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materia nº 25/2003

Tipo Projeto de Lei Ordinária
Número / Ano 25 / 2003
Date 2003-03-07
EmentaDeclara de utilidade pública municipal a Associação das Famílias APEMEANAS do Núcleo de Pato Branco.
native_id11951

Autoria

Tramitação (latest 1)

DateStatusTurnoTexto
2005-01-05 Arquivado F Arquivado. Conforme determina o artigo 28, inciso XII, do Regimento Interno desta Casa de Leis este projeto de lei foi arquivado.

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status: extracted · method: native · backend: pypdfium2 · confidence: 1.00 · pages: 69

ASSESSORIA JURÍDICA 
PARECER AO PROJETO DE LEI Nº 025/2003 
Pretende o ilustre Vereador Valmir Tasca, através do Projeto de Lei em 
epígrafe, obter o apoio do douto Plenário desta Casa de Leis, para declarar de 
utilidade pública municipal a "ASSOCIAÇÃO DAS FAMÍLIAS 
APEMEANAS DO NÚCLEO DE PATO BRANCO", entidade civil, sem fins 
lucrativos, com sede e foro na Rua Ararigbóia, nº 891, Bairro La Salle, em Pato 
Branco, Estado do Paraná, inscrita no CNPJ sob nº 04.727.281/0001-30. 
Com a declaração de utilidade pública terá a referida entidade condições de 
pleitear recursos em órgãos e esferas governamentais, objetivando implementar 
as finalidades consignadas em seu estatuto social . 
Verificando os documentos anexos, constatamos que a referida entidade deverá 
ainda fazer prova, dos requisitos estipulados nos incisos III, IV, V, VI, VII, 
VIII e IX do artigo 3º da Lei nº 2.340, de 1 º de junho de 2004, que estabelece 
normas para a declaração de utilidade pública no Município de Pato 
Branco, para que a proposição possa ser aduzida. 
Verificando o estatuto social anexo, constatamos que a referida entidade tem por 
finalidade propugnar pela discussão e busca de soluções para problemas, anseios 
e propostas em prol de uma educação pública de qualidade. 
Os recursos (auxílios) a serem pleiteados pela aludida sociedade civil junto a 
municipalidade, após obtenção da declaração de utilidade pública, dependerá de 
expressa previsão orçamentária e disponibilidade financeira, para serem 
deferidos, conforme determina a Lei de Responsabilidade Fiscal. 
Feitas essas considerações, após supridas as exigências legais, estará a matéria 
em condições de seguir sua regimental tramitação. 
É o parecer, SMJ. 
o, 15 de junho de 2.004. 0 ' h '-"\..vL_. r-;çYO.- :.......:- e_ 
Jos' o onteiro do Rosário 
ESSOR JURÍDICO 
ASSESSORIA JURÍDICA 
s 
Estado do Paraná 
EXMO. SR. 
NEREU FAUSTINO CENI .--
DD. PRESIDENTE DA CAMARA MUNICIPAL DE PATO BRANCO 
O Vereador infra-assinado! VALMIR TASCA - PFL ! no uso de suas 
prerrogativas legais e regimentais, apresenta para a apreciação do douto 
Plenário e solicita o apoio dos nobres pares para a aprovação do seguinte 
Projeto de Lei: 
PROJETO DE LEI Nº 025/2003 
Súmula: Declara de Utilidade Pública Municipal a ASSOCIAÇÃO 
DAS FAMÍLIAS APEMEANAS DO NÚCLEO DE PATO 
BRANCO. 
Art. 1° - Fica declarada de Utilidade Pública Municipal a 
ASSOCIAÇÃO DAS FAMÍLIAS APEMEANAS DO NÚCLEO DE PATO 
BRANCO - AFANPB, entidade civil sem fins lucrativos, inscrita no CNPJ 
sob nº 04.727.281/0001-30, sediada no Município de Pato Branco, Estado 
do Paraná. 
Art. 2° - A entidade referida no artigo 1 º se obriga a 
apresentar anualmente ao Chefe do Poder Executivo Municipal, relatório 
circunstanciado dos serviços prestados a comunidade durante o ano 
anterior. 
Art. 3° - Esta lei entra em vigor na data de sua 
publicação, revogadas as disposições em contrário. 
Nestes termos, pede deferimento. 
Pato Branco 07 d arço de 2.003. 
Rua Ararigbóia, 491 Telefax: (46) 224-2243 85505-030 Pato Branco Paraná 
E mail: legislativo@whiteduck.com.br 
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I 
ASSOCIAÇÃO DAS FAMÍLIAS APEMEANAS:. 
DO NÚCLEO DE PATO BRANCO · .'· .· ;!
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AFANPB 
ESTATVTO 
SOC1Al 
2001 
• \ v1 
SUMÁRIO , r \ 
TÍTULO I - Das Disposições Preliminares 
CAPÍTULO I - Da Instituição, sede e Fórum .......................... 04 
CAPÍTULO D-Da Natureza e Finalidades ............................. 04 
CAPÍTULO IH - Dos Objetivos .................................................. 05 
TÍTULO H - Dos Dir~itos. Obriaaçõelil e Penafüfades 
CAPif u·to i - Dos Direitos ...................................................... ô5 
CAPÍTULO II - Das Obrigações ............................................... 06 
CAPÍTULO III - Das Penalidades ............................................ 06 
TÍTULO IIl - Da Gestão 
CAPÍTULO I - Da Diretoria Executiva ................................... 07 
CAPÍTULO II - Das Obrigações............................................... 07 
CAPÍTULO Ili - Das Reuniões................................................. 08 
CAPÍTULO IV - Das Competências 
SEÇÃO 1 - Do Presidente ............................................. 08 
SEÇÃO iI - Do Vice-Presidente .................................. 09 
SEÇÃO III - Do Primeiro Secretário ......................... 09 
SEÇÃO IV - Do Segundo Secretário .......................... 09 
SEÇÃSO V - Do Diretor Financeiro ........................... 09 
SEÇÃO VI- Do Diretor Financeiro Auxiliar............. l O 
SEÇÃO VII- Do Diretor de Esportes......................... 10 
SEÇÃO VIII- Do Diretor Cultural ............................ ái)t10 
··~.:,t··:,' ·' 
SEÇÃO IX - Do Diretor Social. .................................... ··" 11 
SEÇÃO X - Dos Coordenadores................................... 11 
TÍTULO IV - Do Conselho Fiscal 
CAPÍTULO I - Da Composição ............................................... 11 
CAPÍTULO II - Da Natureza e Finalidade............................. 12 
2 
TÍTULO V - Das Eleições da Diretoria Executiva 
CAPÍTULO 1-Da Convocação, Da Forma e Posse 
SEÇÃO 1 - Da Convocação ............................................ ,12 
SEÇÃO II - Da Forma..................................................... 12 
SEÇÃO Ili - Da Posse .................................................... 13 
SEÇÃO IV - Do Mandato ............................................... 13 
SEÇÃO V - Da Perda do Mandato ................................ 14 
CAPÍTUJ_,O II - Da Inelegibilidade .......................................... 14 
CAPÍTULO III- Das Chapas de Candidatos.......................... 15 
TÍTULO VI - Do Conselho Fiscal 
CAPÍTULO I - Da Composição e Finalidade........................... 15 
CAPÍTULO Il - Das Reuniões e Convocação........................... 16 
TÍTULO VII - Da Assemblêia Geral , 
CAPITULO 1- Da Constituição............................................... 16 
CAPÍTULO II - Da Convocação e Finalidade ......................... 1 7 
TÍTULO VIII - Do Patrimônio , 
CAPI.TULO 1 - Da Constituição ............................................... 18 
TÍTULO IX - Das Disposições Gerais e Transitórias....................... 18 
3 
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ESTATUTO SOCIAL DA -. . 
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TÍTULOI 
DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES 
CAPÍTULOI 
DA INSTITUIÇÃO, SEDE E FÓRUM 
Art. lº - Pais Presidentes e representantes de APMs das escolas estaduais do Distrito 
119, do Município de Pato Branco, reunidos na data de '25/05/2001. nas dependências do 
Col ~g1'0 ~§tr1ctunl L" Qfl[lP, rP,cntvem fun••ar ª f\SSO"~fA(~ÃO r•A~ l•'AMfLWAS \.:: D u a a lJu li; c;~u "'""" Uu11. ~· ,;.111.1-.._,......;·'L.I'~ ..... "j .... ·•'-> ........ ,,..,,..__, """'"·"w.»..-. .. J~i ... ~: 
APEMEANAS DO NÚCLEO DE PATO BRANCO. 
§ 1 º - A ASSOCIAÇÃO DAS FAMILIAS APEAMEANAS DO NÚCLEO DE PATO 
BRANCO, tem como sigla a anotação: AFANPB 
§ 2º - A AFANPB, sociedade de caráter civil, fundada em 25/05/01, sem fins 
lucrativos, tem como sede e fórum a cidade de Pato Branco, Estado do Paraná. 
§ 3º - A duração da AF ANPB. é por tempo indeterminado. 
§ 4º - A AFANPB. será regida pelo presente Estatuto e pelos dispositivos legais e 
regulamentares que lhe forem aplicados. 
Art. 2º - Farão parte da AFANPB todas as APMs das escolas estaduais do NRE de Pato 
Branco, devidamente filiadas. 
§ 1º - A filiação das APMs à AFANPB. é voluntária e de livre arbítrio, nada havendo 
que obrigue a sua adesão. 
§ 2º - As APMs das escolas estaduais do NRE de Pato Branco que demonstrarem 
interesse em filiar-se, devem ter o aval da comunidade escolar a que pertencem, apresentando 
a cópia da ata da Assembléia que autorizou a filiação. 
Art. 3º - AF ANPB terá como sede e endereço o Colégio Estadual La Salle, na Rua 
Ararigbóia, nº 891, Bairro La Salle, na cidade Pato Branco. 
CAPÍTULO II 
DA NA TU REZA E FINAI.JDADES 
Art. 4º - A AFANPB é pessoa jurídica de direito privado e instituição com a 
congregar as Associações de Pais e Mestres das Escolas Estaduais do NRE de P 
não tendo caráter político partidário, religioso e racial. 
4 
CAPÍTULO III 
DOS OBJETIVOS /' .'\ ... 
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·1. 
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1, ;._ !~ ~ : . . ' . \ •() ', •• t 
Art. 5º - A AFANPB tem como objetivo geral assistir e orientár·~ t<;)das âs APMs. <;4ts 
Escolas Estaduais do NRE de Pato Branco, tendo um foro para discussãó.é, busca de soluções 
para problemas, anseios e propostas em prol de uma educação pública de qu~J~dade. 
Parágrafo único- São objetivos específicos da AFANPB: 
1. Incentivar a criação de APMs nas escolas, onde as mesmas não existam de fato 
e de direito. 
II. Fomentar o desenvolvimento das APMs dentro de dispositivos estatutários, 
fornecendo dados e elementos necessários para o cumprimento do estatuto, e 
dos objetivos específicos da entidade. 
III. Manter o bom relacionamento entre as APMs associadas, bem como seus 
membros, pais, professores e alunos. 
IV. Orientar, fiscalizar e garantir o cumprimento dos dispositivos dos estatutos 
das APMs, sem contudo interferir na soberania estatutária das entidades 
filiadas. 
-v. Analisar, discutir, avaliar as ações da política educacional do Estado do 
Paraná, propondo aos órgãos competentes propostas de soluções e melhoria. 
VI. Representar as APMs judicial e extra-judicialmente; ativa e passivamente, 
quando solicitada por escrito, junto a pessoas, entidades públicas ou privadas 
e/ou outras de qualquer natureza. 
VII. Fomentar e estabelecer parcerias com órgãos públicos, entidades privadas, 
instituições de voluntariado, entre outras. 
VIII. Promover palestras, fórum, seminários, cursos de capacitação que venham ao 
encontro das necessidades das APMs e/ou de seus associados. 
IX. Intermediar o processo de gestão compartilhada entre as APMs junto a órgãos 
como: Direção de Escola, Núcleo Regional de Educação, Secretaria Municipal 
de Educação e Secretaria de Estado da Educação do Estado do Paraná. 
X. Desenvolver projetos de apoio às famílias apemeanas. 
TÍTULO II 
DOS DIREITOS, OBRIGAÇÕES E PENALIDADES 
CAPÍTULO! 
DOS DIREITOS 
Art. 6º - São direitos das APMs associadas: 
1. Filiar-se à AFANPB, desde que faça parte do NRE de Pato Branco; satisfaça 
as exigências previstas no presente Estatuto, contando seu estatuto próprio 
?evidamente registrado em cartório e obedecendo as normas da le~~ção 
merente. 
5 
~ C' .. . ' . . TJll1, 
II. 
III. 
IV. 
V. 
Participar e votar nas Assembléias previamente convocadas, desde que não 
haja nenhum impedimento legal, para tomada de dectsõ,e~1 ~11· interesse da 
AFANPB. /~· 1
1 :' ,'<·. . 
Propor em Assembléia chapa para eleição da DiretoH~ da AFAN'P~. . '. ((.. .· .,., .. 
Soli~ita~ ajuda para orientação e solução de proble~a~ q~e ~~~ej~,tf '.~dorr~~fi:?º em amblto da APM da escola. ;,.·:;,,, .. ··. · ' · ·-n. ·:· .. , · t ; 
Recorrer, no prazo de 30 (trinta) dias, dos atos lesiv~~ :·oµ contrários a ~ss~ Estatuto junto às autoridades competentes e de direito. / 
CAPÍTULO II 
DAS OBRIGAÇÕES 
Art. 7° - São obrigações das APMs. Filiadas e/ou representantes: 
I. Cumprir o seu próprio Estatuto e o Estatuto da AFANPH em sua íntegra. 
II. Comparecer às Assembléias previamente convocadas, cumprir e fazer cumprir 
as deotsoe.s í1<,'llª$ d~t~rmi"~tfM. 
IH. Desempenhar com eficiência, transparência e honestidade os cargos e 
atribuições que lhe foram conferidos, perante a AF ANPB e a comunidade 
vinculada à escola a que pertence. 
IV. Propagar o espírito associativo, cooperativo, solidário e participativo entre as 
APMs, e a AFANPB 
CAPÍTULO III 
DAS PENALIDADES 
Art. 8º - Será suspenso o representante da filiada que: 
I. Desacatar a Assembléia e/ou membros da AFANPB, sendo obrigatoriamente 
substituído por outro representante que deverá passar pela aprovação da 
Diretoria. 
II. Demonstrar má conduta, calúnia ou falta cometida contra o patrimônio moral 
ou material, desde que comprovada sua procedência e ser nocivo à entidade. 
III. No caso de falta mais grave que envolva a justiça civil ou criminal, o membro 
faltoso será afastado de sua função até que seja julgado e comprovada a sua 
inocência. 
§ 1 º - As penalidades serão impostas pela Diretoria da '. AF ANPB, baseando-se no 
presente Estatuto e/ou Regimento Interno. ··" · 
§ 2º - Das penalidades impostas caberá recurso de acordo com o previsto "°/f;.i is·o· V 
do artigo 6° do presente Estatuto. 
~ 17/)/' . \ . 
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11: 
TÍTULO III 
DA GESTÃO 
CAPÍTULOI 
DA DIRETORIA EXECUTIVA 
'1' 
Art. 9º - A AF ANPB será dirigida por uma Diretoria Executiva composta por nove 
membros, eleitos em Assembléia com convocação específica e, mais o Coordenador Geral e 
Coordenador Regional de cada Distrito do NRE de Pato Branco, assim constituída: 
I. Presidente. 
II. Vice-Presidente. 
III. Primeiro Secretário. 
IV. Segundo Secretário 
VI. Diretor Financeiro Auxiliar. 
VII. Diretor de Esportes. 
VIII. Diretor Cultural. 
IX. Diretor Social. 
X. Coordenador Geral 
XI. Coordenadores Regionais dos Distritos 
§ 1 º - O Coordenador Geral deverá ser o Representante das APMs junto ao NRE. 
§ 2º - Os Coordenadores Regionais deverão ser membros de APMs do seu respectivo 
Distrito. 
§ 3º - Poderão ser eleitos para a Diretoria Executiva, além dos membros das Diretorias 
das APMs, professores vinculados a todas as APMs filiadas, com exceção aos cargos de 
Presidente e Vice-Presidente 
§ 4º - Os candidatos ao cargo de Presidente e Vice-Presidente deverão, 
obrigatoriamente, serem presidentes de APMs. 
CAPÍTULO II 
DAS OBRIGAÇÕES 
Art. 10 - Pelos termos do presente estatuto, a diretoria está.pbrigado a: 
I. Submeter à Assembléia Geral Ordinária, para aná.iise, discussão e aprovação, 
até a data de 31 de dezembro de cada ano, o Orçamento Financeiro de receitas 
e despesas para o exercício seguinte, expresso em moeda corrente do País. 
II. Apresentar a Prestação de Contas do exercício financeiro e contábil do ano 
anterior, até a data de 31 de janeiro do ano seguinte, para análise,provação 
7 . l do Conselho Fiscal. \ , 
CI ~ 
III. 
' .. ''' '•' F 
Apresentar no final de cada mandato, em Assembléiá. ·G'eral Ordinár,ia,· o 
inve~t~rio dos bens pertencentes. à AFANPB., /.~s~ec1fic~h'do 1 os. ~ens · 
adqumdos, bem como um relatóno de todas as fcl~1v1dades desenvolvidas 
durante a gestão. \ '
1
• • '.:;' '-- \ -, 
\' J 
Em caso de irregularidades na Prestação de Contas:vq~e .·não· po~sa ·ser 
solucionada pelo Conselho Fiscal e/ou pela Assembléi~~ it mésm'a será 
submetida a uma auditoria através de empresa especializada ou 3 (três) 
contabilistas habilitados. 
CAPÍTULO III 
DAS REUNIÕES 
Art. 11 - A Diretoria da AFNAPB reunir-se-á ordinariamente 1 (uma) vez por mês e 
extraordinariamente quando convocada, em sede previamente determinada pelo artigo 3º 
deste Estatuto. 
Parágrafo Único - A convocaçã.o de reuniões ordinárias deverá constar da Ata da 
reunião anterior e as extraordinárias através de Edital constando a ordem do dia do motivo 
da convocação, com antecipação de 48 (quarenta e oito) horas, enviado por via normal de 
correspondência. 
CAPÍTULO IV 
DAS COMPETÊNCIAS 
SEÇÃOI 
DO PRESIDENTE 
Art. 12 - Compete ao Presidente da AFANPB: 
1. Representar a AFANPB perante pessoas ou entidades privadas; órgão público 
Municipal, Estadual, Federal, bem como nas esferas judiciais ou extra￾judiciais; 
II. 
IH. 
IV. 
V. 
Convocar reuniões da Diretoria e Assembléias Gerais. 
Fomentm a criação de Associação de Pais nas escolas estaduais do Distrito 
119. 
Promover ações em conjunto com as demais Associações Regionais de Pais e 
Mestres da rede estadual de ensino. , · 
Contratar funcionários e fixar seus vencimentos, de comum acordo tló,..y a 
Diretoria. · / 1 , , 
Cumprir e zelar pelo cumprimento do presente Estatuto .·. ·~r,t ~·A~,,1'(\"' f, - < e '.· '' 1 (\ ,\ 
VI. 
" 1 ~" <\ 
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SEÇÃO II 
DO VICE-PRESIDENTE 
Art. 13 - Ao Vice-Presidente da AF ANPB compete. 
1. Substituir o Presidente em seus impedimentos. 
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l·, .. 
'' 
; • li. ' ., ~ ' 
II. Auxiliar o Presidente em suas funções quando solicitado 
SEÇÃO III 
DO PRIMEIRO SECRETÁRIO 
Art. 14- Compete ao Secretário da AFANPB: 
1. Substituir o Vice-Presidente em seus impedimentos. 
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li. R@digir, ler P 111uh1u;irov'-lr Allll AtAllll d.-.1111 rliluníilPQ d~ dirPtnriA ~ diu1 AH0111hlóiM 
Gerais. 
iII. Expedir editais de convocação de reuniões e assembléias, correspondências, 
comunicados, e demais documentos pertinentes ao cargo. 
IV. Manter sob a sua guarda o arquivo e demais documentos de interesse da 
AFANPB. 
V. Manter à disposição da Diretoria e do Conselho Fiscal os livros de: 
a) Atas, devidamente atualizado; 
b) Registro ocorrências registradas pelo Conselho Fiscal; 
VI. Organizar e manter em dia o banco de dados das filiadas da AFANPB 
SEÇÃO IV 
DO SEGUNDO SECRETÁRIO 
Art. 15-Ao Segundo Secretário da AFANPB compete. 
I. Auxiliar o Primeiro Secretário em suas funções quando solicitado. 
II. substituir o Primeiro Secretário em sua ausência. 
SEÇÃO V 
DO DIRETOR FINANCEIRO . , 
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Art. 16-Ao Diretor Financeiro da AFANPB compete: 
I. Ter responsabilidade sobre os valores e documentos financeiros pertencentes à 
AFANPB 
9 
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/··' -'·' .· . •. 
II. Assinar conjuntamente com o Presidente, os chequ~s~ balancetes, relatórios 
fiscais e efetuar recebimentos e pagamentos autorizadósi·· .. · ' 
III. Fazer pagamento acima de dois salários mínimos so~e't1te, .com 6hequc 
nominais, e no valor impresso no documento respectivo. 
IV. Apresentar ao Conselho fiscal, balancetes mensais das operações financeiras e 
um balanço anual a ser apresentado até o dia 31 de janeiro do ano subseqüente 
V. Abrir conta, juntamente com o Presidente, em banco autorizado pelo 
Conselho Fiscal. 
VI. Fazer depósitos bancários de valores pertencentes ú AFANPB e/ou retirar 
talões de cheques. 
VII. Divulgar o balanço geral, balancetes e relatórios financeiros para ciência das 
coligadas. 
Parágrafo Único - É vedado ao Diretor Financeiro conservar em seu poder qualquer 
importância em espécie, pertencente à AF ANPB. 
SEÇÃO VI 
DO DIRETOR FINANCEIRO AUXILIAR 
Art. 17 - Compete ao Diretor Financeiro Auxiliar da AF ANPB: 
1. Substituir o Diretor Financeiro em suas faltas ou impedimentos. 
II. Auxiliar o Diretor Financeiro em suas funções quando solicitado. 
SEÇÃO VII 
DO DIRETOR DE ESPORTES 
Art. i8 - Compete ao Diretor de Esportes da AF ANPB: 
I. Organizar, coordenar e realizar programas esportivos de pais e alunos, 
visando a integração entre as APMs e suas comunidades. 
II. Incentivar e procurar parcerias para projetos esportivos que fortaleçam a 
valorização do esporte nas escolas públicas. 
III. Prestar assessoramento às APMs filiadas sobre questões esportivas, 
fomentando o desenvolvimento do esporte como uma prática saudável fisica e 
espiritualmente. 
IV. Auxiliar as filiadas por ocasião de jogos municipais, estaduais e outros. 
SEÇÃO VIII 
DO DIRETOR CULTURAL 
Art. 19- Compete ao Diretor Cultural da AFANPB: 
10 ''' 
1. Promover entre as APMs filiadas todos os tipos de gr~~lcas culturais e 
artísticas; /. '~ .. · 1 , , · ·· ' 
TI. Promover concursos de redação, poesia e pintura entre af filiadas. 
III. Prestar assessoria e incentivar a realização de Feiras dc\qiências nas escolas 
estaduais do NRE de Pato Branco. .,:· .\. , 
IV. Infonnar as APMs da realização de feiras e eventos que estejam programados 
para acontecerem no Município e/ou em cidades vizinhas. 
V. Apoiar as entidades do Município por ocasião da promoção de eventos 
culturais. 
SEÇÃO IX 
DO DIRETOR SOCIAL 
Art. 20- Compete ao Diretor Social da AFANPB: 
L Promover atividades recreativas e de lazer entre pais e alunos das APMs 
filiadas . 
.fl. Promover eventos sociais entre as associadas. 
III. Participar e apoiar eventos sociais promovidos pelas associadas. 
IV. Apoiar as festas e quennesses promovidas pelas escolas, com fins lucrativos 
ou não. 
V. Promover no final de cada ano letivo um encontro social entre as APMs 
filiadas. 
SEÇÃO X 
DOS COORDENADORES 
Art. 21 - Compete ao Coordenador Geral, promover a coordenação entre as APMs dos 
quatro distritos pólo do NRE de Pato Branco. 
Art. 22 - Compete aos Coordenadores Regionais, participar das reuniões da Ar Al'.JPB e 
realizar a coordenação do seu respectivo Distrito Pólo. 
TÍTULO IV 
DO CONSELHO FISCAL 
CAPÍTULO! 
DA COMPOSIÇÃO 
Art. 23 - O Conselho Fiscal será composto por 3 (três) membros eleitos juntamente 
com a Diretoria Executiva. 
Parágrafo Único - Os membros do Conselho 
componentes da diretoria das APMs filiadas. 
11 
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CAPÍTULO II . ' ( l t, .• 
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. ·~. f,k Lt•'' \ ''. "'· ·, ; -; ', (' 1-·· 
DA NATUREZA E FINALIDADE ~ :J, \•;' 
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' ~ '\. ,. ' 1 \ • , 
Art. 24 - O Conselho Fiscal é um órgão de caráter fiscalizadof" ·~ deliberativo, com 
atuação nos atos da Diretoria Executiva. 
Art. 25- São atribuições do Conselho Fiscal: 
1. Deliberar sobre os atos da Diretoria Executiva. 
II. Deliberar sobre os atos de infração e impedimento dos membros da Diretoria. 
III. Examinar e aprovar a Prestação de Contas da Diretoria Executiva. 
IV. Aprovar e deliberar sobre anualmente o Orçamento Financeiro para o ano 
seguinte. 
V. Deliberar sobre o Plano de Ação da Diretoria Executiva. 
VI. Aprovar o Relatório Final da Diretoria Executiva. 
TÍTULO V 
DAS ELEIÇÕES DA DIRETORIA EXECUTIVA 
CAPÍTULOI 
DA CONVOCAÇÃO, DA FORMA, DA POSSE e DO MANDATO 
SEÇÃOI 
DA CONVOCAÇÃO 
Art. 26 - A eleição para a Diretoria Executiva da AFANPB será convocada pela 
Assembléia Geral Ordinária, especificamente convocada, através de Edital fixado e publicado 
nos murais das escolas do NRE de Pato Branco, com antecedência de 30 (trinta dias). 
Parágrafo Único - A eleição da Diretoria Executiva da AFANPB deverá ser realizada 
até o dia 31 (trinta e um) do mês de maio do término do mandato de cada gestão, em 
Assembléia Geral Ordinária, especificamente convocada. 
SEÇÃO 11 
DA FORMA 
Art. 27 - A eleição será de forma direta, através de voto secreto, com ap 
resultado imediatamente após o encerramento da votação, considerando-se vence 
que obtiver como resultado a maioria simples ~:s votos. ~ e /'. 
-o do 
hapa 
. .,,, 
§ 1 º - Em caso de chapa única para concorrer aos cargos, a v~faqão sérá'.reahzada 
através do voto "SIM" (concordando com a chapa proposta) e "NÃ0"1
(9iscordando da chapa 
proposta), e/ou por aclamação. \. '-. · · 
§ 2º - O resultado deverá ser publicado através de Edital, afi'~~do, nos murais das 
escolas das APMs. Filiadas. . .. 
Art. 28 - Terão direito a voto na eleição da Diretoria Executiva da AFANPB os 
membros da diretoria de cada APM filiada, com direito a 1 (um) voto, independente do 
número de APMs. Que represente. 
Art. 29 - O membro da Diretoria Executiva que faltar à 3 (três) reuniões consecutivas 
ou 5 (cinco) alternadas; e/ou 2 (duas) assembléias gerais, no mesmo exercício, sem 
justificativa, fica automaticamente destituído do cargo. 
Art. 30- Em caso de irregularidades no processo de eleição, a parte prejudicada poderá 
recorrer à Assembléia Geral no prazo de 24 (vinte e quatro) horas a partir da divulgação do 
resultado da votação. 
SEÇÃO III 
DA POSSE 
Art. 31 - A Diretoria eleita tomará posse imediatamente e entrará em exercício no ato 
da proclamação da Assembléia Geral, que deverá receber, da anterior, a prestação de contas, 
do período compreendido do último balanço e a transmissão de cargos. 
SEÇÃO IV 
DO MANDATO 
Art. 32 - Os membros da Diretoria Executiva da AFANPB serão eleitos para um 
mandato com duração de 2 (dois) anos. 
Art. 33 - A reeleição do Presidente da Diretoria Executiva, no mesmo cargo, só será 
permitida por mais um mandato consecutivo. 
§ 1 º - Em caso de vacância do cargo de presidente antes de completados 24 meses do 
mandato, será convocada nova eleição para escolha do mesmo para ocupar a função até o 
término da gestão interrompida. 
§ 2º - Em caso de vacância do cargo de presidente após 24 meses de mandato, assume a 
Presidência o Vice-Presidente e, na falta deste, assume o 1 º Secr~tário, até o final da gestão 
interrompida. · ' · 
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SEÇÃO V 
DA PERDA DO MANDA TO 
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Art. 34 - Os membros da Diretoria Executiva e do ConselhÓ· :Fiscal perderão seus 
mandatos nos seguintes casos: 
1. Má utilização do patrimônio social e desvio dos recursos, o que constitui grave 
violação a este Estatuto. 
II. Abandono de cargo. 
III. Pedido de renúncia voluntária, através de oficio encaminhado à Diretoria 
Executiva. 
IV. Transferência de domicílio que implique na impossibilidade de exercer o 
cargo. 
V. Prática de atos que atentem contra os princípios morais e éticos da AFANPB 
§ lº - Nos casos de renúncia, o Presidente da AFANPB ou seu substituto legal, deverá, 
no prazo de 48 (quarenta e oito) horas convocar a Diretoria para ciência. 
§ 2" .. Consídem"se abandono do cargo a nu~enctn nn.c ju~tttlettctn e nno t:mnp1:m:cimcnm 
em reuniõ~s e/ou assembléias previsto no artigo 29 do presente estatuto. 
Art. 35 - Havendo renúncia e/ou destituição de qualquer membro da Diretoria ou do 
Conselho Fiscal, compete ao Presidente convocar o suplente ou substituto legal, obedecendo a 
ordem de cargos da chapa eleita. 
Art. 36 - Se houver renúncia coletiva da Diretoria Executiva e/ou do Conselho Fiscal, e 
não houver suplentes e presidente, ainda que renunciante, qualquer associado da AF ANPB 
Poderá convocar Assembléia Geral com finalidade de constituir uma Junta Administrativa 
Provisória. 
Art. 37 - A Junta Administrativa Provisória constituída nos termos do artigo anterior, 
procederá a diligência necessária à realização de novas eleições para a investidura de cargos 
da Diretoria e do Conselho fiscal, de conformidade com o previsto neste Estatuto. 
Art. 38 - Ocorrendo o falecimento de membro da Diretoria ou do Conselho Fiscal, o 
mesmo será substituído em conformidade com os parágrafos 1 ºe 2º do artigo 33. 
Art. 39 - Achando-se esgotada a lista de membros eleitos, a Diretoria colocará, com 
exceção ao cargo de presidente, através de deliberação específica, um substituto que seja 
membro da diretoria de uma APM filiada. 
CAPÍTULO II 
DA INELEGIBILIDADE 
Art. 40 - Torna-se inelegível para o cargo de presidente o candidato esteja ocupando o 
cargo pela segunda vez const'.cutiva. 
Art. 41 - Toma-se inelegível para ocupar qualquer cargo da Diretoria Executiva e do 
Conselho fiscal o candidato: 
I. Que tenha ocupado o cargo de presidente e com prestação de con 
por irregularidades. 
14 
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II. Que esteja sendo processado pela justiça comum. 
III. Que tenha, comprovadamente, atentado contra a moral, a ética/e a d~cêncía em , 
sua conduta social. ·~ :, 
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IV. Com parentesco até o terceiro grau, ou cônjuge, de qualqtl'er ~nembro da 
Diretoria Executiva e/ou do Conselho Fiscal. 
CAPÍTULO III 
DAS CHAPAS DE CANDIDATOS 
Art. 42 - A forma de apresentação e inscrição de candidatos será através de Chapas 
com composição para preenchimento de todos os cargos eletivos. 
Parágrafo Único- Não há limite de chapas a serem apresentadas. 
Art. 43 - As chapas deverão ser enviadas para registro no prazo de até 72 (setenta e 
duas) horas antes da data da eleição. 
§ 1 º - A Diretoria tem a prerrogativa de, em caso de inelegibiiidade do candidato a 
!:}UtilqYtif Q§,f~t)! irnpu.sriar O fe~i!!!tfô da Ohllf't'l, OQmUf'lí~l'ltldO O tl'l,tõ f')l)f t'!IOrllt'l 110 re~flOnt'!ÃVtil 
pela mesipa, no prazo de 24 (vinte e quatro) horas apos o registro. 
§ 2º - Caso não haja nenhum pronunciamento no prazo de 24 (vinte e quatro) horas que 
antecedam a eleição, considera-se aprovada a chapa apresentada. 
§ 3º - Os proponentes das chapas, impugnadas ou não, poderão efetuar a troca de 
candidato de qualquer cargo no prazo de até 48 (quarenta e oito) horas antecedentes à eleição. 
TÍTULO VI 
DO CONSELHO FISCAL 
CAPÍTULO! 
DA COMPOSIÇÃO E FINALIDADE 
Art. 44 - O Conselho Fiscal da AFANPB será constituído de 3 (três) membros e 03 
(três) suplentes, especificamente eleitos juntamente com a eleição da Diretoria Executiva. 
Parágrafo Único - O Conselho Fiscal deverá organizar-se com os seguintes cargos, 
escolhidos de comum acordo entre seus membros: 
a) Presidente~ 
b) Secretário; 
Art. 45 - O Conselho. Fiscal é órgão com poder fiscalizador e deliberativo, incidindo 
em todos os atos de competência da Diretoria Executiva. 
Art. 46 - São atribuições do Conselho Fiscal: 
I. Dar parecer sobre o Orçamento anual da AFANPB para o exercício fi 
do ano seguinte. 
15 
II. Examinar a exatidão das prestações de contas da Diretoria, com poder de 
aprová-las ou vetá-las em caso da constatação de irregulfridadés. · · 
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III. Dar pareceres sobre os balancetes e o balanço dá~ ê:cercício finartceiro 
apresentB-do pela Diretoria. \\ '.· . 
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Art. 47 - A apresentação do Balanço do Exercício Financeiro, da apresentação da 
Prestação de Contas, da previsão orçamentária e suas alterações, deverão constar da ordem do 
dia de Assembléia Geral convocada para este fim, nos termos do presente Estatuto. 
Art. 48 - No caso irregularidades na prestação de contas da Diretoria Executiva, o 
Conselho Fiscal poderá solicitar, os serviços de uma empresa de auditoria e/ou de técnico 
especializado para levantamento das mesmas. 
Parágrafo Único - As custas das despesas dos serviços previstos no caput deste artigo, 
serão inseridas no orçamento financeiro do exercício. 
CAPÍTULO II 
DAS REUNIÕES E CONVOCAÇÃO 
Art. 49 - O Conselho Fiscal reunir-se-á ordinariamente 1 (uma) vez por mês e 
extraordinariamente quando convocado. 
Parágrafo Único - A realização das reumoes do Conselho Fiscal, em sua forma 
ordinária, serão concomitantes com as reuniões da Diretoria e na forma extraordinária, 
quando houver necessidade, em data determinada pelo seu presidente em exercício 
Art. 50 - As reuniões ordinárias do Conselho Fiscal serão convocadas através de 
registro na ata da última reunião realizada. 
Art. 51 - As reuniões de caráter extraordinário serão convocadas pelo Presidente do 
Conselho através de Edital de Convocação, enviado via correspondência, com 72 (setenta e 
duas horas) de antecipação. 
Parágrafo Único - No Edital de Convocação deverá, obrigatoriamente, constar o local, 
a data, a hora e pauta do dia. 
TÍTULO VII 
DA ASSEMBLÉIA GERAL 
CAPÍTULOI 
DA CONSTITUIÇÃO 
Art. 52 - A Assembléia Geral é o órgão de representação máxima da AF ANPB d__.,,7 
Art. 53 -A Assembléia Geral será constituída pelos membros das diretorias jl 
filiadas e da AF ANPB. ~ (. 1 
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' e 
'•.' ,(\, 
Art. 54 - A Assembléia Geral tem caráter soberano para delib,erar sobre as metas.e 
destino da AF ANPB / 
§ 1 º - Não cabe~ recursos, de qualquer forma, em todos º\ ·~mbitos, das d~cisões 
tomadas pela Assembléia Geral da AFANPB \"·'·· .. . 
§ 2º - No caso de desrespeito às decisões da Assembléia, a Diret~;í~'Executiva poderá 
ser destitulda, convocando-se novas eleições. 
CAPÍTULO II 
DA CONVOCAÇÃO E FINALIDADE 
Art. 55 - A convocação da Assembléia Geral se fará em caráter Ordinário e 
Extraordinário. 
§ 1 º - A convocação em caráter ordinário se fará para: 
1. Convocação e eleição da Diretoria Executiva. 
II. Votação e apresentação do Orçamento Financeiro. 
IiI. Apresentação da prestação de contas anual e final da Diretoria. 
§ 2° A convocação da Assembléia Geral em caráter Extraordinário se fará em 
qualquer momento para tratar de assuntos de relevância e que não possam ser resolvidos pela 
Diretoria Executiva. 
§ 3º - A Assembléia Geral poderá ser convocada: 
I. Ordinariamente pela Diretoria Executiva. 
II. Extraordinariamente pela Diretoria Executiva ou por 2/3 (dois terços) das 
APMs. Coligadas. 
Art. 56 - O quorum para a realização da Assembléia Geral deverá ser de 60% (sessenta 
por cento) no primeiro momento e, após 30 (trinta minutos) com qualquer quorum. 
Art. 57 - A convocação da Assembléia Geral Ordinária se fará através de Edital 
próprio, com antecipação de 30 (trinta) dias e na convocação da Assembléia Geral 
Extraordinária com antecipação de 72 (setenta e duas) horas afixado nas escolas filiadas. 
§ 1 º - Na reunião da Assembléia Geral, Ordinária ou Extraordinária, somente serão 
tratados os assuntos estabelecidos na ordem do dia. 
Art. 58 - As reuniões da Assembléia Geral serão presididas pelo Presidente da 
AFANPB 
Parágrafo Único - O Presidente da Assembléia nomeará um Secretário "Ad Hoc" para 
secretariar e lavrar a Ata da Assembléia. 
Art. 59 - Somente terão direito a voto na Assembléia Geral AF ANPB 
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17 
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TiTULO VIII 
DO PATRIMÔNIO 
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CAPÍTULO 1 
DA CONSTITUIÇÃO 
Art. 60-0 patrimônio da AFANPB será constituído: 
I. Pelas contribuições angariadas das APMs filiadas. 
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II. Por doações feitas por colaboradores individuais, grupos ou empresas privadas 
de qualquer natureza. 
III. Por doações de órgãos públicos, municipais, estaduais ou federais. 
IV. Por aluguéis de imóveis, juros, renda de títulos, indenizações e outros. 
V. Venda de bens materiais. 
VI. Bens materíaisi móveis ou imóveis adquiridos através de arrecadações ou 
doações. 
VII. Prestação de serviços. 
Art. 61 - A administração do patrimônio da AF ANPB será da inteira competência e 
responsabilidade da Diretoria Executiva. 
Art. 62 - Os títulos de renda e os bens móveis e imóveis só poderão ser alienados 
mediante aprovação expressas das Assembléia Geral, especificamente convocada, em 
escrutínio secreto, com o voto da maioria das filiadas em dia com as obrigações previstas no 
presente Estatuto. 
Art. 63 - No caso de dissolução, por qualquer motivo, após saldarem-se todos os 
débitos e obrigações, o patrimônio da AF ANPB será destinados eqüitativamente às APMs 
filiadas. 
TÍTULO IX 
DAS DISPOSIÇÕES GERAIS E TRANSITÓRIAS 
Art. 64 - O presente Estatuto somente poderá ser alterado, total ou parcialmente, cm 
Assembléia Geral Extraordinária especificamente convocada, com aprovação de 60 (sessenta) 
por cento dos filiados, atrav~s de voto secreto. 
Art. 65 - O direito de pleitear a reparação de qualquer ato infringente de disposição 
deste Estatuto, não havendo disposição especial contrária, prescreve-se em 5 (cinco) anos. 
Art. 66 - Os atos omissos no presente Estatuto serão resolvidos em Ass léia Geral 
Extraordinária. 
18 
Art. 65 - O presente Estatuto entrará em vigor após seu registro em cartório e 
publicação. 
Assinam o presente Estatuto a Diretoria Provisória, empossada em r.euhlão realizada 
no dia 14 de agosto de 2001. /~ f;/: ... 
Pato Branco: 14 de agosto de 2001 
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Orli emardi 
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?tf0. l'lf. c..f'·)·l''Jr!.~·.· 7JtYOL! l'l(>yYYiV/)6 TYVÍ ~"'."'~ ~ )I°) )e~ vilJ'()'(~~J ( C:Yr1{};,1- "'Vy), l(Jl\.(/0(1')~ ''"'(\'\ ({V\/'ú\_, U cn._r::oJ 
( ,( ' ' "! < < (' ) ·::u ''( }'"' ' / H l<il""''Í <"'""/ 1 < flU.t V")< l'Í~ / (')'Ç' <>i '"'-\'.. )•~'}('\ f.., 
.0. ') ) () (Jl .-.,,-. ·, .~ I '\Â n·1-;r ~.. 1 
.• >y """ ú<-0 l ( ' (\ . .,,,,n 1( ( ) . 1~p Vú~ C'Jí. ~ º~~/ ~l •Ol'-.C<;} dj Yi '17'1 4 : <Y("lf ,.J ~GJ 'd{) ~~ ~VI t.6>f 
\.;;-v-ucf -c.:1..})1 (_Y t < :n 11\/ ),~-(.· e.~ .. op n,r~ . cpu .,,_( C?J'. ~ / ~;,',.,J L!it~ .. · u• " 'J'r'" J, i n .J\ 'r.11 '':"1 nyi{ C?J nc>r~ OJ .,,,,. .;.t yY)~ 0 
r1 .. ,?I(/ )? 1·(,/~r1 >ri . . 1<,rt,nr./ .. fiyl[/ ,crzrY10 ~._.r1·-d o~>-'. ,1,-Yr!h /Y"r'-f ~· ' ' " , ), l n » .> 1 /e'./ e> ,..,.J. / e T' vrn ' rf ! "'º \ 1~ . ('OJYhry tJ ' '() '3'\1\()1.. \ 
• P1 ,,.rv, .. , , ,., D,.YV'l0"1"f' Y""V. , . ~ 'P' '"' . Vf u. ..,;w, e J,, '°'"'~ yt 
'.'.?. t " '.' "' ' .. ':;_ 1\ ··;P'· '-""' , ,_,'.;,).'.À.,, c{1 "'' "n l '<2L'-< ,,,;.. '" " ' "' °!d 
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Lr( (; .fº"~VV>c'c! Jo lif'l/1t!Pb' fntc·I <) e,au1r, ( ol<><«>\<Cr 
~ . do_ (i;yi.t~ eu (v .?Cl j) ~~·~, t Ot :_ ~,{), 9 p1'.,l) fcc t () a ,{'. l 1 l ( Ll- C--,. " ~· 
~ .. f w_L, olo kcfu O (9;ro_ lZdO f º'/e ,,,J,,, '"-ele f l c u y ;·) l.. e vo. u 
~·· kr\ lA »0 V~ Vvc" d C\..«J.Ú • J, ·' (,.,_ ju. cc h < <J<'. ') <e'• » f ll U.A » ( ', \ ci.1 >< > <' Ú t< l 
1 ~ ' ' Q.,c' ~T o ~W.'1!.<ivY' li< ~ 'e"""'' <'Q · i!J> ,,.,,, , , " / " , , <", ~ l , " ", •"' 
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Ata nº 004/01 
,/ -. . L.;-:.;,~~·;,v 
1·· r'..--~·.'i.~~\ ~ 
Aos vinte e três dias do mês de agosto de dois Ç :J)rnm, reu.11i4~s no / · 't' .1 • ..·~.l\·J;r:;:/ ", r:. /' 
auditório do Colégio Estadual de Pato Branco - EFMEP,\9.~, prc~!9c,~\tS{S· d~::;(:/ 
APMs juntamente com os Diretores das Escolas e Colégióst. tn111b<,S1n;:.~b~t{( 
present~ a professora Beatriz acessora da chefe do Núcleo Regi(·)·nal de 
Educação, e também o coordenador e Diretor do Município de São João. Para 
representar as Associações haverá somente uma onde represcntarú ao lado da 
secretaria da Educação os presidentes das Associações que são representados 
por membro das APMs. Nesta reunião será discutido o que queremos com a 
associação. Como sugestão Projeto I "Escola da Família", com envolvimento 
de APMs, diretores e NRE, Palestra do Promotor, palestra esta que já 
aconteceu. Co11cic11ti1.ação. dos pro!Cssorcs. li.111cionúrios e equipe ped:1gúgíca. 
Palestra com o Promotor, jú foi marcado a reunião para o dia 27, 28/08, 
"criação da escola da Família. grupos de pessoas muitas jú cadastradas. 
"Conscientização dos pais. Encontros com pequenos grupos. no mínimo de 
cinqüenta pessoas, "com estes grupos de pais poderemos detectar os 
probleinas principais e os problemas de família, para que possamos juntos 
ajudar a solucionar os problemas. "Situação, ou seja levantamento dos 
problemas cm cada Escola. O NRE já mobilizado tem pessoas habilitadas que 
ajudará a solucionar os problemas. Em fórma de parceria, onde teremos ajuda 
de igrejas, hospitais, dentista, psicólogos, pedagogos, médicos, empresas e 
outros que queiram juntar-se a nós para ~~judarmos a todos, através disso 
organizaremos grupos de trabalhos para após fazermos trabalho de campo. 
Este projeto scrú discutido e trabalhado após a escolha da Diretoria da 
Associação das Famílias Apemianas do Núcleo de Pato Branco . AFANPB. o 
representante do Núcleo Regional de Educação sob a coordenação do senhor 
Alcides Benato, colocou em discusão a Eleição da primeira diretoria da 
Associação: que será constituída por: 
Presidente: Ivo Tomasi c/\RTOR 1 o v 1 1--',,.,, · . 'd , . . . Rl1i1S1AO PI ll!Ll\11~ 1 M•r11~·n11•1I ; '.' ,~· ~ ,. '. 
Vice Prest ente: Jose Darci Leonardt -nocu,.m11orn~rnr;11inn :~1rnW%i r.11·,, .... 
Primeiro Secretário: Maristela Novello Resner, RG: 3.20!f~(l)OL_ n~- (_ 9 
Segundo Secretário: Jacira Mussatto · P~ln 1 - ' 1 
Diretor Financeiro: Orfeu Bernardi RRm 
Diretor Financeiro Auxiliar: Alaor Mello Bernardi A"""'"'1 v'º"" s""'"' (,["''' .l.i1p1rl1r1' S"'"~';i ,r µ~11í1 t11\h ~ T1'\~lr 1~1_11•1'1·1111:·· 
Diretor de Esportes: Valdctino Rafael Silva 1
;":":;,";:', ,':.", ,'.;:/'"~'." ,;~':";','. :: '1·',;' 
Ilmar Sátiro Cardoso, substituindo cm tempo. RG. 2.027 .655-0 
Diretor Cultural: Dalto Antonio Pastro 
Diretor Social: Marilene Dcbastiani Colla 
Coord~nador Geral: Alcides Benato. RG. 808.089-5 U) 
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.. •\ t ·~-, .·. '. 'i', 1 t ~ ~ . "-..._ ~ ' ~ . ,..., t l/ ' 
Coordenadores Regionais: São João: J ,uiz J\mazop.~18 ,l.·W?t(f!Sa·h~1~se~Ó" .,~ 
Pato Branco: Junrez Pilntti · . 1
' ·.:' ' \' d ,,· ' { 
Coronel Vivida: Maria Salctc Marcon Tomascto \ , · , :
1 Palmas: João J ,uiz R. Jacobscn \ . ( . ., , '/ 
Conselho Fisc:11: J\milton Mnranosk i '·< '.'' ;1;:_, . i 1 · 1\ ··' · 
ltacir Rosin 
Antonio da Costa 
Maria de Lurdes Rogcrio Santos Mcllo 
Berto Fcrnúndc7. dos Santos. 
\'" .,• 
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1 \ ''·"'· ''"' .. . :! 
. 1•,'\ ):! l ) > , 
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/\1:i 11'' ()() 1 /() l 
;\os vinte e cinco dins do mês de maio de doi~, 1\lil e 11111. n~111111:111-sc 11\) 
saliio Nobre du Colégio J ,a Sallc os presidente~· \lc ;\PM hc111 c111ii<1 
representantes do Núcleo Regionnl de Fd11c:1\'.fio e direti)J'C~ de. ( 'nk·~!Í<ls. c~.;t:l<1 
participrn1do também os reprcse11t:111lcs d:i cidade de M:ni<'ipnli~; « Vi1mi1H 1 . 
Iniciamos com as apresentaçi"les por trnl<1s para que tudos p<1ss:1111 se c<itil1cccr 
um pouco melh(lr. () NRF li.)i separado cm quatro Distritos parn q1w \'lldcssc111 
desenvolver um 111clhm trnh~ilho. onde o Núcleo de Pnto 1 h:lllc<1. c11\ <ih e l'nlo 
Branco. Mmiúpolis Vi1ori110 onde o Sr. S:111I Sc11!wl l(ii r·scllll1icl() lH'l<1s 1111t1<1s 
dirctorc:.; como 1i Dirct11r Púlo, onde ngm:; estfío i11ic1a11do su:is :1li\id:tdc'..; 
lloje. e111 dia as Fscol:ts Públicas e11fre11l:1111 inúmeros prnhlc111:1s. q11c 11111il:1s 
ve1.es so1.inl10s n:lo conseguem resol\'cr. pur esta rn1.;lo o 1l<l~;~.;1i 1ilijcli\·11 ('. 
trazer a comunidade para as Fscok1s p:ira que juntos encontrem 11111 1..·a111inho 
p:trn se ter uma cscol:1 de q11:1lid:1dc. <)objetivo dest:1 rc1111i:lo l:1t1dH·111 l'. 11:11;1 
que ns /\PMsi11111:1s 1..'.0lll :is direções 1:11.'.:t!ll 1111w escola 111cU1111 p:11:1 (\': 11(1<;•;1 1 ': 
t\111\l~. l 111\11 tltn \lll'I ll'.\l\H\~(W~ HHll\ll'U~\ C t\\ll: ir1 t:~U\l!I~ \ll\!11\U\~\ 'i E~\'.! \\1\\1\'. 1
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prcs-idcnlcs de J\PM 11:10 estfío preparadas pnrn formar ~tlunos pm:1 11111 curs< 1 
superior. mas pma rnudarnws esta sit11aç:10 nús precis:1111<i~' q11<: (i'..; p:1is 
participem juntos corn corn os diretores e profossores. C'(ll< ir:111dP c111 
discuss:\<1 com os presentes que coloc:i p:1rn todos os prnlilc111:is c\Íslc11tcs 
para juntos tcnt:1rmos melhorar os problemas de cada Fst:1hclcci111c11to. <) 
professor Benato pede ajuda a todos para que seja criado uma /\ssrn.:i:1~·:1n p:1rn 
discutirmos. problemas. e também que se traga algumas cspcrit'~11ci;1s pma que 
juntos reunidos possa111 se l(H'lalcccr p:1r:1 tentar rcsoh·cr \·:'lri<1'.' 11111hlc111;1s. 
Perante todos reunidos. todos concordam cm formar u1n:1 Associ:11.,·:l(1_ P11clc se 
reu11irfío 11111a vc;: prn mês onde scrú cl:1lmrndn um estatuto p:trn :1 1',·:·;(lLi:1\:l<1 
Fica decidido que apús quatro meses serú reunido entre rn1tr:1s /\PM p:irn 
juntos vermos o que foi !Cito parn :1s soluções dos seus p1(llik111:1s. 11
< ir 
sugesWo esta o sendo escolhidos representantes parn 1:17.er pmlc d:1 C( 1111iss:I<1 
sendo: Josc Darci Lconardi. Ivo Leon:irdi. Amilto Mar:11111ski. Nih :1 M" de 
Oliveira. Noeli Pinto do Nascimento Jochcn. Dalto J\11tonin P:ist rn. M:irlcnc 
Dcbastiani Coll:1 . .luares Pilati. esta comissão ira discutir 11:1rn tod\ls 
clnborarrnos o J·:statuto para a J\ssociaçfin das J\PM. Nada 111:1i'; :1 lrnt:ir c11 
Maristcla Novel:~ Rcsner lavrei a presente que por mim Y:n :1ssi11:1< h/ 1..· 1cl< is 
demais presentes. Pato Branco. 25 de nwío de 2001 .. 
l • '1 f ' 't * '· • r"' ,, e f\H 10!·< ........ , .,,, ''"""' 
·""" "'·'''~ºllli'r~iJ,1'/~I <; Q r ...t 1.J /.~ ,) 
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-----~:~~~ê,-i~=i5~~f::= .. '~~~-Serth .,.,. êõntribtiliite. -- -·- :_ ·--":.:=-::.::·:·~.;.-:_-..,·:--::_ - · .. r 
-:-~=~/~~~ -=:_~~~~Ej~=S=> • ·-, Cor'firli os dados de Identificação da Pessoa Jur.dica jun~C> à· SR~' â sua atual!:zàção cadastral. 
-REPÚBLICA FErJÉAÀT~VA DO_ BRASIL 
. :-::r=:~:-=~----C.'.\DÂSTRé>. NAéiOÍ'·Jf·i DA f>ESSOÀ :..tuttiDICA. CNPJ 
00001773 
_. .. -··· 
CARTÃO ~~ 'it.ENTIFl~~AÇÃO DA DÉ ABERTURÁ VAllDADE Dó CARtio 
_ __&:~:~SOA_ J~,;RflllCA -~-~-----=-~-~--º=5~/~iõ~t=2o~-ó=i----~-3~1~/1~il~i=2o~0=3~~ 
-· -. 
_-_--_-_---~------~~--~-~---~--~--~---~----~---------~ 
CÓDIGO E- DESiRiçÃÓ iJA Ú!VIDADE ECONÕMICA PRINCIPAL: 
si. 99.:5.:..ol)"'c-qutras e.(lv-idâdes associãt iva_i,_r_;L ___ ~-~~-~ 
rr;c~_E ___ ~-~~e/'.fOJU•-_N~-~-,_-ln~,.~z~_l..~;-~-~~R-__~-D~:--c-A~-~--~-~"~---·-· -~~~--~ 1 
_ .30:0.::-li.~:ASSOCIACAO::----::::-::_ ><:~_o:_::~ --- -·-- . _ , _____ -~-..,....~~-~---~--~-~--~--~--~-
:~~~~~,;-~~=~~=;::~~??::f-§2::_· ~-----~~--:~-,:: ·:~~ ~: ] l._._N"'~;=--~=-R-º---~--~---~· -~~'- jc;;~ti~~ENL"-'X~·~S~A~l~L"'t"" ___ -~~·--~~-~-e-'! 
·r~;rf~.;~();:;~~E=1-•E~R~~~~• .. :~ _:-...,,~-~~ .. -~~----_-~-~:_•_·:.,.~-~~-?-:~~>-e--] ,~~J:;Jp~~"tº--=~=-- __ -_---------~--~--~~---__ ---~---·~.--~-1 lu~R~ 1 
~ ~.~~~~;~rcõ~~:,í·,:-El_E:~;ÔNLC~ª~lF~O~~[ - --_o-. --- - . ' - __ .:~_:,.,:~' - _. ·_-_:_-~---! ~.46-- 224318.- ... · -··--. - - --~-~-c~----~---c-~--,;_::::__~_,_~---~~=-'--"'-~~~-'-=-~-"--'-~~~~""-"'~-
Siáiº~:.~:iã~~~;~~--::::::ç~~:t~J_~ic.:Ã_<;:~~1~:j_~:::I~~iô-~-- :_'--"'-.. -----~--~---~----'-'----~ - -:-:~~--~ . -- -- -- ---: -. --:-~J -~:t~~~*~~::i-~:::Hf~~õkj~;:-~!:~'. ~~~-}~ --_ ->- ~- -~----~·---~- :::::::::::::::_~_ ~;:;_:._l~;l _~~-~f'~õ:;~;;-M;::_~_·:;:T -~00;:0;::'.:;T:;;E:;:R;~.-~1-~;'.;_;:;_ R:;1:;0:_;·-·-~--i;;:·:;-_:;;;J_ ::: 
--
/· 
f 
1 
' 
ASSOC.'.IAÇÃC. DAS FAMÍLIAS APEMEANAS 
. no.?1'tJCLEO D~3: EDUCAÇÃO DE p ATO 
BRANCO 
-AF ANPB￾PROJETO CANTO CORAL / 
ESCOLAS PÚBLICAS DO NÚCLEO DE 
EDUCAÇÃO PATO BRANCO 
MAESTRO-~: L)cJ.Ji©.wJrlCJ: · 
~t.llcoti_ :·gg-fJ _ ~\<()J] 
JUSTIFICATIVA 
Baseando-se no princípio de que ·a música é fundamental na formação do ser 
humano, vimos a necessidade de elaborar um projeto voltado ao desenvolvimento 
cultural e emocional do jovem e do adolescente. 
Para tanto elaboramos o projeto PROJETO CORAL JUVENIL - ADULTO, o 
referido compreende-se numa série de estudos e procedimentos que deverão ser levados 
em consideração. 
Para obter um resultado satisfatório devemos ser cautelosos principalmente 
quando se refere a voz, poi$ o uso inadequado é altamente prejudicial, em especial na 
adolescênci,\ devido ao processo da puberdade, que é a transformação biológico do 
adolescente, p1.'~· isso devemos redobrar 0s cuidados quanto a tecitura vocal. 
OBJETIVO 
GERAL: 
Dar oportunidade ao jovem e adolecente a ter uma vida digna e saudável, 
pois a música é uma das principais terapias em nossos dias atuais. 
ESPECÍFICO: 
Oportunizar a todos os Jovens e adolescentes de expressar seus 
sentimentos atraves do canto; 
Despertar interesses para a música e descobrir talentos; 
Oferecer ao jovem e adolescente uma oportunidade de ser feliz 
vivendo em paz e harmonia consigo mesmo. 
Preparar repertório para as apresentações natalinas, inclusive gravar 
um CD. 
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ALVO DO PROJETO 
5 (" 
O referido projeto é direcionado para alunos do ensino médio das escolas que 
forem selecionadas. 
•..<.-/,,>, 
OBJETIVO 
GERAL: 
Dar oportunidade ao jovem e adolecente a ter uma vida digna e saudável, 
pois a música é uma das principais terapias em nossos dias atuais. 
ESPECÍFICO: 
Oportunizar a todos os jovens e adolescentes de expressar seus 
sentimentos através do canto~ 
Despertar interesses para a música e descobrir talentos~ 
Oferecer ao jovem e adolescente uma oportunidade de ser feliz 
vivendo em paz e harmonia consigo mesmo. 
Preparar repertório para as apresentações natalinas, inclusive gravar 
um CD. 
PROPOSTA 
Proporcionar ao jovem e ao adolescente das escolas estaduais, a prático do canto 
coral. Esta é a nossa proposta, visamos sempre o bem estar social e cultural das pessoas, 
por isso surgiu a idéia do coral Juvenil e Adulto, que com toda a certeza contribuirá e 
muita para a formação das pessoas para toda a vida. 
ALVO DO PROJETO 
,/ . 
') 
O rcforido projeto é direcionado para alunos do ensino médio das escolas que 
forem selecionadas. 
METODOLOGIAS 
Atendendo as propostas desse projeto, as atividades inerentes ao mesmo serão 
distribuídas em estudos e procedimento que deverão ser levados em consideração. 
COMO FORMAR UM CORAL JUVENIL E ADULTO: 
Coral juvenil varia de 12 a 18 anos, coral adulto de 19 acima, para sua formação 
antes de tudo é preciso conhecer e compreender o adoslecente desde seu 
desenvolvimento biológico até os aspectos sociais e culturais, também teremos que Ter 
critérios quanto a formação do repertório pois o mesmo tem que ser adequado para esta 
faixa etária. 
TÉCNICA VOCAL E PRÁTICA DE CORAL: 
Técnica Vocal: aulas individuais ou em grupos tendo por finalidade preparar os 
jovens para ingressar no Coral, compreende-se em (aquecimento de voz), quanto 
afinação, dicção e a articulação ( cla~:sificação vocal), quanto ao timbre, sopranos, 
contralto, tenor, baixo. 
Como usar a voz corretam~nte: a extensão ideal quanto a sua afinação na 
tonalidade adequada. 
Aulas práticas: princípios báiscos, formação intelictua do coralista ( postura, 
aquecimento e disciplina) 
Saúde Vocal (como cuidar da voz): quanto aos fenômenos climáticos, bem como 
a articulação e dicção e a pronúncia das palavras. 
FONOAUDIOLOGIA: 
- Aritculação; - Qualidade de voz; 
- L•)Calização do som; - Ressonância; 
/ 
__ ê~.·· -~~~ 
CRONOGRAMA DE ATIVIDADES 
Tendo em vista a abrangência do projeto as aulas terão seu início programado 
para março sem prazo previsto para conclusão. i 
1 
--------- -· -···---~---- ---·---·- _. ___ -------
CoralAFAMP Emonuele Rossoti Morceló dos Santos Ani Eve/in Trindade Cantores Convidados 
Fernando Uma Marcelo Schinobli Barbara Bianca de Souza Moreira 
Alane S. Alves Francione dos Santos Marcos V. Rossatti Camilo dos Santos Verônica e Terezinha 
Aliane Tonial Franciele Bel/a Morilene D. Col/a Carla Luiza Cal/a 
Zé Maria 
Aline Aracen Franciele Copatti Marina Cristina Penso C/eia Tedesco 
Jaime Simon 
Aline Costa Saquim Francie/i Alves Michele Aparecida Farina Anselmo e Rafael 
Alisan Andrei Guerra Froncieli Bel/o Morgana Rezende Cristiane dos Santos Silvano Santos 
Alison Felipe Francieli Freitas Moyra Daione Santos Daliane Glemboski Sgarbi Mensagens 
Andersón Luís Correu Froncieli Maranoski Paulo Sérgio Daniel F. Arruda 
Andrieli L Monteiro da Silva Gabriel Rogério dos Santos Rafael Col/o Daniel/e de Abreu Frei loào Basco 
Bruno Veras Gustavo Arcori RaquelGustmann Douglas Felts Cristiane Garbin 
Comi/a Dias Heloisa Mathios Machado Raquel Mingotte Fernanda Rorêncio Dali/o Giovono Pagnoncel/i Laperuta 
Carina Solvi llidiane Morais Raqueli Pegoraro Fernanda Rodrigues 
Everton Batista Moreira 
Fernanda Cristina Martine//o 
Cario Copotti lvonete Dos Santos Rebert Guerreiro Fernando José Mada/ozzo Neto 
1 
Cario Helena Fink Janoina Basso Regione Borges Franciele Rorêncio 
Flávio Sontion 
Carla Maria de Uma Rucinski Jaqueline P. Koespsel Robson Gonçalves Franciel/y Frouzino 
Ceci1ia Duarte Farina Joqueline Rufatto Rosilei Bolow Correu 
Gabriel Carzila Jackson Antônio de Carli 
Char/ise Cosagrande Jeferson da Costa Rubia A Mondardo Jaqueline Rodrigues Juliano Aparecida Rosa 
1 Cidiane Risso Pagnoncel/i Jeferson Ribeiro Sidinéia Kaudinski léssika Pamela Sandro Aparecido do Luz 
1 
Clarice Totim lesse Carlos Ferreira Silvério Siminoni lulio César Motta Valdomiro Maciel Do Silva 
Cloudia Postro léssica Beloto Solange Almeida Sauza Luiz Henrique Canello Coordenador Geral da 
Claudinéio Felisberto Shuster João Gilberto Suelen Cristina Schwolenberg Maiara Pereira Ramos 1 AFANPB 
1 
Cleio Siqueira Joseane Ferreira Possos do Silvo Tatiane Lautirio Mariane Pereira Ramos 
Cristiane Bach Ju/ia L Consoli Tatlane Senger Nadia Cristina Martins Lemos Alcides Benoto 
1 Cristlane Fobiane Martinel/o Juliana Herberle Pereira Ttogo Schinobli Natan Marcos Coordenadora 
1 
Cristlane Ferieira Juliano R. Oliveira Vandressa Pontes Patrícia Vargas 
Daniela dos Santos Karen Cristina de Souza Vanusa Riveiro Uma Marilene D. Cal/a 
1 Daniel/i Guibes Kelly G. Mothias Victor Almeida 
Paulo César Brum 
1 
Doyane Boareto Kely Patricia Pico/lo Wilian Rafael Dametto 
Renan Vargas Chefe do N.R.E. 
Débora Fabieü Morüns Searcki Kezi Patrícia Mitrut Rosimar Cristiano Seibel Ano Seres Trento Comin l 
Deise Faschera Kleber W. dos Santos Participação Especial Sabrina Girardi 
f 
Diego dos Santos Louren Coldebelo Coral Pequenos Cantores Shaiane dos Santos Secretária Estadual de Educação 
Douglas Wil/ian Leandro dos Santos CAIC Solange Girardi Alcione Salyba 
Edenilson de Ameida Llone Ferrari Suelen de Lima 
Edinéia Maria do Rosa Ulian Munzlinger Adriele da Silva Orbem Thais Luana Morais Art.w. ••• l'.JP 
Edson de Freitas Ulian Rezena Agatha Esquetelana Facin Tiago Carneiro de Almeida 
Eduardo Poletto Luriane Raquel Toldo Boneti Alan Cristina de Almeida Tiago Pereira 
Emanuele Farino Moilene Dalberto Andressa Simões 
----------------- --~----~---
- ---·---- ----·---·- --·----------------- ·- --------
- --


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.......................................... . -SL .... ·~·' ~ ·y: ... \_~(l ·~ ' .• ") .•. \~~:-;,.x.:,.n. ""e\ c1 ~ \ .) :..~ \\ \ .. ........................................... ~-~ L()L\.L,.'.:?i .. -IT.À...\...Cl..~"" ·v .. ~:.f~ ..... Jh~· M.Ka.(,{:i,.c". (\: ' (~ -~ . . ' ~ 
.... ' ..... -............................ ' .... ~~~( .~GJ.w.J.,P!.) ....... ~.~c.-.:b.;t.":\: ... J .. ' ~ .. .. . .. . . . . . .. .. . . . .. .. . . . . . .. . . . . . . .. . . . . . .. CiJ.ci:\mQQ.() _ .('()::). (f\C~\....0 ... :'!-.. .... (i,!.\.l>-.<. .C.~,-::-i ... ·o ••....••• 
. ''r . '\. cyí" n ~. . ....................................... ~(\.;":';:, .... -~ ~J ... ... \.--..~.ct~ ...... Q...,\..,',}. ··f'.\:'.(lQ \2/>:-1)0:W.-J (.) 1 <~ ' ' . ' ... ''. ' .... '' . ' ................ ' ..... ' . -.:;.:.., . -.V.OI! :\..S .. .,1..!.'\.~ . .. Ç~ ~...u. ~/\.<'.-(,'~ .... '' . '.' 
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················ ···········································--·-················· ·-·-··········· 
' 
. 1 
1 CIDADÃOSOLIDÁRIC> 
PATC) BRANCO• 2002 . 
Parceiro: 
AFANPB -Associação das Famílias Apcmcanas do NRE de Pato Branco. 
Escolas Estaduais . NRE. 
Rede Celinauta de comunicação 
Diário do Povo 
Rádio ltapuã 
União de Bairros 
Ação Social da Igreja 
Câmara de V crcadores 
Copcl 
Núcleo de educação de Pato Branco 
Ass. de Funcionários da Rozimbo Peças 
Mater Dei 
Rotaraty Pato Branco Sul 
Pato Trilha 
Pastoral da Criança 
Polícia Militar 
Corpo de Bombeiros 
Sane par 
ri' ·· 11 •.· 
''l .. I:: ,:,· , 
~· . 
\. Bortot 
2. Brasília 
3. Vila Jzabel 
4. Pinheiros 
5. Parz:ianelo 
6. Barn:ârios 
7. La Salle 
8. Guarani 
9. Anchieta 
l O.Jardim prin1avera 
11.Mcnino Deus 
12.Ccntro 
13.Baixada 
14.Santa Tcrczinha 
.l.5.Cristo Rei 
16.S~lo Vicente 
17.Morro da cruz 
18.Policlinica 
19.Pinheirinho 
20.Novo Horizonte 
21. Alvorada 
22. Planalto 
23. São Cristóvão 
ílairros que serão atendidos no Natal Ckladão Solidário: 
1. São Cristóvão ...................................... J 00 
2. Grnllia Azul......................................... 50 
3. Alvorada ............................................. 100 
4. San.to Antonio....................................... 50 
.5. São Roque ............................................. 70 
6. MorurnbL ................................................ 70 
7. Sudoe11te .................................................. 50 
8. Veneza ................................................... 50 
9. Novo Horizont:e ...................................... 50 
1 O. Pinheirinho .............................................. JO 
J l .Santu Tcrezinha .................................... 30 
12.Bonato.............................................. 100 
13.São Vicente ........................................... 50 
14.lndustriaL .............................................. 80 
15.Cristo Rei.. ............................................. 30 
1 ü. Menino Deus .......................................... 30 
17.DaJ .lloss ................................................. 20 
l 8. VHa Izabel. ............................................ l O 
19.São Luiz ................................................. 0.5 
20. llortot ..................................................... l O 
21.São Francisco e Capeg ........................ 30 
22. Fraron ..................................................... 30 
23. Víla Esperança ...................................... 50 
24.Aeroporto .............................................. 30 
25.Bda Vista ............................................... 60 
26. Sanbugaro ............................................... J O 
27. Planalto .............................. , ............ , ....... 20 
28.Si.lo João ............................................... 500 
Meta de at:endhncnto . . .. .. . . . . . . .. . .. .. . .. .. . .. . 171 5 famílias 
As metas a serem atingidas para atender 1715 famílias. 
Em alimentos: 
• Meta de arrecadação ........................ 34.000 kg 
Cada cesta pesa em media l.9.450 kg 
• Cestas de alimentos .................................... 1715 cestas 
Em brinquedos : 
• M.eta de arrecadação ..................... l 1 .000 brinquedos 
cada criança receberá ele 2 a 3 brinquedos por sacola. 
• Crian\~as a serem atendidas ............. 5.000 crianças 
Como fLmciona a distribuição: 
Fica de responsabilidade cfo União de bnirros, através de cada 
presidente fazer um cadastro das fanlilias que realmente precismn c:e 
solidariedade . .Este ano para que cada família pos~m ptu1icipar ,terá que 
exercer seu papel de cidadania. Pensando em qualidade de vida. Con10 mn 
dos requisitos: Etnbelezmnento do bairro. L.i.n1pando seu lote e casa. 
Aproveitando esta importante data que é o natal. União das fünúlias e dos 
seres. A entrega dos donativos será foita nos bairros após uma missa com 
papai Noel. Pelos jipciros e carros da Copel.Com a participação de equip1~s 
que participaram do movimento cidadí1ío solidário. 
------·--·······-·······--·--············-·····-·····-···· 
Programa9llo: 
Dia O 1 a 07 de novembro o lançamento da campanha. 
• Começa a mídia nos órgãos de impr~nsa. 
• Com a distribuição das caixas nos postos de affccadação: 
supermercados,colégios e escolas, postos de combustível e bain-os. 
• Colocação de faixas e cartazes 
• Distribuição de adesivos para veículos. 
Dia 23 de novernbro a Associação de fum::ionários do Rozinbo peças, 
Realizam a primeira coleta com pedágio. 
Dia 01a10 (07 a 14) de dezembro através da, Càmara de vereadores pelo 
vereador Agw3tinho Rossi será criada a seroo:na de solidariedade. 
É a semana que nós estaremos intensificado 
Dia 07 de dez.embro com a partícipação do núcleo de educação. 'J'ercmos n.o 
caJçadão o fttchan1ento do ano escolar . com apres·enü~9i\.o de projetos, feito 
por alunos. Envolvendo doas a:'J escolas. 
Fechamento da campanha : reunião de todo o material arrecadado, separar 
nnr hnhTo os alimentos e brinquedo<;. 
·-·----·---------------------------··--------·······--··-············-··--··························-·····-····················--------------····-----·-····-····-····················--··--··--· 
Objetivo: 
• Despertar na população o ser solidário, exercendo sua cidadania. A 
aqueles que tem. condições~ participam com doaçôe.s ou con1 ações que 
vem contribu.ir coiu sucesso do evento. Ex.: campanhas voluntárias 
que aconteçam durante todo o mês , sejam direcionadas ao natal 
cida.dno solidário. 
• As famUias cadastradas iram participar do projeto de embelezmnento 
do seu bairro. Exercendo seu papel de cidadão, ele 10 1nomdor, terá que 
manter seu lote e casa 1 irnpa. lsto representa prevenção ás doenças e 
m.elhor qualidade de vida. 
• As fümílias serão convidas a participar de novenas de natal . Natal é o 
nascimento do menino Jesus. Representa a união dos seres. Para 
t:enninar o ano fazendo tambcfrn mna reciclagen1 pessoal. Elllninando 
as magoas e derrotas, realizando a integração da comunidade. 
Representantes das APMs criam associação 
A AFANPB - Associação das 
Famílias Apemeanas do núcleo de Pato 
Branco, foi criada no dia 8 de outubro de 
2001, pelos pais e representantes das APMs 
das escolas estaduais do distrito 119, do 
município de Pato Branco. 
Segundo a diretora social da 
AFANPB, Marilene Debastiani Colla a asso￾ciação tem como objetivo principal assistir e 
orientar a todas asAPMs das escolas estadu￾ais do Núcleo Regional de Educação de Pato 
Branco, tendo um fórum para discussão e 
busca de soluções para problemas, anseios e 
propóstas em prol de uma educação pública 
de qualidade. 
AAFANPB visa também incentivar a 
criação de APMs nas escolas, onde as mes￾mas não existam de fato e de direito. 
Fomentar o desenvolvimento das 
APMs dentro de dispositivos estatutários, 
fornecendo dados e elementos necessários 
para o cumprimento do estatuto, e dos obje￾tivos específicos da entidade. 
Manter o bom relacionamento entre as 
APMs associadas, bem como seus membros 
pais, professores e alunos. 
Orientar, fiscalizar e garantir o cum￾primento dos dispositivos dos estatutos das 
APMs, sem contudo interferir na soberania 
estatutária das entidades filiadas. 
Analisar, discutir, avaliar as ações da 
política educacional do estado do Paraná, 
propondo aos órgãos competentes propostas 
de soluções e melhorias. 
Fomentar e estabelecer parcerias com 
órgãos públicos, entidades privadas, institu￾ições de voluntáriado entre outros. 
Promover palestras, fórum, seminári￾os, cursos de capacitação que venham ao 
encontro das necessidades das APMs e/ou 
de seus associados. 
Intermediar o processo de gestão com￾partilhada entre as APMs junto a órgãos 
como: Direção de escola, Núcleo Regional 
de Educação, Secretaria Municipal de 
Educação e Secretaria de Estado da 
Educação do estado do Paraná. 
Desenvolver projetos de apoio às famí￾lias apemeanas. 
A AFANPB é dirigida por nove mem￾bros, um coordenador geral e um coordena￾dor regional que são: 
Presidente-Ivo Tomasi 
Vice-Presidente-José Darci Leonardi 
l ªSecretária - Maristela Novello Resner 
2ª Secretária-Jacira Mussatto 
Diretor Financeiro -Orfeu Bernardi 
Diretor Financeiro Auxiliar - Alaor Mello 
Bemardi 
Diretor de Esporte -1 lmar Sátiro Cardoso 
Diretor Cultura - Dalto Antonio Pastro 
Diretora Social - Marilene Debastiani 
Colla 
Coordenador geral -Alcides Benato 
A AFANPB tem sua sede, na rua 
lbiporã, 784, centro de Pato Branco. 
PROJETO 
A FAMÍLIA NA ESCOLA 
O- PAPEL DA FAMÍLIA NA EDUCAÇÃO' 
•. 
1. JDEN'I1J"ICAÇAO 
1. 1- Tílulo: A FAMILIA NA ESCOLA 
l.2--- Tema : O Papel da família na Educaçào 
1.3- Entidades Envolvidas: 
/\ssociaçào das F'arníhas J\perneanas do Núcleo de Pato Branco-/\Vi\NPB 
Prornot.oria Pública- Vara da Jnfanda , Juventude e Familia 
Núcleo de Educação de Pato Branco 
Escolas Estaduais do NRF~ de Pato Branco 
1.4- Preíodo de Realização : Agosto de 2001/a dezembro de 200~~ 
J .5- Cbentela: Diretores , Professores, especialistas da educação e familias ligadas 
ú escola pública. 
Municípios: 14 
Escolas : 72 
J .6- Proponentes AFANPB 
PHOMO'J'OHJA- VAHA DA INI"ÀNCJA JUVt:NTUm~ t; t'AMÍLJA 
NRE/ PATO BRANCO 
l.7- Operacionalizaçào: I\FANPB 
;~O- Introdução 
Promotorias das Varas Jnerentes em cada Comarca 
Equipe Pedagógica do NHE 
Profissionais Especializados em áreas especificas 
Comunidade Escolar 
Órgãos Oficias 
Projeto elaborado para apro.ximar as famílias da escola, 
estreitando laços entre escola, pais , professores e gestores do ensino público no 
ámb]to do NRE de pato Branco. Repensar o pape] da escola e da f amíha na educação 
lonrnou-se inadiável frente aos problemas que envolvem a educação nas escolas 
públicas . A ü1segurançào dos pais e a falta de diálogo com os filhos, a deseslrulura 
EDUCAR UM FILHO: TRABALHO DE HÉRCULES? 
Dos doze trabalhos atribuídos a Hércules, o primeiro matar o leão de Neméia poderia 
ser substituído por educar um filho nos dias de hoje e numa cidade grande. 
São tantas as vicissitudes, os conflitos e também as alegrias que, ao assumir o papel 
de pai ou mãe, fecham-se as portas do purgatório. Ao ter um filho, "perde-se o direito ele se 
aposentar do papel de pais". (Tânia Zagury, educadora carioca). -· ,,.._ r-. t'7•"•'" • "'C. -,o~ " ' ·, 
Ser pai ou nuie é: 
1) Impor limites. Ter autoridade, sem ser autoritário, para não sucumbir à tirania do fílho. A 
autoridade ºquando exercida com equilíbrio é uma manifestação de 'afeto e traz segurança. são 
pertinentes as palavras de Marilda Lipp, doutora em Psicologia em Campinas. 
"O comportamento frouxo não faz com que a criança ame mais os pais. Ao contrário, ela os 
amará menos, porque começará a perceber que eles não lhederam estrutura, se sentirá menos 
segura, menos protegida para a vida. Quando os pais .. dêi~am de-punir convenientemente os filhos, 
muitas vezes. pensam que estão sendo liberais. Mas, a única coisa que eles estão. sendo é ·• ·r · · , ···o· ·· · · · · irresponsavets . 
. , .... 2).Transmitir, •~<J;fqres. O filho precisa de um projeto de vida. Desde pequeno é importante o 
desenvolvimento de valores intrapessoais, como Ética, Cidadania, Solidariedade, Respeito ao Meio 
Ambiente, Auto-Estima, ensejando adultos flexíveis· e versáteis; que saibám 'resolver problemas, 
que estejam abertos ao diálogo, às mudanças e às novas tecnologias. 
3) Valorizar a escola e o estudo. Os educadores erram sim! E os pais também! Pequenas 
divergências entre a Escola e a Família são aceitáveis e, quiçá, salutares, uma vez que educar é 
conviver com erros e acertos. O filho precisa desenvolver a tolerância, a ponderação, preparando-se 
para uma vida' na qual os conflito~ são in~vitáveis". . . . . .. . ... · · 
No entanto, na essência, deve haver entendimento entre pais e educadores. O filho é como 
um pássaro que dá os primeiros vôos. Família e Escola Slio como duas asas: se mio til•erem a 
mesma cadência, não haverá uma boa direçlio pam o nosso querido educando. 
4) Dar segurança do seu amor. Importa mais a qualidade do afeto que a quantidade de tempo 
disponível ao filho. Nutri-lo afetivamente, pois a presença negligente é danosa para o 
relacionamento. A paternidade respo11sá11el 4 uma mis.wio e um de••era que mio se pode furtar. 
No entanto, vêem-se filhos órfãos de pais viv9s. A vida profissional, apesar de suas elevadas 
exigências, pode muito bem ser ajustada a uma vid_à pa_rticular eqti.ilibrada. 
5) Dedicar respeito e cordialidade ao fillto, Tratá-lo-emos com a mesma urbanidade com 
que tratamos nossos amigps, imprimindo um pouco de nós, pelo diálogo franco e adequado à idade. 
6) Permitir que gradativamente o filho resofra sozinho m• situaçiies adi•ersas. A psicóloga 
Maria Estela E. Amaral Santos é enfática: 
' -.. "Um filho superprotegido possivelmente será um adulto inseguro, indeciso, dependente, 
que sempre necessitará de alguém para apoiá-lo nas decisões, nas escolhas, já.que a eles foi peidado 
o direito de agir sozinho" . 
... -... -.. o··~~mi~ho.da·e-~oÍução pessoal não é plano e nem pavimentado. Ao contrário, permeado de 
pedras e obstáculos, que são as adversidades, as frustrações, as desilusões, etc. Da superação das 
dificuldades advém alegrias e destarte aprimora-se a autoconfiança para novos embates. Há 
momentos em que os pais devem ser dispensáveis. Ao filho - usando uma feliz expressão da 
psicóloga Lídia Weber, UFPR - "devemos dar-lhe raízes e dar-fite asas" 
·7) ·· Conse11tir .. , que haja carências .. materiais. C'obrir;. o fil!r.o de .. todlls llS vontlldes 
queimarmos etapas de seu desenvolvimento, ele será um adulto desprovido de equilíbrio emocional. 
No.'lso .filho precisa bri11car, partilhar, conviver com os amigos, dese111 1
ofremlo as.'lim as 
facul<lades psicomotoras e a sociabi/izaç<io. / \) L 9..i_, • \, \, '· ·,,. , J 1• • ·-~ 1 
9) Desenvolver bons hábitos alimentares e exercícios fL'licos. A saúde é um dos principais 
legados e n<io se pode <lescurar. Nosso filho será uma criança e um adulto saudável. pela prática 
regular de esportes e pela ingestãó diária de proteínas,' frutas, verduràs; leg~.~es e 111uit.a. ãgua: Não 
esquecer o sol nos horários recomendados. Tais hábitos promovem o bem~estar, a auto~estinia e a 
boa disposição para a vida. . . 
10) Convencer o filho a assumir tarefas no lar. Certamente haverá resistência. Mas, ele 
deve te~' responsabilidades. em ca~a,' ~~~~minclo algumas''tarefas domésticas, como limpar o tênis, 
fazer compras, lavar louça, tirar ou colocar a mesa, etc. E i11di.v1en.wível que te11ha hábitos de 
higiene e mantenlw ~rrumado .º s_eu q~u~rfl~. · ·· · · '"" ',. ..... "' · • · ·· ·"·'" ,. 
Teria Hércules sido bem sucedido? Em meio a tantas vicissitudes cio mundo moderno, você 
pai, você mãe e eu chegamos, talvez, a um consenso.: educar bem umjil/w corresponde IUio ll, IU!l, 
.mas '!ºs. doze tralml~f!~. atrilm(dos_<w tl.!!!?S()}!.'!.'."f~L'!~!~~!/~)gi~o:}1as. vaJea pena! 
O filho nãci :Vt;1» ao 111~nd.<?. :ac.o.n:1P~f.IJ1a,d,o, .d~.~~n manu~r d.~. in_s,~fl:lçq~~ e nem r(lmpouco lhe 
. será .concetfi9o um certificado de garantia. Isto posto, educar é co11vil1er com erros e acertos. Mais 
acertos, proporcionalmente ao diálogo ·e à tenmra~ · " · · - · , · · · ·· · · · · 
Despertar nas famfüa a necessjdade de mudanças de habüos como 
o de consersae seguidamente com os filhos ( com a televisão desligada) levando-os a 
djsdrnjr o que é certo e o qe é errado sobre a avalanche de jnformaçõs que os mejos 
de comunicação jogam para dentro de nossos lares. Mudanças de habitos também quanto 
a afetividade dentro da família. 
6.0- Encaminhamento Metodológjco 
Atividade 1- Palestra com o Promotor da Vara de lnfància , Juventude e famiha para 
Presidentes de APM e e Gestores Escolares; 
Atividade 2- Palestra com o Promotor da Vara de Infancia , Juventude e família para 
todos os professores e funcionários; 
Atividade 3- Palestra e debate com os pais , pelo promotor , conscjentizando a 
família da responsabilidade que ela tem na educação dos filhos e para com a escola. 
Atividade 03- Distribuição dos pais em turmas de 35 em cada sala, formamdo gurpos 
de 05 , para discutir e levantar todas as questões que envolvem escola e familia; 
Atividade 04- Levantamento dos pontos crucfais que estão atrapalhando a 
aprendizagem dos alunos: 
Atividade 05- Levandados os principais pontos negativos, Programação de encontros 
com pessoas habibtadas na área para tentar saná-los. 
Atividade 06- Após cada encontro , volta o trabalho em grupos com os pms , para 
avaliar resultados . 
7.0- Desenvolvimento do Projeto 
A pat.ir de agosto de 2001 a 30/12/2003 
8.0- Recursos 
8.1- Promotores das Varas de Infancia uventude e Família. AFANPB. APMs. 
Gestores Escolares, Professores, Equipe do NRE, Profissionas das mais deversas áreas do 
conhecimento cadastrados no NRE , e comunidade escolar. 
9-Avaliaçào 
A avaliação do projeto será realizada através de apuração, pelos grupos 
instaldos , pelos conselhos escolares, do engajamento das APMs, dos pais, professores , 
especialista da educação e gestores escolares no desenvolvimento das atividades 
realizadas pelos grupos e pelo reflex que venha a sutir no relacionamento familiar e 
mudanças de comportamento dos alunos na escola. 
Verifjca-se a cada dia uma maior ormssao dos pai~1 em relação aos 
fübos, que estào a se eximir de todo o processo educativo de nossos jovens , 
deixabndo essa atribuição como única e exclusiva fuuçüo das inst.il.uiçües educativa:-;. 
Tal conduta deve-se a vários fatores , todos eles fruto de uma nova 
vjdu soda] que se apresenta , 1müto mais individuabsta e preocupada com o capital , 
do qm~ iteressada no ser humano. 
Conjuga-se a isso a falta de recursos para a sabsfaçào das 
necessidades familiares; a falta de tempo para o relacionamento doméstico; a 
diversidade c11Jtural entre pais e filhos ; prematmo desenvolvimento. principalmente 
sexual e de maus háhitos{álcool, tabaco, drogas) alavancado pelos meios de 
comunicação de massa ; o equ1voco na compreensão de direitos e obrigações de pais 
e filhos, enfim, todas aquelas circustancias que têm se apresentado às famílias corno 
novidades no relacionarnenlo e que nào mais podem ser superadas apenas com 
imposições , determinações , métodos de educação superados com a ext.inçào da 
subnüssào absoluta dos filhos aos pais. 
Por outro Jado. a escola nào _pode assumir este Jmpel , que nào é da 
escola e sim da famíJia.. A Escola deve preservar princípios , valores e limites mas sua 
função é propordonar o crescimento intelectual , proporcionando aos educandos 
qm1lidade de ensino. A f unçào da escola deve ser reavaliada, questionada discubda , mas 
com a participação massiça dos pais, aproxünando familia, professores e gestores da 
escola pública. 
8 
4.0- Objetivo 
Oportunizar às famíhas , professores , especiallsat.as da educação e 
gestores a oporturüdade de repensar a f'unçào da farniha e da escola no processo 
educaüvo dos jovens. 
5.0- Metodologia 
Envolver toda a comunidade escolar em ações de aproximação das 
famfüas com professores , supervisores , Orientadores e gestores , 
Conscientizar as famílias de que a responsnbílidade de educar os 
filhos é da família e a escola não tem condições de assumir esta f unçào. 
Alertar os pais da necessidade de mudança ria forma de conversar 
com os filhos e sobre temas que eram tabu até pouco tempo como: sexo. drogas e 
outros. 
rnscutir com país , professores e gestores a funçào da escola e da 
necessidade da sociedade assumir a responsabilidade de parcipar do sistema educativo, 
conscienUzando a comunidade de que ela e a verdadeira dona da escola e que depende 
deJa principalmente para ter 1ima boa escola. 
Articular ações que combatam a evasào e a repetência reduzindo 
assim a exclusão. 
Criar formas de diálogo constante entre a famíla e a escola. 
famj]jar e a jnfluenc]a negatlva dos meios de comunicaçào agem de forma catastrófica 
na formação dos jovens. · 
Vivemos um período de tensões . onde as mesmas constam do Relatório da 
Unesco 1996, pag 15 e uma delas destaca: 
"A tensão entre as soluções a curto e a longo prazo, tensão eterna, mas ahmentada 
hoje em dia pelo domínio do efêmero e do instantâneo, num contexto onde o excesso 
de informações e emoções efêmeras leva a uma constante conscentraçào sobre os 
problemas imediatos .As opiniões pretendem respostas e soluções rápidas . qundo 
munitos dos problemas enfrentados necessitam de uma estratégia paciente , que passe 
pela concentração e negociações sobre as reformas a executar." 
Não há dúvidas. o trabalho a executar deve ser paciente, sistemático e a 
longo prazo. A maioria dos pais não se encaixam no novo contexto social. Não estão 
aptos a falar sobre os questinamentos e angusbas da juventude, pois foram educados 
em outra época , e o discurso que aprenderam com seus pais e avós já não serve mais 
para os dias de hoje. Predzamos portanto, num trabalho sistemábco reaprender como 
falar com os filhos, numa linguagem que venha de encontro aos novos tempos. 
3.0- JUSTIF1CATIVA 
Pyaget afirma que a criança forma seu caráter no período da gestação 
até aproximadamente 7 anos de idade. Vigostski , afirma que o ser humano é fruto do 
meio em que vive . Se o ser humano forma seu caráter até os 7 anos de idade e se 
o ser humano é fruto do meio em que vive, considerando estas afimações e 
considerando que neste perfodo da gestação ao sete anos a cr1ança está quse que 
exclusivamente com a família , afirmamos que a família é a responsável pela 
educação. 
Princípios, valores, límítes . devem ser criados e estabelecidos pela família. 
não só no djscurso , mas nos exemplos . Os pajs são pontq de referência, e tornam-se 
espelho para os fílhos. Os filhos , muitas vezes até inconscientemente, imitam os pais, 
em suas ações. atitudes . formas de pensar e formas de agir. O comportamento dos pais 
é fator quase que decisivo na formação do caráter dos filhos. 
O AMOR dos pais pelos filhos deve ser algo transparente , demosntrado 
através de palavras, mas principalmente por atos de afeto , carinho e compreensão. Os 
filhos precisam saber que eles são a coisa mais importante do mundo para seus pais. 
O diálogo franco e frequente é imprescindível entre pais e filhos.no 
entanto, o diálogo tornou-se dificil, pois a maioria dos pais tiveram uma educação 
patrialcal, diferente da problemática do mundo moderno e não estão absolutamente 
preparados para tratar de assuntos que hoje não podem ser deixados de lado como: 
sexualidade , drogas , afetividade, doenças transmitidas através do sexo e até mesmo a 
gravidez preco'ce e outros. Os pais predsam ser re8cilados para adotarem um novo 
discorso que soe bem aos ouvidos dos jovens. 

Terça-feira, 4 de junho de 2002 
fórum de Pais em Magueirinha 
\ No último sábado, foi 
_ealizado no CTG 
esteada dos Tropeiros, 
;m Mangueirinha, o pri￾eiro Fórum Regional de 
lis. O evento reuniu 15 
da 
icrorregião de Pato 
ranco, e teve por objeti￾p esclarecer para os pais, 
ue participam da Asso￾iação de Pais e Mestres 
··• PM) e que estão diari￾ente integrados com a 
'da escolar de seus fi-
. os, dúvidas sobre a sua 
,articipação na escola. 
·, Segundo a diretora 
eia! da Associação das 
amílias Apemeanas do 
úcleo de Pato Branco 
' fanpb), Marilene 
e ')astiani Colla, a parti-
,, ação foi ótima e os ob-
''.tivos traçados foram ai-
, çados. "Nos sentimos 
uito felizes ao chegar 
Magueirinha e ver a 
pantidade de pessoas 
µe estavam chegando 
·. a participar de evento. 
presença foi boa, todos 
demonstraram interes-
. os e tentaram sanar, de 
· uma forma, as dúvidas 
e tinham", ressai ta 
'Iene. 
' Um dos objetivos dos 
Marilene diz que a 
participação no evento 
foi boa 
encontro foi o de integrar 
a família à escola. Segun￾do a chefe do Núcleo Re￾gional de Educação, Ana 
Séres Comin, a Secretaria 
de Educação do Paraná 
está desenvolvendo inú￾meras ações para favore￾cer essa parceria. "A se￾cretaria está interessada 
nessa integração, por isso 
seminários, reuniões e 
fóruns estão sendo orga￾nizados regularmente to￾dos com o propósito de 
promover a interação", 
afirma Ana Séres . 
Participaram do even￾to, além dos pais, direto￾res e professores, inúme￾ras autoridades de respal￾do estadual que se 
monstraram interessadas 
em auxiliar nos trabalhos, 
sociedade em geral e pre￾sidentes de outras associ￾ações paranaenses. 
O encontro teve pa￾lestras que possibilitaram 
uma noção maior de qua￾lidade de vida e gestão 
compartilhada, ministra￾das pelo professor 
Rubens Portugal, Houve 
também um maior escla￾recimento de como deve 
ser apresentada a presta￾ção de contas das APMs, 
com um técnico do Tribu￾nal de Contas do Paraná e 
palestra sobre cidadania e 
protagonismo juvenil. 
Marilene ressalta a impor￾tância da palestra sobre a 
prestação de contas, di￾zendo que "precisamos 
obter a negativa de nos￾sas prestações junto ao 
Tribunal de Contas, para 
que continuemos rece￾bendo os recursos para em￾pregarmos em melhorias 
nos colégios", sintetiza. 
Criação de uma federação 
Outro projeto da Secretaria de Educação do Es￾tado, de acordo com Ana Séres,' é o de criar uma fe￾deração paranaense de pais, para que as forças sejam 
unidas e a fim de que haja um maior fortalecimento 
no Estadô. 
Ana Séres destaca ainda que agora essas discus￾sões continuarão sendo realizadas nos distritos. O 
Núcleo de Educação ele Pato Branco conta atualmente 
com quatro distritos - Palmas, Pato Branco, São João 
e Coronel Vivida -, que se reunirão e discutirão os 
problemas encontrados nas escolas para que, poste￾riormente, os coordenadores possam discutir esses 
assuntos em uma reunião geral com os coordenado￾res dos outros distritos. 
Marilene destaca ainda o emprenho dos 
magueirianos para que o encontro se realizasse. "Tan￾to a prefeitura, quanto a Secretaria de Educação do 
Município e munícipes contribuíram efetivamente 
para o sucesso do fórum", finaliza. 
MANGUEIRINHA REALIZA 1Q FÓRUM REGIONAL DE APM'S 
DO NÚCLEO REGIONAL DE EDUCAÇÃO DE PATO 
BRANCO, EM PARCERIA COM A PREFEITURA MUNICIPAL 
DE MANGUEIRINHA AFANPB I SEED I NRE PATO BRANCO. 
Dia 1• de Junho de 2002, realizou-se em 
Mangueirinha o 1• Fórum Regional de APM'S, do 
Núcleo Regional de Educação de Pato Branco, em 
conlribuam para o enriquecimento curricular da 
sua escola. 
·:· Fiscalizar a execução das políticas públicas. 
parceria com a Prefeilura Municipal de O Fórum teve a seguinte programação: 
ME1ngueirinha e AFANPB -Associação das Famfllas 
Aperneanas do NRE de Palo Branco. 
O enconlro leve como principal objetivo, 
propor o debEtte pEtra: 
•:• Aproximar os pais das escolas dos seus filhos; 
·!· Estimular parcerias com empresas , entidades 
e cidadões, para realizar ações ern benefício 
da escola; 
·:· Paleslra: Gestão Compartilhada. 
Proferida por Rubens Junqueira Portugal 
SE E D/Paraná. 
·:· Presfrlção de Contas; 
Gilbe110 Tragancln Tribunal de Contàs. 
·:· Procedimentos: Mobilização e Cidadania 
Proferida por Tânia do Racio de Carnargo 
Santos Ouvldoria I SEED. 
·:· Conhecer melhor as comunidades para •!• Qualidade de Vida 
sensibilizá-las para o grande desafio de Aplicada pelo professor de artes João Carlos 
melhoria da Educação Pública. Oliveira ( Faxinai do Céu). 
•!• Para fortalecimento e expansão das Contamos tarnbérn corn a presença da Equipe da 
Associações de APM' S, ou seja, o ambião de SEED, do Deputado Federal lvanio Guerra, do Ex￾Federações de Pais, surgindo como cnnais de Chefe da Casn Civil do Paraná .Sr. Alceni Guerra, 
comonicações mais eficazes com a Secretaria prefeitos e secretários dos municípios que fazem 
de Estado da Educação. parte do NRE de Pato Branco. 
·!· Promover o desenvolvimento de um programa Diretore~ e professores das escolas Estaduais e 
de incentivo, e parcerias no fünbito da SEED e Municipais dos municípios que fazem parte do NRE 
das escolas. de Pato Branco e dos diretores, professores e pais 
·:· Fort<ilecer a participRçiío dos pais e da da comw1idade Mar1gueirense. 
comunidade na vida escolar, de forma a O Prefeito Municipal, Miguel Carlos 
contribuir para a aprendizagem dos alunos. Rodrigues de Aguiar e Vice, Manoel Aparecido 
•!• Promover n incentivar ações junto aos pais e a Almeida e Equipe agradece, a todos que 
comunid<ide ao redor da escola. contribuíiam para o sucesso desse evento, que 
•!· Ser um elo de integração no processo da muito en9randeceu a nossa comunidade. 
Educação participativa, consciente e reflexiva. . " Importante na Escola não é só estudar, 
•!• Integrar uma gestão compartilhada, entre a não é só trabalhar. 
direção da escola e APM. É também criar laços de amizade, 
•!• Promover o debate com a sociedade os rumos É criar ambiente de camaradagem, 
da Educação nos municípios. É conviver, é se amarrar nela ". 
•!• Promover eventos, palestras e atividades que " Educador Paulo Freire " 
PREFEITURA MUNICIPAL IJF, llONORIO SF:RPA 
ESTADO IJO PARANÁ 
E<litnl de Lidfnção - Thnuuln de Prrço 02/2002 
Tipo: F:ntprl'ilndn ( ;1ohnJ 
RFSUMO 
A Prcfc1turn. Municipal de Honório Scrpn, E!\tado do Pnran!í, 
setor de Licilaçõcs, toma p1íhlico aos inrcrcssados, que forfi 
rcali7,ar no 1 :'i" din np6s a p11blicm;fül dc.o.;1c Edil:-.1, scll'ção 
de propo.o.;t;ts p<tra cxccuçílo de 36.749,691111 de Cnlçnnientn 
com pedra~ irregulArt>s, no ln~cho Coamo à Localidade de 
São Migu{".1, divisn. c.~omo Município de Mangncírinha- PR. 
Maiores i11formações sobre este Edital, podcrfü, ser obtidas 
em hod.rio normal de expcdic:-ntc pelo Tclcfax nº 
(Oxx46)245-l l 10, rmn"I 27. 
llo116rio Scrp". 10 de 11rnio de 2002 
Din;tcir Eugênio Trnmontini 
PREFEITO MUNICll't\L 
SÃO JOÃO REALIZA A 
2" ELlMINATÓRIAI>O FESTICASA 
AcontccC'u, no dia 08 de junho, no gintisio de esportes do 
Dislrilo do Nova Lourdc~. a segunda eliminatória do 
PESTICA.SA -- PC'.<>llval d;a Ctrnçl"io SanJo:uu:~n.<>c. Nesta noilc. 
aconlcet.'11 a eli111innt6ria da calr.gnrin infnntil r dn cntcgorin 
m.lultí"\ l\í"\ l\\()dalidade S(".rtancjn. Forn1n mais de 20 calouros, 
clispulnndn uma vaga para a final que acontece no dia 24 de 
julho, no Ccnrro ·Comunitário Monsenhor R~ymundo. Os 
classificados foram: Ana Paula Cerczoli (Calcgoria Infantil) 
e I>iaincc:lcr ll<,ff111n1111 e n dupla ~1fircia e Elis<1ngcla 
("c.rlaneja ad\llla). No pr6ximo diil 15 de junho, :lcontccc a 
terceira eliminal6rfri no Di~trilo de Ouro Verde. com :l 
cli!ipufn de vngns na cnlcgoria infnntil e adulta popular. 


.. 
22 , · Quinta-feira, 
29.de novembro de 2001 · D O DO POVO 
· •. ,t 1;4 Horas. de· Solidariedade". beneficiará· 1. 500 famílias 
A Campanha."14 Horas de Solidariedade" ar￾recadou 33,160 toneladas de alimentos, além de três 
toneladas de calçados, roupas e móveis, segundo 
José Aldir Vendrúsculo, diretor-administrativo da 
Rádio Itapuã. A distribuição de tudo isso será feita 
pela Ação Social de Pato Branco, que levará os ali￾mentos às famílias carentes já cadastradas na Ação 
Social e buscará, através dos presidentes de bair￾ros e agentes de saúde, outras famílias que neces￾sitem desse auxílio. 
Segundo a secretária municipal de Cidadania e 
Ação Social de Pato Branco, Arilde Teresinha Brum 
Longhi, cerca de 1.500 famílias serão beneficia~ 
das com as doações que serã~ féitas perto do Na￾tal. O presidente da Associação das Famílias 
.<t ' 
Momento de enterramento da campanha 
Apemeanas do Núcleo Regional de Educação 
(Afanpb) afirmou que Ú escolas estaduais de Pato 
'Branco .participaram da campan_ha e doaram 663 
quilos de alimentos. 
Os doadores da campanha"l4 Horas de Solidarie￾dade" receberam cupons e concorreram a 14 prêmios 
doados pela Telepar Brasil Telecom; Olga Boscatto ga￾nhou uma TV 14 polegadas; l'aís Benatto Sares rece￾beu um vídeo-game; Laura S. Ferreira, Paulo Cézar 
Martins-Melo e Emanuele Dalpra ganharam uma cafe￾teira; Vanessa Weisshemer e Adessana da Ailva tive￾ram direito a uma .bicicleta; Adernar Ferreira, Juliano 
Maier, Mateus Freire e Alceu Bertolin ganharam um 
forró; Volmir Gustavo Shineiguer, Fernando da Luz e 
·· Ribamar Junior receberam um skate cada um; Alex Ara￾újo ganhou um ferro elétrico doado pela Tomatur; e ioão 
·Paulo Ribeiro teve direito a um jogo de copos doado 
pela Lojas Colombo. 
Escolas recebem kits para rifas 
Os kits recebidos pelas escolas serão rifados para angariar fundos 
As escolas estaduais do Núcleo Re￾gional de Educação de Pato Branco re￾ceberàm, na tarde de ontem, os kits pro￾venientes da parceria entre a Secretaria 
Estadual de Educação e o Clube Atléti￾co Paranaense. Para a regional são 21 
kits, sendo que cinco ficam em Pato 
Branco, dois em Palmas e os demais 
municípios de abrangência do núcleo 
recebem um, cada. · 
Os kits são formados por uma ca￾misa oficial autografada pelos jogado￾res, um calção, um par de meiões, um 
boné e uma mochila do Clube Atlético. 
Paranaense. As escolas ficam livres 
para fazer ó que quiserem, como rifas 
para arrecadar fundos. Em alguns ca- · 
sos, as instituições terão que se reunir 
em grupos, pois o número de escolas é 
maior que o de kits recebidos. "Elas 
poderão acrescentar outros prêmios na 
rifa, aumentando a possibilidade de lu￾cros obtidos", comenta o presidente da 
Associação ·das Famílias Apemeanas -
Núcleo de Pato Branco (Afanpb), Ivo 
Tomasi. · · 
Ele explica que uma parte do va￾lor angariado será destinada para a 
Unidade do Câncer e a outra irá para 
o fundo da Afanpb. Cada escola utili￾za a sua parcela como achar mais con￾veniente. 
O valor mínimo para arrecadar com 
a rifa é de R$ 200,00. As escolas terão 
até o dia 10 dé junho para encerrar as 
promoções. "Talvez seja um valor um 
pouco caro, se for comparar com as ven￾das comerciais desses produtos, mas de￾vemos pensar que trará grandes benefí￾cios para as .escolas e outras entidades", 
acrescenta o presidente. 
Para a chefe do Núcleo Regional de 
Educação, Ana Seres Comin, a promo￾ção proporciona uma integração maior 
entre a escola, os alunos e as associa￾ções de Pais e Mestres (APMs). "Isso de￾monstra que há união entre essas partes 
e já estamos colhendo os frutos desse 
trabalho, não apenas na melhória da qua￾lidade de ensino,. mas em outras ques-
: tões sociais de nossa sociedade", 
complementa a che~e .. 
Escritório Contábil; . ·. 
Jur~f,;on (046) 225-2728 CRG PR 1796 . 
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Rua Tocantins. 2048 - Pato Branco _ 
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CARTA DE FAXINAL DO CÉU - PR 
CONSELHO NACIONAL DE SECRETÁRIOS DE ESTADO DA EDUCAÇÃO 
CONSED 
INSTITUTO BRASIL VOLUNTÁRIO - FAÇA PARTE 
INSTITUTO INTERNACIONAL PARA O DESENVOLVIMENTO DA 
CiüAü.ANiA - iiü.AC 
SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO DO PARANÁ 
Nós pais e mães reunidos no III Seminário de Cidadania - Voluntários e Ouvidores na r-...1.·-----~- ·-- 11--.: •. - .. -:_. _ _._ -'- n ___ c_,... ____ -1.-. ""\""l _ "'lr- J_ .!' •. 11 __ -'- ""'\f"\r\...,, ~----:-'-··-·------· -··-· 
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Ser um voluntário é: 
• Disponibilizar - se sem remuneração por ações determinadas. 
• Aueuild1 que µouernos nos 111ubiliLdr para ações conlilíuds, tiodndo o 4ue lemv::. 
de melhor, com amor pelo trabalho que realizamos, com responsabilidade e 
cmnpro1T1isso assumido voiui1tariamente. 
• Conhecer as realidades junto a comunidade, tendo uma visão geral das diferentes 
situações vivenciadas. 
• Trabalhar valores com as famílias em conjunto com direção e comunidade onde se 
atua. 
Que o papel e os compromissos da escola com o voluntário são: 
• Estar aberta e receptiva aos trabalhos voluntários, oferecendo condições básicas 
para o desenvolvimento das ações voluntários tendo envolvimento do corpo 
docente em relação dos projetos, esclarecendo a parte legal do voluntariado, 
firmando entre ambos um compromisso. 
• Organizar, através das APMS, um corpo de gestores das ações dos voluntários nas 
escolas. 
Considerando o exposto, nós, como pais e mães, que promovemos o voluntariado 
contribuindo com uma parcela de compromisso e patticipação com conhecimento, 
recomendamos aos participantes e a todos os governantes que se comprometam com 
políticas públicas que propiciem condições básicas ao desenvolvimento do trabalho 
voluntário. 
Pais e Mães reunidos em Faxinai do Céu. 
Município de Pinhão em 25/07 /2002. 
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Pre,,feitura :1v[unicípa[ de Pato 'Branco 
FS L\DO D() l',\J{c\l'\ .. \ 
C.\Bl.\ETE DO PlffFEITO 
LEI Nº 2.201 
Data: 25 de novembro de 2002 . 
Súmula: Institui Projeto Solidariedade Natalina no 
Município de Pato Branco . 
A Câmara Municipal de Pato Branco, Estado do Paraná, aprovou e 
eu, Prefeito Municipal, sanciono a seguinte Lei: 
Art. 1°. Fica instituído o Projeto Solidariedade Natalina no âmbito do 
Município de Pato Branco, a realizar-se na primeira semana do mês de dezembro de 
cada ano . 
Parágrafo único. O projeto a que alude esta Lei tem por finalidade 
proporcionar um Natal mais humano e fraterno, mediante arrecadação e distribuição de 
gêneros alimentícios e brinquedos à população carente do Município de Pato Branco . 
Art 2°. O Projeto Solidariedade Natalina será organizado e coordenado 
pela Secretaria Municipal e Ação Social e Cidadania, dele podendo participar 
entidades, empresas, instituições religiosas e clubes de serviços . 
Art. 3°. A distribuição será realizada na semana que antecede o Natal, 
obedecido cadastramento específico a ser efetivado pela Secretaria Municipal de Ação 
Social e Cidadania . 
Art. 4°. Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação, revogadas as 
disposições em contrário . 
Esta Lei decorre do Projeto de Lei nº 91/2002, de autoria do vereador 
Agustinho Rossi. 
Gabinete do Prefeito Municipal de Pato Branco, em 25 de novembro de 
2002. ·7 
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Clóvis sr. o Padoan 
Prefeito Municípal 

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