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materia nº 6/1994

Tipo Projeto de Lei Ordinária
Número / Ano 6 / 1994
Date 1994-02-03
EmentaCria o Programa Educativo "Pequeno Agricultor".
native_id22833

Autoria

Tramitação (latest 1)

DateStatusTurnoTexto
2023-08-08 Arquivado F Lei nº 1316, de 5 de julho de 1994.

Documents (1)

texto original #

status: extracted · method: native · backend: pypdfium2 · confidence: 1.00 · pages: 33

t:ílMflAfl MLIN'L'F1fll íJc F1flT(] BAflfiLrJ 
.,.__ J-q \\ 
.\. \,:' , : )~ / '\ \:· ) \ !J ,, ' \ -~- {· l\' "-º '·' .;:. 
Estado do Paranâ (}F (- -.. ·- ')<}~ i. r:C~~----- ' -- • Mun. de P. Bco. 
PROJETO DE LEI NQ 06./94 Fls.N.e_ai 
-----~2.kJ ....... _,_ 
"Pequeno 
Ensino. 
VISTÔ __ _ 
SÚMULA: Cria o Programa Educativo "P~e:":q::-:u":".e~n~oF;_--J 
Agricultor" e dá out l-as providências. 
Art. iQ 
Agricultor", 
Fica criado o 
vinculado aos 
Prog1-ama 
NÜcleos 
Educativo 
Rurais de 
Parágrafo Ünico. O programa denominado no "caput" 
deste artigo, destina-se aos filhos de agricultores 
residentes no interior do Município e tem por objetivo a 
forma~io educacional informal, de ticnicas e práticas 
agrícolas. 
Art. eQ - As comunidades servidas pelos Ntlcleos 
Rur~is d~ Ensino, Yi~biliz~r~o 'r~~ mínim- d~ 10.000mª (dez 
mil metros quadrados> contígua aos respectivos ntlcleos, para 
instala,io do Programa Educativo de Práticas e Ticnicas 
Agrícolas "Pequeno Agr icu 1t0\-". 
Art. 3Q - O Município, atravis dos Departamentos 
de Educa,io e Agricultura e Meio Ambiente, poderá conveniar￾se com a Secretaria de Estado da Agricultura e Abastecimento 
e seus órgãos, EMATER, I.A.P. e IAPAR, para contribuirem no 
desenvolvimento do Programa por esta Lei criado. 
Art. 4Q O Município implantará a nível 
experimental o programa criado por esta Lei, em ntlcleos de 
ensino rural, conforme critirios a serem determinados pelo 
Executivo Municipal. 
Art. 5Q - O Município adotará como parte de 
curriculum nos nücleos de ensino rurais abrangidos por esse 
programa, os conteüdos a serem desenvolvidos por siries, a 
metodologia e avalia,io, nos termos do Anexo I, parte 
integrante da presente Lei. 
Art. 6Q - Esta Lei entra em vigor na data de sua 
publica,io, revogadas as disposi,5es em contrário. 
RUA ARARIGBÓIA, 491 TELEFAX (046) 224-2243 85.505-030 PATO BRANCO PARANÁ 
Câmara 1flunicipal de Pato Branco 
Estado do Paraná 
EXMO. SR. 
ORADI FRANCISCO CALDATTO 
DD. PRESIDENTE DA CÂMARA MUNICIPAL DE PATO BRANCO. 
C. Mun. de P B 
FJ .~12 . s. N.l! V 
___ eç~··--·---. .... VISTO __ _ 
O Vereador que este subscreve, IVO POLO, 
no uso de suas atribuições legais e regimentais, apresenta para a apre￾ciação do douto Plenário e solicita o apoio dos nobres pares para a 
aprovação das seguintes EMENDAS ao Projeto de Lei n9 06/94: 
EMENDA SUPRES'SIVA 
Suprime em süa íntegra o disposto contido 
no artigo 49 do Projeto de Lei n9 06/94. 
\ 
\ i 
('' 1 ' "\ 
EMENDA ADITIVA 
Acrescenta novo artigo onde couber, com 
o seguinte teor: 
ART. 
1fi 
• •• - O Município implantará a nível 
experimental o programa criado por esta Lei, em núcleos de ensino rural, 
conforme critérios a serem determinados pelo Executivo Municipal. 
EMENDA: A:DTTIVA 
Acrescenta novo artigo onde couber, passan￾do a vigorar com a seguinte redação: 
() 
ART •• ~. - O Município adotará como parte 
de curriculum nos núcleos de ensino rurais abnangidos por esse programa, 
os conteúdos a serem desenvolvidos por séries, a metodologia e avaliação, 
nos termos do Anexo I, parte integrante da presente lei. 
Nestes Termos; 
Pede Deferimento. 
Pato Branco, 16 de junho de 1.994. 
Vereador Proponente. 
Telefax (0462) 24.2243 85.505-030 Pato Bronco Poranó 
CÂMARA DOS DEPUTADOS 
Carta n º 035/94 
Senhor Vereador, 
DEPUTADO MOACm MICHEL~ 
CAMARA oos OffPO r~oos 
ANEXO IV - ô~D. 256 
VOl&Q..eoQ _ "RA--~1' ... lblF 1 
Brasília, 30 de março de 1994. 
C. Mun. de P. Bco. 
Fls. N.ll ()~---····-··- .· ____ Ç')é ::i ._'(~~---
VISTO 
Analisei com bastante interesse a sugestão do Companheiro para a criação do 
"Programa Pequeno Agricultor" e, julgando-o da maior importância pelo enfoque dado à 
fixação do homem na terra, bem como do seus descendentes, peço-lhe mais detalhes do 
mesmo, a fim de poder propor uma lei que oficialize a criação desse Programa em âmbito 
Nacional. 
Fico no aguardo de notícias 
Ilmo Sr. 
Ivo Polo 
MD. Vereador Municipal 
Pato Branco - Pr. 
""'" ?n n1 nn'n ó - fABR/91) 
Abraços, 
Estado do Paraná 
PflTíl BAflN._,LI 
C. Mun. de P. Bco. 
Fls. N.!!__;Q'.j ____________ _ 
________ JÇ_Q_~º----------· Vl5TO 
COHXSS~O DE FXNANCAS E ORCAHENTO 
P A R E C E R 
PROJETO DE LEI NQ 06/94 
Analisando o Projeto de Lei em tela, que cria 
o P1·og1·ama Educativo "Pequeno Agricultor" e dá outras 
providincias, de autoria do Vereador Ivo Polo, esta Comiss~o 
emite PARECER EAYOR4VEL a sua regimental tramitação. 
Por~m, sugere que sejam convidados a ajudar na 
incrementa,ão deste Projeto, as pessoas que estão ligadas 
diretamente nos trabalhos da "Casa Familiar Rural" em Pato 
Branco, já que esta entidade possui as mesmas metas que este 
P1·ogl·ama Educativo "Pequeno Ag1· icu l t or". 
' o nosso parecer, Sub Ce~sura. 
Pato Branco, 17 de junho de 1994. 
~~ Pedro Polo Neto - PPR 
Relator 
RI IA ARARIGBÓIA, 491 TELEFAX (046) 224-2243 85.505-030 PATO BRANCO PARANÁ 
COMISS~O DE JUSTIÇA E REDAÇ~O 
PROJETO DE LEI NQ 06/94 
ANALISE 
S Mun. de P. Bco. 
Fls. N.11....12:L -
--- Q~i0w ·········- ---......... _ .. ___ :.:i.. 
VISTO -
vereador proponenTe, ... 1 .... Ut..l 
IVO POLO através 
PROGRAMA EDUCATIVO 
AGRICOLA "PEQUENO AGRICULTOR",, 
O presente projeto de lei tem a finalidade na 
forma~ào educacional de t0cnicas e pràticas aqricolas, 
conv0nios com a secretaria do Estado da Agricultura e abastecimento 
e seus 6rgàos, EMATER, I.A.P., IAPAR, para o desenvolvimento do 
t&cnicas aqricolas e formacào educacional. 
poder P0blico = viabiliza-las. 
devemos incentivar o 
CJ : , i i • .: .:·· t· r.J ., ora em questào vem no momento 
prbprio e por isso merece a tramitaçào e aprovaçào. 
PARECER 
expostos e contido no projeto de 
~~'~ ~}{ lff;P,..,;· 
J c:;~·F:! :i. r· '''' (:i .!. ..... ·\-':!<:;; 
R.ti.a .l>\.:raril1oia,-491-Telef ax(0462)24-2243 
Pato Bra.11co - Para.11a. 
Estado do Paraná 
Câmara 1flunicipal de 'Pato Branco 
~Q~~~: Cria o Programa. Educativo "Pequeno Agricultor" e dá .. outras providencias. 
COMISSÃO DE MÉRITO C. Mun. de P. Bco, 
Fls. N.e __ ,.QfL ......... . 
PARECER ---~~º~ VISTO --- - - É louvável a iniciativa do Vereador Ivo Polo, buscando criar 
programa educativo aos pequenos agricultores, na formação educacional 
de técnicas e práticas agrícolas aos seus filhos. 
Quanto ao mérito, não há que se discutir, porquanto,todos os 
projetos que tenham por finalidade maiores investimentos na educação,são • absolutamente oportunos e necessarios. 
Todavia, há dÚvida quanto à possibilidade de iniciativa, a 
qual seria exclusiva do Departamento de Educação, a cujo setor está afe￾ta toda a pol~tica educacional no âmbito do HunicÍpio. Mas, a sanção do 
sr. Prefeito suprirá qualquer e•entual vicio na propositura da matéria , 
o que deverá ocorrer ea razão de que, segundo informações do autor, há 
o apoio, desde logo, do Poder Executivo, ao Projeto acima referido. 
Por outro lado, se •ossitaia possível, tal proposição, em ra 
zão da importância de que se reveste, deverá, a titulo de sugestão, se; 
inclufda no "Plano Decenal de Educação Para Todos" do Hunic:Í.pio de Pato 
Branco. 
Sugerimos, por Último, que sejam ouvidos e convidados a coo￾perar na incrementação deste Projeto de Lei as pessoas que estão envolv! 
das diretamente na criação da "Casa Faailiar Rural" em Pato Branco, bem 
como seus futuros educalores, uaa vez que esta entidade está direcionada 
exatamente n• mesma propósito inserido nos dispositivos que estamos apr! 
ciando, neste Projeto de tei n9 06/94. 
É o nosso parecer,'SHJ. 
de 1994. 
Ruo Arorigbóio, 491 Pato Branco Porond 
Câmara 1flunicipal de Pato Branco 
C. Mun. de P. Bco. 
Estado do Paraná 
Fls. N.!! Ol .......... . __ Q-'-. ~J,_o __ VISTO 
ASSESSORIA JURÍDICA 
PARECER 
Através do Projeto de Lei n9 06/94, busca o verea￾dor Ivo Polo, obter o apoio do douto Plenário desta Casa de Leis, para 
criar o programa educativo pequeno agricultor. 
Conforme determina o Projeto, referido programa 
destina-se a filhos de agricultores residentes no interior do Município, 
com a finalidade de formação educacional informal, de teénicas e práticas 
agrícolas. 
A Lei Orgânica Municipal em seu 1artigo 119 
estabelece que: "A educação participará intensivamente da política de 
contenção do exôdo rural, oferêcendo condiçÕês e nível de ensino idênti￾cos aos das escolas urbanas em toda área do Município, • • • 11 
Cumpre esclarecer quê o Projeto de Lei em questão, 
adentra em área de atribuição específica do Departamento de Educação, 
podendo por isso, vir a ser vetado pelo Sr. Prefeito Municipal, conforme 
disposição contida no inciso III do § 29 do artigo 32 da Lei Orgânica 
Municipal. 
Informa-nos o proponente que existe a disposição 
do Executivo ·Municipal em sancionar a presente Lei e, colocá-la em prá￾tica, através do seu 1.Deparbamerito de Educação. 
Assimsendo, entendemos que a proposição poderá 
seguir sua regular tramitação, cabendo ao douto Plenário a decisão de 
mérito. 
~o parecer, SMJ. 
Pato Branco, 22 de fevereiro de 1.994. 
Jurídico 
Rua Ararigbóia, 491 Fone (0462) 24-2243 assos-o~o Pato Branco Para nó 
Câmara 1flunicipaL de ~ato Branco 
Estado do Paraná RECEBIDO 
Dat~-,Q~~~.Hora _ •.11:~--
Aaslnatura ·---------~:----·····Õ-ÍRÃ;i(:"o CÂMf>.0. MUNICIPAL - PAT 
}'_,•ojeto de Lei n2 06194 
Sumuta: CrÚ! o ProgI'ama E_duca~ivo"Pequeno AgI'icultozo E:_ Mu~ de;· Bc~ e diz outros p:rovidenc'UlB. Fis. N.11 O ~- ·········-' ~ o Qú ········· ~ ---;,-,s:rõ--
APt. 19-Fica c:riado o PROGRAMA EDUCATIVO AGRCCOLA 
AGRICULTOR",vinoulado aos NÚcleos Ru:rais de Ensino. 
Pa:rÓ.gI'af o Único- O pPOgI'ama denomina.do no "Ca-put" deste 
a:rtigo, destina-se aosjl'fiihos de agl'iculto:res :residentes no inte:rio:r 
do Municlpio e tem po:r objetivo a foPllKlJli.o educac:OOnal informal, de 
técnicas. e p:ráticas Qgl'/.cotas. 
APt. 29-As comunidades se:rvida.s pelos NÚcleos Ru:rais de 
Ensino, viabiliaa:ri.o âztea mlnima de 10.000 m~(dea mil metzoos quad:rados) 
contlgua. aos zoespectivos núcleos, pa:ra instalaçio do Prog:rama Educativo 
de Práticas e Técnicas Qfll'/.colas"Pequeno AgI'iculto:r". 
Azrt. 39- O Municlpio, at:ravés dos DeIJa:rtamentos de Educaçi.o 
e AgI'icultu:ra e Metia Ambinte, pode:ri, convenia:r-se com a Sec:reti.:ria de Estado 
da AgI'icultu:ra e Abastecimento e seus ~:rgios,EMATER; I.A.P •. e IAPAR, IJa:ra 
cont:ribui:rem no desenvolvimento do Profll'ama po:r esta Lei c:riado. 
· ~t. 49-0 Municlpio implanta:ri. o Prof!l'amfflJequtmo. Agpiculto:r" 
no pmao "fÍilno de 3 (TPêsJ meses, a conta:r da data da viabiliaaçi.o dos 
te:r:renos. 
---;' pazoÓg:raf o Único-A Assessozoia Ju:r/.dica do Pode:r E:z:ecutivo f o:rma+ ·': .1 '·· 
lia<ll"fÍ. a 'fÍiliaaçi.o das âzteas cedidas nos tePmOs legais. 
APt. 69- Esti. Lei ent:ra em vigo:r na data de sua -publicaçi.o, :revor.v, ·. 
gadas as disposiçies em contriz.io. 
1994 
Ve:reado:r PL 
Rua Ararigbóia, 491 Telefax (0462) 24.2243 85.505-030 Pato Branco Parond 
1 
1 A N E X O I 
C. Mun. de P. Bco. 
Fls.N,<2 (f~ 
ÍI 'J {) Q Í ~--·········· -----.. 1. .. \,..\.,i __ . .., __ 
VISTO 
CONTEÚDOS A SEREM DESENVOLVIDFOS POR SÉRIE 
1ª E 2ª SERIES 
NA ESCOLA 
PROFESSORES 
PORTUGUÊS - textos informativos, 
oral, discussão. 
'\ leitura 
Textos sobre: chuva, solo, clima, germin~ 
ção, tipos de semente, tipos de solo, fUn 
ção da água, irrigação, erosão, drenagem 
e rotação de culturas. 
MATEMÁTICA - Dia, semana, mês e ano. 
- Calendário - semeadura, plantio, colhei 
ta das diferentes culturas. 
- Unidade de medidas arbitrárias: pé, pa! 
mo, passo, pitada, xícara, litro (de se -
mente). 
- Unidade padrão de medida: metro, litro, 
quilo, grama. 
- Formas geométricas: canteiros retângul~ 
res, quadrados, linhas. 
,-
NO CAMPO 
TÉCNICOS 
,,JI '\ .. ),,l, 
1) Vídeos sobre os assuntos dos textos. 
2) Épocas de: preparação da terra, prep~ 
ro das sementeiras. 
- semeadura; 
- tratos culturais; 
- colheita. 
3) Forma dos canteiros; 
4) Distanciamento entre canteiros e en￾tre as mudas e fileiras; 
5) Quantidade de semente para determina￾da área (relação peso medida). 
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J 
J 
-6 
-- CI_ÊNCIAS 
SOL - fonte primária de energia; 
ÁCJJA - Importância para genninação e de -
senvolvimento da planta; 
CHlNA - Fonnação, ação sobre o solo e so￾bre as plantas. 
- Erosão - efeitos sobre o solo. 
- Absorção da água pelas raízes da planta 
SECA - consequências para o ecossistema. 
(homem - meio). 
Cultivo do solo - produção de alimentos. 
Poluição e contaminação da água. 
Poluição e contaminação do solo. 
Monocultura e desmatamento. 
Uso de herbicida e inseticidas. 
C. Mun. de P. Bco. 
Fls. N.11 _jj) ·---------·-- -- Ç\'. t) Çl,(.) .. --... _ .. __ .... _____ .. _ 
VISTO 
6) Influência do sol sobre as plantas:ge~ 
minação, incidência de raios pela posição 
dos canteiros, falta e excesso de sol nos 
períodos de desenvolvimento da planta. 
7) Procedência da água para molhar os can 
teiros. O que será usado? Regador,mangue! 
ra, etc ••• 
8) Declividade e ação da chuva sobre o 
terreno. 
9) Cada planta tem raízes que atingem p~ 
:f\lndidades diferentes, à procura da água. 
10) Necessidade do plantio com técnicas.· 
11) Análise da água que será usada 
plantio. 
12) Reflorestamento. 
13) Rotação de culturas. 
no 
14) Ação de herbicidas e inseticidas,ação 
biológica e produtos com alternativas na￾turais. 
3!! SÉRIE 
PROFESSOR 
PORTUGUÊS - textos sobre agricultura, pe￾cuária, apicultura, fruticultura, holeri￾cultura, reflorestamento. 
MATEMÁTICA - meios e quartos (metade do 
canteiro, a quarta parte). 
Área e perímetro dos canteiros. 
Medida de tempo, relação com plantio, co￾lhei ta, gestação dos animais ••• 
TÉCNICOS 
1) Vídeos sobre os assuntos. 
2) Construção de canteiros. Aplicação das 
medidas. 
3) Distribuição dos canteiros na área e 
das mudas no canteiro. 
1 
) 
1 
1 
1 
-- Colheita dos frutos, etc. 
Canprimento, massa, capacidade - medidas 
arbitrárias e padrão (pé, passo'. palmo(~) 
Paralelismo e perpendicularismo (cantei -
ros paralelos, linhas perpendiculares, li 
nhas paralelas de plantio). 
Noções sobre ângulos, ângulo reto no can￾to do cantei'ros. 
Retângulos - fonna dos canteiros. 
CifNcIAS - Sol - fonte de enrgia - fotos￾sintese. 
Fase de genninação, desenvolvimento da 
planta. 
Estações do ano, época de plantio e co￾lhei ta, clima. 
- Grupos de vegetais: características ge￾rais (cereais, verduras, hortaliças). 
- Orgãos dos vegetais: função da raiz, fo 
lha, caule, flor, semente. 
- Cultivo do solo: relação do homem com 
o meio. 
- Animais: vertebrados e invertebrados -
características gerais de bovinos, suínos 
equinos, ovinos, aves, abelhas, minhocas, 
pragas (fonnigas, gafanhotos, lagartas,j~ 
aninhas, outras), venninose e peixes. 
- Plantas medicinais e tóxicas: cultivas 
de plantas medicinais. 
- Cuidados com o solo. 
- Empobrecimento do solo: queimadas, açao -
sobre o solo. 
- Adubação - ação do adubo orgânico e mi￾neral, produção do solo empobrecido. 
- Pastagem - vegetais. 
- Tipos: trevo. 
- Produção de nitrogênio. 
- Uso de agrotóxicos: ação sobre o ho -
4) Construção dos canteiros e alinhamen￾to das mudas. 
~ Mun~ P. B~o. Fls. N.!! II .--. c~------- --.....• _..,:'._l iQ 1/to ······ viS iõ'Q: ... ____ _ 
5) Localização dos canteiros. 
6) Decisão sobre o que plantar em cada ~ 
poca. 
7) Decisão sobre o que plantar em cada 
local. 
8) Técnicas de preparação correta do so￾lo: retenção de água, revolvimento do so 
lo, adubação, calagem ••• 
9) Ação das minhocas sobre o solo. 
10) Ação das abelhas cerno polinizadoras. 
11) Ação das pragas sobre as plantas. 
12) Criação de animais nas pequenas pro￾priedades. 
13) Seleção de plantas medicinais mais 
conhecidas, preparo do solo e cultivo. 
14) Esclarecimento sobre o uso de plan -
tas medicinais. 
15) Ação das queimadas sobre o solo. 
16) Adubação: preparo de um local para 
depÓsl.to e transfonnação de adubo orgân! 
co. 
Construção de piq~etes de diferentes ti 
pos de adubação verde. 
'f 
J 
) 
') 
') 
')' 
1 
1 
-- mem, sobre a água, sobre o solo, sobre as 
plantas e peixes. 
- Desme.tamento: consequências. 
- Preservação da flora: conservação das 
matas ciliares. 
- Plantio e replantio de plantas nativas. 
- Conservação de área de mato nas propri~ 
dades. 
- Animais e saúde; 
- Animais peçonhentos; 
~ Animais parasitas. 
PORTUGUÊS - Textos sobre agricultura, pe￾cuária, apicultura, fruticultura, hoberi-· 
cultura, reflorestamento, alimentos de o~ 
rigem animal e vegetal. 
MATEMÁTICA - Frações - metade, quarta p~ 
te, terça parte. 
Porcentagem: quanto % de sementes que ge~ 
minaram, relação 50'fe ! , 25% ! , 20'fe 1 • 
2 4 5 
- Medidas de comprimento e massa. 
- Perímetro e área. 
- Paralelismo e perpendicularismo. · 
- Ângulo reto, cantos dos canteiros, can--
tos do depósito de material. 
CIÊNCIAS - Sol fonte de energia, fotossín 
tese, genninação, desenvolvimento dos ve￾getais. 
- Influência do sol sobre os vegetais. 
- Ação da lua sobre o desenvolvimento dos 
vegetais - questionamento com os pais. 
- Alimentos de origem animal e vegetal 
tipos. 
- Leite - valor nutritivo. 
17) Explic&çào sobre o uso adequado de 
agrotóxicos. 
18) Plantio de quebra, ventos e incen￾tivo ao replantio nas propriedades, v~ 
veiros de mudas. 
J ~ Mun~ P. Bco. I 
Fls. N.!!--l.'.i_ ___ -
----------k.(fü10 ·-------. 
L \llSiO -·-·------· 
4!! SÉRIE 
1) Vídeos e palestras sobre o assunto. 
2) Construção dos canteiros. 
3) Sementeira com testes de genninação 
Q..ianto % foi a genninação. 
4) Construção, medidas de canteiros. 
5) Fonna dos canteiros. 
6) C~tos dos canteiros, ·Scionados 
com angulos retos. 
7) Construção do depósito de material. 
8).Relação peso e área a ser cultiva -
da: sementes, adubos, produção. 
9) Localização dos canteiros e semen -
teiros. 
10) Es tuf(&erimen tal para provar a 
ação do calor solar. 
11) Discussão das crenças sobre a lua. 
12) Embutidos, feira do produtor. 
13) Produção leiteira - alimentação do 
gado, saúde do gado, higiene na orde· ·-
nha, vacinação, conservação e transpo~ 
'J 
·1 
') 
') 
1 
1 
1 
- Conservação dos alimentos, porque conser 
var, como conservar, para qu~. 
- Preparação de alimentos, higiene e con -
servação das propriedades nutritivas. 
- Alimentos naturais e industrializados 
valor nutritivo, conservação e corantes. 
VI METODOLOGIA A SER APLICADA 
te do lei te. 
14) Técnicas de 
com sal 
, 
com açucar 
defumados 
conservar os alimen 
conservas 
compotas 
15) Técnicas de preparar os alimentos. 
- geléias; 
- conservas salgadas; 
- doce em pasta; 
- compotas; 
- aproveitamento dos vegetais. 
Professor conteúdos trabalhados em sala de aula, com apoio de material do 
Departamento de Educação e de Agricultura. 
- contatos periódicos com os técnicos que atuarão nas aulas práti -
cas. 
Técnicos aulas práticas e teóricas em horário alternativo, fora do horário 
de aula, com grupos de alunos: preparação do cultivo, colheita, comercialização e expe 
rimentos. 
Técnicos do "IAP". 
- itens a serem trabalhados: 
1ª, 2ª, 3ª e 4ª item 01. , 
1ª e 2ª series, itens 01,11,12. 
, 
3ª serie, itens 15 e 18; 
Técnicos da "CAPEG". , 
1ª ' 2ª, 3ª e 4ª series, item 01 
, 
3ª serie, item 12. 
, 
4ª serie, item 13. 
Técnicos\C\,~AR". . ) 
1ª, 2ª, 3ª e 4ª séries, item 01; 
3ª série, item 12 suinos, aves, equinos, caprinos e ovinos. 
1 
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1 
-- Técnicos da "EMATER". 
11, 21, 31 e 41 séries, item 01; 
11 e 21 séries, itens 02, 05, 07, 08, 
31 , 
serie, itens 06, 07, 08, 10 e 11; , 41 serie, itens 12, 14 e 15. 
Técnicos do 11CEFET11 • 
1ª e 2ª séries, itens 03, 04, 06 e 14; 
31 série, itens 02, 03, 04 e 05; 
09, 
4ª série, itens 02, 04, 05, 06, 09, 10. 
Técnicos da 11SEAB11 • 
1ª, 21, 3ª e 4ª séries, item 01; 
31 série, item 17; 
4ª série, item 03. 
Départamento da Agricultura - Prefeitura. 
11, 2ª, 31 e 4ª 
31 série, itens 
4ª série, itens 
séries, item 01; 
12 e 13 '"""; ps~ltura; \_ / 
07, 08 e 11. 
Secretaria Municipal de Saúde. 
3ª série, item 14. 
VII - AVALIAÇÃO 
10 e 13; 
Relatórios mensais dos professores, técnicos e alunos, sobre o trabalho desen￾volvido. 
Reuniões bimestrais com alunos, professores, técnicos e pais, para anr~~ os , \~· efeitos do projeto sobre o desempenho na prática diária das atividades agricolas e 1na 
melhoria de qualidade de vida da população do meio rural. 
Reunião no final do ano letivo para avaliação da aplicação do projeto, com to￾dos os setores envolvidos nas atividades. 
-- F P:.Mu~t: ~' \~ • r• •) ·;··········· -····---......'.\J!\,.C . VISTÕ-·-·-· 
PREFEITURA MUNICIPAL DE PATO BRANCO 
DEPARTAMENTO DE AGRICULTURA E MEIO AMBIENTE 
DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO · 
PBOJETO 
11 PEQUENO AGRICULTOR " 
JUNHO 1994 
1 
1 
1 
L Mu".!__ de P. ~ -
Fls. N.2..J.f_ . 
APRESENTAÇÃO 
,, ............. _____ _ 
''l[)_'l() r ---........ --1.. ... ~ ' l~) 1 VISTÕ-··--·---
O projeto "Pequeno Agricultor" foi criado pelo vereador Ivo Polo. 
l 
Teve o apoio técnico do Departamento de Agricultura e Meio Ambiente, através de: 
Jucelino Jankoski e Evandro Ribas da Luz. 
A implementação pedagógica teve como orie~: :o Departamento de Educação a pro- l 
fessora Maria Necy dos Santos. 
Contou ainda com a colaboração a· nível do projeto, os professores: 
Cenira Freitas Oliveira e Maria Madalena de A. Lazaretti da Rede PÚblica Estadual. 
l j ~ 
. '" PROJETO PEQUENO AGRICULTOR 
I - JUSTIFICATIVA DO PROJETO: 
C. Mun. de P. Bco. 
Fls. N.º -1.J.- V. "'1J{~--~---- ...... __________ l,;_,_....;.~~-------· 
VISTO 
' Há consciência que mesmo para ser um pequeno agricultor bem sucedido, e preci￾so ter certo nível de formação na atividade escolhida. 
Através das comunidades, onde estão sendo implantados os NÚcleos de Ensino es-i 
colar Municipal, propõe-se implantar um novo sistema de cooperação com familias e alu￾nos abrangidos por estes núcleos, em torno de seus problemas e no desenvolvimento de 
todos. 
O projeto "PEQUENO AGRICULTOR" nasce, pela necessidade de iniciar a formação 
dos jovens no meio rural, pois a maioria dos agricultores, que vendem a propriedade,fa 
zem isso muitas vezes para que seus filhos venham estudar na cidade. Com isso, pais e 
filhos deixam o campo, perdem a sua identidade como agricultores e passam a ser mão-de 
~bra barata, desqualificada e só obtendo subempregos. 
II - OBJETIVOS: 
1) Assegurar o desenvolvimento através da aprendizagem de técnicas adequadas 
para o aperfeiçoamento de suas atividades agrícolas, propiciando a melhoria da qualida 
de de vida no campo. 
2) Desenvolver o espírito coop rativo, dentro das comunidades e da escola. 
3) Trabalhar a interdisciplina idade, oportunizando ao aluno filho de agricul￾tor, o relacionamento entre conteúdos o currículo, desenvo~vidos em sala de aula, com 
as práticas de sua vida diária. 
4) Envolver técnicos das dife ntes entidades ligadas à agricultura, como IAP, 
IAPAR, EMATER, SEAB, CAPEG, CEFET - Ag nomia, SINDICATO RURAL, DEPARTAMENTO DE AGRI -
CULTURA DA PREFEITURA MUNICIAPL, SECRE '.A.RIA MUNICIPAL DA SAÚDE e outros. 
5) Incentivar, através deste p jeto, a permanência do homem no campo e a sua 
identificação como profissional de agr·cultura. 
III - ÁREA DE ABRANGÊNCIA 
A princípio, haverá a implantaç -o no NÚcleo de Nossa Senhora do Carmo, Ca 
choeirinha envolvendo os alunos da 
Ao final do avaliação dos trabalhos realizados e o seu des 
dobramento, havendo então a ampliação p a outros núcleos, em caso de sucesso do proj~ 
to. 
As atividades serão realizadas a escola, parte técnica e em área própria de 
um hectare, destinado pela comunidade ara aulas práticas. 
J~ 
l 
] 
J 
] 
1 
1 
o -- IV - OPERACIONALIZAÇÃO 
12 - Elaboração do projeto; 
22 - Discussão do projeto com professores, técnicos de agricultura, comunidade 
e lideranças; 
32 - Determinação da área a ser ocupada para as aulas práticas; 
42 - Infraestrutura da área para práticas - arar, cercar, viabilizar obtenção 
da água e retenção da água das chuvas; 
52 - Aquisição do material necessário - pás, enxada, rastel, adubo, carrinho , 
instrumentos de medidas de comprimento, tela, palanques, madeira, etc; 
62 - Reuniões com professores da escola e técnicos de agricultura, para discu￾tir os conteúdos e o relacionamento dos me,smos com a parte prática a ser desenvolvida; 
72 - Desenvolvimento do Projeto. 
CONTEÚJX)S A SEREM DESENVOLVIDFOS POR SÉRIE 
1ª E 2ª SÊRIES 
NA ESCOlA NO CAMPO 
PROFESSORES TÉCNICOS 
PORTUrnIBS - textos infonnativos, leitura 
oral, discussão. 
Textos sobre: chuva, solo, clima, germin~ 
ção, tipos de semente, tipos de solo, f'un 
ção da água, irrigação, erosão, drenagem 
e rotação de culturas. 
MATEMÁTICA - Dia, semana, mês e ano. 
- Calendário - semeadura, plantio, colhei 
ta das diferentes culturas. 
- Unidade de medidas arbitrárias: pé, Pª! 
mo, passo, pitada, xícara, litro (de se -
mente). 
- Unidade padrão de medida: metro, litro, 
quilo, grama. 
- Formas geométricas: canteiros retângul~ 
res, quadrados, linhas. 
1) Vídeos sobre os assuntos dos textos. 
2) Épocas de: preparação da terra, prep~ 
ro das sementeiras. 
- semeadura; 
- tratos culturais; 
- colheita. 
3) Forma dos canteiros; 
4) Distanciamento entre canteiros e en￾tre as mudas e fileiras; 
5) Quantidade de semente para determina￾da área (relação peso medida). 
b -- CifiJCIAS 
SOL - fonte primária de energia; 
ÁGUA - Importância para germinação e de -
senvolvimento da planta; 
CHUVA - Formação, ação sobre o solo e so￾bre as plantas. 
- Erosão - efeitos sobre o solo. 
- Absorção da água pelas raízes da planta 
SECA - consequências para o ecossistema. 
(homem - meio). 
Cultivo do solo - produção de alimentos. 
Poluição e contaminação da água. 
Poluição e contaminação do solo. 
Monocultura e desmatamento. 
Uso de herbicida e inseticidas. 
C. Mun. de P. Bco. 
Fls. N.'J ___ J..5L. _________ _ ... (, ,. -----i..~ .... íi_$: __ VISTO 
6) Influência do sol sobre as plantas:ge~ 
minaçào, incidência de raios pela posição 
dos canteiros, falta e excesso de sol nos 
períodos de desenvolvimento da planta. 
7) Procedência da água para molhar os can 
teiros. O que será usado? Regador,mangue~ 
ra, etc .•. 
8) Declividade e ação da chuva sobre 
terreno. 
o 
9) Cada planta tem raízes que atingem p~ 
f\Jndidades diferentes, à procura da água. 
10) Necessidade do plantio com técnicas. 
11) Análise da água que será usada no 
plantio. 
12) Reflorestamento. 
13) Rotação de culturas. 
14) Ação de herbicidas e inseticidas,ação 
biológica e produtos com alternativas na￾turais. 
3ª SÉRIE 
PROFESSOR 
PORTUGUÊS - textos sobre agricultura, pe￾cuária, apicultura, fruticultura, holeri￾cultura, reflorestamento. 
MATEMÁTICA - meios e quartos (metade do 
canteiro, a quarta parte). 
Área e perímetro dos canteiros. 
Medida de tempo, relação com plantio, co￾lhei ta, gestação dos animais .•• 
TÉCNICOS 
1) Vídeos sobre os assuntos. 
2) Construção de canteiros. Aplicação das 
medidas. 
3) Distribuição dos canteiros na área e 
das mudas no canteiro. 
1 
1 .. 
-- Colheita dos frutos, etc. 
Ccmprimento, massa, capacidade - medidas 
arbitrárias e padrão {pé, passo, palmo,~ 
Paralelismo e perpendicularismo (cantei -
ros paralelos, linhas perpendiculares, li 
nhas paralelas de plantio). 
Noções sobre ângulos, ângulo reto no can￾to do canteiros. 
Retângulos - fonna dos canteiros. 
CIÊNCIAS - Sol - fonte de enrgia - fotos￾sintese. 
Fase de genninação, desenvolvimento da 
planta. 
Estações do ano, época de plantio e co￾lhei ta, clima. 
- Grupos de vegetais: características ge￾rais (cereais, verduras, hortaliças). 
- Orgàos dos vegetais: função da raiz, fo 
lha, caule, flor, semente. 
- Cultivo do solo: relação do homem com 
o meio. 
- Animais: vertebrados e invertebrados -
características gerais de bovinos, suínos 
equinos, ovinos, aves, abelhas, minhocas, 
pragas (fonnigas, gafanhotos, lagartas,j~ 
aninhas, outras), venninose e peixes. 
- Plantas medicinais e tóxicas: cultives 
de plantas medicinais. 
- Cuidados com o solo. 
- Empobrecimento do solo: queimadas; ação 
sobre o solo. 
- Adubação - ação do adubo orgânico e mi￾neral, produção do solo empobrecido. 
- Pastagem - vegetais. 
- Tipos: trevo. 
- Produção de nitrogênio. 
- Uso de agrotóxicos: ação sobre o ho -
4) Construção dos canteiros e alinhamen￾to das miidas. 
~ 
C. Mun. de P. Bco. 
• ,t~ 
e· . --- ----~ 
5) If>calização dos canteiros. 
6) Decisão sobre o que plantar em cada é 
peca. 
7) Decisão sobre o que plantar em cada 
local. 
8) Técnicas de preparação correta do so￾lo: retenção de água, revolvimento do so 
lo, adubação, calagem ••• 
9) Ação das minhocas sobre o solo. 
10) Ação das abelhas cerno polinizadoras. 
11) Ação das pragas sobre as plantas. 
12) Criação de animais nas pequenas pro￾priedades. 
13) Seleção de plantas medicinais mais 
conhecidas, preparo do solo e cultivo. 
14) Esclarecimento sobre o uso de plan -
tas medicinais. 
15) Ação das queimadas sobre o solo. 
16) Adubação: preparo de um local para 
depósito e transfonnação de adubo orgâni 
co. 
Construção de piq~etes de diferentes ti 
pos de adubação verde. 
1 ~ .. ~-
mem, sobre a água, sobre o solo, sobre as 
plantas e peixes. 
- Desms.tamento: consequências. 
- Preservação da flora: conservação das 
matas ciliares. 
- Plantio e replantio de plantas nativas. 
- Conservação de área de mato nas proprie 
dades. 
- Animais e saúde; 
- Animais peçonhentos; 
-:- Animais parasitas. 
PORTUGUÊS - Textos sobre agricultura, pe￾cuária, apicultura, fruticultura, hoberi-· 
cultura, reflorestamento, alimentos de o~ 
rigem animal e vegetal. 
MATEMÁTICA - Frações - metade, quarta Pa:'. 
te, terça parte. 
Porcentagem: quanto % de sementes que ge~ 
minaram, relação 50% 1 , 25% _! , 20',.6 1 • 
2 4 5 
- Medidas de comprimento e massa. 
- Perímetro e área. 
- Paralelismo e perpendicularismo. · 
- Ângulo reto, cantos dos canteiros, can--
tos do depósito de material. 
CIÊNCIAS - Sol fonte de energia, fotossin 
tese, genninação, desenvolvimento dos ve￾getais. 
- Influência do sol sobre os vegetais. 
- Ação da lua sobre o desenvolvimento dos 
vegetais - questionamento com os pais. 
- Alimentos de origem animal e vegetal 
tipos. 
- leite - valor nutritivo. 
17) Explicação sobre o uso adequado de 
agrotóxicos. 
18) Plantio de quebra, ventos e incen￾tivo ao replantio nas propriedades, V! 
veiros de mudas. 
4i SÉRIE 
1) Vídeos e palestras sobre o assunto. 
2) Construção dos canteiros. 
3) Sementeira com testes de ge:nninação 
(Uanto %foi a ge:nninação. 
4) Construção, medidas de canteiros. 
5) Fo:nna dos canteiros. 
6) Cantos dos canteiros, ·realcionados 
com ângulos retos. 
7) Construção do depósito de material. 
8) Relação peso e área a ser cultiva -
da: sementes, adubos, produção. 
9) L::>calizaçào dos canteiros e semen -
teiros. 
10) Estufa esperimental para provar a 
ação do calor solar. 
11) Discussão das crenças sobre a lua. 
12) Fmbutidos, feira do produtor. 
13) Produção leiteira - alimentação do 
gado, saúde do gado, higiene na orde: .;... 
nha, vacinação• conservação e transpo:: 
1 
<' 
- Conservação dos alimentos, porque conser 
var, corno conservar, para qu~. 
- Preparação de alimentos, higiene e con -
servação das propriedades nutritivas. 
- Alimentos naturais e industrializados 
valor nutritivo, conservação e corantes. 
VI METODOLOGIA A SER APLICADA 
te do lei te. 
C. Mun. de P. Bco. 
·"1 ., 
Fls. N.!! -..::::.::: ............ . 
Fx_ O&.o 
VISTO 
14) Técnicas de conservar os alimentos 
com sal conservas 
, com açucar compotas 
defumados 
15) Técnicas de preparar os alimentos. 
- geléias; 
- conservas salgadas; 
- doce em pasta; 
- compotas; 
- aproveitamento dos vegetais. 
Professor conteúdos trabalhados em sala de aula, com apoio de material do 
Departamento de Educação e de Agricultura. 
- contatos periódicos com os técnicos que atuarão nas aulas práti -
cas. 
Técnicos aulas práticas e teóricas em horário alternativo, fora do horário 
de aula, com grupos de àlunos: preparação do cultivo, colheita, comercialização e expe 
rimentos. 
Técnicos do "IAP". 
- itens a serem trabalhados: 
1ª, 2ª, 3ª e 4ª item 01. 
, 
1ª e 2ª series, itens 01,11,12. 
, 
3ª serie, itens 15 e 18; 
Técnicos da "CAPEG". 
1ª - ' 2ª, 3ª e 4ª séries, item 01 
, 
3ª serie, item 12. 
, 
4ª serie, item 13. 
Técnicos da "IAPAR". , 
1ª, 2ª, 3ª e 4ª series, item 01; 
3ª série, item 12 suínos, aves, equinos, caprinos e ovinos. 
J~ 
1 
1 
J 
-- Técnicos da "EMATER". 
1•, 21, 3• e 41 séries, item 01; 
li e 21 séries, itens 02, 05, 07, 
31 série, itens 06, 07, 08, 10 e 
4ª , 
serie, itens 12, 14 e 15. 
C. Mun de p 8 --· - • . co. 
Fls. N!! 2~ 
___ 
·{\:-: 1 ;~ .. -----·--·-· ...._...,. ...... \~ 
viSTõ·--
08, 09, 10 e 13; 
11; 
J Técnicos do "CEFET". 
11 e 21 séries, itens 03, 04, 06 e 14; 
1 3• série, itens 02, 03, 04 e 05; 
' 
41 série, itens 02, 04, 05, 06, 09, 10. 
Técnicos da "SEAB''. 
11 , 21, 3ª e 4ª séries, item 01; 
31 série, item 17; , 
4ª serie, item 03. 
Départamento da .Agricultura - Prefeitura. 
11 , 21, 3ª e 4ª séries, item 01; 
3ª série, itens 12 e 13 - psicultura; 
4ª série, itens 07, 08 e 11. 
Secretaria Municipal de Saúde. 
31 série, item 14. 
VII - AVPJ..,IAÇÃO 
Relatórios mensais dos professores, técnicos e alunos, sobre o trabalho desen￾volvido. 
Reuniões bimestrais com alunos, professores, técnicos e pais, para analizar os 
efeitos· do projeto sobre o desempenho na prática diária das atividades agrícolas e 'na 
melhoria de qualidade de vida da população do meio rural. 
Reunião no final do ano letivo para avaliação da aplicação do projeto, com to￾dos os setores envolvidos nas atividades. 
PREFEITURA MUNICIPAL DE PATO BRANCO 
ESTADO DO PARANÁ 
DEPA~TAME"TO DE EDUCAÇÃO 
PREFEITURA MUNICIPAL DE PATO BRANCO 
DEPARTAMENTO DE AGRICULTURA E MEIO AMBIENTE 
DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO 
PROJETO 
11 PEQUENO AGRICULTOR 11 
JUNHO 1994 
APRESENTAÇÃO 
O projeto "Pequeno Agricultor" foi criado pelo vereador Ivo Polo. 
Teve o apoio técnico do Departamento de Agricultura e Meio Ambiente, através de: 
Jucelino Jankoski e Evandro Ribas da Luz. 
A implementação pedagógica teve como orientado o Departamento de Educação a pro￾fessora Maria Necy dos Santos. 
Contou ainda com a colaboração a nível do projeto, os professores: 
Cenira Freitas Oliveira e Maria Madalena de A. Lazaretti da Rede PÚblica Estadual. 
PROJETO PEQUENO AGRICULTOR 
I - JUSTIFICATIVA DO PROJETO: 
Há consciência que mesmo para ser um pequeno agricultor bem sucedido, é preci￾so ter certo nivel de formação na atividade escolhida. 
Através das comunidades, onde estão sendo implantados os NÚcleos de Ensino es￾col ar Municipal, propõe-se implantar um novo sistema de cooperação com familias e alu￾nos abrangidos por estes núcleos, em torno de seus problemas e no desenvolvimento de 
todos. 
O projeto "PEQUENO AGRICULTOR" nasce, pela necessidade de iniciar a formação 
dos jovens no meio rural, pois a maioria dos agricultores, que vendem a propriedade,fa 
zem isso muitas vezes para que seus filhos venham estudar na cidade. Com isso, pais e 
filhos deixam o campo, perdem a sua identidade como agricultores e passam a ser mão-de 
obra barata, desqualificada e só obtendo subempregos. 
II - OBJETIVOS: 
1) Assegurar o desenvolvimento através da aprendizagem de técnicas adequadas 
para o aperfeiçoamento de suas atividades agricolas, propiciando a melhoria da qualida 
de de vida no campo. 
2) Desenvolver o espirito cooperativo, dentro das comunidades e da escola. 
3) Trabalhar a interdisciplinaridade, oportunizando ao aluno filho de agricul￾tor, o relacionamento entre conteúdos do curriculo, desenvolvidos em sala de aula, com 
as práticas de sua vida diária. 
4) Envolver técnicos das diferentes entidades ligadas à agricultura, como IAP, 
IAPAR, EMATER, SEAB, CAPEG, CEFET - Agronomia, SINDICATO RURAL, DEPARTAMENTO DE AGRI -
CULTURA DA PREFEITURA MUNICIAPL, SECRETARIA MUNICIPAL DA SAÚDE e outros. 
5) Incentivar, através deste projeto, a permanência do homem no campo e a sua 
identificação como profissional de agricultura. 
III - ÁRFA DE ABRANGÊNCIA 
A principio, haverá a implantação no NÚcleo de Nossa Senhora do Carmo, Ca 
choeirinha envolvendo os alunos da Escola 
Ao final do ano, será feito uma avaliação dos trabalhos realizados e o seu des 
dobramento, havendo então a ampliação para outros núcleos, em caso de sucesso do proje 
to. 
As atividades serão realizadas na escola, parte técnica e em área prÓpria de 
um hectare, destinado pela comunidade para aulas práticas. 
IV - OPERACIONALIZAÇÃO 
1º - Elaboração do projeto; 
2º - Discussão do projeto com professores, técnicos de agricultura, comunidade 
e lideranças; 
3º - Determinação da área a ser ocupada para as aulas práticas; 
4º - Infraestrutura da área para práticas - arar, cercar, viabilizar obtenção 
da água e retenção da água das chuvas; 
5º - Aquisição do material necessário - pás, enxada, rastel, adubo, carrinho , 
instrumentos de medidas de comprimento, tela, palanques, madeira, etc; 
6º - Reuniões com professores da escola e técnicos de agricultura, para discu￾tir os conteúdos e o relacionamento dos mesmos com a parte prática a ser desenvolvida; 
7º - Desenvolvimento do Projeto. 
CONTEÚDOS A SEREM DESENVOLVIDFOS POR SÉRIE 
1ª E 2ª SERIES 
NA ESCOLA NJ CAMPO 
PROFESSORES TÉCNICOS 
PORTUGUÊS - textos informativos, leitura 
oral, discussão. 
Textos sobre: chuva, solo, clima, germin~ 
ção, tipos de semente, tipos de solo, fun 
ção da água, irrigaçao, erosao, drenagem 
e rotação de culturas. 
MATEMÁTICA - Dia, semana, mês e ano. 
- Calendário - semeadura, plantio, colhei 
ta das diferentes culturas. 
- Unidade de medidas arbitrárias: pé, pal 
mo, passo, pitada, xícara, litro (de se -
mente). 
- Unidade padrão de medida: metro, litro, 
quilo, grama. 
- Formas geométricas: canteiros retângula 
res, quadrados, 1 inhas. 
1) Vídeos sobre os assuntos dos textos. 
2) Épocas de: preparaçao da terra, prep~ 
ro das sementeiras. 
- semeadura; 
- tratos culturais; 
- colheita. 
3) Forma dos canteiros; 
4) Distanciamento entre canteiros e en￾tre as mudas e fileiras; 
5) Quantidade de semente para detennina￾da área (relação peso medida). 
-- CIÊNCIAS 
SOL - fonte primária de energia; 
ÁGUA - Importância para germinação e de -
senvolvimento da planta; 
CHlNA - Formação, ação sobre o solo e so￾bre as plantas. 
- Erosão - efeitos sobre o solo. 
- Absorção da água pelas raízes da planta 
SECA - consequências para o ecossistema. 
(homem - meio). 
Cultivo do solo - produção de alimentos. 
Poluição e contaminação da água. 
Poluição e contaminação do solo. 
Monocultura e desmatamento. 
Uso de herbicida e inseticidas. 
6) Influência do sol sobre as plantas:ge~ 
minação, incidência de raios pela posição 
dos canteiros, falta e excesso de sol nos 
períodos de desenvolvimento da planta. 
7) Procedência da água para molhar os ca:! 
teiros. O que será usado? Regador,mangue~ 
ra, etc ••• 
8) Declividade e ação da chuva sobre o 
terreno. 
9) Cada planta tem raízes que atingem pr~ 
tundidades diferentes, à procura da água. 
10) Necessidade do plantio com técnicas. 
11) Análise da água que será usada no 
plantio. 
12) Reflorestamento. 
13) Rotação de culturas. 
14) Ação de herbicidas e inseticidas,açào 
biológica e produtos com alternativas na￾turais. 
3-ª SÉRIE 
PROFESSOR 
PORTUGUÊS - textos sobre agricultura, pe￾cuária, apicultura, fruticultura, holeri￾cultura, reflorestamento. 
MATEMÁTICA - meios e quartos (metade 
canteiro, a quarta parte). 
Área e perímetro dos canteiros. 
do 
Meà.ià.a ele tempo, relação com plantio, co￾lhei ta, gestação dos animais ••• 
TÉCNICOS 
1) Vídeos sobre os assuntos. 
2) Construção de canteiros. Aplicação das 
medidas. 
3) Distribuição dos canteiros na area 
das mudas no canteiro. 
e 
-- Colheita dos frutos, etc. 
Canprimento, massa, capacidade - medidas 
arbitrárias e padrão (pé, passo, palmo,~ 
Paralelismo e perpendicularismo (cantei -
ros paralelos, linhas perpendiculares, li 
nhas paralelas de plantio). 
Noções sobre ângulos, ângulo reto no can￾to do canteiros. 
Retângulos - fonna dos canteiros. 
CIÊNCIAS - Sol - fonte de enrgia - fotos￾sintese. 
Fase de germinação, desenvolvimento da 
planta. 
Estações do ano, época de plantio e co￾lhei ta, clima. 
- Grupos de vegetais: características ge￾rais (cereais, verduras, hortaliças). 
- Orgàos dos vegetais: função da raiz, fo 
lha, caule, flor, semente. 
- Cultivo do solo: relação do homem com 
o meio. 
- Animais: vertebrados e invertebrados -
caracter:isticas gerais de bovinos, suínos 
equinos, ovinos, aves, abelhas, minhocas, 
pragas (formigas, gafanhotos, lagartas,j~ 
aninhas, outras), verminose e peixes. 
- Plantas medicinais e tóxicas: cultives 
de plantas medicinais. 
- Cuidados com o solo. 
- Empobrecimento do solo: queimadas, açao -
sobre o solo. 
- Adubação - ação do adubo orgânico e mi￾neral, produção do solo empobrecido. 
- Pastagem - vegetais. 
- Tipos: trevo. 
- Produção de nitrogênio. 
- Uso de agrotóxicos: ação sobre o ho 
4) Construção dos canteiros e alinhamen￾to das mudas. 
5) Localização dos canteiros. 
6) Decisão sobre o que plantar em cada é 
poca. 
7) Decisão sobre o que plantar em cada 
local. 
8) Técnicas de preparação correta do so￾lo: retenção de água, revolvimento do so 
lo, adubação, calagem ••• 
9) Ação das minhocas sobre o solo. 
10) Ação das abelhas cerno polinizadoras. 
11) Ação das pragas sobre as plantas. 
12) Criação de animais nas pequenas pro￾priedades. 
13) Seleção de plantas medicinais mais 
conhecidas, preparo do solo e cultivo. 
14) Esclarecimento sobre o uso de plan -
tas medicinais. 
15) Ação das queimadas sobre o solo. 
16) Adubação: preparo de um local para 
depósito e transfonnação de adubo orgân~ 
co. 
Construção de piq~etes de diferentes ti 
pos de adubação verde. 
-- mem, sobre a água, sobre o solo, sobre as 
plantas e peixes. 
- Desme.tamento: consequências. 
- Preservação da flora: conservação das 
matas ciliares. 
- Plantio e replantio de plantas nativas. 
- Conservação de área de mato nas proprie 
dades. 
- Animais e saúde; 
- Animais peçonhentos; 
- Animais parasitas. 
PORTUGUÊS - Textos sobre agricultura, pe￾cuária, apicultura, fruticultura, hoberi￾cultura, reflorestamento, alimentos de o~ 
rigem animal e vegetal. 
MATEMÁTICA - Frações - metade, quarta p~ 
te, terça parte. 
Porcentagem: quanto % de sementes que ge~ 
minaram, relação 50'fe 1 , 25% l , 20'/o 1 • 
2 4 5 
- Medidas de comprimento e massa. 
- Perímetro e área. 
- Paralelismo e perpendicularismo. · 
- Ângulo reto, cantos dos canteiros, can--
tos do depósito de material. 
CIÊNCIAS - Sol fonte de energia, fotossín 
tese, genninação, desenvolvimento dos ve￾getais. 
- Influência do sol sobre os vegetais. 
- Ação da lua sobre o desenvolvimento dos 
vegetais - questionamento com os pais. 
- Alimentos de origem animal e vegetal 
tipos. 
- leite - valor nutritivo. 
17) Explicação sobre o uso adequado de 
agrotóxicos. 
18) Plantio de quebra, ventos e incen￾tivo ao replantio nas propriedades, vi 
veiros de mudas. 
4ª SÉRIE 
1) Vídeos e palestras sobre o assunto. 
2) Construção dos canteiros. 
3) Sementeira com testes de genninaçao 
O-ianto % foi a germinação. 
4) Construção, medidas de canteiros. 
5) Fonna dos canteiros. 
6) Cantos dos canteiros, · realcionados 
com ângulos retos. 
7) Construção do depósito de material. 
8) Relação peso e área. a ser cultiva -
da: sementes, adubos, produção. 
9) Localização dos canteiros e semen -
teiros. 
10) Estufa esperimental para provar a 
ação do calor solar. 
11) Discussão das crenças sobre a lua. 
12) Embutidos, feira do produtor. 
13) Produção leiteira - alimentação do 
gado, saúde do gado, higiene na orde: ·-
nha, vacinação, conservação e transpo~ 
- Conservação dos alimentos, porque conser 
var, como conservar, para qu~. 
- Preparação de alimentos, higiene e con -
servaçào das propriedades nutritivas. 
- Alimentos naturais e industrializados 
valor nutritivo, conservação e corantes. 
VI METODOIDGIA A SER APLICADA 
te do lei te. 
14) Técnicas de conservar os alimentos 
com sal conservas 
, 
com açucar CDmpotas 
defumados 
15) Técnicas de preparar os alimentos. 
- geléias; 
- conservas salgadas; 
- doce em pasta; 
- compotas; 
- aproveitamento dos vegetais. 
Professor conteúdos trabalhados em sala de aula, com apoio de material do 
Departamento de Educação e de Agricultura. 
- contatos periódicos com os técnicos que atuarão nas aulas práti -
cas. 
Técnicos aulas práticas e teóricas em horário alternativo, fora do horário 
de aula, com grupos de álunos: preparação do cultivo, colheita, comercialização e expe 
rimentos. 
Técnicos do "IAP". 
- itens a serem trabalhados: 
1ª ' 2ª ' 3ª e 4ª item 01. , 
1ª e 2ª series, itens 01,11,12. 
, 
3ª serie, itens 15 e 18; 
Técnicos da 11CAPEG11 • 
, 
1ª ' 2ª ' 3ª e 4ª series, item 01 , 
3ª serie, item 12. 
, 
4ª serie, item 13. 
Técnicos da "IAPAR". 
1ª, 2ª, 3ª e 4ª series, item 01; 
3ª série, item 12 suinos, aves, equinos, caprinos e ovinos. 
-- Técnicos da "EMATER". 
11, 2ª ' 3ª e 4ª séries, item 01; 
. 1ª e 2ª series, itens 02, 05, 07, 08, 
3ª série, itens 06, 07, 08, 10 e 11; 
. 4ª serie, itens 12, 14 e 15. 
Técnicos do "CEFET". 
1ª e 2ª séries, itens 03, 04, 06 e 14; 
3ª série, itens 02, 03, 04 e 05; 
09, 
4ª série, itens 02, 04, 05, 06, 09, 10. 
Técnicos da "SEAB". 
, 
1ª, 2ª ' 3ª e 4ª series, item 01; 
3ª série, item 17; 
. 4ª serie, item 03. 
Départamento da Agricultura - Prefeitura • 
. 1ª, 2ª, 3ª e 4ª series, item 01; 
3ª série, itens 12 e 13 - psicultura; 
4ª série, itens 07, 08 e 11. 
Secretaria Municipal de Saúde. 
3ª série, item 14. 
VII - AVALIAÇÃO 
10 e 13; 
Relatórios mensais dos professores, técnicos e alunos, sobre o trabalho desen￾volvido. 
Reuniões bimestrais com alunos, professores, técnicos e pais, para analizar os 
efeitos do projeto sobre o desempenho na prática diária das atividades agrícolas e na 
melhoria de qualidade de vida da população do meio rural. 
Reunião no final do ano letivo para avaliação da aplicação do projeto, com to￾dos os setores envolvidos nas atividades. 

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