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materia nº 12/2000

Tipo Projeto de Decreto Legislativo
Número / Ano 12 / 2000
Date 2000-12-15
EmentaConcede Título de Cidadão Honorário de Pato Branco ao Ilustríssimo Senhor Germano Corona.
native_id13227

Autoria

Tramitação (latest 1)

DateStatusTurnoTexto
2021-02-11 Arquivado F Projeto de Decreto Legislativo cadastrado pelo Departamento Legislativo no ano de 2021.

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texto original #

status: extracted · method: native · backend: pypdfium2 · confidence: 1.00 · pages: 21

itt Mnf1- ú~ íl". ~:010" ---~·«.·•··---~ .. ·~~···-··-~ '-~----... ~ .. ~--.. --
PROJETO DE DECRETO LEGISLATIVO Nº 12/2000 
RECEBIDO EM: 15 de dezembro de 2000 
Nº DO PROJETO DE DECRETO LEGISLATIVO: 12/2000 
SÚMULA: Concede Título de Cidadão Honorário de Pato Branco ao Ilustríssimo Senhor 
Germano Corona 
AUTOR: vereador Agustínho Rossi - PDT 
LEITURA EM PLENÁRIO DIA: 19 de dezembro de 2000 
VOTAÇÃO SECRETA - QUORUM 2/3 (dois terços) 
PRIMEIRA VOTAÇÃO REALIZADA EM: 19 de dezembro de 2000, aprovado com 13 
(treze) votos a favor e 02 (duas) ausência (sessão extraordinária) 
Ausentes os vereadores Afonso Ferreira de Almeida-PMDB e Aldir Vendruscolo-PFL 
SEGUNDA VOTAÇÃO REALIZADA EM: 20de dezembro de 2000 - aprovado com 11 
(onze) votos a favor, 04 (quatro) ausências (sessão extraordinária) 
Ausentes os vereadores Aldir Vendruscolo-PFL, Laurinha Luiza Dall'Igna-PPB, Orceli 
Alves Martins-PFL e Roberto Carlos Chioquetta-PPS 
DECRETO LEGISLATIVO Nº: 12/2000 de 20 de dezembro de 2000 
PUBLICADA: Jornal Diário do Povo - Edição nº 2439 do dia 27 de dezembro de 2000 
ANO XIV EDIÇ.!TO 2439 
PATO BRANCO, QUARTA-FEIRA, 27 DE DEZEMBRO DE 2000 
CÂMARA MUNICIPAL DE PATO BRANCO- PR 
ERRATA 
CÂl\lARA J\'IUNICil'AL DE PATO BRANCO 
o Decreto Legislattvo 11° l 0/2000, de J 9 de dezembro de 2000, que concede 
Título de Cidadão Honorárío de Pato Branco ao Excelentí.ssimo Senhor Senador 
da República Eduardo Matarazzo Suplicy; está sendo pubhcado no~ame_nte t~ndo 
em vista que 0 número correto é 1112000, bem con:o o Decre_to L:g1slat1vo, ~ 11 / 
2000 d 20 de dezembro de 2000, que concede Titulo de Ctdadao Honoran~ de 
Pato Br~nco ao Ilustríssimo Senh<?r Gennano Carona, o número correto é 12/2000 
CÂMARA MUNICIPAL DE PATO BRANCO - PR 
DECRETO LEGISLATIVO N' 12/2000 
DE 20 DEZEMBRO DE 2000 
Súmula: Concede Título de Cidadão Honorário de Pato Branco ao Ilustríssimo 
Senhor Germano Carona 
Art l 0 
- Fica concedido o Titulo de Cidadão Honorário de Pato Branco ao 
Ilustríssimo Senhor Germano Carona. 
Art 2º - Revogadas as disposições em contrário, este Decreto Legislativo 
entra em vigor na data de sua publicação. 
Pato Branco, aos 20 dias do mês de dezembro de 2000. 
GILMAR LllIZ ARCAR! - Presidente 
Estado do Paraná 
DECRETO LEGISLATIVO Nº 12/2000, 
DE 20 DEZEMBRO DE 2000. 
Súmula: Concede Título de Cidadão Honorário de Pato Branco 
ao Ilustríssimo Senhor Germano Corona. 
Art. 1° - Fica concedido o Título de Cidadão Honorário de Pato Branco 
ao Ilustríssimo Senhor Germano Corona. 
Art. 2º - Revogadas as disposições em contrário, este Decreto 
Legislativo entra em vigor na data de sua publicação. 
Pato Branco, aos 20 dias do mês de dezembro de 2000. 
GILMAR~RCARI PR~~~~TE 
Rua Ararigbóia, 491 Telefax (046) 224-2243 85505-C30 Pato Branco Paraná 
'!,. ~: . ·~'~ 1.'\', 1'-;; ··---·-··.· ~-... , ... -----.------~~" 
,,, : .. \1.;i C6 
. '-----~ :· ~~ i CÂMARA MUNICIPAL DE PATO BRANtt}"' ~ :.:....;e~;/ 
~~D lfü~ :\7:~_çy- ..__ __ ~-·-
Estado do Paraná 
ERRATA 
CÂMARA MUNICIPAL DE PATO BRANCO 
O Decreto Legislativo nº 10/2000, de 19 de dezembro de 2000, que concede 
Título de Cidadão Honorário de Pato Branco ao Excelentíssimo Senhor Senador da República 
Eduardo Matarazzo Suplicy, está sendo publicado novamente tendo em vista que o número 
correto é 11/2000, bem como o Decreto Legislativo nº 11/2000, de 20 de dezembro de 2000, 
que concede Título de Cidadão Honorário de Pato Branco ao Ilustríssimo Senhor Germano 
Corona, o número correto é 12/2000. 
Rua Ararigbóia, 491 Telefax (046) 224-2243 85505-030 Pato Branco Paraná 
i 
j ' ,/ 
ANO XIV EDIÇÃO 2437 
C. MV1111. li!f1 li"', ~'.1:1111!. •N-•••••-•-••••·-·-••-•·----_,_, .. <;.º'<"·-i-'-
PATO BRANCO, SEXTA-FEIRA, 22 DE DEZEMBRO DE 2000 
CÂMARAMUNICIPALDE PATO BRANCO -PR 
DECRETO LEGISLATIVO Nº 11/2000 
DE 20 DEZEMBRO DE 2000 
Súmula: Concede Titulo de Cidadão Honorário de Pato Branco ao Ilustríssimo Senhor 
Gennano Carona. 
At1 lº - Fica concedido o Titulo de Cidadão Honorá1io de Pato Branco ao Ilushíssirno 
Senhor Germano Carona. 
Art 2º - Revogadas as disposições em contrário, este Decreto Legislativo entra em vigor 
na dat<: de sua publicação 
Pato Branco, aos 20 dias do mês de dezembro de 2000. 
GILMAR LUIZ ARCAR! - Presidente 
- ·--·--·-··-................ ..·-!, 
Pato Branco, 19 de dezembro de 2000. 
Senhor Vereador: 
Conforme correspondência desta data, informo que aceito com 
muita satisfação e orgulho a honraria proposta por V.Exª, concedida através do 
Projeto de Decreto Legislativo nº 12/2000, que concede-me o Título de 
Cidadão Honorário da Cidade de Pato Branco. 
Atenciosamente. 
Senhor 
Agustinho Rossi 
Vereador- PDT 
PATO BRANCO- PR 
Estado do Paraná 
COMISSÃO DE REPRESENTAÇÃO 
PARECER AO PROJETO DE DECRETO LEGISLATIVO Nº 12/2000 
Através do Projeto de Lei em epígrafe, pretende o vereador Agustinho 
Rossi - PDT, obter autorização legislativa para conceder Título de Cidadão 
Honorário de Pato Branco ao I1ustríssimo Senhor GERMANO CORONA. 
Natural de Sananduva, na época Distrito de Lagoa Vennelha-RS, 
GERMANO CORONA nasceu em 29 de setembro de 1926 filho de 
Reinaldo Corona e Dona Hercília Rossi. É casado com Dona ADELINDE 
MARIA, que lhe deu os filhos: MARIA LÚCIA, CARLOS ALBERTO, 
PAULO ANTÔNIO, GISELDA, SILVANA, 
RICARDO e SANDRO. 
Pioneiro pato-branquense, sempre trabalhando pelo 
rlPsenvAhTllYIP.ntA rlA lYlllnlí'lpl'o fAl \Terp.,;idor n,;is lPCTld,;ituras· J Q"6 a' 1960·, ~""" ...__. \' '-'-'- \' _._.._..__._..._ .. _.._....., '-l-V .l...L..L""'-_.1._..l..l."-'.l. ' .l.'\.Jl ..1. "'"'""" ..L.1.L-1- ..._....,b..LU..IL-1-'- • ..._-' .J 
1960 à 1964; 1964 à 1969; 1969 à 1973; 1977 à 1983; 1983 à 1988; 1989 à 
1992; 1997 à 2000. 
Pela atuação e defesa aos direitos da sociedade, amizade, 
respeito e consideração merece ser um cidadão pato-bamquense. 
Portanto, após analisar a matéria, emitimos parecer favorável a 
sua tramitação e aprovação. 
Pato Branco, 
eges Henrique Pallaoro-PDT 
Rua Ararigbóia, 491 Telefax (046) 224-2243 85505-030 Pato Branco Paraná 
'""!"'· XL''- .... G';).._. ..... " 
CÂMARA MUNICIPAL DE PATO BRAN~~t:--··· 
Estado do Paraná 
EXMO. SR. 
GILMAR LUIZ ARCAR! 
DD. PRESIDENTE DA CÂMARA MUNICIPAL DE PATO BRANCO. 
O Vereador infra-assinado, AGUSTiNHO ROSSI - PDT, no uso de suas 
prerrogativas regimentais e com fundamento no artigo 14, inciso XXII! da 
Lei Orgânica Municipal, apresenta para a apreciação do douto Plenário 
desta Casa de Leis e solicita o apoio dos nobres pares para a aprovação 
do seguinte Projeto de Decreto Legislativo: 
PROJETO DE DECRETO LEGISLATIVO Nº 012/2000 
Súmula: Concede Título de Cidadão Honorário ao llmo. 
Sr. Germano Corona. 
Art. 1 º - Fica concedido Título de Cidadão Honorário de 
Pato Branco ao limo. Sr. Germano Corona. 
Art. 2° Revogadas as disposições em contrário, este 
Decreto Legislativo entrará em vigor na data de sua publicação. 
Nestes termos, p, de deferimento. 
Pato Branco, 1 embro de 2.000. 
-V~dorPDT 
Rua Ararigbóia, 491 Telefax (046) 224-2243 85505-030 Pato Branco Paraná 
···-. ·-··········-·· 
. n,,,_ w:: _____ Qj_ 
.····----~- CÂMARA MUNICIPAL DE PATO BRANCO--"':; .. ;:, __ ·· ·· 
Estado do Paraná 
ASSESSORIA JlJRÍDJCA 
PARECER AO PROJETO DE DECRETO LEGISLATIVO Nº 012/2000 
Pretende a ilustre Vereador Agustinho Rossi - PDT , subscritor do Projeto de 
Decreto Legislativo em epígrafe, obter o apoio do douto Plenário desta Casa de 
Leis, para conceder Título de Cidadão Honorário de Pato Branco ao Ilustríssimo 
Senhor GERMANO CORONA, apresentando para tanto, justificativas escritas 
que evidenciam o mérito da homenagem a ser outorgada. 
A proposição encontra-se amparada na nonna contida no artigo 14, inciso XXHI da 
Lei Orgânica do Município de Pato Branco e no artigo 212 do Regimento I ntemo 
desta Casa de Leis, estando portanto apta a seguir sua regular tramitação, 
competindo ao plenário deliberar sob o ponto de vista de mérito. 
É o parecer, SALVO MELHOR JUÍZO. 
Pato Branco, 15 de dezembro de 2.000 . 
• ,"'1 . 12-0 ) .. ..-a/~'-" ·'Ü . .... .. -~.-·-' 
. 
Jose Renato Monteiro do Rosário 
Assessor Jurídico 
Rua Ararigbóia, 491 Telefax (046) 224-2243 85505-030 Pato Branco Paraná 

\_) 
1 i ~ 
i ('·:: 
\, ' 
-----~...2_--~-~----- ~--------
----· -~· -···----- --·---~--~-'---'1 
A O P O V O D E 
P ATO B R A N CO 
(SÍNTESE DE MINHA ATUAÇÃO NA CÂMARA MUNICIPAL) 
l 977 "' 1 981 
GERMANO CORONA 
VEREADóR - PMDB 
I N D I C E 
------------------------------- ) que representa a Câmara Municipal --------
~uto-biografia - Germano Corona - ----------
?roposições aprovadas ----------------------
rribuna Livre -Comissão de Industrialização￾POSIÇÕES ASSUMIDAS NA LUTA PARLAMENTAR / 
Sistema de Ensino ---~----------------------
Habitação Popular ---~----------------------
Jesemprego ----------·---------------------- Suinocultura --------~----------------------
PRONUNCIAMENTOS 
?robleroas brasileiros ----------------------
3uinocultura - Proteção - ------------------
?roposições aprovadas em Plenário ----------
************* 
3 
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17 
PATO BRANCO_, MAIO DE 1.982 
AO MEU POVO 
Ao longo desses anos de luta parlame~ 
tar, dediquéi a maior parte de minha vida e atua 
çao na Câmara Municipal às causas do meu povo e 
de meu município, 
Entendo, qµe só desta forma posso retr! 
buir àqueles que me prestigiaram e em mim depos! 
taram a sua confiança, através de um voto democrá 
tico. 
Durante toda a minha carreira politica 
jamàis esqueci dos meus deveres, dos compromissos 
e da fidelidade que assumi em juramento com as o￾posições da nação brasileira é com o povo do meu 
município no sentido de lutar até o fim pela res 
tauração da democracia plena e da liberdade.Foram 
esses caminhos que escolhi e Se tivesse que rep~ 
tir tudo outra vez, seguiria pelo mesmo caminho •. 
Sendo assim, ofereço com todo o cari 
nho e respeito, ao querido povo de Pato Branco,e~ 
ta sinopse sobre a minha atúacão e trabalho como 
vereador de oposição na Câmara Municipal. 
GERMANO CORONA (PMDB-PR.) 
O QUE_B_EPRE~ENTA_{LÇ_b(jAR_A_fjUNJ_.Çl PA!,. 
A Câmara Municipal nas comunas brasilei 
ras, representa o primeiro órgão do governo,ou s~ 
ja, o Poder Legislativo, sem o qual a administra 
ção pública, não teria sentido e seria exercid~ 
nao sob os ditames da lei, mas sob o paternalismo 
político dos pescadores de águas turvas. 
Daí não ser nada fácil o exercício do 
Poder Legislativo pelas Câmaras Municipais, cuja 
atuação nem sempre é bem compreendida, especia! 
mente pelos que desejam leis elaboradas a ~u go~ 
to e nao ao gosto dos interesses legitimas do p~ 
vo. 
A função do vereador é de fundamental 
importância no desenvolvimento do município, seja 
pela aprovação de projetos que vem beneficiar a 
comunidade, seja na fiscalização da coisa públ~ 
ca. 
o povo manifesta a sua vontade através e. 
do vereador que sempre está atento ãs necessida 
des da comunidade, principalmente no interior, º!!. 
de desempenha muitas vezes o papel de assistente 
social, onde emprega toda a sua potencialidade,c~ 
nhecimentos e capacidade de compreender as reais 
necessidades do povo. 
Assim, o vereador é "a mola mestra que 
impulsiona o progresso de sua comunidade". 
4 
GERMANO CORONA ( PMDB-PR.) 
Natural de Lªgoa Vermelha,ml.li1icípio do 
Rio Grande do Sul, Germano Corona nasceu em 29 de 
setembro de 1 926, filho de Reinaldo Corona e Dn~ 
Hercilia Rossi. 
f; casado com Dna. Adelinde Maria que 
lhe deu os filhos:- MARIA LÚCIA, CARLOS ROBERTO , 
PAULO ROGÉRIO, LUIZ ANTONIO, GIZELDA, SILYANA, Rl 
CARDO E SANDRO, 
Nas Últimas eleições, concorreu pelo 
MDB, tendo sido o vereador mais votado -1.269 VO 
tos. Em plenário, sua atuação é das mais marcan-' 
tes, suas batalhas verbais mostram a firmeza e .a 
simplicidade dé seu caráter. Assume com desenvol￾tura o papel de oposicionista, o que fez ser 
peitado e admirado pelos seus pares. 
res 
Sua vida profissional é dedicada ao ra 
mo imobiliário e à política, tendo já exercido 
funções públicas. Pela grande amizade, respeito e 
consideração conquistou a vereança por 5 vezes, 
construindo desta forma uma grande tradição poli: 
tica e prestígio eleitoral. Eleito Presidente do 
Legislativo i)atobranguense, 01·1·e ~n t ou seu · comport-9: 
menta e sua luta, para a conquista de Objetivos • 
de fundo eminentemente social, o povo e sua 
de preocupacão. 
gra_!! 
5 
PROPOSIÇÕES APROVADAS 
Durante toda sua trajetória polltica 
Germano Coróna prestou e está prestando inestimá￾veis serviços à coletividade, suas proposições g~ 
ram em torno de:ESCOLAS EM BAIRROS, PRACAS PÜBLl 
CAS E CANCHàS ESPORTIVAS1ASFALTAMENTO E CALCAMEN￾TO DE RUAS, MELHORIAS NO SISTEMA DE IU.lMINACÃO P.Q 
BLICA, SISTÊMA DE ABASTECIMENTO DE AGUA EM TODOS 
OS BAIRROS DA CIDADE DE PATO BRANCO E DISTRITO DE 
BOM SUCESSO) TELEFONES PÚBLICOS, DESFAVELAMENTO , 
MELHORIAS NAS ESTRADAS DO INTERIOR DO MUNICfPIO,A 
GILIZAÇÃO NO PROCESSO DE INDUSTRIALIZAÇÃO{ MELHQ 
RIAS NO SISTEMA VIÁRIO E ESTACIONAMENTO NA ÁREA 
CENTRAL DA CIDADE, CAMPANHAS DE COMBATE A FORMIGA 
MINEIRA NAS ÁREAS RURAIS, SISTEMA DE ESGOTOS, CAM 
PANHAS DE PRESERVAÇÃO DAS ÁREAS VERDES, BEBEDOU￾ROS E SAN.I'TÁRIOS PÚBLICOS, MELHORIAS SALARIAIS 
AOS FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS, enfim, onde quer que 
exista uma obra pública beneficiando a comunidade, Ó' 
a luta e o esforço desse incansável vereador 1 se 
somou a realização desta. 
Germano Carona, é, portanto, um polit~ 
co comprometido com a busca da liberdade, dignid~ 
de· e participq.cão ao povo, dando a este 1 o verda￾deiro valor que merece. 
6 
.L977 l 981 
- 230 1 '1 1 •• 1. PROPOSIÇÕES APROVADAS 
60 1 ••• 1 ••• P RON UNC I AMEN TOS 
10 1 1. 1 •••• MENSAGENS ALUSIVAS 
13 1 1 • ~ • 1 • • PROJETOS DE LEI 
TRIBUNA LJVRE 
Foi durante a sua gestão como Presiden 
te da Câmara Municipal é que foi criada a Tribuna 
Livre, que veio a dar oportunidade ao povo de ma 
nifestar sua vontade. 
Este ato democrático é pioneiro em todo 
o Paraná e quiCá no Brasil, desde a sua criaçâo,a 
Tribuna Livre já foi usada por mais de lima dezena 
de pessoas que trouxeram a debate, problemas con 
siderados de fundamental importância para o desen 
volvimento de Pato Branco. 
COMISSÃO DE INDUSTRIAU ZAÇÃO 
Através de um seu requerimento,foi cria 
da a COMISSÃO DE INDUSTRIALIZAÇÃO, formada por 
membros dos Poderes Executivo, Legislativo e em 
presários. 
Nessé aspecto, Germano Corona su$tenta 
a necessidade de uma reforma agrária completa e 
um programa de industrialização municipalista,com 
7 
medidas indispens<iveis para fixar o hórt1em no 
po ou na cidade e assim :tesolver o "gritante 
blema do desemprego e subemprego, que há três 
cam 
pr~ 
dé 
cadas não para de crescer no Brasil, mergulhando' 
na miséria absoluta legiões de brasileiros e g~ 
rando intranquilidade nas cidades pelas suas con 
sequências", entre estas destaca: MARGINALIDADE 
E FAVELAMENTO￾Ne$se sentido, Germano Corona aprese~ 
tou proposição pedindo a reativação da IOSSA S/A. 
-indústria peto-branquen$e produtora de ÓYéo veg~ 
tal e que teve sua massa falida adquirida pela 
Cooperativa Agro~pecuária Guarani Ltda. -CAPEG.-. 
**************** 
POSIÇÕES ASSUMIDAS NA LUTA PARLN~ENTAR 
SISTEMA DE ENSINO: 
Entendo que o sistema de ensino não so 
em Pato Branco como em toda a Nação brasileira es 
tá ém crise, o mal que afeta a Nação atinge fron 
talmente a educação do povo, principalmente po~ 
que a educação liberta o homem, abre e aumenta o 
poder cj::-ítico, amplia a visão do ser humano. 
Sendo.um ponto fundamental na constru 
ção de uma nova sociedade, não como pretexto de 
' t 
se chégar ao poder, mas como ponto básico de qua.!. 
quer regime interessado na construção de urna dem2 
cracia, que compatibilize desenvolvimento, liber￾dade, igualdade e justica social. 
o Decreto Federal que impediu o estuda~ 
te de fazer política, castrou os seus direitós e 
alienou suas mentes não dando a estes a oportuni￾dade de uma participação efetiva na condução dos 
destinos da Nação brasileira. 
***************** 
HABII~P POPULAR 
Em Pato Branco como em todo o Brasil, 
o programa de habitação popular estâ. fracassando, 
a promessa de solucionar ó deficit habitacional • 
não deu certo e dezenas dé casas estão fechadas 
por falta de compradores que não tem ren.da 
ciente para pagar a casa própria. 
sufi 
Por várias vezes na Câmara Municipal, ' 
Germano Corona defendeu a necessidade de se criar 
preços especiais, observat1do-se o grâu de endivi 
damento dos trabalhadores interessados na aquis! 
ção do imóvel. 
Por fim, Germano Corona consiqera indis 
pensável para o efetivo sentido popular do pr~gr~, 
ma l1abitacional a participação das associações de 
bairros, dos partidos, das organizações religi~ 
sas no processo de decisiio é planejamento da habi 
tação popular. 
** * * **"t-*** ** ** * 
DESEMPREGO 
O Vereador Germano Carona entende que 
é impossível disassociar o problema desemprego do 
fenômeho migração. 
Com efeito, o agravamente do desemprego 
e subemprego urbano em Pato Branco coincidJ com a 
aceleração do êxodo rural, a partir da década de 
5-0, e com intensidade ainda maior na de 70. 
Pato Branco urbanizou'-'.Se e o rittic· 
industrialização não acompanhou esse processo. 
da 
Um processo de industrialização aceler~ 
do poderia absorver uma parte dos contingentes de 
mão-de~obra expulsa da zona rural, emigrada para 
a periferia de Pato Branco. Mas aqui, o processo' 
é precário, tímido, estã longe de atender ãs ne 
cessidades da população. · 
Assim, o trabalhador vê-se diante de um 
dilema anti-social e antinatural. Este é o dilema 
de infuneras familias pob1-es que estão amontoadas' 
na periferia e em situação de miséria absoluta. 
10 
Germano Corona acredita que um programa 
de industrialização planejado e obedecendo a pol! 
ticas de desenvolvimento bem definidas como por 
exemplo:"PROGRAMAS PARALELOS DE FORMAÇÃO DE MÃO￾DE-OBRA", traria mais progresso e bem-eBtar a nos 
sa cidade, barbarizada por um desenvolvimentá a￾nárquico e desumano. 
SU I NOCU LIURA 
A suinocultura na região Sudoeste do Pa 
rana contribui, em muito, para a garantia de so￾brevivência do pequeno proprietário rural, é esta, 
responsável pelá manutenção do minifúndio produt~ 
vo, caracterlstica desta região. 
A suinocultura colabora, efetivamente , 
para a fixação do homem ã terra e evita o êxodo 
rural. Mas o pequeno proprietário rural tem sofri 
do abalos e crises com muita frequência, devido 
quase sempre aos erros ou desmandos deste Governo 
ineficiente. 
Será necessária uma tomad~ de posição ' 
do governo para amparar melhor esta classe sofri￾da, que sejam fixados preços justos para a comer￾cialização e política mais humana para que o pr~ 
dutor convenientemente estimulado e assistido se 
fixe à terra e evite o êxodo rural. 
f'B.ONUNC IAME/HO~ 
DISCURSO FElTO DURANTE SESSÃO NA CÂMARA MUNICIÇAL 
PROBLEMAS BRASILEIROS: 
senhor Presidente Srs. Vereadores. 
Hoje vivemos dias difíceis, até este Go 
1rerno de força reconhece o fato. Mas, ao que par:= 
ce não está e nem vai envidar todos os esforços ' 
para superar esta crise brasileirá .. Faltá austeri 
dade aos homens que dirigem este Pais. 
Estamos vivendo uma inflação gâ'Íopante 
que já atingiu a muito, a casa do$ três dígitos,a 
gasolina sofre bruscos aumentos mensais, o custo 
de vida é exorbitante e o brasileiro vive hoje 
uma situação desesperadora. 
De um lado, baixos salários e de outro, 
desemprego que ocasiona além de outras coisas,pr~ 
blêmas de saüde~ mais de 10% das crianças que nas 
cem no Brasil, morrem antes de atingir um ano de 
vida. A vida urbana piora a cada dia, principal-' 
mente devido ao desemprego e à miséria crescente' 
que conduzem inexora,velmente, à escalada da vio 
lência. 
A classe média foi suprimida e a classe 
pobre ficou mais miserável. Não existe urna ju.sta 
12 
G.-
distribuição de renda e não se verifica qualquer 
esforço nesse sentido, por parte da classe 
gente. 
dir~ 
Os municípios estão, a c.;ida dia que pa.§_ 
sa mais depauperados em suas finanças; perdeI!i'.)S,, 
em conseguência, a autonomia administrativa, eco￾nômica e política. O fenômeno estende-se, implac~ 
velmente, à área estadual, fortalecendo o surgi-' 
menta de um Estado Central, autoritário,forte, em 
evidente detrimento para a Federação Brasileira • 
Essa centralização Sr. Presidente, é proporciona~ 
da por uma tecnocracia desumana, insensível e eg~ 
ista, implantada em Brasilia. Existe, a cada mo 
mento que passa, um distanciamento cada vez maior 
entre o povo e o governo. 
No campo puramente político, vemos os 
casuismos impostos pelo Governo, através de suas 
manobras para se manter no poder. 
Por todas essas razões, e infelizmente, 
por causa delas, é lastimosa à situação brasilei￾ra. Nós que somos o maior País do mundo em teE 
ras agricultáveis estamos importando alimentos bi 
sicos, ünica e exclusiv'amente por defeitos dá P.2 
litica creditícia e de financiamento ao produtor 
agrícola. 
Vejam o sistema de ensino, as falhas 1.,. 
' 
1 ' 
sao gritantes, qualquer gue seja o nlvel de educa 
ção analisado. As escolas de 19 grau são deficien 
tens; as de 29 grau não preparam o aluno de modo 
adequado, e as de nível superior transformaram-se 
em meras fábricas de diplomas e status. 
Existe a necessidade urgente de um tra 
balho mais sério e consciencioso para a salvação 
do Pais. Nós, que participamos de urna ÜPOS I CÃO 
consciente, que somos e sempre fornos oposição,qu~ 
remos melhorias para este Brasil, desejamos e de 
fendemos o fortalecimento da educação, da /saúde, 
das condições mínimas de uma vida decente para o 
nosso semelhante. Queremos e sempre lutamos por 
uma politica agropecuária com garantia de preços 
mínimos reais, batemo-nos pelo zoneamento agríco￾la, defendemos eleições livres e democráticas,com 
voto direto em todos os nlveis, queremos o fim da 
desemprego e o desfavelamento e sobretudo a uni 
ão do povo brasileiro, ê imprescindível que goveE 
no e povo ajam em comum acordo para que nós poss~ 
mos ter um Brasil grande e desenvolvido político, 
econômico e culturalmente. 
Era o que tinha a dizer. 
************** 
ºDEMOCRACIA NÃO SE CONSTAÓI POR ACASO, ~ UM TRABA 
LHO QUE EXIGE REFLEXÃO E FIRMEZA DE PRINCÍPIOSµ 
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DISCURSO FEITO DURANTE SESSÃO NA CAMARA MUNICIPAL 
Senhbr Presidente, Srs. Vereadores. 
Nesta Tribuna desta Casa de Leis, tenho 
a honra de representar o meu povo é principalmen￾te os suinocultores do meu municipio e da minha 
Begião Sudoeste, região das mais prosperas, cons 
tituida de terras férteis, tem a sua base no mini 
fúndio, contribuindo éom cerca de 30% da protluçao 
agrícola paranaense. 
A suinocultura ê um dos sustentáculos • 
da economia da Região Sudoeste, que contribui com 
grande percentagem dos suínos de corte. Pratica-' 
mente, todos os proprietários rurais, em maior ou 
menor escala, criam e engordam porcos; plantam 
milho e o transformam em carne. 
A suinocultura através dos tempos, tem 
tido altos e baixos, não havendo estabilidade de 
preços. Nem sempre o preço do suino acompanha o 
preço do milho, o que força o pequeno proprietá-' 
rio a vender o animal pelo preço que lhe ê ofere 
cido. O porco gordo tém que ser vendido. Então, 
ocorrem as manobras dos intermediários e ó dria￾dor vende por preço aviltado. 
O que deve ser dito, ainda, que a c:tia 
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lb 
ção do suino representa um fator importante 
tranquilidade do pequeno proprietário. 
Qualquer despesa imprevista ou 
da 
qual￾quer apuro financeiro é prontamente solucionado • 
com a venda do suino. 
Senhor Presidente, senhores vereadores: 
a suinocultura deve ser melhor protegida e ampar~ 
da, se forem tomadas medidas sérias para o setor, 
haverá estimulo, é necessário que o Banco do Bra 
sil propicie um sistema de financiamento compatl-
/ vel e que o Ministério da Agricultura garanta um 
preço mínimo para o suíno. 
O pequeno proprietário rural deve mere 
cer toda a nossa proteção, ele, dentro da modés￾tia de sua atuação, será o fator de estabilidade' 
da vida rural. E essa estabilidade poderá ser 
conseguida, de modo substancial, através dos meca 
nismos de financiamento ã suinocultura e da fixa 
ção de preços mlnimos. 
Após tudo isso, cabe uma tomada de dec::!: 
são mais consciente daqueles que dirigem os destl 
nos deste Pals, que se deixem as incompetências ' 
de lado, que se esqueçam as demagogias, muito co 
muns nos homens do governo, e se pense um 
mais naqueles que realmente contribuem e 
troem um Brasj_ l melhor. Obrigado. 
pouco 
cons-
(J 
PROPOSIÇÕES APROVADAS EM PLENÁRIO 
Dentre as muitas proposições aprovadas 
em Plenário durante o período legislativo de 1977 
a 1981, destacam-se algumas que demonstram a gra~ 
de preocupação do vereador Germano Corona com o 
atendimento às diversas classes .sociais e ao de￾senvolvimento do Municlpio de Pato Branco. 
-Construção de Escolas nos Bairros Bra 
silia, Menino Deus e criação de escola de 19 grau 
completo em todas as localidades do munic.lpio con 
sideradas núcleos. 
-Fiscalização feita pelo Instituto Na￾cional de Pesos e Medidas (INPM) nos supermerca-' 
dos da cidade, para coibir os abusos nos preços 
e qualidades de produtos oferecidos ao consumidor. 
-Permanência de pelo mínimo três anos 
do mesmo livro didático em estabelecimentos de en 
sino. 
-Instalação de semáforos e sinalização' 
em diversas ruas da cidade. 
-Reinicio urgente das obras do Centro 
Social Urbano que se encontra paralizada há mais 
de um ano. 
-Isenção do IPTU ao propriet~rin Aó 
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único imóvel cuja renda per capita da familia nao 
ultrapasse a um salário mínimo regional. 
-Instalação de Postos Telefônicos ( PS) 
,_J1aS localidades de Sede Dom Carlos, Independência, 
Passo da Ilha, São Roque, Bom retiro e instalação 
de aparelhos telefônicos públicos em diversos lo 
cais da cidade considerados necessários. 
-Instalação em Pato Branco de uma unida 
de de armazém do CEASA. 
~Aquisição de uma área de terra~ pela 
municipalidade para implantação de \.iro Parque de 
Exposições. 
~Patrolamento, cascalhamento e melho- ' 
rias nas estradas do interior do municipio,pontes 
e bueiros. 
-Isebção de taxas de alvarás de licença, - ------·-· 
;> ISS e IPTU para os deficientes fisicos e cegos 
que desejarem se ins~alar comercialmente em Pato 
Branco. 
~Regulamentação do estacionamento da Av. 
'J:'upy e ·instalação de placas nominativas de ruas 
e números, nas esquinas e dentro do perlmetro ur 
bano do municlpio. 
-Desconto especial aos contribuintes do 
irP'l'n n11p nromoverem melhorias (muros, pintura,pas 
J_~ 
seio, plantio de árvores furtiferas)em seus imó 
veis. 
-Asfaltamento da estrada \JY.e liga Pató 
Branco ao Distrito de Bom Sucesso. 
-J:nstalação de sanitários e bebedouros ; 
públicos em locais de grande afluênci?. de público. 
-Melhorias no sistema de coleta de lixô 
que está deficiente. 
-Ampliação de linhas de lotação da cida 
de em todos os Bairros com extensão até os 
ros São Rogue e Bom Retiro. 
-Distribuição gratuida de veneno 
Bair 
'Para 
formigas aos agricultores atraves da Prefeitura , 
SEAG e ACARPA. 
-Construção de canchas esportivas e pr~ 
ças públicas nos bairros e localidades do interi~ 
or do município. 
~construção pela Sanepar de duas caixas 
Rei de água para distribuição nos aairros Cristo 
e Copasa e instalação de rêde de ágúà tratada em 
todos os lugares que não dispõem do atendimento. 
-Construção de abrigos para lotação 
para os carregadores ( chapas ) . 
ê 
-Projeto de desfavelamento que seja efi 
cienle e humano para os favelados que estão insta 
lados 11a periferia da cidade. 
-Instalação de um posto de resfriamento 
de leite em Pato Branco, pela COMIG de Guarapuava 
ou $UDôCOOP de Francisco Beltrão. 
-Colocação de coletores de lixo em ambos 
os Jados das ruas centrais da cidade. 
-Sistema de iluminação pública para os 
bai:rros mais carentes de Pató Branco, bem como 
-:instalação de braços de· luz é lâmpadas na:y ruas ' 
por onde transitam estudantes no periodo noturno. 
-Colocação dos bustos de SANTOS DUMONT, 
e GETÜLIO VARGAS nas ·praças dos mesmos nomes e co 
locaç.3o de placa com o nome Prof. JUVENAL CARDOSO 
no Aeroporto da cidade. 
-Regularização dos loteamentos de Pato 
Brai1co. 
-Aquisição pela Prefeitura dos bosques' 
do Sr. Novaes, Sguarezzi e Penso com o objetivo ' 
de preservar a natureza e transforma-los em recan 
dos de lazer ao público. 
**'il~it***** 
"NÃO H.l\ CORPO SEM CÉLULA. NÃO HÁ ESTADO SEM MUNI 
CÍPALIDADE.NÃO PODE EXISTIR MATÉRIA VIVEl~TE SEM 
VIDA ORGÂNICA.NÃO SE PODE IMAGINAR A EXISTt:NCIA' 
DE ESTADO SEM VIDA MUNICIPAL" ( RUI BARBOSA) 
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