCEDIMENTO OPERACIONAIS
PRONTO SOCORRO ER
SANTA CASA DE MISERICÓRDIA | | Pagina:l6 |
DEIGARAPAVA É Fa
|
|
[| 9. MANUAL DE NORMAS E PROCEDIMENTOS E Se
[o HIGIENE E CONFORTO SR
á 10,1 HIGIENIZAÇÃO DAS MÃOS
Conceito: Ato de lavar as mãos com água c sabão líquido ou solução antisséptica
|
!
| Responsável pela prescrição Responsáveis pela execução
|
|
| Não se aplica Todos os Profissonais é e usuários dos serviços |
| de saúde
| Processo Indicado: Ato de lavar as mãos com água e sabão líquido ou olução antisséptica.
|
| necessário.
| Periodicidade: Antes é “depois de realizar qualquer procedimento efou sempre que
Í
“Objetivo: Remover a sujidade, a oleosidade, o suor e outros resíduos; Remover a
| microbiota transitória e reduzir a microbiota residente; Prevenir a transmissão de
com pAnt patogênicos; Promover E ssgnrAnça para o cliente e para os profissionais.
. Conferir a presença de solução antisséptica eu sabão líquido é papai toalha;
|
o Retirar os adornos;
| . Bebrar os punhos do vestuário, se necessário;
| . Posicionar-se em frente a pia, sem encostar-se nela;
| “ Abrir à torneira;
| º Molhar as mãos com cuidado para não respingar;
e Aplicar aproximadamente 3 mi de sabão na palma e uma das mãos, espalhando-
o sobre toda a superfície de ambas as mãos;
º Fechar a torneira, ensaboando e esfregando-a, quando o acionamento for
manual;
e Manter as mãos acima do nível do cotovelo;
e Friccionar as palmas das mãos entre si;
jo Friccionar a palma de uma das mãos contra o dorso da outra, entrelaçando os
dedos, Repetir o mevimento com a outra mão;
e Fechar os dedos das mãos em garra, encaixando-os entre si-dc maneira que às
palmas das mãos esfreguem o dorso dos dedos em mevimentos de vai-e-vem;
» Friecionar o polegar de uma mão com a palma da outra, em movimentos
porentar, Inverter as posições e Ssfrgai o outro polegar;
|
|
1
Ee
|
E
[ “PROCEDIMENTO OPERACIONAIS |
| PADRÃO
| PRONTO SOCORRO.
Ê
!
SANTA CASA DE MISERICÓRDIA | || Fagnias
DE IGARAPAVA dice :
| outra, em movimentos circulares. Repetir o movimento com a ouira mão;
Io Friccionar um dos punhos com a palma da mão oposta em movimento cireutar, e
| repetir o movimento no outro punho; ;
re Abrir a torneira;
| direção ao punho e desprezá-la na lixeira de resíduos comuns;
EA Secar à outra mão com outra toalha, repetido os movimentos e desprezá-la.
| prevenção das TRAS, causadas por transmissão cruzada pelas mãos: Sendo assim, à
| organização mundial de saúde (OMS), ptindo. os 05 momentos: Je
[É importante ressaltarmos que a higienização das mãos também se direciona para a
“ Unir os dedos de uma das mãos e esfregar as pontas destes contra a palma da |
» Enxaguar as mãos, iniciando pelas pontas dos dedos em direção ao punho;
Enxaguar a torneira e fechá-la, quando o acionamento for manual;
» Secar uma das mãos com toalha de papel, iniciando pelas pontas dos dedos « em |
- PADRÃO se
E PRONTO SOCORRO | o
“SANTA CASA DE MISERICÓRDIA | | Pagina: l8.
DE IGARAPAVA E
po “PROCEDIMENTO OPERA ONAIS
EA
t
“Antes € após o contato com cada paciente, artigo ou superfície contaminada
so. “Após contato com'sangue, fluidos corpóreos, secreções, excreções; ;
. Após contato, entre um paciente e outro, entre cada procedimento ou em
| ocasiões em que exista risco de transferência de patógenos para dasinhtos ou ambientes;
de infecção |
Antes: e após E) uso de luvas,
bs; Antes e depois de efetuar atividades corriqueiras (assuar o narii ao banheiro, se
o
. pat imentar, etc).
Higiene das mãos: foco no cuidado do paciente com cânula endotraqueal
PROC EDI MENTO OPE RACION: AIS
PADRÃO
* PRONTO SOCORRO.
- SANTA CASA DE MISERICÓRDIA
“DE IGARAPAVA e
Pano o k:
| Higiene das mãos: pe
Higiene das mãos: foco no cuidado do paciente com enteter, urinário
Muua 5 Momentos para Higieng rittos
no cuidado do paciente com ferida pós-operatória |
E “PROCEDIMENTO OPERACIONAIS
: - PADRÃO
“PRONTO SOCORRO :
SANTA CASA DE MISERICÓRDIA |
DE IGARAPAVA
Mesmo 5 Mamentos para Nigiená dias os
eba freire
Pias apropri da com ou sem acionamento manual-e água;
> —. Porta papel e papel toalha;
Dispensador de antisséptico degermante ou sabão líquido.
Não se aplica
DEZEMBRO E
REVISADO POR: Enf? Priscila Carmeiró e Enfº Leandro Sevirino
- PROCEDIMENTO OPERACIONAIS
i PADRÃO
PRONTO SOCORRO
* SANTA CASA DE MISERICÓRDIA
“DE IGARAPAVA
É Pagina: 21
pe
i
10.2 HIGINIZAÇÃO DAS MÃOS COM GEL ANTISSÉPIICO |
| Conceito: Aplicação de uma solução gel a base de álcool 70% nas palmas e dorso das mãos.
| Responsável pela prescrição
Não se aplica
| serviços de saúde que mantém contato direto
Responsáveis pela execução :
Todos os profissionais que trabalham. em
ou indireto com o cliente, “que manipulam
medicamentos, alimentos, à; “materiais
esterilizados ou contaminados, familiares,
| acompanhantes ou visitantes antes e após |.
| contato com clientes nos serviços de saúde. É
causadas por transmissões cruzadas.
|
E
| Finalidades | Indicações
| -»- Promover a redução da carga +: Quando as mãos não. ice
| : microbiana das mãos, visivelmente sujas. :
fo» Prevenir e reduzir as infecções | o A eidé-H cnbitalo com O Glen
Antes de realizar presedenealos
assistenciais.
Antes de calçar luvas para inserção de
dispositivos invasivos que. não
requeiram preparo cirúrgico.
“Após risco de exposição a Nluidos
corporais. |
Ao mudar de um sítio corporal |
contaminado para outro limpo, durante
o cuidado ao cliente.
“Após contato com objetos inanimados |.
e superfícies próximas ao cliente.
Antes eapósa ao das luvas.
Contra indicações :
Lesões de continuidade na pele, das
mãos.
Alergia ao produto,
o
Ea
Materiais
Dispensador ou almotolia com solução alcoólica gel a 70%.
Descrição des procedimentos
Justificativa
. Verificar se as mãos não estão
vistvelmente sujas.
Colocar uma das palmas das mãos |
sob o jato do dispensador.
Acionar o dispensador com a outra
mão. aplicando a quantidade da
- Descartar a necessidade de higienizar a
as mãos com âguae sabão.
| 2. Coletar a preparação dispensa.
| 3.
t
Garantir a higiene completa das mãos: ||
preparação suficiente para cobrir a |
ú
PROCEDIMENTO OPERACIONAIS E
PRONTO SOCORRO
“SANTA CASA DE MISERICÓRDIA |
DE IGARAPAVA
E Pagina: 22
superfície de ambas as A mdos:
REVISÃO: DEZEMBRO 2021
|
Ê
i
!
i
]
]
HR
4. Friccionar as panas das mãos entre | 4, Distribuir a preparação nas palmas das
SÊ É mãos. |
5. Friccionar as palmas da mão direita 5. Distribuir a. preparação | no dorso mão |
“contra o dorso da. mão esquerda, esquerda e entre os dedos. |
. entrelaçando os dedos.
6. Inverter as mãos e ficejonar da 6. Distribuir a solução no dorso da mão |
mesma forma. direita e entre os dedos.
7. Friccionar a palma das mãos entre si. “7: Distribuir a preparação nas palmas das.
com os dedos entrelaçados. mãos e entre os dedos. ps
8. Friccionar o dorso dos dedos de uma 8. Distribuir a preparação nos dorsos dos
mão com palma da mão oposta, com [ dedos e leito ungueal. É |
os dedos encaixados entre si. em, rat
garra. |
9. Friccionar o polegar (1º quirodáctilo) 9. Distribuir a. preparação no polegar
direito com a palma da mão esquerda, | direito. :
em movimento circular. | :
“10. Repetir o procedimento no. polegar | 10. Distribuir a preparação “no polegar :
€1º quirodáctito) esquerdo. E | esquerdo:
1. Friccionar as polpas digitais e as, MM, Distribuir à preparação nas polpas
unhas da mão esquerda. contra a | digitais e nas unhas da mão esquerda.
palma da mão direita, em movimento | | fm a É
circular. | . : ;
12. Inverter as mãos é friccionar as. 12. Distribuir a preparação nas polpas
polpas e as unhas da mão direita. | - digitais e nas unhas da mão direitas.
13. Friccionar o punho. da mão direita | 13. Distribuir a preptação no punho
“com a mão esquerda, em movimento | direito.
circular. | cs
14. Inverter as mãos e friccionar o | 14. Distribuir a. preparação no putos
punho esquerdo. - esquerdo.
15. Deixar a preparação séc 15. Garantir a manutenção da preparação | 5
espontaneamente. É das mãos.
PROCEDIMENTO. OPERACIONAIS
E PRONTO SOCORRO cede o
| SANTACASA DE MISERICÓRDIA | | Pagina:23 |
| DE IGARAPAVA de o a Ro
10.3 CALÇAR E RETIRAR LUVAS ESTERILIZADAS
Conceito: Ato de calçar e retirar luvas esterilizadas usando técnica asséptica.
Responsável pela prescrição Responsáveis pela execução .
Todos os profissionais que realizam | Todos os profissionais que - realizam |
procedimentos assépticos. procedimentos assépticos. 6]
Finalidades Indicação
» Promover segurança e proteção ao | e: Procedimentos assépticos,
cliente e ao profissional.
, gt indicação/ Restrição
º
Í
Não se aplica.
Materiais
Luvas esterilizadas na umeração adequada
Descrição dos Procedimentos
“Justificativas Nato
de Remover :
transitória das mãos e idade a fora
“ Tesidente,
2 Papor a embelagem ii inteira.
3. Facilitar a execução do procedimento. ;
4. Expor as dobras internas.
5, Expor as luvas.
6. Realizar o procedimento
ke Higienizar asmãos.
2. Abrir a embalagem externa pela |
borda de abertura até o: final ou
solicitar que um auxiliar o faça.
3, Retirar a embalagem inteira,
colocando a: sobre uma superfície |
limpa e com altura compatível a do
profissional, É
4. Abrir a primeira dobra do envelope.
- 5. Segure as abas das dobras verticais do |
envelope e abrir os dois lados,
expondo as luvas.
6. Calçar as uvas.
: S el Calçar as
luvas com apo
6.1.1 Segurar com o Pole e o indicador |
(1º e 2º quirodáctilo) da mão não
“dominante à dobra do punho da luva da |
“outra mão, expondo a abertura da mesma.
6.1.2 Unir os dedos da mão dominante,
mantendo a palma da mão voltada para
cima e introduzi lá na abertura da luva.
tracionando a como mão dominante em
direção ac punho, até calça lá per:
completo.
6.1.3 Ajuste os dedos da mão aos dedos
daluva à medida que introduz a mão.
]
t
|
|
Ê
|
|
|
|
;
í
|
:
|
Í
i
"6l.l a 6.18 Facilitar a execução da.
técnica. garantir a da
esterilização. |
e manutenção
6.1.4 Colocar os dedos da mão enluvada
“PRÔNTOSOCORRO
| SANTACASA DE MISERICÓRDIA —
Loco DE IGARAPA A
Pagina: 24
por baixo da dobra do punho da luva da
“ desfazêla.
| corpo e de outras pues: ee
outra mão, expondo a abertura.
6.1.5 Introduzir a mão não dominante na
abertura da luva, tracionando a luva com
auxilio da outra mão em. direção ao |
punho, até calçála - por completo,
desfazendo a borda do punho. :
6.1.6 Introduzir os dedos da mão não |
dominante na dobra do punho ppeso e
6.1.7 Ajustar às luvas de ambas as mãos.
6.1.8 Manter as mãos enluvadas longe do
6.1.1 a 618 Facilitar a execução da
técnica e garantir a manutenção. da
esterilização.
as luvas sem apoio
«polegar (1º quirodáctilo): da mão não |
“dominante na parte interna Ba luva “da
“que as está segurando.
“auxilio da mão não dominante,
- direção ao punho, até calça lá- por
“completo. É
“6.2.6 Colocar os dedos da mão Esdavaa
62,7 Introduzir a mão não dominante na
“ dominante.
6.2.1 Pegara luva ditado dominante pelo |
o punho com o polegar e o indicador (1º'€
2º quirodáctilo) da mão dominante .e |
colocá-la sobre a outra luva,
posicionando polegar sobre polegar... |
622 Pegar as luvas, introduzindo: o,
mão oposta.
6.23 Retirar as luvas dá superficie e |
segura, lá verticalmente, afastando do |
corpo, com as pontas dos dedos das luvas
voltados para baixo. : |
6.2.4 Manter os polegares das luvas
voltados para frente em relação às mãos |
6.2.5 Introduzir a mão dominante na
abertura da luva, tracionando..a, com |.
em
por baixo da dobra do punho da outra
mão, expondo a abertura.
abertura da luva, tracionando-a, com.
auxilio da mão dominante. em direção ao
punho, até calça lá por completo,
desfazendo a dobra do punho.
6.2.8. Unir aos dedos. da mão. não
introduzi-los na dobra do
punho oposto e desfazê-la. :
621 a 62 10 Radaa Re da
técnica e “garantir a a nanção da
esterilização. :
PROCEDIME! NEO OPERACIONAIS E
PRONT SOCORRO.
r
| cs “DE IGARAPAVA
6.2.9 Ajustar às vas as as mãos.
— 6210 Manter as mãos enluvadas longe |
- do sono e de outras superfie So
a Retirar as luvas |
74 Segurar a luva retirada com as pontas
Id Posiniolde a “mãos com os “dedos” E
voltados para baixo.
7.2 Segurar com. polegar e 9 indicador
(1º.e2º quirodáctilo) da mão dominante a |
parte superior externa, pr ximo ao pinho |
da outra mão. |
7.3 Puxa a luva para baixo, virando a para. |
lado avesso, à medida “que vai sendo |-
retirada.
dos dedos da mão pela sua parte interna.
7.5 Repetir o procedimento na outra mão.
“2.6 Desprezar as luvas na. lixeira. para |.
“resíduos contaminados.
77 Magias as mãos.
74 a 77 Permitir a retirada das luvas,
evitando a. «contamina ão de mão e. do
ambiente. e
CRE
REVISÃO: DEZEMBR 20217 Eca
ig MRS
PROC EDIME)
TO OPERACIONAIS |
i “PADRÃO E
PRONTO SOCORRO
“SANTA CASA DE MISERICÓRDIA
DE IGARAPAVA — ;
k INFECÇÃO CONCORRENTE DE UNIDADE.
| Conceito: sie
diária da unidade do clima .
Responsável pela raio
Enfermeiro.
[Resp ponsável pela execução
Enfermeiro e técnico de sarnápem:
Finalidades »
* Manter à unidade limpa.
* Dimimir o risco de - infecção do
hospital.
e Proporcionar conforto e segurançaao ||
cliente.
jadiaçõos ; cs
e Ao final de cada jomada de trabalho. ;
e Sempre que o leito conter secreções,
execreções ou outros pps de stage
Contra indicação! Restrição a
* Não seaplica. nego :
Materiais. :
sp
“ Papel tolha para limpeza de sujidades
Pano para npesa e)
- limpeza
- desinfecção
e Hamper
e
* Álcool 70%
a
e
Equipamentos do proteção individual — EPI- (luvas de presimenos
Descrição dos Procedimentos .
com álcool 70%.
6. Limpar a face superior do colchão em
pano com álcool 70%, em sentido
único, iniciando pelo lado mais
distante para. o mais próximo do
profissional.
sentido único de lado mais distante
| - para mais próximo. |
“Desprezar os panos no hamper.
1. Reunir os materiais e encaminhá-los à |
unidade.
2. Paramentar-se com os EPI. .
3. Afastar a maca da parede, deixando
É um espaço suficiente para a
realização da limpeza
4. Trava as rodas da maca se houver
rodas. ]
5. Limpar à rede de gases, « o suporte
de soro, respectivamente, com pano-
direção ao centro e da face inferior do ||
colchão em direção ao centro com
7. Limpar o centro do colchão em |
1. Economizar temp
Promover precaução padrão.
2.
3. Facilitar a execução do procedimento.
4. Garantir que a E maca não se|
movimenta. Eca :
5: Promover limpeza e Ai risco de
fede fespitala, à
6.: Promover limpeza « e Ro risco de te .
infecção hospitalar.
7. Promover limpeza e diminuir risco de
infecção hospitalar. .
8. Promover ambiente favorável.
PROCEDIMENTO OPERACION: Tt
“PADRÃO -
“PRONTO SOCORRO |
“9, Recolher os materiais.
de 10. Retirar os EPIL.
1. Proceder à arrumação da cama.
- 12. Higienizar as mãos.
“o. Promover ambient TE io
- 12. Promover precaução jedtão e prevenir
10. Evitar ao transmissão E e
microrganismo. E
11. Colocar roupas de cama: para receber 9
cliente.
a transmissão de once panismos.
Ini açõe: de e ntera nO reação E |
—
“A desinfecção ce ser obrigatoriamente, precedida de limpeza para, a | remoção de =
' sujidade.
e Realizar a “descontaminação dos locais que contêm matéria orgânica (exemplo:
secreções), antes de iniciar a limpeza.
-*- Não passar álcool 70% em materiais de acrílico e em visores s de monitores,
REVISÃO: DEZEMBRO.
cab praga À iii
LREVISADO POR: Enf eua Gameiro « e Enfº Leaniro Seyi E
“PROCEDI MENTO OPERACIONAIS
E “PRONTO SOCORRO o Rad
| | SANTA CASA DE MISERICÓRDIA | | Pagina: 28
, je - DEIGARAPAVA dd a
E É
103 LIMPEZA E DESINFECÇÃO TERMINAL DE UNIDADE | =
Conceito: Limpeza e desinfecção completa da unidade do cliente : E
Responsável pela presa - | Responsável pela Siecinção
| Enfermeiro º | Enfermeiro e técnico de entendem,
| Finalidades : - Indicações.
| e Manter a unidade limpa. | * Desocupação do leito,
| e“ Diminuir o risco de infecção do.
| hospital, | Contra indicação/ Restrição |
“e - Proporcionar conforto é segurança ao |» Não se aplica.
cliente.
Materiais
: an de SpRes individual — EPI
Álcool 70%
Bacia.
Jarro com água limpa : : : pen
- Balde grande para coletar a água suja cs Eis air he,
- Recipiente com detergente/sabão liquido A cmi Es
Pano para limpeza (3)
= limpeza e remoção do detergente
- secagem
-desinfeeção
| e Papeitoalha o : E
o
|
tre e a ss
“Descrição dos procedimentos [a ; Justificativas |
1. Reunir os materiais € encaminhá-lo à à 1. Economizartempo. -
unidade. : | Rad
2. Paramentar-se com os EPI. | 2. Promover precaução. padrão. É
3. Desprender as roupas da maca, | 3: Permnra Pecução de procedimento..|
evitando movimentação exagerada, € |
colocá-la dentro do hamper.
4. Despejar a água do jarro na bacia 28 4.º Facilitar a lavagem dos panos sem
de sua capacidade. Ja derramar água. !
! 5. Umedecer o pano com agua e torcê- | 5. Facilitara execução do As RE
lo, ensaboá-lo com pouco detergente. :
| “6. Passar o pano ensaboado e torcido 6. Remover sujidades sem danificar o
nos equipamentos eletrônicos. equipamento. :
7. Enxaguar o pano tia bacia, torcê-lo e | 7 REmO NE otite o; sabão
remover o sabão do local onde” foi -
realizada a limpeza. ,
| 8. Repetir o procedimento como pano 8. Secar.
seco. : E à e
H 9. Despejar a água da bacia no balde é | 9. Manier a água limpa durante o.
— enchê-la novamente com água limpa . procedimento. A água. da bacia
|]
|
|
soro - respectivamente com pano |
úmido com água e com sabão.
13. Enxaguar o pano na bacia, torcê-lo e
remover o sabão do local onde foi
realizada a limpeza:
de infecção hospitalar.
Vil PROCEDIMENTO OPERACIONAIS i | :
a “= PADRÃO . te
o PRONTO SOCORRO É
“|| SANTA CASA DE MISERICÓRDIA E Pa agina:29 |
| lo DEIGARAPAVA o E |
foste a as Ci E o, RE
| da jarra. OE 1 devera ser Escada no a limpeza de |
Í : | cada parte da unidade ou quanto à É
| | água ficar suja ou com muito sabão. |
| “10, Afastar à cama da parede deixando | 10. Encilitar a execução do é ana | .
um - espaço - suficiente para a E |
| realização da limpeza | di ao Ea)
| 11. Trava as rodas da maca quando | | 1.Garantir que a-maca não se | :
! houverrodas. | | movimenta. |
| 12. Limpar a rede de gases e o suporte de | | 12. Promover limpeza e diminuir o risco |
| |
|
|
13. Remover totalmente o detergente. .
14. Repetir o procedimento com 0 paro 14. Sole
seco. . :
15. Limpar a face superior do colchão em 15. Promover limpeza e dimiadãe risco de
direção ao centro e da face inferior do À irão hospitalar.
colchão em direção ao centro com
pano com sabão, em sentido único,
iniciando pelo lado mais distante para
o mais próximo do profissional.
16.Limpar o centro do colchão em | 16.Promover limpeza e diminuir risco de
sentido único do: lado maís distante intenção hospitalar. :
para mais próximo. | |
17. Enxaguar o pano na bacia, torcê-lo e 17. Remover totalmente o sabão. |
remover o sabão do local onde foi : |
realizada a limpeza. ado
18: Repetir o procedidiento com o-pano 18. Secar. + |
19. Umidificar outro pano limpo com 19. Fazer a desinfteção da unidade. |
álcool 70% e passá-lo. a : j i PE
+20. Recolher os materiais. 20. Promover ambiente favorável. |
21. Retirar os EPL. É 21. Evitar ca o transmissão de |
É : ns microrganismos. :
22. Dar destino adequado aos materiais e | 22. Promover ambiente favorável e dar |
encaminhar os descartáveis . ao destino adequado aos materiais. |
- expurgo. | o o |
23, Higienizar as mãos. : | 23. Promover precaução padrão e prevenir a |
: | ,
transmissão de microrganismos. |
REVISÃO: DEZEMBRO 2021
REVISADO POR: EnfºPriscila. Gameiro: c Enf Leandro Sevitino lei
é
ab
E i PROCEDIMENTO OPERACIONAIS : So O
' PADRÃO : feia aee
“PRONTO SOCORRO . E ps a
“SANTA CASA DE MISERICÓRDIA | | Pagina:30
É DE IGARAPAVA H eg
dal a L
10,6 CONTENÇÃO DO CLIENTE NO NO. LEIT o.
|
Conceito: Limitação da movimentação física de um cliente atr através da spo de medidas
| de contenção mecânica
| Responsável pela prescrição . Rapastia pela execução —
| Médicos. E Enfermeiro, médico e. fécnico de enfermagem.
| Finalidades Indicação se
* Evitar danos à integridade física do ||» Clientes que se encontram
cliente, da equipe e aos materiais.
» Reduzir os riscos de queda do leito e
retirada de sondas, drenos, cateteres e | .
curativos. |
» Permitir a realização de exames e .
procedimentos.
desorientados, agitados, agressivos. e
não colaborativos. |
Cliente com rebaixamento do nível de
consciência. .
Portadores de transtornos mentais
agressivos. : Eita
“
Contra indicações / Restrições . :
Chentes a no tempo [ no
espaço.
ação EE di do
1 MATERIAIS |
* Ataduras crepes de 15220 centimpiros de largura
* Compressas limpas
* Lençóis i
» Luvas de procedimento
bs SER 7
Descrição Procedimentos | osdcativas o
1. Explicar o procedimento a ser | 1. Diminuir a ansiedade e. favoreçer a
realizado e a sua finalidade ao cliente colaboração do cliente.
e/ou família e realizar o exame físico E o
- especifico. gás DÃO o “a :
2. -Higienizar as mãos. | 2 Reduzir a transmissão de
É | microrganismos. E
3. Reunir os materiais e encaminhá-lo á | 3. Economizar tempo. :
| unidade. | a RM à
| 4. Colocar os qalstinis sobre a mesa de | 4. Facilitar a ecução do procedimento.
| cabeceira. :
5. Colocar o biombo ão redor do leito. 5. Preservar a privacidade:
6. Aplicar a contenção. “6. Imobilizar alguma di do Corpo:
E 6,1 Punho e Tornozelos
6.11 Secar é massagear 6 local o onpe se será 6.11. Evitar. a aiide continua e
aplicada a contenção. “ estimular a circulação. :
6.1.2. Dobrar uma compressa em três | 6.1.2. Montar material para acolehoar o
partes no. sentido horizontal. formando | punho ou tornozelo... , E
uma faixa. |
6:1.3 Enrolar a compressa ao. redor. do | 6.1.3 Promover conforto:
punho ou tornozelo. |
J
!
]
É
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|
pi
,
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i
a
f
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| | PROCEDIMENTO OPERACI Nado ;
“PADRÃO. .
EE PRONTO SOCORRO Ea
| | SANTA CASA DE! MISERICÓRDIA Paeiias o
EE DEIGARAPAVA :
E
E 1.4 Dobrar uma a seda meio é E * 6.1.4 Promover a contenção.
| pata a Compressa com duas voltas, . E E : o
mantendo as extremidades livres. | E
6.1.5 “Dar um nó não escorregadio na 6.15 Prender a “compressa no membro
atadura próxima ao membro, deixando |. evitando difi cultar a scitação,
“uma folga de um ou dois dedos entre a
atadura e a pele do cliente. .
6.2.6 Colocar o membro em extensão, se 6.1.6 Evitar contraturas “musculares e
possível, e em posição anatômica. lesões por esforço.
* 6.1.7 Prender a extremidades das ataduras 6.1.7 Promover a contenção do membro:
no leito, deixando uma folga que permita
movimentação do membro contido.
E 6.2 Tórax e ombros o a
| 6.2.1 Dobrar um a na diagonal) 6.21 Montar O material ES dequads 5 para”
| formando uma faixa de aproximadamente Lina, contenção. É
| 30 centimetros de largura. : oa
E 6.2.2 Colocar a “faixa centralizando-a sob 6.2.2 Envolver o tórax posterior.
o dorso do eliente na altura do diafragma. | ed a o
62.3 Passar as extremidades da faixa 6.2.3 Promover a contenção dos ombros. .
-pelas axilas e sobre os ombros no sentido E E e :
| eranial, no formato de aiças de mochila. : .
(6.2.4 Cruzar as extremidades da faixa sob | | 6.2.4 Prender a lórax.
! a nuca,
| 62.5 Prender as extremidades cruzados | | 6.2. 5 Evitar que o cliente & levante,
|. da faixa no leito. E
| — 63.1 Colocar fralda descartável ou de, 631 Evitar contato direto da contenção |
| “tecido. “com os dejetos-e proteger a pele.
| 6.32 Dobrar à dois lençóis na diagonal, | 6.32 Montar o material de forma
| formando faixas de aproximadamente 30 adequada para à contenção,
| centimetros de largura. É
| 6.3.4 Colocar uma faixa centralizando-a 6.3.4 Preparar a, circunferência - total do.
| sob as nádegas e outra sobre a região | quadril.
| 63,5 Unir as extremidades das faixas de: 6.3.5 Impedir a mo destaco dogs “
cada lado do cliente, enrolando uma; na | E Foto
| outro até apertar ligeiramente o quadril. |
| 6.3.6 Prender as extremidades enroladas 6.3.6Evitar que o cliente se levante.
das faixas de cada lado, do leito. : au Re
É 64 Joelhos — Fis
| 6.4.1 Dobrar o dois nadie nã diagonal É | 64.1 Montar material. de Toma adequada
formando faixas de aproximadamente 30, para a contenção.
| centimetros de largura. |
| 6:4.2 Colocar uma faixa sobre um dos | 6.4.2 Perder a circunferência total dos,
| joelhos e passá-las por baixo do joelho joelhos.
(oposto. Repetir o procedimento com o
PROC DIMENTO OPFRACION AIS”
| PADRÃO |
PRONTO SOCORRO :
SANTA CASA DE: MISERICÓRDIA
DE IGARAPAVA :
- Pagina: 32
outro Toshio:
64.3 Unir as extremidades. das faixas,
enrolando uma na outra até apertar
643. Impedir a imeação dos
dogibos.
"ligeiramente os joelhos. | . . aula
6.4.4 Prender as extremidades enroladas 644 Evitar que o cliente se levante.
das faixas de cada lado do leito. | : É dadas
65 Crianças. Pré Escolares
6.5.1 Abrir um lençol-em diagonal sobre | |
o leito ou maca de procedimentos. i
6.5.2 Dobrar a ponta situada na cabeceirã-, |
sobre a parte superior lençol.
6.5.3: Posicionar a criança em decúbito
dorsal sobre o lençol com região cervical
cabeceira.
6.5.4 Dobrar as pontas. laterais do lençol
sobre a criança envolvendo os membros |c..
superiores um de cada vez fletidós sobre |
o tórax. deixar exposto o membro dnde
for realizado o procedimento. ,
- 6.5.5 Dobrar a ponta inferior do lençol |
sobre a criança imitando o formato de |
envelope. |
6.5.6 Enrolar as sobras de lençol |
envolvendo a criança e fixá-la com fita
adesiva.
6.5.7 Retirar a contenção- ao final do
procedimento ou maniê-la, se essa for à
indicação.
6.5.8 Colocar o cliente: em. posição
6.5.9 Recolher os materiais.
65.10 Retirar as luvas.
|
“confortável, adequada e segura. |
t
|
l
Í
6.5.1] Recompor a unidade e o cliente.
65.12 Dar destino adequado aos |
materiais e encaminhar os descartáveis : ao,
expurgo.
6.5.13 Higienizar as mãos.
|
61 Providenciar maicral “geduado à|
po
coincidindo com a dobra do. lençol da |
t
|
; microrganismos.
restrição.
6.5.2 Evitar que a ponta cubra a cabeça da
criança.
6.5.3 Posicionar a criança adequadamente.
654 - Evitar quea, es movimente « os
braços.
6.5.5 Evitar que, à crianças movimente as
pernas.
6.5.6 Evitar que o lençol se solte.
6.57 Proceder conforto, a dicáiso da |
contenção. É .
6.5.8 Promover conforto segurança.
6.5.9 Promover ambiente favorável.
6.510 Reduzir a transmissão de |
6:5.11 Promover ambiente favorável.
6.5.12 Dar destino adequado aos materiais. :
6.5.13Promover proteção | individual e]
evitar a transmissão de microrgani
REVISÃO: DEZEMBRO 2021
REVISADO POR: Enf! Priscila Carneiro e Enfº Leandro Sevirino
PROCEDIMENTO OPERACIONAIS e
PADRÃO .
| o PRONTO SOCORRO.
E SERICÓRDIA
| — DEIGARAPAVA
ER 0 AOT CUIDADOS COMO CORPO APOSAMORTE |]
“ | Conceito: Cuidados dis ispensados ao corpo após a constatação médica de óbito.
[Responsáv rel- pela presa Responsáveis pela execução
Enfermeiro ; Enfermeiro e técnico de enfermagem,
Processo Indicado: Em caso de morte.
| Periodicidade: “Após morte.
Objetivo: Remover dispositivos e acomodar o corpo no necrotério disponibiizando-o
para a funerária chamada pelo familiar do paciente.
1. Lavar as mãos;
2. Reunir o material e encaminhá-lo a unidade:
3. Calçar as luvas de procedimento;
4. Retirar sondas, soros, cateteres, drenos é demais dispositivos;
| 5. Cobrir o corpo com lençol e transferi- lo para maca sem colchão. própria para O transporte de :
corpos sem vida; É
| 13. Encaminhar 6 corpo zo necrotério; - :
| 14. Remover o-corpo da maca para o balcão, deixando a maca no necrotério: : :
| 15. Retornar a unidade;
16. Recompor a unidade e registrar o óbito na. olha de enfermagem;
Observação: O preparo do corpo somente poderá ser iniciado após o médico ter constatado ol.
óbito; O enfermeiro deve providenciar a declaração de óbito (DO) para que o médico possa |
preenchê-la; O preenchimento da DO é de responsabilidade do Médico; O enfermeiro deve
entregar a via amarela da DO para um familiar ou responsável pelo paciente (Registro Civil), a
| via branca fica na pasta (Controle de atestados de Óbito) ea via tosa fica no. prontuário do
| paciente (Unidade de Saúde). Comunicar o óbito as áreas de apoio. Os pertênces do paciente |
| deverão ser encaminhadós aos familiares e sê esses desejarem doar, cscandinhar. a farmácia ou
setor competente.
Não se aplisa
| EQUIPAMENTOS DEFROTEçÃo IND
x
>. Luva de procedimento”
ss
| E EPL corretamente de acordáitom Eu
: | Com: gorro, óculos de proteção ou protaios
NA CASA DE MISE || Paginaiad |
JEIGARAPAVA ada e)
|
|
a
Óculos de Pre roteção
Mascara cirúrgica
Nãose aplica É
| Covid-i9
| Orientações para óbito com Covid-19.
, | Só devem estar presente no quarto ou leito, 03 profissionais estritamente necessários com o uso
ameéni ealizado pela SCIH, festa Santa Casa,
facial, máscara N95 é mascara descartável, avental le
impermeável e luvas de procediihibrio. “
|
E
Í
| Recomenda-se desiteçaor e taparibloquear os orifícios de drenagem de feridas e punção de
| cateter com cobertura impermeável. . -
Limpar secreções nos Aria ios orais é nasais com compressas.
| Tapar/bloguear orificic ícios dintiis do ndavor Coral nasal, fetal) para « evitar exiravasamento. de |.
fluidos corporais se necessário.
| Acondicionar 6 corpo em saco iraperm
ivel 4 prova de vazamento s selado.
Identificar adequadamente o cadáver, o saco extemo de transporte
|
Í Usar luvas descartáveis ao mahisear O Arondicionimento do cadáver
ALIA
: E incaitos Aferição da
-| técnica auscultatória.
: | Responsável pela prescrição
“e Enfermeiro e Médico
cmg :
idades É E
“Auxiliar no esclarecimento,
- diagnóstico e na. Jnsdição do |
tratamento. !
Rae
Indicação
* Todoo cliente hospitalar
- Detectar alterações no, funcionamento
cardiovascular. .
Acompanhar a cur
Contradições Resrições — o E
- Estetoscópio —
; Esfigmomanômetro
“Algodão
- Álcool 70%.
Materiais
É Dissrição dos. EE E
Justifientiva E
1. Explicar q: po edimento a ser
ao inalidade ao cliente
“e “obter o seu
“consentimento e realizar exames
fisico especifico. :
Higienizar as mãos: |
|
|
|
|
1
|
a mesa € «encaminhá-los à à unidade.
- Sentar O cliente com as pernas
descruzadas, pés “apoiados no chão e:
dorso encostado na cadeira. Se não
for possível sentá-lo, ponciona ia em
decúbito dorsal. :
Posicionar o braço, do inte com a
palma, da mão voltada para cima e o
cotovelo ligeiramente fletido, na
altura do coração (nível do ponto
Reunir os materiais necessários sobre |.
l. Diniaar a ansiedade e Tavorecer a
colaboração « do cliente.
2. Promover proteção: individual
ae e Rê
4 Facilitar a E aençõEE do p cedimento e
garantir a Menina correta da PA.
Ss Diminuir a possibilidade de erros de a
“ medida. E
médio do esterno ou do quarto espaço |
E intercostal). Rs E |
. Expor o ps e palpar a artéria ||
' Determinar e posicionamento “do
braquial. | manguito.
“Colocar o. man adequado. ao pao “Diminuir a. possibilidade de erros de
“tamanho “do: braç » firmemente de fi medida. É
dois a três centimetros acima da fossa | |
antecubital, centralizando a bolsa de |
borracha sobre a artéria braquial, |
Palpar o pulso radial, fechar,
completamente a válvula de pressão
do bulbo no sentido horário e inflar o |
manguito até desaparecer a pulsação |
da artéria. É
válvula de
aguardar 15 a 30 segundos antes de |
«inflá-lo novamente.
“9. Colocar as olivas do estetoscópio nos |
ouvidos e posicionar. a campânula
' rapidamente a |.
. Estimar o nível a e arterial |
sistólica.
. Permitir a ausculta é evitar deformação |
da artéria braquial | Orasionaado
sobre. a artéria braquial, na fossa - alterações do som.
antecubital, e gomipresSaa
excessiva.
“10, Solicitar ao chente pera sue não dale ; 1O. Facilitar a ausculta do som,
- durantoa medida. :
- 11 Posicionar O ; manômetro ! | Visualizar a medida correta.
- verticalmente no nível do olho.
; 12. Fechar novamente a válvula de
E pressão do: bulbo e infiar de 10 a 10
fears mmhg por segundo até 30 mmbe.
acima. do nível estimado da pressão |
- sistólica. :
nadas Liberar lentamente | a “válvula de
12, Permitir que opr dimento. de
Espa seja rápido. É
2 a Determinar 0 ler E
oonnês pocudô do primeiro som o I l sistólica. Ç
de Korotkoff). que se intensifica com
aumento da deflação.
1 deflaç 15. Determinar o valor da pressão|
“pressão diastólica (Fase V de diastólica. no
Korotkoff) no desaparecimento do | | :
16. Garantir à determ
a.30 mmhg abaixo |. j E
: : | valor da pressão dias
sorreta do
= 17, Proceder à defi
o rápida e completa 17. Finalizar o procedimento.
“ eretiraro manguit :
18. Informar o valor da mensuração ao | 18. Valorizar o cuidado utanizado e
— favor ecer a gerada do cliente. nos
-chente e/ou Seaipadte.
20. Proceder às an
- sobreo valor d
Ê Finalidades
“ lêmperanura.
“ Alertar para. possível presença de
infecção: :
Auxiliar no | esclinacimento |
-- diagnóstico. : :
-Acompa a de variação dal
- Materiais
Termômetro digital |
e “Algodão
e: Áleval 70% di
" efou familiar,
realizar exame. físico especifico.
CT Justificativa
o consentimento e.
2. Colocar o termômetro no local Executar o procedimento.
“ Indicado. ; i o
* 21 Método de aferição axilar
-Posicionar O bulbo do termômetro.
no oco axilar (ponto central da |
cavidade.
Aduzir a fletir o braço,
“posicionando o transversalmente
sobre o tórax.
Manter O termômetro. na axila até
“apitar.
a da temperatura.
ão embebido com
ota
ido-da haste para o |
Permitir acesso ; elh
para à aferição da temperatura. E
Evitar o “deslocamento do
termômeiro e manter seu contato
coma pele. . : :
Dar o tempo necessário para que a
temperatura | serperal seja
mensurada. a
Obter a informação esperada.
srazên do - desinfteção do |
ieemômero. na
: e Contage
: | por minuto.
E
Responsável pela pres
- * “Enfermeiro e M
“| Finalidades
“e Auxiliar
“ tratamento.
- diagnóstico e
T Indicação é :
Todo cliente que passa pelo: Promo
“Socorro. :
É esclarecimento | .
na instituição do É
— * Detectar: alterações no funcionamento Fe
. qn
asilheatvas,
4. Explicar o. * proced imenio a ser.
- realizado c a sua finalidade ao cliente ||
“ e/ou familiar, obter o consentimento e |
. realizar exame físico especifico.
| 2. Posicionar o cliente em decúbito
"dorsal ou em posição adequada, |
- Sonfortável e segura. sita |
- 2. Facilitar à execução do procedimento. | |
E Diminuir” a ansiedade. e GPRS a!
folalaração do a “
3 Mena a frequência e descrever as características do pu
3.1 Expor a artéria selecionada. |
= 3: 2 Aproximar o ali «do campo visual. |
3.3 Colocar a polpa dos dedos, indicador |
e médio (2º e 3º quirodáctilo) sobre a,
: artéria comprimindo a moderadamente, |
“até sentir a pulsação por minuto. E
3.4 Contar a frequência de pulsações |
; durante um minu observando o ritmo e |
E lume do quo. o |
execução do procedimento. E
“Maneira que não oclua o vaso.
3.1 Permitir o acesso à é
3 -2 Permitir a marcação do tempo. CE
3.3 Possibilitar a verificação do pulso de |
34 Avaliar a Hrequência ce as
sapiens do pulso
E manter os dedos A ndnnanite Sobre ar
E artéria.
Fi t Snes. a Co pERidade à da mensuração
do pulso, quando está. “mensurando a
frequência respiratória.
4.2 verificar a
a e as
42 Contar o número de respiração |
SANTA CASA: DE
“4.3 Finalizar a simulação.
4.4 Promover qualidade à.
penis à legislação.
- Resultado esperados :
fregiiência |V alores normais do pu
| Valores normais
Pes
20 a 160 bpm
Ie... 80 a 160 dom
| Criança de 1 a 5 anos ]
no nas anos..
E PROCEDIMENTO OPERACIONAL E
CC PADRÃO
| | PRONTO SOCORRO.
| SANTA CASA D
[Conceito introdução de u E
| Responsável pela prescrição.
f
|
a . Médico
| Finalidades À Indicação |
e Promover drenagem urinária. » Retenções enanaa. Jobstrutvas ou |
e Realizar investigação tirodinâmica ou funcionais. |
--- diagnóstica. E j | = “
|: º - Obter amostra da urina estéril. É Contradiçics Resiriçios e |
| “e Estenose uretral e/ou una, à
| nda Urerite. .
Materiais” E
e As
Eipenêni ER uia individual» EPL
Materiais para a higienização íntima -
Bandeja de cateterismo vesical” esterilizado
- fêndado
“Lidocaína gel 2% esterilizado :
Antisséptico aquoso
“Sonda uretral de nefaton de calibre adequado
Sistema aberto de drenagem urinaria
“ Recipiente de descarte de materiais
Foco de luz se necessário
Biombo .
contendo aba Tim,
pinças para a
antissepsia. cuba redonda, seringa-de 20 ml, |, games esterilizadas e sarro. fenestada, e
Í = Descrição dos pro; cedimentos
L
- realizadoe a sua finalidade ao cliente |
A sei
“Justificativa .
Explicar o procedimento a ser) 1
e/ou familiar; obter o seul
consentimento e realizar. exame fisi Ísico
e = É
“Colocar biombo s se necessário.
Paramentar se com EPL. modo
Posicionar | o cliente em décúbio
“dorsal: com os joelhos dobrados, os
quadris flexionados e os pés apoiados
sobre a cama separados cerca de 60
centímetros um do outro. :
“Expor a região genital dobrando aluos.
ponta distal do lençol sobre ele |
mesmo. |
E
Diminuir a ansiedade e favorecer a | a
colaboração do cliente.
Promove privacidade.
. Fa acesso ã, Feniso aee
Permitir acesso à à en protegendo
acliente..
“PROCEDIMENTO. OPERACIONAIS | RR
| PADRÃO eo
“PRONTO SOCORRO,
É
— utilizando pazes esterilizadas e |.
= realizar a antissepsia do meato uretral k
dt Segurar a e Rpinidade: proximal da
E 2 ubrificar a extremidade proximal da
13. Afastar os grandes lábios e os
“14. Inserir a sonda na uretra, de forma
15. Dreriar a urina no saco: coletor
: : ! 17. Retirar º campo fenestrado.
“Proceder à anti E
genital no sentido anteroposterior da
região pubiana à tegião anal, trocando
as pazes a cada movimento na
- seguinte ordem: grandes - lábios,
Pequenos lábios e sulco interlabial:
-No momento de proceder à
antissepsia dos pequenos lábios e do
Se sulco interlabial, afastar os. grandes
“lábios com a mão não dominante
“em movimentos circulares.
“10. Colocar o “campo fenestrado. sobre a:
genitália seg “o pelas
extremidades e deixando a vulva
exposta.
sonda com a mão dominante.
sonda em torno dé cinco centímetros
com anestésico gel.
pequenos com os dedos polegar e
indicador (1º dedo e 2º dedo
quirodáctilo) da mão não dominante
“com o auxilio de uma gaze é
visualizar o meato uretral.
suave e continua, até. cinco
centímetros “após o inicio da
drenagem da urina. º
urinário, clampando a sonda
end dimEda com a pinça.
“16. Pendurar o saco coletor urinário com |.
a diurese na. lateral da cama ou
“ despejá-la em. outro recipiente.
pia da região |
“11. Manter o procedimento asséptico.
12. Facilitar a introdução da sonda.
15, Prevenir hematúria pós-vácuo.
16, Garantir que a urina não entorne. E
Manter rocedimento assépiico. E
nisto do procedimento E
8. Permitir a antissepsia. o
9. Evitar a contaminação. do sistema
- urinário. :
13. Permitir a visualização do meato.
14. Permitir a drenagem da urina pelo
posicionamento correto da sonda.
“17. Dar continuidade à execução dq
procedimento. ,
18. Diminuir probabilidade de imritação
Cota Retirar. o excesso do. antisséptico
“PRONTO SOCORRO j
SANTA CASA DE MISERICÓRDI
É - DEIGARAR VA e
aquoso” ai ando. gazes “umedecidas | o
[5 com água
. 19, Recolher materiai :
20. Desprezar a urina. no vaso sanitário
ou dar. outro: destino, conforme
necessidade.
. Retirar EPI.
Recompor a unidade eo cliente.
Colocar o. cliente em posição
confortável, adequada e segura:
iii iniceõe]
cutânea.
19, Promover ambientes Evordueis
20. Dar, destino pega à! na drenada. da
de |
21. Evitar a transmissão ;
microrganismo. E
22. Promover - ambiente favorável
privacidade ao cli ente. : É
23, Promover conforte : segurança.
24. Promos proteção ir dividual e evitar E
24. Higienizar as mãos.
“25, Proceder as anotações | de
enfenia dan, Ra So
REVISÃO: DEZEMBRO 202; — “e
Í REVISADO POR: EnfePrseia Burti € Ene Lédio evirino E
EE ED ds ume sondal dE na EEE através do 1 meato uretral,
Drag pela prescrição ; Responsável pela execução
| cs Médio dj Enfermeiro e médico. |
| Finalidades : : | Indicação fo :
'» Promover drendgeiia urinária. e Retenções urinárias cobstrutivas ou
* Realizar investigação urodinâmica ou | funcionais.
diagnóstica.
"segurar a seringa sem O êmbolo com
primeira porção: do anestésico gel,
e Obter amostra da urina estéril. [Contra diçõe Rentaições a E 1
= * Estenose uretral e/ou fistula uretral. À
* Uretrite 4
. Hiper prostáca Gio) es
f Materiais o Ro
. ER individual- FPI o
e Materiais para à higienização intima Vea ;
| * Bandeja de cateterismo vesical esterilizado. contendo: cuba sim, pinças para a
Es amtissepsia, cuba. redonda, seringa de 20 ml, gazes pstoniligadas e sao fenestrado e.
E --fendado : :
“e Lidocaina gel 2% detenilizado ste
e Antisséptico aquoso o
pie Sonda nelaton de calibre adequado É
- * Saco coletor aberto para drenagem urinária É
| e Recipiente de descarte de materiais
“8 Foco de luz, se necessário
-» Biombo |
| Deserição dos procedimentos far: E
| 1. Explicar o procedimento a ser E Dinis a ansiedade e ENoreser 2
realizado e a sua finalidade ao cliente | colaboração de cliente,
E e/ou, familiar obter o seu
| consentimento e realizar exame físico |
específico. [cas : ER o
2. Colocar biombo se necessário. 2. Promove privacidade. :
3, -Paramentar se com EPI. 3. Promover proteção individual.
4. Posiçionar o cliente em decúbito | 4. Facilitar a introdução. da sonda, |
dorsal, com as pernas estendidas e| respeitando a privacidade do cliente.
levemente afastadas. E “o ido e
5. Calçar a-Juva: esterilizada na mão 5. Manter procedimento asséptico. |
; dominame. ; ; en nt
é. Desprezar com à mão desenluvada a 6. Manter o procedimento asséptico e
facilitar a execução do procedimento.
"a mão enluvada e colocar entre 5.e 10
14.
15.
17.
10.
“utilizando uma gaze esterilizada
- dobrada
MM
- Trocar a gaze que envolve o pênis e
mi do anestésico no
eilindro da seringa, tomando cuidado
para não contaminar a seringa e a |
luva.
Expor a região genital com a mão
desenluvada, dobrando a ponta distal |
do lenço! sobre ele mesmo.
Calçar a outra luva esterilizada na |
mão não dominante e adaptar o
êmbolo ao corpo da seringa.
Pegar a pinça com a mão dominante e| |
pinçar a gaze dobrada. imergindo a |
no antissépfico aquoso.
Segurar o pénis perpendicularmente |
ao corpo com a mão não dominante, |
: tongitudinalmente E
env olvendo a região próxima “ao
prepúcio.
Realizar a antissepsia da região
genital com o antisséptico aquoso na |
seguinte ordem:
Retrair o prepúcio expondo aglande e.
realizar a antissepsia do meato uretral
e da glande em movimento circular a |
do corpo: do pênis em sentido único |
até a sua base e a da parte anterior da |
bolsa escrotal. |
|
i
repetir a antissepsia do meato uretral. |
- Colocar o campo ajustado a fenestra |
de modo a deixar o pênis exposto e. |
repousando | sobre o campo.
esterilizado. É
Introduzir o bico da seringa na uretra
e injetar entre 5 a 10 ml da lidocaina
gel 2%, fazendo uma leve pressão no
meato uretral para não permitir o
extravasamento do anestésico.
Retirar a seringa e permanecer
pressionando o meato uretral distal
com a” gaze; durante dois..a.. três |-
“minutos.
. Segurar à extremidade proximal da
sonda com a mão dominanie.
Posicionar o pênis em 90º em relação |
- - Eru E
interior - do
7. Permitir acesso à. região. genita, É
: protegendo o cliente.
8. Manter procedimento asséptico.
9. Permitir a antissepsia.
10. Posicionar a uretra anatomicamente,
Il Evitar a contaminação do sistema
unnário. ;
12. Garantir a eficácia do procedimento de
antissepsia.
15. Pi spora o predito, assépico.
14. Anestesiar O local,
15. Evitar a Ruca do anestésico e axar
-asua ane
16. Manter o procedimento asséptico.
17. Permitir a drenagem da urina “pelo
ao corpo. Caso haja resistência no
“posicionamento correto da soda.
“DE IGARAPAVA
E
- 19. Pendurar 6 saco coletor urinário com
- 20. Retirar a sonda e o campo fenesirado.
- 21. Retirar o excesso do anfisséptico |
- 22. Recobrir a glande.
- 26. Recompor a unidade e o cliente. a
“ 27. Colocar | o cliente
“28. Higienizar as mãos.
da sonda' aumentar ligeiramente a
tração sobre o pênis abaixando o
ainda estirado em direção caudal é
inserir a sonda na ureira de forma
esfincter externo durante a inserção T
suave - e. contínua aié - cinco
centimetros após o inicio da
drenagem da urina. |
18.Drenar a urna no saco coletor.
urinário, . clampando a sonda
intermitentemente com a pinça.
a diurese na lateral da maca ou
despejá-la em outro recipiente.
aquoso utilizando gazes umedecidas
com água. .
23. Recolher materiais. |
24. Desprezar à urina. no vaso sanitário |
ou dar outro destino. conforme
necessidade.
28. Retirar EPI.
em | posição
“confortável, adequada e segura.
29. Proceder às | anotações de,
i
t
- 22. Prevenir parafimose.
24. Dar destino adequado à urina drenada. -
18. Prevenir hematúria pós-vácuo. .
19, Garantir que a urina não retorne.
20.Dar continuidade à execução do.
“procedimento.
21. Diminuir probabili [
cutânea.
ade de : imitação | É
23. Promover ambientes. favoráveis.
25. Evitar a.
transmissão de
microrganismo. -
26. Promover . ambiente favorável |
privacidade ao cliente. E Jd
27. Promover conforto E segurança. SE
28. Promover proteção individual e evitar
a transmissão de microrganismo. |
29. Promover qualidade à documentação e
enfermagem.
atender à legislação.
| REVISÃO: DEZEMBRO 2021
REVISADO POR: Enfe Priscila Cameiro e Enf Leandro Sevirino
|
“PROCEDIMENTO. OP ERACION, AI Ss”
: . PADRÃO | dt
PRONTOSOCORRO
SANTA CASA DE MISERICÓRDIA
ce a — DEIGARAPAVA
E Pagina: 49
EO “Ra SONDAGEM VESICAL DE. DEMORA FEMININA E
esncatas Eitrodução de uma sonda/ cateter adaptado a um Sistema coletor de frango ça na
bexiga, através do meato uretral.
a Sa fa
| Responsável pela prescrição [Responsável peia SEiçdo E
e Médico E | Enfermeiro e médico. e |
Í
HH inalidades : 1 ndicação ;
. Proraguêr drenagendi urinária. “| o Retenções. urinárias obstrutivas Ou
“funcionais. :
Doenças do 1 Tim, rega eda bexiga.
Lesões extensas de pelve e de períneo.
Clientes politraumatizados.
Clientes com hemorragia vesical.
* Promover irrigação terapêutica.
* Realizar investigação urodinâmica ou |
diagnóstica.
»--Mensurar débito urinário.
. e.
* Estenose uretral e/ou fistula
e Uretrite
. Uretrorragia :
* Hematoma, equimose e - edema, de
é
|
[Contradições] Restrições ST ; .
[e períneo. E 1
Es ans Er : Materiais Rn
- » Equipamento de mola o individual- EPI
+ o - Materiais para a higienização íntima
"e Bandeja de cateterismo vesical. esterilizado contendo: cuba im, “pinças para a
antissepsia, cuba redonda, seringa de 20 mi, gazes esterilizadas e campo : fenestrado e
fendado É
e Lidocaína gel 2% sistetilizado
e Antisséptico aquoso
e Agulha de grosso calibre para aspiração
e Ampola de água destilada 10 ml
e. Sonda joley de calibre adequado
e
Ed
“
e
e
Sistema fechado de drenagem urinaria esterilizado com. vály ula aEniaranRo,
Fita adesiva (esparadrapo ou adesivo hi) poslergênico). :
Recipiente de descarte de materiais
Foco de luz se necessário
foss Biombo
- Descrição dos procedimentos | sacana
1. Explicar o procedimento a ser
realizado e à sua finalidade ao cliente
“e/ou familiar. obter. o seu)
consentimento e realizar exame físico
específico. . ;
2. Colocar biombo se necessário. |
1. Diminuir a ansiedade, favorecer à:
colaboração do cliente. o
o
o
E
PROCEDIMENTO, OPERACIONAIS
“PADRÃO
“PRONTO SOCORRO o
SANTA CASA DE MISERICÓRDIA |
DE IGARAPAVA. a
- Pagina: 50
ds us
“nn
8. Conectar a sonda ao sistema fechado
de drenagem urinário. |
9. Dobrar várias gazes fizendo |
pacotinhos, colocando-as na cuba
rim. .
10. Proceder à antissepsia da região
as gazes à cada movimento na
- seguinte ordem:
- antissepsia dos pequenos lábios e do |
- sulço-interlabial afastar os grandes
lábios com a mão não dominante |
“utilizando gazes esterilizadas.
» Realizar a antissepsia em movimento
!
tim
. amena se com EPL
. Segurar a extremidade proximal da
dominante |
deixando à
Posicionar o cliente em decúbito
dorsal com os joelhos dobrados, os
quadris flexionados e os pés apoiados
sobre a maca separados cerca de 60 ||
centimetros um do outro.
- Expor a região genital dobrando a
ponta distal do. “lençol sobre ele,
mesmo.
Calçar as luvas esterilizadas.
Conectar a agulha à seringa de 20 ml,
aspirar 10 ml de água destilada, |
retirar a agulha e injctar a água no
“húmen lateral da sonda para observar
a integridade do | balonete,
desinsulflando-o logo após. Reservar
a seringa com a feua destilada sobre, É
“o campo. -
genital no sentido ânteroposterior da
região pubiana à região anal. trocando
grandes lábios.
pequenos lábios e sulco interlabial.
No momento de proceder à
circular no meato uretra.
Colocar o campo fenestrado sobre a
genitália segurando-o pelas |
extremidades e deixando a usa
exposta.
sonda “com a. mão
outra | extremidade
conectada ao. - sistema fechado de
drenagem urinário.
Lubrifi icar à extremidade proa da
3. Promover proteção individual,
a Permitir acesso à região genital.
a cliente.
6. Manter procedimento asséptico. | :
7.. Comprovar a integridade do balonete.
8. Montar um sistema fechado.
9. Facilitar a execução do procedimento. .
“o. Evitar a comtaminação. do sistema
urinário.
11. Promover a assepsia do local de
inserção da sonda e evitar a
contaminação do sistema.
12. Manter q procedimento asséptico. .
13, Manter O procedimento asséptico..
14,
14. Facilitar a introdução da sonda. E
5. Permitir acesso à genitália, protegendo É
ee PRONTO SOCORRO.
E SANTA CASA DE MISERICÓRDL
“ DE IGARAPAVA
É “Pagina: st.
18. Traciona lentamente a sonda até
3
24. Retirar as luvas.
26. Fixar a etiqueta da identificação da
sonda em torno de cinco centimetros |
com anestésico gel. -
15. Afastar os grandes lábios e os
- pequenos com. os dedos polegar e
indicador (1º dedo e 2º dedo
quirodáctilo) da mão não “dominante
com o auxilio de uma. gaze e|
visualizar o meato uretral,
16. Inserir a sonda na uretra de forma |
suave e . continua até | cinco
centimetros após o inicio da
drenagem da urina.
17, Insuflar o: balonete utilizando al
seringa descartável de 20 ml com 10 |
mi de água destilada em adulto e de 5 |
a 10 ml em crianças maiores.
sentir resistência..
19, Enolar o color de drenagen |
urinário é passá-lo pelo orifício do |
campo fenestrado quando este não for |
“fendado.
20, Retirar o campo fenestrado.
21, Retirar o excesso do antisséptico
aguoso. utilizando gazes wmnedecidas
com água.
22. Posicionar a extensão e o coletor do
sistema de. drenagem urinário em
nível inferior ao abdome da cliente
sem tocar o chão. .
- Recolher materiais.
25. Fixar a sonda à face interna da coxa
com a fita adesiva deixando uma
folga antes da fixação.
data de inserção da sonda vesical no.
coletor de urina.
27 Retirar EPL
28. Recampor a unidade e o cliente.
|
|
|
Í
Í
"29, Colocar o cliente
20. Dar
24. Evitar a transmissão de microrganismo
15. Permitir a visualização do meato.
-16. Garantir que o baloneie se postinns
dentro da bexiga.
17. Manter o posicionamento adequado da o
sonda.
a
|
18. Certificar o posicionamento adequado
da sonda.
19. Facilitar: a execução do. procedimento.
|
continuidade: a “execução do Ps
“procedimento. '
21, Diminuir probeihdads de irritação |.
- cutânea,
22. Evitar consaniiação strada. a
23. Promover ambiente favorável. E
e facilitar o “manuseio com a fita
adesiva.
25. Evitar a tração permanente e a “alda
acidental da sonda. E :
26. Manter o controle ara o tempo de
permanência da sonda.
27. Evitar a disseminação de |
microrganismo. :
28. Promover ambientes favoráveis e
privacidade ao cliente.
em posição |
29. Promover conforto e segurança.
“30. Dar destino nai ado aos atóninio e
“ encaminhar : descartável. ao |
expurgo.
ado Higienizar as: mãos.
“32, aceder HE “anotações de
- enfermagem E
E REVISÃO: O: DEZEMBRi E
“PROCEDIMENTO OPERACIONAIS
PADRÃO e ne |
“e PRONTOSOCORRO a
: SANTA CASA DE MISERICÓRDIA. | | Pagina: 53
, | DE IGARAPAVA | so
E
IZ4 SONDAGEM VESICAL DE DENOUA MASCULINA 7].
Conceito: Introdução: de uma: sonda/ cateter a um sistema coletor de drenagem na bexiga
através do meato uretral.
Responsável pela prescrição
I Responsável pela execução É :
Médico io Enfermeiro e médicos.
dos
E
|
Í
i
i
| |
| Finalidades É Indicação
| * Promover drenagem urinária. e: Retenções urinárias opina ou
[os Realizar investigação urodinâmica ou : funcionais.
| diagnóstica. e Doenças do tim, esta bexiga e da
| e Mensurar débito urinário. | próstata. '
e |» Lesões externas de pelve ede períneo.
| | * “Clientes politraumatizados.
| ( * Clientes com hemorragia vesical.
, | Contradições/Restrições
| e Estenose e/ou fistula. uretral
| s Uretrite
— *» Hipertrofiaprostática
| No. cliente politraumatizado, quando |
| ; “ apresentar: |
| e Próstata não centralizada ao jaqe o
| retal. nas
| e Hematoma equimose e edema de
i perínco. o Co
| E o Uretrorragia. e E É
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| . ad de proteção individual. EPE ca ai Sa
e Materiais para a higienização íntima e [E
| e Bandeja de cateterismo vesical esterilizado contendo: cuba rim, pinças para à |.
antissepsia, cuba redonda. seringa de 20 mi, gazes esterilizadas e Fran. fenestrado e |
fendado :
| e. Lidocaina gel 2% esterilizado ; : .
e Antisséptico aquoso ac |
| e Seringa de 20 ml
| e. Agulha de grosso calibre para aspiração É]
| s “Ampola de água destilada 10 ml j |
| e Sonda foley de calibre adequado sm
-* Sistema fechado de drenagem urinaria esterilizado com válvula antirrefluxo
| * Esparadrapo Ou. adesivo hipoalergênico
| e Recipiente de descarte de materiais
| e. Foco de luz, se necessário |
| e Biombo
| .
|
Etiqueta identificada com a data e O horário da onda eo nome. do profissional.
responsáve
ii PROCEDIME NT O OPERACIONAIS
PADRÃO.
“PRONTO SOCORRO amd do E
"SANTA CASA DE MISERICÓRDIA | | Pagima:ss |
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1
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Descrição dos E roceimaniãe SECO use RG
1. Explicar o. procedimento a ser) 1. Diminuir a ansiedade. é favorecer à |
realizado e a sua finalidade ao cliente | . colaboração do cliente.
ejou: familiar obter o seu : o ê
consentimento e realizar exame físico |
específico. E
Colocar biombo, se necessário. 2. Promove privacidade.
Paramentar se com EPI. |-3, Promover proteção individual.
Posicionar o cliente em decúbito | 4. Facilitar a introdução da sonda,
dorsal com as pernas estendidas e. ; sespeitando a privacidade do cliente.
levemente afastadas, cobrindo-o com |
“ lençol. | ]
-5. Calçar a luva esterilizada na mão | 5. Manter procedimento asséptico.
dominante. - o
6. Conectar- a seringa à agulha com a -6.. Manter procedimento asséptico.
mão enluvada, segurar a ampola de' - estah E
água destilada com. a mão
desenluvada e aspirarvl0 ml de água.
destilada da ampola, tomando o!
cuidado para não contaminar a
seringa e a luva. : , aan ;
7. Desprezar com a mão desenluvada a 7. Manter O. procedimento asséptico e
primeira porção do anestésico gel. | facilitar a execução do procedimento.
segurar a seringa sem o êmbolo com : pc
a-mão enluvada e colocar entre 5:e 10
mi do anestésico no interior do
cilindro da seringa, tomando. cuidado
para não Contaniar a seringa e à
8, Expor a região genital com a mão 8. Permitir acesso à região genital,
desenluvada, mantendo as pernas j protegendo o cliente.
cobertas.
9. Calçar a outra luva esterilizada na | 9. Manter protdimeno assépico
mão. não dominante e adaptar o :
êmbolo ao corpo da seringa.
. Retirar agulha da seringa, acoplar a | | 10, Comprovar a integridade do balonete.
seringa com água destilada no lúmen :
lateral da sonda e injetar os 10 mi,
observando a integridade do balonete,
logo após, desinsulflá-lo. Reservar a
seringa com água destilada sobre o
campo esterilizado:
“MH. Conectar a sonda ao sistema fechado
de drenagem urinário.
12. Pegar a pinça com a mão dominante e
E pinçar a gare. dobrada, imergindo-a | '
no antisséptico audio, : j
E too
pn
o
11, Montar um sistema fechado.
“12. Permitir a antissepsia.
i NTO OPERACIONAIS” ;
RÃO,
É “PRONT (é) SOCORRO é
à SANTA CASA DE MISERICÓRDIA
| - DE IG: ARAPAVA :
i :
- Pagina:55
13.
as.
16.
17.
18.
19.
20.
. Insuflar O dalonete utilizando à
Segurar o pênis perpendicularmente
ao corpo com a mão não dominante,
utilizando uma gaze esterilizada |
dobrada longitudinalmente e,
envolvendo: a: região próxima |
prepúcio.
- Realizar a êntissepeia da região |
genital com o antisséptico aquoso na
seguinte ordem:
Retrair é prepúcio, expondo a glande, |
e realizar a antissepsia do meato
uretral e da glande em movimento
circular. ado corpo do. pénis em
sentido único até a sua base e a da
parte amerior da bolsa escrotal.
Trocar a gaze que envolve o pênis e.
repetir a antissepsia do meato uretral. |
Colocar o campo ajustado a fenestra |
de modo a deixar o pênis exposto e
repousando sobre o campo,
esterilizado. , : : |
Introduzir o bico da seringa na uretra |
e injetar entre 5 a 10 ml da lidocaína |
gel 2% fazendo uma leve pressão no |
meato. uretral para não permitir o|
extravasamento do anestésico. . |
Retirar a seringa e permanecer f
pressionando o meato uretral distal
com a gaze. aurane dois a três
minutos.
Segurar a extremidade provéirial é da
sonda com a mão dominante
deixando a outra extremidade
conectada no sistema fechado. de |
drenagem urinário.
Posicionar o pênis em ângulo de 99º
em. relação ao corpo. Caso haja
resistência no esfincter. extemo |
durante a inserção da sonda aumentar |
ligeiramente a tração sobre o pênis |
abaixando-o ainda esticado. em
direção caudal. À
Inserir a sonda na uretra, de forma
suave e contínua até a sua parte mais |
calibrosa ou cinco centímetros após o
início da drenagem da urina.
13, Posicionar à uretra anatomicamente, |
l4, Evitar à contaminação do sistema
urinário.
15. Manter o procedimento asséptico.
16. Garantir a anestesia local,
1; Evitar a saída do anestésico e aguardar
a ação do anestésico.
18.:Manter o procedimento asséptico, ;
19. Facilitar a introdução da sonda.
20. Garantir que o balonete se posicione
- dentro da bexiga sem Prenacar: trauma
na uretra.
21. Manter o posicionamento da sonda e
“ PROCEDIMENT O OPERACIONAIS
E “PADRÃO o
“PRONTO SOCORRO
“SANTA CASA DE MISERICÓRDIA
“DE IGARAPAVA
to
tod
E í
ta
2
- Enrolar o coletor urinário-e Pasiádio
24,
- Retirar o excesso do antisséptico
- gazes umedecidas com água.
26.
27:
28.
25.
. Fixar à etiqueta de identificação da
- Retirar EPI.
: Recompor a unidade e o cliente.
. Higienizaras mãos. |
- Proceder às
seringa descartável. de 20 E “com 10
mi de água destilada em adultos e de a
5210 mi em crianças maiores.
Tracionar lentamente à Sonda “até |
sentir resistência. |
pelo orifício do campo fenestrado |
quando este não for fechado. ]
Retirar campo fenestrado.
aquoso da região genital utilizando
Recobrir a glande com o prepúcio.
Posicionar a extensão e o coletor do
sistema de drenagem urinário em
nivel inferior o abdome do cliente |
sem tocar o chão.
Recolher materiais.
Retirar as luvas,
. Fixar à sonda na região inguinal ou
na hipogástrica. “coma. fita adesiva |
deixando-a com uma folga antes da
fixação.
data de inserção da sonda vesical no |
coletor de urina.
anotações de |
enfermagem. : !
- 22. Obter O posicionam to adequado da
Bs. Facilitar a execução do procedimento.
“sonda.
24. Dar continuidade. à “execução do)
- procedimento.
25. Diminuir probabilidade. de irritação
cutânea.
26. Evitar are :
27. Fitas Fmtanindção retrógrada
28. Promover ambiente | favorável.
29. Evitar a transmissão | co de
microrganismos e facilitar 2 manuseio
da fita adesiva. E , ;
30. Reduzir a curva rara e a pressão no
ângulo peniano-escrotal prevenindo
formação de fistula, escoriações. evitar
a tração permanente e a-saída acidental
da sonda. Ê
31. Manter o controle sobre o tempo de
permanência da inda ú
32. Evitar disseminação Sniade
microrganismo. :
33. Promover ambiente
privacidade ao cliente.
34. Promover proteção individual e evitar
a transmissão de microrganismo. |
35. Promover qualidade à penieniação e|
atender à epa
REVISÃO: DEZEMBRO 2021
LREV: ISADO. POR: EnfePriscila Carneiro e Ent Leandro Sevirino
favorável el
“PROCEDIMENTO OPERACIONAIS:
“PADRÃO :
PRONTO SOCORRO.
SANTA CASA DE MISERICÓRDIA
| DE IGARAPAVA | :
,
125 RETIRADA DE SONDA VESICAL DE DEMORA — End
[eo Conceito: Retirada de uma sonda/cateter da bexiga através do meatouretral |]
- | Responsável pela prescrição | Responsável pela execução
= Médico | e Enfermeiro e médico. | |
[Finalidades | Indicação : ao :
: e Diminuir a probabilidade de infecção E e Término da necessidade de
| urinária. a | descompressão vesical.
| * Promover conforto e bem estar ao bo “Obstrução da sonda/cateter.
, cliente. | e Quebra dé barreira do sistema fechado
, | de drenagem urinária.
| Contradições/Restrições
E »- Não seaplica.
| Es o Materiais
[oe Pauipanenio de Proteção Individual- EPI
e Cubarim
- e- Seringa descartável de 20 mi |
* Compressa não esterilizada |
o -Gazes |
e. Impermeável po
e Lençolmóvel é do
| e Biombo se necessário ER
( Peserição dos procedimentos E : Tustificativa. :
É Er Explicar o procedimento a -ser Jó Diminui a ansiedade e favorecer” a
| realizado e a sua finalidade ao cliente, - colaboração do cliente.
| obter o seu consentimento e- realizar deco
- exame físico específico. . nc
2. Colocar o biombo ao redor do leito se 2. Promover a privacidade do cliente.
necessário, e :
3. -Paramentar se com EPI. 3. Promover proteção individual.
4. Posicionar o cliente em decúbito | 4. Facilitar a retirada do cateter.
dorsal com os membros inferiores Ê dede
estendidos. e. afastados (sexo
masculino) ou com os joelhos |
dobrados e pés apoiados sobre a
cama, separados cerca de 60
centímetros um do outro (sexo
feminino). à
5. Expor a região genital e colocar uma 5: Permitir acesso a di ad genital ec.
compressa embaixo dessa região. “evitar molhar o lençol. !
6. Realizar a manobra de -créde 6. Promover a eliminação da urina
(compressão | suprapúbica | para residual.
L
retirada do débito e resíduo urinário).
“PROCED IMENTO OP RACIONAIS
13. Retirar EPL
7. Clampar a “extensão do sistema de |
“drenagem.
8. Retirar a fixação da sonda.
9. Conectar a seringa. no lúmen lateral
-da sonda e aspirar toda a água
destilada do balonete, |
10. Comunicar o cliente o momento da
retirada da sonda, solicitando que |
respire profundamente.
. Iniciar a retirada da sonda de maneira
lenta e contínua até sua completa
exteriorização.
- 12. Recolher materiais.
pa
jm
id. Colocar o cliente em posição |
confortável, adequada e segura...
. Dar destino adequado aos materiais e
encaminhar os Ce ao
ta
1
16. Higienizar as mãos,
expurgo. Ca das E
e
17. Proceder is Ê anotações de
enfermagem,
7. Evitar contaminação retrógrada Ea
“8, Permitir a retirada da. ada ni]
"9, Promover a delas do baloneie.
10. Diminuir ansiedade e promover a
colaboração do cliente,
1. Evitar dor e desconforto:
14. Promover: mo
aa . E
16. Promover proteção ida e evitar
a transmissão de microrganismo. :
17. Promover qualidade à fpcinnêniaçãoo e
atender à à legi slação. |
| REVISÃO: DEZEMBRO 20217
[7 PROCEDIMENTO OPERACIONAIS |
dei
t Consúlior. Tntrodiu
Colocar biombo ao redor do leito se
l necessário.
14
: | estômago.
| Responsável pela prese
| “a Médico -
| rieatidados : Tndicação E :
Fo “Promover descompressão gástrica. * . Intoxicação exógena. co
o Realizar lavagem. tica. s Hemorragia gástrica.
| : s Clientes graves.
| e Clientes iraumatizados.
| Es | e. Distensão abdominal. É
+ Contradições/Restrições :
É | º Introdução davia pela via: :
| > Nasal e oral: clientes com |.
- varizes, lesões Nu estenose cs
, — esofagianas. de
| + Nasal; clientes com tro de e
| * nariz e de base de crânio.
| » Oral: clientes . conscientes,
| grandes lesões de cavidade |.
oral, fraturas de mandíbulas e |
de maxilar e fixações cirúrgicas
Elos de mandíbula.
Es EE o Materiais
“|. e Equipamento de proteção — EPI É
“e Cuba rim ou bandeja Ro
e Sonda de Levine (silicone, poliuretano ou PVC) com o calibre indicado e] [ai
| preferencialmente graduada . É :
| o Gel hidrossolúvel tópico Qubrificante)
os Compressas limpa e seringa de 20 ml
| Cotonetes | :
| e Fita adesiva (esparadrapo ou adesivo hipoalergênico)
e Recipiente de descarte
* Biombo
º Álcool 70% ou sabonete
Descrição dos procedimentos Justificativa ER É
1º Explicar o procedimento a ser, 1. Diminuir a ansiedade e FE enção alo
| realizado e a sua finalidade ao cliente, | colaboração do cliente e determinar
| “obter o seu consentimento e realizar | local eo número da sonda, a ser usada. º
“exame físico especifico. | |
> |
Promover a privacidade Ea cliente.
PROCEDIMENTO. OPE RACIONAI
E : “FADRÃO o
"PRONTO SOCORRO
SANTA CASA DE MISERICÓRDIA
“DE IGARAPAVA Ç
“Cortar esparadrapo. para. marcação e.
esparadrapo.
- Realizar testes de posicionamento |
adequado:
" Posicionar O estetoscópio na região
epigástrica, injetar 10 ml. de ar sob
pressão e auscultar, A presença: de |
ruído indica que. º posicionamento |
estácorreto. -
* sonda.
13. Verificar o coreto e o
possíveis complicações.
4.
3. 3 Permitir a marcação. ea à Txação da
“fixação da sonda e colocá-los na sonda.
borda da bandeja. | É : É, É
4. Posicionar o cliente em decúbito | 4. Facilitar a inserção da sonda e evitar |
dorsal, sentado ou em. posição de bronco-aspiração.
Fowler. a
: 5. Colocar a compressa ou toalha sobre 5: Evitar sujar aroupa, ras proteger O
o tórax. cliente e servir como campo.
6. Limpar a pele do nariz com algodão 6. Remover a oleosidade da pele para a
embebido com álcool 70% ou água-e fixação do esparadrapo e as crostas que
sabonete, e as narinas com cotonetes impeçam a passagem da sonda.
se necessário. ca : .
7. Medir sonda: 7. Verificar o coreto e O seguro |
“e Naso-enteral: da ponta do nariz ao posicionamento da sonda e evitar EE
lóbulo da orelha e desse, ao processo | possiveis eeaphEaES ú
xifóide... desconsiderando o último | |
orifício da sonda.
e Oro-enteral; da rima labial ao lóbulo
da orelha e desse, ao processo
xifóide, desconsiderando o último
orifício da sonda. [ode .
8. Realizar a marcação. da sonda com | 8. Reduzir a fricção e o desconforto e:
adesivo cortado. prevenir traumatismos.
| 9. Lubrificar a extremidade distal da 9. Diminuir riscos de traumatismos.
| . sonda. co gel hidrossolúvel e |
o introduzir a sonda delicadamente pelo |
nariz ou boca até a região,
orofaringea. | Elaco o :
10. Flexionar o “pescoço do cliente de | 10. Estreitar a traquéia e abrir o esôfago
forma que o queixo se aproxime do | - favorecendo a ines da sonda em
| tórax se não for contra indicado. | local correto.
Interromper a introdução da sonda |
“caso o cliente apresente tosse, |
engasgo, angústia respiratória e |
" Cianose. : | . aa
11. Solicitar ao cliente que faça 11. Facilitar a progressão da sonda.
movimentos de deglutição se estiver :
consciente e colaboratrva. .
12. Introduza a sonda até a marca do 2. Garantir posicionamento correto da
seguro,
posicionamento | da sonda e evitar.
—
i
|
|
e. Aspirar O conteúdo gástrico com uma.
seringa de 20 ml e devolver esse
conteúdo pela sonda quando houver. |
14. Fechar a sonda. ga
15.Fixar a sonda : com a fita adesiva |
cortada.
16. Realizar procedimento” “indicado
quando presçrito.
17.Colocar o cliente em posição
confortável, adequada e segura.
18. Higienizar a mãos.
19. Proceder asi
enfermagem.
; 14, pedir relujo: pipi
16. Rede o procedimento desejado.
“19. Promover qualidade à doc
15: Evitar 0 desposieionamento da sonda.
17: Promover conforto é é segurança, ;
18. Prómover proteção individual e evitar E o
atender à â tomando
a
' REVISÃO: DEZEMBI
| PROCEDIMENTO ORE CIONAIS
| PRONTOSOCORRO |
| | SANTA CASA DE MISERICÓRDIA | | Pagina:62
| — DEIGARAPAVA | a
II IAVAGEM GÁSTRICA
Conceito: Lavagem da cavidade sina através da introdução e da remoção . del audio por
| uma sonda gástrica: :
| Responsável pela prescrição : | [Responsável pela execução
| s Médico | Enfermeiro. médicos e técnico e
E ido enfermagem. :
| Finalidades ' Indicação
| e - Drenar secreções. | e Intoxicação PR
e Realizar i investigações diagnósticas. e Hemorragia gástrica.
e Promover medida terapêutica. Contradições/Restrições
*- Após ingestão de . substâncias
Exemplo mais comum: soda cáustica.
d
corrosivas (destilados do petróleo, |
amônia, álcalis ou ácidos fortes). |.
| * Contra indicações ou restrições para a. ú
| passagem de. sonda uabiérica
: Materiais
-». Equipamento de proteção — EPI E
e Frasco de soro fisiológico e ou outras soluções prescritas pelo médico ss
e Equipo
e Extensão de látex/silicone
e Recipiente apropriado para a coleta do conteúdo drenado
“e Saco coletor graduado ou similar
e Compressa limpa ou toalha
1 9 Biombo :
Descrição dos procedimentos |. É Justificativa E E
| Apos realização do procedimento operacional padrão - Sondagem gástrica” : progader aos
e passos.
- Explicar o -Drocedimento a ser 1 Diminuir -a ansiedade e favorecer a
realizado & a sua finalidade ao-cliente colaboração do cliente.
e/ou familiar, obter o seu :
“consentimento e realizar o exame
- físico especifico.
2. Colocar biombo ao redor do leito se Promover a privacidade do cliente.
19
necessário.
3. Posicionar o cliente em decúbito 3. Facilitar a drenagem do conteúdo
lateral esquerdo e se houver restrições | gástrico.
em decúbito dórsai com à cabeceira
do leito ligeiramente elevada e com a
cabeça lateralizada. : :
4, Conectar O equipo a uma pequena. 4. Permitir a execução do procedimento.
extensão. de látex/silicone se ! :
necessário; e esse à sonda.
5. Promover a lavagem gástrica.
PROCEDIMENTO OPE RACIONAIS de
“ PADRÃO o E
PRONTO SOCORRO |
SANTA CASA DE MISERI ÓRDIA.
DE IGARAPAVA. :
f
!
|
|
í
Í
,
|
|
!
pa
pe;
14.
“Is;
- Recolher os materiais.
: Colocar
prescrita, mantendo a pinça aberta ou
comprimindo o frasco de soro.
“Após. posicionar o frasco da solução
infundida abaixo do nível do corpo.
Aguardar a drenagem do conteúdo.
gástrico em recipiente apropriado.
Repetir os passos 5,6 e 7 até atingir a
quantidade de solução prescrita ou
retornar somente a solução infundida.
. Avaliar as características do conteúdo
gástrico "comunicando as
anormalidades ao médico.
Manter a sonda em drenagem.
- Deixar 0 cliente: em decúbito lateral
esquerdo se não houver restrição.
o cliente m -posição
confortável, Adegadá é cega o
Dar destino adequado aos materiais e
- encaminhar os descartáveis ao
expurgo. : :
Higienizar as mãos.
16.
Proceder às
anotações - de
enfermagem. E E
Introduzir o volume da solução |
|
!
15.
16.
. Manter a drenagem
« Per
: Promover conforto e.
. Promover ambiente favorável e dar |.
Promover a. drenagem do ode
gástrico.
Remover P conteúdo gástrico
“Garantir a eficácia do oe aent
Verificar a necessidade de - nova |
lavagem gástrica. “
“do ; fonteido na
gástrico e avaliar volume ai
itira das gástrica completa. |
Povo ambielite favorável. ,
destino adequado aos materiais. Via dl
Promover proteção individual e ev itar
a transmissão de microrganismos. |
Promover qualidade à documentação el
“atender à a tealação. Re |
| ;
| REVISADO POR: Enf Priscila Careiro e Enf Lima Sevirino
[REV REVISÃO: DEZEMBRO 505]
- Ed a
PROCEDIMENTO OPERACIONAIS. chica
E PRONTO SOCORRO.
- SANTA CASA DE MISERICÓ
DE IGARAPAVA —
“5 SAND AC NPR Fa E
[Conceitos Introdução de uma à Sonda de poliuretano ou de silicone. através E nariz ou da boca,
- até o duodeno ou jejuno, utilizando um fio guia.
. ru pela prescrição Responsável pela. Execução.
e Médico : * Enfermeiro emédicos.
Finalidades | = Hndicação. RR po
E “e Administrar medicamentos e dietas. | » Clientes que não podem ou não
Pes j conseguem deglutir.
| e Clientes que necessitam del
| | complementação nutricional. ;
: : |» Clientes graves e entubados com tisco
|
de bronco aspiração,
Contradições Restrições
. Introdução da sendo pe vie
» Nasal e oral “clientes com |.
varizes, lesões ou estenose,
esofagianas. :
» Nasal: clientes com fratura de |
nariz e de base de ânio.
Y
grandes: lesões. de cavidade |
: * oral, fraturas de mandíbulas é
fe me “de maxilar e fixações sua :
L “de mandíbula.
| nm O Materiais
[e Equipamento de proteção -EPL
*- Cuba rim ou bandeja E À
| Sonda enteral de silicone ou poliuretano flexível « e radiopaca com fio guia c com
E “diâmetro específico para o cliente É a É
“Gel hidrossolúvel tópico (lubrificante) ; : E |
Compressas o ad
Gazes
-“Cotonetes
Algodão
- Álcool 70% ou água e sabonete
Seringa de20ml
Fita adesiva
Estetoscópio
Biombo
º
lonco o o e o“ e
Descrição dos procedimentos. HERE o Justificativa :
1. Explicar o procedimento a ser! 1. Diminuir a ansiedade, un a,
realizado e a sua finalidade ao cliente o colaboração do cliente e determinar.
— PRONTO SOCORRO -
SANTA CASA DE MISERICORDI: É
DEIGARAPAVA
“PROCEDIMENTO ORE CION/
Spas
“e/ou
; consentimento.
10.
ERR
fixação da sonda e colocá-los na
sabonete eas narinas com fotoneies
se necessário,
. Met a saida ie sã .
“ Nosso-enteral:- da ponta do fais
- Realizar a marcação da sonda com o:
alizar 0. exame
Colocar biombos ao redor do leito se |
necessário. j
Cortar esparadrapo pá para marcação ga
borda da bandeja.
Posicionar o cliente. em decúbito | Ê
“dorsal, sentando ou em posição de |
Fowler.
Limpar a pele do nariz com algodão
embebido com álcool 70% ou água e
“nariz ao lóbulo da orelha e.
“desse ao processo. xifóide,
acrescentando de 20 a'25
“centímetros, desconsiderando o
“- o último orifício da sonda OU
e Oro-enteral: da rima labial ao
lóbulo da orelha e desse. ao
processo .
acrescentando de 20 a. 25
“centímetros, desconsiderando
“o último orifi leio da sonda.
adesivo cortado.
"Lubrificar a extremidade distal da ||
"sonda. com gel hidrossolúvel e|
introduzir a sonda delicadamente pelo |
nariz ou boca. até a -tegião
orofaríngea. | |
Flexionar o pescoço do cliente: de!
forma que o queixo se aproxime do
tórax, se não for contra indicado,
interromper a introdução da sonda,
caso. o cliente apresente tosse,
engasgos, - angústia respiratória e |
cianose. n :
Solicitar - que o cliente taça
movimentos de deglutição, se estiver
consciente e colaborativo.
Introduzir a “sonda. até a marça “do :
esparadiapo.
xitóide, |
6. Neincar “oe coreto eo seguro |
pescando da sonda e ne E
: Diminuir ico de traumatismos.
9. Esfreitar a traquéia e abrir (e! | esbigo
favorecendo a introdução da sonda em Va
: local. correto.
10. Facilitar a progressão da sonda.
pa
E put
- está correto.
- sonda quando houver.
“próximo ao: local ses inserção.
asonda.
— 16. Higienizaras mãos.
fes enfermagem. |
13. Retirar o fio guia. segurando a sonda |
“Jd, Fixara sonda como adesivo cortado.
15. Colocar o -eliente em posição | :
“confortável, adequada e segura.
) 17. Proceder ás se e
Ce Aspitar O conteúdo gástrico :
co com uma seringa de 20 ml e |
devolver esse conteúdo. pela!
é fecha.
“17. Promover ERRA cinemçio é É
atender à legislação.
í REVISÃO: DEZEMB 02021
| PROCEDIMENTO OPERACIO! ;
| PADRÃO a
É —— PRONTOSOCORRO
as “ SANTA CASA DE MISERICÓRDIA
Í
DE dE ARAPAVA
12.9 LAVAGEM E INTESTINAL RET ROGRADA
Conceito: Introdução de uma solução 1 no cólon distal por meio de sonda pelo medo: de |
pRotejamento,
Responsável pela prescrição E Responsável pela execução.
| e Médico . ] e Enfermeiro, médicos é técnico de :
ls | “enfermagem.
| Finalidades | Indicação Ê
[+ Remover o conteúdo fecal presente | e Clientes com fecaloma..
| anpeion distal: [Contradições Restrições
| | » Lesões ou perfurações no cólon Agi,
| e Distensão e dor abdominal, Ra
| e Sangramento retal.
E é * Certas obstruções intestinais.
. É “Materiais :
+ Equipamento de proteção — EPI : :
* “Equipo macro gotas. |
: e Gel hidrossolúvel ou lidocaina gel à 2% - Í
e Sondareial nº 16 ou |8 para adultos e nºlºanº 14 para aaa É |
| e. Solução prescrita . “o |
| e Impermeável Fo
C| * Lençolmóvel 4
1 e Comadre |
[no domo a) É
É Descrição “dos procedimentos | Justificativa o |
1. Explicar o procedimento a ser | 1. Diminuir a ansiedade e favorecer a |
| realizado e a sua finalidade 20 cliente | colaboração do cliente. |
| ejou - familiar, obter o seu | | : - ]
| “consentimento e realiza o exame |
| físico específico. : ,
2. Colocar biombo ao redor do leito se | 2. Promover. peace ao cliente ao
necessário. cliente.
3. Paramentar se com os EPI, | 3.: Promover proteção à individual
“| 4; Cobrir o impermeável como lençol 4. Evitar pain ou sujar o jeito.
dia móvel e posieioná-lo sob o-quadril do
d cliente. -
| 5. Abrir a embalagem da sonda e | à. Montar o sistema de irrigação. |
ps conectá-la ao equipo e este ao frasco : o |
í da solução. | i :
| 6. Preencher o equipo coma solução e, 6. Facilitar a vazão da solução sem aj
| colocar o frasco no suporte de soro. entrada de ar,
| 7. Lubrificar a sonda com gel 7. Facilitar a introdução, evitar dor e
| hidrossolúvel ou lidocaína gel 2% traumas de mucosas. |
l - colocando-a sobre a embalagem | ]
Es “PROCEDIMENTO OPERACIONAIS —
; PADRÃO
PRONTOSOCORRO
“SANTA CASA DE MISERICÓRDIA
DE IGARAPAVA
— Pagina: 68.
Co aberta. |
“8. Colocar o cliente em posição de Sims. ,
9. Entreabrir o sulco interglúteo com a
“mão não dominante.
- MO. Solicitar ao cliente adulto para
respirar profundamente e: introduzir
“lentamente de 8 à 12 centimetros da
senda no orifício anal com a mão |
dominante em. direção à cicatriz |
umbilical.
1. Manter a sonda posicionada com a
mão não dominante.
12. Abrir a roldana do equipo e aguardar
“a infusão de toda. a solução
geralmente entre 10 15 minútos.
desprezando-a: no
descarte. |
mesma posição o maior terapo. que
do puder.
. Encaminhar o cliente ao banheiro ou
ua,
E
— chente acamado. |
6. Deixar | o cliente à vontade, |
observando o a distancia ando, for
possível deixá-lo. .
17. Auxiliar o cliente a sair do vaso
- sanitário e auxiliá-lo na realização da
“higiene se necessário ou higienizar a
| região perianal e retirar: a comadre |
quando o chente estiver acamado.
18. Observar o aspecto e o-volume das
fezes eliminadas.
“19. Colocar o cliente em posição
i confortável, adequada e segura.
20. Dar destino fa aos materiais e,
| encaminhar “ descartáveis. ao
“expurgo.
21. Higienizar as mãos.
22. Proceder
enfermagem.
|
| a
fog
13. Retirar a sonda com a mão dominante |
recipiente de |.
14. Orientar o cliente. a manter-se na |" 14. Dar tempo para a ação da solução :
colocar a comadre sob as aadnEas do |
!
17. Remi os restos fecais da região |
“18. Detectar anormalidades, se presentes.
às anotações * de | : 22. Promover qualidade
8. Facilitar a capadi do ilquido na parte
distal do mtestino: 5
2. Visualizar é Permitir, acesso ao orifício
anal, :
10. Facilitar o elemento: esfincieriano e | E
posicionar adequadamente a sonda. ;
11. Evitar a saída da sonda.
12. Permitir 0 fluxo da solução.
13. Dar destino. adequado ãos materiais |
utilizados.
preserita.
15. Adequar local para a elinicação dos co
fetes
16. Manter a prio acidade do cliente |
ee
19. Promover conforto e segurança. :
20. Promover ambiente favorável e dar
destino adequado.
21. Promover proteção. indiv idual & evitar
a transmissão de “microrganismos.
à documentação e
REVISÃO: DEZEMBRO Jr
REVISADO | POR: Em: Priscila Carneiro e Enf. Leandro Sexirino
atender à feminlição
as “PROCEDIMENTO OPERACIONAIS”
PADRÃO :
- PRONTOSOCORRO ||
“SANTA CASA DE MISERICÓRDIA | | Pagina: 69
DE IGARAPAVA E
Es
13. CURATIVOS. E CRT EN
“RÃ [E URATIVO EM FERIDA ABERTA.
Conceito! Limpeza da ferida, temação de tecidos desvitalizados. e licações de terapia”
tópica.
r
F
i
|
|
Í
Responsável pela prescrição.
º Enfermeiro e médico
Eespuaiia pela execução o :
e Enfermeiro, . médicos. e técnico de ,
aa
E dim. | enfermagem.
Finalidades . | Indicação o
e - Promover limpeza da ferida. , » Feridas com cicatrização par 2º 3º
* Favorecer 6 processo cicatricial. | intenção.
e Prevenir infecção. | . Feridas contaminadas ou inffoinda |
*- Absorver exsudatos. ê E si
“e Protegera ferida. Ra a
-» Promover conforto e segurança ao e . Não se aplica. :
sapata, | 7 ,
; - Materiais
is Equipamento de proteção individual- EPI
|» Bandeja de curativo
7 e Frasco de soro fistológico 0,9%.
“ Bisturi se necessário
e Gazes -
*- Compressas esterilizadas
e Fitaadesiva a
Descrição dos procedimentos : Ens Justificativa”. :
“A. Explicar o procedimento a ser| |. Diminuir ansiedade e. “favorecer al
realizado e a sua finalidade ao cliente | colaboração do lientes :
e/ou familiar, obter o consentimento e |
realizar exame Íísico específico. .
2. Colocar “o - cliente em posição) 2. Facilitar o acesso à área de trabalho ea
confortável, adequada e segura. execução do processo.
3. Paramentar se com EPI. 3. Promover proteção individual. :
4. Expor a região onde será realizado 0 4. Facilitar o acesso à área de trabalho. |
curativo. : : Ê E E
5. Abrir a bandeja de curativo com | 5. Promover procedimento asséptico.
técnicas assépticas. : 5 no
"6. Pegar soro fisiológico 0,9% e irrigar | - 6.. Facilitar a remoção: do curativo.
o adesivo do curativo fixado a pele. ques
7. Remover o curativo. Desprezando-o- 7. Dar destino adequado ao curativo |
em recipiente de descarte apropriado. | removido.
8. Montar uma, trouxinha de pazes e 8. Facilitar a execução. d dE Probedtigenid e
umedecê-las com soro fisiológico. | permitir a limpeza da ferida.
9. Limpar ao redor da ferida em sentido | 9. Realizar a limpeza da região mais
: PROCEDIMENTO OPERACIONAIS
10.
15. Colocar - o
. Ocluir a ferida com pazes se
“PADRÃO —
“PRONTO SOCORRO pi
SANTA CASA DE MISERICÓRDIA
DE IGARAPAVA | i
único, Ad as faces das! Ge :
trouxinhas.e trocando- -a amas vezes |
for necessário.
Lavar a ferida com soro fisiológico
por meio do jato. à uma distancia de
exsudatos e outros.
- Secar à pele integra adjacente à lesão
com a trouxinha de gazes é aplicar a
terapia tópica especifica.
- Preencher os túneis com gazes c com
a cobertura prescrita se houver.
- Colocar a terapia tópica indicada
sobre a ferida sem ultrapassar os seus
limites e sobre a pele adjacente. |
necessário e fixá-las com fita adesiva:
e/ou atadura crepe.
cliente em posição
confortável, adequada e sepud:
i
|
|
20 centimetros até remover resíduos É
s |
,
10. Realizar a limpeza dos tecidos.
pr
pra
ferida.
12. Preencher Os espaços mortos e facilitar | A]
o processo cicatricial,
13. Promover e ei o processo
cicatricial e maes: ecidos
desvitalizados.
14. Manter a- umidade e ain penar :
adequada para O processo cicatricial. |
- proteger à ferida, dar conforto ao)
“cliente e. permitir A absorção de
“exsudaros.
“15. Promover conforto e segurança. E .
16. Promover proteção individual e evitar |
- Proieger a pele integra adjacente ã
1
| REVISADO POR: Enft Priscila Cameiro € Enf ds Sevirino
16. Higienizar as mãos. . “à transmissão de microrganismo.
"W. Proceder às anotações de) 17. Promover qualidade à cocunsiiação e
enfermagem. É Es atender à legislação. RR]
| REVISÃO: DEZEMBRO 2021
“DE IGARAPAVA
TT BA CURATIVO DE FERIDA CIRÚRGICA” FE CE
| Conceito: Limpeza é “oclusão da ferida cirúrgica. Ei
; ' Responsável pela prescrição | Responsável a execução. = :
nico Enfermeiro é médico. “e. Enfermeiro, médicos e tésiico te
ER E a enfermagem. -.
Finalidades Indicação E
e Promover limpeza « da ferida. =» Feridas cirórgica | “limpas - com
| *- Reduzir o risco de infecção. | cicatrização por pr n
| e Absorver o exsudato. | es
| * Promover proteger contra traumas | "Contradições Restrições Er E]
4 mecânicos. | | e Não se apli Lo . nr
: ; plica.
e Promover conforto ao cliente. | eo
e Oferecer imobilização € sustentação à
[o fenida. | |
Rue ; o Materiais
s Equipamento de rotação individual- EPL
| e Bandeja de curativo
| e Luvas esterilizadas na ausência da bandeja de. curativo
| + Frasco de soro fisiológico 0,9%
e Álcool 70% e algodão
o Gazes
[e Atadura crepe se necessário
[0 * Fitaadesiva
- Descrição dos procedimentos Ê a Tusdfcaiva
1. Explicar o procedimento a ser| 1. Diminuir ansiedade | e. favorecer alo
- -tealizado & a sua finalidade ao cliente colaboração do Sliente. '
e/ou familiar, obter o consentimento e E sas E :
realizar exame físico especifico. | o ,
E 2, Colocar: o cliente em posição | Di Facilitar o acesso a dus de trabalho ea |
| confortável. adequada e segura. | | execução do procedimento.
| 3. Paramentar se com os EPL 3. Promover proteção individual.
|
“4. Pegar o frasco de soro fisiológico e | 4. Facilitar a remoção do curativo. .
irrigar o adesivo do curativo fixado à | . o É :
pele.
5. Remover o curativo. Desprezando-o 5. Dar destino: adequado ao curativo .
em recipiente de descarie apropriado. removido. É
“6. Montar uma trouxinha de: gazes e 6. Permitir a Hinpesa da ferida.
umedecê-las com soro fisiológico.
7. Limpar a ferida em sentido único |" 7.: Promover: a - limpeza e evitar
. utilizando as. faces da trouxinha | contaminação da ferida. |.
| -umedecida € trocando-a quantas | ao o
“vezes forem: necessárias. ! i sd E
: 8. Montar ouira trouxinha de gazes e. 8. Permitir a execução do procedimento.
E umedecê-la com soro fisiológico. Ea so ; É
É
* PRÓCED ENTO OPERACIONAIS”
“PADRÃO.
PRONTOSOCORRO
|| SANTA CASA DE MISERICÓRDIA
“ DE IGARAPAVA a
Limpar as regiões laterais da ferida
“em sentido único utilizando as faces
“da trouxinha, umedecida e trocando-a
10,
11.
” Colocar o
. Proceder às
quantas vezes forem necessárias.
Montar outra trouxinha de gazes. ,
Secar a ferida e “depois as laterais. E
Utilizando as faces da trouxinha seca |
e -trocando-a quantas vezes. forem |
necessário. Lo
Ocluir a ferida com duas ou três |
lâminas de gazes dobradas no sentido |
horizontal ou mais se necessário € |.
oleme em posição
]
|
fixá-las co fita adesiva e/ou atadura |
|
confortável, adequada e segura. |
- Higienizar as mãos.
anotações
enfermagem,
ps
o “Promover a imp
evitar contaminaçã
da. o
10. Permitir a execução do procedimento e Ê
facilitar a execução do rocedimento.
11, Deixar a ferida seca.
12. Proteger a ferida de lesões físicas,
quimicas e bioló
curativo.
s e fixar o
13. Promover conforto e segurança.
la. Promover proteção indi idual e e evitar =
extema e |
H REVISÃO: DEZEMBRO 2021.
REVISADO POR: En Priscila Carneiro € Enf. Leandro Seviino
PROCEDIMENTO OPERACIONAIS”
na o PADRÃO | É
| ed: PRONTO SOCORRO. E
| || SANTA CASA DE MISERICÓRDIA ana De
d dedo — DEIGARAPAVA
| JA. ACESSO VENÔSO E ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTOS | E
| ; 14.1 PUNÇÃO VENOSA PERIFÉRICA
Conceito: Inserção de um dispositivo venoso por punção em veia 1 periférica.
Responsável pela prescrição. | Responsável pela execução . .
* Médico a “ Enfermeiro, biomédico, "médico € |
| técnico de enfermagem. E (
Finalidades i Indicação :
| e Fomecer. via de acesso para | * Cliente em atendimento hospitalar.
| administrar sangue e hemoderivados, E
| | Contradições Restrições
| líquidos, -. eletrólito nutrientes ê
io E pe Eno E 5 o Lesão de pele, esclerose venosa, fepite
“e Permitir coleia de sangue. e edema no local de punção.
a e Membros com déficit motor e sensitivo |
. Distúrbios de a grave
f a a o
“Materiais E
Eipameçê di dE PretaçãO individual - EPI
Algodão embebido no álcool 70%
“Recipiente para descarte ;
- Garrote ,
Dispositivo para acesso venoso periférico na numeração apropriada
agulha rígida ou outro dispositivo com extensão aorescentar a eos j
materiais :
.. 0 o 0 |
| Fita adesiva. padtonizada
| e Tala para imobilização de braço se necessário Se
Lo Materiais e conforme a finalidade do procedimento EEE
e'ou familiar, obter o seu
consentimento é realizar exame físico . tenda
| específico. | E co =
| Reunir os materiais necessários. Economizar tempo é energia.
Paramentar se com EPL. . Promover proteção individual.
| Garroiear o membro | Facilitar a visualização, a perfuração
aproximadamente -quatro dedos- acima d e daveiae o retorno sanguíneo. x
]
| Descrição dos procedimentos RR Justificativa |
| 1. Explicar o procedimento a ser 1. Diminuir a “ansiedade. e favorecer a,
| ; “realizado é a sua finalidade ao cliente | colaboração do cliente. co
it
do local a ser puncionado.
S. Fazer antissepsia ampla do local'a ser Diminuir o risco de Contaniiação
puncionado com algodão embebido local e melhorar Fo) aporte sanguíneo.
- em álcool 70% no sentido do retorno
venoso.
ty
PROCEDIMENTO OPERA 10]
" PRONTOSOCORRO | |
SANTA CASA DE MISERICÓRDIA
DEIGARAPAVA O
td
6 Retirar o cateter da embalagem.
Facilitar a execução do procedimento.
Facilitar a execução do procedimento. -
hd
7. Pegar cateter com a mão dominante e |
posicionar o bisel da. agulha voltado
para cima. :
8. Delimitar a veia, “esticando a pole | 8. Evitar que a veia se movimente no.
com auxílio do dedo pol egar da mão momento da Punição 4
não dominante. a
9. Puncionar a veia com o dispositivo 9. Facilitar a Dencação: aê agulha e |
-em ângulo de 15º ou paralelo à pele. reduzir o risco de transfixação da veia:
“JO. Puxar o êmbolo da seringa para | 10. Certificar se de que a, veia está
observar à presença de retomo | . puncionada, |
venoso quando. o dispositivo tiver
extensão ou aguardar o Tetomo
venoso espontâneo.
11. Retirar o garrote e fixar o cateter de
acordo com o dispositivo que está
sendo utilizado.
12. Executar — a - finalidade do,
procedimento proposto tcoletar o,
sangue, aplicar. medicamento ou,
instalar o soro). ;
12. Retirar o dispositivo de punção | 13; Remover o “dispositivo. da veia ou
fazendo leve compressão . local ou “ impedirasua saída. :
realizar a fixação com fita adesiva
quando houver a necessidade de
11. Permitir o retorno do f
"ea fixação do disposi
12. Atender à prescrição médica.
permanência deste. ds rd ua . E
14. Dar destino adequado aos materiais, 14. Promover ambiente favorável e dar |
: destino adequado aos materiais.
- a transmissão de microrganismos.
16. Promover qualidade à documentação Bi
atender à tegiseção
|
15. Higienizar as mãos. | 15. Promover proteção individual é evitar
16. Proceder às anotações | de |
Fã
!
o
enfermagem.
REVISÃO: DEZEMBRO 2021 |
EVISADO. POR: Enf" Priscila Carneiro e Enf Leandro. Sevirino
|
|
PROCEDIMENTO OPERACIONAIS E E
E - PADRÃO Raso E
do PRONTO SOCORRO. o | . a E
: E SANTA CASA DE MISERICÓRDIA | | Pagina 75 |
| DE IGARAPAVA assa so ui, É
|
[e 142 ADMINISTRAÇÃO. DE MEDICAMENTO VIA SUBCUTÂNEA |
| Conceito: Aplicação de medicamento no tecido subcutâneo. | e
Responsável pela prescrição : Responsável pela execução | E É
“e Médico e Enfermeiro, médico e: técnico de
a enfermagem. a
Finalidades Indicação
«Absorção gradual e sistêmica de e. Aplicação de Ansa medicações
medicamentos por via subcutânea.
e: Obter uma absorção mais rápida do Cumttndições Fest pics dis : ne
que-pela via entéral. e Geral: situações emergenciais, |
exemplos: choque hipovolêmico, |
distúrbios graves de coagulação, .
grandes queimador. e desidratação | pi
grave. cn
» Local: em cicatriz, locais com Ea
+ manchas de nascença, É membro
fe? superior do lado da cirurgia de| -
| " mastectomia radical e da fistula |
| | - arteriovenosa, membros paréticos e.
| Po doenças, vasculares periféricas
| E Ê oclusivas. Pei
| E “Materiais RR
Po pipa de proteção individual - EPL
“+ + Algodão
| * Álcool 70%
e Seringa de 1 ou 3 ml com a medicação preparada
| e Agulhas com comprimento entre 8e 13 milímetros fra
| e Biombose necessário E
| Descrição dos procedimentos Justificativa
CT. Explicar o procedimento a ser| 1. Diminuir a ansiedade é favorecer a
realizado e a sua finalidade ao cliente | colaboração do cliente. |
: e/ou familiar, obter o consentimento € |
E realizar exame físico específico. : :
| 2. Colocar biombo se necessário: 2. Promover privacidade. 1
3. Paramentar se com EPL. 3. Promover proteção individual.
4. Expor a região onde será aplicado o 4. Identificar o local da aplicação.
medicamento, , -
5. Proceder a antissepsia da pele na 5. Remover microrganismos da flora
região delimitada com o algodão transitória e diminuir a flora residente.
embebido no álcool! 70%. em : o Ea
movimentos únicos e esperar secar. É et
6. Segurar o algodão na mão. não 6. Reservar o algodão para o uso
dominante. dA posterior.
7. Facilitar a execução do procedimento.
7. Segurar a seringa horizontalmente
do
ne É PROCEDIMENTO OPERACIONAIS ;
E PRONTO SOCORRO- E doca a a
SANTA CASA DE MISERICÓRDIA | | Paginai76
— DEIGARAPAVA É
| com os dedos. E dicador e
| "médio da mão dominante com o bisel. E
, da agulha voltado para baixo. = 8 Garantir a aplicação do medicamento as
8. Distender a pele com o dedo polegar | | no tecido subcutâneo. : Salso
| e o indicador da mão não dominante e
| fazer uma prega cutânea. 9. Garantir à aplicação do medicamento
- 9. Introduzir a agulha em um no tecido subcutâneo. . |
movimento firme e suave em um
ângulo de 90º graus em relação à pele
com a mão dominante. 10. Garantir à aplicado do. medicamento | :
[e i
Í :
10. Desfazer a prega cutânea. i no tecido subcutâneo, :
| so. 1 Verificar de a agulha não está
| 11. Tracionar o êmboio com a mão não | posicionado em algum vaso: sanguíneo. | |
É dominante e observar se há retomno de Se sim, interromper o procedimento « el
(o sangue. NR ; reiniciar a aplicação em outro local,
pos E Í após atroca da agulha. E
É 12. Aplicar o medicamento | do. tecido. o
, “12. Injetar o medicamento empurrando o subeutâneo.
1 êmbolo com à mão não dominante. 13. Diminuir dor local. |
13. Retirar a agulha da pele em | o
| movimento rápido e firme. [o 14 Evitar o. “extravasamento “do |
| 14. Comprimir o local com 6 algodão por medicamento e/ou sangue cC al.
[aproximadamente 5 segundos ou mais interferência no. tempo. de absorção ae
se necessário. medicamento.
15, Promover ambiente favorável. e dar
15. Dar destino adequado aos materiais e |. destino adequado à ao material.
encaminhar os . descartáveis ao
expurgo. . 16. Promover proteção individual e evitar
16. Higienizar as mãos. a transmissão de microrganismos.
17. Promover qualidade à documentação é
atender à à legislação. |
Emir
| 17, Proceder à anotação de enfermagem.
REVISÃO: DEZEMBRO 2021 0
iii belt rei
| REVISADO POR; Enf" Priscila Carneiro e Enfº Leandro Sevirino
PROCE DIMENTO. OPERACIONAIS “
PADRÃO
- PRONTO SOCORRO.
* SANTA CASA DE MISERICÓRDIA —
DE IGARAPAVA
E
E
IE: Pagina 77
HH
14.3 ADMINISTRAÇÃO. DE MEDICAMENTO” VIA INTRAMUSCULAR
Conceito: Aplicação de medicamento no tecido muscular.
E
|
|
|
+
EA
Absorção sistêmica de medicamento |
por via parenteral.
o
Responsável pela prescrição | Responsável pela execução |
| e Médico É | º Enfermeiro, “médico e-técnico de |.
| - enfermagem. ah
Finalidades | Indicação.
Aplicação de algumas edicações:
Obter uma absorção mais rápida do (É
que pela via enteral e subcutânea.
Aplicar alguns medicamentos fa E
indicados por outras vias.
[Contradições/Restrições
Aplicação de medicação em locais
com massa muscular reduzidas.
Aplicações de volumes superiores ao
recomendado . para cada - grupo
muscular. RN E
“Lesões nos locais da aplicação
- (mânchas de nascença, queimaduras, |
quelóides, feridas, entre outros).
Clientes com
severo dos mecanismos de coagulação.
Situação emergencial (por exemplo:
choque fipováletneo. e- grandes
queimaduras). .
Local: em cicatrizes, locais com |.
edema, membro superior do lado da |.
cirurgia de mastectomia radical e da
fistula arteriovenosa, membros)
| paréticos e doenças vasculares |
º - periféricas oclusivas. |
Eus Materiais é RA
os “Equipamento de proteção individual — ER
| * Algodão
| “e Álcool 70%.
Es Seringa com medicação preparada
| Descrição dos procedimentos i Justificativa
| 1. Explicar o procedimento a ser) 1. Diminuir à anotado e. favorecer a
| realizado é a sua finalidade ao cliente , Colaboração do cliente.
| e/ou familiar, obter o consentimento e | É
| realizar exame fisico específico. | ;
| 2. Colocar biombo se necessário. | 2. Promover a privacidade do cliente.
| 3. Paramentar se com EPL. | 3. Promover proteção individual.
! 4. Posicionar o cliente de acordo com b E E Chen
| resto de aplicação: |
| Deltoidiana — sentado ou em | é E = E
i pé Í 4. Permitir acesso ao local de aplicação. |
| » Vasto lateral da coxa — | ê ; E E
deitado em decúbito dorsal ou
] comprometimentos Ee
“PROCEDIMENTO OPERACIONAIS à
: “PADRÃO -
o
: PRONTO SOCORRO. Re la
SANTA CASA DE MISERICÓRDIA ,
e - DE IGARAPAVA ,
5. Delimitar O local de aplicação de
- acordo com a região:
e
É em pé;
- delimitar o processo acromial,
“Dorsoglútso: traçar uma Hina!
imaginária da espinha iliaca
“lateral,
-SVP. Aplicar no triângulo
Dorsoghúteo e ventroglútea —
deitado em decúbito ventral,
dorsal ou lateral ou de pé.
Deltoidiana: localizar. &
medir 2 a 3 dedos (2,5 a 5 |
centimetros) abaixo. Aplicar |
na região central do músculo. |
Vasto lateral da coxa: dividir |
a coxa lateralmente em três
partes, tomando como
referência o trocânter maior e |
a articulação “do joelho:
Aplicar no: centro do tengo
médio.
póstero-superior até o grande |
trocânter do fêmur e fazer a,
aplicação intramuscular acima |
dessa. Jinha. Ou, dividir a
nádega em quadrantes |
traçando uma linha horizontal
do grande trocânter à saliência |
da região sacral e uma linha
vertical da — tuberosidade
isquiática até a parte inferir
mais volumosa da - nádega.-
Aplicar no quadrante supra-
Ventroglútea: colocar a mão
não dominanie no . quadril
contra-lateral do cliente (mão
esquerda no: quadril direito)
apoiando. a: extremidade do
dedo indicador . sobre. a
espinha ilíaca Antero-superior
e o dedo médio ao longo da
crista iliata, espalmar a mão
sobre. a base do grande
trocânter do fêmur, formando
um triangulo invertido ou um
formado, ou seja, entre os
5. Permitir a aplicação no local correto.
“PROCEDIMENTO OPERACIONAIS.
«PADRÃO o
PRONTO SOCORRO us
SANT à CASA DE MISERICÓRDIA | do
“DE IGARAPAVA a :
“dedos. o 1
6. Proceder à antissepsia na região | 6. Reduzir a fora bacteriana residente e
delimitada da pele com algodão | | - Temover a flora transitória. É
embebido em álcool 70% em,
movimento únicos coma mão | E
dominante, é esperar secar. | - Mau
7. Segurar O algodão coma mão não | “7.: Reservá-lo para uso posterior. |
É dominante. | à o gb SO E
8. Segurar à seringa horizontalmente |. 8. Posicionar corretamente o dispositivo
com os dedos polegar, indicador e e facilitar a distribuição do |.
médio da mão dominante com o bisel medicamento nos tecidos. . o
da agulha voltado para baixo. nei
9. Distender a pele como dedo polegar 9. Garantir a aplicação segura.
e o indicador da mão não dominante e un
pinçar o músculo. ano o
“ MO. Introduzir a agulha no músculo com-| - 10. Posicionar a agulha no local correto. |
— movimento firme e suave em um ; a nc.
ângulo de 90º em relação à pele com
a mão dominante, exceto, na região !
Antero-lateral da coxa que o ângulo
de inserção deverá ser 60º em relação |
. E t
à pele e com a ponta da agulha
“voltada para o pé.
11: Soltar o músculo. | 11 Diminuir a tensão dos tecidos.
12. Tracionar o êmbolo com mão: não 12. Verificar se a agulha está posicionada
dominante e observar se há retorno de em. algum vaso sanguíneo. Se. sim,
sangue. interromper o procedimento e reiniciar
a aplicação em outro local, após a
troca da agulha.
13. Injetar o medicamento empurrando o 13. Aplicar a medicação . no peido '
- êmbolo com a mão não dominante. . “muscular. o “a
14. Retirar “a seringa e agulha em 14. Diminuir a dor local.
“movimento rápido e firme, | ne
15. Comprimir levemente o local da 15. Evitar o | extravasamento — do
aplicação com o algodão até a medicamento | elou : “Sangue e aj
completa hemnostasia. interferência no tempo. de absoção dot
É | medicamento. E
16. Dar destino adequado aos materiais e 16. Promover. ambiente dinorável e dar RE
encaminhar | os . descartáveis. ao destino adequado aos materiais.
expurgo. : : . E
17. Higienizar as mãos. 17, Promover proteção individual e evitar
E + a transmissão de, microrganismos. À
18. Proceder às | anotações de 18. Promover qualidade à documentação e
enfermagem. é siender À legislação. É
REVISÃO: DEZEMBRO 2031 : RD
| REVISADO POR: Ent Pres Carneiro e Enfº Leandro, Sevirino |
so “PROCEDIMENTO GPERACIONAIS a
o “ PADRÃO o É
Ú
f
PRONTOSOCORRO o a
SANTA CASA DE MISERICÓRDIA. | Faginas 80
sa Ni | DE IGARAPAVA
[ 144 aa DEMEDICAMENTO VIA OFTÁLMICA
| Conceito: administração de medicamentos diretamente no saco conjuntival.
Responsável pela prescrição “| Responsável pela execução à
“e Médico | “o Enfermeiro, médico e técnico de
Ei enfermagem. a
Finalidades : | Indicação |
» Prevenir, proteger, aliviar sintomas & 8, * Clientes suspeitos ou benadaes de
tratar. | afecções oftaimológieas. =
“o Anestesiar o olho. | Gonteadiçdes edições EA nDRE Semedo F
l Sp e Reaçõesalérgicas. | : | |
E ab E !
Materiais E
. Eabipamênio dept individual — EPI
“e Colírio
o Gazes
e Solução fisiológica 0,9% para. higienização dos alhos se necessário E
É - Deserição dos procedimentos. Je “Justifica É
| 1. Explicar "o procedimento a “ser 1. Diminuir a ansiedade e vorcco a
feio realizado é a sua finalidade ao cliente colaboração do sente.
| eou familiar. obter O seu Ê
: consentimento e realizar exame físico |
| específico. | :
2. Paramentar se com os EPL | 2, Promover proteção individual.
1 3. Colocar o cliente na posição sentada | 3. Facilitar a execução do procedimento. |
| -ou decúbito dorsal. | fd pa ces É
4. Orientar o cliente a inclinar a cabeça | 4. Permitir melhor acesso ao olho
| para trás e para o lado do olho | afetado. Md E
| afetado. . | E
5. Aplicar O medicamento. | 5, Realizar o procedimento.
: : Ex Coro Re Es
5.1.1 Abrir o e do medicamento E + 1 Manter à medicação esterilizada. TA
sem contaminar a sua pare (o
superior. . Fado afastar a cómea da. nda
51.2. Orientar o cliente a olhar para inferior.
cima e para fora. : E :
5.1.3 Puxar a pálpebra inferior com a 5.1.3. Diminuir O risco de contaminação
mão não dominante e com a mão do frasco e evitar sintomas de :
dominante ..jnstilar as gotas no desconforto. É
prescritas no saco conjuntival. a º , 1 Es o
uma. distância de. 1 a.2 ;
centímetros. . | E i Soa
5.1.4. Solicitar ao cliente que feche. 9 Fo SÃ4 Evitar - o escoamento - do
olho delicadamente sem A portas às à medicamento e aumentar a sua,
6. Dar destino adequado à aos materiais. so
7. Higienizar as nãos | e
a: Proceder à anotação de enfermagem. | a
E REVISÃO: DEZ EMBRO 2021
REVISADO, POR: Enf Priscila Careiro e Enf Leandro ea, É
! “PROCEDIMENTO OPERACIONAIS E
| - PADRÃO. ge
| PRONTO SOCORRO. :
| SANTA CASA DE MISERICÓRDIA 4 Pas cg
. DE IGARAPAVA i
15.1 COLETA DE AMOSTRA DE URINA POR SACO COLETOR PEDIÁTRICO .
Conceito: Adaptação. e a fixação do saco coletor extemo da urina ao redor “da uretra, dE] É
crianças pequenas.
Respensável pela prescrição | Responsável pela execução.
-e Médico » Enfermeiro, médico e técnico de
| Responsável pela forma de coleta | enfermagem.
[e Enfermeiro | É a
| Finalidades . | Indicação .
| e Coletar - urma para exames * Crianças com menos de dois anos de
À laboratoriais, É idade.
| o Evitar a coleta de urina por sonda | Contradições/Restrições
| vesical. |» Lesão no períneo.
Materiais : tie : o q
e Equipamento de proteção individual — EPI. : É o
e Materiais par higienização intima
e Saco coletor de urina pediátrico (masculino e feminino) com bordas colantes
o Frasco coletor identificado com os dados da criança
“e Seringa descartável de 10 ml
0» Gazes: SE
] Descrição dos procedimentos TA : Justificativa
| “1. Explicar “o procedimento a ser, 1. Diminuir a ansiedade, favorecer a
| realizado e a sua finalidade ao cliente colaboração do cliente e determinar o |.
. e/ou familiar, “obtendo o seu, * local 6 0 número, da sonda, a ser usada.
| consentimento e realizar o exame | | :
físico específico. i ie ic
2. Paramentar se com os EPL | 2. Promover proteção individual.
| 3. Realizar a higienização íntima. | 3. Remover sújidades.
[4 Pegar o saco: coletor -pediátrico | 4. Facilitar a execução do procedimento. |
| adequado e retirar o adesivo. : nadids . E |
5. Fixar o coletor ao redor do meato | 5. Evitar vazamento,
uretral de modo que não deixe folgas ;
ou dobras entre o coletor e a pele. re
6. Colocar a fralda descartável. . 6. Permitir o posicionamento do coletor e
[o evitar o seu desposicionamento.
7. Aguardar a mieção urinária. 7: Colhera amostra:
8. Retirar o saco coletor. 8. Diminuir o risco de lesão cutanes;e de
| . ú contaminação bacteriana. . |
9. Aspirar 10 mi da urina drenada coma | 9. Facilitar a execução do procedimento.
é seringa acoplada ao cateter de fino “o - Ra so
calibre esterilizado e transferi-la para |
“DE IGARAPAVA E
tampar.
- confortável, adequada e segura.
“11. Dar destino adequado aos materiais €
encaminhar - os descartáveis do
expurgo. |
12. Higienizar a mãos.
13. Providenciar o encaminhamento da
amostra ao laboratório imediatamente
- junto ao forniáio. de solicitação se
“o exame.
| 14. Proceder cas
: enem gem. EE
"o frasco de. coleta esenizado e] E
o. Côlocar “a criança em posição | 10. Promover conforto e segurança.
“11. Dat destino adequado aos materiais. :
12, Promover proteção individual e evitar.
a de E
a transmissão de microrganismos.
13. Gatantir a confiabilidade do resultado. |
14, Promover alidade à documenação é - É
PREr ISÃO: DEZEMBRO 2021
E
E PROCEDIMENTO OPERACIONAIS |
Etto : a - PADRÃO a
“PRONTO SOCORRO:
* SANTA CASA DE MISERICÓRDIA ps
- DE E IGARAPAVA O E a
| . “452 DO DE GLICEMIA CAPILAR.
“| Conceito: Exame sanguíneo que oferece resultado imediato acerca da. dA conpenação. de glicose o
| * Avaliar possíveis causas de lipetimia,
| desmaios e convulsões (estado de
hipoglicemia e hiperglicemia).
e Controlara Eliceínia” de portadores de |
| nos;vasos capilares da polpa digital.
“Responsável pela presdrição [Responsável sa execução
e Médico -— e Enfermeiro, médico, e técnico. de
e Enfermeiro, durante. a triagem em : snfennage:
É elientes com histórico de diabetes. |
Finalidades E | Indicação
* Quando se-deseja ico os indices
de glicemia capilar para auxilio de |
diagnóstico clínico e/ou como controle
destes índices para fins terapêuticos. :
E diabetes. | Contradições/Restrições
DE | e Distúrbios graves de coagulação. :
| | e Local: com ferimento, em cicatriz,
| : com edema.
t i
fins Materiais
r * Equipamento de proteção individual — EPI
“| o Algodão
E “e Álcool 70%
* Filareagente
e Lanceta ou agulha 13X4,5 (s/n)
* Aparelho próprio para a mensuração
Descrição dos procedimentos " Justificativa. él
1. Explicar o procedimento a ser l. Diminuir a ansiedade, favorecer a |
— realizado e a-sua finalidade ao cliente ' colaboração do cliente e determinar o
elou familiar, obtendo o seu - local e o número da sonda a ser usada. |
consentimento e realizar o exame E ns ds
" físico específico. :
2. Paramentar se com EPI. | 2: Promover proteção individual.
3. Colocar a fita reagente no aparelho | 3. Facilitara sad do procedimento.
próprio para mensuração de glicemia
capilar. |
4. Abrir o invólucro da lanceta ou | 4. Facilitar a execução do procedimento.
5. Escolher um. dos dedos quirodáctilos 5. Identificar o local da aplicação.
que esteja com uma boa perfusão | deco e
es periférica. | o a je à “
“6. Segurar o quirodáctilo com a mão não | 6. Facilitar a execução do procedimento. |
dominante. fazendo uma leve pressão
para acúmulo sanguíneo no local.
1 7. Proceder a antissepsia na região 7. Remover microrganismo da. flora |
transitória e diminuir a Fa residente. |
delimitada com o algodão embebido
— PADRÃO É
“PRONTO SOCORRO —
SANTA CASA DE MISERICÓRDIA
t — DEIGARAPAVA,
E sê “PROCEDIMENTO OPERACIONAI :
NE
“JA. Higienizar as nãos.
16. Proceder à anna de enfermagem.
no “Tico 70% em. movimento único e |
esperarsecar.
8 Segurar o algodão na mão não
dominante.
“9. Com a: mão; diiiiante dar uma |
picada superficial com a lanceta ou
agulha na ponta do quirodáctilo do
cliente.
10, Ao sair o sangue, colocar uma gota
do mesmo na fita reagente.
“1. Comprimir.o local com o algodão por |
aproximadamente 5 segundos ou mais |
o se necessário. E |
12. Aguardar a delta mentizada pelo
“aparelho.
13, Dar destino adequado aos materiais e
encaminhar os descartáveis ao
expurgo. :
15. Comunicar o resultado ao médico se
“necessário “(hipoglicemia “ou
hiperglicemia).
8. Reservar o algodão p para uso posterior.
9. Facilitar a penetração da aula
10, Garantir a execução do procedimento.
11. Evitar o extravasamento de sangue. |.
12. Garantir a Hecução do procedimento.
“13. Promover | ambiente favorável e dar
destino puequado: ao material,
14. Promover proteção individual e evitar
a transmissão de microrganismo.
15. Verificar a necessidade de. medidas,
sapençdo
16. Promover qualidad
atender ale
cumentação e
E
(REVISÃO: DEZEMBRO 2021
É REVISADO POR: Enf. Priscila Carneiro e Enfº Leandro Sevirino. E
Operainais Padrão é em Cfenmegem. Uberaba: UFTM, 201 i 283 po
| MOZAEHI, Nelson; s UZA, Virginia Helena Soares de, o Hosp: Manual do Ambiente Ro
É ospitalar. 2. Ed. Curi a-0s Autores, 2005. 816 p. : nas
cas SERVIN, Santiago Cirilo Noguera et al. Protecolo de. é acolhimento. “co
| risco, São Luís. Disponível em: -< http: !ovsms.saude gov. br/bvs/publ
; pestiimento Elnsasficanad risco.pdf>. Acesso em: 11 ago. 2015.
ssifh icação dé .
E ele
QLA GOM DIAS
“Conselho Regional de Enfermagem de São Paulo
Alét Cais han dinda sia canól da rnimiaintra SA cxmea Fionslização An Crrami GOLA
Conselho: Regional de Enfermagem de São Paulo.
Olá! Seja bem-vindo ao canal de comunicação com a fiscalização do Coren-se! [o]
Por favar, digite seu CPF para que possamos otimizar seu atendimento. a
Bom dia
Seria triagem ou. classificação de Fisco?
faLEANDRO SEVIRINO
NRiA: DE SABER SOBRE
NFERMEIRO EM PRONTO ATENDIMENTO FAZENDO A CLASSIFICAÇÃO DE RISCO
“TEM ALGUM CURSO ESPECIFICO QUE É OBRIGATORIO?
asLELANDRE
O Enfermeiro de Pronto-Socomo pode fazera classificação de risco
O prosesso de atolhimento e dasiificação de risco integra parte do” sistema de úmanização de assistência
e esnjeto de paiironização io da Ministério ds Saúde.
A classificação de risco e ceriespondente p priorização do atendimento em Serviços de Urgência é im.
precesso complexo, que demanda competência técnica e científica em sua execução, clija metodologia
internacionalmente reconhecida (Prctocalo de ianchester), prevê que o usuário seja acolhido por. uma
equipe que definirá o seu nivel de oravidade e o encaminhará ao atendimento espeíica que necessita,
evitsado espera protengaso, de protdo com à gravidade ido caro.
Diante do exposta. no âmbito da equipe de Enfetiriagem a classificação: de dito deve ser redlizada
mrivativamento- solo enfermeiro: davancio dlarumentar inda a avaliação e nriantarão na ficha de
Diante do axposto, na âmbito da equipe de enfermagem, a Classificação de risco deve ser realizada.
privativamente pelos enfermeiro, devendo documentar tods e aveliação e orientação na ficha de
atêndimento/ prontuário, implementando a Processo de. Falem em atenção â Resolução € gofen nº
554/2022, a quai também preconiza ques
- Para executar a Classiicucão E Risco e Priosização cia Assistência, O Enfermeiro deverá ler curso de
capacitação específico para à Protocolo dotado pela instituição, além de consultório en adequadas —
condições de aimbiente e equipamentos pora o desenvolvimento da classificação. Serei
- Pora garantir O segurança do paciente e de profissienai responsável peia-classificação. deverá ser observado
etempo médio de 04 fguairo) minutos por classificação de risco, com limite de até 15 fauinze) elessiiiçães
por hora.
- Durônte q atividade de Ciesficação de de Risco, o Enfermeiro não devera exercer outras atividades
concomitantemente.
Bars maic infremarÃoo conaro-to frncadtar a i
e
Para mais informações, sugere-se consultar:
Resolução Cofen 661/2021 - Atualiza e normetiza, no âmbito do Sistema CofenyConselhos | Regionais de,
Enfermagem, a participação da Equipe de-Enfermagemna atividade de Stsifcaçõe é de Risco >.
http: rear cofen.gowbriresolucao-cofen-no-861-2021 ass30.btmi : vo
Parecer Coren-SP nº 093/2016 - Atuação do Enfemeiro no Acolhimento é Classificação de Bisco em
Unidade de Pronto Atendimento e Pronto Socorro, na ausência de médico » hrtps;//portaLcoren-
spgowbrinp-content /uploads/2015/12/ParecessapuÓ7a2 Acolhimento 20UPAd20s%20PS pet
ig Coren-SP nº 001/2012 - Acolhimento com Classificação de Risco pelo Sistema de Triagera da
Manchester - STS - executado por eniermeiro no atendimento de urgência « emergência. Legalidade-xia
atuação > hthps:za) aerial coren- Sp gombriwp-contentiy piondueo a noA parecer corer sp 2012 1 Opdí
faLEANDRO SEVIRINO
(ad EANDRO SEVIRINO
ira exequiar. a Classificação. de: Risco E Piorsad da Assistência. Es) Enfermeiro: aleverá ter curso, de capacitação:
específico para O Protocolo adotado pela instituição). ESTE TREINAMENTE PODE SER FEITO. DENTRO 'DA FROPRI
O COMO UM MANUAL: DE NORMAS: E BOINA?
ac ALEKANDRE
Quanto s capacitação e aprimoramento sugerimos que veis que com a instituição de trebalho é adere ser.
realizado mediante protocolo, normas e rotinas :
De acordo com as diretrizes da classificação de risco
faLEANDRO SEVIRINO
JEO NA DUVIDA SE O ENFERMEIRO TEM QUE TERMEUM CERTIFICADO! DE CURSO REALIZADO EXTERNAMENTE.
ONDE TRABALHO JA TEMOS UM MANUAL DE MORMAS E ROTINA-QUE FALA SOBREA CLASSIFICAÇÃO DE RISÇO
ele
OU SE PODE SER O DA PROPRIA ISTITUIÇÃO COMO O MANUAL DE NORMAS 7
ONDE TRABALHO JA TEMOS UM MANUAL DE NORMAS E ROTINA QUE FALA SOBRE A CLASSIFICAÇÃO DE RISCO
E ATENDIMENTOS NO PRONTO ATENDIMENTO... DO QUAL TEMOS A CIENCIA DE TODOS OS PROFISSIONAIS
DESTE SEIOROK Co E E :
acALEXANDRE
Pode ser na prógris instituição ou ne Secretaria de Saúde
importante consultar a Secretaria
fadEANDRO SEVIRINO
[EFTO OBRIGADO ALEXANDRE POR TIRAR ESTA DUVIDA
ALEXANDRE
Por nada, excelente dia