'Prefeitura 1flunicipal de 'Pato Branco
ESTADO DO PARAN A
GABINETE DO PREFEITO
JJENSAGEM
Senhor Presidente,
Senhores Vereadores.
09 I 90.
AJ_presente Mensagem, tem a finalidade de encaminhar a , A
essa Egregia Camara Municipal de Vereadores, Projeto de Lei,rµe
autoriza o Executivo Municipal a doar o lote n2 O? da quadran2 , 618, com area de l.121,80m2, situado no Bairro Novo Horizonte,
~ IGREJA EVANGÉLICA LUTERANA DO BRASIL - PARÓQUIA CRISTO REDEN
TOR.
, ~
Informamos aos Ilustres Vereadores que tal area nao
/ r , , possui matricula, nem titulo sendo que sera titulada apos pos r
suir o n2 da Lei que autoriza a doação. , , ~
Tal area sera destinada para construçao de um templo , , ,...,; , IV
onde sera pregada a fe crista, sera administrado educaçao e
desenvolvimento da moral, contribuindo assim, para a expansao
crescente dessa Igreja.
, . Segue anexo, copia do requerimento, e planta par- , c i al da are a.
Na certeza de que o incluso Projeto de Lei, , merecera A
a aprovação dessa Colenda Camara Municipal de Vereadores, reiteramos protestos de alta estima e consideração.
Gabinete do Prefeito Municipal de Pato Branco, em
14 de fevereiro de 1990.
PREFE TO MUNICIPAL
'Prefeitura 111,unicípal de Tato 'Branco
ESTADO DO PARANÁ
GABINETE DO PREFEITO
SÚMULA:
PROJETO DE LEI N2
Autoriza o Executivo Municipal a doar
o lote n2 O? da quadra n2 618, situado no Bairro Novo Horizonte, a ' IGREJA
EVANGÉLICA LUTERANA DO BRASIL - PARÓQUIA CRISTO REDENTOR .
. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
Art. 12 - Fica o Executivo Municipal autorizado a pr2._
ceder a doação do lote n2 O?, da quadra n2 618, com área de
1. 121, 80m2, ~ IGREJA EVANGÉLICA LUTERANA DO BRASIL - PARÓQUIA '
CRISTO REDENTOR, para que edifique neste lote um templo
culto e reunioes.
para
Art. 22 - Não possuindo o imóvel objeto da presente cb~
~ , A
çao, sua matricula em decorrencia de se tratar de excesso de , IV , , IV
area, a sua regularizaçao se instrumentalizara, apos a aprovaçco
desta Lei. , , Art. 32 - A beneficiaria devera promover a edificação
no prazo de 02 (dois) anos.
Art. 42 - No caso de vir a ser dado destinação diver , , sa que a prevista na presente Lei, o imovel retornara ao doador
com as benfeitorias não tendo a beneficiária qualquer
a indenização.
direito
Art. 52 - Da mesma forma, retornará o imóvel ao Muni
/ . cipio, em caso de inadimplemento do exposto no Art. 12, desta , Lei, perdendo em favor do Municipio o que houver edificado. , Art. 62 - Esta Lei entrara em vigor na data de sua p~
blicação, revogadas as disposições em contrário.
' ·' · ..... .• / ~ - '- ~ 'I' .~-
"· ~
!.Llranco
PROJETO DE LEI Nº 010/90
SÚMULA:Autoriza o Executivo Municipal
doar o lote n2 07 da quadra ;n, g
sit no Bairro Novo Horizonte.
IGR'.cJA EVANGÉLICA LUTERANA Dü ;rr3g/,-
SIL - PARÓQUIA CRISTO REDENTCiR ·· .... - ""' .. . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . "' . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. ,.. ·'
Art. 1 º - Fica o Executivo Municipal autorizado .E~ p:r··c_,,-
ceder a doação do lote n2 07, da quadra nº 618, com área dE
121,80m2, ~Igreja Evang~lica Luterana do Brasil - ParÓqui& cci~.
€::
to Redentor, para que edifique neste lote um templo para cu: r.:o
reunioes.
Art. 2º - Não possuindo o imóvel objeto da preser., .. c·e óo3:_
ção, sua matricula em decorrênC'.ia de se tratar de excesso de ~ea, a si~;.<:>
gularização se instrumentalizar-a, apos a aprovação desta L\':: '.i ··
Art. 3º - A benefi iaria devera promover a edificar:;;:a.c
no prazo de 02 (dois) anos.
Art. 4º - No caso de vir a ser dado destinação dj_·,,.;·,;:.:r-·
sa que a prevista na presente Lei, o imóvel retornará ao de .b.c:.t·:::: r
com as benfeitorias não tendo a beneficiaária qualquer dir•,:; ~~ °'t:'~·
indenização.
Art. 5º - Inobeservado o disposto no artigo lº d··"'.: e-;·'t,B'
Lei, o imóvel retornará ao patrimônio PÚblico Municipal, p<t:c ·.cdie·~:~
do em favor do Município o que houver edificado.
Art. 6º - O imóvel objeto da doação fica atingidc
clausula de inalienabilidade por um prazo de vinte anos, a
da publicação desta Lei.
Art. 7º - Esta Lei entra em vigor na data de sua
caçao, revogadas as disposições em contrário.
\
' 1 :i-) )_ i - ~r: , ......... ·•- .
Câmara 1flunlcipal de ~ato 13ranco
Estado do Paraná
EXMO~ SR.
DANIEL CATT,ANT
DD. PRESIDENTE DA CÃ.Ml\AA MUNICIPAL DE PATO BRANCO
A COMISSÃO DE JUSTIÇA E REDAÇÃO, no uso de
suas atribuições, legai'S' e regilne-ntais, vem à presença de Vossa
Excelênci.J.a, apresentar a presenta EMENDA ADITIVA ao Projeto de
Lei n9 10/90 e se for o ca~ < ao SUBSTITUTIVO:
Inclui um artigo com o seguinte teor:
l} o imóvel objeto da doação fica atingido pela cláusula de ina
lienabilidade por um prazo de vinte anos, a contar da data da
publicação desta Le.f..
.f~TI Pato
Presidente
7 de março de
DILETO NICHELE
Membro
Câmara 1fluniclpal de ~ato Branco
Estado do Paraná
COMISSÃO DE FINl\NÇAS E ORÇAMENTO
Através do Projeto de :Lei n9 10/90 se pretende
ãut.orização legislativa para a doação da área de 1.121, 80 m2 para
a Igreja Evangélica :Luterana do Brasil. A ressalva do inciso I, do
artigo 19, da ConstJL.tuição Federal de 1. 988, já era feita na antiga Constituição Federal. No entanto a lei que regularia o assunto
até hoje não foi feita pelo Congresso e tão cede não será elabora
da. Assim, cabe a n6s Vereadores disciplinar estas quest6es, pois
a administração pública não pode aguardar eternamente as leis co_!!!
plementares. Posto isto e de acordo com o SUBSTITUTIVO ao Projeto
de Lei, entendemos que- o projeto de lei deve ser aprovado.
Pato Branco, 07 de março de 1.990.
- Presidente
- Membro
Câmara 1f/,unicipal de 'Pato Branco
Estado do Paraná
O Prefeito 'Mun.t.cipal reme.teu à Câmara Munici
pal o Projeto de Lei: n9.lúj90., vtsando obte.,r autorização para pr~
ceder a doação de 1~121,80 -m2 de área à Igreja Evangélica Luterana do Brasil. Observando o art. 19, inciso I, da Constituição, -f'~
deral, especialmente a ressalva feita,ou seja, a colaboração de
interesse pGblico e em consonância com o substitutivo ao Projeto
de Lei do eminente Vereador VILSO DE OLIVEIRA, que estabelece entre outros,que o templo a ser edificado servirá gratuitamente a
toda a comunidade Pato-branquense indistintamente de credo, raça,
cor e ideologia a quaisquer atividades, esta Comissão é favorável
a aprovação do Projeto de Lei em tela.
Deverá todavia, constar uma cláusula de inalienabilidade por vinte anos.
:l;)4/L\ PILATTI
Pre idente Membro
)
e o N G R E G A e A o E V A N G E L I e A
• C R I S T O R E D E N T O R
LUTEl~ANA
REGIMENTO INTERNO
ARTIGO I DA ENTIDADE.
1.1 A CONGREGACAO EVANGELICA LUTERANA ·cRISTO REDENTOR", ENTIDADE
RELIGIOSA, SEM FINS LUCRATIVOS, DE DURACAO INDETERMINADA E NUMERO
ILIMITADO DE MEMBROS, FUNDADA EM 28 DE AGOSTO OE 1962, FILIADA A
IGREJA EVANGELICA LUTERANA DO BRASIL - IELB, TEM SUA SEDE A RUA
GUARANI,No 765, EM PATO BRANCO, ESTADO DO PARANA, COMO FORO NESTA
MESMA CIDADE E COMARCA.
1.2 FUNDAMENTACAO DOUTRINARIA:
A CONGREGACAO ACEITA TODA A ESCRITURA SAGRADA DO VELHO E DO NOVO
TESTAMENTO COMO A PALAVRA INFALIVEL E INSPIRADA DE DEUS.
ACEITA AINDA, COMO EXPOSICAO CORRETA DAS ESCRITURAS SAGRADAS OS
LIVROS SIMBOLICOS DA IGREJA LUTERANA, REUNIDOS NO "LIVRO CONCORDIA. DE 1580. AS ESCRITURAS SAGRADAS E OS LIVROS SIMBOLICOS CONSTITUEM A NORMA DE FE E DE VIDA DA CONGREGACAO.
1.3 FINALIDADES:
A CONGREGACAO TEM COMO FINALIDADES PROPAGAR E CONSERVAR A DOUTRINA EVANGELICA LUTERANA EM SEU MEIO E FORA DELE, CELEBRANDO CULTOS
PUBLICOS, MANTENDO DENTRO DAS SUAS POSSIBILIDADES, SERVICOS CULTURAIS, INSTITUICOES EDUCACIONAIS, SOCIAIS E ASSISTENCIAIS, SEM
QUALQUER DISCRIMINACAO.
i.4 O PRESENTE REGIME INTERNO REGULAMENTA ARTIGOS DO ESTATUTO E ESTABELECE NORMAS SUPLEMENTARES NECESSARIAS PARA A BOA ADMINISTRACAO
E PARA O ALCANCE DOS FINS DA CONGREGACAO.
ARTIGO II DOS MEMBROS:
2.1 PODE SER MEMBRO DA CONGREGACAO TODO CRISTAO QUE:
2.1.1 FOI BATIZADO LEGITIMAMENTE:
2.1.1.1 - NA CONGREGACAO POR FORCA DO BATISMO.
2.1.1.2 - EM OUTRA IGREJA CRISTA, SENDO TRAZIDO POR SEUS REPRESENTANTES
LE!:lAIS.
2. i .. 2 '\ PESSOAS PROVENIENTES DE OUTRAS CONGREGACOES DA I.E.L.B, MEDIANTE
APRESENTACAO DE CARTA DE TRANSFERENCIA E SOLENE ATO DE RECEPCAO
EM CULTO PUBLICO.
FOI INSTRUIDO DEVIDAMENTE NAS DOUTRINAS EVANGELICAS LUTERANAS E
ACEITA INCONDICIONALMENTE O ESTATUTO E O PRESENTE REGIMENTO
INTERNO.
1
-- - - - - - - - - - - -- -- .,.-- - --,~· -~
2.1.4 CRE EM TODA A ESCRITURA SAGRADA, ACEITANDO-A COMO PALAVRA DE DEUS
E REGRA DE FE E VIDA.
2.1.5 ACEITA O CATECISMO MENOR DE LUTERO COMO CONFISSAO VERDADEIRAMENTE
BIBLICA E SINTESE DAS PRINCIPAIS DOUTRINAS CRISTAS.
2.i.6 A ADMISSAO DE MEMBROS SERA HOMOLOGADA PELA ASSEMBLEIA GERAL.
2.1.6.1 - VERIFICANDO-SE POSTERIORMENTE O NAO CUMPRIMENTO DO ESTATUTO E REGIMENTO INTERNO O MEMBRO SERA DESFILIADO MEDIANTE ASSEMBLEIA
GERAL.
ARTIGO - DEVERES DOS MEMBROS.
VIVER DE MODO VERDADEIRAMENTE CRISTAO E DEIXAR-SE ACONSELHAR E
ADMOESTAR FRATERNALMENTE QUANDO HOUVER COMETIDO FALTAS.
FREQUENTAR ASSIDUAMENTE as CULTOS DIVINOS PARTICIPANDO REGULARMENTE DA SANTA CEIA E SUBMETENDO-SE AS RESOLUCOES DA CONGREGACAO
E AO PRESENTE REGIMENTO.
NOA TER FILIACAO A NENHUMA ORGANIZACAO ANTI-CRISTA OU NAO RECONHECIDA PELA IELB.
2.2.4 CONTRIBUIR ESPONTANEAMENTE, CONFORME SUAS POSSES, PARA A MANUTENCAO DA IGREJA E DO REINO DE DEUS EM GERAL.
ª 2.2.4.i - RECOMENDA-SE CONTRIBUICAO MENSAL E PERCENTUAL.
2.2.4.2 - O MEMBRO TEM POR OBRIGACAO COMUNICAR A DIRETORIA SEMPRE QUE NAO
ESTIVER CONTRIBUINDO POR RAZOES JUSTIFICADAS.
2.2.4.3 - O MEMBRO EM ATRAZO <MAIS DE 180 DIAS> SEM JUSTIFICATIVA, ACEITA
CRISTAMENTE A ADMOESTACAO FRATERNAL DA DIRETORIA OU SEUS REPRESENTANTES CREDENCIADOS <LIDER DE GRUPO>.
2.2.5 EDUCAR SEUS FILHOS NA DOUTRINA CRISTA E ADMOESTACAO DO SENHOR ENVIANDO-OS QUANDO EM IDADE ESCOLAR, SE POSSIVEL, A UMA ESCOLA
EVANGELICA LUTERANA.
2.2.5.1 - INCENTIVAR A PARTICIPACAO DE SEUS FILHOS NA ESCOLA DOMINICAL E
QUANDO EM IDADE ADEQUADA (10 ANOS>, ENVIA-LOS A INSTRUCAO DE CON- Fil~MANDOS.
ARTIGO 2.3 - SAO MEMBROS VOTANTES TODOS OS CONFIRMADOS, MAIORES DE 18 ANOS,
MASCULINO E FEMININO,QUE NAO ESTEJAM ENQUADRADOS NO ITEM 2.2.4.3.
ARTIGO 2.4 - DA EXCLUSAO DE MEMBROS.
E DEVER DA CONGREGACAO O PERMAMENTE CUIDADO DA DISCIPLINA CRISTA
QUE VISA, ACIMA DE TUDO, A RECUPERACAO DO IRMAO FALTOSO. SERAO
EXCLUIDOS AQUELES QUE, CONFORME MT 18 i5.i8, NAO CUMPRIREM OS ARTIGOS 4 E 5 DO ESTATUTO DA CONGREGACAO E O ITEM 2 00 REGIMENTO
INTERNO.
ARTIGO 2.4.1 - A EXCLUSAO SERA EFETUADA PELA ASSEMBLEIA GERAL E A DIRETORIA
. .,
e..
COMUNICARA A RESOLUCAO POR ESCRITO A PESSOA EXCLUIDA.
ARTIGO 2.5 - DESLIGAMENTO DE MEMBROS OCORRE:
2.5.1 POR TRANSFERENCIA PARA OUTRAS CONGREGACOES DA IELB, MEDIANTE,
CARTA DEMISSIONARIA ASSINADA PELO PASTOR E PELO PRESIDENTE DA
CONGREGACAO.
2.5.2 MEDIANTE PEDIDO OU DECLARACAO, POR ESCRITO, DE QUEM SE DESLIGA DA
CONGREGACAO.
2.5.3 POR ABANDONO DA CONGREGACAO.
ARTIGO 2.6 - A DIRETORIA EXERCERA PERMAMENTE CONTROLE DO ROL DE MEMBROS E
ENCAMINHARA A ASSEMBLEIA GERAL PARA JULGAMENTO DOS CASOS DE EXCLUSAO E DESLIGAMENTO PREVISTOS NOS ITENS 2.4 E 2.5 DO PRESENTE
REGIMENTO INTERNO, INCLUSIVE OS CASOS DE ABANDONO, COMO MUDANCA
DE RESIDENCIA PARA ENDERECO DESCONHECIDO OU LUGAR MUITO DISTANTE
DA IGREJA, NAO PARTICIPACAO DOS CULTOS POR LONGO P~RIODO, NENHUM
INTERESSE PELA IGREJA,FILIACAO A OUTRA ENTIDADE RELIGIOSA E FALTA
DE CONTRIBUICAO.
ARTIGO 2.7 - DAS CONSEQUENCIAS DA EXCLUSAO OU DESLIGAMENTO:
AS PESSOAS QUE FOREM EXCLUIDAS OU SE DESLIGAREM DA CONGREGACAO
PERDERAO TODOS OS DIREITOS DE MEMBROS.
ARTIGO 3 - DO SANTO MINISTERIO:
0
3.i 00(8) PASTOR<ES>: OCS> PASTORCES> E <SAO> ELEITO<S> EM ASSEMBLEIA
GERAL EXTRAORDINARIA E CHAMADO<S> POR TEMPO INDETERMINADO.
3.1.i
SAO ELEGIVEIS PASTORES FILIADOS A I.E.L.B E CANDIDATOS POR ELA
RECOMENDADOS.
0(8) PASTOR<ES> E <SAO) MEMBRO<S> DA CONGREGACAO E MEMBRO<S>
"EX-OFFICIO" DA DIRETORIA.
3.2 DOS DIREITOS DO PASTOR: A CONGREGACAO HONRARA SEU PASTOR COMO
GUIA ESPIRITUAL, ACEITARA DE BOA VONTADE SEUS ENSINAMENTOS,
CONSELHOS ADMOESTACOES E ADVERTENCIAS, E CUIDARA DE SEU BEM ESTAR
FISICO E ESPIRITUAL.
3.3. DOS DEVERES DO PASTOR: AS PARTES ESSENCIAIS DE SEU MINISTERIO
COMPREENDEM:
3.3.1
3.3.3
3.3.4
3.3.5
O ENSINO DA PALAVRA DE DEUS EM TODA SUA PUREZA.
A ADMINISTRACAO ESCRITURISTICA DOS SANTOS SACRAMENTOS.
A INSTRUCAO DOUTRINARIA DOS CONFIRMANOOS E CANDIDATOS A PROFISSAO
DE FE.
A APLICACAO BIBLICA DA DOUTRINA CRISTA.
A SUPERVISAO DE TODAS AS ATIVIDADES DA CONGREGACAO.
3
3.3.7
O SERVICO DE VISITAS E ACONSELHAMENTO ESPIRITUAL.
O PERMANENTE CUIDADO DA EXPANSAO MISSIONARIA E O PREPARO DOS CONGREGADOS PARA A EVANGELIZACAO.
ARTIGO 8.4 - A CONGREGACAO POR RESOLUCAO DA ASSEMBLEIA GERAL, MANTERA MINISTERIOS ESPECIAIS, SEMPRE QUE OS JULGAR OPORTUNOS E VIAVEIS.
ARTIGO 3.5 - A CONGREGACAO REQUER QUE SEU PASTOR SEJA FILIADO A I.E.L.B.
~RTIGO 3.6 - O PASTOR SERA MEMBRO, "EX-OFFICIO", DAS DIRETORIAS DOS DEPARTAMENTOS, COMO TAMBEM DAS COMISSOES E OUTROS ORGAOS QUE VENHAM A
SER CRIADOS.
ARTIGO 3.7 - A CONGREGACAO PODERA TER MAIS DE UM PASTOR, COMO TAMBEM EVANGELISTAS, DIACONOS, DIACONISAS, PROFESSORES E PROFESSORAS OE RELIGIAO E OUTROS AUXILIARES A SERVICO DA IGREJA.
3.7.1 NO ATO DA ELEICAO OU CONTRATACAO, DEVERA SER NITIDAMENTE DEFINIDA
A POSICAO DE CADA UM, SEUS DEVERES ESPECIFICOS E AREA OE ATIVIDADES.
ARTIGO 4 DAS ASSEMBLEIAS GERAIS:
4.1
4.i.1
4.i.2
4.1.3
4.1.4
4.i.5
A ASSEMBLEIA GERAL, ORGAO MAXIMO DA CONGREGACAO E SOBERANA EM
SUAS RESOLUCOES, REUNE-SE ORDINARIAMENTE UMA VEZ POR ANO, PREFERENCIALMENTE NO MES DE DEZEMBRO, E EXTRAORDINARIAMENTE SEMPRE QUE
NECESSARIO.
EXIGE-SE 75% <SETENTA E CINCO POR CENTO> DOS VOTOS PRESENTES NA
ASSEMBLEIA NOS CASOS DE OECISSAO SOBRE CHAMADO E DEMISSAO DE
PASTORCES>, ADMISSAO E EXCLUSAO DE MEMBROS,E MAIORIA SIMPLES PARA
OS DEMAIS CASOS.
NAO SERA PERMITIDA A GRAVACAO DE QUAISQUER ONUS SOBRE OS BENS
IMOVEIS DA CONGREGACAO.
EXIGE-SE 51% <C1NQUENTA E UM POR CENTO> DOS MEMBROS VOTANTES DA
CONGREGACAO NOS CASOS DE ALIENACAO DE BENS IMOVEIS.
DE SUA IMPORTANCIA: A ASSEMBLEIA GERAL E O ORGAO MAXIMO DA CONGREGACAO COMO FORO DE DIALOGO, DISCUSSAO E DECISAO DOS ASSUNTOS
RELACIONADOS COMO A MISSAO DA IGREJA. ELA REUNE as IRMAOS E IRMAS
NA FE, COM A FINALIDADE DE DELIBERAREM SOBRE AS QUESTOES REFERENTES A IGREJA DE JESUS CRISTO NESTE MUNDO, VISANDO AO CRESCIMENTO
DA OBRA REDENTORA DE DEUS ENTRE OS HOMENS. TAMBEM A ELA SE APLICA
A PROMESSA DO SENHOR: "ONDE ESTIVEREM DOIS OU TRES REUNIDOS EM
MEU NOME, ALI ESTOU NO MEIO DELES." <MT 18.20>
DA ASSEMBLEIA ORDINARIA: CABE A ASSEMBLEIA ORDINARIA:
A> OUVIR, ANALISAR E VOTAR OS RELATORIOS DO PASTOR E DA DIRETORIA
SOBRE O EXERCICIO FINDO; 8) APROVAR O PLANO DE TRABALHO E A PREVISAO ORCAMENTARIA DO NOVO ANO, QUANDO NECESSARIO; C> ELEGER, DE
DOIS EM DOIS ANOS, A DIRETORIA, O CONSELHO FISCAL E O CONSELHO DE
ASSISTENCIA FINANCEIRA; D> RESOLVER OUTRAS MATERIAS DE SUA COMPE4
"
4.2
4 '') '') • t:w • rTENCIA.
AS ASSEMBLEIAS GERAIS SERAO CONVOCADAS PELO PRESIDENTE DA CONGREGACAO EM EXERCICIO, PELO CONSELHO FISCAL OU POR (30) MEMBROS
VOTANTES, EM CASOS DE ASSUNTOS RELEVANTES, MEDIANTE FIXACAO DO
EDITAL DE CONVOCACAO COM A ORDEM DO DIA, NO QUADRO DE AVISOS DA
CONGREGACAO E COM SUA LEITURA EM CULTO PUBLICO ANTERIOR A DATA DE
REALIZACAO DA ASSEMBLEIA.,
- DA ASSEMBLEIA EXTRAORDINARIA:
CABE A ASSEMBLEIA EXTRAORDINARIA:
A> TRATAR DE MATERIA EVENTUALMENTE NAO RESOLVIDA PELA ASSEMBLEIA
ORDINARIA; B> PREENCHER VAGAS NA DIRETORIA E NOS CONSELHOS;
C> TRATAR DAS DEMAIS QUESTOES OE INTERESSE DA IGREJA, NA MEDIDA
EM QUE OCORRAM E SEJAM DE SUA IMPORTANCIA.
A ASSEMBLEIA EXTRAORDINARIA SERA CONVOCADA QUANDO HOUVER;
A> RESOLUCAO DA DIRETORIA;
B> PEDIDO POR ESCRITO DO PASTOR, DO CONSELHO FISCAL, DE TRES MEMBROS DA DIRETORIA OU DA QUINTA PARTE DOS MEMBROS VOTANTES INSCRITOS, SEMPRE COM EXPOSICAO DA RAZAO OU DOS MOTIVOS DA SOLICITACAO.
DA COMPOSICAO DA MESA: COMPETE AO PRESIDENTE DA CONGREGACAO INSTALAR E DIRIGIR A ASSEMBLEIA GERAL E AO 1o SECRETARIO REDIGIR A
ATA DA MESMA.
4.2.3.1 - ABERTA A SESSAO, O PRESIDENTE PODERA SOLICITAR AO PLENARIO INDICACAO DE OUTRO NOME PARA PRESIDIR A MESA.
4.2.3.2 - O PRESIDENTE DA MESA APRESENTARA A ORDEM DO DIA NO INICIO DA
l~EUNIAO.
4.2.3.3 - QUALQUER ASSUNTO QUE UM MEMBRO DA CONGREGACAO JULGAR NECESSARIO
OU CONVENIENTE TRATAR NA ASSEMBLEIA, DEVERA SER ENCAMINHADO A DIRETORIA COM A DEVIDA ANTECEDENCIA, PARA INCLUSAO NA ORDEM DO DIA.
4.3 AS ASSEMBLEIAS SAO VALIDAS EM PRIMEIRA CONVOCACAO COM QUALQUER
NUMERO DE MEMBROS VOTANTES, NAO PODENDO TOMAR DECISOES QUE CONTRARIEM AS DISPOSICOES DO ESTATUTO E REGIMENTO INTERNO.
4.3.1 DA VOTACAO DAS ASSEMBLEIAS.
4.3.2 NA VOTACAO DE ASSUNTOS DE DOUTRINA E DE CONSCIENCIA AS RESOLLJCOES
OBEDECERAO A PALAVRA DE DEUS E AS CONFISSOES DA IGREJA LUTERANA.
4.3.2.1 - A FIM DE EVITAR DIVISAO NA CONGREGACAO EM ASSUNTOS DE ADMISSAO E
EXCLUSAO DE MEMBROS, ELEICAO E DEMISSAO DE PASTOR, DEMISSAO DE
MEMBROS DA DIRETORIA E DOS CONSELHOS, EM QUE NAO HOUVER CONCORDANCIA DA MINORIA NEM OUTRA SOLUCAO, A QUESTAO SERA ENCAMINHADA
AO CONSELHEIRO DISTRITAL DA IELB PARA AS DEVIDAS PROVIDENCIAS.
4.3.2.2 - ESTARA IMPEDIDA DE VOTAR A PESSOA DIRETAMENTE ENVOLVIDA COM A
QUESTAO A SER DECIDIDA.
4.3.2.3 - TERA O VOTO DE QUALIDADE OU DESEMPATE QUEM PRESIDIR ASSEMBLEIA
GERAL, REUNIAO OE DIRETORIA, REUNIAO DE CONSELHO, COMISSAO OU DEPAl~TAMENTO.
4.3.2.4 - NOS CASOS DE ELEICAO DE DIRETORIA, EXCLUSAO DE MEMBROS, CHAMADO E
DEMISSAO DE PASTOR, O VOTO DEVERA SER SECRETO.
ARTIGO 5 DA ADMINISTRACAO
DIRETORIA E CONSELHO FISCAL:
A CONGREGACAO SERA ADMINISTRADA POR UMA DIRETORIA, NAO REMUNERADA
COMPOSTA DE PRESIDENTE, VICE-PRESIDENTE, io SECRETARIO, 2o SECRETARIO. 1o TESOUREIRO, 2o TESOUREIRO E PASTORCES> DA CONGREGACAO
EM FUNCAO DE SEUCS> CARGO<S>. O CONSELHO FISCAL SERA COMPOSTO DE
3 <TRES> MEMBROS.
DOS REQUISITOS: A DIRETORIA E CONSELHO FISCAL SERAO CONSTITUIDOS
DE MEMBROS COM DIREITO A VOTO,QUE POSSUAM AS QUALIDADES DEFINIDAS
EM ia TM-3.8-12 E QUE SEJAM CAPAZES DE EXERCER PESSOALMENTE TODOS
OS ATOS DA VIDA CIVIL, DE ACORDO COM O CODIGO CIVIL BRASILEIRO.
5.3 O PRESIDENTE SERA MEMBRO VOTANTE DO SEXO MASCULINO, COM MAIS DE
i<UM> ANO DE FILIACAO A CONGREGACAO.
5.4 DAS ELEICOES: A DIRETORIA E O CONSELHO FISCAL SERAO ELEITOS EM
ASSEMBLEIA GERAL ORDINARIA, MEDIANTE VOTACAO,POR MAIORIA ABSOLUTA
DE VOTOS DOS PRESENTES E SEU MANDATO SERA DE 2<DOIS> ANOS.
5.6
~:'i.6.1.
O PRESIDENTE DA MESA, OU PESSOA POR ELE DESIGNADA, DARA POSSE AOS
ELEITOS NA ASSEMBLEIA QUE OS ELEGEU.
DAS PENALIDADES: O PASTOR OU QUALQUER MEMBRO DA DIRETORIA SERA
SUSPENSO OU DEMITIDO DO SEU CARGO, SE HOUVER COMPROVADA INCOMPETENCIA PARA A FUNCAOi RECUSA DE COOPERACAO AOS DIVERSOS ORGAOS DA
IELB1 NEGLIGENCIA COMPROVADA EM SUAS FUNCOES; PROFISSAO DE DOUTRINA FALSA OU CONDUTA INDIGNA.
DA COMPETENCIA DA DIRETORIA: NO TOCANTE A ADMINISTRACAO, DEVERA
SEGUIR AS RESOLUCOES DAS ASSEMBLEIAS, AS DETERMINACOES DO ESTATUTO E DO PRESENTE REGIMENTO INTERNO.
COMPETE AO PRESIDENTE: CONVOCAR E PRESIDIR AS REUNIOES DA DIRETORIA E DAS ASSEMBLEIAS GERAIS, RUBRICAR OS LIVROS DA CONGREGACAO,
ASSINAR DOCUMENTOS E CORRESPONDENCIAS, AUTORIZAR PAGAMENTOS, REPRESENTAR A ENTIDADE E PRATICAR TODOS OS ATOS RELATIVOS AO BOM
DESEMPENHO DE SEU MANDATO.
COMPETE AO io SECRETARIO: MANTER EM DIA OS LIVROS DE ATAS DAS
REUNIOES DA DIRETORIA E DAS ASSEMBLEIAS GERAIS, DEMAIS LIVROS E
REGISTROS AUXILIARES DA CONGREGACAO, REDIGIR E CONTROLAR AS CORRESPONDENCIAS, SECRETARIAR AS REUNIOES E ASSEMBLEIAS.
COMPETE AO ia TESOUREIRO: GUARDAR EM SEGURANCA OS VALORES RECEBIDOS E MANTER EM DIA OS LIVROS E CONTROLES CONTABEIS, ELABORAR
BALANCETES E PREVISOES ORCAMENTARIAS, ASSINAR RECIBOS E DAR QUITACAO, EFETUAR PAGAMENTOS AUTORIZADOS PELO PRESIDENTE E CONTROLAR
AS CONTAS E DOCUMENTOS BANCARIOS.
6
... - --. ..:.._ _...._ - - __..,-,._.,,., ~-,_._._ - - - - - -
5.6.4
5.6.6
5.6.7
COMPETE AO VICE-PRESIDENTE, AO 2o SECRETARIO E AO 2o TESOUREIRO:
AUXILIAR OS SEUS RESPECTIVOS TITULARES EM SUAS ATRIBUICOES E
SUBSTITUI-LOS EM SUAS AUSENCIAS E IMPEDIMENTOS.
DAS CONTAS BANCARIAS: COMPETE AO PRESIDENTE E AO 1o E 2c TESOUREIRO, ABRIR E MOVIMENTAR CONTAS DE QUALQUER ESPECIE EM ESTABELECIMENTOS BANCARIOS,SENDO QUE PARA REQUISICAO DE TALOES OE CHEQUES
E DOCUMENTOS, EMISSAO DE CHEQUES E OUTRAS RETIRADAS SERAO NECESSARIAS DUAS (02) ASSINATURAS EM CONJUNTO, DENTRE AS PESSOAS MENCIONADAS NO PRESENTE PARAGRAFO.
SAO DEVERES DO CONSELHO FISCAL: EXAMINAR AS CONTAS E LIVROS DA
CONGREGACAO, SUGERINDO, SE FOR O CASO, MEDIDAS EM BENEFICIO DA
MELHOR ORGANIZACAO E DESENVOLVIMENTO DAS FINANCAS DA CONGREGACAO
E EMITIR PARECER SOBRE TODO O MOVIMENTO FINANCEIRO.
DA REPRESENTACAO: A CONGREGACAO SERA REPRESENTADA EM JUIZO OU
FORA DELE PELO PRESIDENTE, EM CONJUNTO COM OUTRO MEMBRO DA DIRETOR IA, OS QUAIS PODERAO CONSTITUIR REPRESENTANTES LEGAIS.
ARTIGO 6 DO PATRIMONIO:
6.1 DA RESPONSABILIDADE DOS MEMBROS: ESTA CONGREGACAO E UMA ENTIDADE
RELIGIOSA E SEUS MEMBROS NAO RESPONDEM INDIVIDUAL E SUBSIDIARIAMENTE COM SEUS BENS PARTICULARES PELAS OBRIGACOES ASSUMIDAS EM
NOME DA CONGREGACAO.
~6.2 DA CISAO E DISSOLUCAO: EM CASO DE CISAO A CONGREGACAO SUJEITARSE-A A INTERVENCAO DA IELB, QUE DECIDIRA SOBRE O DESTINO DO
PATRIMONIO.
EM CASO DE DISSOLUCAO DA CONGREGACAO O PATRIMONIO PASSARA INTEGRALMENTE PARA E IELB.
6.3 DA ADMINISTRACAO E/USO DO PATRIMONIO:
6.3.i A UTILIZACAO DO PATRIMONIO DA CONGREGACAO SO PODERA SER FEITA POR
ENTIDADES ASSISTENCIAIS, SEM FINS LUCRATIVOS E QUE TENHA FINALIDADES DEFINIDAS.
6.3.1.1 - FICA VETADO O USO OU EMPRESTIMO DA IGREJA PARA PESSOAS NAO FILIADAS A IELB.
6.3.2
6.3.3
6.4
6.4.1
FICA ESTABELECIDA A COBRANCA DE UMA TAXA DE 20% DO SALARIO MINIMO
VIGENTE A TITULO DE MANUTENCAO, MAIS A REPOSICAO DE MATERIAL USADO E INUTILIZADO.
FICA PROIBIDA QUALQUER PROMOCAO QUE VA CONTRA AS DOUTRINAS DA
IGREJA, TAIS COMO: JOGOS DE AZAR <RIFAS, BINGOS ETC.>
DA UTILIZACAO DO PATRIMONIO PELOS MEMBROS:
O USO DO PATRIMONIO PELOS MEMBROS SERA PERMITIDO SEM QUALQUER
ONUS DESDE QUE NAO SEJA PARA FINS LUCRATIVOS.
PODE SER USADO PARA COMEMORAR BATIZADOS, CASAMENTOS, BODAS, ANI7
6.4.2
VERSARIOS ETC; DESDE QUE NAO CONTRARIEM OS ITENS 6.3.i E 6.3.3.
FICA SOB RESPONSABILIDADE DO MEMBRO O CUMPRIMENTO DO ITEM 6.3.2
DESTE REGIMENTO.
FICA A CRITERIO DO MEMBRO A RESPEITO DA CONTRIBUICAO DE TAXA DE
LUZ, AGUA, GAS, ETC.
A CESSAO DO PATRIMONIO DA CONGREGACAO PARA MEMBROS SERA FEITA
DESDE QUE O MESMO NAO ESTEJA EM DESACORDO COM O ITEM 2.2 DO REGIMENTO INTERNO.
A APLICACAO DO REGIMENTO NO TOCANTE AO USO DO
CRGO DE DOIS MEMBROS DA DIRETORIA.
PATRIMONIO FICA A
6.5 FICA CRIADA A COMISSAO DE PATRIMONIO COMPOSTA POR DOIS CASAIS DA
COMUNIDADE, RESPONSAVEIS, QUE NAO FACAM PARTE DA DIRETORIA,
ELEITAS EM ASSEMBLEIA QUE TERAO LIVRE ACESSO AS PROMOCOES DAS ENTIDADES QUE FIZEREM USO DO PATRIMONIO.
ARTIGO 7 - DA REFORMA 00 REGIMENTO INTERNO E DISPOSICOES GERAIS:
7.1 O PRESENTE REGIMENTO PODERA SER ALTERADO PELA MAIORIA OE DOIS
TERCOS DOS VOTOS DA ASSEMBLEIA EXTRAORDINARIA CONVOCADA PARA ESTE
FIM, DESDE QUE AS ALTERACOES OU EMENDAS NAO ENTREM EM CONFLITO
COM O ESTATUTO DA CONGREGACAO, COM A PALAVRA DE DEUS OU COM OS
PRINCIPIOS DA IELB.
t:4 •• , .,
~' • r .... O PRESENTE REGIMENTO ENTRARA EM VIGOR NA DATA DE SUA APROVACAO.
7.3 OS CASOS OMISSOS SERAO RESOLVIDOS PELA DIRETORIA "AO REFERENDUM"
DA ASSEMBLEIA GERAL.
PATO BRANCO, 16 DE DEZEMBRO DE 1989.
A IMPRESSAO DESTE REGIMENTO INTERNO FOI UMA GENTILIZA DO
ESCRITOIO JURIDICO E CONTABIL JOMAR S/C LTDA
RUA IGUACU, 907 FONEC0462> 24-37-09 24-31-45 - PATO BRANCO-PR
..
"
Cot-~GREG.f"..\ÇAO E:Yf-o1NGl:LICA LU r1~í<.!HlA ªCRISTO
PATO BRAGOO - PARANA
ESTATUTO
CAP1TULO I - DA ENTIDADE
Art.
kit. ')o
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"""; .. J.
!-J..: J._ í ç
ۼ
A Congregação Evangélica Luterana 11 Cristo Redentor", entidade religiosa, sem fins lucrativos, de duração in~eterminada e nGmero ilimitado de membros, fundada em ;a
de 2gosto ce l'.:162, filisca à Igreja Evangélica Lutc~r:11ia
e e Sr c:, si l - J r: L;:; , tem sua se d e à Rua G u ar 21li , n º 7 6 5 , t; m
P 2 t o 8 r º n ~ o , i:: s t ,-; r_'. o d o P a r s n á , e o m f o r o n e s t a fíl e s 1112 e i ·-
r:: c: c~ e se:.~; cca.
- ' L ,...., ' l ~ , • Í' - •t t ' t- u ;-, e ·~ 1r . .::r1 e. ~ 1~· : o ·~ ·:· u cr i 11 C". ri a : a 1~ crn g r e g é.l ç a o a e e i a o o a a ,~ s, _ r ~. t L; 2 e-,:, e I ;:: t ~ ; d o V 2 l I) o e (i o '·J ovo Te s í: 2 í:-; e n to e em o 8.
,-.:: - ; -: \: 1· .; .i :-1 f -~ I i v .3 l 2 -~~ 1·; s p ~ ·!_~ •. :: ,R: a e~ 2 O 2 L: s . {', ·~ r; .i ta, ainda ,
1~L_!·•c -~>-;_·._.s·:ç~G ,:;CL"'f'2tô. cJ,~s r:-:3 ~; it1·lE.S ~~.=:•.1 .. ~cJas OS li-
.-,.1_·~· ~.~_.;,:i~.-~}ccs {a I[:re:a l_t·~._-;.-·~rf·~, t·:,_.í15c~1~:s no nLivro
e L 1' .- é I' d i <:; 1
,: 1 d e l 5 8 o . ,e, s E' s r_:; l i t ! .. ~ 2 s s :; s l : ~· ; s e e s L i V TI) s
,;1·: .. 6~i~·eis Cúi-:stit:.~~iTl 2 _~~~:i2 C2 fé e ·~r- ,;·~c'.3 da Cr_;fi~.L--e
~-~!-j~~~-·~:Jo2s: 8. Cúns~·~s=~i;~o tsíT1 cc>1r1s f5~:-.:;~:;_:=:J·.-?s pTL!~ª -
'._CJ. r - ~ fO -- ~ _ ,-,
_, n 1 $ ;:. ._._ ; \! ;::, ~ T' .... G. ~. ,...;
_,_. í• U i· ._._ T l. 1-1 Q. ~. 1,,...\.__ cJ '·' ;o 1'"' 1~1..,.. '""' ~ ___
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• r 'l 1 , ' "./.. •· l" ' ' :;~::Jc e -;-o:-â te e, c:E·~2orsr100 CU.lLOS puo_1cos, f7;2p;_.:2,-1rJo, . . • ' . 1 . . . • ' • . . ~~~I~c_G&S suas ~css~o1_1c;ces, serv1çus cu1tura~s 1ns-
~1I~1çoes 2c~c5c1onaJs, soc121s e assistenciais, m ~L2i~~~r discrimi~2ç§o.
II ·_ DIJS : ·.==r .:: ::;,c1s
I...•; ; ,_ ..! -- '
té-~t_!;~~;
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C.C.PíTULO III - QO s:.i-,TQ HINISlf.íilO
CAF>!TULO
Art. 7º
~ l1nico
III - DO SANTO MINIST~RIO
Oo(s) Pastor(es): o(s) Pastor(es) é(são) eleito(s) em
assembléia geral extraordinária e chamado(s) por tempo indeterminado. São elegíveis Pastores filiados à
IELB e candidatos por ela recomendados.
O(s) Pastor(es) é(são) membro(s) votante da Congregação e membro(s) "ex-officio", da Diretoria.
CAPITULO IV - DAS ASSEMBLEIAS
Art. 8º A sssembléia geral, 6rgEo 1nax1rno da Congregação e soberana em suas rssoluçôes, re~ne-se ordinariementeuma
vez pcir .~no, _prefer2ncialr;1ente no 1;iês .º~ dezembro, e
e x t r a o r o i n a r l a rr; e n t e !ô. e 1 íl p r e q u e r. e e 2 s s a r l o •
Art. 00
/ -
1 [i
A s ;::; s s s: ;i Li l é i G s ~ e r· 2 5_ s s r~ :i: & o e e n v o e c1 ô 8 s p e 1 o P r e s i d e n t e
0& Ccng~egEç~c Em cx2rciclo, pelo Ccnselho Fiscal ou ;J1.~·i ... :.o (·:~:__ .. int~;) c . .-;u.~ .. rcs \·ct-_:;n·~:f.·s, . .=í:-: c.:~sos de a.ssi ..... :ntcs
te l •;v::nt cs, r:1;;r'. :'.. c...nt e f L: f:ç8o r.io f1:J i tal de convoc2ção,
c~n a '~Lsm cc ~~a, n0 ~LS~~o ~s avises de Coggreg2çêo
e ~LG ~~E J~i~0~a E~ culto pGblico &nterior ~ data de
~~61~L·ET n0~2ro de ~ernD?CS
~~ci83es oue contrariem as ·::.é~tuto.
em pr Ífite j_ :L·a c0nv\:1c ~-2 çG o c:Jm
votantes, nãc pud~ndo tc82r
disposições do prBsante esG lç Exigs-se 73~ (s2~enta e cinco por cento) dos votos p:e ~.ént :s ns f:ss~r.it<lé.:.a ncs c2sos Oe ·~:~~c::.,üo :;.·:_!;~,J. ... := chc.i;r2·-:
~e e 6~~iss[~ ~e Fsst~r(ss), sd~~ssgo s s~clus~o de rr.~mbros, e :;3:io:r:s sii1;:i.les pé:-& c.s c_,~;.--;.;js c2sos.
::::E::i:to) cius ' ~ner:Jo r e s vo
cie ~;.ê_.r:s
:.móveis.
§ Onico O ~~~c=~.r~o ~-~ ~---~ · ~~~ L- ~- . - .-- 1• - -- - •• _ç.._, ___ ,,t...i.- s.._~c. rn::k~ ... -u v._ .... on~c uu S!:.>..t...., r: . .:.~cu_.:..ri1.:,L_,fi!
m~is oe 1 (~~) &no ce fjli~ç~c à C~nç:e;~;~o.
:.i z ~ . l 3 :: .. -~ ; :: 2 : .: ; 0 ~ s : a G i : 2- t .:. : ~ .. : ~ :.- e : ·:: ~: :-! : ,~ :_ s: .3 l :. .sr 8 o e- ~~; L~c e~ e~c~~,,~;~ r~~~1 -~rli~~r:- ~ ~:-nte vota
ç i; :. ~ ~J::;" r-. ~ ~ z ;. i ~ . ; ,; ; 0 ~ ~. t ~ -j ~ ' ~: .:. ~~ .; ~ - ;. ·~ s
1
;~. ~ ~· ~ ê ~ t 2 s 2 ~.; l.J
ffi~n~atc s2r3 0e 2 (0~1s) ~ncs. O Fi~Si(~nte da mese,~u
p2•S(E ~-r el~ r~~'r-~~c ~~ré ;:Ess EtS eleitos na ~s
se;~l~i~-qus ;s~;i;~~~~ '
Art. 14 Oés.penal~cisdes: G ?<,st·J:r ou q•.;alquer mc;r.;:iro da Dire- .. ú - l ~ - p r - e . - - - • e ., - 1 ' ' - - 1" e ' •· - • h L J. a:;,_ e--·~;....~''--..,._.,'·-·'·' f...J.....:-· C..1 0 S2U Cérgo, Se OUVSr c~~~rcvs<s inc~~;~t~0cia para a funç~o; recusa de
coo•Jeracão aos diversos órgãos da IELB; neg.ligência
ccmprováda em suas funções; profissão de doutrina '
falsa ou conduta indigna.
Art. 15 Da competência da Diretoria: no tocante à 2ominis - tração, deverá seguir as resoluçôes das ass2mbléias
e as determinaç5es deste estatuto.
§ lº Compete ao Presidente: convocar e presidir as reu - niôes da Diretoria e das assembléias gerais, rubri88r os livros da CcngLegação, assinar docu~entos e
correspondgncias, autorizar pagamentos, representar
e entid2de e p:-8tiuu tr:dos os atos relativos ao bom c~es;::frq:.;;::nho 1~e seL: !f,2nd<=:::o.
§ 2º Cc1r;r;2te do lº S2cr.=t.3:ch',: H.:=nt1:-r em dia os' livros de ,_ • ·- -l ,~· J • • bl •. SL~S cas r~un1?es ~a JJre~o~1a e os~ ~ssem ~e1as geIG1s1 d2na1s 11vrcs e reg1srros G~x1l1er0s ca Congre
g:-i;ão, .red.iQ_1r e c-:!1-,trcl;:;r ;:;s 1:c)·1-·1-:_~-~-.:=:2·r1;~.~n,~~~ ... s, se·~~
e r 2 t 2 r i 2 r ê s r '? i._; n ; ~ e s e ~- :; ~ ê.-. 1 ·.: -, l .~ ~ ~~ s .
§ 3 Q C O m p e t e ô O l Q T S S 2 L: I e -~ :' C : G _. ê~ I ~-~ ê r C íT: ~. ~:'..: J _J .!. d 1 1 Ç a O S V a
lores rs2a~i~os e ~2nt~r em ~52 ~s l~Yrcs e contra = ~~~t~~7~~~~!~~1~!~j~~~I~~~l~~~:~ ~uft~~~~~s:~~t~~~ : r· a e: a;:; 2 1-, t o s 2 !J t 0 ri ;.: 2 e: e: s pelo 1= 1· .~ .s :. ~ .::; 1 ·í t e E e e n t :e o l a r ~1 s
~~n:as e dccura2ntas ~2n:~rios.
!.: j__· Q
ç (9
§ 7º
c~~~ote no Vice-Presi6ente, ao 2º Secret~rio e &D 2Q
7 e-: .s- r 1_ ·;·ai z· o : 2 u xi l ~ s :- e s ::, ::; u s :- e~ i} e e tives ti tu J. e r· 2 s .:: m
s:_.:-:-·s ;:: ... :.t~_tiuiç::cs e sL>st:~t.u.5:-lcs [;ffi st;r;s c·:1_5:--.;~i·:r:~5:=.s e
: ;- ; .. ( ::· .: í~. ·; il t ,_:e s .
,· .-. ,- .. ::.: .. -.
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(/~) ~~s::.::_í-i.:=·~- ... ~S :::~:
.... - , ..... , - ..... : t:_· ..:" :_ _ ~ L l •
-·.:.
. ..: ... - ~ -
n ::..:.:;
'.~- • . .: 1-! :_-· ::_ e~ ·_1 s
C·Jnt 2S e
C-LSC1 ' r,ec::-:. S :;.. ;-; V r_: l \ Í
. ·=:. :; s ;:, é : t i :: :_j :_ ?
e.e.. C:üngreg::ç8.:-.
Ch.j-)ÍTUl_O VII - D.'-S DISPOSIÇOES GER.~IS
.C.. r t . l 8 - A r e f i:: ::: i,. 3 d E s t E i:: s t s t L!l e s ê r á e e n s i e ç r a d 3. r e a 1 i z a d a •
qL~r.~c 2p10vada ~pr un~nimits~e em wma ou pela maioria
,l1 _y?- .,;:>}j ~···"'~ ..•. ~·) .... ~
d.e 2/3(dois terços) em duas 8.SSCPJbleias, com o q_ucir:}:n
minimo de 30(trinta) membros votantes.
Art. 19 Os casos omissos serão resolvidos pela Diretoria "ad
referendum" da assembleia geral.
Art. 20 O presente estatura entrará em vigor na data de seu
registro.
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r ~ ~.~::: L l ,. .. ~-i h ·1··· n ! :i i l-~! "- . e} t v r -\ \J
nQ2134 RG nº 1368640-Pr
-Vice Fresidente-
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~- ~i1eiro c2s;Jo
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Er::.:r-:'c:::; A;::.::·:::cfr.':.?. !.=e:rin 5.e .;c;·~·J S-~~~:;;,~i- l.eirE' ... , solteir2 ... 1 ~ .... esiderite a _sl;_a Cis-
·valdo _b_T·a~J1a 1 950 ::G nQ 4-808432-!J-:Fr
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r--.1
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]'Y f11JG3º JJUJ1T]E3 :jNJRl :-:1 n
JJU
PARÓQUIA 11CRISTO REDENTOR"
Zxmo SR. Daniel c·atta.ni
DD. Presidente da Câ.iiara Municipal de Pato Branco;
Senhores Vereadores:
:o-entre as finalidades da cr·ongregação t1Q'risto Redentor", conforme seu Esta.tudo, consta o seguinte: 11 ••• .:aanter serr_i
ços culturais, instituições educacionais, sociais, sem qualquer
discriminação."
Sempre foi meta da Jbngrega.ção colaborar a:om o Estado no interesse público e o bem comum. Sendo assim, a própria
C-Onstituição Federal prevê uma exceção de poder subvencionar
Entidades Religiosas- quando houver a colaboração da igreja no
interesse público (Inciso I, do Artigo 19).
É neste sentido, de colaborar em todos os n1veís,
que a C"ongregação "Cristo Redentor11 desenvolve um trabalho especial de orientação para crianças (aproximadamente 50 crianças)
no Bairro Novo Horizonte, e que por falta de local, vem sendo
realizado na Escola. E é para esta finalidae ínicia.l, que vimos requerer a coação do referido terrEmo.
A e, igregaç&o "Cristo Redentor11 tem ainda no seu
projeto, a i.L~stalQção de creche , ou pre-escol3 eo lada da capela. Qunndo o amor se desdobra em serviço, ten se fo:rr..as ilimitatla3 de o manifestar~
0,u!n·0mos ajudar as p ;ssoas a buscar 1.una,. verdD.deirn
di::.lcrisão de vide., fazcnd.o-a3 cc.à.:.1 Ycz melhores e idad.0.s para o , pais.
,.,, . , \) , -1·\t.11•.,r<:l.U r
.- .. .., 11
IGREJfl E\lt\~G. LIJTER\1\IJ\ DO BRf\SIL
PAROQUIA "CRISTO REDENTOR"
O Estado não pode prescindir esta colaboração no
atual contexto em que vivemos, por isso um. deveitia. auxiliar o
ou.tro para cumprir melhor o seu. papel na sociedade - Igreja e
Estado o
Sendo o que podíamos justificar,
desejamos votos de bênçãos sobre esta egrégia
Ga.sao.de Pato Branco.
Pato Branco, 08 de Março de 1990
Rev.,
c!Jesus @rislo é o denhcJr • Fp 2.11
Rua Caramurú, 884 - Cx· Postal, 171 - Fone 34-3646 ..... a."T".- .-.. ...... A t. ._.............. I'\ /\!"'\Ah. I Á
Câmara 1f/,unicipal de ~ato 'Branco
Estado do Paraná
ASSESSORIA JUR!DICA
o Prefeito Munic.ipal remeteu à Câmara Municipal
o Projeto de Lei n<? lú/90, através da Mensagem n<? 09/90, visando
obter autorização legislativa para proceder a doação do lote n<?
07, da quadra n9 36, situada no Bairro Novo Horizonte, à IGREJA'
EVANGf'.:LICA LUTERANA DO BRASIL - PARÓQUIA CRISTO REDENTOR.
Es·te, êln suma, o Projeto de Lei em apreço.
Pela análise do artigo 19 do precitado Projeto '
de Lei, verifica-se que o im6vel mencionado destina-se a edifica
ção de um templo para culto e reuniões.
Em que pese o respeito e admiração pela Igreja E
vangélica Luterana do Brasil e pelas obras sociais que desenvolve, a doação solicitada, mesmo merecida, encontra obstáculo na
Constituição Federal.
O artigo 19, inci~ocI, da Constituição Federal ,
proibiu a subvenção às Igrejas e seus cultos religiosos, ressalvando apenas a colaboração de interesse público, na forma que
estabelecer a legislação federal. Esta deverá versar sobre a po~
sibilidade do Estado subvencionar as Igrejas em suas atividades'
de assistência social. Todavia, esta exceçao depende de lei fede
ral.
Subvencionar, não se restringe tão somente ao
fornecimento de dinheíro,mas tambémªdãvida de bens móveis e imóveis.
Deste modo, o Projeto de Lei enviado pelo Prefei
to Municipal,a meu ver é inconstitucional por desacato ao inciso
I, do artigo 19, da Constituição Federal.
~o meu parecer. S.M.J.
28 de fevereiro de 1.990.
' '"' -~... . \
.1 ~· ·<I
t
i
1
/)1;c.feitura 1r11:11icl/Jtd de /[>afo Branco
E;STP.DO DO PARANA
Gr1!3lijETE DO PREFEITO
, SUMULA:
PROJETO DE LEI N9
Autoriza o Executivo Municipal a doar
o lote n9 O? da quadra n2 618, situado no Bairro Novo Horizonte, a ' IGREJA
EVANGÉLICA LUTERANA DO BRASIL - PARÓQUIA CRISTO REDENTOR .
. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . .
Art. 19 - Fica o Executivo Municipal autorizado a pr~
ceder a doação do lote n2 O?, da quadra n2 618, com área de
1.121,80m2, ~IGREJA EVANGÉLICA LUTERANA DO BRASIL - PARÓQUIA'
CRISTO REDENTOR, para que edifique neste lote um templo para
culto e reunioes.
" Art. 29 - Não possuindo o imóvel objeto da presente cbQ_
ção, sua matricula em decorr~ncia de se tratar de excesso de
área, a sua regularização se instrumentalizard, , - apo s a apro vaçm
desta Lei. , , Art. 32 - A beneficiaria devera promover a edificação
no prazo de 02 (dois) anos.
Art. 49 - No caso de vir a ser dado destinação diver
, , sa que a prevista na presente Lei, o imovel retornara ao doador
com as benfeitorias não tendo a beneficiária qualquer
a indenização.
direito
Art. 59 - Da mesma forma, retornará o imóvel ao Muni
.! . cipio, em caso de inadimplemento do exposto no Art. 29, desta
Lei, perdendo em favor do !Junic{pio o que houver edificado.
Art. 62 - Esta Lei entrará em vigor na data de sua p~
blicação, revogadas as disposições em contrário.
.,, ' I'' .,
_ ... · ...
q;TADO DO PARAN A
Gtd31NETE DO PREFEITO
!JENSA GEM
Senhor Presidente,
Senhores Vereadores.
ele 1Jafo Branco
09 / 90.
AApresente Mensagem, tem a finalidade de encaminhar a
essa Egrégia c;mara Municipal de Vereadores, Projeto de Lei,cµe
autoriza o Executivo Municipal a doar o lote n2 O? da quadran2
S18, com área de 1.121,80m2, situado no Bairro Novo Horizonte,
~ IGREJA EVANGÉLICA LUTERANA DO 3RASIL - PARÓQUIA CRISTO REDEN
TOR.
, - Informamos aos Ilustres Vereadores que tal area nao
possui matricula, nem titulo sendo que será titulada após PCJ_§_ r
suir o n2 da Lei que autoriza a doação.
Tal área será destinada para construção de um templo
onde será pregada a fé cristã, será administrado educação e
- desenvolvimento da moral, contribuindo assim, para a exransao
crescente dessa Igreja.
, . Segue anexo, copia do requerimento, e planta par- , c i al da are a. , Na certeza de que o incluso Projeto de Lei, merecera
A
a aprovação dessa Colenda Camara Municipal de Vereadores, reiteramos protestos de alta estima e consideração.
Gabinete do Prefeito Municipal de Pato Branco, em
14 de fevereiro de 1990.
, //, /
Clovis1.rSanto Padoan
PREFEÍTO !rfUNICI PAL
EXMO. ::>H.
DANIEL CATTANI
DD. PRESIDENTE DA CÂMARA MUNICIPAL DE PATO BRANCO:
o Vereador que esta subscreve, no uso de suas
atribuições legais e regimentais, vem à presença de Vossa Excelência, apresentar o presente SUBSTITUTIVO ao Projeto de Lei nQ 10/9~
Súmula: Autoriza o Executivo Municipal a doar
o lote nQ 07, da quadra nQ 618, situado no
Bairro Novo Horizonte, à IGREJA EVANG~LICA LU
TERANA DO BRASIL - PARÓQUIA CRISTO REDENTOR.
Art. lQ - Fica o Executivo Municipal autorizado a proceder a doa~
ção de lote nQ 07, da quadra nQ 618, com área de l.12l,80m2 , situa
do no Bairro Novo Horizonte, à IGREJA EVANG~LICA LUTERANA DO BRA~
SIL - PARÓQUIA CRISTO REDENTOR, para que edifique neste lote um
templo para culto e reuniões e desde que neste local sejam realiza
das gratuitamente, a todos os munícipes, sem discriminação de credo' principalmente. as s·egutntes a.ttv:i.':dades;
I - aconselhamento de casais;
II - orientação vocacional;
III - recuperação de viciados em tóxicos;
IV - cursos sobre formação do caráter e da
personalidade.
Art. 20 - Não possuindo o imóvel objeto da presente doação sua ma
trícula,em decorrência de se tratar de excesso de área, a sua reg~
larização se instrumentalizará após a aprovação desta Lei.
Art. 30 - A donatária deverá promover a edificação no prazo de dois
anos contados da publicação desta Lei.
Art. 40 - A inobservância aos preceitos desta Lei, acarreta na reversão do imóvel ao patrimônio do Município, perdendo a donatária'
o que houver edificado, sem direito a indenização.
Art. SQ - Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário.
J U S T I F I C A T I V A:
Senhor Presidente:
Vereadores:
Da forma como foi remetido o presente Projeto de Lei, nao há a possibilidade de aprová-lo. Nossa assessoria'
jurídica em fundamentado parecer explicou bem a impossibilidade
de ordem constitucional de subvencionar as igrejas, sejam elas de
qualquer credo. Entretanto,o próprio artigo 19 da Constituição Fe
deral, prevê uma exceçao ~ quando houver a colaboração da Igreja'
no interesse público.
A donatária pode perfeitamente usar o imóvel
objeto da doação para prestar serviço público relevante para o
Município.
Com este pensamento, inseri no artigo lQ do
Projeto de Lei uma série de obrigações de natureza pública, como
a recuperação de viciados, aconselhamento de casais, orientação '
vocacional e cursos sobre formação do caráter e da personalidade.
Assim, entendo correto o parecer da assessoria jurídica, mas com este SUBSTITUTIVO, o Projeto de Lei
é outro, dentro dos parâmetros da Constituição Federal. Necessá~
rio, pois, a sua aprovação.
VIL~~ygRA .__.----""
Vereador - proponente
Pato Branco, 05 de março de 1.990.
GREJJ\ E\l/\I\IG. LUTER\~fl DO BR/\SIL
PAROQUIA "CRISTO REDENTOR"
R E Q U E R I M E N T O
o Exmo Prefeito Municipal de Pato Era
el. Astério Rigon PllHFHITllllA MIJNlf.IPAI. llE PATO BRANCO
Cordiais saudações! M 99830
Considerando a importância da .t:t:..L.J..5..L.1:1.v l'u.ra. a. ..:;CJt:.leüci.'1&
em que vivemos, e os valÔres imanentes que ela transmite para o
povo;
Considerando a e:x:pançao - crescente da Igreja Ev. Luterana
"Cristo Redentor" em nossa cidade e a sua contribuição destacada
na educação e desenvmlvimento da moral, pela pregação da fé cristã;
Considerando o grande nÚmero de adeptos residentes nas
imediações da locali.dade abaixo referida, bem como o desenvolvimento das atividades da Congregação nos bairros:
Vimos por meio deste instrumento, requerer à esta egrégia
Municipalidade, a doação de um terreno nas imediações dos bairros
Cristo Rei e Novo Hori.zonte, para a construção de uma capela
que venha atender melhor as necessidades espirituais das pessoas·
ali.
Contando com o seu apoio neste sentido, reafirmamos a nossa estima, com rogos de bênçãos de Deus sobre o seu trabalho a frente da Prefeitura desta nossa cidade.
Pato Branco, 22 de Abril de 1988
p/Comunidade Evangélica Luterana "Cristo Redentor"
R~a Guarani, 765 - Pato :Branco
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PREFEITURA MUNICIPAL DE PATO BR~ANCO
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