PREFEITURA DE LARANJAL PAULISTA
Praça Armando de Salles Oliveira, n.º200, Centro
PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR
Dispõe sobre a aprovação
do Plano Diretor Municipal de
Macrodrenagem Urbana.
A Câmara Municipal de Laranjal Paulista, Estado de São Paulo, aprova:
Art. 1º Fica aprovado o Plano Diretor de Macrodrenagem Urbana do Município de
Laranjal Paulista.
Art. 2º O Plano Diretor Municipal de Macrodrenagem Urbana tem o objetivo de
estabelecer diretrizes que orientem a ação do Poder Público e da iniciativa privada
na elaboração de projetos e na execução de obras de drenagem de águas pluviais,
bem como na promoção de ações preventivas e corretivas sobre as causas e os
efeitos das inundações, visando proteger a população e as atividades econômicas
sediadas no município.
Art. 3º Os instrumentos de ação do Poder Público Municipal, previstos para a
implementação deste Plano Diretor Municipal de Macrodrenagem Urbana são:
I - medidas estruturais, com a implantação de ações que envolvam:
a) abertura e adequação de escoamento de águas pluviais e de remoção das
interferências existentes;
b) proteção de áreas sujeitas a inundações;
c) contenção de picos de cheias;
d) reurbanização com remanejamento de interferências, quando couber, com o
objetivo de garantir a implantação e adequação de obras de macrodrenagem;
e) controle de erosão e assoreamento, resguardando a capacidade de escoamento
dos canais de drenagem.
II - medidas não estruturais, com a implantação de ações que envolvam:
a) serviços de limpeza e manutenção dos canais e galerias de escoamento de águas
pluviais;
b) revegetação ciliar;
c) adoção de padrões de pavimentação dos espaços públicos que garantam
elevados índices de permeabilidade do solo;
d) programas de contingências de eventos críticos de cheias;
e) programa de educação da comunidade e de divulgação de ações para melhoria e
proteção do sistema de drenagem.
f) capacitação dos quadros técnicos da Prefeitura para o aprimoramento de sua
ação direta e indireta nas questões relacionadas com a drenagem urbana.
Art. 4º O Plano Diretor Municipal de Macrodrenagem Urbana terá vigência de 10
(dez) anos a partir da data de publicação desta Lei Complementar, devendo ser
revisto, sistematicamente, a cada 10 (dez) anos.
PREFEITURA DE LARANJAL PAULISTA
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Parágrafo único. O Plano Diretor Municipal de Macrodrenagem Urbana poderá
sofrer revisões extraordinárias motivadas por contingências específicas,
devidamente justificadas pelas Secretarias Municipais responsáveis pelo
planejamento e pela infraestrutura urbana.
Art. 5º O Plano Diretor Municipal de Macrodrenagem Urbana e suas revisões
sistemáticas e extraordinárias deverão observar as diretrizes urbanísticas do
Município instituídas pelos dispositivos específicos de parcelamento e uso do solo.
Art. 6º A implementação do Plano Diretor Municipal de Macrodrenagem Urbana é
de competência das Secretarias Municipais responsáveis pela elaboração de
projetos de drenagem, pela implantação das obras previstas nos projetos de
drenagem e pela execução e manutenção de serviços públicos, compreendendo:
I - a elaboração ou supervisão de projetos de macrodrenagem de todas as obras
realizadas pela Prefeitura;
II - a implantação ou supervisão das obras de macrodrenagem no território do
Município;
III - a limpeza e manutenção de todos os canais de drenagem e das galerias de
águas pluviais do Município;
IV - a fiscalização das intervenções na estrutura física urbana por agentes
privados, para evitar danos aos sistemas naturais e artificiais de drenagem de
águas pluviais.
Art. 7º Será exigida a apresentação de soluções para a retenção das vazões
incrementais de águas pluviais geradas em função da implantação de
empreendimentos que causem impacto na rede de drenagem da sub-bacia em
questão.
Art. 8º É parte integrante desta Lei Complementar o Anexo Único - Plano Diretor
Municipal de Macrodrenagem Urbana.
Art. 9º Esta Lei Complementar entra em vigor na data de publicação.
Prefeitura do Município de Laranjal Paulista, 17 de setembro de 2024.
ALCIDES de MOURA CAMPOS JUNIOR
Prefeito Municipal
PREFEITURA DE LARANJAL PAULISTA
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J U S T I F I C A T I V A
Senhor Presidente,
Nobres Vereadores,
Apresentamos aos Nobres Edis desta egrégia Casa de Leis o presente
Projeto de Lei Complementar que busca autorização Legislativa para aprovação
do Plano Diretor de Macrodrenagem Urbana do Município de Laranjal Paulista
e dá outras providências.
O Plano de Macrodrenagem Urbana foi elaborado por meio de convênio
firmado com o Governo de Estado de São Paulo através da então Secretaria de
Infraestrutura e Meio Ambiente – Coordenadoria de Recursos Hídricos – Fundo
Estadual de Recursos Hídricos FEHIDRO, sob intervenção do Conselho de
Orientação do FEHIDRO – COFEHIDRO.
O Plano Diretor de Macrodrenagem Urbana tem o objetivo de estabelecer
diretrizes que orientem a ação do Poder Público e da iniciativa privada na
elaboração de projetos e na execução de obras de drenagem de águas pluviais,
bem como na promoção de ações preventivas e corretivas sobre as causas e os
efeitos das inundações, visando proteger a população e as atividades
econômicas sediadas no município, e consiste num importante instrumento de
controle a favor do Município.
O plano executado terá vigência de 10 anos e deverá ser renovado
sistematicamente a cada 10 anos, podendo ser alterado e complementado a
qualquer tempo pelos órgãos responsáveis.
Nesse sentido, contamos com o apoio de Vossas Excelências para a
aprovação deste importante Projeto de Lei.
Segue link drive com todos os estudos técnicos referentes:
https://drive.google.com/drive/folders/18LEJHAYX8VWCcnPziRjFGcuw85VsZ32?usp=sharing
Prefeitura do Município de Laranjal Paulista, 17 de setembro de 2024.
ALCIDES de MOURA CAMPOS JUNIOR
Prefeito Municipal
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DESENVOLVIMENTO DA BACIA DO RIO SOROCABA E MÉDIO
TIETÊ – CERISO
ATO CONVOCATÓRIO 003/2015
PLANOS DIRETORES MUNICIPAIS DE MACRODRENAGEM URBANA
NA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO SOROCABA E MÉDIO TIETÊ
ETAPA FINAL – PLANOS DIRETORES MUNICIPAIS DE
MACRODRENAGEM URBANA
RELATÓRIOS SÍNTESE
VOLUME IX – MUNICÍPIO DE LARANJAL PAULISTA
REVISÃO 1
FEV/2021
SHS Consultoria e Projetos de Engenharia ii
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CONSÓRCIO DE ESTUDOS, RECUPERAÇÃO E
DESENVOLVIMENTO DA BACIA DO RIO SOROCABA E MÉDIO
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EXECUÇÃO
CERISO - CONSÓRCIO DE ESTUDOS, RECUPERAÇÃO E
DESENVOLVIMENTO DA BACIA DOS RIOS SOROCABA E MÉDIO TIETÊ
RUA JOSÉ SOARES DE LIMA, 75 - JARDIM SANTA CRUZ, IPERÓ – SP
CEP: 18560-000 / TELEFONE: (15) 3244-1538
GESTÃO 2017/2020
PRESIDENTE: VANDERLEI POLIZELI (PREFEITO DE
IPERÓ-SP)
PRIMEIRO VICE-PRESIDENTE: DIRLEI SALAS ORTEGA
(PREFEITO DE ARAÇOIABA DA SERRA-SP)
SEGUNDO VICE-PRESIDENTE: PÉRICLES GONÇALVES
(PREFEITO DE CAPELA DO ALTO)
TERCEIRO VICE-PRESIDENTE: FERNANDO LOPES DA
SILVA (PREFEITO DE BOITUVA)
QUARTO VICE-PRESIDENTE: ALDOMIR JOSÉ SANSON
(PREFEITO DE CERQUILHO)
SECRETÁRIA EXECUTIVA E PRESIDENTE DA COMISSÃO
PERMANENTE DE LICITAÇÕES (CPL): MARIA OTÍLIA
GARCIA TOMAZELA
GESTÃO 2021/2024
PRESIDENTE: PÉRICLES GONÇALVEZ (PREFEITO DE
CAPELA DO ALTO-SP)
PRIMEIRO VICE-PRESIDENTE: JOSÉ QUEVEDO JUNIO
(PREFEITO DE ARAÇOIABA DA SERRA-SP)
SEGUNDO VICE-PRESIDENTE: LEONARDO ROBERTO
FOLIM (PREFEITO DE IPERÓ-SP)
TERCEIRO VICE-PRESIDENTE: MIGUEL TOMAZELA
(PREFEITO DE PEREIRAS-SP)
QUARTO VICE-PRESIDENTE: FABIOLA ALVES DA SILVA
PEDRICO (PREFEITA DE VOTORANTIM-SP)
SECRETÁRIA EXECUTIVA E PRESIDENTE DA COMISSÃO
PERMANENTE DE LICITAÇÕES (CPL): MARIA OTÍLIA
GARCIA TOMAZELA
PREFEITURA MUNICIPAL DE LARANJAL PAULISTA - SP
PRAÇA ARMANDO SALLES DE OLIVEIRA, 200, CENTRO, LARANJAL PAULISTA - SP
CEP: 18500-000 / TELEFONE: (15) 3283-8300
GESTÃO 2017/2020
PREFEITO: ALCIDES DE MOURA CAMPOS JUNIOR
VICE-PREFEITO: AIR PIRES DE CAMPOS
GESTÃO 2021/2024
PREFEITO: ALCIDES DE MOURA CAMPOS JUNIOR
VICE-PREFEITO: CARLOS ALBERTO RUGOLO
RECURSOS
FEHIDRO - FUNDO ESTADUAL DE RECURSOS HÍDRICOS
AVENIDA PROFESSOR FREDERICO HERMANN JUNIOR, 345 - ALTO DE PINHEIROS, SÃO
PAULO – SP / CEP: 05459-900 / TELEFONE: (11) 3133-4149
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FISCALIZAÇÃO
DAEE – DEPARTAMENDO DE ÁGUAS E ENERGIA ELÉTRICA
RUA CRISTIANO CLEOPATH, 1557 - CIDADE ALTA, PIRACICABA – SP
CEP: 13419-310/ TELEFONE: (19) 3433-6381
AGENTE TÉCNICO: REGINA APARECIDA RIBEIRO
CONSULTORIA ESPECIALIZADA CONTRATADA PARA APOIAR A ELABORAÇÃO DO
PLANOS DIRETORES MUNICIPAIS DE MACRODRENAGEM URBANA
SHS - CONSULTORIA E PROJETOS DE ENGENHARIA LTDA. EPP
RUA PADRE TEIXEIRA, 1772, CENTRO - SÃO CARLOS/SP
CEP: 13.560-210 / TEL.: (16) 3374-1755
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Sumário
Lista de Figuras ............................................................................................................ vi
Lista de Tabelas ........................................................................................................... vii
Apresentação .............................................................................................................. viii
1. Etapa I: Levantamento de Informações Básicas .................................................. 9
2. Etapa II: Análise e Diagnóstico da Situação Atual ............................................. 13
2.1 Estudos hidrológicos para o cenário atual .......................................................... 18
2.1.1 Declividade do talvegue .................................................................................... 18
2.1.2 Equação de chuva (Intensidade-Duração-Frequência)..................................... 19
2.1.3 Tempo de concentração ................................................................................... 19
2.1.4 Relação chuva-deflúvio ..................................................................................... 20
2.1.4.1 Método I-PAI-WU .................................................................................................... 20
2.1.4.2 Método Racional ..................................................................................................... 26
2.1.4.3 Dados de monitoramento ........................................................................................ 27
2.2 Estudos Hidráulicos para o cenário atual ............................................................ 30
2.2.1 Hidráulica de canais .......................................................................................... 30
2.2.2 Hidráulica de pontes, travessias e bueiros ....................................................... 31
2.3 Rede de drenagem de águas pluviais ................................................................. 33
2.4 Estudos Hidrológicos para o cenário futuro ........................................................ 34
2.4.1 Método I-PAI-WU .............................................................................................. 34
2.5 Estudos Hidráulicos ............................................................................................ 37
2.5.1 Hidráulica de canais .......................................................................................... 37
2.5.2 Hidráulica de pontes, travessias e bueiros ....................................................... 37
2.6 Rede de drenagem de águas pluviais ................................................................. 38
3. Etapa III: Prognósticos ......................................................................................... 39
4. Etapa IV: Elaboração de Anteprojetos ................................................................ 50
4.1 Obras de macrodrenagem .................................................................................. 50
4.2 Priorização das obras de Macrodrenagem ......................................................... 50
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4.3 Obras de desassoreamento dos cursos d’água .................................................. 51
4.4 Áreas de preservação e recuperação das áreas de degradadas ........................ 51
4.5 Obras de Microdrenagem ................................................................................... 52
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Lista de Figuras
Figura 1 – Projeção populacional para o município de Laranjal Paulista Total ............. 16
Figura 2 – Projeção populacional para o distrito de Laras ............................................. 17
Figura 3 – Projeção populacional para o distrito de Maristela ....................................... 17
Figura 4 – Imagem das bacias hidrográficas da área de estudo ................................... 23
Figura 5 – Curva Tr x vazão das vazões monitoradas na estação 62555000 ............... 29
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Lista de Tabelas
Tabela 1 – Informações Gerais do Município de Laranjal Paulista-SP ............................ 9
Tabela 2 – Sub-bacias ................................................................................................... 11
Tabela 3 – Pontos Críticos indentificados ..................................................................... 12
Tabela 4 – Projeção populacional para o município de Laranjal Paulista ...................... 14
Tabela 5 – Projeção populacional para Laras ............................................................... 14
Tabela 6 – Projeção populacional para Maristela .......................................................... 15
Tabela 7 – Valores do coeficiente C2............................................................................. 22
Tabela 8 – Parâmetros para aplicação do I-PAI-WU ..................................................... 24
Tabela 9 – Vazões máximas para as seções de interesse calculadas pelo método
do I-PAI-WU - cenário atual ........................................................................................... 25
Tabela 10 – Valores do coeficiente C ............................................................................ 27
Tabela 11 – vazões monitoradas na estação 62555000 ............................................... 28
Tabela 12 – Resumo da hidráulica dos canais – cenário atual...................................... 31
Tabela 13 – Resumo da hidráulica das travessias – cenário atual ................................ 33
Tabela 14 – Valores de C2 para Zoneamento Urbano ................................................... 35
Tabela 15 – Parâmetros C2 para aplicação do I-PAI-WU – cenário futuro .................... 35
Tabela 16 – Resumo da hidráulica dos canais – cenário futuro .................................... 37
Tabela 17 – Resumo da hidráulica das travessias – cenário futuro .............................. 37
Tabela 18 – Informações dos demais setores do Saneamento Básico ......................... 39
Tabela 19 – Objetivos e metas para o município de Laranjal Paulista-SP .................... 42
Tabela 20 – Hierarquização das obras de macrogrenagem .......................................... 50
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Apresentação
Este documento apresenta o Relatório Síntese da Etapa Final – Planos
Diretores Municipais de Macrodrenagem Urbana do município de Laranjal Paulista,
referente à <Elaboração de Planos Diretores Municipais de Macrodrenagem
Urbana na Bacia Hidrográfica do Rio Sorocaba e Médio Tietê=.
Essa estapa consiste na síntese das demais quatro estapas desenvolvidas
anteriormentes, sendo assim constituindo as seguintes etapas:
Etapa I: Levantamento de Informações Básicas;
Etapa II: Análise e Diagnóstico da Situação Atual;
Etapa III: Prognósticos;
Etapa IV: Elaboração de Anteprojetos;
Etapa Final: Planos Diretores Municipais de Macrodrenagem Urbana.
Trata-se do contrato n° 004/2016, firmado entre o Consórcio de Estudos,
Recuperação e Desenvolvimento da Bacia do Rio Sorocaba e Médio Tietê
(CERISO) e a SHS Consultoria e Projetos de Engenharia Ltda. EPP, com sede na
cidade de São Carlos, à Rua Padre Teixeira, nº 1772 e registrada no CNPJ/MF sob o
nº 68.320.217/0001-12.
Neste contrato foram elaborados 15 Planos Diretores de Macrodrenagem
Urbana dos seguintes municípios da bacia hidrográfica do rio Sorocaba e Médio Tietê:
1. Alambari;
2. Anhembi;
3. Araçariguama;
4. Araçoiaba da Serra;
5. Bofete;
6. Boituva;
7. Cabreúva;
8. Iperó;
9. Laranjal Paulista;
10. Pereiras;
11. Piedade;
12. Porto Feliz;
13. São Manuel;
14. Sarapuí;
15. Torre de Pedra.
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1. Etapa I: Levantamento de Informações Básicas
A primeira Etapa desse Plano Diretor de Drenagem Urbana consistiu na
elaboração dos seguintes estudos:
- Identificação e Caracterização do Município
- Informações e Dados do Meio Físico
- Base Cartográfica Planialtimétrica e Hidrográfica
- Dados do Sistema de Drenagem e Manejo de Águas Pluviais Urbanas
- Dados Hidrológicos
- Mapeamento das Sub-bacias Hidrográficas
- Trabalhos de Campo: Cadastramento do Sistema de Drenagem Urbana e
Mapeamento dos Pontos Críticos
A partir desses estudos, constatou-se as seguintes informações quanto ao
município de Laranjal Paulista, conforme a Tabela 1.
Tabela 1 – Informações Gerais do Município de Laranjal Paulista-SP
Nome do Município Laranjal Paulista
UGRHI UGRHI 10 - Sorocaba e Médio Tietê
Sub-bacia Baixo Sorocaba
Localização no estado Região Centro-Sul
Distância da Capital do
estado 170 km
Altitude média 535 m
Clima - Classificação Koppen Cwa (clima temperado úmido com Inverno seco e verão quente)
Temperatura média anual 21,8 °C
Mês mais quente Fevereiro
Temperatura média do mês 24,8 °C
Mês mais frio Julho
Temperatura média do mês 18 °C
Precipitação total anual 1150 mm
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Mês com maior precipitação Janeiro
Precipitação média do mês 204,9 mm
Mês com menor precipitação Agosto
Precipitação média do mês 29,35 mm
População em 2016 27640 habitantes
Área 384,05 km²
Densidade Demográfica em
2016 71,97 hab/km²
IDHM em 2010 0,729 (Alto Desenvolvimento Humano)
Índice de Gini em 2010 0,4197
PIB per capita em 2014 R$16.570,95
Plano Diretor Existe um Plano Direto Municipal de 2006, porém desatualizado
Mapeamento de Áreas de
Risco Existe um Mapeamento de Áreas de Risco realizado pelo IPT em 2015
Segundo informações disponibilizadas pela Prefeitura Municipal, as estruturas
de captação das águas pluviais estão presentes em grande parte da área urbana,
principalmente na porção central da cidade como na Avenida Prefeito Hermelindo
Pillon, Avenida da Saudade, Avenida David Segatt, Rua Álvaro Mori, Rua José M. de
Oliveira, Rua Lázaro Pires, Rua Agenor Defacio Filho, Rua José da S. Lara e Rua
Nicola Deneno. Também foram apontados locais onde a rede está em fase de
ampliação como a Rua Governador Pedro de Toledo e Avenida da Saudade, assim
como a canalização de cursos d’água em trecho da Avenida da Saudade e da Rua
Donato Pastre.
Também foi apontada a inexistência de cadastro do sistema, assim como
informações sobre da regularidade da manutenção e limpeza deste.
No que se refere ao sistema de macrodrenagem faz-se necessário citar os
principais cursos d’água presentes na área urbana do município: Rio Sorocaba e o Rio
Laranjal, não sendo citadas qualquer influência na macrodrenagem.
Nessa etapa elaborou-se um mapeamento das sub-bacias e seçoes
hidrográficas, apresentadas na Tabela 2.
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Tabela 2 – Sub-bacias
Nº Sub-Bacia Área (km²) Nº Sub-Bacia Área (km²)
1 S1.1 16,54 24 S11.2 0,62
2 S2.1 0,73 25 S12.1 2,82
3 S3.1 17,53 26 S13.1 3,45
4 S4.1 0,65 27 S13.2 3,76
5 S4.2 0,91 28 S13.3 4,27
6 S5.1 18,43 29 S14.1 1,57
7 S5.2 18,66 30 S15.1 0,09
8 S5.3 18,75 31 S16.1 0,05
9 S5.4 19,39 32 S17.1 0,05
10 S6.1 0,33 33 S18.1 4,11
11 S7.1 19,73 34 S19.1 0,19
12 S7.2 23,00 35 S20.1 0,56
13 S7.3 25,13 36 S21.1 0,11
14 S7.4 25,43 37 S22.1 0,68
15 S8.1 0,28 38 S23.1 0,44
16 S8.2 0,50 39 S24.1 0,39
17 S8.3 1,15 40 S25.1 0,22
18 S8.4 1,34 41 S26.1 0,09
19 S9.1 0,51 42 S27.1 0,17
20 S9.2 0,62 43 S28.1 0,35
21 S10.1 0,22 44 S29.1 0,61
22 S10.2 0,48 45 S30.1 5,98
23 S11.1 0,32 46 S30.2 6,60
A partir dos trabalhos em campo e estudos anteriores foram indentificados os
seguintes pontos críticos no município ilustrados pela Tabela 3 e localizanos no Anexo
5 do Relatório Final.
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Tabela 3 – Pontos Críticos indentificados
Nº Ponto Crítico Local Coordenadas UTM
1 Travessia na Rua Lázaro Pires Pedro Pinto E: 208797,69 N: 7445950,22
2 Travessia na Rua São Salvador Vila Zalla E: 208892,47 N: 7448806,98
3 Travessia na Rua Dona Stela Vila Zalla E: 208829,99 N: 7448703,68
4 Travessia na Avenida São Paulo Vila Zalla E: 208786,66 N: 7448623,74
5 Avenida João Batista Marcon Jardim Pedro Zalla E: 209104,76 N: 7448446,25
6 Rua 13 de Maio Terras do Laranjal E: 209120,01 N: 7448171,15
7 Rua Donato Pastre Jardim São Cristovão E: 208691,32 N: 7447947,65
8 Rua Suaidan Abud Vila Toti E: 208949,94 N: 7447706,30
9 Avenida da Saudade Terras do Laranjal E: 209379,63 N: 7448005,04
10
Rua Governador Pedro de
Toledo Vila Manente E: 209595,62 N: 7447786,85
11 Avenida da Saudade Vila Manente E: 209720,26 N: 7447860,36
12 Avenida da Saudade Vila Manente E: 209946,00 N: 7447912,00
13 Rua Antônio Pasquotto Vila Conceição E: 209831,87 N: 7448038,24
14
Rua Irmã Conceição Maria e
Rua Alfredo Barbieri Vila Conceição E: 209921,20 N: 7448158,87
15
Travessia na Avenida Lázaro P.
de Mello Matadouro E: 200020,84 N: 7448348,87
16
Travessia da Rodovia Marechal
Rondon Matadouro E: 210509,66 N: 7448500,30
17
Travessia da Avenida João P.
de Campos Jardim Estrela E: 209968,81 N: 7446181,41
18 Travessia da Ferrovia Vila Toti E: 208292,32 N: 7448220,39
19 Travessia da Ferrovia Vila Zalla E: 208913,14 N: 7448204,71
20
Travessia da Avenida João B.
Baddo São Benedito E: 208817,10 N: 7449515,96
21
Travessia da Estrada Municipal
LRP-407 Jardim das Palmeiras E: 209660,58 N: 7450853,43
22
Travessia da Rodovia Marechal
Rondon Bairro da Ponte E: 210733,62 N: 7447373,88
23
Travessia da Rodovia Marechal
Rondon Bairro da Ponte E: 210768,71 N: 7447073,50
24
Travessia da Rua João R. de
Albuquerque Jardim Estrela E: 210343,34 N: 7446178,35
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DESENVOLVIMENTO DA BACIA DO RIO SOROCABA E MÉDIO
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2. Etapa II: Análise e Diagnóstico da Situação Atual
A segunda Etapa desse Plano Diretor de Drenagem Urbana consistiu na
elaboração dos seguintes estudos:
- Levantamento de Dados e Informações Complementares;
- Serviços de Campo: levantamento planialtimétrico dos corpos d’água e
estruturas de macrodrenagem nas áreas identificadas como críticas;
- Prospecção do Crescimento Populacional
- Diagnóstico da Situação Atual do Sistema de Drenagem;
O levantamento planialtimétrico para desenvolvimento do Plano Diretor de
Macrodrenagem Urbana foi precedido por visitas técnicas aos pontos críticos e
verificação de dados existentes.
Os levantamentos planialtimétricos foram detalhados suficientemente para a
elaboração de estudos hidráulicos e diagnósticos. Faz-se necessário, para a
elaboração de projetos básicos e executivos o levantamento planialtimétrico cadastral,
incluindo a identificação e detalhamento das interferências, bem como as
regularizações e laudos de propriedades das áreas privadas a serem desapropriadas.
As áreas consideradas críticas foram levantadas e são apresentadas neste
documento no Anexo 6 do Relatório Final.
A projeção populacional serve de base para estimativa de urbanização do
município e alterações na permeabilidade do solo de uma bacia, servindo, portanto,
como referência para adoção de parâmetros que representam tais alterações. Não há
relação direta entre projeção populacional e distribuição da população na área de
estudo do município.
O estudo demográfico foi realizado utilizando um software do IBGE que aplica a
metodologia do sistema RCoortes. Este foi desenvolvido com o objetivo de elaborar as
projeções de população para pequenas áreas por sexo e idade.
Foram projetadas as populações urbana, rural e total tanto para o município,
quanto para os distritos do município de Laranjal Paulista. Na Tabela 4, estão
apresentadas as projeções.
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Vale ressaltar que a população do município estimada pelo IBGE para o ano de
2017 é de 27.890 hab.
Tabela 4 – Projeção populacional para o município de Laranjal Paulista
Laranjal Paulista – total
Ano População Urbana (hab.) População Rural (hab.) População Total (hab.)
2011 22.907 2.676 25.583
2012 23.177 2.672 25.849
2013 23.415 2.686 26.101
2014 23.684 2.692 26.376
2015 23.943 2.698 26.641
2016 24.220 2.703 26.923
2017 24.473 2.716 27.189
2018 24.741 2.718 27.459
2019 24.987 2.736 27.723
2020 25.235 2.734 27.969
2021 25.475 2.743 28.218
2022 25.702 2.758 28.460
2023 25.941 2.764 28.705
2024 26.165 2.765 28.930
2025 26.396 2.772 29.168
2026 26.595 2.762 29.357
2027 26.793 2.760 29.553
2028 26.972 2.771 29.743
2029 27.147 2.772 29.919
2030 27.318 2.769 30.087
2031 27.462 2.769 30.231
2032 27.595 2.752 30.347
2033 27.715 2.737 30.452
2034 27.831 2.727 30.558
2035 27.934 2.708 30.642
2036 28.030 2.698 30.728
2037 28.104 2.675 30.779
2038 28.180 2.643 30.823
2039 28.229 2.622 30.851
Fonte: SHS (2017)
No Tabela 5, estão apresentadas as populações urbana, rural e total projetadas
para o distrito de Laras.
Tabela 5 – Projeção populacional para Laras
Laranjal Paulista – Laras
Ano População Urbana (hab.) População Rural (hab.) População Total (hab.)
2011 478 284 762
2012 475 276 751
2013 456 273 729
2014 454 268 722
2015 446 265 711
2016 441 262 703
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Laranjal Paulista – Laras
Ano População Urbana (hab.) População Rural (hab.) População Total (hab.)
2017 438 263 701
2018 434 261 695
2019 427 263 690
2020 418 260 678
2021 410 262 672
2022 402 263 665
2023 398 262 660
2024 394 260 654
2025 387 261 648
2026 380 259 639
2027 374 257 631
2028 368 257 625
2029 360 258 618
2030 352 254 606
2031 344 252 596
2032 338 245 583
2033 332 242 574
2034 325 237 562
2035 320 229 549
2036 312 218 530
0037 298 212 510
2038 287 202 489
2039 277 193 470
Fonte: SHS (2017)
No Tabela 6, estão as projeções para as populações urbana, rural e total do
distrito de Maristela.
Tabela 6 – Projeção populacional para Maristela
Laranjal Paulista – Maristela
Ano População Urbana (hab.) População Rural (hab.) População Total (hab.)
2011 1.843 493 2.336
2012 1.878 496 2.374
2013 1.906 508 2.414
2014 1.941 511 2.452
2015 1.970 516 2.486
2016 2.011 522 2.533
2017 2.046 530 2.576
2018 2.078 535 2.613
2019 2.114 541 2.655
2020 2.143 546 2.689
2021 2.172 553 2.725
2022 2.205 562 2.767
2023 2.239 570 2.809
2024 2.268 575 2.843
2025 2.312 584 2.896
2026 2.340 586 2.926
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Ano População Urbana (hab.) População Rural (hab.) População Total (hab.)
2027 2.375 589 2.964
2028 2.400 593 2.993
2029 2.434 595 3.029
2030 2.464 601 3.065
2031 2.490 611 3.101
2032 2.516 613 3.129
2033 2.542 615 3.157
2034 2.566 618 3.184
2035 2.595 625 3.220
2036 2.617 630 3.247
2037 2.647 632 3.279
2038 2.664 639 3.303
2039 2.687 643 3.330
Fonte: SHS (2017)
Figura 1 – Projeção populacional para o município de Laranjal Paulista Total
Fonte: SHS (2017)
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Figura 2 – Projeção populacional para o distrito de Laras
Fonte: SHS (2017)
Figura 3 – Projeção populacional para o distrito de Maristela
Fonte: SHS (2017)
Nesses últimos anos a preocupação com o meio ambiente, a qualidade de vida,
a mitigação de problemas e a prevenção de futuros problemas devido ao crescimento
dos municípios, faz com que os mesmos criem normas e plano diretor, saneamento e
drenagem, para uma melhor gestão. A projeção populacional somada ao zoneamento
urbano norteiam o uso e ocupação do solo, apontando um melhor controle no
crescimento do município.
O diagnóstico do sistema de drenagem de águas pluviais do município é feito
por meio de simulações hidrológicas e hidráulicas do cenário atual. O cenário atual
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representa as condições de uso e ocupação do solo, grau de permeabilidade do
mesmo, efeitos da urbanização e dimensões e características das estruturas
existentes.
O diagnóstico do cenário atual é utilizado para o apontamento das condições
hidráulicas de canais naturais, artificiais e travessias no momento da ocorrência de
eventos hidrológicos intensos.
2.1 Estudos hidrológicos para o cenário atual
Os estudos hidrológicos para elaboração dos diagnósticos da situação atual
foram desenvolvidos através de métodos indiretos, isto é, calculando-se a chuva crítica
e convertendo-a em vazão.
A delimitação das bacias de contribuição foi realizada a partir da carta do IBGE
(Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), em escala 1:50.000, denominada
Laranjal Paulista, considerando as características hidrográficas, a topografia do terreno
e as seções de estudo (seções hidrológicas).
As seções hidrológicas são definidas pelos exutórios das bacias hidrográficas,
confluência com outro curso d’água, travessias, área crítica de inundação ou ponto
crítico. Em outras palavras, a seção hidrológica localiza-se no ponto de estudo, onde
determinar-se-á a vazão.
Com base nas bacias de contribuição delimitadas, foi possível definir os
talvegues desde o divisor de água no ponto mais alto da bacia até a seção de estudo.
Para traçar os talvegues foram consideradas as curvas de nível de 20 em 20 metros
das cartas do IBGE supracitadas.
2.1.1 Declividade do talvegue
A declividade equivalente do talvegue da bacia de contribuição foi calculada a
partir da seguinte expressão, citada em São Paulo, 2005:
Equação 1
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Em que:
Ie: declividade equivalente do talvegue;
L: comprimento do talvegue;
Lj: comprimento de cada trecho (com j= 1, 2,..., n);
Ij: declividade de cada trecho (com j= 1, 2,..., n);
Sendo n o número de trechos considerado no cálculo.
2.1.2 Equação de chuva (Intensidade-Duração-Frequência)
Para o estudo hidrológico do município de Laranjal Paulista foi utilizada a
equação de chuvas intensas da cidade de Tatuí (Equação 2), apresentada por Martinez
Junior e Magni (1999).
ø ù ø ù ø ù ú
û
ù
ú
û
ù
÷
÷
ø
ö
÷
÷
ø
ö
÷
ø
ö
÷
ø
ö
1
lnln8977,04766,0205111,5207523,19,
7609,07872,0
T
T
ttTti
Equação 2
Para 10 ≤ t ≤ 1440.
Onde:
i: intensidade da chuva, correspondente à duração t e período de retorno
T, em mm/min;
t: duração da chuva em minutos;
T: período de retorno em anos.
2.1.3 Tempo de concentração
O tempo de concentração (tc) de uma bacia hidrográfica é o tempo mínimo
necessário para que toda a área da bacia contribua para o escoamento superficial na
seção final de saída da mesma. O tempo de concentração foi determinado utilizando-se
a Equação 3, citada em São Paulo, 2005.
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385,0
2
57 ÷
÷
ø
ö
÷
÷
ø
ö
e
I
L
tc
Equação 3
Na qual:
tc: tempo de concentração (min);
L: comprimento do talvegue (km);
Ie: declividade equivalente (m/km)
Os dados utilizados para o cálculo do tempo de concentração são apresentados
na Tabela 8.
2.1.4 Relação chuva-deflúvio
Para quantificação das vazões de cheias, resultantes das chuvas intensas, é
obtida por processos de transformação da chuva em deflúvio superficial.
A complexidade desses processos pode ser simplificada através de modelos
matemáticos, que representam de forma bastante razoável a realidade do escoamento
de águas pluviais.
Existem muitos modelos matemáticos para transformar as precipitações que
ocorrem nas sub-bacias hidrográficas em vazões. A partir da intensidade de chuva, i(t),
é possível definir vazões de projeto. Estas refletem vários aspectos da bacia, tais
como:
Área de drenagem;
Uso e ocupação do solo (permeabilidade);
Tipo de precipitação que ocorreu sobre a bacia.
Neste estudo os seguintes métodos foram utilizados:
I-PAI-WU: para bacias com área de contribuição entre 2,0 e 200 km2
;
Método Racional: para bacias com área de contribuição inferiores a 2,0
km2
.
2.1.4.1 Método I-PAI-WU
Este método é orientado pelo Manual de Cálculo das Vazões Máximas e
Mínimas nas Bacias Hidrográficas do Estado de São Paulo (PAIVA e PAIVA, 2001) e
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consiste em um aprimoramento do Método Racional, podendo ser aplicado para bacias
com áreas de drenagem de até 200 km².
A expressão base para aplicação do método advém do método racional, sendo:
KAiCQ
9,0
278,0
Equação 4
Onde:
Q: vazão de cheia (m3
/s);
C: coeficiente de escoamento superficial;
i: intensidade da chuva crítica (mm/h);
A: área da bacia de contribuição (km2
);
K: coeficiente de distribuição espacial da chuva.
O coeficiente C da Equação 4 é determinado pela Equação 5.
1
2
1
2
C
C
F
C ÷
ø
ö
÷
ø
ö
Equação 5
O valor de C1 é avaliado para cada bacia de drenagem pela Equação 6.
F
C
2
4
1
Equação 6
O parâmetro F, que relaciona o comprimento do talvegue principal com o
diâmetro do circulo que tem a mesma área da bacia, é definido pela Equação 7.
2
1
2 ÷
ø
ö
÷
ø
ö
A
L
F
Equação 7
O parâmetro C2 foi determinado fazendo-se uso de imagens de satélite (Figura
4) e pela determinação das características da cobertura do solo. O mapa de uso e
ocupação do solo é apresentado no Anexo 7 do Relatório Final.
Para determinação deste parâmetro, a cobertura do solo foi dividida em 5
classes, de acordo com a sua permeabilidade, descritos na Tabela 7. Para cada
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cobertura do solo (ou classe), atribui-se um valor de C2, segundo valores apresentados
por São Paulo (2005) e Tomaz (2010). Os valores de C2 de toda bacia hidrográfica
foram definidos pela ponderação dos coeficientes das diferentes áreas dentro da bacia,
em função do grau da permeabilidade (ou impermeabilidade), conforme descrito em
Paiva e Paiva (2001).
Tabela 7 – Valores do coeficiente C2
Uso do solo Classe de cobertura do solo Valor de C2
Áreas florestadas Permeabilidade muito alta 0,30
Zona Rural Permeabilidade alta 0,40
Zona Suburbana Permeabilidade média 0,60
Zona Urbana Permeabilidade baixa ou muito baixa 0,80
Fonte: Adaptado de São Paulo (2005) e Tomaz (2010).
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Figura 4 – Imagem das bacias hidrográficas da área de estudo
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A partir da definição destes parâmetros é necessário conhecer o vazão dos
trechos e das bacias hidrográficas nos pontos de interesse que são, em geral, os
canais, as travessias e estrangulamentos. A localização destes pontos é apresentada
no Anexo 8 do Relatório Final. Para o cálculo de vazões das seções hidrológicas de
interesse, foram determinados os parâmetros da Equação 4, apresentados na Tabela
8.
Tabela 8 – Parâmetros para aplicação do I-PAI-WU
Exutório Área
(km2
)
L
talvegue
(km)
∆h (m)
Decliv.
média
(m/m)
Decliv.
equivalente
(m/m)
Tc
(min) C2
S1.1 16,54 7,25 115,0 0,016 0,010 108 0,40
S2.1 0,73 1,43 97,0 0,068 0,064 15 0,50
S3.1 17,53 7,80 126,0 0,016 0,012 107 0,40
S4.1 0,65 1,12 79,0 0,070 0,047 14 0,60
S4.2 0,91 1,57 110,0 0,070 0,052 18 0,60
S5.1 18,43 7,61 126,0 0,017 0,012 104 0,50
S5.2 18,66 7,80 130,0 0,017 0,012 105 0,50
S5.3 18,75 7,80 133,0 0,017 0,013 104 0,50
S5.4 19,39 8,86 158,0 0,018 0,013 114 0,50
S6.1 0,33 0,87 53,0 0,061 0,029 14 0,50
S7.1 19,73 8,86 135,0 0,015 0,011 122 0,50
S7.2 23,00 9,89 141,0 0,014 0,010 137 0,50
S7.3 25,13 10,71 152,0 0,014 0,011 142 0,50
S7.4 25,43 11,06 150,1 0,014 0,012 141 0,50
S8.1 0,28 0,71 61,0 0,086 0,056 9 0,80
S8.2 0,50 1,25 85,0 0,068 0,048 15 0,70
S8.3 1,15 1,70 89,0 0,052 0,028 24 0,60
S8.4 1,34 2,28 106,5 0,047 0,030 29 0,60
S9.1 0,51 1,30 85,0 0,065 0,038 17 0,60
S9.2 0,62 1,11 52,0 0,047 0,023 19 0,60
S10.1 0,22 0,80 54,0 0,067 0,051 11 0,50
S10.2 0,49 1,01 53,0 0,052 0,025 17 0,50
S11.1 0,32 0,77 40,0 0,052 0,046 11 0,60
S11.2 0,62 1,46 67,0 0,046 0,037 19 0,60
S12.1 2,82 2,94 119,0 0,041 0,025 38 0,50
S13.1 3,45 2,94 120,0 0,041 0,016 45 0,50
S13.2 3,76 3,59 126,0 0,035 0,021 47 0,50
S13.3 4,27 4,15 137,0 0,,33 0,018 56 0,50
S14.1 1,57 2,36 96,0 0,041 0,005 58 0,40
S15.1 0,09 0,66 45,6 0,069 0,028 11 0,40
S16.1 0,05 0,45 44,0 0,097 0,044 7 0,40
S17.1 0,05 0,56 44,0 0,079 0,044 8 0,40
S18.1 4,11 4,09 92,0 0,022 0,002 126 0,40
S19.1 0,19 0,90 46,0 0,051 0,023 16 0,60
S20.1 0,59 2,11 83,0 0,039 0,025 29 0,60
S21.1 0,11 0,50 18,0 0,036 0,017 11 0,50
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Exutório Área
(km2
)
L
talvegue
(km)
∆h (m)
Decliv.
média
(m/m)
Decliv.
equivalente
(m/m)
Tc
(min) C2
S22.1 0,68 0,87 55,4 0,064 0,015 18 0,60
S23.1 0,44 1,45 73,4 0,051 0,042 18 0,60
S24.1 0,39 1,01 66,0 0,066 0,055 12 0,50
S25.1 0,22 0,86 63,0 0,073 0,041 12 0,40
S26.1 0,09 0,60 66,0 0,110 0,063 8 0,40
S27.1 0,17 0,78 65,0 0,083 0,048 11 0,40
S28.1 0,35 0,77 13,4 0,017 0,017 16 0,50
S29.1 0,61 1,21 42,0 0,035 0,022 20 0,50
S30.1 5,98 4,86 97,6 0,020 0,012 75 0,50
S30.2 6,60 5,64 118,4 0,021 0,015 76 0,50
Os resultados da aplicação do método I-PAI-WU para a bacia hidrográfica do rio
Laranjal e demais cursos d’água nas seções de interesse, para diferentes tempos de
retorno (Tr), são mostrados na Tabela 9.
Tabela 9 – Vazões máximas para as seções de interesse calculadas pelo método do I-PAI-WU -
cenário atual
Exutório Qmáx (m³/s)
Tr
= 10 anos Tr
= 50 anos Tr
= 100 anos
S1.1 37,25 49,00 53,97
S2.1 7,69 10,07 11,07
S3.1 39,21 51,58 56,81
S4.1 8,75 11,44 12,58
S4.2 10,77 14,10 15,50
S5.1 52,21 68,68 75,64
S5.2 52,27 68,76 75,73
S5.3 52,94 69,64 76,70
S5.4 50,24 66,11 72,82
S6.1 3,95 5,16 5,68
S7.1 48,91 64,37 70,91
S7.2 51,80 68,20 75,14
S7.3 54,33 71,54 78,82
S7.4 55,06 72,51 79,88
S8.1 6,23 8,14 8,95
S8.2 7,59 9,93 10,91
S8.3 11,87 15,55 17,11
S8.4 11,94 15,65 17,22
S9.1 6,33 8,28 9,11
S9.2 7,60 9,94 10,94
S10.1 2,91 3,80 4,18
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Exutório Qmáx (m³/s)
Tr
= 10 anos Tr
= 50 anos Tr
= 100 anos
S10.2 5,25 6,87 7,56
S11.1 5,03 6,58 7,24
S11.2 7,23 9,47 10,41
S12.1 17,54 23,00 25,31
S13.1 19,43 25,49 28,05
S13.2 19,98 26,21 28,85
S13.3 20,11 26,40 29,05
S14.1 6,43 8,44 9,29
S15.1 0,93 1,21 1,33
S16,1 0,69 0,90 0,99
S17.1 0,64 0,84 0,93
S18.1 9,31 12,26 13,50
S19.1 2,62 3,43 3,77
S20.1 5,08 6,65 7,32
S21.1 1,57 2,05 2,25
S22.1 8,76 11,46 12,61
S23.1 5,24 6,86 7,54
S24.1 4,75 6,21 6,82
S25.1 2,20 2,88 3,16
S26.1 1,08 1,42 1,56
S27.1 1,86 2,43 2,67
S28.1 4,16 5,44 5,99
S29.1 5,97 7,82 8,60
S30.1 22,88 30,07 33,10
S30.2 24,43 32,11 35,35
2.1.4.2 Método Racional
O método racional pode ser utilizado em bacias com áreas inferiores a 2 km2
. É,
portanto, adequado para o cálculo de redes de drenagem de águas pluviais. Porém, o
método é inadequado para bacias maiores e mais complexas, pois não representa
importantes variáveis hidrológicas, dentre elas armazenamento de água no solo e
variações de intensidade da precipitação (PAIVA e PAIVA, 2001).
Para a verificação da condição rede de microdrenagem foi utilizando o método
racional (Equação 8).
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6
106,3
AIC
Q
Equação 8
Onde:
Q: vazão (m³/s);
C: coeficiente de escoamento superficial (adimensional);
A: área de contribuição (m²);
I: intensidade de chuva (mm/h).
O parâmetro C foi determinado analisando-se a mancha urbana de cada
microbacia. A cobertura do solo foi dividida em cinco classes, de acordo com a sua
permeabilidade, descritos na Tabela 10 Para cada cobertura do solo (ou classe),
atribui-se um valor de C, segundo valores apresentados por Paiva e Paiva (2001) e
Tucci et al. (1995) e São Paulo (2005).
Tabela 10 – Valores do coeficiente C
Característica da superfície Classe de cobertura do solo Valor de C
Áreas de florestas e vegetação densa Permeabilidade muito alta 0,20
Áreas gramadas e solo exposto Permeabilidade alta 0,30
Áreas residenciais, de baixa
densidade de ocupação Permeabilidade média 0,50
Áreas residenciais, de média a alta
densidade de ocupação Permeabilidade baixa 0,70
Áreas impermeáveis de regiões
centrais, vias e telhados Permeabilidade muito baixa 0,90
Fonte: adaptado de Paiva e Paiva (2001) e Tucci et al. (1995) e São Paulo (2005).
A aplicação do método racional requer que a duração da chuva seja igual ao
tempo de concentração. O Tc para microbacias deve ser igual a 10 minutos (TUCCI et
al., 1995). Portanto, para Tc=10 minutos e Tr de 10 anos, a intensidade de chuva é de
119,83 mm/h.
2.1.4.3 Dados de monitoramento
A bacia hidrográfica do rio Sorocaba, desde sua nascente até o município de
Laranjal Paulista, apresenta complexidade em sua modelagem, uma vez que tem
influência da regularização de vazões produzidas pelas barragens das usinas
hidrelétricas.
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As barragens existentes na bacia do rio Sorocaba formam o Complexo
Sorocaba, operado pela Votorantim Energia, composto por 2 usinas hidrelétricas
(Itupararanga e Jurupará) e 2 centrais geradoras hidrelétricas (Votorantim e Santa
Helena).
Para a determinação das vazões máximas do rio Sorocaba na seção de estudo
no município de Laranjal Paulista utilizaram-se as vazões medidas pela Agência
Nacional de Águas (ANA), disponíveis no Sistema Nacional de Informações sobre
Recursos Hídricos (SNIRH). A estação de monitoramento mais próxima de Porto Feliz
é a estação 62555000, localizada no município de Laranjal Paulista. A análise dos
dados permitiu constatar que a máxima vazão é de 516,00 m³/s e que esta possui um
período de recorrência de 10 anos.
Os dados de monitoramento, apresentados na Tabela 11, foram organizados em
ordem decrescente, de onde pode-se avaliar a frequência e o Tr do evento. Os dados
foram plotados na curva Tr x Q (período de retorno versus vazões). Em seguida
determinou-se a curva de tendência e, por fim, a mesma foi extrapolada para
determinação das vazões para recorrência de 10, 50 e 100 anos (Figura 5).
Tabela 11 – vazões monitoradas na estação 62555000
Vazão
Efluente
(m³/s)
n° de
ordem Frequência
Tr
(anos)
01/03/1974 1 0,10 10,0
01/02/1977 2 0,20 5,0
01/01/1977 3 0,30 3,3
01/02/1970 4 0,40 2,5
01/03/1976 5 0,50 2,0
01/01/1974 6 0,60 1,7
01/06/1976 7 0,70 1,4
01/10/1972 8 0,80 1,3
01/02/1973 9 0,90 1,1
01/09/1976 10 1,00 1,0
01/02/1976 11 1,10 0,9
01/03/1970 12 1,20 0,8
01/02/1975 13 1,30 0,8
01/12/1975 14 1,40 0,7
01/05/1976 15 1,50 0,7
01/02/1972 16 1,60 0,6
01/11/1975 17 1,70 0,6
01/10/1976 18 1,80 0,6
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Vazão
Efluente
(m³/s)
n° de
ordem Frequência
Tr
(anos)
01/03/1977 19 1,90 0,5
01/04/1974 20 2,00 0,5
01/03/1975 21 2,10 0,5
01/01/1975 22 2,20 0,5
01/07/1976 23 2,30 0,4
01/01/1972 24 2,40 0,4
01/02/1974 25 2,50 0,4
01/01/1973 26 2,60 0,4
01/11/1978 27 2,70 0,4
01/12/1974 28 2,80 0,4
01/08/1976 29 2,90 0,3
01/12/1977 30 3,00 0,3
01/03/1972 31 3,10 0,3
01/11/1972 32 3,20 0,3
01/04/1977 33 3,30 0,3
01/01/1976 34 3,40 0,3
01/12/1973 35 3,50 0,3
01/11/1969 36 3,60 0,3
01/12/1976 37 3,70 0,3
Figura 5 – Curva Tr x vazão das vazões monitoradas na estação 62555000
As vazões calculadas para Tr de 10, 50 e 100 anos são, respectivamente,
519,26 m³/s, 704,89 m³/s e 784,84 m³/s. Os dados foram utilizados para análise de
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cheias do rio Sorocaba e seus impactos na região dos bairros da Ponte, COHAB João
Roma e Vila Deneno (trechos 10, 11 e 12), apresentados nos itens seguintes.
2.2 Estudos Hidráulicos para o cenário atual
2.2.1 Hidráulica de canais
O escoamento em superfície livre pode ser permanente e não permanente. O
escoamento em regime permanente uniforme pode ser representado pela equação de
Manning (PORTO et al., 1998), Equação 9.
Para trecho em canal longo
3
2
0
RhA
n
S
Q
Equação 9
Onde:
h: nível de água no canal (m);
B: largura do canal ao nível de água máximo (m);
m: inclinação das paredes do canal trapezoidal (horizontal/vertical)
A: área molhada (m²);
P: Perímetro molhado (m);
Rh: Raio Hidráulico (m) = A/P;
Q: vazão (m³/s);
So: declividade do canal (m/m);
n: rugosidade de Manning;
L: Comprimento da Travessia (m);
Ø ou D: diâmetro da tubulação (m);
A partir dos dados de levantamentos de campo foram verificados os trechos dos
canais existentes para vazões com diferentes períodos de retorno. O preenchimento na
cor verde indica que o trecho atende à demanda hidrológica para o período de retorno
em questão. A cor vermelha indica que o trecho não atende.
O resumo dos resultados é apresentado na Tabela 12, onde a primeira coluna
apresenta, para o trecho correspondente, a vazão no canal sem transbordamento. A
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memória de cálculo completa, incluindo a descrição da localização dos trechos, pode
ser consultada no Anexo 10 do Relatório Final.
Tabela 12 – Resumo da hidráulica dos canais – cenário atual
Trecho Qmax
(m3
/s)
Q (m3
/s)
Tr = 10 anos Tr = 50 anos Tr = 100 anos
1 91,31 39,21 51,58 56,81
2 261,25 52,21 68,68 75,64
3 125,56 52,94 69,64 76,70
4 12,17 6,23 8,14 8,95
5 41,50 7,59 9,93 10,91
6 114,14 11,87 15,55 17,11
7 214,95 5,03 6,58 7,24
8 20,37 7,23 9,47 10,41
9 64,78 19,98 26,21 28,85
10 1112,68 525,61 712,05 792,34
11 913,11 525,61 712,05 792,34
12 1074,43 525,61 712,05 792,34
2.2.2 Hidráulica de pontes, travessias e bueiros
São verificados os efeitos das travessias (pontes) existentes ao longo dos canais
para vazões com diferentes períodos de retorno. As travessias foram verificadas
quanto aos efeitos de estreitamento e alargamento e possibilidade de transbordamento.
A verificação das travessias foi realizada utilizando-se as Equações 10 a 14, que
advém da equação de Bernoulli ( PORTO et al., 1998) generalizada, para os casos de
estreitamento e alargamento.
Para trecho de estreitamento ou alargamento
21 hEE
Equação 10
sendo:
g
V
yE
2
2
2
Equação 11
e:
g
V
h
2
1,0
2
2
Equação 12
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Portanto, para canais retangulares:
ø ù ø ù ø ù
)²(2
1,0
)²(2)²(2 22
2
222
22
2
2 222
2
11
2
2 111
1
yBg
yBV
yBg
yBV
y
yBg
yBV
y
Equação 13
Onde:
g: aceleração da gravidade = 9,81 m/s²;
B1: largura do canal à montante da ponte (m);
B2: largura do canal sob a ponte (m);
V1: velocidade da água à montante da travessia (m²/s);
V2: velocidade da água sob a travessia (m²/s);
y1: nível de água à montante da travessia (m);
y2: nível de água sob a travessia (m).
Para os casos de afogamento da travessia e seções circulares, utilizou-se a
Equação 14. Para seções circulares, a variável <b= é definida em função de uma área
equivalente à área molhada da travessia.
Para orifício de grandes dimensões
÷
ø
ö
÷
ø
ö
2
3
1
2
3
2 2
3
2
hhbgCdQ
Equação 14
Onde:
Q: vazão (m³/s);
g: aceleração da gravidade = 9,81 m/s²;
b: largura da ponte (m);
Cd: coeficiente de descarga;
h1: nível de água à montante da travessia (m);
h2: nível de água sob a travessia (m).
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Foram verificadas as travessias existentes para diferentes períodos de retorno.
O preenchimento na cor verde indica que a travessia atende sem afogamento à
demanda hidrológica para o período de retorno em questão. A cor vermelha indica que
o trecho não atende à demanda hidrológica para o período de retorno em questão.
O resumo dos resultados é apresentado na Tabela 13, onde a primeira coluna
apresenta, para a travessia correspondente, a vazão máxima sem transbordamento. A
memória de cálculo completa pode ser consultada no Anexo 11 do Relatório Final.
Tabela 13 – Resumo da hidráulica das travessias – cenário atual
Travessia Qmax
(m3
/s)
Q (m3
/s)
Tr = 10 anos Tr = 50 anos Tr = 100 anos
1 2,90 7,69 10,07 11,07
2 1,86 8,75 11,44 12,58
3 122,09 52,21 68,68 75,64
4 109,95 52,21 68,68 75,64
5 177,51 52,27 68,76 75,73
6 127,84 52,94 69,64 76,70
7 0,62 3,95 5,16 5,68
8 310,46 51,80 68,20 75,14
9 9,89 53,90 70,98 78,20
10 12,58 7,59 9,93 10,91
11 11,83 11,87 15,55 17,11
12 3,08 6,33 8,28 9,11
13 1,30 2,91 3,80 4,18
14 7,39 19,43 25,49 28,05
15 9,51 19,98 26,21 28,85
2.3 Rede de drenagem de águas pluviais
A análise da condição hidráulica da rede de drenagem de águas pluviais,
também denominada por sistema de microdrenagem, composta por sarjetas, bocas de
lobo, tubulações e poços de visita, foi feita para vazões com período de retorno (Tr) de
10 anos (PAIVA e PAIVA, 2001 e TUCCI et al., 1991).
O traçado da rede de microdrenagem, identificação e localização dos
componentes do sistema são apresentados no Anexo 12 do Relatório Final. A
verificação dos trechos da rede foi realizada utilizando-se a Equação 9 e apresenta-se
no Anexo 13 do Relatório Final.
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2.4 Estudos Hidrológicos para o cenário futuro
A análise do cenário futuro é feita para verificação das condições das estruturas
hidráulicas existentes frente ao crescimento populacional e urbanização futura das
áreas de estudo, alteração dos índices de ocupação e do grau de permeabilidade do
solo, que por sua vez, produzem aumento das vazões máximas.
A ausência do mapa de zoneamento no plano diretor do município resulta em
dificuldades na definição de critérios de uso e ocupação do solo do município para o
horizonte de projeto do presente trabalho.
As áreas de expansão e áreas passíveis de ocupação do solo por edificações
futuras foram definidas adotando-se o cenário mais crítico de drenagem de águas
pluviais. Para tanto, foram analisados os prováveis vetores de crescimento urbano, de
modo a aproveitar a infraestrutura existente, a consolidação das áreas urbanizadas e a
ocupação de vazios urbanos.
Os critérios de projetos e obras para novos loteamentos relacionados à
drenagem de águas pluviais, tais como o uso de dispositivos de controle de
escoamento superficial, preservação de áreas permeáveis e técnicas compensatórias
de drenagem são representados pela definição dos coeficientes de escoamento
superficial, de modo que representem os efeitos da urbanização da bacia hidrográfica
de forma moderada.
Os princípios de controle de produção de escoamento superficial e da ampliação
das vazões de pico seguem as diretrizes citadas em BRASIL (2012), em que novos
empreendimentos não podem agravar ou comprometer as condições de funcionamento
existente.
2.4.1 Método I-PAI-WU
Os valores de C2 adotados para cada zona foram definidos conforme critérios
estabelecidos em Laranjal Paulista (2006). As caraterísticas de cada zona, no que se
refere a hidrologia e drenagem de águas pluviais, são descritas resumidamente a
seguir:
Macrozona rural: é aquela constituída exclusivamente por áreas que são
destinadas às atividades agropecuárias, minerarias e afins.
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Macrozona urbana: é aquela, definida, a partir de áreas urbanizadas ou,
que já estão comprometidas com a ocupação, pela existência de
parcelamentos e servida por alguns melhoramentos, como rede de
iluminação pública, abastecimento de água, esgotos sanitários, galerias de
águas pluviais, existência de vias, sendo pavimentadas ou não, seja na
sede do Município ou seja nos Distritos de Maristela e de Laras.
Zonas isoladas de expansão urbana: são aquelas delimitadas para
regularizar loteamentos de chácaras de lazer na zona rural e definidas a
partir das áreas urbanizadas ou já comprometidas com a ocupação pela
existência de parcelamentos e servidas por alguns melhoramentos, como
rede de iluminação pública, abastecimento de água, esgotos sanitários,
existência de vias, sendo pavimentadas ou não, localizadas fora da área
urbana do Município.
Zona de expansão industrial: é a área destinada a abrigar atividades que
são exclusivamente industriais ou outras atividades correspondentes.
Conforme indicado pelo agente técnico do FEHIDRO, os valores do coeficiente
C2 definidos pelas características de uso dos solos são apresentados na Tabela 14.
Assim, os valores de C2 para cada sub-bacia são apresentados na Tabela 16.
Tabela 14 – Valores de C2 para Zoneamento Urbano
Descrição do zoneamento C2
Macrozona rural 0,40
Macrozona urbana 0,80
Zonas isoladas de expansão urbana 0,60
Zona de expansão industrial 0,80
Tabela 15 – Parâmetros C2 para aplicação do I-PAI-WU – cenário futuro
Exutório C2 (cenário atual) C2 (cenário futuro)
S1.1 0,40 0,50
S2.1 0,50 0,80
S3.1 0,40 0,60
S4.1 0,60 0,80
S4.2 0,60 0,80
S5.1 0,50 0,60
S5.2 0,50 0,60
S5.3 0,50 0,60
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Exutório C2 (cenário atual) C2 (cenário futuro)
S5.4 0,50 0,60
S6.1 0,50 0,80
S7.1 0,50 0,70
S7.2 0,50 0,70
S7.3 0,50 0,70
S7.4 0,50 0,80
S8.1 0,80 0,80
S8.2 0,70 0,80
S8.3 0,60 0,80
S8.4 0,60 0,80
S9.1 0,60 0,60
S9.2 0,60 0,80
S10.1 0,50 0,50
S10.2 0,50 0,80
S11.1 0,60 0,60
S11.2 0,60 0,60
S12.1 0,50 0,50
S13.1 0,50 0,50
S13.2 0,50 0,50
S13.3 0,50 0,80
S14.1 0,40 0,80
S15.1 0,40 0,80
S16.1 0,40 0,80
S17.1 0,40 0,80
S18.1 0,40 0,80
S19.1 0,60 0,80
S20.1 0,60 0,80
S21.1 0,50 0,80
S22.1 0,60 0,80
S23.1 0,60 0,80
S24.1 0,50 0,80
S25.1 0,40 0,80
S26.1 0,40 0,80
S27.1 0,40 0,60
S28.1 0,50 0,80
S29.1 0,50 0,80
S30.1 0,50 0,60
S30.2 0,50 0,60
Os resultados da aplicação do método I-PAI-WU para a bacia hidrográfica do rio
de Conchas e seções de interesse, para diferentes tempos de retorno (Tr), são
mostrados no Anexo 14 do Relatório Final.
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2.5 Estudos Hidráulicos
2.5.1 Hidráulica de canais
O resumo dos resultados dos estudos hidráulicos dos canais é apresentado na
Tabela 16, onde na primeira coluna são apresentadas as vazões máximas nos trechos
e nas demais as vazões para diversos períodos de retorno. A memória de cálculo
completa pode ser consultada no Anexo 10 do Relatório Final.
Tabela 16 – Resumo da hidráulica dos canais – cenário futuro
Trecho Qmáx
(m3
/s)
Q (m3
/s)
Tr=10 anos Tr=50 anos Tr=100 anos
1 91,31 58,18 76,53 84,29
2 261,25 62,65 82,41 90,77
3 125,56 63,53 83,57 92,04
4 12,17 6,23 8,14 8,95
5 41,50 8,67 11,34 12,47
6 114,14 15,83 20,74 22,81
7 214,95 6,76 8,84 9,72
8 20,37 9,64 12,62 13,88
9 64,78 31,97 41,94 46,16
10 1112,68 525,61 712,05 792,34
11 913,11 525,61 712,05 792,34
12 1074,43 525,61 712,05 792,34
2.5.2 Hidráulica de pontes, travessias e bueiros
O resumo dos resultados dos estudos hidráulicos das travessias é apresentado
na Tabela 17. A memória de cálculo completa pode ser consultada no Anexo 11 do
Relatório Final.
Tabela 17 – Resumo da hidráulica das travessias – cenário futuro
Travessia Qmáx
(m3
/s)
Q (m3
/s)
Tr=10 anos Tr=50 anos Tr=100 anos
1 2,90 12,31 16,11 17,71
2 1,86 11,66 15,26 16,78
3 122,09 62,65 82,41 90,77
4 109,95 62,65 82,41 90,77
5 177,51 62,72 82,51 90,87
6 127,84 63,53 83,57 92,04
7 0,62 6,31 8,26 9,08
8 310,46 72,52 95,48 105,19
9 9,89 75,45 99,37 109,48
10 12,58 8,67 11,34 12,47
11 11,83 15,83 20,74 22,81
12 3,08 8,44 11,04 12,14
13 1,30 4,65 6,08 6,69
14 7,39 31,09 40,78 44,88
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Travessia Qmáx
(m3
/s)
Q (m3
/s)
Tr=10 anos Tr=50 anos Tr=100 anos
15 9,51 31,97 41,94 46,16
2.6 Rede de drenagem de águas pluviais
A análise da condição hidráulica da rede de drenagem de águas pluviais para o
cenário futuro fez-se por meio da alteração do coeficiente de escoamento superficial C
das áreas propícias à urbanização.
Nesta análise são verificados os efeitos da ampliação de vazão em decorrência
da urbanização de bacias para as estruturas existentes. A verificação dos trechos da
rede para o cenário futuro apresenta-se no Anexo 15 do Relatório Final.
Os resultados dos diagnósticos das situações atual e futura das áreas com
problemas de drenagem de águas pluviais do município, os quais possibilitarão a
indicação das soluções, são apresentados nos itens seguintes.
Os pontos considerados adequados não são citados, uma vez que não haverá
proposição de ações ou medidas corretivas já foram tomadas. Na Erro! Fonte de
eferência não encontrada. são apresentados os pontos considerados.
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3. Etapa III: Prognósticos
A terceira Etapa desse Plano Diretor de Drenagem Urbana consistiu na
elaboração dos seguintes estudos:
- Analise de cenários
- Definição de objetivos e metas
- Propostas de Medidas Estruturais no Sistema de Macrodrenagem
- Propostas de Medidas Estruturais no Sistema de Microdrenagem
- Tabelas de Custos e Quantitativos para as Medidas de Macro e
Microdrenagem
- Proposição de Medidas Não Estruturais para os Sistemas de Macro e
Microdrenagem
- Planilha de Custos e Quantitativos para Implantação das Medidas Propostas
- Análise de alternativas.
Nessa etapa, para entender os cenários e propor objetivos e metas, foram
levantadas informações sobre os demais setores do saneamento (abastecimento de
água, esgotamento santário e manejo de resíduos sólidos e limpeza urbana), visto que
a gestão da drenagem urbana no município também é impactada pelos demais setores
do saneamento.
As principais informações sobre o sanemaneto básico no município são exibidas
na Tabela 18.
Tabela 18 – Informações dos demais setores do Saneamento Básico
Sistema de Abastecimento de Água
Demanda para abastecimento urbano
2016 0,074 (m3/s)
2020 0,077 (m3/s)
2025 0,080 (m3/s)
2030 0,083 (m3/s)
Índice de perdas (2011) 48 %
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Sistema de Esgotamento Sanitário
Coleta de esgoto 91 %
Tratamento de esgoto coletado 100 %
Eficiência 90 %
Sistema de Limpeza Urbana e Manejo de Resíduos Sólidos
Geração de Resíduos Sólidos
Urbanos
2016 16,94 t/dia
2020 17,64 t/dia
2025 18,41 t/dia
2030 19,00 t/dia
Disposição Final Aterro particular da Estre Ambiental, localizado no
município de Paulínia
A partir das informações do diagnóstico, realizou-se a construção de cenários
para delineamento de percepções sobre como poderia se dar a evolução de uma
situação presente até uma situação futura, o que permite levantar as possibilidades de
crises, assim como apontar as principais oportunidades para um desenvolvimento mais
consensual dos fatores avaliados.
Nesse sentido, utilizou-se do Método SWOT (Strengths, Weaknesses,
Opportunities e Threats) ou Análise FFOA (Forças, Fraquezas, Oportunidades e
Ameaças), que consiste na formulação de uma espécie de matriz contextual que busca
posicionar estrategicamente uma organização ou um setor perante um ambiente social,
institucional, administrativo e operacional.
Assim sendo, elaborou-se dois cenários, um previsível, ou seja, aquele que
retrata uma evolução baseada em providências tomadas corretivamente, de forma
emergencial, sem planejamento; e outro chamado <cenário normativo=, que é aquele
que retrata uma situação bem mais organizada, alcançada através de procedimentos
planejados e sustentados por regulamentos (leis, normas, planos setoriais), que desde
já incidem sobre a gestão do eixo da drenagem urbana e manejo de águas pluviais do
município.
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Após as análises da Matriz SWOT e do estabelecimento de cenários
alternativos, a seguir são apresentados os objetivos e metas para o presente Plano de
Macrodrenagem.
Salienta-se que a extensão dos prazos para o estabelecimento de metas dentro
do horizonte de planejamento adotado (20 anos) foi segmentado conforme critério
estabelecido pela FUNASA (2012):
Prazo imediato ou emergencial: até 3 anos
Curto prazo: entre 4 e 8 anos
Médio prazo: entre 9 e 12 anos
Longo prazo: entre 13 e 20 anos
Na Tabela 19 estão apresentados esses objetivos e as respectivas metas, além
dos prazos para que cada meta seja atingida.
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Tabela 19 – Objetivos e metas para o município de Laranjal Paulista-SP
Objetivo Metas Prazo de
entrega
1. Manter o município livre de
inundações e diminuir a
frequência de alagamentos
causados por insuficiências e
deficiências nas galerias e
obras de drenagem.
1.1 Ter garantido o mapeamento e cadastramento das áreas críticas do município. Imediato
1.2 Possuir um plano de limpeza sistemática das calhas, tubulações, poços de visita
(PVs) e bocas de lobo do município. Imediato
1.3. Reduzir em 50% a quantidade de pontos de alagamentos no município e redução
de 50% na quantidade de pontos de inundações. Curto
1.4 Reduzir em 100% a quantidade de pontos de alagamentos no município e redução
de 100% na quantidade de pontos de inundações. Longo
2. Desestimular a ocupação de
áreas susceptíveis a processos
erosivos e promover a
desocupação em áreas de
risco.
2.1 Mapear 100% das ocupações em áreas de risco de movimentação de massa, em
conjunto com a Defesa Civil. Curto
2.2 Promover a desocupação em áreas de risco de movimentação de massa. Curto
2.3 Recuperar 50% das áreas sujeitas a acidentes decorrentes de processos erosivos. Curto
2.4 Recuperar 100% das áreas sujeitas a acidentes decorrentes de processos
erosivos. Médio
2.5 Recuperar 50% das áreas de risco depois de desocupadas. Médio
2.6 Recuperar 100% das áreas de risco depois de desocupadas. Longo
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Objetivo Metas Prazo de
entrega
3. Planejar o uso e ocupação
da bacia de forma adequada,
promovendo a recuperação e
revitalização de APPs e áreas
verdes.
3.1 Recuperar 50% das APPs e áreas verdes do município com enfoque inicial em
áreas críticas da drenagem. Médio
3.2 Recuperar 100% das APPs e áreas verdes do município com enfoque final em
preservação dos recursos hídricos. Longo
4. Implementar uma gestão
eficiente no que concerne aos
aspectos operacionais,
administrativos, financeiros, de
planejamento estratégico e de
sustentabilidade.
4.1 Obter um mapeamento e cadastramento (banco de dados) Curto
4.2 Capacitar o corpo técnico e adequar em número suficiente para atuar em questões
específicas de drenagem urbana. Curto
4.3. Regulamentar a drenagem urbana e a gestão das águas favorecendo a gestão. Curto
4.4. Institucionalizar ações sistemáticas para aquisição e renovação de licenças
ambientais. Curto
5. Garantir a mobilização social
e canais de comunicação com
a sociedade, além de promover
ações continuadas em
educação ambiental.
5.1 Promover, sistematicamente, eventos que proporcionem a participação de
usuários e ampliem o controle social sobre o processo de tomada de decisão. Curto
5.2 Promover, sistematicamente, ações que visem a educação ambiental. Curto
Fonte: SHS, 2019.
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A partir dos estudos desenvolvidos pode-se elencar ações a serem
desenvolvidas pelos gestores do município de Laranjal Paulista nas fases, de imediato,
curto, médio e longo prazo. A fim de alcançar as metas e os objetivos propostos e
apresentados na Tabela 19, é proposto o seguinte planejamento:
Prazo imediato (até 3 anos): deverão ser completadas as ações de
sistematização da manutenção e limpeza do sistema existente.
Curto prazo (de 4 a 8 anos): nesse período determina-se o
estabelecimento das reconstituições das APPs e as recuperações das
áreas sujeitas a processos erosivos, escorregamentos e assoreamento e
iniciadas as ações dos projetos de microdrenagem e macrodrenagem
Médio prazo (de 9 a 12 anos): serão necessárias as implantações das
redes de microdrenagem e parte das obras de correção das estruturas
existentes.
Longo prazo (de 13 a 20 anos): além das adequações de todas as
travessias e canais do sistema de drenagem, deverá ser implantada a
barragem de contenção indicada no presente relatório.
Além disso, as ações não estruturais de Educação Ambiental, Gestão do
sistema de drenagem urbana, Controle de emergências, Sustentabilidade econômica,
entre outras, são ações contínuas, ou seja, deverão iniciar-se no primeiro ano de
implementação do plano e continuadas até o final do plano e revisões.
Foram estudados todos os pontos indicados que resultaram em ações para
quatro pontos de recuperação de APP, nove com processos erosivos a serem
recuperados, nove pontos críticos para implantação de rede de microdrenagem e oito
obras de médio e grande porte para correção do sistema de drenagem existente.
O município de Laranjal Paulista apresenta problemas de ocupação de áreas de
risco de inundações e de Área de Preservação Permanente (APP) dos cursos d’água.
Geralmente, essas áreas são naturalmente inundáveis e não deveriam ser ocupadas,
seja por questões ambientais ou de risco.
As áreas ocupadas têm motivos e finalidades diversas. Em alguns casos são
ocupadas irregularmente e, portanto, mais favoráveis à desocupação. Porém, em
muitos casos a APP é ocupada, ainda que em desacordo com o código florestal, com
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aprovação da prefeitura. Em outros, é o próprio poder público quem ocupa a APP para
implantação do sistema viário (também conhecidas comumente por vias marginais).
No município é bastante expressiva a ocupação de APP do Rio Laranjal, locais
estes ocupados por edificações bastante consolidadas que deverão ser
desconstituídas.
Os principais pontos em que são identificadas edificações que demandam sua
desocupação (desapropriação) são citados abaixo, os pontos são identificados no
Anexo 17 do Relatório Final:
Ponto 2: à montante da travessia da Rua São Salvador, a APP do Rio Laranjal
está ocupada por edificações e não há mata ciliar na mesma. Necessita-se que
a APP seja restaurada e preservada, sem edificações.
Ponto 3: no trecho da travessia da Rua Dona Stela, sobre o Rio Laranjal, no
bairro Vila Zalla, há ocupação da APP por edificações, e sem a presença de
mata ciliar nas proximidades da mesma. Portanto, será necessário que a APP
seja restaurada e preservada sem edificações.
Ponto 4: à jusante da travessia na Rua Dona Stela, o trecho do Rio Laranjal,
tem sua APP ocupada por moradias, e não há mata ciliar. Necessita-se que a
APP seja restaurada e preservada sem edificações.
Ponto 17: à montante da travessia da Avenida João P. de Campos, a APP do do
córrego sem nome, afluente do Rio Sorocaba, não apresenta mata ciliar.
Portanto, deverá ser restaurada a APP do córrego.
No Rio Laranjal e demais cursos d’água, há a presença de processos erosivos
em alguns pontos das respectivas calhas. A maioria destes pontos serão sanados com
a indicação das obras de canalização e adequação das travessias dos cursos d’água
em questão. Porém, a implantação destas obras será tratada como medida de médio e
longo prazo e, a correção dos pontos são indicadas como medidas de curto prazo.
Assim, o reparo dos processos erosivos deverá ser adotado nos seguintes
pontos, os quais estão localizados no Anexo 17 do Relatório Final:
Ponto 1 – Travessia na Rua Lázaro Pires;
Ponto 4 – Travessia na Avenida São Paulo;
Ponto 7 – Rua Donato Pastre (escada de dissipação);
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Ponto 13 – Rua Antônio Pasquotto (escada de dissipação);
Ponto 14 – Rua Irmã Conceição Maria e Rua Alfredo Barbieri (escada de
dissipação);
Ponto 15 – Travessia na Avenida Lázaro P. de Mello;
Ponto 20 – Travessia da Avenida João B. Baddo;
Ponto 24 – Travessia da Rua João R. de Albuquerque;
O Rio Laranjal, e seus afluentes, assim com os afluentes do Rio Sorocava que
atravessam o perímetro urbano do município, apresentarão inundações das suas
margens, ocupando o leito maior do curso d’água, mesmo após as intervenções que
serão indicadas no referido plano de macrodrenagem. Tais inundações ocorrerão em
menores proporções, porém será necessário desapropriar as edificações que
margeiam os cursos d’águas e recuperar as Áreas de Preservação Permanente dos
mesmos.
Para as intervenções estruturais foram propostos conforme os itens a seguir.
Ponto crítico 16 – Tomo III, Dimensionamento Travessias, Página 5
o Localização: Travessia da Rodovia Marechal Rondon sobre o
córrego sem nome, afluente do rio Sorocaba.
o Coordenadas: E = 210509,66 N = 7448500,30
o Situação atual: Travessia composta por uma seção quadrada de
2,50 x 2,50 m.
o Vazão Calculada: Tr10 = 15,83 m³/s, Tr50 = 20,74 m³/s, Tr100 =
22,81 m³/s.
o Situação proposta: Construção de duas galerias circulares com
diâmetro de 1600 mm paralelas à seção existente.
Ponto crítico 17 – Tomo III, Dimensionamento Travessias, Página 8
o Localização: Travessia da Avenida João P. de Campos sobre o
ribeirão do Bicame.
o Coordenadas: E = 209968,81 N = 7446181,41
o Situação atual: Travessia composta por duas seções circulares
com diâmetro de 1500 mm.
o Vazão Calculada: Tr10 = 31,09 m³/s, Tr50 = 40,78 m³/s, Tr100 =
44,88 m³/s.
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o Situação proposta: Construção de duas galerias de seção 3,00 x
2,50 m.
Ponto crítico 18 – Tomo III, Dimensionamento Travessias, Página 1
o Localização: Travessia da linha férrea sobre o córrego sem
nome, afluente do rio Laranjal.
o Coordenadas: E = 208292,23 N = 7448220,39
o Situação atual: Travessia composta por uma seção retangular de
1,50 x 1,00 m.
o Vazão Calculada: Tr10 = 12,31 m³/s, Tr50 = 16,11 m³/s, Tr100 =
17,71 m³/s.
o Situação proposta: Construção de uma galeria circular com
diâmetro de 1600 mm paralela à seção existente.
Ponto crítico 19 – Tomo III, Dimensionamento Travessias, Página 2
o Localização: Travessia da linha férrea sobre o córrego sem
nome, afluente do rio Laranjal.
o Coordenadas: E = 208913,14 N = 7448204,71
o Situação atual: Travessia composta por uma seção circular de
diâmetro 1200 mm.
o Vazão Calculada: Tr10 = 11,66 m³/s, Tr50 = 15,26 m³/s, Tr100 =
16,78 m³/s.
o Situação proposta: Construção de três galerias circulares com
diâmetro de 1400 mm paralelas à seção existente.
Ponto crítico 20 – Tomo III, Dimensionamento Travessias, Página 3
o Localização: Travessia da Avenida João B. Baddo sobre o
córrego sem nome, afluente do rio Laranjal.
o Coordenadas: E = 208817,10 N = 7449515,96
o Situação atual: Travessia composta por uma seção circular de
diâmetro 600 mm.
o Vazão Calculada: Tr10 = 6,31 m³/s, Tr50 = 8,26 m³/s, Tr100 =
9,08 m³/s.
o Situação proposta: Construção de duas galerias de seção 1,00 x
1,00 m.
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Ponto crítico 21 – Tomo III, Dimensionamento Travessias, Página 4
o Localização: Travessia da estrada municipal LRP-407 sobre o rio
Laranjal.
o Coordenadas: E = 209660,58 N = 7450853,43
o Situação atual: Travessia composta por duas seções quadradas
1,50 x 1,50 m.
o Vazão Calculada: Tr10 = 75,45 m³/s, Tr50 = 99,37 m³/s, Tr100 =
109,48 m³/s.
o Situação proposta: Construção de três galerias de seção 3,00 x
3,50 m.
Ponto crítico 22 – Tomo III, Dimensionamento Travessias, Página 6
o Localização: Travessia da Rodovia Marechal Rondon sobre o
córrego sem nome, afluente do rio Sorocaba.
o Coordenadas: E = 210733,62 N = 7447373,88
o Situação atual: Travessia composta por uma seção circular de
diâmetro 1500 mm.
o Vazão Calculada: Tr10 = 8,44 m³/s, Tr50 = 11,04 m³/s, Tr100 =
12,14 m³/s.
o Situação proposta: Construção de duas galerias circulares com
diâmetro de 1500 mm paralelas à seção existente.
Ponto crítico 23 – Tomo III, Dimensionamento Travessias, Página 7
o Localização: Travessia da Rodovia Marechal Rondon sobre o
córrego sem nome, afluente do rio Sorocaba.
o Coordenadas: E = 210768,71 N = 7447073,50
o Situação atual: Travessia composta por uma seção circular de
diâmetro 1000 mm.
o Vazão Calculada: Tr10 = 4,65 m³/s, Tr50 = 6,08 m³/s, Tr100 =
6,69 m³/s.
o Situação proposta: Construção de três galerias circulares com
diâmetro de 1000 mm paralelas à seção existente.
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Ponto crítico 24 – Tomo III, Dimensionamento Travessias, Página 9
o Localização: Travessia da linha férrea sobre o córrego sem
nome, afluente do rio Laranjal.
o Coordenadas: E = 210343,34 N = 7446178,35
o Situação atual: Travessia composta por uma seção retangular
2,00 x 2,50 m.
o Vazão Calculada: Tr10 = 31,97 m³/s, Tr50 = 41,94 m³/s, Tr100 =
46,16 m³/s.
o Situação proposta: Construção de duas galerias de seção 3,00 x
2,50 m.
No Relatório Final estão detalhadas as ações não estruturais de:
Regulamentação do uso e ocupação do solo em áreas sujeitas à
inundação
Classificação de níveis de urgência e/ou emergência
Sistema de alerta e controle de cheias
Indicações de ordem operacional e de manutenção nos sistemas de
drenagem
Seguro contra inundações
Sustentabilidade econômica no setor de drenagem
Educação ambiental
Arranjo Institucional ou criação de uma Divisão de Drenagem Urbana
(DDU)
Orientação para Projetos
Programa de medidas de fiscalização e controle
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4. Etapa IV: Elaboração de Anteprojetos
4.1 Obras de macrodrenagem
Os anteprojetos das obras de macrodrenagem foram realizados de acordo com
as demandas de vazão estimadas para o cenário futuro.
Os desenhos e as planilhas de cálculo hidráulico, bem como os quantitativos e
as estimativas de custos dos canais, pontes, travessias que deverão passar por
adequações das estruturas, são apresentadas no Anexo 22 do Relatório Final.
As estruturas existentes que atendem às demandas futuras calculadas não
necessitam passar por adequações, exceto às manutenções preventivas e corretivas
indicadas previamente.
4.2 Priorização das obras de Macrodrenagem
As obras planejadas para a Macrodrenagem do município foram priorizadas com
o seguinte critério:
- Garantir que as obras dos canais e travessias, dentro de cada bacia hidráulica,
sejam OBRIGATORIAMENTE construídas de jusante para montante,
independentemente do seu custo, priorizando as áreas atualmente urbanizadas.
Assim, o resultado final da ordem das prioridades das obras para o município
estudado, encontra-se, na tabela a seguir:
Tabela 20 – Hierarquização das obras de macrogrenagem
ORDEM PONTO TIPO LOCAL VALOR
1 PONTO
24
SUBSTITUIÇÃO DE PASSAGEM SOB VIA
- PONTE 15
LARANJAL
PAULISTA
R$
1.466.011,13
2 PONTO
17
SUBSTITUIÇÃO DE PASSAGEM SOB VIA
- PONTE 14
LARANJAL
PAULISTA R$ 599.497,15
3 PONTO
20
SUBSTITUIÇÃO DE PASSAGEM SOB VIA
- PONTE 7
LARANJAL
PAULISTA R$ 443.307,23
4 PONTO
16
SUBSTITUIÇÃO DE PASSAGEM SOB VIA
- PONTE 11
LARANJAL
PAULISTA
R$
1.507.273,76
5 PONTO
22
SUBSTITUIÇÃO DE PASSAGEM SOB VIA
- PONTE 12
LARANJAL
PAULISTA R$ 977.230,03
6 PONTO
23
SUBSTITUIÇÃO DE PASSAGEM SOB VIA
- PONTE 13
LARANJAL
PAULISTA R$ 832.016,09
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ORDEM PONTO TIPO LOCAL VALOR
7 PONTO
21
SUBSTITUIÇÃO DE PASSAGEM SOB VIA
- PONTE 9
LARANJAL
PAULISTA
R$
2.184.556,88
8 PONTO
19
SUBSTITUIÇÃO DE PASSAGEM SOB VIA
- PONTE 2
LARANJAL
PAULISTA
R$
1.699.312,51
49 PONTO
18
SUBSTITUIÇÃO DE PASSAGEM SOB VIA
- PONTE 1
LARANJAL
PAULISTA R$ 776.141,49
4.3 Obras de desassoreamento dos cursos d’água
Nas visitas técnicas realizadas no município foram observados pontos de
assoreamento que necessitam da ação de obras de dragagem nos cursos d’água. Tais
obras estão indicadas no Anexo 23 do Relatório Final, juntamente com os quantitativos
e as estimativas de custo. Estas deverão ser realizadas após elaboração de projeto
executivo e das autorizações e outorgas ambientais a que o procedimento é sujeito,
incluindo a destinação do material retirado à locais devidamente licenciados junto aos
órgãos competentes.
O material do desassoreamento que será retirado na dragagem deverá passar
por análise laboratorial para avaliação de sua periculosidade, conforme indicado na
Resolução CONAMA n° 454/2012. Cabe ressaltar que o município não possui áreas
adequadas para o recebimento desse material, mesmo possuindo um aterro municipal
para resíduos domésticos. Assim, a destinação final ambientalmente correta desses
resíduos, caso constatada sua periculosidade, deverá ser feita em um Aterro Classe II.
No estado de São Paulo, há o CTVA Caieiras, da Essencis, localizado em Caieiras-SP.
4.4 Áreas de preservação e recuperação das áreas de degradadas
O Anexo 24 do Relatório Final, apresenta a delimitação das áreas a serem
preservadas e das áreas a serem recuperadas no município de Laranjal Paulista. Temse um total de 78.400 metros quadrados a serem preservados. Neste caso, deve-se
apenas isolar a área de fatores de degradação, como o pisoteio de animais, caso haja
animais domésticos próximos ao local; evitar o acesso de pessoas e a ocorrência de
queimadas. Para tanto, pode-se utilizar as técnicas de cercamento para isolar a área,
aumentar a fiscalização para coibir atividades ilegais (queimadas criminosas, corte de
árvores) e implantar de aceiros, se possível.
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CONSÓRCIO DE ESTUDOS, RECUPERAÇÃO E
DESENVOLVIMENTO DA BACIA DO RIO SOROCABA E MÉDIO
TIETÊ – CERISO
As áreas degradadas totalizam em 57.320 metros quadrados, e a técnica
sugerida para recuperação das mesmas é o plantio direto de mudas. Considerando um
espaçamento médio de 6 metros quadrados por muda (2 metros entre as mudas e 3
metros entre as fileiras), sugere-se que sejam plantadas 9.553 mudas nativas nessas
áreas.
Considerando o total de mudas igual a 9.553 e um gasto médio de R$50,00 por
muda a ser plantada (valor que pode variar bastante dependendo da localização, do
tamanho e disponibilidade das mudas), incluindo as despesas com mão-de-obra para
plantio e manutenção das mudas até que obtenham sucesso, tem-se uma estimativa
de custo de R$497.650,00 para implementação do reflorestamento com a técnica de
plantio direto. Os detalhes do projeto para as áreas de preservação de recuperação de
áreas degradadas se encontra no Relatório Final.
4.5 Obras de Microdrenagem
Para o anteprojeto da galeria de águas pluviais foi considerado a utilização de
tubos de concreto e os diâmetros estão indicados nas planilhas de cálculo e nos
desenhos. Para os mesmos, foi adotado o diâmetro mínimo de 500mm. Os tubos de
ligação entre as bocas de lobo (BL) e os poços de visita (PV) deverão ter diâmetro de
400 mm. O tempo de retorno (Tr), conforme recomenda o DAEE – Departamento de
Água e Energia Elétrica do Estado de São Paulo, para obras de drenagem, foi de 10
anos.
As profundidades de escavação e escoramentos, indicados nos desenhos,
deverão ser confirmados e/ou definidos nos projetos básicos e executivos, baseados
em estudos geotécnicos das áreas do projeto.
O assentamento dos tubos, as caixas de passagens, poços de visita e as obras
de dissipação deverão ser construídas em conformidade com as normas da ABNT –
Associação Brasileira de Normas Técnicas.
Todos os cálculos necessários para o dimensionamento da rede coletora foram
realizados através do programa para microcomputadores UFC Módulo 8 – Software
para traçado e cálculo de redes de pluviais em AutoCAD, desenvolvido na
Universidade Federal do Ceará, através da equipe do Laboratório de Hidráulica
Computacional (LAHC), pelo Professor Dr. Marco Aurélio Holanda de Castro, e pelo
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DESENVOLVIMENTO DA BACIA DO RIO SOROCABA E MÉDIO
TIETÊ – CERISO
programa CADINFRA desenvolvido pela empresa CADista.info, de Campinas – SP,
ambos largamente utilizados para a elaboração de projetos de drenagem urbana.
A partir dos dados de projeto, foram geradas as planilhas de cálculos hidráulicos
da microdrenagem de águas pluviais apresentadas nos Anexos 25 (Memória de
Cálculo e Orçamento) e 26 (Plantas e Perfis das redes de microdrenagem) do Relatório
Final. No mesmo anexo, encontram-se os desenhos em planta e perfis das redes de
microdrenagem, bem como, os quantitativos com as estimativas de custos das obras
civis.
Para as estimativas dos custos das obras civis, com base nos Anteprojetos,
foram utilizadas como referências, prioritariamente, a Tabela do Sistema Nacional de
Pesquisa de Custos e Índices da Construção Civil (SINAPI), com mês de referência de
junho de 2019 para o Estado de São Paulo. Em segundo plano, utilizou-se os valores
da Tabela do Departamento de Estradas de Rodagem (DER) - Fase 23 -
Pavimentação, 31/03/2019. Para os itens que não constam das referidas tabelas, foi
realizada a cotação e pesquisa de mercado naquele mesmo mês de referência. O
Benefício de Despesas Indiretas (BDI) estimado para os custos das obras do referido
Plano foi de 30%.
Destaca-se, que nessas estimativas de custos não foram previstos os custos
relacionados às interferências das estruturas projetadas com a infraestrutura existente,
por se tratarem de Anteprojetos. Após a conclusão dos Planos de Macro e
Microdrenagem, para a execução das obras civis, será necessário elaborar os Projetos
Básicos e Executivos de todas as intervenções possíveis.
Trecho Descrição Extensão
(m)
Diâmetro
(mm) Decliv.
Área
Molhada
(m²)
Raio
Hidráulico
(m)
Perímetro
Molhado (m) Montante Cota Terreno
(Mont.) (m)
Prof. Coletor
(Mont.) (m) Jusante Cota Terreno
(Jus.) (m)
Prof. Coletor
(Jus.) (m)
n de
Manning
Vazão
Escoando
(L/s)
Velocidade
(m/s)
Lâmina
(m)
TRECHO-01 TUBO DE CONCRETO ARMADO 39,71 500 5,27% 0,039 0,074 0,525 PV-01 524,95 2,18 PV-02 522,04 1,36 0,018 81,758 2,240 0,126
TRECHO-02 TUBO DE CONCRETO ARMADO 38,91 500 4,88% 0,065 0,100 0,647 PV-02 522,04 2,17 PV-03 519,32 1,36 0,018 161,801 2,639 0,182
TRECHO-03 TUBO DE CONCRETO ARMADO 40,10 500 4,24% 0,109 0,131 0,827 PV-03 519,32 2,09 PV-04 516,89 1,36 0,018 316,522 2,955 0,271
TRECHO-04 TUBO DE CONCRETO ARMADO 38,27 500 3,42% 0,138 0,145 0,951 PV-04 516,89 2,11 PV-05 514,83 1,36 0,018 397,840 2,839 0,331
TRECHO-05 TUBO DE CONCRETO ARMADO 41,06 600 3,27% 0,184 0,169 1,087 PV-05 514,83 2,11 PV-06 512,79 1,41 0,018 568,646 3,074 0,372
TRECHO-06 TUBO DE CONCRETO ARMADO 39,42 800 0,50% 0,415 0,242 1,713 PV-06 512,79 2,17 PV-07 512,15 1,73 0,018 648,470 1,527 0,616
TRECHO-07 TUBO DE CONCRETO ARMADO 35,69 800 1,30% 0,341 0,229 1,487 PV-07 512,15 1,73 PV-08 511,64 1,68 0,018 816,514 2,369 0,514
TRECHO-08 TUBO DE CONCRETO ARMADO 51,45 800 2,84% 0,272 0,208 1,309 PV-08 511,64 1,68 PV-09 510,18 1,68 0,018 880,399 3,286 0,426
TRECHO-09 TUBO DE CONCRETO ARMADO 65,95 800 3,37% 0,301 0,218 1,381 PV-09 510,18 1,94 PV-10 507,69 1,68 0,018 1.105,379 3,692 0,462
TRECHO-10 TUBO DE CONCRETO ARMADO 38,80 800 4,26% 0,305 0,219 1,393 PV-10 507,69 1,99 PV-11 505,72 1,68 0,018 1.269,837 4,169 0,468
TRECHO-11 TUBO DE CONCRETO ARMADO 31,54 800 4,37% 0,315 0,222 1,419 PV-11 505,72 1,98 PV-12 504,05 1,68 0,018 1.345,776 4,262 0,481
TRECHO-12 TUBO DE CONCRETO ARMADO 32,46 800 4,26% 0,344 0,230 1,495 PV-12 504,05 2,00 PV-13 502,34 1,68 0,018 1.496,214 4,304 0,517
TRECHO-13 TUBO DE CONCRETO ARMADO 34,88 800 4,15% 0,358 0,233 1,534 PV-13 502,34 1,93 PV-14 500,64 1,68 0,018 1.558,892 4,289 0,536
TRECHO-14 TUBO DE CONCRETO ARMADO 37,04 1000 3,83% 0,401 0,253 1,587 PV-14 500,64 1,69 PV-15 499,23 1,69 0,018 1.704,645 4,345 0,508
TRECHO-15 TUBO DE CONCRETO ARMADO 43,21 1000 2,55% 0,463 0,270 1,712 PV-15 499,23 1,93 PV-16 497,56 1,36 0,018 1.704,645 3,708 0,570
TRECHO-16 TUBO DE CONCRETO ARMADO 48,33 1000 2,23% 0,485 0,276 1,758 PV-16 497,56 1,38 ALA-1 496,29 1,18 0,018 1.704,645 3,516 0,593
TRECHO-17 TUBO DE CONCRETO ARMADO 44,45 500 3,96% 0,053 0,089 0,596 PV-17 521,58 1,36 PV-18 519,94 1,48 0,018 110,377 2,203 0,158
TRECHO-18 TUBO DE CONCRETO ARMADO 27,99 500 3,23% 0,073 0,107 0,683 PV-18 519,94 1,48 PV-19 518,92 1,36 0,018 156,205 2,246 0,199
TRECHO-19 TUBO DE CONCRETO ARMADO 29,48 500 2,83% 0,126 0,140 0,897 PV-19 518,92 1,50 PV-20 517,94 1,36 0,018 317,941 2,521 0,306
TRECHO-20 TUBO DE CONCRETO ARMADO 70,82 500 1,75% 0,150 0,149 1,009 PV-20 517,94 1,36 PV-21 516,71 1,36 0,018 317,941 2,067 0,358
TRECHO-21 TUBO DE CONCRETO ARMADO 30,24 500 4,25% 0,126 0,140 0,897 PV-21 516,71 1,36 PV-22 515,42 1,36 0,018 389,353 3,089 0,305
TRECHO-22 TUBO DE CONCRETO ARMADO 43,61 500 4,29% 0,152 0,149 1,014 PV-22 515,42 1,36 PV-25 513,55 1,36 0,018 502,091 3,240 0,360
TRECHO-23 TUBO DE CONCRETO ARMADO 53,08 500 1,79% 0,032 0,066 0,490 PV-23 514,83 1,51 PV-24 513,73 1,36 0,018 37,119 1,213 0,111
TRECHO-24 TUBO DE CONCRETO ARMADO 16,32 500 0,50% 0,146 0,148 0,985 PV-24 513,73 1,54 PV-25 513,55 1,45 0,018 162,912 1,098 0,347
TRECHO-25 TUBO DE CONCRETO ARMADO 62,41 600 5,04% 0,186 0,170 1,093 PV-25 513,55 1,54 PV-28 510,32 1,46 0,018 714,944 3,825 0,375
TRECHO-26 TUBO DE CONCRETO ARMADO 50,53 500 1,80% 0,052 0,088 0,590 PV-26 511,47 1,53 PV-27 510,39 1,36 0,018 72,022 1,472 0,155
TRECHO-27 TUBO DE CONCRETO ARMADO 13,40 500 0,50% 0,116 0,135 0,858 PV-27 510,39 1,53 PV-28 510,32 1,53 0,018 119,669 1,036 0,286
TRECHO-28 TUBO DE CONCRETO ARMADO 61,19 800 5,11% 0,240 0,195 1,229 PV-28 510,32 1,84 PV-31 507,27 1,92 0,018 987,863 4,230 0,386
TRECHO-29 TUBO DE CONCRETO ARMADO 51,09 500 2,33% 0,044 0,080 0,553 PV-29 508,76 1,36 PV-30 507,57 1,36 0,018 65,361 1,571 0,138
TRECHO-30 TUBO DE CONCRETO ARMADO 14,50 500 2,43% 0,063 0,099 0,642 PV-30 507,57 1,36 PV-31 507,27 1,41 0,018 111,179 1,849 0,179
TRECHO-31 TUBO DE CONCRETO ARMADO 60,67 1000 1,23% 0,469 0,272 1,724 PV-31 507,27 1,92 PV-34 506,49 1,89 0,018 1.206,678 2,586 0,577
TRECHO-32 TUBO DE CONCRETO ARMADO 54,38 500 1,81% 0,049 0,085 0,579 PV-32 507,68 1,36 PV-33 506,69 1,36 0,018 67,773 1,450 0,150
TRECHO-33 TUBO DE CONCRETO ARMADO 12,95 500 1,36% 0,086 0,117 0,738 PV-33 506,69 1,38 PV-34 506,49 1,36 0,018 129,185 1,550 0,226
TRECHO-34 TUBO DE CONCRETO ARMADO 49,33 1000 2,48% 0,412 0,256 1,609 PV-34 506,49 1,89 PV-35 505,27 1,89 0,018 1.425,533 3,527 0,519
TRECHO-35 TUBO DE CONCRETO ARMADO 51,29 1000 3,01% 0,396 0,251 1,577 PV-35 505,27 1,96 PV-36 503,86 2,09 0,018 1.483,938 3,836 0,503
TRECHO-36 TUBO DE CONCRETO ARMADO 59,17 1000 1,52% 0,512 0,282 1,815 PV-36 503,86 2,07 PV-37 502,78 1,89 0,018 1.519,273 2,949 0,621
TRECHO-37 TUBO DE CONCRETO ARMADO 18,27 1000 2,30% 0,451 0,267 1,688 PV-37 502,78 2,12 PV-41 502,13 1,89 0,018 1.561,091 3,494 0,558
TRECHO-38 TUBO DE CONCRETO ARMADO 36,97 500 0,50% 0,048 0,083 0,570 PV-38 505,03 1,36 PV-39 504,92 1,43 0,018 33,695 0,750 0,146
TRECHO-39 TUBO DE CONCRETO ARMADO 49,82 500 3,75% 0,055 0,091 0,606 PV-39 504,92 1,60 PV-40 502,81 1,36 0,018 113,999 2,180 0,162
TRECHO-40 TUBO DE CONCRETO ARMADO 16,79 500 4,06% 0,069 0,103 0,665 PV-40 502,81 1,36 PV-41 502,13 1,36 0,018 161,130 2,464 0,190
TRECHO-41 TUBO DE CONCRETO ARMADO 68,82 1000 4,80% 0,380 0,246 1,545 PV-41 502,13 1,94 PV-42 498,82 1,94 0,018 1.765,193 4,776 0,487
TRECHO-42 TUBO DE CONCRETO ARMADO 44,86 1000 2,35% 0,488 0,277 1,765 PV-42 498,82 1,97 ALA-2 497,19 1,39 0,018 1.765,193 3,615 0,596
TRECHO-43 TUBO DE CONCRETO ARMADO 60,36 500 3,06% 0,068 0,103 0,664 PV-43 502,62 1,36 PV-45 500,78 1,36 0,018 138,826 2,135 0,190
PLANOS DIRETORES MUNICIPAIS DE MACRODRENAGEM URBANA NA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO SOROCABA E MÉDIO TIETÊ
ETAPA IV - ELABORAÇÃO DE ANTEPROJETOS
MEMÓRIA DE CÁLCULO DA MICRODRENAGEM
Município de Laranjal Paulista - Microbacia 1
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Trecho Descrição Extensão
(m)
Diâmetro
(mm) Decliv.
Área
Molhada
(m²)
Raio
Hidráulico
(m)
Perímetro
Molhado (m) Montante Cota Terreno
(Mont.) (m)
Prof. Coletor
(Mont.) (m) Jusante Cota Terreno
(Jus.) (m)
Prof. Coletor
(Jus.) (m)
n de
Manning
Vazão
Escoando
(L/s)
Velocidade
(m/s)
Lâmina
(m)
PLANOS DIRETORES MUNICIPAIS DE MACRODRENAGEM URBANA NA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO SOROCABA E MÉDIO TIETÊ
ETAPA IV - ELABORAÇÃO DE ANTEPROJETOS
MEMÓRIA DE CÁLCULO DA MICRODRENAGEM
Município de Laranjal Paulista - Microbacia 1
TRECHO-44 TUBO DE CONCRETO ARMADO 48,74 500 0,67% 0,063 0,098 0,641 PV-44 501,13 1,52 PV-45 500,78 1,49 0,018 58,040 0,969 0,179
TRECHO-45 TUBO DE CONCRETO ARMADO 52,34 500 4,50% 0,116 0,136 0,859 PV-45 500,78 2,14 PV-46 497,64 1,36 0,018 359,595 3,108 0,287
TRECHO-46 TUBO DE CONCRETO ARMADO 52,42 500 3,17% 0,132 0,143 0,924 PV-46 497,64 1,36 ALA-3 495,48 0,86 0,018 359,595 2,702 0,318
TRECHO-47 TUBO DE CONCRETO ARMADO 44,57 600 0,50% 0,169 0,163 1,035 PV-47 502,19 1,36 PV-48 502,10 1,49 0,018 197,170 1,173 0,346
TRECHO-48 TUBO DE CONCRETO ARMADO 80,85 600 0,50% 0,190 0,171 1,107 PV-48 502,10 1,46 PV-49 501,90 1,66 0,018 231,552 1,211 0,381
TRECHO-49 TUBO DE CONCRETO ARMADO 73,83 800 0,52% 0,314 0,222 1,415 PV-49 501,90 1,68 PV-50 501,52 1,68 0,018 460,930 1,468 0,479
TRECHO-50 TUBO DE CONCRETO ARMADO 69,66 800 0,53% 0,399 0,241 1,656 PV-50 501,52 2,00 PV-51 500,83 1,68 0,018 638,292 1,565 0,592
TRECHO-51 TUBO DE CONCRETO ARMADO 82,04 800 6,00% 0,216 0,185 1,168 PV-51 500,83 2,68 PV-52 495,57 2,34 0,018 920,650 4,418 0,356
TRECHO-52 TUBO DE CONCRETO ARMADO 69,49 800 5,54% 0,276 0,209 1,317 PV-52 495,57 2,52 ALA-4 490,38 1,18 0,018 1.250,810 4,606 0,430
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Trecho Descrição Extensão
(m)
Diâmetro
(mm) Decliv.
Área
Molhada
(m²)
Raio
Hidráulico
(m)
Perímetro
Molhado
(m)
Montante Cota Terreno
(Mont.) (m)
Prof. Coletor
(Mont.) (m) Jusante Cota Terreno
(Jus.) (m)
Prof. Coletor
(Jus.) (m)
n de
Manning
Vazão
Escoando
(L/s)
Velocidade
(m/s)
Lâmina
(m)
TRECHO-01 TUBO DE CONCRETO ARMADO 55,90 500 1,46% 0,063 0,098 0,641 PV-01 507,82 1,41 PV-02 506,95 1,36 0,018 85,74 1,431 0,358
TRECHO-02 TUBO DE CONCRETO ARMADO 45,36 500 2,03% 0,107 0,131 0,823 PV-02 506,95 1,36 PV-06 506,06 1,39 0,018 215,86 2,038 0,537
TRECHO-03 TUBO DE CONCRETO ARMADO 65,93 500 3,93% 0,071 0,105 0,673 PV-03 511,19 1,36 PV-04 509,28 2,04 0,018 164,58 2,448 0,388
TRECHO-04 TUBO DE CONCRETO ARMADO 52,96 500 3,93% 0,071 0,105 0,673 PV-04 509,28 2,04 PV-05 506,52 1,36 0,018 164,58 2,448 0,388
TRECHO-05 TUBO DE CONCRETO ARMADO 10,39 500 4,49% 0,098 0,125 0,784 PV-05 506,52 1,36 PV-06 506,06 1,36 0,018 280,90 2,940 0,499
TRECHO-06 TUBO DE CONCRETO ARMADO 70,45 600 3,64% 0,170 0,164 1,038 PV-06 506,06 1,49 PV-07 503,51 1,50 0,018 536,19 3,171 0,579
TRECHO-07 TUBO DE CONCRETO ARMADO 91,78 800 1,07% 0,270 0,207 1,304 PV-07 503,51 1,50 PV-21 502,75 1,73 0,018 536,19 2,017 0,530
TRECHO-08 TUBO DE CONCRETO ARMADO 39,90 500 0,50% 0,044 0,080 0,555 PV-08 505,22 1,44 PV-09 505,15 1,57 0,018 30,66 0,730 0,278
TRECHO-09 TUBO DE CONCRETO ARMADO 73,79 600 0,64% 0,127 0,142 0,894 PV-09 505,15 1,57 PV-13 504,85 1,74 0,018 148,04 1,205 0,460
TRECHO-10 TUBO DE CONCRETO ARMADO 57,25 600 0,50% 0,129 0,143 0,901 PV-10 505,67 1,38 PV-11 505,63 1,62 0,018 134,22 1,075 0,465
TRECHO-11 TUBO DE CONCRETO ARMADO 61,35 600 0,66% 0,117 0,136 0,860 PV-11 505,63 1,66 PV-12 505,05 1,49 0,018 134,22 1,194 0,432
TRECHO-12 TUBO DE CONCRETO ARMADO 9,97 600 1,60% 0,135 0,147 0,921 PV-12 505,05 1,49 PV-13 504,85 1,46 0,018 256,36 1,953 0,482
TRECHO-13 TUBO DE CONCRETO ARMADO 49,84 600 3,64% 0,168 0,163 1,033 PV-13 504,85 1,74 PV-21 502,75 1,46 0,018 528,77 3,161 0,575
TRECHO-14 TUBO DE CONCRETO ARMADO 49,76 500 0,50% 0,100 0,126 0,791 PV-14 504,04 1,36 PV-15 503,98 1,55 0,018 96,10 0,987 0,506
TRECHO-15 TUBO DE CONCRETO ARMADO 39,43 500 0,50% 0,100 0,126 0,791 PV-15 503,98 1,55 PV-16 503,96 1,73 0,018 96,10 0,987 0,506
TRECHO-16 TUBO DE CONCRETO ARMADO 13,44 600 0,50% 0,167 0,163 1,030 PV-16 503,96 1,73 PV-18 503,97 1,80 0,018 194,76 1,170 0,573
TRECHO-17 TUBO DE CONCRETO ARMADO 60,85 500 0,75% 0,073 0,107 0,684 PV-17 504,52 1,45 PV-18 503,97 1,36 0,018 75,81 1,084 0,399
TRECHO-18 TUBO DE CONCRETO ARMADO 24,61 800 0,50% 0,274 0,209 1,314 PV-18 503,97 1,90 PV-19 503,62 1,68 0,018 373,52 1,382 0,536
TRECHO-19 TUBO DE CONCRETO ARMADO 62,18 800 0,50% 0,287 0,213 1,347 PV-19 503,62 1,68 PV-20 503,82 2,18 0,018 398,87 1,402 0,556
TRECHO-20 TUBO DE CONCRETO ARMADO 92,84 800 0,61% 0,268 0,206 1,298 PV-20 503,82 2,18 PV-21 502,75 1,68 0,018 398,87 1,515 0,526
TRECHO-21 TUBO DE CONCRETO ARMADO 50,95 800 5,41% 0,310 0,221 1,406 PV-21 502,75 1,83 PV-22 499,85 1,68 0,018 1.463,83 4,720 0,593
TRECHO-22 TUBO DE CONCRETO ARMADO 44,62 1000 5,38% 0,320 0,225 1,424 PV-22 499,85 2,68 PV-23 497,17 2,40 0,018 1.463,83 4,763 0,427
TRECHO-23 TUBO DE CONCRETO ARMADO 43,35 1200 0,50% 0,756 0,342 2,210 PV-23 497,17 2,40 ALA-1 496,17 1,62 0,018 1.463,83 1,921 0,634
TRECHO-24 TUBO DE CONCRETO ARMADO 59,81 500 1,63% 0,084 0,115 0,727 PV-24 501,76 1,36 PV-25 500,79 1,36 0,018 135,01 1,677 0,441
TRECHO-25 TUBO DE CONCRETO ARMADO 60,45 500 4,31% 0,059 0,095 0,625 PV-25 500,79 1,36 PV-26 498,18 1,36 0,018 135,01 2,401 0,342
TRECHO-26 TUBO DE CONCRETO ARMADO 59,85 600 4,42% 0,133 0,145 0,914 PV-26 498,18 2,24 PV-27 494,76 1,46 0,018 416,80 3,229 0,477
TRECHO-27 TUBO DE CONCRETO ARMADO 79,11 600 4,99% 0,127 0,142 0,896 PV-27 494,76 3,37 PV-31 488,91 1,46 0,018 416,80 3,380 0,461
TRECHO-28 TUBO DE CONCRETO ARMADO 59,60 500 4,84% 0,062 0,098 0,637 PV-28 501,07 1,36 PV-29 498,18 1,36 0,018 152,94 2,591 0,354
TRECHO-29 TUBO DE CONCRETO ARMADO 57,63 500 6,00% 0,058 0,093 0,617 PV-29 498,18 2,36 PV-30 493,89 1,52 0,018 152,94 2,802 0,335
TRECHO-30 TUBO DE CONCRETO ARMADO 40,34 500 6,00% 0,103 0,128 0,803 PV-30 493,89 4,07 PV-31 488,91 1,51 0,018 347,16 3,452 0,518
TRECHO-31 TUBO DE CONCRETO ARMADO 33,66 600 6,00% 0,183 0,169 1,084 PV-31 488,91 3,68 PV-32 484,67 1,46 0,018 763,96 4,157 0,617
TRECHO-32 TUBO DE CONCRETO ARMADO 32,82 600 6,00% 0,183 0,169 1,084 PV-32 484,67 2,68 PV-33 481,59 1,56 0,018 763,96 4,157 0,617
TRECHO-33 TUBO DE CONCRETO ARMADO 53,10 600 3,07% 0,240 0,182 1,314 PV-33 481,59 1,56 ALA-2 479,25 0,86 0,018 763,96 3,128 0,790
PLANOS DIRETORES MUNICIPAIS DE MACRODRENAGEM URBANA NA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO SOROCABA E MÉDIO TIETÊ
ETAPA IV - ELABORAÇÃO DE ANTEPROJETOS
MEMÓRIA DE CÁLCULO DA MICRODRENAGEM
Município de Laranjal Paulista - Microbacia 2
SHS Consultoria e Projetos de Engenharia Ltda. EPP - www.shs.com.br Página 1 de 1
Trecho Descrição Extensão
(m)
Diâmetro
(mm) Decliv.
Área
Molhada
(m²)
Raio
Hidráulico
(m)
Perímetro
Molhado
(m)
Montante Cota Terreno
(Mont.) (m)
Prof. Coletor
(Mont.) (m) Jusante Cota Terreno
(Jus.) (m)
Prof. Coletor
(Jus.) (m)
n de
Manning
Vazão
Escoando
(L/s)
Velocidade
(m/s)
Lâmina
(m)
TRECHO-01 TUBO DE CONCRETO ARMADO 74,47 500 3,42% 0,047 0,082 0,566 PV-01 532,61 1,36 PV-02 530,07 1,36 0,018 85,73 1,946 0,287
TRECHO-02 TUBO DE CONCRETO ARMADO 63,75 500 6,00% 0,076 0,110 0,698 PV-02 530,07 2,36 PV-03 526,18 2,30 0,018 228,21 3,117 0,413
TRECHO-03 TUBO DE CONCRETO ARMADO 17,28 600 2,71% 0,131 0,144 0,906 PV-03 526,18 2,30 PV-04 524,97 1,55 0,018 318,04 2,513 0,470
TRECHO-04 TUBO DE CONCRETO ARMADO 66,04 600 5,47% 0,113 0,134 0,848 PV-04 524,97 1,95 PV-07 520,87 1,46 0,018 369,30 3,396 0,422
TRECHO-05 TUBO DE CONCRETO ARMADO 64,41 500 1,10% 0,041 0,076 0,538 PV-05 522,32 2,07 PV-06 520,91 1,36 0,018 40,78 1,050 0,263
TRECHO-06 TUBO DE CONCRETO ARMADO 18,84 500 0,50% 0,093 0,122 0,764 PV-06 520,91 2,22 PV-07 520,87 2,27 0,018 86,92 0,964 0,479
TRECHO-07 TUBO DE CONCRETO ARMADO 47,09 600 3,68% 0,160 0,159 1,006 PV-07 520,87 2,27 PV-08 518,32 1,46 0,018 496,71 3,133 0,553
TRECHO-08 TUBO DE CONCRETO ARMADO 33,37 600 4,81% 0,150 0,154 0,971 PV-08 518,32 1,48 PV-09 516,72 1,48 0,018 516,87 3,508 0,524
TRECHO-09 TUBO DE CONCRETO ARMADO 22,17 800 4,24% 0,174 0,164 1,059 PV-09 516,72 1,70 PV-14 515,75 1,68 0,018 567,02 3,429 0,378
TRECHO-10 TUBO DE CONCRETO ARMADO 40,14 500 2,63% 0,019 0,047 0,399 PV-10 518,60 1,64 PV-11 517,26 1,36 0,018 21,21 1,170 0,151
TRECHO-11 TUBO DE CONCRETO ARMADO 49,82 500 0,60% 0,074 0,107 0,686 PV-11 517,26 2,10 PV-12 516,22 1,36 0,018 68,53 0,972 0,402
TRECHO-12 TUBO DE CONCRETO ARMADO 36,80 500 0,50% 0,102 0,127 0,800 PV-12 516,22 1,52 PV-13 515,96 1,45 0,018 99,18 0,994 0,515
TRECHO-13 TUBO DE CONCRETO ARMADO 20,89 600 0,50% 0,123 0,140 0,882 PV-13 515,96 1,50 PV-14 515,75 1,40 0,018 125,83 1,058 0,450
TRECHO-14 TUBO DE CONCRETO ARMADO 60,69 800 4,12% 0,206 0,180 1,144 PV-14 515,75 1,69 PV-15 513,25 1,69 0,018 714,29 3,601 0,430
TRECHO-15 TUBO DE CONCRETO ARMADO 19,32 800 4,45% 0,225 0,189 1,190 PV-15 513,25 1,69 PV-16 512,38 1,68 0,018 837,70 3,857 0,458
TRECHO-16 TUBO DE CONCRETO ARMADO 49,16 800 4,98% 0,228 0,190 1,197 PV-16 512,38 1,68 PV-17 509,94 1,68 0,018 902,76 4,099 0,463
TRECHO-17 TUBO DE CONCRETO ARMADO 44,96 800 5,44% 0,221 0,187 1,180 PV-17 509,94 1,68 PV-18 507,49 1,68 0,018 902,76 4,238 0,452
TRECHO-18 TUBO DE CONCRETO ARMADO 14,98 800 5,71% 0,230 0,191 1,203 PV-18 507,49 1,68 PV-19 506,63 1,68 0,018 980,98 4,405 0,467
TRECHO-19 TUBO DE CONCRETO ARMADO 20,42 800 3,94% 0,267 0,206 1,296 PV-19 506,63 2,68 PV-20 505,39 2,24 0,018 1.009,60 3,847 0,525
TRECHO-20 TUBO DE CONCRETO ARMADO 61,00 800 4,45% 0,267 0,206 1,295 PV-20 505,39 2,66 PV-21 501,70 1,68 0,018 1.070,32 4,087 0,524
TRECHO-21 TUBO DE CONCRETO ARMADO 64,61 800 4,02% 0,286 0,213 1,344 PV-21 501,70 2,44 PV-22 498,59 1,93 0,018 1.123,47 3,969 0,554
TRECHO-22 TUBO DE CONCRETO ARMADO 62,88 1000 0,76% 0,528 0,286 1,849 PV-22 498,59 1,93 ALA-1 497,57 1,39 0,018 1.123,47 2,107 0,637
TRECHO-23 TUBO DE CONCRETO ARMADO 22,12 500 6,00% 0,026 0,058 0,453 PV-23 507,03 2,36 PV-24 504,89 1,54 0,018 51,20 2,040 0,192
TRECHO-24 TUBO DE CONCRETO ARMADO 25,47 500 6,00% 0,026 0,058 0,453 PV-24 504,89 2,54 PV-25 502,46 1,64 0,018 51,20 2,040 0,192
TRECHO-25 TUBO DE CONCRETO ARMADO 21,11 500 6,00% 0,026 0,058 0,453 PV-25 502,46 2,64 PV-26 500,49 1,94 0,018 51,20 2,040 0,192
TRECHO-26 TUBO DE CONCRETO ARMADO 17,14 500 3,85% 0,053 0,089 0,597 PV-26 500,49 2,10 PV-30 499,08 1,36 0,018 109,69 2,177 0,316
TRECHO-27 TUBO DE CONCRETO ARMADO 34,77 500 2,97% 0,012 0,035 0,340 PV-27 503,11 1,64 PV-28 501,80 1,36 0,018 12,22 1,027 0,111
TRECHO-28 TUBO DE CONCRETO ARMADO 34,15 500 2,73% 0,048 0,083 0,570 PV-28 501,80 1,97 PV-29 500,25 1,36 0,018 78,62 1,752 0,291
TRECHO-29 TUBO DE CONCRETO ARMADO 27,91 500 3,15% 0,057 0,093 0,613 PV-29 500,25 1,64 PV-30 499,08 1,36 0,018 108,63 2,019 0,331
TRECHO-30 TUBO DE CONCRETO ARMADO 56,58 500 5,69% 0,088 0,118 0,745 PV-30 499,08 2,42 PV-31 494,82 1,37 0,018 271,47 3,191 0,459
TRECHO-31 TUBO DE CONCRETO ARMADO 16,12 600 3,77% 0,113 0,133 0,846 PV-31 494,82 1,75 ALA-2 493,41 0,96 0,018 303,76 2,813 0,420
TRECHO-32 TUBO DE CONCRETO ARMADO 64,19 500 4,85% 0,033 0,066 0,492 PV-32 525,53 1,36 PV-33 522,42 1,36 0,018 62,32 2,008 0,223
TRECHO-33 TUBO DE CONCRETO ARMADO 33,64 500 6,00% 0,043 0,079 0,549 PV-33 522,42 3,36 PV-34 519,07 2,02 0,018 102,05 2,501 0,272
TRECHO-34 TUBO DE CONCRETO ARMADO 29,58 500 6,00% 0,070 0,104 0,670 PV-34 519,07 3,67 PV-35 515,40 1,78 0,018 200,55 3,014 0,386
TRECHO-35 TUBO DE CONCRETO ARMADO 24,13 500 6,00% 0,070 0,104 0,670 PV-35 515,40 3,78 PV-36 512,19 2,02 0,018 200,55 3,014 0,386
TRECHO-36 TUBO DE CONCRETO ARMADO 18,54 500 6,00% 0,080 0,112 0,712 PV-36 512,19 3,22 PV-40 509,66 1,80 0,018 242,78 3,166 0,426
TRECHO-37 TUBO DE CONCRETO ARMADO 41,04 500 0,50% 0,076 0,109 0,695 PV-37 510,85 1,97 PV-38 510,60 1,92 0,018 65,02 0,897 0,410
TRECHO-38 TUBO DE CONCRETO ARMADO 47,15 500 0,50% 0,090 0,119 0,751 PV-38 510,60 1,93 PV-39 510,35 1,92 0,018 82,51 0,952 0,465
TRECHO-39 TUBO DE CONCRETO ARMADO 12,41 600 0,50% 0,132 0,145 0,910 PV-39 510,35 2,11 PV-40 509,66 1,48 0,018 138,40 1,083 0,473
TRECHO-40 TUBO DE CONCRETO ARMADO 25,40 600 6,00% 0,122 0,139 0,879 PV-40 509,66 3,77 PV-41 506,51 2,15 0,018 430,87 3,654 0,447
TRECHO-41 TUBO DE CONCRETO ARMADO 28,92 600 6,00% 0,122 0,139 0,879 PV-41 506,51 3,15 PV-42 503,67 2,04 0,018 430,87 3,654 0,447
TRECHO-42 TUBO DE CONCRETO ARMADO 17,44 600 4,63% 0,146 0,152 0,957 PV-42 503,67 2,14 PV-46 502,18 1,46 0,018 485,85 3,408 0,512
TRECHO-43 TUBO DE CONCRETO ARMADO 25,84 500 0,50% 0,047 0,083 0,567 PV-43 502,66 1,84 PV-44 502,64 1,95 0,018 33,06 0,746 0,289
PLANOS DIRETORES MUNICIPAIS DE MACRODRENAGEM URBANA NA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO SOROCABA E MÉDIO TIETÊ
ETAPA IV - ELABORAÇÃO DE ANTEPROJETOS
MEMÓRIA DE CÁLCULO DA MICRODRENAGEM
Município de Laranjal Paulista - Microbacia 3
SHS Consultoria e Projetos de Engenharia Ltda. EPP - www.shs.com.br Página 1 de 2
Trecho Descrição Extensão
(m)
Diâmetro
(mm) Decliv.
Área
Molhada
(m²)
Raio
Hidráulico
(m)
Perímetro
Molhado
(m)
Montante Cota Terreno
(Mont.) (m)
Prof. Coletor
(Mont.) (m) Jusante Cota Terreno
(Jus.) (m)
Prof. Coletor
(Jus.) (m)
n de
Manning
Vazão
Escoando
(L/s)
Velocidade
(m/s)
Lâmina
(m)
PLANOS DIRETORES MUNICIPAIS DE MACRODRENAGEM URBANA NA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO SOROCABA E MÉDIO TIETÊ
ETAPA IV - ELABORAÇÃO DE ANTEPROJETOS
MEMÓRIA DE CÁLCULO DA MICRODRENAGEM
Município de Laranjal Paulista - Microbacia 3
TRECHO-44 TUBO DE CONCRETO ARMADO 46,36 500 0,50% 0,071 0,105 0,674 PV-44 502,64 1,95 PV-45 502,53 2,08 0,018 58,98 0,874 0,389
TRECHO-45 TUBO DE CONCRETO ARMADO 14,02 500 0,50% 0,105 0,129 0,814 PV-45 502,53 2,13 PV-46 502,18 1,84 0,018 104,03 1,005 0,529
TRECHO-46 TUBO DE CONCRETO ARMADO 30,08 600 5,41% 0,169 0,163 1,034 PV-46 502,18 2,22 PV-47 499,78 1,46 0,018 646,96 3,857 0,576
TRECHO-47 TUBO DE CONCRETO ARMADO 29,67 600 6,00% 0,163 0,160 1,013 PV-47 499,78 2,46 PV-48 497,81 2,26 0,018 646,96 4,017 0,559
TRECHO-48 TUBO DE CONCRETO ARMADO 17,41 800 3,05% 0,223 0,188 1,186 PV-48 497,81 2,40 PV-52 496,55 1,68 0,018 686,90 3,186 0,456
TRECHO-49 TUBO DE CONCRETO ARMADO 19,16 500 0,50% 0,058 0,094 0,619 PV-49 497,09 1,64 PV-50 497,14 1,78 0,018 44,63 0,811 0,337
TRECHO-50 TUBO DE CONCRETO ARMADO 35,03 500 0,50% 0,089 0,119 0,748 PV-50 497,14 2,14 PV-51 496,80 1,97 0,018 81,75 0,950 0,463
TRECHO-51 TUBO DE CONCRETO ARMADO 12,50 500 0,50% 0,115 0,135 0,855 PV-51 496,80 1,97 PV-52 496,55 1,79 0,018 118,55 1,034 0,569
TRECHO-52 TUBO DE CONCRETO ARMADO 44,84 800 5,06% 0,217 0,185 1,171 PV-52 496,55 2,10 PV-53 493,86 1,68 0,018 850,47 4,064 0,446
TRECHO-53 TUBO DE CONCRETO ARMADO 28,36 1000 1,17% 0,507 0,281 1,804 PV-53 493,86 2,29 ALA-3 492,86 1,62 0,018 1.310,94 2,574 0,615
TRECHO-54 TUBO DE CONCRETO ARMADO 81,31 500 3,59% 0,043 0,079 0,550 PV-54 521,66 2,26 PV-55 517,84 1,36 0,018 79,52 1,938 0,273
TRECHO-55 TUBO DE CONCRETO ARMADO 38,41 500 4,73% 0,051 0,087 0,588 PV-55 517,84 2,24 PV-56 515,14 1,36 0,018 114,99 2,376 0,307
TRECHO-56 TUBO DE CONCRETO ARMADO 33,67 500 6,00% 0,059 0,095 0,625 PV-56 515,14 2,36 PV-57 512,42 1,65 0,018 159,84 2,836 0,343
TRECHO-57 TUBO DE CONCRETO ARMADO 30,72 500 6,00% 0,066 0,101 0,652 PV-57 512,42 2,73 PV-58 509,60 1,76 0,018 183,50 2,944 0,368
TRECHO-58 TUBO DE CONCRETO ARMADO 35,18 500 6,00% 0,066 0,101 0,652 PV-58 509,60 2,70 PV-59 506,52 1,74 0,018 183,50 2,944 0,368
TRECHO-59 TUBO DE CONCRETO ARMADO 46,49 500 4,49% 0,090 0,119 0,751 PV-59 506,52 2,24 PV-60 503,55 1,36 0,018 247,50 2,853 0,466
TRECHO-60 TUBO DE CONCRETO ARMADO 31,44 500 5,31% 0,084 0,116 0,730 PV-60 503,55 2,15 PV-61 501,48 1,75 0,018 247,50 3,039 0,445
TRECHO-61 TUBO DE CONCRETO ARMADO 18,71 600 5,04% 0,103 0,127 0,813 PV-61 501,48 1,85 PV-62 500,15 1,46 0,018 309,72 3,148 0,393
TRECHO-62 TUBO DE CONCRETO ARMADO 42,48 600 5,13% 0,117 0,136 0,861 PV-62 500,15 2,15 PV-63 497,27 1,46 0,018 374,01 3,326 0,432
TRECHO-63 TUBO DE CONCRETO ARMADO 99,68 600 2,11% 0,173 0,165 1,048 PV-63 497,27 2,08 ALA-4 493,86 0,85 0,018 418,42 2,426 0,588
SHS Consultoria e Projetos de Engenharia Ltda. EPP - www.shs.com.br Página 2 de 2
Trecho Descrição Extensão
(m)
Diâmetro
(mm) Decliv.
Área
Molhada
(m²)
Raio
Hidráulico
(m)
Perímetro
Molhado (m) Montante Cota Terreno
(Mont.) (m)
Prof. Coletor
(Mont.) (m) Jusante Cota Terreno
(Jus.) (m)
Prof. Coletor
(Jus.) (m)
n de
Manning
Vazão
Escoando
(L/s)
Velocidade
(m/s)
Lâmina
(m)
TRECHO-01 TUBO DE CONCRETO ARMADO 52,54 500 2,39% 0,059 0,094 0,622 PV-01 531,79 1,41 PV-02 530,48 1,36 0,018 99,049 1,781 0,170
TRECHO-02 TUBO DE CONCRETO ARMADO 37,69 500 2,73% 0,080 0,113 0,714 PV-02 530,48 2,06 PV-03 528,75 1,36 0,018 165,548 2,141 0,214
TRECHO-03 TUBO DE CONCRETO ARMADO 39,28 500 6,00% 0,098 0,125 0,786 PV-03 528,75 3,08 PV-04 525,14 1,82 0,018 326,833 3,404 0,250
TRECHO-04 TUBO DE CONCRETO ARMADO 49,05 500 6,99% 0,097 0,124 0,779 PV-04 525,14 3,38 PV-05 520,15 1,83 0,018 344,395 3,654 0,247
TRECHO-05 TUBO DE CONCRETO ARMADO 21,07 500 6,00% 0,105 0,129 0,813 PV-05 520,15 2,83 PV-06 517,65 1,59 0,018 359,477 3,479 0,264
TRECHO-06 TUBO DE CONCRETO ARMADO 45,36 500 6,92% 0,109 0,131 0,828 PV-06 517,65 3,17 PV-07 512,74 1,40 0,018 405,873 3,778 0,271
TRECHO-07 TUBO DE CONCRETO ARMADO 45,68 500 6,00% 0,114 0,135 0,851 PV-07 512,74 2,87 PV-08 508,86 1,73 0,018 405,873 3,573 0,283
TRECHO-08 TUBO DE CONCRETO ARMADO 43,06 500 6,00% 0,134 0,144 0,934 PV-08 508,86 2,73 PV-09 505,78 2,23 0,018 506,889 3,734 0,323
TRECHO-09 TUBO DE CONCRETO ARMADO 44,58 500 4,92% 0,145 0,147 0,981 PV-09 505,78 2,23 PV-10 502,71 1,36 0,018 506,889 3,439 0,345
TRECHO-10 TUBO DE CONCRETO ARMADO 74,25 500 6,00% 0,158 0,151 1,047 PV-10 502,71 2,51 PV-11 497,92 2,17 0,018 622,895 3,856 0,375
TRECHO-11 TUBO DE CONCRETO ARMADO 38,82 600 4,38% 0,185 0,170 1,091 PV-11 497,92 2,27 PV-12 495,40 1,46 0,018 663,202 3,563 0,374
TRECHO-12 TUBO DE CONCRETO ARMADO 57,44 600 6,00% 0,176 0,166 1,060 PV-12 495,40 2,36 PV-13 491,64 2,05 0,018 724,248 4,113 0,358
TRECHO-13 TUBO DE CONCRETO ARMADO 34,60 600 4,15% 0,209 0,177 1,181 PV-13 491,64 2,15 PV-14 489,52 1,46 0,018 761,575 3,570 0,416
TRECHO-14 TUBO DE CONCRETO ARMADO 35,31 600 6,00% 0,193 0,172 1,119 PV-14 489,52 2,36 PV-29 487,39 2,34 0,018 821,517 4,214 0,387
TRECHO-15 TUBO DE CONCRETO ARMADO 27,57 500 0,50% 0,064 0,099 0,645 PV-15 524,28 2,22 PV-16 524,11 2,20 0,018 51,194 0,842 0,181
TRECHO-16 TUBO DE CONCRETO ARMADO 45,54 500 7,71% 0,057 0,093 0,614 PV-16 524,11 3,42 PV-17 518,77 1,59 0,018 170,577 3,162 0,166
TRECHO-17 TUBO DE CONCRETO ARMADO 37,20 600 0,72% 0,191 0,172 1,112 PV-17 518,77 1,76 PV-18 518,20 1,46 0,018 280,627 1,456 0,384
TRECHO-18 TUBO DE CONCRETO ARMADO 39,61 600 7,92% 0,091 0,118 0,770 PV-18 518,20 3,41 PV-19 513,36 1,71 0,018 324,809 3,765 0,215
TRECHO-19 TUBO DE CONCRETO ARMADO 49,80 600 6,00% 0,100 0,125 0,803 PV-19 513,36 3,18 PV-20 508,83 1,63 0,018 324,809 3,400 0,231
TRECHO-20 TUBO DE CONCRETO ARMADO 49,40 600 5,82% 0,131 0,144 0,907 PV-20 508,83 1,63 PV-21 505,68 1,36 0,018 467,561 3,686 0,282
TRECHO-21 TUBO DE CONCRETO ARMADO 45,04 600 6,00% 0,129 0,143 0,903 PV-21 505,68 2,36 PV-22 502,90 2,29 0,018 467,561 3,728 0,280
TRECHO-22 TUBO DE CONCRETO ARMADO 22,11 600 2,06% 0,242 0,183 1,327 PV-22 502,90 2,38 PV-23 501,52 1,46 0,018 631,938 2,566 0,480
TRECHO-23 TUBO DE CONCRETO ARMADO 46,28 600 3,15% 0,225 0,181 1,245 PV-23 501,52 2,65 PV-24 498,77 1,36 0,018 724,415 3,150 0,445
TRECHO-24 TUBO DE CONCRETO ARMADO 46,45 600 6,00% 0,176 0,166 1,060 PV-24 498,77 2,36 PV-25 495,93 2,31 0,018 724,415 4,113 0,358
TRECHO-25 TUBO DE CONCRETO ARMADO 49,30 600 4,26% 0,233 0,182 1,282 PV-25 495,93 2,31 PV-26 492,88 1,36 0,018 876,972 3,680 0,461
TRECHO-26 TUBO DE CONCRETO ARMADO 48,80 600 6,00% 0,202 0,175 1,155 PV-26 492,88 2,36 PV-27 489,84 2,24 0,018 876,972 4,263 0,404
TRECHO-27 TUBO DE CONCRETO ARMADO 52,62 800 1,68% 0,379 0,238 1,595 PV-27 489,84 2,24 PV-28 488,96 2,23 0,018 1.067,086 2,759 0,564
TRECHO-28 TUBO DE CONCRETO ARMADO 25,19 800 6,00% 0,260 0,204 1,279 PV-28 488,96 2,68 PV-29 487,39 2,62 0,018 1.200,745 4,708 0,411
TRECHO-29 TUBO DE CONCRETO ARMADO 60,45 1000 4,47% 0,434 0,262 1,654 PV-29 487,39 2,83 PV-30 483,75 1,90 0,018 2.061,453 4,815 0,541
TRECHO-30 TUBO DE CONCRETO ARMADO 32,68 1000 4,84% 0,430 0,261 1,645 PV-30 483,75 2,68 PV-31 481,65 2,16 0,018 2.115,030 4,996 0,537
TRECHO-31 TUBO DE CONCRETO ARMADO 39,77 1200 1,31% 0,708 0,333 2,125 PV-31 481,65 2,16 ALA-1 480,31 1,34 0,018 2.158,438 3,048 0,719
TRECHO-32 TUBO DE CONCRETO ARMADO 30,11 500 6,00% 0,040 0,075 0,531 PV-32 520,96 2,52 PV-33 518,98 2,35 0,018 90,870 2,418 0,128
TRECHO-33 TUBO DE CONCRETO ARMADO 37,04 500 6,00% 0,040 0,075 0,531 PV-33 518,98 2,86 PV-34 515,74 1,84 0,018 90,870 2,418 0,128
TRECHO-34 TUBO DE CONCRETO ARMADO 23,75 500 3,89% 0,071 0,105 0,676 PV-34 515,74 2,33 PV-35 513,84 1,36 0,018 166,482 2,446 0,196
TRECHO-35 TUBO DE CONCRETO ARMADO 40,58 500 6,00% 0,068 0,103 0,662 PV-35 513,84 2,87 PV-36 510,22 1,69 0,018 193,331 2,985 0,189
TRECHO-36 TUBO DE CONCRETO ARMADO 33,71 500 5,49% 0,070 0,105 0,672 PV-36 510,22 2,21 PV-37 507,52 1,36 0,018 193,331 2,889 0,194
TRECHO-37 TUBO DE CONCRETO ARMADO 42,04 500 6,00% 0,086 0,117 0,737 PV-37 507,52 2,36 PV-38 504,15 1,51 0,018 270,699 3,253 0,226
TRECHO-38 TUBO DE CONCRETO ARMADO 42,06 500 6,00% 0,086 0,117 0,737 PV-38 504,15 2,51 PV-39 500,93 1,81 0,018 270,699 3,253 0,226
TRECHO-39 TUBO DE CONCRETO ARMADO 74,09 500 5,63% 0,111 0,133 0,838 PV-39 500,93 1,81 PV-40 496,31 1,36 0,018 377,235 3,430 0,276
TRECHO-40 TUBO DE CONCRETO ARMADO 19,71 500 5,00% 0,134 0,144 0,933 PV-40 496,31 1,36 PV-41 495,36 1,39 0,018 461,236 3,407 0,323
TRECHO-41 TUBO DE CONCRETO ARMADO 77,61 500 6,00% 0,132 0,143 0,923 PV-41 495,36 2,39 PV-42 490,10 1,79 0,018 493,637 3,716 0,318
TRECHO-42 TUBO DE CONCRETO ARMADO 70,83 500 4,95% 0,160 0,151 1,058 PV-42 490,10 2,34 PV-43 485,61 1,36 0,018 573,810 3,508 0,379
TRECHO-43 TUBO DE CONCRETO ARMADO 38,27 600 4,01% 0,190 0,171 1,109 PV-43 485,61 2,44 PV-44 483,22 1,58 0,018 658,917 3,433 0,382
PLANOS DIRETORES MUNICIPAIS DE MACRODRENAGEM URBANA NA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO SOROCABA E MÉDIO TIETÊ
ETAPA IV - ELABORAÇÃO DE ANTEPROJETOS
MEMÓRIA DE CÁLCULO DA MICRODRENAGEM
Município de Laranjal Paulista - Microbacia 4
SHS Consultoria e Projetos de Engenharia Ltda. EPP - www.shs.com.br Página 1 de 3
Trecho Descrição Extensão
(m)
Diâmetro
(mm) Decliv.
Área
Molhada
(m²)
Raio
Hidráulico
(m)
Perímetro
Molhado (m) Montante Cota Terreno
(Mont.) (m)
Prof. Coletor
(Mont.) (m) Jusante Cota Terreno
(Jus.) (m)
Prof. Coletor
(Jus.) (m)
n de
Manning
Vazão
Escoando
(L/s)
Velocidade
(m/s)
Lâmina
(m)
PLANOS DIRETORES MUNICIPAIS DE MACRODRENAGEM URBANA NA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO SOROCABA E MÉDIO TIETÊ
ETAPA IV - ELABORAÇÃO DE ANTEPROJETOS
MEMÓRIA DE CÁLCULO DA MICRODRENAGEM
Município de Laranjal Paulista - Microbacia 4
TRECHO-44 TUBO DE CONCRETO ARMADO 51,45 600 5,21% 0,178 0,167 1,065 PV-44 483,22 2,14 PV-45 480,08 1,69 0,018 683,036 3,842 0,361
TRECHO-45 TUBO DE CONCRETO ARMADO 36,71 1000 0,57% 0,446 0,266 1,679 PV-45 480,08 2,110 x 1,000 x 0 º 478,62 0,86 0,018 765,417 1,733 0,554
TRECHO-46 TUBO DE CONCRETO ARMADO 32,88 500 6,00% 0,026 0,057 0,450 PV-46 513,08 2,59 PV-47 510,51 2,00 0,018 50,097 2,026 0,095
TRECHO-47 TUBO DE CONCRETO ARMADO 32,88 500 5,75% 0,026 0,058 0,453 PV-47 510,51 2,00 PV-48 507,98 1,36 0,018 50,097 1,997 0,096
TRECHO-48 TUBO DE CONCRETO ARMADO 37,76 500 6,00% 0,049 0,085 0,576 PV-48 507,98 2,36 PV-49 505,05 1,69 0,018 120,937 2,625 0,148
TRECHO-49 TUBO DE CONCRETO ARMADO 40,67 500 6,00% 0,049 0,085 0,576 PV-49 505,05 2,69 PV-50 501,90 1,98 0,018 120,937 2,625 0,148
TRECHO-50 TUBO DE CONCRETO ARMADO 48,51 500 6,00% 0,071 0,105 0,674 PV-50 501,90 2,98 PV-51 498,15 2,14 0,018 204,033 3,027 0,195
TRECHO-51 TUBO DE CONCRETO ARMADO 47,66 500 6,00% 0,076 0,109 0,696 PV-51 498,15 3,14 PV-52 494,29 2,14 0,018 226,656 3,111 0,206
TRECHO-52 TUBO DE CONCRETO ARMADO 17,79 500 2,91% 0,114 0,134 0,848 PV-52 494,29 2,13 PV-53 492,99 1,36 0,018 279,864 2,483 0,281
TRECHO-53 TUBO DE CONCRETO ARMADO 32,25 500 5,61% 0,098 0,125 0,786 PV-53 492,99 1,67 PV-54 490,88 1,36 0,018 316,312 3,292 0,250
TRECHO-54 TUBO DE CONCRETO ARMADO 47,75 500 6,00% 0,101 0,127 0,798 PV-54 490,88 2,37 PV-55 487,89 2,25 0,018 341,659 3,439 0,257
TRECHO-55 TUBO DE CONCRETO ARMADO 70,67 500 5,15% 0,120 0,137 0,872 PV-55 487,89 2,25 PV-56 483,36 1,36 0,018 400,169 3,353 0,293
TRECHO-56 TUBO DE CONCRETO ARMADO 57,22 500 4,77% 0,140 0,146 0,961 PV-56 483,36 2,23 PV-59 479,76 1,36 0,018 480,085 3,365 0,336
TRECHO-57 TUBO DE CONCRETO ARMADO 28,61 500 0,50% 0,086 0,117 0,736 PV-57 479,59 2,22 PV-58 479,58 2,35 0,018 77,872 0,938 0,226
TRECHO-58 TUBO DE CONCRETO ARMADO 9,89 500 0,50% 0,115 0,135 0,854 PV-58 479,58 2,35 PV-59 479,76 2,58 0,018 118,273 1,033 0,284
TRECHO-59 TUBO DE CONCRETO ARMADO 32,88 800 0,50% 0,396 0,240 1,648 PV-59 479,76 2,87 PV-60 478,41 1,68 0,018 615,481 1,518 0,588
TRECHO-60 TUBO DE CONCRETO ARMADO 50,77 800 0,57% 0,424 0,243 1,743 PV-60 478,41 1,73 ALA-3 477,57 1,18 0,018 703,112 1,628 0,628
TRECHO-61 TUBO DE CONCRETO ARMADO 40,98 500 4,55% 0,027 0,059 0,457 PV-61 519,50 2,01 PV-62 516,98 1,36 0,018 45,961 1,793 0,097
TRECHO-62 TUBO DE CONCRETO ARMADO 40,81 500 5,61% 0,025 0,056 0,444 PV-62 516,98 1,39 PV-63 514,70 1,39 0,018 45,961 1,928 0,092
TRECHO-63 TUBO DE CONCRETO ARMADO 47,43 500 5,95% 0,057 0,093 0,615 PV-63 514,70 2,17 PV-64 511,07 1,36 0,018 150,530 2,781 0,166
TRECHO-64 TUBO DE CONCRETO ARMADO 53,68 500 6,00% 0,057 0,093 0,614 PV-64 511,07 2,36 PV-65 507,04 1,55 0,018 150,530 2,790 0,166
TRECHO-65 TUBO DE CONCRETO ARMADO 74,47 500 6,00% 0,082 0,114 0,722 PV-65 507,04 2,55 PV-66 501,55 1,54 0,018 253,718 3,201 0,218
TRECHO-66 TUBO DE CONCRETO ARMADO 59,91 500 7,31% 0,096 0,124 0,778 PV-66 501,55 2,75 PV-67 496,57 2,15 0,018 350,307 3,732 0,246
TRECHO-67 TUBO DE CONCRETO ARMADO 41,34 500 6,00% 0,121 0,138 0,876 PV-67 496,57 3,15 PV-68 492,95 2,01 0,018 437,153 3,629 0,295
TRECHO-68 TUBO DE CONCRETO ARMADO 39,10 500 6,00% 0,121 0,138 0,876 PV-68 492,95 3,01 PV-69 489,94 2,34 0,018 437,153 3,629 0,295
TRECHO-69 TUBO DE CONCRETO ARMADO 21,59 600 2,42% 0,198 0,174 1,137 PV-69 489,94 2,34 PV-71 488,43 1,36 0,018 539,518 2,692 0,395
TRECHO-70 TUBO DE CONCRETO ARMADO 19,72 500 0,50% 0,048 0,084 0,573 PV-70 488,63 2,20 PV-71 488,43 2,10 0,018 34,332 0,754 0,147
TRECHO-71 TUBO DE CONCRETO ARMADO 78,45 600 5,72% 0,152 0,155 0,978 PV-71 488,43 2,10 PV-72 483,21 1,37 0,018 573,850 3,841 0,318
TRECHO-72 TUBO DE CONCRETO ARMADO 15,43 600 6,00% 0,169 0,163 1,034 PV-72 483,21 2,46 PV-73 482,17 2,34 0,018 681,356 4,062 0,346
TRECHO-73 TUBO DE CONCRETO ARMADO 52,19 800 1,40% 0,292 0,215 1,358 PV-73 482,17 2,66 PV-74 480,46 1,68 0,018 681,356 2,357 0,450
TRECHO-74 TUBO DE CONCRETO ARMADO 36,24 800 1,57% 0,297 0,217 1,373 PV-74 480,46 1,96 PV-75 479,61 1,68 0,018 742,179 2,511 0,458
TRECHO-75 TUBO DE CONCRETO ARMADO 59,52 1000 0,50% 0,489 0,277 1,765 PV-75 479,61 1,78 ALA-4 478,93 1,39 0,018 815,062 1,669 0,596
TRECHO-76 TUBO DE CONCRETO ARMADO 37,45 500 5,25% 0,063 0,098 0,639 PV-76 511,08 2,10 PV-77 508,37 1,36 0,018 160,651 2,705 0,178
TRECHO-77 TUBO DE CONCRETO ARMADO 32,92 500 6,00% 0,060 0,095 0,626 PV-77 508,37 2,36 PV-78 506,03 1,99 0,018 160,651 2,840 0,172
TRECHO-78 TUBO DE CONCRETO ARMADO 29,97 500 4,92% 0,076 0,109 0,695 PV-78 506,03 1,99 PV-79 503,92 1,36 0,018 203,909 2,812 0,205
TRECHO-79 TUBO DE CONCRETO ARMADO 46,40 500 6,00% 0,071 0,105 0,673 PV-79 503,92 2,36 PV-80 500,69 1,91 0,018 203,909 3,027 0,194
TRECHO-80 TUBO DE CONCRETO ARMADO 61,38 500 6,00% 0,106 0,130 0,815 PV-80 500,69 2,91 PV-81 495,46 1,36 0,018 361,459 3,483 0,265
TRECHO-81 TUBO DE CONCRETO ARMADO 36,00 500 3,01% 0,157 0,151 1,042 PV-81 495,46 2,15 ALA-5 493,30 1,08 0,018 438,535 2,731 0,373
TRECHO-82 TUBO DE CONCRETO ARMADO 42,83 500 2,87% 0,098 0,125 0,786 PV-82 504,95 2,22 PV-83 502,86 1,36 0,018 225,781 2,354 0,250
TRECHO-83 TUBO DE CONCRETO ARMADO 64,42 500 4,98% 0,081 0,113 0,716 PV-83 502,86 1,36 PV-84 499,66 1,36 0,018 225,781 2,899 0,216
TRECHO-84 TUBO DE CONCRETO ARMADO 51,35 500 6,52% 0,095 0,123 0,775 PV-84 499,66 2,95 PV-85 495,43 2,07 0,018 326,739 3,514 0,245
TRECHO-85 TUBO DE CONCRETO ARMADO 47,69 500 6,00% 0,118 0,136 0,864 PV-85 495,43 3,07 PV-86 491,14 1,64 0,018 421,317 3,601 0,289
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Trecho Descrição Extensão
(m)
Diâmetro
(mm) Decliv.
Área
Molhada
(m²)
Raio
Hidráulico
(m)
Perímetro
Molhado (m) Montante Cota Terreno
(Mont.) (m)
Prof. Coletor
(Mont.) (m) Jusante Cota Terreno
(Jus.) (m)
Prof. Coletor
(Jus.) (m)
n de
Manning
Vazão
Escoando
(L/s)
Velocidade
(m/s)
Lâmina
(m)
PLANOS DIRETORES MUNICIPAIS DE MACRODRENAGEM URBANA NA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO SOROCABA E MÉDIO TIETÊ
ETAPA IV - ELABORAÇÃO DE ANTEPROJETOS
MEMÓRIA DE CÁLCULO DA MICRODRENAGEM
Município de Laranjal Paulista - Microbacia 4
TRECHO-86 TUBO DE CONCRETO ARMADO 53,17 500 7,08% 0,111 0,133 0,836 PV-86 491,14 3,07 PV-87 486,30 1,99 0,018 421,317 3,843 0,275
TRECHO-87 TUBO DE CONCRETO ARMADO 51,93 600 4,27% 0,170 0,164 1,039 PV-87 486,30 2,39 PV-88 483,30 1,60 0,018 582,030 3,436 0,348
TRECHO-88 TUBO DE CONCRETO ARMADO 34,86 600 5,19% 0,165 0,162 1,023 PV-88 483,30 2,01 PV-95 480,83 1,36 0,018 617,142 3,757 0,340
TRECHO-89 TUBO DE CONCRETO ARMADO 37,95 500 5,18% 0,033 0,067 0,495 PV-89 500,46 1,36 PV-90 498,52 1,38 0,018 65,538 2,086 0,113
TRECHO-90 TUBO DE CONCRETO ARMADO 35,33 500 6,00% 0,031 0,065 0,485 PV-90 498,52 2,38 PV-91 495,89 1,87 0,018 65,538 2,197 0,109
TRECHO-91 TUBO DE CONCRETO ARMADO 38,92 500 6,00% 0,069 0,103 0,665 PV-91 495,89 2,87 PV-92 492,34 1,65 0,018 196,136 2,996 0,191
TRECHO-92 TUBO DE CONCRETO ARMADO 39,12 500 6,00% 0,069 0,103 0,665 PV-92 492,34 2,65 PV-93 488,75 1,41 0,018 196,136 2,996 0,191
TRECHO-93 TUBO DE CONCRETO ARMADO 44,62 500 6,00% 0,090 0,119 0,752 PV-93 488,75 3,04 PV-94 484,98 1,95 0,018 287,070 3,300 0,233
TRECHO-94 TUBO DE CONCRETO ARMADO 50,29 500 6,00% 0,107 0,130 0,819 PV-94 484,98 2,88 PV-95 480,83 1,75 0,018 366,958 3,495 0,267
TRECHO-95 TUBO DE CONCRETO ARMADO 46,39 800 2,71% 0,320 0,224 1,432 PV-95 480,83 2,25 PV-96 478,84 1,52 0,018 1.083,331 3,373 0,487
TRECHO-96 TUBO DE CONCRETO ARMADO 50,86 1000 0,60% 0,577 0,295 1,958 PV-96 478,84 1,53 ALA-6 478,40 1,39 0,018 1.117,245 1,901 0,689
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Trecho Descrição Extensão
(m)
Diâmetro
(mm) Decliv.
Área
Molhada
(m²)
Raio
Hidráulico
(m)
Perímetro
Molhado
(m)
Montante Cota Terreno
(Mont.) (m)
Prof. Coletor
(Mont.) (m) Jusante Cota Terreno
(Jus.) (m)
Prof. Coletor
(Jus.) (m)
n de
Manning
Vazão
Escoando
(L/s)
Velocidade
(m/s)
Lâmina
(m)
TRECHO-01 TUBO DE CONCRETO ARMADO 45,67 500 3,61% 0,057 0,093 0,614 PV-01 530,40 1,36 PV-02 528,88 1,48 0,018 116,884 2,165 0,166
TRECHO-02 TUBO DE CONCRETO ARMADO 50,31 500 2,03% 0,098 0,125 0,786 PV-02 528,88 1,50 PV-04 527,77 1,41 0,018 190,071 1,980 0,250
TRECHO-03 TUBO DE CONCRETO ARMADO 47,44 500 3,47% 0,068 0,103 0,662 PV-03 529,34 1,36 PV-04 527,77 1,43 0,018 146,945 2,269 0,189
TRECHO-04 TUBO DE CONCRETO ARMADO 46,44 600 2,73% 0,186 0,170 1,094 PV-04 527,77 1,54 PV-05 526,42 1,46 0,018 527,153 2,816 0,375
TRECHO-05 TUBO DE CONCRETO ARMADO 44,52 600 4,11% 0,180 0,168 1,073 PV-05 526,42 1,56 PV-06 524,49 1,46 0,018 617,331 3,424 0,365
TRECHO-06 TUBO DE CONCRETO ARMADO 61,05 800 2,57% 0,258 0,203 1,273 PV-06 524,49 1,77 PV-07 522,83 1,68 0,018 775,133 3,072 0,408
TRECHO-07 TUBO DE CONCRETO ARMADO 59,76 1000 0,50% 0,523 0,285 1,837 PV-07 522,83 1,89 PV-08 523,27 2,63 0,018 895,349 1,699 0,632
TRECHO-08 TUBO DE CONCRETO ARMADO 43,70 1000 0,50% 0,523 0,285 1,837 PV-08 523,27 2,63 PV-09 522,72 2,29 0,018 895,349 1,699 0,632
TRECHO-09 TUBO DE CONCRETO ARMADO 52,43 1000 1,31% 0,424 0,260 1,634 PV-09 522,72 2,12 PV-14 521,83 1,92 0,018 1.080,108 2,588 0,532
TRECHO-10 TUBO DE CONCRETO ARMADO 48,55 500 4,32% 0,087 0,118 0,742 PV-10 530,80 1,36 PV-11 528,71 1,36 0,018 234,451 2,775 0,228
TRECHO-11 TUBO DE CONCRETO ARMADO 53,06 500 5,07% 0,083 0,114 0,723 PV-11 528,71 1,36 PV-12 526,06 1,41 0,018 234,451 2,947 0,219
TRECHO-12 TUBO DE CONCRETO ARMADO 60,77 600 4,68% 0,169 0,163 1,034 PV-12 526,06 1,46 PV-13 523,22 1,46 0,018 601,821 3,587 0,346
TRECHO-13 TUBO DE CONCRETO ARMADO 50,41 600 3,14% 0,195 0,173 1,126 PV-13 523,22 1,48 PV-14 521,83 1,67 0,018 601,821 3,055 0,390
TRECHO-14 TUBO DE CONCRETO ARMADO 36,00 1000 5,02% 0,391 0,249 1,567 PV-14 521,83 3,81 PV-15 517,80 1,59 0,018 1.879,561 4,932 0,498
TRECHO-15 TUBO DE CONCRETO ARMADO 40,83 1000 4,96% 0,392 0,250 1,570 PV-15 517,80 3,92 PV-16 513,35 1,50 0,018 1.879,561 4,908 0,500
TRECHO-16 TUBO DE CONCRETO ARMADO 37,33 1000 4,76% 0,398 0,252 1,582 PV-16 513,35 3,69 PV-17 509,28 1,39 0,018 1.879,561 4,830 0,505
TRECHO-17 TUBO DE CONCRETO ARMADO 34,08 1000 4,80% 0,397 0,251 1,579 PV-17 509,28 3,57 PV-18 505,88 1,80 0,018 1.879,561 4,849 0,504
TRECHO-18 TUBO DE CONCRETO ARMADO 48,12 1200 0,50% 0,919 0,363 2,535 PV-18 505,88 1,83 ALA-1 505,20 1,39 0,018 1.879,561 1,998 0,909
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ETAPA IV - ELABORAÇÃO DE ANTEPROJETOS
MEMÓRIA DE CÁLCULO DA MICRODRENAGEM
Município de Laranjal Paulista - Microbacia 5
SHS Consultoria e Projetos de Engenharia Ltda. EPP - www.shs.com.br Página 1 de 1
Trecho Descrição Extensão
(m)
Diâmetro
(mm) Decliv.
Área
Molhada
(m²)
Raio
Hidráulico
(m)
Perímetro
Molhado
(m)
Montante Cota Terreno
(Mont.) (m)
Prof. Coletor
(Mont.) (m) Jusante Cota Terreno
(Jus.) (m)
Prof. Coletor
(Jus.) (m)
n de
Manning
Vazão
Escoando
(L/s)
Velocidade
(m/s)
Lâmina
(m)
TRECHO-01 TUBO DE CONCRETO ARMADO 31,39 500 0,50% 0,097 0,124 0,781 PV-01 514,98 2,17 PV-02 514,87 2,23 0,018 92,764 0,979 0,248
TRECHO-02 TUBO DE CONCRETO ARMADO 58,37 500 6,00% 0,065 0,100 0,649 PV-02 514,87 2,68 PV-05 510,43 1,73 0,018 180,638 2,931 0,183
TRECHO-03 TUBO DE CONCRETO ARMADO 37,64 500 0,50% 0,046 0,081 0,561 PV-03 510,55 1,67 PV-04 510,39 1,70 0,018 31,872 0,738 0,142
TRECHO-04 TUBO DE CONCRETO ARMADO 11,55 500 0,50% 0,118 0,136 0,864 PV-04 510,39 2,15 PV-05 510,43 2,24 0,018 121,731 1,040 0,289
TRECHO-05 TUBO DE CONCRETO ARMADO 49,05 500 6,00% 0,117 0,136 0,862 PV-05 510,43 2,94 PV-06 506,32 1,77 0,018 419,380 3,598 0,288
TRECHO-06 TUBO DE CONCRETO ARMADO 39,52 500 5,37% 0,122 0,138 0,881 PV-06 506,32 2,63 PV-09 502,92 1,36 0,018 419,380 3,443 0,298
TRECHO-07 TUBO DE CONCRETO ARMADO 38,43 500 0,50% 0,050 0,086 0,583 PV-07 501,83 2,14 PV-08 502,36 2,86 0,018 36,456 0,767 0,152
TRECHO-08 TUBO DE CONCRETO ARMADO 11,71 500 0,50% 0,123 0,139 0,886 PV-08 502,36 2,86 PV-09 502,92 3,48 0,018 129,522 1,053 0,300
TRECHO-09 TUBO DE CONCRETO ARMADO 34,44 500 3,74% 0,206 0,176 1,168 PV-09 502,92 3,48 PV-10 500,01 1,86 0,018 708,725 3,379 0,410
TRECHO-10 TUBO DE CONCRETO ARMADO 28,32 500 6,00% 0,173 0,165 1,050 PV-10 500,01 2,36 PV-11 497,68 1,73 0,018 708,725 4,095 0,354
TRECHO-11 TUBO DE CONCRETO ARMADO 36,12 600 4,44% 0,240 0,182 1,314 PV-11 497,68 2,55 PV-12 494,98 1,46 0,018 918,988 3,765 0,474
TRECHO-12 TUBO DE CONCRETO ARMADO 26,67 600 5,70% 0,214 0,178 1,200 PV-12 494,98 1,46 PV-13 493,52 1,52 0,018 918,988 4,203 0,425
TRECHO-13 TUBO DE CONCRETO ARMADO 63,56 800 4,76% 0,269 0,207 1,302 PV-13 493,52 1,81 PV-14 490,36 1,68 0,018 1.122,611 4,240 0,423
TRECHO-14 TUBO DE CONCRETO ARMADO 49,27 800 4,32% 0,294 0,216 1,364 PV-14 490,36 1,99 PV-15 487,92 1,68 0,018 1.212,599 4,152 0,454
TRECHO-15 TUBO DE CONCRETO ARMADO 31,91 1000 0,53% 0,696 0,331 2,106 PV-15 487,92 1,69 ALA-1 487,45 1,39 0,018 1.345,062 1,934 0,710
TRECHO-16 TUBO DE CONCRETO ARMADO 49,04 500 5,30% 0,052 0,088 0,592 PV-16 510,57 2,22 PV-17 507,11 1,36 0,018 124,492 2,531 0,155
TRECHO-17 TUBO DE CONCRETO ARMADO 49,08 500 6,00% 0,050 0,086 0,581 PV-17 507,11 2,36 PV-18 503,43 1,62 0,018 124,492 2,646 0,151
TRECHO-18 TUBO DE CONCRETO ARMADO 17,85 500 5,75% 0,085 0,116 0,734 PV-18 503,43 1,62 PV-19 502,14 1,36 0,018 261,793 3,175 0,225
TRECHO-19 TUBO DE CONCRETO ARMADO 47,45 500 6,00% 0,101 0,127 0,795 PV-19 502,14 2,83 PV-20 498,81 2,35 0,018 337,830 3,430 0,255
TRECHO-20 TUBO DE CONCRETO ARMADO 14,48 500 2,79% 0,145 0,148 0,984 PV-20 498,81 2,35 PV-21 497,79 1,74 0,018 383,825 2,591 0,347
TRECHO-21 TUBO DE CONCRETO ARMADO 50,66 600 2,25% 0,170 0,164 1,039 PV-21 497,79 1,93 PV-22 496,43 1,71 0,018 422,972 2,496 0,348
TRECHO-22 TUBO DE CONCRETO ARMADO 16,38 600 1,34% 0,230 0,181 1,269 PV-22 496,43 1,72 PV-23 496,12 1,62 0,018 485,318 2,060 0,456
TRECHO-23 TUBO DE CONCRETO ARMADO 31,92 600 1,21% 0,243 0,183 1,330 PV-23 496,12 1,62 ALA-2 495,07 0,96 0,018 485,318 1,967 0,481
TRECHO-24 TUBO DE CONCRETO ARMADO 73,47 500 0,50% 0,099 0,125 0,788 PV-24 514,66 2,23 PV-25 514,68 2,62 0,018 94,957 0,984 0,251
TRECHO-25 TUBO DE CONCRETO ARMADO 32,85 600 0,50% 0,191 0,172 1,111 PV-25 514,68 2,62 PV-26 514,53 2,64 0,018 233,624 1,213 0,383
TRECHO-26 TUBO DE CONCRETO ARMADO 53,37 600 1,36% 0,192 0,172 1,115 PV-26 514,53 2,66 PV-27 512,50 1,36 0,018 387,665 2,003 0,385
TRECHO-27 TUBO DE CONCRETO ARMADO 43,64 600 3,97% 0,138 0,148 0,932 PV-27 512,50 1,36 PV-28 510,90 1,49 0,018 417,628 3,101 0,295
TRECHO-28 TUBO DE CONCRETO ARMADO 44,79 600 6,00% 0,141 0,150 0,941 PV-28 510,90 2,49 PV-29 507,92 2,20 0,018 527,689 3,837 0,299
TRECHO-29 TUBO DE CONCRETO ARMADO 41,14 600 4,54% 0,155 0,157 0,989 PV-29 507,92 2,30 PV-30 505,21 1,46 0,018 527,689 3,446 0,323
TRECHO-30 TUBO DE CONCRETO ARMADO 61,97 600 5,21% 0,170 0,164 1,040 PV-30 505,21 2,21 PV-31 501,24 1,46 0,018 644,384 3,797 0,349
TRECHO-31 TUBO DE CONCRETO ARMADO 17,28 600 6,00% 0,175 0,166 1,054 PV-31 501,24 2,46 PV-40 500,16 2,42 0,018 715,494 4,103 0,356
TRECHO-32 TUBO DE CONCRETO ARMADO 49,09 500 2,69% 0,075 0,109 0,692 PV-32 513,53 1,36 PV-33 512,34 1,48 0,018 149,270 2,074 0,204
TRECHO-33 TUBO DE CONCRETO ARMADO 50,26 500 2,00% 0,083 0,115 0,726 PV-33 512,34 1,61 PV-34 511,08 1,36 0,018 149,270 1,857 0,220
TRECHO-34 TUBO DE CONCRETO ARMADO 53,80 500 3,76% 0,116 0,135 0,855 PV-34 511,08 1,50 PV-35 508,92 1,36 0,018 325,649 2,836 0,285
TRECHO-35 TUBO DE CONCRETO ARMADO 36,23 500 4,74% 0,107 0,130 0,819 PV-35 508,92 1,36 PV-36 507,30 1,46 0,018 325,649 3,105 0,267
TRECHO-36 TUBO DE CONCRETO ARMADO 43,68 500 4,08% 0,144 0,147 0,979 PV-36 507,30 1,46 PV-37 505,53 1,47 0,018 459,602 3,130 0,344
TRECHO-37 TUBO DE CONCRETO ARMADO 28,88 500 3,89% 0,147 0,148 0,991 PV-37 505,53 1,47 PV-38 504,29 1,36 0,018 459,602 3,068 0,350
TRECHO-38 TUBO DE CONCRETO ARMADO 60,73 600 3,61% 0,182 0,168 1,080 PV-38 504,29 2,35 PV-39 501,21 1,46 0,018 588,593 3,220 0,368
TRECHO-39 TUBO DE CONCRETO ARMADO 12,84 600 6,00% 0,158 0,158 0,997 PV-39 501,21 2,46 PV-40 500,16 2,18 0,018 619,303 3,979 0,327
TRECHO-40 TUBO DE CONCRETO ARMADO 38,41 1000 0,84% 0,591 0,297 1,992 PV-40 500,16 2,71 PV-41 499,14 2,01 0,018 1.367,452 2,266 0,704
TRECHO-41 TUBO DE CONCRETO ARMADO 31,82 1000 1,50% 0,486 0,276 1,759 PV-41 499,14 2,01 PV-42 499,31 2,65 0,018 1.400,238 2,885 0,594
TRECHO-42 TUBO DE CONCRETO ARMADO 48,62 1000 4,21% 0,338 0,231 1,461 PV-42 499,31 2,65 PV-43 496,28 1,68 0,018 1.400,238 4,296 0,445
PLANOS DIRETORES MUNICIPAIS DE MACRODRENAGEM URBANA NA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO SOROCABA E MÉDIO TIETÊ
ETAPA IV - ELABORAÇÃO DE ANTEPROJETOS
MEMÓRIA DE CÁLCULO DA MICRODRENAGEM
Município de Laranjal Paulista - Microbacia 6
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Trecho Descrição Extensão
(m)
Diâmetro
(mm) Decliv.
Área
Molhada
(m²)
Raio
Hidráulico
(m)
Perímetro
Molhado
(m)
Montante Cota Terreno
(Mont.) (m)
Prof. Coletor
(Mont.) (m) Jusante Cota Terreno
(Jus.) (m)
Prof. Coletor
(Jus.) (m)
n de
Manning
Vazão
Escoando
(L/s)
Velocidade
(m/s)
Lâmina
(m)
PLANOS DIRETORES MUNICIPAIS DE MACRODRENAGEM URBANA NA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO SOROCABA E MÉDIO TIETÊ
ETAPA IV - ELABORAÇÃO DE ANTEPROJETOS
MEMÓRIA DE CÁLCULO DA MICRODRENAGEM
Município de Laranjal Paulista - Microbacia 6
TRECHO-43 TUBO DE CONCRETO ARMADO 43,60 1000 2,90% 0,385 0,248 1,556 PV-43 496,28 3,35 ALA-3 492,84 1,18 0,018 1.400,238 3,730 0,492
SHS Consultoria e Projetos de Engenharia Ltda. EPP - www.shs.com.br Página 2 de 2
Trecho Descrição Extensão
(m)
Diâmetro
(mm) Decliv.
Área
Molhada
(m²)
Raio
Hidráulico
(m)
Perímetro
Molhado
(m)
Montante Cota Terreno
(Mont.) (m)
Prof. Coletor
(Mont.) (m) Jusante Cota Terreno
(Jus.) (m)
Prof. Coletor
(Jus.) (m)
n de
Manning
Vazão
Escoando
(L/s)
Velocidade
(m/s)
Lâmina
(m)
TRECHO-01 TUBO DE CONCRETO ARMADO 74,99 500 0,50% 0,105 0,129 0,811 PV-01 522,07 1,47 PV-02 523,24 3,02 0,018 102,963 1,003 0,263
TRECHO-02 TUBO DE CONCRETO ARMADO 54,89 500 1,17% 0,150 0,149 1,005 PV-02 523,24 3,02 PV-03 522,14 2,55 0,018 258,524 1,689 0,356
TRECHO-03 TUBO DE CONCRETO ARMADO 67,40 500 3,35% 0,121 0,138 0,876 PV-03 522,14 2,55 PV-04 518,69 1,36 0,018 326,395 2,711 0,295
TRECHO-04 TUBO DE CONCRETO ARMADO 15,46 500 6,00% 0,116 0,136 0,859 PV-04 518,69 2,39 PV-05 517,63 2,26 0,018 415,305 3,590 0,286
TRECHO-05 TUBO DE CONCRETO ARMADO 47,72 500 5,21% 0,140 0,146 0,960 PV-05 517,63 2,26 PV-06 514,24 1,36 0,018 500,198 3,515 0,336
TRECHO-06 TUBO DE CONCRETO ARMADO 15,38 500 6,00% 0,147 0,148 0,990 PV-06 514,24 2,36 PV-07 513,13 2,17 0,018 569,246 3,808 0,349
TRECHO-07 TUBO DE CONCRETO ARMADO 47,52 600 6,00% 0,165 0,162 1,022 PV-07 513,13 2,27 PV-08 509,47 1,46 0,018 661,850 4,037 0,340
TRECHO-08 TUBO DE CONCRETO ARMADO 41,18 600 6,00% 0,173 0,165 1,051 PV-08 509,47 2,46 PV-09 506,14 1,59 0,018 709,172 4,096 0,354
TRECHO-09 TUBO DE CONCRETO ARMADO 21,03 600 6,00% 0,183 0,169 1,085 PV-09 506,14 2,59 PV-17 504,39 2,11 0,018 766,547 4,160 0,371
TRECHO-10 TUBO DE CONCRETO ARMADO 65,67 500 3,62% 0,046 0,082 0,563 PV-10 524,01 1,36 PV-11 521,64 1,36 0,018 86,934 1,994 0,143
TRECHO-11 TUBO DE CONCRETO ARMADO 64,15 500 6,00% 0,068 0,102 0,660 PV-11 521,64 3,36 PV-12 516,16 1,73 0,018 191,311 2,976 0,188
TRECHO-12 TUBO DE CONCRETO ARMADO 56,32 500 6,00% 0,097 0,125 0,782 PV-12 516,16 2,73 PV-13 511,84 1,79 0,018 322,477 3,393 0,248
TRECHO-13 TUBO DE CONCRETO ARMADO 59,93 500 6,00% 0,097 0,125 0,782 PV-13 511,84 3,15 PV-14 506,81 1,71 0,018 322,477 3,393 0,248
TRECHO-14 TUBO DE CONCRETO ARMADO 15,92 600 4,20% 0,159 0,159 1,001 PV-14 506,81 2,01 PV-15 505,66 1,54 0,018 523,572 3,337 0,329
TRECHO-15 TUBO DE CONCRETO ARMADO 59,68 600 1,82% 0,216 0,179 1,206 PV-15 505,66 1,54 PV-16 505,08 2,04 0,018 523,572 2,378 0,428
TRECHO-16 TUBO DE CONCRETO ARMADO 14,28 600 2,94% 0,203 0,176 1,158 PV-16 505,08 2,13 PV-17 504,39 1,86 0,018 617,873 2,988 0,406
TRECHO-17 TUBO DE CONCRETO ARMADO 61,64 800 6,00% 0,298 0,217 1,375 PV-17 504,39 3,30 PV-18 499,16 1,77 0,018 1.458,688 4,914 0,459
TRECHO-18 TUBO DE CONCRETO ARMADO 14,88 800 4,31% 0,358 0,233 1,535 PV-18 499,16 2,41 PV-20 497,93 1,81 0,018 1.591,702 4,371 0,537
TRECHO-19 TUBO DE CONCRETO ARMADO 58,54 500 0,50% 0,075 0,109 0,692 PV-19 498,74 2,20 PV-20 497,93 1,68 0,018 64,294 0,894 0,204
TRECHO-20 TUBO DE CONCRETO ARMADO 36,38 800 5,53% 0,336 0,228 1,475 PV-20 497,93 2,85 PV-21 494,91 1,85 0,018 1.655,996 4,880 0,508
TRECHO-21 TUBO DE CONCRETO ARMADO 34,89 800 4,32% 0,376 0,237 1,586 PV-21 494,91 2,17 PV-22 492,94 1,71 0,018 1.696,972 4,422 0,560
TRECHO-22 TUBO DE CONCRETO ARMADO 47,33 800 3,38% 0,427 0,243 1,757 PV-22 492,94 1,79 PV-23 491,24 1,68 0,018 1.731,387 3,979 0,634
TRECHO-23 TUBO DE CONCRETO ARMADO 40,51 1200 0,59% 0,854 0,357 2,396 PV-23 491,24 1,68 ALA-1 490,49 1,18 0,018 1.876,561 2,151 0,848
TRECHO-24 TUBO DE CONCRETO ARMADO 37,77 500 1,65% 0,033 0,066 0,492 PV-24 505,66 1,84 PV-25 504,56 1,36 0,018 36,226 1,170 0,112
TRECHO-25 TUBO DE CONCRETO ARMADO 50,97 500 2,87% 0,080 0,113 0,714 PV-25 504,56 2,06 PV-26 502,39 1,36 0,018 169,533 2,195 0,214
TRECHO-26 TUBO DE CONCRETO ARMADO 17,74 500 5,57% 0,096 0,123 0,775 PV-26 502,39 2,18 PV-27 500,93 1,71 0,018 302,126 3,249 0,245
TRECHO-27 TUBO DE CONCRETO ARMADO 75,44 500 4,40% 0,104 0,128 0,808 PV-27 500,93 2,34 PV-28 496,63 1,36 0,018 302,126 2,967 0,261
TRECHO-28 TUBO DE CONCRETO ARMADO 80,84 500 5,54% 0,096 0,123 0,776 PV-28 496,63 1,36 PV-29 492,16 1,37 0,018 302,126 3,241 0,245
TRECHO-29 TUBO DE CONCRETO ARMADO 80,21 500 1,57% 0,151 0,149 1,011 PV-29 492,16 1,38 ALA-2 490,69 1,16 0,018 302,126 1,958 0,359
TRECHO-30 TUBO DE CONCRETO ARMADO 63,82 500 0,50% 0,170 0,152 1,119 PV-30 519,84 1,42 PV-31 520,78 2,68 0,018 193,131 1,120 0,405
TRECHO-31 TUBO DE CONCRETO ARMADO 67,63 500 0,85% 0,144 0,147 0,977 PV-31 520,78 2,68 PV-32 519,25 1,72 0,018 209,555 1,430 0,344
TRECHO-32 TUBO DE CONCRETO ARMADO 19,74 500 2,49% 0,123 0,139 0,886 PV-32 519,25 1,72 PV-33 518,38 1,35 0,018 289,494 2,351 0,300
TRECHO-33 TUBO DE CONCRETO ARMADO 53,86 500 4,59% 0,099 0,126 0,790 PV-33 518,38 1,35 PV-34 515,92 1,36 0,018 289,494 2,986 0,252
TRECHO-34 TUBO DE CONCRETO ARMADO 13,52 500 4,84% 0,117 0,136 0,863 PV-34 515,92 1,36 PV-35 515,26 1,36 0,018 378,070 3,234 0,289
TRECHO-35 TUBO DE CONCRETO ARMADO 50,42 500 5,18% 0,133 0,143 0,927 PV-35 515,26 1,36 PV-36 512,66 1,36 0,018 462,859 3,458 0,320
TRECHO-36 TUBO DE CONCRETO ARMADO 14,11 500 5,56% 0,140 0,146 0,960 PV-36 512,66 1,36 PV-37 511,91 1,40 0,018 516,566 3,632 0,335
TRECHO-37 TUBO DE CONCRETO ARMADO 44,32 500 6,00% 0,149 0,149 1,001 PV-37 511,91 2,36 PV-38 509,12 2,22 0,018 580,475 3,819 0,354
TRECHO-38 TUBO DE CONCRETO ARMADO 51,14 500 5,99% 0,159 0,151 1,052 PV-38 509,12 2,22 PV-39 505,19 1,36 0,018 626,718 3,856 0,377
TRECHO-39 TUBO DE CONCRETO ARMADO 62,38 600 6,00% 0,170 0,164 1,038 PV-39 505,19 3,46 PV-40 500,15 2,15 0,018 688,774 4,071 0,348
TRECHO-40 TUBO DE CONCRETO ARMADO 44,86 600 6,00% 0,190 0,171 1,110 PV-40 500,15 3,15 PV-41 496,40 2,10 0,018 807,200 4,200 0,383
TRECHO-41 TUBO DE CONCRETO ARMADO 35,19 600 4,97% 0,215 0,179 1,203 PV-41 496,40 2,20 PV-42 493,91 1,46 0,018 861,994 3,927 0,426
TRECHO-42 TUBO DE CONCRETO ARMADO 58,10 800 4,28% 0,258 0,203 1,274 PV-42 493,91 1,74 PV-43 491,66 1,98 0,018 1.002,805 3,966 0,409
PLANOS DIRETORES MUNICIPAIS DE MACRODRENAGEM URBANA NA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO SOROCABA E MÉDIO TIETÊ
ETAPA IV - ELABORAÇÃO DE ANTEPROJETOS
MEMÓRIA DE CÁLCULO DA MICRODRENAGEM
Município de Laranjal Paulista - Microbacia 7
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Trecho Descrição Extensão
(m)
Diâmetro
(mm) Decliv.
Área
Molhada
(m²)
Raio
Hidráulico
(m)
Perímetro
Molhado
(m)
Montante Cota Terreno
(Mont.) (m)
Prof. Coletor
(Mont.) (m) Jusante Cota Terreno
(Jus.) (m)
Prof. Coletor
(Jus.) (m)
n de
Manning
Vazão
Escoando
(L/s)
Velocidade
(m/s)
Lâmina
(m)
PLANOS DIRETORES MUNICIPAIS DE MACRODRENAGEM URBANA NA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO SOROCABA E MÉDIO TIETÊ
ETAPA IV - ELABORAÇÃO DE ANTEPROJETOS
MEMÓRIA DE CÁLCULO DA MICRODRENAGEM
Município de Laranjal Paulista - Microbacia 7
TRECHO-43 TUBO DE CONCRETO ARMADO 51,10 800 1,85% 0,380 0,238 1,598 PV-43 491,66 2,30 PV-44 490,09 1,68 0,018 1.124,923 2,900 0,566
TRECHO-44 TUBO DE CONCRETO ARMADO 30,00 1000 0,50% 0,652 0,303 2,150 PV-44 490,09 1,69 PV-45 489,63 1,37 0,018 1.181,544 1,773 0,774
TRECHO-45 TUBO DE CONCRETO ARMADO 31,77 1000 0,50% 0,652 0,303 2,150 PV-45 489,63 1,38 ALA-3 489,48 1,39 0,018 1.181,544 1,773 0,774
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(m)
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(mm) Decliv.
Área
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(m²)
Raio
Hidráulico
(m)
Perímetro
Molhado
(m)
Montante Cota Terreno
(Mont.) (m)
Prof. Coletor
(Mont.) (m) Jusante Cota Terreno
(Jus.) (m)
Prof. Coletor
(Jus.) (m)
n de
Manning
Vazão
Escoando
(L/s)
Velocidade
(m/s)
Lâmina
(m)
TRECHO-01 TUBO DE CONCRETO ARMADO 96,17 500 1,83% 0,056 0,092 0,610 PV-01 523,61 1,43 PV-02 521,78 1,36 0,018 81,015 1,530 0,164
TRECHO-02 TUBO DE CONCRETO ARMADO 53,43 500 1,39% 0,131 0,142 0,918 PV-02 521,78 2,18 PV-03 520,21 1,36 0,018 234,766 1,785 0,315
TRECHO-03 TUBO DE CONCRETO ARMADO 67,82 500 1,16% 0,168 0,152 1,107 PV-03 520,21 1,75 PV-04 519,22 1,55 0,018 292,445 1,708 0,400
TRECHO-04 TUBO DE CONCRETO ARMADO 59,88 600 2,05% 0,193 0,172 1,120 PV-04 519,22 1,55 PV-05 517,90 1,46 0,018 480,785 2,464 0,387
TRECHO-05 TUBO DE CONCRETO ARMADO 41,69 600 2,45% 0,181 0,168 1,077 PV-05 517,90 1,53 PV-06 516,80 1,46 0,018 480,785 2,648 0,367
TRECHO-06 TUBO DE CONCRETO ARMADO 16,76 600 2,12% 0,246 0,183 1,349 PV-06 516,80 1,52 PV-07 516,38 1,46 0,018 648,899 2,603 0,488
TRECHO-07 TUBO DE CONCRETO ARMADO 48,69 800 2,24% 0,285 0,213 1,342 PV-07 516,38 1,74 PV-08 515,28 1,73 0,018 835,936 2,962 0,443
TRECHO-08 TUBO DE CONCRETO ARMADO 52,12 800 4,05% 0,254 0,201 1,263 PV-08 515,28 2,05 PV-09 512,79 1,68 0,018 951,055 3,836 0,403
TRECHO-09 TUBO DE CONCRETO ARMADO 39,93 800 3,03% 0,281 0,211 1,331 PV-09 512,79 1,84 PV-10 511,49 1,75 0,018 951,055 3,428 0,437
TRECHO-10 TUBO DE CONCRETO ARMADO 74,94 800 1,83% 0,366 0,235 1,556 PV-10 511,49 2,07 PV-11 510,27 2,21 0,018 1.065,000 2,862 0,546
TRECHO-11 TUBO DE CONCRETO ARMADO 70,68 1000 1,03% 0,512 0,282 1,815 PV-11 510,27 2,21 PV-12 509,22 1,90 0,018 1.249,644 2,426 0,621
TRECHO-12 TUBO DE CONCRETO ARMADO 64,71 1000 2,93% 0,406 0,254 1,597 PV-12 509,22 2,43 PV-13 506,79 1,89 0,018 1.515,796 3,815 0,513
TRECHO-13 TUBO DE CONCRETO ARMADO 88,61 1000 2,43% 0,450 0,267 1,685 PV-13 506,79 2,42 PV-14 504,11 1,89 0,018 1.598,715 3,590 0,557
TRECHO-14 TUBO DE CONCRETO ARMADO 35,05 1000 4,42% 0,383 0,247 1,551 PV-14 504,11 2,76 PV-15 501,69 1,89 0,018 1.712,546 4,595 0,490
TRECHO-15 TUBO DE CONCRETO ARMADO 62,69 1000 2,25% 0,485 0,276 1,758 PV-15 501,69 2,05 ALA-1 499,09 0,86 0,018 1.712,546 3,534 0,593
TRECHO-16 TUBO DE CONCRETO ARMADO 75,57 500 2,21% 0,080 0,112 0,711 PV-16 506,79 1,43 PV-17 505,05 1,36 0,018 146,876 1,920 0,213
TRECHO-17 TUBO DE CONCRETO ARMADO 57,62 800 0,50% 0,325 0,225 1,445 PV-17 505,05 1,46 PV-18 505,80 2,49 0,018 475,362 1,454 0,493
TRECHO-18 TUBO DE CONCRETO ARMADO 60,94 800 1,73% 0,210 0,182 1,153 PV-18 505,80 2,49 PV-19 503,88 1,63 0,018 475,362 2,350 0,349
TRECHO-19 TUBO DE CONCRETO ARMADO 75,90 800 0,62% 0,302 0,218 1,385 PV-19 503,88 1,68 PV-20 503,90 2,17 0,018 475,362 1,580 0,464
TRECHO-20 TUBO DE CONCRETO ARMADO 45,02 800 0,50% 0,358 0,233 1,535 PV-20 503,90 2,17 PV-21 504,47 2,97 0,018 542,249 1,489 0,537
TRECHO-21 TUBO DE CONCRETO ARMADO 51,88 1000 0,50% 0,452 0,267 1,689 PV-21 504,47 2,97 PV-22 505,14 3,90 0,018 729,451 1,630 0,559
TRECHO-22 TUBO DE CONCRETO ARMADO 51,88 1000 0,50% 0,452 0,267 1,689 PV-22 505,14 3,90 PV-23 503,45 2,47 0,018 729,451 1,630 0,559
TRECHO-23 TUBO DE CONCRETO ARMADO 32,46 1000 1,53% 0,330 0,228 1,444 PV-23 503,45 2,47 PV-24 501,84 1,36 0,018 813,774 2,566 0,437
TRECHO-24 TUBO DE CONCRETO ARMADO 46,67 1000 2,02% 0,323 0,226 1,431 PV-24 501,84 2,12 PV-25 500,85 2,07 0,018 909,241 2,928 0,430
TRECHO-25 TUBO DE CONCRETO ARMADO 36,28 1000 5,41% 0,228 0,186 1,229 PV-25 500,85 2,07 PV-26 498,89 2,07 0,018 909,241 4,207 0,332
TRECHO-26 TUBO DE CONCRETO ARMADO 39,92 1000 5,86% 0,222 0,183 1,215 PV-26 498,89 2,10 PV-27 496,61 2,17 0,018 909,241 4,331 0,326
TRECHO-27 TUBO DE CONCRETO ARMADO 36,14 1000 6,00% 0,220 0,182 1,210 PV-27 496,61 2,18 PV-28 494,32 2,06 0,018 909,241 4,368 0,324
TRECHO-28 TUBO DE CONCRETO ARMADO 32,73 1000 6,54% 0,213 0,179 1,195 PV-28 494,32 2,18 PV-29 491,84 1,84 0,018 909,241 4,506 0,317
TRECHO-29 TUBO DE CONCRETO ARMADO 35,05 1000 6,00% 0,220 0,182 1,210 PV-29 491,84 2,38 PV-30 488,80 1,44 0,018 909,241 4,368 0,324
TRECHO-30 TUBO DE CONCRETO ARMADO 64,82 1000 1,93% 0,328 0,228 1,441 PV-30 488,80 2,44 ALA-2 485,97 0,86 0,018 909,241 2,878 0,436
TRECHO-31 TUBO DE CONCRETO ARMADO 68,45 600 0,91% 0,221 0,180 1,227 PV-31 514,50 1,60 PV-32 515,08 2,80 0,018 381,695 1,692 0,437
TRECHO-32 TUBO DE CONCRETO ARMADO 49,75 600 4,05% 0,181 0,168 1,076 PV-32 515,08 2,80 PV-33 511,62 1,36 0,018 617,276 3,404 0,366
TRECHO-33 TUBO DE CONCRETO ARMADO 40,82 600 6,00% 0,157 0,158 0,996 PV-33 511,62 2,36 PV-34 508,90 2,08 0,018 617,276 3,977 0,327
TRECHO-34 TUBO DE CONCRETO ARMADO 54,19 1000 0,50% 0,446 0,266 1,678 PV-34 508,90 2,08 PV-35 509,40 2,86 0,018 717,176 1,624 0,554
TRECHO-35 TUBO DE CONCRETO ARMADO 45,10 1000 0,50% 0,491 0,277 1,769 PV-35 509,40 2,86 PV-36 508,77 2,45 0,018 819,945 1,671 0,599
TRECHO-36 TUBO DE CONCRETO ARMADO 55,15 1000 0,50% 0,491 0,277 1,769 PV-36 508,77 2,45 PV-37 507,59 1,55 0,018 819,945 1,671 0,599
TRECHO-37 TUBO DE CONCRETO ARMADO 46,85 1000 0,50% 0,491 0,277 1,769 PV-37 507,59 1,56 ALA-3 506,65 0,86 0,018 819,945 1,671 0,599
TRECHO-38 TUBO DE CONCRETO ARMADO 60,29 500 3,97% 0,072 0,106 0,677 PV-38 521,84 2,10 PV-39 518,70 1,36 0,018 168,740 2,473 0,196
TRECHO-39 TUBO DE CONCRETO ARMADO 37,99 500 2,92% 0,128 0,141 0,908 PV-39 518,70 2,10 PV-40 516,85 1,36 0,018 331,754 2,574 0,311
TRECHO-40 TUBO DE CONCRETO ARMADO 50,19 500 6,00% 0,136 0,144 0,942 PV-40 516,85 2,36 PV-41 513,16 1,67 0,018 516,093 3,746 0,327
TRECHO-41 TUBO DE CONCRETO ARMADO 35,88 500 6,00% 0,136 0,144 0,942 PV-41 513,16 2,67 PV-42 510,46 2,13 0,018 516,093 3,746 0,327
TRECHO-42 TUBO DE CONCRETO ARMADO 80,62 600 3,84% 0,187 0,170 1,098 PV-42 510,46 2,34 PV-43 506,48 1,46 0,018 630,495 3,345 0,377
PLANOS DIRETORES MUNICIPAIS DE MACRODRENAGEM URBANA NA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO SOROCABA E MÉDIO TIETÊ
ETAPA IV - ELABORAÇÃO DE ANTEPROJETOS
MEMÓRIA DE CÁLCULO DA MICRODRENAGEM
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Trecho Descrição Extensão
(m)
Diâmetro
(mm) Decliv.
Área
Molhada
(m²)
Raio
Hidráulico
(m)
Perímetro
Molhado
(m)
Montante Cota Terreno
(Mont.) (m)
Prof. Coletor
(Mont.) (m) Jusante Cota Terreno
(Jus.) (m)
Prof. Coletor
(Jus.) (m)
n de
Manning
Vazão
Escoando
(L/s)
Velocidade
(m/s)
Lâmina
(m)
PLANOS DIRETORES MUNICIPAIS DE MACRODRENAGEM URBANA NA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO SOROCABA E MÉDIO TIETÊ
ETAPA IV - ELABORAÇÃO DE ANTEPROJETOS
MEMÓRIA DE CÁLCULO DA MICRODRENAGEM
Município de Laranjal Paulista - Microbacia 8
TRECHO-43 TUBO DE CONCRETO ARMADO 14,06 600 4,09% 0,210 0,177 1,183 PV-43 506,48 1,54 PV-44 505,82 1,46 0,018 759,244 3,547 0,417
TRECHO-44 TUBO DE CONCRETO ARMADO 54,92 600 4,87% 0,242 0,183 1,328 PV-44 505,82 1,56 PV-45 503,05 1,46 0,018 971,787 3,945 0,480
TRECHO-45 TUBO DE CONCRETO ARMADO 60,27 800 2,31% 0,335 0,228 1,471 PV-45 503,05 2,36 ALA-4 500,54 1,24 0,018 1.062,871 3,148 0,506
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(m)
Diâmetro
(mm) Decliv.
Área
Molhada
(m²)
Raio
Hidráulico
(m)
Perímetro
Molhado (m) Montante Cota Terreno
(Mont.) (m)
Prof. Coletor
(Mont.) (m) Jusante Cota Terreno
(Jus.) (m)
Prof. Coletor
(Jus.) (m)
n de
Manning
Vazão
Escoando
(L/s)
Velocidade
(m/s)
Lâmina
(m)
TRECHO-01 TUBO DE CONCRETO ARMADO 52,35 500 5,49% 0,030 0,063 0,476 PV-01 535,86 1,37 PV-02 533,17 1,55 0,018 58,785 2,061 0,110
TRECHO-02 TUBO DE CONCRETO ARMADO 51,90 500 6,00% 0,029 0,062 0,470 PV-02 533,17 2,55 PV-03 529,67 2,17 0,018 58,785 2,126 0,155
TRECHO-03 TUBO DE CONCRETO ARMADO 33,24 500 4,92% 0,071 0,106 0,677 PV-03 529,67 2,17 PV-04 527,22 1,36 0,018 187,762 2,753 0,113
TRECHO-04 TUBO DE CONCRETO ARMADO 35,00 500 6,00% 0,109 0,132 0,830 PV-04 527,22 2,84 PV-05 524,20 1,92 0,018 380,320 3,523 0,625
TRECHO-05 TUBO DE CONCRETO ARMADO 37,78 500 6,00% 0,109 0,132 0,830 PV-05 524,20 2,92 PV-06 521,10 2,09 0,018 380,320 3,523 0,286
TRECHO-06 TUBO DE CONCRETO ARMADO 34,91 500 5,88% 0,127 0,141 0,904 PV-06 521,10 2,06 PV-10 518,34 1,36 0,018 466,829 3,647 0,064
TRECHO-07 TUBO DE CONCRETO ARMADO 48,09 500 3,26% 0,067 0,101 0,656 PV-07 524,03 1,99 PV-08 521,83 1,36 0,018 138,009 2,181 0,095
TRECHO-08 TUBO DE CONCRETO ARMADO 43,54 500 4,26% 0,061 0,096 0,630 PV-08 521,83 1,36 PV-09 519,99 1,38 0,018 138,009 2,406 0,646
TRECHO-09 TUBO DE CONCRETO ARMADO 41,58 500 2,24% 0,123 0,139 0,887 PV-09 519,99 2,08 PV-10 518,34 1,36 0,018 275,156 2,230 1,007
TRECHO-10 TUBO DE CONCRETO ARMADO 33,49 600 4,05% 0,207 0,177 1,172 PV-10 518,34 1,46 PV-11 517,01 1,49 0,018 741,985 3,519 0,276
TRECHO-11 TUBO DE CONCRETO ARMADO 56,56 800 1,35% 0,352 0,232 1,516 PV-11 517,01 2,03 PV-12 516,25 2,04 0,018 867,891 2,435 0,288
TRECHO-12 TUBO DE CONCRETO ARMADO 72,83 800 6,00% 0,222 0,187 1,182 PV-12 516,25 3,30 PV-13 510,25 1,68 0,018 954,137 4,458 0,347
TRECHO-13 TUBO DE CONCRETO ARMADO 35,09 800 6,00% 0,222 0,187 1,182 PV-13 510,25 2,68 PV-14 508,06 2,59 0,018 954,137 4,458 0,287
TRECHO-14 TUBO DE CONCRETO ARMADO 30,67 800 2,31% 0,324 0,225 1,442 PV-14 508,06 2,91 PV-15 506,12 1,68 0,018 1.017,006 3,122 0,140
TRECHO-15 TUBO DE CONCRETO ARMADO 29,69 800 3,47% 0,285 0,213 1,342 PV-15 506,12 2,54 PV-16 504,23 1,68 0,018 1.040,885 3,687 0,218
TRECHO-16 TUBO DE CONCRETO ARMADO 39,87 800 6,00% 0,248 0,199 1,249 PV-16 504,23 2,68 PV-17 501,22 2,06 0,018 1.121,289 4,634 0,447
TRECHO-17 TUBO DE CONCRETO ARMADO 52,89 800 6,00% 0,257 0,202 1,270 PV-17 501,22 3,06 PV-18 497,36 2,37 0,018 1.176,126 4,686 0,385
TRECHO-18 TUBO DE CONCRETO ARMADO 83,81 800 2,50% 0,377 0,237 1,590 PV-18 497,36 3,59 PV-19 493,88 2,21 0,018 1.294,977 3,364 0,130
TRECHO-19 TUBO DE CONCRETO ARMADO 23,65 1200 0,50% 0,728 0,337 2,161 PV-19 493,88 2,23 ALA-1 492,39 0,86 0,018 1.390,152 1,902 0,211
TRECHO-20 TUBO DE CONCRETO ARMADO 49,98 500 1,45% 0,096 0,124 0,777 PV-20 530,83 1,68 PV-21 529,78 1,36 0,018 155,463 1,660 0,471
TRECHO-21 TUBO DE CONCRETO ARMADO 54,85 600 0,50% 0,181 0,168 1,075 PV-21 529,78 1,53 PV-25 530,10 2,13 0,018 216,577 1,196 0,225
TRECHO-22 TUBO DE CONCRETO ARMADO 56,03 500 4,11% 0,069 0,104 0,668 PV-22 535,15 1,36 PV-23 532,85 1,36 0,018 164,593 2,489 0,404
TRECHO-23 TUBO DE CONCRETO ARMADO 52,86 500 4,41% 0,068 0,102 0,661 PV-23 532,85 1,36 PV-24 530,52 1,36 0,018 164,593 2,554 0,103
TRECHO-24 TUBO DE CONCRETO ARMADO 10,33 500 4,08% 0,126 0,140 0,900 PV-24 530,52 1,36 PV-25 530,10 1,36 0,018 383,980 3,030 0,103
TRECHO-25 TUBO DE CONCRETO ARMADO 60,03 600 3,11% 0,195 0,173 1,127 PV-25 530,10 2,23 PV-27 527,46 1,46 0,018 600,557 3,042 0,181
TRECHO-26 TUBO DE CONCRETO ARMADO 39,30 500 0,59% 0,087 0,117 0,740 PV-26 527,69 1,36 PV-27 527,46 1,36 0,018 85,700 1,023 0,081
TRECHO-27 TUBO DE CONCRETO ARMADO 58,14 600 3,86% 0,228 0,181 1,258 PV-27 527,46 1,61 PV-28 525,06 1,46 0,018 814,024 3,493 0,542
TRECHO-28 TUBO DE CONCRETO ARMADO 57,27 600 3,56% 0,237 0,182 1,300 PV-28 525,06 1,56 PV-29 522,94 1,47 0,018 814,024 3,368 0,382
TRECHO-29 TUBO DE CONCRETO ARMADO 11,73 800 2,67% 0,296 0,216 1,370 PV-29 522,94 1,79 PV-30 522,51 1,68 0,018 963,570 3,272 0,080
TRECHO-30 TUBO DE CONCRETO ARMADO 79,44 800 1,29% 0,446 0,243 1,832 PV-30 522,51 1,99 PV-31 521,18 1,68 0,018 1.101,033 2,459 0,118
TRECHO-31 TUBO DE CONCRETO ARMADO 16,54 800 2,92% 0,347 0,231 1,504 PV-31 521,18 1,77 PV-36 520,80 1,88 0,018 1.255,556 3,572 0,095
TRECHO-32 TUBO DE CONCRETO ARMADO 24,14 500 2,81% 0,070 0,104 0,669 PV-32 526,97 2,16 PV-33 525,49 1,36 0,018 136,740 2,060 0,382
TRECHO-33 TUBO DE CONCRETO ARMADO 59,98 500 2,37% 0,098 0,125 0,786 PV-33 525,49 1,36 PV-34 524,15 1,45 0,018 205,156 2,139 0,395
TRECHO-34 TUBO DE CONCRETO ARMADO 62,85 500 4,10% 0,107 0,130 0,819 PV-34 524,15 1,58 PV-35 521,45 1,46 0,018 303,116 2,889 0,119
TRECHO-35 TUBO DE CONCRETO ARMADO 13,56 500 4,21% 0,155 0,150 1,030 PV-35 521,45 1,44 PV-36 520,80 1,36 0,018 509,695 3,220 0,134
TRECHO-36 TUBO DE CONCRETO ARMADO 71,63 800 5,44% 0,355 0,233 1,525 PV-36 520,80 2,88 PV-37 516,20 2,18 0,018 1.765,251 4,902 0,119
TRECHO-37 TUBO DE CONCRETO ARMADO 11,46 1200 3,95% 0,438 0,262 1,670 PV-37 516,20 2,58 PV-39 515,29 2,12 0,018 1.895,331 4,523 0,400
TRECHO-38 TUBO DE CONCRETO ARMADO 56,42 500 0,50% 0,086 0,117 0,737 PV-38 515,76 2,14 PV-39 515,29 1,96 0,018 78,207 0,939 0,192
TRECHO-39 TUBO DE CONCRETO ARMADO 51,45 1200 2,06% 0,573 0,302 1,897 PV-39 515,29 2,19 PV-40 514,17 2,12 0,018 2.009,291 3,589 0,465
TRECHO-40 TUBO DE CONCRETO ARMADO 47,80 1200 2,14% 0,573 0,302 1,897 PV-40 514,17 2,34 PV-41 512,93 2,12 0,018 2.046,917 3,657 0,074
TRECHO-41 TUBO DE CONCRETO ARMADO 82,42 1200 4,62% 0,453 0,267 1,697 PV-41 512,93 4,27 PV-43 507,41 2,56 0,018 2.154,778 4,953 0,101
TRECHO-42 TUBO DE CONCRETO ARMADO 87,79 500 1,71% 0,045 0,081 0,557 PV-42 509,20 1,65 PV-43 507,41 1,36 0,018 57,518 1,356 0,082
PLANOS DIRETORES MUNICIPAIS DE MACRODRENAGEM URBANA NA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO SOROCABA E MÉDIO TIETÊ
ETAPA IV - ELABORAÇÃO DE ANTEPROJETOS
MEMÓRIA DE CÁLCULO DA MICRODRENAGEM
Município de Laranjal Paulista - Microbacia 9
SHS Consultoria e Projetos de Engenharia Ltda. EPP - www.shs.com.br Página 1 de 2
Trecho Descrição Extensão
(m)
Diâmetro
(mm) Decliv.
Área
Molhada
(m²)
Raio
Hidráulico
(m)
Perímetro
Molhado (m) Montante Cota Terreno
(Mont.) (m)
Prof. Coletor
(Mont.) (m) Jusante Cota Terreno
(Jus.) (m)
Prof. Coletor
(Jus.) (m)
n de
Manning
Vazão
Escoando
(L/s)
Velocidade
(m/s)
Lâmina
(m)
PLANOS DIRETORES MUNICIPAIS DE MACRODRENAGEM URBANA NA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO SOROCABA E MÉDIO TIETÊ
ETAPA IV - ELABORAÇÃO DE ANTEPROJETOS
MEMÓRIA DE CÁLCULO DA MICRODRENAGEM
Município de Laranjal Paulista - Microbacia 9
TRECHO-43 TUBO DE CONCRETO ARMADO 19,15 1200 1,61% 0,683 0,328 2,082 PV-43 507,41 3,06 PV-44 506,17 2,12 0,018 2.280,860 3,352 0,789
TRECHO-44 TUBO DE CONCRETO ARMADO 32,79 1200 4,08% 0,495 0,280 1,768 PV-44 506,17 3,12 PV-45 504,17 2,46 0,018 2.297,145 4,804 0,078
TRECHO-45 TUBO DE CONCRETO ARMADO 13,70 1200 2,94% 0,559 0,298 1,874 PV-45 504,17 3,09 PV-48 503,30 2,63 0,018 2.319,013 4,254 0,048
TRECHO-46 TUBO DE CONCRETO ARMADO 65,90 500 1,07% 0,053 0,089 0,594 PV-46 505,14 2,17 PV-47 504,06 1,78 0,018 56,650 1,139 0,093
TRECHO-47 TUBO DE CONCRETO ARMADO 12,79 500 2,54% 0,078 0,111 0,705 PV-47 504,06 1,78 PV-48 503,30 1,36 0,018 153,355 2,045 0,055
TRECHO-48 TUBO DE CONCRETO ARMADO 47,98 1200 3,89% 0,530 0,290 1,826 PV-48 503,30 3,65 PV-49 500,05 2,26 0,018 2.472,368 4,805 0,128
TRECHO-49 TUBO DE CONCRETO ARMADO 18,02 1200 1,31% 0,801 0,349 2,293 PV-49 500,05 3,14 PV-50 498,79 2,12 0,018 2.564,055 3,154 0,054
TRECHO-50 TUBO DE CONCRETO ARMADO 71,17 1200 4,04% 0,552 0,296 1,862 PV-50 498,79 4,12 PV-51 493,86 2,06 0,018 2.667,911 4,962 0,153
TRECHO-51 TUBO DE CONCRETO ARMADO 17,75 1200 3,47% 0,595 0,308 1,935 PV-51 493,86 2,69 PV-52 492,67 2,12 0,018 2.756,307 4,717 0,125
TRECHO-52 TUBO DE CONCRETO ARMADO 28,22 1200 3,29% 0,621 0,314 1,978 PV-52 492,67 2,84 PV-53 491,16 2,25 0,018 2.849,986 4,657 0,143
TRECHO-53 TUBO DE CONCRETO ARMADO 30,23 1500 0,50% 1,262 0,438 2,881 PV-53 491,16 2,27 ALA-2 490,36 1,62 0,018 2.903,807 2,265 0,157
TRECHO-54 TUBO DE CONCRETO ARMADO 96,13 500 1,59% 0,146 0,148 0,986 PV-54 519,23 1,41 PV-55 518,43 2,13 0,018 290,817 1,958 0,071
TRECHO-55 TUBO DE CONCRETO ARMADO 50,01 600 2,43% 0,226 0,181 1,249 PV-55 518,43 2,13 PV-56 516,43 1,36 0,018 639,645 2,768 0,091
TRECHO-56 TUBO DE CONCRETO ARMADO 62,22 600 3,69% 0,192 0,172 1,115 PV-56 516,43 1,36 PV-57 514,26 1,48 0,018 639,645 3,300 0,068
TRECHO-57 TUBO DE CONCRETO ARMADO 77,55 600 3,12% 0,238 0,182 1,306 PV-57 514,26 1,48 PV-58 512,22 1,85 0,018 765,206 3,152 0,195
TRECHO-58 TUBO DE CONCRETO ARMADO 75,27 600 5,35% 0,203 0,175 1,155 PV-58 512,22 2,45 PV-59 507,53 1,79 0,018 829,034 4,025 0,134
TRECHO-59 TUBO DE CONCRETO ARMADO 31,23 800 1,42% 0,363 0,234 1,547 PV-59 507,53 2,09 PV-60 507,20 2,20 0,018 928,071 2,516 0,208
TRECHO-60 TUBO DE CONCRETO ARMADO 68,47 800 5,45% 0,237 0,194 1,222 PV-60 507,20 2,20 PV-61 502,62 1,36 0,018 1.002,587 4,350 0,078
TRECHO-61 TUBO DE CONCRETO ARMADO 16,30 800 6,00% 0,237 0,194 1,222 PV-61 502,62 2,36 PV-62 501,56 2,27 0,018 1.051,894 4,564 0,276
TRECHO-62 TUBO DE CONCRETO ARMADO 85,95 800 5,32% 0,247 0,198 1,247 PV-62 501,56 2,27 PV-63 496,07 1,36 0,018 1.051,894 4,360 0,133
TRECHO-63 TUBO DE CONCRETO ARMADO 16,65 800 6,00% 0,251 0,200 1,256 PV-63 496,07 2,36 PV-64 495,06 2,35 0,018 1.141,114 4,653 0,381
TRECHO-64 TUBO DE CONCRETO ARMADO 59,03 800 4,39% 0,303 0,218 1,386 PV-64 495,06 2,35 PV-65 491,48 1,36 0,018 1.272,982 4,221 0,122
TRECHO-65 TUBO DE CONCRETO ARMADO 29,63 1000 0,63% 0,665 0,304 2,187 PV-65 491,48 2,22 ALA-3 490,26 1,18 0,018 1.348,308 1,991 0,115
TRECHO-66 TUBO DE CONCRETO ARMADO 63,70 500 6,00% 0,009 0,030 0,313 PV-66 505,88 2,36 PV-67 501,20 1,49 0,018 12,726 1,322 0,291
TRECHO-67 TUBO DE CONCRETO ARMADO 16,67 500 2,17% 0,040 0,075 0,531 PV-67 501,20 2,23 PV-68 499,97 1,36 0,018 54,842 1,456 0,067
TRECHO-68 TUBO DE CONCRETO ARMADO 44,55 500 5,93% 0,038 0,073 0,524 PV-68 499,97 1,93 PV-69 496,76 1,36 0,018 86,116 2,371 0,284
TRECHO-69 TUBO DE CONCRETO ARMADO 40,95 500 5,84% 0,053 0,089 0,595 PV-69 496,76 1,36 PV-70 494,52 1,52 0,018 133,295 2,671 0,081
TRECHO-70 TUBO DE CONCRETO ARMADO 16,31 500 4,55% 0,071 0,105 0,674 PV-70 494,52 1,52 PV-71 493,61 1,36 0,018 178,085 2,638 0,062
TRECHO-71 TUBO DE CONCRETO ARMADO 16,69 500 5,44% 0,077 0,110 0,700 PV-71 493,61 1,36 PV-72 492,71 1,36 0,018 220,032 2,977 0,090
TRECHO-72 TUBO DE CONCRETO ARMADO 57,41 500 2,39% 0,111 0,133 0,837 PV-72 492,71 1,36 PV-73 491,63 1,65 0,018 245,442 2,234 0,102
TRECHO-73 TUBO DE CONCRETO ARMADO 57,38 600 0,68% 0,189 0,171 1,106 PV-73 491,63 1,65 PV-74 490,95 1,36 0,018 269,543 1,412 0,383
TRECHO-74 TUBO DE CONCRETO ARMADO 22,80 600 2,77% 0,136 0,147 0,924 PV-74 490,95 1,44 PV-75 490,23 1,36 0,018 339,749 2,575 0,077
TRECHO-75 TUBO DE CONCRETO ARMADO 28,86 600 3,03% 0,131 0,145 0,910 PV-75 490,23 1,36 PV-76 489,36 1,37 0,018 339,749 2,664 0,136
TRECHO-76 TUBO DE CONCRETO ARMADO 48,23 600 1,31% 0,190 0,171 1,110 PV-76 489,36 1,37 PV-79 489,40 2,03 0,018 376,366 1,959 0,221
TRECHO-77 TUBO DE CONCRETO ARMADO 66,95 500 1,96% 0,021 0,050 0,415 PV-77 490,13 1,36 PV-78 489,45 1,99 0,018 21,198 1,057 0,409
TRECHO-78 TUBO DE CONCRETO ARMADO 19,21 500 0,50% 0,084 0,115 0,728 PV-78 489,45 1,99 PV-79 489,40 2,03 0,018 75,260 0,930 0,123
TRECHO-79 TUBO DE CONCRETO ARMADO 68,22 600 1,59% 0,205 0,176 1,166 PV-79 489,40 2,03 PV-80 487,81 1,53 0,018 459,870 2,200 0,138
TRECHO-80 TUBO DE CONCRETO ARMADO 24,67 1000 0,50% 0,359 0,239 1,503 PV-80 487,81 1,55 ALA-4 487,09 0,96 0,018 525,353 1,512 0,466
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Trecho Descrição Extensão
(m)
Diâmetro
(mm) Decliv.
Área
Molhada
(m²)
Raio
Hidráulico
(m)
Perímetro
Molhado
(m)
Montante Cota Terreno
(Mont.) (m)
Prof. Coletor
(Mont.) (m) Jusante Cota Terreno
(Jus.) (m)
Prof. Coletor
(Jus.) (m)
n de
Manning
Vazão
Escoando
(L/s)
Velocidade
(m/s)
Lâmina
(m)
TRECHO-01 TUBO DE CONCRETO ARMADO 55,33 500 5,96% 0,046 0,082 0,564 PV-01 522,38 2,19 PV-02 518,25 1,36 0,018 111,789 2,561 0,143
TRECHO-02 TUBO DE CONCRETO ARMADO 38,35 500 6,00% 0,067 0,102 0,657 PV-02 518,25 2,36 PV-03 515,49 1,89 0,018 187,778 2,962 0,186
TRECHO-03 TUBO DE CONCRETO ARMADO 29,71 500 5,29% 0,070 0,104 0,669 PV-03 515,49 1,89 PV-04 513,38 1,36 0,018 187,778 2,828 0,193
TRECHO-04 TUBO DE CONCRETO ARMADO 40,80 500 4,17% 0,100 0,126 0,791 PV-04 513,38 2,08 PV-05 510,96 1,36 0,018 277,349 2,849 0,253
TRECHO-05 TUBO DE CONCRETO ARMADO 43,87 500 3,53% 0,106 0,130 0,815 PV-05 510,96 1,36 PV-12 509,43 1,38 0,018 277,349 2,672 0,265
TRECHO-06 TUBO DE CONCRETO ARMADO 30,29 500 6,00% 0,024 0,054 0,436 PV-06 522,54 2,60 PV-07 519,90 1,77 0,018 44,524 1,955 0,089
TRECHO-07 TUBO DE CONCRETO ARMADO 21,25 500 5,72% 0,024 0,055 0,439 PV-07 519,90 1,77 PV-08 518,27 1,36 0,018 44,524 1,923 0,090
TRECHO-08 TUBO DE CONCRETO ARMADO 46,44 500 5,15% 0,052 0,087 0,589 PV-08 518,27 2,12 PV-09 515,12 1,36 0,018 120,992 2,485 0,154
TRECHO-09 TUBO DE CONCRETO ARMADO 54,18 500 4,18% 0,084 0,115 0,728 PV-09 515,12 2,18 PV-10 512,03 1,36 0,018 217,553 2,690 0,221
TRECHO-10 TUBO DE CONCRETO ARMADO 31,52 500 3,77% 0,122 0,138 0,880 PV-10 512,03 2,22 PV-11 509,98 1,36 0,018 350,366 2,883 0,297
TRECHO-11 TUBO DE CONCRETO ARMADO 7,51 500 3,54% 0,140 0,146 0,962 PV-11 509,98 2,23 PV-12 509,43 1,95 0,018 414,079 2,901 0,336
TRECHO-12 TUBO DE CONCRETO ARMADO 33,36 800 1,67% 0,305 0,219 1,392 PV-12 509,43 2,20 PV-13 509,15 2,47 0,018 792,295 2,607 0,467
TRECHO-13 TUBO DE CONCRETO ARMADO 19,26 800 1,81% 0,308 0,220 1,401 PV-13 509,15 2,47 PV-14 508,61 2,28 0,018 838,371 2,724 0,472
TRECHO-14 TUBO DE CONCRETO ARMADO 44,30 800 6,00% 0,211 0,183 1,155 PV-14 508,61 2,88 PV-15 505,36 2,29 0,018 889,490 4,381 0,349
TRECHO-15 TUBO DE CONCRETO ARMADO 26,54 800 4,09% 0,247 0,198 1,246 PV-15 505,36 2,36 PV-16 503,65 1,74 0,018 920,896 3,821 0,395
TRECHO-16 TUBO DE CONCRETO ARMADO 11,25 800 4,08% 0,256 0,202 1,268 PV-16 503,65 2,14 PV-17 502,73 1,68 0,018 966,362 3,861 0,406
TRECHO-17 TUBO DE CONCRETO ARMADO 45,63 800 6,00% 0,233 0,193 1,211 PV-17 502,73 2,82 PV-18 498,98 1,80 0,018 1.026,056 4,537 0,377
TRECHO-18 TUBO DE CONCRETO ARMADO 37,72 800 4,87% 0,251 0,200 1,256 PV-18 498,98 2,60 PV-19 496,20 1,66 0,018 1.026,056 4,189 0,400
TRECHO-19 TUBO DE CONCRETO ARMADO 10,30 800 6,00% 0,246 0,198 1,243 PV-19 496,20 2,46 PV-22 495,44 2,32 0,018 1.106,899 4,620 0,393
TRECHO-20 TUBO DE CONCRETO ARMADO 48,56 500 0,95% 0,032 0,065 0,487 PV-20 496,05 1,65 PV-21 495,74 1,81 0,018 26,475 0,879 0,109
TRECHO-21 TUBO DE CONCRETO ARMADO 9,93 500 2,59% 0,047 0,083 0,569 PV-21 495,74 2,21 PV-22 495,44 2,16 0,018 76,393 1,706 0,145
TRECHO-22 TUBO DE CONCRETO ARMADO 36,11 800 1,85% 0,396 0,240 1,648 PV-22 495,44 2,62 PV-23 493,96 1,81 0,018 1.183,291 2,920 0,588
TRECHO-23 TUBO DE CONCRETO ARMADO 71,87 1200 0,52% 0,679 0,327 2,077 PV-23 493,96 1,95 PV-24 493,65 2,02 0,018 1.284,935 1,899 0,695
TRECHO-24 TUBO DE CONCRETO ARMADO 42,01 1200 0,50% 0,701 0,332 2,113 PV-24 493,65 2,02 ALA-1 492,82 1,39 0,018 1.318,068 1,882 0,713
TRECHO-25 TUBO DE CONCRETO ARMADO 51,22 500 2,02% 0,046 0,082 0,565 PV-25 492,30 1,36 PV-26 491,38 1,47 0,018 65,546 1,494 0,143
TRECHO-26 TUBO DE CONCRETO ARMADO 21,31 500 0,51% 0,129 0,141 0,910 PV-26 491,38 1,47 ALA-3 490,66 0,86 0,018 138,753 1,072 0,312
TRECHO-27 TUBO DE CONCRETO ARMADO 59,32 500 5,62% 0,035 0,069 0,503 PV-27 508,78 1,89 PV-28 504,91 1,36 0,018 72,566 2,212 0,116
TRECHO-28 TUBO DE CONCRETO ARMADO 62,33 500 6,00% 0,034 0,068 0,499 PV-28 504,91 2,96 PV-29 500,08 1,87 0,018 72,566 2,264 0,114
TRECHO-29 TUBO DE CONCRETO ARMADO 62,48 500 6,00% 0,077 0,110 0,699 PV-29 500,08 2,97 PV-30 494,78 1,42 0,018 229,981 3,123 0,207
TRECHO-30 TUBO DE CONCRETO ARMADO 11,15 500 1,65% 0,150 0,149 1,006 PV-30 494,78 2,01 PV-32 493,94 1,36 0,018 307,241 2,006 0,357
TRECHO-31 TUBO DE CONCRETO ARMADO 52,98 500 6,00% 0,020 0,048 0,407 PV-31 497,80 2,50 PV-32 493,94 1,82 0,018 34,512 1,808 0,079
TRECHO-32 TUBO DE CONCRETO ARMADO 25,17 600 1,29% 0,209 0,177 1,178 PV-32 493,94 1,84 PV-35 493,23 1,46 0,018 422,829 1,989 0,415
TRECHO-33 TUBO DE CONCRETO ARMADO 29,82 500 1,47% 0,057 0,093 0,614 PV-33 493,68 1,36 PV-34 493,56 1,68 0,018 74,445 1,381 0,166
TRECHO-34 TUBO DE CONCRETO ARMADO 34,31 500 0,50% 0,124 0,139 0,891 PV-34 493,56 1,68 PV-35 493,23 1,51 0,018 131,456 1,056 0,303
TRECHO-35 TUBO DE CONCRETO ARMADO 42,06 600 1,98% 0,232 0,182 1,275 PV-35 493,23 1,61 PV-36 492,24 1,46 0,018 593,844 2,507 0,458
TRECHO-36 TUBO DE CONCRETO ARMADO 42,84 600 2,97% 0,209 0,177 1,180 PV-36 492,24 1,52 PV-37 490,91 1,46 0,018 643,449 3,020 0,416
TRECHO-37 TUBO DE CONCRETO ARMADO 14,73 600 2,40% 0,241 0,182 1,323 PV-37 490,91 1,56 PV-38 490,46 1,46 0,018 680,085 2,769 0,478
TRECHO-38 TUBO DE CONCRETO ARMADO 44,40 600 3,59% 0,223 0,180 1,238 PV-38 490,46 1,55 PV-39 489,09 1,78 0,018 767,564 3,359 0,442
TRECHO-39 TUBO DE CONCRETO ARMADO 13,14 800 2,15% 0,281 0,211 1,330 PV-39 489,09 1,78 PV-40 488,70 1,68 0,018 800,249 2,887 0,437
TRECHO-40 TUBO DE CONCRETO ARMADO 52,34 1000 0,50% 0,508 0,281 1,805 PV-40 488,70 2,02 PV-41 489,27 2,85 0,018 860,133 1,686 0,616
TRECHO-41 TUBO DE CONCRETO ARMADO 22,36 1000 0,50% 0,563 0,292 1,927 PV-41 489,27 2,85 ALA-3 487,69 1,39 0,018 991,327 1,731 0,674
TRECHO-42 TUBO DE CONCRETO ARMADO 32,86 500 2,46% 0,038 0,072 0,519 PV-42 491,11 1,36 PV-43 490,35 1,40 0,018 53,760 1,513 0,123
PLANOS DIRETORES MUNICIPAIS DE MACRODRENAGEM URBANA NA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO SOROCABA E MÉDIO TIETÊ
ETAPA IV - ELABORAÇÃO DE ANTEPROJETOS
MEMÓRIA DE CÁLCULO DA MICRODRENAGEM
Município de Laranjal Paulista - Microbacia 10
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Trecho Descrição Extensão
(m)
Diâmetro
(mm) Decliv.
Área
Molhada
(m²)
Raio
Hidráulico
(m)
Perímetro
Molhado
(m)
Montante Cota Terreno
(Mont.) (m)
Prof. Coletor
(Mont.) (m) Jusante Cota Terreno
(Jus.) (m)
Prof. Coletor
(Jus.) (m)
n de
Manning
Vazão
Escoando
(L/s)
Velocidade
(m/s)
Lâmina
(m)
PLANOS DIRETORES MUNICIPAIS DE MACRODRENAGEM URBANA NA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO SOROCABA E MÉDIO TIETÊ
ETAPA IV - ELABORAÇÃO DE ANTEPROJETOS
MEMÓRIA DE CÁLCULO DA MICRODRENAGEM
Município de Laranjal Paulista - Microbacia 10
TRECHO-43 TUBO DE CONCRETO ARMADO 17,84 500 2,48% 0,056 0,092 0,608 PV-43 490,35 1,40 PV-44 489,86 1,36 0,018 93,681 1,778 0,163
TRECHO-44 TUBO DE CONCRETO ARMADO 62,22 500 3,21% 0,061 0,096 0,631 PV-44 489,86 1,36 PV-47 487,87 1,36 0,018 120,574 2,092 0,174
TRECHO-45 TUBO DE CONCRETO ARMADO 55,76 500 3,32% 0,018 0,046 0,395 PV-45 489,86 1,36 PV-46 488,01 1,36 0,018 22,768 1,296 0,074
TRECHO-46 TUBO DE CONCRETO ARMADO 18,93 500 0,83% 0,059 0,095 0,623 PV-46 488,01 1,36 PV-47 487,87 1,37 0,018 58,624 1,051 0,170
TRECHO-47 TUBO DE CONCRETO ARMADO 13,19 600 0,51% 0,200 0,175 1,146 PV-47 487,87 1,37 ALA-4 487,28 0,86 0,018 252,464 1,243 0,400
SHS Consultoria e Projetos de Engenharia Ltda. EPP - www.shs.com.br Página 2 de 2
Trecho Descrição Extensão
(m)
Diâmetro
(mm) Decliv.
Área
Molhada
(m²)
Raio
Hidráulico
(m)
Perímetro
Molhado
(m)
Montante Cota Terreno
(Mont.) (m)
Prof. Coletor
(Mont.) (m) Jusante Cota Terreno
(Jus.) (m)
Prof. Coletor
(Jus.) (m)
n de
Manning
Vazão
Escoando
(L/s)
Velocidade
(m/s)
Lâmina
(m)
TRECHO-01 TUBO DE CONCRETO ARMADO 40,37 500 4,36% 0,031 0,064 0,480 PV-01 507,84 1,36 PV-02 506,12 1,39 0,018 53,893 1,853 0,107
TRECHO-02 TUBO DE CONCRETO ARMADO 53,44 500 4,27% 0,048 0,084 0,571 PV-02 506,12 1,39 PV-03 503,81 1,36 0,018 98,910 2,195 0,146
TRECHO-03 TUBO DE CONCRETO ARMADO 58,60 500 5,06% 0,060 0,095 0,626 PV-03 503,81 1,36 PV-04 500,84 1,36 0,018 147,713 2,609 0,172
TRECHO-04 TUBO DE CONCRETO ARMADO 55,28 500 5,54% 0,077 0,110 0,700 PV-04 500,84 1,36 PV-05 497,78 1,36 0,018 222,048 3,004 0,208
TRECHO-05 TUBO DE CONCRETO ARMADO 55,84 500 5,26% 0,099 0,125 0,788 PV-05 497,78 1,38 PV-06 494,88 1,41 0,018 308,533 3,193 0,251
TRECHO-06 TUBO DE CONCRETO ARMADO 48,47 500 4,49% 0,114 0,134 0,850 PV-06 494,88 1,49 PV-07 492,57 1,36 0,018 349,984 3,089 0,282
TRECHO-07 TUBO DE CONCRETO ARMADO 59,50 600 1,73% 0,223 0,180 1,236 PV-07 492,57 1,72 PV-13 491,95 2,13 0,018 531,429 2,332 0,441
TRECHO-08 TUBO DE CONCRETO ARMADO 65,44 500 4,11% 0,019 0,047 0,402 PV-08 504,90 1,36 PV-09 502,21 1,36 0,018 27,154 1,473 0,077
TRECHO-09 TUBO DE CONCRETO ARMADO 57,99 500 4,74% 0,049 0,085 0,577 PV-09 502,21 1,36 PV-10 499,47 1,36 0,018 107,923 2,335 0,149
TRECHO-10 TUBO DE CONCRETO ARMADO 58,50 500 5,33% 0,068 0,103 0,664 PV-10 499,47 1,47 PV-11 496,24 1,36 0,018 183,958 2,820 0,190
TRECHO-11 TUBO DE CONCRETO ARMADO 57,21 500 6,00% 0,091 0,120 0,757 PV-11 496,24 1,83 PV-12 492,86 1,88 0,018 292,779 3,316 0,236
TRECHO-12 TUBO DE CONCRETO ARMADO 15,87 500 2,42% 0,132 0,143 0,925 PV-12 492,86 1,88 PV-13 491,95 1,36 0,018 314,905 2,362 0,319
TRECHO-13 TUBO DE CONCRETO ARMADO 51,01 800 1,71% 0,351 0,232 1,515 PV-13 491,95 2,13 PV-16 491,00 2,05 0,018 974,430 2,739 0,527
TRECHO-14 TUBO DE CONCRETO ARMADO 39,83 500 5,34% 0,024 0,055 0,437 PV-14 494,78 2,04 PV-15 491,98 1,36 0,018 42,181 1,847 0,089
TRECHO-15 TUBO DE CONCRETO ARMADO 15,58 500 6,00% 0,029 0,061 0,469 PV-15 491,98 1,76 PV-16 491,00 1,72 0,018 57,977 2,118 0,102
TRECHO-16 TUBO DE CONCRETO ARMADO 82,02 800 1,75% 0,388 0,239 1,624 PV-16 491,00 2,08 PV-18 489,18 1,70 0,018 1.124,378 2,831 0,577
TRECHO-17 TUBO DE CONCRETO ARMADO 17,32 500 8,30% 0,026 0,057 0,449 PV-17 490,36 1,08 PV-18 489,18 1,34 0,018 58,181 2,374 0,094
TRECHO-18 TUBO DE CONCRETO ARMADO 74,46 800 5,39% 0,286 0,213 1,343 PV-18 489,18 2,22 PV-19 484,61 1,66 0,018 1.298,487 4,596 0,443
TRECHO-19 TUBO DE CONCRETO ARMADO 67,49 1000 1,45% 0,466 0,271 1,718 PV-19 484,61 2,75 ALA 482,06 1,18 0,018 1.298,487 2,803 0,573
PLANOS DIRETORES MUNICIPAIS DE MACRODRENAGEM URBANA NA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO SOROCABA E MÉDIO TIETÊ
ETAPA IV - ELABORAÇÃO DE ANTEPROJETOS
MEMÓRIA DE CÁLCULO DA MICRODRENAGEM
Município de Laranjal Paulista - Microbacia 11
SHS Consultoria e Projetos de Engenharia Ltda. EPP - www.shs.com.br Página 1 de 1
Trecho Descrição Extensão
(m)
Diâmetro
(mm) Decliv.
Área
Molhada
(m²)
Raio
Hidráulico
(m)
Perímetro
Molhado
(m)
Montante Cota Terreno
(Mont.) (m)
Prof. Coletor
(Mont.) (m) Jusante Cota Terreno
(Jus.) (m)
Prof. Coletor
(Jus.) (m)
n de
Manning
Vazão
Escoando
(L/s)
Velocidade
(m/s)
Lâmina
(m)
TRECHO-01 TUBO DE CONCRETO ARMADO 54,62 500 1,99% 0,033 0,067 0,493 PV-01 515,80 1,36 PV-02 514,71 1,36 0,018 40,256 1,290 0,112
TRECHO-02 TUBO DE CONCRETO ARMADO 44,48 500 2,07% 0,059 0,095 0,622 PV-02 514,71 1,36 PV-03 513,79 1,36 0,018 92,370 1,658 0,170
TRECHO-03 TUBO DE CONCRETO ARMADO 12,22 500 5,45% 0,054 0,090 0,600 PV-03 513,79 1,38 PV-04 513,11 1,36 0,018 132,295 2,600 0,159
TRECHO-04 TUBO DE CONCRETO ARMADO 73,67 500 5,57% 0,079 0,111 0,706 PV-04 513,11 1,41 PV-05 508,95 1,36 0,018 228,377 3,032 0,211
TRECHO-05 TUBO DE CONCRETO ARMADO 65,06 500 6,00% 0,096 0,124 0,777 PV-05 508,95 2,36 PV-06 504,80 2,11 0,018 315,848 3,377 0,246
TRECHO-06 TUBO DE CONCRETO ARMADO 50,43 500 4,92% 0,140 0,146 0,961 PV-06 504,80 2,11 PV-07 501,57 1,36 0,018 486,678 3,416 0,336
TRECHO-07 TUBO DE CONCRETO ARMADO 45,57 500 6,00% 0,158 0,151 1,046 PV-07 501,57 2,36 PV-08 498,50 2,03 0,018 622,447 3,855 0,374
TRECHO-08 TUBO DE CONCRETO ARMADO 59,84 600 5,27% 0,184 0,169 1,088 PV-08 498,50 2,23 PV-09 494,72 1,60 0,018 722,798 3,903 0,372
TRECHO-09 TUBO DE CONCRETO ARMADO 65,33 800 0,80% 0,374 0,237 1,580 PV-09 494,72 1,60 PV-16 494,38 1,78 0,018 724,835 1,902 0,557
TRECHO-10 TUBO DE CONCRETO ARMADO 72,92 500 2,20% 0,038 0,073 0,524 PV-10 513,34 1,36 PV-11 512,21 1,83 0,018 52,609 1,446 0,125
TRECHO-11 TUBO DE CONCRETO ARMADO 75,54 500 4,95% 0,065 0,100 0,649 PV-11 512,21 1,83 PV-12 508,00 1,36 0,018 164,161 2,663 0,183
TRECHO-12 TUBO DE CONCRETO ARMADO 60,44 500 5,86% 0,087 0,117 0,740 PV-12 508,00 1,40 PV-13 504,42 1,36 0,018 270,124 3,223 0,227
TRECHO-13 TUBO DE CONCRETO ARMADO 66,31 500 5,91% 0,106 0,130 0,815 PV-13 504,42 1,36 PV-14 500,50 1,37 0,018 359,522 3,459 0,265
TRECHO-14 TUBO DE CONCRETO ARMADO 35,95 500 5,84% 0,125 0,140 0,895 PV-14 500,50 1,37 PV-15 498,39 1,36 0,018 454,236 3,617 0,305
TRECHO-15 TUBO DE CONCRETO ARMADO 76,99 600 5,34% 0,147 0,153 0,961 PV-15 498,39 1,52 PV-16 494,38 1,61 0,018 528,526 3,671 0,309
TRECHO-16 TUBO DE CONCRETO ARMADO 62,62 800 3,72% 0,354 0,232 1,522 PV-16 494,38 1,78 PV-17 491,73 1,46 0,018 1.453,134 4,050 0,530
TRECHO-17 TUBO DE CONCRETO ARMADO 63,27 800 5,66% 0,304 0,219 1,389 PV-17 491,73 1,56 PV-23 488,05 1,46 0,018 1.453,134 4,798 0,466
TRECHO-18 TUBO DE CONCRETO ARMADO 65,99 500 1,36% 0,103 0,128 0,803 PV-18 489,82 1,65 PV-19 489,09 1,82 0,018 165,462 1,645 0,259
TRECHO-19 TUBO DE CONCRETO ARMADO 64,93 500 1,59% 0,152 0,149 1,015 PV-19 489,09 1,82 PV-20 488,06 1,83 0,018 306,466 1,976 0,361
TRECHO-20 TUBO DE CONCRETO ARMADO 59,79 800 0,97% 0,253 0,201 1,261 PV-20 488,06 1,83 PV-21 487,68 2,03 0,018 464,416 1,879 0,402
TRECHO-21 TUBO DE CONCRETO ARMADO 84,30 800 0,50% 0,394 0,240 1,642 PV-21 487,68 2,03 PV-22 487,92 2,69 0,018 611,780 1,517 0,585
TRECHO-22 TUBO DE CONCRETO ARMADO 27,12 800 1,57% 0,319 0,223 1,428 PV-22 487,92 2,69 PV-23 488,05 3,24 0,018 819,088 2,563 0,485
TRECHO-23 TUBO DE CONCRETO ARMADO 92,65 1000 1,68% 0,694 0,304 2,283 PV-23 488,05 3,24 ALA 484,72 1,47 0,018 2.272,222 3,253 0,827
TRECHO-24 TUBO DE CONCRETO ARMADO 58,09 500 2,35% 0,069 0,103 0,666 PV-24 513,03 1,36 PV-25 511,67 1,36 0,018 122,890 1,876 0,191
TRECHO-25 TUBO DE CONCRETO ARMADO 20,62 500 4,64% 0,081 0,113 0,715 PV-25 511,67 1,36 PV-26 510,73 1,37 0,018 216,767 2,795 0,215
TRECHO-26 TUBO DE CONCRETO ARMADO 53,61 500 1,03% 0,146 0,148 0,986 PV-26 510,73 1,37 PV-27 510,16 1,36 0,018 234,120 1,576 0,348
TRECHO-27 TUBO DE CONCRETO ARMADO 65,23 500 5,18% 0,098 0,125 0,787 PV-27 510,16 1,39 PV-28 506,75 1,36 0,018 304,246 3,164 0,251
TRECHO-28 TUBO DE CONCRETO ARMADO 54,46 500 5,65% 0,114 0,134 0,851 PV-28 506,75 1,36 PV-29 503,67 1,36 0,018 393,561 3,466 0,283
TRECHO-29 TUBO DE CONCRETO ARMADO 74,87 500 5,61% 0,134 0,144 0,933 PV-29 503,67 1,38 PV-30 499,47 1,38 0,018 489,161 3,609 0,323
TRECHO-30 TUBO DE CONCRETO ARMADO 46,43 500 5,43% 0,174 0,152 1,144 PV-30 499,47 1,51 PV-31 496,98 1,55 0,018 644,529 3,687 0,414
TRECHO-31 TUBO DE CONCRETO ARMADO 79,54 600 4,14% 0,199 0,174 1,140 PV-31 496,98 2,37 PV-32 493,00 1,68 0,018 710,220 3,526 0,397
TRECHO-32 TUBO DE CONCRETO ARMADO 75,66 800 1,47% 0,344 0,230 1,495 PV-32 493,00 1,68 PV-38 492,22 2,01 0,018 878,112 2,526 0,517
TRECHO-33 TUBO DE CONCRETO ARMADO 63,66 500 4,84% 0,024 0,055 0,438 PV-33 508,21 1,36 PV-34 505,13 1,36 0,018 40,541 1,763 0,090
TRECHO-34 TUBO DE CONCRETO ARMADO 53,28 500 5,57% 0,051 0,087 0,589 PV-34 505,13 1,36 PV-35 502,16 1,36 0,018 125,445 2,582 0,154
TRECHO-35 TUBO DE CONCRETO ARMADO 65,20 500 5,42% 0,092 0,121 0,760 PV-35 502,16 1,45 PV-36 498,55 1,37 0,018 281,510 3,161 0,237
TRECHO-36 TUBO DE CONCRETO ARMADO 58,84 500 4,91% 0,119 0,137 0,868 PV-36 498,55 1,46 PV-37 495,56 1,37 0,018 386,337 3,267 0,291
TRECHO-37 TUBO DE CONCRETO ARMADO 69,10 500 4,34% 0,162 0,151 1,067 PV-37 495,56 1,70 PV-38 492,22 1,36 0,018 543,559 3,288 0,384
TRECHO-38 TUBO DE CONCRETO ARMADO 86,45 800 2,69% 0,441 0,243 1,813 PV-38 492,22 2,01 PV-39 489,82 1,93 0,018 1.581,236 3,551 0,656
TRECHO-39 TUBO DE CONCRETO ARMADO 97,25 800 2,95% 0,417 0,243 1,719 PV-39 489,82 2,14 PV-40 486,49 1,68 0,018 1.581,236 3,711 0,618
TRECHO-40 TUBO DE CONCRETO ARMADO 57,45 800 3,35% 0,434 0,243 1,783 PV-40 486,49 1,90 PV-41 484,34 1,68 0,018 1.745,685 3,964 0,645
TRECHO-41 TUBO DE CONCRETO ARMADO 63,48 1000 1,04% 0,669 0,304 2,200 PV-41 484,34 1,68 ALA 483,48 1,48 0,018 1.745,685 2,563 0,794
PLANOS DIRETORES MUNICIPAIS DE MACRODRENAGEM URBANA NA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO SOROCABA E MÉDIO TIETÊ
ETAPA IV - ELABORAÇÃO DE ANTEPROJETOS
MEMÓRIA DE CÁLCULO DA MICRODRENAGEM
Município de Laranjal Paulista - Microbacia 12
SHS Consultoria e Projetos de Engenharia Ltda. EPP - www.shs.com.br Página 1 de 1
Trecho Descrição Extensão
(m)
Diâmetro
(mm) Decliv.
Área
Molhada
(m²)
Raio
Hidráulico
(m)
Perímetro
Molhado
(m)
Montante Cota Terreno
(Mont.) (m)
Prof. Coletor
(Mont.) (m) Jusante Cota Terreno
(Jus.) (m)
Prof. Coletor
(Jus.) (m)
n de
Manning
Vazão
Escoando
(L/s)
Velocidade
(m/s)
Lâmina
(m)
TRECHO-01 TUBO DE CONCRETO ARMADO 57,62 500 2,97% 0,041 0,077 0,540 PV-01 527,92 1,44 PV-02 526,14 1,37 0,018 67,750 1,730 0,132
TRECHO-02 TUBO DE CONCRETO ARMADO 60,07 500 3,73% 0,069 0,103 0,665 PV-02 526,14 1,36 PV-03 523,90 1,36 0,018 154,146 2,360 0,190
TRECHO-03 TUBO DE CONCRETO ARMADO 60,50 500 4,11% 0,123 0,139 0,885 PV-03 523,90 1,53 PV-04 521,34 1,46 0,018 370,257 3,017 0,299
TRECHO-04 TUBO DE CONCRETO ARMADO 61,44 500 4,11% 0,123 0,139 0,885 PV-04 521,34 1,46 PV-08 518,71 1,36 0,018 370,257 3,017 0,299
TRECHO-05 TUBO DE CONCRETO ARMADO 67,82 500 4,91% 0,035 0,069 0,503 PV-05 524,82 1,36 PV-06 521,50 1,36 0,018 67,931 2,069 0,116
TRECHO-06 TUBO DE CONCRETO ARMADO 50,85 500 5,10% 0,072 0,106 0,681 PV-06 521,50 1,36 PV-07 518,90 1,36 0,018 194,522 2,816 0,198
TRECHO-07 TUBO DE CONCRETO ARMADO 21,36 500 2,22% 0,122 0,138 0,883 PV-07 518,90 1,36 PV-08 518,71 1,64 0,018 270,554 2,214 0,298
TRECHO-08 TUBO DE CONCRETO ARMADO 54,87 800 2,13% 0,283 0,212 1,336 PV-08 518,71 1,64 PV-09 517,93 2,02 0,018 806,238 2,882 0,440
TRECHO-09 TUBO DE CONCRETO ARMADO 38,50 800 1,80% 0,319 0,223 1,428 PV-09 517,93 2,02 PV-10 517,26 2,05 0,018 876,415 2,741 0,485
TRECHO-10 TUBO DE CONCRETO ARMADO 47,11 800 2,00% 0,319 0,223 1,427 PV-10 517,26 2,05 PV-11 516,27 2,00 0,018 921,864 2,887 0,485
TRECHO-11 TUBO DE CONCRETO ARMADO 46,58 800 1,56% 0,364 0,235 1,551 PV-11 516,27 2,12 PV-19 515,10 1,68 0,018 976,947 2,639 0,544
TRECHO-12 TUBO DE CONCRETO ARMADO 68,97 500 4,77% 0,034 0,068 0,500 PV-12 525,47 1,37 PV-13 522,17 1,36 0,018 65,166 2,023 0,115
TRECHO-13 TUBO DE CONCRETO ARMADO 45,07 500 3,76% 0,087 0,118 0,742 PV-13 522,17 2,25 PV-14 519,59 1,36 0,018 218,273 2,587 0,228
TRECHO-14 TUBO DE CONCRETO ARMADO 46,21 600 2,17% 0,166 0,162 1,024 PV-14 519,59 2,20 PV-15 518,00 1,62 0,018 399,810 2,431 0,341
TRECHO-15 TUBO DE CONCRETO ARMADO 42,47 600 1,58% 0,218 0,179 1,217 PV-15 518,00 1,62 PV-16 517,42 1,71 0,018 495,518 2,219 0,433
TRECHO-16 TUBO DE CONCRETO ARMADO 45,37 800 1,56% 0,260 0,203 1,279 PV-16 517,42 1,71 PV-17 517,51 2,50 0,018 612,192 2,403 0,411
TRECHO-17 TUBO DE CONCRETO ARMADO 43,09 800 1,84% 0,276 0,209 1,318 PV-17 517,51 2,50 PV-18 516,00 1,79 0,018 722,630 2,657 0,431
TRECHO-18 TUBO DE CONCRETO ARMADO 27,20 800 1,71% 0,314 0,222 1,416 PV-18 516,00 1,89 PV-19 515,10 1,46 0,018 837,144 2,663 0,479
TRECHO-19 TUBO DE CONCRETO ARMADO 78,68 800 3,79% 0,433 0,243 1,780 PV-19 515,10 1,89 PV-20 513,00 2,77 0,018 1.853,685 4,214 0,644
TRECHO-20 TUBO DE CONCRETO ARMADO 74,78 1000 3,29% 0,449 0,267 1,683 PV-20 513,00 2,77 PV-21 509,45 1,68 0,018 1.853,685 4,174 0,556
TRECHO-21 TUBO DE CONCRETO ARMADO 81,98 1000 4,99% 0,388 0,248 1,561 PV-21 509,45 3,19 PV-22 504,34 2,17 0,018 1.853,685 4,903 0,495
TRECHO-22 TUBO DE CONCRETO ARMADO 53,96 1000 1,72% 0,567 0,293 1,935 PV-22 504,34 2,20 ALA 502,66 1,46 0,018 1.853,685 3,215 0,678
PLANOS DIRETORES MUNICIPAIS DE MACRODRENAGEM URBANA NA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO SOROCABA E MÉDIO TIETÊ
ETAPA IV - ELABORAÇÃO DE ANTEPROJETOS
MEMÓRIA DE CÁLCULO DA MICRODRENAGEM
Município de Laranjal Paulista - Microbacia 13
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Trecho Descrição Extensão
(m)
Diâmetro
(mm) Decliv.
Área
Molhada
(m²)
Raio
Hidráulico
(m)
Perímetro
Molhado
(m)
Montante Cota Terreno
(Mont.) (m)
Prof. Coletor
(Mont.) (m) Jusante Cota Terreno
(Jus.) (m)
Prof. Coletor
(Jus.) (m)
n de
Manning
Vazão
Escoando
(L/s)
Velocidade
(m/s)
Lâmina
(m)
TRECHO-01 TUBO DE CONCRETO ARMADO 59,38 500 3,52% 0,035 0,069 0,503 PV-01 537,18 1,36 PV-02 535,29 1,56 0,018 57,493 1,752 0,116
TRECHO-02 TUBO DE CONCRETO ARMADO 35,49 500 2,67% 0,076 0,109 0,694 PV-02 535,29 1,56 PV-03 534,14 1,36 0,018 149,975 2,071 0,205
TRECHO-03 TUBO DE CONCRETO ARMADO 88,77 500 1,75% 0,115 0,135 0,851 PV-03 534,14 1,40 PV-05 533,05 1,86 0,018 219,240 1,929 0,283
TRECHO-04 TUBO DE CONCRETO ARMADO 99,84 500 4,61% 0,056 0,092 0,610 PV-04 537,37 1,08 PV-05 533,05 1,36 0,018 128,785 2,428 0,164
TRECHO-05 TUBO DE CONCRETO ARMADO 74,47 800 1,50% 0,294 0,216 1,364 PV-05 533,05 1,86 PV-06 533,17 3,10 0,018 714,096 2,447 0,453
TRECHO-06 TUBO DE CONCRETO ARMADO 68,66 800 5,03% 0,227 0,190 1,195 PV-06 533,17 3,10 PV-07 528,07 1,46 0,018 901,858 4,113 0,369
TRECHO-07 TUBO DE CONCRETO ARMADO 53,34 800 5,85% 0,226 0,189 1,192 PV-07 528,07 2,21 PV-08 524,10 1,36 0,018 966,751 4,429 0,368
TRECHO-08 TUBO DE CONCRETO ARMADO 46,44 800 5,14% 0,250 0,200 1,254 PV-08 524,10 2,39 PV-09 521,00 1,68 0,018 1.049,639 4,301 0,398
TRECHO-09 TUBO DE CONCRETO ARMADO 42,93 800 3,40% 0,305 0,219 1,392 PV-09 521,00 2,44 PV-10 518,86 1,77 0,018 1.132,597 3,723 0,468
TRECHO-10 TUBO DE CONCRETO ARMADO 63,29 1000 1,16% 0,482 0,275 1,751 PV-10 518,86 2,00 ALA 517,61 1,47 0,018 1.219,847 2,536 0,590
TRECHO-11 TUBO DE CONCRETO ARMADO 61,95 500 6,00% 0,038 0,073 0,524 PV-11 533,15 3,27 PV-12 527,39 1,23 0,018 86,507 2,384 0,125
TRECHO-12 TUBO DE CONCRETO ARMADO 52,73 500 6,00% 0,054 0,090 0,601 PV-12 527,39 3,35 PV-13 522,32 1,44 0,018 139,992 2,734 0,160
TRECHO-13 TUBO DE CONCRETO ARMADO 51,93 500 6,00% 0,084 0,116 0,730 PV-13 522,32 3,31 PV-14 517,40 1,51 0,018 262,260 3,228 0,222
TRECHO-14 TUBO DE CONCRETO ARMADO 55,89 500 5,94% 0,097 0,124 0,779 PV-14 517,40 2,05 PV-15 513,43 1,39 0,018 316,804 3,366 0,247
TRECHO-15 TUBO DE CONCRETO ARMADO 51,43 500 4,10% 0,153 0,150 1,022 PV-15 513,43 2,11 PV-16 510,57 1,36 0,018 496,935 3,173 0,364
TRECHO-16 TUBO DE CONCRETO ARMADO 47,38 800 0,92% 0,296 0,216 1,368 PV-16 510,57 2,10 ALA 509,52 1,49 0,018 564,502 1,922 0,456
TRECHO-17 TUBO DE CONCRETO ARMADO 50,06 500 0,94% 0,075 0,109 0,692 PV-17 539,49 1,36 PV-18 539,03 1,36 0,018 88,213 1,226 0,204
TRECHO-18 TUBO DE CONCRETO ARMADO 77,93 500 2,95% 0,076 0,109 0,696 PV-18 539,03 1,36 PV-20 536,73 1,36 0,018 159,103 2,182 0,206
TRECHO-19 TUBO DE CONCRETO ARMADO 55,88 500 0,92% 0,088 0,118 0,744 PV-19 537,42 1,54 PV-20 536,73 1,36 0,018 108,904 1,282 0,229
TRECHO-20 TUBO DE CONCRETO ARMADO 61,93 500 3,87% 0,152 0,150 1,018 PV-20 536,73 1,41 PV-21 534,41 1,50 0,018 479,576 3,080 0,362
TRECHO-21 TUBO DE CONCRETO ARMADO 46,29 500 3,33% 0,163 0,152 1,074 PV-21 534,41 1,53 PV-22 533,42 2,08 0,018 479,576 2,883 0,386
TRECHO-22 TUBO DE CONCRETO ARMADO 28,44 500 5,72% 0,166 0,152 1,090 PV-22 533,42 2,08 PV-23 531,47 1,75 0,018 638,641 3,781 0,393
TRECHO-23 TUBO DE CONCRETO ARMADO 29,09 600 5,21% 0,182 0,169 1,081 PV-23 531,47 2,13 PV-24 529,18 1,36 0,018 707,280 3,869 0,368
TRECHO-24 TUBO DE CONCRETO ARMADO 34,65 600 6,00% 0,173 0,165 1,049 PV-24 529,18 2,94 PV-25 525,75 1,59 0,018 707,280 4,093 0,353
TRECHO-25 TUBO DE CONCRETO ARMADO 25,78 600 6,00% 0,185 0,170 1,091 PV-25 525,75 2,91 PV-26 523,23 1,93 0,018 776,107 4,169 0,374
TRECHO-26 TUBO DE CONCRETO ARMADO 25,78 600 6,00% 0,185 0,170 1,091 PV-26 523,23 2,93 PV-27 520,76 2,01 0,018 776,107 4,169 0,374
TRECHO-27 TUBO DE CONCRETO ARMADO 43,01 600 6,00% 0,202 0,175 1,153 PV-27 520,76 3,61 PV-28 516,54 1,96 0,018 873,783 4,260 0,403
TRECHO-28 TUBO DE CONCRETO ARMADO 34,74 600 6,00% 0,214 0,178 1,201 PV-28 516,54 2,98 PV-29 513,00 1,52 0,018 944,449 4,313 0,425
TRECHO-29 TUBO DE CONCRETO ARMADO 34,06 600 5,16% 0,248 0,183 1,360 PV-29 513,00 2,26 PV-30 510,96 1,98 0,018 1.017,575 4,061 0,492
TRECHO-30 TUBO DE CONCRETO ARMADO 30,15 600 6,00% 0,228 0,181 1,260 PV-30 510,96 1,98 PV-31 509,03 1,86 0,018 1.017,575 4,356 0,451
TRECHO-31 TUBO DE CONCRETO ARMADO 38,36 800 5,09% 0,266 0,206 1,294 PV-31 509,03 2,21 PV-32 506,54 1,68 0,018 1.142,379 4,367 0,419
TRECHO-32 TUBO DE CONCRETO ARMADO 37,10 800 5,00% 0,282 0,211 1,333 PV-32 506,54 2,57 PV-33 503,79 1,68 0,018 1.225,898 4,407 0,438
TRECHO-33 TUBO DE CONCRETO ARMADO 33,77 800 2,70% 0,367 0,235 1,561 PV-33 503,79 2,14 ALA 502,15 1,42 0,018 1.302,632 3,481 0,549
TRECHO-34 TUBO DE CONCRETO ARMADO 42,57 500 5,60% 0,079 0,111 0,708 PV-34 524,74 1,88 PV-35 521,84 1,36 0,018 230,588 3,046 0,211
TRECHO-35 TUBO DE CONCRETO ARMADO 42,12 500 6,00% 0,077 0,110 0,700 PV-35 521,84 2,37 PV-36 518,83 1,89 0,018 230,588 3,125 0,207
TRECHO-36 TUBO DE CONCRETO ARMADO 39,00 500 5,45% 0,120 0,138 0,875 PV-36 518,83 2,06 PV-37 516,00 1,36 0,018 415,043 3,456 0,295
TRECHO-37 TUBO DE CONCRETO ARMADO 37,76 500 6,00% 0,116 0,135 0,858 PV-37 516,00 2,41 PV-38 513,30 1,98 0,018 415,043 3,590 0,286
TRECHO-38 TUBO DE CONCRETO ARMADO 44,50 600 5,87% 0,177 0,167 1,064 PV-38 513,30 2,18 PV-39 510,17 1,66 0,018 723,254 4,077 0,360
TRECHO-39 TUBO DE CONCRETO ARMADO 33,23 600 6,00% 0,176 0,166 1,059 PV-39 510,17 2,36 PV-40 507,71 1,89 0,018 723,254 4,112 0,358
TRECHO-40 TUBO DE CONCRETO ARMADO 38,96 600 5,67% 0,241 0,182 1,320 PV-40 507,71 1,89 PV-41 504,96 1,36 0,018 1.043,220 4,255 0,477
TRECHO-41 TUBO DE CONCRETO ARMADO 61,22 800 4,56% 0,273 0,208 1,312 PV-41 504,96 2,17 PV-42 501,71 1,71 0,018 1.122,217 4,171 0,427
TRECHO-42 TUBO DE CONCRETO ARMADO 98,33 800 1,86% 0,401 0,241 1,666 PV-42 501,71 2,67 ALA 498,62 1,41 0,018 1.204,733 2,932 0,596
PLANOS DIRETORES MUNICIPAIS DE MACRODRENAGEM URBANA NA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO SOROCABA E MÉDIO TIETÊ
ETAPA IV - ELABORAÇÃO DE ANTEPROJETOS
MEMÓRIA DE CÁLCULO DA MICRODRENAGEM
Município de Laranjal Paulista - Microbacia 14
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Trecho Descrição Extensão
(m)
Diâmetro
(mm) Decliv.
Área
Molhada
(m²)
Raio
Hidráulico
(m)
Perímetro
Molhado
(m)
Montante Cota Terreno
(Mont.) (m)
Prof. Coletor
(Mont.) (m) Jusante Cota Terreno
(Jus.) (m)
Prof. Coletor
(Jus.) (m)
n de
Manning
Vazão
Escoando
(L/s)
Velocidade
(m/s)
Lâmina
(m)
PLANOS DIRETORES MUNICIPAIS DE MACRODRENAGEM URBANA NA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO SOROCABA E MÉDIO TIETÊ
ETAPA IV - ELABORAÇÃO DE ANTEPROJETOS
MEMÓRIA DE CÁLCULO DA MICRODRENAGEM
Município de Laranjal Paulista - Microbacia 14
TRECHO-43 TUBO DE CONCRETO ARMADO 35,61 500 0,57% 0,139 0,145 0,954 PV-43 496,00 1,72 ALA 495,56 1,47 0,018 163,586 1,161 0,333
TRECHO-44 TUBO DE CONCRETO ARMADO 57,30 500 5,89% 0,077 0,110 0,699 PV-44 534,96 1,36 PV-45 531,59 1,36 0,018 227,542 3,093 0,207
TRECHO-45 TUBO DE CONCRETO ARMADO 62,70 500 4,95% 0,131 0,143 0,921 PV-45 531,59 2,13 PV-46 527,71 1,36 0,018 446,705 3,373 0,317
TRECHO-46 TUBO DE CONCRETO ARMADO 72,21 600 6,00% 0,170 0,164 1,039 PV-46 527,71 2,95 PV-47 522,00 1,58 0,018 688,957 4,071 0,348
TRECHO-47 TUBO DE CONCRETO ARMADO 62,97 600 6,00% 0,170 0,164 1,039 PV-47 522,00 3,28 PV-49 516,94 1,99 0,018 688,957 4,071 0,348
TRECHO-48 TUBO DE CONCRETO ARMADO 74,37 500 5,18% 0,068 0,102 0,661 PV-48 521,46 2,03 PV-49 516,94 1,36 0,018 178,456 2,768 0,188
TRECHO-49 TUBO DE CONCRETO ARMADO 22,84 800 5,83% 0,298 0,217 1,373 PV-49 516,94 2,29 PV-50 515,73 2,41 0,018 1.431,797 4,839 0,458
TRECHO-50 TUBO DE CONCRETO ARMADO 33,87 800 6,00% 0,295 0,216 1,365 PV-50 515,73 2,73 PV-51 513,00 2,03 0,018 1.431,797 4,895 0,454
TRECHO-51 TUBO DE CONCRETO ARMADO 43,46 800 3,91% 0,363 0,234 1,549 PV-51 513,00 2,03 PV-52 511,00 1,73 0,018 1.542,346 4,175 0,543
TRECHO-52 TUBO DE CONCRETO ARMADO 67,44 800 3,22% 0,416 0,242 1,715 PV-52 511,00 2,13 PV-53 508,01 1,31 0,018 1.648,286 3,879 0,617
TRECHO-53 TUBO DE CONCRETO ARMADO 99,74 800 3,93% 0,425 0,243 1,747 PV-53 508,01 2,11 PV-54 503,34 1,36 0,018 1.857,087 4,290 0,630
TRECHO-54 TUBO DE CONCRETO ARMADO 89,47 1000 4,41% 0,463 0,270 1,711 PV-54 503,34 2,40 PV-55 499,11 2,12 0,018 2.241,642 4,878 0,570
TRECHO-55 TUBO DE CONCRETO ARMADO 95,36 1000 3,54% 0,547 0,289 1,889 PV-55 499,11 2,66 PV-56 495,78 2,71 0,018 2.532,771 4,573 0,657
TRECHO-56 TUBO DE CONCRETO ARMADO 93,50 1000 2,58% 0,662 0,304 2,179 PV-56 495,78 2,78 ALA 492,10 1,52 0,018 2.722,843 4,033 0,786
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Trecho Descrição Extensão
(m)
Diâmetro
(mm) Decliv.
Área
Molhada
(m²)
Raio
Hidráulico
(m)
Perímetro
Molhado
(m)
Montante Cota Terreno
(Mont.) (m)
Prof. Coletor
(Mont.) (m) Jusante Cota Terreno
(Jus.) (m)
Prof. Coletor
(Jus.) (m)
n de
Manning
Vazão
Escoando
(L/s)
Velocidade
(m/s)
Lâmina
(m)
TRECHO-01 TUBO DE CONCRETO ARMADO 98,91 500 4,12% 0,062 0,098 0,638 PV-01 551,16 2,17 PV-02 546,28 1,36 0,018 141,879 2,394 0,178
TRECHO-02 TUBO DE CONCRETO ARMADO 99,23 500 3,72% 0,147 0,148 0,990 PV-02 546,28 2,27 PV-03 541,68 1,36 0,018 448,689 2,999 0,350
TRECHO-03 TUBO DE CONCRETO ARMADO 39,24 600 4,56% 0,193 0,172 1,120 PV-03 541,68 1,45 PV-04 539,86 1,42 0,018 717,645 3,676 0,387
TRECHO-04 TUBO DE CONCRETO ARMADO 32,94 600 4,73% 0,196 0,173 1,132 PV-04 539,86 1,42 PV-05 538,42 1,54 0,018 747,402 3,758 0,393
TRECHO-05 TUBO DE CONCRETO ARMADO 63,88 800 0,90% 0,416 0,242 1,714 PV-05 538,42 1,57 PV-06 539,08 2,80 0,018 870,258 2,048 0,617
TRECHO-06 TUBO DE CONCRETO ARMADO 87,90 800 1,23% 0,376 0,237 1,586 PV-06 539,08 2,80 PV-07 537,82 2,62 0,018 904,069 2,357 0,560
TRECHO-07 TUBO DE CONCRETO ARMADO 44,88 800 3,00% 0,312 0,221 1,410 PV-07 537,82 2,62 PV-08 535,45 1,60 0,018 1.097,328 3,520 0,476
TRECHO-08 TUBO DE CONCRETO ARMADO 44,88 800 6,08% 0,243 0,197 1,237 PV-08 535,45 1,60 PV-09 532,80 1,68 0,018 1.097,328 4,633 0,390
TRECHO-09 TUBO DE CONCRETO ARMADO 38,75 800 4,79% 0,318 0,223 1,426 PV-09 532,80 2,09 PV-10 530,22 1,35 0,018 1.423,310 4,469 0,484
TRECHO-10 TUBO DE CONCRETO ARMADO 38,08 800 5,34% 0,306 0,219 1,394 PV-10 530,22 2,87 PV-26 527,36 2,04 0,018 1.423,310 4,667 0,468
TRECHO-11 TUBO DE CONCRETO ARMADO 99,96 500 0,76% 0,114 0,134 0,847 PV-11 545,32 2,16 PV-12 543,77 1,37 0,018 142,867 1,269 0,281
TRECHO-12 TUBO DE CONCRETO ARMADO 67,02 500 4,16% 0,135 0,144 0,937 PV-12 543,77 1,40 PV-13 541,11 1,53 0,018 425,367 3,114 0,325
TRECHO-13 TUBO DE CONCRETO ARMADO 60,10 600 2,18% 0,201 0,175 1,148 PV-13 541,11 1,53 PV-14 539,67 1,40 0,018 522,985 2,565 0,401
TRECHO-14 TUBO DE CONCRETO ARMADO 83,16 800 1,24% 0,301 0,218 1,383 PV-14 539,67 1,41 PV-18 540,02 2,79 0,018 671,035 2,237 0,463
TRECHO-15 TUBO DE CONCRETO ARMADO 98,95 500 0,50% 0,149 0,149 1,001 PV-15 539,23 1,77 PV-16 539,22 2,25 0,018 167,788 1,103 0,355
TRECHO-16 TUBO DE CONCRETO ARMADO 57,10 800 0,50% 0,324 0,225 1,442 PV-16 539,22 2,25 PV-17 539,86 3,18 0,018 472,475 1,452 0,492
TRECHO-17 TUBO DE CONCRETO ARMADO 57,76 800 1,04% 0,266 0,206 1,293 PV-17 539,86 3,18 PV-18 540,02 3,93 0,018 515,980 1,976 0,418
TRECHO-18 TUBO DE CONCRETO ARMADO 41,70 1000 0,86% 0,591 0,297 1,991 PV-18 540,02 3,93 PV-19 539,66 3,93 0,018 1.380,235 2,288 0,704
TRECHO-19 TUBO DE CONCRETO ARMADO 74,92 1000 0,84% 0,661 0,304 2,176 PV-19 539,66 3,93 PV-20 539,05 3,95 0,018 1.546,386 2,294 0,784
TRECHO-20 TUBO DE CONCRETO ARMADO 97,70 1000 1,03% 0,634 0,302 2,100 PV-20 539,05 3,95 PV-22 537,85 3,76 0,018 1.649,230 2,543 0,752
TRECHO-21 TUBO DE CONCRETO ARMADO 75,58 500 1,34% 0,063 0,098 0,641 PV-21 538,32 1,36 PV-22 537,85 1,90 0,018 82,043 1,371 0,179
TRECHO-22 TUBO DE CONCRETO ARMADO 33,28 1000 2,05% 0,563 0,292 1,926 PV-22 537,85 3,76 PV-23 536,34 2,93 0,018 2.005,214 3,505 0,674
TRECHO-23 TUBO DE CONCRETO ARMADO 33,28 1000 4,58% 0,422 0,259 1,630 PV-23 536,34 3,72 PV-24 533,29 2,19 0,018 2.005,214 4,829 0,530
TRECHO-24 TUBO DE CONCRETO ARMADO 32,15 1000 2,78% 0,523 0,285 1,837 PV-24 533,29 3,73 PV-25 530,31 1,65 0,018 2.112,719 4,010 0,632
TRECHO-25 TUBO DE CONCRETO ARMADO 32,15 1000 4,80% 0,431 0,262 1,647 PV-25 530,31 3,44 PV-26 527,36 2,04 0,018 2.112,719 4,976 0,538
TRECHO-26 TUBO DE CONCRETO ARMADO 18,61 1200 2,86% 0,807 0,350 2,305 PV-26 527,36 3,53 PV-27 525,65 2,34 0,018 3.831,096 4,670 0,806
TRECHO-27 TUBO DE CONCRETO ARMADO 18,61 1200 2,59% 0,839 0,355 2,367 PV-27 525,65 3,53 PV-28 524,00 2,37 0,018 3.831,096 4,476 0,834
TRECHO-28 TUBO DE CONCRETO ARMADO 52,65 1500 1,66% 1,008 0,400 2,523 PV-28 524,00 2,37 PV-29 524,59 3,83 0,018 3.879,300 3,888 0,833
TRECHO-29 TUBO DE CONCRETO ARMADO 27,85 1500 2,54% 0,874 0,373 2,344 PV-29 524,59 3,83 PV-30 522,34 2,29 0,018 3.908,989 4,584 0,744
TRECHO-30 TUBO DE CONCRETO ARMADO 27,85 1500 2,69% 0,857 0,369 2,320 PV-30 522,34 3,79 PV-31 520,35 2,55 0,018 3.908,989 4,688 0,732
TRECHO-31 TUBO DE CONCRETO ARMADO 71,69 1500 0,72% 1,458 0,455 3,208 PV-31 520,35 2,99 ALA 518,77 1,92 0,018 4.160,568 2,791 1,153
PLANOS DIRETORES MUNICIPAIS DE MACRODRENAGEM URBANA NA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO SOROCABA E MÉDIO TIETÊ
ETAPA IV - ELABORAÇÃO DE ANTEPROJETOS
MEMÓRIA DE CÁLCULO DA MICRODRENAGEM
Município de Laranjal Paulista - Microbacia 15
SHS Consultoria e Projetos de Engenharia Ltda. EPP - www.shs.com.br Página 1 de 1
Trecho Descrição Extensão
(m)
Diâmetro
(mm) Decliv.
Área
Molhada
(m²)
Raio
Hidráulico
(m)
Perímetro
Molhado
(m)
Montante Cota Terreno
(Mont.) (m)
Prof. Coletor
(Mont.) (m) Jusante Cota Terreno
(Jus.) (m)
Prof. Coletor
(Jus.) (m)
n de
Manning
Vazão
Escoando
(L/s)
Velocidade
(m/s)
Lâmina
(m)
TRECHO-01 TUBO DE CONCRETO ARMADO 56,61 500 5,14% 0,052 0,088 0,590 PV-01 554,49 1,77 PV-02 551,17 1,36 0,018 121,50 2,486 0,310
TRECHO-02 TUBO DE CONCRETO ARMADO 50,41 500 5,39% 0,051 0,087 0,586 PV-02 551,17 1,43 PV-03 548,38 1,36 0,018 121,50 2,529 0,306
TRECHO-03 TUBO DE CONCRETO ARMADO 45,18 600 1,37% 0,144 0,152 0,953 PV-03 548,38 1,46 PV-04 547,76 1,46 0,018 261,25 1,849 0,509
TRECHO-04 TUBO DE CONCRETO ARMADO 69,97 600 5,35% 0,105 0,128 0,819 PV-04 547,76 1,60 PV-05 543,88 1,46 0,018 326,40 3,263 0,398
TRECHO-05 TUBO DE CONCRETO ARMADO 57,91 600 5,72% 0,118 0,137 0,864 PV-05 543,88 1,46 PV-07 540,57 1,46 0,018 399,70 3,523 0,435
TRECHO-06 TUBO DE CONCRETO ARMADO 98,72 500 0,50% 0,090 0,120 0,753 PV-06 540,31 1,72 PV-07 540,57 2,47 0,018 83,25 0,954 0,468
TRECHO-07 TUBO DE CONCRETO ARMADO 68,75 600 5,49% 0,172 0,165 1,046 PV-07 540,57 2,47 PV-09 535,78 1,46 0,018 671,62 3,910 0,586
TRECHO-08 TUBO DE CONCRETO ARMADO 99,15 500 0,50% 0,098 0,125 0,785 PV-08 536,28 1,67 PV-09 535,78 1,66 0,018 93,98 0,982 0,500
TRECHO-09 TUBO DE CONCRETO ARMADO 66,64 800 5,49% 0,222 0,187 1,182 PV-09 535,78 2,17 PV-11 531,63 1,68 0,018 911,98 4,263 0,453
TRECHO-10 TUBO DE CONCRETO ARMADO 98,55 500 0,86% 0,096 0,124 0,777 PV-10 532,74 1,62 PV-11 531,63 1,36 0,018 119,50 1,278 0,491
TRECHO-11 TUBO DE CONCRETO ARMADO 59,06 800 4,76% 0,284 0,212 1,339 PV-11 531,63 2,23 PV-12 528,27 1,68 0,018 1.212,11 4,313 0,552
TRECHO-12 TUBO DE CONCRETO ARMADO 60,86 800 5,50% 0,279 0,210 1,326 PV-12 528,27 2,23 PV-16 524,36 1,68 0,018 1.269,00 4,609 0,543
TRECHO-13 TUBO DE CONCRETO ARMADO 72,97 500 1,18% 0,051 0,087 0,586 PV-13 530,66 1,53 PV-14 529,62 1,36 0,018 57,04 1,184 0,306
TRECHO-14 TUBO DE CONCRETO ARMADO 72,21 500 3,05% 0,074 0,108 0,687 PV-14 529,62 1,48 PV-15 527,30 1,36 0,018 154,96 2,194 0,402
TRECHO-15 TUBO DE CONCRETO ARMADO 49,85 500 4,00% 0,091 0,120 0,756 PV-15 527,30 2,30 PV-16 524,36 1,36 0,018 238,40 2,706 0,471
TRECHO-16 TUBO DE CONCRETO ARMADO 11,92 1000 4,33% 0,361 0,239 1,507 PV-16 524,36 2,08 PV-17 523,66 1,89 0,018 1.559,41 4,458 0,468
TRECHO-17 TUBO DE CONCRETO ARMADO 22,74 1000 3,23% 0,419 0,258 1,624 PV-17 523,66 2,53 PV-18 522,27 1,87 0,018 1.666,99 4,046 0,527
TRECHO-18 TUBO DE CONCRETO ARMADO 49,16 1000 3,17% 0,610 0,299 2,038 PV-18 522,27 2,86 PV-19 519,74 1,89 0,018 2.762,13 4,426 0,725
TRECHO-19 TUBO DE CONCRETO ARMADO 54,69 1000 3,15% 0,612 0,300 2,043 PV-19 519,74 1,89 PV-20 517,70 1,57 0,018 2.762,13 4,411 0,728
TRECHO-20 TUBO DE CONCRETO ARMADO 45,84 1000 0,80% 0,612 0,300 2,043 PV-20 517,70 1,57 ALA-1 517,16 1,39 0,018 2.762,13 4,411 0,728
TRECHO-21 TUBO DE CONCRETO ARMADO 43,90 500 0,67% 0,038 0,073 0,523 PV-21 579,10 2,16 PV-22 578,00 1,36 0,018 28,76 0,795 0,249
TRECHO-22 TUBO DE CONCRETO ARMADO 36,42 500 2,51% 0,056 0,092 0,609 PV-22 578,00 2,11 PV-23 576,33 1,36 0,018 94,53 1,790 0,327
TRECHO-23 TUBO DE CONCRETO ARMADO 32,61 500 2,27% 0,088 0,118 0,744 PV-23 576,33 2,12 PV-24 574,83 1,36 0,018 170,88 2,014 0,458
TRECHO-24 TUBO DE CONCRETO ARMADO 34,31 500 1,90% 0,118 0,136 0,866 PV-24 574,83 2,24 PV-25 573,29 1,36 0,018 238,66 2,029 0,580
TRECHO-25 TUBO DE CONCRETO ARMADO 38,34 500 5,25% 0,094 0,122 0,770 PV-25 573,29 1,39 PV-26 571,38 1,49 0,018 287,91 3,139 0,484
TRECHO-26 TUBO DE CONCRETO ARMADO 51,32 500 3,51% 0,116 0,135 0,857 PV-26 571,38 1,49 PV-27 569,50 1,41 0,018 316,01 2,743 0,571
TRECHO-27 TUBO DE CONCRETO ARMADO 39,42 500 6,00% 0,106 0,130 0,818 PV-27 569,50 2,41 PV-28 567,00 2,27 0,018 365,60 3,492 0,533
TRECHO-28 TUBO DE CONCRETO ARMADO 36,17 500 3,77% 0,134 0,144 0,932 PV-28 567,00 2,27 PV-29 564,72 1,36 0,018 400,19 2,958 0,645
TRECHO-29 TUBO DE CONCRETO ARMADO 36,95 500 6,00% 0,119 0,137 0,869 PV-29 564,72 2,36 PV-30 562,42 2,27 0,018 428,48 3,614 0,584
TRECHO-30 TUBO DE CONCRETO ARMADO 36,95 600 3,85% 0,150 0,154 0,971 PV-30 562,42 2,27 PV-31 560,18 1,46 0,018 461,85 3,137 0,524
TRECHO-31 TUBO DE CONCRETO ARMADO 97,83 600 5,82% 0,135 0,147 0,921 PV-31 560,18 1,55 PV-32 554,40 1,46 0,018 488,54 3,725 0,482
TRECHO-32 TUBO DE CONCRETO ARMADO 69,02 800 6,00% 0,160 0,156 1,021 PV-32 554,40 2,68 PV-33 550,37 2,79 0,018 598,26 3,950 0,355
TRECHO-33 TUBO DE CONCRETO ARMADO 55,97 800 3,73% 0,197 0,176 1,119 PV-33 550,37 2,79 PV-34 547,17 1,68 0,018 635,28 3,368 0,414
TRECHO-34 TUBO DE CONCRETO ARMADO 63,99 800 2,74% 0,228 0,190 1,199 PV-34 547,17 1,68 PV-35 545,42 1,68 0,018 672,47 3,043 0,464
TRECHO-35 TUBO DE CONCRETO ARMADO 98,16 800 6,00% 0,183 0,169 1,083 PV-35 545,42 3,24 PV-36 538,46 2,17 0,018 726,08 4,159 0,392
TRECHO-36 TUBO DE CONCRETO ARMADO 69,49 800 6,00% 0,205 0,180 1,139 PV-36 538,46 4,24 PV-37 532,65 2,60 0,018 850,87 4,332 0,427
TRECHO-37 TUBO DE CONCRETO ARMADO 58,50 800 4,74% 0,235 0,193 1,215 PV-37 532,65 2,79 PV-38 528,76 1,68 0,018 920,80 4,042 0,474
TRECHO-38 TUBO DE CONCRETO ARMADO 23,19 1000 2,10% 0,363 0,240 1,512 PV-38 528,76 3,03 PV-39 527,13 1,89 0,018 1.095,14 3,111 0,470
TRECHO-39 TUBO DE CONCRETO ARMADO 56,90 1000 3,15% 0,315 0,223 1,414 PV-39 527,13 2,32 PV-40 524,92 1,89 0,018 1.095,14 3,623 0,422
TRECHO-40 TUBO DE CONCRETO ARMADO 64,47 1000 1,23% 0,438 0,264 1,662 PV-40 524,92 3,75 PV-18 522,27 1,89 0,018 1.095,14 2,533 0,545
TRECHO-41 TUBO DE CONCRETO ARMADO 74,84 500 3,91% 0,034 0,069 0,502 PV-41 571,00 2,21 PV-42 567,22 1,36 0,018 59,92 1,840 0,231
TRECHO-42 TUBO DE CONCRETO ARMADO 71,75 500 3,29% 0,069 0,103 0,665 PV-42 567,22 2,26 PV-43 564,19 1,59 0,018 144,69 2,217 0,380
TRECHO-43 TUBO DE CONCRETO ARMADO 75,12 500 5,54% 0,083 0,114 0,723 PV-43 564,19 1,59 PV-44 559,80 1,36 0,018 244,75 3,079 0,437
PLANOS DIRETORES MUNICIPAIS DE MACRODRENAGEM URBANA NA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO SOROCABA E MÉDIO TIETÊ
ETAPA IV - ELABORAÇÃO DE ANTEPROJETOS
MEMÓRIA DE CÁLCULO DA MICRODRENAGEM
Município de Laranjal Paulista - Microbacia 16
SHS Consultoria e Projetos de Engenharia Ltda. EPP - www.shs.com.br Página 1 de 2
Trecho Descrição Extensão
(m)
Diâmetro
(mm) Decliv.
Área
Molhada
(m²)
Raio
Hidráulico
(m)
Perímetro
Molhado
(m)
Montante Cota Terreno
(Mont.) (m)
Prof. Coletor
(Mont.) (m) Jusante Cota Terreno
(Jus.) (m)
Prof. Coletor
(Jus.) (m)
n de
Manning
Vazão
Escoando
(L/s)
Velocidade
(m/s)
Lâmina
(m)
PLANOS DIRETORES MUNICIPAIS DE MACRODRENAGEM URBANA NA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO SOROCABA E MÉDIO TIETÊ
ETAPA IV - ELABORAÇÃO DE ANTEPROJETOS
MEMÓRIA DE CÁLCULO DA MICRODRENAGEM
Município de Laranjal Paulista - Microbacia 16
TRECHO-44 TUBO DE CONCRETO ARMADO 94,66 500 5,99% 0,104 0,129 0,809 PV-44 559,80 1,82 PV-45 554,17 1,85 0,018 354,46 3,465 0,524
TRECHO-45 TUBO DE CONCRETO ARMADO 46,18 800 3,33% 0,177 0,166 1,068 PV-45 554,17 1,85 PV-46 553,71 2,93 0,018 516,83 3,062 0,383
TRECHO-46 TUBO DE CONCRETO ARMADO 62,10 800 1,42% 0,239 0,195 1,225 PV-46 553,71 2,93 PV-52 552,94 3,05 0,018 516,83 2,227 0,480
TRECHO-47 TUBO DE CONCRETO ARMADO 75,11 500 2,90% 0,073 0,107 0,682 PV-47 565,42 2,04 PV-48 562,56 1,36 0,018 147,86 2,128 0,398
TRECHO-48 TUBO DE CONCRETO ARMADO 71,96 500 2,88% 0,116 0,135 0,858 PV-48 562,56 1,39 PV-49 560,71 1,61 0,018 287,35 2,486 0,573
TRECHO-49 TUBO DE CONCRETO ARMADO 75,14 600 4,20% 0,134 0,146 0,918 PV-49 560,71 1,61 PV-50 558,51 2,56 0,018 411,31 3,157 0,480
TRECHO-50 TUBO DE CONCRETO ARMADO 47,12 600 3,88% 0,168 0,163 1,031 PV-50 558,51 2,56 PV-51 556,06 1,95 0,018 543,87 3,262 0,573
TRECHO-51 TUBO DE CONCRETO ARMADO 47,11 600 6,00% 0,144 0,151 0,951 PV-51 556,06 2,55 PV-52 552,94 2,25 0,018 543,87 3,865 0,507
TRECHO-52 TUBO DE CONCRETO ARMADO 38,30 800 4,95% 0,289 0,214 1,351 PV-52 552,94 3,05 PV-53 550,23 2,23 0,018 1.263,53 4,418 0,559
TRECHO-53 TUBO DE CONCRETO ARMADO 38,30 800 4,39% 0,301 0,218 1,382 PV-53 550,23 3,06 PV-55 547,40 1,92 0,018 1.263,53 4,216 0,578
TRECHO-54 TUBO DE CONCRETO ARMADO 98,77 500 0,99% 0,073 0,106 0,681 PV-54 549,23 2,22 PV-55 547,40 1,36 0,018 85,82 1,239 0,397
TRECHO-55 TUBO DE CONCRETO ARMADO 43,59 1000 4,20% 0,357 0,238 1,500 PV-55 547,40 3,90 PV-56 543,87 2,20 0,018 1.514,07 4,377 0,465
TRECHO-56 TUBO DE CONCRETO ARMADO 38,40 1000 4,12% 0,360 0,239 1,505 PV-56 543,87 3,73 PV-58 540,58 2,02 0,018 1.514,07 4,346 0,467
TRECHO-57 TUBO DE CONCRETO ARMADO 76,54 500 2,54% 0,050 0,086 0,582 PV-57 543,31 2,14 PV-58 540,58 1,36 0,018 81,28 1,723 0,302
TRECHO-58 TUBO DE CONCRETO ARMADO 40,57 1000 3,02% 0,442 0,265 1,670 PV-58 540,58 3,90 PV-59 537,74 2,28 0,018 1.737,82 3,979 0,549
TRECHO-59 TUBO DE CONCRETO ARMADO 33,62 1000 3,05% 0,440 0,264 1,666 PV-59 537,74 3,33 PV-61 535,58 2,19 0,018 1.737,82 3,997 0,547
TRECHO-60 TUBO DE CONCRETO ARMADO 56,52 500 0,92% 0,047 0,083 0,566 PV-60 536,83 2,09 PV-61 535,58 1,36 0,018 44,62 1,011 0,288
TRECHO-61 TUBO DE CONCRETO ARMADO 35,84 1000 3,50% 0,444 0,265 1,673 PV-61 535,58 3,47 PV-62 533,19 2,34 0,018 1.881,25 4,289 0,551
TRECHO-62 TUBO DE CONCRETO ARMADO 35,84 1000 3,82% 0,430 0,261 1,646 PV-62 533,19 3,37 PV-63 530,78 2,32 0,018 1.881,25 4,439 0,537
TRECHO-63 TUBO DE CONCRETO ARMADO 71,40 1200 1,64% 0,637 0,318 2,005 PV-63 530,78 3,02 ALA-2 528,21 1,62 0,018 2.085,07 3,312 0,550
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Trecho Descrição Extensão
(m)
Diâmetro
(mm) Decliv.
Área
Molhada
(m²)
Raio
Hidráulico
(m)
Perímetro
Molhado
(m)
Montante Cota Terreno
(Mont.) (m)
Prof. Coletor
(Mont.) (m) Jusante Cota Terreno
(Jus.) (m)
Prof. Coletor
(Jus.) (m)
n de
Manning
Vazão
Escoando
(L/s)
Velocidade
(m/s)
Lâmina
(m)
TRECHO-01 TUBO DE CONCRETO ARMADO 91,69 500 6,00% 0,025 0,056 0,443 PV-01 535,61 3,11 PV-02 528,96 1,96 0,018 47,02 1,988 0,184
TRECHO-02 TUBO DE CONCRETO ARMADO 16,36 500 5,42% 0,059 0,095 0,625 PV-02 528,96 2,10 PV-03 527,33 1,36 0,018 151,91 2,695 0,343
TRECHO-03 TUBO DE CONCRETO ARMADO 65,46 500 6,00% 0,057 0,093 0,616 PV-03 527,33 2,36 PV-08 522,59 1,55 0,018 151,91 2,797 0,334
TRECHO-04 TUBO DE CONCRETO ARMADO 47,39 500 5,03% 0,013 0,037 0,351 PV-04 538,94 2,11 PV-05 535,81 1,36 0,018 17,99 1,389 0,118
TRECHO-05 TUBO DE CONCRETO ARMADO 57,70 500 6,00% 0,012 0,036 0,343 PV-05 535,81 2,36 PV-06 531,76 1,77 0,018 17,99 1,475 0,113
TRECHO-06 TUBO DE CONCRETO ARMADO 90,14 500 6,00% 0,045 0,080 0,556 PV-06 531,76 3,10 PV-07 524,78 1,53 0,018 106,78 2,533 0,278
TRECHO-07 TUBO DE CONCRETO ARMADO 23,26 600 6,00% 0,070 0,101 0,689 PV-07 524,78 3,05 PV-08 522,59 2,26 0,018 194,76 2,956 0,295
TRECHO-08 TUBO DE CONCRETO ARMADO 32,88 600 2,16% 0,159 0,159 1,002 PV-08 522,59 3,01 ALA-1 519,83 0,96 0,018 376,99 2,395 0,550
TRECHO-09 TUBO DE CONCRETO ARMADO 67,47 500 3,44% 0,064 0,099 0,644 PV-12 537,76 4,10 PV-13 532,70 1,36 0,018 133,35 2,204 0,360
TRECHO-10 TUBO DE CONCRETO ARMADO 41,80 500 5,59% 0,054 0,090 0,599 PV-13 532,70 2,11 PV-14 529,61 1,36 0,018 133,35 2,630 0,318
TRECHO-11 TUBO DE CONCRETO ARMADO 89,67 500 3,90% 0,090 0,120 0,752 PV-14 529,61 3,58 PV-15 523,89 1,36 0,018 232,09 2,663 0,467
TRECHO-12 TUBO DE CONCRETO ARMADO 85,43 600 0,54% 0,090 0,120 0,752 PV-15 523,89 4,86 ALA-2 519,52 0,96 0,018 352,23 2,663 1,467
TRECHO-13 TUBO DE CONCRETO ARMADO 25,16 500 0,50% 0,051 0,087 0,587 PV-13 586,39 1,97 PV-14 588,12 3,82 0,018 37,29 0,772 0,307
TRECHO-14 TUBO DE CONCRETO ARMADO 23,76 500 0,50% 0,084 0,115 0,727 PV-14 588,12 3,82 PV-15 588,71 4,54 0,018 74,72 0,929 0,441
TRECHO-15 TUBO DE CONCRETO ARMADO 52,34 500 0,50% 0,097 0,124 0,781 PV-15 588,71 4,54 PV-16 588,14 4,23 0,018 92,47 0,978 0,495
TRECHO-16 TUBO DE CONCRETO ARMADO 44,75 500 0,50% 0,122 0,138 0,880 PV-16 588,14 4,23 PV-19 586,32 2,63 0,018 127,43 1,050 0,594
TRECHO-17 TUBO DE CONCRETO ARMADO 22,08 500 0,50% 0,046 0,082 0,562 PV-17 585,52 1,61 PV-18 586,22 2,42 0,018 32,13 0,740 0,284
TRECHO-18 TUBO DE CONCRETO ARMADO 22,99 500 0,50% 0,068 0,103 0,664 PV-18 586,22 2,42 PV-19 586,32 2,64 0,018 56,32 0,864 0,380
TRECHO-19 TUBO DE CONCRETO ARMADO 63,81 500 6,00% 0,073 0,107 0,682 PV-19 586,32 2,64 PV-20 581,21 1,36 0,018 211,99 3,058 0,397
TRECHO-20 TUBO DE CONCRETO ARMADO 88,76 600 6,00% 0,095 0,121 0,785 PV-20 581,21 5,04 PV-21 573,05 2,20 0,018 301,32 3,333 0,370
TRECHO-21 TUBO DE CONCRETO ARMADO 19,13 600 3,50% 0,144 0,152 0,953 PV-21 573,05 2,20 PV-22 571,63 1,46 0,018 417,75 2,955 0,509
TRECHO-22 TUBO DE CONCRETO ARMADO 34,13 600 6,00% 0,120 0,138 0,870 PV-22 571,63 2,46 PV-23 568,74 1,61 0,018 417,75 3,626 0,439
TRECHO-23 TUBO DE CONCRETO ARMADO 72,87 600 6,00% 0,139 0,149 0,935 PV-23 568,74 3,08 PV-24 562,93 1,64 0,018 517,48 3,820 0,493
TRECHO-24 TUBO DE CONCRETO ARMADO 40,86 600 4,06% 0,168 0,163 1,033 PV-24 562,93 2,87 PV-25 559,87 1,46 0,018 559,29 3,340 0,575
TRECHO-25 TUBO DE CONCRETO ARMADO 83,62 600 6,00% 0,155 0,157 0,987 PV-25 559,87 3,17 PV-27 553,52 1,84 0,018 603,80 3,957 0,537
TRECHO-26 TUBO DE CONCRETO ARMADO 65,96 500 5,58% 0,025 0,056 0,442 PV-26 557,99 2,15 PV-27 553,52 1,36 0,018 45,12 1,914 0,183
TRECHO-27 TUBO DE CONCRETO ARMADO 32,17 800 6,00% 0,179 0,167 1,073 PV-27 553,52 3,29 PV-31 550,89 2,60 0,018 705,66 4,128 0,387
TRECHO-28 TUBO DE CONCRETO ARMADO 71,46 500 6,00% 0,051 0,087 0,587 PV-28 561,71 3,09 PV-29 556,38 2,05 0,018 129,40 2,675 0,307
TRECHO-29 TUBO DE CONCRETO ARMADO 94,04 500 2,65% 0,127 0,140 0,901 PV-29 556,38 2,11 PV-30 553,14 1,36 0,018 310,61 2,444 0,615
TRECHO-30 TUBO DE CONCRETO ARMADO 73,46 600 2,31% 0,164 0,161 1,018 PV-30 553,14 2,02 PV-31 550,89 1,46 0,018 406,48 2,499 0,563
TRECHO-31 TUBO DE CONCRETO ARMADO 70,02 1000 1,67% 0,427 0,260 1,639 PV-31 550,89 2,60 PV-33 549,02 1,90 0,018 1.229,74 2,927 0,534
TRECHO-32 TUBO DE CONCRETO ARMADO 98,51 500 6,00% 0,042 0,078 0,545 PV-32 556,13 3,20 PV-33 549,02 2,01 0,018 99,51 2,483 0,269
TRECHO-33 TUBO DE CONCRETO ARMADO 67,77 1000 1,52% 0,506 0,281 1,802 PV-33 549,02 2,23 PV-35 547,65 1,90 0,018 1.493,86 2,938 0,615
TRECHO-34 TUBO DE CONCRETO ARMADO 98,91 500 6,00% 0,052 0,088 0,592 PV-34 553,94 2,36 PV-35 547,65 2,00 0,018 133,21 2,697 0,312
TRECHO-35 TUBO DE CONCRETO ARMADO 47,60 1000 4,97% 0,380 0,246 1,546 PV-35 547,65 3,72 PV-36 543,86 2,29 0,018 1.799,71 4,862 0,488
TRECHO-36 TUBO DE CONCRETO ARMADO 49,81 1000 5,17% 0,375 0,244 1,535 PV-36 543,86 4,33 PV-37 539,61 2,65 0,018 1.799,71 4,936 0,482
TRECHO-37 TUBO DE CONCRETO ARMADO 29,63 1000 3,20% 0,468 0,272 1,723 PV-37 539,61 4,11 PV-38 536,97 2,42 0,018 1.942,52 4,169 0,576
TRECHO-38 TUBO DE CONCRETO ARMADO 25,24 1000 3,43% 0,457 0,269 1,700 PV-38 536,97 3,55 PV-39 534,61 2,05 0,018 1.942,52 4,283 0,565
TRECHO-39 TUBO DE CONCRETO ARMADO 31,26 1000 3,91% 0,436 0,263 1,658 PV-39 534,61 3,62 PV-42 531,85 2,09 0,018 1.942,52 4,511 0,544
TRECHO-40 TUBO DE CONCRETO ARMADO 40,81 500 1,93% 0,053 0,089 0,596 PV-40 535,51 2,11 PV-41 533,97 1,36 0,018 76,98 1,538 0,315
TRECHO-41 TUBO DE CONCRETO ARMADO 70,85 500 2,12% 0,088 0,118 0,746 PV-41 533,97 2,12 PV-42 531,85 1,50 0,018 166,57 1,950 0,460
TRECHO-42 TUBO DE CONCRETO ARMADO 36,46 1200 3,83% 0,502 0,282 1,778 PV-42 531,85 4,07 PV-43 528,81 2,43 0,018 2.266,13 4,675 0,456
TRECHO-43 TUBO DE CONCRETO ARMADO 36,52 1200 3,88% 0,499 0,281 1,774 PV-43 528,81 2,75 PV-44 526,77 2,12 0,018 2.266,13 4,699 0,454
PLANOS DIRETORES MUNICIPAIS DE MACRODRENAGEM URBANA NA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO SOROCABA E MÉDIO TIETÊ
ETAPA IV - ELABORAÇÃO DE ANTEPROJETOS
MEMÓRIA DE CÁLCULO DA MICRODRENAGEM
Município de Laranjal Paulista - Microbacia 17
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Trecho Descrição Extensão
(m)
Diâmetro
(mm) Decliv.
Área
Molhada
(m²)
Raio
Hidráulico
(m)
Perímetro
Molhado
(m)
Montante Cota Terreno
(Mont.) (m)
Prof. Coletor
(Mont.) (m) Jusante Cota Terreno
(Jus.) (m)
Prof. Coletor
(Jus.) (m)
n de
Manning
Vazão
Escoando
(L/s)
Velocidade
(m/s)
Lâmina
(m)
PLANOS DIRETORES MUNICIPAIS DE MACRODRENAGEM URBANA NA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO SOROCABA E MÉDIO TIETÊ
ETAPA IV - ELABORAÇÃO DE ANTEPROJETOS
MEMÓRIA DE CÁLCULO DA MICRODRENAGEM
Município de Laranjal Paulista - Microbacia 17
TRECHO-44 TUBO DE CONCRETO ARMADO 26,16 1200 3,37% 0,538 0,293 1,840 PV-44 526,77 2,34 PV-45 525,67 2,12 0,018 2.351,57 4,495 0,481
TRECHO-45 TUBO DE CONCRETO ARMADO 33,61 1200 3,94% 0,510 0,284 1,792 PV-45 525,67 2,36 PV-46 524,11 2,13 0,018 2.351,57 4,768 0,461
TRECHO-46 TUBO DE CONCRETO ARMADO 29,81 1200 2,91% 0,574 0,302 1,899 PV-46 524,11 2,13 PV-47 523,36 2,24 0,018 2.396,44 4,269 0,506
TRECHO-47 TUBO DE CONCRETO ARMADO 68,67 1200 4,22% 0,524 0,289 1,817 PV-47 523,36 3,02 PV-48 519,56 2,12 0,018 2.536,03 4,987 0,472
TRECHO-48 TUBO DE CONCRETO ARMADO 54,40 1500 2,10% 0,703 0,333 2,114 PV-48 519,56 3,00 ALA-3 517,35 1,92 0,018 2.608,82 3,868 0,420
TRECHO-49 TUBO DE CONCRETO ARMADO 74,69 500 2,50% 0,051 0,086 0,584 PV-49 547,63 3,13 PV-50 545,14 2,51 0,018 82,04 1,718 0,304
TRECHO-50 TUBO DE CONCRETO ARMADO 46,95 600 2,79% 0,174 0,165 1,053 PV-50 545,14 2,51 PV-52 542,78 1,46 0,018 486,65 2,796 0,592
TRECHO-51 TUBO DE CONCRETO ARMADO 76,68 500 4,79% 0,032 0,065 0,487 PV-51 546,62 1,62 PV-52 542,78 1,45 0,018 59,53 1,972 0,219
TRECHO-52 TUBO DE CONCRETO ARMADO 17,46 600 5,56% 0,162 0,160 1,013 PV-52 542,78 1,46 PV-53 541,81 1,46 0,018 621,86 3,866 0,559
TRECHO-53 TUBO DE CONCRETO ARMADO 56,57 800 0,55% 0,389 0,239 1,625 PV-53 541,81 1,68 PV-55 542,03 2,21 0,018 630,83 1,588 0,722
TRECHO-54 TUBO DE CONCRETO ARMADO 68,98 500 5,67% 0,029 0,061 0,469 PV-54 545,94 1,36 PV-55 542,03 1,36 0,018 56,56 2,061 0,204
TRECHO-55 TUBO DE CONCRETO ARMADO 49,11 1000 0,50% 0,465 0,271 1,717 PV-55 542,03 2,21 PV-57 542,01 2,43 0,018 761,14 1,645 0,573
TRECHO-56 TUBO DE CONCRETO ARMADO 65,33 500 5,51% 0,028 0,061 0,467 PV-56 545,60 1,36 PV-57 542,01 1,36 0,018 54,72 2,020 0,203
TRECHO-57 TUBO DE CONCRETO ARMADO 48,17 1000 0,50% 0,514 0,283 1,819 PV-57 542,01 2,43 PV-58 541,23 1,89 0,018 875,24 1,692 0,623
TRECHO-58 TUBO DE CONCRETO ARMADO 64,90 1000 1,96% 0,334 0,230 1,452 PV-58 541,23 1,89 PV-60 539,74 1,68 0,018 937,70 2,918 0,441
TRECHO-59 TUBO DE CONCRETO ARMADO 59,25 500 4,09% 0,070 0,104 0,671 PV-59 542,20 1,39 PV-60 539,74 1,36 0,018 166,28 2,491 0,386
TRECHO-60 TUBO DE CONCRETO ARMADO 89,89 1000 2,54% 0,353 0,237 1,490 PV-60 539,74 2,30 PV-62 536,84 1,68 0,018 1.154,99 3,387 0,460
TRECHO-61 TUBO DE CONCRETO ARMADO 97,07 500 1,55% 0,083 0,115 0,726 PV-61 538,22 1,42 PV-62 536,84 1,54 0,018 131,36 1,635 0,441
TRECHO-62 TUBO DE CONCRETO ARMADO 13,28 1000 3,45% 0,361 0,240 1,508 PV-62 536,84 1,89 PV-63 536,96 2,47 0,018 1.394,21 3,982 0,469
TRECHO-63 TUBO DE CONCRETO ARMADO 57,33 1000 6,00% 0,298 0,216 1,378 PV-63 536,96 4,30 PV-64 531,84 2,62 0,018 1.394,21 4,898 0,404
TRECHO-64 TUBO DE CONCRETO ARMADO 51,76 1000 6,00% 0,304 0,219 1,392 PV-64 531,84 3,62 PV-65 527,17 2,06 0,018 1.439,84 4,939 0,411
TRECHO-65 TUBO DE CONCRETO ARMADO 73,63 1000 6,00% 0,304 0,219 1,392 PV-65 527,17 4,06 PV-66 520,67 1,97 0,018 1.439,84 4,939 0,411
TRECHO-66 TUBO DE CONCRETO ARMADO 66,58 1000 2,30% 0,426 0,260 1,638 PV-66 520,67 4,20 ALA-5 516,33 1,39 0,018 1.439,84 3,433 0,533
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Trecho Descrição Extensão
(m)
Diâmetro
(mm) Decliv.
Área
Molhada
(m²)
Raio
Hidráulico
(m)
Perímetro
Molhado
(m)
Montante Cota Terreno
(Mont.) (m)
Prof. Coletor
(Mont.) (m) Jusante Cota Terreno
(Jus.) (m)
Prof. Coletor
(Jus.) (m)
n de
Manning
Vazão
Escoando
(L/s)
Velocidade
(m/s)
Lâmina
(m)
TRECHO-01 TUBO DE CONCRETO ARMADO 63,04 500 1,96% 0,019 0,047 0,401 PV-01 585,94 1,36 PV-02 584,71 1,36 0,018 18,66 1,016 0,153
TRECHO-02 TUBO DE CONCRETO ARMADO 34,23 500 6,00% 0,032 0,065 0,488 PV-02 584,71 3,67 PV-03 580,43 1,45 0,018 66,90 2,210 0,219
TRECHO-03 TUBO DE CONCRETO ARMADO 35,50 500 6,00% 0,032 0,065 0,488 PV-03 580,43 3,71 PV-17 575,72 1,13 0,018 66,90 2,210 0,219
TRECHO-04 TUBO DE CONCRETO ARMADO 74,15 500 0,50% 0,053 0,089 0,597 PV-04 585,48 1,64 PV-05 585,65 2,18 0,018 39,53 0,784 0,316
TRECHO-05 TUBO DE CONCRETO ARMADO 57,61 500 0,50% 0,101 0,127 0,798 PV-05 585,65 2,18 PV-06 585,85 2,66 0,018 98,39 0,992 0,512
TRECHO-06 TUBO DE CONCRETO ARMADO 66,49 500 1,84% 0,093 0,121 0,763 PV-06 585,85 2,66 PV-07 583,32 1,36 0,018 165,94 1,847 0,477
TRECHO-07 TUBO DE CONCRETO ARMADO 27,29 500 2,43% 0,106 0,130 0,815 PV-07 583,32 1,44 PV-11 582,69 1,47 0,018 230,42 2,218 0,530
TRECHO-08 TUBO DE CONCRETO ARMADO 68,87 500 1,93% 0,034 0,068 0,499 PV-08 587,52 1,43 PV-09 586,12 1,36 0,018 41,29 1,285 0,229
TRECHO-09 TUBO DE CONCRETO ARMADO 54,09 500 1,84% 0,056 0,092 0,609 PV-09 586,12 1,90 PV-10 584,58 1,36 0,018 81,02 1,533 0,327
TRECHO-10 TUBO DE CONCRETO ARMADO 50,75 500 3,64% 0,060 0,095 0,626 PV-10 584,58 1,40 PV-11 582,69 1,36 0,018 124,81 2,210 0,343
TRECHO-11 TUBO DE CONCRETO ARMADO 24,40 500 6,00% 0,110 0,132 0,831 PV-11 582,69 2,36 PV-14 581,00 2,14 0,018 381,71 3,526 0,546
TRECHO-12 TUBO DE CONCRETO ARMADO 95,12 500 3,04% 0,041 0,077 0,540 PV-12 586,69 1,36 PV-13 583,81 1,36 0,018 68,60 1,751 0,264
TRECHO-13 TUBO DE CONCRETO ARMADO 76,02 500 2,54% 0,072 0,106 0,677 PV-13 583,81 2,23 PV-14 581,00 1,36 0,018 135,12 1,979 0,393
TRECHO-14 TUBO DE CONCRETO ARMADO 46,64 600 4,27% 0,172 0,164 1,045 PV-14 581,00 2,14 PV-15 578,23 1,36 0,018 589,98 3,445 0,585
TRECHO-15 TUBO DE CONCRETO ARMADO 45,24 600 3,88% 0,178 0,167 1,065 PV-15 578,23 1,36 PV-16 577,00 1,88 0,018 589,98 3,318 0,601
TRECHO-16 TUBO DE CONCRETO ARMADO 35,62 600 3,33% 0,188 0,171 1,101 PV-16 577,00 1,88 PV-17 575,72 1,79 0,018 589,98 3,119 0,630
TRECHO-17 TUBO DE CONCRETO ARMADO 63,80 800 5,19% 0,203 0,179 1,135 PV-17 575,72 1,86 PV-18 572,24 1,68 0,018 783,94 4,019 0,425
TRECHO-18 TUBO DE CONCRETO ARMADO 53,70 800 6,00% 0,202 0,178 1,132 PV-18 572,24 3,16 PV-19 567,50 1,65 0,018 834,23 4,310 0,422
TRECHO-19 TUBO DE CONCRETO ARMADO 37,99 800 6,00% 0,206 0,180 1,143 PV-19 567,50 2,86 PV-20 564,64 2,28 0,018 860,72 4,345 0,429
TRECHO-20 TUBO DE CONCRETO ARMADO 51,00 800 5,21% 0,223 0,188 1,185 PV-20 564,64 2,28 PV-21 561,07 1,36 0,018 896,12 4,162 0,455
TRECHO-21 TUBO DE CONCRETO ARMADO 60,04 800 3,87% 0,256 0,202 1,268 PV-21 561,07 2,30 PV-22 558,12 1,68 0,018 940,01 3,759 0,507
TRECHO-22 TUBO DE CONCRETO ARMADO 64,26 800 2,79% 0,297 0,216 1,371 PV-22 558,12 2,43 PV-23 555,58 1,68 0,018 985,99 3,345 0,571
TRECHO-23 TUBO DE CONCRETO ARMADO 52,29 800 2,88% 0,293 0,215 1,362 PV-23 555,58 1,95 PV-24 553,80 1,68 0,018 985,99 3,387 0,566
TRECHO-24 TUBO DE CONCRETO ARMADO 49,13 800 6,00% 0,239 0,195 1,225 PV-24 553,80 2,79 PV-25 550,65 2,59 0,018 1.060,21 4,573 0,480
TRECHO-25 TUBO DE CONCRETO ARMADO 54,95 800 6,00% 0,242 0,196 1,234 PV-25 550,65 3,59 PV-26 545,84 2,07 0,018 1.084,70 4,598 0,486
TRECHO-26 TUBO DE CONCRETO ARMADO 64,44 800 3,03% 0,308 0,220 1,401 PV-26 545,84 3,73 ALA-1 541,34 1,18 0,018 1.084,70 3,523 0,590
TRECHO-27 TUBO DE CONCRETO ARMADO 51,84 500 1,74% 0,091 0,120 0,757 PV-27 584,56 2,25 PV-28 582,77 1,36 0,018 158,00 1,787 0,472
TRECHO-28 TUBO DE CONCRETO ARMADO 27,66 500 2,08% 0,109 0,132 0,829 PV-28 582,77 1,43 PV-29 582,23 1,46 0,018 223,36 2,073 0,544
TRECHO-29 TUBO DE CONCRETO ARMADO 44,82 500 3,15% 0,102 0,127 0,800 PV-29 582,23 1,59 PV-32 581,35 2,13 0,018 248,95 2,495 0,515
TRECHO-30 TUBO DE CONCRETO ARMADO 45,40 500 3,80% 0,031 0,064 0,479 PV-30 583,84 1,36 PV-31 582,39 1,63 0,018 50,07 1,727 0,213
TRECHO-31 TUBO DE CONCRETO ARMADO 54,19 500 1,83% 0,068 0,102 0,661 PV-31 582,39 1,63 PV-32 581,35 1,58 0,018 105,97 1,645 0,377
TRECHO-32 TUBO DE CONCRETO ARMADO 35,98 800 0,76% 0,282 0,212 1,334 PV-32 581,35 2,13 PV-37 582,07 3,11 0,018 478,40 1,715 0,548
TRECHO-33 TUBO DE CONCRETO ARMADO 56,48 500 3,30% 0,052 0,088 0,590 PV-33 584,90 1,36 PV-34 583,09 1,42 0,018 97,24 1,991 0,309
TRECHO-34 TUBO DE CONCRETO ARMADO 50,01 500 3,29% 0,064 0,099 0,643 PV-34 583,09 1,42 PV-35 581,98 1,95 0,018 129,91 2,154 0,360
TRECHO-35 TUBO DE CONCRETO ARMADO 9,08 500 3,02% 0,075 0,109 0,693 PV-35 581,98 1,95 PV-37 582,07 2,31 0,018 158,13 2,197 0,408
TRECHO-36 TUBO DE CONCRETO ARMADO 68,29 500 2,92% 0,032 0,065 0,487 PV-36 583,87 1,36 PV-37 582,07 1,55 0,018 46,40 1,539 0,219
TRECHO-37 TUBO DE CONCRETO ARMADO 62,73 800 1,24% 0,320 0,224 1,432 PV-37 582,07 3,11 PV-42 581,16 2,98 0,018 733,40 2,283 0,609
TRECHO-38 TUBO DE CONCRETO ARMADO 55,30 600 0,50% 0,104 0,127 0,816 PV-38 581,32 2,27 PV-39 580,86 2,09 0,018 98,58 0,994 0,395
TRECHO-39 TUBO DE CONCRETO ARMADO 48,40 600 0,50% 0,128 0,143 0,899 PV-39 580,86 2,09 PV-40 581,15 2,61 0,018 133,13 1,073 0,463
TRECHO-40 TUBO DE CONCRETO ARMADO 10,97 600 0,50% 0,150 0,155 0,972 PV-40 581,15 2,61 PV-42 581,16 2,68 0,018 166,89 1,131 0,525
TRECHO-41 TUBO DE CONCRETO ARMADO 65,69 500 0,50% 0,073 0,107 0,685 PV-41 582,00 2,17 PV-42 581,16 1,65 0,018 62,11 0,886 0,400
TRECHO-42 TUBO DE CONCRETO ARMADO 41,29 800 5,68% 0,244 0,197 1,238 PV-42 581,16 3,68 PV-43 576,99 1,85 0,018 1.063,09 4,480 0,488
TRECHO-43 TUBO DE CONCRETO ARMADO 27,89 800 4,27% 0,269 0,207 1,302 PV-43 576,99 3,47 PV-46 573,88 1,55 0,018 1.063,09 4,016 0,528
PLANOS DIRETORES MUNICIPAIS DE MACRODRENAGEM URBANA NA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO SOROCABA E MÉDIO TIETÊ
ETAPA IV - ELABORAÇÃO DE ANTEPROJETOS
MEMÓRIA DE CÁLCULO DA MICRODRENAGEM
Município de Laranjal Paulista - Microbacia 18
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Trecho Descrição Extensão
(m)
Diâmetro
(mm) Decliv.
Área
Molhada
(m²)
Raio
Hidráulico
(m)
Perímetro
Molhado
(m)
Montante Cota Terreno
(Mont.) (m)
Prof. Coletor
(Mont.) (m) Jusante Cota Terreno
(Jus.) (m)
Prof. Coletor
(Jus.) (m)
n de
Manning
Vazão
Escoando
(L/s)
Velocidade
(m/s)
Lâmina
(m)
PLANOS DIRETORES MUNICIPAIS DE MACRODRENAGEM URBANA NA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO SOROCABA E MÉDIO TIETÊ
ETAPA IV - ELABORAÇÃO DE ANTEPROJETOS
MEMÓRIA DE CÁLCULO DA MICRODRENAGEM
Município de Laranjal Paulista - Microbacia 18
TRECHO-44 TUBO DE CONCRETO ARMADO 57,06 600 3,84% 0,044 0,077 0,577 PV-44 575,55 2,11 PV-45 572,61 1,36 0,018 82,74 1,967 0,214
TRECHO-45 TUBO DE CONCRETO ARMADO 64,01 600 0,63% 0,165 0,161 1,021 PV-45 572,61 1,83 PV-46 573,88 3,51 0,018 214,35 1,311 0,565
TRECHO-46 TUBO DE CONCRETO ARMADO 26,65 1000 3,32% 0,352 0,236 1,489 PV-46 573,88 3,73 PV-47 570,94 1,68 0,018 1.315,42 3,868 0,459
TRECHO-47 TUBO DE CONCRETO ARMADO 37,33 1000 4,52% 0,336 0,231 1,457 PV-47 570,94 3,55 PV-48 567,46 1,76 0,018 1.438,55 4,443 0,443
TRECHO-48 TUBO DE CONCRETO ARMADO 24,88 1000 4,29% 0,342 0,233 1,470 PV-48 567,46 3,39 PV-49 565,00 1,99 0,018 1.438,55 4,355 0,450
TRECHO-49 TUBO DE CONCRETO ARMADO 38,23 1000 4,03% 0,358 0,238 1,501 PV-49 565,00 3,74 PV-50 562,00 2,28 0,018 1.486,36 4,288 0,465
TRECHO-50 TUBO DE CONCRETO ARMADO 39,52 1000 4,38% 0,348 0,235 1,480 PV-50 562,00 2,89 PV-51 559,31 1,94 0,018 1.486,36 4,427 0,455
TRECHO-51 TUBO DE CONCRETO ARMADO 52,25 1000 3,79% 0,375 0,244 1,536 PV-51 559,31 3,11 PV-52 556,29 2,06 0,018 1.542,09 4,225 0,483
TRECHO-52 TUBO DE CONCRETO ARMADO 60,97 1000 4,45% 0,355 0,237 1,495 PV-52 556,29 2,86 PV-53 554,00 3,29 0,018 1.542,09 4,492 0,462
TRECHO-53 TUBO DE CONCRETO ARMADO 57,18 1000 2,62% 0,465 0,271 1,715 PV-53 554,00 3,29 PV-54 552,08 2,86 0,018 1.737,63 3,764 0,572
TRECHO-54 TUBO DE CONCRETO ARMADO 57,13 1000 2,68% 0,461 0,270 1,708 PV-54 552,08 2,86 PV-55 550,11 2,42 0,018 1.737,63 3,796 0,569
TRECHO-55 TUBO DE CONCRETO ARMADO 75,33 1000 3,43% 0,450 0,267 1,686 PV-55 550,11 2,42 PV-56 547,00 1,90 0,018 1.901,75 4,266 0,558
TRECHO-56 TUBO DE CONCRETO ARMADO 65,78 1200 4,64% 0,425 0,258 1,648 PV-56 547,00 2,22 PV-57 543,85 2,12 0,018 1.969,53 4,849 0,402
TRECHO-57 TUBO DE CONCRETO ARMADO 91,77 1200 1,71% 0,852 0,356 2,392 PV-57 543,85 4,48 ALA-2 539,42 1,62 0,018 3.175,31 3,650 0,705
TRECHO-58 TUBO DE CONCRETO ARMADO 44,04 500 6,00% 0,023 0,054 0,432 PV-58 573,50 2,59 PV-59 569,72 1,46 0,018 42,91 1,933 0,175
TRECHO-59 TUBO DE CONCRETO ARMADO 65,25 500 1,67% 0,048 0,083 0,570 PV-59 569,72 2,15 PV-60 567,84 1,36 0,018 61,56 1,371 0,291
TRECHO-60 TUBO DE CONCRETO ARMADO 69,82 500 4,52% 0,048 0,084 0,573 PV-60 567,84 2,21 PV-62 563,84 1,36 0,018 102,86 2,265 0,294
TRECHO-61 TUBO DE CONCRETO ARMADO 65,76 500 4,62% 0,027 0,059 0,458 PV-61 567,52 2,00 PV-62 563,84 1,36 0,018 46,56 1,809 0,195
TRECHO-62 TUBO DE CONCRETO ARMADO 71,17 500 6,00% 0,086 0,116 0,735 PV-62 563,84 3,37 PV-63 557,50 1,30 0,018 268,04 3,245 0,450
TRECHO-63 TUBO DE CONCRETO ARMADO 51,55 500 6,00% 0,106 0,130 0,819 PV-63 557,50 2,81 PV-64 553,00 1,40 0,018 366,15 3,493 0,533
TRECHO-64 TUBO DE CONCRETO ARMADO 43,58 600 5,56% 0,129 0,143 0,901 PV-64 553,00 1,84 PV-68 550,68 1,95 0,018 447,46 3,584 0,465
TRECHO-65 TUBO DE CONCRETO ARMADO 75,31 500 5,82% 0,019 0,048 0,403 PV-65 561,45 1,86 PV-66 556,57 1,36 0,018 32,64 1,759 0,154
TRECHO-66 TUBO DE CONCRETO ARMADO 28,12 500 6,00% 0,045 0,080 0,556 PV-66 556,57 2,22 PV-67 554,18 1,52 0,018 106,62 2,532 0,278
TRECHO-67 TUBO DE CONCRETO ARMADO 49,27 500 6,00% 0,045 0,080 0,556 PV-67 554,18 2,17 PV-68 550,68 1,63 0,018 106,62 2,532 0,278
TRECHO-68 TUBO DE CONCRETO ARMADO 59,36 800 2,82% 0,224 0,189 1,189 PV-68 550,68 2,43 PV-69 548,94 2,37 0,018 665,63 3,069 0,458
TRECHO-69 TUBO DE CONCRETO ARMADO 46,91 800 2,07% 0,261 0,204 1,281 PV-69 548,94 2,37 PV-70 547,97 2,37 0,018 708,34 2,769 0,515
TRECHO-70 TUBO DE CONCRETO ARMADO 50,18 800 2,24% 0,289 0,214 1,351 PV-70 547,97 2,37 PV-71 547,00 2,52 0,018 850,86 2,973 0,559
TRECHO-71 TUBO DE CONCRETO ARMADO 64,00 800 2,35% 0,284 0,212 1,339 PV-71 547,00 2,52 PV-72 545,54 2,56 0,018 850,86 3,030 0,551
TRECHO-72 TUBO DE CONCRETO ARMADO 71,23 800 2,48% 0,323 0,225 1,439 PV-72 545,54 2,56 PV-73 542,89 1,68 0,018 1.048,62 3,232 0,613
TRECHO-73 TUBO DE CONCRETO ARMADO 49,18 1000 1,55% 0,432 0,262 1,650 PV-73 542,89 1,89 PV-74 542,13 1,89 0,018 1.205,78 2,831 0,539
TRECHO-74 TUBO DE CONCRETO ARMADO 63,06 1200 0,50% 0,658 0,323 2,040 PV-74 542,13 1,89 PV-75 543,78 3,86 0,018 1.205,78 1,848 0,564
TRECHO-75 TUBO DE CONCRETO ARMADO 64,52 1200 0,50% 0,658 0,323 2,040 PV-75 543,78 3,86 PV-57 543,85 4,25 0,018 1.205,78 1,848 0,564
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Trecho Descrição Extensão
(m)
Diâmetro
(mm) Decliv.
Área
Molhada
(m²)
Raio
Hidráulico
(m)
Perímetro
Molhado
(m)
Montante Cota Terreno
(Mont.) (m)
Prof. Coletor
(Mont.) (m) Jusante Cota Terreno
(Jus.) (m)
Prof. Coletor
(Jus.) (m)
n de
Manning
Vazão
Escoando
(L/s)
Velocidade
(m/s)
Lâmina
(m)
TRECHO-01 TUBO DE CONCRETO ARMADO 75,03 500 1,09% 0,076 0,110 0,697 PV-01 583,70 2,14 ALA 582,21 1,47 0,018 97,00 1,326 0,206
TRECHO-02 TUBO DE CONCRETO ARMADO 76,22 500 2,46% 0,068 0,103 0,662 PV-02 589,56 1,36 PV-03 587,94 1,61 0,018 123,63 1,910 0,189
TRECHO-03 TUBO DE CONCRETO ARMADO 65,39 500 3,96% 0,085 0,116 0,733 PV-03 587,94 1,76 PV-05 584,94 1,36 0,018 216,04 2,631 0,224
TRECHO-04 TUBO DE CONCRETO ARMADO 99,70 500 3,75% 0,063 0,098 0,641 PV-04 588,58 1,26 PV-05 584,94 1,36 0,018 137,14 2,293 0,179
TRECHO-05 TUBO DE CONCRETO ARMADO 36,59 500 5,67% 0,136 0,145 0,943 PV-05 584,94 2,23 PV-07 582,00 1,36 0,018 502,56 3,643 0,327
TRECHO-06 TUBO DE CONCRETO ARMADO 37,16 500 0,91% 0,066 0,101 0,655 PV-06 582,77 2,18 PV-07 582,00 1,75 0,018 72,41 1,149 0,185
TRECHO-07 TUBO DE CONCRETO ARMADO 38,25 600 2,29% 0,233 0,182 1,281 PV-07 582,00 2,06 PV-08 581,24 2,17 0,018 641,61 2,695 0,460
TRECHO-08 TUBO DE CONCRETO ARMADO 46,22 600 5,83% 0,174 0,165 1,054 PV-08 581,24 3,04 PV-09 576,88 1,38 0,018 704,28 4,043 0,355
TRECHO-09 TUBO DE CONCRETO ARMADO 46,42 600 5,64% 0,176 0,166 1,061 PV-09 576,88 3,08 PV-11 572,53 1,34 0,018 704,28 3,991 0,359
TRECHO-10 TUBO DE CONCRETO ARMADO 72,57 500 0,91% 0,086 0,117 0,737 PV-10 573,67 1,83 PV-11 572,53 1,36 0,018 105,50 1,267 0,226
TRECHO-11 TUBO DE CONCRETO ARMADO 70,93 800 2,39% 0,314 0,222 1,414 PV-11 572,53 3,07 ALA 569,30 1,52 0,018 985,82 3,143 0,478
TRECHO-12 TUBO DE CONCRETO ARMADO 85,70 500 6,00% 0,025 0,057 0,447 PV-12 586,95 2,36 PV-13 581,00 1,55 0,018 48,57 2,008 0,093
TRECHO-13 TUBO DE CONCRETO ARMADO 82,48 500 0,50% 0,134 0,144 0,933 PV-13 581,00 1,91 PV-15 582,09 3,41 0,018 146,04 1,078 0,323
TRECHO-14 TUBO DE CONCRETO ARMADO 51,06 500 6,00% 0,041 0,076 0,536 PV-14 585,57 2,36 PV-15 582,09 1,94 0,018 93,73 2,440 0,130
TRECHO-15 TUBO DE CONCRETO ARMADO 40,79 500 3,12% 0,126 0,140 0,898 PV-15 582,09 3,68 PV-16 578,49 1,36 0,018 334,10 2,647 0,306
TRECHO-16 TUBO DE CONCRETO ARMADO 42,17 500 6,00% 0,100 0,126 0,792 PV-16 578,49 3,36 PV-17 574,42 1,81 0,018 334,10 3,421 0,253
TRECHO-17 TUBO DE CONCRETO ARMADO 57,37 600 2,29% 0,216 0,179 1,208 PV-17 574,42 3,54 ALA 571,00 1,44 0,018 589,14 2,668 0,429
TRECHO-18 TUBO DE CONCRETO ARMADO 62,04 500 6,00% 0,030 0,063 0,478 PV-18 581,71 4,38 PV-19 575,46 1,86 0,018 62,23 2,163 0,212
TRECHO-19 TUBO DE CONCRETO ARMADO 43,15 500 6,00% 0,056 0,092 0,609 PV-19 575,46 4,20 PV-20 570,77 2,10 0,018 146,22 2,768 0,327
TRECHO-20 TUBO DE CONCRETO ARMADO 35,82 500 6,00% 0,056 0,092 0,609 PV-20 570,77 3,10 PV-21 567,15 1,63 0,018 146,22 2,768 0,327
TRECHO-21 TUBO DE CONCRETO ARMADO 20,81 500 4,56% 0,078 0,111 0,705 PV-21 567,15 2,15 PV-24 565,41 1,36 0,018 205,48 2,739 0,420
TRECHO-22 TUBO DE CONCRETO ARMADO 69,13 500 6,00% 0,034 0,068 0,498 PV-22 575,61 3,48 PV-23 569,71 1,72 0,018 72,42 2,263 0,228
TRECHO-23 TUBO DE CONCRETO ARMADO 68,73 500 5,73% 0,034 0,068 0,502 PV-23 569,71 1,72 PV-24 565,41 1,36 0,018 72,42 2,226 0,231
TRECHO-24 TUBO DE CONCRETO ARMADO 39,22 500 6,00% 0,110 0,132 0,831 PV-24 565,41 2,98 PV-25 562,29 2,22 0,018 381,63 3,526 0,546
TRECHO-25 TUBO DE CONCRETO ARMADO 25,11 600 1,24% 0,196 0,173 1,130 PV-25 562,29 2,22 PV-29 561,12 1,36 0,018 381,63 1,923 0,654
TRECHO-27 TUBO DE CONCRETO ARMADO 78,14 500 6,00% 0,022 0,052 0,427 PV-27 571,94 3,43 PV-28 566,00 2,18 0,018 41,02 1,907 0,171
TRECHO-28 TUBO DE CONCRETO ARMADO 84,16 500 4,83% 0,024 0,055 0,439 PV-28 566,00 2,18 PV-29 561,12 1,36 0,018 41,02 1,768 0,181
TRECHO-29 TUBO DE CONCRETO ARMADO 76,35 800 1,29% 0,272 0,208 1,307 PV-29 561,12 2,21 PV-32 559,39 1,46 0,018 591,60 2,213 0,532
TRECHO-30 TUBO DE CONCRETO ARMADO 90,42 500 6,00% 0,026 0,058 0,452 PV-30 570,00 2,82 PV-31 563,40 1,65 0,018 50,60 2,033 0,190
TRECHO-31 TUBO DE CONCRETO ARMADO 76,55 500 4,50% 0,047 0,083 0,569 PV-31 563,40 1,93 PV-32 559,39 1,36 0,018 100,07 2,244 0,290
TRECHO-32 TUBO DE CONCRETO ARMADO 99,19 800 2,33% 0,271 0,208 1,307 PV-32 559,39 1,83 PV-33 556,70 1,46 0,018 793,75 2,974 0,531
TRECHO-33 TUBO DE CONCRETO ARMADO 80,11 800 3,31% 0,240 0,195 1,228 PV-33 556,70 1,46 ALA-4 553,54 0,96 0,018 793,75 3,405 0,482
PLANOS DIRETORES MUNICIPAIS DE MACRODRENAGEM URBANA NA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO SOROCABA E MÉDIO TIETÊ
ETAPA IV - ELABORAÇÃO DE ANTEPROJETOS
MEMÓRIA DE CÁLCULO DA MICRODRENAGEM
Município de Laranjal Paulista - Microbacia 19
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Trecho Descrição Extensão
(m)
Diâmetro
(mm) Decliv. Área
Molhada (m²)
Raio
Hidráulico
(m)
Perímetro
Molhado (m) Montante Cota Terreno
(Mont.) (m)
Prof. Coletor
(Mont.) (m) Jusante Cota Terreno
(Jus.) (m)
Prof. Coletor
(Jus.) (m)
n de
Manning
Vazão
Escoando
(L/s)
Velocidade
(m/s)
Lâmina
(m)
TRECHO-01 TUBO DE CONCRETO ARMADO 34,18 500 6,00% 0,033 0,067 0,492 PV-01 583,00 2,36 PV-02 581,19 2,59 0,018 69,376 2,234 0,112
TRECHO-02 TUBO DE CONCRETO ARMADO 30,14 500 3,34% 0,062 0,097 0,636 PV-02 581,19 2,59 PV-04 579,43 1,84 0,018 125,824 2,146 0,176
TRECHO-03 TUBO DE CONCRETO ARMADO 44,49 500 6,01% 0,011 0,033 0,327 PV-03 582,95 2,94 PV-04 579,43 2,09 0,018 15,001 1,394 0,052
TRECHO-04 TUBO DE CONCRETO ARMADO 49,04 500 3,44% 0,090 0,120 0,754 PV-04 579,43 2,38 PV-07 577,00 1,64 0,018 219,185 2,504 0,234
TRECHO-05 TUBO DE CONCRETO ARMADO 30,39 500 6,00% 0,019 0,048 0,404 PV-05 583,48 2,91 PV-06 580,63 1,90 0,018 33,441 1,791 0,077
TRECHO-06 TUBO DE CONCRETO ARMADO 37,43 500 6,00% 0,019 0,048 0,404 PV-06 580,63 2,97 PV-07 577,00 1,58 0,018 33,441 1,791 0,077
TRECHO-07 TUBO DE CONCRETO ARMADO 42,85 500 1,82% 0,162 0,151 1,067 PV-07 577,00 2,03 PV-08 576,12 1,93 0,018 352,126 2,130 0,384
TRECHO-08 TUBO DE CONCRETO ARMADO 19,66 500 1,96% 0,175 0,152 1,151 PV-08 576,12 1,93 PV-09 577,48 3,67 0,018 388,687 2,217 0,417
TRECHO-09 TUBO DE CONCRETO ARMADO 44,01 600 2,71% 0,175 0,166 1,055 PV-09 577,48 3,67 PV-12 575,74 3,13 0,018 481,416 2,758 0,356
TRECHO-10 TUBO DE CONCRETO ARMADO 38,08 500 6,00% 0,021 0,050 0,417 PV-10 583,71 2,98 PV-11 580,18 1,74 0,018 37,756 1,859 0,082
TRECHO-11 TUBO DE CONCRETO ARMADO 46,04 500 6,00% 0,021 0,050 0,417 PV-11 580,18 3,84 PV-12 575,74 2,16 0,018 37,756 1,859 0,082
TRECHO-12 TUBO DE CONCRETO ARMADO 78,63 600 5,78% 0,160 0,159 1,006 PV-12 575,74 3,13 PV-16 569,72 1,65 0,018 623,472 3,927 0,332
TRECHO-13 TUBO DE CONCRETO ARMADO 59,32 500 4,17% 0,031 0,064 0,479 PV-13 579,00 2,18 PV-14 575,71 1,36 0,018 52,438 1,809 0,106
TRECHO-14 TUBO DE CONCRETO ARMADO 54,19 500 6,00% 0,058 0,094 0,618 PV-14 575,71 3,04 PV-15 571,58 2,16 0,018 153,366 2,804 0,168
TRECHO-15 TUBO DE CONCRETO ARMADO 27,73 500 2,91% 0,103 0,128 0,804 PV-15 571,58 2,41 PV-16 569,72 1,36 0,018 242,776 2,406 0,259
TRECHO-16 TUBO DE CONCRETO ARMADO 30,38 600 5,42% 0,221 0,180 1,228 PV-16 569,72 1,76 PV-17 568,06 1,75 0,018 931,025 4,119 0,438
TRECHO-17 TUBO DE CONCRETO ARMADO 41,80 600 5,87% 0,218 0,179 1,216 PV-17 568,06 2,24 PV-18 565,10 1,73 0,018 954,062 4,279 0,432
TRECHO-18 TUBO DE CONCRETO ARMADO 37,94 600 6,08% 0,225 0,181 1,245 PV-18 565,10 2,73 PV-19 562,18 2,12 0,018 1.007,344 4,376 0,445
TRECHO-19 TUBO DE CONCRETO ARMADO 69,49 800 3,32% 0,294 0,215 1,364 PV-19 562,18 3,12 ALA 558,19 1,44 0,018 1.061,282 3,639 0,453
TRECHO-20 TUBO DE CONCRETO ARMADO 23,25 500 0,71% 0,040 0,075 0,532 PV-20 587,00 1,50 PV-21 587,09 1,75 0,018 31,410 0,833 0,128
TRECHO-21 TUBO DE CONCRETO ARMADO 29,14 500 0,79% 0,067 0,102 0,659 PV-21 587,09 1,75 PV-22 586,46 1,35 0,018 68,899 1,078 0,187
TRECHO-22 TUBO DE CONCRETO ARMADO 39,09 500 0,88% 0,092 0,121 0,759 PV-22 586,46 1,35 ALA 586,26 1,50 0,018 113,033 1,270 0,237
TRECHO-23 TUBO DE CONCRETO ARMADO 48,31 500 0,50% 0,122 0,138 0,882 PV-23 588,60 1,49 PV-24 588,66 1,80 0,018 128,142 1,051 0,298
TRECHO-24 TUBO DE CONCRETO ARMADO 39,04 600 1,24% 0,137 0,148 0,929 PV-24 588,66 1,80 PV-25 588,58 2,21 0,018 231,517 1,731 0,293
TRECHO-25 TUBO DE CONCRETO ARMADO 61,21 600 0,62% 0,201 0,175 1,148 PV-25 588,58 2,21 PV-26 588,13 2,13 0,018 278,087 1,365 0,401
TRECHO-26 TUBO DE CONCRETO ARMADO 73,21 800 0,81% 0,253 0,201 1,262 PV-26 588,13 2,13 PV-27 587,60 2,19 0,018 423,332 1,710 0,403
TRECHO-27 TUBO DE CONCRETO ARMADO 99,75 800 1,71% 0,255 0,201 1,265 PV-27 587,60 2,19 PV-28 585,76 2,06 0,018 620,659 2,494 0,404
TRECHO-28 TUBO DE CONCRETO ARMADO 25,84 800 2,62% 0,267 0,206 1,297 PV-28 585,76 2,06 PV-30 584,39 1,36 0,018 823,833 3,138 0,420
TRECHO-29 TUBO DE CONCRETO ARMADO 67,84 800 4,24% 0,226 0,189 1,193 PV-30 584,39 2,66 ALA 580,31 1,46 0,018 823,833 3,771 0,368
PLANOS DIRETORES MUNICIPAIS DE MACRODRENAGEM URBANA NA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO SOROCABA E MÉDIO TIETÊ
ETAPA IV - ELABORAÇÃO DE ANTEPROJETOS
MEMÓRIA DE CÁLCULO DA MICRODRENAGEM
Município de Laranjal Paulista - Microbacia 20
SHS Consultoria e Projetos de Engenharia Ltda. EPP - www.shs.com.br Página 1 de 1
Trecho Descrição Extensão
(m)
Diâmetro
(mm) Decliv.
Área
Molhada
(m²)
Raio
Hidráulico
(m)
Perímetro
Molhado
(m)
Montante Cota Terreno
(Mont.) (m)
Prof. Coletor
(Mont.) (m) Jusante Cota Terreno
(Jus.) (m)
Prof. Coletor
(Jus.) (m)
n de
Manning
Vazão
Escoando
(L/s)
Velocidade
(m/s)
Lâmina
(m)
TRECHO-01 TUBO DE CONCRETO ARMADO 98,26 500 2,85% 0,068 0,103 0,663 PV-01 581,76 1,91 PV-02 578,41 1,36 0,018 133,46 2,058 0,379
TRECHO-02 TUBO DE CONCRETO ARMADO 67,45 500 4,11% 0,100 0,126 0,795 PV-02 578,41 1,36 PV-03 575,67 1,39 0,018 279,05 2,838 0,509
TRECHO-03 TUBO DE CONCRETO ARMADO 51,63 500 5,11% 0,121 0,138 0,877 PV-03 575,67 1,39 PV-04 573,00 1,36 0,018 404,39 3,350 0,591
TRECHO-04 TUBO DE CONCRETO ARMADO 88,67 600 1,99% 0,200 0,174 1,144 PV-04 573,00 1,36 PV-05 571,23 1,36 0,018 495,90 2,447 0,665
TRECHO-05 TUBO DE CONCRETO ARMADO 59,32 600 1,27% 0,242 0,183 1,328 PV-05 571,23 1,36 PV-06 572,44 3,32 0,018 495,90 2,012 0,800
TRECHO-06 TUBO DE CONCRETO ARMADO 48,63 600 1,62% 0,216 0,179 1,209 PV-06 572,44 3,32 PV-07 570,42 2,08 0,018 495,90 2,243 0,715
TRECHO-07 TUBO DE CONCRETO ARMADO 55,11 600 6,00% 0,135 0,146 0,921 PV-07 570,42 2,38 PV-08 566,57 1,84 0,018 495,90 3,782 0,482
TRECHO-08 TUBO DE CONCRETO ARMADO 43,46 600 2,35% 0,188 0,171 1,101 PV-08 566,57 1,89 ALA-1 564,51 0,86 0,018 495,90 2,619 0,631
TRECHO-09 TUBO DE CONCRETO ARMADO 68,07 500 0,50% 0,112 0,133 0,843 PV-09 584,82 2,07 PV-10 584,64 2,22 0,018 114,27 1,026 0,557
TRECHO-10 TUBO DE CONCRETO ARMADO 36,96 500 6,00% 0,061 0,097 0,633 PV-10 584,64 3,22 PV-11 581,31 2,11 0,018 166,59 2,868 0,350
TRECHO-11 TUBO DE CONCRETO ARMADO 30,13 500 6,00% 0,070 0,104 0,669 PV-11 581,31 4,11 PV-12 577,43 2,04 0,018 200,08 3,012 0,385
TRECHO-12 TUBO DE CONCRETO ARMADO 31,64 500 6,00% 0,070 0,104 0,669 PV-12 577,43 3,04 PV-13 574,55 2,06 0,018 200,08 3,012 0,385
TRECHO-13 TUBO DE CONCRETO ARMADO 34,47 500 4,24% 0,079 0,111 0,707 PV-13 574,55 2,06 PV-14 572,39 1,36 0,018 200,08 2,648 0,422
TRECHO-14 TUBO DE CONCRETO ARMADO 31,15 500 1,59% 0,111 0,133 0,837 PV-14 572,39 1,36 ALA-2 571,39 0,86 0,018 200,08 1,821 0,552
PLANOS DIRETORES MUNICIPAIS DE MACRODRENAGEM URBANA NA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO SOROCABA E MÉDIO TIETÊ
ETAPA IV - ELABORAÇÃO DE ANTEPROJETOS
MEMÓRIA DE CÁLCULO DA MICRODRENAGEM
Município de Laranjal Paulista - Microbacia 21
SHS Consultoria e Projetos de Engenharia Ltda. EPP - www.shs.com.br Página 1 de 1
Trecho Descrição Extensão
(m)
Diâmetro
(mm) Decliv.
Área
Molhada
(m²)
Raio
Hidráulico
(m)
Perímetro
Molhado
(m)
Montante Cota Terreno
(Mont.) (m)
Prof. Coletor
(Mont.) (m) Jusante Cota Terreno
(Jus.) (m)
Prof. Coletor
(Jus.) (m)
n de
Manning
Vazão
Escoando
(L/s)
Velocidade
(m/s)
Lâmina
(m)
TRECHO-01 TUBO DE CONCRETO ARMADO 86,47 500 0,50% 0,088 0,118 0,744 PV-01 521,18 1,36 PV-02 521,35 1,95 0,018 80,45 0,946 0,459
TRECHO-02 TUBO DE CONCRETO ARMADO 70,85 500 1,24% 0,132 0,143 0,923 PV-02 521,35 1,95 PV-03 519,88 1,36 0,018 224,71 1,690 0,636
TRECHO-03 TUBO DE CONCRETO ARMADO 77,73 500 6,00% 0,101 0,126 0,795 PV-03 519,88 3,07 PV-04 513,54 1,40 0,018 337,41 3,429 0,510
TRECHO-04 TUBO DE CONCRETO ARMADO 44,95 500 6,00% 0,130 0,142 0,914 PV-04 513,54 3,06 PV-05 509,36 1,57 0,018 483,05 3,701 0,627
TRECHO-05 TUBO DE CONCRETO ARMADO 37,56 500 6,00% 0,130 0,142 0,914 PV-05 509,36 2,57 PV-06 506,41 1,88 0,018 483,05 3,701 0,627
TRECHO-06 TUBO DE CONCRETO ARMADO 58,58 800 4,72% 0,261 0,204 1,280 PV-06 506,41 4,88 PV-07 500,28 1,51 0,018 1.065,77 4,176 0,514
TRECHO-07 TUBO DE CONCRETO ARMADO 72,07 1000 0,95% 0,602 0,298 2,018 PV-07 500,28 2,88 ALA-1 497,89 1,18 0,018 1.488,38 2,418 0,716
TRECHO-08 TUBO DE CONCRETO ARMADO 77,90 500 0,60% 0,071 0,105 0,676 PV-08 517,45 1,36 PV-09 516,99 1,36 0,018 65,24 0,960 0,391
TRECHO-09 TUBO DE CONCRETO ARMADO 80,87 500 1,48% 0,082 0,114 0,719 PV-09 516,99 1,56 PV-10 515,60 1,36 0,018 124,47 1,585 0,434
TRECHO-10 TUBO DE CONCRETO ARMADO 74,64 500 4,43% 0,087 0,117 0,740 PV-10 515,60 2,25 PV-11 511,40 1,36 0,018 235,55 2,804 0,455
TRECHO-11 TUBO DE CONCRETO ARMADO 46,38 600 6,00% 0,094 0,121 0,782 PV-11 511,40 3,87 PV-06 506,41 1,67 0,018 297,67 3,322 0,368
TRECHO-12 TUBO DE CONCRETO ARMADO 74,47 500 0,88% 0,047 0,082 0,566 PV-12 513,76 1,36 PV-13 513,11 1,36 0,018 43,48 0,987 0,287
TRECHO-13 TUBO DE CONCRETO ARMADO 81,67 500 1,70% 0,072 0,106 0,680 PV-13 513,11 1,56 PV-14 511,52 1,36 0,018 112,23 1,625 0,396
TRECHO-14 TUBO DE CONCRETO ARMADO 71,37 500 3,07% 0,094 0,123 0,770 PV-14 511,52 2,13 PV-15 508,55 1,36 0,018 220,60 2,402 0,485
TRECHO-15 TUBO DE CONCRETO ARMADO 31,56 500 6,00% 0,089 0,119 0,750 PV-15 508,55 2,66 PV-16 505,48 1,48 0,018 285,05 3,295 0,465
TRECHO-16 TUBO DE CONCRETO ARMADO 64,67 600 0,50% 0,222 0,180 1,234 PV-16 505,48 1,48 PV-06 506,41 2,74 0,018 285,05 1,253 0,734
TRECHO-17 TUBO DE CONCRETO ARMADO 75,47 500 1,20% 0,031 0,064 0,480 PV-17 510,41 1,36 PV-18 509,50 1,36 0,018 28,37 0,973 0,214
TRECHO-18 TUBO DE CONCRETO ARMADO 79,90 500 2,68% 0,054 0,090 0,599 PV-18 509,50 1,42 PV-19 507,30 1,36 0,018 92,32 1,821 0,318
TRECHO-19 TUBO DE CONCRETO ARMADO 71,92 500 4,36% 0,080 0,113 0,713 PV-19 507,30 2,13 PV-20 503,39 1,36 0,018 208,64 2,704 0,428
TRECHO-20 TUBO DE CONCRETO ARMADO 51,17 500 4,64% 0,090 0,120 0,754 PV-20 503,39 2,22 PV-21 500,26 1,46 0,018 254,34 2,908 0,468
TRECHO-21 TUBO DE CONCRETO ARMADO 76,48 800 0,50% 0,299 0,217 1,377 PV-21 500,26 1,46 PV-22 500,54 2,12 0,018 422,62 1,420 0,575
TRECHO-22 TUBO DE CONCRETO ARMADO 60,00 800 0,50% 0,299 0,217 1,377 PV-22 500,54 2,12 PV-23 500,20 2,09 0,018 422,62 1,420 0,575
TRECHO-23 TUBO DE CONCRETO ARMADO 69,61 800 0,50% 0,299 0,217 1,377 PV-23 500,20 2,09 PV-24 500,34 2,58 0,018 422,62 1,420 0,575
TRECHO-24 TUBO DE CONCRETO ARMADO 91,44 800 0,50% 0,299 0,217 1,377 PV-24 500,34 2,58 PV-07 500,28 2,97 0,018 422,62 1,420 0,575
TRECHO-25 TUBO DE CONCRETO ARMADO 42,12 500 1,44% 0,052 0,088 0,593 PV-25 505,01 1,36 PV-26 504,51 1,46 0,018 65,62 1,324 0,313
TRECHO-26 TUBO DE CONCRETO ARMADO 52,48 500 3,09% 0,078 0,111 0,704 PV-26 504,51 1,46 PV-27 502,88 1,46 0,018 168,28 2,252 0,419
TRECHO-27 TUBO DE CONCRETO ARMADO 52,48 500 5,00% 0,066 0,101 0,653 PV-27 502,88 1,46 PV-21 500,26 1,46 0,018 168,28 2,690 0,369
PLANOS DIRETORES MUNICIPAIS DE MACRODRENAGEM URBANA NA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO SOROCABA E MÉDIO TIETÊ
ETAPA IV - ELABORAÇÃO DE ANTEPROJETOS
MEMÓRIA DE CÁLCULO DA MICRODRENAGEM
Município de Laranjal Paulista - Microbacia 22
SHS Consultoria e Projetos de Engenharia Ltda. EPP - www.shs.com.br Página 1 de 1
Trecho Descrição Extensão
(m)
Diâmetro
(mm) Decliv.
Área
Molhada
(m²)
Raio
Hidráulico
(m)
Perímetro
Molhado
(m)
Montante Cota Terreno
(Mont.) (m)
Prof. Coletor
(Mont.) (m) Jusante Cota Terreno
(Jus.) (m)
Prof. Coletor
(Jus.) (m)
n de
Manning
Vazão
Escoando
(L/s)
Velocidade
(m/s)
Lâmina
(m)
TRECHO-01 TUBO DE CONCRETO ARMADO 62,25 500 5,31% 0,068 0,103 0,662 PV-01 553,46 1,52 PV-02 550,00 1,37 0,018 181,84 2,808 0,189
TRECHO-02 TUBO DE CONCRETO ARMADO 77,38 500 1,73% 0,147 0,148 0,991 PV-02 550,00 1,68 PV-04 548,34 1,36 0,018 306,58 2,046 0,350
TRECHO-03 TUBO DE CONCRETO ARMADO 45,19 500 3,82% 0,070 0,104 0,669 PV-03 550,75 2,04 PV-04 548,34 1,36 0,018 159,07 2,401 0,192
TRECHO-04 TUBO DE CONCRETO ARMADO 74,01 500 4,65% 0,162 0,151 1,068 PV-04 548,34 2,19 PV-06 544,06 1,36 0,018 562,77 3,404 0,384
TRECHO-05 TUBO DE CONCRETO ARMADO 27,21 500 3,74% 0,036 0,071 0,513 PV-05 545,57 1,85 PV-06 544,06 1,36 0,018 63,27 1,841 0,120
TRECHO-06 TUBO DE CONCRETO ARMADO 96,73 600 4,17% 0,231 0,182 1,274 PV-06 544,06 1,96 PV-07 540,18 2,11 0,018 860,43 3,637 0,457
TRECHO-07 TUBO DE CONCRETO ARMADO 74,79 800 2,34% 0,332 0,227 1,462 PV-07 540,18 2,11 PV-08 538,77 2,45 0,018 1.054,79 3,159 0,501
TRECHO-08 TUBO DE CONCRETO ARMADO 98,43 1000 0,59% 0,611 0,299 2,039 PV-08 538,77 3,52 ALA-1 536,06 1,39 0,018 1.189,81 1,905 0,726
TRECHO-09 TUBO DE CONCRETO ARMADO 84,62 500 5,91% 0,030 0,064 0,479 PV-09 554,11 1,37 PV-10 549,12 1,39 0,018 62,15 2,151 0,212
TRECHO-10 TUBO DE CONCRETO ARMADO 86,94 500 5,02% 0,050 0,086 0,583 PV-10 549,12 1,39 PV-11 544,73 1,36 0,018 115,00 2,427 0,303
TRECHO-11 TUBO DE CONCRETO ARMADO 88,78 600 0,50% 0,173 0,165 1,050 PV-11 544,73 1,46 PV-12 545,35 2,52 0,018 204,36 1,182 0,589
TRECHO-12 TUBO DE CONCRETO ARMADO 73,29 600 1,18% 0,178 0,167 1,066 PV-12 545,35 2,52 PV-13 544,94 2,98 0,018 326,27 1,833 0,602
TRECHO-13 TUBO DE CONCRETO ARMADO 44,78 600 3,68% 0,147 0,153 0,962 PV-13 544,94 2,98 PV-14 541,78 1,46 0,018 439,88 3,049 0,516
TRECHO-14 TUBO DE CONCRETO ARMADO 33,77 600 5,97% 0,130 0,144 0,904 PV-14 541,78 3,61 PV-15 538,01 1,85 0,018 468,22 3,723 0,468
TRECHO-15 TUBO DE CONCRETO ARMADO 33,41 600 5,97% 0,130 0,144 0,904 PV-15 538,01 3,47 PV-16 534,00 1,46 0,018 468,22 3,723 0,468
TRECHO-16 TUBO DE CONCRETO ARMADO 32,35 800 4,09% 0,252 0,200 1,258 PV-16 534,00 4,42 PV-17 530,10 1,84 0,018 946,22 3,844 0,501
TRECHO-17 TUBO DE CONCRETO ARMADO 32,35 800 3,42% 0,268 0,206 1,299 PV-17 530,10 2,66 ALA-2 527,28 0,96 0,018 946,22 3,591 0,526
TRECHO-18 TUBO DE CONCRETO ARMADO 89,29 500 0,50% 0,080 0,112 0,710 PV-18 541,07 1,36 PV-19 541,84 2,57 0,018 69,72 0,913 0,425
TRECHO-19 TUBO DE CONCRETO ARMADO 75,37 500 1,43% 0,100 0,126 0,791 PV-19 541,84 2,57 PV-20 539,55 1,36 0,018 162,48 1,669 0,506
TRECHO-20 TUBO DE CONCRETO ARMADO 42,37 500 5,45% 0,081 0,113 0,716 PV-20 539,55 1,92 PV-21 536,67 1,36 0,018 236,00 3,033 0,431
TRECHO-21 TUBO DE CONCRETO ARMADO 35,60 500 6,00% 0,084 0,115 0,727 PV-21 536,67 2,89 PV-16 534,00 2,35 0,018 259,83 3,220 0,442
TRECHO-22 TUBO DE CONCRETO ARMADO 88,95 500 0,50% 0,056 0,092 0,611 PV-22 537,58 1,36 PV-23 537,37 1,59 0,018 42,61 0,801 0,329
TRECHO-23 TUBO DE CONCRETO ARMADO 74,78 500 2,33% 0,071 0,106 0,677 PV-23 537,37 2,23 PV-24 534,76 1,36 0,018 128,98 1,894 0,392
TRECHO-24 TUBO DE CONCRETO ARMADO 40,78 500 5,01% 0,075 0,108 0,690 PV-24 534,76 2,07 PV-25 532,00 1,36 0,018 201,02 2,821 0,405
TRECHO-25 TUBO DE CONCRETO ARMADO 84,45 600 0,50% 0,182 0,168 1,080 PV-25 532,00 1,97 PV-16 534,00 4,39 0,018 218,66 1,198 0,613
TRECHO-26 TUBO DE CONCRETO ARMADO 89,82 500 0,54% 0,056 0,092 0,610 PV-26 534,44 1,36 PV-27 533,97 1,36 0,018 44,13 0,832 0,328
TRECHO-27 TUBO DE CONCRETO ARMADO 73,63 500 3,62% 0,060 0,096 0,627 PV-27 533,97 1,46 PV-28 531,20 1,36 0,018 125,58 2,210 0,345
TRECHO-28 TUBO DE CONCRETO ARMADO 77,85 500 6,00% 0,069 0,103 0,666 PV-28 531,20 3,18 PV-29 524,86 1,51 0,018 197,04 3,000 0,382
TRECHO-29 TUBO DE CONCRETO ARMADO 42,21 500 6,00% 0,079 0,112 0,708 PV-29 524,86 3,57 PV-30 520,58 1,82 0,018 238,76 3,153 0,423
TRECHO-30 TUBO DE CONCRETO ARMADO 36,30 500 6,00% 0,079 0,112 0,708 PV-30 520,58 3,82 PV-31 516,56 1,97 0,018 238,76 3,153 0,423
TRECHO-31 TUBO DE CONCRETO ARMADO 28,74 500 5,37% 0,098 0,125 0,783 PV-31 516,56 3,98 PV-32 513,15 2,12 0,018 306,22 3,213 0,498
TRECHO-32 TUBO DE CONCRETO ARMADO 27,78 500 1,80% 0,144 0,147 0,980 PV-32 513,15 3,70 PV-33 510,31 1,36 0,018 306,22 2,080 0,690
TRECHO-33 TUBO DE CONCRETO ARMADO 71,55 1000 0,55% 0,538 0,288 1,871 PV-33 510,31 2,29 ALA-2 508,48 0,86 0,018 973,51 1,788 0,648
TRECHO-34 TUBO DE CONCRETO ARMADO 87,43 500 0,50% 0,055 0,091 0,604 PV-34 531,55 1,36 PV-35 531,29 1,53 0,018 41,02 0,793 0,322
TRECHO-35 TUBO DE CONCRETO ARMADO 73,70 500 3,89% 0,058 0,094 0,621 PV-35 531,29 1,53 PV-36 528,25 1,36 0,018 125,46 2,268 0,338
TRECHO-36 TUBO DE CONCRETO ARMADO 79,07 500 6,00% 0,068 0,103 0,663 PV-36 528,25 4,09 PV-37 521,75 2,33 0,018 193,51 2,985 0,378
TRECHO-37 TUBO DE CONCRETO ARMADO 39,81 500 6,00% 0,085 0,116 0,734 PV-37 521,75 3,33 PV-38 517,73 1,71 0,018 266,72 3,241 0,448
TRECHO-38 TUBO DE CONCRETO ARMADO 37,35 500 6,00% 0,085 0,116 0,734 PV-38 517,73 3,71 PV-39 513,76 1,97 0,018 266,72 3,241 0,448
TRECHO-39 TUBO DE CONCRETO ARMADO 26,37 500 4,51% 0,109 0,132 0,830 PV-39 513,76 2,60 PV-40 511,52 1,56 0,018 329,95 3,055 0,545
TRECHO-40 TUBO DE CONCRETO ARMADO 53,16 1000 0,41% 0,457 0,269 1,699 PV-40 511,52 3,21 PV-33 510,31 2,21 0,018 667,30 1,473 0,564
TRECHO-41 TUBO DE CONCRETO ARMADO 89,89 500 0,50% 0,049 0,085 0,577 PV-41 528,48 1,36 PV-42 528,43 1,76 0,018 35,21 0,759 0,298
TRECHO-42 TUBO DE CONCRETO ARMADO 72,71 500 3,70% 0,057 0,093 0,615 PV-42 528,43 1,76 PV-43 525,34 1,36 0,018 118,77 2,194 0,333
TRECHO-43 TUBO DE CONCRETO ARMADO 77,24 500 6,00% 0,067 0,102 0,660 PV-43 525,34 3,20 PV-44 519,16 1,65 0,018 191,10 2,976 0,376
PLANOS DIRETORES MUNICIPAIS DE MACRODRENAGEM URBANA NA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO SOROCABA E MÉDIO TIETÊ
ETAPA IV - ELABORAÇÃO DE ANTEPROJETOS
MEMÓRIA DE CÁLCULO DA MICRODRENAGEM
Município de Laranjal Paulista - Microbacia 23
SHS Consultoria e Projetos de Engenharia Ltda. EPP - www.shs.com.br Página 1 de 2
Trecho Descrição Extensão
(m)
Diâmetro
(mm) Decliv.
Área
Molhada
(m²)
Raio
Hidráulico
(m)
Perímetro
Molhado
(m)
Montante Cota Terreno
(Mont.) (m)
Prof. Coletor
(Mont.) (m) Jusante Cota Terreno
(Jus.) (m)
Prof. Coletor
(Jus.) (m)
n de
Manning
Vazão
Escoando
(L/s)
Velocidade
(m/s)
Lâmina
(m)
PLANOS DIRETORES MUNICIPAIS DE MACRODRENAGEM URBANA NA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO SOROCABA E MÉDIO TIETÊ
ETAPA IV - ELABORAÇÃO DE ANTEPROJETOS
MEMÓRIA DE CÁLCULO DA MICRODRENAGEM
Município de Laranjal Paulista - Microbacia 23
TRECHO-44 TUBO DE CONCRETO ARMADO 44,42 500 6,00% 0,085 0,116 0,732 PV-44 519,16 4,19 PV-45 514,64 2,33 0,018 264,95 3,236 0,447
TRECHO-45 TUBO DE CONCRETO ARMADO 37,00 500 6,00% 0,085 0,116 0,732 PV-45 514,64 3,33 PV-46 510,60 1,51 0,018 264,95 3,236 0,447
TRECHO-46 TUBO DE CONCRETO ARMADO 77,13 800 0,50% 0,255 0,202 1,267 PV-46 510,60 1,85 PV-40 511,49 3,12 0,018 337,34 1,351 0,506
TRECHO-47 TUBO DE CONCRETO ARMADO 85,69 500 0,50% 0,063 0,098 0,639 PV-47 525,57 1,36 PV-48 525,80 2,02 0,018 49,52 0,834 0,355
TRECHO-48 TUBO DE CONCRETO ARMADO 72,18 500 2,43% 0,075 0,108 0,690 PV-48 525,80 2,02 PV-49 523,39 1,36 0,018 140,30 1,966 0,405
TRECHO-49 TUBO DE CONCRETO ARMADO 80,43 500 6,00% 0,075 0,108 0,691 PV-49 523,39 3,44 PV-50 516,66 1,53 0,018 221,65 3,093 0,406
TRECHO-50 TUBO DE CONCRETO ARMADO 47,48 500 6,00% 0,094 0,123 0,770 PV-50 516,66 3,48 PV-51 511,64 1,31 0,018 308,14 3,357 0,485
TRECHO-51 TUBO DE CONCRETO ARMADO 31,68 500 6,00% 0,094 0,123 0,770 PV-51 511,64 3,36 PV-52 508,16 1,77 0,018 308,14 3,357 0,485
TRECHO-52 TUBO DE CONCRETO ARMADO 72,77 600 3,33% 0,142 0,151 0,946 PV-52 508,16 3,83 ALA-3 503,32 1,42 0,018 399,22 2,869 0,503
SHS Consultoria e Projetos de Engenharia Ltda. EPP - www.shs.com.br Página 2 de 2
Trecho Descrição Extensão
(m)
Diâmetro
(mm) Decliv. Área
Molhada (m²)
Raio
Hidráulico
(m)
Perímetro
Molhado (m) Montante Cota Terreno
(Mont.) (m)
Prof. Coletor
(Mont.) (m) Jusante Cota Terreno
(Jus.) (m)
Prof. Coletor
(Jus.) (m)
n de
Manning
Vazão
Escoando
(L/s)
Velocidade
(m/s)
Lâmina
(m)
TRECHO-01 TUBO DE CONCRETO ARMADO 46,26 500 2,13% 0,054 0,090 0,601 PV-01 568,49 1,68 PV-02 567,18 1,36 0,018 83,328 1,629 0,160
TRECHO-02 TUBO DE CONCRETO ARMADO 33,87 500 1,50% 0,102 0,127 0,801 PV-02 567,18 1,82 PV-03 566,21 1,36 0,018 172,157 1,723 0,258
TRECHO-03 TUBO DE CONCRETO ARMADO 40,89 500 2,99% 0,108 0,131 0,825 PV-03 566,21 1,45 PV-04 564,92 1,38 0,018 263,874 2,477 0,270
TRECHO-04 TUBO DE CONCRETO ARMADO 77,46 500 4,60% 0,112 0,133 0,840 PV-04 564,92 1,38 PV-06 561,33 1,36 0,018 343,081 3,105 0,277
TRECHO-05 TUBO DE CONCRETO ARMADO 75,03 500 0,56% 0,089 0,119 0,750 PV-05 562,55 2,16 PV-06 561,33 1,36 0,018 87,177 1,007 0,232
TRECHO-06 TUBO DE CONCRETO ARMADO 73,78 500 5,69% 0,164 0,152 1,079 PV-06 561,33 2,19 PV-08 556,31 1,36 0,018 630,579 3,770 0,389
TRECHO-07 TUBO DE CONCRETO ARMADO 57,78 500 0,50% 0,077 0,110 0,699 PV-07 556,87 2,22 PV-08 556,31 1,95 0,018 66,381 0,901 0,207
TRECHO-08 TUBO DE CONCRETO ARMADO 69,88 600 4,91% 0,212 0,178 1,194 PV-08 556,31 2,25 PV-09 552,08 1,46 0,018 844,830 3,895 0,422
TRECHO-09 TUBO DE CONCRETO ARMADO 78,01 600 4,99% 0,236 0,182 1,294 PV-09 552,08 1,56 PV-10 548,11 1,48 0,018 958,978 3,986 0,466
TRECHO-10 TUBO DE CONCRETO ARMADO 61,25 800 5,08% 0,250 0,199 1,252 PV-10 548,11 1,68 PV-11 545,00 1,68 0,018 1.040,520 4,273 0,398
TRECHO-11 TUBO DE CONCRETO ARMADO 65,23 800 4,99% 0,263 0,205 1,287 PV-11 545,00 1,76 PV-12 541,86 1,87 0,018 1.113,630 4,310 0,415
TRECHO-12 TUBO DE CONCRETO ARMADO 47,29 800 3,50% 0,312 0,221 1,411 PV-12 541,86 1,87 PV-13 540,01 1,68 0,018 1.186,651 3,803 0,477
TRECHO-13 TUBO DE CONCRETO ARMADO 48,17 1000 0,58% 0,636 0,302 2,107 PV-13 540,01 1,71 ALA 539,52 1,50 0,018 1.242,828 1,908 0,755
TRECHO-14 TUBO DE CONCRETO ARMADO 37,45 500 1,11% 0,055 0,091 0,605 PV-14 571,48 1,55 PV-15 570,87 1,36 0,018 61,691 1,184 0,162
TRECHO-15 TUBO DE CONCRETO ARMADO 34,31 500 0,82% 0,113 0,134 0,845 PV-15 570,87 2,24 PV-16 569,89 1,53 0,018 146,875 1,312 0,280
TRECHO-16 TUBO DE CONCRETO ARMADO 37,94 500 4,04% 0,094 0,123 0,770 PV-16 569,89 1,53 PV-17 568,18 1,36 0,018 253,133 2,755 0,243
TRECHO-17 TUBO DE CONCRETO ARMADO 39,88 500 4,97% 0,097 0,124 0,779 PV-17 568,18 1,36 PV-18 566,20 1,36 0,018 290,285 3,080 0,247
TRECHO-18 TUBO DE CONCRETO ARMADO 41,86 500 5,07% 0,114 0,134 0,848 PV-18 566,20 1,40 PV-19 564,03 1,36 0,018 370,085 3,279 0,281
TRECHO-19 TUBO DE CONCRETO ARMADO 63,16 500 5,76% 0,124 0,139 0,891 PV-19 564,03 1,36 PV-20 560,39 1,36 0,018 445,659 3,584 0,302
TRECHO-20 TUBO DE CONCRETO ARMADO 82,47 600 1,94% 0,238 0,182 1,304 PV-20 560,39 1,74 PV-22 559,68 2,63 0,018 603,555 2,489 0,470
TRECHO-21 TUBO DE CONCRETO ARMADO 56,00 500 5,02% 0,042 0,077 0,541 PV-21 562,48 1,36 PV-22 559,68 1,36 0,018 88,962 2,256 0,133
TRECHO-22 TUBO DE CONCRETO ARMADO 79,62 800 2,57% 0,283 0,212 1,336 PV-22 559,68 2,63 PV-24 558,00 3,00 0,018 884,487 3,164 0,439
TRECHO-23 TUBO DE CONCRETO ARMADO 55,03 500 1,92% 0,054 0,090 0,602 PV-23 559,93 2,23 PV-24 558,00 1,36 0,018 79,364 1,548 0,160
TRECHO-24 TUBO DE CONCRETO ARMADO 70,64 800 2,97% 0,319 0,223 1,429 PV-24 558,00 3,00 PV-26 555,22 2,32 0,018 1.127,871 3,524 0,486
TRECHO-25 TUBO DE CONCRETO ARMADO 56,15 500 0,59% 0,085 0,116 0,732 PV-25 555,81 1,62 PV-26 555,22 1,36 0,018 82,962 1,014 0,223
TRECHO-26 TUBO DE CONCRETO ARMADO 74,35 800 6,00% 0,285 0,212 1,340 PV-26 555,22 3,33 PV-28 549,83 2,40 0,018 1.363,127 4,844 0,442
TRECHO-27 TUBO DE CONCRETO ARMADO 56,94 500 1,94% 0,060 0,095 0,626 PV-27 551,12 1,53 PV-28 549,83 1,36 0,018 91,458 1,615 0,172
TRECHO-28 TUBO DE CONCRETO ARMADO 70,87 800 5,01% 0,342 0,229 1,488 PV-28 549,83 3,83 PV-30 544,76 2,31 0,018 1.608,452 4,661 0,514
TRECHO-29 TUBO DE CONCRETO ARMADO 57,77 500 2,21% 0,054 0,090 0,601 PV-29 546,91 2,22 PV-30 544,76 1,36 0,018 84,989 1,660 0,160
TRECHO-30 TUBO DE CONCRETO ARMADO 61,92 800 5,04% 0,378 0,237 1,592 PV-30 544,76 2,34 PV-32 541,20 1,89 0,018 1.843,472 4,781 0,563
TRECHO-31 TUBO DE CONCRETO ARMADO 63,65 500 3,69% 0,051 0,087 0,588 PV-31 543,62 1,43 PV-32 541,20 1,36 0,018 101,565 2,098 0,154
TRECHO-32 TUBO DE CONCRETO ARMADO 47,97 1000 3,75% 0,470 0,272 1,728 PV-32 541,20 1,89 PV-33 539,70 2,19 0,018 2.116,591 4,520 0,578
TRECHO-33 TUBO DE CONCRETO ARMADO 44,38 1500 0,50% 1,011 0,400 2,527 PV-33 539,70 2,29 PV-35 539,59 2,40 0,018 2.134,785 2,133 0,835
TRECHO-34 TUBO DE CONCRETO ARMADO 59,68 500 3,18% 0,050 0,086 0,581 PV-34 541,54 1,41 PV-35 539,59 1,36 0,018 90,816 1,928 0,151
TRECHO-35 TUBO DE CONCRETO ARMADO 62,57 1500 0,50% 1,083 0,413 2,625 PV-35 539,59 2,42 PV-36 540,40 3,55 0,018 2.353,512 2,177 0,884
TRECHO-36 TUBO DE CONCRETO ARMADO 67,07 1500 0,50% 1,114 0,418 2,668 PV-36 540,40 3,55 PV-37 540,48 3,96 0,018 2.449,242 2,195 0,905
TRECHO-37 TUBO DE CONCRETO ARMADO 62,58 1500 0,49% 1,147 0,423 2,714 PV-37 540,48 3,96 PV-38 539,33 3,12 0,018 2.521,603 2,187 0,927
TRECHO-38 TUBO DE CONCRETO ARMADO 70,84 1500 0,66% 1,030 0,404 2,553 PV-38 539,33 3,12 ALA 537,67 1,92 0,018 2.521,603 2,467 0,848
TRECHO-39 TUBO DE CONCRETO ARMADO 70,00 500 2,30% 0,085 0,116 0,732 PV-39 537,00 1,48 ALA 535,35 1,44 0,018 164,394 2,006 0,224
TRECHO-40 TUBO DE CONCRETO ARMADO 63,96 500 3,03% 0,054 0,090 0,600 PV-40 539,51 1,37 PV-41 537,56 1,36 0,018 98,815 1,940 0,159
TRECHO-41 TUBO DE CONCRETO ARMADO 77,16 500 1,06% 0,126 0,140 0,897 PV-41 537,56 3,00 ALA 535,22 1,49 0,018 194,493 1,543 0,305
PLANOS DIRETORES MUNICIPAIS DE MACRODRENAGEM URBANA NA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO SOROCABA E MÉDIO TIETÊ
ETAPA IV - ELABORAÇÃO DE ANTEPROJETOS
MEMÓRIA DE CÁLCULO DA MICRODRENAGEM
Município de Laranjal Paulista - Microbacia 24
SHS Consultoria e Projetos de Engenharia Ltda. EPP - www.shs.com.br Página 1 de 1
Trecho Descrição Extensão
(m)
Diâmetro
(mm) Decliv.
Área
Molhada
(m²)
Raio
Hidráulico
(m)
Perímetro
Molhado (m) Montante Cota Terreno
(Mont.) (m)
Prof. Coletor
(Mont.) (m) Jusante Cota Terreno
(Jus.) (m)
Prof. Coletor
(Jus.) (m)
n de
Manning
Vazão
Escoando
(L/s)
Velocidade
(m/s)
Lâmina
(m)
TRECHO-01 TUBO DE CONCRETO ARMADO 26,90 500 6,00% 0,035 0,070 0,506 PV-01 556,38 2,80 PV-02 553,45 1,48 0,018 76,683 2,301 0,118
TRECHO-02 TUBO DE CONCRETO ARMADO 31,04 500 6,00% 0,035 0,070 0,506 PV-02 553,45 3,56 PV-03 550,29 2,26 0,018 76,683 2,301 0,118
TRECHO-03 TUBO DE CONCRETO ARMADO 35,47 500 6,00% 0,054 0,090 0,599 PV-03 550,29 3,21 PV-04 546,75 1,80 0,018 138,521 2,726 0,159
TRECHO-04 TUBO DE CONCRETO ARMADO 54,42 500 6,00% 0,066 0,101 0,653 PV-04 546,75 3,12 PV-05 542,34 1,97 0,018 184,775 2,949 0,185
TRECHO-05 TUBO DE CONCRETO ARMADO 43,31 500 6,00% 0,070 0,104 0,671 PV-05 542,34 2,97 PV-10 538,69 1,92 0,018 201,917 3,019 0,193
TRECHO-06 TUBO DE CONCRETO ARMADO 44,90 500 6,00% 0,048 0,084 0,572 PV-06 559,00 3,76 PV-07 554,42 1,88 0,018 117,942 2,606 0,146
TRECHO-07 TUBO DE CONCRETO ARMADO 49,81 500 6,00% 0,048 0,084 0,572 PV-07 554,42 3,88 PV-08 549,39 1,84 0,018 117,942 2,606 0,146
TRECHO-08 TUBO DE CONCRETO ARMADO 51,51 500 6,00% 0,088 0,118 0,743 PV-08 549,39 3,83 PV-09 544,16 1,69 0,018 276,906 3,272 0,229
TRECHO-09 TUBO DE CONCRETO ARMADO 50,68 500 6,00% 0,088 0,118 0,743 PV-09 544,16 3,72 PV-10 538,69 1,29 0,018 276,906 3,272 0,229
TRECHO-10 TUBO DE CONCRETO ARMADO 37,61 500 6,00% 0,156 0,151 1,038 PV-10 538,69 3,31 PV-11 535,29 2,17 0,018 616,030 3,851 0,371
TRECHO-11 TUBO DE CONCRETO ARMADO 62,89 500 6,00% 0,161 0,151 1,061 PV-11 535,29 3,17 PV-22 530,64 2,30 0,018 634,350 3,864 0,381
TRECHO-12 TUBO DE CONCRETO ARMADO 49,61 500 6,00% 0,051 0,087 0,585 PV-12 577,79 3,24 PV-13 573,90 2,32 0,018 127,375 2,663 0,152
TRECHO-13 TUBO DE CONCRETO ARMADO 46,75 500 6,00% 0,084 0,116 0,730 PV-13 573,90 3,32 PV-14 569,72 1,95 0,018 262,132 3,228 0,222
TRECHO-14 TUBO DE CONCRETO ARMADO 38,48 500 1,69% 0,167 0,152 1,101 PV-14 569,72 1,95 PV-15 570,91 3,79 0,018 350,178 2,055 0,398
TRECHO-15 TUBO DE CONCRETO ARMADO 65,94 500 3,67% 0,140 0,146 0,962 PV-15 570,91 3,79 PV-16 566,06 1,36 0,018 421,226 2,952 0,336
TRECHO-16 TUBO DE CONCRETO ARMADO 66,52 500 6,00% 0,144 0,147 0,977 PV-16 566,06 3,60 PV-17 560,50 2,03 0,018 556,032 3,794 0,344
TRECHO-17 TUBO DE CONCRETO ARMADO 65,51 500 6,00% 0,172 0,152 1,129 PV-17 560,50 3,78 PV-18 554,84 2,05 0,018 673,032 3,878 0,408
TRECHO-18 TUBO DE CONCRETO ARMADO 90,94 600 6,00% 0,179 0,168 1,071 PV-18 554,84 3,68 PV-19 547,29 1,58 0,018 743,906 4,135 0,364
TRECHO-19 TUBO DE CONCRETO ARMADO 56,15 600 6,00% 0,205 0,176 1,165 PV-19 547,29 3,31 PV-20 542,07 1,46 0,018 893,161 4,276 0,409
TRECHO-20 TUBO DE CONCRETO ARMADO 45,97 600 6,00% 0,217 0,179 1,213 PV-20 542,07 2,99 PV-21 537,84 1,53 0,018 959,952 4,324 0,431
TRECHO-21 TUBO DE CONCRETO ARMADO 78,96 600 6,00% 0,233 0,182 1,280 PV-21 537,84 3,95 PV-22 530,64 1,49 0,018 1.038,145 4,366 0,460
TRECHO-22 TUBO DE CONCRETO ARMADO 68,80 1000 2,06% 0,525 0,285 1,841 PV-22 530,64 2,30 PV-23 529,77 2,83 0,018 1.824,859 3,449 0,634
TRECHO-23 TUBO DE CONCRETO ARMADO 28,40 1000 1,59% 0,588 0,296 1,983 PV-23 529,77 2,83 PV-31 529,54 3,06 0,018 1.867,662 3,115 0,700
TRECHO-24 TUBO DE CONCRETO ARMADO 51,40 500 6,00% 0,041 0,077 0,539 PV-24 562,52 2,73 PV-25 558,37 1,66 0,018 95,849 2,456 0,132
TRECHO-25 TUBO DE CONCRETO ARMADO 62,00 500 6,00% 0,067 0,102 0,657 PV-25 558,37 3,62 PV-26 552,80 1,78 0,018 188,627 2,965 0,187
TRECHO-26 TUBO DE CONCRETO ARMADO 56,63 500 4,29% 0,104 0,128 0,807 PV-26 552,80 1,80 PV-27 549,94 1,36 0,018 297,820 2,928 0,261
TRECHO-27 TUBO DE CONCRETO ARMADO 80,58 500 6,00% 0,112 0,133 0,840 PV-27 549,94 3,13 PV-28 544,20 2,23 0,018 392,754 3,548 0,277
TRECHO-28 TUBO DE CONCRETO ARMADO 99,78 500 6,00% 0,142 0,147 0,969 PV-28 544,20 3,97 PV-29 535,80 1,55 0,018 547,198 3,784 0,340
TRECHO-29 TUBO DE CONCRETO ARMADO 76,89 600 3,35% 0,202 0,175 1,153 PV-29 535,80 2,19 PV-30 533,18 2,14 0,018 652,544 3,181 0,403
TRECHO-30 TUBO DE CONCRETO ARMADO 76,90 600 4,96% 0,175 0,166 1,056 PV-30 533,18 2,14 PV-31 529,54 2,31 0,018 652,544 3,731 0,356
TRECHO-31 TUBO DE CONCRETO ARMADO 60,81 1200 0,89% 0,991 0,365 2,713 PV-31 529,54 3,07 ALA 527,83 1,90 0,018 2.674,241 2,673 0,982
TRECHO-32 TUBO DE CONCRETO ARMADO 50,94 500 4,88% 0,032 0,065 0,488 PV-32 584,20 1,36 PV-33 581,72 1,36 0,018 60,334 1,993 0,110
TRECHO-33 TUBO DE CONCRETO ARMADO 44,44 500 6,00% 0,064 0,099 0,646 PV-33 581,72 2,36 PV-34 578,41 1,71 0,018 178,036 2,920 0,181
TRECHO-34 TUBO DE CONCRETO ARMADO 32,78 500 4,94% 0,106 0,130 0,816 PV-34 578,41 2,24 PV-35 575,91 1,36 0,018 329,204 3,163 0,265
TRECHO-35 TUBO DE CONCRETO ARMADO 29,05 500 6,00% 0,125 0,140 0,894 PV-35 575,91 2,37 PV-36 573,61 1,81 0,018 458,682 3,664 0,304
TRECHO-36 TUBO DE CONCRETO ARMADO 32,18 600 2,76% 0,189 0,171 1,106 PV-36 573,61 2,54 PV-37 572,64 2,46 0,018 543,098 2,843 0,381
TRECHO-37 TUBO DE CONCRETO ARMADO 68,44 600 3,74% 0,176 0,166 1,059 PV-37 572,64 2,56 PV-38 568,98 1,46 0,018 571,252 3,247 0,358
TRECHO-38 TUBO DE CONCRETO ARMADO 63,59 600 5,98% 0,164 0,161 1,018 PV-38 568,98 2,04 PV-39 564,63 1,50 0,018 654,290 4,022 0,338
TRECHO-39 TUBO DE CONCRETO ARMADO 68,03 600 6,00% 0,184 0,169 1,087 PV-39 564,63 3,06 PV-40 559,70 2,21 0,018 770,257 4,163 0,372
TRECHO-40 TUBO DE CONCRETO ARMADO 68,85 600 6,00% 0,197 0,174 1,133 PV-40 559,70 3,79 PV-41 553,51 1,73 0,018 843,040 4,234 0,393
TRECHO-41 TUBO DE CONCRETO ARMADO 69,37 800 5,32% 0,235 0,193 1,216 PV-41 553,51 1,74 PV-42 550,47 2,39 0,018 976,292 4,283 0,379
TRECHO-42 TUBO DE CONCRETO ARMADO 52,36 800 5,25% 0,250 0,199 1,253 PV-42 550,47 2,40 PV-44 547,67 2,36 0,018 1.059,667 4,344 0,398
PLANOS DIRETORES MUNICIPAIS DE MACRODRENAGEM URBANA NA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO SOROCABA E MÉDIO TIETÊ
ETAPA IV - ELABORAÇÃO DE ANTEPROJETOS
MEMÓRIA DE CÁLCULO DA MICRODRENAGEM
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Trecho Descrição Extensão
(m)
Diâmetro
(mm) Decliv.
Área
Molhada
(m²)
Raio
Hidráulico
(m)
Perímetro
Molhado (m) Montante Cota Terreno
(Mont.) (m)
Prof. Coletor
(Mont.) (m) Jusante Cota Terreno
(Jus.) (m)
Prof. Coletor
(Jus.) (m)
n de
Manning
Vazão
Escoando
(L/s)
Velocidade
(m/s)
Lâmina
(m)
PLANOS DIRETORES MUNICIPAIS DE MACRODRENAGEM URBANA NA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO SOROCABA E MÉDIO TIETÊ
ETAPA IV - ELABORAÇÃO DE ANTEPROJETOS
MEMÓRIA DE CÁLCULO DA MICRODRENAGEM
Município de Laranjal Paulista - Microbacia 25
TRECHO-43 TUBO DE CONCRETO ARMADO 51,00 500 3,80% 0,037 0,072 0,515 PV-43 549,61 1,36 PV-44 547,67 1,36 0,018 65,073 1,866 0,121
TRECHO-44 TUBO DE CONCRETO ARMADO 73,60 800 5,78% 0,263 0,204 1,285 PV-44 547,67 2,76 PV-45 542,34 1,68 0,018 1.192,659 4,634 0,414
TRECHO-45 TUBO DE CONCRETO ARMADO 60,52 1000 1,76% 0,440 0,264 1,666 PV-45 542,34 2,92 ALA 539,79 1,44 0,018 1.319,316 3,036 0,547
SHS Consultoria e Projetos de Engenharia Ltda. EPP - www.shs.com.br Página 2 de 2
Trecho Descrição Extensão
(m)
Diâmetro
(mm) Decliv.
Área
Molhada
(m²)
Raio
Hidráulico
(m)
Perímetro
Molhado
(m)
Montante Cota Terreno
(Mont.) (m)
Prof. Coletor
(Mont.) (m) Jusante Cota Terreno
(Jus.) (m)
Prof. Coletor
(Jus.) (m)
n de
Manning
Vazão
Escoando
(L/s)
Velocidade
(m/s)
Lâmina
(m)
TRECHO-01 TUBO DE CONCRETO ARMADO 68,91 500 6,00% 0,037 0,072 0,517 PV-01 538,70 3,69 PV-02 532,53 1,66 0,018 82,55 2,352 0,244
TRECHO-02 TUBO DE CONCRETO ARMADO 71,94 500 6,00% 0,059 0,095 0,623 PV-02 532,53 3,11 PV-03 526,57 1,47 0,018 157,67 2,825 0,340
TRECHO-03 TUBO DE CONCRETO ARMADO 93,41 500 6,00% 0,081 0,113 0,717 PV-03 526,57 3,16 PV-07 520,12 2,31 0,018 248,70 3,185 0,432
TRECHO-04 TUBO DE CONCRETO ARMADO 71,51 500 6,00% 0,032 0,066 0,490 PV-04 534,18 3,02 PV-05 528,83 1,96 0,018 67,93 2,220 0,221
TRECHO-05 TUBO DE CONCRETO ARMADO 74,75 500 6,00% 0,055 0,091 0,605 PV-05 528,83 3,06 PV-06 523,29 2,00 0,018 142,85 2,750 0,323
TRECHO-06 TUBO DE CONCRETO ARMADO 41,59 500 5,63% 0,078 0,111 0,704 PV-06 523,29 2,19 PV-07 520,12 1,36 0,018 227,45 3,041 0,419
TRECHO-07 TUBO DE CONCRETO ARMADO 58,90 500 6,00% 0,128 0,141 0,908 PV-07 520,12 2,36 PV-08 516,57 2,34 0,018 476,16 3,691 0,622
TRECHO-08 TUBO DE CONCRETO ARMADO 69,52 600 1,45% 0,219 0,179 1,219 PV-08 516,57 2,34 PV-18 514,58 1,36 0,018 476,16 2,128 0,723
TRECHO-09 TUBO DE CONCRETO ARMADO 82,57 500 5,05% 0,032 0,065 0,486 PV-09 529,67 1,98 PV-10 524,88 1,36 0,018 60,76 2,022 0,218
TRECHO-10 TUBO DE CONCRETO ARMADO 70,06 500 5,52% 0,058 0,094 0,621 PV-10 524,88 2,19 PV-11 520,18 1,36 0,018 149,70 2,702 0,338
TRECHO-11 TUBO DE CONCRETO ARMADO 90,72 500 3,92% 0,089 0,119 0,749 PV-11 520,18 3,53 PV-18 514,58 1,48 0,018 229,43 2,660 0,464
TRECHO-12 TUBO DE CONCRETO ARMADO 79,01 500 4,10% 0,033 0,067 0,496 PV-12 525,75 1,36 PV-13 522,52 1,36 0,018 58,86 1,861 0,226
TRECHO-13 TUBO DE CONCRETO ARMADO 37,51 500 5,91% 0,050 0,086 0,583 PV-13 522,52 1,36 PV-16 520,30 1,36 0,018 124,82 2,634 0,303
TRECHO-14 TUBO DE CONCRETO ARMADO 77,53 500 4,44% 0,023 0,054 0,434 PV-14 525,67 1,53 PV-15 522,11 1,41 0,018 37,64 1,673 0,177
TRECHO-15 TUBO DE CONCRETO ARMADO 44,19 500 3,97% 0,041 0,076 0,536 PV-15 522,11 1,41 PV-16 520,30 1,36 0,018 76,69 1,988 0,261
TRECHO-16 TUBO DE CONCRETO ARMADO 54,34 500 6,00% 0,070 0,104 0,671 PV-16 520,30 2,20 PV-17 516,54 1,69 0,018 201,50 3,017 0,387
TRECHO-17 TUBO DE CONCRETO ARMADO 28,33 600 3,95% 0,101 0,126 0,807 PV-17 516,54 2,52 PV-18 514,58 1,68 0,018 267,77 2,770 0,388
TRECHO-18 TUBO DE CONCRETO ARMADO 48,50 800 1,86% 0,340 0,229 1,484 PV-18 514,58 1,68 ALA-1 512,96 0,96 0,018 973,36 2,834 0,640
PLANOS DIRETORES MUNICIPAIS DE MACRODRENAGEM URBANA NA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO SOROCABA E MÉDIO TIETÊ
ETAPA IV - ELABORAÇÃO DE ANTEPROJETOS
MEMÓRIA DE CÁLCULO DA MICRODRENAGEM
Município de Laranjal Paulista - Microbacia 26
SHS Consultoria e Projetos de Engenharia Ltda. EPP - www.shs.com.br Página 1 de 1
Trecho Descrição Extensão
(m)
Diâmetro
(mm) Decliv.
Área
Molhada
(m²)
Raio
Hidráulico
(m)
Perímetro
Molhado (m) Montante Cota Terreno
(Mont.) (m)
Prof. Coletor
(Mont.) (m) Jusante Cota Terreno
(Jus.) (m)
Prof. Coletor
(Jus.) (m)
n de
Manning
Vazão
Escoando
(L/s)
Velocidade
(m/s)
Lâmina
(m)
TRECHO-01 TUBO DE CONCRETO ARMADO 73,827 500 6,00% 0,044 0,080 0,555 PV-01 517,541 3,864 PV-02 510,465 1,219 0,018 106,112 2,529 0,139
TRECHO-02 TUBO DE CONCRETO ARMADO 94,782 500 6,00% 0,079 0,112 0,709 PV-02 510,465 2,930 PV-03 503,396 1,548 0,018 240,206 3,158 0,212
TRECHO-03 TUBO DE CONCRETO ARMADO 58,892 500 2,92% 0,137 0,145 0,945 PV-03 503,396 2,423 PV-04 500,610 1,357 0,018 362,547 2,617 0,328
TRECHO-04 TUBO DE CONCRETO ARMADO 70,775 500 2,85% 0,159 0,151 1,054 PV-04 500,610 1,447 PV-18 498,700 1,554 0,018 433,395 2,660 0,378
TRECHO-05 TUBO DE CONCRETO ARMADO 68,244 500 6,00% 0,030 0,063 0,477 PV-05 513,191 2,375 PV-06 508,803 2,082 0,018 61,624 2,157 0,105
TRECHO-06 TUBO DE CONCRETO ARMADO 66,888 500 5,75% 0,056 0,092 0,611 PV-06 508,803 2,462 PV-07 504,701 2,205 0,018 144,790 2,717 0,165
TRECHO-07 TUBO DE CONCRETO ARMADO 60,940 500 3,95% 0,090 0,119 0,751 PV-07 504,701 2,208 PV-16 501,451 1,364 0,018 232,529 2,677 0,233
TRECHO-08 TUBO DE CONCRETO ARMADO 61,159 500 4,97% 0,030 0,064 0,479 PV-08 512,740 1,355 PV-11 509,704 1,359 0,018 56,964 1,972 0,106
TRECHO-09 TUBO DE CONCRETO ARMADO 31,160 500 1,65% 0,032 0,065 0,486 PV-09 510,747 1,355 PV-10 510,236 1,358 0,018 34,673 1,155 0,109
TRECHO-10 TUBO DE CONCRETO ARMADO 22,851 500 1,60% 0,044 0,080 0,552 PV-10 510,236 1,521 PV-11 509,704 1,355 0,018 53,895 1,300 0,138
TRECHO-11 TUBO DE CONCRETO ARMADO 59,941 500 4,08% 0,070 0,104 0,670 PV-11 509,704 1,604 PV-14 507,125 1,471 0,018 165,065 2,484 0,193
TRECHO-12 TUBO DE CONCRETO ARMADO 46,182 500 2,23% 0,034 0,068 0,501 PV-12 509,632 1,530 PV-13 508,567 1,494 0,018 44,918 1,387 0,115
TRECHO-13 TUBO DE CONCRETO ARMADO 59,702 500 2,19% 0,060 0,095 0,627 PV-13 508,567 1,494 PV-14 507,125 1,360 0,018 97,326 1,717 0,172
TRECHO-14 TUBO DE CONCRETO ARMADO 17,331 500 3,76% 0,124 0,139 0,890 PV-14 507,125 1,471 PV-15 506,698 1,695 0,018 358,784 2,893 0,302
TRECHO-15 TUBO DE CONCRETO ARMADO 88,797 500 5,55% 0,108 0,131 0,824 PV-15 506,698 1,695 PV-16 501,451 1,376 0,018 358,784 3,374 0,269
TRECHO-16 TUBO DE CONCRETO ARMADO 79,606 600 3,35% 0,213 0,178 1,194 PV-16 501,451 1,760 PV-17 498,938 1,914 0,018 698,084 3,218 0,422
TRECHO-17 TUBO DE CONCRETO ARMADO 21,294 1000 0,50% 0,482 0,275 1,752 PV-17 498,938 1,914 PV-18 498,700 1,783 0,018 800,388 1,662 0,590
TRECHO-18 TUBO DE CONCRETO ARMADO 41,490 1000 0,69% 0,612 0,300 2,044 PV-18 498,700 1,783 ALA 498,074 1,443 0,018 1.295,395 2,068 0,728
TRECHO-19 TUBO DE CONCRETO ARMADO 52,421 500 1,19% 0,071 0,105 0,674 PV-19 511,706 1,535 PV-20 511,497 1,950 0,018 91,243 1,350 0,195
TRECHO-20 TUBO DE CONCRETO ARMADO 53,287 500 0,50% 0,166 0,152 1,090 PV-20 511,497 1,962 PV-21 511,888 2,620 0,018 188,906 1,118 0,393
TRECHO-21 TUBO DE CONCRETO ARMADO 36,218 500 6,00% 0,091 0,120 0,755 PV-21 511,888 3,620 PV-22 508,414 2,319 0,018 290,438 3,310 0,235
TRECHO-22 TUBO DE CONCRETO ARMADO 33,257 500 6,00% 0,091 0,120 0,755 PV-22 508,414 3,319 PV-25 504,885 1,785 0,018 290,438 3,310 0,235
TRECHO-23 TUBO DE CONCRETO ARMADO 44,583 500 0,50% 0,081 0,113 0,717 PV-23 504,942 1,405 PV-24 505,782 2,467 0,018 71,774 0,919 0,216
TRECHO-24 TUBO DE CONCRETO ARMADO 41,267 500 0,50% 0,114 0,134 0,847 PV-24 505,782 2,467 PV-25 504,885 1,777 0,018 115,816 1,029 0,281
TRECHO-25 TUBO DE CONCRETO ARMADO 19,900 500 5,12% 0,125 0,140 0,896 PV-25 504,885 2,457 PV-26 503,290 1,881 0,018 426,088 3,389 0,305
TRECHO-26 TUBO DE CONCRETO ARMADO 76,104 500 0,62% 0,307 0,220 1,398 PV-26 503,290 2,671 ALA 501,606 1,458 0,018 483,005 1,591 0,470
TRECHO-27 TUBO DE CONCRETO ARMADO 48,213 500 6,00% 0,043 0,079 0,549 PV-27 512,186 3,174 PV-28 508,117 1,997 0,018 102,071 2,501 0,136
TRECHO-28 TUBO DE CONCRETO ARMADO 42,073 500 6,00% 0,043 0,079 0,549 PV-28 508,117 3,457 PV-29 503,730 1,595 0,018 102,071 2,501 0,136
TRECHO-29 TUBO DE CONCRETO ARMADO 50,241 600 0,50% 0,169 0,163 1,036 PV-29 503,730 1,692 PV-32 504,294 2,507 0,018 197,691 1,174 0,347
TRECHO-30 TUBO DE CONCRETO ARMADO 48,209 500 6,00% 0,042 0,077 0,542 PV-30 512,690 3,093 PV-31 508,856 2,151 0,018 97,998 2,472 0,133
TRECHO-31 TUBO DE CONCRETO ARMADO 45,289 500 6,00% 0,042 0,077 0,542 PV-31 508,856 3,694 PV-32 504,294 1,849 0,018 97,998 2,472 0,133
TRECHO-32 TUBO DE CONCRETO ARMADO 76,569 600 1,21% 0,207 0,177 1,172 PV-32 504,294 3,018 PV-33 501,748 1,398 0,018 405,189 1,923 0,412
TRECHO-33 TUBO DE CONCRETO ARMADO 19,712 600 3,10% 0,162 0,160 1,011 PV-33 501,748 1,431 PV-36 502,170 2,464 0,018 461,808 2,882 0,334
TRECHO-34 TUBO DE CONCRETO ARMADO 79,667 500 6,00% 0,042 0,077 0,541 PV-34 513,108 3,826 PV-35 506,397 1,895 0,018 97,062 2,465 0,133
TRECHO-35 TUBO DE CONCRETO ARMADO 83,738 500 5,40% 0,071 0,105 0,676 PV-35 506,397 2,073 PV-36 502,170 2,364 0,018 195,643 2,879 0,196
TRECHO-36 TUBO DE CONCRETO ARMADO 39,264 1000 0,53% 0,449 0,267 1,685 PV-36 502,170 2,459 PV-37 501,940 2,437 0,018 744,967 1,674 0,557
TRECHO-37 TUBO DE CONCRETO ARMADO 64,260 1000 0,77% 0,408 0,255 1,602 PV-37 501,940 2,437 ALA 500,183 1,175 0,018 784,209 1,960 0,516
TRECHO-38 TUBO DE CONCRETO ARMADO 80,810 500 6,29% 0,029 0,061 0,468 PV-38 512,132 2,766 PV-39 506,527 2,244 0,018 59,209 2,167 0,102
TRECHO-39 TUBO DE CONCRETO ARMADO 78,786 500 3,47% 0,069 0,104 0,667 PV-39 506,527 2,307 PV-40 503,068 1,582 0,018 150,409 2,283 0,191
TRECHO-40 TUBO DE CONCRETO ARMADO 25,393 500 1,11% 0,145 0,148 0,984 PV-40 503,068 1,582 PV-41 503,000 1,796 0,018 242,442 1,637 0,347
TRECHO-41 TUBO DE CONCRETO ARMADO 47,907 500 1,22% 0,145 0,148 0,985 PV-41 503,000 1,796 PV-42 502,688 2,068 0,018 254,164 1,713 0,347
TRECHO-42 TUBO DE CONCRETO ARMADO 73,889 800 0,43% 0,256 0,202 1,270 PV-42 502,688 2,068 ALA 501,757 1,455 0,018 314,769 1,255 0,406
PLANOS DIRETORES MUNICIPAIS DE MACRODRENAGEM URBANA NA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO SOROCABA E MÉDIO TIETÊ
ETAPA IV - ELABORAÇÃO DE ANTEPROJETOS
MEMÓRIA DE CÁLCULO DA MICRODRENAGEM
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Trecho Descrição Extensão
(m)
Diâmetro
(mm) Decliv.
Área
Molhada
(m²)
Raio
Hidráulico
(m)
Perímetro
Molhado (m) Montante Cota Terreno
(Mont.) (m)
Prof. Coletor
(Mont.) (m) Jusante Cota Terreno
(Jus.) (m)
Prof. Coletor
(Jus.) (m)
n de
Manning
Vazão
Escoando
(L/s)
Velocidade
(m/s)
Lâmina
(m)
PLANOS DIRETORES MUNICIPAIS DE MACRODRENAGEM URBANA NA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO SOROCABA E MÉDIO TIETÊ
ETAPA IV - ELABORAÇÃO DE ANTEPROJETOS
MEMÓRIA DE CÁLCULO DA MICRODRENAGEM
Município de Laranjal Paulista - Microbacia 27
TRECHO-43 TUBO DE CONCRETO ARMADO 81,608 500 6,00% 0,043 0,078 0,547 PV-43 511,126 2,914 PV-44 505,000 1,685 0,018 100,666 2,491 0,135
TRECHO-44 TUBO DE CONCRETO ARMADO 75,716 500 4,57% 0,074 0,108 0,689 PV-44 505,000 1,685 PV-45 501,568 1,713 0,018 191,341 2,692 0,202
TRECHO-45 TUBO DE CONCRETO ARMADO 20,082 500 2,93% 0,116 0,135 0,855 PV-45 501,568 1,896 PV-46 500,438 1,355 0,018 287,462 2,504 0,285
TRECHO-46 TUBO DE CONCRETO ARMADO 43,537 500 3,36% 0,113 0,133 0,843 PV-46 500,438 1,355 PV-47 499,515 1,896 0,018 296,671 2,661 0,279
TRECHO-47 TUBO DE CONCRETO ARMADO 42,138 800 0,50% 0,260 0,203 1,278 PV-47 499,515 1,896 ALA 498,843 1,434 0,018 346,057 1,359 0,411
TRECHO-48 TUBO DE CONCRETO ARMADO 86,247 500 6,00% 0,036 0,071 0,513 PV-48 510,081 3,624 PV-49 503,214 1,932 0,018 80,354 2,333 0,120
TRECHO-49 TUBO DE CONCRETO ARMADO 74,594 500 4,64% 0,066 0,101 0,652 PV-49 503,214 2,210 PV-50 499,308 1,766 0,018 161,612 2,590 0,184
TRECHO-50 TUBO DE CONCRETO ARMADO 39,779 600 0,69% 0,188 0,171 1,102 PV-50 499,308 1,766 PV-51 498,708 1,439 0,018 268,949 1,418 0,379
TRECHO-52 TUBO DE CONCRETO ARMADO 97,042 600 0,53% 0,169 0,163 1,035 PV-52 528,335 2,012 PV-53 528,057 2,251 0,018 203,445 1,210 0,346
TRECHO-53 TUBO DE CONCRETO ARMADO 98,603 800 0,58% 0,305 0,219 1,391 PV-53 528,057 2,251 PV-54 528,129 2,890 0,018 464,625 1,531 0,467
TRECHO-54 TUBO DE CONCRETO ARMADO 94,266 1000 0,50% 0,465 0,271 1,717 PV-54 528,129 2,890 PV-55 528,123 3,355 0,018 761,008 1,645 0,573
TRECHO-55 TUBO DE CONCRETO ARMADO 91,609 1000 0,50% 0,570 0,293 1,941 PV-55 528,123 3,355 PV-56 526,894 2,584 0,018 1.005,328 1,735 0,681
TRECHO-56 TUBO DE CONCRETO ARMADO 88,973 1000 4,87% 0,300 0,217 1,384 PV-56 526,894 2,584 PV-57 521,661 1,684 0,018 1.272,998 4,428 0,407
TRECHO-57 TUBO DE CONCRETO ARMADO 54,814 1000 5,87% 0,319 0,224 1,421 PV-57 521,661 3,962 PV-58 516,503 2,021 0,018 1.518,730 4,966 0,426
TRECHO-58 TUBO DE CONCRETO ARMADO 34,959 1000 5,62% 0,323 0,226 1,431 PV-58 516,503 3,886 PV-59 513,198 2,547 0,018 1.518,730 4,887 0,430
TRECHO-59 TUBO DE CONCRETO ARMADO 58,376 1000 4,23% 0,389 0,249 1,563 PV-59 513,198 3,945 PV-60 508,525 1,740 0,018 1.712,903 4,518 0,496
TRECHO-60 TUBO DE CONCRETO ARMADO 49,146 1000 4,51% 0,396 0,251 1,578 PV-60 508,525 3,752 PV-61 504,596 2,040 0,018 1.817,427 4,696 0,503
TRECHO-61 TUBO DE CONCRETO ARMADO 41,900 1000 3,31% 0,442 0,265 1,669 PV-61 504,596 3,875 PV-62 501,253 1,918 0,018 1.817,427 4,165 0,549
TRECHO-62 TUBO DE CONCRETO ARMADO 99,071 1000 4,25% 0,424 0,260 1,633 PV-62 501,253 2,676 PV-63 497,245 2,879 0,018 1.942,903 4,660 0,531
TRECHO-63 TUBO DE CONCRETO ARMADO 50,026 1200 0,54% 0,988 0,365 2,707 PV-63 497,245 2,879 ALA 496,078 1,983 0,018 2.087,907 2,090 0,979
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Trecho Descrição Extensão
(m)
Diâmetro
(mm) Decliv.
Área
Molhada
(m²)
Raio
Hidráulico
(m)
Perímetro
Molhado (m) Montante Cota Terreno
(Mont.) (m)
Prof. Coletor
(Mont.) (m) Jusante Cota Terreno
(Jus.) (m)
Prof. Coletor
(Jus.) (m)
n de
Manning
Vazão
Escoando
(L/s)
Velocidade
(m/s)
Lâmina
(m)
TRECHO-01 TUBO DE CONCRETO ARMADO 35,55 500 3,01% 0,019 0,047 0,402 PV-01 579,78 1,36 PV-05 579,19 1,83 0,018 23,27 1,261 0,077
TRECHO-02 TUBO DE CONCRETO ARMADO 33,32 500 2,41% 0,026 0,057 0,450 PV-02 580,56 1,36 PV-03 579,78 1,39 0,018 31,73 1,284 0,095
TRECHO-03 TUBO DE CONCRETO ARMADO 19,60 500 2,04% 0,056 0,092 0,611 PV-03 579,78 1,39 PV-04 579,35 1,36 0,018 86,15 1,618 0,164
TRECHO-04 TUBO DE CONCRETO ARMADO 7,48 500 1,92% 0,099 0,125 0,788 PV-04 579,35 1,37 PV-05 579,19 1,36 0,018 186,05 1,928 0,251
TRECHO-05 TUBO DE CONCRETO ARMADO 28,22 500 1,16% 0,128 0,141 0,909 PV-05 579,19 1,83 PV-06 578,83 1,80 0,018 209,32 1,621 0,311
TRECHO-06 TUBO DE CONCRETO ARMADO 29,45 600 0,50% 0,194 0,173 1,122 PV-06 578,83 1,80 PV-07 578,43 1,55 0,018 238,40 1,218 0,388
TRECHO-07 TUBO DE CONCRETO ARMADO 32,41 600 1,59% 0,149 0,154 0,969 PV-07 578,43 1,65 PV-08 577,72 1,46 0,018 295,40 2,014 0,313
TRECHO-08 TUBO DE CONCRETO ARMADO 26,37 600 2,45% 0,155 0,157 0,987 PV-08 577,72 1,55 PV-09 576,98 1,46 0,018 385,25 2,528 0,322
TRECHO-09 TUBO DE CONCRETO ARMADO 24,71 600 2,38% 0,165 0,161 1,020 PV-09 576,98 1,56 PV-10 576,30 1,46 0,018 414,82 2,540 0,339
TRECHO-10 TUBO DE CONCRETO ARMADO 38,07 600 4,38% 0,144 0,151 0,950 PV-10 576,30 1,56 PV-11 574,53 1,46 0,018 463,62 3,300 0,304
TRECHO-11 TUBO DE CONCRETO ARMADO 42,85 600 2,82% 0,211 0,178 1,188 PV-11 574,53 2,59 PV-12 573,84 3,11 0,018 634,29 2,947 0,419
TRECHO-12 TUBO DE CONCRETO ARMADO 42,15 600 6,00% 0,171 0,164 1,041 PV-12 573,84 3,12 PV-13 570,41 2,22 0,018 692,31 4,075 0,349
TRECHO-13 TUBO DE CONCRETO ARMADO 22,89 600 4,63% 0,189 0,171 1,106 PV-13 570,41 2,31 PV-17 568,49 1,46 0,018 703,19 3,684 0,381
TRECHO-14 TUBO DE CONCRETO ARMADO 41,23 500 0,56% 0,100 0,126 0,791 PV-14 570,47 2,14 PV-15 569,45 1,36 0,018 101,67 1,044 0,253
TRECHO-15 TUBO DE CONCRETO ARMADO 48,65 500 1,61% 0,102 0,127 0,800 PV-15 569,45 2,05 PV-16 568,66 2,04 0,018 177,97 1,784 0,257
TRECHO-16 TUBO DE CONCRETO ARMADO 12,25 500 4,58% 0,083 0,115 0,725 PV-16 568,66 2,04 PV-17 568,49 2,43 0,018 224,41 2,804 0,220
TRECHO-17 TUBO DE CONCRETO ARMADO 19,73 600 6,00% 0,216 0,179 1,208 PV-17 568,49 3,03 PV-18 566,68 2,40 0,018 953,19 4,319 0,428
TRECHO-18 TUBO DE CONCRETO ARMADO 20,78 600 4,67% 0,254 0,182 1,391 PV-18 566,68 2,40 PV-19 564,76 1,46 0,018 976,69 3,859 0,504
TRECHO-19 TUBO DE CONCRETO ARMADO 20,14 600 6,00% 0,226 0,181 1,252 PV-19 564,76 2,46 PV-20 562,96 1,87 0,018 1.008,82 4,352 0,448
TRECHO-20 TUBO DE CONCRETO ARMADO 16,14 800 3,65% 0,285 0,212 1,341 PV-20 562,96 2,27 PV-21 561,56 1,46 0,018 1.064,45 3,779 0,442
TRECHO-21 TUBO DE CONCRETO ARMADO 28,62 800 6,00% 0,243 0,197 1,237 PV-21 561,56 2,46 PV-22 559,66 2,27 0,018 1.090,82 4,604 0,390
TRECHO-22 TUBO DE CONCRETO ARMADO 44,17 800 1,33% 0,429 0,243 1,765 PV-22 559,66 2,37 PV-23 558,16 1,46 0,018 1.090,82 2,497 0,637
TRECHO-23 TUBO DE CONCRETO ARMADO 53,36 800 2,09% 0,354 0,232 1,523 PV-23 558,16 1,55 PV-33 557,03 1,54 0,018 1.090,82 3,036 0,531
TRECHO-24 TUBO DE CONCRETO ARMADO 36,71 500 0,50% 0,080 0,112 0,710 PV-24 573,35 2,53 PV-25 572,85 2,20 0,018 69,72 0,913 0,213
TRECHO-25 TUBO DE CONCRETO ARMADO 25,52 500 0,50% 0,110 0,132 0,833 PV-25 572,85 2,20 PV-26 572,51 1,99 0,018 110,68 1,019 0,274
TRECHO-26 TUBO DE CONCRETO ARMADO 45,28 500 6,00% 0,070 0,104 0,670 PV-26 572,51 3,09 PV-27 568,70 1,99 0,018 200,41 3,013 0,193
TRECHO-27 TUBO DE CONCRETO ARMADO 24,31 500 5,20% 0,082 0,114 0,720 PV-27 568,70 1,99 PV-28 566,79 1,36 0,018 234,78 2,976 0,218
TRECHO-28 TUBO DE CONCRETO ARMADO 25,41 500 6,00% 0,094 0,122 0,768 PV-28 566,79 2,36 PV-29 564,79 1,88 0,018 306,04 3,352 0,241
TRECHO-29 TUBO DE CONCRETO ARMADO 25,23 500 5,93% 0,110 0,132 0,832 PV-29 564,79 1,88 PV-30 562,77 1,36 0,018 379,80 3,506 0,273
TRECHO-30 TUBO DE CONCRETO ARMADO 27,71 500 6,00% 0,125 0,140 0,895 PV-30 562,77 2,36 PV-31 560,56 1,81 0,018 459,71 3,665 0,304
TRECHO-31 TUBO DE CONCRETO ARMADO 27,43 500 5,87% 0,136 0,145 0,943 PV-31 560,56 1,81 PV-32 558,50 1,36 0,018 511,68 3,707 0,327
TRECHO-32 TUBO DE CONCRETO ARMADO 20,46 500 6,00% 0,135 0,144 0,938 PV-32 558,50 2,36 PV-33 557,03 2,11 0,018 511,68 3,740 0,325
TRECHO-33 TUBO DE CONCRETO ARMADO 66,59 1000 1,54% 0,530 0,286 1,853 PV-33 557,03 2,21 PV-44 555,67 1,87 0,018 1.602,50 2,993 0,639
TRECHO-34 TUBO DE CONCRETO ARMADO 25,48 500 0,50% 0,031 0,064 0,480 PV-34 572,25 1,63 PV-35 572,02 1,54 0,018 18,31 0,628 0,107
TRECHO-35 TUBO DE CONCRETO ARMADO 31,30 500 0,50% 0,111 0,133 0,839 PV-35 572,02 1,57 PV-36 571,82 1,53 0,018 112,74 1,023 0,277
TRECHO-36 TUBO DE CONCRETO ARMADO 21,63 500 0,50% 0,133 0,143 0,928 PV-36 571,82 1,69 PV-37 571,69 1,66 0,018 144,35 1,075 0,320
TRECHO-37 TUBO DE CONCRETO ARMADO 38,78 500 5,30% 0,072 0,106 0,677 PV-37 571,69 1,66 PV-38 569,33 1,36 0,018 195,41 2,859 0,196
TRECHO-38 TUBO DE CONCRETO ARMADO 33,56 500 6,00% 0,074 0,108 0,687 PV-38 569,33 2,36 PV-39 566,98 2,01 0,018 217,59 3,078 0,201
TRECHO-39 TUBO DE CONCRETO ARMADO 28,63 500 5,73% 0,083 0,114 0,724 PV-39 566,98 2,01 PV-40 564,68 1,36 0,018 249,95 3,135 0,219
TRECHO-40 TUBO DE CONCRETO ARMADO 25,49 500 6,00% 0,090 0,119 0,752 PV-40 564,68 2,36 PV-41 562,63 1,84 0,018 286,70 3,299 0,233
TRECHO-41 TUBO DE CONCRETO ARMADO 43,83 500 5,31% 0,100 0,126 0,794 PV-41 562,63 2,15 PV-42 559,50 1,36 0,018 316,60 3,224 0,254
TRECHO-42 TUBO DE CONCRETO ARMADO 29,72 500 6,00% 0,096 0,124 0,777 PV-42 559,50 2,36 PV-43 557,66 2,30 0,018 316,60 3,379 0,246
TRECHO-43 TUBO DE CONCRETO ARMADO 29,45 500 3,57% 0,115 0,135 0,855 PV-43 557,66 2,30 PV-44 555,67 1,36 0,018 316,60 2,762 0,285
PLANOS DIRETORES MUNICIPAIS DE MACRODRENAGEM URBANA NA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO SOROCABA E MÉDIO TIETÊ
ETAPA IV - ELABORAÇÃO DE ANTEPROJETOS
MEMÓRIA DE CÁLCULO DA MICRODRENAGEM
Município de Laranjal Paulista - Distrito de Maristela - M1
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Trecho Descrição Extensão
(m)
Diâmetro
(mm) Decliv.
Área
Molhada
(m²)
Raio
Hidráulico
(m)
Perímetro
Molhado (m) Montante Cota Terreno
(Mont.) (m)
Prof. Coletor
(Mont.) (m) Jusante Cota Terreno
(Jus.) (m)
Prof. Coletor
(Jus.) (m)
n de
Manning
Vazão
Escoando
(L/s)
Velocidade
(m/s)
Lâmina
(m)
PLANOS DIRETORES MUNICIPAIS DE MACRODRENAGEM URBANA NA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO SOROCABA E MÉDIO TIETÊ
ETAPA IV - ELABORAÇÃO DE ANTEPROJETOS
MEMÓRIA DE CÁLCULO DA MICRODRENAGEM
Município de Laranjal Paulista - Distrito de Maristela - M1
TRECHO-44 TUBO DE CONCRETO ARMADO 55,95 1000 2,75% 0,490 0,277 1,768 PV-44 555,67 1,87 PV-45 554,31 2,05 0,018 1.919,09 3,916 0,598
TRECHO-45 TUBO DE CONCRETO ARMADO 51,96 1000 4,52% 0,411 0,256 1,608 PV-45 554,31 2,05 PV-46 551,87 1,96 0,018 1.919,09 4,759 0,519
TRECHO-46 TUBO DE CONCRETO ARMADO 43,03 1000 1,33% 0,650 0,303 2,145 PV-46 551,87 1,96 ALA-01 550,73 1,39 0,018 1.919,09 2,888 0,771
TRECHO-47 TUBO DE CONCRETO ARMADO 41,17 500 2,04% 0,036 0,071 0,512 PV-47 578,04 1,36 PV-48 577,20 1,36 0,018 46,70 1,359 0,120
TRECHO-48 TUBO DE CONCRETO ARMADO 30,26 500 2,84% 0,065 0,100 0,648 PV-48 577,20 1,36 PV-49 576,34 1,36 0,018 123,75 2,014 0,182
TRECHO-49 TUBO DE CONCRETO ARMADO 30,30 500 3,61% 0,072 0,106 0,680 PV-49 576,34 1,36 PV-50 575,28 1,39 0,018 163,45 2,368 0,198
TRECHO-50 TUBO DE CONCRETO ARMADO 38,35 600 0,50% 0,191 0,172 1,112 PV-50 575,28 2,24 PV-51 574,38 1,53 0,018 233,89 1,213 0,384
TRECHO-51 TUBO DE CONCRETO ARMADO 32,33 600 2,22% 0,131 0,145 0,909 PV-51 574,38 1,54 PV-52 573,57 1,46 0,018 290,68 2,280 0,283
TRECHO-52 TUBO DE CONCRETO ARMADO 22,59 600 1,88% 0,150 0,154 0,971 PV-52 573,57 1,47 PV-53 573,14 1,46 0,018 323,06 2,193 0,314
TRECHO-53 TUBO DE CONCRETO ARMADO 20,72 600 4,75% 0,117 0,136 0,860 PV-53 573,14 1,56 PV-54 572,05 1,46 0,018 358,82 3,198 0,259
TRECHO-54 TUBO DE CONCRETO ARMADO 6,95 600 4,38% 0,137 0,147 0,927 PV-54 572,05 1,56 PV-56 571,65 1,46 0,018 431,56 3,245 0,292
TRECHO-55 TUBO DE CONCRETO ARMADO 17,71 500 0,50% 0,045 0,081 0,558 PV-55 571,60 1,73 PV-56 571,65 1,87 0,018 31,34 0,735 0,140
TRECHO-56 TUBO DE CONCRETO ARMADO 23,82 800 0,50% 0,339 0,229 1,480 PV-56 571,65 1,87 PV-57 571,37 1,71 0,018 501,94 1,469 0,510
TRECHO-57 TUBO DE CONCRETO ARMADO 33,46 800 0,50% 0,339 0,229 1,480 PV-57 571,37 1,71 PV-58 571,50 2,01 0,018 501,94 1,469 0,510
TRECHO-58 TUBO DE CONCRETO ARMADO 29,56 800 0,50% 0,362 0,234 1,545 PV-58 571,50 2,01 PV-59 571,44 2,09 0,018 548,86 1,492 0,541
TRECHO-59 TUBO DE CONCRETO ARMADO 20,38 800 0,50% 0,362 0,234 1,545 PV-59 571,44 2,09 PV-83 571,47 2,23 0,018 548,86 1,492 0,541
TRECHO-60 TUBO DE CONCRETO ARMADO 31,96 500 1,26% 0,024 0,054 0,436 PV-60 580,75 1,46 PV-61 580,25 1,36 0,018 20,40 0,896 0,089
TRECHO-61 TUBO DE CONCRETO ARMADO 32,24 500 1,58% 0,060 0,096 0,628 PV-61 580,25 1,40 PV-62 579,70 1,36 0,018 83,20 1,461 0,173
TRECHO-62 TUBO DE CONCRETO ARMADO 20,34 500 2,69% 0,075 0,108 0,691 PV-62 579,70 1,36 PV-63 579,15 1,36 0,018 148,21 2,070 0,203
TRECHO-63 TUBO DE CONCRETO ARMADO 18,63 500 3,64% 0,075 0,108 0,690 PV-63 579,15 1,36 PV-64 578,47 1,36 0,018 171,44 2,405 0,202
TRECHO-64 TUBO DE CONCRETO ARMADO 24,00 500 3,60% 0,091 0,120 0,755 PV-64 578,47 1,36 PV-65 577,76 1,51 0,018 225,36 2,565 0,235
TRECHO-65 TUBO DE CONCRETO ARMADO 26,42 500 2,85% 0,116 0,135 0,858 PV-65 577,76 1,48 PV-67 576,88 1,36 0,018 285,92 2,474 0,286
TRECHO-66 TUBO DE CONCRETO ARMADO 22,64 500 4,95% 0,003 0,016 0,220 PV-66 578,00 1,36 PV-67 576,88 1,36 0,018 2,93 0,771 0,024
TRECHO-67 TUBO DE CONCRETO ARMADO 15,29 500 2,88% 0,126 0,140 0,897 PV-67 576,88 1,36 PV-68 576,44 1,36 0,018 320,59 2,543 0,305
TRECHO-68 TUBO DE CONCRETO ARMADO 13,87 500 3,11% 0,130 0,142 0,914 PV-68 576,44 1,41 PV-69 575,96 1,36 0,018 347,56 2,664 0,313
TRECHO-69 TUBO DE CONCRETO ARMADO 16,45 500 3,39% 0,128 0,141 0,907 PV-69 575,96 1,36 PV-70 575,40 1,36 0,018 356,50 2,772 0,310
TRECHO-70 TUBO DE CONCRETO ARMADO 25,83 500 3,43% 0,130 0,142 0,916 PV-70 575,40 1,36 PV-71 574,51 1,36 0,018 366,90 2,801 0,314
TRECHO-71 TUBO DE CONCRETO ARMADO 22,66 500 3,91% 0,129 0,142 0,913 PV-71 574,51 1,36 PV-72 573,63 1,36 0,018 389,43 2,987 0,313
TRECHO-72 TUBO DE CONCRETO ARMADO 16,55 600 1,66% 0,180 0,168 1,074 PV-72 573,63 2,24 PV-81 572,96 1,84 0,018 394,33 2,181 0,365
TRECHO-73 TUBO DE CONCRETO ARMADO 21,18 500 1,57% 0,005 0,020 0,253 PV-73 578,36 1,37 PV-74 578,30 1,65 0,018 2,85 0,518 0,031
TRECHO-74 TUBO DE CONCRETO ARMADO 33,15 500 0,50% 0,039 0,074 0,527 PV-74 578,30 1,65 PV-75 578,46 1,98 0,018 25,63 0,693 0,127
TRECHO-75 TUBO DE CONCRETO ARMADO 29,46 500 0,50% 0,069 0,104 0,668 PV-75 578,46 1,98 PV-76 578,60 2,26 0,018 57,40 0,868 0,192
TRECHO-76 TUBO DE CONCRETO ARMADO 23,88 500 0,50% 0,075 0,109 0,694 PV-76 578,60 2,50 PV-77 577,38 1,40 0,018 64,66 0,895 0,204
TRECHO-77 TUBO DE CONCRETO ARMADO 15,01 500 0,50% 0,089 0,119 0,749 PV-77 577,38 2,18 PV-78 576,62 1,49 0,018 81,81 0,950 0,232
TRECHO-78 TUBO DE CONCRETO ARMADO 33,86 500 6,00% 0,052 0,088 0,593 PV-78 576,62 2,51 PV-79 574,37 2,29 0,018 133,24 2,697 0,156
TRECHO-79 TUBO DE CONCRETO ARMADO 10,83 500 3,77% 0,083 0,114 0,723 PV-79 574,37 2,29 PV-80 573,57 1,90 0,018 201,64 2,538 0,219
TRECHO-80 TUBO DE CONCRETO ARMADO 10,07 500 4,22% 0,088 0,118 0,743 PV-80 573,57 1,94 PV-81 572,96 1,75 0,018 232,12 2,743 0,229
TRECHO-81 TUBO DE CONCRETO ARMADO 18,75 600 2,00% 0,244 0,183 1,337 PV-81 572,96 1,84 PV-82 572,45 1,71 0,018 626,45 2,530 0,483
TRECHO-82 TUBO DE CONCRETO ARMADO 15,44 600 3,81% 0,196 0,173 1,130 PV-82 572,45 2,31 PV-83 571,47 1,93 0,018 668,31 3,371 0,392
TRECHO-83 TUBO DE CONCRETO ARMADO 30,44 1200 0,50% 0,699 0,331 2,109 PV-83 571,47 2,23 PV-84 571,51 2,41 0,018 1.312,42 1,880 0,712
TRECHO-84 TUBO DE CONCRETO ARMADO 26,14 1200 0,50% 0,718 0,335 2,143 PV-84 571,51 2,41 PV-85 571,49 2,53 0,018 1.363,94 1,895 0,728
TRECHO-85 TUBO DE CONCRETO ARMADO 15,49 1200 0,50% 0,729 0,337 2,162 PV-85 571,49 2,53 PV-93 571,45 2,56 0,018 1.392,37 1,903 0,737
TRECHO-86 TUBO DE CONCRETO ARMADO 45,90 500 0,50% 0,021 0,051 0,418 PV-86 579,27 1,62 PV-87 578,92 1,50 0,018 10,95 0,537 0,082
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Trecho Descrição Extensão
(m)
Diâmetro
(mm) Decliv.
Área
Molhada
(m²)
Raio
Hidráulico
(m)
Perímetro
Molhado (m) Montante Cota Terreno
(Mont.) (m)
Prof. Coletor
(Mont.) (m) Jusante Cota Terreno
(Jus.) (m)
Prof. Coletor
(Jus.) (m)
n de
Manning
Vazão
Escoando
(L/s)
Velocidade
(m/s)
Lâmina
(m)
PLANOS DIRETORES MUNICIPAIS DE MACRODRENAGEM URBANA NA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO SOROCABA E MÉDIO TIETÊ
ETAPA IV - ELABORAÇÃO DE ANTEPROJETOS
MEMÓRIA DE CÁLCULO DA MICRODRENAGEM
Município de Laranjal Paulista - Distrito de Maristela - M1
TRECHO-87 TUBO DE CONCRETO ARMADO 29,76 500 1,29% 0,073 0,107 0,684 PV-87 578,92 1,48 PV-88 578,41 1,36 0,018 99,28 1,421 0,200
TRECHO-88 TUBO DE CONCRETO ARMADO 31,36 500 1,88% 0,084 0,115 0,728 PV-88 578,41 2,39 PV-89 576,79 1,36 0,018 145,81 1,804 0,221
TRECHO-89 TUBO DE CONCRETO ARMADO 24,25 500 5,92% 0,059 0,095 0,623 PV-89 576,79 1,36 PV-90 575,35 1,36 0,018 156,80 2,807 0,170
TRECHO-90 TUBO DE CONCRETO ARMADO 18,17 500 6,00% 0,064 0,099 0,646 PV-90 575,35 2,36 PV-91 574,05 2,15 0,018 178,17 2,920 0,181
TRECHO-91 TUBO DE CONCRETO ARMADO 25,02 500 4,19% 0,079 0,111 0,707 PV-91 574,05 2,24 PV-92 572,13 1,36 0,018 198,47 2,631 0,211
TRECHO-92 TUBO DE CONCRETO ARMADO 9,29 500 3,25% 0,107 0,130 0,822 PV-92 572,13 1,73 PV-93 571,45 1,36 0,018 272,12 2,577 0,268
TRECHO-93 TUBO DE CONCRETO ARMADO 45,57 1200 0,50% 0,854 0,356 2,395 PV-93 571,45 2,56 PV-97 571,53 2,87 0,018 1.722,15 1,975 0,848
TRECHO-94 TUBO DE CONCRETO ARMADO 37,42 500 2,90% 0,013 0,037 0,348 PV-94 572,22 1,36 PV-95 571,30 1,52 0,018 13,25 1,044 0,058
TRECHO-95 TUBO DE CONCRETO ARMADO 31,10 500 0,50% 0,112 0,133 0,841 PV-95 571,30 2,23 PV-96 571,47 2,55 0,018 113,43 1,024 0,277
TRECHO-96 TUBO DE CONCRETO ARMADO 31,29 500 0,50% 0,164 0,152 1,080 PV-96 571,47 2,55 PV-97 571,53 2,76 0,018 187,08 1,118 0,389
TRECHO-97 TUBO DE CONCRETO ARMADO 21,53 1500 0,50% 0,981 0,395 2,486 PV-97 571,53 2,87 ALA-02 570,47 1,92 0,018 2.045,14 2,113 0,815
TRECHO-98 TUBO DE CONCRETO ARMADO 31,69 500 1,19% 0,053 0,089 0,594 PV-98 577,72 1,49 PV-99 577,21 1,36 0,018 59,91 1,204 0,157
TRECHO-99 TUBO DE CONCRETO ARMADO 24,99 500 0,53% 0,131 0,142 0,921 PV-99 577,21 1,50 PV-100 576,93 1,36 0,018 145,97 1,103 0,317
TRECHO-100 TUBO DE CONCRETO ARMADO 15,69 600 0,73% 0,158 0,158 0,997 PV-100 576,93 1,65 PV-101 576,63 1,46 0,018 216,11 1,388 0,327
TRECHO-101 TUBO DE CONCRETO ARMADO 24,48 600 1,71% 0,131 0,144 0,908 PV-101 576,63 1,49 PV-102 576,30 1,58 0,018 254,27 1,999 0,283
TRECHO-102 TUBO DE CONCRETO ARMADO 25,77 800 0,50% 0,261 0,204 1,281 PV-102 576,30 1,68 PV-103 576,40 1,91 0,018 348,18 1,361 0,412
TRECHO-103 TUBO DE CONCRETO ARMADO 11,26 800 0,50% 0,277 0,210 1,321 PV-103 576,40 1,91 PV-109 576,36 1,93 0,018 378,93 1,387 0,432
TRECHO-104 TUBO DE CONCRETO ARMADO 17,66 500 5,19% 0,028 0,060 0,463 PV-104 580,90 1,36 PV-105 580,00 1,37 0,018 51,43 1,942 0,100
TRECHO-105 TUBO DE CONCRETO ARMADO 19,39 500 5,05% 0,045 0,081 0,559 PV-105 580,00 1,37 PV-106 579,01 1,36 0,018 99,64 2,336 0,140
TRECHO-106 TUBO DE CONCRETO ARMADO 18,38 500 5,07% 0,051 0,087 0,586 PV-106 579,01 1,36 PV-107 578,07 1,36 0,018 117,60 2,451 0,153
TRECHO-107 TUBO DE CONCRETO ARMADO 21,76 500 5,11% 0,067 0,102 0,659 PV-107 578,07 1,36 PV-108 577,06 1,45 0,018 175,56 2,743 0,188
TRECHO-108 TUBO DE CONCRETO ARMADO 16,16 500 3,72% 0,081 0,113 0,715 PV-108 577,06 1,45 PV-109 576,36 1,36 0,018 193,99 2,502 0,215
TRECHO-109 TUBO DE CONCRETO ARMADO 50,14 800 0,50% 0,389 0,239 1,627 PV-109 576,36 1,93 PV-119 576,25 2,06 0,018 602,97 1,514 0,579
TRECHO-110 TUBO DE CONCRETO ARMADO 30,64 500 0,50% 0,023 0,054 0,434 PV-110 582,10 1,63 PV-111 582,76 2,44 0,018 12,63 0,561 0,089
TRECHO-111 TUBO DE CONCRETO ARMADO 39,00 500 0,50% 0,045 0,081 0,557 PV-111 582,76 2,44 PV-112 583,16 3,04 0,018 31,03 0,733 0,140
TRECHO-112 TUBO DE CONCRETO ARMADO 27,12 500 0,50% 0,054 0,090 0,603 PV-112 583,16 3,04 PV-113 581,82 1,83 0,018 40,77 0,791 0,161
TRECHO-113 TUBO DE CONCRETO ARMADO 24,38 500 3,39% 0,031 0,064 0,482 PV-113 581,82 1,83 PV-114 580,52 1,36 0,018 48,08 1,639 0,107
TRECHO-114 TUBO DE CONCRETO ARMADO 19,08 500 5,29% 0,045 0,081 0,558 PV-114 580,52 1,36 PV-115 579,51 1,36 0,018 101,43 2,387 0,140
TRECHO-115 TUBO DE CONCRETO ARMADO 30,09 500 5,13% 0,049 0,084 0,575 PV-115 579,51 1,36 PV-116 578,06 1,45 0,018 111,00 2,422 0,148
TRECHO-116 TUBO DE CONCRETO ARMADO 20,00 500 4,17% 0,070 0,104 0,671 PV-116 578,06 1,45 PV-117 577,13 1,36 0,018 168,02 2,516 0,193
TRECHO-117 TUBO DE CONCRETO ARMADO 11,06 500 4,61% 0,071 0,105 0,674 PV-117 577,13 1,36 PV-118 576,62 1,36 0,018 179,56 2,656 0,195
TRECHO-118 TUBO DE CONCRETO ARMADO 8,10 500 4,62% 0,076 0,109 0,695 PV-118 576,62 1,36 PV-119 576,25 1,36 0,018 198,27 2,728 0,205
TRECHO-119 TUBO DE CONCRETO ARMADO 26,59 1000 0,50% 0,490 0,277 1,768 PV-119 576,25 2,06 PV-120 576,07 2,01 0,018 818,02 1,670 0,598
TRECHO-120 TUBO DE CONCRETO ARMADO 30,86 1000 0,92% 0,399 0,252 1,583 PV-120 576,07 2,01 PV-121 575,44 1,68 0,018 828,86 2,126 0,506
TRECHO-121 TUBO DE CONCRETO ARMADO 20,35 1000 1,41% 0,348 0,235 1,481 PV-121 575,44 1,68 PV-133 575,16 1,68 0,018 845,02 2,512 0,455
TRECHO-122 TUBO DE CONCRETO ARMADO 22,14 500 5,33% 0,007 0,026 0,286 PV-122 581,90 1,36 PV-123 580,72 1,36 0,018 8,46 1,114 0,040
TRECHO-123 TUBO DE CONCRETO ARMADO 25,94 500 5,31% 0,024 0,054 0,436 PV-123 580,72 1,36 PV-126 579,44 1,46 0,018 41,87 1,839 0,089
TRECHO-124 TUBO DE CONCRETO ARMADO 24,90 500 0,50% 0,017 0,045 0,390 PV-124 579,48 1,57 PV-125 579,43 1,64 0,018 8,44 0,496 0,072
TRECHO-125 TUBO DE CONCRETO ARMADO 20,54 500 0,50% 0,059 0,095 0,623 PV-125 579,43 1,64 PV-126 579,44 1,76 0,018 45,54 0,816 0,170
TRECHO-126 TUBO DE CONCRETO ARMADO 28,20 500 3,45% 0,057 0,092 0,612 PV-126 579,44 1,76 PV-127 578,07 1,36 0,018 112,96 2,109 0,165
TRECHO-127 TUBO DE CONCRETO ARMADO 20,07 500 4,86% 0,054 0,090 0,601 PV-127 578,07 1,36 PV-128 577,12 1,39 0,018 126,17 2,462 0,160
TRECHO-128 TUBO DE CONCRETO ARMADO 19,46 500 4,47% 0,068 0,102 0,660 PV-128 577,12 1,39 PV-129 576,22 1,36 0,018 165,04 2,569 0,188
TRECHO-129 TUBO DE CONCRETO ARMADO 23,10 500 4,61% 0,075 0,108 0,691 PV-129 576,22 1,36 PV-133 575,16 1,36 0,018 193,97 2,710 0,203
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Trecho Descrição Extensão
(m)
Diâmetro
(mm) Decliv.
Área
Molhada
(m²)
Raio
Hidráulico
(m)
Perímetro
Molhado (m) Montante Cota Terreno
(Mont.) (m)
Prof. Coletor
(Mont.) (m) Jusante Cota Terreno
(Jus.) (m)
Prof. Coletor
(Jus.) (m)
n de
Manning
Vazão
Escoando
(L/s)
Velocidade
(m/s)
Lâmina
(m)
PLANOS DIRETORES MUNICIPAIS DE MACRODRENAGEM URBANA NA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO SOROCABA E MÉDIO TIETÊ
ETAPA IV - ELABORAÇÃO DE ANTEPROJETOS
MEMÓRIA DE CÁLCULO DA MICRODRENAGEM
Município de Laranjal Paulista - Distrito de Maristela - M1
TRECHO-130 TUBO DE CONCRETO ARMADO 21,20 500 1,01% 0,019 0,048 0,405 PV-130 575,61 1,36 PV-131 575,40 1,36 0,018 13,87 0,737 0,078
TRECHO-131 TUBO DE CONCRETO ARMADO 13,76 500 1,02% 0,032 0,066 0,490 PV-131 575,40 1,36 PV-132 575,26 1,36 0,018 28,01 0,915 0,111
TRECHO-132 TUBO DE CONCRETO ARMADO 9,66 500 1,07% 0,034 0,068 0,501 PV-132 575,26 1,36 PV-133 575,16 1,36 0,018 31,14 0,961 0,115
TRECHO-133 TUBO DE CONCRETO ARMADO 18,01 1000 4,04% 0,292 0,214 1,366 PV-133 575,16 1,68 PV-147 574,43 1,68 0,018 1.112,38 3,990 0,398
TRECHO-134 TUBO DE CONCRETO ARMADO 22,46 500 4,40% 0,028 0,060 0,462 PV-134 581,50 1,36 PV-135 580,52 1,36 0,018 47,23 1,786 0,099
TRECHO-135 TUBO DE CONCRETO ARMADO 16,63 500 4,80% 0,033 0,066 0,492 PV-135 580,52 1,36 PV-136 579,72 1,36 0,018 61,65 1,994 0,111
TRECHO-136 TUBO DE CONCRETO ARMADO 17,61 500 4,76% 0,050 0,086 0,581 PV-136 579,72 1,36 PV-141 578,88 1,36 0,018 111,22 2,359 0,151
TRECHO-137 TUBO DE CONCRETO ARMADO 15,98 500 0,55% 0,016 0,042 0,378 PV-137 579,37 1,36 PV-138 579,28 1,36 0,018 7,86 0,501 0,068
TRECHO-138 TUBO DE CONCRETO ARMADO 13,49 500 0,50% 0,042 0,078 0,544 PV-138 579,28 1,59 PV-139 579,21 1,58 0,018 28,64 0,716 0,134
TRECHO-139 TUBO DE CONCRETO ARMADO 15,16 500 0,50% 0,068 0,102 0,661 PV-139 579,21 1,56 PV-140 579,05 1,47 0,018 55,50 0,860 0,189
TRECHO-140 TUBO DE CONCRETO ARMADO 7,96 500 0,66% 0,072 0,106 0,678 PV-140 579,05 1,47 PV-141 578,88 1,36 0,018 69,26 1,013 0,197
TRECHO-141 TUBO DE CONCRETO ARMADO 25,59 500 4,79% 0,083 0,114 0,723 PV-141 578,88 1,36 PV-142 577,65 1,36 0,018 227,93 2,864 0,219
TRECHO-142 TUBO DE CONCRETO ARMADO 19,93 500 4,85% 0,094 0,122 0,768 PV-142 577,65 1,36 PV-143 576,86 1,53 0,018 274,57 3,012 0,241
TRECHO-143 TUBO DE CONCRETO ARMADO 24,76 500 3,76% 0,107 0,130 0,821 PV-143 576,86 1,53 PV-144 575,76 1,36 0,018 292,45 2,771 0,268
TRECHO-144 TUBO DE CONCRETO ARMADO 17,52 500 3,97% 0,124 0,139 0,890 PV-144 575,76 1,36 PV-145 575,06 1,36 0,018 369,50 2,975 0,302
TRECHO-145 TUBO DE CONCRETO ARMADO 51,78 600 1,44% 0,181 0,168 1,078 PV-145 575,06 1,36 PV-146 574,63 1,67 0,018 369,50 2,029 0,367
TRECHO-146 TUBO DE CONCRETO ARMADO 27,79 800 0,75% 0,256 0,202 1,267 PV-146 574,63 1,67 PV-147 574,43 1,68 0,018 413,59 1,654 0,405
TRECHO-147 TUBO DE CONCRETO ARMADO 55,53 1000 1,25% 0,552 0,290 1,902 PV-147 574,43 1,68 PV-148 573,74 1,68 0,018 1.525,97 2,724 0,662
TRECHO-148 TUBO DE CONCRETO ARMADO 31,58 1000 1,73% 0,491 0,277 1,770 PV-148 573,74 1,69 PV-149 573,23 1,72 0,018 1.525,97 3,108 0,599
TRECHO-149 TUBO DE CONCRETO ARMADO 12,34 1000 4,11% 0,370 0,243 1,526 PV-149 573,23 1,72 PV-151 573,23 2,23 0,018 1.575,90 4,381 0,478
TRECHO-150 TUBO DE CONCRETO ARMADO 27,59 500 6,00% 0,019 0,048 0,405 PV-150 574,90 2,36 PV-151 573,23 2,35 0,018 33,78 1,796 0,078
TRECHO-151 TUBO DE CONCRETO ARMADO 11,47 1200 0,50% 0,820 0,352 2,328 PV-151 573,23 2,72 PV-152 572,57 2,12 0,018 1.633,28 1,959 0,816
TRECHO-152 TUBO DE CONCRETO ARMADO 33,52 1200 0,50% 0,820 0,352 2,328 PV-152 572,57 2,54 PV-153 572,34 2,47 0,018 1.633,28 1,959 0,816
TRECHO-153 TUBO DE CONCRETO ARMADO 22,51 1200 0,50% 0,836 0,354 2,361 PV-153 572,34 2,87 PV-154 572,27 2,92 0,018 1.677,28 1,967 0,832
TRECHO-154 TUBO DE CONCRETO ARMADO 28,76 1200 0,50% 0,852 0,356 2,392 PV-154 572,27 3,30 PV-155 572,09 3,26 0,018 1.718,41 1,974 0,846
TRECHO-155 TUBO DE CONCRETO ARMADO 21,92 1200 0,50% 0,865 0,358 2,419 PV-155 572,09 3,70 PV-156 571,81 3,53 0,018 1.751,16 1,980 0,858
TRECHO-156 TUBO DE CONCRETO ARMADO 25,70 1200 0,50% 0,888 0,360 2,466 PV-156 571,81 3,53 PV-157 571,65 3,50 0,018 1.807,07 1,989 0,879
TRECHO-157 TUBO DE CONCRETO ARMADO 14,55 1200 0,50% 0,902 0,361 2,496 PV-157 571,65 3,87 PV-158 571,12 3,41 0,018 1.840,60 1,993 0,893
TRECHO-158 TUBO DE CONCRETO ARMADO 41,14 1200 0,50% 0,902 0,361 2,496 PV-158 571,12 3,85 PV-159 569,19 2,13 0,018 1.840,60 1,993 0,893
TRECHO-159 TUBO DE CONCRETO ARMADO 57,00 1200 5,06% 0,393 0,247 1,592 PV-159 569,19 2,57 PV-160 565,86 2,12 0,018 1.840,60 4,919 0,455
TRECHO-160 TUBO DE CONCRETO ARMADO 52,92 1200 1,24% 0,644 0,319 2,016 PV-160 565,86 2,12 ALA-03 564,70 1,62 0,018 1.840,60 2,890 0,665
TRECHO-161 TUBO DE CONCRETO ARMADO 33,59 500 3,24% 0,014 0,038 0,356 PV-161 573,03 1,36 PV-162 572,25 1,67 0,018 15,19 1,133 0,061
TRECHO-162 TUBO DE CONCRETO ARMADO 14,67 500 0,50% 0,043 0,079 0,549 PV-162 572,25 1,67 PV-166 571,94 1,43 0,018 29,53 0,722 0,136
TRECHO-163 TUBO DE CONCRETO ARMADO 25,31 500 3,95% 0,014 0,038 0,357 PV-163 574,49 1,36 PV-164 573,55 1,42 0,018 17,00 1,256 0,061
TRECHO-164 TUBO DE CONCRETO ARMADO 28,35 500 3,52% 0,027 0,059 0,457 PV-164 573,55 1,42 PV-165 572,49 1,36 0,018 40,33 1,576 0,097
TRECHO-165 TUBO DE CONCRETO ARMADO 11,49 500 4,80% 0,040 0,075 0,533 PV-165 572,49 1,36 PV-166 571,94 1,36 0,018 82,63 2,173 0,129
TRECHO-166 TUBO DE CONCRETO ARMADO 34,92 600 0,50% 0,191 0,172 1,111 PV-166 571,94 1,94 PV-167 571,43 1,61 0,018 233,41 1,213 0,383
TRECHO-167 TUBO DE CONCRETO ARMADO 38,56 600 1,13% 0,150 0,155 0,973 PV-167 571,43 1,71 PV-173 570,74 1,46 0,018 251,50 1,702 0,315
TRECHO-168 TUBO DE CONCRETO ARMADO 35,10 500 1,06% 0,023 0,053 0,430 PV-168 574,17 1,61 PV-169 573,54 1,36 0,018 17,70 0,808 0,087
TRECHO-169 TUBO DE CONCRETO ARMADO 26,59 500 0,50% 0,081 0,113 0,715 PV-169 573,54 1,71 PV-170 573,07 1,37 0,018 71,01 0,917 0,215
TRECHO-170 TUBO DE CONCRETO ARMADO 29,51 500 1,06% 0,083 0,114 0,724 PV-170 573,07 1,56 PV-171 572,55 1,36 0,018 107,54 1,348 0,219
TRECHO-171 TUBO DE CONCRETO ARMADO 32,45 500 3,30% 0,077 0,110 0,700 PV-171 572,55 1,57 PV-172 571,27 1,36 0,018 170,97 2,317 0,207
TRECHO-172 TUBO DE CONCRETO ARMADO 9,89 600 5,34% 0,077 0,107 0,716 PV-172 571,27 1,46 PV-173 570,74 1,46 0,018 209,07 2,891 0,189
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Trecho Descrição Extensão
(m)
Diâmetro
(mm) Decliv.
Área
Molhada
(m²)
Raio
Hidráulico
(m)
Perímetro
Molhado (m) Montante Cota Terreno
(Mont.) (m)
Prof. Coletor
(Mont.) (m) Jusante Cota Terreno
(Jus.) (m)
Prof. Coletor
(Jus.) (m)
n de
Manning
Vazão
Escoando
(L/s)
Velocidade
(m/s)
Lâmina
(m)
PLANOS DIRETORES MUNICIPAIS DE MACRODRENAGEM URBANA NA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO SOROCABA E MÉDIO TIETÊ
ETAPA IV - ELABORAÇÃO DE ANTEPROJETOS
MEMÓRIA DE CÁLCULO DA MICRODRENAGEM
Município de Laranjal Paulista - Distrito de Maristela - M1
TRECHO-173 TUBO DE CONCRETO ARMADO 33,07 600 2,42% 0,218 0,179 1,218 PV-173 570,74 1,51 PV-174 569,89 1,46 0,018 613,83 2,749 0,433
TRECHO-174 TUBO DE CONCRETO ARMADO 26,12 800 1,29% 0,285 0,212 1,341 PV-174 569,89 2,24 PV-175 568,99 1,68 0,018 632,95 2,247 0,442
TRECHO-175 TUBO DE CONCRETO ARMADO 23,73 800 3,61% 0,230 0,191 1,203 PV-175 568,99 1,80 PV-179 568,01 1,68 0,018 779,67 3,502 0,373
TRECHO-176 TUBO DE CONCRETO ARMADO 24,34 500 3,92% 0,019 0,047 0,400 PV-176 570,50 1,36 PV-177 569,55 1,36 0,018 25,99 1,430 0,076
TRECHO-177 TUBO DE CONCRETO ARMADO 30,27 500 0,50% 0,087 0,118 0,743 PV-177 569,55 2,63 PV-178 568,37 1,60 0,018 79,84 0,944 0,229
TRECHO-178 TUBO DE CONCRETO ARMADO 9,29 500 0,50% 0,106 0,130 0,816 PV-178 568,37 2,84 PV-179 568,01 2,52 0,018 104,86 1,007 0,265
TRECHO-179 TUBO DE CONCRETO ARMADO 29,35 800 1,25% 0,371 0,236 1,572 PV-179 568,01 2,52 PV-180 567,19 2,07 0,018 896,99 2,371 0,554
TRECHO-180 TUBO DE CONCRETO ARMADO 24,87 800 1,60% 0,376 0,237 1,586 PV-180 567,19 2,07 PV-181 566,62 1,89 0,018 1.031,94 2,691 0,560
TRECHO-181 TUBO DE CONCRETO ARMADO 19,83 800 1,59% 0,383 0,238 1,608 PV-181 566,62 1,89 PV-186 566,08 1,68 0,018 1.053,75 2,692 0,570
TRECHO-182 TUBO DE CONCRETO ARMADO 17,87 500 2,19% 0,026 0,057 0,450 PV-182 568,07 1,36 PV-183 567,68 1,36 0,018 30,24 1,224 0,095
TRECHO-183 TUBO DE CONCRETO ARMADO 16,71 500 3,44% 0,026 0,058 0,454 PV-183 567,68 1,36 PV-184 567,11 1,36 0,018 39,01 1,547 0,096
TRECHO-184 TUBO DE CONCRETO ARMADO 19,08 500 3,62% 0,045 0,080 0,555 PV-184 567,11 1,36 PV-185 566,42 1,36 0,018 82,62 1,966 0,139
TRECHO-185 TUBO DE CONCRETO ARMADO 8,81 500 3,80% 0,053 0,089 0,596 PV-185 566,42 1,36 PV-186 566,08 1,36 0,018 108,16 2,158 0,158
TRECHO-186 TUBO DE CONCRETO ARMADO 44,13 800 2,54% 0,372 0,236 1,575 PV-186 566,08 1,89 PV-187 564,74 1,68 0,018 1.283,35 3,384 0,555
TRECHO-187 TUBO DE CONCRETO ARMADO 26,94 800 3,35% 0,338 0,229 1,480 PV-187 564,74 1,90 PV-188 563,62 1,68 0,018 1.298,65 3,802 0,510
TRECHO-188 TUBO DE CONCRETO ARMADO 29,64 800 3,61% 0,353 0,232 1,519 PV-188 563,62 1,90 PV-189 562,33 1,68 0,018 1.425,08 3,987 0,529
TRECHO-189 TUBO DE CONCRETO ARMADO 30,52 800 3,20% 0,376 0,237 1,588 PV-189 562,33 2,44 PV-190 560,59 1,68 0,018 1.462,49 3,807 0,561
TRECHO-190 TUBO DE CONCRETO ARMADO 31,13 800 4,34% 0,349 0,231 1,508 PV-190 560,59 1,89 PV-191 559,02 1,68 0,018 1.539,73 4,360 0,524
TRECHO-191 TUBO DE CONCRETO ARMADO 26,00 800 3,21% 0,414 0,242 1,709 PV-191 559,02 1,81 PV-192 558,06 1,68 0,018 1.638,77 3,869 0,614
TRECHO-192 TUBO DE CONCRETO ARMADO 36,70 1000 3,03% 0,443 0,265 1,671 PV-192 558,06 2,45 PV-284 556,55 2,05 0,018 1.745,32 3,990 0,550
TRECHO-193 TUBO DE CONCRETO ARMADO 48,92 500 0,90% 0,026 0,058 0,452 PV-193 585,01 1,46 PV-194 584,47 1,36 0,018 19,68 0,788 0,095
TRECHO-194 TUBO DE CONCRETO ARMADO 34,76 500 2,91% 0,027 0,059 0,460 PV-194 584,47 1,45 PV-195 583,36 1,36 0,018 37,65 1,444 0,098
TRECHO-195 TUBO DE CONCRETO ARMADO 13,23 500 4,55% 0,028 0,061 0,465 PV-195 583,36 1,36 PV-200 582,76 1,36 0,018 49,13 1,829 0,101
TRECHO-196 TUBO DE CONCRETO ARMADO 16,08 500 1,36% 0,015 0,040 0,368 PV-196 584,14 1,36 PV-197 583,92 1,36 0,018 11,17 0,763 0,065
TRECHO-197 TUBO DE CONCRETO ARMADO 36,37 500 0,96% 0,039 0,074 0,529 PV-197 583,92 1,42 PV-198 583,51 1,36 0,018 35,80 0,963 0,127
TRECHO-198 TUBO DE CONCRETO ARMADO 32,70 500 1,18% 0,064 0,099 0,644 PV-198 583,51 1,41 PV-199 583,07 1,36 0,018 78,38 1,292 0,180
TRECHO-199 TUBO DE CONCRETO ARMADO 9,59 500 3,28% 0,056 0,092 0,611 PV-199 583,07 1,36 PV-200 582,76 1,36 0,018 109,09 2,051 0,164
TRECHO-200 TUBO DE CONCRETO ARMADO 46,23 500 4,58% 0,065 0,100 0,649 PV-200 582,76 1,36 PV-204 580,75 1,46 0,018 158,21 2,563 0,183
TRECHO-201 TUBO DE CONCRETO ARMADO 29,44 500 0,59% 0,021 0,051 0,419 PV-201 582,25 1,36 PV-202 582,08 1,36 0,018 11,98 0,585 0,083
TRECHO-202 TUBO DE CONCRETO ARMADO 31,40 500 1,62% 0,038 0,073 0,523 PV-202 582,08 1,45 PV-203 581,48 1,36 0,018 44,89 1,238 0,125
TRECHO-203 TUBO DE CONCRETO ARMADO 16,60 500 3,84% 0,041 0,076 0,536 PV-203 581,48 1,45 PV-204 580,75 1,36 0,018 75,06 1,953 0,130
TRECHO-204 TUBO DE CONCRETO ARMADO 47,50 500 2,52% 0,109 0,131 0,828 PV-204 580,75 1,46 PV-208 579,48 1,39 0,018 244,85 2,280 0,271
TRECHO-205 TUBO DE CONCRETO ARMADO 40,67 500 0,77% 0,012 0,036 0,343 PV-205 581,12 1,36 PV-206 580,81 1,36 0,018 6,47 0,529 0,057
TRECHO-206 TUBO DE CONCRETO ARMADO 35,07 500 1,36% 0,044 0,080 0,554 PV-206 580,81 1,45 PV-207 580,24 1,36 0,018 50,40 1,203 0,139
TRECHO-207 TUBO DE CONCRETO ARMADO 20,18 500 4,24% 0,038 0,072 0,519 PV-207 580,24 1,36 PV-208 579,48 1,45 0,018 70,53 1,986 0,123
TRECHO-208 TUBO DE CONCRETO ARMADO 34,74 500 2,72% 0,128 0,141 0,909 PV-208 579,48 1,45 PV-209 578,44 1,36 0,018 320,87 2,485 0,311
TRECHO-209 TUBO DE CONCRETO ARMADO 47,40 500 4,92% 0,109 0,131 0,829 PV-209 578,44 1,36 PV-210 576,24 1,49 0,018 342,51 3,186 0,272
TRECHO-210 TUBO DE CONCRETO ARMADO 66,24 500 3,61% 0,122 0,138 0,880 PV-210 576,24 1,49 PV-218 573,72 1,36 0,018 342,51 2,820 0,297
TRECHO-211 TUBO DE CONCRETO ARMADO 35,78 500 0,50% 0,101 0,127 0,798 PV-211 575,82 1,57 PV-212 575,56 1,49 0,018 98,36 0,992 0,256
TRECHO-212 TUBO DE CONCRETO ARMADO 38,99 500 0,50% 0,157 0,151 1,044 PV-212 575,56 1,49 PV-213 575,24 1,36 0,018 179,21 1,113 0,374
TRECHO-213 TUBO DE CONCRETO ARMADO 23,07 600 0,50% 0,231 0,181 1,271 PV-213 575,24 1,58 PV-214 575,04 1,50 0,018 297,04 1,259 0,456
TRECHO-214 TUBO DE CONCRETO ARMADO 21,18 600 0,74% 0,228 0,181 1,259 PV-214 575,04 1,50 PV-215 574,85 1,46 0,018 357,00 1,530 0,451
TRECHO-215 TUBO DE CONCRETO ARMADO 23,37 600 1,19% 0,205 0,176 1,166 PV-215 574,85 1,46 PV-216 574,57 1,46 0,018 397,86 1,904 0,409
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Trecho Descrição Extensão
(m)
Diâmetro
(mm) Decliv.
Área
Molhada
(m²)
Raio
Hidráulico
(m)
Perímetro
Molhado (m) Montante Cota Terreno
(Mont.) (m)
Prof. Coletor
(Mont.) (m) Jusante Cota Terreno
(Jus.) (m)
Prof. Coletor
(Jus.) (m)
n de
Manning
Vazão
Escoando
(L/s)
Velocidade
(m/s)
Lâmina
(m)
PLANOS DIRETORES MUNICIPAIS DE MACRODRENAGEM URBANA NA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO SOROCABA E MÉDIO TIETÊ
ETAPA IV - ELABORAÇÃO DE ANTEPROJETOS
MEMÓRIA DE CÁLCULO DA MICRODRENAGEM
Município de Laranjal Paulista - Distrito de Maristela - M1
TRECHO-216 TUBO DE CONCRETO ARMADO 20,87 600 1,91% 0,188 0,171 1,101 PV-216 574,57 1,46 PV-217 574,17 1,46 0,018 447,51 2,362 0,379
TRECHO-217 TUBO DE CONCRETO ARMADO 24,84 600 1,82% 0,203 0,175 1,157 PV-217 574,17 1,46 PV-218 573,72 1,46 0,018 484,82 2,349 0,405
TRECHO-218 TUBO DE CONCRETO ARMADO 40,52 800 3,75% 0,243 0,197 1,236 PV-218 573,72 1,68 PV-219 572,38 1,86 0,018 861,70 3,639 0,390
TRECHO-219 TUBO DE CONCRETO ARMADO 38,40 800 2,70% 0,273 0,208 1,311 PV-219 572,38 1,86 PV-220 571,16 1,68 0,018 861,70 3,207 0,427
TRECHO-220 TUBO DE CONCRETO ARMADO 25,09 1000 3,26% 0,270 0,204 1,320 PV-220 571,16 1,89 PV-225 570,35 1,89 0,018 894,20 3,481 0,376
TRECHO-221 TUBO DE CONCRETO ARMADO 33,03 500 3,08% 0,014 0,040 0,363 PV-221 573,36 1,36 PV-222 572,36 1,37 0,018 16,01 1,132 0,063
TRECHO-222 TUBO DE CONCRETO ARMADO 32,57 500 3,17% 0,057 0,093 0,615 PV-222 572,36 1,36 PV-223 571,32 1,36 0,018 110,08 2,031 0,167
TRECHO-223 TUBO DE CONCRETO ARMADO 23,53 500 3,26% 0,060 0,095 0,626 PV-223 571,32 1,36 PV-224 570,56 1,36 0,018 118,56 2,094 0,172
TRECHO-224 TUBO DE CONCRETO ARMADO 8,65 500 2,39% 0,076 0,109 0,695 PV-224 570,56 1,36 PV-225 570,35 1,36 0,018 142,31 1,961 0,205
TRECHO-225 TUBO DE CONCRETO ARMADO 18,02 1000 3,35% 0,301 0,217 1,385 PV-225 570,35 1,89 PV-226 569,74 1,89 0,018 1.058,83 3,675 0,408
TRECHO-226 TUBO DE CONCRETO ARMADO 46,50 1000 3,35% 0,311 0,221 1,405 PV-226 569,74 2,10 PV-227 567,98 1,89 0,018 1.106,78 3,717 0,418
TRECHO-227 TUBO DE CONCRETO ARMADO 28,23 1000 3,54% 0,314 0,222 1,411 PV-227 567,98 2,11 PV-228 566,76 1,89 0,018 1.153,98 3,835 0,421
TRECHO-228 TUBO DE CONCRETO ARMADO 19,81 1000 2,90% 0,344 0,234 1,474 PV-228 566,76 2,11 PV-242 565,97 1,89 0,018 1.193,51 3,589 0,452
TRECHO-229 TUBO DE CONCRETO ARMADO 37,69 500 2,60% 0,026 0,057 0,451 PV-229 572,19 1,36 PV-233 571,21 1,36 0,018 33,01 1,334 0,095
TRECHO-230 TUBO DE CONCRETO ARMADO 14,07 500 1,77% 0,010 0,031 0,320 PV-230 571,96 1,36 PV-231 571,71 1,36 0,018 7,48 0,736 0,049
TRECHO-231 TUBO DE CONCRETO ARMADO 18,18 500 1,69% 0,031 0,064 0,482 PV-231 571,71 1,36 PV-232 571,41 1,36 0,018 34,00 1,158 0,107
TRECHO-232 TUBO DE CONCRETO ARMADO 11,16 500 1,73% 0,046 0,081 0,561 PV-232 571,41 1,36 PV-233 571,21 1,36 0,018 59,25 1,373 0,142
TRECHO-233 TUBO DE CONCRETO ARMADO 29,73 500 2,42% 0,068 0,103 0,662 PV-233 571,21 1,36 PV-234 570,49 1,36 0,018 122,24 1,893 0,189
TRECHO-234 TUBO DE CONCRETO ARMADO 17,83 500 3,97% 0,063 0,098 0,641 PV-234 570,49 1,36 PV-235 569,84 1,41 0,018 141,51 2,360 0,179
TRECHO-235 TUBO DE CONCRETO ARMADO 25,91 500 3,92% 0,074 0,108 0,687 PV-235 569,84 1,41 PV-239 568,77 1,36 0,018 175,67 2,488 0,201
TRECHO-236 TUBO DE CONCRETO ARMADO 20,02 500 1,49% 0,015 0,040 0,366 PV-236 569,55 1,36 PV-237 569,25 1,36 0,018 11,45 0,794 0,064
TRECHO-237 TUBO DE CONCRETO ARMADO 12,15 500 2,13% 0,021 0,050 0,417 PV-237 569,25 1,36 PV-238 568,99 1,36 0,018 22,36 1,106 0,082
TRECHO-238 TUBO DE CONCRETO ARMADO 9,08 500 2,08% 0,035 0,069 0,503 PV-238 568,99 1,39 PV-239 568,77 1,36 0,018 43,99 1,345 0,116
TRECHO-239 TUBO DE CONCRETO ARMADO 37,58 500 3,92% 0,090 0,120 0,754 PV-239 568,77 1,36 PV-240 567,30 1,36 0,018 233,97 2,673 0,234
TRECHO-240 TUBO DE CONCRETO ARMADO 21,05 500 3,80% 0,097 0,124 0,781 PV-240 567,30 1,36 PV-241 566,58 1,44 0,018 255,06 2,697 0,248
TRECHO-241 TUBO DE CONCRETO ARMADO 15,75 500 3,34% 0,111 0,133 0,837 PV-241 566,58 1,44 PV-242 565,97 1,36 0,018 290,26 2,641 0,276
TRECHO-242 TUBO DE CONCRETO ARMADO 19,88 1000 2,96% 0,398 0,252 1,582 PV-242 565,97 2,10 PV-243 565,17 1,89 0,018 1.483,77 3,811 0,506
TRECHO-243 TUBO DE CONCRETO ARMADO 30,38 1000 4,10% 0,361 0,239 1,507 PV-243 565,17 2,11 PV-244 563,71 1,89 0,018 1.515,53 4,337 0,468
TRECHO-244 TUBO DE CONCRETO ARMADO 29,93 1000 5,57% 0,333 0,229 1,451 PV-244 563,71 2,11 PV-245 561,83 1,89 0,018 1.575,56 4,915 0,440
TRECHO-245 TUBO DE CONCRETO ARMADO 35,99 1000 5,61% 0,340 0,232 1,464 PV-245 561,83 2,44 PV-246 559,27 1,89 0,018 1.627,12 4,968 0,447
TRECHO-246 TUBO DE CONCRETO ARMADO 18,52 1200 3,12% 0,430 0,260 1,657 PV-246 559,27 3,65 PV-283 557,82 2,79 0,018 1.643,57 3,995 0,487
TRECHO-247 TUBO DE CONCRETO ARMADO 30,17 500 4,07% 0,022 0,052 0,427 PV-247 570,06 1,36 PV-248 568,91 1,44 0,018 33,78 1,570 0,086
TRECHO-248 TUBO DE CONCRETO ARMADO 23,65 500 3,29% 0,031 0,065 0,485 PV-248 568,91 1,44 PV-249 568,05 1,36 0,018 48,46 1,626 0,108
TRECHO-249 TUBO DE CONCRETO ARMADO 25,76 500 3,62% 0,048 0,083 0,570 PV-249 568,05 1,36 PV-250 567,12 1,36 0,018 90,52 2,017 0,146
TRECHO-250 TUBO DE CONCRETO ARMADO 25,13 500 5,46% 0,049 0,085 0,577 PV-250 567,12 1,36 PV-251 565,75 1,36 0,018 116,17 2,509 0,149
TRECHO-251 TUBO DE CONCRETO ARMADO 18,49 500 5,70% 0,060 0,095 0,626 PV-251 565,75 1,36 PV-252 564,92 1,58 0,018 156,38 2,767 0,172
TRECHO-252 TUBO DE CONCRETO ARMADO 14,57 500 2,70% 0,086 0,117 0,738 PV-252 564,92 1,58 PV-253 564,30 1,36 0,018 182,36 2,185 0,226
TRECHO-253 TUBO DE CONCRETO ARMADO 33,32 500 4,10% 0,080 0,112 0,711 PV-253 564,30 1,36 PV-254 562,94 1,36 0,018 200,00 2,615 0,213
TRECHO-254 TUBO DE CONCRETO ARMADO 23,99 500 6,00% 0,080 0,112 0,712 PV-254 562,94 2,36 PV-255 561,18 2,03 0,018 243,62 3,169 0,214
TRECHO-255 TUBO DE CONCRETO ARMADO 30,89 500 4,56% 0,097 0,124 0,781 PV-255 561,18 2,24 PV-256 558,89 1,36 0,018 279,56 2,954 0,248
TRECHO-256 TUBO DE CONCRETO ARMADO 25,79 500 4,21% 0,100 0,126 0,792 PV-256 558,89 1,36 PV-282 557,80 1,36 0,018 279,56 2,865 0,253
TRECHO-257 TUBO DE CONCRETO ARMADO 38,42 500 6,00% 0,012 0,035 0,342 PV-257 568,53 2,36 PV-258 566,16 2,30 0,018 17,69 1,467 0,056
TRECHO-258 TUBO DE CONCRETO ARMADO 31,60 500 4,14% 0,043 0,079 0,549 PV-258 566,16 2,35 PV-259 563,86 1,36 0,018 85,07 2,079 0,136
SHS Consultoria e Projetos de Engenharia Ltda. EPP - www.shs.com.br Página 6 de 7
Trecho Descrição Extensão
(m)
Diâmetro
(mm) Decliv.
Área
Molhada
(m²)
Raio
Hidráulico
(m)
Perímetro
Molhado (m) Montante Cota Terreno
(Mont.) (m)
Prof. Coletor
(Mont.) (m) Jusante Cota Terreno
(Jus.) (m)
Prof. Coletor
(Jus.) (m)
n de
Manning
Vazão
Escoando
(L/s)
Velocidade
(m/s)
Lâmina
(m)
PLANOS DIRETORES MUNICIPAIS DE MACRODRENAGEM URBANA NA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO SOROCABA E MÉDIO TIETÊ
ETAPA IV - ELABORAÇÃO DE ANTEPROJETOS
MEMÓRIA DE CÁLCULO DA MICRODRENAGEM
Município de Laranjal Paulista - Distrito de Maristela - M1
TRECHO-259 TUBO DE CONCRETO ARMADO 24,37 500 3,36% 0,057 0,093 0,614 PV-259 563,86 2,31 PV-260 562,09 1,36 0,018 112,71 2,088 0,166
TRECHO-260 TUBO DE CONCRETO ARMADO 27,63 500 4,94% 0,060 0,095 0,627 PV-260 562,09 2,36 PV-261 560,08 1,71 0,018 146,20 2,580 0,172
TRECHO-261 TUBO DE CONCRETO ARMADO 14,33 500 2,54% 0,096 0,124 0,778 PV-261 560,08 1,71 PV-262 559,47 1,47 0,018 206,67 2,199 0,247
TRECHO-262 TUBO DE CONCRETO ARMADO 39,06 500 1,46% 0,117 0,136 0,862 PV-262 559,47 1,47 PV-268 558,79 1,36 0,018 206,67 1,774 0,288
TRECHO-263 TUBO DE CONCRETO ARMADO 46,69 500 4,09% 0,014 0,039 0,359 PV-263 570,04 1,36 PV-264 568,14 1,36 0,018 17,74 1,288 0,062
TRECHO-264 TUBO DE CONCRETO ARMADO 50,05 500 4,32% 0,035 0,070 0,507 PV-264 568,14 1,36 PV-265 565,98 1,36 0,018 65,24 1,954 0,118
TRECHO-265 TUBO DE CONCRETO ARMADO 40,78 500 6,00% 0,047 0,083 0,568 PV-265 565,98 2,36 PV-266 562,99 1,82 0,018 115,15 2,588 0,145
TRECHO-266 TUBO DE CONCRETO ARMADO 34,14 500 6,00% 0,060 0,096 0,628 PV-266 562,99 2,82 PV-267 559,86 1,74 0,018 162,30 2,848 0,173
TRECHO-267 TUBO DE CONCRETO ARMADO 12,12 500 1,63% 0,108 0,131 0,827 PV-267 559,86 2,23 PV-268 558,79 1,36 0,018 195,95 1,832 0,271
TRECHO-268 TUBO DE CONCRETO ARMADO 52,55 800 0,50% 0,294 0,216 1,365 PV-268 558,79 2,11 PV-273 558,36 1,94 0,018 412,78 1,413 0,454
TRECHO-269 TUBO DE CONCRETO ARMADO 35,61 500 4,68% 0,020 0,049 0,412 PV-269 566,94 1,36 PV-270 565,28 1,36 0,018 31,84 1,619 0,080
TRECHO-270 TUBO DE CONCRETO ARMADO 41,32 500 6,00% 0,039 0,074 0,528 PV-270 565,28 2,36 PV-271 562,59 2,14 0,018 89,02 2,404 0,127
TRECHO-271 TUBO DE CONCRETO ARMADO 37,86 500 6,00% 0,055 0,091 0,607 PV-271 562,59 3,14 PV-272 559,19 2,02 0,018 144,30 2,757 0,162
TRECHO-272 TUBO DE CONCRETO ARMADO 9,21 500 1,80% 0,099 0,126 0,790 PV-272 559,19 2,02 PV-273 558,36 1,36 0,018 181,32 1,870 0,252
TRECHO-273 TUBO DE CONCRETO ARMADO 54,03 800 0,50% 0,394 0,240 1,643 PV-273 558,36 1,94 PV-277 557,98 1,84 0,018 612,16 1,517 0,586
TRECHO-274 TUBO DE CONCRETO ARMADO 29,93 500 2,70% 0,018 0,045 0,392 PV-274 563,20 2,25 PV-275 561,50 1,36 0,018 20,08 1,161 0,073
TRECHO-275 TUBO DE CONCRETO ARMADO 33,50 500 6,00% 0,032 0,066 0,490 PV-275 561,50 2,36 PV-276 559,11 1,98 0,018 67,99 2,221 0,111
TRECHO-276 TUBO DE CONCRETO ARMADO 13,80 500 3,63% 0,051 0,087 0,589 PV-276 559,11 1,98 PV-277 557,98 1,36 0,018 101,37 2,085 0,154
TRECHO-277 TUBO DE CONCRETO ARMADO 46,89 800 1,61% 0,292 0,215 1,358 PV-277 557,98 2,06 PV-280 556,85 1,68 0,018 731,12 2,528 0,451
TRECHO-278 TUBO DE CONCRETO ARMADO 30,25 500 5,61% 0,009 0,030 0,309 PV-278 560,09 2,07 PV-279 557,69 1,36 0,018 11,68 1,257 0,046
TRECHO-279 TUBO DE CONCRETO ARMADO 11,61 500 0,50% 0,041 0,076 0,536 PV-279 557,69 2,14 PV-280 556,85 1,36 0,018 27,05 0,704 0,130
TRECHO-280 TUBO DE CONCRETO ARMADO 37,06 1000 0,50% 0,470 0,272 1,727 PV-280 556,85 2,15 PV-281 556,96 2,45 0,018 771,85 1,650 0,578
TRECHO-281 TUBO DE CONCRETO ARMADO 40,61 1000 0,50% 0,470 0,272 1,727 PV-281 556,96 2,45 PV-282 557,80 3,48 0,018 771,85 1,650 0,578
TRECHO-282 TUBO DE CONCRETO ARMADO 19,41 1000 0,50% 0,596 0,298 2,004 PV-282 557,80 3,48 PV-283 557,82 3,60 0,018 1.065,95 1,751 0,710
TRECHO-283 TUBO DE CONCRETO ARMADO 21,32 1500 0,50% 1,205 0,431 2,798 PV-283 557,82 3,60 PV-284 556,55 2,44 0,018 2.730,00 2,241 0,967
TRECHO-284 TUBO DE CONCRETO ARMADO 39,15 1500 2,44% 0,975 0,393 2,478 PV-284 556,55 3,29 PV-285 554,97 2,66 0,018 4.475,32 4,657 0,811
TRECHO-285 TUBO DE CONCRETO ARMADO 34,54 1500 2,89% 0,920 0,383 2,405 PV-285 554,97 3,51 PV-286 553,21 2,75 0,018 4.492,48 4,980 0,775
TRECHO-286 TUBO DE CONCRETO ARMADO 37,53 1500 2,77% 0,939 0,386 2,430 PV-286 553,21 3,84 PV-287 551,15 2,82 0,018 4.524,58 4,907 0,787
TRECHO-287 TUBO DE CONCRETO ARMADO 52,73 2000 2,51% 1,009 0,393 2,564 PV-287 551,15 5,15 PV-288 548,10 3,42 0,018 4.524,58 4,726 0,715
TRECHO-288 TUBO DE CONCRETO ARMADO 44,81 2000 2,37% 1,029 0,398 2,586 PV-288 548,10 4,59 PV-289 545,58 3,13 0,018 4.524,58 4,629 0,726
TRECHO-289 TUBO DE CONCRETO ARMADO 51,00 2000 2,92% 0,956 0,382 2,506 PV-289 545,58 4,58 PV-290 542,85 3,33 0,018 4.524,58 4,993 0,688
TRECHO-290 TUBO DE CONCRETO ARMADO 72,66 2000 0,85% 1,476 0,485 3,047 PV-290 542,85 3,33 ALA-04 541,37 2,47 0,018 4.524,58 3,157 0,953
TRECHO-291 TUBO DE CONCRETO ARMADO 24,56 500 0,50% 0,058 0,094 0,620 PV-291 555,07 2,21 PV-292 554,10 1,36 0,018 44,87 0,812 0,169
TRECHO-292 TUBO DE CONCRETO ARMADO 30,08 500 2,69% 0,046 0,082 0,562 PV-292 554,10 1,42 PV-293 553,22 1,36 0,018 74,20 1,714 0,142
TRECHO-293 TUBO DE CONCRETO ARMADO 35,31 500 1,16% 0,111 0,133 0,836 PV-293 553,22 2,24 PV-294 551,93 1,36 0,018 170,36 1,555 0,275
TRECHO-294 TUBO DE CONCRETO ARMADO 76,23 500 3,22% 0,100 0,126 0,793 PV-294 551,93 2,25 PV-295 548,59 1,36 0,018 245,40 2,508 0,254
TRECHO-295 TUBO DE CONCRETO ARMADO 95,57 500 3,80% 0,094 0,123 0,770 PV-295 548,59 1,68 PV-296 545,48 2,20 0,018 245,40 2,672 0,242
TRECHO-296 TUBO DE CONCRETO ARMADO 43,12 600 0,50% 0,198 0,174 1,137 PV-296 545,48 2,20 ALA-05 543,92 0,86 0,018 245,40 1,224 0,396
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DESENVOLVIMENTO DA BACIA DO RIO SOROCABA E MÉDIO
TIETÊ – CERISO
ATO CONVOCATÓRIO 003/2015
PLANOS DIRETORES MUNICIPAIS DE MACRODRENAGEM URBANA
NA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO SOROCABA E MÉDIO TIETÊ
ETAPA FINAL 3 PLANOS DIRETORES MUNICIPAIS DE
MACRODRENAGEM URBANA
VOLUME IX 3 MUNICÍPIO DE LARANJAL PAULISTA
TOMO I - TEXTO
REVISÃO 1
FEV/2021
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DESENVOLVIMENTO DA BACIA DO RIO SOROCABA E MÉDIO
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EXECUÇÃO
CERISO - CONSÓRCIO DE ESTUDOS, RECUPERAÇÃO E
DESENVOLVIMENTO DA BACIA DOS RIOS SOROCABA E MÉDIO TIETÊ
RUA JOSÉ SOARES DE LIMA, 75 - JARDIM SANTA CRUZ, IPERÓ 3 SP
CEP: 18560-000 / TELEFONE: (15) 3244-1538
GESTÃO 2017/2020
PRESIDENTE: VANDERLEI POLIZELI (PREFEITO DE
IPERÓ-SP)
PRIMEIRO VICE-PRESIDENTE: DIRLEI SALAS ORTEGA
(PREFEITO DE ARAÇOIABA DA SERRA-SP)
SEGUNDO VICE-PRESIDENTE: PÉRICLES GONÇALVES
(PREFEITO DE CAPELA DO ALTO)
TERCEIRO VICE-PRESIDENTE: FERNANDO LOPES DA
SILVA (PREFEITO DE BOITUVA)
QUARTO VICE-PRESIDENTE: ALDOMIR JOSÉ SANSON
(PREFEITO DE CERQUILHO)
SECRETÁRIA EXECUTIVA E PRESIDENTE DA COMISSÃO
PERMANENTE DE LICITAÇÕES (CPL): MARIA OTÍLIA
GARCIA TOMAZELA
GESTÃO 2021/2024
PRESIDENTE: PÉRICLES GONÇALVEZ (PREFEITO DE
CAPELA DO ALTO-SP)
PRIMEIRO VICE-PRESIDENTE: JOSÉ QUEVEDO JUNIO
(PREFEITO DE ARAÇOIABA DA SERRA-SP)
SEGUNDO VICE-PRESIDENTE: LEONARDO ROBERTO
FOLIM (PREFEITO DE IPERÓ-SP)
TERCEIRO VICE-PRESIDENTE: MIGUEL TOMAZELA
(PREFEITO DE PEREIRAS-SP)
QUARTO VICE-PRESIDENTE: FABIOLA ALVES DA SILVA
PEDRICO (PREFEITA DE VOTORANTIM-SP)
SECRETÁRIA EXECUTIVA E PRESIDENTE DA COMISSÃO
PERMANENTE DE LICITAÇÕES (CPL): MARIA OTÍLIA
GARCIA TOMAZELA
PREFEITURA MUNICIPAL DE LARANJAL PAULISTA - SP
PRAÇA ARMANDO SALLES DE OLIVEIRA, 200, CENTRO, LARANJAL PAULISTA - SP
CEP: 18500-000 / TELEFONE: (15) 3283-8300
GESTÃO 2017/2020
PREFEITO: ALCIDES DE MOURA CAMPOS JUNIOR
VICE-PREFEITO: AIR PIRES DE CAMPOS
GESTÃO 2021/2024
PREFEITO: ALCIDES DE MOURA CAMPOS JUNIOR
VICE-PREFEITO: CARLOS ALBERTO RUGOLO
RECURSOS
FEHIDRO - FUNDO ESTADUAL DE RECURSOS HÍDRICOS
AVENIDA PROFESSOR FREDERICO HERMANN JUNIOR, 345 - ALTO DE PINHEIROS, SÃO
PAULO 3 SP / CEP: 05459-900 / TELEFONE: (11) 3133-4149
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DESENVOLVIMENTO DA BACIA DO RIO SOROCABA E MÉDIO
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FISCALIZAÇÃO
DAEE 3 DEPARTAMENDO DE ÁGUAS E ENERGIA ELÉTRICA
RUA CRISTIANO CLEOPATH, 1557 - CIDADE ALTA, PIRACICABA 3 SP
CEP: 13419-310/ TELEFONE: (19) 3433-6381
AGENTE TÉCNICO: REGINA APARECIDA RIBEIRO
CONSULTORIA ESPECIALIZADA CONTRATADA PARA APOIAR A ELABORAÇÃO DO
PLANOS DIRETORES MUNICIPAIS DE MACRODRENAGEM URBANA
SHS - CONSULTORIA E PROJETOS DE ENGENHARIA LTDA. EPP
RUA PADRE TEIXEIRA, 1772, CENTRO - SÃO CARLOS/SP
CEP: 13.560-210 / TEL.: (16) 3374-1755
EQUIPE:
NOME ÁREA FUNÇÕES PRINCIPAIS
Swami
Marcondes Villela
Eng° Civil Sênior / Livredocente da Universidade de
São Paulo
Coordenação, consultoria e revisão geral
Iveti Ap. Pavão
Macedo da Silva
Engª Civil Sênior /
Especialista em projetos de
saneamento/ Projetos
Supervisão, projetos e orçamento
Lívia Cristina
Holmo Villela
Engª Civil Sênior / Doutora
em Engenharia Hidráulica e
Saneamento/ Projetos
Supervisão, revisão; análise custo - benefício
Alessandro Hirata
Lucas Tecnólogo / Projetos
Levantamento e análises dos estudos existentes;
Visitas técnicas; estudos hidrológicos e hidráulicos;
mapeamento de áreas inundáveis; dimensionamento;
projetos; e audiências públicas
Ana Carolina do
Prado Whitaker
Medeiros
Bacharel em Comunicação
Social 3 Jornalismo / Pósgraduada em Gestão
Ambiental
Mobilização Social
Ana Carolina
Ferrari dos
Santos
Engª Ambiental Junior /
Projetos
Cartografia caracterização dos impactos ambientais,
econômicos e sociais;
Danilo Gustavo Desenhista Elaboração de projetos e desenhos
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NOME ÁREA FUNÇÕES PRINCIPAIS
Darci Pereira Engº Civil Pleno / Projetos
Dimensionamento, projeto, orçamento e análise custo
3 benefício; visitas técnicas, estudos hidrológicos e
hidráulicos e audiências públicas
Edson Donizeti
Nicoletti Engº Civil Pleno / Projetos Dimensionamento, projeto e orçamento
Eliete Noemi Desenhista Elaboração de desenhos
Felipe Guazzelli
Gonzalez Engº Civil Junior / Projetos
Visitas técnicas; estudos hidrológicos e hidráulicos;
dimensionamento; projetos e desenhos; e audiências
públicas
Flávia Arlette
Oliveira Gestora Ambiental Estudos para elaboração dos anteprojetos de rede de
drenagem
Guilherme L. R.
A. Ferreira Engº Civil Junior/ Projetos Levantamento e análises dos estudos existentes;
estudos hidrológicos e hidráulicos; dimensionamento;
João Paulo
Freitas Alves
Pereira
Eng° Ambiental Pleno/
Projetos
Estudos para elaboração dos anteprojetos de rede de
drenagem
Larissa Nogueira
Olmo Margarido
Engenheira Civil Sênior /
Mestre em Engenharia
Hidráulica e Saneamento/
Projetos
Prognóstico, orçamento e análise custo 3 benefício
Marina da Costa
Ribeiro de
Almeida
Engª Ambiental Junior /
Projetos
Cartografia caracterização dos impactos ambientais,
econômicos e sociais;
Paloma
Fernandes
Paulino
Engª Ambiental Plena /
Mestre em Engenharia
Hidráulica e Saneamento /
Projetos
Cartografia, caracterização dos impactos ambientais,
econômicos e sociais; e audiências públicas
Sheila Holmo
Villela
Bacharel em Psicologia /
Mestre e Doutora em
Ciências da Engenharia
Ambiental
Mobilização Social e elaboração de propostas para
educação ambiental
Valmir J. J.
Roque P. Neves Topógrafo Levantamento planialtimétrico e cadastro
Vitor Catoia Biólogo / Mestre em Biologia
pela UFScar.
Elaboração de projeto para recuperação das áreas
degradadas e conservação das áreas em bom estado
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Sumário
Lista de Figuras ........................................................................................................... xii
Lista de Quadros ......................................................................................................... xv
Lista de Tabelas ......................................................................................................... xvii
Apresentação ............................................................................................................ xviii
1. Características gerais do município de Laranjal Paulista ................................. 19
1.1 Características socioeconômicas do município .................................................. 20
1.1.1 Evolução da população ..................................................................................... 20
1.1.2 Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) .................................... 20
1.1.3 Índice de Gini .................................................................................................... 21
1.1.4 Aspectos econômicos ....................................................................................... 22
1.1.4.1 PIB per capita ......................................................................................................... 22
1.1.4.2 Emprego e Rendimento .......................................................................................... 23
1.2 Caracterização ambiental ................................................................................... 24
1.2.1 Formações geológicas ...................................................................................... 24
1.2.2 Geomorfologia .................................................................................................. 24
1.2.3 Pedologia .......................................................................................................... 25
1.2.4 Cobertura vegetal ............................................................................................. 25
1.3 Descrição do sistema de drenagem urbana existente ........................................ 26
2. Levantamento de dados e informações do município ....................................... 27
Análise e avaliação da Legislação Vigente e dos Dados e Informações 2.1
Obtidos .......................................................................................................................... 27
2.1.1 Plano Diretor Municipal de Laranjal Paulista .................................................... 28
2.1.2 Pesquisa Nacional de Saneamento Básico (PNSB) ......................................... 28
2.1.3 Plano de Bacia da Unidade de Gerenciamento de Recursos Hídricos do
Sorocaba e Médio Tietê (UGRHI 10) ............................................................................. 29
2.1.4 Plano Municipal Integrado de Saneamento Básico........................................... 29
2.1.5 Relatório de Mapeamento de Áreas de Risco do Instituto de Pesquisas
Tecnológicas – IPT ........................................................................................................ 31
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3. Caracterização dos setores do Saneamento Básico ......................................... 32
3.1 Sistema de Abastecimento de Água (SAA) ......................................................... 32
3.2 Sistema de Esgotamento Sanitário ..................................................................... 36
3.3 Sistema de Limpeza Urbana e Manejo de Resíduos Sólidos ............................. 38
3.4 Sistema de Drenagem Urbana e Manejo de Águas Pluviais ............................... 40
4. Prospecção do Crescimento Populacional ......................................................... 44
4.1 Caracterização demográfica ............................................................................... 44
4.1.1 População ......................................................................................................... 44
4.1.2 Projeção populacional ....................................................................................... 46
4.1.2.1 Metodologia ............................................................................................................ 46
4.1.2.2 Projeções ............................................................................................................... 47
5. Levantamento Planialtimétrico ............................................................................ 51
6. Análise e diagnóstico do município de Laranjal Paulista .................................. 52
6.1 Estudos Hidrológicos .......................................................................................... 52
6.1.1 Declividade do talvegue .................................................................................... 53
6.1.2 Equação de chuva (Intensidade-Duração-Frequência)..................................... 53
6.1.3 Tempo de concentração ................................................................................... 54
6.1.4 Relação chuva-deflúvio ..................................................................................... 54
6.1.4.1 Método I-PAI-WU .................................................................................................... 55
6.1.4.2 Método Racional ..................................................................................................... 61
6.1.4.3 Dados de monitoramento ........................................................................................ 62
6.2 Estudos Hidráulicos ............................................................................................ 64
6.2.1 Hidráulica de canais .......................................................................................... 64
6.2.2 Hidráulica de pontes, travessias e bueiros ....................................................... 66
6.3 Rede de drenagem de águas pluviais ................................................................. 68
7. Análise do cenário futuro ..................................................................................... 69
7.1 Estudos Hidrológicos .......................................................................................... 69
7.1.1 Método I-PAI-WU .............................................................................................. 69
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7.2 Estudos Hidráulicos ............................................................................................ 72
7.2.1 Hidráulica de canais .......................................................................................... 72
7.2.2 Hidráulica de pontes, travessias e bueiros ....................................................... 72
7.3 Rede de drenagem de águas pluviais ................................................................. 73
8. Resultados dos diagnósticos .............................................................................. 74
8.1 Ponto 1 3 Travessia na Rua Lázaro Pires ........................................................... 74
8.2 Ponto 2 3 Travessia na rua São Salvador ........................................................... 75
8.3 Ponto 3 3 Travessia na Rua Dona Stela ............................................................. 76
8.4 Ponto 4 3 Travessia na Avenida São Paulo ........................................................ 77
8.5 Ponto 5 3 Avenida João Batista Marcon ............................................................. 78
8.6 Ponto 6 3 Rua 13 de Maio .................................................................................. 78
8.7 Ponto 7 3 Rua Donato Pastre ............................................................................. 79
8.8 Ponto 8 3 Rua Suaidan Abud .............................................................................. 81
8.9 Ponto 9 3 Avenida da Saudade .......................................................................... 81
8.10 Ponto 10 3 Rua Governador Pedro de Toledo .................................................... 82
8.11 Ponto 11 3 Avenida da Saudade ........................................................................ 83
8.12 Ponto 12 3 Avenida da Saudade ........................................................................ 84
8.13 Ponto 13 3 Rua Antônio Pasquotto ..................................................................... 85
8.14 Ponto 14 3 Rua Irmã Conceição Maria e Rua Alfredo Barbieri ........................... 86
8.15 Ponto 15 3 Travessia na Avenida Lázaro P. de Mello ........................................ 87
8.16 Ponto 16 3 Travessia na Rodovia Marechal Rondon .......................................... 89
8.17 Ponto 17 3 Travessia na Avenida João P. de Campos ....................................... 90
8.18 Ponto 18 3 Travessia da Ferrovia ....................................................................... 90
8.19 Ponto 19 3 Travessia da Ferrovia próxima à Rua 13 de Maio ............................ 91
8.20 Ponto 20 3 Travessia da avenida João B. Baddo ............................................... 92
8.21 Ponto 21 3 Travessia da estrada municipal LRP - 407 ....................................... 93
8.22 Ponto 22 3 Travessia da Rodovia Marechal Rondon (SP 3 300) ........................ 93
8.23 Ponto 23 3 Travessia da Rodovia Marechal Rondon (SP 3 300) ........................ 94
8.24 Ponto 24 3 Travessia da Rua João R. de Albuquerque ...................................... 95
8.25 Ponto 25 3 Travessia da estrada municipal João Bordignon .............................. 95
8.26 Áreas de inundação do rio Sorocaba .................................................................. 96
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9. Cenários alternativos norteadores da compatibilização das demandas
com as ações do Plano de Macrodrenagem ............................................................. 97
10. Definição de objetivos e metas .......................................................................... 105
11. Plano de Ações ................................................................................................... 108
12. Proposta de ações imediatas ............................................................................. 109
12.1 Indicações de ações de operação e manutenção dos sistemas de drenagem . 109
12.1.1 Medidas de controle de erosão, escorregamentos e assoreamento .............. 109
12.1.2 Medidas para a redução da disposição de resíduos sólidos nos corpos
d’água.......... ................................................................................................................ 112
12.1.3 Desassoreamento e limpeza de canais e estruturas de drenagem ................ 115
12.1.4 Substituição ou reparo de estruturas danificadas ........................................... 115
12.1.5 Plano de manutenção ..................................................................................... 115
12.2 Recomendações de proteção, desocupação e reserva de áreas ..................... 118
12.2.1 Indicação das áreas a serem preservadas ou reconstituídas ......................... 119
12.2.2 Recuperação de áreas sujeitas à processos erosivos .................................... 120
Propostas de medidas de utilização e manutenção de várzeas em áreas de 12.3
desapropriação ............................................................................................................ 120
13. Propostas de ações prioritárias ......................................................................... 121
13.1 Programa de intervenções estruturais .............................................................. 121
13.1.1 Rede de microdrenagem da Avenida João Batista Marcon – P5 .................... 121
13.1.2 Rede de microdrenagem da Rua 13 de Maio – P6 ......................................... 122
13.1.3 Rede de microdrenagem da Rua Donato Pastre – P7 .................................... 122
13.1.4 Rede de microdrenagem da Rua Suaidan Abud – P8 .................................... 122
13.1.5 Rede de microdrenagem da Avenida da Saudade – P9, P11e P12 ............... 122
13.1.6 Rede de microdrenagem da Rua Governador Pedro de Toledo – P10 .......... 122
13.1.7 Rede de microdrenagem da Rua Antônio Pasquotto – P13 ........................... 123
13.1.8 Rede de microdrenagem da Rua Irmã Conceição Maria e Rua Alfredo
Barbieri – P14 .............................................................................................................. 123
13.1.9 Travessia na Rodovia Marechal Rondon – P16/Tr11 ..................................... 123
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13.1.10 Córrego sem nome ......................................................................................... 123
13.1.10.1 Alternativa 1 3 Adequação das travessias do córrego sem nome ..................... 123
13.1.10.1.1 Travessia da Avenida João P. de Campos – P17/Tr14 .................................. 124
13.1.10.1.2 Travessia da Rua João R. de Albuquerque – P24/Tr15 ................................. 124
13.1.10.2 Alternativa 2 - Construção de barragem ............................................................ 124
13.1.10.3 Comparação das Alternativas ........................................................................... 127
13.1.11 Travessia da ferrovia – P18/Tr1 ...................................................................... 128
13.1.12 Passagem sob a Ferrovia próxima à Rua 13 de Maio – P19/Tr 2 .................. 128
13.1.13 Travessia da Avenida João B. Baddo – P20/Tr7 ............................................ 128
13.1.14 Travessia da Estrada Municipal LRP-407 – P21/Tr9 ...................................... 128
13.1.15 Travessia da Rodovia Marechal Rondon (SP – 300) – P22/Tr12 ................... 129
13.1.16 Travessia da Rodovia Marechal Rondon (SP – 300) – P23/Tr13 ................... 129
13.1.17 Estimativa de Custos ...................................................................................... 129
14. Programa de medidas não estruturais e ações sistemáticas ......................... 131
14.1 Regulamentação do uso e ocupação do solo em áreas sujeitas à inundação .. 132
14.2 Classificação de níveis de urgência e/ou emergência ...................................... 132
14.2.1 Indicação de medidas para situações de emergência e contingência ............ 134
14.2.2 Programa de monitoramento hidráulico-hidrológico........................................ 141
14.3 Sistema de alerta e controle de cheias ............................................................. 142
Indicações de ordem operacional e de manutenção nos sistemas de 14.4
drenagem .................................................................................................................... 144
14.5 Seguro contra inundações ................................................................................ 145
14.6 Sustentabilidade econômica no setor de drenagem ......................................... 147
14.7 Educação ambiental.......................................................................................... 148
Arcabouço legal e institucional, para implementação do plano e da proposta 14.8
de legislação específica .............................................................................................. 153
14.8.1 Legislação Municipal ....................................................................................... 153
14.8.2 Legislação Estadual ........................................................................................ 159
14.8.3 Legislação Federal .......................................................................................... 160
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14.9 Arranjo Institucional ou criação de uma Divisão de Drenagem Urbana (DDU) . 161
14.10 Recursos Humanos........................................................................................... 171
14.11 Orientação para Projetos .................................................................................. 172
14.12 Programa de medidas de fiscalização e controle .............................................. 182
14.13 Programa de revisão do Plano Diretor Municipal de Macrodrenagem .............. 183
15. Anteprojeto de Macrodrenagem ........................................................................ 184
15.1 Estudos Hidrológicos ........................................................................................ 184
15.2 Obras de macrodrenagem ................................................................................ 184
15.3 Obras de desassoreamento dos cursos d’água ................................................ 185
15.4 Áreas de preservação e recuperação das áreas de degradadas ...................... 186
15.4.1 Considerações preliminares ........................................................................... 186
15.4.2 Projeto para recuperação das áreas degradadas e conservação das áreas
em bom estado ............................................................................................................ 188
15.4.2.1 Procedimentos para eliminação ou minimização de fatores de degradação ......... 188
15.4.2.1.1 Isolamento da área ........................................................................................... 188
15.4.2.1.2 Contenção de fogo ............................................................................................ 189
15.4.2.1.3 Controle de formigas cortadeiras ...................................................................... 189
15.4.2.1.4 Controle de plantas competidoras ..................................................................... 189
15.4.2.2 Estratégias para recuperação das áreas degradadas ou conservação das áreas
em bom estado ...................................................................................................................... 191
15.4.2.3 Condução da regeneração natural ........................................................................ 191
15.4.2.4 Regeneração natural com manejo – Adensamento .............................................. 192
15.4.2.5 Regeneração natural com manejo – Enriquecimento ............................................ 192
15.4.2.6 Regeneração natural com manejo – Reflorestamento com mudas nativas ........... 193
15.4.3 Técnicas sugeridas para conservação das áreas em bom estado e
recuperação das áreas degradadas no município de Laranjal Paulista ...................... 201
15.4.4 Estimativa do projeto de conservação e/ou recuperação a ser
implementado .............................................................................................................. 201
16. Anteprojeto de Microdrenagem ......................................................................... 202
16.1 Rede de drenagem de águas pluviais ............................................................... 202
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17. Estimativas de custos......................................................................................... 203
17.1 Recursos Financeiros ....................................................................................... 203
18. Priorização das obras de Macrodrenagem ....................................................... 209
19. Referências .......................................................................................................... 210
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Lista de Figuras
Figura 1 3 Localização de Laranjal Paulista no estado de São Paulo ........................... 19
Figura 2 3 Evolução da população no município de Laranjal Paulista ........................... 20
Figura 3 3 PIB per capita do estado de São Paulo e do município de Laranjal
Paulista .......................................................................................................................... 22
Figura 4 3 Mapa de áreas potencialmente críticas para uso da águas subterrâneas .... 35
Figura 5 3 Mapa de municípios com maior concentração de processos erosivos na
UGRHI10 ....................................................................................................................... 42
Figura 6 3 Pirâmide etária da população de Laranjal Paulista em 2010 ........................ 46
Figura 7 3 Projeção populacional para o município de Laranjal Paulista Total ............. 49
Figura 7 3 Projeção populacional para o distrito de Laras ............................................. 50
Figura 9 3 Projeção populacional para o distrito de Maristela ....................................... 50
Figura 8 3 Imagem das bacias hidrográficas da área de estudo ................................... 57
Figura 9 3 curva Tr x vazão das vazões monitoradas na estação 62555000 ................ 64
Figura 10 3 Vista a montante de travessia na Rua Lázaro Pires (esquerda), vista a
jusante (direita) .............................................................................................................. 75
Figura 11 3 Evidências de processos erosivos no Rio Laranjal junto à travessia na
Rua Lázaro Pires ........................................................................................................... 75
Figura 12 3 Vista à montante de travessia na Rua São Salvador (esquerda), vista à
jusante (direita) .............................................................................................................. 76
Figura 13 3 Travessia na Rua Dona Stela (esquerda), vista à montante (direita) ......... 77
Figura 14 3 Travessia da Avenida São Paulo (esquerda), vista à jusante (direita) ....... 77
Figura 15 3 Trecho da Avenida João Batista Marcon entre a Rua Bartolomeu de
Gusmão e a Rua Bairro São Benedito .......................................................................... 78
Figura 16 3 Encontro da Rua 13 de Maio com a Rua 10 de Outubro ............................ 79
Figura 17 3 Final da Rua Donato Pastre ....................................................................... 80
Figura 18 3 Lançamento à jusante da Rua Donato Pastre ............................................ 80
Figura 19 3 Encontro da Rua Suaidan Abud com a Alameda Gardenaldo .................... 81
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Figura 20 3 Encontro da Avenida da Saudade com a Rua Gov. Pedro de Toledo ........ 82
Figura 21 3 Esquina da Rua Gov. Pedro de Toledo com a Rua Nicolau Jacob ............ 83
Figura 22 3 Esquina da Avenida da Saudade com a Rua Nicolau Jacob ...................... 84
Figura 23 3 Encontro da Avenida da Saudade com a Rua José B. de Senas ............... 85
Figura 24 3 Final da Rua Antônio Pasquotto ................................................................. 85
Figura 25 3 Erosão localizada no final da Rua Antônio Pasquotto ................................ 86
Figura 26 3 Final da Rua Alfredo Barbieri...................................................................... 87
Figura 27 3 Final da Rua Irmã Conceição Maria ........................................................... 87
Figura 28 3 Galeria do córrego sem nome junto à Avenida Lázaro P. de Mello (em
cima), erosão no ponto de captação (em baixo) ............................................................ 88
Figura 29 3 Lançamento da galeria (esquerda) e travessia sob a linha férrea
próxima à Avenida Lázaro P. de Mello (direita) ............................................................. 89
Figura 30 3 Assoreamento junto á travessia na SP 300 (esquerda), tubulação
existente (direita) ........................................................................................................... 89
Figura 31 3 Vista superior de montante (esquerda), assoreamento da seção da
passagem (direita) ......................................................................................................... 90
Figura 32 3 Seção a jusante (esquerda), seção a montante (direita) ............................ 91
Figura 33 3 Seção a jusante da travessia sob ferrovia .................................................. 92
Figura 34 3 Seção assoreada ........................................................................................ 92
Figura 35 3 Seção a montante (esquerda), vista superior de montante (direita sup.)
vista montante (direita inf.) ............................................................................................ 93
Figura 36 3 Canal à montante da travessia na Avenida João P. de Campos
(esquerda), assoreamento da seção da passagem (direita).......................................... 94
Figura 37 3 Seção assoreada ........................................................................................ 94
Figura 38 3 Talude assoreado (esquerda), seção (direita) ............................................ 95
Figura 39 3 Estrada municipal João Bordignon (esquerda), vista jusante(direita) ......... 96
Figura 40 3 Reservatório de detenção do córrego sem nome ..................................... 125
Figura 41 3 Curva nivel de água x volume do reservatório de detenção do córrego
Sem Nome ................................................................................................................... 126
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Figura 42 3 Curva nivel de água x vazão do reservatório de detenção do córrego
Sem Nome ................................................................................................................... 126
Figura 43 3 Simulação dos hidrogramas do reservatório proposto ............................. 127
Figura 44 3 Simulação dos níveis de água do reservatório proposto .......................... 127
Figura 45 3 Disposição das espécies pioneiras e secundárias (não-pioneiras) na
área de plantio. ............................................................................................................ 195
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Lista de Quadros
Quadro 1 3 Faixas de classificação do IDHM ................................................................ 21
Quadro 2 3 Evolução do IDHM no estado de São Paulo e no município de Laranjal
Paulista .......................................................................................................................... 21
Quadro 3 3 Emprego e rendimento no estado de São Paulo e no município de
Laranjal Paulista, em 2015 ............................................................................................ 23
Quadro 4 3 Resumo dos pontos indicados em ENGECORPS (2011) ........................... 30
Quadro 5 3 Resumo dos pontos indicados em IPT (2015) ............................................ 31
Quadro 6 3 Previsão das demandas d’água para diversos usos do município de
Laranjal Paulista e da bacia em que está inserido (Baixo Sorocaba) ............................ 33
Quadro 7 3 Projeção da disponibilidade de águas superficiais para a sub-bacia do
Baixo Sorocaba ............................................................................................................. 33
Quadro 8 3 Demanda Total em relação às vazões na bacia do Baixo Sorocaba .......... 34
Quadro 9 3 Valores de Referência da demanda subterrânea em relação às
reservas explotáveis ...................................................................................................... 35
Quadro 10 3 Demanda Subterrânea em relação à Reserva Explotável: Baixo
Sorocaba ....................................................................................................................... 35
Quadro 11 3 Classificação do ICTEM ........................................................................... 36
Quadro 12 3 Projeção da geração de RSU para o município de Laranjal Paulista ....... 38
Quadro 13 3 Projeção de rejeitos de RSD e de RSI ...................................................... 39
Quadro 14 3 Metas de reaproveitamento dos RSD a serem assumidas pelo
município de Laranjal Paulista (RSD) ............................................................................ 40
Quadro 15 3 Prioridades para o saneamento básico dos municípios da UGRHI 10 ..... 43
Quadro 16 3 Matriz SWOT de Laranjal Paulista-SP .................................................... 100
Quadro 17 3 Descrição dos cenários previsível e normativo para o município de
Laranjal Paulista .......................................................................................................... 103
Quadro 18 3 Objetivos e metas para o município de Laranjal Paulista-SP ................. 106
Quadro 19 3 Medidas para prevenção, controle, mitigação e/ou recuperação que
podem ser utilizadas em áreas degradadas por processos erosivos .......................... 110
Quadro 20 3 Procedimentos de inspeção para as estruturas do sistema de
drenagem .................................................................................................................... 117
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Quadro 21 3 Procedimentos de limpeza para as estruturas do sistema de
drenagem .................................................................................................................... 118
Quadro 22 3 Procedimentos de manutenção para as estruturas do sistema de
drenagem e de áreas de risco ..................................................................................... 118
Quadro 23 3 Classificação de desastres e medidas necessárias. ............................... 136
Quadro 24 3 Objetivos e metas para a criação de uma Divisão de Drenagem
Urbana em Laranjal Paulista ....................................................................................... 164
Quadro 25 3 Informações sobre a estrutura das trincheiras de infiltração .................. 177
Quadro 26 3 Informações sobre a estrutura de pavimentos permeáveis .................... 180
Quadro 27 3 Funções da gestão e entidades passíveis de atuar como responsáveis 182
Quadro 28 3 Distribuição das mudas .......................................................................... 194
Quadro 29 3 Espécies pioneiras sugeridas para serem plantadas em solos úmidos
e encharcados ............................................................................................................. 196
Quadro 30 3 Espécies não-pioneiras sugeridas para serem plantadas em solos
úmidos e encharcados ................................................................................................ 196
Quadro 31 3 Espécies pioneiras indicadas para os plantios em solos secos .............. 197
Quadro 32 3 Espécies não-pioneiras indicadas para os plantios em solos secos ....... 198
Quadro 33 3 Modalidades de Financiamento em Drenagem Urbana .......................... 205
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Lista de Tabelas
Tabela 1 3 Evolução e distribuição da população de Laranjal Paulista nos anos de
1991, 2000 e 2010 ......................................................................................................... 45
Tabela 2 3 Estrutura etária da população de Laranjal Paulista nos anos de 1991,
2000 e 2010 ................................................................................................................... 46
Tabela 3 3 Projeção populacional para o município de Laranjal Paulista ...................... 47
Tabela 4 3 Projeção populacional para Laras ............................................................... 48
Tabela 5 3 Projeção populacional para Maristela .......................................................... 48
Tabela 6 3 Valores do coeficiente C2............................................................................. 56
Tabela 7 3 Parâmetros para aplicação do I-PAI-WU ..................................................... 58
Tabela 8 3 Vazões máximas para as seções de interesse calculadas pelo método
do I-PAI-WU - cenário atual ........................................................................................... 59
Tabela 9 - Valores mínimos do coeficiente C2 corrigidos .............................................. 60
Tabela 10 3 Vazões máximas obtidas com coeficiente C2 corrigido ............................. 60
Tabela 11 3 Valores do coeficiente C ............................................................................ 62
Tabela 12 3 vazões monitoradas na estação 62555000 ............................................... 63
Tabela 13 3 Resumo da hidráulica dos canais 3 cenário atual...................................... 65
Tabela 14 3 Resumo da hidráulica das travessias 3 cenário atual ................................ 68
Tabela 15 3 Valores de C2 para Zoneamento Urbano ................................................... 70
Tabela 16 3 Parâmetros C2 para aplicação do I-PAI-WU 3 cenário futuro .................... 70
Tabela 17 3 Resumo da hidráulica dos canais 3 cenário futuro .................................... 72
Tabela 18 3 Resumo da hidráulica das travessias 3 cenário futuro .............................. 72
Tabela 19 3 Evolução das estruturas de retenção de resíduos sólidos 4
autolimpantes .............................................................................................................. 114
Tabela 20 3 Características do reservatório de detenção do córrego sem nome........ 125
Tabela 21 3 Comparação das estruturas para as alternativas 1 e 2 ........................... 128
Tabela 22 3 Comparação de custos das obras para as alternativas 1 e 2 .................. 130
Tabela 23 3 Precipitações críticas do município de Laranjal Paulista ......................... 141
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Apresentação
Este documento apresenta o Tomo I - Texto do Relatório Final da Etapa Final
3 Planos Diretores Municipais de Macrodrenagem Urbana do município de Laranjal
Paulista, referente à 5Elaboração de Planos Diretores Municipais de
Macrodrenagem Urbana na Bacia Hidrográfica do Rio Sorocaba e Médio Tietê6.
Essa estapa consiste na síntese das demais quatro estapas desenvolvidas
anteriormentes, sendo assim constituindo as seguintes etapas:
Etapa I: Levantamento de Informações Básicas;
Etapa II: Análise e Diagnóstico da Situação Atual;
Etapa III: Prognósticos;
Etapa IV: Elaboração de Anteprojetos;
Etapa Final: Planos Diretores Municipais de Macrodrenagem Urbana.
Trata-se do contrato n° 004/2016, firmado entre o Consórcio de Estudos,
Recuperação e Desenvolvimento da Bacia do Rio Sorocaba e Médio Tietê
(CERISO) e a SHS Consultoria e Projetos de Engenharia Ltda. EPP, com sede na
cidade de São Carlos, à Rua Padre Teixeira, nº 1772 e registrada no CNPJ/MF sob o
nº 68.320.217/0001-12.
Neste contrato foram elaborados 15 Planos Diretores de Macrodrenagem
Urbana dos seguintes municípios da bacia hidrográfica do rio Sorocaba e Médio Tietê:
1. Alambari;
2. Anhembi;
3. Araçariguama;
4. Araçoiaba da Serra;
5. Bofete;
6. Boituva;
7. Cabreúva;
8. Iperó;
9. Laranjal Paulista;
10. Pereiras;
11. Piedade;
12. Porto Feliz;
13. São Manuel;
14. Sarapuí;
15. Torre de Pedra.
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1. Características gerais do município de Laranjal Paulista
O município de Laranjal Paulista está situado na região centro-sul do estado de
São Paulo, a 170 km da capital e a uma altitude média de 535 metros em relação ao
nível do mar. Sua localização pode ser melhor vista na Figura 1, a seguir.
Figura 1 3 Localização de Laranjal Paulista no estado de São Paulo
Fonte: Wikipédia, 2017.
O clima, pela classificação de Koppen, corresponde ao Cwa (clima temperado
úmido com Inverno seco e verão quente) A temperatura média anual é de 21,8ºC,
sendo que fevereiro é o mês mais quente, com temperatura média de 24,8°C, e julho é
o mês mais frio, com 18°C (CEPAGRI, 2017).
Com relação a precipitação total anual, tem-se o valor de 1.150 mm, sendo
agosto o mês menos chuvoso, com precipitação de média de 29,35 mm e janeiro o
mês mais chuvoso, com precipitação média de 204,9 mm.
O município de Laranjal Paulista pertence à Unidade de Gerenciamento de
Recursos Hídricos do Sorocaba e Médio Tietê (UGRHI 10). A UGRHI 10 é definida
pelas bacias hidrográficas dos rios Sorocaba e Médio Tietê.
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1.1 Características socioeconômicas do município
1.1.1 Evolução da população
Segundo dados do IBGE, o município de Laranjal Paulista apresentou, no Censo
Demográfico de 2000, uma população de 22.145 habitantes. Em 2010, houve um
aumento para 25.251 habitantes. O IBGE também fez uma projeção para o ano de
2016, que para o município, é de 27.640 habitantes. A densidade demográfica do ano
de 2010 era de 65,75 hab/km², tendo uma área ocupada de, aproximadamente,
384,05 km². A evolução da população é apresentada na Figura 2, a seguir.
Figura 2 3 Evolução da população no município de Laranjal Paulista
Fonte: adaptado de IBGE (2010).
1.1.2 Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM)
O Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) tem como objetivo ser
uma medida geral do desenvolvimento humano no município em questão. Porém, esse
indicador não abrange todos os aspectos do desenvolvimento social, deixando de lado
aspectos como democracia, participação, equidade, sustentabilidade, entre outros. O
IDHM, então, é mantido por três pilares: longevidade, educação e renda do município
(PNUD, 2017). Os valores de IDHM podem se enquadrar em cinco faixas, que são
apresentadas a seguir, no Quadro 1.
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Quadro 1 3 Faixas de classificação do IDHM
Valores Classificação
0 3 0,499 Muito Baixo Desenvolvimento Humano
0,500 3 0,599 Baixo Desenvolvimento Humano
0,600 3 0,699 Médio Desenvolvimento Humano
0,700 3 0,799 Alto Desenvolvimento Humano
0,800 3 1 Muito Alto Desenvolvimento Humano
Fonte: Adaptado de Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil (2017).
Os dados do IDHM para o estado de São Paulo e para o município são
apresentados no Quadro 2, a seguir.
Quadro 2 3 Evolução do IDHM no estado de São Paulo e no município de Laranjal Paulista
Ano IDHM do estado de
São Paulo
IDHM do município de
Laranjal Paulista
1991 0,578 0,529
2000 0,702 0,661
2010 0,783 0,729
Fonte: Adaptado de Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil (2017).
O estado de São Paulo apresentou uma evolução do IDHM de Baixo
Desenvolvimento Humano em 1991 (0,578), para Alto Desenvolvimento Humano em
2000 (0,702), chegando próximo de Muito Alto Desenvolvimento Humano em 2010
(0,783), porém ainda enquadrado como Alto Desenvolvimento Humano. Já o município
teve uma evolução de Baixo Desenvolvimento Humano em 1991 (0,529) para Alto
Desenvolvimento Humano em 2010 (0,726). Comparando com o estado, o município
apresenta valores pouco similares: em 2010, Laranjal Paulista tem um IDHM de 0,729,
mais próximo do Alto Desenvolvimento Humano, enquanto o estado apresenta um
valor de 0,783, próximo ao Muito Alto Desenvolvimento Humano, segundo a
classificação do Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil (2017).
1.1.3 Índice de Gini
O Índice de Gini tem o objetivo de mensurar o grau de concentração de renda de
uma localidade. Os valores variam de 0 a 1, sendo que quanto mais próximo de zero,
maior a situação de igualdade, indicando, no caso de 0, que todos têm a mesma renda.
Quanto mais próximo de 1, maior a desigualdade do local, isto é, poucas pessoas
detém a riqueza. O Brasil apresentou um valor de 0,591 para o Índice de Gini no ano
de 2004, indicando que o país tende à prevalência de desigualdade (IPEA, 2014).
O estado de São Paulo obteve o valor de 0,5768 para o Índice de Gini em 2010.
Laranjal Paulista apresentou, para o mesmo ano, o valor de 0,4197 (IBGE, 2010). Isso
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mostra que o município apresenta uma situação de tendência mais equilibrada de
igualdade, quando comparado ao estado.
1.1.4 Aspectos econômicos
1.1.4.1 PIB per capita
O PIB per capita é o Produto Interno Bruto (valor anual) dividido pela quantidade
de habitantes de um país, estado ou cidade. O PIB per capita é utilizado como
indicador de riqueza, pois quanto mais rico é o local, maior o valor dividido por seus
habitantes. Porém, o PIB per capita não considera a questão da desigualdade de
renda, como é avaliado pelo Índice de Gini, podendo dar uma impressão de falsa
riqueza.
A Figura 3 apresenta os valores do PIB per capita para o estado de São Paulo e
para o município de Laranjal Paulista.
Figura 3 3 PIB per capita do estado de São Paulo e do município de Laranjal Paulista
Fonte: adaptado de SEADE (2014).
O estado de São Paulo apresenta um valor de PIB per capita para 2014 de
R$ 43.544,61. Laranjal Paulista apresenta para o mesmo ano o valor de R$ 16.570,95,
quase um terço a menos que o estado (SEADE, 2014).
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1.1.4.2 Emprego e Rendimento
O SEADE (2015) apresenta, por setores, informações referentes aos empregos
e ao rendimento médio por empregos formais. Os dados para o estado de São Paulo e
para o município de Laranjal Paulista são apresentados a seguir, no Quadro 3.
Quadro 3 3 Emprego e rendimento no estado de São Paulo e no município de Laranjal Paulista,
em 2015
Setor
Laranjal Paulista Estado de São Paulo
Participação
dos empregos
formais (%)
Rendimento
médio
(em reais)
Participação
dos empregos
formais (%)
Rendimento
médio
(em reais)
Agricultura,
Pecuária, Produção
Florestal, Pesca e
Aquicultura
3,18 R$ 1.622,78 2,4 R$ 1.785,00
Indústria 44,34 R$ 1.977,24 18,36 R$ 3.468,54
Construção 0,78 R$ 1.416,56 4,96 R$ 2.499,15
Comércio Atacadista
e Varejista, e do
Comércio e
Reparação de
Veículos
Automotores e
Motocicletas
16,85 R$ 1.585,00 19,78 R$ 2.237,39
Serviços 34,85 R$ 1.757,02 54,5 R$ 3.164,58
Total 100 R$ 1.817,56 100 R$ 2.970,72
Fonte: Adaptado de SEADE (2014 e 2015).
Como pode ser observado no Quadro 3, Laranjal Paulista apresenta mais de
40 % da fonte de empregos baseada na indústria, seguida pelo setor de serviços
(34,85 %), comércio (16,85 %), agricultura e pecuária (3,18 %) e por fim, construção
(0,78 %). Esses dados deferem com os apresentados no estado de São Paulo, que tem
a maior parte dos empregos baseada nos serviços (54,5 %), seguida pelo comércio
(19,78 %), indústria (18,36 %), construção (4,96 %) e por fim, agricultura (2,4 %).
Assim, nota-se que a economia do município de Laranjal Paulista gira em torno
do setor industrial e de serviços, enquanto no estado, é mais evidente a tendência para
os serviços.
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1.2 Caracterização ambiental
1.2.1 Formações geológicas
O município de Laranjal Paulista possui as seguintes unidades geológicas em
seu território: Depósitos aluvionares, Itararé, Irati, Piramboia, Serra Alta, Tatuí e
Teresina. A maior parte do município, incluindo quase toda a sua área urbana, está
inserida na formação Piramboia.
Essa formação é uma das principais áreas de recarga do Aquífero Guarani.
Além disso, a unidade apresenta um relevo dissecado e acidentado, formando
ecossistemas com vegetação e microclima específicos. Nessas regiões, também
existem setores de descarga de áreas subterrâneas e nascentes. Em relação à erosão,
essas áreas são naturalmente suscetíveis a esse processo, com grande incidência de
voçorocas (CPRM, 2010).
O mapa com as formações geológicas do município de Laranjal Paulista pode
ser visto no Anexo 1.
1.2.2 Geomorfologia
O município de Laranjal Paulista apresenta dois domínios geomorfológicos:
Colinas amplas e suaves, Morros e serras baixas e Planícies fluviais ou flúvio-lacustres.
O território está inserido quase totalmente no primeiro domínio, assim como a sua área
urbana.
No Domínio de Colinas Amplas e Suaves ocorre relevo de degradação em
qualquer litologia, porém, predominam rochas sedimentares. Trata-se de colinas pouco
dissecadas de morfologia tabular ou alongadas com vertentes convexas e topos
amplos. Há preponderância de processos de pedogênese, formação de solos espessos
e bem drenados com baixa à moderada erodibilidade. Ocorrências eventuais
restringidas a processos de erosão laminar ou linear 3 ravinas e voçorocas, e formação
de rampas de colúvios nas baixas vertentes. A amplitude relevo é de 20 a 50 m e
inclinação das vertentes de 3° a 10° (CPRM, 2010).
Domínio de Morros e de Serras Baixas é um relevo onde os morros são
convexo-côncavos e seus topos arredondados ou aguçados, e morros de topo tabular.
Predominam processos de morfogênese, atuação frequente de erosão laminar e linear
acelerada 3 sulcos e ravinas, eventuais movimentos de massa, formação de colúvios e
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depósitos de tálus nas baixas vertentes. Sua amplitude varia entre 80 e 200 m,
podendo possuir desnivelamento de até 300 m, e a inclinação das vertentes varia de
15° a 35° (CPRM, 2010).
As Planícies Fluviais ou Fluviolacustres são áreas de baixadas inundáveis e
constituem zonas de acumulação atual, sub-horizontais, compostas por depósitos
arenoargilosos a argiloarenosos. Apresentam gradientes extremamente suaves e
convergentes em direção aos cursos d’água principais. São terrenos inundados
periodicamente, mal drenados nas planícies de inundação e bem drenados nos
terraços. A amplitude de relevo é nula (zero) e a inclinação das vertentes varia entre 0
e 3° (CPRM, 2010).
O mapa com os domínios geomorfológicos do município de Laranjal Paulista
pode ser visto no Anexo 2.
1.2.3 Pedologia
O município de Laranjal Paulista apresenta diversos tipos de solos, sendo eles:
Argissolos, Latossolos, Cambissolos, Neossolos e Planossolos. Na área urbana do
município, encontra-se principalmente os argissolos e os latossolos, com
predominância do primeiro.
Os Argissolos são compostos por material mineral com argila de atividade baixa
e possuem horizonte B textural imediatamente abaixo de horizonte A ou E, e, ainda, se
houver horizonte plíntico ou horizonte glei não estão acima nem coincidem com a
superfície do horizonte B textural (Oliveira, 1999).
Já os Latossolos são compostos por material mineral com horizonte B latossólico
imediatamente abaixo de horizonte A, dentro de 200 ou 300 cm da superfície do solo
caso o horizonte A possua mais de 150 cm de espessura (Oliveira, 1999).
O mapa com os tipos de solo do município de Laranjal Paulista pode ser visto no
Anexo 3.
1.2.4 Cobertura vegetal
O município de Laranjal Paulista apresenta em sua extensão territorial alguns
tipos de vegetação: Floresta Ombrófila Densa, Vegetação secundária da Floresta
Ombrófila Densa, Vegetação secundária da Floresta Estacional Semidecidual
(Capoeira) e Formação Arbórea/Arbustiva em Região de Várzea e Savana.
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A Floresta Ombrófila Densa se caracteriza por fanerófitos, lianas lenhosas e
abundantes epífitas. Sua ocorrência está relacionada a fatores climáticos tropicais de
elevadas temperaturas, médias de 25°C e alta precipitação (IBGE, 2012). Já a
formação na região de várzea pode ser muito diferente, variando conforme o município
e suas características.
A Capoeira compõe o sistema de vegetação secundária (tratos antrópicos) que é
caracterizada pela intervenção humana para uso da terra, seja este minerador, agrícola
ou pecuário, desfigurando a vegetação primária nativa. Essa vegetação reage de
maneira diferente de acordo com o uso da terra, porém sempre reflete parâmetros
ecológicos do ambiente. Predominam microfanerófitos com até 5 m, apesar de ser uma
vegetação complexa (IBGE, 2012). O mapa de vegetação do município de Laranjal
Paulista pode ser visto no Anexo 4.
1.3 Descrição do sistema de drenagem urbana existente
Segundo informações disponibilizadas pela Prefeitura Municipal, as estruturas
de captação das águas pluviais estão presentes em grande parte da área urbana,
principalmente na porção central da cidade como na Avenida Prefeito Hermelindo
Pillon, Avenida da Saudade, Avenida David Segatt, Rua Álvaro Mori, Rua José M. de
Oliveira, Rua Lázaro Pires, Rua Agenor Defacio Filho, Rua José da S. Lara e Rua
Nicola Deneno. Também foram apontados locais onde a rede está em fase de
ampliação como a Rua Governador Pedro de Toledo e Avenida da Saudade, assim
como a canalização de cursos d’água em trecho da Avenida da Saudade e da Rua
Donato Pastre.
Também é apontada a inexistência de cadastro do sistema, assim como
informações sobre da regularidade da manutenção e limpeza deste.
No que se refere ao sistema de macrodrenagem faz-se necessário citar os
principais cursos d’água presentes na área urbana do município: Rio Sorocaba e o Rio
Laranjal, não sendo citadas qualquer influência na macrodrenagem.
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2. Levantamento de dados e informações do município
O levantamento de dados e informações objetiva reunir, analisar e selecionar
estudos, planos, trabalhos e projetos concluídos e/ou em andamento pertinentes ao
desenvolvimento do Plano de Macrodrenagem do Município. Os dados e informações
não disponíveis na literatura ou em sites oficiais foram solicitados à Prefeitura e/ou aos
órgãos e entidades públicas e privadas, mediante intervenção da Prefeitura.
Os documentos fornecidos pela Prefeitura Municipal são apresentados abaixo:
Levantamento de dados para elaboração do Plano Diretor Municipal;
Plano Diretor Municipal;
Mapa do perímetro urbano da Sede e dos distritos de Maristela e Laras.
Os documentos obtidos através de pesquisa pela equipe da SHS são
apresentados abaixo:
Plano Diretor Municipal de Laranjal Paulista, de 2006
Pesquisa Nacional de Saneamento Básico (PNSB), de 2008;
Plano de Bacia da Unidade de Gerenciamento de Recursos Hídricos do
Sorocaba e Médio Tietê (UGRHI 10), de 2008;
Plano Municipal Integrado de Saneamento Básico, de 2011;
Relatório de Mapeamento de Áreas de Risco do Estado de São Paulo, de
2015.
2.1 Análise e avaliação da Legislação Vigente e dos Dados e Informações
Obtidos
Todos os documentos e dados obtidos foram analisados com objetivo de ampliar
o entendimento dos problemas de drenagem de águas pluviais do município e obter
informações complementares. Durante a análise dos dados foi verificada a
consistência, atualidade e confiabilidade destes e selecionados aqueles pertinentes ao
desenvolvimento dos trabalhos.
Nos itens seguintes são descritos, resumidamente, os conteúdos de cada
documento.
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2.1.1 Plano Diretor Municipal de Laranjal Paulista
O Plano Diretor tem a função de estabelecer metas e diretrizes da política
urbana, com o objetivo de garantir as condições de vida dos habitantes, por meio de
instrumentos de ordenamento territorial, aplicação do parcelamento do solo e critérios
para sua utilização (Brasil, 2001).
No Plano Diretor, portanto, encontra-se a delimitação do perímetro urbano, áreas
de expansão, parâmetros e coeficientes para sua utilização, o que impacta diretamente
no sistema de drenagem de águas pluviais.
O Plano Diretor foi utilizado para consultar os objetivos deste em relação à
drenagem urbana. Em Laranjal Paulista (2006) é citado apenas a necessidade de
elaborar um projeto de macrodrenagem para o município e seus distritos.
O objetivo descrito no Plano Diretor é superficial, sem descrição dos critérios,
parâmetros, restrições de uso e instrumentos que assegurem o adequado manejo das
águas pluviais.
2.1.2 Pesquisa Nacional de Saneamento Básico (PNSB)
Neste item são reunidos dados apresentados na PNSB, de 2008, referentes aos
municípios em análise, e que subsidiam a interpretação dos problemas relacionados à
Drenagem Urbana de Águas Pluviais.
Um dos principais fatores que impactam na drenagem urbana é o escoamento
superficial produzido. As vias pavimentadas aumentam a produção do escoamento
superficial e aceleram a velocidade deste, reduzindo o tempo de concentração nas
bacias hidrográficas. Por outro lado, a inexistência de vias pavimentadas aumenta a
susceptibilidade de ocorrência de processos erosivos.
Laranjal Paulista possui aproximadamente 90% de ruas pavimentadas. Destas,
cerca de 25% possuem drenagem subterrânea (PNSB, 2008).
A manutenção do sistema é etapa fundamental para garantir a eficiência e
prolongar a vida útil desse. Os serviços de manutenção do sistema de drenagem
realizados são limpeza e desobstrução de galerias e varrição de vias públicas (PNSB,
2008).
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2.1.3 Plano de Bacia da Unidade de Gerenciamento de Recursos Hídricos do
Sorocaba e Médio Tietê (UGRHI 10)
O Plano de Bacias representa um instrumento de gestão, previsto pelas
legislações Estadual (Lei n° 7.663/91) e Federal (Lei n° 9.433/97). Tem como função
promover o planejamento regional, estabelecendo-se metas e ações a serem
alcançadas em curto, médio e longo prazo, com o intuito de se atingir os princípios e
objetivos fundamentais das Políticas Nacional e Estadual de Recursos Hídricos,
levando em conta as características regionais e locais.
No presente item, será analisado o Plano de Bacia da Unidade de
Gerenciamento de Recursos Hídricos do Sorocaba e Médio Tietê (UGRHI 10),
elaborado pelo Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) em 2008. Esta unidade,
pertence ao Estado de São Paulo, é composta pelas bacias hidrográficas dos Rios
Sorocaba, Médio Tietê e seus tributários, abrangendo trinta e quatro municípios. O
documento em análise traz uma série de dados e informações referentes ao
diagnóstico da bacia, bem como os prognósticos dos levantamentos realizados e com
base nessas análises, apresentam os cenários propostos, os programas de
investimento e a estratégia de viabilização da implantação destes.
Segundo IPT (2008), há 1 ponto de erosão localizado na área urbana no
município, sem contudo apresentar sua localização. Além disso, não há pontos de
ocorrência de inundação no município.
2.1.4 Plano Municipal Integrado de Saneamento Básico
O Plano Municipal Integrado de Saneamento Básico de Laranjal Paulista foi
elaborado de acordo com o decreto da Lei Federal nº 11.445/07, que dispõe sobre as
diretrizes nacionais para o saneamento básico. Esse Plano está contemplado dentro do
Plano Regional Integrado de Saneamento Básico, de 2011, executado pela Secretária
de Saneamento e Recursos Hídricos do Estado de São Paulo (SSRH) em parceira com
a Engecorps. O Plano Regional considera os trinta e quatro municípios da bacia do
Sorocaba e Médio Tietê.
No Plano Municipal Integrado de Saneamento Básico são apresentados os
dados técnicos e os diagnósticos dos quatro setores do Saneamento Básico, a saber,
abastecimento de água, esgotamento sanitário, resíduos sólidos e drenagem urbana,
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os quais são utilizados como base tanto para a proposição de ações corretivas, quanto
para o planejamento de melhoria dos sistemas utilizados.
Os pontos do município com problemas de drenagem e suscetíveis a
inundações na área urbana foram apresentados em ENGECORPS (2011). Os mesmos
são mostrados no Anexo 5.
O Plano de Saneamento Básico do Município de Laranjal Paulista é utilizado
neste trabalho para complementação de informações e dadosrelacionados ao Sistema
de Drenagem de Águas Pluviais na área urbana do município que não puderam ser
fornecidas pela Prefeitura . Os demais setores do Saneamento serão analisados em
fase de diagnóstico, quando se apresentarem relevantes ou produzirem impacto no
setor de drenagem.
Em ENGECORPS (2011), são descritos dois pontos críticos de drenagem de
águas pluviais relacionados à erosão do solo:
1. Proximidade da ponte na Rua Lázaro Pires sobre o Rio Laranjal. Local
suscetível a sofrer com processos erosivos. Solução proposta: Cadastro
das estruturas de drenagem existentes, elaboração de projetos de
pavimentação e manutenção dos elementos da rede de microdrenagem;
2. Proximidade da ponte na Rua Simão Aun sobre o Rio Laranjal. Local
suscetível a sofrer com processos erosivos. Solução proposta: Cadastro
das estruturas de drenagem existentes, elaboração de projetos de
pavimentação e manutenção dos elementos da rede de microdrenagem.
O Quadro 4 resume os dados apontados anteriormente e os relaciona com a
referência da visita técnica realizada pela equipe da SHS.
Quadro 4 3 Resumo dos pontos indicados em ENGECORPS (2011)
Item Problema apresentado Medida adotada Referência SHS*
1 Suscetibilidade à processos
erosivos Nenhuma medida foi adotada Ponto 1
2 Suscetibilidade à processos
erosivos Nenhuma medida foi adotada Ponto 2
Fonte: adaptado de ENGECORPS (2011).
* Vide localização no Anexo 5
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2.1.5 Relatório de Mapeamento de Áreas de Risco do Instituto de Pesquisas
Tecnológicas – IPT
O relatório de Mapeamento de Áreas de Risco foi executado pelo Instituto de
Pesquisas Tecnológicas 3 IPT em 2015 com o objetivo de mapear e diagnosticar áreas
com potencial de risco de enchente, inundações e movimentações de massa. O
mapeamento e diagnóstico foram elaborados por meio de consultas à defesa civil do
município.
Em IPT (2015) é descrito um ponto crítico de drenagem de águas pluviais,
descrito a seguir:
1. Rua Irmã Conceição Maria e Rua Alfredo Barbieri, no Bairro Vila
Conceição. Classificação de risco médio. Solução proposta: estudo da
região para dimensionamento de obras, monitoramento de cheias,
desassoreamento.
O Quadro 5 resume os dados apontados anteriormente e os relaciona com a
referência da visita técnica realizada pela equipe da SHS.
Quadro 5 3 Resumo dos pontos indicados em IPT (2015)
Item Problema apresentado Medida adotada Referência SHS*
1 Inundação da várzea do rio Nenhuma medida foi adotada Ponto 14
Fonte: adaptado de IPT (2015).
* Vide localização no Anexo 5
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3. Caracterização dos setores do Saneamento Básico
O município de Laranjal Paulista possui 27.327 habitantes (projeção para o ano
de 2018 apresentada no Plano de Bacia SMT 3 2016-2027) integrados num espaço
territorial de 384,27 km2
(IBGE, 2010). Está inserido na bacia hidrográfica do rio
Sorocaba e Médio Tietê (SMT) - UGRHI 10, sub-bacia Baixo Sorocaba. Segundo o
Estatuto das Cidades (Lei nº 10.257/01), por possuir mais de 20.000 habitantes, esse
município deve elaborar seu Plano Diretor. No entanto, consta do Plano de Bacia
Hidrográfica do Rio Sorocaba e Médio Tietê - UGRHI 10 (revisão 2016-2027) que o
município de Laranjal Paulista ainda não possui seu Plano Diretor Municipal.
Segundo registrado no Plano de Bacias SMT, Laranjal Paulista está entre os
municípios que vêm apresentando valores de PIB relativamente baixos desde 2002 até
2015, se comparados aos valores da maioria dos município inseridos na UGRHI 10, o
que acaba refletindo, entre outras frentes, na situação do município no que se refere à
infraestrutura de saneamento básico.
Constatou-se no Plano de Bacias BH SMT 3 2016-2027 que o licenciamento das
atividades potencialmente poluidoras situadas no município de Laranjal Paulista é
realizado por agência ambiental da CETESB situada em Botucatu.
3.1 Sistema de Abastecimento de Água (SAA)
O Plano de Bacia SMT (2016-2027) também mostra a seguinte previsão das
demandas para abastecimento urbano, usos industriais e usos rurais do município de
Laranjal Paulista, considerando uma projeção do IAA (Índice de Atendimento de
Abastecimento) de 100% em todos os períodos (Quadro 6).
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Quadro 6 3 Previsão das demandas d’água para diversos usos do município de Laranjal Paulista
e da bacia em que está inserido (Baixo Sorocaba)
Ano Demanda para
abastecimento
urbano
(m3
/s)
Demanda do
Baixo Sorocaba
(SB3-BS) para
abastecimento
(m3
/s)
Demandas para
uso rural do
município / SB3
BS
(m3
/s)*
Demandas para
uso industrial e
do município /
SB3 BS
(m3
/s)*
2016 0,074 0,76 0,005 / 0,941 0,183 / 0,545
2020 0,077 0,79 0,005 / 0,968 0,192 / 0,572
2025 0,080 0,83 0,005 / 1,003 0,204 / 0,608
2030 0,083 0,86 0,005 / 1,040 0,217 / 0,647
*Demandas pouco significativas não foram colocadas para comparação com as demandas da sub-bacia.
Fonte: Plano de Bacias do rio Sorocaba e Médio Tietê (UGRHI-10), 2016-2027
Segundo os valores de referência (DAEE, SEADE, 2016) uma disponibilidade
per capita de águas superficiais maior que 2.500m3
/hab/ano é considerada 5boa6. A
Bacia do Baixo Sorocaba possui uma disponibilidade hídrica maior que esse valor de
referência até o ano de 2030. As projeções indicam que, ao longo desse horizonte
temporal, a disponibilidade per capita de águas superficiais da bacia apresentará uma
queda, porém seus valores continuarão sendo considerados bons. O Quadro 7
mostrado a seguir, apresenta os valores da projeção da disponibilidade hídrica de
águas superficiais da bacia do baixo rio Sorocaba.
Quadro 7 3 Projeção da disponibilidade de águas superficiais para a sub-bacia do Baixo Sorocaba
Ano Valor (m3
/hab/ano)
2016 3.242,66
2020 3.124,44
2025 3.007,58
2030 2.922,71
Fonte: Plano de Bacias do rio Sorocaba e Médio Tietê (UGRHI-10), 2016-2027
No que se refere à demanda de água em relação à disponibilidade (balanço
hídrico), os dados mostram que a situação da sub-bacia do Baixo Sorocaba é boa,
muito embora requeira atenção no que se refere à relação entre demandas totais e
vazões mínimas (Q7,10). O Quadro 8, que segue, apresenta cenários atual e futuros da
demanda total em relação à vazão mínima (Q7,10), à vazão de permanência de 95% e à
vazão média disponível na bacia em questão.
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Quadro 8 3 Demanda Total em relação às vazões na bacia do Baixo Sorocaba
Fonte: Plano de Bacias do rio Sorocaba e Médio Tietê (UGRHI-10), 2016-2027
Segundo o Plano Regional Integrado de Saneamento Básico elaborado pela
Engecorps (2011), o índice de perdas no sistema de abastecimento público do
município é de 48% e a meta assumida pelo plano é de reduzir esse índice para 35%
até 2030.
Conforme o Mapa de áreas potencialmente críticas para uso da águas
subterrâneas (Figura 4), elaborado por IG/CETESB/DAEE (1997), o município de
Laranjal Paulista foi identificado como inserido em uma área de alta vulnerabilidade,
que totaliza 982,8 km² e correspondente a 8,2% da área da UGRHI 10.
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Figura 4 3 Mapa de áreas potencialmente críticas para uso da águas subterrâneas
Fonte: IG/CETESB/DAEE (1997) e 1PI7 (2008)
Quanto às águas subterrâneas, a situação da bacia do Baixo Sorocaba, onde o
município de Laranjal Paulista está inserido, é boa, segundo os valores de referência
apresentados no Quadro 9.
Em seguida são apresentados os valores da demanda subterrânea em relação à
demanda explotável, no Quadro 10.
Quadro 9 3 Valores de Referência da demanda subterrânea em relação às reservas explotáveis
Fonte: Plano de Bacias do rio Sorocaba e Médio Tietê (UGRHI-10), 2016-2027 (CRHi, 2017).
Quadro 10 3 Demanda Subterrânea em relação à Reserva Explotável: Baixo Sorocaba
Fonte: Plano de Bacias do rio Sorocaba e Médio Tietê (UGRHI-10), 2016-2027
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3.2 Sistema de Esgotamento Sanitário
O município de Laranjal Paulista lança seus efluentes na bacia do rio Sorocaba e
Rio Tietê.
A gestão do esgotamento sanitário do município de Laranjal Paulista é assumida
pela SABESP. Segundo informações fornecidas pela CETESB (2017) ao Plano da
Bacia Hidrográfica SMT, o percentual de atendimento com coleta de esgotos em
Laranjal Paulista é de 91% sendo que todo esgoto coletado é tratado com um índice de
eficiência de 90%. A carga poluidora potencial é de 1.336 kg DBO/dia e a
remanescente é de 613 kg DBO/dia.
A eficácia do sistema de esgotamento sanitário é consolidada através do
Indicador de Coleta e Tratabilidade de Esgoto da População Urbana do Município
(ICTEM). Esse indicador expressa a efetiva remoção da carga orgânica poluidora em
relação à carga orgânica poluidora potencial, gerada pela população urbana,
considerando também a importância relativa dos elementos formadores de um sistema
de tratamento de esgotos (coleta, afastamento, tratamento e eficiência de tratamento e
a qualidade do corpo receptor dos efluentes).
O Quadro 11 aponta os valores de referência do ICTEM e suas respectivas
classificações.
Quadro 11 3 Classificação do ICTEM
Fonte: CETESB, 2017a
Segundo dados mostrados no Plano de Bacia do SMT (2016-2027), o município
de Laranjal Paulista apresenta, em sua área urbana, um ICTEM não maior que 8,1 ou
seja, seu indicador de coleta e tratabilidade é classificado como 5Bom6.
Fonte: Cetesb, 2016.
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Segundo a SABESP, para os municípios da UGRHI 10 cujos sistemas de
esgotamento sanitário estão sob a sua gestão, os índices de coleta e tratamento
devem alcançar 100% até 2027. Para tanto, foram adotados os seguintes critérios:
- Redução do déficit em 20% até 2020, tomando por base os dados de 2016;
- Redução do defict em 50% até 2025, tomando por base os dados de 2020.
O Plano de Bacia Hidrográfica do rio Sorocaba e Médio Tietê - UGRHI 10 (2016-
2027) estabeleceu as seguintes diretrizes para o esgotamento sanitário dos municípios
da UGRHI 10:
Diretriz 1: efetiva implantação das propostas de intervenção/expansão dos
sistemas de esgotamento sanitário na UGRHI-10, realizadas pelas concessionárias,
com apresentação do respectivo cronograma.
Diretriz 2: realização sistemática do auto-monitoramento pelas concessionárias
do efluente lançado nos corpos hídricos pelas Estações de Tratamento Esgotos,
envolvendo, além dos parâmetros relativos a carga orgânica, também aqueles
responsáveis pela eutrofização dos corpos de água, com ênfase para o fósforo total. (A
preocupação central das concessionárias limita-se no atendimento aos padrões
estabelecidos para atendimento à remoção das cargas orgânicas pelas ETEs, de forma
a atender ao artigo 18 do Decreto n° 8.468/76, de certa forma negligenciando os
padrões estabelecidos no artigo 14 da Resolução CONAMA n° 357/2005.).
Diretriz 3: previsão de tratamento a nível terciário nas ETEs que realizam o
lançamento dos efluentes tratados em corpos de água onde se verifique seu
comprometimento por teores elevados de nutrientes e/ou patógenos. Esses corpos de
água receptores necessitam ter sua qualidade recuperada, em especial aqueles
atualmente utilizados para abastecimento público ou os que tenham previsão de
adotarem esse uso. O tratamento terciário permite a remoção de nutrientes esperada.
Diretriz 4: proposição de soluções específicas de esgotamento sanitário para
atendimento a áreas isoladas, notadamente os aglomerados rurais. Nesse sentido é
importante que sejam mapeados esses aglomerados rurais de forma a propor soluções
isoladas, permitindo garantir a proteção dos corpos de água. O uso de tecnologias
sustentáveis deve ser considerada neste universo.
Diretriz 5: atualização dos planos municipais e do plano regional de saneamento
no âmbito da UGRHI-10, de forma a compatibilizá-los ao presente Plano de Bacia
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Hidrográfica. De acordo com a Política Nacional de Saneamento (Lei n° 11.445/2007)
os planos de saneamento básico deverão ser compatíveis com os planos das bacias
hidrográficas em que estiverem inseridos. Considerando que planos municipais e o
plano regional de saneamento da UGRHI-10 foram publicados em 2011, os mesmos
necessitam ser revistos, de forma a adequá-los às diretrizes do PBH-SMT (2016-2027),
com ênfase à compatibilização das metas estabelecidas.
3.3 Sistema de Limpeza Urbana e Manejo de Resíduos Sólidos
Na UGRHI 10, entre 2010 e 2014 os registros acusaram um aumento de 87% na
geração de resíduos sólidos urbanos devido ao início da fiscalização pela CETESB.
Segundo o Plano Municipal de Saneamento Básico (Engecorps, 2011), podem
ser observados diversos impactos negativos nos cursos fluviais, devido ao descarte
clandestino de resíduos em áreas não apropriadas. Mas num estudo posterior,
realizado pelo Plano de Bacia Hidrográfica SMT 2016-2027, todos os municípios da
UGRHI 10 coletam e destinam satisfatoriamente os seus resíduos domésticos.
O Quadro 12, apresentado a seguir, mostra a projeção da geração de resíduos
sólidos urbanos para o município de Laranjal Paulista.
Quadro 12 3 Projeção da geração de RSU para o município de Laranjal Paulista
Fonte: Plano de Bacias SMT 2016-2027
O município de Laranjal Paulista conta com a coleta regular dos resíduos sólidos
domiciliares em todo o perímetro urbano. O material coletado é depositado no aterro
particular da Estre Ambiental, localizado no município de Paulínia.
Conforme descrito no PMSB de Laranjal Paulista (2011), o município não conta
com a coleta seletiva.
A projeção de resíduos sólidos domiciliares não aproveitáveis ou rejeitos
(resíduos passíveis de serem dispostos em aterros sanitários) é mostrada no quadro
que segue, assim como a projeção dos rejeitos de resíduos inertes (entulhos), cuja
situação, no município requer procedimentos de gestão para ser regularizada.
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O Quadro 13 apresenta as metas estabelecidas no PMSB para a gestão dos
rejeitos de resíduos sólidos urbanos e de resíduos da construção civil.
Quadro 13 3 Projeção de rejeitos de RSD e de RSI
Fonte: PMSB de Laranjal Paulista
É importante observar que todas as instalações utilizadas para disposição final
dos resíduos sólidos urbanos gerados nos municípios da UGRHI-10, desde 2013,
foram enquadradas na condição 5adequada6, uma vez que todos os Índices de
Qualidade de Aterros de Resíduos (IQR) apurados pela CETESB, dos aterros
existentes na bacia, apresentaram-se na faixa de 7,1 a 10,0. Constata-se, no entanto
que o aterro sanitário de Paulínia apresentava uma estimativa de vida útil acima de 5
anos em 2016.
Verifica-se uma tendência de implantação de aterros particulares na região de
Sorocaba, o que tem contribuído para a adequada disposição dos resíduos, ainda que
essa alternativa represente aumento de custos para os municípios.
Para os resíduos sólidos domiciliares (RSD), o PMSB de Laranjal Paulista
estabeleceu as metas de reaproveitamento indicadas no Quadro 14.
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Quadro 14 3 Metas de reaproveitamento dos RSD a serem assumidas pelo município de Laranjal
Paulista (RSD)
Fonte: PMSB de Laranjal Paulista, Engecorps (2011)
Para os resíduos de construção civil (entulho) foram definidas as seguintes
metas:
Ano 2011: faixa de 0 a 10%, com média anual de 5% de reaproveitamento;
Ano 2012: faixa de 10 a 20%, com média anual de 15% de reaproveitamento;
Ano 2013: faixa de 20 a 35%, com média anual de 27,5% de reaproveitamento;
Ano 2014: faixa de 35 a 60%, com média anual de 47,5% de reaproveitamento;
Ano 2015 em diante: 60% de reaproveitamento.
3.4 Sistema de Drenagem Urbana e Manejo de Águas Pluviais
Problemas devido ao subdimensionamento dos sistemas de drenagem urbana,
para eventos de chuvas mais intensas, frequentemente deflagram enchentes e/ou
inundações. A expansão das manchas urbanas, que impermeabilizam os solos,
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também contribui para o aumento do escoamento superficial e da vazão dos rios e
córregos que drenam as cidades.
Segundo o Plano de Bacias do SMT 2016-2027 todos os municípios da UGRHI
10 possuem sistemas de drenagem de águas pluviais, ainda que parciais, em suas
áreas urbanas.
Segundo o PMSB de Laranjal Paulista (Engecorps, 2011), o município possui
rede de galerias de águas pluviais em grande parte da área urbana, principalmente na
área central da cidade. Existem locais (como Rua Governador Pedro de Toledo e
Avenida da Saudade) em que a rede está em ampliação, e locais em que há
canalização do sistema. Dados como número de estruturas de drenagem, dimensões,
extensão e diâmetro das galerias de águas pluviais, número de bocas-de-lobo,
localização dos poços de visita etc., não estão inseridos em nenhum banco de dados
ou em um cadastro da rede pluvial da área urbana do município. Também não há
informação ou registros de atividades periódicas e sistemáticas de manutenção e
limpeza do sistema de microdrenagem.
A microdrenagem corresponde à drenagem de pavimento, isto é, estruturas
hidráulicas tais como galerias de águas pluviais, bocas-de-lobo, sarjetas, grelhas,
poços de visita, canais de pequenas dimensões, condutos forçados e estações de
bombeamento (das quais se pode lançar mão quando não se dispõe da ação da
gravidade para o escoamento das águas).
No que se refere aos pontos de criticidade da microdrenagem, não foram
identificados, na cidade de Laranjal Paulista, locais suscetíveis a inundações. Porém,
existem problemas de erosão e assoreamento de corpos d’água próximos a área
urbana.
Em relação ao sistema de macrodrenagem, há que se destacar os principais
cursos d’água que passam pela área urbana: Rio Laranjal e Rio Sorocaba.
No que se refere aos pontos de criticidade da macrodrenagem, foram apontados
processos erosivos do solo e o assoreamento dos cursos d’água. Como alternativas de
solução a essas ocorrências, foi sugerido elaborar um plano de controle de voçorocas e
erosões seguido de programa de reflorestamento das áreas em que esses processos
ocorrem.
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Segundo o Plano de Bacia SMT (2016-2027), no município de Laranjal Paulista
não foram identificados pontos críticos de inundação.
Foi realizado um mapeamento dos processos erosivos existentes na UGRHI 10,
e seus resultados são apresentados no mapa apresentado na Figura 5.
Figura 5 3 Mapa de municípios com maior concentração de processos erosivos na UGRHI10
Fonte: IPT/DAEE (2012), indicado no Plano de Bacia SMT (2016-2027)
Este mapa indica que o município de Laranjal Paulista está localizado em uma
região da bacia que apresenta média concentração de processos erosivos.
O Plano de Bacia SMT (2016-2027) indicou as prioridades em termos de
providências a serem tomadas pelos municípios em relação às suas fragilidades
referentes aos sistemas de saneamento básico. De todas as prioridades indicadas,
apenas 1 (uma) se refere ao sistema de drenagem, sendo esta classificada como de
prioridade baixa: <Elaborar os Planos de Macro e Microdrenagem Municipais=, como é
mosrado no Quadro 15 a seguir:
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Quadro 15 3 Prioridades para o saneamento básico dos municípios da UGRHI 10
Fonte: Plano de Bacias SMT 2016-2027
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4. Prospecção do Crescimento Populacional
A projeção populacional serve de base para estimativa de urbanização do
município e alterações na permeabilidade do solo de uma bacia, servindo, portanto,
como referência para adoção de parâmetros que representam tais alterações. Não há
relação direta entre projeção populacional e distribuição da população na área de
estudo do município.
A definição das características de ocupação, tais como ocupação de vazios
urbanos, verticalização das edificações, adensamento de áreas, padrões construtivos e
adoção de medidas de controle da produção do escoamento superficial são incertas,
pois dependem de fatores sociais, da especulação imobiliária e da fiscalização ao
cumprimento da legislação e não são definidas simplesmente pelo estudo do
crescimento populacional.
4.1 Caracterização demográfica
4.1.1 População
De acordo com o Censo Demográfico de 2010 (IBGE, 2010), o município de
Laranjal Paulista, com área territorial de 384,27 km2
, apresentava densidade
demográfica de 67,65 hab./km2
e a população era constituída por 25.251 habitantes,
distribuídos da seguinte maneira: 12.465 homens (49,4%) e 12.786 (50,6%) mulheres.
Espacialmente, observa-se que, no período entre 1991 e 2010, houve um
aumento da população da área urbana em relação à da área rural (PNUD, IPEA e FJP,
2013), provavelmente devido às melhores condições de vida. Dessa maneira, em 2010,
1.257 pessoas residiam na zona rural, enquanto 11.529 pessoas ocupavam a área
urbana (IBGE, 2010).
Entre os anos de 1991 e 2000, a população de Laranjal Paulista cresceu a uma
taxa média anual de 1,63%, passando de 19.144 para 22.145 habitantes, mesma taxa
do Brasil, onde houve um crescimento de 1,63% no mesmo período. Já a taxa de
urbanização do município neste período aumentou de 83,06% para 88,43% (PNUD,
IPEA e FJP, 2013).
Entre 2000 e 2010, a população cresceu a uma taxa média anual de 1,32%,
passando de 22.145 para 25.251 habitantes, enquanto que no Brasil o crescimento foi
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de 1,17%. Já a taxa de urbanização do município neste período passou de 88,43%
para 89,55% (PNUD, IPEA e FJP, 2013).
A Tabela 1 apresenta a evolução e distribuição da população de Laranjal
Paulista de acordo com o gênero e localização espacial.
Tabela 1 3 Evolução e distribuição da população de Laranjal Paulista nos anos de 1991, 2000 e
2010
Informações
População
1991
(hab.)
% do
Total
1991
População
2000
(hab.)
% do
Total
2000
População
2010
(hab.)
% do
Total
2010
População total 19.144 100,00 22.145 100,00 25.251 100,00
Homens 9.780 51,09 11.061 49,95 12.465 49,36
Mulheres 9.364 48,91 11.084 50,05 12.786 50,64
Urbana 15.901 83,06 19.582 88,43 22.612 89,55
Rural 3.243 16,94 2.563 11,57 2.639 10,45
Fonte: PNUD, IPEA e FJP (2013).
Considerando ambos os sexos, a pirâmide etária abaixo (Figura 6) mostra que a
população de Laranjal Paulista é crescente nas faixas etárias mais jovens (até 29
anos), com leve predomínio de habitantes com idades entre 20 e 29 anos. A partir dos
25 anos, nota-se uma queda populacional gradativa.
A razão de dependência é o percentual da população com idade menor do que
15 anos e maior que 65 anos (dependente) em relação à população com faixa etária de
15 a 64 anos (potencialmente ativa); e taxa de envelhecimento é representada pela
razão entre os habitantes com idade igual ou maior do que 65 anos e a população total.
No período entre 1991 e 2010, a razão de dependência no município passou de
57,90% para 44,93% e a taxa de envelhecimento, de 7,40% para 10,04%, conforme
apresenta a Tabela 2 (PNUD, IPEA e FJP, 2013).
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Figura 6 3 Pirâmide etária da população de Laranjal Paulista em 2010
Fonte: IBGE (2010).
Tabela 2 3 Estrutura etária da população de Laranjal Paulista nos anos de 1991, 2000 e 2010
Estrutura Etária População
(1991)
% do Total
(1991)
População
(2000)
% do
Total
(2000)
População
(2010)
% do
Total
(2010)
Menos de 15 anos 5.604 29,27 5.640 25,47 5.294 20,97
15 a 64 anos 12.124 63,33 14.579 65,83 17.423 69,00
65 anos ou mais 1.416 7,40 1.926 8,70 2.534 10,04
Razão de dependência (%)
(Pop 0-14 anos / Pop 15-59
anos) x100. 57,90* - 51,90* - 44,93* -
Índice de envelhecimento (%)
(Pop>65 / Pop0-14)x100. 7,40* - 8,70* - 10,04* -
(*) População em porcentagem
Fonte: PNUD; IPEA; FJP (2013).
4.1.2 Projeção populacional
4.1.2.1 Metodologia
O estudo demográfico foi realizado utilizando um software do IBGE que aplica a
metodologia do sistema RCoortes. Este foi desenvolvido com o objetivo de elaborar as
projeções de população para pequenas áreas por sexo e idade. Seguindo a
metodologia da Relação de Coortes, têm-se como insumo as seguintes informações:
População do município, por sexo e idade simples, observada nos dois
últimos censos, no caso, ano de 2000 e 2010;
Uma projeção do Estado na qual pertence o município, por sexo e idade
simples;
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A relação de sobrevivência ao nascimento por sexo para o Estado;
As taxas específicas de fecundidade para o Estado.
A partir desses dados, obteve-se a projeção do município, até o ano de 2039.
4.1.2.2 Projeções
Foram projetadas as populações urbana, rural e total tanto para o município,
quanto para os distritos do município de Laranjal Paulista. Na Tabela 3, estão
apresentadas as projeções.
Vale ressaltar que a população do município estimada pelo IBGE para o ano de
2017 é de 27.890 hab.
Tabela 3 3 Projeção populacional para o município de Laranjal Paulista
Laranjal Paulista 3 total
Ano População Urbana (hab.) População Rural (hab.) População Total (hab.)
2011 22.907 2.676 25.583
2012 23.177 2.672 25.849
2013 23.415 2.686 26.101
2014 23.684 2.692 26.376
2015 23.943 2.698 26.641
2016 24.220 2.703 26.923
2017 24.473 2.716 27.189
2018 24.741 2.718 27.459
2019 24.987 2.736 27.723
2020 25.235 2.734 27.969
2021 25.475 2.743 28.218
2022 25.702 2.758 28.460
2023 25.941 2.764 28.705
2024 26.165 2.765 28.930
2025 26.396 2.772 29.168
2026 26.595 2.762 29.357
2027 26.793 2.760 29.553
2028 26.972 2.771 29.743
2029 27.147 2.772 29.919
2030 27.318 2.769 30.087
2031 27.462 2.769 30.231
2032 27.595 2.752 30.347
2033 27.715 2.737 30.452
2034 27.831 2.727 30.558
2035 27.934 2.708 30.642
2036 28.030 2.698 30.728
2037 28.104 2.675 30.779
2038 28.180 2.643 30.823
2039 28.229 2.622 30.851
Fonte: SHS (2017)
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No Tabela 4, estão apresentadas as populações urbana, rural e total projetadas
para o distrito de Laras.
Tabela 4 3 Projeção populacional para Laras
Laranjal Paulista 3 Laras
Ano População Urbana (hab.) População Rural (hab.) População Total (hab.)
2011 478 284 762
2012 475 276 751
2013 456 273 729
2014 454 268 722
2015 446 265 711
2016 441 262 703
2017 438 263 701
2018 434 261 695
2019 427 263 690
2020 418 260 678
2021 410 262 672
2022 402 263 665
2023 398 262 660
2024 394 260 654
2025 387 261 648
2026 380 259 639
2027 374 257 631
2028 368 257 625
2029 360 258 618
2030 352 254 606
2031 344 252 596
2032 338 245 583
2033 332 242 574
2034 325 237 562
2035 320 229 549
2036 312 218 530
0037 298 212 510
2038 287 202 489
2039 277 193 470
Fonte: SHS (2017)
No Tabela 5, estão as projeções para as populações urbana, rural e total do
distrito de Maristela.
Tabela 5 3 Projeção populacional para Maristela
Laranjal Paulista 3 Maristela
Ano População Urbana (hab.) População Rural (hab.) População Total (hab.)
2011 1.843 493 2.336
2012 1.878 496 2.374
2013 1.906 508 2.414
2014 1.941 511 2.452
2015 1.970 516 2.486
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Laranjal Paulista 3 Maristela
Ano População Urbana (hab.) População Rural (hab.) População Total (hab.)
2016 2.011 522 2.533
2017 2.046 530 2.576
2018 2.078 535 2.613
2019 2.114 541 2.655
2020 2.143 546 2.689
2021 2.172 553 2.725
2022 2.205 562 2.767
2023 2.239 570 2.809
2024 2.268 575 2.843
2025 2.312 584 2.896
2026 2.340 586 2.926
2027 2.375 589 2.964
2028 2.400 593 2.993
2029 2.434 595 3.029
2030 2.464 601 3.065
2031 2.490 611 3.101
2032 2.516 613 3.129
2033 2.542 615 3.157
2034 2.566 618 3.184
2035 2.595 625 3.220
2036 2.617 630 3.247
2037 2.647 632 3.279
2038 2.664 639 3.303
2039 2.687 643 3.330
Fonte: SHS (2017)
Figura 7 3 Projeção populacional para o município de Laranjal Paulista Total
Fonte: SHS (2017)
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Figura 8 3 Projeção populacional para o distrito de Laras
Fonte: SHS (2017)
Figura 9 3 Projeção populacional para o distrito de Maristela
Fonte: SHS (2017)
Nesses últimos anos a preocupação com o meio ambiente, a qualidade de vida,
a mitigação de problemas e a prevenção de futuros problemas devido ao crescimento
dos municípios, faz com que os mesmos criem normas e plano diretor, saneamento e
drenagem, para uma melhor gestão. A projeção populacional somada ao zoneamento
urbano norteiam o uso e ocupação do solo, apontando um melhor controle no
crescimento do município.
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5. Levantamento Planialtimétrico
O levantamento planialtimétrico para desenvolvimento do Plano Diretor de
Macrodrenagem Urbana foi precedido por visitas técnicas aos pontos críticos e
verificação de dados existentes.
Os levantamentos planialtimétricos foram detalhados suficientemente para a
elaboração de estudos hidráulicos e diagnósticos. Faz-se necessário, para a
elaboração de projetos básicos e executivos o levantamento planialtimétrico cadastral,
incluindo a identificação e detalhamento das interferências, bem como as
regularizações e laudos de propriedades das áreas privadas a serem desapropriadas.
As áreas consideradas críticas foram levantadas e são apresentadas neste
documento no Anexo 6.
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6. Análise e diagnóstico do município de Laranjal Paulista
O diagnóstico do sistema de drenagem de águas pluviais do município é feito
por meio de simulações hidrológicas e hidráulicas do cenário atual. O cenário atual
representa as condições de uso e ocupação do solo, grau de permeabilidade do
mesmo, efeitos da urbanização e dimensões e características das estruturas
existentes.
O diagnóstico do cenário atual é utilizado para o apontamento das condições
hidráulicas de canais naturais, artificiais e travessias no momento da ocorrência de
eventos hidrológicos intensos.
De acordo com ENGECORPS (2011), o sistema de abastecimento de água é
composto por 2 estações de captação, 8 reservatórios, 8 estações elevatórias, 1
estação pressurizada e rede de distribuição. O sistema de esgotos sanitários é
constituído por rede coletora, coletores tronco, 6 estações elevatórias, 1 estação de
tratamento de esgoto em construção tipo lagoa de estabilização, 1 estação operando
do tipo fossa séptica e 1 composta por 2 lagoas anaeróbias. O sistema de limpeza
urbana e manejo de resíduos sólidos faz a coleta em todo o município, sendo esse
material transportado até o aterro sanitário do município de Paulínia.
Constata-se não haver relação dos sistemas de água, esgoto e resíduos sólidos
com o sistema de drenagem urbana.
6.1 Estudos Hidrológicos
Os estudos hidrológicos para elaboração dos diagnósticos da situação atual
foram desenvolvidos através de métodos indiretos, isto é, calculando-se a chuva crítica
e convertendo-a em vazão.
A delimitação das bacias de contribuição foi realizada a partir da carta do IBGE
(Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), em escala 1:50.000, denominada
Laranjal Paulista, considerando as características hidrográficas, a topografia do terreno
e as seções de estudo (seções hidrológicas).
As seções hidrológicas são definidas pelos exutórios das bacias hidrográficas,
confluência com outro curso d’água, travessias, área crítica de inundação ou ponto
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crítico. Em outras palavras, a seção hidrológica localiza-se no ponto de estudo, onde
determinar-se-á a vazão.
Com base nas bacias de contribuição delimitadas, foi possível definir os
talvegues desde o divisor de água no ponto mais alto da bacia até a seção de estudo.
Para traçar os talvegues foram consideradas as curvas de nível de 20 em 20 metros
das cartas do IBGE supracitadas.
6.1.1 Declividade do talvegue
A declividade equivalente do talvegue da bacia de contribuição foi calculada a
partir da seguinte expressão, citada em São Paulo, 2005:
Equação 1
Em que:
Ie: declividade equivalente do talvegue;
L: comprimento do talvegue;
Lj: comprimento de cada trecho (com j= 1, 2,..., n);
Ij: declividade de cada trecho (com j= 1, 2,..., n);
Sendo n o número de trechos considerado no cálculo.
6.1.2 Equação de chuva (Intensidade-Duração-Frequência)
Para o estudo hidrológico do município de Laranjal Paulista foi utilizada a
equação de chuvas intensas da cidade de Tatuí (Equação 2), apresentada por Martinez
Junior e Magni (1999).
ø ù ø ù ø ù ú
û
ù
ú
û
ù
÷
÷
ø
ö
÷
÷
ø
ö
÷
ø
ö
÷
ø
ö
1
lnln8977,04766,0205111,5207523,19,
7609,07872,0
T
T
ttTti
Equação 2
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Para 10 f t f 1440.
Onde:
i: intensidade da chuva, correspondente à duração t e período de retorno
T, em mm/min;
t: duração da chuva em minutos;
T: período de retorno em anos.
6.1.3 Tempo de concentração
O tempo de concentração (tc) de uma bacia hidrográfica é o tempo mínimo
necessário para que toda a área da bacia contribua para o escoamento superficial na
seção final de saída da mesma. O tempo de concentração foi determinado utilizando-se
a Equação 3, citada em São Paulo, 2005.
385,0
2
57 ÷
÷
ø
ö
÷
÷
ø
ö
e
I
L
tc
Equação 3
Na qual:
tc: tempo de concentração (min);
L: comprimento do talvegue (km);
Ie: declividade equivalente (m/km)
Os dados utilizados para o cálculo do tempo de concentração são apresentados
na Tabela 7.
6.1.4 Relação chuva-deflúvio
Para quantificação das vazões de cheias, resultantes das chuvas intensas, é
obtida por processos de transformação da chuva em deflúvio superficial.
A complexidade desses processos pode ser simplificada através de modelos
matemáticos, que representam de forma bastante razoável a realidade do escoamento
de águas pluviais.
Existem muitos modelos matemáticos para transformar as precipitações que
ocorrem nas sub-bacias hidrográficas em vazões. A partir da intensidade de chuva, i(t),
é possível definir vazões de projeto. Estas refletem vários aspectos da bacia, tais
como:
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Área de drenagem;
Uso e ocupação do solo (permeabilidade);
Tipo de precipitação que ocorreu sobre a bacia.
Neste estudo os seguintes métodos foram utilizados:
I-PAI-WU: para bacias com área de contribuição entre 2,0 e 200 km2
;
Método Racional: para bacias com área de contribuição inferiores a 2,0
km2
.
6.1.4.1 Método I-PAI-WU
Este método é orientado pelo Manual de Cálculo das Vazões Máximas e
Mínimas nas Bacias Hidrográficas do Estado de São Paulo (PAIVA e PAIVA, 2001) e
consiste em um aprimoramento do Método Racional, podendo ser aplicado para bacias
com áreas de drenagem de até 200 km².
A expressão base para aplicação do método advém do método racional, sendo:
KAiCQ
9,0
278,0
Equação 4
Onde:
Q: vazão de cheia (m3
/s);
C: coeficiente de escoamento superficial;
i: intensidade da chuva crítica (mm/h);
A: área da bacia de contribuição (km2
);
K: coeficiente de distribuição espacial da chuva.
O coeficiente C da Equação 4 é determinado pela Equação 5.
1
2
1
2
C
C
F
C ÷
ø
ö
÷
ø
ö
Equação 5
O valor de C1 é avaliado para cada bacia de drenagem pela Equação 6.
F
C
2
4
1
Equação 6
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O parâmetro F, que relaciona o comprimento do talvegue principal com o
diâmetro do circulo que tem a mesma área da bacia, é definido pela Equação 7.
2
1
2 ÷
ø
ö
÷
ø
ö
A
L
F
Equação 7
O parâmetro C2 foi determinado fazendo-se uso de imagens de satélite (Figura
10) e pela determinação das características da cobertura do solo. O mapa de uso e
ocupação do solo é apresentado no Anexo 7.
Para determinação deste parâmetro, a cobertura do solo foi dividida em 5
classes, de acordo com a sua permeabilidade, descritos na Tabela 6. Para cada
cobertura do solo (ou classe), atribui-se um valor de C2, segundo valores apresentados
por Paiva e Paiva (2001) e Canholi (2005). Os valores de C2 de toda bacia hidrográfica
foram definidos pela ponderação dos coeficientes das diferentes áreas dentro da bacia,
em função do grau da permeabilidade (ou impermeabilidade), conforme descrito em
Paiva e Paiva (2001).
Tabela 6 3 Valores do coeficiente C2
Característica da superfície Classe de cobertura do
solo Valor de C2
Áreas de florestas e vegetação densa Permeabilidade muito alta 0,25
Áreas agrícolas, campo e plantações Permeabilidade alta 0,30
Áreas residenciais, de baixa densidade de
ocupação Permeabilidade média 0,50
Áreas residenciais, de média a alta densidade de
ocupação Permeabilidade baixa 0,70
Áreas impermeáveis de regiões centrais, vias e
telhados Permeabilidade muito baixa 0,80
Fonte: adaptado de Paiva e Paiva (2001) e Canholi (2005).
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Figura 10 3 Imagem das bacias hidrográficas da área de estudo
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A partir da definição destes parâmetros é necessário conhecer o vazão dos
trechos e das bacias hidrográficas nos pontos de interesse que são, em geral, os
canais, as travessias e estrangulamentos. A localização destes pontos é apresentada
no Anexo 8. Para o cálculo de vazões das seções hidrológicas de interesse, foram
determinados os parâmetros da Equação 4, apresentados na Tabela 7.
Tabela 7 3 Parâmetros para aplicação do I-PAI-WU
Exutório Área
(km2
)
L
talvegue
(km)
∆h (m)
Decliv.
média
(m/m)
Decliv.
equivalente
(m/m)
Tc (min) C2
S1.1 16,54 7,25 115 0,016 0,010 108 0,31
S2.1 0,73 1,43 97 0,068 0,064 15 0,34
S3.1 17,53 7,80 126 0,016 0,012 107 0,31
S4.1 0,65 1,12 79 0,070 0,047 14 0,46
S4.2 0,91 1,57 110 0,070 0,052 18 0,43
S5.1 18,43 7,61 126 0,017 0,012 104 0,31
S5.2 18,66 7,80 130 0,017 0,012 105 0,31
S5.3 18,75 7,80 133 0,017 0,013 104 0,31
S5.4 19,39 8,86 158 0,018 0,013 114 0,32
S6.1 0,33 0,87 53 0,061 0,029 14 0,33
S7.1 19,73 8,86 135 0,015 0,011 122 0,32
S7.2 23,00 9,89 141 0,014 0,010 137 0,32
S7.3 25,13 10,71 152 0,014 0,011 142 0,32
S8.1 0,28 0,71 61 0,086 0,056 9 0,70
S8.2 0,50 1,25 85 0,068 0,048 15 0,56
S8.3 1,15 1,70 89 0,052 0,028 24 0,47
S9.1 0,51 1,30 85 0,065 0,038 17 0,47
S10.1 0,22 0,80 54 0,067 0,051 11 0,34
S11.1 0,32 0,77 40 0,052 0,046 11 0,50
S11.2 0,62 1,46 67 0,046 0,037 19 0,45
S12.1 2,82 2,94 119 0,041 0,025 38 0,33
S13.1 3,45 2,94 120 0,041 0,016 45 0,35
S13.2 3,76 3,59 126 0,035 0,021 47 0,36
Os resultados da aplicação do método I-PAI-WU para a bacia hidrográfica do rio
Laranjal e demais cursos d’água nas seções de interesse, para diferentes tempos de
retorno (Tr), são mostrados na Tabela 8.
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Tabela 8 3 Vazões máximas para as seções de interesse calculadas pelo método do I-PAI-WU -
cenário atual
Exutório Qmáx (m³/s)
Tr
= 10 anos Tr
= 50 anos Tr
= 100 anos
S1.1 28,42 37,39 41,18
S2.1 5,29 6,92 7,61
S3.1 29,92 39,37 43,36
S4.1 6,68 8,74 9,61
S4.2 7,64 10,00 11,00
S5.1 32,05 42,16 46,44
S5.2 32,49 42,74 47,07
S5.3 32,75 43,08 47,45
S5.4 30,43 40,05 44,11
S6.1 2,57 3,36 3,69
S7.1 30,95 40,74 44,87
S7.2 33,06 43,53 47,95
S7.3 33,82 44,54 49,07
S8.1 5,47 7,15 7,86
S8.2 6,12 8,00 8,80
S8.3 9,40 12,31 13,54
S9.1 4,98 6,51 7,16
S10.1 1,96 2,56 2,81
S11.1 4,24 5,54 6,09
S11.2 5,43 7,10 7,81
S12.1 11,46 15,02 16,53
S13.1 14,90 19,53 21,49
S13.2 14,43 18,94 20,84
Em reuniões com a SHS, CERISO e Agente Técnico do FEHIDRO, foi
determinado por este que os coeficientes C2 devem ter valores mínimos diferentes dos
apresentados, pela SHS na Tabela 6 e que o coeficiente não seja obtido por média
ponderada. Assim, o método I-PAI-WU foi refeito analisando-se a mancha urbana de
cada sub-bacia apresentada e atribuindo os valores descritos na Tabela 9 para as
mesmas.
Devido ao acréscimo e subdivisão de bacias no município houve grande
variação na numeração das seções, de modo que somente algumas seções
apresentadas anteriormente poderão ser comparadas quanto aos novos valores de C2
e, respectivamente, suas vazões.
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Os valores dos coeficientes para cada sub-bacia e os resultados da aplicação do
método I-PAI-WU com valores de C2 corrigidos para cada sub-bacia hidrográfica são
apresentados no Anexo 9.
Tabela 9 - Valores mínimos do coeficiente C2 corrigidos
Uso do solo Classe de cobertura do solo Valor de C2
Áreas florestadas Permeabilidade muito alta 0,30
Zona Rural Permeabilidade alta 0,40
Zona Suburbana Permeabilidade média 0,60
Zona Urbana Permeabilidade baixa ou muito baixa 0,80
Fonte: Adaptado de São Paulo (2005) e Tomaz (2010).
Assim, os resultados da aplicação do método I-PAI-WU para a bacia hidrográfica
do rio Laranjal e demais cursos d’água nas seções de interesse, para diferentes
tempos de retorno (Tr), passam a ter os valores mostrados na Tabela 10.
Tabela 10 3 Vazões máximas obtidas com coeficiente C2 corrigido
Exutório C2
corrigido
Qmáx (m³/s)
Tr = 10
anos
Tr = 50
anos
Tr = 100
anos
S1.1 0,40 37,25 49,00 53,97
S2.1 0,50 7,69 10,07 11,07
S3.1 0,40 39,21 51,58 56,81
S4.1 0,60 8,75 11,44 12,58
S4.2 0,60 10,77 14,10 15,50
S5.1 0,50 52,21 68,68 75,64
S5.2 0,50 52,27 68,76 75,73
S5.3 0,50 52,94 69,64 76,70
S5.4 0,50 50,24 66,11 72,82
S6.1 0,50 3,95 5,16 5,68
S7.1 0,50 48,91 64,37 70,91
S7.2 0,50 51,80 68,20 75,14
S7.3 0,50 54,33 71,54 78,82
S7.4 0,50 55,06 72,51 79,88
S8.1 0,80 6,23 8,14 8,95
S8.2 0,70 7,59 9,93 10,91
S8.3 0,60 11,87 15,55 17,11
S8.4 0,60 11,94 15,65 17,22
S9.1 0,60 6,33 8,28 9,11
S9.2 0,60 7,60 9,94 10,94
S10.1 0,50 2,91 3,80 4,18
S10.2 0,50 5,25 6,87 7,56
S11.1 0,60 5,03 6,58 7,24
S11.2 0,60 7,23 9,47 10,41
S12.1 0,50 17,54 23,00 25,31
S13.1 0,50 19,43 25,49 28,05
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Exutório C2
corrigido
Qmáx (m³/s)
Tr = 10
anos
Tr = 50
anos
Tr = 100
anos
S13.2 0,50 19,98 26,21 28,85
S13.3 0,50 20,11 26,40 29,05
S14.1 0,40 6,43 8,44 9,29
S15.1 0,40 0,93 1,21 1,33
S16.1 0,40 0,69 0,90 0,99
S17.1 0,40 0,64 0,84 0,93
S18.1 0,40 9,31 12,26 13,50
S19.1 0,60 2,62 3,43 3,77
S20.1 0,60 5,08 6,65 7,32
S21.1 0,50 1,57 2,05 2,25
S22.1 0,60 8,76 11,46 12,61
S23.1 0,60 5,24 6,86 7,54
S24.1 0,50 4,75 6,21 6,82
S25.1 0,40 2,20 2,88 3,16
S26.1 0,40 1,08 1,42 1,56
S27.1 0,40 1,86 2,43 2,67
S28.1 0,50 4,16 5,44 5,99
S29.1 0,50 5,97 7,82 8,60
S30.1 0,50 22,88 30,07 33,10
S30.2 0,50 24,43 32,11 35,35
6.1.4.2 Método Racional
O método racional pode ser utilizado em bacias com áreas inferiores a 2 km2
. É,
portanto, adequado para o cálculo de redes de drenagem de águas pluviais. Porém, o
método é inadequado para bacias maiores e mais complexas, pois não representa
importantes variáveis hidrológicas, dentre elas armazenamento de água no solo e
variações de intensidade da precipitação (PAIVA e PAIVA, 2001).
Para a verificação da condição rede de microdrenagem foi utilizando o método
racional (Equação 8).
6
106,3
AIC
Q
Equação 8
Onde:
Q: vazão (m³/s);
C: coeficiente de escoamento superficial (adimensional);
A: área de contribuição (m²);
I: intensidade de chuva (mm/h).
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O parâmetro C foi determinado analisando-se a mancha urbana de cada
microbacia. A cobertura do solo foi dividida em cinco classes, de acordo com a sua
permeabilidade, descritos na Tabela 11 Para cada cobertura do solo (ou classe),
atribui-se um valor de C, segundo valores apresentados por Paiva e Paiva (2001) e
Tucci et al. (1995) e São Paulo (2005).
Tabela 11 3 Valores do coeficiente C
Característica da superfície Classe de cobertura do solo Valor de C
Áreas de florestas e vegetação densa Permeabilidade muito alta 0,20
Áreas gramadas e solo exposto Permeabilidade alta 0,30
Áreas residenciais, de baixa
densidade de ocupação Permeabilidade média 0,50
Áreas residenciais, de média a alta
densidade de ocupação Permeabilidade baixa 0,70
Áreas impermeáveis de regiões
centrais, vias e telhados Permeabilidade muito baixa 0,90
Fonte: adaptado de Paiva e Paiva (2001) e Tucci et al. (1995) e São Paulo (2005).
A aplicação do método racional requer que a duração da chuva seja igual ao
tempo de concentração. O Tc para microbacias deve ser igual a 10 minutos (TUCCI et
al., 1995). Portanto, para Tc=10 minutos e Tr de 10 anos, a intensidade de chuva é de
119,83 mm/h.
6.1.4.3 Dados de monitoramento
A bacia hidrográfica do rio Sorocaba, desde sua nascente até o município de
Laranjal Paulista, apresenta complexidade em sua modelagem, uma vez que tem
influência da regularização de vazões produzidas pelas barragens das usinas
hidrelétricas.
As barragens existentes na bacia do rio Sorocaba formam o Complexo
Sorocaba, operado pela Votorantim Energia, composto por 2 usinas hidrelétricas
(Itupararanga e Jurupará) e 2 centrais geradoras hidrelétricas (Votorantim e Santa
Helena).
Para a determinação das vazões máximas do rio Sorocaba na seção de estudo
no município de Laranjal Paulista utilizaram-se as vazões medidas pela Agência
Nacional de Águas (ANA), disponíveis no Sistema Nacional de Informações sobre
Recursos Hídricos (SNIRH). A estação de monitoramento mais próxima de Porto Feliz
é a estação 62555000, localizada no município de Laranjal Paulista. A análise dos
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dados permitiu constatar que a máxima vazão é de 516,00 m³/s e que esta possui um
período de recorrência de 10 anos.
Os dados de monitoramento, apresentados na Tabela 12, foram organizados em
ordem decrescente, de onde pode-se avaliar a frequência e o Tr do evento. Os dados
foram plotados na curva Tr x Q (período de retorno versus vazões). Em seguida
determinou-se a curva de tendência e, por fim, a mesma foi extrapolada para
determinação das vazões para recorrência de 10, 50 e 100 anos (Figura 11).
Tabela 12 3 vazões monitoradas na estação 62555000
Vazão
Efluente
(m³/s)
n° de
ordem Frequência
Tr
(anos)
01/03/1974 1 0,10 10,0
01/02/1977 2 0,20 5,0
01/01/1977 3 0,30 3,3
01/02/1970 4 0,40 2,5
01/03/1976 5 0,50 2,0
01/01/1974 6 0,60 1,7
01/06/1976 7 0,70 1,4
01/10/1972 8 0,80 1,3
01/02/1973 9 0,90 1,1
01/09/1976 10 1,00 1,0
01/02/1976 11 1,10 0,9
01/03/1970 12 1,20 0,8
01/02/1975 13 1,30 0,8
01/12/1975 14 1,40 0,7
01/05/1976 15 1,50 0,7
01/02/1972 16 1,60 0,6
01/11/1975 17 1,70 0,6
01/10/1976 18 1,80 0,6
01/03/1977 19 1,90 0,5
01/04/1974 20 2,00 0,5
01/03/1975 21 2,10 0,5
01/01/1975 22 2,20 0,5
01/07/1976 23 2,30 0,4
01/01/1972 24 2,40 0,4
01/02/1974 25 2,50 0,4
01/01/1973 26 2,60 0,4
01/11/1978 27 2,70 0,4
01/12/1974 28 2,80 0,4
01/08/1976 29 2,90 0,3
01/12/1977 30 3,00 0,3
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Vazão
Efluente
(m³/s)
n° de
ordem Frequência
Tr
(anos)
01/03/1972 31 3,10 0,3
01/11/1972 32 3,20 0,3
01/04/1977 33 3,30 0,3
01/01/1976 34 3,40 0,3
01/12/1973 35 3,50 0,3
01/11/1969 36 3,60 0,3
01/12/1976 37 3,70 0,3
Figura 11 3 curva Tr x vazão das vazões monitoradas na estação 62555000
As vazões calculadas para Tr de 10, 50 e 100 anos são, respectivamente,
519,26 m³/s, 704,89 m³/s e 784,84 m³/s. Os dados foram utilizados para análise de
cheias do rio Sorocaba e seus impactos na região dos bairros da Ponte, COHAB João
Roma e Vila Deneno (trechos 10, 11 e 12), apresentados nos itens seguintes.
6.2 Estudos Hidráulicos
6.2.1 Hidráulica de canais
O escoamento em superfície livre pode ser permanente e não permanente. O
escoamento em regime permanente uniforme pode ser representado pela equação de
Manning (PORTO et al., 1998), Equação 9.
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Para trecho em canal longo
3
2
0
RhA
n
S
Q
Equação 9
Onde:
h: nível de água no canal (m);
B: largura do canal ao nível de água máximo (m);
m: inclinação das paredes do canal trapezoidal (horizontal/vertical)
A: área molhada (m²);
P: Perímetro molhado (m);
Rh: Raio Hidráulico (m) = A/P;
Q: vazão (m³/s);
So: declividade do canal (m/m);
n: rugosidade de Manning;
L: Comprimento da Travessia (m);
Ø ou D: diâmetro da tubulação (m);
A partir dos dados de levantamentos de campo foram verificados os trechos dos
canais existentes para vazões com diferentes períodos de retorno. O preenchimento na
cor verde indica que o trecho atende à demanda hidrológica para o período de retorno
em questão. A cor vermelha indica que o trecho não atende.
O resumo dos resultados é apresentado na Tabela 13, onde a primeira coluna
apresenta, para o trecho correspondente, a vazão no canal sem transbordamento. A
memória de cálculo completa, incluindo a descrição da localização dos trechos, pode
ser consultada no Anexo 10.
Tabela 13 3 Resumo da hidráulica dos canais 3 cenário atual
Trecho Qmax
(m3
/s)
Q (m3
/s)
Tr = 10 anos Tr = 50 anos Tr = 100 anos
1 91,31 39,21 51,58 56,81
2 261,25 52,21 68,68 75,64
3 125,56 52,94 69,64 76,70
4 12,17 6,23 8,14 8,95
5 41,50 7,59 9,93 10,91
6 114,14 11,87 15,55 17,11
7 214,95 5,03 6,58 7,24
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Trecho Qmax
(m3
/s)
Q (m3
/s)
Tr = 10 anos Tr = 50 anos Tr = 100 anos
8 20,37 7,23 9,47 10,41
9 64,78 19,98 26,21 28,85
10 1112,68 525,61 712,05 792,34
11 913,11 525,61 712,05 792,34
12 1074,43 525,61 712,05 792,34
6.2.2 Hidráulica de pontes, travessias e bueiros
São verificados os efeitos das travessias (pontes) existentes ao longo dos canais
para vazões com diferentes períodos de retorno. As travessias foram verificadas
quanto aos efeitos de estreitamento e alargamento e possibilidade de transbordamento.
A verificação das travessias foi realizada utilizando-se as Equações 10 a 14, que
advém da equação de Bernoulli ( PORTO et al., 1998) generalizada, para os casos de
estreitamento e alargamento.
Para trecho de estreitamento ou alargamento
21 hEE
Equação 10
sendo:
g
V
yE
2
2
2
Equação 11
e:
g
V
h
2
1,0
2
2
Equação 12
Portanto, para canais retangulares:
ø ù ø ù ø ù
)²(2
1,0
)²(2)²(2 22
2
222
22
2
2 222
2
11
2
2 111
1
yBg
yBV
yBg
yBV
y
yBg
yBV
y
Equação 13
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Onde:
g: aceleração da gravidade = 9,81 m/s²;
B1: largura do canal à montante da ponte (m);
B2: largura do canal sob a ponte (m);
V1: velocidade da água à montante da travessia (m²/s);
V2: velocidade da água sob a travessia (m²/s);
y1: nível de água à montante da travessia (m);
y2: nível de água sob a travessia (m).
Para os casos de afogamento da travessia e seções circulares, utilizou-se a
Equação 14. Para seções circulares, a variável 5b6 é definida em função de uma área
equivalente à área molhada da travessia.
Para orifício de grandes dimensões
÷
ø
ö
÷
ø
ö
2
3
1
2
3
2 2
3
2
hhbgCdQ
Equação 14
Onde:
Q: vazão (m³/s);
g: aceleração da gravidade = 9,81 m/s²;
b: largura da ponte (m);
Cd: coeficiente de descarga;
h1: nível de água à montante da travessia (m);
h2: nível de água sob a travessia (m).
Foram verificadas as travessias existentes para diferentes períodos de retorno.
O preenchimento na cor verde indica que a travessia atende sem afogamento à
demanda hidrológica para o período de retorno em questão. A cor vermelha indica que
o trecho não atende à demanda hidrológica para o período de retorno em questão.
O resumo dos resultados é apresentado na Tabela 14, onde a primeira coluna
apresenta, para a travessia correspondente, a vazão máxima sem transbordamento. A
memória de cálculo completa pode ser consultada no Anexo 11.
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Tabela 14 3 Resumo da hidráulica das travessias 3 cenário atual
Travessia Qmax
(m3
/s)
Q (m3
/s)
Tr = 10 anos Tr = 50 anos Tr = 100 anos
1 2,90 7,69 10,07 11,07
2 1,86 8,75 11,44 12,58
3 122,09 52,21 68,68 75,64
4 109,95 52,21 68,68 75,64
5 177,51 52,27 68,76 75,73
6 127,84 52,94 69,64 76,70
7 0,62 3,95 5,16 5,68
8 310,46 51,80 68,20 75,14
9 9,89 53,90 70,98 78,20
10 12,58 7,59 9,93 10,91
11 11,83 11,87 15,55 17,11
12 3,08 6,33 8,28 9,11
13 1,30 2,91 3,80 4,18
14 7,39 19,43 25,49 28,05
15 9,51 19,98 26,21 28,85
6.3 Rede de drenagem de águas pluviais
A análise da condição hidráulica da rede de drenagem de águas pluviais,
também denominada por sistema de microdrenagem, composta por sarjetas, bocas de
lobo, tubulações e poços de visita, foi feita para vazões com período de retorno (Tr) de
10 anos (PAIVA e PAIVA, 2001 e TUCCI et al., 1991).
O traçado da rede de microdrenagem, identificação e localização dos
componentes do sistema são apresentados no Anexo 12. A verificação dos trechos da
rede foi realizada utilizando-se a Equação 9 e apresenta-se no Anexo 13.
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7. Análise do cenário futuro
A análise do cenário futuro é feita para verificação das condições das estruturas
hidráulicas existentes frente ao crescimento populacional e urbanização futura das
áreas de estudo, alteração dos índices de ocupação e do grau de permeabilidade do
solo, que por sua vez, produzem aumento das vazões máximas.
A ausência do mapa de zoneamento no plano diretor do município resulta em
dificuldades na definição de critérios de uso e ocupação do solo do município para o
horizonte de projeto do presente trabalho.
As áreas de expansão e áreas passíveis de ocupação do solo por edificações
futuras foram definidas adotando-se o cenário mais crítico de drenagem de águas
pluviais. Para tanto, foram analisados os prováveis vetores de crescimento urbano, de
modo a aproveitar a infraestrutura existente, a consolidação das áreas urbanizadas e a
ocupação de vazios urbanos.
Os critérios de projetos e obras para novos loteamentos relacionados à
drenagem de águas pluviais, tais como o uso de dispositivos de controle de
escoamento superficial, preservação de áreas permeáveis e técnicas compensatórias
de drenagem são representados pela definição dos coeficientes de escoamento
superficial, de modo que representem os efeitos da urbanização da bacia hidrográfica
de forma moderada.
Os princípios de controle de produção de escoamento superficial e da ampliação
das vazões de pico seguem as diretrizes citadas em BRASIL (2012), em que novos
empreendimentos não podem agravar ou comprometer as condições de funcionamento
existente.
7.1 Estudos Hidrológicos
7.1.1 Método I-PAI-WU
Os valores de C2 adotados para cada zona foram definidos conforme critérios
estabelecidos em Laranjal Paulista (2006). As caraterísticas de cada zona, no que se
refere a hidrologia e drenagem de águas pluviais, são descritas resumidamente a
seguir:
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Macrozona rural: é aquela constituída exclusivamente por áreas que são
destinadas às atividades agropecuárias, minerarias e afins.
Macrozona urbana: é aquela, definida, a partir de áreas urbanizadas ou,
que já estão comprometidas com a ocupação, pela existência de
parcelamentos e servida por alguns melhoramentos, como rede de
iluminação pública, abastecimento de água, esgotos sanitários, galerias de
águas pluviais, existência de vias, sendo pavimentadas ou não, seja na
sede do Município ou seja nos Distritos de Maristela e de Laras.
Zonas isoladas de expansão urbana: são aquelas delimitadas para
regularizar loteamentos de chácaras de lazer na zona rural e definidas a
partir das áreas urbanizadas ou já comprometidas com a ocupação pela
existência de parcelamentos e servidas por alguns melhoramentos, como
rede de iluminação pública, abastecimento de água, esgotos sanitários,
existência de vias, sendo pavimentadas ou não, localizadas fora da área
urbana do Município.
Zona de expansão industrial: é a área destinada a abrigar atividades que
são exclusivamente industriais ou outras atividades correspondentes.
Conforme indicado pelo agente técnico do FEHIDRO, os valores do coeficiente
C2 definidos pelas características de uso dos solos são apresentados na Tabela 15.
Assim, os valores de C2 para cada sub-bacia são apresentados na Tabela 16.
Tabela 15 3 Valores de C2 para Zoneamento Urbano
Descrição do zoneamento C2
Macrozona rural 0,40
Macrozona urbana 0,80
Zonas isoladas de expansão urbana 0,60
Zona de expansão industrial 0,80
Tabela 16 3 Parâmetros C2 para aplicação do I-PAI-WU 3 cenário futuro
Exutório C2 (cenário atual) C2 (cenário futuro)
S1.1 0,40 0,50
S2.1 0,50 0,80
S3.1 0,40 0,60
S4.1 0,60 0,80
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Exutório C2 (cenário atual) C2 (cenário futuro)
S4.2 0,60 0,80
S5.1 0,50 0,60
S5.2 0,50 0,60
S5.3 0,50 0,60
S5.4 0,50 0,60
S6.1 0,50 0,80
S7.1 0,50 0,70
S7.2 0,50 0,70
S7.3 0,50 0,70
S7.4 0,50 0,80
S8.1 0,80 0,80
S8.2 0,70 0,80
S8.3 0,60 0,80
S8.4 0,60 0,80
S9.1 0,60 0,80
S9.2 0,60 0,80
S10.1 0,50 0,80
S10.2 0,50 0,80
S11.1 0,60 0,80
S11.2 0,60 0,80
S12.1 0,50 0,80
S13.1 0,50 0,80
S13.2 0,50 0,80
S13.3 0,50 0,80
S14.1 0,40 0,80
S15.1 0,40 0,80
S16.1 0,40 0,80
S17.1 0,40 0,80
S18.1 0,40 0,50
S19.1 0,60 0,80
S20.1 0,60 0,80
S21.1 0,50 0,80
S22.1 0,60 0,80
S23.1 0,60 0,80
S24.1 0,50 0,80
S25.1 0,40 0,80
S26.1 0,40 0,80
S27.1 0,40 0,60
S28.1 0,50 0,80
S29.1 0,50 0,80
S30.1 0,50 0,60
S30.2 0,50 0,60
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Os resultados da aplicação do método I-PAI-WU para a bacia hidrográfica do rio
de Conchas e seções de interesse, para diferentes tempos de retorno (Tr), são
mostrados no Anexo 14.
.
7.2 Estudos Hidráulicos
7.2.1 Hidráulica de canais
O resumo dos resultados dos estudos hidráulicos dos canais é apresentado na
Tabela 17, onde na primeira coluna são apresentadas as vazões máximas nos trechos
e nas demais as vazões para diversos períodos de retorno. A memória de cálculo
completa pode ser consultada no Anexo 10.
Tabela 17 3 Resumo da hidráulica dos canais 3 cenário futuro
Trecho Qmáx
(m3
/s)
Q (m3
/s)
Tr=10 anos Tr=50 anos Tr=100 anos
1 91,31 58,18 76,53 84,29
2 261,25 62,65 82,41 90,77
3 125,56 63,53 83,57 92,04
4 12,17 6,23 8,14 8,95
5 41,50 8,67 11,34 12,47
6 114,14 15,83 20,74 22,81
7 214,95 6,76 8,84 9,72
8 20,37 9,64 12,62 13,88
9 64,78 31,97 41,94 46,16
10 1112,68 525,61 712,05 792,34
11 913,11 525,61 712,05 792,34
12 1074,43 525,61 712,05 792,34
7.2.2 Hidráulica de pontes, travessias e bueiros
O resumo dos resultados dos estudos hidráulicos das travessias é apresentado
na Tabela 18. A memória de cálculo completa pode ser consultada no Anexo 11.
Tabela 18 3 Resumo da hidráulica das travessias 3 cenário futuro
Travessia Qmáx
(m3
/s)
Q (m3
/s)
Tr=10 anos Tr=50 anos Tr=100 anos
1 2,90 12,31 16,11 17,71
2 1,86 11,66 15,26 16,78
3 122,09 62,65 82,41 90,77
4 109,95 62,65 82,41 90,77
5 177,51 62,72 82,51 90,87
6 127,84 63,53 83,57 92,04
7 0,62 6,31 8,26 9,08
8 310,46 72,52 95,48 105,19
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Travessia Qmáx
(m3
/s)
Q (m3
/s)
Tr=10 anos Tr=50 anos Tr=100 anos
9 9,89 75,45 99,37 109,48
10 12,58 8,67 11,34 12,47
11 11,83 15,83 20,74 22,81
12 3,08 8,44 11,04 12,14
13 1,30 4,65 6,08 6,69
14 7,39 31,09 40,78 44,88
15 9,51 31,97 41,94 46,16
7.3 Rede de drenagem de águas pluviais
A análise da condição hidráulica da rede de drenagem de águas pluviais para o
cenário futuro fez-se por meio da alteração do coeficiente de escoamento superficial C
das áreas propícias à urbanização.
Nesta análise são verificados os efeitos da ampliação de vazão em decorrência
da urbanização de bacias para as estruturas existentes. A verificação dos trechos da
rede para o cenário futuro apresenta-se no Anexo 15.
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8. Resultados dos diagnósticos
Os resultados dos diagnósticos das situações atual e futura das áreas com
problemas de drenagem de águas pluviais do município, os quais possibilitarão a
indicação das soluções, são apresentados nos itens seguintes.
Os pontos considerados adequados não são citados, uma vez que não haverá
proposição de ações ou medidas corretivas já foram tomadas.
As avaliações compreendidas por análises e simulações hidrológicas e
hidráulicas, mapeamento de áreas inundáveis, levantamentos em campo e visitas
técnicas, permitiram a apresentação no presente diagnóstico, dos problemas de
drenagem de águas pluviais do município tanto para o cenário atual quanto para o
cenário futuro, principalmente aqueles relacionados à macrodrenagem.
Os maiores problemas de drenagem de águas pluviais estão associados à
microdrenagem, devido à ausência de estruturas ou seu subdimensionamento,
travessias subdimensionadas, erosão e assoreamento.
Não há histórico de inundações nas confluências dos córregos afluentes ao rio
Sorocaba com o mesmo. No entanto, recomenda-se a não ocupação da APP e a
preservação da mesma, além da restrição de ocupação das áreas entre a rodovia
Marechal Rondon com o rio Sorocaba e nas áreas de inundação deste.
O ponto P25 atende à demanda atual e futura de vazão e, portanto, não são
indicadas ações neste local.
Não foi verificada nenhuma interferência direta dos sistemas de drenagem
urbana com os demais sistemas de saneamento.
8.1 Ponto 1 – Travessia na Rua Lázaro Pires
A travessia localiza-se na Rua Lázaro Pires sobre o Rio Laranjal, próximo à Rua
Demetriff S. Abud. (Figura 12), no bairro Pedro Pinto. Tem capacidade de vazão de
127,84 m³/s, e o trecho a montante tem capacidade de suportar vazão de 125,56 m³/s
sem ocorrência de transbordamento, ambas superiores à estimada para TR de 100
anos para cenário futuro (92,04 m³/s).
Também foram encontrados indícios da ocorrência de processos erosivos e
resíduos sólidos no leito do rio (Figura 13). Deste modo, é necessário efetuar limpeza
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do leito do rio na região da travessia, bem como proteção dos taludes para conter a
erosão.
Figura 12 3 Vista a montante de travessia na Rua Lázaro Pires (esquerda), vista a jusante (direita)
Fonte: SHS (2017).
Figura 13 3 Evidências de processos erosivos no Rio Laranjal junto à travessia na Rua Lázaro
Pires
Fonte: SHS (2017).
8.2 Ponto 2 – Travessia na rua São Salvador
Localizada na Rua São Salvador sobre o rio Laranjal, próxima à Rua Sião Aun,
bairro Vila Zalla, a travessia apresenta capacidade de vazão máxima de 177,51 m³/s,
superior à vazão estimada para TR de 100 anos (90,87 m³/s).
Durante visita foi observada a ausência de mata ciliar no trecho à montante da
travessia, assim como a ocupação da Área de Preservação Permanente (APP) do rio e
o despejo de resíduos sólidos nas margens e leito do mesmo (Figura 14).
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Assim, é necessária a restauração da mata ciliar na região da travessia, a futura
desocupação das APPs e a limpeza da margem do rio seguida da sinalização proibitiva
ao despejo de resíduos sólidos.
Figura 14 3 Vista à montante de travessia na Rua São Salvador (esquerda), vista à jusante (direita)
Fonte: SHS (2017).
8.3 Ponto 3 – Travessia na Rua Dona Stela
A travessia está localizada na Rua Dona Stela sobre o Rio Laranjal, próxima à
Rua Dona Elizabeth e à Avenida IV Centenário, bairro Vila Zalla. Tem capacidade de
vazão de 109,95 m³/s, e o trecho à montante da mesma suporta vazões de 261,25 m³/s
sem ocorrência de transbordamento, ambas superiores à calculada para Tr de 100
anos, cenário futuro (90,77 m³/s).
Do mesmo modo que no ponto anterior, não foi encontrada mata ciliar nas
proximidades da travessia, sendo a APP do rio ocupada por moradias e com o despejo
de resíduos sólidos (Figura 15). Também foi notado pontos de assoreamento no leito
do curso d’água.
Sendo assim, é necessário que na região da travessia seja feito o
desassoreamento do leito do rio, a restauração da mata ciliar, a desocupação futura
das APPs, a limpeza do local e prevenção contra o descarte de resíduos sólidos.
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Figura 15 3 Travessia na Rua Dona Stela (esquerda), vista à montante (direita)
Fonte: SHS (2017).
8.4 Ponto 4 – Travessia na Avenida São Paulo
A travessia na Avenida São Paulo, sobre o Rio Laranjal, está localizada entre a
Avenida IV Centenário e Avenida Zalla, bairro Vila Zalla. Tem capacidade de vazão de
122,09 m³/s, e o trecho à montante da mesma suporta vazões de 91,31 m³/s sem
ocorrência de transbordamento, ambas superiores à calculada para Tr de 100 anos,
cenário futuro (84,29 m³/s).
Foi observada a ausência de mata ciliar no trecho à jusante da travessia, assim
como a ocupação da APP do rio, o despejo de resíduos sólidos e a existência de
processos erosivos em uma das margens do mesmo (Figura 16).
Assim, é necessária a restauração da mata ciliar na região da travessia, a futura
desocupação das APPs, a limpeza da margem do rio seguida da sinalização proibitiva
ao despejo de resíduos sólidos e a restauração dos taludes em processo de erosão.
Figura 16 3 Travessia da Avenida São Paulo (esquerda), vista à jusante (direita)
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Fonte: SHS (2017).
8.5 Ponto 5 – Avenida João Batista Marcon
O ponto localiza-se na Avenida João Batista Marcon, entre a Rua Bartolomeu de
Gusmão e a Rua Gaspar Ricardo, Jardim Pedro Zalla. O ponto foi indicado pela
Prefeitura Municipal como crítico, suscetível à alagamentos.
Durante visita foi observada a construção de novas estruturas de drenagem na
via, a qual se encontra em um ponto de cota baixo da cidade e recebe boa parte do
escoamento superficial de regiões à montante. A Rua Bartolomeu de Gusmão e a Rua
Gaspar Ricardo não possuem estruturas de captação de águas pluviais, de modo que o
escoamento se concentra na Avenida João Batista causando alagamento do local
(Figura 17).
A capacidade de escoamento da rede em questão é de 0,96 m³/s e a vazão
máxima a ser escoada é de 1,92 m³/s.
Assim, toda a rede de drenagem de águas pluviais existente deve ser
substituída.
Figura 17 3 Trecho da Avenida João Batista Marcon entre a Rua Bartolomeu de Gusmão e a Rua
Bairro São Benedito
Fonte: SHS (2017).
8.6 Ponto 6 – Rua 13 de Maio
Encontro da Rua 13 de Maio com a Rua 10 de Outubro, próximo ao Largo São
João, bairro Terras do Laranjal. O ponto foi indicado pela Prefeitura Municipal como
crítico, suscetível à inundação.
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Foi observada a existência de estruturas de drenagem no local, havendo
inclusive uma grelha atravessando toda a largura da Rua 13 de Maio (Figura 18).
Contudo essas estruturas encontram-se assoreadas ou obstruídas por resíduos
sólidos, dificultando a captação do escoamento superficial.
A capacidade de escoamento da rede em questão é de 0,55 m³/s e a vazão
máxima produzida pela sub-bacia é 1,19 m³/s. Assim, a rede de drenagem deve ser
substituída.
Figura 18 3 Encontro da Rua 13 de Maio com a Rua 10 de Outubro
Fonte: SHS (2017).
8.7 Ponto 7 – Rua Donato Pastre
Localizado no final da Rua Donato Pastre, próximo da Rua Haideé Tumolin e da
Rua Alberto A. Bellotto, no bairro Jardim São Cristovão, o local se encontra no ponto de
cota mais baixa da via e das proximidades, recebendo boa parte do escoamento
superficial das regiões à montante. Foi observada a ausência de estruturas de
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drenagem ao longo da via, havendo apenas uma boca de lobo e duas grelhas na Rua
Alberto A. Bellotto junto ao encontro com a Rua Donato Pastre.
A capacidade de escoamento do trecho é de 3,53 m³/s e a vazão produzida pela
área de contribuição é 1,07 m³/s.
Figura 19 3 Final da Rua Donato Pastre
Fonte: SHS (2017).
A rede de drenagem que passa sob a Rua Donato Pastre lança sua vazão no
córrego sem nome, afluente do Rio Laranjal, logo a jusante do final da via. Este
lançamento é feito sem dissipação de energia, tornando o local mais vulnerável a
ocorrência de processos erosivos. Também foi presenciado o lançamento de esgoto
sanitário no córrego.
Figura 20 3 Lançamento à jusante da Rua Donato Pastre
Fonte: SHS (2017).
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Deste modo é necessária a implantação e estruturas que complementem a rede
de drenagem existente, além da implantação de estrutura de dissipação de energia na
região de lançamento no curso d’água.
8.8 Ponto 8 – Rua Suaidan Abud
O ponto localiza-se no encontro da Rua Suaidan Abud com a Alameda
Gardenaldo, próximo à Rua José M. de Oliveira e logo à montante do Ponto 7, bairro
Vila Toti. O local foi indicado pela Prefeitura Municipal como crítico, suscetível à
inundação.
Observou-se a existência de estruturas de drenagem nas proximidades do local
(Figura 21). No entanto, este recebe contribuição do escoamento superficial de
diversas áreas à montante cujas vias não possuem sistema de captação adequado,
aumentando a vazão do escoamento no ponto.
Figura 21 3 Encontro da Rua Suaidan Abud com a Alameda Gardenaldo
Fonte: SHS (2017).
A capacidade de escoamento do trecho é de 3,53 m³/s e a vazão produzida pela
área de contribuição é 1,07 m³/s. Assim, é necessária a implantação de estruturas de
captação para a região em questão.
8.9 Ponto 9 – Avenida da Saudade
Encontro da Avenida da Saudade com a Rua Governador Pedro de Toledo,
próximo a Praça Armando de Sales Oliveira, bairro Terras do Laranjal.
Foi observada a existência de estruturas de drenagem nas proximidades do
local, assim como ao longo da Avenida da Saudade (Figura 22). Contudo é importante
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ressaltar que a declividade de boa parte da região direciona e concentra o escoamento
superficial para o local, tornando-o mais vulnerável à enchentes.
A capacidade de escoamento da rede em questão é de 0,11 m³/s e a vazão
produzida pela área de contribuição é de 0,14 m³/s. Assim, é necessário o
redimensionamento e adequação do trecho limitante.
Figura 22 3 Encontro da Avenida da Saudade com a Rua Gov. Pedro de Toledo
Fonte: SHS (2017).
8.10 Ponto 10 – Rua Governador Pedro de Toledo
Localizado no encontro da Rua Gov. Pedro de Toledo com a Rua Nicolau Jacob,
próximo à Rua Francisco Manente, no bairro Vila Manente, foi observada a existência
de estruturas de captação no local, no entanto o sistema de drenagem não se estende
para o trecho da Rua Nicolau Jacob à montante (Figura 23). A declividade elevada
desta mesma via aumenta a velocidade do escoamento superficial, dificultando a
captação da vazão pelas bocas de lobo e grelhas existentes.
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Figura 23 3 Esquina da Rua Gov. Pedro de Toledo com a Rua Nicolau Jacob
Fonte: SHS (2017).
A capacidade de escoamento da rede é de 0,84 m³/s e a vazão máxima
estimada é de 0,78 m³/s. Assim, é necessária a implantação de estruturas de
drenagem no local.
8.11 Ponto 11 – Avenida da Saudade
O ponto está localizado no encontro da Avenida da Saudade com a Rua Nicolau
Jacob, próximo à Rua Francisco Manente, no bairro Vila Manente.
A área foi analisada por se encontrar à jusante do Ponto 9 e do Ponto 10
apresentados anteriormente, sendo o local de encontro das vazões de escoamento de
ambas as vias.
Observou-se a existência de estruturas de drenagem no local, no entanto estas
se encontram parcialmente obstruídas (Figura 24).
A capacidade de drenagem da rede é de 0,25 m³/s e a vazão estimada para o
local é de 1,10 m³/s. Desta maneira é necessário o redimensionamento da rede de
drenagem.
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Figura 24 3 Esquina da Avenida da Saudade com a Rua Nicolau Jacob
Fonte: SHS (2017).
8.12 Ponto 12 – Avenida da Saudade
O ponto localiza-se no encontro da Avenida da Saudade com a Rua José B. de
Senas, próximo ao Cemitério da Saudade, no bairro Vila Manente. O ponto foi indicado
pela Prefeitura Municipal como crítico, suscetível à inundação.
No local, há uma grelha de 1,00m largura (profundidade média de 1,10m)
cortando transversalmente a Avenida da Saudade (Figura 25). Contudo esta é a única
estrutura de captação existente para as vias próximas. Logo, insuficiente para a
drenagem da região.
A capacidade de escoamento da rede é de 3,11 m³/s e a vazão máxima
estimada é 1,87 m³/s. Deste modo é necessária a implantação de estruturas de
drenagem adicionais para a referida região.
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Figura 25 3 Encontro da Avenida da Saudade com a Rua José B. de Senas
Fonte: SHS (2017).
8.13 Ponto 13 – Rua Antônio Pasquotto
Localizado no final da Rua Antônio Pasquotto, próximo à Rua Alberto Milanello,
no bairro Vila Conceição, o ponto de lançamento no córrego sem nome, afluente do Rio
Sorocaba, encontra-se em processo erosivo. Durante às visitas técnicas, foi possível
observar a ausência de estruturas de drenagem ao longo da Rua Antônio Pasquotto,
propiciando e intensificando o processo citado (Figura 26).
Assim, é necessária a implantação de estruturas de drenagem ao longo da via e
adequação do ponto de lançamento, com estrutura de dissipação, no córrego.
Figura 26 3 Final da Rua Antônio Pasquotto
Fonte: SHS (2017).
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É importante ressaltar que o processo erosivo encontra-se muito próximo à Rua
Antônio Pasquoto e à Rua Alberto Milanello, podendo colocar em risco as residências
de ambas as vias e seus moradores (Figura 27).
Figura 27 3 Erosão localizada no final da Rua Antônio Pasquotto
Fonte: SHS (2017).
8.14 Ponto 14 – Rua Irmã Conceição Maria e Rua Alfredo Barbieri
O ponto localiza-se no final da Rua Irmã Conceição Maria e da Rua Alfredo
Barbieri, próximo à Rua Alberto Milanello, na Vila Conceição. À montante do ponto
encontra-se o trecho 4 com capacidade de vazão de 12,17 m³/s, já a sua jusante temse o trecho 5, capaz de escoar 41,50 m³/s sem que haja transbordamento. Ambos os
valores são superiores à vazão estimada com TR de 100 anos para o cenário futuro
(8,95 m³/s e 12,47 m³/s respectivamente).
Observou-se a ausência de estruturas de drenagem ao longo de ambas as vias,
possibilitando a ocorrência de processos erosivos no final das mesmas (Figura 28 e
Figura 29). Também se deve destacar a proximidade das residências, localizadas no
final das vias, e a pequena diferença de cota entre essas e o córrego sem nome,
afluente do rio Sorocaba.
Assim, é necessária a implantação de estruturas de drenagem ao longo da via,
bem como estrutura de dissipação para o lançamento no curso d’água.
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Figura 28 3 Final da Rua Alfredo Barbieri
Fonte: SHS (2017).
Figura 29 3 Final da Rua Irmã Conceição Maria
Fonte: SHS (2017).
8.15 Ponto 15 – Travessia na Avenida Lázaro P. de Mello
A travessia está localizada na Avenida Lázaro P. de Mello sobre córrego sem
nome, afluente do rio Sorocaba, próximo ao encontro com a Rua Lázaro C. de Mello,
bairro Matadouro. Tem capacidade de vazão de 12,58 m³/s sem ocorrência de
transbordamento, superiores à calculada para Tr de 100 anos (12,47 m³/s).
Durante visita foi observada a canalização do córrego por meio de uma galeria,
localizada em um terreno particular junto à Avenida Lázaro P. de Mello (Figura 30). O
local de escoamento da vazão do córrego encontra-se bastante assoreado, causando
estrangulamento da seção e possibilitando o transbordamento do mesmo.
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O lançamento da vazão ocorre no trecho entre a via e a linha férrea, havendo
outra travessia para a passagem do mesmo córrego (Figura 31). Portanto, será
necessário efetuar o desassoreamento da entrada da captação.
Figura 30 3 Galeria do córrego sem nome junto à Avenida Lázaro P. de Mello (em cima), erosão no
ponto de captação (em baixo)
Fonte: SHS (2017).
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Figura 31 3 Lançamento da galeria (esquerda) e travessia sob a linha férrea próxima à Avenida
Lázaro P. de Mello (direita)
Fonte: SHS (2017).
8.16 Ponto 16 – Travessia na Rodovia Marechal Rondon
Localizada na Rodovia Marechal Rondon (SP-300) sobre o córrego sem nome,
afluente do rio Sorocaba, próxima ao encontro com a Avenida Lázaro P. de Mello,
bairro Matadouro, a travessia tem capacidade de vazão de 11,83 m³/s. Já o trecho à
montante da mesma suporta a vazão de 114,14 m³/s sem ocorrência de
transbordamento. Assim, o trecho tem capacidade de vazão maior que a calculada
para Tr de 100 anos, cenário futuro (22,81 m³/s). Porém, a travessia não atende à
vazão calculada.
Além disto, foi observado o assoreamento do leito do córrego próximo à
travessia, e a existência de uma tubulação de concreto, possivelmente da rede de
esgotamento sanitário (Figura 32), que diminui a seção da passagem e torna o local
mais vulnerável às inundações.
Portanto, é necessária a substituição da travessia e o desassoreamento do leito
do córrego.
Figura 32 3 Assoreamento junto á travessia na SP 300 (esquerda), tubulação existente (direita)
Fonte: SHS (2017).
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8.17 Ponto 17 – Travessia na Avenida João P. de Campos
A travessia localiza-se na Avenida João P. de Campos sobre o Ribeirão do
Bicame, próximo ao encontro com a Rua Vereador Orlando Ghiraldi, Jardim Estrela,
tem capacidade de vazão de 7,39 m³/s, inferior ao calculado para Tr de 100 anos do
cenário futuro (13,88 m³/s). O trecho à montante da mesma suporta vazões de 20,37
m³/s sem ocorrência de transbordamento, superior à calculada.
Durante visita pode-se observar o assoreamento e crescimento de vegetação no
leito do ribeirão, assim como a obstrução da passagem sob a via, tornando o local
vulnerável à ocorrência de inundações (Figura 33). Também é necessário destacar a
ausência de mata ciliar nas proximidades da travessia.
É necessária a ampliação da capacidade de escoamento da travessia, o
desassoreamento do leito do ribeirão e a restauração da mata ciliar.
Figura 33 3 Vista superior de montante (esquerda), assoreamento da seção da passagem (direita)
Fonte: SHS (2017).
8.18 Ponto 18 – Travessia da Ferrovia
A travessia localiza-se sob a ferrovia, na Vila Toti. Tem capacidade de vazão de
2,90 m³/s sem ocorrência de transbordamento, valor inferior ao calculado para Tr de
100 anos (11,07 m³/s).
Durante visita pode-se observar que a travessia foi construída em 1938, a qual
não atende à demanda atual em função do crescimento do município (Figura 34).
Portanto, é necessária a adequação da travessia, criando uma galeria paralela à
existente.
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Figura 34 3 Seção a jusante (esquerda), seção a montante (direita)
Fonte: SHS (2017).
8.19 Ponto 19 – Travessia da Ferrovia próxima à Rua 13 de Maio
A travessia do córrego sem nome, afluente do Rio Laranjal, localiza-se sob a
ferrovia nas proximidades do final da Rua 13 de Maio, divisa entre a área central e a
Vila Zalla. Tem capacidade máxima de vazão de 1,86 m³/s, sem ocorrência de
transbordamento, valor inferior ao calculado para Tr de 100 anos (12,58 m³/s).
Durante visita técnica foi constatado que, dentro do tubo da travessia (tubo de
aço corrugado Ø1150 mm) há dois tubos de esgotos (Ø200 e Ø150mm); logo a jusante
do lançamento foi construído, recentemente, um poço de visita de esgoto - PVE
posicionado na frente do tubo da travessia, dando a entender que o conjunto da obra
tratou-se de improvisação, a qual ficou comprometida em função dos lançamento das
águas pluviais. Notou-se, também, a ausência de obra dissipadora de energia no
lançamento da travessia, o que vem propiciando a ocorrência de processos erosivos no
local (Figura 35).
Assim, será necessário o alargamento da seção da travessia, a instalação de
obra dissipadora de energia para o lançamento e a relocação da rede de esgotos.
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Figura 35 3 Seção a jusante da travessia sob ferrovia
Fonte: SHS (2017).
8.20 Ponto 20 – Travessia da avenida João B. Baddo
A travessia localiza-se sob a Avenida João B. Baddo, no bairro São Benedito.
Tem capacidade máxima de vazão de 0,62 m³/s, sem ocorrência de transbordamento,
valor inferior ao calculado para Tr de 100 anos (5,68 m³/s).
Durante visita pôde-se notar a vegetação densa e descarga no leito sem
dissipador de energia, o que iniciou processo de erosão (Figura 36).
Assim, há a necessidade de se alargar a seção da travessia e de reparar as
estruturas de escoamento e dissipação.
Figura 36 3 Seção assoreada
Fonte: SHS (2017).
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8.21 Ponto 21 – Travessia da estrada municipal LRP - 407
A travessia localiza-se sob a estrada municipal LRP-407, no bairro Jardim das
Palmeiras. Tem capacidade de vazão de 9,89 m³/s, sem ocorrência de
transbordamento, valor inferior ao calculado para Tr de 100 anos (78,20 m³/s).
Durante visita pôde-se notar o assoreamento da travessia. (Figura 37). Logo,
será necessário o redimensionamento da seção.
Figura 37 3 Seção a montante (esquerda), vista superior de montante (direita sup.) vista montante
(direita inf.)
Fonte: SHS (2017).
8.22 Ponto 22 – Travessia da Rodovia Marechal Rondon (SP – 300)
A travessia localiza-se sobre a Rodovia Marechal Rondon (SP-300). Tem
capacidade de vazão máxima de 3,08 m³/s, sem ocorrência de transbordamento, valor
inferior ao calculado para Tr de 100 anos (9,11 m³/s).
Assim, é necessária a ampliação da seção da travessia.
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Figura 38 3 Canal à montante da travessia na Avenida João P. de Campos (esquerda),
assoreamento da seção da passagem (direita)
Fonte: SHS (2017).
8.23 Ponto 23 – Travessia da Rodovia Marechal Rondon (SP – 300)
A travessia localiza-se sob a Rodovia Marechal Rondon (SP-300). Tem
capacidade de vazão máxima de 1,30 m³/s, sem ocorrência de transbordamento, valor
inferior ao calculado para Tr de 100 anos (4,18 m³/s).
Durante visita pôde-se notar o assoreamento da seção (Figura 39). Deste modo,
é necessária a ampliação da área da seção, além do desassoreamento da seção.
Figura 39 3 Seção assoreada
Fonte: SHS (2017).
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8.24 Ponto 24 – Travessia da Rua João R. de Albuquerque
A travessia localiza-se sobre a Rua João R. de Albuquerque, no bairro da Ponte,
cuja capacidade de vazão é de 9,51 m³/s, inferior à calculada para Tr de 100 anos
(28,85 m³/s). O trecho à montante da mesma suporta vazões de 64,78 m³/s sem
ocorrência de transbordamento, superior à calculada para Tr de 100 anos do cenário
futuro (46,16 m³/s).
Durante visita pôde-se notar processo de erosão em andamento,
comprometendo o talude (Figura 40). Assim, será necessário o redimensionamento da
seção da travessia, bem como o processo de restauração do talude.
Figura 40 3 Talude assoreado (esquerda), seção (direita)
Fonte: SHS (2017).
8.25 Ponto 25 – Travessia da estrada municipal João Bordignon
A travessia localiza-se sob a estrada municipal João Bordignon, no Jardim das
Palmeiras. Tem capacidade de vazão máxima de 310,46 m³/s, sem ocorrência de
transbordamento, valor superior ao calculado para Tr de 100 anos para o cenário futuro
(105,19 m³/s).
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Figura 41 3 Estrada municipal João Bordignon (esquerda), vista jusante(direita)
Fonte: SHS (2017).
8.26 Áreas de inundação do rio Sorocaba
As áreas de imundação do rio Sorocaba no município de Laranjal Paulista foram
determinadas para verificar sua influência em seus afluentes e bacias hidrográficas.
Para isso, realizaram-se simulações hidráulicas a partir dos dados de monitoramento
da estação fluviométrica, conforme apresentado no 6.1.4.3.
O mapa das áreas de inundação do rio Sorocaba para vazões com Tr de 100
anos são apresentadas no Anexo 16. Ressalta-se não haver histórico de inundação
devido ao rio Sorocaba no município de Laranjal Paulista. Constata-se não haver
influência nas áreas urbanizadas que resultem em desapropriações ou desocupação.
Entretanto, as áreas de inundação indicadas devem permanecer reservadas para as as
cheias do rio, bem como a APP do rio Sorocaba.
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9. Cenários alternativos norteadores da compatibilização das
demandas com as ações do Plano de Macrodrenagem
O planejamento estratégico que se pretende para o município de Laranjal
Paulista-SP dar-se-á pela análise de suas deficiências atuais e demandas futuras,
assim como pela consideração das disponibilidades atuais e potenciais com que a
administração pública municipal pode contar.
A construção de cenários para o planejamento estratégico é realizada com outro
intuito não menos importante: o de se obter uma ferramenta eficiente para que os
processos de tomadas de decisão considerem as condições realísticas trazidas pelos
aspectos: institucional, operacional econômico, tecnológico e ambiental, que permeiam
o município no momento da decisão e que poderiam influenciá-lo no futuro.
A adoção de cenários serve, ainda, ao delineamento de percepções sobre como
poderia se dar a evolução de uma situação presente até uma situação futura, o que
permite levantar as possibilidades de crises, assim como apontar as principais
oportunidades para um desenvolvimento mais consensual dos fatores avaliados.
Os cenários subsidiarão assim, a configuração de um planejamento mais realista
para a constituição de um Plano de Macrodrenagem que caminhe em direção à
sustentabilidade em suas diferentes esferas: social, ambiental e econômica.
Para evitar erros de interpretação esclarece-se que os cenários não devem ser
vistos como previsões, mas como imagens alternativas do futuro, subsidiadas com
parâmetros técnicos, avaliações de campo, estudos existentes, contribuições da
comunidade e direcionamentos permeados pela legislação vigente.
Uma ferramenta capaz de compor cenários temáticos, atuais e potenciais,
originalmente concebida para corporações ou empresas, foi adotada no processo de
elaboração do presente Plano de Macrodrenagem, a partir das referências contidas no
documento 5Termo de Referência para Elaboração de Planos Municipais de
Saneamento Básico6, do Ministério da Saúde / FUNASA (2012). Trata-se do Método
SWOT (Strengths, Weaknesses, Opportunities e Threats) ou Análise FFOA (Forças,
Fraquezas, Oportunidades e Ameaças), que consiste na formulação de uma espécie de
matriz contextual que busca posicionar estrategicamente uma organização ou um setor
perante um ambiente social, institucional, administrativo e operacional.
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A elaboração da Matriz SWOT é obtida a partir das seguintes etapas:
inicialmente analisa-se o ambiente interno da organização, neste caso a administração
municipal, gestora do setor de drenagem, para identificar seus pontos fortes e fracos;
em seguida analisa-se o ambiente externo, micro e macro ambiente geográfico e
institucional, identificando oportunidades e ameaças.
No que diz respeito ao ambiente interno, os pontos fortes são as competências,
fatores ou características positivas que a organização possui e que favorecem o
cumprimento de suas responsabilidades. Logo, os pontos fracos são as deficiências,
fatores ou características negativas que se encontram presentes na organização e
prejudicam o cumprimento de suas atribuições, devendo ser objeto de programas
específicos para eliminá-los ou minimizá-los.
A análise no âmbito externo é mais ampla e lida com fatores contextuais,
normalmente mais abstratos. Refere-se ao conhecimento do ambiente externo à
organização, neste caso o espaço municipal como um todo, municípios vizinhos,
entidades ou instituições estaduais e federais, corporações privadas, cujo alcance
extrapola o município, aspectos políticos, econômicos, tecnológicos e socioculturais e
ambientais que atuam no Estado, no país ou no mundo.
Assim, o método SWOT, para avaliar o município de Laranjal Paulista adotou as
seguintes definições:
Forças: são as variáveis internas e controláveis que propiciam condições
favoráveis à gestão do setor de drenagem urbana, em relação à
sociedade e ao meio ambiente. São características ou qualidades que
podem colaborar positivamente com o desempenho do setor.
Fraquezas: são consideradas deficiências internas ao setor de drenagem
urbana que inibem a capacidade de desempenho do mesmo. As
fraquezas devem ser superadas para evitar a ineficiência do sistema.
Oportunidades: são variáveis contextuais ou circunstâncias e
características do ambiente externo que possam ter impacto positivo
sobre o setor de drenagem urbana de forma que proporcionem certa
facilitação para a concretização dos objetivos estratégicos estabelecidos.
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Ameaças: são variáveis, circunstâncias ou características do ambiente
externo que possam ter impactos negativos sobre o desenvolvimento das
metas e objetivos estabelecidos.
O município de Laranjal Paulista foi analisado pela metodologia SWOT com base
nas informações do Diagnóstico da Situação Atual. A matriz, resultado desta análise
subsidiou a configuração dos cenários: previsível e normativo, adotando-se o cenário
normativo para a proposição de objetivos e metas. O Quadro 16 apresenta a Matriz
SWOT gerada pela análise mencionada, cuja construção se deu inicialmente definindo
os itens de reflexão (coluna central) enumerados de 1 a 8. Em seguida foram indicadas
as reflexões referentes a cada um desses itens sendo que a coluna da esquerda se
encontram as reflexões positivas (Forças e Oportunidades) e as negativas (Fraquezas
e Ameaças), na coluna da direita.
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Quadro 16 3 Matriz SWOT de Laranjal Paulista-SP
FORÇAS ITENS DE REFLEXÃO FRAQUEZAS
3. Legislação e normatização do
setor
O Município possui:
- Plano Diretor instituído em 2006.
- Plano Municipal Integrado de
Saneamento Básico (2011).
- Plano de Bacia da UGRHI -10
(2016-2027)
1. Perfil institucional.
2. Sustentabilidade econômica.
3. Legislação e normatização do
setor.
4. Sistema de informações.
5. Planejamento territorial / Uso e
ocupação do solo.
6. Orçamento municipal.
7. Estrutura e sistema de
gerenciamento da drenagem.
8. Proteção aos recursos
hídricos.
1. Perfil institucional
- Ausência de atribuições bem definidas para execução das atividades da
gestão do sistema de drenagem urbana e manejo de águas pluviais.
- Não há planejamento sistematizado na manutenção preventiva das
redes de drenagem.
7. Estrutura e sistema de
gerenciamento da drenagem
- Há Relatório de Mapeamento de
Áreas de Risco do Instituto de
Pesquisas Tecnológicas 3 IPT
2. Sustentabilidade econômica
- Não há monitoramento dos gastos públicos com drenagem.
- Não há cobrança para os serviços municipais de drenagem urbana.
3. Legislação e normatização do setor
- Plano Diretor necessita Revisão
- Não possuem diretrizes/ medidas protetivas de fundos de vale.
- Existência de Áreas de Preservação Permanente (APPs) não
conservadas.
- Ocorre a ocupação de APPs e cursos hídricos por edificações.
- Ausência de legislação que normatize ao parcelamento do solo a
obrigatoriedade de drenagem subterrânea (profunda), quando a mesma
for necessária. - Necessidade de revisar o Plano Municipal Integrado de
Saneamento Básico que está defasado em 8 anos.
4. Sistema de informações.
- O município não possui levantamento cadastral da drenagem urbana.
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FORÇAS ITENS DE REFLEXÃO FRAQUEZAS
1. Perfil institucional.
2. Sustentabilidade econômica.
3. Legislação e normatização do
setor.
4. Sistema de informações.
5. Planejamento territorial / Uso e
ocupação do solo.
6. Orçamento municipal.
7. Estrutura e sistema de
gerenciamento da drenagem.
8. Proteção aos recursos
hídricos.
5. Planejamento territorial / Uso e ocupação do solo
- Não há infraestruturas de controle de processos erosivos em locais de
risco
-Ocupação de talvegues.
- Há processos erosivos na área urbana e rural do município.
- Ocupações residenciais em áreas de risco de deslizamento.
7. Estrutura e sistema de gerenciamento da drenagem
- Não há estruturas de microdrenagem na maioria das vias.
- Não há dissipadores de energia ao fim dos principais lançamentos.
- Há muitos pontos de alagamento em área urbana.
- Há pontos de inundação na área urbana.
- Há 9 travessias, 1 canal e 16 trechos da microdrenagem que não
atendem às demandas hidrológicas futuras.
- Não há sistematização da manutenção.
- Há muitas vias sem pavimentação ou das vias pavimentadas que não
possuem rede de drenagem.
- Há ligações clandestinas entre esgotos e águas pluviais.
8. Proteção aos recursos hídricos
- Há cursos hídricos assoreados.
- De modo geral, as APPs de nascentes estão degradadas.
- Há disposição de resíduos sólidos urbanos nos cursos hídricos.
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OPORTUNIDADES ITENS DE REFLEXÃO AMEAÇAS
1. Perfil institucional
- Município integrante da UGRHI 10.
- Defesa Civil é atuante no município. 1. Perfil institucional.
2. Sustentabilidade econômica.
3. Legislação e normatização do
setor.
4. Sistema de informações.
5. Planejamento territorial / Uso e
ocupação do solo.
6. Orçamento municipal.
7. Estrutura e sistema de
gerenciamento da drenagem.
8. Proteção aos recursos
hídricos.
1. Perfil institucional
- Inexistência de Conselho Municipal do Meio Ambiente.
3. Legislação e normatização do
setor
- Lei federal sobre o parcelamento do
solo, disposições sobre infraestrutura
básica de parcelamento de solos,
incluindo equipamentos urbanos de
escoamento de águas pluviais (Lei nº
6.766, 19/12/1979).
- Plano de Bacia da UGRHI -10
(2016-2027)
3. Legislação e normatização do setor
- Não há unidades de conservação no município nem o município está
inserido em alguma UC.
4. Sistema de informações.
- Recente criação dos indicadores e
informações para Águas Pluviais pelo
SNIS.
Fonte: SHS, 2019.
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Considerando todas essas questões, partiu-se para a construção de dois
cenários, um previsível, ou seja, aquele que retrata uma evolução baseada em
providências tomadas corretivamente, de forma emergencial, sem planejamento; e
outro chamado 5cenário normativo6, que é aquele que retrata uma situação bem mais
organizada, alcançada através de procedimentos planejados e sustentados por
regulamentos (leis, normas, planos setoriais), que desde já incidem sobre a gestão do
eixo da drenagem urbana e manejo de águas pluviais do município. O resultado está
mostrado no Quadro 17.
Quadro 17 3 Descrição dos cenários previsível e normativo para o município de Laranjal Paulista
Cenário Previsível Cenário Normativo
Equipamentos de drenagem urbana e
sistema de manejo de águas pluviais
insuficientes.
Equipamentos de drenagem suficientes, refletindo
em baixos problemas com alagamentos,
inundações, erosões e escorregamentos.
Planejamento territorial desordenado,
ocupação irregular dos talvegues de cursos
hídricos intermitentes e efêmeros, das
margens dos rios e de APPs, das áreas
propícias à inundação e escorregamento.
Interferência política no planejamento
territorial. Baixo controle por parte da
Administração Pública.
Administração Pública realiza o controle eficaz na
aprovação de novos lotes urbanos evitando
aprovação de locais que apresentem riscos
humanos e ambientais que a ocupação irregular
pode acarretar. Segue a normatização definida
por legislações vigentes com criações de novas
normas específicas referente à drenagem
subterrânea para novos parcelamentos de solo. A
politica não interfere no planejamento.
Sistema de informações sobre drenagem
urbana (cadastro) com dados
desatualizados e de difícil acesso.
Sistema de informações sobre drenagem urbana
(cadastro) com dados atualizados anualmente.
Limitação quantitativa de recursos
humanos que impossibilita implantação da
gestão da drenagem urbana e de leis
municipais eficientes para Laranjal Paulista.
Revisão e adequação da estrutura de pessoal e
qualificação continuada dos quadros, visando o
êxito da implantação da gestão da drenagem
urbana de Laranjal Paulista.
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Cenário Previsível Cenário Normativo
Programas de educação ambiental
desenvolvidos esporadicamente, sem
periodicidade sistemática e realizados de
forma a não enfatizar a importância da
interação entre o setor de drenagem com
outros setores da gestão municipal como:
sistema de esgotamento sanitário, sistema
de limpeza urbana e manejo de resíduos
sólidos, atendimento às diretrizes de uso e
ocupação do solo, adoção de
procedimentos sustentáveis para
aprovação de loteamentos, etc..
Programas de educação ambiental realizados
periodicamente, de forma sistemática e
preocupando-se com a conscientização quanto à
integração do setor de drenagem com os outros
sistemas que lhe tangenciam a gestão e, em
casos mais específicos, como para a
conscientização da importância de se preservar
as APPs dos cursos hídricos, conscientização da
gestão dos recursos hídricos a partir das bacias
hidrográficas.
Fonte: SHS, 2019
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10. Definição de objetivos e metas
Após as análises da Matriz SWOT e do estabelecimento de cenários
alternativos, a seguir são apresentados os objetivos e metas para o presente Plano de
Macrodrenagem.
Salienta-se que a extensão dos prazos para o estabelecimento de metas dentro
do horizonte de planejamento adotado (20 anos) foi segmentado conforme critério
estabelecido pela FUNASA (2012):
Prazo imediato ou emergencial: até 3 anos
Curto prazo: entre 4 e 8 anos
Médio prazo: entre 9 e 12 anos
Longo prazo: entre 13 e 20 anos
Nesse sentido, foram propostos seis objetivos específicos atendendo a
aspectos institucionais e operacionais do cenário normativo e respondendo às
características de Laranjal Paulista. São eles:
Objetivo 1. Manter o município livre de inundações e diminuir a frequência
de alagamentos causados por insuficiências e deficiências
dos equipamentos de drenagem.
Objetivo 2. Desestimular a ocupação de áreas susceptíveis a processos
erosivos e promover a desocupação em áreas de risco.
Objetivo 3. Planejar o uso e ocupação da bacia de forma adequada,
promovendo a recuperação e revitalização de APPs e áreas
verdes.
Objetivo 4. Implementar uma gestão eficiente no que concerne aos
aspectos operacionais, administrativos, financeiros, de
planejamento estratégico e de sustentabilidade.
Objetivo 5. Garantir a mobilização social e canais de comunicação com a
sociedade, além de promover ações continuadas em educação
ambiental.
No Quadro 18 estão apresentados esses objetivos e as respectivas metas, além
dos prazos para que cada meta seja atingida.
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Quadro 18 3 Objetivos e metas para o município de Laranjal Paulista-SP
Objetivo Metas Prazo de
entrega
1. Manter o município livre de
inundações e diminuir a
frequência de alagamentos
causados por insuficiências e
deficiências nas galerias e
obras de drenagem.
1.1 Ter garantido o mapeamento e cadastramento das áreas críticas do município. Imediato
1.2 Possuir um plano de limpeza sistemática das calhas, tubulações, poços de visita
(PVs) e bocas de lobo do município. Imediato
1.3. Reduzir em 50% a quantidade de pontos de alagamentos no município e redução
de 50% na quantidade de pontos de inundações. Curto
1.4 Reduzir em 100% a quantidade de pontos de alagamentos no município e redução
de 100% na quantidade de pontos de inundações. Longo
2. Desestimular a ocupação de
áreas susceptíveis a processos
erosivos e promover a
desocupação em áreas de
risco.
2.1 Mapear 100% das ocupações em áreas de risco de movimentação de massa, em
conjunto com a Defesa Civil. Curto
2.2 Promover a desocupação em áreas de risco de movimentação de massa. Curto
2.3 Recuperar 50% das áreas sujeitas a acidentes decorrentes de processos erosivos. Curto
2.4 Recuperar 100% das áreas sujeitas a acidentes decorrentes de processos
erosivos. Médio
2.5 Recuperar 50% das áreas de risco depois de desocupadas. Médio
2.6 Recuperar 100% das áreas de risco depois de desocupadas. Longo
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Objetivo Metas Prazo de
entrega
3. Planejar o uso e ocupação
da bacia de forma adequada,
promovendo a recuperação e
revitalização de APPs e áreas
verdes.
3.1 Recuperar 50% das APPs e áreas verdes do município com enfoque inicial em
áreas críticas da drenagem. Médio
3.2 Recuperar 100% das APPs e áreas verdes do município com enfoque final em
preservação dos recursos hídricos. Longo
4. Implementar uma gestão
eficiente no que concerne aos
aspectos operacionais,
administrativos, financeiros, de
planejamento estratégico e de
sustentabilidade.
4.1 Obter um mapeamento e cadastramento (banco de dados) Curto
4.2 Capacitar o corpo técnico e adequar em número suficiente para atuar em questões
específicas de drenagem urbana. Curto
4.3. Regulamentar a drenagem urbana e a gestão das águas favorecendo a gestão. Curto
4.4. Institucionalizar ações sistemáticas para aquisição e renovação de licenças
ambientais. Curto
5. Garantir a mobilização social
e canais de comunicação com
a sociedade, além de promover
ações continuadas em
educação ambiental.
5.1 Promover, sistematicamente, eventos que proporcionem a participação de
usuários e ampliem o controle social sobre o processo de tomada de decisão. Curto
5.2 Promover, sistematicamente, ações que visem a educação ambiental. Curto
Fonte: SHS, 2019.
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11. Plano de Ações
A partir dos estudos desenvolvidos pode-se elencar ações a serem
desenvolvidas pelos gestores do município de Laranjal Paulista nas fases, de imediato,
curto, médio e longo prazo. A fim de alcançar as metas e os objetivos propostos e
apresentados no Quadro 18, é proposto o seguinte planejamento:
Prazo imediato (até 3 anos): deverão ser completadas as ações de
sistematização da manutenção e limpeza do sistema existente.
Curto prazo (de 4 a 8 anos): nesse período determina-se o
estabelecimento das reconstituições das APPs e as recuperações das
áreas sujeitas a processos erosivos, escorregamentos e assoreamento e
iniciadas as ações dos projetos de microdrenagem e macrodrenagem
Médio prazo (de 9 a 12 anos): serão necessárias as implantações das
redes de microdrenagem e parte das obras de correção das estruturas
existentes.
Longo prazo (de 13 a 20 anos): além das adequações de todas as
travessias e canais do sistema de drenagem, deverá ser implantada a
barragem de contenção indicada no presente relatório.
Além disso, as ações não estruturais de Educação Ambiental, Gestão do
sistema de drenagem urbana, Controle de emergências, Sustentabilidade econômica,
entre outras, são ações contínuas, ou seja, deverão iniciar-se no primeiro ano de
implementação do plano e continuadas até o final do plano e revisões.
Foram estudados todos os pontos indicados que resultaram em ações para
quatro pontos de recuperação de APP, nove com processos erosivos a serem
recuperados, nove pontos críticos para implantação de rede de microdrenagem e oito
obras de médio e grande porte para correção do sistema de drenagem existente.
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12. Proposta de ações imediatas
12.1 Indicações de ações de operação e manutenção dos sistemas de drenagem
A operação do Sistema de Drenagem Urbana (SDU), diferentemente dos demais
sistemas do saneamento básico, consiste basicamente na manutenção e limpeza das
estruturas de drenagem para o bom funcionamento do sistema. Os resíduos sólidos
quando não são dispostos de forma adequada comumente atingem os dispositivos de
drenagem e, assim como, os sedimentos resultantes do processo de erosão, obstruem
as estruturas hidráulicas, diminuindo sua capacidade de escoamento.
As medidas operacionais e de manutenção podem ser divididas em medidas
preventivas e corretivas, conforme indicado a seguir:
Medidas preventivas:
o Medidas de controle de erosão e assoreamento.
o Medidas para a redução da disposição de resíduos sólidos nos
corpos d’água.
Medidas corretivas:
o Desassoreamento e limpeza de canais e estruturas de drenagem.
o Substituição ou reparo de estruturas danificadas.
12.1.1 Medidas de controle de erosão, escorregamentos e assoreamento
As medidas de controle e prevenção de erosão e assoreamento são
fundamentais, pois as erosões ocasionam perdas de solo, danos em diversas
estruturas, como vias, em especial as não pavimentadas, e encostas dos cursos
d’água. Além disso, podem causar ou agravar o assoreamento dos cursos d’água. A
ocorrência de escorregamentos de solos pode colocar em risco a segurança da
população, bem como causar perdas materiais e até mesmo de vidas.
Neste sentido, é recomendado o planejamento adequado do uso e ocupação do
solo, a preservação de áreas com vegetação, especialmente de Áreas de Preservação
Permanente (APPs) e de Proteção Ambiental (APAs), a adoção de técnicas para
diminuição do escoamento superficial, aumentando a infiltração no solo, e a diminuição
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da força erosiva das águas pluviais, com a instalação de dissipadores de energia,
principalmente nos pontos de lançamento de drenagem.
O planejamento para prevenção da erosão urbana consiste basicamente de um
plano de ordenamento do assentamento urbano, que estabelece as normas básicas
para evitar problemas futuros, e planejar situações que favorecem o desencadeamento
do processo erosivo e, no caso de espaços já ocupados, reduzir ou eliminar os
possíveis efeitos negativos dessa ocupação.
Para o controle da erosão é importante a recuperação das áreas degradadas por
erosões e/ou escorregamentos através de medidas mecânicas, como o retaludamento;
estruturais, como o aterramento com obras hidráulicas; ecológicas, como a
revegetação; ou ainda medidas de bioengenharia, que envolvem a utilização sinérgica
de materiais inertes como concreto, madeira, aço e fibras sintéticas com elementos
biológicos, como algumas espécies de vegetais.
Com relação aos escorregamentos, propõe-se a remoção dos moradores das
áreas de risco, a criação de políticas que inibam a ocupação dessas regiões, a
implementação de programas de conscientização ambiental em relação ao risco de
escorregamentos e, por fim, a instalação de pluviômetros com a função de
monitoramento e alerta em pontos estratégicos do município.
Existem diversas técnicas para prevenção, controle, mitigação e recuperação de
erosões, tanto urbanas quanto rurais. O Quadro 19 agrupa as técnicas mais utilizadas
segundo Rotta (2012).
Quadro 19 3 Medidas para prevenção, controle, mitigação e/ou recuperação que podem ser
utilizadas em áreas degradadas por processos erosivos
Objetivo das medidas
Medidas Prevenção Controle Mitigação Recuperação
Ecológicas
Revegetação x x x X
Pastagem x x x X
Faixa ripariana x x x X
Zonas de buffer x x x X
Barreira de galhos (brush barrier) x x x
Agrícolas
Plantas de cobertura x x x
Culturas em faixa x x x
Cordões de vegetação permanente x x x
Faixas de bordadura x x x
Alternância de capinas x x x
Ceifa do mato x x x
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Objetivo das medidas
Medidas Prevenção Controle Mitigação Recuperação
Cobertura morta x x x
Controle do fogo x
Adubação (verde, química e
orgânica) x x x
Plantio direto x x x
Rotação de culturas x x x
Calagem x
Plantio em contorno x x x X
Mecânicas
Terraceamento x x x X
Sulcos e camalhões em contorno x
Canais escoadouros x x x
Barragens x x x
Adequação e conservação de
estradas vicinais e carreadores x x x
Caixas de infiltração x x x
Aterramento x x X
Rip Rap x x x X
Cordões de nível x x x X
Aterramento com resíduos x x X
Retaludamento x x x X
Bermas x x x X
Barragem de sedimento x x x
Estruturais
Muro de contenção x x x
Dique de proteção x x x
Microdrenagem
Meios-fios/Guias x x x X
Sarjetas x x x X
Bocas de lobo/Bocas coletoras x x x X
Galerias x x x X
Poços de visita x x x X
Tubos de ligações x x x X
Caixas de ligação x x x X
Macrodrenagem
Canais: naturais ou artificiais x x x X
Dissipadores de energia x x x X
Ressalto hidráulico: canais abertos x x X
Tipo SAF para nº Froude 1,7 a 17 x x X
Tipo USBR II para nº Froude g 4,5 x x X
Tipo USBR III para nº Froude f 4,5 x x X
Tipo USBR IV para nº Froude 2,5 a
4,5 x x X
Barragens x x x X
Vertedores: Queda, Calha e
Degrau "Cacimbo" x x X
Bacia de acumulação x X
Bacias dissipadoras x x X
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Objetivo das medidas
Medidas Prevenção Controle Mitigação Recuperação
Proteção de taludes x x x X
Aterramento com obras hidráulicas x x X
Obras de pavimentação x x x X
Drenos x x X
Bioengenharia
Gabião vegetado x x x X
Geogrelha vegetada x x x X
Mantas de gramíneas x x x X
Sistemas de celas de
confinamento x x x X
Tapete biodegradável x x x
Fonte: Adaptado de Rotta, 2012.
Como consequência dos processos erosivos, ocorrem os assoreamentos em
áreas baixas e planas.
Em Laranjal Paulista foi identificada uma erosão de grande porte junto à linha
férrea, nas proximidades da Rua 13 de Maio. Essa ocorrência foi ocasionada pela
ausência de estruturas de drenagem no topo do talude junto à ferrovia, tendo seu início
entre os anos de 2014 e 2016.
A solução proposta desta ocorrência é o reaterramento do talude, após a qual
deverão ser instaladas geogrelhas na face do talude propiciando uma melhor proteção
contra a ocorrência de novos processos erosivos.
12.1.2 Medidas para a redução da disposição de resíduos sólidos nos corpos
d’água
Os resíduos sólidos quando dispostos de maneira inadequada podem atingir os
cursos d’água e as estruturas do SDU, causando a diminuição da capacidade de
escoamento desses e condições ambientais insalubres. Esse problema somente é
minimizado com a eficiência do Sistema de Limpeza Urbana e Manejo de Resíduos
Sólidos (SLU), educação ambiental da população e normatização.
Entre as características do SLU que influenciam o SDU tem-se: frequência e
cobertura da coleta de resíduos sólidos, frequência da limpeza das ruas e ambientes
públicos, reutilização, reciclagem e forma de disposição final dos resíduos.
Tucci e Neves (2009), citando Armitage (2001) apud Marais e Armitage (2004),
trazem a informação que a varrição diária pode remover mais de 98% dos resíduos
sólidos presentes nas ruas. Os autores mostraram que, quando a razão entre o número
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médio de dias entre varrição e o número médio de dias entre chuvas significativas é 1,
a eficiência da varrição é de apenas 50%, carreando o restante para os cursos hídricos.
Ainda segundo os autores, a limpeza urbana é o fator de maior relação com a rede de
drenagem, por estar mais suscetível a atingi-la.
De acordo com Tucci e Neves (2009), a gestão dos resíduos sólidos na
drenagem urbana envolve ações de minimização da quantidade de resíduos que
atingem o SDU. Essa redução, por sua vez, pode ser feita através de dois tipos de
medidas: estruturais, com a implantação das armadilhas ou estruturas de retenção; e
não estruturais, envolvendo mudanças de atitude da comunidade (incluindo o comércio,
a indústria e os residentes).
As medidas não estruturais mais utilizadas estão descritas a seguir:
Controle do uso do solo urbano.
Regulamentação dos empreendimentos com atuação no controle da
implantação de construções urbanas.
Regulamentação para áreas em construção, incluindo a obrigatoriedade da
adoção das medidas de controle da produção de sedimentos, diminuindo a
erosão local.
Criação de mecanismos para redução da produção de resíduos.
Implementação e/ou ampliação dos programas de reciclagem visando
recuperar o valor econômico agregado dos resíduos.
Implementação de ações de educação, conscientização e de incentivos à
separação seletiva, entre outros (Tucci & Neves, 2009).
Implantação de áreas verdes que reduzem as vazões e os volumes
escoados superficialmente, assim como as cargas de sedimentos.
Controle de ligações clandestinas de esgotos na rede de drenagem.
Varrição de ruas e recolhimento do material grosseiro.
Controle da coleta e disposição final dos resíduos.
Instalação de placas de advertência para a não disposição de resíduos
sólidos em local indevido, principalmente próximo aos corpos d’água.
As medidas estruturais consistem na utilização de dispositivos de retenção, com
destaque para os autolimpantes (Tucci & Neves, 2009). Armitage et al. (1998, apud
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Tucci e Neves, 2009) fazem uma compilação dessas medidas, conforme apresentado
na Tabela 19.
Tabela 19 3 Evolução das estruturas de retenção de resíduos sólidos 4 autolimpantes
Fonte: Armitage et al.,1998 apud Tucci e Neves, 2009.
As medidas estruturais exigem recursos altos, que podem inviabilizar sua
utilização (Tucci & Neves, 2009). Dessa maneira, o município com pouco recurso
financeiro deve direcionar o seu foco para as medidas não estruturais, as quais
demandam menores gastos e apresentam, de modo geral, bons resultados para a
redução da disposição de resíduos sólidos na drenagem urbana.
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12.1.3 Desassoreamento e limpeza de canais e estruturas de drenagem
Os sedimentos, resíduos sólidos e esgotos sanitários na rede de drenagem
podem causar obstruções ou entupimentos e levar à ocorrência de alagamentos e
inundações, principalmente quando há falta de manutenção da rede.
O desassoreamento e a limpeza dos sistemas existentes devem ser realizados
através da retirada da areia e dos resíduos sólidos periodicamente. Nos locais que
permitem o acesso de máquinas, essas devem ser utilizadas, já nos locais sem acesso,
a retirada precisa ser manual.
A Prefeitura Municipal de Laranjal Paulista realiza parcialmente a limpeza e o
desassoreamento dos sistemas implantados, porém há muitos canais e estruturas
hidráulicas assoreadas. Deste modo, é necessário aumentar a frequência dessas
atividades, realizando-as de forma mais sistemática e continuada.
12.1.4 Substituição ou reparo de estruturas danificadas
No caso de chuvas fortes e/ou inundações, podem ocorrer o rompimento de
tubulações, o transbordamento ou a ruptura de travessias e pontes, entre outros
distúrbios. O desmoronamento de taludes e paredes de canais representa um risco à
segurança da população, bem como pode causar ou agravar o assoreamento dos
cursos d’água.
A realização de manutenções preventivas e corretivas no sistema de drenagem
é extremamente importante para evitar a ocorrência de alagamentos e inundações.
Assim, deve-se estabelecer normas e protocolos para que o Departamento ou Divisão
responsável pelo Sistema de Drenagem Urbana e Manejo de Águas Pluviais, a ser
criado, mantenha registros de ações operacionais visando a manutenção, o conserto
de equipamentos ou quaisquer reformas ou ampliações na infraestrutura patrimonial.
12.1.5 Plano de manutenção
Diante do exposto nos itens anteriores, deve-se elaborar um plano de
manutenção sistemática dos sistemas de micro e macrodrenagem do município. Incluir
procedimentos de averiguação quanto ao estado de manutenção dos trechos ou
setores, que serão previamente identificados e numerados, juntamente com um
calendário anual com a ordem dos setores a serem verificados. Recomenda-se manter
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uma periodicidade mínima de doze meses para a averiguação de cada setor
predeterminado. Aumentar a frequência de averiguação nos setores ou trechos críticos.
O plano de manutenção deverá ser composto por um conjunto de atividades que
visem a preservação do desempenho, da segurança e da confiabilidade dos
componentes do sistema de drenagem, de forma a prolongar sua vida útil e reduzir os
custos de manutenção.
O plano de manutenção do sistema de drenagem deve ser configurado pelos
seguintes pontos essenciais:
Organização da manutenção 3 a manutenção dos componentes do
sistema deve ser planejada de acordo com o porte e complexidade do
sistema de drenagem do município.
Arquivo técnico do sistema de drenagem 3 composto por documentos
de projeto e construção, incluindo memoriais descritivos, memoriais de
cálculo, desenhos e especificações técnicas. Esse arquivo deve ser
permanentemente atualizado.
Cadastro dos componentes do sistema de drenagem 3 composto pelo
levantamento de todos os componentes abrangidos pelo plano de
manutenção, incluindo identificação, descrição e localização. Esse
cadastro deve ser permanentemente atualizado.
Para o bom funcionamento e efetivação dos serviços de manutenção, o plano
deverá prever uma série de elementos, tais como:
Central de atendimento - visa atender às necessidades de intervenção,
mediante solicitação.
Cadastramento do sistema - essencial para a programação e execução
da rotina de manutenção.
Diagnóstico - essencial para a identificação de pontos críticos.
Planejamento operacional - distribuição das atividades ao longo do tempo
em função da disponibilidade de recursos.
Programação de serviços - consiste na definição de quem irá fazer, como
e quando, mediante as necessidades do sistema.
Execução da manutenção:
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o Inspeção 3 trata-se do acompanhamento das condições dos
equipamentos do sistema de drenagem permitindo, desta forma,
prever as necessidades de ajustes ou reparos.
o Manutenção preventiva 3 a partir dos dados obtidos nas inspeções,
serão planejadas as ações com o objetivo de eliminar os defeitos e
as irregularidades constatadas.
o Manutenção corretiva 3 visa restabelecer o padrão operacional do
sistema de drenagem em virtude de falhas ou necessidades
detectadas pela inspeção, manutenção preventiva ou pela própria
população.
o Operação 3 consiste nas atividades específicas de funcionamento,
acompanhamento, leitura de dados, pequenos ajustes e atividades
de conservação dos equipamentos do sistema.
Controle da manutenção - deverá ser realizado através da emissão de
relatórios operacionais.
Os procedimentos e rotinas têm como objetivo estabelecer as diretrizes gerais
para a execução de serviços de conservação e manutenção do sistema de drenagem
do município.
Os serviços de conservação e manutenção correspondem às atividades de
inspeção, limpeza e reparos dos componentes do sistema de drenagem, que deverão
ser executadas de acordo com o plano de manutenção, baseado em rotinas e
procedimentos periodicamente aplicados nos equipamentos do sistema. Além disso, o
plano de manutenção deve conter um capítulo específico para o controle de erosões
com rotina de inspeções em áreas de risco.
O Quadro 20 indica as estruturas que devem ser submetidas à inspeção, suas
rotinas e respectivas frequências mínimas de execução das atividades.
Quadro 20 3 Procedimentos de inspeção para as estruturas do sistema de drenagem
Estrutura Rotina Frequência mínima
Sarjetas
Inspecionar os pontos de acesso às sarjetas ou bocas de
lobo. Atenção especial deve ser dada aos danos ou
bloqueios.
Inspecionar revestimento das estruturas para determinar A cada 60 dias
quaisquer danos e deteriorações.
Procurar por obstruções causadas por acúmulo de
resíduos, sedimentos, vegetação ou acessos às garagens.
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Estrutura Rotina Frequência mínima
Bocas de
lobo,
bueiros,
galerias e
canais
abertos e
fechados
Inspecionar os pontos de acesso, verificando obstruções no
gradeamento.
A cada 60 dias
Inspecionar revestimento das estruturas para determinar
quaisquer danos e deteriorações.
Procurar por obstruções causadas por acúmulo de resíduos
e sedimentos internamente.
Inspecionar o gradeamento a fim de verificar a facilidade ao
acesso interno.
Áreas de
risco de
erosões
Inspecionar os locais com especial atenção para os
sistemas de drenagem superficial, estruturas de contenção
nos taludes de corte que apresentam condições de
estabilidade precária e proteções superficiais, com
vegetação.
A cada 60 dias
Fonte: adaptado de SMDU, 2012.
O Quadro 21 indica as estruturas que devem ser submetidas à limpeza, suas
rotinas e frequência e o Quadro 22 indica as estruturas que devem ser submetidas à
manutenção, suas rotinas e frequência mínima de execução das atividades.
Quadro 21 3 Procedimentos de limpeza para as estruturas do sistema de drenagem
Estrutura Rotina Frequência mínima
Sarjetas Limpar sedimentos acumulados e
resíduos sólidos. Diariamente, de forma contínua.
Bocas de lobo, bueiros,
galerias e canais abertos e
fechados.
Limpar sedimentos acumulados e
resíduos sólidos.
A cada 60 dias, com a devida
atenção nos períodos de
chuvas.
Fonte: adaptado de SMDU, 2012.
Quadro 22 3 Procedimentos de manutenção para as estruturas do sistema de drenagem e de
áreas de risco
Estrutura Rotina Frequência mínima
Sarjetas Reparar / substituir elementos danificados.
Refazer revestimento.
Quando verificada a
necessidade durante a
inspeção.
Bocas de lobo,
bueiros, galerias e
canais abertos e
fechados.
Reparar / substituir elementos danificados.
Refazer revestimento.
Adequar o gradeamento.
Quando verificada a
necessidade durante a
inspeção.
Áreas de risco de
erosões
Reparar os sistemas de drenagem
superficial, estruturas de contenção nos
taludes de corte e proteções superficiais.
Quando verificada a
necessidade durante a
inspeção.
Fonte: adaptado de SMDU, 2012.
12.2 Recomendações de proteção, desocupação e reserva de áreas
O município de Laranjal Paulista apresenta problemas de ocupação de áreas de
risco de inundações e de Área de Preservação Permanente (APP) dos cursos d’água.
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Geralmente, essas áreas são naturalmente inundáveis e não deveriam ser ocupadas,
seja por questões ambientais ou de risco.
As áreas ocupadas têm motivos e finalidades diversas. Em alguns casos são
ocupadas irregularmente e, portanto, mais favoráveis à desocupação. Porém, em
muitos casos a APP é ocupada, ainda que em desacordo com o código florestal, com
aprovação da prefeitura. Em outros, é o próprio poder público quem ocupa a APP para
implantação do sistema viário (também conhecidas comumente por vias marginais).
No município é bastante expressiva a ocupação de APP do Rio Laranjal, locais
estes ocupados por edificações bastante consolidadas que deverão ser
desconstituídas.
12.2.1 Indicação das áreas a serem preservadas ou reconstituídas
Os principais pontos em que são identificadas edificações que demandam sua
desocupação (desapropriação) são citados abaixo, os pontos são identificados no
Anexo 17:
Ponto 2: à montante da travessia da Rua São Salvador, a APP do Rio Laranjal
está ocupada por edificações e não há mata ciliar na mesma. Necessita-se que
a APP seja restaurada e preservada, sem edificações.
Ponto 3: no trecho da travessia da Rua Dona Stela, sobre o Rio Laranjal, no
bairro Vila Zalla, há ocupação da APP por edificações, e sem a presença de
mata ciliar nas proximidades da mesma. Portanto, será necessário que a APP
seja restaurada e preservada sem edificações.
Ponto 4: à jusante da travessia na Rua Dona Stela, o trecho do Rio Laranjal,
tem sua APP ocupada por moradias, e não há mata ciliar. Necessita-se que a
APP seja restaurada e preservada sem edificações.
Ponto 17: à montante da travessia da Avenida João P. de Campos, a APP do do
córrego sem nome, afluente do Rio Sorocaba, não apresenta mata ciliar.
Portanto, deverá ser restaurada a APP do córrego.
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12.2.2 Recuperação de áreas sujeitas à processos erosivos
No Rio Laranjal e demais cursos d’água, há a presença de processos erosivos
em alguns pontos das respectivas calhas. A maioria destes pontos serão sanados com
a indicação das obras de canalização e adequação das travessias dos cursos d’água
em questão. Porém, a implantação destas obras será tratada como medida de médio e
longo prazo e, a correção dos pontos são indicadas como medidas de curto prazo.
Assim, o reparo dos processos erosivos deverá ser adotado nos seguintes
pontos, os quais estão localizados no Anexo 17:
Ponto 1 3 Travessia na Rua Lázaro Pires;
Ponto 4 3 Travessia na Avenida São Paulo;
Ponto 7 3 Rua Donato Pastre (escada de dissipação);
Ponto 13 3 Rua Antônio Pasquotto (escada de dissipação);
Ponto 14 3 Rua Irmã Conceição Maria e Rua Alfredo Barbieri (escada de
dissipação);
Ponto 15 3 Travessia na Avenida Lázaro P. de Mello;
Ponto 20 3 Travessia da Avenida João B. Baddo;
Ponto 24 3 Travessia da Rua João R. de Albuquerque;
12.3 Propostas de medidas de utilização e manutenção de várzeas em áreas de
desapropriação
O o Rio Laranjal, e seus afluentes, assim com os afluentes do Rio Sorocava que
atravessam o perímetro urbano do município, apresentarão inundações das suas
margens, ocupando o leito maior do curso d’água, mesmo após as intervenções que
serão indicadas no referido plano de macrodrenagem. Tais inundações ocorrerão em
menores proporções, porém será necessário desapropriar as edificações que
margeiam os cursos d’águas e recuperar as Áreas de Preservação Permanente dos
mesmos.
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13. Propostas de ações prioritárias
A partir do diagnóstico da situação fez-se a simulação do cenário futuro de
projeção populacional, do uso do solo do município e as consequências para o sistema
de drenagem de águas pluviais existente. Em outras palavras, fez-se a simulação das
consequências futuras caso nenhuma ação fosse tomada.
Nesse item são apresentadas as propostas para solução dos problemas
levantados e a seleção da melhor alternativa, sejam elas medidas estruturais ou não
estruturais. A localização das medidas propostas é apresentada nos Anexo 17 e Anexo
18.
13.1 Programa de intervenções estruturais
As alternativas de medidas estruturais para a mitigação dos problemas
apontados no diagnóstico baseiam-se em simulações hidrológicas e hidráulicas e
direcionam as ações futuras seguindo os princípios de Drenagem Urbana Sustentável,
de Manejo de Águas Pluviais e de Abordagem Integrada, apresentados em Baptista et
al. (2005), Brasil (2010) e Brasil (2012). Estes princípios consistem em vincular a
prevenção de riscos de inundação à saúde pública, poluição e ao projeto de
ordenamento territorial. É a interação do projeto urbanístico com a gestão das águas
pluviais.
Para a execução das obras propostas, deverão ser detalhadas questões de
ordem estrutural, geotécnica e executiva para elaboração de projetos básicos e
executivos, sendo verificadas interferências com redes de energia elétrica, luz, gás,
telefonia, abastecimento de água, esgotamento sanitário, dentre outras.
13.1.1 Rede de microdrenagem da Avenida João Batista Marcon – P5
Foi verificado que a região da Avenida João Batista Marcon, no Bairro Pedro
Zalla, possui estruturas de drenagem ao longo da via, e a mesma não atende à
demanda hidrológica calculada. Assim, a rede deverá ser alterada por dispositivos de
drenagem de dimensões adequadas.
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13.1.2 Rede de microdrenagem da Rua 13 de Maio – P6
Foi verificado que a região da Rua 13 de Maio, possui estruturas de drenagem
ao longo da via, e a mesma não atende à demanda hidrológica calculada, de modo que
a rede deverá ser alterada por uma de dimensões adequadas.
13.1.3 Rede de microdrenagem da Rua Donato Pastre – P7
A Rua Donato Pastre, no Bairro São Cristóvão, possui estruturas de drenagem
somente no encontro com a Rua Alberto A. Belloto, sendo necessária a construção de
novas estruturas.
13.1.4 Rede de microdrenagem da Rua Suaidan Abud – P8
Foi verificado que a região da Rua Suaidan Abud com a Alameda Gardenaldo,
possui estruturas de drenagem. Porém, nas ruas à montante, não constam com
sistema de drenagem que necessitam serem instaladas.
13.1.5 Rede de microdrenagem da Avenida da Saudade – P9, P11e P12
Foi verificado que a região da Avenida da Saudade com a Rua Governador
Pedro de Toledo possui estruturas de drenagem e que a mesma não atende à
demanda hidrológica calculada. Assim, a rede deverá ser substituída por outra com
dimensões adequadas O mesmo ocorre no encontro da Avenida da Saudade com a
Rua Nicolau Jacob, a rede deverá ser alterada para uma de dimensões adequadas.
No encontro da Avenida da Saudade com a Rua José B. de Senas, há somente
uma estrutura de captação superficial, sendo necessária a complementação do
sistema.
13.1.6 Rede de microdrenagem da Rua Governador Pedro de Toledo – P10
Foi verificado que a região da Rua Governador Pedro de Toledo, possui
estruturas de drenagem. Porém, não há a ocorrência na Rua Nicolau Jacob, localizada
à montante, e é indicada a construção de novas estruturas.
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13.1.7 Rede de microdrenagem da Rua Antônio Pasquotto – P13
Foi verificado que a Rua Antônio Pasquotto não possui estruturas de drenagem
ao longo da via, sendo necessária sua construção.
13.1.8 Rede de microdrenagem da Rua Irmã Conceição Maria e Rua Alfredo
Barbieri – P14
Foi verificado que as Ruas Irmã Conceição Maria e Alfredo Barbieiri, na Vila
Conceição, não possuem estruturas de drenagem ao longo de ambas as vias, sendo
primordial a sua construção.
13.1.9 Travessia na Rodovia Marechal Rondon – P16/Tr11
A travessia na Rodovia Marechal Rondon (SP-300) sobre o córrego sem nome,
afluente do Rio Sorocaba, próxima ao encontro com a Avenida Lázaro P. de Mello, está
localizada no Bairro Matadouro. Devido à sua proximidade com as vias, a construção
de um reservatório é inviável, e por se tratar de uma travessia sob uma rodovia de
grande movimento a adequação da seção deverá ser realizada através de método não
destrutivo, de modo a não ser necessária a restrição do fluxo de atumóveis durante as
obras. Assim sendo, à seção atual quadrada de 2,50 x 2,50 m, deverão ser
acrescentados duas tubulações com φ1600 mm.
13.1.10 Córrego sem nome
Devido às características do córrego, do sistema viário e da ocupação das áreas
em questão, as ocorrências de inundações poderão ser mitigadas de duas maneiras: a
primeira é a adequação das travessias; a outra poderá ser a construção de um
reservatório (barragem) para controle de cheias, alternativas 1 e 2 respectivamente.
Neste item estão apresentadas as diferentes avaliações para cada ponto crítico
referente à bacia do córrego sem nome para cada uma das alternativas.
13.1.10.1 Alternativa 1 3 Adequação das travessias do córrego sem nome
O mapa de localização das medidas estruturais propostas para a Alternativa 1 e
a respectiva memória de cálculo são apresentados no Anexo 17. A descrição das obras
são apresentadas a seguir.
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13.1.10.1.1 Travessia da Avenida João P. de Campos – P17/Tr14
A travessia da Avenida João P. de Campos, sobre o córrego sem nome, afluente
do Rio Sorocaba, próxima ao encontro com a Rua Vereador Orlando Ghiraldi, no Bairro
Jardim Estrela, tem seção formada por duas tubulações de 1500 mm. A seção da
travessia existente deverá ser substituída por duas aduelas de 3,00 x 2,50 m.
13.1.10.1.2 Travessia da Rua João R. de Albuquerque – P24/Tr15
A travessia da Rua João R. de Albuquerque sobre o córrego sem nome, afluente
do Rio Sorocaba, possui seção retangular de dimensões 2,50 x 2,00 m), e deverá ser
modificada para uma seção, também retangular, com 6,00 x 2,50 m.
13.1.10.2 Alternativa 2 - Construção de barragem
Uma alternativa para otimizar o custo das obras de controle de inundações é a
construção de reservatórios de detenção, também conhecidos como piscinões, em
áreas à montante de onde estas ocorrem. O reservatório tem a função de armazenar
volume de água do curso d’água e reduzir as vazões de pico, eliminando os riscos de
inundação. Desta forma, reduz a necessidade de substituição de travessias e
adequação de canais.
O mapa de localização das medidas estruturais propostas para a Alternativa 2 e
a respectiva memória de cálculo são apresentados no Anexo 18. A descrição das obras
são apresentadas a seguir.
A proposta é a construção de um reservatório de detenção no córrego sem
nome, à jusante da Rua Matias Pires, no bairro Jardim Estrela. O barramento proposto
localizar-se-á nas coordenadas aproximadas de X=209540,05 e Y=7446195,75 (Figura
42). O reservatório apresenta as características descritas na Tabela 20.
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Figura 42 3 Reservatório de detenção do córrego sem nome
Tabela 20 3 Características do reservatório de detenção do córrego sem nome
Altura da barragem (m) 7,00
Volume máximo (m3
) 209.170,43
Área de inundação (m²
) 13.424,00
Saída de fundo (m) Circular, diâmetro de 1,00 m
Soleira do vertedor em relação ao fundo (m) 5,00
Vertedor Retangular
Comprimento do vertedor (m) 6,00
As curvas nível de água x volume e nível de água x vazão são apresentadas na
Figura 43 e na Figura 44, respectivamente.
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Figura 43 3 Curva nivel de água x volume do reservatório de detenção do córrego Sem Nome
Figura 44 3 Curva nivel de água x vazão do reservatório de detenção do córrego Sem Nome
O resultado das simulações da propagação da cheia pelo método de Puls são
apresentados na Figura 45 e Figura 46. Constata-se que a construção do barramento
mostra-se viável para controle de inundações do Ribeirão, reduzindo as vazões
máximas para Tr de 100 anos de 40,50 m³/s para 7,22 m³/s. Assim, algumas obras
propostas na Alternativa 1 apresentam seções inferiores e de maior viabilidade de
execução. O mapa de localização das medidas estruturais propostas na alternativa 2 é
apresentado no Anexo 18.
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Figura 45 3 Simulação dos hidrogramas do reservatório proposto
Figura 46 3 Simulação dos níveis de água do reservatório proposto
13.1.10.3 Comparação das Alternativas
A diminuição da vazão propiciada pela construção do barramento possibilita uma
redução nas dimensões das obras projetadas, podendo tornar adequadas algumas das
estruturas existentes.
A Tabela 21 apresenta uma comparação das dimensões propostas para cada
uma das alternativas estudadas, referente às estruturas presentes no item 13.1.1.
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Tabela 21 3 Comparação das estruturas para as alternativas 1 e 2
Local da obra Alternativa 1 Alternativa 2
Travessia da Avenida João P. de
Campos (Tr-14)
Duas aduelas
3,00 x 2,50 m
Duas aduelas
2,50 x 1,50 m
Travessia da Rua João R. de
Albuquerque (Tr-15) 6,00 x 2,50 m 5,00 x 1,50 m
13.1.11 Travessia da ferrovia – P18/Tr1
A travessia da ferrovia sobre o córrego sem nome, afluente do Rio Laranjal,
localizada na Vila Toti, que possui seção atual retangular de dimensões 1,00 x 1,50 m.
Para adequação dessa travessia deverá ser construída uma passagem lateral,
utilizando o método não destrutivo para que não seja necessária a interrupção do
movimento na linha férrea. A nova seção será composta de duas tubulações com
φ1200 mm.
13.1.12 Passagem sob a Ferrovia próxima à Rua 13 de Maio – P19/Tr 2
A passagem sob a ferrovia, localizada entre a área central e a Vila Zalla, nas
proximidades da Rua 13 de Maio, é composta por uma seção circular com φ1200 na
qual estão dispostas duas tubulações de esgoto. Devido a existência da linha férrea, a
adequação da passagem deverá ser realizada através de método não destrutivo,
desconsiderando a passagem existente e acrescentando três novas tubulações com
diâmetro de 1400 mm.
13.1.13 Travessia da Avenida João B. Baddo – P20/Tr7
A travessia da Avenida João B. Baddo sobre o Rio Laranjal, localizada no Bairro
São Benedito, que possui seção composta por uma tubulação de 600 mm, deverá ser
substituída por aduela de 2,00 x 1,00 m.
13.1.14 Travessia da Estrada Municipal LRP-407 – P21/Tr9
A travessia da Estrada Municipal LRP-407 sobre o Rio Laranjal, está localizada
no Bairro Jardim das Palmeiras. Atualmente a travessia é formada por duas seções
quadradas de 1,50 x 1,50 m, as quais deverão ser substituídas por uma seção
retangular com 9,00 x 3,50 m.
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13.1.15 Travessia da Rodovia Marechal Rondon (SP – 300) – P22/Tr12
A travessia da Rodovia Marechal Rondon (SP-300) sobre o córrego sem nome,
afluente do Rio Sorocaba, localizado na Vila São José, atualmente possui seção
circular de 1500 mm de diâmetro. Da mesma forma que na travessia 11, a adequação
da seção deverá ser realizada através de método não destrutivo, acrescentando duas
tubulações com φ1500 mm à existente.
13.1.16 Travessia da Rodovia Marechal Rondon (SP – 300) – P23/Tr13
A travessia da Rodovia Marechal Rondon (SP-300) sobre o córrego sem nome,
afluente do Rio Sorocaba, possui seção circular de 1000 mm de diâmetro. Embora a
seção encontre-se na mesma situação das travessias 11 e 12, o método não destrutivo
não é recomendado pois o diâmetro mínimo possível de ser utilizado necessita de um
recobrimento maior do que disponível, considerando a mesma cota da geratriz inferior
da seção existente. Por tanto, deverão ser alocados três novas tubulações com
diâmetro de 1000 mm.
13.1.17 Estimativa de Custos
A estimativa dos quantitativos e de custos das medidas estruturais propostas
fez-se a partir do dimensionamento hidráulico e hidrológico das intervenções,
estimando-se os volumes das obras e quantitativos de serviços. Os projetos básicos e
executivos das obras permitirão o detalhamento da composição destes custos de forma
a viabilizar a licitação e posterior execução das obras.
A estimativa de custos de implantação das obras foi realizada por meio de
consulta ao banco de preço do Sistema Nacional de Pesquisa de Custos e Índices da
Construção Civil (SINAPI) e Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte
(DNIT). Para os equipamentos e serviços específicos não encontrados nestas fontes,
realizou-se a cotação de preços a fornecedores.
Na Tabela 22 são apresentadas as estimativas de custos das obras de todas as
medidas estruturais propostas para cada uma das alternativas. Esses valores
encontram-se mais detalhados no Anexo 19, para as obras referentes à Alternativa 1 e
Anexo 20 para as obras referentes à alternativa 2.
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Tabela 22 3 Comparação de custos das obras para as alternativas 1 e 2
Local da Obra Custo Alternativa 1
(R$)
Custo Alternativa 2
(R$)
Travessia da Estrada Municipal (LRP407) (Tr-11) 1.507.273,76 1.507.273,76
Travessia da Avenida João P. de
Campos (Tr-14) 599.497,15 542.487,56
Barragem do córrego sem nome 4 4.138.915,48
Travessia da Rua João R. de
Albuquerque (Tr-15) 1.466.011,13 1.190.653,07
Travessia da Ferrovia (Tr-1) 776.141,49 776.141,49
Travessia da Ferrovia (Tr-2) 1.699.312,51 1.699.312,51
Travessia da Avenida João B. Baddo
(Tr-7) 443.307,23 443.307,23
Travessia da Estrada Municipal (LRP407) (Tr-9) 2.184.556,88 2.184.556,88
Travessia da Rodovia Marechal Rondon
(SP-300) (Tr-12) 977.230,03 977.230,03
Travessia da Rodovia Marechal Rondon
(SP-300) (Tr-13) 832.016,09 832.016,09
Total 10.485.346,25 13.101.241,01
Embora os valores apontados na Tabela 22 sejam baseados nos
dimensionamentos de cada intervenção, podendo sofrer alterações e acréscimos no
momento da elaboração dos respectivos projetos executivos, a diferença entre os
valores totais para cada alternativa (24,45%) é suficiente para que se possa apontar
com certeza que a melhor opção é a Alternativa 1, sem a construção do barramento.
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14. Programa de medidas não estruturais e ações sistemáticas
As medidas não estruturais, como o próprio nome indica, não utilizam estruturas
que alterem diretamente o regime de escoamento das águas. Correspondem,
basicamente, à medidas cuja finalidade é o controle do uso e ocupação do solo,
principalmente nas planícies de inundação, visando a diminuição da vulnerabilidade
dessas áreas aos efeitos adversos dos eventos causadores de distúrbios (enchentes,
inundações, alagamentos). Quando não é possível evitar completamente a exposição
de pessoas e de infraestruturas patrimoniais aos riscos decorrentes desses eventos, as
medidas não estruturais podem contribuir para alertar as comunidades potencialmente
atingidas, tornando-as mais bem preparadas para absorverem alguns impactos
causados pelas ocorrências.
Medidas não estruturais também podem ser de natureza gerencial ou
educacional, como o estabelecimento de regras de uso de dispositivos de drenagem ou
a adoção de planos de educação ambiental que contribuem para formar consciências
comprometidas com a sustentabilidade da cidade.
Segundo Zahed Filho (2006) as medidas não estruturais de drenagem urbana
podem ser, entre outras:
o A regulamentação do uso e ocupação do solo (principalmente em fundos de
vale);
o O estabelecimento de um sistema de alerta: sistema composto de
dispositivos de aquisição de dados em tempo real, transmissão de
informação para um centro de análise e previsão em tempo atual por meio
de modelo matemático;
o A classificação de níveis de urgência e/ou emergência que, quando
atingidos, deflagrem a veiculação de informações e orientações para
agentes individuais, entidades específicas ou para comunidades, com a
finalidade de reduzir as perdas decorrentes dos eventos causadores dos
distúrbios. Os dois últimos procedimentos devem estar contemplados no
Plano de Emergências e Contingências realizado pela Defesa Civil do
município.
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14.1 Regulamentação do uso e ocupação do solo em áreas sujeitas à inundação
A definição e a regulamentação do uso e ocupação do solo nas áreas sujeitas à
inundação devem ser consideradas no Plano Diretor do município.
Com base nessas áreas deve-se definir um conjunto de regras para a ocupação
das áreas de maior risco de inundação, visando a minimização futura das perdas
materiais e humanas em face das grandes cheias, constituindo um zoneamento das
áreas de risco de inundações no município. Esse zoneamento permitirá uma ocupação
racional das áreas ribeirinhas. Quanto às condições técnicas do zoneamento, sabe-se
que o risco de ocorrência de inundação varia com a respectiva cota da várzea. As
áreas mais baixas obviamente estão sujeitas a maior frequência de ocorrência de
enchentes. Assim sendo, a delimitação das áreas do zoneamento depende das cotas
altimétricas das áreas urbanas.
A regulamentação do uso das áreas de inundação pode apoiar-se em mapas
com a demarcação dos diferentes riscos e, a partir desta avaliação, dos critérios de
ocupação das mesmas. Para que esta regulamentação seja utilizada beneficiando as
comunidades, a mesma deve ser integrada à legislação municipal sobre loteamentos,
construções e habitações, a fim de garantir a sua observância.
14.2 Classificação de níveis de urgência e/ou emergência
Para embasar o zoneamento deve-se estabelecer o risco de inundação em
diferentes cotas das planícies de inundação. Dessa forma, considerando-se que os
cursos d’água, normalmente, formam dois leitos (o menor correspondendo à seção de
escoamento em regime de estiagem, e o maior à uma seção mais larga, formada nos
meses de maior pluviosidade), o zoneamento deve distinguir, pelo menos, essas duas
possibilidades. Quando o tempo de retorno de extravasamento do leito menor é
superior a 2 anos, a população tende a ocupar essas áreas de várzeas, com os mais
diversos usos, indo de horticulturas até a construção de casas. Assim, por ocasião das
cheias, tanto os bens como as pessoas ali instalados ficam sujeitos à diversos perigos
e danos. Há casos em que mesmo as áreas situadas à montante das cotas mais altas
das várzeas ficam prejudicadas pela elevação do nível d’água decorrente da obstrução
ao escoamento natural causada pelos ocupantes das áreas mais baixas.
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Segundo Zahed Filho (2006), a seção de escoamento do curso d’água pode ser
dividida em três partes principais categorias, para efeito de zoneamento, conforme
descritas a seguir.
Zona de passagem da enchente - esta parte da seção deve ficar liberada
para funcionar hidraulicamente. Qualquer construção nessa área reduzirá a
área de escoamento, elevando os níveis à montante. Assim, nessa faixa não
deve ser permitida nenhuma nova construção e a Prefeitura deverá,
paulatinamente, remover as habitações aí existentes e relocar a população.
Zona com restrições - esta é composta pela área restante da superfície
inundável que deve ser regulamentada. Esta zona fica inundada, mas,
devido às pequenas profundidades e baixas velocidades, não contribuem
muito para a drenagem da enchente. Esta zona pode ser subdividida em
sub-áreas, mas essencialmente os seus usos podem ser:
a) com parques e atividades recreativas ou esportivas cuja manutenção,
após cada cheia, seja simples e de baixo custo. Normalmente uma
simples limpeza a recolocará em condições de utilização.
(b) com cultivos agrícolas;
(c) com habitações dotadas de mais de um piso, onde o piso superior
ficará situado, no mínimo, no nível do limite da enchente, devendo adotar
outros dispositivos estruturais de proteção enchentes;
(d) com usos industrial ou comercial, restringindo-se para atividades como
carregamento, estacionamento, área de manobras, áreas de
armazenamento de equipamentos ou maquinaria facilmente removível ou
não sujeitos a danos em caso de cheias. Não deve ser permitido o
armazenamento de artigos perecíveis, contaminantes ou tóxicos.
(e) com serviços básicos: linhas de transmissão, estradas e passarelas,
desde que corretamente projetados.
Zona de baixo risco - esta zona possui pequena probabilidade de ocorrência
de inundações, sendo atingida em anos excepcionais, por pequenas lâminas
d’água e baixas velocidades. A delimitação dessa área é útil para informar a
população sobre a escala ou grandeza do risco a que está sujeita. Nesta
área, delimitada por cheias de baixa frequência, pode-se dispensar
regulamentações em caráter obrigatório, mas deve-se orientar a população
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sobre a eventual possibilidade de enchentes e sobre os meios de protegerse das perdas delas decorrentes, recomendando o uso de obras com, pelo
menos dois pisos, onde o segundo possa ser usado nos períodos críticos.
Outras medidas não estruturais que podem ser adotadas para promoverem um
melhoramento na drenagem urbana são: instalação de vedação nas partes baixas das
paredes e de uma espécie de barramento temporário ou permanente nas aberturas
entre as edificações; cercamento e sinalização das áreas sujeitas à inundação; instituir
recomendações de prevenção à enchentes no Código de Construção; aquisição, pela
municipalidade, de terrenos para preservação em áreas de inundação; adoção de
incentivos fiscais para uso prudente da área de inundação; promover parcerias das
mais diversas para promover o reassentamento de comunidades que ocupam áreas de
risco; estabelecer, junto à Secretaria de Obras e/ou a outras divisões competentes
procedimentos para o estabelecimento sistemático de campanhas de inspeção e dos
dispositivos de drenagem; adoção de campanhas e programas de educação da
população quanto às questões relacionadas à drenagem de águas pluviais e ao
controle de enchentes.
É importante enfatizar aos gestores do sistema de drenagem urbana a
necessidade de se combinar medidas estruturais e não estruturais no intuito de reduzir
os impactos das cheias e aumentar a eficiência do setor.
14.2.1 Indicação de medidas para situações de emergência e contingência
A Classificação e Codificação Brasileira de Desastres (Cobrade), disciplinada
pela Instrução Normativa nº 1 de 24 de agosto de 2012 é fundamental para a
uniformização das definições dos eventos que podem implicar em Situações de
Emergência ou em estados de calamidade Pública que devem ser considerados nos
Planos de Emergência dos municípios. A partir desta uniformização pode-se planejar o
atendimento operacional para as situações críticas, primeiro prevenindo e mitigando e,
posteriormente, respondendo às emergências.
Segundo a IN nº 1 de 24 de agosto de 2012, referendada pelo Ministério da
Integração Nacional para ser adotada pelas Coordenadorias Municipais de Defesa
Civil (COMDEC), os eventos a serem considerados nos planos de emergências e
contingências apresentam as seguintes definições:
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I - Desastre: resultado de eventos adversos, naturais ou provocados pelo
homem sobre um cenário vulnerável, causando grave perturbação ao funcionamento
de uma comunidade ou sociedade envolvendo extensivas perdas e danos humanos,
materiais, econômicos ou ambientais, que excede a sua capacidade de lidar com o
problema usando meios próprios;
II - Dano: resultado das perdas humanas, materiais ou ambientais infligidas às
pessoas, comunidades, instituições, instalações e aos ecossistemas, como
conseqüência de um desastre;
III - Prejuízo: medida de perda relacionada com o valor econômico, social e
patrimonial, de um determinado bem, em circunstâncias de desastre;
IV - Situação de emergência: situação de alteração intensa e grave das
condições de normalidade em um determinado município, estado ou região, decretada
em razão de desastre, comprometendo parcialmente sua capacidade de resposta;
V - Situação de contingência: situação imprevista, que não se consegue
controlar nem prever; eventualidade, casualidade. Natureza do que acontece de modo
eventual, incidental ou desnecessário, podendo ter ocorrido de outra forma ou não se
ter efetivado;
VI - Estado de calamidade pública: situação de alteração intensa e grave das
condições de normalidade em um determinado município, estado ou região, decretada
em razão de desastre, comprometendo substancialmente sua capacidade de resposta.
Segundo a definição de desastre conclui-se que: (i) desastre não é o evento
adverso, mas a consequência dele; (ii) não existe, na definição, nenhuma ideia
restritiva sobre a necessidade de que o desastre ocorra de forma súbita; (iii) não existe
nenhum conceito de valor sobre a intensidade dos desastres. Ainda, para que se
caracterize um desastre é necessário que: (i) ocorra um evento adverso com
magnitude suficiente para, em interação com o sistema receptor (cenário do desastre),
provocar danos e prejuízos mensuráveis; e que: (ii) existam, no cenário do desastre,
corpos receptores ou receptivos vulneráveis aos efeitos dos eventos adversos.
A seguir é apresentado o Quadro 23, que indica alguns potenciais desastres
relacionados ao sistema de drenagem urbana e suas respectivas medidas de
prevenção e de emergência.
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Quadro 23 3 Classificação de desastres e medidas necessárias.
Classificação Medidas
Grupo Subgrupo Tipo Subtipo Definição Código
Cobrade Prevenção e mitigação Emergências
1.Naturais
1. Geológico
3. Movimento de massa
1. Quedas, tombamentos e rolamentos
1. Blocos
As quedas de blocos são movimentos rápidos e
acontecem quando materiais rochosos diversos
e de volumes variáveis se destacam de
encostas muito íngremes, num movimento tipo
queda livre.
Os tombamentos de blocos são movimentos de
massa em que ocorre rotação de um bloco de
solo ou rocha em torno de um ponto ou abaixo
do centro de gravidade da massa desprendida.
Rolamentos de blocos são movimentos de
blocos rochosos ao longo de encostas, que
ocorrem geralmente pela perda de apoio
(descalçamento).
1.1.3.1.1
• Obras de Retaludamento
• Obras de Muro de Contenção
• Obras de Ancoragem
• Obras de Estacas
• Obras de Prevenção de Quedas
de Rochas
• Realizar simulados com a
população vulnerável
• Alerta
• Alarme
• Fuga
• Socorro
• Assistência às vítimas
• Restabelecimento de
serviços essenciais
2. Lascas
As quedas de lascas são movimentos rápidos e
acontecem quando fatias delgadas formadas
pelos fragmentos de rochas se destacam de
encostas muito íngremes, num
movimento tipo queda livre.
1.1.3.1.2
3.Matacões
Os rolamentos de matacães são caracterizados
por movimentos rápidos e acontecem quando
materiais rochosos diversos e de volumes
variáveis se destacam de encostas e
movimentam-se num plano inclinado.
1.1.3.1.3
4. Lajes
As quedas de lajes são movimentos rápidos e
acontecem quando fragmentos de rochas
extensas de superfície mais ou menos plana e
de pouca espessura se destacam de encostas
muito íngremes, num movimento tipo queda
livre.
1.1.3.1.4
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Classificação Medidas
Grupo Subgrupo Tipo Subtipo Definição Código
Cobrade Prevenção e mitigação Emergências
2. Deslizamentos
1.Deslizamentos
de solo e/ou rocha
São movimentos rápidos de solo ou rocha,
apresentando superfície de ruptura bem
defnida, de duração relativamente curta, de
massas de terreno geralmente bem defnidas
quanto ao seu volume, cujo centro de
gravidade se desloca para baixo e para fora do
talude. Frequentemente, os primeiros sinais
desses movimentos são a presença de
fissuras.
1.1.3.2.1
3. Corridas de massa
1. Solo/Lama
Ocorrem quando, por índices pluviométricos
excepcionais, o solo/lama, misturado com a
água, tem comportamento de líquido viscoso,
de extenso raio de ação e alto poder destrutivo.
1.1.3.3.1 •Medidas de controle da geração
de detritos
•Medidas de captura
•Medidas de deposição
•Medidas de canalização
•Medidas de controle do trajeto
•Realizar simulados com a
população vulnerável
2. Rocha/Detrito
Ocorrem quando, por índices pluviométricos
excepcionais, rocha/detrito, misturado com a
água, tem comportamento de líquido viscoso,
de extenso raio de ação e alto poder destrutivo.
1.1.3.3.2
4. Subsidências e
colapsos
0
Afundamento rápido ou gradual do terreno
devido ao colapso de cavidades, redução da
porosidade do solo ou deformação de material
argiloso
1.1.3.4.0
• Planejar o uso do território
considerando as fragilidades do
meio físico
• Aumentar a compactação dos
solos arenosos ou adotar
fundações profundas em solos
argilosos
• Aumentar a resistência do solo
por meio de estruturas ou
preenchimentos
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Classificação Medidas
Grupo Subgrupo Tipo Subtipo Definição Código
Cobrade Prevenção e mitigação Emergências
4. Erosão
2. Erosão de
margem fluvial
0
Desgaste das encostas dos rios que provoca
desmoronamento de barrancos. 1.1.4.2.0 • Recomposição de APPs
•Retaludamento
•Reflorestamento
•Estabilização de taludes
3. Erosão continental
1. Laminar
Remoção de uma camada delgada e uniforme
do solo superfcial provocada por fluxo hídrico
não concentrado.
1.1.4.3.1
• Implementar práticas
conservativas do solo
• Planejar o uso do território
urbano considerando as
fragilidades do meio físico
• Ordenar o escoamento
superficial das águas em taludes
e obras civis urbanas
• Aplicação de técnicas
recompositoras
• Avaliação de estruturas
afetadas
•Remoção de população
afetada e realocação
2. Ravinas
Evolução, em tamanho e profundidade, da
desagregação e remoção das partículas do
solo de sulcos provocada por escoamento
hídrico superfcial concentrado.
1.1.4.3.2
3. Voçorocas
Evolução do processo de ravinamento, em
tamanho e profundidade, em que a
desagregação e remoção das partículas do
solo são provocadas por escoamento hídrico
superfcial e subsuperfcial (escoamento freático)
concentrado.
1.1.4.3.3
2.Hidrológico
1. Inundações
0
0
Submersão de áreas fora dos limites normais
de um curso de água em zonas que
normalmente não se encontram submersas.
O transbordamento ocorre de modo gradual,
geralmente ocasionado por chuvas
prolongadas em áreas de planície.
1.2.1.0.0
• Planejar a ocupação territorial
minimizando o uso das áreas
próximas aos canais de drenagem
• Aumentar a infiltração e
retenção da água no solo
• Controle dos processos
erosivos/Desassoreamento
• Reconstruir gargalos hidráulicos
• Utilizar as lagoas do município
como estrutura de retenção das
águas
•Realizar simulados com a
• Alerta
• Alarme
• Fuga
• Socorro
• Assistência às vítimas
• Restabelecimento de
serviços essenciais
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Classificação Medidas
Grupo Subgrupo Tipo Subtipo Definição Código
Cobrade Prevenção e mitigação Emergências
população vulnerável
2. Enxurradas
0
0
Escoamento superfcial de alta velocidade e
energia, provocado por chuvas intensas e
concentradas, normalmente em pequenas
bacias de relevo acidentado. Caracterizada
pela elevação súbita das vazões de
determinada drenagem e transbordamento
brusco da calha fluvial. Apresenta grande poder
destrutivo.
1.2.2.0.0 • Planejar a ocupação territorial
favorecendo o escoamento das
águas das chuvas
• Construir sistema de
microdrenagem eficiente.
• Limpeza preventiva da
drenagem
• Auxilio à população
afetada
3.Alagamento
s
0
0
Extrapolação da capacidade de escoamento de
sistemas de drenagem urbana e consequente
acúmulo de água em ruas, calçadas ou outras
infraestruturas urbanas, em decorrência de
precipitações intensas.
1.2.3.0.0
3.Meteorológico
2.Tempestades
1.Tempestade
local/Convectiva
4.Chuvas intensas
São chuvas que ocorrem com acumulados
signifcativos, causando múltiplos desastres
(ex.: inundações, movimentos de massa,
enxurradas, etc.).
1.3.2.1.4 • Monitoramento das chuvas
• Alerta
• Alarme
• Fuga
• Socorro
• Assistência às vítimas
• Restabelecimento de
serviços essenciais
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Classificação Medidas
Grupo Subgrupo Tipo Subtipo Definição Código
Cobrade Prevenção e mitigação Emergências
4.Climatológico
1. Seca
3. Incêndio florestal
1. Incêndios em parques,
áreas de
proteção ambiental e áreas
de preservação
permanente nacionais,
estaduais ou municipais
Propagação de fogo sem controle, em qualquer
tipo de vegetação situada em áreas legalmente
protegidas.
1.4.1.3.1 • Monitoramento da umidade e nº
de dias sem chuva
• Formação de Brigada
• Locais para captação de água
(Pequenos açudes)
• Cortina de segurança
• Redução de material
combustível
• Construção e manutenção de
aceiros
• Realizar simulados
• Detecção
• Mobilização
• Combate direto e
indireto.
2. Incêndios em áreas não
protegidas, com reflexos
na qualidade do ar
Propagação de fogo sem controle, em qualquer
tipo de vegetação que não se encontre em
áreas sob proteção legal, acarretando queda
da qualidade do ar.
1.4.1.3.2
Fonte: COBRADE, 2017; Defesa Civil I e II, 2017 / Adaptado por SHS, 2019.
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14.2.2 Programa de monitoramento hidráulico-hidrológico
Um evento hidrológico extremo, embora tenha chances mínimas de ocorrência,
tem grande probabilidade de causar um colapso generalizado no sistema de drenagem,
uma vez que esses eventos podem superar os dados das previsões.
Por esse motivo, em conjunto com medidas que amenizem os efeitos das
inundações, são necessários sistemas de monitoramento em tempo real, centros de
análise de dados e planos para ações emergenciais.
Além da coleta e transmissão de dados é recomendável elevar o nível de
conscientização e treinamento da população, melhorando assim a eficiência de uma
possível evacuação no momento da ocorrência, e consequentemente, reduzindo riscos
de vidas e danos à saúde.
Não há monitoramento hidráulico e hidrológico (pluviômetros, pluviógrafos e
fluviógrafos instalados) no município de Laranjal Paulista. Também não há Plano de
Prevenção da Defesa Civil, Plano de Contingência, Plano de evacuação e abrigos,
embora haja atuação da Defesa Civil relacionadas à drenagem de águas pluviais.
Anterior à implantação da obras propostas no item 13.1, recomenda-se:
a implantação de equipamentos de monitoramento (ao menos um
pluviógrafo no município);
organização institucional e profissional responsável pela coleta,
armazenamento e interpretação de dados;
e sistema de alerta para chuvas com características iguais ou superiores
às descritas na Tabela 23.
Tabela 23 3 Precipitações críticas do município de Laranjal Paulista
Tr
(anos)
Duração
(min)
Intensidade
(mm/min)
Precipitação
total (mm)
Risco
associado ao
evento
Área de risco
10 10 2,00 20 Alagamentos Vias da área urbana
10 24 1,49 35 Inundações
córrego sem nome -
Rodovia Marechal Rondon
(SP-300)
10 45 1,09 50 Inundações
córrego sem nome - João
P. de Campos e João R. de
Albuquerque
10 15 1,76 27 Inundações
córrego sem nome -
travessia sob a ferrovia, na
Vila Toti
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Tr
(anos)
Duração
(min)
Intensidade
(mm/min)
Precipitação
total (mm)
Risco
associado ao
evento
Área de risco
10 142 0,54 76 Inundações Rio Laranjal - estrada
municipal LRP-407
10 17 1,69 29 Inundações
córrego sem nome -
Rodovia Marechal Rondon
(SP-300)
10 11 1,96 21 Inundações
córrego sem nome -
Rodovia Marechal Rondon
(SP-300)
As áreas de risco deverão ser monitoradas e o nível de atenção deverá se
adequar ao decorrer de implantação das medidas estruturais, os quais podem
classificar-se em interdição de área até remoção da população.
As ações de remoção da população das áreas de risco e relocação para abrigos
(assistência humanitária) são viabilizadas por intermédio da Sistema Nacional de
Proteção e Defesa Civil 3 SINPDEC do Ministério da Integração Nacional (MDR, 2019).
A construção de edifícios para abrigo provisório para assistência às vítimas de
desastres naturais pode ser financiada mediante solicitação de recursos no SINPDEC
(MDR, 2019).
14.3 Sistema de alerta e controle de cheias
Algumas medidas deverão ser tomadas para ajudar a reduzir os prejuizos
causados por inundações, tendo como objetivo minimizar os danos através de uma
melhor convivência da população com as inundações. Como medida não estrutural
encontra-se a utilização de sistemas de alerta a inundações, utilizados na elaboração
de mapas de enchentes com previsão do fenômeno aliado à tecnologias, como
medidores através de sensores e câmeras, dentre outros visando alertar a população
de áreas inundáveis antes de seu acontecimento. Existem várias ferramentas passiveis
de implantação do sistema, uma delas é descrita e indicada a seguir, para o município
em questão.
O Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP, em São
Carlos-SP, com o apoio do Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria
(CeMEAI) e a colaboração de professores da Universidade de Warwick, localizada no
Reino Unido, desenvolveram uma tecnologia para a gestão dos riscos de enchentes.
Trata-se de um sistema capaz de detectar a enchente ou o risco de sua ocorrência e
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de avisar a população passível de sofrer as consequências do evento, via aplicativo de
celular. O sistema é chamado e-Noé e funciona por meio de uma rede de sensores
sem fio.
O professor Jó Ueyama, do ICMC da USP em São Carlos, lidera o grupo de
estudo que desenvolveu a tecnologia e explicou, em entrevista ao Jornal da USP 5No
Ar6, em 17/01/2019, como foi desenvolvido o e-Noé, nome inspirado no profeta bíblico
que previu o dilúvio. A ideia foi trazida de um protótipo desenvolvido em um programa
de doutorado da Universidade de Warwick, com a finalidade de fazer a detecção e a
previsão de enchentes. Vários sensores são utilizados e seguimos uma abordagem
chamada de multimodal, que consiste na utilização de multissensores para aumentar a
confiabilidade da presença de uma enchente. No processo ocorre o uso de câmeras,
sensores de nível dos rios e uma tecnologia de rede sem fio que capta essas
informações para passar aos servidores e estes, por sua vez, emitem os alertas.
Os sensores são colocados em pontos estratégicos dos rios, em locais com
frequência de enchentes identificados por hidrólogos. A câmera fica num poste a cerca
de sete metros de altura, capturando as imagens. Tanto as imagens como os sinais
dos sensores são enviados em tempo real.
No processo de coleta das informações, para a emissão dos alertas, é realizada
uma seleção de dados das redes sociais, através de uma inteligência artificial,
compondo os multissensores. O Twitter foi uma das redes nas quais se observaram as
hashtags, publicações e fotos postadas pelos usuários referentes às enchentes. 5A
população ajuda os sensores dando alertas para todos, de forma correta6, afirma o
pesquisador, explicando que ocorre uma filtragem das publicações que de fato trazem
informação confiável para complementar os dados.
O e-Noé, aplicado na cidade de São Carlos, pode ser oferecido a outros
municípios por intermédio de convênios que a Agência USP de Inovação poderá firmar
com as prefeituras. 5Feito isso, a tecnologia pode ser disponibilizada para uma
determinada cidade. É importante ressaltar que, após um período determinado, nós
faríamos um estudo sobre a cidade para saber os pontos estratégicos em que ocorrem
as enchentes6, diz o professor. Para mais informações, consulte o site:
http://www.inovacao.usp.br/saocarlos/.
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14.4 Indicações de ordem operacional e de manutenção nos sistemas de
drenagem
O sistema de drenagem de águas pluviais comumente apresenta ineficiência
devido à falta de manutenção. A manutenção do sistema mais frequente é a limpeza e
desobstrução de canais e proteção das margens dos efeitos da erosão. Quando não
realizados, resultam em assoreamento e crescimento excessivo de vegetação. A falta
de manutenção, por sua vez, resulta em redução da seção de escoamento, obstrução,
aumento da rugosidade, redução da velocidade de escoamento e risco de
transbordamento.
No município de Laranjal Paulista foram identificados os seguintes pontos com
problemas de drenagem associados à falta ou ausência de manutenção:
Ponto 1 3 Travessia na Rua Lázaro Pires: à montante da travessia, o trecho do
Rio apresenta indícios de ocorrência de processos erosivos e resíduos sólidos.
Deve ser feita limpeza do canal, e a proteção das margens.
Ponto 2 3 Travessia na Rua São Salvador: no trecho do Rio Laranjal à montante
da travessia na Rua São Salvador, há resíduos sólidos nas margens e no leito
do mesmo, portanto, deve ser realizada a limpeza do canal.
Ponto 3 3 Travessia na Rua Dona Stela: do mesmo modo que no ponto anterior,
no trecho à montante da travessia na Rua Dona Stela, há resíduos sólidos nas
margens do Rio e também pontos de assoreamento no leito do mesmo. Deve
ser realizada manutenção e a limpeza do leito do rio.
Ponto 4 3 Travessia na Avenida São Paulo: no trecho do Rio Laranjal,
à montante da travessia na Avenida São Paulo, do mesmo modo que nos
pontos anteriores, apresenta em suas margens resíduos sólidos, e processos
erosivos. Deve ser realizada a proteção das margens, manutenção e limpeza do
rio.
Ponto 15 3 Travessia na Avenida Lázaro P. de Mello: o trecho do córrego sem
nome que está canalizado por meio de uma galeria encontra-se com erosão na
entrada da captação do escoamento, além de estar assoreado. Deve ser
providenciada a limpeza e manutenção do canal.
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Ponto 16 3 Travessia na Rodovia Marechal Rondon: o leito do córrego sem
nome, junto á Travessia na Rodovia Marechal Rondon, apresenta
assoreamento. Deve ser realizada a limpeza do mesmo.
Ponto 17 3 Travessia na Avenida João P. de Campos: à montante da travessia,
o trecho do córrego sem nome, afluente do Rio Tietê, apresenta assoreamento
e crescimento de vegetação no leito do mesmo. Portanto, será necessária a
limpeza do trecho do córrego.
Ponto 23 3 Travessia da Rodovia Marechal Rondon (SP-300): o trecho do
córrego sem nome, afluente do Rio Tietê, encontra-se assoreado sob a
travessia e com crescimento excessivo de vegetação. Deve ser realizada a
limpeza do mesmo.
Ponto 24 3 Travessia da Rua João R. Albuquerque: o talude do córrego sem
nome, apresenta processo de erosão. Portanto, é necessário que seja feita a
proteção dos taludes.
14.5 Seguro contra inundações
O seguro contra inundações é uma medida não estrutural que consiste em uma
proteção econômica para o caso da ocorrência de perdas econômicas geradas por
eventos de inundação.
Nos Estados Unidos, esse seguro é mais caro à medida que o cidadão ocupa
uma área considerada de risco maior e os bancos financiam somente obras em áreas
de risco que possuam esse tipo de seguro. Essa medida ajuda a controlar o avanço da
ocupação das áreas sujeitas à inundação.
Na Inglaterra, o custo pelo seguro da inundação é pago por todos, mesmo que
não estejam na área de inundação. O prêmio pago é pequeno, o que pode vir a
incentivar a ocupação de área de risco naquele país.
No Brasil a medida praticamente não é utilizada, segundo o modelo americano,
devido à falta de conscientização das pessoas que ocupam áreas de risco quanto à
taxa de benefício/custo da iniciativa e ao baixo índice de renda dessas populações. E o
modelo inglês não é adotado pelas prefeituras devido à baixa popularidade da
cobrança de mais um imposto, dentre tantos a pesar no bolso dos cidadãos.
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Ainda assim, segundo matéria de Júlio Bernardes, publicada em 06/09/2006 no
Boletim nº1911 do periódico USP Notícias, uma pesquisa coordenada pelo Prof. Mário
Mediondo da Escola de Engenharia de São Carlos 3 Universidade de São Paulo
(EESC/USP) propôs uma metodologia inédita para calcular valores de seguros contra
inundações urbanas.
A metodologia é integrada por cinco componentes: hidrológico, econômico,
hidroeconômico, eficiência financeira e protocolo de gestão de risco para inundações.
O método permite simular diferentes graus de cobertura do sinistro, conforme o
valor pago pelo segurado, estimando séries hidrológicas em um período de 40 a 50
anos, sendo possível otimizar, para cada tipo de cobertura de sinistro, os valores
cobrados em prêmios e indenizações pagas pelas seguradoras.
Para estimar o potencial de alagamento e altura que podem atingir as águas, é
necessário criar uma curva de dados a partir da frequência de chuvas intensas, sua
duração, severidade e a vazão dos rios em cada bacia hidrográfica. Já por meio do
componente econômico são calculados os danos causados a residências e
estabelecimentos comerciais para diferentes alturas da lâmina d'água. No local da
construção são avaliados o capital total do lote, as perdas materiais em caso de
inundação e a disposição do proprietário quanto ao pagamento do seguro.
Segundo o coordenador da pesquisa, entre 4% e 5% do Produto Interno Bruto
(PIB) do Brasil é comprometido diretamente pelo impacto de inundações urbanas, valor
que pode chegar a 12% com os custos indiretos. "Com políticas públicas adequadas,
cada R$ 1 investido em prevenção, a longo prazo, economizaria R$ 30 em despesas
de reconstrução.
Segundo a matéria de Júlio Bernardes, o método teria sido disponibilizado no
Encontro Nacional de Águas Urbanas, realizado em São Carlos, em maio de 2007.
A pesquisa do Núcleo Integrado de Bacias Hidrográficas (NIBH) do
Departamento de Engenharia Hidráulica e de Saneamento da EESC teve o apoio do
Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), da
Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), da
Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) e da Fundação de Amparo à Pesquisa do
Estado de São Paulo (Fapesp).
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Os estudos também tiveram a cooperação da cooperação das universidades
federais de São Carlos (UFSCar), Minas Gerais (UFMG), Santa Catarina (UFSC), Rio
Grande do Sul (UFRS), Rio Grande do Norte (UFRN) e Alagoas (UFAL). Mais
informações: (0XX16) 3373-8271, com Eduardo Mario Mendiondo; site
www.shs.eesc.usp.br/laboratorios/hidraulica.
14.6 Sustentabilidade econômica no setor de drenagem
Os benefícios trazidos para a população pelos dispositivos de drenagem urbana
são inequívocos. Só para citar alguns, são eles: maior garantia nas condições de
segurança da população, melhora nas condições sanitárias dos ambientes; diminuição
da incidência de impactos sociais e ambientais, diminuição da incidência de doenças
de veiculação hídrica e melhorias no índice de desenvolvimento humano. Daí
considera-se que, não obstante os investimentos em drenagem sejam altos, seus
resultados são tão importantes e os resultados de sua ausência, são tão graves, que
nenhum argumento quantitativo lhes tira o valor. Considerando ainda que os serviços
prestados pela municipalidade no setor de saneamento básico (fornecimento de água
potável, de esgotamento sanitário, drenagem urbana e limpeza pública) são
considerados 5essenciais6 - e que todo serviço essencial é direito da população e
dever do Estado, nenhuma Prefeitura deve furtar-se à sua obrigação de oferecer
dispositivos de drenagem em seu município.
A grande dificuldade de estabelecer o que se chama de sustentabilidade
econômica para o sistema de drenagem urbana decorre da obrigatoriedade de
atendimento do preceito do inciso II do artigo 145 da Constituição Federal, que dispõe
que o Município só pode instituir o tributo da taxa 5pela utilização, efetiva ou potencial,
de serviços públicos específicos e divisíveis, prestados ao contribuinte ou postos a sua
disposição6. Pelo fato de o sistema de drenagem urbana não disponibilizar serviços de
modo específico ou divisível, correspondendo estes, ao contrário, a serviços prestados
de modo difuso para a coletividade, sua remuneração deve ser efetuada através da
arrecadação de impostos.
Assim, diferentemente dos sistemas de abastecimento de água, de esgotamento
sanitário e da coleta de resíduos sólidos, a sustentabilidade econômica do sistema de
drenagem urbana não pode ser alcançada a partir do instrumento tributário da taxação.
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Desta forma, segundo NETO & MULATO, 2012, a viabilidade econômica do
sistema de drenagem deve estar pautada em outras possibilidades, como na análise de
benefícios e custos econômicos de longo prazo, atendendo ao princípio de
maximização da rentabilidade social do investimento, isto é, que o valor presente dos
benefícios totais gerados pelo projeto seja maior que o valor presente de todos os
custos necessários à sua implantação e funcionamento.
Feitas essas considerações, recomenda-se que as necessidades do setor de
drenagem sejam introduzidas em mecanismos de planejamento e gestão, já praticados
rotineiramente pelo município para outras demandas, tais como:
Incorporar no PPA (Plano Plurianual) e da LDO (Lei de Diretrizes
Orçamentárias) todas as necessidades para a gestão do sistema de
drenagem urbana;
Realizar reuniões multi-setoriais semestrais para a definição das prioridades e
do planejamento orçamentário para obras de drenagem urbana no município
e para acompanhamento do andamento dos investimentos já realizados;
Dotar de maior transparência a questão de investimentos no setor de
drenagem urbana através da criação de portais informativos pela internet,
disponibilizando os valores a aplicados, mês a mês, de forma que a
população entenda sobre essa destinação dada aos impostos.
Solicitar recursos não onerosos de entidades fomentadoras para a elaboração
de estudos e projetos e de obras para servirem o sistema público de drenagem urbana
e manejo de águas pluviais.
14.7 Educação ambiental
A educação ambiental só foi institucionalizada no Brasil a partir da Constituição
Federal de 1988. Em 1994 é criado o Programa Nacional de Educação Ambiental e em
1999 o poder público institui a Política Nacional de Educação Ambiental (PNEA).
A PNEA define as instâncias que são responsáveis pela promoção da educação
ambiental, como o próprio poder público, a iniciativa privada, a sociedade civil e os
meios de comunicação em massa. A PNEA também dispõe sobre a capacitação de
recursos humanos por meio da elaboração e divulgação de material educativo.
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É importante ressaltar que os princípios, objetivos e diretrizes apresentados no
presente documento baseiam-se na Lei n° 9.795/99 3 que institui a Política Nacional de
Educação Ambiental, a qual prevê em seus artigos 1o e 2o
:
Art. 1o
Entendem-se por educação ambiental os processos por meio
dos quais o indivíduo e a coletividade constroem valores sociais,
conhecimentos, habilidades, atitudes e competências voltadas para a
conservação do meio ambiente, bem de uso comum do povo, essencial à
sadia qualidade de vida e sua sustentabilidade.
Art. 2o
A educação ambiental é um componente essencial e
permanente da educação nacional, devendo estar presente, de forma
articulada, em todos os níveis e modalidades do processo educativo, em
caráter formal e não-formal.
Em 2007 foi instituída a Política Estadual de Educação Ambiental, a qual, assim
como a PNEA, reforça a necessidade de seus princípios estarem presentes em todos
os níveis educacionais, da educação formal à não-formal, assim como em todos os
níveis da gestão ambiental, desde o planejamento, passando pela implementação ou
execução e chegando ao monitoramento dos resultados. A PNEA estabelece que a
Educação Ambiental esteja integrada dentro do desenvolvimento educacional das
escolas estaduais, e que seja incluída nos temas transversais nas disciplinas
curriculares. Ela é estabelecida nos cursos superiores de licenciatura e também
recomenda diretrizes de ética socioambiental para atividades profissionais.
No âmbito municipal, a Educação Ambiental está instituída pela Lei Orgânica do
Município, de 31 de março de 1990, que prevê, na 5Seção II 3 Do Meio Ambiente e dos
Recursos Naturais6, a responsabilidade do Poder Público do Município na garantia da
educação ambiental nas escolas da rede municipal.
A lei n° 2687, de 06 de abril de 2009 dispõe sobre a instituição de educação
ambiental nas escolas municipais de Laranjal Paulista, e a lei n° 2709 institui a
5semana municipal da educação ambiental6 no município de Laranjal Paulista. De
acordo com o Artigo 2° da referida lei, esta semana deve ocorrer no mês de setembro,
por conta do 5Dia da Árvore6, no dia 21.
E a lei n° 3207, de 28 de novembro de 2017 dispõe sobre a Política Municipal de
Educação Ambiental de Laranjal Paulista e sobre o Programa de Educação Ambiental
municipal, conforme prevê seu artigo 5°:
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Art. 5º A Política Municipal de Educação Ambiental de Laranjal
Paulista deve ser desenvolvida na educação em geral e na
educação escolar, através dos seguintes meios:
I- Capacitação e recursos humanos;
II - Desenvolvimento de estudos, pesquisas e experimentações;
III - Produção e divulgação e material educativo;
IV - Acompanhamento e avaliação.
Considerando as diretrizes expostas nas Políticas Nacional, Estadual e
Municipal de Educação Ambiental, sugere-se que Laranjal Paulista elabore um Plano
Municipal de Educação Ambiental contendo as orientações presentes neste relatório.
Educação ambiental consiste na conscientização, orientação e sensibilização da
população sobre as causas e consequências de fenômenos, como inundações, através
de programas, os quais podem variar de propagandas veiculadas pela mídia até
eventos educacionais.
Sabe-se que para obter bons resultados na aplicação das técnicas de controle
de enchentes, a participação da sociedade é fundamental. O interesse da população
em colaborar, bem como sua conscientização a respeito das causas e dos problemas
de enchentes, podem ser conquistados por meio de programas de Educação
Ambiental.
No entanto, a Educação Ambiental não deve ser interpretada como uma medida
voltada apenas à população vulnerável aos riscos de enchentes, mas sim a membros
de todos os setores, inclusive do meio técnico, e de todas as classes sociais. São de
extrema importância a capacitação profissional e a disseminação de conhecimentos,
assim como o fluxo de informações e entendimentos comuns dos problemas.
De acordo com Pompêo (2000), a melhoria contínua dos processos relativos ao
escoamento e ao convívio com as água de chuva em áreas urbanas implica a
capacitação e treinamento de recursos humanos para o exercício de atividades em
todos os níveis de ação. Isto significa que devem ser definidos instrumentos para
oferecer informação adequada ao entendimento e tratamento dos problemas. É muito
comum que se realizem processos de capacitação para projeto de obras de
engenharia. Todavia não é frequente a capacitação de técnicos dos setores
operacionais (limpeza e manutenção) e mesmo daqueles responsáveis pela
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fiscalização de obras e pelo cumprimento de medidas legais e normas de ocupação do
solo.
É fundamental a importância da capacitação técnica de profissionais cujas
funções influenciem o sistema de macrodrenagem e microdrenagem. A capacitação
para um desempenho responsável em tais atividades é muito importante porque faz
parte das ações preventivas de tratamento de enchentes. Estes entendimentos comuns
partem, em primeira instância, do reconhecimento dos problemas e sua legitimação por
todos aqueles que estão envolvidos. A educação ambiental deve iniciar-se, portanto,
nos próprios meios técnicos (de planejamento, execução, operação e manutenção dos
sistemas), nos círculos de tomada de decisões e no meio político.
A educação ambiental pode ser realizada por meio de cursos de capacitação
orientados a membros técnicos; realização de palestras; realização de visitas técnicas
a pontos de alagamentos; cursos e atividades práticas voltados à comunidade;
estímulos para diminuir drasticamente a utilização dos cursos d’água como receptores
e transportadores de lixo, principalmente aos moradores vizinhos de córregos, ribeirões
e reservatórios; aplicação da educação ambiental nas escolas e sensibilização da
população local.
No Plano Municipal Integrado de Saneamento Básico é citada a elaboração de
um Programa de Educação Ambiental, com abrangência dos quatro sistemas de
saneamento, composto por palestras, folhetos ilustrativos, mídia local e em instituições
de ensino (ENGECORPS, 2011).
Assim, as metas e objetivos a serem previstos no Plano Municipal de Educação
Ambiental - PMEA de Laranjal Paulista devem englobar diversos âmbitos da sociedade,
não só a esfera pública, mas também a privada - que devem atuar com
responsabilidade social, e chegando a instituições mistas, organizações nãogovernamentais, assim como à população de áreas críticas, de bairros e, por fim,
devem ser implementadas campanhas que alcancem a todos os cidadãos do
município.
Ressalta-se que os princípios gerais da Educação Ambiental que devem reger o
PMEA de Laranjal Paulista são:
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enfoque integral, participativo e diplomático;
concepção do meio ambiente de forma a considerar a interdependência
entre o meio natural, socioeconômico e cultural;
multiplicidade de abordagens pedagógicas, interdisciplinares,
proporcionando assim a criatividade de ideias na reformulação de
paradigmas;
vinculação da ética nas relações de trabalho, nas práticas sociais, na
educação e nas atividades do meio ambiente;
continuidade do processo educativo e permanente visão crítica acerca
deste processo;
abordagem que engloba todos os âmbitos espaciais envolvidos no meio
ambiente, de local a global;
respeito à particularidades culturais, étnicas e individuais.
As diretrizes a serem adotadas pelo PMEA podem ser:
estimular a participação social da população de Laranjal Paulista nas
atividades de Educação Ambiental;
promover parcerias entre os setores público, privado, terceiro setor,
entidades de classe, meios de comunicação, etc., em projetos ambientais
e sustentáveis;
fomentar e estimular projetos e ações socioeducativas em unidades de
conservação, parques e áreas verdes, destinadas à conservação,
direcionados a todos os públicos;
promover a transversalidade da Educação Ambiental em todos os níveis
de ensino de forma interdisciplinar e transdisciplinar;
promover a formação continuada de professores e educadores
ambientais;
fortalecer as atividade de Educação Ambiental nos níveis Federal,
Estadual e Municipal da cidade de Laranjal Paulista;
facilitar o acesso ao inventário dos recursos naturais, científicos,
tecnológicos, equipamentos sociais e culturais do Município de Laranjal
Paulista.
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Os objetivos da Educação Ambiental a serem adotados podem ser:
promover a Educação Ambiental atentando para a relação entre o
saneamento básico, a saúde, o meio ambiente, a educação e a cultura;
estimular o aprofundamento de uma consciência crítica acerca dos
problemas socioambientais;
criar mecanismos institucionais que permitam a melhoria dos índices
ambientais na cidade;
garantir que a comunicação e as informações ambientais sejam
democratizadas;
incentivar a população a entender que um valor intrínseco à cidadania é a
participação individual e coletiva na preservação do meio ambiente.
Nesse sentido, apresentou-se no Anexo 21 desse Plano Municipal de
Macrodrenagem sugestões específicas para serem inseridas no Plano de Educação
Ambiental do Município de Laranjal Paulista.
14.8 Arcabouço legal e institucional, para implementação do plano e da
proposta de legislação específica
Uma gestão eficiente da drenagem urbana no espaço municipal passa pela
existência de instrumentos legais e mecanismos administrativos que permitam uma
interpretação coerente e responsável das consequências do processo de urbanização.
Os responsáveis pela gestão da drenagem urbana devem acompanhar o
disciplinamento de diversos outros setores que compartilham competências que
influenciam na manutenção e construção de dispositivos de macro e microdrenagem do
município. Assim, deve-se conhecer o arcabouço legal que influencia, direta e
indiretamente, o setor de manejo de águas pluviais e drenagem urbana do município. A
seguir são apresentadas diversas peças legais, emitidas pelos governos municipal,
estadual e federal, que se enquadram nessas condições de tangenciamento com o
setor de drenagem.
14.8.1 Legislação Municipal1
As leis municipais que influenciam, direta ou indiretamente, na gestão do
sistema de drenagem no município de Laranjal Paulista são indicadas a seguir.
1
Fonte: http://www.laranjalpaulista.sp.leg.br/
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Emenda nº 1/2017 que aprova a revisão da Lei Orgânica do Município de
Laranjal Paulista
Esta lei foi publicada no Jornal 5O Alerta6 em 31 de agosto de 2017 e dá nova
redação, altera, suprime e acresce, procedendo a revisão, atualização e consolidação
dos dispositivos da Lei Orgânica do Município de Laranjal Paulista, de 31 de março de
1990.
Esta lei apresenta os objetivos fundamentais e permanentes do município a
serem buscados pelos Poderes Legislativo e Executivo, dispondo em seus 179 artigos,
sobre competências, atribuições e outras questões relacionadas à gestão municipal.
São objetivos fundamentais e permanentes do Município:
I 3 construir uma sociedade justa, livre e solidária;
II 3 garantir o desenvolvimento econômico e social do Município;
III 3 erradicar a pobreza, reduzir a desigualdade social;
IV 3 promover o bem geral, sem preconceitos de origem, raça,
cor, religião, sexo, idade e quaisquer outras formas de discriminação.
Ressalta-se que a Lei Orgânica de Laranjal Paulista assegura o saneamento
básico na área urbana integrando sua implementação à construção de moradias, à
promoção de saúde da população e à execução da Política Urbana e do Planejamento
Municipal.
Lei nº 3264 de 20 de fevereiro de 2019
Esta lei Esta Lei institui o "Programa Patrulha Agrícola Mecanizada" e define
regras para utilização das máquinas e implementos agrícolas de propriedade do
Município de Laranjal Paulista com finalidade de promover o desenvolvimento
econômico e social no município.
Este programa ficará sob a coordenação e execução da Secretaria Municipal de
Agricultura, Abastecimento e Meio Ambiente, e prestar-se-á a execução das seguintes
atividades:
I - Efetuar serviços de melhorias de infraestrutura das propriedades agrícolas;
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II - Desenvolver operações agrícolas que contribuam para a conservação do solo, da
água, das estradas rurais e também do meio ambiente, bem como recuperação e
manutenção de áreas verdes urbanas municipais;
III - Promover e difundir a prática de técnicas corretas e adequadas, junto aos
produtores rurais, relativamente as suas operações agrícolas, tais como: gradagem,
distribuição de fertilizantes e corretivos, pulverizações, silagem, adubação, plantio,
transporte de insumos e produtos, limpeza de áreas, abertura de covas, roçadas e
outras atividades agrícolas desenvolvidas por implementos tracionados ou acoplados
ao trator.
IV - Atividades escolares pedagógicas nos estabelecimentos de ensino municipal
destinados a produção de hortaliças e frutas.
Esta lei também institui o Preço Público de Aluguel pela utilização da Patrulha
Agrícola Mecanizada, em R$ 80,00 (oitenta reais) por hora/máquina de utilização,
podendo ser atualizado anualmente através de Decreto do Executivo Municipal.
Lei nº 3170 de 12 de fevereiro de 2017
Esta lei extingue o contrato consórcio público do Consórcio Intermunicipal de
Saneamento Básico da Bacia do Rio Sorocaba e Médio Tietê - CISAB/SMT.
Lei nº 201 de 12 de dezembro de 2017
Esta lei aprova o convênio firmado entre o Município de Laranjal Paulista/SP e o
Município de Tietê/SP, visando à conjugação de esforços dos Municípios convenentes
para promoção e execução sob regime de prestação de serviços, reparos, conservação
e manutenção da estrada vicinal denominada "Estrada do Americano", localizada no
Município de Tietê, mas também utilizada pelo Município de Laranjal Paulista.
Lei Municipal nº 114 de 23 de novembro de 2010
Esta lei dispõe sobre o parcelamento do solo para fim urbano no município de
Laranjal Paulista e, entre outras providências, define a captação de águas pluviais
como equipamento urbano de interesse público.
Em seu Art. 5º define o que o município deve considerar como Áreas de
Preservação Permanente (APP).
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Em seu Art. 18 indica as exigências mínimas para aprovação de projeto de
loteamento, por parte do Poder Público Municipal, a execução das seguintes obras e
serviços:
I - Demarcação e piqueteamento dos lotes, quadras e lotes;
II - Abertura das vias de circulação;
III - Execução de guias e sarjetas;
IV - Execução do sistema de drenagem de águas pluviais;
V - Execução do sistema de abastecimento e distribuição de água e
eventualmente as ligações domiciliares até o passeio nas divisas dos lotes;
VI - Execução do sistema de coleta de esgotos e sua disposição final e
eventualmente as ligações domiciliares até o passeio nas divisas dos lotes;
VII - Implantação das redes de distribuição de energia elétrica e iluminação
pública;
VIII - Execução de pavimentação asfáltica;
IX - Implantação de arborização das vias de circulação e das áreas
correspondentes aos espaços de uso público;
X - Construção de calçadas nas áreas de uso público.
Lei Municipal nº 2.688 de 06 de abril de 2009
Esta lei institui a composição do Conselho Municipal de Meio Ambiente de
Laranjal Paulista.
Lei nº 2697 de 12 de maio de 2007
Esta lei autoriza o Poder Executivo de Laranjal Paulista a celebrar com o
Governo do Estado de São Paulo, através da Secretaria de Saneamento e Energia,
Convênio cujo objeto é a conjugação de esforços dos participes para elaboração do
plano de saneamento básico do MUNICÍPIO, e sua consolidação no Plano Estadual de
Saneamento Básico, em conformidade com as disposições do Art. 19, da Lei Federal
nº 11.445 de 5 de janeiro de 2007.
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Lei Complementar nº 085 de 12 de dezembro de 2007
Esta lei autoriza o Poder Executivo a implantar a reforma administrativa da
Prefeitura Municipal, dispondo que a 5Administração Direta é constituída pelo chefe do
Poder Executivo, pelas Secretarias Municipais e por todos os órgãos e unidades
administrativas de outros níveis, integrados em sua estrutura de linha ou funcional,
compondo-se das seguintes unidades ou órgãos de primeiro nível: (NR) (redação
estabelecida pelo art. 2º da Lei Complementar nº 193, de 27.06.2017)
I - Secretaria de Governo (SG);
II - Secretaria de Administração e Finanças (SAF);
III - Secretaria de Educação (SE);
IV - Secretaria de Saúde (SS);
V - Secretaria de Cultura e Turismo (SECULT);
VI - Secretaria da Juventude, Esporte e Lazer (SEJEL);
VII - Secretaria de Agricultura, Abastecimento e Meio Ambiente (SAAMA);
VIII - Secretaria de Promoção Social e Política Habitacional (SEPSHAB);
IX - Secretaria de Planejamento e Desenvolvimento Urbano (SEPLAN);
X - Secretaria de Serviços Públicos Municipais (SSPM);
XI - Secretaria de Indústria, Comércio e Emprego (SICE)
XII - Secretaria de Segurança Pública e Trânsito (SEST).6
Lei nº 2543 de 25 de setembro de 2006
Esta lei define diretrizes para serem consideradas e observadas no Plano Diretor
de Laranjal Paulista, dentre as quais, destacam-se:
Seção VII 3 Das Diretrizes para o Parcelamento do Solo:
Art. 43. O parcelamento do solo urbano deverá seguir a Lei Federal nº
6.766/79, obedecendo ainda às seguintes exigências municipais:
I - Implantação pelo empreendedor e às suas custas, dos
equipamentos públicos de infraestrutura urbana básica, assim
considerada:
a) rede de abastecimento de água e de coleta, afastamento e
tratamento de esgotos;
b) energia elétrica;
c) galeria de águas pluviais;
d) guias e sarjetas.
e) revestimento em concreto asfáltico no leito carroçável das vias
de circulação.
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VII - Deverão ser preservadas as linhas de drenagem natural dos
terrenos, preferencialmente na posição original e a céu-aberto.
IX - As condições de absorção de parte das águas pluviais em toda a
área urbana, denominadas de solo permeável, deverão ser
obrigatoriamente preservadas pela manutenção de pelo menos
10% (dez por cento) da área do terreno, livre de pavimentação ou
construção.
Seção IX - Das Diretrizes de Saneamento e Drenagem Urbana
Art. 48. As empresas concessionárias de serviços públicos de:
abastecimento de água; coleta, afastamento e tratamento de
esgotos, fornecimento de energia elétrica, prestação de serviços de
telefonia, prestadora de serviços de gás natural, deverão elaborar
seu planejamento específico e manter atualizado e acessível o
cadastro existente, num prazo máximo de 1 (um) ano e com a
participação de técnicos do Poder Público, para efetuar as
alterações necessárias desses sistemas, para se adequar às
propostas definidas pelo presente Plano Diretor.
Art. 49. A SABESP, empresa concessionária dos serviços públicos de
abastecimento de água e tratamento de esgoto do Município,
deverá dotar toda a área urbana da cidade e dos Distritos, de:
I - Rede de coleta e afastamento de esgotos sanitários, promovendo
o tratamento adequado dos esgotos sanitários, antes de lançá-los
nos rios;
II - Programar a substituição de toda a rede de distribuição de água
potável, coleta e afastamento de esgotos com vida útil superior a
35 anos bem com as redes subdimensionadas e/ou em mal
estado de conservação, priorizando a instalação de novas redes
nos passeios públicos desde que seja viável em termos
operacionais;
III - Instalação de hidrantes em pontos específicos, determinados
pela Secretaria de Obras, Planejamento, Trânsito e Habitação.
Art. 50. Ao longo do Ribeirão Laranjal, atualmente utilizado como
emissário de esgotos sanitários, nos trechos localizados dentro do
perímetro urbano, passíveis de inundação e que passam pelos
bairros Conjunto Habitacional Carlos Vicente Di Santi, o Poder
Público Municipal, juntamente com a SABESP, deverá tomar
providências no sentido de solucionar os problemas ali existentes.
Art. 51. O Poder Público deverá elaborar, em médio prazo, um projeto
de macrodrenagem que atenda a sede do município e os Distritos
de Laras e Maristela.
Parágrafo único. Toda e qualquer ligação clandestina de esgoto
existente na rede de águas pluviais deverá ser notificada e
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removida num prazo máximo de 48 horas, sendo que o
descumprimento ou inobservância da notificação, implicará na
autuação do infrator em multa diária até o atendimento da
notificação.
Art. 52. O Poder Executivo deverá manter um programa de coleta,
separação e destinação final do lixo reciclável, regularizando
novas áreas para Aterro Sanitário, conforme áreas indicadas pelo
levantamento geológico existente, bem como prover os
equipamentos necessários, além de recursos, financeiros e
humanos necessários para o seu funcionamento.
14.8.2 Legislação Estadual
O arcabouço legal mínimo, proveniente do âmbito Estadual, que direta ou
indiretamente influi sobre a gestão do setor de drenagem urbana do município é
apresentado a seguir.
Resolução SMA nº 7-2017 - Dispõe sobre a Compensação Ambiental para áreas
de supressão de árvores nativas, corte de árvores isoladas e intervenção em
APP;
Decreto Estadual nº 60.520-2014 - Institui o Sistema Estadual de Gerenciamento
Online de Resíduos Sólidos;
Resolução SMA nº 32-2014 - Diretrizes e critérios sobre a Restauração
Ecológica em SP
Decisão de Diretoria CETESB-287-2013 - Supressão de árvores nativas
isoladas;
Lei nº 5064 de 12-06-2012 APA AVECUIA - Dispõe sobre alteração da Lei nº
3671-APA Avecuia
Lei nº 5104 de 08-10-12 APA AVECUIA ANEXOS ALTERADOS - Dá Nova
Redação aos Anexos I e II da Lei nº 3671 de 18-12-98 Instituídos pela Lei nº
5064 de 12-06-12;
Lei Estadual nº 12.300-2010 - Política Estadual de Resíduos Sólidos;
Resolução SMA nº 22-2010 Dispõe sobre a Operacionalização e Execução da
Licença Ambiental;
Resolução SMA nº 22-2009 - Apresentação Certidões Municipais e
Manifestações Técnicas de Prefeituras nos Processos de Licenciamento
Ambiental
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Resolução SMA nº 58-2009 - Procedimentos para publicidade para emissão de
licença, alvará ou autorização para corte, supressão e intervenção
Lei nº 7.750, de 31 de março de 1992 - Dispõe sobre a Política Estadual de
Saneamento e dá outras providências.
Decreto Estadual nº 8468/76 - Aprova o Regulamento da Lei nº 997-76 que
dispõe sobre o Controle da Poluição do Meio Ambiente;
Lei Estadual nº 997-1976 - Dispõe sobre o Controle da Poluição do Meio
Ambiente.
14.8.3 Legislação Federal
O arcabouço legal mínimo de âmbito federal que, direta ou indiretamente, influi
sobre a gestão do setor de drenagem urbana do município é apresentado a seguir.
Constituição da República Federativa do Brasil de 5 de outubro de 19883
Cap. VI 3 Do Meio Ambiente.
Lei Federal nº 13.005 de 25 de junho de 2014, que aprova o Plano
Nacional de Educação (PNE).
Portaria nº 8075/2013 - Procedimentos Cadastro e Licenciamento.
Lei 12.651/2012 - Novo Código Florestal Brasileiro 3 Revoga o Código
Florestal Brasileiro de 1965 e define que a proteção do meio ambiente
natural é obrigação do proprietário mediante a manutenção de espaços
protegidos de propriedade privada, divididos entre Área de Preservação
Permanente (APP) e Reserva Legal (RL).
Lei Complementar nº 140/2011 Fixa Normas para Cooperação entre
União - os Estados - o Distrito Federal e os Municípios.
Lei nº 12.305-2010 - Política Nacional de Resíduos Sólidos.
Decreto Federal nº 6514/2008 Infrações e Sanções Administrativas ao
Meio Ambiente (Lei Federal nº 9605-98).
Lei nº 11.445, de 5 de janeiro de 2007- Estabelece as diretrizes nacionais
para o saneamento básico, cria o Comitê Interministerial de Saneamento
Básico, altera a Lei nº 6.766, de 19 de dezembro de 1979, a Lei nº 8.036,
de 11 de maio de 1990, a Lei nº 8.666, de 21 de junho de 1993, e a Lei nº
8.987, de 13 de fevereiro de 1995, e revoga a Lei nº 6.528, de 11 de maio
de 1978. (Redação dada pela Medida Provisória nº 868, de 2018);
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Resolução CONAMA nº 307-2002 - Gestão dos Resíduos da Construção
Civil.
Lei Federal nº 9605/1998 - Lei de Crimes Ambientais
Resolução CONAMA nº 237-1997 Dispõe sobre Licenciamento Ambiental,
Competência da União, Estados e Municípios.
Lei do Parcelamento do Solo Urbano 3 número 6.766 de 19/12/1979 -
Estabelece as regras para loteamentos urbanos, proibidos em áreas de
preservação ecológicas, naquelas onde a poluição representa perigo à
saúde e em terrenos alagadiços.
Normas Técnicas:
NBR 15.112-2004 - Diretrizes para implantação e operação de área de
transbordo e triagem para resíduos da construção civil e volumosos.
NBR 10004-2004 - Classificação Resíduos Sólidos.
NBR 15113-2004 - Diretrizes para Projetos, Implantação e Operação de
Resíduos da Construção Civil e inertes.
NBR 15115-2004 - Execução de camadas de pavimentação com
agregados de resíduos da construção civil.
NBR 15116-2004 - Requisitos para utilização de resíduos da construção
civil em pavimentação e preparo de concreto sem função estrutural.
14.9 Arranjo Institucional ou criação de uma Divisão de Drenagem Urbana (DDU)
A Prefeitura de Laranjal Paulista deve munir-se de um arranjo institucional capaz
de garantir a excelência da gestão do sistema de drenagem urbana e manejo de águas
pluviais.
Sugere-se a criação de uma Divisão de Drenagem Urbana (DDU) para
empreender a gestão do sistema municipal de manejo de águas pluviais que seja
integrada aos seguintes Departamentos, cujas atribuições, neste setor, deverão ser
incluídas em seus respectivos regimentos internos, cujas atribuições, neste setor,
deverão ser incluídas em seus respectivos regimentos internos.
VII - Secretaria de Agricultura, Abastecimento e Meio Ambiente (SAAMA);
VIII - Secretaria de Promoção Social e Política Habitacional (SEPSHAB);
IX - Secretaria de Planejamento e Desenvolvimento Urbano (SEPLAN);
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X - Secretaria de Serviços Públicos Municipais (SSPM).
As ações principais assumidas pela equipe de manutenção seriam voltadas à
limpeza de calhas, poços de visitas e bocas de lobo, além da implementação de
dispositivos de dissipação de energia e, nos casos em que a equipe técnica avalie a
real necessidade, far-se-ia a troca de tubulações quebradas ou deficitárias, em termos
de eficiência de escoamento, por novos dispositivos.
Dever-se-á ainda manter registros das ações realizadas. Os relatórios sobre as
constatações feitas nas visitas técnicas devem conter descrições e fotografias
indicando a localização dos locais ou trechos avaliados, o relato dos problemas
encontrados e, se for possível, a sugestão das soluções a serem empreendidas.
Para se alcançar um patamar sustentável de funcionalidade gerencial e
operacional no setor, a Divisão de Drenagem Urbana deverá ser dotada de
instrumentos eficazes para coordenar a gestão e supervisionar a prestação dos
serviços sob seu encargo, quais sejam: planejar, implementar e monitorar o sistema de
drenagem urbana e o manejo de águas pluviais do município, sempre garantindo
algumas possibilidades de controle social.
Estes objetivos se coadunam com os dispostos na Lei Federal 11.445/07, a qual
estabelece as diretrizes nacionais para o saneamento básico. Os serviços de
macrodrenagem devem estar amparados pelo princípio da 5universalidade do acesso6,
garantindo que toda a população deles usufrua.
Buscando esse cenário, foram estabelecidos os seguintes objetivos para o setor
em Laranjal Paulista-SP.
Objetivo 1. Estabelecer um arranjo institucional dotado de mecanismos de
gestão que possibilitem uma articulação entre o setor de drenagem
e os demais setores do saneamento básico municipal e outras
Secretarias e/ou Diretorias Municipais.
Objetivo 2. Implementar uma rotina de acompanhamento dos processos
inseridos no planejamento e na prestação de serviços relacionados
à drenagem do município.
Objetivo 3. Alcançar a sustentabilidade econômico-financeira para o setor de
drenagem municipal.
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Objetivo 4. Submeter a prestação de serviços relacionados à drenagem
urbana e ao manejo de águas pluviais a uma entidade reguladora
paritariamente constituída e que assuma as atribuições de
regulação definidas na Lei nº 11.445/07 e no seu decreto
regulamentador.
Objetivo 5. Apresentar conformidade com a legislação vigente e garantir a
fiscalização dos procedimentos dos prestadores de serviços e dos
usuários dos sistemas de drenagem (macro e micro).
Objetivo 6. Introduzir, na gestão da drenagem urbana, mecanismos que
garantam o acesso a informações e a participação da população
(controle social) na formulação da política local do setor.
Traçados esses objetivos específicos, foram estabelecidas metas para alcançálos. No Quadro 24 são apresentados os objetivos, as metas e os prazos assumidos
para cada uma delas.
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Quadro 24 3 Objetivos e metas para a criação de uma Divisão de Drenagem Urbana em Laranjal Paulista
Objetivo Metas
Prazo
estabelecido para o
alcance da meta
1. Estabelecer um arranjo institucional dotado de
mecanismos de gestão que possibilitem uma
articulação entre o setor de drenagem e os demais
setores do saneamento básico municipal e outras
Secretarias e/ou Diretorias Municipais.
1.1. Instituir uma Divisão que funcione como uma 5Central
da Drenagem Urbana6, com atribuições de acompanhar os
processos de planejamento, prestação, regulação,
fiscalização e controle social dos serviços de macro e micro
drenagem no município.
Curto
1.2. Estabelecer mecanismos oficiais que imponham uma
comunicação periódica e sistemática entre os setores do
saneamento básico (drenagem com água, esgoto e
resíduos) garantindo que haja um fluxo de informações
visando um alinhamento estratégico entre eles.
Curto
1.3. Instituir um programa capacitação de recursos humanos
para colaborar na gestão do setor de Drenagem Urbana. Curto
2. Implementar uma rotina de acompanhamento dos
processos inseridos no planejamento e na
prestação de serviços relacionados à drenagem
do município.
2.1. Viabilizar, com infraestrutura (sala, equipamentos,
programas computacionais, etc.) e com recursos humanos
(operador do programa de monitoramento, engenheiro civil e
eng. ambiental, etc.) necessários, a gestão dos serviços de
drenagem no município.
Curto
3. Alcançar a sustentabilidade econômico-financeira
para o setor de drenagem municipal.
3.1. Instituir e sistematizar soluções operacionais e
gerenciais que influenciem na melhoria da situação
financeira do setor.
Curto
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Objetivo Metas
Prazo
estabelecido para o
alcance da meta
4. Submeter a prestação de serviços relacionados à
drenagem urbana e ao manejo de águas pluviais a
uma entidade reguladora paritariamente
constituída e que assuma as atribuições de
regulação definidas na Lei nº 11.445/07 e no seu
decreto regulamentador.
4.1. Garantir que a função reguladora do setor seja exercida
por um órgão institucional regulamentado. Curto
5. Apresentar conformidade com a legislação vigente
e garantir a fiscalização dos procedimentos dos
prestadores de serviços e dos usuários dos
sistemas de drenagem (macro e micro).
5.1. Fornecer apoio técnico e institucional para que o setor
providencie o licenciamento ambiental dos processos que
sejam passíveis de causar impacto ambiental.
Curto
6. Introduzir, na gestão da drenagem urbana,
mecanismos que garantam o acesso a
informações e a participação da população
(controle social) na formulação da política local do
setor
6.1. Implementar canais de comunicação entre a Divisão de
Drenagem e a sociedade (ex.: Serviço de Atendimento ao
Cidadão-SAC Drenagem).
Curto
6.2. Promover ações para a avaliação periódica da
satisfação dos usuários (ex.: pesquisas de satisfação). Curto
6.3. Viabilizar a participação dos usuários no planejamento
do setor (ex.: reuniões públicas, representação a partir de
Conselho Municipal, outras possibilidades).
Curto
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Para servir de ligação entre as demandas existentes e a gestão integrada que se
espera configurar no setor de drenagem do município, fez-se necessário indicar ações
preliminares que representem um alicerce para a gestão. No âmbito administrativo
essas ações funcionarão como procedimentos a partir dos quais poder-se-á deflagrar
um regime de gerenciamento do setor, calcado, principalmente, em ações contínuas,
possibilitando que as diversas gestões que se sucederem no governo municipal atuem
de modo uniforme, mantendo registros e monitorando a eficácia e a eficiência dos
processos, sem a necessidade de recorrer a interrupções gerenciais e operacionais.
As ações apresentadas a seguir foram denominadas 5ações imediatas6 e estão
subordinadas aos objetivos e metas mencionados no Quadro 24, devendo ser
implementadas nos primeiros anos de funcionamento do Plano de Macrodrenagem.
Ação 1. Buscar, junto ao Setor Jurídico da Prefeitura Municipal, embasamento
legal e institucional, para viabilizar a criação da nova Divisão ou Coordenação
Municipal, a qual, doravante neste documento, será mencionada como 5Divisão
de Drenagem6.
Ação 2. Estabelecer dotação orçamentária para a criação e funcionamento da
Divisão de Drenagem.
Ação 3. Providenciar os recursos humanos e patrimoniais para a nova Divisão
de Drenagem:
Após a criação da nova Divisão, haverá a necessidade de se pensar na
estruturação física e funcional da mesma. Dever-se-á, portanto, providenciar sala(s),
equipamentos e materiais, assim como recursos humanos com habilitação técnica
compatível com as necessidades da gestão.
Considera-se que os recursos humanos mínimos para atender às demandas da
Divisão de Drenagem sejam:
Um profissional com formação de nível superior na área da Gestão
Pública, Engenharia Ambiental ou Sanitária ou Engenharia Civil com
ênfase em Hidráulica e Hidrologia, com pelo menos 10 anos de
experiência, para exercer funções de coordenador ou diretor geral das
instâncias internas e atuar fortemente na configuração de uma Política de
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Drenagem Urbana para o município, com atribuições de negociar pelo
bom funcionamento e sustentabilidade econômico-financeira e ambiental
do setor, buscando soluções compartilhadas, firmando acordos setoriais e
procedimentos sistemáticos com a Defesa Civil do município,
incentivando articulações entre os demais subsistemas integrantes do
saneamento básico municipal, presidindo reuniões periódicas realizadas
pela Divisão, entre outras.
1 (um) profissional com formação de nível superior na área da Gestão
Pública, Engenharia Ambiental ou Sanitária ou Engenharia Civil com
ênfase em Hidráulica e Hidrologia, para exercer funções
predominantemente internas à Divisão de Drenagem, relacionadas à
organização, administração e monitoramento de indicadores e garantia da
conformidade legal do setor de drenagem, entre outras atribuições
técnicas da nova divisão.
1 (um) colaborador com formação de nível médio completo para exercer
funções relacionadas à convocação, divulgação, coleta de dados,
manutenção e recuperação de registros, fazer convocações para
reuniões, redigir atas, viabilizar contatos e fazer serviços gerais de
secretaria e atendimento das demandas do SAC- Drenagem.
1 (um) colaborador com formação de nível técnico em TI (Tecnologia da
Informação), para operar o Cadastro Técnico Multifinalitário.
1 (uma) equipe de campo formada por 1 (um) motorista, 1 (um)
trabalhador braçal, e 1 (um) técnico que tenha experiência em redes de
drenagem e que possa entender ao mapas e as informações cadastrais
do sistema de drenagem.
1 (um) fiscal para atuar no controle de todos os processos e disposições
regulamentados por lei que convirjam sobre responsabilidades da
prestação de serviços públicos ligados à drenagem urbana e manejo de
águas pluviais e também sobre responsabilidades do bom usos da
infraestrutura disponibilizada à população.
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Além dos recursos humanos, será necessário, para um bom funcionamento do
setor, providenciar um espaço físico com estrutura básica para o funcionamento de um
escritório e de uma sala de reuniões:
2 (duas) salas, uma para abrigar serviços de escritório e outra para a
realização de reuniões. Ambas devidamente mobiliadas (mesas, cadeiras,
armários, etc.).
Equipamentos (computadores para todos os funcionários do setor,
telefones, impressora, calculadoras, máquina fotográfica, aparelho de
GPS, aparelho de Datashow, etc.),
Materiais básicos de escritório (papel, lápis, canetas, pastas, clipes,
réguas, grampeadores, pen-drives, etc.).
Estrutura de rede de computadores com servidor e acesso à internet.
1 (um) veículo utilitário;
Ferramentas para remoção de grades de bocas-de-lobo, picaretas,
enxadas, etc.
Ação 4. Treinar o técnico em Tecnologia de Informação (TI) para operar o
Cadastro técnico multifinalitário.
Ação 5. Instituir oficialmente, no calendário interno da Divisão de Drenagem,
reuniões periódicas entre os responsáveis pelos seguintes aspectos da gestão
do setor de drenagem: gerenciamento administrativo e monitoramento de
indicadores de eficiência do sistema; rotinas operacionais e medidas de
manutenção do sistema; e fiscalização do setor de drenagem urbana, incluindo
questões ligadas ao uso e ocupação do solo no território municipal.
Nessas reuniões, prever a elaboração de relatórios contendo os principais
indicadores de eficácia e eficiência dos serviços, além da menção dos principais
problemas enfrentados pelo eixo no último semestre.
Ação 6. Considerar todas as possibilidades institucionais que sejam jurídica e
legalmente competentes para cumprir a função legalmente instituída de
regulação do setor (Agências Reguladoras, Conselhos Municipais, Consórcios,
etc.).
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Ação 7. Elaborar um Plano de Ação visando à adequação do setor de drenagem
à legislação ambiental vigente (solicitar licenças ambientais, outorgas e
autorizações que se façam necessárias).
Ação 8. Solicitar consulta sobre a viabilidade técnica e financeira da criação de
um canal telefônico do tipo SAC (Serviço de Atendimento ao Cidadão)para
atendimento da população visando dotar a gestão da Drenagem Urbana com
controle social, conforme disposições legais vigentes.
Ação 9. Em sendo viável a criação do canal de SAC-Drenagem, redigir um
formulário padronizado para registrar as manifestações ou reclamações feitas
por meio deste canal de comunicação. Segue uma sugestão desse formulário.
FORMULÁRIO DE SOLICITAÇÃO DE SERVIÇOS EFETUADA PELO
SAC-DRENAGEM DO MUNICÍPIO DE LARANJAL PAULISTA
Número do Formulário: (ex: Formulário SAC-Drenagem nº 01-2019).
Data:
Nome do reclamante:
Contato (telefone, e-mail ou endereço):
Descrição do problema:
Descrição do local do problema (ou endereço do problema):
Indicação do subsetor que deverá tomar providências (gerencial, operacional,
manutenção, monitoramento de indicadores de eficiência, setor de cobranças,
etc.):
Data do envio de cópia do formulário para o setor responsável:
Data da visita da equipe técnica:
Descrição da providência tomada:
Data da devolução do formulário para a Divisão de Drenagem:
Data de fechamento da ocorrência pela Divisão de Drenagem:
A seguir são indicadas algumas atribuições da Divisão de Drenagem visando
instituir uma gestão integrada no município:
Configurar, coordenar e fazer executar a Política Municipal de Drenagem
Urbana, com a instauração de instrumentos de gestão para o planejamento,
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a prestação e a regulação dos serviços prestados, garantindo mecanismos
de Controle Social. Alguns dos instrumentos da Política de Drenagem são:
o Plano Municipal de Macro e Microdrenagem;
o A operacionalização do Cadastro Técnico Multifinalitário (CTM);
o Manutenção de interlocução sistemática e oficial com a Defesa
Civil municipal;
o A regulação da prestação de serviços para a drenagem urbana
municipal;
o Acordos de conformidade entre atuações da Divisão de Drenagem
e outras Divisões, Departamentos ou Secretarias, visando a gestão
integrada das políticas de infraestrutura municipal (água, esgoto,
resíduos sólidos, habitação, mobilidade urbana, saúde, etc.)
o A participação em consórcios para a implementação de soluções
compartilhadas com outros municípios (por exemplo, para a
ocupação de fundos de vale);
Acompanhar a implementação do Plano Municipal de Macro e
Microdrenagem;
Fiscalizar ou orientar fiscalização de áreas de interesse dos serviços de
drenagem urbana;
Incentivar a elaboração de projetos necessários à drenagem urbana
municipal para captação de recursos junto a órgãos estaduais, federais e
internacionais;
Desenvolver ações integradas com as Secretarias Municipais;
Manter mecanismos que atuem no controle do cumprimento de leis federais,
estaduais e municipais relativas à drenagem urbana e manejo de águas
pluviais no município;
Orientar os gestores no sentido de zelar pelo patrimônio físico do setor de
drenagem;
Intermediar convênios, acordos, ajustes, termos de cooperação técnica e/ou
financeira ou instrumentos congêneres, com entidades privadas sem fins
lucrativos e órgãos da administração direta e indireta da União, Estados e
outros Municípios.
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Estabelecer a cooperação técnica e científica com instituições nacionais e
internacionais de defesa e prevenção à poluição ambiental.
Auxiliar os responsáveis pelos setores em relação às providências
necessárias ao licenciamento ambiental das atividades passíveis de causar
impactos ambientais.
Exercer o controle orçamentário no âmbito do setor de drenagem municipal.
14.10 Recursos Humanos
As medidas não estruturais relacionadas aos recursos humanos têm por objetivo
fornecer diretrizes para a elaboração de uma política de treinamento e atualização
contínua dos técnicos envolvidos na gestão da drenagem urbana, a ser desenvolvida
em conjunto com a previsão de recursos financeiros para tal.
A partir da capacitação dos agentes municipais designados para gerir o sistema
de drenagem urbana é possível promover:
a manutenção dos dados cadastrais atualizados;
a manutenção de um serviço de monitoramento hidrológico e de
qualidade da água (quando for o caso);
a manutenção de um sistema de modelagem atualizado para previsão e
priorização das ações previamente estabelecidas no Plano Diretor de
Drenagem Urbana;
a autonomia do órgão gestor para deliberar acerca das medidas a serem
implementadas, dentre outras.
O programa de treinamento recomendado contempla os seguintes tópicos:
Introdução:
- Ciclo hidrológico e exploração de dados hidrológicos;
- Redes de monitoramento;
- Tratamento de dados e análise de incertezas;
- Chuvas Intensas;
- Vazões de projeto;
- Micro e macrodrenagem;
Sistemas de Drenagem Urbana:
- Planejamento e concepção de sistemas de drenagem urbana;
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- Plano Diretor de Drenagem Urbana e seus instrumentos;
- Plano de Microdrenagem;
- Conceito de técnicas compensatórias;
Sistemas de Drenagem Urbana e Impactos da Urbanização:
- Processos erosivos em áreas urbanas, transporte e deposição de
sedimentos, assoreamento;
- Alternativas para o tratamento de fundos de vale e a implementação de
usos múltiplos de áreas inundáveis: parques lineares;
- Medidas mitigadoras na bacia e nos fundos de vale: controle de
escoamentos, controle de erosão, proteção de leito e margens;
- Ações de manutenção e conservação de rios e canais;
Projetos Básico e Executivo:
- Planejamento, execução e fiscalização de obras;
- Manutenção preventiva e corretiva;
- Elaboração de orçamento de projetos, obras e manutenção;
Licenciamento ambiental e Outorga dos dispositivos de controle:
- Aspectos legais e instrumentos legais auxiliares no gerenciamento dos
recursos hídricos relacionados à drenagem urbana;
- Elaboração de processos de licenciamento ambiental;
- Elaboração de processos de outorga de direito de uso dos recursos
hídricos.
Os treinamentos podem ser realizados tanto exclusivamente para os técnicos da
Prefeitura Municipal, como os mesmos podem participar de cursos de capacitação
disponíveis, desde que os mesmos tenham em sua ementa os tópicos de interesse.
É importante ainda que a Prefeitura Municipal promova e/ou participe do
desenvolvimento de programas de capacitação e de educação ambiental continuada
que envolva: arquitetos e engenheiros que projetam obras públicas, gestores urbanos e
a população em geral.
14.11 Orientação para Projetos
As medidas não-estruturais propostas no presente Plano Diretor de Drenagem
Urbana têm por objetivo consubstanciar as diretrizes para drenagem urbana do
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município de Laranjal Paulista, e contemplam ações que buscam regular a obtenção de
recursos financeiros, promover o treinamento dos recursos humanos, estabelecer
instrumentos legais consistentes e também orientar quanto à adoção de medidas
compensatórias.
Dentre as principais medidas recomendadas pela literatura técnica destacam-se:
o uso de elementos permeáveis;
o aproveitamento de espaços públicos para amortecimento das cheias;
os reservatórios de detenção (podendo ser instalados em áreas públicas
ou particulares) ou retenção (podendo ser instalados em áreas que
permitam a manutenção de uma lâmina d’água, com garantia de que a
qualidade da água permanecerá);
o reuso de águas pluviais.
A adoção destas medidas compensatórias pode ser contemplada em lei
específica que determina as diretrizes de ações não estruturais e estruturais a serem
adotadas no município.
Os projetos e as orientações para elaboração de projetos para implantação das
medidas não-estruturais previstas deverão nortear a equipe técnica da Prefeitura
Municipal quanto às ações a serem tomadas para atingir as metas estabelecidas.
No que se refere à implantação da medida prevista para obtenção de recursos
financeiros, por exemplo, cabe aos técnicos da Prefeitura Municipal, tendo em vista as
orientações do presente estudo, promover as ações necessárias no sentido de manter
o volume necessário de recursos para a melhoria contínua do sistema de drenagem,
quais sejam: implantação de dispositivos estruturais, manutenção dos dispositivos
implantados, regularização de novos loteamentos para evitar o incremento no volume
de escoamento fora dos limites previstos pelo Plano Diretor de Drenagem Urbana, etc.
O mesmo ocorre quanto às medidas previstas para promoção do treinamento
dos recursos humanos e para estabelecimento de instrumentos legais, dada as
orientações técnicas sobre as necessidades do sistema de drenagem, cabe à
Prefeitura Municipal viabilizar a execução das ações propostas.
A adoção de medidas compensatórias, previstas para regularização de
loteamentos e outras propriedades cujo escopo está definido como sistema de micro ou
mesodrenagem, necessita de diretrizes quanto aos métodos de cálculo e parâmetros
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mínimos a serem seguidos na elaboração de projetos. Estas orientações têm por
objetivo nortear os técnicos da Prefeitura Municipal para que estes possam orientar os
empreendedores, e também para que estejam capacitados para avaliar e aprovar os
projetos que deverão ser a eles submetidos na ocasião da instalação de novos
empreendimentos.
Tucci et al. (1995) ressalta a necessidade do planejamento do sistema de
Macrodrenagem, contemplando tanto a regulamentação do uso e ocupação do solo,
quanto a regularização da microdrenagem, utilizando para tanto medidas
compensatórias ou mitigadoras, como parques ou outros equipamentos urbanos, como
bacias de detenção, por exemplo.
Desta forma, o presente Plano Diretor de Drenagem Urbana traz
recomendações quanto ao volume a ser retido em uma determinada área para que
novos empreendimentos possam ser implantados em consonância com este
instrumento legal, e sem causar impactos no sistema de drenagem do município de
Laranjal Paulista.
Vale lembrar que estas recomendações foram precedidas por um vasto estudo
do sistema de macrodrenagem, onde foram propostos dispositivos de controle
suficientes para comportar a vazão de projeto calculada para um período de retorno de
100 anos e considerando o limite máximo de uso e ocupação em cada uma das zonas
previstas pela Lei Complementar nº. 13.691/2005, bem como o tipo de solo encontrado
nestas regiões.
Assim sendo, tem-se que as medidas estruturais de maior porte propostas para
as zonas consolidadas do município normalmente estão sob responsabilidade da
Prefeitura Municipal, e para zonas em expansão a responsabilidade pode ser
compartilhada entre a Prefeitura e o Empreendedor/Proprietário, ou estar totalmente a
encargo deste último.
Conforme previsto por Tucci et al. (1995), entretanto, as medidas estruturais de
maior porte estejam combinadas às medidas compensatórias para controle dos
volumes incrementais de escoamento decorrente da impermeabilização do solo, e
demais alterações em suas características naturais. Possibilitando assim que
incrementos de volume não previstos possam ser contidos no lote ou em
empreendimentos de maior porte/loteamentos.
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Desta forma, a seguir são apresentadas diretrizes de projeto de algumas destas
medidas de controle e técnicas compensatórias, com ênfase em escalas menores,
como para retenção no lote, loteamentos, empreendimentos imobiliários ou pequenos
aglomerados urbanos.
Obras de detenção ou retenção
O dimensionamento de um reservatório de detenção é precedido de um prédimensionamento onde se estimam o volume do reservatório, área ocupada,
profundidade média, custo e respectivo custo-benefício, Tomaz (2002). Este prédimensionamento é de suma importância para o estudo das alternativas e também de
sua viabilidade.
Os próximos passos, conforme relatado por Tomaz (2002) serão: a seleção
preliminar de uma estrutura de saída; execução da propagação do hidrograma do
escoamento superficial e do escoamento de saída; e verificação dos picos de descarga
depois do desenvolvimento.
As metodologias de dimensionamento preliminar, de acordo com Tomaz (2002)
são: Aron e Kibler (1990), Baker (1979), Federal Aviation Agency (1966), Abt e Grigg
(1978), Kessler e Diskin (1991), McEnroe (1992), Wycoff e Singh (1976), Método
Racional e SCS TR-55.
Para o presente Plano Diretor de Drenagem Urbana recomenda-se o uso das
metodologias:
Método Racional, para bacias de até 2 km² de área;
Método SCS 3 Soil Conservation Service, para as demais bacias.
Obras de detenção
São obras que permitem o armazenamento de água de escoamento superficial,
normalmente secas, projetadas para "deter" temporariamente as águas, durante e
imediatamente após um evento. Constituem exemplos de dispositivos de detenção:
valas naturais em levantamento transversal atuando como estrutura de controle,
depressões naturais ou escavadas, caixas ou reservatórios sub-superficiais,
armazenamento em telhado e bacias de infiltração.
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De acordo com Canholi (2005) os dispositivos de detenção por ser divididos
quanto à sua localização (diretamente na fonte ou a jusante). Para os dispositivos na
fonte destacam-se:
Disposição no local: infiltração, percolação e pavimentos porosos;
Controle de entrada: armazenamento em telhados, áreas de
estacionamento etc.;
Detenção in situ: armazenamento após coleta de pequenas áreas.
No caso de dispositivos a jusante podem ser utilizados reservatórios online ou
off-line, devendo-se ressaltar algumas vantagens desta alternativa, como, por exemplo:
Maior controle sobre a manutenção/operação do dispositivo, dado o
volume maior de armazenamento pode-se concentrar em um único
dispositivo ou ao menos em um número menor de estruturas o controle
das cheias de uma determinada área de drenagem;
Menor custo para implantação do sistema, e igualmente para sua
manutenção/operação;
Maior controle sobre a eficiência, reduzindo a possibilidade de ocorrência
do timing, ou seja, da simultaneidade dos picos de vazão entre subbacias, que resultariam em um excedente superior ao observado na
situação natural.
A seguir são descritas algumas características das alternativas acima propostas,
com exceção dos dispositivos a jusante já apresentado no item referente aos
Dispositivos Propostos, por tratar-se de medidas estruturais de maior porte.
Os dispositivos de infiltração podem ser configurados como técnicas
compensatórias em drenagem urbana de baixo impacto, como, por exemplo, trincheiras
de infiltração, planos de infiltração, pavimentos permeáveis etc.
Trincheiras de infiltração
As trincheiras de infiltração são recomendadas para reter a água, bem como
melhorar os aspectos qualitativos associados às águas pluviais, devendo considerar os
seguintes aspectos, conforme relata o Manual Prince George’s County:
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Quadro 25 3 Informações sobre a estrutura das trincheiras de infiltração
Características Limitações
Área de superfície
mínima (metros) 2,4 a 6,1
Largura 0,6 a 1,2
Comprimento 1,2 a 2,4
Solos Permeáveis, com infiltração de 1,32 cm/h são recomendados.
Declividades Não é uma limitação usualmente, mas deve ser considerado no
projeto. Deve ser locado abaixo do nível das construções e fundações
Nível do lençol ou leito
de rocha 0,6 a 1,2 metros de espaço livre entre água e o leito de rocha
Proximidade de
fundações Distância mínima de 3,05 metros
Profundidade máxima 1,8 a 3,0 metros dependendo do solo
Manutenção Moderada a alta
Fonte: Prince George’s County
Estas estruturas são mais efetivas e tem vida útil maior quando algum prétratamento é incluído em seu projeto, como filtros de faixas vegetadas ou canais
vegetados.
As especificações para implantação de trincheiras de infiltração consistem nos
seguintes aspectos:
A trincheira de infiltração não pode receber escoamento até que a mesma
esteja finalizada e estabilizada;
Deve-se evitar ao máximo o tráfego de veículos e equipamentos pesados
para reduzir a compactação do solo;
O material proveniente da escavação das trincheiras pode ser utilizado na
estabilização da estrutura;
Caso haja árvores nas proximidades do local onde a estrutura será
construída deve-se prever uma manta geotêxtil mais resistente, evitando que
raízes penetrem a estrutura.
Plano de Infiltração
Assim como as valas e valetas de infiltração, os planos são constituídos por
simples depressões escavadas no solo com objetivo de recolher águas pluviais e
efetuar armazenamento temporário, podendo favorecer a infiltração.
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Estas estruturas podem ser implantadas ao longo do sistema viário, jardins,
terrenos esportivos e em áreas verdes em geral.
O projeto destas estruturas é simples, e elas podem receber cobertura vegetal,
bem como canaletas de fundo para facilitar o escoamento final dos volumes. As
vantagens apontadas por Baptista et al. (2005) foram:
Baixo custo de construção e manutenção;
Beneficio financeiro pela redução das dimensões da rede;
Ganhos paisagísticos e benefícios ambientais (melhoria da qualidade da
água)
Exercem a função de pré-tratamento (remoção de poluentes por
sedimentação, filtração e adsorção);
Possibilidade de uso de materiais locais;
Fácil manutenção.
O autor apresenta ainda algumas restrições à implantação de Planos de
Infiltração, quais sejam:
Exigência de espaço específico;
Manutenção periódica;
Eficiência restrita devido a altas declividades (deposição de sedimentos,
perda do volume de detenção 3 compartimentação e erosão);
Possibilidade de estagnação das águas (risco sanitário);
Poluição do lençol.
A viabilidade da implantação de uma estrutura de infiltração depende da análise
dos seguintes parâmetros (Baptista et al, 2005):
Infiltração superior a 10-7 m/s e não deve ser o único meio de evacuação;
Lençol a mais de 1 metro;
Águas pouco poluídas e com pouco fino;
Solo suporte deve ser propicio a presença de água;
O sítio não deve ser área de infiltração regulamentada.
E finalmente o autor cita algumas condicionantes de projeto:
Tipo de vegetação: adaptadas a curtos períodos de inundação periódica,
árvores perenifólias, principalmente quando houver orifícios de regulação de
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vazão.
Topografia: terrenos planos ou com declividade reduzida 3 divisórias para
evitar estagnação;
Infra-estrutura e superestruturas: Vala de infiltração contígua 3 afastar ou
posicionar em nível inferior ao leito da via, implantação de cortina ou parede
impermeável entre a vala e o pavimento.
Informações de caráter hidrológico e geotécnico idem trincheiras.
Pavimento Permeável
O Pavimento Permeável é uma estrutura de armazenamento da água pluvial
tendo como função complementar o suporte de tráfego de veículos. O funcionamento
hidráulico dos pavimentos permeáveis, de acordo com Azzout et al. (1994) apud Aciole
(2005) são:
Entrada imediata da água da chuva no corpo do pavimento, que pode ser
distribuída (pavimento poroso) ou localizada (drenos laterais ou bocas-delobo);
Armazenamento temporário da água nos vazios da camada de brita;
Evacuação por infiltração no solo, ou liberação lenta para rede de drenagem.
As vantagens listadas por Ciria (1996) apud Aciole (2005) do uso de pavimentos
permeáveis são:
Redução do volume destinado à rede de drenagem (redução de custos na
ampliação ou implantação das redes);
Dispositivo que pode ser utilizado em locais onde não há rede disponível;
Redução dos impactos da urbanização;
Possibilita aumento na recarga do aqüífero;
Construção simples e rápida;
Custos podem ser menores ao longo do tempo que os sistemas
convencionais.
Segundo EPA 3 Agência de Proteção Ambiental Americana, o pavimento
permeável permite ainda a redução de derrapagens e ruídos, e constitui-se em um
dispositivo totalmente integrado ao meio, não necessitando de área específica para sua
construção.
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Os limitantes no uso desta medida são características como, acúmulo de
sedimentos na superfície devido à erosão, águas poluídas que podem acarretar em
prejuízos à qualidade das águas subterrâneas, a manutenção inadequada pode
ocasionar perda do potencial de porosidade do pavimento, risco de colmatação etc. Os
tipos de materiais disponíveis para aplicação desta técnica são:
Asfalto Poroso;
Concreto Poroso; ou
Blocos de concreto vazados.
Quadro 26 3 Informações sobre a estrutura de pavimentos permeáveis
Camada Especificações
Revestimento Poroso
Concreto Poroso
Asfalto Poroso
Blocos Vazados
Filtro de agregado (areia) Diâmetro entre 2 a 4,8 mm
Espessura de aproximadamente 4,0
Reservatório de pedras com agregados
graúdos (brita)
Diâmetro entre 25 a 76 mm
Espessura 3 depende do volume á armazenar e da
porosidade do material
Geotêxtil Fundo, laterais e interfaces
Fonte: Prince George’s County
Bacias de Detenção
As bacias de detenção, por sua vez, são estruturas de acumulação temporária
ou de infiltração de água utilizadas com os seguintes objetivos, amortecer cheias no
controle de inundações, reduzir volumes de escoamento superficial e reduzir a poluição
difusa no contexto urbano (Baptista, 2005). Entende-se por bacia de detenção ou
infiltração estruturas de pequeno/médio porte podendo ser construídas cobertas ou
abertas.
Controle de Entrada
Trata-se de dispositivos que tem por objetivo restringir a entrada do volume
excedente no sistema de drenagem, sendo compostos por controles nos telhados ou
em áreas impermeabilizadas. O sistema de controle nos telhados, conforme relata
Canholi (2005) pode ser obtido por meio de calhas e condutores capazes de armazenar
o volume por meio de válvulas especiais, ou ainda conter em sua cobertura material
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com capacidade de armazenamento, devendo para tanto prever-se a sobrecarga na
estrutura do telhado. A água retida neste sistema pode ser reaproveitada, seguindo
para tanto os padrões previstos na literatura técnica, em normas especificas e demais
instrumentos legais existentes.
O armazenamento em áreas impermeabilizadas, como: estacionamentos,
centros de compras, pátios de manobras, subestações, cemitérios, praças públicas e
centros esportivos, têm por objetivo retardar o acesso das águas à rede de drenagem.
Detenção <in situ=
As obras de detenção 5in situ= são destinadas ao controle de áreas urbanizadas
restritas, como condomínios, loteamentos e distritos industriais, podendo ou não estar
incorporadas aos projetos de paisagismo e recreação, por meio de formação de lagos
ou quadras de esportes. É importante que os locais e os volumes armazenados por
estas estruturas estejam previamente definidos por meio de um estudo global da área
de drenagem do município, evitando-se que a simultaneidade dos diversos
hidrogramas efluentes existentes na sub-bacia ocasione uma vazão de pico maior que
aquela que ocorreria naturalmente.
Conforme citado anteriormente o presente Plano Diretor de Drenagem Urbana
recomenda o uso das metodologias:
Método Racional, para bacias de até 2 km² de área;
Método SCS 3 Soil Conservation Service, para as demais bacias.
Obras de Retenção
São obras que permitem o armazenamento de águas de escoamento superficial
com o objetivo de dar uma destinação destas águas retidas para fins recreativos,
estéticos, abastecimento, ou outros propósitos. A água de escoamento superficial é
temporariamente armazenada acima do nível normal de retenção, durante e
imediatamente após um evento de precipitação. Constituem exemplos de dispositivos
de retenção, reservatórios e pequenos lagos em áreas públicas, comerciais ou
residenciais.
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Polders
Trata-se de sistemas compostos por diques de proteção, redes de drenagem e
sistemas de bombeamento, que tem por objetivo proteger as áreas marginais situadas
em cotas inferiores ao nível d’água máximo, determinadas pelos eventos chuvosos
extremos.
Segundo recomendação de Canholi (2005) os critérios de projeto para polders
são semelhantes às estruturas de detenção 3 barragens 3 de pequeno porte, devendose analisar ainda à proteção de sua fundação e ocorrência de erosão.
14.12 Programa de medidas de fiscalização e controle
A fiscalização cabe ao Titular dos serviços, que pode realizá-la diretamente ou
delegá-la à entidade de outro ente federado (art. 8 da Lei nº 11.445/07). A Lei do
Saneamento define que 5serviço adequado é o que satisfaz as condições de
regularidade, continuidade, eficiência, segurança, atualidade, generalidade, cortesia na
sua prestação e modicidade das tarifas6 e que 5a atualidade compreende a
modernidade das técnicas, do equipamento e das instalações e a sua conservação,
bem como a melhoria e expansão do serviço6.
O Quadro 27 apresenta as entidades que podem assumir a responsabilidade de
desempenhar cada uma das funções da gestão do saneamento básico, quais sejam:
planejamento, prestação de serviços, regulação e fiscalização.
Quadro 27 3 Funções da gestão e entidades passíveis de atuar como responsáveis
FUNÇÃO RESPONSÁVEL
Planejamento Titular, ou seja, o município.
Prestação de
Serviços
Titular, ou seja, o município; ou
Órgão ou entidade do titular, a quem se tenha atribuído por lei a
competência de prestar o serviço público; ou
Órgão ou entidade de consórcio público ou de ente da federação com
quem o titular celebrou convênio de cooperação, desde que delegada a
prestação por meio de contrato de programa; ou
Órgão ou entidade a quem se tenha delegado a prestação de serviços por
meio de concessão.
Regulação
A regulação de serviços públicos de saneamento básico poderá ser
delegada pelos titulares a qualquer entidade reguladora constituída dentro
dos limites do respectivo estado, explicitando, no ato da delegação da
regulação, a forma de atuação e a abrangência das atividades a serem
desempenhadas pelas partes envolvidas (art. 23, § 1º, Lei nº 11.445/07).
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FUNÇÃO RESPONSÁVEL
Fiscalização do
Setor de
Saneamento
Titular, que pode delegar a:
Conselho Municipal;
Ente ou órgão regulador municipal ou estadual;
Consórcio.
Fonte: ReCESA, 2013, adaptado da Lei nº 11.445/07.
Conforme indicação feita no item 5Propostas de Ações Imediatas6, o
departamento responsável pelo Sistema de Drenagem Urbana e Manejo de Águas
Pluviais, a ser criado, deverá definir as funções e reponsabilidades para a efetiva
fiscalização do sistema.
É interessante vincular a fiscalização à manutenção do sistema. Ainda no item
que apresenta-se o Plano de Manutenção. Nele indica-se que seja criada uma rotina de
inspeção através de procedimentos de inspeção para as estruturas do sistema de
drenagem. As vistorias para inspeção do sistema podem ser realizadas também
visando à fiscalização.
14.13 Programa de revisão do Plano Diretor Municipal de Macrodrenagem
O Termo de Referência do presente trabalho recomenda que, em função do
caráter regional dos estudos em análise, a previsão de revisão do mesmo seja
efetuada no período mínimo de dez anos para todo o conteúdo ora apresentado, com o
objetivo de atualizar os dados, as medidas recomendadas e as propostas de
intervenções. Logo, os gestores do setor municipal de macrodrenagem deverão atentar
a este prazo no sentido de viabilizar a revisão do atual Plano Diretor de
Macrodrenagem no período proposto.
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15. Anteprojeto de Macrodrenagem
15.1 Estudos Hidrológicos
Os estudos hidrológicos para elaboração dos diagnósticos da situação atual
foram desenvolvidos através de métodos indiretos, isto é, calculando-se a chuva crítica
e convertendo-a em vazão.
O diagnóstico do sistema de drenagem de águas pluviais do município estudado
foi realizado por meio de simulações hidrológicas e hidráulicas dos cenários atual e
futuro. O cenário atual representa as condições de uso e ocupação do solo, grau de
permeabilidade do mesmo, efeitos da urbanização e dimensões e características das
estruturas existentes. A análise do cenário futuro foi realizada para verificação das
condições das estruturas hidráulicas existentes frente ao crescimento populacional e
urbanização futura das áreas de estudo, alteração dos índices de ocupação e do grau
de permeabilidade do solo, que por sua vez, produzem aumento das vazões máximas.
As áreas de expansão e áreas passíveis de ocupação do solo por edificações
futuras foram definidas adotando-se o cenário mais crítico de drenagem de águas
pluviais. Para tanto, foram analisados os prováveis vetores de crescimento urbano, de
modo a aproveitar a infraestrutura existente, a consolidação das áreas urbanizadas e a
ocupação de vazios urbanos.
15.2 Obras de macrodrenagem
Os anteprojetos das obras de macrodrenagem foram realizados de acordo com
as demandas de vazão estimadas para o cenário futuro.
Os desenhos e as planilhas de cálculo hidráulico, bem como os quantitativos e
as estimativas de custos dos canais, pontes, travessias que deverão passar por
adequações das estruturas, são apresentadas no Anexo 22.
As estruturas existentes que atendem às demandas futuras calculadas não
necessitam passar por adequações, exceto às manutenções preventivas e corretivas
indicadas previamente.
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15.3 Obras de desassoreamento dos cursos d’água
É comum testemunhar, nas cidades brasileiras um crescimento rápido das áreas
urbanas com efeitos negativos sobre os rios, ribeirões e córregos. Historicamente, os
cursos d’água moldavam a organização das cidades, mas com o avanço das
tecnologias, eles é que acabaram sendo moldados por diversos elementos
urbanizadores, tais como canalizações, barramentos, retificações, desassoreamentos,
entre outros.
O assoreamento observado nos rios tem diferentes causas, mas o mais eficiente
neste efeito negativo é o desmatamento (ZELLHUBER; SIQUEIRA, 2007). Nas
cidades, uma causa do assoreamento de cursos d’água que tem se mostrado comum é
intensa movimentação de volumes de terras por meio de terraplenagens, provocando o
carreamento de areias e solos para as margens e leitos, contribuindo fortemente com a
diminuição da capacidade de vazão dos sistemas de drenagem urbana.
A ocupação desordenada e irregular de áreas de preservação permanente
também concorre para o aumento do assoreamento das margens e leitos de rios e
córregos urbanos.
Como consequência dessas ações destituídas de planejamento urbano, os
episódios de chuva acabam tendo seus efeitos potencializados, resultando em
enchentes e inundações, que constituem eventos altamente deletérios para a
sociedade.
O desassoreamento é o procedimento mais comum que o poder público tem
utilizado para resolver os problemas de enchentes e alagamentos.
De maneira sucinta, o desassoreamento de rios é o processo que consiste na
remoção do material, isto é, sedimentos e vegetação, presente no leito de um rio.
Atualmente, no Brasil, a Resolução CONAMA n° 454/2012 estabelece diretrizes
e procedimentos para o gerenciamento do material a ser dragado em águas nacionais.
Já a Resolução CONAMA n° 420/2009 traz valores orientativos de qualidade do solo
quanto à presença de substâncias químicas para auxiliar no processo de
gerenciamento.
A realização de obras de desassoreamento constitui uma ação eficiente, porém
paliativa, uma vez que não atinge a causa do problema, normalmente relacionada a
fatores climáticos, ação da água sobre o solo, falta de cobertura vegetal e expansão da
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mancha urbana. Deve-se, portanto, considerar o desassoreamento uma medida a ser
tomada em caráter emergencial como forma de evitar maiores danos e riscos.
Nas visitas técnicas realizadas no município foram observados pontos de
assoreamento que necessitam da ação de obras de dragagem nos cursos d’água. Tais
obras estão indicadas no Anexo 23, juntamente com os quantitativos e as estimativas
de custo. Estas deverão ser realizadas após elaboração de projeto executivo e das
autorizações e outorgas ambientais a que o procedimento é sujeito, incluindo a
destinação do material retirado à locais devidamente licenciados junto aos órgãos
competentes.
O material do desassoreamento que será retirado na dragagem deverá passar
por análise laboratorial para avaliação de sua periculosidade, conforme indicado na
Resolução CONAMA n° 454/2012. Cabe ressaltar que o município não possui áreas
adequadas para o recebimento desse material, mesmo possuindo um aterro municipal
para resíduos domésticos. Assim, a destinação final ambientalmente correta desses
resíduos, caso constatada sua periculosidade, deverá ser feita em um Aterro Classe II.
No estado de São Paulo, há o CTVA Caieiras, da Essencis, localizado em Caieiras-SP.
15.4 Áreas de preservação e recuperação das áreas de degradadas
15.4.1 Considerações preliminares
A substituição da cobertura florestal natural por áreas antropizadas é
preocupante, pois intensifica os processos erosivos, de assoreamento, reduz a
fertilidade dos solos e a disponibilidade hídrica. Além disso, pode provocar a extinção
de espécies vegetais e animais, levando ao desequilíbrio dos ecossistemas e a outros
problemas ambientais associados. Dessa maneira, considerando a importância das
matas ciliares para o equilíbrio ambiental, a recuperação da vegetação traz diversos
benefícios, já que as florestas protegem a água e o solo, proporcionam abrigo e
sustento para a fauna e funcionam como barreiras, reduzindo a propagação de pragas
e doenças em culturas agrícolas. Em escala global, a vegetação atua na fixação de
carbono, contribuindo para a redução dos gases do efeito estufa.
No parágrafo supracitado, utilizou-se o termo 5recuperação6 ao invés de
5restauração6. Isso se deve ao fato de que a restauração objetiva conduzir o
ecossistema à sua condição original, o que pode ser considerado uma hipótese remota,
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muito difícil de ser atingida, uma vez que não há informações sobre a situação original
da área em questão, podendo ter ocorrido extinção de espécies e alterações na
comunidade e em sua estrutura no decorrer do processo de sucessão (RODRIGUES;
GANDOLFI, 2001). O termo 5recuperação6 é muitas vezes utilizado como sinônimo de
restauração. Entretanto, tecnicamente, recuperar não é sinônimo de restaurar. De
acordo com a Lei Federal 9985/2000, que criou o Sistema Nacional de Unidades de
Conservação (SNUC), a recuperação de uma área visa a 5restituição de um
ecossistema ou de uma população silvestre degradada a uma condição não
degradada, que pode ser diferente de sua condição original6. Dessa forma, almeja-se
retornar às condições de funcionamento, recuperar a estrutura (composição em
espécies e complexidade) e as funções ecológicas (ciclagem de nutrientes e de
biomassa) do ecossistema.
Todos os ecossistemas estão sujeitos a distúrbios naturais ou antrópicos, que
provocam alterações na dinâmica dos mesmos. Após ocorrência de um distúrbio, o
processo de sucessão ecológica é contínuo, podendo ser primário, no caso de habitats
recém-formados, ou secundário, em habitats já constituídos que foram perturbados.
Cada ecossistema apresenta diferente capacidade de reação aos distúrbios, que
depende de sua resiliência e estabilidade. Tivy (1993) define resiliência como a
capacidade que um ecossistema tem de se recuperar de flutuações internas
provocadas por distúrbios naturais ou antrópicos, e considera um ecossistema estável
quando o mesmo reage a um distúrbio absorvendo o impacto sofrido, sem sofrer
mudanças, e ajustando-o aos seus processos ecológicos. A estabilidade é
comprometida a partir do momento em que ocorrem mudanças drásticas no
ecossistema, e que as flutuações ambientais ultrapassam seu limite de equilíbrio.
Consequentemente, a resiliência diminui, podendo atingir uma situação em que o
ecossistema entra em colapso, tornando-se incapaz de reverter a degradação (ENGEL;
PARROTA, 2003).
A recuperação florestal de áreas degradadas no estado de São Paulo, embora
seja hoje uma prática bem difundida, é relativamente recente. Um problema recorrente
com relação ao sucesso dos reflorestamentos induzidos no estado de São Paulo é a
baixa diversidade de espécies, principalmente devido à indisponibilidade e dificuldade
de acesso às mudas. Isto contribuiu para a perda da diversidade e o não
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estabelecimento da dinâmica das florestas implantadas. Dessa maneira, ressalta-se a
necessidade de constituir florestas com maior diversidade, procurando aliar a
recuperação da função florestal com a conservação da biodiversidade, já expressa na
primeira edição da Resolução SMA 21/01 e consolidada nas resoluções SMA 47/03 e
SMA 48/04, que tratam de procedimentos para recuperação de áreas degradadas no
estado de São Paulo, assegurando a escolha adequada das espécies de ocorrência
regional e à manutenção de níveis mínimos de diversidade.
15.4.2 Projeto para recuperação das áreas degradadas e conservação das áreas
em bom estado
Como primeira medida para recuperação ou conservação de uma área, deve-se
isolá-la com o intuito de eliminar ou minimizar fatores de degradação ambiental, dentre
eles o fogo, o pastoreio de animais domésticos e o ataque das formigas cortadeiras.
Além dessas medidas, é importante controlar plantas invasoras, a fim de evitar a matocompetição, que também pode comprometer o desenvolvimento das mudas em
regeneração natural ou provenientes de um reflorestamento. A seguir, são
apresentadas as técnicas sugeridas para eliminar ou minimizar fatores de degradação.
15.4.2.1 Procedimentos para eliminação ou minimização de fatores de degradação
15.4.2.1.1 Isolamento da área
O isolamento da área a ser recuperada com utilização de cercas é necessário
para impedir o acesso dos animais e, consequentemente, evitar o pisoteio e os danos
às plantas, oriundas de regeneração natural e/ou plantios. Além disso, outros
problemas podem estar relacionados com o pastoreio do gado: a compactação do solo
das nascentes torna a infiltração da água comprometida, aumenta o fluxo sobre a
superfície, principalmente onde não há mata ciliar, carregando sedimentos para o curso
d’água, o que pode provocar o assoreamento; seus dejetos, apesar de deixarem o solo
mais fértil, podem contaminar a água nos períodos chuvosos. Essa contaminação
provoca o aumento da matéria orgânica na água, com consequente eutrofização e
proliferação de organismos patogênicos (CALHEIROS et al., 2004).
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15.4.2.1.2 Contenção de fogo
O fogo é uma séria ameaça ao desenvolvimento das árvores e mudas em
regeneração, podendo interferir drasticamente no sucesso da estratégia utilizada para
recuperação de uma área degradada. O alastramento do fogo pode ser evitado com a
construção e manutenção de aceiros ao longo das cercas, preferencialmente de 2 a 3
metros para cada lado. O aceiro consiste na eliminação da cobertura vegetal, viva ou
morta, presente sobre o solo, tarefa que pode ser realizada manualmente com o uso de
enxada ou com utilização de maquinário adequado.
15.4.2.1.3 Controle de formigas cortadeiras
Os tipos mais comuns de formigas cortadeiras são as saúvas (Atta spp.) e as
quenquéns (Acromyrmex spp.) e os danos causados por elas também podem
comprometer no desenvolvimento das mudas em regeneração natural ou provenientes
de um reflorestamento.
As atividades a serem realizadas para o controle das formigas envolvem a
identificação e marcação de carreadores e olheiros, aplicação dos produtos adequados
e o monitoramento de retorno das formigas. Entre as técnicas disponíveis, podem ser
utilizadas: iscas granuladas, que devem ser distribuídas ao longo dos carreadores, em
porta-iscas para evitar o seu umedecimento, ou na forma de sachês; ou formicidas em
pó seco ou diluído. Cada método apresenta diferentes princípios ativos e requer o uso
adequado de equipamentos de proteção individual (EPI), de acordo com as
recomendações do fabricante. O controle das formigas deve ser realizado
periodicamente e pelo menos 30 dias antes do plantio, quando a estratégia escolhida
para recuperação da área for o reflorestamento.
15.4.2.1.4 Controle de plantas competidoras
A proliferação de plantas invasoras na área em recuperação pode comprometer
o desenvolvimento plantas nativas, principalmente das mudas em regeneração ou
provenientes de reflorestamentos. As espécies exóticas (a gramínea braquiária, por
exemplo) competem com as nativas por água, luz e nutrientes presentes no solo,
podendo inviabilizar a estratégia de recuperação adotada. O controle das plantas
invasoras pode ser realizado de várias maneiras, a saber: roçada manual seletiva,
roçada mecanizada, controle químico com o uso de herbicidas de baixo impacto
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ambiental e utilização de plantas de cobertura. Importante ressaltar que, em alguns
casos, mais de uma técnica pode ser utilizada, dependendo da estratégia de
recuperação da área e das plantas invasoras predominantes.
A roçada manual seletiva é indicada para áreas onde há regeneração natural, e
a operação deve ser realizada com cuidado para não danificar as mudas em
desenvolvimento. A ferramenta a ser utilizada pode ser a foice, enxada ou
equipamentos similares. A limpeza deve ser feita sempre que necessário, portanto é
essencial que se faça o monitoramento constante.
A roçada mecanizada é indicada para áreas onde a regeneração natural é muito
baixa ou inexistente. A operação deve ser realizada com utilização de um trator com
roçadeira acoplada.
Uma técnica muito interessante do ponto de vista ambiental é o uso de plantas
de cobertura para o controle de espécies competidoras, indicado para áreas onde há
restrições ao uso de produtos químicos, por exemplo, herbicidas. O princípio básico
deste método é o de promover um rápido sombreamento do solo, o que dificulta o
desenvolvimento de gramíneas invasoras, que necessitam de muita luminosidade para
se estabelecer, evitando, dessa forma, a mato-competição com as mudas nativas. As
plantas de cobertura mais utilizadas para esse fim são as leguminosas, como a
crotalária, o feijão-guandu, o feijão-de-porco, entre outras. Essas espécies apresentam
rápido crescimento inicial e, além disso, realizam a fixação de nitrogênio atmosférico
por meio da associação com microrganismos, incorporando esse nutriente ao solo.
Dessa forma, além da cobertura para controle de espécies competidoras, contribuem
para a melhoria da fertilidade do solo na área a ser recuperada.
O método de controle químico, com uso de herbicidas de baixo impacto
ambiental, é indicado para áreas sem restrições ao uso de produtos químicos, com
elevado grau de infestação e difícil controle de plantas exóticas invasoras. A aquisição
dos herbicidas deve ser realizada por meio da emissão de receituário de profissional
habilitado, contendo as características do produto, as dosagens ideais para as
espécies-alvo, além de sua forma de preparo e aplicação. A aplicação pode ser feita
com bombas costais, manuais ou motorizadas, ou por meio de trator acoplado com
implementos de pulverização. Independentemente da forma de aplicação escolhida,
devem ser utilizados Equipamentos de Proteção Individual (EPI), e deve-se dar a
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adequada destinação final para as embalagens vazias. O uso de herbicidas em Áreas
de Preservação Permanente deve ser evitado, exceto com autorização do órgão
ambiental.
15.4.2.2 Estratégias para recuperação das áreas degradadas ou conservação das
áreas em bom estado
As intervenções para a recuperação de áreas degradadas podem ser feitas com
diferentes objetivos, dependendo das características de cada local, com base no
potencial auto-regenerativo (resiliência) de cada área estudada (RODRIGUES;
GANDOLFI, 2001). A auto-recuperação deve ser priorizada sempre que possível, pois
possibilita agregar à área degradada as características naturais da vegetação e da
fauna local.
A técnica de reflorestamento através do plantio direto é eficaz, principalmente
para áreas completamente degradadas (que apresentam baixa resiliência), mas possui
alguns fatores limitantes, dentre eles a disponibilidade de mudas, insumos e mão-deobra para realização dos serviços. Portanto, em algumas situações, pode-se lançar
mão de outros procedimentos para recuperação ambiental, como a técnica de
enriquecimento, de adensamento e, muitas vezes, apenas o cercamento e/ou
construção de um aceiro para proteção da área até que ela se recupere naturalmente
através da condução da regeneração natural.
15.4.2.3 Condução da regeneração natural
Essa técnica deve ser utilizada em áreas que apresentam alta densidade e
diversidade de espécies nativas regenerantes, incluindo rebrotas, devido
principalmente à proximidade com remanescentes de vegetação nativa, ao solo pouco
compactado e a baixa presença de espécies invasoras. Como o potencial de
regeneração natural é alto, apenas o isolamento da área com utilização de cercas e
construção/manutenção de aceiros, permitirá a recuperação natural da vegetação até a
mesma atingir seu estágio clímax. Por ser uma metodologia que exige pouco
investimento, essa estratégia deve ser utilizada em todos os locais que apresentem
potencial de se autorregenerar. Vale ressaltar que essa técnica pode ser combinada a
outras para que a recuperação da área seja mais rápida e eficaz.
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15.4.2.4 Regeneração natural com manejo – Adensamento
O adensamento consiste na introdução de indivíduos de espécies pioneiras de
crescimento rápido e boa cobertura nos espaços não ocupados pela regeneração
natural, com o objetivo de acelerar a cobertura do solo com espécies nativas,
aumentando o potencial de regeneração natural e impossibilitando o estabelecimento
de espécies exóticas invasoras, que necessitam da luminosidade intensa para se
desenvolver.
Essa estratégia é recomendada para locais que apresentam baixa densidade de
vegetação arbustivo-arbórea, para áreas próximas a fragmentos florestais ou para
clareiras em estádio inicial de sucessão (BRANCALION, et al. 2009). Pode ser
realizada através da semeadura direta (menor custo) ou plantio de mudas nativas
(maior custo, porém com maior potencial de sucesso). As espécies introduzidas
contribuem para melhorar as condições do solo e para o aumento da diversidade local.
O custo de implantação é maior quando comparado com a condução da regeneração
natural, já que envolve plantio de sementes ou mudas. O espaçamento recomendado
nesse método é de aproximadamente 4 m x 3 m, dependendo da densidade de
exemplares arbóreos existentes na área. As espécies sugeridas para serem utilizadas
são apresentadas no Quadro 29, Quadro 30, Quadro 31 e Quadro 32, e estão
classificadas na coluna 5Grupo Funcional6 como 5Adensamento6.
15.4.2.5 Regeneração natural com manejo – Enriquecimento
A estratégia de enriquecimento consiste na introdução de espécies nativas,
principalmente dos estádios finais da sucessão ecológica (secundárias e clímaces), em
áreas com boas condições do solo e com presença de vegetação nativa, porém com
baixa diversidade de espécies. Essa técnica pode ser realizada através da introdução
de sementes, mudas ou até indivíduos adultos, e visa a aumentar a biodiversidade aos
níveis naturalmente encontrados no ecossistema de referência. Como a vegetação
nativa já está consolidada, o espaçamento de plantio é mais amplo, por exemplo, de 5
m x 5 m, dependendo da densidade de indivíduos existentes. As espécies sugeridas
para serem utilizadas são apresentadas no Quadro 29, Quadro 30, Quadro 31 e
Quadro 32, e estão classificadas na coluna 5Grupo Funcional6 como 5Enriquecimento6.
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15.4.2.6 Regeneração natural com manejo – Reflorestamento com mudas
nativas
O plantio direto de mudas nativas é uma estratégia eficaz quando a área se
encontra degradada, com baixo potencial de resiliência. Nesse método, são
combinadas espécies de estádios iniciais de sucessão (pioneiras e secundárias iniciais)
com espécies dos estádios finais de sucessão (secundárias tardias e clímaces), em
linhas alternadas. O primeiro grupo é constituído por espécies que possuem rápido
crescimento e boa cobertura de copa, proporcionando o rápido fechamento da área
plantada (preenchimento). Essas espécies, em sua maioria, são classificadas como
pioneiras, mas as espécies secundárias iniciais também podem fazer parte desse
conjunto. O fato de pertencer a um grupo funcional inicial na sucessão não significa
que a espécie se encaixa no grupo de preenchimento. Para uma espécie pertencer a
esse grupo ela deve ter como características, além do rápido crescimento, a
capacidade de formar copa densa e ampla, o que a caracteriza como eficiente
sombreadora do solo (NAVE, 2005). Outra característica desejável para as espécies do
grupo de preenchimento é que elas possuam florescimento e produção de sementes
precoce. Com o rápido recobrimento da área, essas árvores criam um ambiente
favorável (sombreado), possibilitando o desenvolvimento das espécies tardias, e
desfavorecendo o desenvolvimento de espécies exóticas invasoras, evitando a matocompetição. No grupo das não-pioneiras ou de diversidade incluem-se as espécies que
não possuem rápido crescimento e/ou boa cobertura de copa, mas são fundamentais
para garantir a perpetuação da área plantada, já que é esse grupo que vai
gradualmente substituir o grupo de preenchimento quando este entrar em senescência
(morte), ocupando definitivamente a área. Incluem-se no grupo de diversidade todas as
demais espécies regionais não pertencentes ao grupo de preenchimento, inclusive
espécies de outras formas de vida que não a arbórea, como as arvoretas, os arbustos,
etc.
Os reflorestamentos com mudas nativas devem seguir o que está disposto na
Resolução SMA Nº 32 de 03/04/2014, que em seu ANEXO III, estabelece que:
Em áreas de ocorrência das formações de floresta ombrófila, de floresta
estacional semidecidual e de savana florestada (cerradão), sugere-se que
o projeto de restauração ecológica que empregar a técnica de plantio em
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área total utilize, no período previsto em projeto, no mínimo 80 (oitenta)
espécies florestais nativas de ocorrência regional, dentre aquelas
elencadas na lista oficial do Instituto de Botânica e/ou identificadas em
levantamentos florísticos regionais, podendo ser computadas todas as
formas de vida presentes na floresta. Contudo, sugere-se que o número
de espécies arbustivas e arbóreas represente no mínimo 70% do número
total de espécies utilizadas.
Além disso, essa Resolução especifica no item 1.1:
a) a utilização de, no mínimo, 40% de espécies zoocóricas nativas da
vegetação regional;
b) a utilização de, no mínimo, 5% de espécies nativas da vegetação regional,
enquadradas em alguma das categorias de ameaça;
c) a escolha de espécies de modo a contemplar o plantio dos dois grupos
ecológicos: pioneiras (pioneiras e secundárias iniciais) e não pioneiras
(secundárias tardias e climácicas), considerando-se o limite mínimo de 40%
para qualquer dos grupos, exceto para a savana florestada (cerradão).
No item 1.2, estabelece que:
a) o total dos indivíduos pertencentes a um mesmo grupo ecológico (pioneiro
e não pioneiro) não exceda 60% do total dos indivíduos do plantio;
b) nenhuma espécie pioneira ultrapasse o limite máximo de 10% de
indivíduos do total do plantio;
c) nenhuma espécie não-pioneira ultrapasse o limite máximo de 5% de
indivíduos do total do plantio;
d) 10% das espécies implantadas, no máximo, tenham menos de 6 (seis)
indivíduos por hectare.
As mudas devem ser de espécies arbóreas nativas adaptadas às condições
edafoclimáticas da região, atrativas para a fauna e distribuídas conforme o grupo
ecológico a qual pertencem (Quadro 28). Sugere-se que os plantios sejam realizados
nas seguintes proporções.
Quadro 28 3 Distribuição das mudas
Distribuição
Pioneiras (50%) Não-pioneiras (45%) Em alguma categoria de
ameaça de extinção (5%)
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Como já fora mencionado, a distribuição das mudas na área deve procurar imitar
o modo como as árvores crescem na natureza. Primeiramente nascem as espécies que
precisam de luz para germinar e que apresentam crescimento rápido, designadas
pioneiras. Posteriormente aparecem as espécies que necessitam da sombra das outras
árvores para crescer, chamadas não-pioneiras. Portanto, no plantio sugere-se colocar
uma fileira com as pioneiras e uma fileira com as espécies não-pioneiras, conforme a
Figura 47. Além disso, vale ressaltar que deve ser respeitado o espaçamento de pelo
menos 2 m entre as mudas e de 3 m entre as fileiras.
Figura 47 3 Disposição das espécies pioneiras e secundárias (não-pioneiras) na área de plantio.
Fonte: adaptado de CBH-PCJ, 2004.
A fim de aumentar a chance de sucesso dos reflorestamentos heterogêneos, a
lista total de espécies foi dividida em 2 tipos, A e B. O Tipo A apresenta as listas de
espécies pioneiras e não-pioneiras classificadas como mesófitas e/ou hidrófitas, que
devem ser utilizadas nos plantios em áreas com solos úmidos, encharcados,
submetidos ao regime hídrico intenso. Já o Tipo B apresenta as listas de espécies
pioneiras e não-pioneiras com características xerófitas, que devem ser utilizadas em
plantio em terrenos secos, com baixa disponibilidade hídrica. As listagens das espécies
são apresentadas a seguir.
Tipo A 3 Listas de espécies pioneiras e não-pioneiras para solos úmidos
O Quadro 29 apresenta espécies pioneiras sugeridas para serem plantadas em
solos úmidos e encharcados e o Quadro 30 apresenta espécies não-pioneiras
sugeridas para serem plantadas em solos úmidos e encharcados.
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Quadro 29 3 Espécies pioneiras sugeridas para serem plantadas em solos úmidos e encharcados
N
o Nome Popular Nome Científico Grupo
Funcional
01 Guaçatonga Casearia sylvestris Enriquecimento
02 Cortiça-amarela Rollinea sylvatica Enriquecimento
03 Sangra d`água Croton urucurana Adensamento
04 Maria-mole Dendropanax cuneatus Enriquecimento
05 Ingá-do-brejo Inga vera Adensamento
06 Açoita cavalo miúdo Luehea divaricata Adensamento
07 Tapiá Alchornea glandulosa Adensamento
08 Canafístula Peltophorum dubium Enriquecimento
09 Capororoca Myrsine guianensis Enriquecimento
10 Pau-pombo Tapirira obtusa Adensamento
11 Araticum Annona cacans Enriquecimento
12 Cortiça-amarela Annona sylvatica Enriquecimento
13 Pau-jangada Alchornea triplinervia Adensamento
14 Branquilho Sebastiania commersoniana Adensamento
15 Embaúba Cecropia pachystachya Enriquecimento
16 Leiteira Sapium glandulosum Enriquecimento
17 Angelim-doce Andira fraxinifolia Enriquecimento
18 Corticeira-da-serra Erythrina falcata Enriquecimento
19 Ingá-mirim Inga laurina Adensamento
20 Ingá-feijão Inga marginata Adensamento
21 Espeteiro-do-campo Lacistema hasslerianum Enriquecimento
22 Tamanqueiro Aegiphila integrifolia Enriquecimento
23 Canela-amarela Nectandra oppositifolia Enriquecimento
24 Goiabeira Psidium guajava Adensamento
25 Guapuruvu Schizolobium parahyba Enriquecimento
26 Eritrina Erythrina speciosa Enriquecimento
27 Sibipiruna Caesalpinia peltophoroides Adensamento
Quadro 30 3 Espécies não-pioneiras sugeridas para serem plantadas em solos úmidos e
encharcados
N
o Nome Popular Nome Científico Grupo Funcional
01 Jequitibá-branco Cariniana estrellensis Enriquecimento
02 Canela-guaicá Ocotea puberula Enriquecimento
03 Castanha-do-Maranhão Bombacopsis glabra Enriquecimento
04 Araçá-amarelo Psidium cattleianum Enriquecimento
05 Pindaíva Duguetia lanceolata Enriquecimento
06 Aroeira preta Myracrodrum urundeuva Enriquecimento
07 Genipapo Genipa americana Enriquecimento
08 Almecega Protium heptaphyllum Enriquecimento
09 Ipê-amarelo-da-mata Handroanthus chrysotrichus Enriquecimento
10 Fruta de pomba Erythroxylum deciduum Enriquecimento
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N
o Nome Popular Nome Científico Grupo Funcional
11 Paineira Ceiba speciosa Adensamento
12 Canela-sassafrás Ocotea odorifera Enriquecimento
13 Mamica de porca Zanthoxylum riedelianum Enriquecimento
14 Araribá Centrolobium tomentosum Enriquecimento
15 Cedro-do-brejo Cedrela odorata Enriquecimento
16 Peito-de-pomba Tapirira guianensis Enriquecimento
17 Pitanga Eugenia uniflora Enriquecimento
18 Pau-ferro Caesalpinia ferrea Enriquecimento
19 Jerivá Syagrus romanzoffiana Enriquecimento
20 Guanandi Calophyllum brasiliense Enriquecimento
21 Pinha-do-brejo Magnolia ovata Enriquecimento
22 Dedaleiro Lafoensia pacari Enriquecimento
23 Capitãozinho Terminalia triflora Enriquecimento
24 Tarumã Vitex megapotamica Enriquecimento
25 Canela-louro Ocotea diospyrifolia Enriquecimento
26 Marinheiro Guarea guidonia Enriquecimento
27 Figueira Ficus citrifolia Enriquecimento
28 Cambui Myrcia multiflora Enriquecimento
29 Canjerana Cabralea canjerana Enriquecimento
30 Mamoninha-do-mato Esenbeckia febrifuga Enriquecimento
31 Cafezeiro-do-mato Casearia decandra Enriquecimento
32 Palmito-jussara Euterpe edulis* Enriquecimento
33 Cabreuva-vermelha Myroxylon peruiferum* Enriquecimento
34 Óleo-de-copaíba Copaifera langsdorffii* Enriquecimento
35 Jequitibá-branco Cariniana estrellensis Enriquecimento
*Espécies enquadradas em algum grau de ameaça de extinção
Tipo B 3 Listas de espécies pioneiras e não-pioneiras para solos secos
No Quadro 31 apresentam-se as espécies pioneiras indicadas para os plantios
em solos secos.
Quadro 31 3 Espécies pioneiras indicadas para os plantios em solos secos
N
o Nome Popular Nome Científico Grupo
Funcional
01 Aroeira-mansa Schinus terebinthifolius Adensamento
02 Cambará Gochnatia polymorpha Adensamento
03 Capixingui Croton floribundus Adensamento
04 Guaçatonga Casearia sylvestris Enriquecimento
05 Guapuruvu Schizolobium parahyba Enriquecimento
06 Babosa Cordia superba Adensamento
07 Farinha seca Albizia hasslerii Adensamento
08 Monjoleiro Acacia polyphylla Adensamento
09 Lixeira Aloysia virgata Enriquecimento
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N
o Nome Popular Nome Científico Grupo
Funcional
10 Pata de vaca Bauhinia forficata Adensamento
11 Sangra d`água Croton urucurana Adensamento
12 Calabura Muntingia calabura Enriquecimento
13 Manacá-da-serra Tibouchina pulchra Adensamento
14 Ingá do brejo Inga vera Adensamento
15 Cajueiro Anacardium occidentale Adensamento
16 Goiabeira Psidium guajava Adensamento
17 Fedegoso Senna macranthera Adensamento
18 Pau-formiga Triplaris americana Enriquecimento
19 Pau-pólvora Trema micrantha Adensamento
20 Aroeira Lithrea brasiliensis Adensamento
21 Caroba-miúda Jacaranda micrantha Enriquecimento
22 Chá-de-bugre Cordia sellowiana Adensamento
23 Mutamba-preta Guazuma ulmifolia Adensamento
24 Algodoeiro Heliocarpus popayanensis Adensamento
25 Sobrasil Colubrina glandulosa Adensamento
26 Veludo Guettarda pohliana Enriquecimento
27 Pau-de-espeto Casearia gossypiosperma Adensamento
28 Leiteiro Tabernaemontana catharinensis Enriquecimento
29 Pata-de-vaca Bauhinia forficata Adensamento
30 Timboril Enterolobium contortisiliquum Adensamento
31 Sapuvinha Machaerium stipitatum Adensamento
No Quadro 32 apresentam-se as espécies não-pioneiras indicadas para os
plantios em solos secos.
Quadro 32 3 Espécies não-pioneiras indicadas para os plantios em solos secos
N
o Nome Popular Nome Científico Grupo Funcional
01 Guatambú Aspidosperma parvifolium Enriquecimento
02 Pau-de-mastro Xylopia brasiliensis Enriquecimento
03 Pau-terra Qualea jundiahy Enriquecimento
04 Ipê-amarelo Tabebuia serratifolia Enriquecimento
05 Guaritá Astronium graveolens Enriquecimento
06 Sete-capotes Campomanesia guazumifolia Enriquecimento
07 Abiu Pouteria caimito Enriquecimento
08 Amendoim-bravo Pterogyne nitens Enriquecimento
09 Ingá-de-metro Inga edulis Adensamento
10 Angico do cerrado Anadenanthera peregrina Enriquecimento
11 Açoita cavalo Luehea grandiflora Adensamento
12 Amendoim-do-campo Platypodium elegans Enriquecimento
13 Angico-branco Anadenanthera colubrina Enriquecimento
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N
o Nome Popular Nome Científico Grupo Funcional
14 Guajuvira Cordia americana Enriquecimento
15 Angico-do-cerrado Anadenanthera peregrina Enriquecimento
16 Chal-chal Allophylus petiolulatus Enriquecimento
17 Guabiroba Campomanesia xanthocarpa Enriquecimento
18 Pau-d’Álho Gallesia integrifolia Enriquecimento
19 Pimenta-de-macaco Xylopia aromatica Enriquecimento
20 Farinha-seca Albizia edwallii Adensamento
21 Camboatá Matayba guianensis Enriquecimento
22 Jatobá Hymenaea courbaril Enriquecimento
23 Catiguá-vermelho Trichilia clausseni Enriquecimento
24 Capitão Nectandra hihua* Enriquecimento
25 Canelinha Nectandra angustifólia* Enriquecimento
26 Carrapeta Trichilia hirta* Enriquecimento
27 Aroeira-do-campo Myracrodruon urundeuva* Enriquecimento
28 Guatambu-mirim Aspidosperma riedelii* Enriquecimento
29 Guamixama Eugenia brasiliensis* Enriquecimento
30 Pau-marfim Balfourodendron riedelianum* Enriquecimento
31 Mamica-de-porca Zanthoxylum petiolare* Enriquecimento
32 Jatobá-do-cerrado Hymenaea stigonocarpa* Enriquecimento
33 Guatambu-mirim Aspidosperma cuspa* Enriquecimento
34 Peroba-rosa Aspidosperma polyneuron* Enriquecimento
35 Pata-de-vaca-docampo
Bauhinia longifólia* Adensamento
36 Marmelinho Brosimum glaziovii* Enriquecimento
*Espécies enquadradas em algum grau de ameaça de extinção
A seguir são apresentadas outras medidas importantes para o sucesso do
reflorestamento em todas as etapas.
Coveamento
Recomenda-se a abertura de covas com dimensões mínimas de 0,40 x 0,40 x
0,40 metro, em conformidade com as peculiaridades locais. Em caso de solos
compactados, sugere-se que as dimensões mínimas sejam aumentadas para 0,50
metros.
Época de Plantio
As mudas, em fase inicial de desenvolvimento, necessitam de boa
disponibilidade hídrica, para que o sistema radicular atinja as camadas mais profundas
antes da chegada do período de estiagem. Portanto, a época mais indicada para
realização do plantio é a estação chuvosa.
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Preparação do solo
Deverá ser misturado ao solo de cada cova de plantio 200 gramas de fertilizante
NPK fórmula 10:20:10 ou outro equivalente com elevado teor de fósforo (P). Além
disso, é aconselhável aplicar de 5 a 10 litros de composto orgânico curtido por cova.
Irrigação
A recuperação da vegetação deverá prever gastos com sistemas ou
procedimentos de irrigação, mesmo que os plantios florestais sejam realizados nos
períodos chuvosos.
Adubação de cobertura
Após 2 meses do plantio, sugere-se que seja realizada a adubação de cobertura.
Para tanto, deverá ser aberta uma cova a cerca de 0,20 m do colo, com uma
profundidade de 0,20 metros, que deverá receber 50 gramas do fertilizante NPK 20-05-
20 por muda. Decorridos 12 meses do plantio, sugere-se que esta operação seja
repetida.
Manutenção
A manutenção da área reflorestada deverá prorrogar-se por um período mínimo
de 3 anos após o plantio. Nas campanhas de manutenção faz-se, normalmente, a
capina da biomassa herbácea (coroamento das mudas) para erradicar plantas
invasoras que ponham em risco a sobrevivência das mudas, além dos cuidados de
praxe de controle fitossanitário, combate às formigas e eliminação de outros insetos
predadores (cupins, besouros, lagartas, etc.).
Operação de replantio
O replantio deverá ser realizado quando houver perda de mudas. Mesmo nas
reposições, recomenda-se manter os padrões de diversidade adotados no projeto. Este
trabalho deve começar dois meses depois do plantio e, sempre que necessário, novas
reposições devem ser realizadas.
Monitoramento dos Projetos de Recuperação de Áreas Degradadas
Uma vez iniciadas as atividades para recuperação das áreas degradadas,
sugere-se que sejam elaborados relatórios de monitoramento e avaliação, visando
informar sobre o cumprimento ou não das medidas propostas, os sucessos e
insucessos das técnicas de recuperação, a proposição de correções para possíveis
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falhas no processo de recuperação de determinada área, entre outros fatores
relevantes para o aumento da eficiência das atividades executadas. Vale ressaltar que
o sucesso dos projetos depende de diversos fatores, entre eles a disponibilidade de
recursos, e o tempo de recuperação varia de uma área para outra.
15.4.3 Técnicas sugeridas para conservação das áreas em bom estado e
recuperação das áreas degradadas no município de Laranjal Paulista
O Anexo 24 apresenta a delimitação das áreas a serem preservadas e das áreas
a serem recuperadas no município de Laranjal Paulista. Tem-se um total de 78.400
metros quadrados a serem preservados. Neste caso, deve-se apenas isolar a área de
fatores de degradação, como o pisoteio de animais, caso haja animais domésticos
próximos ao local; evitar o acesso de pessoas e a ocorrência de queimadas. Para
tanto, pode-se utilizar as técnicas de cercamento para isolar a área, aumentar a
fiscalização para coibir atividades ilegais (queimadas criminosas, corte de árvores) e
implantar de aceiros, se possível.
As áreas degradadas totalizam em 57.320 metros quadrados, e a técnica
sugerida para recuperação das mesmas é o plantio direto de mudas. Considerando um
espaçamento médio de 6 metros quadrados por muda (2 metros entre as mudas e 3
metros entre as fileiras), conforme apresentado na Figura 47, sugere-se que sejam
plantadas 9.553 mudas nativas nessas áreas. Os quadros 2, 3, 4 e 5 apresentam
sugestões de espécies a serem plantadas, de acordo com o tipo de solo (seco, úmido,
encharcado) e grupo sucessional (pioneiras e não pioneiras).
15.4.4 Estimativa do projeto de conservação e/ou recuperação a ser
implementado
Considerando o total de mudas igual a 9.553 e um gasto médio de R$50,00 por
muda a ser plantada (valor que pode variar bastante dependendo da localização, do
tamanho e disponibilidade das mudas), incluindo as despesas com mão-de-obra para
plantio e manutenção das mudas até que obtenham sucesso, tem-se uma estimativa
de custo de R$497.650,00 para implementação do reflorestamento com a técnica de
plantio direto.
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16. Anteprojeto de Microdrenagem
Para o anteprojeto da galeria de águas pluviais foi considerado a utilização de
tubos de concreto e os diâmetros estão indicados nas planilhas de cálculo e nos
desenhos. Para os mesmos, foi adotado o diâmetro mínimo de 500mm. Os tubos de
ligação entre as bocas de lobo (BL) e os poços de visita (PV) deverão ter diâmetro de
400 mm. O tempo de retorno (Tr), conforme recomenda o DAEE 3 Departamento de
Água e Energia Elétrica do Estado de São Paulo, para obras de drenagem, foi de 10
anos.
As profundidades de escavação e escoramentos, indicados nos desenhos,
deverão ser confirmados e/ou definidos nos projetos básicos e executivos, baseados
em estudos geotécnicos das áreas do projeto.
O assentamento dos tubos, as caixas de passagens, poços de visita e as obras de
dissipação deverão ser construídas em conformidade com as normas da ABNT 3
Associação Brasileira de Normas Técnicas.
16.1 Rede de drenagem de águas pluviais
Todos os cálculos necessários para o dimensionamento da rede coletora foram
realizados através do programa para microcomputadores UFC Módulo 8 3 Software
para traçado e cálculo de redes de pluviais em AutoCAD, desenvolvido na
Universidade Federal do Ceará, através da equipe do Laboratório de Hidráulica
Computacional (LAHC), pelo Professor Dr. Marco Aurélio Holanda de Castro, e pelo
programa CADINFRA desenvolvido pela empresa CADista.info, de Campinas 3 SP,
ambos largamente utilizados para a elaboração de projetos de drenagem urbana.
A partir dos dados de projeto, foram geradas as planilhas de cálculos hidráulicos
da microdrenagem de águas pluviais apresentadas no Anexo 25. No mesmo anexo,
encontram-se os desenhos em planta e perfis das redes de microdrenagem, bem
como, os quantitativos com as estimativas de custos das obras civis.
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17. Estimativas de custos
Os quantitativos e as estimativas de custos para as obras dos Sistemas de
Macrodrenagem e de Microdrenagem encontram-se no Anexo 25. Para as estimativas
dos custos das obras civis, com base nos Anteprojetos, foram utilizadas como
referências, prioritariamente, a Tabela do Sistema Nacional de Pesquisa de Custos e
Índices da Construção Civil (SINAPI), com mês de referência de junho de 2019 para o
Estado de São Paulo. Em segundo plano, utilizou-se os valores da Tabela do
Departamento de Estradas de Rodagem (DER) - Fase 23 - Pavimentação, 31/03/2019.
Para os itens que não constam das referidas tabelas, foi realizada a cotação e
pesquisa de mercado naquele mesmo mês de referência. O Benefício de Despesas
Indiretas (BDI) estimado para os custos das obras do referido Plano foi de 30%.
Destaca-se, que nessas estimativas de custos não foram previstos os custos
relacionados às interferências das estruturas projetadas com a infraestrutura existente,
por se tratarem de Anteprojetos. Após a conclusão dos Planos de Macro e
Microdrenagem, para a execução das obras civis, será necessário elaborar os Projetos
Básicos e Executivos de todas as intervenções possíveis.
17.1 Recursos Financeiros
O planejamento e a execução de obras para controle da drenagem urbana são
onerosos para a Prefeitura Municipal, assim como os danos decorrentes de falhas no
sistema de micro e macrodrenagem existentes, como inundações e enchentes, são
onerosos para os munícipes.
Como a regularização dos sistemas de micro e macrodrenagem, normalmente, é
competência da administração municipal, faz-se necessário que a mesma busque
alternativas para a melhoria dos mesmos.
A primeira etapa para que ações efetivas possam ser tomadas para melhoria
dos sistemas de drenagem urbana é a elaboração de um Plano Diretor de Drenagem
Urbana, onde a rede de drenagem esteja diagnosticada em sua totalidade para que
dispositivos de controle possam ser previstos nos locais adequados, bem como outras
medidas de controle, mitigação, manutenção e prevenção estejam contempladas.
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A partir das orientações do Plano Diretor de Drenagem Urbana é mister que
obras e outras estruturas previstas tenham seus projetos executivos devidamente
elaborados, permitindo que os mesmos possam ser apresentados aos órgãos
competentes para solicitação de licenças ambientais e outorgas. Somente após a
obtenção das licenças e das outorgas as obras previstas no Plano Diretor de
Drenagem Urbana poderão ser licitadas para início de suas construções.
Cada uma destas etapas demanda tempo e investimentos da Prefeitura
Municipal, assim sendo, é necessário que a mesma tenha fontes de obtenção de
recursos que permitam maior agilidade no cumprimento das metas do Plano Diretor de
Drenagem Urbana.
Uma das fontes de financiamento de projetos, planos e obras em Drenagem
Urbana é o Comitê de Bacia Hidrográfica, que recebe e distribui subsídios do Fundo
Estadual de Recursos Hídricos FEHIDRO, do DAEE, da ANA, da ANEEL, e dos
próprios municípios.
Os projetos financiáveis por meio do Comitê de Bacia devem estar previstos no
Plano de Bacias e nas Metas Gerais do Plano Estadual de Recursos Hídricos (PERH
2004-2008), e podem abranger tanto a UGRHI (Unidade de Gerenciamento de
Recursos Hídricos), como apenas um município em particular, ou um conjunto de
municípios.
São fontes de recursos para implantação das ações previstas:
Orçamento Estadual, por meio das Secretarias de Estado (Secretaria de
Meio Ambiente 3 SMA, Secretaria de Saneamento e Energia 3 SSE,
Secretaria de Agricultura e Abastecimento 3 SAA, Secretaria de
Desenvolvimento 3 SD, Secretaria Estadual da Saúde 3 SES, Secretaria
de Esporte, Lazer e Turismo 3 SELT etc.);
FAPESP 3 Fundo de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo, onde é
possível financiar projetos de pesquisas científicas e tecnológicas
relacionados a políticas públicas;
Orçamento Federal, por meio dos órgãos: ANA, CPRM, CNPq/FINEP;
FNMA 3 Fundo Nacional do Meio Ambiente, do Ministério do Meio
Ambiente, a partir de parcerias das prefeituras com Instituições de
Pesquisa ou Empresas de Consultoria;
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Fundos Setoriais coordenados pela FINEP/CNPq (CTHidro, CTMineral,
Verde e Amarelo, dentre outros);
Banco Mundial em articulação com os estados;
Instituições privadas e organizações não-governamentais;
Órgãos internacionais, como a Organização das Nações Unidas.
Há ainda necessidade de previsão de recursos para manutenção das estruturas,
dispositivos e outras medidas de controle da drenagem urbana para que as mesmas
possam desempenhar suas funções adequadamente ao longo de sua vida útil. Para
tanto, recomendam-se a implantação de instrumentos legais de arrecadação, como a
criação de uma taxa de manutenção de drenagem, por exemplo. É possível implantar
ainda a cobrança de tributos/multas, dada a construção de novos loteamentos que
acarrete em incremento de vazões de águas pluviais geradas sem o devido controle
das mesmas.
Em alguns locais onde foram previstos dispositivos já é possível prever a
necessidade de criação de diretrizes para que os empreendedores responsabilizem-se
pela construção e manutenção dos mesmos. As possíveis modalidades de
financiamento e algumas características das mesmas levantadas acerca do tema
Drenagem Urbana Sustentável no Brasil estão apresentadas no quadro a seguir:
Quadro 33 3 Modalidades de Financiamento em Drenagem Urbana
Modalidade de
financiamento
Base
física
Caráter
Incitativo Equidade
Facilidade
Técnica de
implementação
Impactos
legais e
políticos
Opinião
Pública
Imposto Específico Não Não Possível Sim Forte Forte
Taxa de
impermeabilização
cobrada em âmbito
local
Sim Sim Possível Não Forte Moderada
Cobrança de taxas Sim Sim Possível Não Moderado Fraca
Cobrança acoplada
ao consumo de
água
Não Não Não Sim Fraco Forte
Fonte: Drenagem Urbana Sustentável no Brasil, 2003
De acordo com Andrade (1998) apud Cançado et al (2005), a taxa sobre os
serviços de drenagem possui quatro funções principais:
Cobrir custos de produção dos serviços e gerar recursos extras para sua
expansão, visando à sustentabilidade financeira do sistema de drenagem;
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Adequar oferta e demanda e estimular o uso responsável do solo urbano
e evitar a impermeabilização desnecessária ou excessiva deste;
Reduzir a necessidade de recursos complementares;
Ser instrumento de redistribuição de renda (Andrade & Lobão, 1996), por
meio de concessão de subsídios dos usuários de maior poder aquisitivo
para os de menor, assim como dos grandes para os pequenos usuários.
Cançado et al (2005) discute ainda alternativas para a definição de uma taxa de
drenagem, conforme segue:
Preço igual ao custo marginal social: inclui custo de operação e
manutenção com a variação no número de usuários, bem como aumento
da insegurança em relação ao risco de inundações ou a poluição da água
ou as enchentes a jusante. As principais dificuldades são as prováveis
perdas financeiras decorrentes de um custo superior ao previsto, e a
quantificação em termos monetários da ampla gama de custos intangíveis
incorporados ao cálculo da tarifa;
Preço igual ao benefício marginal: envolve custos fixos que precisam ser
remunerados; onde se aloca o bem de acordo com o retorno econômico
para cada usuário. A principal dificuldade desta alternativa é conhecer os
benefícios marginais individuais, considerando que os indivíduos nem
sempre estão dispostos a revelar o valor de seus benefícios. Nos
serviços, Cançado et al (2005) indica o uso desta opção em obras locais
de controle de inundações quando os benefícios são e os beneficiários
estão mais evidentes;
Regra Ramsey ou regra de preços públicos: pode ser utilizada em firmas
multiproduto ou quando é feita uma discriminação de preços sobre
serviços e/ou consumidores, possibilita a criação de uma estrutura de
preços que leve à maximização do bem-estar social com a garantia de
receita que cubra os custos. Esta alternativa pode ser ineficaz do ponto
de vista social, pois usuários com menor nível de renda possuem
menores opções de consumo, e, portanto demanda menos elástica. A
opção traz como desvantagem ainda a necessidade de informações
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detalhadas sobre as demandas individuais dos bens;
Preço igual ao custo médio: trata-se de taxa equivalente ao custo médio
de produção, priorizando o financiamento do sistema com a recuperação
dos custos associados ao mesmo, procedimento usual na cobrança dos
serviços de abastecimento de água, por exemplo.
Preço igual ao custo marginal de longo prazo: calculado como a média
dos custos de expansão futura do sistema, por unidade adicional
produzida, garantindo recursos financeiros para expansão do sistema e
sinaliza o comportamento do custo de produção com a variação na
quantidade produzida. Uma desvantagem desta metodologia são as
incertezas sobre os custos futuros do projeto, principalmente com o
desenvolvimento tecnológico;
Preço igual ao custo médio de longo prazo: alternativa não adequada
quando o custo total é usado como base tarifária, podendo ser adaptada
ao curto prazo desde que se utilize apenas o custo de manutenção na
definição da taxa. Esta metodologia também é condicionada pelas as
incertezas sobre custos futuros, principalmente com o desenvolvimento
tecnológico.
Cançado et al (2005) concluem que a melhor opção é o cálculo da taxa de
serviços de drenagem por meio de taxa equivalente ao custo médio de produção,
priorizando o financiamento do sistema. Os autores consideram ainda os dois
complementes principais desta taxa, como sendo: implantação (micro e
macrodrenagem) e manutenção (limpeza de bocas-de-lobo e redes de ligação, vistorias
nos canais e recuperação de patologias estruturais), devendo o custo estar
correlacionado á área impermeabilizada em relação à área total em estudo.
Uma alternativa interessante tanto para redução dos custos de implantação
como também para promover descontos/abatimentos nos tributos existentes, como, por
exemplo, IPTU, ou outras taxas é o incentivo à adoção de práticas compensatórias
dentro do lote ou de um loteamento.
De acordo com Cánepa et al (1999), a finalidade dos instrumentos econômicos é
fazer com que o responsável por uma atividade que degrada ou utiliza os recursos
hídricos sinta suas conseqüências, e as internalize no processo de tomada de decisão.
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Este instrumento é conhecido como Princípio do Poluidor Pagador, adotado em 1972
pelos países industrializados membros da OECD (Organization for Economic Cooperation and Development), como orientação de políticas ambientais. O incentivo tem
por objetivo a cobrança de tributos ambientais aos empreendedores responsáveis por
atividades potencialmente poluidoras, devendo o mesmo ser isento caso haja feito a
implantação das medidas de controle da poluição.
Neste sentido, os tributos tornam-se mais onerosos que a implantação da
medida de controle e assim cumpre-se o objetivo principal de reduzir a poluição ou o
uso indiscriminado dos recursos naturais.
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18. Priorização das obras de Macrodrenagem
As obras planejadas para a Macrodrenagem do município foram priorizadas com
o seguinte critério:
- Garantir que as obras dos canais e travessias, dentro de cada bacia hidráulica,
sejam OBRIGATORIAMENTE construídas de jusante para montante,
independentemente do seu custo, priorizando as áreas atualmente urbanizadas.
Assim, o resultado final da ordem das prioridades das obras para o município
estudado, encontra-se, na tabela a seguir:
ORDE
M PONTO TIPO LOCAL VALOR
1 PONTO 24 SUBSTITUIÇÃO DE PASSAGEM SOB
VIA - PONTE 15
LARANJAL
PAULISTA
R$
1.466.011,13
2 PONTO 17 SUBSTITUIÇÃO DE PASSAGEM SOB
VIA - PONTE 14
LARANJAL
PAULISTA R$ 599.497,15
3 PONTO 20 SUBSTITUIÇÃO DE PASSAGEM SOB
VIA - PONTE 7
LARANJAL
PAULISTA R$ 443.307,23
4 PONTO 16 SUBSTITUIÇÃO DE PASSAGEM SOB
VIA - PONTE 11
LARANJAL
PAULISTA
R$
1.507.273,76
5 PONTO 22 SUBSTITUIÇÃO DE PASSAGEM SOB
VIA - PONTE 12
LARANJAL
PAULISTA R$ 977.230,03
6 PONTO 23 SUBSTITUIÇÃO DE PASSAGEM SOB
VIA - PONTE 13
LARANJAL
PAULISTA R$ 832.016,09
7 PONTO 21 SUBSTITUIÇÃO DE PASSAGEM SOB
VIA - PONTE 9
LARANJAL
PAULISTA
R$
2.184.556,88
8 PONTO 19 SUBSTITUIÇÃO DE PASSAGEM SOB
VIA - PONTE 2
LARANJAL
PAULISTA
R$
1.699.312,51
49 PONTO 18 SUBSTITUIÇÃO DE PASSAGEM SOB
VIA - PONTE 1
LARANJAL
PAULISTA R$ 776.141,49
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19. Referências
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escoamento superficial na fonte. Dissertação submetida ao Programa de Pós
Graduação em Recursos Hídricos e Saneamento Ambiental. 184 p.
ATLAS DO DESENVOLVIMENTO HUMANO NO BRASIL. Perfil municipal: Laranjal
Paulista. Disponível em: http://atlasbrasil.org.br/2013/pt/perfil_m/laranjal-paulista_sp.
Acesso em: 29 ago 2017.
AURÉLIO. Apresenta o significado do termo prognóstico. Disponível em
https://www.dicio.com.br/aurelio-2/. Acesso em setembro de 2018.
BAPTISTA, M. B.; NASCIMENTO, N. O.; BARRAUD, S. Técnicas compensatórias em
drenagem urbana. Porto Alegre: ABRH, 2005. 266p.
BRASIL. Estatuto da cidade: Lei n° 10.257 de julho de 2001. Estabelece diretrizes
gerais da política urbana. Brasília, 2001.
Brasil. Lei Federal nº. 6938/81. Dispõe sobre a Política Nacional do Meio Ambiente,
seus fins e mecanismos de formulação e aplicação, e dá outras providências.
BRASIL. Lei n° 11.445, de 5 de janeiro de 2007. Estabelece diretrizes nacionais para o
saneamento básico e para a política federal de saneamento básico. 2007
BRASIL. Ministério das Cidades. Secretaria Nacional de Saneamento Ambiental.
Diretrizes para elaboração de projetos de Engenharia. Fonte de Recursos:
Financiamento. 2010. 93p.
BRASIL. Ministério das Cidades. Secretaria Nacional de Saneamento Ambiental.
Programa Drenagem Urbana Sustentável. Manual para apresentação de propostas.
2012. 26p.
Brasil. Resolução CONAMA nº. 01/86. Estabelecem as definições, as
responsabilidades, os critérios básicos e as diretrizes gerais para uso e implementação
da Avaliação de Impacto Ambiental como um dos instrumentos da Política Nacional do
Meio Ambiente.
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Brasil. Resolução CONAMA nº. 237/97. Dispõe sobre a necessidade de licenciamento
ambiental prévio devido à localização, construção, instalação, ampliação, modificação e
operação de empreendimentos e atividades utilizadoras de recursos ambientais
consideradas efetiva ou potencialmente poluidoras.
BRASIL. Termo de Referência para Elaboração de Planos Municipais de Saneamento
Básico - Procedimentos relativos ao convênio de cooperação técnica e financeira da
Fundação Nacional de Saúde 3 Funasa/MS. Ministério da Saúde. Fundação Nacional
de Saúde (FUNASA). Brasília, 2012.
CANÇADO, V. L. NASCIMENTO, N. O. CABRAL, J. R. Cobrança pela drenagem
urbana de águas pluviais: bases conceituais. REGA 3 Vol. 2, no. 1, p. 5-21, jan./jun.
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CÁNEPA, E. M. PEREIRA, J. S. L, ANTÔNIO, E. L. A Política de Recursos Hídricos e o
Princípio Usuário-Pagador (PUP). RBRH, Revista Brasileira de Recursos Hídricos, Vol.
4, n.1. Jan-Mar, 1999, 103.-117.
CANHOLI, A. P. Drenagem urbana e controle de enchentes. São Paulo: Oficina de
textos, 2005, 302p.
Cooperativa de Serviços, Pesquisas Tecnológicas e Industriais 3 CPTI (coord). Plano
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CPRM - COMPANHIA DE PESQUISA DE RECURSOS MINERAIS. Geodiversidade do
estado de São Paulo. 2010. Carlos Augusto Brasil Peixoto 3 São Paulo. 176 p.
CPRM - COMPANHIA DE PESQUISA DE RECURSOS MINERAIS. Serviço Geológico
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Drenagem Urbana Sustentável no Brasil. Relatório do Workshop em Goiânia-GO, 2003.
Coordenação e organização: Escola de Engenharia Civil - Universidade Federal de
Goiás. Coordenação Internacional: Water Engineering and Development Centre,
Loughborough University, Reino Unido.
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ENGECORPS 3 CORPO DE ENGENHEIROS CONSULTORES S.A. Plano Regional
Integrado de Saneamento Básico: Plano Municipal Integrado de Saneamento Básico.
Município: Laranjal Paulista. 2011.
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http://www.epa.gov/owow/nps/pavements.pdf/. Acesso em 04/11/2009.
Estado de São Paulo. Decreto Estadual nº. 41.258, de 31/10/96. Aprova o
Regulamento dos artigos 9º a 13 da Lei n. 7.663, de 30 de dezembro de 1991.
Estado de São Paulo. Lei Estadual nº 12.183, de 29/12/2005. Dispõe sobre a cobrança
pela utilização dos recursos hídricos do domínio do Estado de São Paulo, os
procedimentos para fixação dos seus limites, condicionantes e valores e dá outras
providências.
Estado de São Paulo. Lei Estadual nº. 7.663/91. Estabelece normas de orientação à
Política Estadual de Recursos Hídricos bem como ao Sistema Integrado de
Gerenciamento de Recursos Hídricos.
FABH-SMT. Fundação Agência da Bacia Hidrográfica do Rio Sorocaba e Médio Tietê.
Plano de Bacias Hidrográficas 3 2016/2027. 2016
GEOFABRIK. Sistema viário do Brasil. 2017. Disponível em:
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IAC 3 INSTITUTO AGRONÔMICO DE CAMPINAS. Solos do Estado de São Paulo.
Mapa pedológico do Estado de São Paulo (Metadado). 1999. Disponível em:
<http://datageo.ambiente.sp.gov.br/serviceTranslator/rest/getXml/Geoserver_WMS/G_
PedologicoIAC/1435666706895/wms>. Acesso em: 29 de agosto de 2017.
IBGE 3 Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, 2010. IBGE Cidades - Censo
demográfico. Disponível em https://censo2010.ibge.gov.br/. Acesso em 06/02/2018.
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Vegetação Brasileira. Disponível em:
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DESENVOLVIMENTO DA BACIA DO RIO SOROCABA E MÉDIO
TIETÊ – CERISO
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Disponível em: <http://www.ibge.gov.br/home/estatistica/populacao/censo2000/>.
Acesso em 29 de agosto de 2017.
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Disponível em: http://mapas.ibge.gov.br/bases-e-referenciais/basescartograficas/malhas-digitais.html. Acesso em 29 de agosto de 2017.
IBGE 3 Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Pesquisa Nacional de
Saneamento Básico. 2008. Disponível em:
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IF 3 Instituto Florestal. Inventário Florestal 2010. 2010. Disponível em:
http://www.ambiente.sp.gov.br/sifesp/inventario-florestal/. Acesso em 29 de agosto de
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IPEA 3 INSTITUTO DE PESQUISA ECONÔMICA APLIACADA. O que é? - Índice de
Gini. 2014. Disponível em:
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IPT 3 Instituto de Pesquisas Tecnológicas. Mapeamento de áreas de alto e muito alto
risco a deslizamentos e inundações do município de Laranjal Paulista (SP). 2015.
IPT 3 Instituto de Pesquisas Tecnológicas. Plano de Bacia da Unidade de
Gerenciamento de Recursos Hídricos do Sorocaba e Médio Tietê (UGRHI 10) 3
Revisão para Atendimento da Deliberação CRH 62 3 Relatório Final. Relatório Técnico
nº 104.269-205. 2008.
SHS Consultoria e Projetos de Engenharia 214
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DESENVOLVIMENTO DA BACIA DO RIO SOROCABA E MÉDIO
TIETÊ – CERISO
JMR & ENGECORPS. Plano Estadual de Recursos Hídricos PERH 2004/2007, 2005.
LARANJAL PAULISTA. Lei nº 2543, de 25 de setembro de 2006. Dispõe sobre o Plano
Diretor do Município de Laranjal Paulista.
MARTINEZ JUNIOR, F., MAGNI, N. L. G. Equações de Chuvas Intensas no Estado de
São Paulo. DAEE (Departamento de Águas e Energia Elétrica), 1999.
MDR. Ministério do desenvolvimento regional. Programa 2040 - Gestão de Riscos e de
Desastres. Apresenta Objetivos, metas e ações do Programa. Disponível em:
http://www.cidades.gov.br/images/stories/ArquivosDefesaCivil/ArquivosPDF/programas
eacoes/PPA-2016---0174.pdf. Acesso em Abril de 2019.
MICHAELIS. Apresenta o significado do termo prognóstico. Disponível em
https://michaelis.uol.com.br/. Acesso em setembro de 2018.
OLIVEIRA, JOÃO BERTOLDO DE. Solos do Estado de São Paulo: descrição das
classes registradas no mapa pedológico. Instituto Agronômico. Campinas. 1999.
PAIVA, J. B. D.; PAIVA, E. M. C. D. Hidrologia aplicada à gestão de pequenas bacias
hidrográficas. Organizado por: João B. D. de Paiva, e Eloiza M. C. D. de Paiva. Porto
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BRASIL. O que é o IDH?. 2017. Disponível em:
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PÔMPEO, C. A. Drenagem Urbana Sustentável. Departamento de Engenharia
Sanitária e Ambiental, Universidade Federal de Santa Catarina. Revista Brasileira de
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PORTO, R. M.; Hidráulica Básica. São Carlos: Projeto REENGE / Editora da
Universidade / EESC/USP, 1995. 540p.
SHS Consultoria e Projetos de Engenharia 215
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DESENVOLVIMENTO DA BACIA DO RIO SOROCABA E MÉDIO
TIETÊ – CERISO
Prefeitura Municipal de São Carlos. Lei Municipal nº. 13.691 de 25 de Novembro de
2005. Institui o Plano Diretor do Município de São Carlos e dá outras providências.
Prefeitura Municipal de São Carlos. Lei Municipal nº. 13.944 de 12 de Dezembro de
2006. Dispõe sobre a criação das Áreas de Proteção e Recuperação dos Mananciais
do Município - APREM e dá outras providências.
Prince George.s County, Maryland Department of Environmental Resources. Programs
and Planning Division. Low-Impact Development Hydrologic Analysis, July 1999.
Prince George.s County, Maryland Department of Environmental Resources. Programs
and Planning Division. Designs Especification and criteria 3 Bioretetion.
PRISB 3 Plano Regional Integrado de Saneamento Básico. Bacia Hidrográfica dos Rios
Sorocaba e Médio Tietê. 2011.
RAMOS, C. L. BARROS, M. T. L.; PALOS, J. C. F. (coord.). Elaborado por RAMOS et
al. (1999) 3 Fundação Centro Tecnológico de Hidráulica e Prefeitura Municipal de São
Paulo. Diretrizes Básicas para projetos de Drenagem Urbana no município de São
Paulo, 1999. <http://www.Ramos et al (1999).br/public/cursos/canaismares/md.pdf.
Acesso em 04/11/2009>.
Rede Nacional de Capacitação e Extensão Tecnológica em Saneamento Ambiental 3
Recesa. Disponível em http://www.cidades.gov.br/secretarias-nacionais/saneamentoambiental/acoes/recesa/agendas-de-capacitacao/rede-nacional-de-capacitacao-eextensao-tecnologica-em-saneamento-2013-recesa. Acesso em 04/11/2009.
SÃO PAULO (Estado). Secretaria de Estado de Energia, Recursos Hídricos e
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prático para projetos de pequenas obras hidráulicas, 2005. 116p.
SEADE 3 FUNDAÇÃO SISTEMA ESTADUAL DE ANÁLISE DE DADOS. Informações
dos Municípios Paulistas. Disponível em:
<http://www.imp.seade.gov.br/frontend/#/perfil>. Acesso em: 29 de agosto de 2017.
SHS CONSULTORIA E PROJETOS DE ENGENHARIA LTDA. EPP. Fotografias tiradas
durante a visita técnica em 2017.
SHS Consultoria e Projetos de Engenharia 216
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DESENVOLVIMENTO DA BACIA DO RIO SOROCABA E MÉDIO
TIETÊ – CERISO
SHS CONSULTORIA E PROJETOS DE ENGENHARIA LTDA. EPP. Fotografias tiradas
durante a visita técnica em 2018.
SINÔNIMOS. Apresenta o significado do termo prognóstico. Disponível em
https://www.sinonimos.com.br/. Acesso em setembro de 2018.
TOMAZ, Plínio. Cálculos Hidrológicos e Hidráulicos para Obras Municipais: Piscinões,
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TUCCI, C. E. M. Hidrologia: ciência e aplicação. Organizado por Carlos E. M. Tucci,
André L. L. da Silveira... [et al.] 3 3ª ed., primeira reimpressão. Porto Alegre: Editora da
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TUCCI, C. E. M. Modelos Hidrológicos. Editora da UFRGS e ABRH 652 páginas. 1998.
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Disponível em: https://pt.wikipedia.org/wiki/Laranjal_Paulista. Acesso em: 29 de agosto
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SHS Consultoria e Projetos de Engenharia
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DESENVOLVIMENTO DA BACIA DO RIO SOROCABA E MÉDIO
TIETÊ – CERISO
ATO CONVOCATÓRIO 003/2015
PLANOS DIRETORES MUNICIPAIS DE MACRODRENAGEM URBANA
NA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO SOROCABA E MÉDIO TIETÊ
ETAPA FINAL – PLANOS DIRETORES MUNICIPAIS DE
MACRODRENAGEM URBANA
VOLUME IX – MUNICÍPIO DE LARANJAL PAULISTA
TOMO II – ANEXOS 1 A 11
REVISÃO 1
FEV/2021
SHS Consultoria e Projetos de Engenharia ii
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DESENVOLVIMENTO DA BACIA DO RIO SOROCABA E MÉDIO
TIETÊ – CERISO
EXECUÇÃO
CERISO - CONSÓRCIO DE ESTUDOS, RECUPERAÇÃO E
DESENVOLVIMENTO DA BACIA DOS RIOS SOROCABA E MÉDIO TIETÊ
RUA JOSÉ SOARES DE LIMA, 75 - JARDIM SANTA CRUZ, IPERÓ – SP
CEP: 18560-000 / TELEFONE: (15) 3244-1538
GESTÃO 2017/2020
PRESIDENTE: VANDERLEI POLIZELI (PREFEITO DE
IPERÓ-SP)
PRIMEIRO VICE-PRESIDENTE: DIRLEI SALAS ORTEGA
(PREFEITO DE ARAÇOIABA DA SERRA-SP)
SEGUNDO VICE-PRESIDENTE: PÉRICLES GONÇALVES
(PREFEITO DE CAPELA DO ALTO)
TERCEIRO VICE-PRESIDENTE: FERNANDO LOPES DA
SILVA (PREFEITO DE BOITUVA)
QUARTO VICE-PRESIDENTE: ALDOMIR JOSÉ SANSON
(PREFEITO DE CERQUILHO)
SECRETÁRIA EXECUTIVA E PRESIDENTE DA COMISSÃO
PERMANENTE DE LICITAÇÕES (CPL): MARIA OTÍLIA
GARCIA TOMAZELA
GESTÃO 2021/2024
PRESIDENTE: PÉRICLES GONÇALVEZ (PREFEITO DE
CAPELA DO ALTO-SP)
PRIMEIRO VICE-PRESIDENTE: JOSÉ QUEVEDO JUNIO
(PREFEITO DE ARAÇOIABA DA SERRA-SP)
SEGUNDO VICE-PRESIDENTE: LEONARDO ROBERTO
FOLIM (PREFEITO DE IPERÓ-SP)
TERCEIRO VICE-PRESIDENTE: MIGUEL TOMAZELA
(PREFEITO DE PEREIRAS-SP)
QUARTO VICE-PRESIDENTE: FABIOLA ALVES DA SILVA
PEDRICO (PREFEITA DE VOTORANTIM-SP)
SECRETÁRIA EXECUTIVA E PRESIDENTE DA COMISSÃO
PERMANENTE DE LICITAÇÕES (CPL): MARIA OTÍLIA
GARCIA TOMAZELA
PREFEITURA MUNICIPAL DE LARANJAL PAULISTA - SP
PRAÇA ARMANDO SALLES DE OLIVEIRA, 200, CENTRO, LARANJAL PAULISTA - SP
CEP: 18500-000 / TELEFONE: (15) 3283-8300
GESTÃO 2017/2020
PREFEITO: ALCIDES DE MOURA CAMPOS JUNIOR
VICE-PREFEITO: AIR PIRES DE CAMPOS
GESTÃO 2021/2024
PREFEITO: ALCIDES DE MOURA CAMPOS JUNIOR
VICE-PREFEITO: CARLOS ALBERTO RUGOLO
RECURSOS
FEHIDRO - FUNDO ESTADUAL DE RECURSOS HÍDRICOS
AVENIDA PROFESSOR FREDERICO HERMANN JUNIOR, 345 - ALTO DE PINHEIROS, SÃO
PAULO – SP / CEP: 05459-900 / TELEFONE: (11) 3133-4149
SHS Consultoria e Projetos de Engenharia iii
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CONSÓRCIO DE ESTUDOS, RECUPERAÇÃO E
DESENVOLVIMENTO DA BACIA DO RIO SOROCABA E MÉDIO
TIETÊ – CERISO
FISCALIZAÇÃO
DAEE – DEPARTAMENDO DE ÁGUAS E ENERGIA ELÉTRICA
RUA CRISTIANO CLEOPATH, 1557 - CIDADE ALTA, PIRACICABA – SP
CEP: 13419-310/ TELEFONE: (19) 3433-6381
AGENTE TÉCNICO: REGINA APARECIDA RIBEIRO
CONSULTORIA ESPECIALIZADA CONTRATADA PARA APOIAR A ELABORAÇÃO DO
PLANOS DIRETORES MUNICIPAIS DE MACRODRENAGEM URBANA
SHS - CONSULTORIA E PROJETOS DE ENGENHARIA LTDA. EPP
RUA PADRE TEIXEIRA, 1772, CENTRO - SÃO CARLOS/SP
CEP: 13.560-210 / TEL.: (16) 3374-1755
EQUIPE:
NOME ÁREA FUNÇÕES PRINCIPAIS
Swami
Marcondes Villela
Eng° Civil Sênior / Livredocente da Universidade de
São Paulo
Coordenação, consultoria e revisão geral
Iveti Ap. Pavão
Macedo da Silva
Engª Civil Sênior /
Especialista em projetos de
saneamento/ Projetos
Supervisão, projetos e orçamento
Lívia Cristina
Holmo Villela
Engª Civil Sênior / Doutora
em Engenharia Hidráulica e
Saneamento/ Projetos
Supervisão, revisão; análise custo - benefício
Alessandro Hirata
Lucas Tecnólogo / Projetos
Levantamento e análises dos estudos existentes;
Visitas técnicas; estudos hidrológicos e hidráulicos;
mapeamento de áreas inundáveis; dimensionamento;
projetos; e audiências públicas
Ana Carolina do
Prado Whitaker
Medeiros
Bacharel em Comunicação
Social – Jornalismo / Pósgraduada em Gestão
Ambiental
Mobilização Social
Ana Carolina
Ferrari dos
Santos
Engª Ambiental Junior /
Projetos
Cartografia caracterização dos impactos ambientais,
econômicos e sociais;
SHS Consultoria e Projetos de Engenharia iv
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DESENVOLVIMENTO DA BACIA DO RIO SOROCABA E MÉDIO
TIETÊ – CERISO
NOME ÁREA FUNÇÕES PRINCIPAIS
Danilo Gustavo Desenhista Elaboração de projetos e desenhos
Darci Pereira Engº Civil Pleno / Projetos
Dimensionamento, projeto, orçamento e análise custo
– benefício; visitas técnicas, estudos hidrológicos e
hidráulicos e audiências públicas
Edson Donizeti
Nicoletti Engº Civil Pleno / Projetos Dimensionamento, projeto e orçamento
Eliete Noemi Desenhista Elaboração de desenhos
Felipe Guazzelli
Gonzalez Engº Civil Junior / Projetos
Visitas técnicas; estudos hidrológicos e hidráulicos;
dimensionamento; projetos e desenhos; e audiências
públicas
Flávia Arlette
Oliveira Gestora Ambiental Estudos para elaboração dos anteprojetos de rede de
drenagem
Guilherme L. R.
A. Ferreira Engº Civil Junior/ Projetos Levantamento e análises dos estudos existentes;
estudos hidrológicos e hidráulicos; dimensionamento;
João Paulo
Freitas Alves
Pereira
Eng° Ambiental Pleno/
Projetos
Estudos para elaboração dos anteprojetos de rede de
drenagem
Larissa Nogueira
Olmo Margarido
Engenheira Civil Sênior /
Mestre em Engenharia
Hidráulica e Saneamento/
Projetos
Prognóstico, orçamento e análise custo – benefício
Marina da Costa
Ribeiro de
Almeida
Engª Ambiental Junior /
Projetos
Cartografia caracterização dos impactos ambientais,
econômicos e sociais;
Paloma
Fernandes
Paulino
Engª Ambiental Plena /
Mestre em Engenharia
Hidráulica e Saneamento /
Projetos
Cartografia, caracterização dos impactos ambientais,
econômicos e sociais; e audiências públicas
Sheila Holmo
Villela
Bacharel em Psicologia /
Mestre e Doutora em
Ciências da Engenharia
Ambiental
Mobilização Social e elaboração de propostas para
educação ambiental
Valmir J. J.
Roque P. Neves Topógrafo Levantamento planialtimétrico e cadastro
Vitor Catoia Biólogo / Mestre em Biologia
pela UFScar.
Elaboração de projeto para recuperação das áreas
degradadas e conservação das áreas em bom estado
SHS Consultoria e Projetos de Engenharia v
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DESENVOLVIMENTO DA BACIA DO RIO SOROCABA E MÉDIO
TIETÊ – CERISO
Sumário
Anexo 1 – Mapa de Formações Geológicas .................................................................... 8
Anexo 2 – Mapa de Geomorfologia ................................................................................. 9
Anexo 3 – Mapa de Pedologia ....................................................................................... 10
Anexo 4 – Mapa de Vegetação ..................................................................................... 11
Anexo 5 – Localização dos pontos críticos de drenagem do município ........................ 12
Anexo 6 – Levantamento planialtimétrico ...................................................................... 13
Anexo 7 – Mapa de uso e ocupação do solo das bacias hidrográficas – cenário
atual ............................................................................................................................... 14
Anexo 8 – Localização das bacias hidrográficas, seções e pontes do município de
Laranjal Paulista ............................................................................................................ 15
Anexo 9 – Memória de cálculo hidrológico das bacias hidrográficas – cenário atual .... 16
Anexo 10 – Memória de cálculo hidráulico de canais .................................................... 17
Anexo 11 – Memória de cálculo hidráulico de travessias .............................................. 18
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DESENVOLVIMENTO DA BACIA DO RIO SOROCABA E MÉDIO
TIETÊ – CERISO
Apresentação
Este documento apresenta o Tomo II - Anexos 1 a 11 do Relatório Final da
Etapa Final – Planos Diretores Municipais de Macrodrenagem Urbana do município
de Laranjal Paulista, referente à <Elaboração de Planos Diretores Municipais de
Macrodrenagem Urbana na Bacia Hidrográfica do Rio Sorocaba e Médio Tietê=.
Essa estapa consiste na síntese das demais quatro estapas desenvolvidas
anteriormentes, sendo assim constituindo as seguintes etapas:
Etapa I: Levantamento de Informações Básicas;
Etapa II: Análise e Diagnóstico da Situação Atual;
Etapa III: Prognósticos;
Etapa IV: Elaboração de Anteprojetos;
Etapa Final: Planos Diretores Municipais de Macrodrenagem Urbana.
Trata-se do contrato n° 004/2016, firmado entre o Consórcio de Estudos,
Recuperação e Desenvolvimento da Bacia do Rio Sorocaba e Médio Tietê
(CERISO) e a SHS Consultoria e Projetos de Engenharia Ltda. EPP, com sede na
cidade de São Carlos, à Rua Padre Teixeira, nº 1772 e registrada no CNPJ/MF sob o
nº 68.320.217/0001-12.
Neste contrato foram elaborados 15 Planos Diretores de Macrodrenagem
Urbana dos seguintes municípios da bacia hidrográfica do rio Sorocaba e Médio Tietê:
1. Alambari;
2. Anhembi;
3. Araçariguama;
4. Araçoiaba da Serra;
5. Bofete;
6. Boituva;
7. Cabreúva;
8. Iperó;
9. Laranjal Paulista;
10. Pereiras;
11. Piedade;
12. Porto Feliz;
13. São Manuel;
14. Sarapuí;
15. Torre de Pedra.
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DESENVOLVIMENTO DA BACIA DO RIO SOROCABA E MÉDIO
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Anexos
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Anexo 1 – Mapa de Formações Geológicas
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Anexo 2 – Mapa de Geomorfologia
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Anexo 3 – Mapa de Pedologia
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Anexo 4 – Mapa de Vegetação
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Anexo 5 – Localização dos pontos críticos de drenagem do município
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Anexo 6 – Levantamento planialtimétrico
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Anexo 7 – Mapa de uso e ocupação do solo das bacias hidrográficas – cenário atual
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Anexo 8 – Localização das bacias hidrográficas, seções e pontes do município de Laranjal
Paulista
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Anexo 9 – Memória de cálculo hidrológico das bacias hidrográficas – cenário atual
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Anexo 10 – Memória de cálculo hidráulico de canais
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Anexo 11 – Memória de cálculo hidráulico de travessias
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ATO CONVOCATÓRIO 003/2015
PLANOS DIRETORES MUNICIPAIS DE MACRODRENAGEM URBANA
NA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO SOROCABA E MÉDIO TIETÊ
ETAPA FINAL – PLANOS DIRETORES MUNICIPAIS DE
MACRODRENAGEM URBANA
VOLUME IX – MUNICÍPIO DE LARANJAL PAULISTA
TOMO III – ANEXOS 12 AO ANEXO 25 – ANTEPROJETOS DAS OBRAS DE
MICRODRENAGEM - ORÇAMENTOS
REVISÃO 1
FEV/2021
SHS Consultoria e Projetos de Engenharia ii
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CONSÓRCIO DE ESTUDOS, RECUPERAÇÃO E
DESENVOLVIMENTO DA BACIA DO RIO SOROCABA E MÉDIO
TIETÊ – CERISO
EXECUÇÃO
CERISO - CONSÓRCIO DE ESTUDOS, RECUPERAÇÃO E
DESENVOLVIMENTO DA BACIA DOS RIOS SOROCABA E MÉDIO TIETÊ
RUA JOSÉ SOARES DE LIMA, 75 - JARDIM SANTA CRUZ, IPERÓ – SP
CEP: 18560-000 / TELEFONE: (15) 3244-1538
GESTÃO 2017/2020
PRESIDENTE: VANDERLEI POLIZELI (PREFEITO DE
IPERÓ-SP)
PRIMEIRO VICE-PRESIDENTE: DIRLEI SALAS ORTEGA
(PREFEITO DE ARAÇOIABA DA SERRA-SP)
SEGUNDO VICE-PRESIDENTE: PÉRICLES GONÇALVES
(PREFEITO DE CAPELA DO ALTO)
TERCEIRO VICE-PRESIDENTE: FERNANDO LOPES DA
SILVA (PREFEITO DE BOITUVA)
QUARTO VICE-PRESIDENTE: ALDOMIR JOSÉ SANSON
(PREFEITO DE CERQUILHO)
SECRETÁRIA EXECUTIVA E PRESIDENTE DA COMISSÃO
PERMANENTE DE LICITAÇÕES (CPL): MARIA OTÍLIA
GARCIA TOMAZELA
GESTÃO 2021/2024
PRESIDENTE: PÉRICLES GONÇALVEZ (PREFEITO DE
CAPELA DO ALTO-SP)
PRIMEIRO VICE-PRESIDENTE: JOSÉ QUEVEDO JUNIO
(PREFEITO DE ARAÇOIABA DA SERRA-SP)
SEGUNDO VICE-PRESIDENTE: LEONARDO ROBERTO
FOLIM (PREFEITO DE IPERÓ-SP)
TERCEIRO VICE-PRESIDENTE: MIGUEL TOMAZELA
(PREFEITO DE PEREIRAS-SP)
QUARTO VICE-PRESIDENTE: FABIOLA ALVES DA SILVA
PEDRICO (PREFEITA DE VOTORANTIM-SP)
SECRETÁRIA EXECUTIVA E PRESIDENTE DA COMISSÃO
PERMANENTE DE LICITAÇÕES (CPL): MARIA OTÍLIA
GARCIA TOMAZELA
PREFEITURA MUNICIPAL DE LARANJAL PAULISTA - SP
PRAÇA ARMANDO SALLES DE OLIVEIRA, 200, CENTRO, LARANJAL PAULISTA - SP
CEP: 18500-000 / TELEFONE: (15) 3283-8300
GESTÃO 2017/2020
PREFEITO: ALCIDES DE MOURA CAMPOS JUNIOR
VICE-PREFEITO: AIR PIRES DE CAMPOS
GESTÃO 2021/2024
PREFEITO: ALCIDES DE MOURA CAMPOS JUNIOR
VICE-PREFEITO: CARLOS ALBERTO RUGOLO
RECURSOS
FEHIDRO - FUNDO ESTADUAL DE RECURSOS HÍDRICOS
AVENIDA PROFESSOR FREDERICO HERMANN JUNIOR, 345 - ALTO DE PINHEIROS, SÃO
PAULO – SP / CEP: 05459-900 / TELEFONE: (11) 3133-4149
SHS Consultoria e Projetos de Engenharia iii
www.shs.com.br
CONSÓRCIO DE ESTUDOS, RECUPERAÇÃO E
DESENVOLVIMENTO DA BACIA DO RIO SOROCABA E MÉDIO
TIETÊ – CERISO
FISCALIZAÇÃO
DAEE – DEPARTAMENDO DE ÁGUAS E ENERGIA ELÉTRICA
RUA CRISTIANO CLEOPATH, 1557 - CIDADE ALTA, PIRACICABA – SP
CEP: 13419-310/ TELEFONE: (19) 3433-6381
AGENTE TÉCNICO: REGINA APARECIDA RIBEIRO
CONSULTORIA ESPECIALIZADA CONTRATADA PARA APOIAR A ELABORAÇÃO DO
PLANOS DIRETORES MUNICIPAIS DE MACRODRENAGEM URBANA
SHS - CONSULTORIA E PROJETOS DE ENGENHARIA LTDA. EPP
RUA PADRE TEIXEIRA, 1772, CENTRO - SÃO CARLOS/SP
CEP: 13.560-210 / TEL.: (16) 3374-1755
EQUIPE:
NOME ÁREA FUNÇÕES PRINCIPAIS
Swami
Marcondes Villela
Eng° Civil Sênior / Livredocente da Universidade de
São Paulo
Coordenação, consultoria e revisão geral
Iveti Ap. Pavão
Macedo da Silva
Engª Civil Sênior /
Especialista em projetos de
saneamento/ Projetos
Supervisão, projetos e orçamento
Lívia Cristina
Holmo Villela
Engª Civil Sênior / Doutora
em Engenharia Hidráulica e
Saneamento/ Projetos
Supervisão, revisão; análise custo - benefício
Alessandro Hirata
Lucas Tecnólogo / Projetos
Levantamento e análises dos estudos existentes;
Visitas técnicas; estudos hidrológicos e hidráulicos;
mapeamento de áreas inundáveis; dimensionamento;
projetos; e audiências públicas
Ana Carolina do
Prado Whitaker
Medeiros
Bacharel em Comunicação
Social – Jornalismo / Pósgraduada em Gestão
Ambiental
Mobilização Social
Ana Carolina
Ferrari dos
Santos
Engª Ambiental Junior /
Projetos
Cartografia caracterização dos impactos ambientais,
econômicos e sociais;
SHS Consultoria e Projetos de Engenharia iv
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CONSÓRCIO DE ESTUDOS, RECUPERAÇÃO E
DESENVOLVIMENTO DA BACIA DO RIO SOROCABA E MÉDIO
TIETÊ – CERISO
NOME ÁREA FUNÇÕES PRINCIPAIS
Danilo Gustavo Desenhista Elaboração de projetos e desenhos
Darci Pereira Engº Civil Pleno / Projetos
Dimensionamento, projeto, orçamento e análise custo
– benefício; visitas técnicas, estudos hidrológicos e
hidráulicos e audiências públicas
Edson Donizeti
Nicoletti Engº Civil Pleno / Projetos Dimensionamento, projeto e orçamento
Eliete Noemi Desenhista Elaboração de desenhos
Felipe Guazzelli
Gonzalez Engº Civil Junior / Projetos
Visitas técnicas; estudos hidrológicos e hidráulicos;
dimensionamento; projetos e desenhos; e audiências
públicas
Flávia Arlette
Oliveira Gestora Ambiental Estudos para elaboração dos anteprojetos de rede de
drenagem
Guilherme L. R.
A. Ferreira Engº Civil Junior/ Projetos Levantamento e análises dos estudos existentes;
estudos hidrológicos e hidráulicos; dimensionamento;
João Paulo
Freitas Alves
Pereira
Eng° Ambiental Pleno/
Projetos
Estudos para elaboração dos anteprojetos de rede de
drenagem
Larissa Nogueira
Olmo Margarido
Engenheira Civil Sênior /
Mestre em Engenharia
Hidráulica e Saneamento/
Projetos
Prognóstico, orçamento e análise custo – benefício
Marina da Costa
Ribeiro de
Almeida
Engª Ambiental Junior /
Projetos
Cartografia caracterização dos impactos ambientais,
econômicos e sociais;
Paloma
Fernandes
Paulino
Engª Ambiental Plena /
Mestre em Engenharia
Hidráulica e Saneamento /
Projetos
Cartografia, caracterização dos impactos ambientais,
econômicos e sociais; e audiências públicas
Sheila Holmo
Villela
Bacharel em Psicologia /
Mestre e Doutora em
Ciências da Engenharia
Ambiental
Mobilização Social e elaboração de propostas para
educação ambiental
Valmir J. J.
Roque P. Neves Topógrafo Levantamento planialtimétrico e cadastro
Vitor Catoia Biólogo / Mestre em Biologia
pela UFScar.
Elaboração de projeto para recuperação das áreas
degradadas e conservação das áreas em bom estado
SHS Consultoria e Projetos de Engenharia v
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DESENVOLVIMENTO DA BACIA DO RIO SOROCABA E MÉDIO
TIETÊ – CERISO
Sumário
Anexo 12 – Microbacias de contribuição e traçado da rede de drenagem de águas
pluviais ............................................................................................................................ 8
Anexo 13 – Memória de cálculo da rede de drenagem de águas pluviais – cenário
atual ................................................................................................................................. 9
Anexo 14 – Memória de cálculo hidrológico das bacias hidrográficas – cenário
futuro ............................................................................................................................. 10
Anexo 15 – Memória de cálculo da rede de drenagem de águas pluviais – cenário
futuro ............................................................................................................................. 11
Anexo 16 – Mapa de inundação do rio Sorocaba .......................................................... 12
Anexo 17 – Localização e memória de cálculo das medidas estruturais propostas
para a Alternativa 1 ...................................................................................................... 13
Anexo 18 – Localização e memória de cálculo das medidas estruturais propostas
para a Alternativa 2 ...................................................................................................... 14
Anexo 19 – Orçamentos das obras propostas para a Alternativa 1 ............................... 15
Anexo 20 – Orçamentos das obras propostas para a Alternativa 2 ............................... 16
Anexo 21 – Sugestões para elaboração de Plano Municipal de Educação Ambiental
- PMEA para Laranjal Paulista ....................................................................................... 17
Anexo 22 – Anteprojetos das obras de macrodrenagem ............................................... 18
Anexo 23 – Anteprojetos das obras de desassoreamento dos cursos d’água .............. 19
Anexo 24 – Delimitação das áreas a serem preservadas e das áreas a serem
recuperadas ................................................................................................................... 20
Anexo 25 – Anteprojetos das obras de microdrenagem - Memória de Cálculo e
Orçamentos ................................................................................................................... 21
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DESENVOLVIMENTO DA BACIA DO RIO SOROCABA E MÉDIO
TIETÊ – CERISO
Apresentação
Este documento apresenta o Tomo III - Anexos 12 ao Anexo 25 – Anteprojetos
das obras de microdrenagem – Orçamentos do Relatório Final da Etapa Final –
Planos Diretores Municipais de Macrodrenagem Urbana do município de Laranjal
Paulista, referente à <Elaboração de Planos Diretores Municipais de
Macrodrenagem Urbana na Bacia Hidrográfica do Rio Sorocaba e Médio Tietê=.
Essa estapa consiste na síntese das demais quatro estapas desenvolvidas
anteriormentes, sendo assim constituindo as seguintes etapas:
Etapa I: Levantamento de Informações Básicas;
Etapa II: Análise e Diagnóstico da Situação Atual;
Etapa III: Prognósticos;
Etapa IV: Elaboração de Anteprojetos;
Etapa Final: Planos Diretores Municipais de Macrodrenagem Urbana.
Trata-se do contrato n° 004/2016, firmado entre o Consórcio de Estudos,
Recuperação e Desenvolvimento da Bacia do Rio Sorocaba e Médio Tietê
(CERISO) e a SHS Consultoria e Projetos de Engenharia Ltda. EPP, com sede na
cidade de São Carlos, à Rua Padre Teixeira, nº 1772 e registrada no CNPJ/MF sob o
nº 68.320.217/0001-12.
Neste contrato foram elaborados 15 Planos Diretores de Macrodrenagem
Urbana dos seguintes municípios da bacia hidrográfica do rio Sorocaba e Médio Tietê:
1. Alambari;
2. Anhembi;
3. Araçariguama;
4. Araçoiaba da Serra;
5. Bofete;
6. Boituva;
7. Cabreúva;
8. Iperó;
9. Laranjal Paulista;
10. Pereiras;
11. Piedade;
12. Porto Feliz;
13. São Manuel;
14. Sarapuí;
15. Torre de Pedra.
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DESENVOLVIMENTO DA BACIA DO RIO SOROCABA E MÉDIO
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Anexos
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Anexo 12 – Microbacias de contribuição e traçado da rede de drenagem de águas pluviais
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Anexo 13 – Memória de cálculo da rede de drenagem de águas pluviais – cenário atual
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Anexo 14 – Memória de cálculo hidrológico das bacias hidrográficas – cenário futuro
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Anexo 15 – Memória de cálculo da rede de drenagem de águas pluviais – cenário futuro
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Anexo 16 – Mapa de inundação do rio Sorocaba
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Anexo 17 – Localização e memória de cálculo das medidas estruturais propostas para a
Alternativa 1
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Anexo 18 – Localização e memória de cálculo das medidas estruturais propostas para a
Alternativa 2
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Anexo 19 – Orçamentos das obras propostas para a Alternativa 1
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DESENVOLVIMENTO DA BACIA DO RIO SOROCABA E MÉDIO
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Anexo 20 – Orçamentos das obras propostas para a Alternativa 2
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DESENVOLVIMENTO DA BACIA DO RIO SOROCABA E MÉDIO
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Anexo 21 – Sugestões para elaboração de Plano Municipal de Educação Ambiental - PMEA para
Laranjal Paulista
SHS Consultoria e Projetos de Engenharia 18
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DESENVOLVIMENTO DA BACIA DO RIO SOROCABA E MÉDIO
TIETÊ – CERISO
Anexo 22 – Anteprojetos das obras de macrodrenagem
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DESENVOLVIMENTO DA BACIA DO RIO SOROCABA E MÉDIO
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Anexo 23 – Anteprojetos das obras de desassoreamento dos cursos d’água
SHS Consultoria e Projetos de Engenharia 20
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DESENVOLVIMENTO DA BACIA DO RIO SOROCABA E MÉDIO
TIETÊ – CERISO
Anexo 24 – Delimitação das áreas a serem preservadas e das áreas a serem recuperadas
SHS Consultoria e Projetos de Engenharia 21
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DESENVOLVIMENTO DA BACIA DO RIO SOROCABA E MÉDIO
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Anexo 25 – Anteprojetos das obras de microdrenagem – Memória de Cálculo e Orçamentos
SHS Consultoria e Projetos de Engenharia
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DESENVOLVIMENTO DA BACIA DO RIO SOROCABA E MÉDIO
TIETÊ – CERISO
ATO CONVOCATÓRIO 003/2015
PLANOS DIRETORES MUNICIPAIS DE MACRODRENAGEM URBANA
NA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO SOROCABA E MÉDIO TIETÊ
ETAPA FINAL – PLANOS DIRETORES MUNICIPAIS DE
MACRODRENAGEM URBANA
VOLUME IX – MUNICÍPIO DE LARANJAL PAULISTA
TOMO IV – ANEXO 26 – ANTEPROJETOS DAS OBRAS DE MICRODRENAGEM –
PLANTAS E PERFIS
REVISÃO 1
FEV/2021
SHS Consultoria e Projetos de Engenharia ii
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CONSÓRCIO DE ESTUDOS, RECUPERAÇÃO E
DESENVOLVIMENTO DA BACIA DO RIO SOROCABA E MÉDIO
TIETÊ – CERISO
EXECUÇÃO
CERISO - CONSÓRCIO DE ESTUDOS, RECUPERAÇÃO E
DESENVOLVIMENTO DA BACIA DOS RIOS SOROCABA E MÉDIO TIETÊ
RUA JOSÉ SOARES DE LIMA, 75 - JARDIM SANTA CRUZ, IPERÓ – SP
CEP: 18560-000 / TELEFONE: (15) 3244-1538
GESTÃO 2017/2020
PRESIDENTE: VANDERLEI POLIZELI (PREFEITO DE
IPERÓ-SP)
PRIMEIRO VICE-PRESIDENTE: DIRLEI SALAS ORTEGA
(PREFEITO DE ARAÇOIABA DA SERRA-SP)
SEGUNDO VICE-PRESIDENTE: PÉRICLES GONÇALVES
(PREFEITO DE CAPELA DO ALTO)
TERCEIRO VICE-PRESIDENTE: FERNANDO LOPES DA
SILVA (PREFEITO DE BOITUVA)
QUARTO VICE-PRESIDENTE: ALDOMIR JOSÉ SANSON
(PREFEITO DE CERQUILHO)
SECRETÁRIA EXECUTIVA E PRESIDENTE DA COMISSÃO
PERMANENTE DE LICITAÇÕES (CPL): MARIA OTÍLIA
GARCIA TOMAZELA
GESTÃO 2021/2024
PRESIDENTE: PÉRICLES GONÇALVEZ (PREFEITO DE
CAPELA DO ALTO-SP)
PRIMEIRO VICE-PRESIDENTE: JOSÉ QUEVEDO JUNIO
(PREFEITO DE ARAÇOIABA DA SERRA-SP)
SEGUNDO VICE-PRESIDENTE: LEONARDO ROBERTO
FOLIM (PREFEITO DE IPERÓ-SP)
TERCEIRO VICE-PRESIDENTE: MIGUEL TOMAZELA
(PREFEITO DE PEREIRAS-SP)
QUARTO VICE-PRESIDENTE: FABIOLA ALVES DA SILVA
PEDRICO (PREFEITA DE VOTORANTIM-SP)
SECRETÁRIA EXECUTIVA E PRESIDENTE DA COMISSÃO
PERMANENTE DE LICITAÇÕES (CPL): MARIA OTÍLIA
GARCIA TOMAZELA
PREFEITURA MUNICIPAL DE LARANJAL PAULISTA - SP
PRAÇA ARMANDO SALLES DE OLIVEIRA, 200, CENTRO, LARANJAL PAULISTA - SP
CEP: 18500-000 / TELEFONE: (15) 3283-8300
GESTÃO 2017/2020
PREFEITO: ALCIDES DE MOURA CAMPOS JUNIOR
VICE-PREFEITO: AIR PIRES DE CAMPOS
GESTÃO 2021/2024
PREFEITO: ALCIDES DE MOURA CAMPOS JUNIOR
VICE-PREFEITO: CARLOS ALBERTO RUGOLO
RECURSOS
FEHIDRO - FUNDO ESTADUAL DE RECURSOS HÍDRICOS
AVENIDA PROFESSOR FREDERICO HERMANN JUNIOR, 345 - ALTO DE PINHEIROS, SÃO
PAULO – SP / CEP: 05459-900 / TELEFONE: (11) 3133-4149
SHS Consultoria e Projetos de Engenharia iii
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CONSÓRCIO DE ESTUDOS, RECUPERAÇÃO E
DESENVOLVIMENTO DA BACIA DO RIO SOROCABA E MÉDIO
TIETÊ – CERISO
FISCALIZAÇÃO
DAEE – DEPARTAMENDO DE ÁGUAS E ENERGIA ELÉTRICA
RUA CRISTIANO CLEOPATH, 1557 - CIDADE ALTA, PIRACICABA – SP
CEP: 13419-310/ TELEFONE: (19) 3433-6381
AGENTE TÉCNICO: REGINA APARECIDA RIBEIRO
CONSULTORIA ESPECIALIZADA CONTRATADA PARA APOIAR A ELABORAÇÃO DO
PLANOS DIRETORES MUNICIPAIS DE MACRODRENAGEM URBANA
SHS - CONSULTORIA E PROJETOS DE ENGENHARIA LTDA. EPP
RUA PADRE TEIXEIRA, 1772, CENTRO - SÃO CARLOS/SP
CEP: 13.560-210 / TEL.: (16) 3374-1755
EQUIPE:
NOME ÁREA FUNÇÕES PRINCIPAIS
Swami
Marcondes Villela
Eng° Civil Sênior / Livredocente da Universidade de
São Paulo
Coordenação, consultoria e revisão geral
Iveti Ap. Pavão
Macedo da Silva
Engª Civil Sênior /
Especialista em projetos de
saneamento/ Projetos
Supervisão, projetos e orçamento
Lívia Cristina
Holmo Villela
Engª Civil Sênior / Doutora
em Engenharia Hidráulica e
Saneamento/ Projetos
Supervisão, revisão; análise custo - benefício
Alessandro Hirata
Lucas Tecnólogo / Projetos
Levantamento e análises dos estudos existentes;
Visitas técnicas; estudos hidrológicos e hidráulicos;
mapeamento de áreas inundáveis; dimensionamento;
projetos; e audiências públicas
Ana Carolina do
Prado Whitaker
Medeiros
Bacharel em Comunicação
Social – Jornalismo / Pósgraduada em Gestão
Ambiental
Mobilização Social
Ana Carolina
Ferrari dos
Santos
Engª Ambiental Junior /
Projetos
Cartografia caracterização dos impactos ambientais,
econômicos e sociais;
SHS Consultoria e Projetos de Engenharia iv
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DESENVOLVIMENTO DA BACIA DO RIO SOROCABA E MÉDIO
TIETÊ – CERISO
NOME ÁREA FUNÇÕES PRINCIPAIS
Danilo Gustavo Desenhista Elaboração de projetos e desenhos
Darci Pereira Engº Civil Pleno / Projetos
Dimensionamento, projeto, orçamento e análise custo
– benefício; visitas técnicas, estudos hidrológicos e
hidráulicos e audiências públicas
Edson Donizeti
Nicoletti Engº Civil Pleno / Projetos Dimensionamento, projeto e orçamento
Eliete Noemi Desenhista Elaboração de desenhos
Felipe Guazzelli
Gonzalez Engº Civil Junior / Projetos
Visitas técnicas; estudos hidrológicos e hidráulicos;
dimensionamento; projetos e desenhos; e audiências
públicas
Flávia Arlette
Oliveira Gestora Ambiental Estudos para elaboração dos anteprojetos de rede de
drenagem
Guilherme L. R.
A. Ferreira Engº Civil Junior/ Projetos Levantamento e análises dos estudos existentes;
estudos hidrológicos e hidráulicos; dimensionamento;
João Paulo
Freitas Alves
Pereira
Eng° Ambiental Pleno/
Projetos
Estudos para elaboração dos anteprojetos de rede de
drenagem
Larissa Nogueira
Olmo Margarido
Engenheira Civil Sênior /
Mestre em Engenharia
Hidráulica e Saneamento/
Projetos
Prognóstico, orçamento e análise custo – benefício
Marina da Costa
Ribeiro de
Almeida
Engª Ambiental Junior /
Projetos
Cartografia caracterização dos impactos ambientais,
econômicos e sociais;
Paloma
Fernandes
Paulino
Engª Ambiental Plena /
Mestre em Engenharia
Hidráulica e Saneamento /
Projetos
Cartografia, caracterização dos impactos ambientais,
econômicos e sociais; e audiências públicas
Sheila Holmo
Villela
Bacharel em Psicologia /
Mestre e Doutora em
Ciências da Engenharia
Ambiental
Mobilização Social e elaboração de propostas para
educação ambiental
Valmir J. J.
Roque P. Neves Topógrafo Levantamento planialtimétrico e cadastro
Vitor Catoia Biólogo / Mestre em Biologia
pela UFScar.
Elaboração de projeto para recuperação das áreas
degradadas e conservação das áreas em bom estado
SHS Consultoria e Projetos de Engenharia v
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DESENVOLVIMENTO DA BACIA DO RIO SOROCABA E MÉDIO
TIETÊ – CERISO
Sumário
Anexo 26 – Anteprojetos das obras de microdrenagem – Plantas e Perfis ..................... 8
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DESENVOLVIMENTO DA BACIA DO RIO SOROCABA E MÉDIO
TIETÊ – CERISO
Apresentação
Este documento apresenta o Tomo IV - Anexo 26 – Anteprojetos das obras de
microdrenagem – Plantas e Perfis do Relatório Final da Etapa Final – Planos
Diretores Municipais de Macrodrenagem Urbana do município de Laranjal Paulista,
referente à <Elaboração de Planos Diretores Municipais de Macrodrenagem
Urbana na Bacia Hidrográfica do Rio Sorocaba e Médio Tietê=.
Essa estapa consiste na síntese das demais quatro estapas desenvolvidas
anteriormentes, sendo assim constituindo as seguintes etapas:
Etapa I: Levantamento de Informações Básicas;
Etapa II: Análise e Diagnóstico da Situação Atual;
Etapa III: Prognósticos;
Etapa IV: Elaboração de Anteprojetos;
Etapa Final: Planos Diretores Municipais de Macrodrenagem Urbana.
Trata-se do contrato n° 004/2016, firmado entre o Consórcio de Estudos,
Recuperação e Desenvolvimento da Bacia do Rio Sorocaba e Médio Tietê
(CERISO) e a SHS Consultoria e Projetos de Engenharia Ltda. EPP, com sede na
cidade de São Carlos, à Rua Padre Teixeira, nº 1772 e registrada no CNPJ/MF sob o
nº 68.320.217/0001-12.
Neste contrato foram elaborados 15 Planos Diretores de Macrodrenagem
Urbana dos seguintes municípios da bacia hidrográfica do rio Sorocaba e Médio Tietê:
1. Alambari;
2. Anhembi;
3. Araçariguama;
4. Araçoiaba da Serra;
5. Bofete;
6. Boituva;
7. Cabreúva;
8. Iperó;
9. Laranjal Paulista;
10. Pereiras;
11. Piedade;
12. Porto Feliz;
13. São Manuel;
14. Sarapuí;
15. Torre de Pedra.
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DESENVOLVIMENTO DA BACIA DO RIO SOROCABA E MÉDIO
TIETÊ – CERISO
Anexos
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DESENVOLVIMENTO DA BACIA DO RIO SOROCABA E MÉDIO
TIETÊ – CERISO
Anexo 26 – Anteprojetos das obras de microdrenagem – Plantas e Perfis