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materia nº 5/1990

Tipo Projeto de Lei Ordinária
Número / Ano 5 / 1990
Date 1990-02-02
EmentaAutoriza o Executivo Municipal a doar imóvel à Igreja Quadrangular de Pato Branco.
native_id23406

Tramitação (latest 1)

DateStatusTurnoTexto
2023-08-10 Arquivado F Lei nº 897, de 10 de abril de 1990.

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status: extracted · method: native · backend: pypdfium2 · confidence: 1.00 · pages: 37

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Câmara 1flunicípal de tpato Branco 
Estado do Parand 
EXMO. SR. 
DANIEL CATTANI 
DD. PRESIDENTE DA. CÂMARA MUNl'CIPA,L DE PATO BRANCO = 
A COMISSÃO DE JUSTIÇA E REDAǰÃ:O, no uso de suas 
atribições legais e regiméntais, vem à presença de V. E.xa., aore 
sentar a presente EMENDA. ADITIVA. ao projeto de lei 05/90 e se 
for o caso o SUBSTITUTIVO: 
Inclui um artigo com o seguinte teor: 
"O imóvel objeto da doação fica atingido pela 
cl&usula de inalienabilidade por um prazo de vinte anos, a contar 
da data da publicação desta Lei". 
1.990. 
Membro 
EXMO. SR. 
DANIEL CATTANI 
DD. PRESIDENTE DA CÂMARA MUNICIPAL DE PATO BRANCO: 
O Vereador que esta subscreve, no uso de suas 
atribuições legais e regimentais, vem à presença de Vossa Excelên~ 
eia, apresentar o presente SUBSTITUTIVO ao Projeto de Lei nQ 05/90: 
SÚMULA: Autoriza o Executivo Municipal a doar 
parte da Chácara 26-E, com área de l.017,00m2 
à SEGUNDA IGREJA DO EVANGELHO QUADRANGCLAR de 
Pato Branco e dá outras providências. 
Art. lQ - Fica o Executivo Municipal autorizado a doar parte dê1 Chá 
cara 26-E, com área de l.017,00m2 , à SEGUNDA IGREJA DO EVANGELHOQUA 
DRANGULAR de Pato Branco para que esta edifique o seu templo de 
reuniões , culto e sede própria e desde que neste local sejam reali 
zadas gratuitamente, a todos os municípes, sem distinção de credo , 
as seguintes atividades: 
I - aconselhamento de casais; 
II - orientação vocacional; 
III - recuperação de viciados em tóxicos; 
IV - cursos sobre formação do caráter e da 
personalidade. 
Art. 2Q - A donatária deverá promover a edificação no prazo de dois 
anos contados da publicação desta Lei. 
Art. 3Q - A inobservância aos preceitos desta Lei, ocasiona a rever 
sao do imóvel ao patrimônio do Município, perdendo a donatária o 
que houver edificado, sem direito a indenização. 
Art. 4Q - Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação, revog~ 
das as disposições em contrário. 
Pato Branco, 05 de março de 1.990. 
J U S T I F I C A T I V A 
Senhor Presidente: 
Vereadores: 
Da forma como foi remetido o preEente Proje 
to de Lei, nao há a possibilidade de aprová-lo. Nossa assessoria' 
jurídica e~ fundamentado parecer, explicou bem a impossibilidade' 
de ordem constitucional de subvencionar as igrejas, sejam elas de 
qualquer credo. Entretanto, o próprio inciso I, do artigo 19, da 
Constituição Federal, prevê uma exceção - quando houver a colabo￾ração da igreja no interesse público. 
A donatária pode perfeitamente usar o imó~ 
vel objeto da doação para prestar serviço público relevante para 
o Município. 
Com este afãí inseri no artigo lQ do Proje￾to de Lei, uma série de obrigações de natureza pública que devem' 
ser cumpridas pela donatária, como a recuperação de viciados em 
tóxicos, aconselhamento de casais, orientação vocacional e cursos 
sobre formação do caráter e da personalidade. 
Assim, entendo correto o parecer da asses~ 
soria jurídica, mas com a aprovação deste SUBSTITUTIVO a Lei será 
outra, dentro dos parâmetros da Constituição Federal. Necessário, 
pois,a sua aprovaçao. 
OLIVEIRA 
proponente 
Prefeítura 1!/1unícípaL de Pato Branco 
ESTADO DO PARANÁ 
GABINETE DO PREFEITO 
fi!ENSA GEJl / 005 / 90 
Senhor Presidente, 
Senhores Vereadores: 
Vimos através da presente levar a apreciação de 
~ 
aprovaçao do Projeto de Lei apenso a esta, por meio do qual se , , , visa doar o imovel urbano chacara 26-E com area de 1.01?,00 m2 
(hum mil e deze.srete metros quadrados), para que a Segunda Igrf!_ 
ja Quadrangular de Pato Brcnco, possa edificar seu templo para 
reuniões de culto de seus membros. 
, . Na certeza de que esta tera de Vossa Senhoria a 
atençao peculiar, firmamo-nos com estima e consideração. 
Gabinete do Prefeito Municipal de Pato Branco A 
aos 02 dias do mes de fevereiro de 1990. 
PREFE TO MUNICIPAL 
,:· 
1Prefeíf ura í)f/,unicípaL de 1P ato Branco 
ESTADO DO PARANÁ 
GABINETE DO PREFEITO 
PROJETO DE LEI N2 
SÚMULA: Autoriza o Poder Executivo a doar imóvel 
~ Segunda Igreja Quandrangular de Pato , 
Branco e dá outras Providências. 
Art. 12 - Fica o Executivo Municipal autorizado 
a doar o imóvel Chácara 26-E, com área de 1.01?,00 (hum mil e 
dezesete metros quadrados), ~ Segunda Igreja Quandrangular de 
Pato Branco para que edifique o seu templo para reuniões de 
, . culto e sede propria. , , Art. 22 - A benificiaria devera promover a edi￾ficação no prazo de 02 ( dois) anos. 
Art. 32 - No caso de vir a ser dado destinação' , , diversa que a prevista na presente Lei, o imovel retornara com , as benfeitorias não tendo a beneficiaria qualquer direito a 
indenização. 
Art. 42 - Da mesma forma retornará o imóvel ao 
MunicÍpio em caso de inadimplemento do exposto no art. 22dE§_ 
ta Lei perdendo em favor do MunicÍpio o que houver Já edifi￾cado , Esta Lei entrara em vigor na data de sua promif!:. ~ ~ , gaçao, revogadas as disposiçoes em contrario. 
Câmara 
EXMO. SR. 
DANIEL CATTANI 
c/Jtunicipal d e /Qato !Branco 
DD. PRESIDENTE DA CÂMARA MUNICIPAL DE PATO BRANCO: 
A COMISSÃ:o·nE ASS'UN'TOS COMUNTTÂRIOS, no uso 
de suas prerrogativas legais, apresenta ao Projeto de Lei n9 5/90 
a seguinte EMENDA MODIFICATIVA: 
Corrige o nome da donatária que passa a 
ser "IGREJA DO EVANGELH.0< QUADRANGULAR". 
J U S T I F I C A T I V A 
Constou por equívoco o nome errado da donatá 
ria. 
março de 1. 990. 
CENI - Presidente 
/0 _/( &u~Y#. O~FRAN&o CALDATTO - Metnb:to .· 
PILATTI - Relator 
Câmara CÁ1Junicipal de f.2ato !Branco 
/ 
' . ' -- ·~ . ' .. • . ,• . -:: . -'""'"'- ·,- ''-.- .,. ' ~ ·-· ~. ' . '·' " .... ' 
, P,ARE'.CER DA <C0MI'S:SÃ:0, DE , ASSUNTOS' COMUNTTÂRiüS 
O Prefeito Municipal de Pato Branco, remeteu à câmara 
Municipal o Projeto de Lei n9 05./90, através da mensagem 05/90 
visando obter autorização para proceder a doação da área de 
1.017,00 m2, da'IChácara n9 26-E, A SEGUNDA IGREJA EVANGELHO QUA 
DRANGULAR DE PATO BRANCO. 
Este, em síntese, o Projeto de Lei em estudos. 
O Projeto de Lei atende ao interesse pfiblico, pois a 
comunidade vem reinvicando a construção de um Templo Quadrangu 
lar. A emenda apresentada com a cláusula de inalienabilidaàe é 
oportuna e eficaz, para garantia do interesse pfiblico. 
Desde que seja contemplado e parecer da Comissão de 
Justiça e Redação, quando estabelece entre outros que o Templo 
a ser edificado servirá gratuitamente à toda a comunidade indi~ 
tintamente de credo, raça,cor e ideologia, somos contudo favorá 
veis ao Projeto de Lei. 
~o nosso parecer. SMJ. 
Pato Branco, 14 de março de 1.990. 
- Presidente 
ERNE - Relator 
/~, O~FRA - Membro 
Câmara ?11,unicipal de tpato Branco 
Estado do Paraná 
O Prefeito Municipal de Pato Branco, remeteu à 
Câmara Municipal o Projeto de Lei n9 05/90, que autoriza a doação da 
área urbana de 1.017 m2 à SEGUNDA IGREJA QUADRANGULAR DE PATO BRANCO 
para edificar seu templo para reunião de culto e afins. 
Consultado o art. 19, inciso I, da Constitui-
-ção Federal, especialmente quando ressalva a colaboração de interesse 
públ~co e observando o SUBSTITUTIVO do Projeto, que estabelece entre 
out~os que o templo a ser edificado deverá servir gratuitamente a qual￾quer do povo, indistintamente de credo, raça, cor e ideologia à quais--
quer atividades, contudo esta Comissão é de parecer favorável desde que 
cumprido o disposto acima. 
Pato Branco, 07 de março de 1.990. 
EM TEMPO: Todavia, a Comissão requer seja regu￾larizado e devidamente instruído o pedido com cópia autenticada do esta 
tuto registrado e n9 CGC/MF. sob pena do PROJETO SER REJEITADO. 
Membro 
Câmara 1t/,unícípal de 'Pato 13ranco 
Estado do Paraná 
Pato Branco, 08 de março de 1.990. 
PARKCER DA COMISSÃO DE FJNA.NÇAS E ORÇAMENTO 
O Prêfei'to Municipal de Pato Branco, remeteu à câmara 
Municipal o Projeto de Lei n9 05)90, Vi$'ando obter awborização p2. 
ra proceder e. doação da área de 1. Ol 7m2 à SEGUNDA IGREJA DO~..EVAN￾GELHO QUADRANGULAR!DE PATO BRANCO. 
Com o s·ubstitutivo apres·entado ao projeto de lei, se￾rá possível a doação do imôvel !:loclicitado, pois o ;que se visa é o 
atendimento ao interesse público e não somente à religião em si. 
Inúmeras obrigações- assumirá a donatária, todas de caráter social 
e de interesse público. Portanto, estão satisfeitas as condiç6es 
estabelecidas pelo artigo 19, incis e r, da Constituição Federal. 
Diante do exposto, somos favoráveis'a"aprovação do 
SUBSTITUTIVO apresentado. 
:t: o nosso parecer. "PRO VERITATE". 
CLÔVIS ~/! PEDRO DE FAVERI - Presidente 
VI~RO ;:;;; ::@:f VEIRA - Relator 
ILÁRIO AN~O ~ TONI.OLO - Membro 
ASSESSORIA JURÍDICA 
O Prefeito Municipal remeteu à Câmara Munici 
pal o Projeto de Lei nQ 05/90, através da Mensagem nQ 05/90, vi~ 
sando obter autorização para proceder a doação da área de 1.017,00 
m2 da Chácara nQ 26-E, à SEGUNDA IGREJA DO EVANGELHO QUADRANGULAR' 
DE PATO BRANCO. 
Este, em suma, o Projeto de Lei em apreço. 
Pela análise do artigo lQ do precitado Proje￾to de Lei, verifica-se que o imóvel objeto da doação destina-se a 
edificação de um templo para reuniões de culto e-sede própria. 
Em que pese o respeito'e admiração pela Segun 
da Igreja do Evangelho Quadrangular de Pato Branco e pelas obras ' 
sociais que desenvolve, a doação solicitada, mesmo merecida, encon 
tra obstáculo na Constituição Federal. 
O artigo 19, inciso I, da Constituição Fede~ 
ral, proibiu a subvenção às Igrejas e seus cultos religiosos, res￾salavando apenas a colaboração de interesse público, na forma que 
estabelecer a legislação federal. Esta deverá versar sobre a possi 
bilidade do Estado subvencionar as Igrejas em suas atividades de 
assistência social. Todavia, esta exceção depende de lei federal. 
Subvencionar não se restringe tão somente ao 
fornecimento de dinheiro, mas também à dávida de bens móveis e imó 
veis. 
Deste modo, o Projeto de Lei enviado pelo Pr~ 
feito Municipal, a meu ver é inconstitucional por desacato ao inci 
so I, do artigo 19, da Consituição Federal. 
t o meu parecer. 
Pato , 03 de março de 1.990. 
Câmara 11/,unicipal de 'Pato Branco 
Estado do Paraná 
·--: •·, ._. ·--...· " - ~. ·~· ,, . ~ - .,. . . . . ~ . . . -
' 'C0MI$~0---DE>ASSUN'i'OS'- 'e0MUNITÃRTOS 
O Prefeito Municipal remeteu à câmara Municipal o rro￾jeto de Lei n<;;> lQ/90, através da mensagem n<i> 09/90, visando ob￾ter autorizaçao legislativa para proceder a doação do lote n9 ' 
07, da quadra n9 36, situada no Bairro Novo Horizonte. à IGREJA 
EVANGmLICA CRISTO REDENTOR. 
Este, em suma, o Projeto de Lei em apreço. 
O Projeto de Lei atende ao interesse público, pois o 
Bairro Novo Horizonte vem reivindicando a construção de um tem￾plo Luterano. A emenda apresentada com a cláusula de inalaenab~ 
lidade é oportuna e eficaz, para garantia do interesse público. 
Desde que seja contemplado o parecer da Comissão de 
Justiça e Redação, quando estabelece entre outros que o Templo 
a ser edificado seryirá gratuitamente a toda a comunidade indi~ 
tintamente de credo, raça, cor e ideologia, somos favoráveis ao 
provimento do Projeto de Lei. 
~ o nosso parecer. hsub censuna". 
de março de 1.990. 
I - Presidente 
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~·.Ju~JIC~Pi~t 
Cid~de 
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BRANCO 
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O Vere<.:.Jor infra-assinado recn1cr, lii' fc• ; .. ;. : '· 1 ... 
r. 1 ' 1 l 1 ( ' n ['. ll (~ : 
OFICIAR AO PREFEITO MUNICIPAL SOLICITANDO A !~Q6i{ÂQ l!L. UfvLTf·:f\111 i'IU 
D/\ RESERVA MUNICIPAL, DO BAIRRO PLANALT0_1_J?_6Ilf\ __ A __ cnr,11J11f_!2/\lll·'._' ll/1 
~;r-:GUNDA IGREJA DO EVANGELIO QUADRANGULAI~--J:~-~_J'~!-~- ~?ll~l\!CO_:_ 
--------------------·····--------··-. 
--------------------· 
------------------------· -------- ...... . 
Nestes Termos 
PREPEITURA MUNICIPAL DE P\TO BTIANCO 
Pede Deferimento 
Pato Branco, __ 27_/ ___ D.~JVf~rnb r·,, 1. ' 
.... 
M 112979 
VILSO CAHNE 1 no UI< ()], 1VF:11··. 
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1UNIDADE DE BAIHRO PLANALTO ATUALMENTE SE lil;:UNr·: 1-'.1·1 \ 'f\~;r 1 , 1 
Tlt'.lJLAR,POH NÂO TER UM LOCAL PRÓPRIO PARA SUA~.i 1n:UN!tl1;:~; IJF: ('Ili . ·--·- -··------·-·- ---· ··---- 1 1 1(" 
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:-;llf1 !3EDE PnÓPHIA • 
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VÁLIDO EM TODO O TERRITÓRIO NACIONAL 
ESTE CARTÃO COMPROVA A INSCRIÇÃO DO ESTABELECIMENTO 
NO CADASTRO GERAL DE CONTRIBUINTES 
APRESENTAÇÃO OBRIGATÓRIA QUANDO O N? DE INSCRIÇÃO FOR INFORMADO, 
1 AINDA QUE POR ,APOSIÇÃO DO CARIMBO PADRONIZADO DO CGC. 
SECRETARIO DA RECEITA FEDERAL 
~ 
ESTATUTO 
DA 
IGREJA DO EVANGELHO QUADRANGULAR 
CAPITULO 1 
DA DENOMINAÇÃO, DURAÇÃO E SEDE 
Artigo 19. A corporação religiosa denominada "Igreja Evangélica do Brasíl'', 
de doutrina quadrangular, fundada em 15 de novembro de 1951, na cidade de 
São João da Boa Vista, SP, pelo Rev. Harold Edwin Williams, nos moldes da 
"lnternational Church of lhe Foursquare Gospel", passou a denominar-se 
IGREJA DO EVANGELHO QUADRANGULAR, lendo sede e foro na cidade 
de São Paulo, duração indeterminada, sem fins lucrativos, e reger-se·ã pelos 
presentes Estatutos e seus Regulamentos Internos, os quais foram reforma￾dos por deliberação da Convenção Nacional em 11 de janeiro de 1958. 
• único • O local de funcionamento da sede adminislrativa nacional 
serã à Av. General Olímpio da Silveira, 190, na cidade de São Paulo, SP. 
• 
CAPITULO li 
DOS OBJETIVOS 
Artigo 29 • A Igreja do Evangelho Quadrangular tem corno objetives: 
a - Proclamar ao mundo as mensagens de fé e poder C:o Evangel:c, 
de Nosso Senhor Jesus Cri3IO, salientando a doutrina quadrangular: SALVA￾ÇÃO, BATISMO COM O ESPÍRITO SANTO, CURA DIVINA e SEGUNDA 
VINDA DE CRISTO, pugnando pela propagação, delesa e prática dos ensi￾nos da Bíblia Sagrada, e adotando para sua orientação a Declaração Ó'.: ~ ~ 
constante do capftulo seguinte. 
b - munter um departamen1o denominado CRUZADA NACIC 
DE EVANGELIZAÇÃO, que promoverá movimentos evangelfsticos, de. 
vamento espiritual e cura divina, em todos os recantos da Brasil, usando : · 
das (pavilhões de lona), programas de rádio, televisão, difusão de publicaç[>Bs 
e outros meios de comunicação: 
c - Manter traball~os missionários e assistênciais em todo o terri16-
rio nacional. 
d - Fundar, man1er, administrar, custear, ou patrocinar e~tabPleci￾mentos educativos e de assistência social. 
e • Fundar filiais sob a mesma denominação e depart0rnenlos P'·J 
realizarem os fins releridos. · 
cr~PITULO m or~s DOUTRlNAS 
Artigo 3? - A Igreja do Evangelho Ouandrangular adota e prega os princfpios 
bíblicos consubstanciados na seguinle Declaração de Fé: 
DECLARAÇÃO DE FÉ - Cornpilsdo por: AIMEE SEMPLE Me PHERSON · 
fundadora da Igreja (tnternacional) do Evans·:'.!lo Quadrangul<Jr. 
Traduzido do original DECLARATION OF FAITH por Anfsio S. Dametl.o 
- Curitiba-PR. (As referências usadas são da Edição Revista e Corrigida e, 
Revista e Atualizada). 
IGREJA DO EVANGEL~fO QUAORf\NGUL/\R - Uma corporação· fnterde· 
nominacionaf em esprrito, Evangélica na mensagem, internacional no projeto· 
é composta pela união de fiéis cristãos que se congregar11 para a prornoç ão 
da causa do Evangelismo no mundo, e pregação do Evangelho Quadrangular 
do Reino: Jesus Salvador, Balizador, Médico e Rei que Vollará 
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ESTATUTO 
DA 
IGREJA DO EVANGELHO QUADRANGULAR 
CAP(TULO 1 
DA DENQr.f.INAÇÃO, DURAÇÃO E SEDE 
Artigo 1 \? - A corporação religiosa denominada "lgrej;:i Evangi}lica do Brasil", 
de doutrina quadrnngular, fundada em 15 cio nanmbro de 1951, na cidnde de 
São João da Boa Vis:a, SP, polo Rev. Harold Edwin WiPiams, nos moldes da 
"lnternational Churd1 of lho Foursquare Gosr.d", r<,ssou a denominar-se 
IGREJA DO E::VANGELHO QU/\DR/\NGUL/\R, tcn:Jo sede r foro na cidade 
de Sf:'J P:iu'.o, cíur2çiio i11ôcísnninacla, sem íins !uci?!ivos, e r::ger-se-á pdos 
prcc,cr1l'JS E~::iiutos e seus lle'JUiamentos ln''"rnos, os qu;''s fcrnm reforma￾dos V-'r dolibi;·;;:iç?'J da Convcnçno Nacional 8m 11 de janeiro de 1958. 
• ú:~' o - O local de funcionamento da sede administrativa naô'''"~r 
!>crá à Av. G0w,··11 o:rmpio dn Silveira, 190, na cidade de S3.o Paulo, Sr_ 
CAPÍTULO li 
DOS OBJETIVOS 
Artigo 'Z1 - A Igreja do Evangelho Ouadrnngular tsm c~mo objetives: 
a - Proclamar ao mundo ""' mensagens de ié e pcder do 
de Nosso Senhor Jesus Cri;,\o, salienlancJo a doulrina quadrargula 
ÇÃO, BATISMO COM O ESPÍRITO SANTO, CURA 01\/IN/\ e~ 
VINDA DE CRISTO, pugnando pela prcw1g;:ição, defesa e prá!Jc.e 
nos da Bíblia Sagrada, e adotando para sua orientação a Declara 
constante do capítulo seguinte. 
b - manter um departamento denominado CRUZADA 1\ 
DE EVANGELIZAÇf'.O, que promoverá movimen!os evangelfsticc 
vamento espiritual e cura divina, em todos os rncantos do Brasil, u 
das (pavilhões de lona), programas de rádio, televisão, difusão de p1 
e outros meios de comunicação; 
c - Manter trabalhos missionários e assislênciais em tod 
rio nacio; .1. 
d - Fundar, manter, administrar, custear, ou patrocinnr i 
monf.os educativos e de assistência social. . .. _ 
e - Fundar filiais sob a mesma dei ;;:;rnin3çáo e depRrtarn 
realizarem os fins referidos. 
CAPITULO !'! 
DAS COUTíliil/1S 
Ait.igo 3? - A Igreja do Evangelho Oua11drangular adota e prega os 
bíblicos consubsi::inciaclos na seguinte Declaração ele Fé: 
DECLARAÇÃO LE FÉ - Compilado por: AIMEE SEMPLE Me P~ 
fundadora da Igreja (Internacional) do Evangelho Ouadrnngulm._ 
Traduzido do original DECLARATION OF FAITH por Anís10 S 
- Curitiba-PR. (As referências usadas s;'io da Edição Revista e C 
Revista e /\tualiznda). 
IGREJA DO EVANGELHO QUADRANGULAR - Uma corporaçã1 
norninacionai em espfri\o, Evangélica na mensagem, internacional r 
é composta pela união de fiéis cristãos que se congregan;i para a 
da causa do Evangelismo no mundo, e pregação do Evangelho Ou 
do Reino: Jesus Salvador, Balizador, Médico e llei que Voltará. 
-9-
1. AS SAGRADAS ESCRITURAS 
Cremos que a Bíblia Sagrada é a Palavra do Deus Vivo; verdadeira, 
1 imutável, firme inabalável, como o seu autor o Senhor Jeová; que foi escrita 
por santos homens do passado, 2conforme movidos pelo Espírito Santo e por 
Êle inspirados; que ela é uma 312mpada acesa para guiar os pés de um n1un￾do perdido, desde as profundezas do pecado e tristeza até às elevações da 
honradez e da glória; um espelho claro que revela a face de um Salvador cru￾cificado; uma linha de prumo a tornar reta a vida de cada individuo ou comuni￾dade; uma afiada espada de dois gumes para convencer do pecado e malda￾de; um forte elo de amor e ternura para levar os arrependidos a Cristo Jesus; 
-·: _ _um bálsamo de Gi!ead, 1sob o sôpro do Espírito Santo, que pode curar e vivi￾ficar todo o coraç&o desfalecente; único sustentáculo verdadeiro da comu￾nhão e unidades cristãs; Sapêlo de amor de um Deus infinitamente amantíssi￾mo; adveriência solene, trovejar distante da tempestade da ira e retribuição 
que cairá sôbre os desatentos; uma seta apontando para o Céu; um sinal de 
perigo que adverte quanto ao Inferno; 6o divino, supremo e eterno tribunal por 
cujos padrões todos homens, nações, credos e argumentos serão julgados. 
Onde é ensinado Nas Escrituras 
1) O céu e a terra passarão, mas as minhas palavras não hão de 
p.:issar. f.llat. 24:35. Para sempre, ó Senhor, a tua palavra pennanece no 
cáu. Sal. 119:89. 
2) Toda a Escritura divinamente Inspirada é proveitosa para en-
:;i,, ... r, para redarguir, corrigir, p:>ra instruir em justiça; Para que o homem 
Deus seja parfeito, parfeitamente instrufdo para toda a boa obra. li 
•. .i. 3:16, 17. 
3) Lâmpada para os meus pés é tua palavra, e luz para o meu 
Cãminho. Sal. 119:105. 
4) E temos, mui finne; a palavra dos profetas à qual bem fazeis 
em estar atentos, como a uma luz que alumia em lugar escuro, até que o 
dia escL:ireç2; e a estrela da alva em vossos corações. Sabendo primeira￾n:êato isto: que nenhuma profecia d:l Escritura é d~ p2rtlcul2r lnterpretn￾ção. Porqu~ a profocia nunca foi produzida por vont:de de hcm{!;n al￾gum, mas os homens santos d~ D~us falaram Inspirados paio Esplo'lto 
Santo: li Ped. 1:19-21. 
-10-
5) Examinais as Escrituras, p<>rque vós cuidnis ter nelas a viC:u 
eterna, e silo elas que de mim testificam. João 5:39. 
6) Procura apresentir-te a Dem; aprovado, como obreiro que n:fo 
ten. de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade. li Tim. 
2:15. Mas, naquilo a que já chegamos, andemos segundo a mesma r09ra, 
e sintamos o mesmo. Fil. 3:16. (Também 1 João 4:1; Isa. 8:2G; 1Tess.5:21; 
AtoS 17:11; 1João4:6; Judas 3; Efé. 6:17; Sal.119:59.60; Fil.1:9-11) 
11. A DIVINDADE ETERNA 
Cremos que só há um 1 Deus vivo e verdadeiro; autor do céu e da 
terra e de tudo que nêles há; o Alfa e o Omega, Que sempre foi, é e será pelos 
tempos sem fim, amém; que Ele é infinitamente santo, poderoso, terno, amo￾rável e glorioso; digno de tod0 o amor possível e honra e obediência, Majesta￾de, domínio e poder, assim agora e para sempre; e que a unidade da Divinda￾de se constitui triplicemente em consonância perfeita para com tôda a perfei￾ção divina, executando funções distintas mas harmoniosas, no grande traba￾lho da redenção: 
O Pru - Cuja glória é tão inexcedivelmente brilhante que o homem 
mortal não pode 2contemplar Sua face e ainda viver, 3mas, Cujo coraç2o foi 
tão transbordante de amor e piedade pelos Seus filhos perdidos e vítimas do 
pecado que Ele, voluntáriamente, deu Seu Filho unigênito, para redirnf-los e 
reconciliá-los Consigo mesmo. 
O Filho - 4Coexistente e coeterno com o Pai, que, concebido pelo 
Espírito Santo e 5nascido da Virgem Maria assumiu a forma de homem, su￾portou nossos pecados, levou nossas tristezas e, pelo derramamento de Seu 
precioso sangue sôbre a cruz do Calvário, adquiriu a redenção para todos os 
que nEle creiam; então, quebrando os grilhões da morte e do inferno levantou￾se da sepultura e subiu às alturas levando cativo o cativeiro, 6para que, como 
o grande Mediador entre Deus e o homem, pudesse estar à direita do Pai in￾tercedendo por aqueles por quem entregou a Sua Vida. 
O Espírito &mio - A ?terceira pessoa da Divindade, o Espírito do Pai, 
derramado, onipotente, onipresente, realizando uma missão indizivelmente im￾portante sôbre a terra, convencendo de pecado, de justiça e de juízo, Blevan￾do pecadores ao Salvador, rechaçando, rogando, buscando, confortando, 
guiando, vivificando, ensinando, glorificando, batizando e revestindo de poder 
do alto a todos aque: :s que se entregam às suas sagradas ministrações, pre￾parando-os para o grande dia do aparecimento do Senhor. 
-11-
Onde é Ensinado nas Escrituras 
1) ... Antes de mim deus nenhum se fonnou, e depois de mim ne￾nhum haverá. Isa . .:!3:10 ... Há ou!ro D2us al8m de mim? Nfo, não há outra 
-· . .i que eu conheça. Isa 44:8. 
2) Não poderás ver a minh;:i face, porquanto homem n~nhum ve￾rá a minha face, e viverá. Ex. 33:20. 
:.:.1 Porque Deus amou o mundo cfa tal maneira que deu o seu Fl￾1110 unig~nito, para que todo 2que!e que nele crê n~fo pereça, mas tenha a 
··'vrd.i cit:rn;:i~ Jc::o 3:fs. · ·· 
4) tJo princípio era o Vtrbo, e o Verbo estava com Deus, e o Ver￾bo era Deus. El8 estava no princípio com Deus. Todas as coisas foram 
feitas por ele, e s::m Ele nada do que foi falto se foz. Jc." '> 1:1-3. Também 
Jó 38:4-l. 
5) Eis qu~ a virgem conceberá e d3ra à luz um filho, e chama-lo￾to polo nome de Em::mt.:o;I. r.~:.t. 1:23. 
6) Eu, eu sou o Senhor, e fora de mim não há S;:ilvador. Isa. 
43:1 ·1. P0r()u0 há um só Deus, e um só Mcdi-.:!'.:lr entre Deus e os homens, 
Je:;us Cristo homem; O qu;)JI s~ d2u a si mesmo em preço de redenção 
p6t tcdos. 1 Tim. 2:5. Porque por e!e ambos t.;;mos acesso ao Pai em um 
ff,;;;..mo Ec:pí;ao. Ef. 2:13. 
7) Porque três são os que testific<im no céu: o Pai, a Palavra, e o 
E::.µírito Santo; e estes tr0s são um. 1 Jo2o 5:3. 
8) r.i:is, quando vier o Consolador, que eu da parte do Pai VOS hei 
de enviar, aquele Espírito de verdade, que procede do Pai, ele testificará 
de mim. Joõo 15:26. (Também li Cor. 13:14; r.l!at. 28:19; Rom. 8:11; João 
1 f.::7-14). 
Ili. A QUEDA DO HOfJH, 
Cremos que o homem foi criado à imagem de Deus, diante de Quem 
ele andava em santidade e pureza, mas que, por voluntária desobediência e 
transgressão caiu 'da pureza e inocência do Édan às profundezas do pecado 
e H .. ,,uidade, e 2que, em conseqüência disso, toda a humanidade é constituída 
de pecadores vendidos a Satanás - 3pecadores não por comç,ulsiio, mas por 
escolha, caracterizados pela iniquidade e 4intairamente despro-vidos, por na￾tureza, daquela santidade exigida pela lei de Deus, decididamente inclinados 
-12-
ao mal, 5culpados e sem 1ustificativa, justamente merecendo a condenação de 
um Deus justo e santo. 
Onde é Ensinado Nas Escrituras 
1) E criou Deus o homem à sua imagem. Gen. 1:27. 
2) Pelo que, como por um homem entrou o pecado no mundo, e 
pelo pecado a morte, assim também a morte passou a todos os homens 
por isso que todos pecaram. Rom. 5:12. Pela desobediência de um só 
homem, muitos foram feitos pecadores. Rom. 5:19. (Também João 3:6; 
Sal. 51:5; Rom. 5:15-19; 8:7). Isaías 53:6; Gênesis 6:12; 3:D-18; Gó!atas 
3:22. 
3) Todos nós andamos desgarrados como ovelhas; cada um se 
desviava pelo seu caminho. Isa. 53:6 (Também Gen. 6:12; 3:9-18). 
4) Entre os quais todos nós também antes andávamos nos de￾sejos da nossa carne, fazendo a vontade da carne e dos pensamentos; e 
éramos por natureza filhos da ira, como os outros também. Ef. 2:3. (Ver 
Rom. 1:18; 1:32; 2:1-16; Mat. 20:15; Gal. 3:10; Ezeq. 1!.l:19,20). 
5) Para que eles fiquem inexcusáveis. Rom. 1:20. Para que toda a 
boca esteja fechada e todo o mundo seja condenável diante de Deus. 
Rom. 3:19. (Tambám G,il. 3:22). 
IV. O PLANO DE REDENÇÃO 
Cremos, que 1 sendo nós ainda pecadores, Cristo morreu por nós - o 
Justo pelo injusto - 2espontâneamente, e por eleição do Pai, tomando o lugar 
dos pecadores, levando seus pecados, recebendo sua condenação, morren￾do sua morte, 3pagando inteiramente suas faltas, e assinando, com o sangue 
de Sua vida, o perdão de todos aqueles que haveriam de n'Ele crer; 4que, 
simplesmente pela fé a aceitação da expiação adquirida no Monte do Calvário, 
Somais vil pecador pôde ser limpo de suas iniquidades e tornado mais branco 
do que a neve. 
Ond<:: é Ensirwdo nas Escrituras 
1) Eb f.Ji forido pe!as nossas tmnsgressões, e moído pelas nos￾sas iniquidades.; o cu:.liJO que nos tl'az a pra estava súb/a Ele, e p::;!::.s 
suas pisaduras fomos sarados. Isa. 53:5. 
-13-
cl 
2) O qual se deu a si mesmo por nós p2ra nos remir de toda a 
iniqüid:ide, e purifica p::ra si um povo seu esp::?cl;:l, w:oso d~ bo<:is 
ol.:.r;;,s. Titv 2: 1 ci. 
3) D;;ixe o ímpio o sou c2minho, e o homem mnlígno os seus 
p~·nsamentos, e se connr1a e.o Senhor, qu& se cornp:.:C:eccrá dde; tome 
-:i;-~~ra o 11.ôsS·o DeUS·;~·r,o:-qUc ~rcr:dioso é crn p:;;-cL)2r. lsa. 55:7. 
4) Pcrt;mto podê tsmbóm s::!lv.3r p:::1 ;:;;lLmcnte os que por ele se 
chegam a Deus, vivendo sempre p::ira in!orced:or por e!.:;s. Heb. 7::!5. 
5) Vinde entfo, e arguí-me, diz o Su1hor. 2indn que os vossos 
p;.;cados sej~ ... 1 como a esccrbta, eles se tomar~.o br;:incos como a neve; 
ainda que sej:Jrn vemwlhos como o cnnnesim, se tc~nurão como a branca 
I;.';. Isa. 1: 18. 
V. SALVAÇÃO PELA GRAÇA 
Cremos que a 1 salvação dos pecadores é inteiramente.pela Graça; 
2qu.: nEto kmos Justiça alguma ou 3bondade, em nós mesmos, 4por onde 
1;rocur::ir o D1v1no amparo, havendo que lançarmo-nos, portanto, à 5inabalável 
r111::;t:r1có1cl1d "' <.trnor d'Aquele que nos comprou e nos lavou no Seu próprio 
sangue, 6clamando os méritos e a justiça de Cristo o Salvador, firmados na 
Sua palavra e aceitando o ?livre dom de seu amor e perdão. 
Onde é Ensinado Nas Escrituras 
1) Pela graça sois salvos. E1. 2:3. 
2) ... Não há um justo, nem um sequer. Rom. 3:10. 
3) Todcs pecaram e destituídos estlio da glória de Deus. Rcm. 
3::..:3. 
4) fvfas, todos nós somos como o imunda; e todas as nossas jus· 
ti~·c.;; como trapo da irnundícb; e todos nó:; c::ímcs corno a folha, e i'lS 
n:;o: s:~s culp:is corno l!m vento nos 2rrcbata:n. Isa. 64:G. 
5) E na verdade, e na verd::ide vós digo qu'é! aquele que crê cm 
1:1im lê:m a vid;;. etúna. Jof:o 6:47. 
6) r.~Js 2scra em Cris~o. Cristo J:::st:'.> vós Que ar.t:::s es!-".v.:::is 
longe, j:l p.:lo s:,nc:i::; e~ Cristo ctv~J3c!es p2rto. Ef. 2:13. 
-14-
7) Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a 
vid<-1 eterna, por Cristo Jesus nosso Senhor. Rom. 6:23. 
VI. ARREPENDIMENTO E ACEITAÇÃO 
Cremos que, 1pelo sincero arrependimento, verdadeira tristeza pelo 
pecado, e verdadeira aceitação do coração para com o Senhor Jesus Cristo, 
aqueles que O invocam podem ser 2justificados pela fé, atravéz do Seu pre￾cioso sangue e que, 3em vez da condenação, podem obter 4a mais bendita 
paz, segurança e amparo com Deus; que, corn braços abertos de perdão e 
misericórdia o Salvador espera para receber, em contrição não fingida e 5sú￾plicas por misericórdia todo arrependido que queira abrir a porta do seu cora￾ção e aceitá-LO como Senhor e Rei. 
Onde é Ensinado Nas Escrituras 
1) Se confessarmos os nossos pecados, Ele é fiel e justo para 
nos perdoar os pecados e nos justificar de toda injustiça. 1 João 1 :9. 
2) Sendo, pois; justificados pela fé; t<m1os paz com Deus por 
nosso Senhor Jesus Cristo; pelo qual também temos entrada pela fé a es￾ta graça, na qual estamos finnes, e nos gloriamos na esperança da glória 
de Deus. Rom. 5:1,2. 
3) Port:.nto, agora nenhuma condenação há para os que estão 
em Cristo Jesus, que não andam segundo a carne, mas segundo o Espíri￾to. Rom. 8:1. 
4) Para dar ao seu povo conhecimento da Salvação na remissão 
dos seus pecados, polas entrnnhas da misericórdia do nosso Deus, com 
que o Oriente do alto nos visitou, para alumiar aos que estão essentados 
em trevas e sombra de morte, a fim de dirigir os nossos pás pelo caminho 
da paz. Lucas 1:n-79. 
5) ... E o que vem a mim, de maneira nenhuma o lançarei fora. 
João 6:37. 
VIL O NOVO NASCIMENTO 
Cremos que a mudança que se efetua no coração e na vida, por 
ocasião da conversão, é obsolutamente real; 1 que o pecador é então, nascido 
de novo, de maneira gloriosa e transformadora tal 2que as coisas 
-15-
-v~lhas são passadas e tudo se faz de novo; de tal modo que, coisas anterio￾res desjadas são agora despresadas, 3enquanto coisas outrora aborrecidas 
sd.o agora respeitadas e sagradas; e que, tendo sido, agora, 4a Ele imputada a 
justiça do Redentor e recebido do Espírito de Cristo, novos desejos, novas 
·~o. novos interêsses, e uma nova perspectiva da vida, do tempo e da 
eternidctde, enct1em o coração lavado no sangue, 5de modo tal que o se•i de￾sejo se torna, agora, abertamente contessar e s8rvir 20 Mestre, sen 'i-'' V ,.mJ￾curando as coisas que são de cimél. 
Onde é Ensinndo nas Escrituras 
1) ... qu.::: ac;u:::!e que ni':o nascer de novo, não pode ver o reino da 
D.::us. Jo&o 3:3. 
2) ,'\:;:..hn que, se 2lguém está em Cristo, nova criatura é: as coi￾sa:; 11elhas já passr,ram; eis que tudo se fa?. novo. li Aos Coríntios 5:17. 
3) S:: vós foss::-:is do mundo, o mundo mrur:a o que era seu, 
11.::s, porque n~.o sois do mundo, antes eu vos escolhi do mundo, por is-
~ J é qu<= o mundo vos nborreca. Jc2o 1 S:19. 
4) Já estou crucificado com Cristo; e vivo, não mais eu, mas 
Cristo vive em mim: e ci vida que ag'.Jra vivo na c<:rne vivo-a na U: do Filho 
c.!0 C.;us, o qu:::I me amou, e S() entmc:;ou a si mesmo por mim. Aos Gi!a￾tas 2:20. Sendo justificados gratuítmnente pela sua graça, pela redenção 
que há em Cristo Jesus. Ao qu.:~I Deus propôs p:;ra propiciação pela f~ no 
s.:::u zangue, pzira demonstrar a sua jl;stiça p~la remissto dos pecados 
d~:n:.;s cornatidos, sob a pacifncia de Deus: R:o:n. 3:24,25. 
5)" Bem-aventur.::do o v<:rtio q!le nfo and:i segundo o conselho 
d, i;npios, nem se detém no c~,miriho dos. p::c:.dores, nem se assenta 
n~ , vda dos escarni;;cccores. Ant.::: t::m o c::;u p:-;;.z0r na lei do S<!11hor, e 
n:> sua lei m;;dita de dia de de noite."Sz;lmos ·1:1,2. 
Cremos que, tendo sido limpos pelo precioso sangue de Jesus Cristo 
e, ti:::ndo recebido o testemunho do Er.::ifrito Santo na conversão, 1é desajo de 
Deus que nos santifiquemos ci<'iri.'.lmente, e nos 1tornemos participantes de 
Sua s3ntidade; 3crescendo const3.ntemente, 4cada vez mais fortes na fé, po-
-16-
der' oração, amor e serviço; primeiramente, como crianças desejw· rf.) leite 
não falsificado, neste ;11undo; depois 5como homens fortes vestindo ioda a 
armadura de Deus, Grnarchando avante para novas conquistas em Seu nome, 
ac ::brigo do seu estandarte de sangue; vivendo sempre urna vida paciente, 
sóbria, não egoísta, segundo Deus, a qual representa um verdadeiro reflexo 
de Cristo em nós. 
Onde é Ensinado Nas Escrituras 
1) Porque esta é a vontade de Deus, a vossa santificação: 1 Tess. 
4:3. E o mesmo Deus de paz vos santifique em tudo; e todo o ~osso espí￾rito, e alma, e corpo, sejam plenamente conservados irreprE:ensíveis pnra 
a vinda de nosso Senhor J __ .... ~-'"to. 1 Tess. 5:23. 
2) o,-a, amados, pois que temos tais promessas, purifiquemo￾nos de toda a irnundícia da carne e do espírito, aperfeiçoando a santifi￾cação no temor de Deus. li Cor. 7: 1. 
3) Mas a vereda dos justos é como a luz da aurora que vai bri￾lhando mais e mais até ser dia p~rfeito. Prov. 4:18. 
Pelo que, deixando os rudimentos da doutrina de Cristo, prossi￾gamos até à perfeição. H.;b. 6:1. 
5) Pcrqu~ os que são segur1do a carne inclinam-se para as coi￾sris da carn;::;; mas os que são segundo o espírito para as coisas do espíri-
•'1. Rom. 8:5. 
6) E ali haverá um:::'.: .. --·-" ... ;,o, um caminho que se chamará, o 
caminho santo; o imundo nüo passará por ele, mas será para aqueles: o 
caminhantes, até mesmo os loucos, não errarão. ls:.ías 35:3 (1 Ped. 2:2). 
IX. BATISr.10 E SMJT A CEíA 
Cremos que o batismo nas ág1ns, 1em nome do Pai e do Filho e do 
E-::pírito Santo, de acôrdo com o mandamento de nosso Senhor, é um sagrado 
sinal exterior de uma obra interior; um belo e solene símbolo a lembrar-nos de 
que, assim como nosso Senhor morreu sôbre a cruz do Calvfaio, 2assirn 
também, contamo-nos corno rnoitos para o pecado, e a vell:la natureza com 
Ele prng.:lda no madeiro; e que, assim como Ele foi descido do madeiro e se￾pultado, 3assim nós somos sepult::idos com Ele pelo batismo na morte - para 
que, assim corno Cristo foi levantado dentre os mortos pela glória do Pai, as-
-17-
., . 
sim também, andemos em novidade de vida. 
Cremos na 4comemoração e observância da ceia do Senhor pelo 
sagrado uso do pão partido, urn precioso tipo do Pão da Vida - Jesus Cristo, 
Cujo corpo foi partido por nós; e da seiva da videira - um maravilhoso tipo a 
lembrar sempre o participante, do sangue derramado pelo Salvador, Que é a 
videira verdadeira, da qual Seus filhos são as varas; que esta ordenança é 
como um glorioso arco-íris a transpor a amplidão do tempo entre o Calvário e 
a vinda do Senhor, quando, no reino do Pai, Ele compartilhará, novamente, da 
companhia dos seus Filhos; e qur;, o servir e o receber esse sagrado sacra￾mento, deve ser sempre precedido pelo ma:s solene exame do coração, auto￾crítica, perdão e amor pera com todos os homens, para que ninguém participe 
indevidamente, e beba ccndenação para sua própria nlma. 
Onda é Ensinado Nas Escritur;:is 
1) Portanto ide, ensinai todas as nações, batizando-as em nome 
do Pai, e do Filho e do Espírito Santo; ~,iat. 23:19 (Atos 10:47,48; Gal. 
3:27,2l3). 
2) Da sorte que fomos sepui!t:clos com Ele p!.:lo batismo na mor￾i.-. µaa C]t'.c, como Cristo rcssusciJ.ou dos mortos, pia glóriã do Pai, as￾sim and;:;mos nós tnmbárn em novid;ide de \:id<:. Rom. 6:4 (Col. 2:12; 1 
Pedro 3:20,21; Atos 22:16). 
3) De sorte que foram batizados º'' que da bom grado receberam 
a sua palavra; e naquele dia a~regt:r;;:m-se quase três mil almas, ... Atos 
2:-t 1. (Mat. 28:19,20). 
4) Porque todas as vezes que comerdes este pão de beberdzs 
e. k: cálice anunciais a morte do Senhor, até que venha. 1 Cor. 11:26. 
E;,:.imino-se pois o homem a si mesmo e assim coma deste pão e beba 
d.:.stc c~lice. 1 Cor. 11 :28 e li Cor. 13:5. 
X. BATISMO NO ESPÍRITO SANTO 
Cremos que o batismo 1 no Espírito Santo é o recebimento do prome￾tido Consolador, em poderosa e gloriosa plenitude, 2a fim de revestir crente 
com poder do alto; para g!orificar e €!X altar o Senhor Jesus; para dar uma pia￾lavra inspiradJ em testemunho d'Ele; para promover o espírito da oração, san￾tificação, sobriedade para capacitar o indivíduo e a igreja a ganhar almas de 
-18-
maneira eficiente, prática, alegre, cheio do Espírito; e que, sendo esta, ainda, a 
dispensação do Espírito Santo, tem o crente todo direito em esperar o Seu re￾cebimento à mesma 3maneira pela qual O receberam 4judeus e gentios 
i~;,almente, nos dias bíblicos, Sconforme se encontra reaistrado na Palavra, 
de modo que possa ser dito de nós o que foi com respeito à casa do Cornélio; 
o Espírito Santo caiu sôbre eles, no princípio, assim como em nós agora. 
Onde é Ensinado Nas Escrituras 
1) E eu rogarei ao Pai, e Ele vos dará outro Consolador, para que 
fique convosco para sempre: O Espírito de verdade, que o mundo nto 
pode receber, porque não o vi: nem o conhece; mas vós o conheceis, 
pnrque habita convosco, e eclará em vós. João 14:16, 17. 
2) Porque, na verdade, João batizou com água, mas vós sereis 
batizados com o Espfríio Santo .... Mas recebereis a virtude do Espírito 
Santo, que há de vir sôbre vós; e ser-me-eis testemunhas, tanto em ,1-::ru· 
salém cerno em toda a judéia e samaria, e até aos confins da terra. Atos 
1:5,8. 
3) E todos foram cheios do Espírito Santo, e começaram a falar 
noutras líguas, conforme o Espírito Santo lhes conced!a que fa!asscm. 
Atos 2:4. 
4) Então lhes impu~eram as mãos, e receberam o Espírito Santo. 
Ato;; S:17. 
5) E dizendo Ped:o ainda estas palavras, caiu o Espírito Santo 
sóbre todos os que ouviram a palavra. E os fiéis que eram da circunsci￾são, todos quantos tinham vindo com Pedro, maravilharam-se de que o 
dom do Espírito Santo se d.::rramasse tamblm sõbre os r;entios. Porque 
os ouviam falar linguas, e magnificar a Deus. Atos 10:44-45. 
6) E, Impondo-lhes Paulo as mãos, veio sõbre eles o Esµ!rito 
Santo; e falavam llnguas e profeiizavz.m. Atos. 1S:6. t-![o s<ib;.)is vós qu~ 
sois o templo de Deus, e que o Espírito de D0ur; h;c!:::ita em vós? 1 Cor. 
3:16. 
XI. A VID.c'l. CHEIA DO ES~ÍnlTO SANTO 
Cremos que, sendo o Espírito Santo como um vento pofl::;roso e ve￾emente, como línguas de chamas vivas que pod:Jm sacudir e conv1.;l;:;ionar 
comunidades inteiras para Deus. Ele é, também, como uma delicada pomba, 
-i9· 
1 fácilmente ofendido e magoado pela impiedade, frieza, vãs conversações, 
jactância, e espírito de crítica ou julgamento, 2bem como pensamentos e 
ações que desonrem o Senhor Jesus; e que é, portanto, vontade de Deus que 
3vivamos e andemos no Espírito, momento a momento, sob o precioso san￾gue do Cordeiro, 4a pisar respeitosa e suavemente na presença do Rei; sen￾do pacientes, 5amorosos, verdadeiros, sinceros, de oração, não murmurado￾res, instando a tempo e fora de tempo servido o Senhor. 
Onde é Ensinado N.:is Escrituras 
1) E não entristeçais o Espírito Santo de Deus, no qual estais 
selados para o dia de redenção. Toda a amargura, e ira, e cólera, e grilaria, 
e blasf~mi;:;.s e tods a malícia seja tirz:ca de entre vós. Antes sede uns pa￾ra com os outros, como também vos perdoou em Cristo. Ef. 4:31)-32. 
Orando em tcdo o tempo com todn a C:-2Ç2o e sú:;lica no Espírito, e vi￾gi:mdo nisto com toda a perseverança e súplica por todos os santos. Ef. 
6:18. 
2) Rogo-vos pois innãos, pela compaix:5o de Deus, que apresen￾tds os vOS$OS ccrpos em sacrifício vivo, santo e agre.dável a Deus, que é 
vosso culiG racional. E n5o vos confonncis com este mundo, mas trans￾fom1ai-vos pia renovação do vosso entendimento, para que experimen￾teis qual s;,jJ a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus. Rom. 12:1,2. 
3) Aquele que diz que está nele, também deve andar como ele 
unuOU. 1 JCC:O 2:6. 
4) Andai em Espífito, e não cumprir0is a concupiscencL:i da car￾ne. Se vivemos em Espírito, e:nc!emos tambf:m em Espírito. Gal. 5:16,25. 
5) Se alguém destruir o temp!o de Deus, Deus o destruirá; por￾que o templo de Deus, que sois vós, é santo.! Cor. 3:17. 
XII. OS DONS E FRUTOS DO ESPÍRITO 
Cremos que o Espírito Santo tem os seguintes 1dons a serem con￾cedidos à igreja crente e fiel ao Senhor Jesus Cristo: 2palavra de sabedoria, 
palavra de conhecimento, fé, dons de curar, profecia, discernimento, línguas, 
interpretaçã:i; que conforme o grau de graça e fé de quem os receba, esses 
dons são repartidos a cada um diversamente, segundo a vontade do Espfrito; 
que elos são dignos de serem mui avid21r-··· · -·~sejados a buscados, 3na or￾dem e proporção em que mais sejam edificantes e benéficos à igreja; e 4{Jue o 
-20-
fruto do Espírito: amor, alegria, paz, longanimidade, mansidão, bondade, be￾nignidade, fé, temperança, devem ser manifestos, 5cultivados, e cuidadosa￾mente guardados como adôrno resultante de uma vida cheia do Espírito, e 
evidência constante, eloquente e irrefutável disso. 
Onde é Ensinado Nas Escrituras 
1) Acerca dos dons espirituais, não quero, irmãos, que sejais ig￾norantes ... Portanto, procurai com zelo os melhores dons; .. .! Cor. 12:1,31. 
Mas um só e o mesmo Espírito opera todas estas coisas, repar￾tindo particulam1ente e cada um como quer.! Cor. 12:11; 14:12. 
2) Assim também vós, como desejais dons espirituais procurai 
abundar neles, para edificação da igreja. 1 Cor. 14:12. Porque os dons e a 
vocação de Deus são sem arrependimento. Rom. 11 :29. 
3) De modo que, tendo diferentes dons, segundo a graça que 
nos é d<.ada, se é profecia, seja ela segundo a medida da fé; Se é n1inisté￾rio, seja em ministrar; se é ensenar hnja dedic~:ção ao ensino; Ou o que 
exorta, use esse dom em exortar, o que reparte, faça-o com liberalidade; o 
que preside, com cuidado; o que exercita misericórdia, com alegria. Rom. 
12:6--B. 
4) Nisto é glorificado meu Pai, que deis muito fruto; e assim se￾reis meus dlsclpulôs Jofo 15:8. 
5) E tam!:5m já está posto o machado à raíz das árvores; toda a 
árvol"e, pois, que nfio dá bom fruto, corta-se e lança-!;e ao fogo. Luc. 3:9. 
XIII. MODERAÇÃO 
Cremos que 1a moderação do crente deve ser notória a todos os 
homens; que sua experiência e proceder diários jamais o 21evem a extremos, 
fanatismos, 3manifestações escandalosas, calúnia, murmuraçoés; mas que, 
sua sóbria, compenetrada, equilibrada, 4arnadurecida, piedosa, e zelosa expe￾riência cristã seja de uma firme retidão, sensatez, humildade, auto-sacrifício e 
conforme a Cristo. 
Onda é Ensinado Nas Escrituras 
1) S~]:i a Vô$'.'.;!l e:qu!.:bdc notóila a todos as hom:ms. P:rto cs~j 
o Senhor. Fll. 4:5. 
-21-
" 
2} Pura que n5o sejamos mais meninos inconsíani;;;s, levados em roda 
p;Jr todo o vento de doutrina ... Ant:1S, Sefíuindo a verdade em c;.;ridade, 
cresçamos em tudo naquele que é cabeça. Cristo. Ef. 4:14, 15. 
3) Cz. :--:-de não se porta com indecência .. .! Cor.13:5. 
4) Revesti-vos pois, como eleitos de Deus, santos e amados, de entra￾nl ;;;;s de misericórdia, de ber.igi ddade, humildade, mansidão, long::mimi￾d2de; Suportundo-vos uns aos ouiros, e p2rdoand.rvos uns aos outros; 
s<:: ulgum tiver quêixa contra outro; assim corno Cristo vos perdoou, as￾si .• 1 fa:i:;;i vós tarnUm. Ccl. 3:12,13. 
XIV. CURA DIVINA 
Cremos que a cura Divina é o poder do Senhor Jesus Cristo 1 para 
curnr os enfêrmos e os aflitos, em resposta à oração sincera; que Ele, sendo 
o mesmo 2ontem, hoje e para sempre, jamais mudou, mas é, 3ainda, um auxf￾liu plcrnarnente suficienta na hora da dor, capaz de saciar as necessidades, 
vivificar o corpo, a alma e o espírito a uma novid3de de vida, em resposta à fé 
d::queles que 5oram com submissão à Sua vontade divina e soberana .. 
Onde é Ensinado Nas Escrituras 
1) Ele tomou sobre Si as nossas enfcrmi!Ldas e levou as nossas 
dm:nças. 11.!at. 8:17. 
2) Pois qu<il é mais fácil? Dizer: Perdoados te sno os teus peca￾dos ou dizer: Levanta-te e anda? f.bt. 9:5. 
3) E estes sinais seguirjo aos que, crêrem: Em meu nome ei::pul-
~~rá::> os demônios, falarão novas líncuas, p:3{'.21tfo nas ~erp,imtcs e r:c 
L.;L _, ~•il :>!;un:::i coisa morií;cra r.So lhC?;; L::'. d~ono alt;um; e poruo as 
mL::..~ :s::.tre os enbrmos, e os cur::r::'.o. r:::r. 1C:17, 18. 
4) Enquanto estend3s a tua mão para cur.:;ir, e para que façam si￾n . .ls e r;rodígios pelo nome do teu santo Filho Jesus. Atos 4:30. 
5) E a ornção da fé st:!v::rá o doente, e o Senhor o !avant:irá; ... e 
~~ l.~:..;vcr cc;n.Jti::lo p..:;.:;::ida s::r-!::.>:O:o p.::rc!o.::.do:;. TLo.::; 5:15. 
XV. A SEGU::DA \'!i'.DA o:;: CRISTO 
Cremos que a segunda vinda de Cristo é pessoal e iminente; que Ele 
-22-
descerá do Céu 1 nas nuvens de Glória com voz de arcanjo e com a trombeta 
de Deus; e que, nessa hora, a qual ninguém sabe antecipadamente, os mortos 
em Cristo se levantarão, e os 2remidos que estiverem vivos serão levados 
acima, junto com eles, nas nuvens a encontrar o Senhor nos ares, para esta￾rem sempre com o Senhor; e, vendo nós também, que mil anos são como um 
dia, para o Senhor, e 3que ninguém sabe a hora do Seu aparecimento, o qual 
cremos estar iminente, cada dia deve ser vivido como se Ele fôsse esperado 
aparecer antes de findar o dia; todavia, em obediência à Sua ordem categóri￾ca: "Trabalhai até que eu venha", a obra de propagação do Evangelho, o envio 
de missionários, e as obrigações gerais para a edificação da igreja 5devem 
ser promovidas tão ampla e diligentemente como se nem a nossa geração 
nem a vindoura fosse viver em carne para que pudesse ver aquele glorioso 
dia. 
Ond;} é Ensinado Nas Escrituras 
1) Porque o mesmo Senhor descerá do céu com alarido, e com 
voz de arcanjo, e com a trombeta de Deus; e os que morreram em Cristo 
ressuscitariio primeiro. Depois nós, os que ficamos vivos, seremos arre￾batzdos junt:irnente com eles nas nuvens, a encontrar o Sónhor nos ares, 
e assim estaremos sempre com o Senhor. l Tess. 4:16,H. 
2) ... Renunciando a impiedade e às concupiscências mundanas, 
vivamos neste presente século sóbria, e justa, e piamente. Aguarc!ando a 
bem-aventurada esprnnça e o aparecimento da glória do f:rande Deus e 
nosso Senhor Jesus CrLto. Tito 2:12,13. 
3) Porém, daquele dia e hora ninguém sabe, nem os anjos do 
céu, nem o Filho, mas unicamente meu Pai. Vigiai, pois, porque não sa￾b:::b a que hera há de vir o vosso Senhor. M<:<t. 24:36,42,44. 
4) Assim, também, Crbto, oferecendo-se uma vez psra tirar os 
peeüdos de muitos, aparecerá segunda vez, sem r:::c:::do, 2os que O cs￾p:;ram para salvaç5o. Heb. 9:28. 
5) ... Negociai a~é que eu venha. Luc. 19:13. 
6) Estejam cingidos os vossos lomhos e ncesas as vossas c:::n￾d;:;L1s e sêde vós semelhantes aos homens que esperam o s.::u SJnLor, 
ousnJo houver de voltar dus bodas, para que, quando vier, e bat:::r, loco 
po.:;sãm abrir-lhe. 0<.:)m aventurados aquelas servos, os quais, quando o 
Senhor vier, achar vigi8r.do! E verdade vos digo que se cinçirá, e os fará 
assent<:r à mesa e, che{::<mdo-se, os servirá Luc. 12:35-37. 
-23-
XVI. RELAÇÕES PARA cor.i A IGRi::Jl\. 
Cremos que, tendo aceitado o Senhor Jesus Cristo como Salvador 
pessoal e Rei, e tendo, assim, nascido na família e no corpo invisível da Igreja 
do Senhor, é sagrado dever do crente, quanto esteja em seu poder, identificar￾se com a visível igreja de Cristo sobre a terra, 2e trnbalhar com o maior entu￾siasmo pela edificação do reino de Deus; e que essa igreja 3visível é uma 
congregação de crentes que se têm associado entre si, em cristã comunhão e 
na 4unidade do Espírito, a observar as ordonanças de C1 isto, adorando-O na 
b0leza da santidade, 5f&lando uns aos outros em salmos e hinos e Cânticos 
espirituais, lendo e proclamando Sua Palavra, trabalhando pela salvação das 
almas, dando dos seus meios temporais para promover a Sua obra, edifican￾do, encorapndo; exortando uns aos outros na mais santa fé e trabalhando 
hi.1rinon1osamente juntos, como filhos diletos (]Ue, embora muitos, são um só 
corr~v .. ~J qual Cristo é a cabeça. 
Onde é Ensinado Nas Escrituras 
1) Louvai ao Senhor. Louvarei ao Senhor dG todo o coraç5o, na 
as:> ... n::,1..íía dos justos e na congreci!çfo. Sal. 111:1. 
2) E consideremo-nos uns aos outros para nos estimulannos à 
c .. d.:L.d0 e às boas obms: nf:o dd~:imdo a nossa congreç;.::tção, como é 
costume de alguns, ant:ls admoestu1do-nos uns aos outros e tanto m:::ls, 
quiindo ved.:s que se vai apro:.'.imJ11do ªt:!l!Cb dia. Hcb. 10:24,25. 
3) ... De sorte que as Igrejas eram confirmadas na fé, e cada d!a 
cre~:::bm em nlimero Atos 16:5. E todos os dias acrescentava o Senhor à 
l::;reja aquck!S que se haviam de s<:lv:..r. Atos 2:47. 
4) Assim nós, que scmos tnui!os, scmos um só corpo em Cristo, 
mas indiviJualmanta, somos membros uns dos outros. Rom. 12:5 (Tam· 
L..'..n v:;r Rom. 12:6,7,8.) 
5) J\.q~1;;bs (iua te~:m ao Senhor fabm cada um com o r;;)u 
c,,m;::-nh . .:;irJ; e o S..:·11:1cr 3bí\ta e ouv.::; e há um m8mc~t::I E:;.::crlto d:::n::.3 
d:b, p;.;ra os que temem ao Senhor, e p1:ra os que se lembram do !:CU 
nc.:-na. E eles !':erão m:;us, diz o S2nhor dos Exé;citos, naque:le dia que fa· 
rd serão para mim particul ... r tesouro; poupá-los-oi como um horr\2m 
poupa a 5eU filho, que O Ser;~. r:inl. 3:15,17. 
·24· 
XVII. GOVERNO CIVIL 
Cremos que o governo civil é de 1 indicação divina, para a promoção 
da boa ordem na sociedade humana e dos interêsses da mesma; e que se 
deve orar pelos governantes e administradores, devendo eles ser obedecidos 
e apoiados em todo tempo, exceto, sómente, 2nas coisas contrárias ~ vonta￾de de nosso Senhor Jesus Cristo, o Qual é o 3soberano da consc1enc1a do 
Seu povo, 4Rei dos Reis, e Senhor dos Senhores. 
Onde é Ensinado Nas Escrituras 
1) ... E as potestades que há foram ordenadas por Deus ... porque 
os magistrados não são terror para as boas obras, mas para as miis. 
Rom. 13:1,3. (Também Deut. 16-18; li Sam. 23:3; Êxo. 18:21-23; Jer. 30:21.) 
2) ... Mais importa obedecer a Deus do que aos homens. Atos 
5:29. E não temais os que matam o corpo, e não podem m:::t1r a alma; te￾mei antes aquele que pode fazer perecer no inferno a alma e o corpo. Mat. 
10:28. (Também, Dan. 3:15-18; 6:7-10; Atos 4:18-20). 
3) ... Porque um só é o vosso Mestre, que é o Cristo. Mat. 23:10 
4) E no vestido e na sua coxa tem escrito este nome. Rei dos 
Reis, e S"nhor dos Senhores. Apoc. 19:16 (Também, Sal. 72:11; S:.1.2; 
Rom. 14:9-13). 
XVIII. O JUÍZO FINAL 
Cremos que os mortos, tanto humildes corno poderosos, serão res￾suscitados e estarão como os vivos 1perante o trono de julgamento de Deus; 
e que, aí, uma solene e terrível separação se dará, ern que 3os maus serão 
condenados à punição eterna e os justos à vida eterna; e que esse julgamento 
estabelecerá para sempre o estado final dos homens, no céu ou no inferno, 
em princípios de justiça, conforme é manifesto na Sua santa Palavra. 
Ond3 é Ensinado Nas Escrituras 
1) Porque todos devemos comparecer ante o tribunal de Cristo, 
para que cada um receba seaundo o que tiver feito por meio do corpo, ou 
bem, ou mal. li Cor. _;:10. 
2) Mandará o Filho do Homem os seus anjos, e eles colherão do 
·25· 
seu reino tudo o qu~ czus:i esc:ind::i!o, e os que cometGm Iniquidade e 
l;::,r.çá-los·ib na fornalha ca ter.:>; nll haverá ;-::::nto e r:mr;t!r d3 C'.3nt.:>s En--
C.:> o:; jLl;;tos r~s;J;;.m:!3c~r.::o c::,;,:o o sol, r:o t~ino do S.)U Pd. 0~8H'I t<=m 
CLl\.'l~ns p.:J~:l ouv:r, ouç~. ~ .. ~:4t.. 13:- !1~:.::t t·!~~:2u~ t:~7. 
x;.x. o c~u 
Cremos que o Céu é a 1 hnbitação indescrilivelmente gloriosa do 
De:us vivo; e que, para lá foi o Sent)Or a 2fim de preparar um lugar para Seus 
Filí.os; que, para essa Cidade qua:irangular, cujo constwtor e realizador é 
0,;us, os crontss mais fervorosos, que IJ.v2ram suas vestiduras no sangue do 
Cordeiro e venceram pela espada do seu testemunho, serão levados, que o 
Senhor Jesus Cristo os apresentará &o Pai, sem mr,nchas ou tristezas; e que, 
lá, em alegria !ndizível eles contemplarão, para sempre, Sua face maravilhosa, 
nuin reino eterno onde não há 3trevas nen1 há necessidade de luz, nem trista￾za, nem 41ágri:nas, nem dor, nem 5rnor!G, mas, hostes de anjos servidores 
duidharn suas harpas cantam os loU'JOres do nosso Rei e, reverenciando pe￾ru;tc o Trcno, proclamam: "Santo. S;:inlo, S,-;nto". 
1) L'.Zls, como edá e::::rib: ts c.:::iis~:s c:ue o clho rdío viu, e o ou￾vido não ouviu, e não suhir.::m ao col"2ção do homem, são as que D~us 
r~· .;prou pra cs que O nm:;.m. 1 Ccr. 2:9. 
2) Na casa de m2u Pd I:~ muiL!s mor.:::rfas; se r.!?o fos:;e asi:im, 
eu vó-lo t;;;ria dito; vou prepz:.rar-vos lugar. João 14:2. 
3) E <:ti nfo h::ivetá m:.:iis r.oi!.), e não necessit2rão de lâm•::sda 
nern d.3 luz Co EOI, porque o S..:?~:~!:lr cs ::!Llrn;:~; e n:::inarão p:Elra todo o 
;:::._;n:·.:-t?. J\f.,JC. 22:5. 
4) E C:us limj)C:.ra cb sct.:s olhes tod;; !±;rima; e n5..'.I haverá mais 
nicíic, n::n1 p~'8nto, n21n c!2:nc;, ~:::~m Ccr; r:;.c;i~u.; !3. ;~s prifftGfras colsns 
t:..:..J p::s~~.:L .. 3. J\.~~)C. 21:.~. 
5) ?::· L::o esL.'..o d::rnb do tmno c!e 0'3US, e o sc:rvem de db e de 
1;0iie no t:eu k11~;:ilo; e wqw:~L:! <;u'.'! cntl a:2c:mt:::do :::ol~re o trono os cobri-
._·. cG:n 3 ~:J~-. sc:i:t.r.:L r ~~r:.::: r .. ~J~ t::-i'.::.~ ~crnJ, nun~a rnais tsr~o sc:J.J; 
r .. _m :>oi n.::;n c;:i!arn a!gl:r;;;;i c::.!;ó zc::.-e e:os. Porqua o Cordcirn que eztá 
no meio do trono os r:;:i:::c:mt::d:; e elo servirá de guia para as font:s das 
-26-
' ' 
I 
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ágtws de vida; e Deus limpará de seus olhos toda a l.Sorima. Apoc. 
7:1:-H. 
XX. O nJFERNO 
Cremos que o inferno é um lugar de trevas exteriores e da mais pro￾funda tristeza, onde o verme não morre e o fogo n5o se apaga; um lugar pre￾parado para o diabo e seus anjos, onde haverá choro e 1 pranto e ranger de 
dentes, lugar de amargura e eterno arrependimento por parte daqueles que 
rejeitaram a misericórdia, o amor e a ternura do Salvador crucificado, esco￾lhendo a morte em vez da vida; e que ali, em um 21ago que queima com fogo e 
enxôfre serão lançados os 3descrentes, os abomináveis, os criminósos, os 
feitiçeiros, os idólatras, os mentirosos, e os 4que rejeitaram e desprezaram o 
amor e sacrifício e um Redentor banhado em sangue, deixando atrás a cruz 
para sua perdição, S""'r:sar de toda instância e advertência do Espírito Santo. 
Onde é Ensinado Nas Escrituras 
1) Mandará o Filho do Homem os seus anjos, e eles colherão do 
~eu reino tudo o que causa o:::clindalo, e os qu.3 come1cm if1i~u!::Lc8. E 
lançá-los-ão na fornaiha do fogo; ali haverá pranto e rnnger de c:'::mfos. 
Mat. 13:41·42. 
2) E o diabo, que os enganava, foi lançado no lago de fogo e en￾xofre, onde está a b2cta e o falso profeta; e de dia e de noite serê.o ator￾mentados para todo sempre. E aquele que não foi achz:do escrito no liv~o 
da vidw foi lançndo no l2go de fogo. Apoc. 20:10, 15. 
3) Também o tal beberá do vinho da ira de Deus, que se dnitou, 
não misturado, no cálice da sw1 ira; e será atom1entddo com fogo e en::o--
fro diant~ dos s.:ntos anjos e diante do Cord&iro. E o fumo do seu 1cr￾mento sobe p:ira todo o s2mpre; e não tem repouso nem de dia nem de 
noite os que adoram a besta e a sua imagem, e aquele que recJbe-r o sinal 
C:a seu norr.a. J',.poc. 1!J:10,11. 
4) Então dirá também aos que estiverem à sua esquerca: apzrtnl· 
vos da mim, malditos, pr,ra o fot;o ct:::mo, preparado para o cliabo e seus 
anjos. M::it. ~5:41. E, S3 n tu .. rnão e~c~ndalizar, C()rta-a: mG!:~or é p2ru ii 
entrc;res na vidn nbij:.ido, d0 que, t;)ndo duas mfos, ires :x~rn o in'.:::rno, 
para o fogo que nunca so apaga; onde o seu bicho n'ifo morre, e o fogo 
nunca se apaga. Mar. 9:43,44. 
5) ... Vivo eu, diz o Senhor Jeová, que não tenho pr??~r na mnrtc 
-27-
do lm;:.io, mzs em que o lmpio se converta do seu caminho e viva. Con￾v<::ri.:1-vos d.:is vossos m::us c •. t;1lnho::; r;ob por t1ue rc:zto rncncr.::lo, ó 
c;:.s3 é;; ls~:...;;I? E:::---;· 33:'l 1. 
XXI. EVANGELISr,70 
Cremos que, à vista do fnto de que todo o presente estado de coisas 
passará, e que o fim de todas as coisas é iminente, os filhos remidos do Se￾nhor Jeová 1 devem levantar-se e brilhar como uma luz que não pode seres￾condida, uma cidade edificada sobre um monte, 2espargindo o Evangelho aos 
confins da terra, cingindo o globo com a mensagerr: da salvação, declarando, 
com zêlo e entusiasmo ardentes todo o conselho de Deus; que, quando o Se￾nhor da G!óna aparecer, eles serão achados de pé, tendo seus lombos cingi￾do::; corn a verdade suas atividades e "'-· '" ministérios ricamente compensa￾dos com a abundância de jóias que g<:.111'"''".ií e guardaram para Ele - as 3al￾mas preciosas - conduzidas das ~Hrevas para a luz, através do instrumento de 
seu fiGI tastemunho; que o ganhar almas é 5a atividade por excelência da 
igreja, sobre a terra; e que, portanto, toda opressão ou embaraço que vise a 
extinguir a chama ou prejudicar a efici&nci<l na 6;xopagação mupdial do evan￾gelho, deve ser eliminada e não admitida, corno indigna da Igreja, ?prejudicial à 
siicratíssima causa de Cristo e contrária Bà grande comissão do Senhor. 
Ond.::; j Enr!nc~o r·.!Ht; EscJ Ht!t.JS 
1) Ccnjuro-t~. pois, é!::inta d;; Deus, e do Senhor Jesus Cristo, 
qJ.;: há de jcl0::ir os vivos e os morto:;, nn sua vinda e no seu reino, que 
r-:·..::gues a pd:.vra, in:>t...:s a k-m~o e fara de t.arnpo, redarguas, reprcimd::is, 
exortes, com toda lon{lanlmidade e doutrina. li Tim. 4:1,2. 
2} R~; .. ;1ir.cto o ttõrn;;o; r,orc;urnto os di::s sfo maus. Efé. 5:16. 
3) ... 0 qu3 ~;:.nha alm:rn $.Sbio é. Prov. 11:30. 
4) S;:iba que aqu.:-lo qu<: ílz.;r converter do erro do seu caminho 
um pêc<:Jdor, s.'.lfv2rá da li1.'.)rl.e uma 2lm:'l, e cobrirá uma multidão de p~ca￾dc:.. Ti~oo E:::!O. 
5) Fi:i1.:i do hcm:;r.1. cu !~ d,;i por ats!da sob.-e a cnsa e!:; lsr-.:..d; e 
lu da minhJ bcc:.: ouvir:is a palavra, e os avisN<'..s da minha p:irt.~. Quando 
cu di::::.::.:r <.::: í.11;::b: c:o;Ln: ·"i'.s n-:.::irrcrt:s; r.5:0 o <>vis::mdo tu, n.'.:o bl2:1do, 
r:..i;:; m:i:::.r o í;;,.:-io <:~.::rc3 do s::u c:>minho ímpio, para s.:llv;e.r n sua vida, 
aquda ímpio morrera na sua rna!dz.de, mas o seu sangue da tua mfio o 
requererei. Ezeq. 3:17, 18. 
-28-
6) ... Levantai os vossos olhos, e vêde as terras, que já estão brancas para 
a ceifa. E o que ceifa recebe galard5o, e ajunta o fruto para a vida eterne: 
p:.ra que, assim o que semeia como o que ceifa, ambos se regozigem. 
Porque, nisto é verdadeiro o ditado, que um é o que semeia, e o outro o 
que ceifa. João 4:35-37. 
7) Rogai, pois, ao Senhor da seara que mande ceifeiros para a sua seara. 
Mat. 9:38. 
8} .. .lde por todo o mundo, pregai o evangelho a toda a criatura. Mar. 
16:15. 
ARTIGO XXII 
DÍZIMOS E OFERTAS 
Cremos que o método estabelecido por Deus para manter Seu mi￾nistério e promover a propagaç<lo do Evangelho, conforme Sua orJem é o di￾nheiro o qual é acatndo por nossas igrejas Internacionalmente, não só como 
sendo o método de Deus para prover quanto às necessidades materiais e fi￾nanceiras da Sua Igreja, mas, para soerguer a moral espiritual do Seu povo de 
tal sorte que Deus haja por força abençoá-los. Somos ordenados, em Mal. 
3:10: "Trazei todos os dízimos à casa do tesouro, para que haja rrnin'. r'ento 
na minha casa, e depois fazei prova de mim, diz o Senhor dos Exércitos, se 
eu não vos abrir as janelas do céu, e não derramar sobre vós uma benção tal, 
que dela vos advenha a maior abastança". 
No tocante a "dar" e "ofertas voluntárias", é ordenado pelo Senhor e 
praticado em todas as nossas igreias, internacionalmente. como parte do pla￾no de Deus para atender às necessidades materiais da Igreja e satisfazer à 
espiritualidade do Seu povo. Somos admoestados, em Lucas 6:38 - "Dai, e 
servos-á dado; boa medida, recalcada, sacudida e transbordando vos deitarão 
no vosso regaço, porque com a mesma medida com que medirdes também 
vos medirão de novo." 
Sendo co--herdeim com Ele, sabemos que, dar para o Seu reino - que 
é, também, nosso - é uma agradável coisa, sendo mais abençoado dar do que 
receber, pois somos ordenados em li Cor. 9:7 "Célda um contribua segundo 
propôs no seu coração; nbo com tristeza, ou por necessidade; porque Deus 
ama ao que dá com aleÇJri:i." 
MEMBROS 
Os candidatos a rnombros devem, primeiramente, ser examinados 
-29-
quanto à sua fé, sendo feita oração junto com os mesmos, e nessa ocasião, 
encorajados no seu propósito. Deve o candidato mostrar evidência de possuir 
genuína experiência de novo-nascimento, ser batizado por imersão em nome 
do Pai, do Filho e do Espírito Santo, e viver uma vida cristã que sirva de 
ex0mplo tanto para pecadores como para convertidos, possuindo um grande 
desejo em ganhar almas e amor quanto ao progresso da causa do Evangelho 
Quadrangular no mundo, devendo declarar sua lealdade a esta associação e 
disposição em auxiliar na sua manutenção tanto com seus recursos particula￾res corno com seu esfôrço conjugado. Cada candidato, como tal, expressará 
seu reconhecimento quanto ao fato de que "uma casa dividida contra si mes￾ma não pode subsistir" e sua adesão à linha desta associação, para que não 
haja desleald:ide, insubordinação, murmuração, críticas, ou calúnias contra a 
mesma, ou contra seus dirigentes; e se, em algum tempo, qualquer membro 
sentir que não seja mais leal ou haja perdido a simp2tia para com esta asso￾ciação e, bem as.sim, não seja mais, como outrora, uma voz unânime para 
com ela, pedirá o mesmo uma carta de demissão e discretamente se retirará 
do rol de membros. reservando-se às autoridades da associação o direito de 
induzi-lo a assim fazer, caso se prolongue em abster-se disso; que, o amor 
pGlas almas e a paixão por ganhá-las, deve ser a grande base e s_uprerno fim 
para o qu<JI sejam conduzidos todos os esforços, e que, idéias marginais e 
concepções não essenciais, bem como ocupar-se em discutir sutilezas entre 
doutrinas - coisas essas que tendem a quebrar a unidade e distrair da chama 
ardente do ganhar almas - devem ser evitadas e refutadas onde quer que se 
apresentem, que Cristo deve ser a Figura central a ser mostrada, até que to￾dos os homens o vejam.o amem, e d'Ele se aproximem. 
-30-
CAPÍTULO IV 
DO Mlf~ISTÉRIO 
Artigo 49 - O ministério da Igreja do Evangelho Quadrangular é composto de 
ministros, aspirantes, e obreiros credenciados, estes últimos quando nomea￾dos pelo Conselho Nacional de Diretores como pastores titulares. 
Artigo 52 - São requeridos dos membros do ministério as seguintes qualidades 
e deveres: 
res; 
a - Que tenham convicção de sua vocação; 
b - Que tenham uma vida cristã exemplar; 
c - Que tenham conhecimentos bíblicos e intelectuais elementa￾d - Que sejam batizados com o Espírito Santo e nas águas por 
imersão, em nome da Trindade (Pai, Filho e Espírito Santo); 
e - Que confessem pública e convictamente os postulados da Bí￾blia Sagrada e a Declaração de Fé; 
f - Que se dediquem diligentemente ao cumprimento de seus de￾veres; 
g - Que compareçam às Convenções, acatando as resoluções 
bem como respeitando os dispositivos legais da corporação; 
h - Que relatem os trabalhos por s1 realizados, a quem de direito; 
i - Que não faltem com a ética devida aos colegas de ministério, 
quer sejam antecessores ou sucessores. 
Artigo 52 - Os cléricos oriundos de outras corporações religiosas poderão ser 
admitidos no ministério da Igreja do Evangelho Quadrangular, desde que te￾nham o seu processo de admissão aprovado pelo Conselho Nacional de Di￾retores e ratificado pelas Convenções. 
Artigo 79 - Não serão admitidos em qualquer categoria do ministério estrangei￾ros em situação de permanência irregular no país. 
~ Art:Jo 89 - Embasada nos preceitos das Escrituras Sagradas (conforme Gê￾1 ncsis 2: 18 a 25; Mateus 19: 1··12; 1 º Timóteo 3; 12 Corítios 7: 1-17; Efésios 
5:22-33; Colossensses 3: 18-19; Hebreus 13:4; 1" Pedro 3: 1·7) a Igreja do 
Evangelho Quadrangular não aceita como regra normal de estado civil para os 
membros do seu ministério, o divórcio nem a separação de fato ou de direito. 
• 19 - Qualquer membro do rrnnistério que, de fato ou de direito, ve￾nha separar-se de seu cônjuge ou contrair novas relações de natureza conju￾gal, será imediatamente suspenso de suas funções eclesiásticas e, terá can-
-31-
celada sua credencial até que seu caso seja julgado pelo C.N.D. 
• 2" - Em caso de divórcio ou separação de fato ou de direito, por 
adultério ou prostituição, a pessoa absolvida será imediatamente reint&grada 
às suas funções eclésiasticas, Não podendo contrair novo matrimônio, e, se o 
fizer, será então excluído do ministério. Pena igual sofrerá o membro do minis￾tério que contrair relação de natureza conjugal com pessoa separada, des￾quitada ou divorciada. 
Artigo 99 - Os membros do ministério da Igreja do Evangelho Oua-
< drangular estão sujeitos a transferência de igreja, de região e de trabalho em 
· todo o território nacional a critério do Conselho Nacional de Diretores, deste 
que a ciec1são respectiva seja tomada em reunião a que compareçam no mí￾nimo dois wrços dos conselheiros. 
é 1\rt190 10° - Os membros do ministério são nomeados pelo C.N.D. e, 
) - ' ' f 8m atividade pastoral, poderao perceber sustento das 1greias e obras novas 
onde exerc3m seu rrnnistério a critério do Conse!ho Diretor Local. 
• único - Após os 70 (setenta) anos de idade, os membros do minis￾téno poderão ficar em disponibilidade, podendo conforme o caso, receber aju￾da de custo a critério do Conselho Nacional de Diretores. 
-32-
CAPÍTULO V 
DAS CONVENÇÕES 
Artigo 11º - A Igreja do Evangelho Quadrangular realizará Convenções Nacio￾nais e Estaduais anuanlmente, e extraordinariamente quando necessário. 
Artigo 12º - A Convenção Nacional da Igreja do Evangelho Quadrangular é a 
Assembléia Geral e soberana da corporação. 
• 1" - A convocação das convençoês nacionais ordinárias será 
feita pelo presidente do C.N.D.; 
• 2'! - As extmodinárias serão convocadas pelo C.N.D., ou a re￾querimento escrito de no mínimo dois terços dos membros do ministério; 
• 39 - No lexto das convocações de convenções extraordinárias, 
deverão ser referidas as matérias que motivam a sua realização, sendo que 
da pauta do trabalhos não poderão constar outros assuntos. 
• 4" - Após as convenções serão publicadas as recomendações, 
sugestões e conclusões tomadas pelas mesmas. 
Artigo 13" - São membros da Convenção Nacional todos os componentes do 
ministério. 
Artigo 14º - As convenções se realizarão nos locais e datas fixados pelo Con￾selho Nacional de Diretores, devendo o Presidente convocá-las com anteci￾pação mínima de 15 (q1iinze) dias, em caráter ordinário ou extraordinário. 
• único - Para 8fetuar-se qualquer convenção será necessária a 
presença de, no mínimo, metade mais um dos componentes do ministério em 
primeira chamada, ou em segunda chamada, trinta minutos após, com qual￾quer número de presentes. 
Artigo 15º - Os membros do ministério que não puderem comparecer às Con￾venções deverão justificar o fato ao Presidente da Convenção, por escrito, o 
mais tardar até o encerramento das inscrições. 
Artigo 169 - A mesa das Convenções será composta de Presidente, Vice-Pre￾sidente e dois Secrestários. 
• único - O P1e:~idente do Conselho Nacional de Diretores ou o 
seu substituto será o Presidente da Convenção Nacional, e o Vice-Presidenta 
da Convenção, bem como os dois Secretários, serão escolhidos pelos con￾vencionais. 
-33-
DA CONVENÇÃO NACIONAL 
Artigo 1 P- - À Convenção Nacional compete: . . 
a - Eleger os membros do Conselho Nacional de Diretores; 
b - Apreciar e votar os relatórios do Presidente, Secretário Ex.e￾cutivo, Tesoureiro, Supervisores, Coordenadores Nacionais do~ Grupos mis￾sionários da Mocidade, Escolas Dominicais, dos lnst1!utos Bfbhcos Quadran￾gular e das Comissões de trab2lho. . . . _ 
c - Decidir, em última instância, sobre doutnnas, práticas cnstas, 
administraç&o e disciplina; . 
d - Julgar as revisões dos Regulamentos Internos e de41berar so￾bre casos omissos no Estatuto eventualmente feitas pelo Conselho Nacional 
de Diretores; 
e - Tratar de assuntos e questões de âmbito nacional; 
f - Apreciar e votar as proposições aprovadas pelas Convenções 
Estaduais. 
g - Votar os cargos do C.N.D. na sua vacância, durante a sua 
h - Ordenar ministros. 
-34-
DA CONVENÇÃO ESTADUAL 
Artigo 18º - As Convenções Estaduais referidas no artigo 1 1\.' serão convoca￾das pelo Presidente do C.N.D. e dirigidas por um presidente eleito previa￾mente pelos superintendentes e diretores de campos rn1ssionários do Estado. 
Artigo 19º - Compete às Convenções Estaduais: 
a - Estudar planos, problemas e a situação da obra no estado; 
b - Receber as estatísticas das igrejas e obras do Estado, usando 
o mesmo critério da Convenção Nacional; 
c - Apreciar e votar os relatórios das Comissões; 
d - Encaminhar à Convenção Nacional as proposições aprova￾das. 
e - Separar obreiros credenciados; levar obreiros credenciados a 
aspirantes e consagrar ministros. 
Artigo 20Q - São membros natos das Convenções Estaduais os componentes 
do ministério e os obreiros credenciados do respectivo Estado. 
Artigo 21º - Cada igreja ou obra nova que funcione há um ano no mínimo, terá 
o direito de se fazer representar nas convenções estaduais por meio de re￾presentantes, na proporção de 1 (um) para cada 200 memtJros ou fração de 
200. 
* 1Q - A escolha dos representantes será feita pelo Conselho Oi￾retor Local; 
* 2º - Todos os representantes deverão apresentar à mesa da 
Convenção credenciais assinadas pelos seus respectivos pastores e secre￾tários do Conselho Diretor Local. 
-35-
CAPÍTULO VI 
DA t'.C:.::r,~!STRt.çJ.o 
,\1 tigo 220 - A direção geral dos neQócios desta corp::iraç5.o s0rá exercida paio 
Conselt10 Nac1on::il de Diretorns, constitu!do de sete membros a sabor: Presi￾dente, 10 e 2º Vice-Presidente, 1<.? e 2º Secretários e 1º e 2º Tesoureiros; 
• 19 - To dos os membros do referido Conselho serão eleitos pela 
Convenção l'Jacional por maioria simples de votos, ern escrutínio secreto, pelo 
r.;t:ríodo ele quitro anos, com direito a reeleição consecutiva exclusivamente 
por mais um rnandsto. 
• 2~ - A eleição dos membros do C.N.D. será feita alternadamen￾te, de dois em dois anos corno segue: a - Presid2nte, 2'.? Vice-Presidente, 
1 º S0cret~1rio e 1" Tesoureiro, b - 19 Vice-Presidente, 19 Secretá￾rio e 2·~ T csoureiro. 
· 3'' - Dos candidatos a quaisquer cargos do C.N.D. exigir-se-ão 
os scgL1111tes requisitos: 
a - Oue sejam ministros Olr~enados exercendo atividades na 
lgre1a do Evnngelho Ouadrangul3r, ·~ mínimo de seis anos conso￾CUt1vvS. 
b - Oue não sejam qu:mto ao seu estudo civil, separados de fato 
ou de d1re1to, vindo a contrair novo matrimênio; ou vivam em concubinato. 
• 49 - O Conselho Nacion3.I de Diretores t2rá um Secretário EJ:e￾cut1vo de âmbito nacional, que executará suas decisões e deliberaçõas. 
C:J C.i~.O. 
··: .. Artigo 23'2 ~Compete ao Consalho t'Jacional de Diretores: 
1 - A nomeação de Superintendentes Regionais e Diretores de 
Campos Missionários, anualmente, para representá-lo nns regiões demarca￾das; 
2 - O reconhecimento e registro das igrej:Js filiais que forem or!J'.1-
nizadas; 
3 - A expedição de certificados às igrejas locais e de credenciais 
;:ios M1nishos e Aspirantas; 
4 - A recepção e recomendação de cléricos vindos de outras cor￾poraçóas rel1g1osas; 
5 - A expediçi'..o de documentos para aquisiç&o, construç2o, pcr￾mutd ou al:cnação de irnóveis; 
6 - A concessão de registro a outras igrejas e organizações reli￾giosas que, pela maioria de seus membros ou minorias dissidentes, desc;jem 
ligar-se a esta corporação; 
-36-
7 - A fiscalização e execução destes Estatuto e dos Regula￾mentos Internos; 
8 - A convocação das Convenções Extraordinárias da Igreja; 
9 - A publicação de jornais, revistas e demais literaturas da Igreja, 
nomeando seus responsáveis; 
10 - A deliberaçáu sobre casos omissos neste Estatuto por voto 
da totalidade de seus membros presentes; 
11 - A avciiguc.çã0 da conduta e eficiência dos rnerr:t.ros do mi￾nistério, orientando, exortando, suspendendo ou excluíndo-os após processo 
regular, de acordo com os artigos 42 a 48 do Estatuto e conforme previsto no 
Regulamento Interno; 
12 - Receber verbas, taxas, doações, apreciar relatório financeiro 
do Secretário Executivo e dos Supervisores; 
. . 13 - A apreci<Jção dos relatórios de todas as igrejas, obras ovas, 
1nst1tuições Educacionais e clopartamcntos em geral; 
14 - O proench1rrn:·nto de qualquer vaga que se v .. ,nt1que no pró￾prio Conselho, bem corno cJe seu Secretório Executivo, por meio de votaç[10 
dos membros remanescentes, por escrutínio secreto, salvo o caso em que tal 
vacância aconteça durante a Convenção Nacional, quando enti'i8 a própria 
Convenção preencherá a vaçia existente, em procedimento normal do eie1çao; 
15 - A prornoçjo do evangelismo atravê'.> do rádio, TV, igrejas, 
obras novas, literal!1ra e ação social; 
16 - A criação de campos missionários e regiões eclesiásticas; 
17 - A nomeação dos Coordenadores Nacionais e Diretores do 
1.B.O. 
18 - A nornuação C(· Comissôes permanentes ele 6t1ca rn1n1stenal 
Nacional, e estadual e de trabalhos das Convenções Nacionais e de comis￾sões especiais ou delegações. 
Artigo 249 - O Conselho reunir-se-á ordinariamente uma vez por rnês e ex￾trnordinariamonte, . quando houver necessidade , devendo a c~r"'oc~r"o V 1~ u,,u ""r ;:.:;;, ... 
fe~ta com antecedência mínima de três dias, sendo mister a presença de, no 
m1111rno, dois terços dos membros para que deliberem legalmente. 
Artigo 259 - Ao Presiclt.nte do C.N.D. compete: 
1 - Convocar e presidir as reuniões do Conselho e a Convençã'.:l 
Nacional; 
2 - Convocar us Convenções Estaduais; 
3 - Assinar as credenciais de ministros e aspirantes, e os certifi￾cados de ordenação de ministros; 
·37-
4 - Assinar procurações, nomeações e diplomas de reconheci 
mente de igrejas, juntamente com o Secretário Executivo; 
5 - Represeniar a Igreja em juízo ou fora dele ou fazer-se repres￾ntar pc; procuradores; 
6 - Assinar cheques, juntamente com o tesoureiro em exercício ou 
com o Secretário Executivo, desde que este último esteja devidamente autori￾zado, por procuração outorgada pelo C.N.D. 
7 - Outorgar procur2ção, a quem de direito, sob indicação e apro￾vaçto do C.N.D., para compra e venda de imóveis, semoventes e veículos, e 
assinar escritura de compromisso de compra e venda; 
8 - Visitar a obra; 
9 - Formular programa da Convenção Nacional com a ajuda do 
Cons:;lt10 tJ:icional da Diretorns; 
1 O - Aplicar as regras parlamentares nas reuniões do Cons€lho 
Nacional da Dlrntores e nas Convenções Nacionais. 
Artigo 262 - Ao 12 Vice-Presidente caberá substituir o Presidente em seus im￾pedimentos légais e cooperar com e!e, participando das reuniões ordinárias e 
extraord:2nárias do C.N.D., representando-o quando solicitado eí!] reuniC..:s 
festivas e oficiais promovidas pela igreja em qualquer parte do território nacio￾nal. 
• único - Ao 22 Vice-Presidant-e cab~;rá substituir o Presidente 
quarido do imp(:;(ji!1lent9 do 12 Vice-Presidente, desempenhar as demais t3re￾fas atribuídas ao seu cargo, desde que no exercício do mesmo, e o mais que 
lhe for confiado pela presidância. 
Artigo 27º - Ao 12 Secretário compete lavrar as atas das reuniões ordinárias e 
€xtraordinLrias do C.N.D., organizar a agenda para cada reunião do Conselho, 
redigir e expedir a correspondência, incluindo as comunicações das decisões 
tom;;.,:' ;:or esse órgão em suas reuniões, arquivar o material e correspon￾dência da secretaria, deixar sempre em dia a escrituração das atas e os livros 
em ardam; trn::er sempre atualizado o Rol das lg~ejas, do Minis!ério e das re￾giões eclesiásticas e campos missionários. 
• ~nico - O 22 Secretário substi!Llirá o prirneiro secretário em seus 
impadimen!::is e auxiliará o m2smo n2o só nas reuniões do C.N.D., como t::im￾n:i org::inização e desempenho dos trabalhos e atribuições da secretaia. 
Arti::;0 , ' /,o f? Tesoureiro caberá, no exercfcio do cargo, registrar o movi￾mento financeiro (receita e despesa}, contas bancárias, doações, donutivos, 
aplicação dos recursos disponíveis da Corporr,ção, val8ndo-se, para tanto, 
dos serviços, da escrituração, da organização da Secretaria Executiva, tendo 
-38-
livre acesso aos livros da contabilidade, relatórios, recibos e outros docu￾mentos dessa mesma secretaria. ~,lensalrnente preparará relatório que será 
apresentado ao C,N.D. por ocasião de suas reuniões regulai :,s, ou quando 
por ele convocéldo. 
' 1° E, 'b , . d 1° T - - atn u1çao o - esoure1ro assinar cl1cques, 1untament0 
com o presidente do C.N.D.; 
• 29 - O 2~ Tesoureiro substituirá o 10 Tesoureiro cm seus impe￾dirnentose, ao lado dele, não só tomará conhecimento da s11uaçi'10 da escritu￾ração contábil da Igreja, através dê SecrEtaria Executiva, rrrns procurará tam￾bém, nas reuniões do C.N.D. ou fora delas, oferecer a'.; suas suucstõ,2::. e 
conselhos. 
Ol\ SECH~TAH!A EXECUTIVA 
Artigo 2cr - " Secretaria Executiva é o departamento destinado a concentrar 
todas as atividades administrativas de âmbito nacionaL 
• 12 - É da competência da Secretaria Executiva: 
a - Proceder a escrituração contábil e financeira seoundo a pa￾dronização oficial; 
b - Manter um técnico em contabilidade; 
e - Receber relatórios mensais das igrejas e obras novas e as ta￾xas devidas ao Conselho Nacional de Diretores, no valor de 5% (cinco por 
cento} da arrecad:'.ç:ão total das igrejas e obras, bem como receber ofertas 
missionárias e donativos de outras fontes destinadas ao serviço da igr0ja, 
prestando conta da sua destinação ao C.N.D.; 
• 22 - Os recursos necessários para a manutenção e funciona￾mento da secretaria serão providos por verbas oriundas das taxas arrecada￾das; 
• 39 - O funcionamento da secretaria é de responsabilidade do 
Conselho Nacional de Diretores, sendo titular dé! mesrnz o Secreiário Executi￾vo. 
DO SECRETJi.rno EXECUTIVO 
Ai·ligo 309 - Exige-se do Secrutfirio Executivo e dos candidatos a esse carçio 
os mesmos requisitos definidos no Artigo 22\! • 3'' alíneas a e b. 
• 19 - A :}leição do Secretário Execuiivo se processará nos mol￾des definidos no Artigo 222, • 1''. e· 2CJ letra a. 
-39-
• 22 - O Secretário Executivo fixará residência na cidade de São 
Paulo; 
• 32 - O Secretário Executivo dará tempo integral às suas fun￾ções, devendo receber seu sustento da própria Secretaria; 
• 42 - O Secretário Executivo tem clireito a palavra e voto nas reu￾niões do Conselho Nacional de Diretores; 
• 52 - É da competência do Secretário Executivo: 
a - Elaborar e desenvolver planos de atividades para a expansão 
rápida e seoura da obra em geral e colocá-los em execução desde que sub￾metidos e ?.provados pelo Conselho Nacional de Diretores; 
b - Assinar, juntamente com o Presidente, os cheques de retira￾das, urna vez que esteja munido de procuração para tal fim, outorgada pelo 
Conselho í"-Jac1onal de Diretores; 
c - Zelar pela delesa d<t obra nc.cional; 
d - Elaborar amplo relatório da obra em geral a ser apresentado 
anualmente à Convenção Nacional e bimestralmente ao Conselho Nacional de 
DiretorE.s; 
e ~.Nomear pastores para os compos de trabalho (igrejas e cam￾pos m;ssionários), bem como transferi-los de um para outro campo ou região, 
ouvido antes o superintendente ou diretor do compo e o C.N.D.; 
1 - Supervisionar os campos de trabalho e corresponder-se com 
os supervisores, superintendentes regionais, dir6tores de campos missioná￾rios e pastores; 
g - Dotar a secretaria da qual é titular dos recursos necessários e 
adequdos para o seu perteito funcionamento, especialmente dar atenção à or￾ganização nacional do arquivo da secretaria, ao rol de ministros, aspirantes e 
obreiros credenciados, e ao preparo de impressos padronizados, a fim de fa￾cilitar o bom desempenho do trabalho pastoral no que diz respeito a materiais 
de expediente r ~ e obras novas. 
00 su:::ir::RV!SOR 1-l!'.ClOMAL 
Artigo 312 - Haverá um supervisor de âmbito nacional nomeado pela Igreja In￾ternacional do Evanaelho Quadrangular (Internacional Church oi the Fours- ~ c - quare Gospel) como seu representante oficial e aprovado pela onvençao 
r !:;cionc:il. 
-40-
• 19 - Exigir-se-á do mesmo os requisitos previstos nas alíneas a 
e b do artigo 222, • 32; 
22 - São atribuições do Supervisor Nacional: 
a - Manter e desenvolver intercâmbio com a Igreja Internacional; 
b - Participar das reuniões do Conselho Nacional de Diretores e 
Convenções da Igreja, com direito a palavra e a voto; 
si; 
c - Visitar a obra nacional, incentivando o ministério a dar mais de 
d - Ajudm na elaboração do programa da Convenção Nacional; 
e - Fazer sugestões que visem c crescimento da obra; 
f - Prestar relatório bimestralmente ao C.N.D. e anualmente à 
Convenção Nacional. 
DOS SUPERVISORES DAS SUPER REGIÕES 
Artigo 32Q - Haverá Supervisores Regionais nas regiões demarcadas pelo 
Conselho Nacional de Diretores. 
• 1
2 - O Supervisor será eleito pelo Conselho Nacional de Direto￾res, a partir de uma lista tríplice resultante da indicação através de voto se￾creto entre os superintenckrntes e diretores da Super-Flegiáo; 
• 29 - Exigir-se-á dos candidatos, os mesmos requisitos previstos 
nas alíveas a e ti do arti!:;O 22'2, •39; 
• 39 - O mandato terá a duração de quatro anos, com direito a re￾eleição consecutiva exclusivamente por mais um mandato; 
C.N.D. • 49 - O Supervisor terá direito a palavra e a voto nas reuniões do 
• 59 - São atribuições do Supervisor Regional: 
a - Participar como membro ex-ofício das Convenções Estaduais 
dentro de sua Super-Região, ajudando na elaboração do programa das Con￾venções Estaduais; 
b - Manter-se em contato cem a Secretaria Executiva, superin￾tendentes, diretores de campos e pastores; 
e - Em casos urgeíltes transferir pastores, quando necessário, 
comunicando o fato ao Secretário Executivo; 
d - Assumir provisori3mente o cargo de diretor de campo ou supe-
-41-
r111tcndente, em caso de vacância temporária; 
e - Apresentar planos de expansão da obra em sua Super-Re￾gião, orientar os pastores nas construções de templos e casas pastorais, in￾cer.t1var a compra de terrenos e apresentar sugestões e planos ao Secreiário 
Executivo e C.N.D., para o bom andamento e desenvolvimento da Igreja em 
tmL1to regional; 
f - Fiscalizar os livros caixa de Missões Regionais. 
DOS SUPERINTENDENTES E DIRETORES DE CAMPO 
Artigo 330 - Os superintendentes regionais e diretores de campo serão no￾meados pelo Conselho Nacional de Diretores como seus representantes nas 
regiões designE-cias, tendo as seguintes atribuições: 
a - Répresenta~ o C.N.D., seguindo as diretrizes e instruções do 
Secretário Executivo; 
b - Visitar as igrejas e obras de sua região, superintendendo os 
interesses materiais e espirituais da igreja; 
c - Receber doações e legados, bens móveis e imóveis, em nome 
da Igreja, por procuração do Conselho Nacional de Diretores, lavrada em 
cart6í10; 
d - Tomar parte nas reuniões do Conselho Nacional de Diretores, 
com direito a palavra, quando o assunto for pertinente a sua região ou campo 
missionário; 
e - Orientar os dirigentes das igrejas e obras, fiscalizando os re￾gistros das finanças e das atas de cada igreja, cada obra, inclusive das orga￾nizações leigas que nela funcionem; 
t - Empossar os pastores nomeados pelo C.N.D.; 
g - Encaminhar ao Secretário Executivo planos de compra de ter￾renos e de construções gerais sobre a situação, os planos e os problemas ge￾rais para estudo e deliberação do C.N.D.; 
h - Nomear comissões para exercerem sindicância e disciplina 
(;nl leda :ou3 reg1i'.J; 
1 - Preencher em caráter de urgência o pastorado vago de igrejas; 
j - Assinar as credenciais dos obreiros credenciados; 
1 - Transferir pastores dentro de sua jurisdição e comunicar ime￾diatamente ao Secretário Executivo e ao Supervisor quando houver; 
-42-
m - Resolver problemas de emergência inadiáveis, graves; 
n - Encaminhar todo e qualquer pedido, queixa, representação, 
documento ou informação das igrejas e obras, dos seus membros e dirigen￾tes, a quem sejam destinados. 
o - Deverá o superintendente, assim como o diretor do campo 
missionário, convocar mensal ou bimestralmente os pastores e os obreiros da 
região e do campo missionário, para consultas e estudos de ordem coletiva, 
regional ou pessoal, cabendo ao superintendente ou diretor de campo tomar a 
decisão final. 
Artigo 349 - O diretor do campo missionário deverá incentivar os obreiros e 
pastores de seu campo a organizarem obras novas, para serem transforma￾das em igrejas, e após constatar a existência de sete igrejas organizadas em 
seu campo, deverá solicitar ao C.N.D. a transformação do campo em região 
eclesiástica; 
CAPÍTULO Vil 
DAS IGREJAS FILIAIS 
Artigo 35Q - Formar-se-ão igrejas filiais sob a jurisdição da Igreja do Evangelho 
Quadrangular, desde que haja um grupo de cristãos convertidos, batizados 
n.::s águas por imers&o em nome cio Pai, do Filho e do Espírito Santo, reunin￾do-se regularmente em determino.do lugar, fiéis a Cristo e reconhecidos pelo 
C.N.D.; 
• único - A igreja local será organiZé1da e dirigida ele acordo com 
os regulamentos internos da corporação. 
-43-
C A P Í T U l O VIII 
DO PAff;:;:;b!!O E r,~A.:\IUTEr~çAo 
Artign 36'.? - O patrimônio desta corporação religiosa, qc,_ , __ visa lucro nem 
distribui juros ou dividendos, é constituído de bens móveis, imóveis, semo￾ventcs, veí.::ulos, objetos e utensílios, recebidos ou adquiridos e aumentados 
por meio de ofertas, doações, coletas, donativos e juros auferidos através de 
depósitos bancários e emprego de dinheiro disponível, sujeitos a depreciação 
inflacionária se não aplicados. 
Arti~o 37'-' - Para a alienação de imóveis ou veículos, quer pela corporação 
quer pel~,:.: - !ocais, é indispensável prévia autorização do C.N.D. exeto 
nos casos <:;prov2dos na Convenção Nacional. 
• único - Todos os bens móveis, adquiridos ou ofertados à Igreja, 
bem como os respectivos contratos, títulos, licenças e comprovantes das 
transações devem ser passados e registrados em nome da Igreja do Evan￾gelho Quadrangular: 
Artigo 38'2 - Os movimentos bancários serão feitos por membros 
desta corporação, devidamente credenciados de acordo com as regulamentos 
jnternos. 
Artigo 399 - As verbas ou ofertas recebidas ou votadas devem ser 
aplicadas ric;orosamcmte de acordo com o fim proposto ou determinado pelos 
contribuintes, salvo quando motivo justo e superveniente, reconhecido pela 
Assembléia da Igreja, nos casos locais, e pelo C.N.D. nos casos gerais, justi￾fique aplicação para fins cliferent0s. 
Artigo 402 - Na Sede Administrativa da corporação serão arquiva￾dos os translados de todos os títulos de propriedade. 
Artigo 41 2 - As igrej::is filiais e organizações internas das mesmas 
(_ não poderão se constituir em pessoa jurídica. 
-44-
CAPÍTULO IX 
DA DISCIPLINA 
Artigo 42'2 - Cabe ao Conselho Nacional de Diretores através da Comissão 
Permanente de Ética Ministerial julgar e aplicar a disciplina aos membros do 
ministério cujas atitudes ou palavras sejam condenáveis à luz da Palavra de 
Deus ou incompatíveis com o Estatuto da Igreja e seus Regulamentos Inter￾nos. 
• 1'2 - Os membros e obreiros das igrejas filiais respomdem pelos 
seus atos perante o Conselho Diretor Local; 
a - As igrejas respondem perante as Convenções Estaduais; 
b - Os membros do ministério respondem perante o Conselho 
Nacional de Diretores; 
c - O Conselho Nacional de Diretores resr,onde perante a Con￾venção Nacional. 
(
Artigo 43'2 - Disciplina é a aplicação de penalidades ou censuras de diversos 
graus e diferentes extensões, consoantes sejam os fatos, as circunstâncias, 
o número e a qualidade das provas testemunhas ao ofensor, a saber: 
_ a - Heresia; 
b - Conduta anti cristã; 
c - Comprovada falha ou recusa, no cumprimento do Estatuto, 
Regulamentos Internos e Declaração de Fé; 
d - Comprovada negligência dos deveres ministeriais; 
i e - Conduta ilegal, imoral ou fraudulenta; 
f - Suscitamento de litígio eclesiástico contra a corporação; 
g - Conspiração para dividir tanto a corporação, corno quaisquer 
das igrejas filiais; 
h - União ou formação de qualquer outra denominação que tenha 
propósitos similares aos desta corporação; 
i - Accitaçao de ordenação ou credenciamento em qualquer outra 
organização similar; 
j - Comprovada falha ou negligência na preservação, ou destrui￾ção de documentos da igr0j;:i; 
Artigo 44\? - Poderão ser aplicadas as seguintes penalidades ou censuras: 
a - Admoest<:.ção verbal ou escrita; 
-45-
,, 
b - Suspensão de funções ou de direitos por tempo determinado 
ou ind0terminado; 
c - Deposição de cargos em caráter revogável ou irrevogável; 
··· d - Ex efusão do rol da corporação; 
e - Dissolução de departamentos ou deposição de seus titulares; 
f - Quando excluído ou suspenso não poderá usar o púlpito da 
l~Jí<:;ja elo Evc.nsslho Quadrangular em nenhurn::i pnrte do Território Nacional. 
• único - Quaisquer penalidades ou censuras deverão ser aplica￾dzis com prudência, caridade, discrição, para que evitem escândalos publicitá￾rios e agravam.::rno da situação. 
/:,rtigo 459 - Antes de se proceder a sindic5ncia e julgamento de atos, pala￾vr&s, ãtituoes. de quem quer quo seja, deverão os responsáveis pelas igrt:j::ts 
t2ntar os recursos ensinados pelo Senhor Jesus em Mcteus, capítulo dezoito 
e versículos r;uinze e dezoito. 
;'..rtioo -16° - Haverá Comissões Permanentes de Ética Ministerial, a nível rn￾c:onal e e:;t?,du2is, compostas de cinco ministros de boa reputação e de iiiba￾da i(Jon.:óiJ~:d0 moral, as quais receberão cada caso concreto e formalizarão o 
rc'.::p0ct1vo processo, respeitados os pricípios de acusação e defesa. 
Artigo 47? - Quando o caso for encaminhado a Comissão Estadual, esta exa￾rrnnará o processo, e, no prazo de trinta dias dará o seu parecer e imediata￾mente o rcm2terá à Comissão Nacional. 
* 1g - Recebido o processo, a Cornissão Nacional terá o prazo de 
30 dias para julg{.-lo e remeter sua decisto ao C.N.D. que, por sua vez, terá 
outros 30 dias para o seu veredito final; 
Inciso 1 - Cada membro do Conselho Nacional terá cópia completa do proces￾so. 
• 29 - Da decisão final do Conselho Nacional de Diretores, caberá 
recurso à Convenção Nacional, que funcionará como última instância. 
• 32 - Quando o Conselho Nacional de Diretores, ou a Comissão 
Nacional receber qualquer acusação formal, encaminhará a mesma à Comis-
~· ~•do r::.sre:::tivo estado, p2ra que esta formalize o processo e se iniciem os 
tiLrnites ncrn.~í·1s. 
• 40 - Ou2ndo se trat2r de acus:::ção fonnal contra me1 nbros do 
C.l'J.D., supervisores·, coordenadores nacionais, superinloncLntes, diretores 
de cJmpos missionnrios e de membros de QLWisquer das comissões de ética, 
o processo será formalizado pela Comissão Nacional, que, após o julgamento 
no prazo de 30 dias, o remeterá ao C.N.D .. 
-46-
• 59 - Quando se tratar de acusação formalizada contra um mem￾bro do C.N.D. ou quaisquer das comissões de ética, o referido membro será 
considerado impedido de participar do processo na qualidade de membro e 
julgador. 
• 69 - No caso de comprovada culpabilidade do acusado, o mes￾mo sofrerá as punições e censuras previstas no artigo 442. 
Artigo 489 - À qualquer pessoa ou órgão da corporação, que sofra 
processo, ser8o asse9urados os direiios de defesa, revisão do processo e 
apelação aos órgãos superiores. 
CAPÍTULO X 
D;c~S DlSPOSiÇÕES GERAIS 
Artigo 499 - É cosnsiderada livre a manifestação do pensamento pessoal ou 
coletivo, quando for expedida em termos respeitosos e com amplo fundamen￾to. 
Artigo 50º - É vedado aos presidentes de assembléias, convenções e conse￾lhos da igreja, discutirem ou manifestarem parcialidade quando estiverem no 
exercício de seus cargos, devendo tão sómente exercer o voto de qualidade 
para desempatar votações; porém se transferirem a presidência a quem de di￾reito, poderão discutir livremente, só retomando a presidência após a votação 
dos assuntos. 
Artigo 51Q - Os presidentas de quaisquer reuniões gozam de autoridade para 
manter a ordem, podendo, inclusive, levantar e adiar os trabalhos di:is mes￾mas, desde que o façam por motivo imperioso. 
Artigo 52'? - Ninguém poderá legislar em causa própria. 
Artigo 539 - As votaçõ0s de quaisquer propostas serão feitas por escrutínio 
secreto ou aclamação, exigindo-se maioria simples de voto para qualquer de￾cisão, não se admitindo voto por procuração. 
S Artigo 549 - São proibidas entre os membros da igreja lista de arrecadações 
?_ de dinheiro e listas de abaixo-assinados, exc&to quando previanvmte autori-
, zada pelo Conselho Diretor Local. 
'íi Artigo 559 - A igreja não regulamentada usos e costumes relativos a traje, ca￾belos e enfüi~es; por .'.om deve zolar pelJ decência, ordem e moderaçso. 
Artigo 562 - Os Regulamentos Internos desta corporação poderão ser refor￾mados pelo Consel! .o l'Jacional de Diretores, "ad-referendum" da Convenção 
N,:;.cional. 
-47-
Artioo 57'2 
- Este Estatuto pou..;rct ~êr modificado ou renovado no todo ou em 
parte, por. voto de dois terços dos convencionais em qualquer tempo, exceto 
suas doutrinas. ·--~._._ - . -·-
Ar1igo 58" 
- Os membros desta Igreja respondem com os bens da mesma, e 
não solidaria e subsidiariamente palas obrigações assumidas pelos seus re￾presentantes. 
'· · Art1~p 592 
- ~ vedada a participação na qualidade de membro do C.N.D., Í C.D.L. e em quaisquer diretorias. da parentes consangüíneos e afífis. 
Artigo 60" 
- Esta Igreja só poderá ser dissoivida por voto unânime de uma 
Convenção Nacional Extraordinária, convocada especialmente para tal fim, e 
se ficar provado que não lhe foi possível realizar seus objetivos. 
Artigo 61" 
- Em caso de divisão, a parta dissid.:::nte perderá todos so dirnitos 
sobre os bens imóveis, móveis, semoventes e finanças em geral da Igreja do 
Evan0ç;lh:.i OtLdr<.inguia. 
Artigo 62" 
- Em caso de dissolução, os bens imóveis, móvais e os demais 
valores desta corporação serão entregues a uma entid;:;de evangélica brn.silai￾ra da mesma natureza. 
Artigo 63'? 
- E::.ta reforma estatutária entra em vigor na data do seu registro 
apGs ::i de;vida pullicaç2o em diário oficial. 
• único 
- Revogadas as disposições em contrário. 
R0v. Cecrgd Russell Fau!knar 
- Presidante: 
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ÍNDICE 
ASSUNTO CAPÍTULO ARTIGO PÁGINA 
Da denominação, duração, e sede 1'-' 08 
Dos objetivos li 2" 09 
Das doutrinas Ili 3'-' 09 
DECLARAÇÃO DE FÉ 10 
As Sagradas Escrituras 
A Divindc.de Eterna li 
A Queda do Homem Ili 
O Pl<mo de Redenção IV 
Salvação Pela Graça V 
Arrependimento e Aceitação VI 
O Novo Nascimento VII 
V1Ja Cristã Diária VIII 
BC1tlsrno e Santa Ceia IX 
Batismo do Espírito Santo X 
A Vida Cheia do Espírito Santo XI 
Os Dons e Frutos do Espírito XII 
Moderação XIII 
Cura Divina XIV 
A Segunda Vinda de Cristo XV 
Relações Para com a lgreia XVI 
Governo Civil XVII 
O Juízo Final XVIII 
O Céu XIX 
O Inferno XX 
Evangelismo XXI 
Dízimos e Ofertas XXII 
Mumbros XXlll 
Do ministério IV 40 ao 102 31 
Das convenções V 11 '2 ao 21 9 33 
Da administração VI 22º ao 34'! 36 
Das igrejas filiais VII 35Q 43 
Do patrimônio e m:mutençâo VIII 369 ao 41g· 43 
Da disciplina IX 42º ao 489 45 
Das disposições gcrnis X 49º ao 639 47 

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