| Tipo | Ofício Resposta às Proposições |
|---|---|
| Número / Ano | 526 / 2025 |
| Date | 2025-12-01 |
| Ementa | Ofício nº 539/2025, em respoata ao Requerimento nº 852/2025. |
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Ofício nº 539/2025/AAL Pato Branco, datado e assinado digitalmente. Ao Senhor LINDOMAR RODRIGO BRANDÃO Presidente Câmara Municipal de Pato Branco Pato Branco - PR Prezado, segue resposta ao Requerimento nº 852/2025 . Cumprimentamos os dignos vereadores pelo trabalho realizado em favor do nosso município, assim como nos colocamos sempre à disposição para os esclarecimentos que se fizerem necessários. Atenciosamente, CARLINHO ANTONIO POLAZZO Assessor de Assuntos Legislativos Assinado por 1 pessoa: CARLINHO ANTONIO POLAZZO Para verificar a validade das assinaturas, acesse https://patobranco.1doc.com.br/verificacao/4BA4-5073-8D81-1D5D e informe o código 4BA4-5073-8D81-1D5D VERIFICAÇÃO DAS ASSINATURAS Código para verificação: 4BA4-5073-8D81-1D5D Este documento foi assinado digitalmente pelos seguintes signatários nas datas indicadas: CARLINHO ANTONIO POLAZZO (CPF 855.XXX.XXX-30) em 01/12/2025 14:33:43 GMT-03:00 Papel: Parte Emitido por: Sub-Autoridade Certificadora 1Doc (Assinatura 1Doc) Para verificar a validade das assinaturas, acesse a Central de Verificação por meio do link: https://patobranco.1doc.com.br/verificacao/4BA4-5073-8D81-1D5D Memorando 31.628/2025 De: Edson S. - SA Para: SEC-EXEC-AL - Assuntos Legislativos Data: 15/10/2025 às 10:27:53 Setores envolvidos: SA, SEC-EXEC-AL Resposta ao Requerimento nº 852/2025 Prezado, Em atenção ao requerimento que solicita a instalação de um sistema de aspersão de água no britador municipal, localizado na Comunidade de São Caetano, informamos que a Secretaria Municipal de Meio Ambiente já realizou visita técnica in loco e, conforme análise, elaborou a Recomendação Técnica “Controle de Emissão de Material Particulado na Pedreira Municipal de Pato Branco”. No referido documento, a Secretaria do Meio Ambiente recomenda à Secretaria Municipal de Agricultura, responsável pela operação da pedreira municipal, a adoção progressiva de medidas técnicas preventivas e corretivas, de baixo custo e rápida implementação, visando eliminar ou minimizar a geração e o espalhamento de pó fino decorrente da s atividades de perfuração, detonação, britagem, classificação, transporte, estocagem e expedição. O objetivo é adequar as ações operacionais e de engenharia da pedreira às normas ambientais vigentes, priorizando soluções economicamente viáveis e de alta efetividade, como o uso de sistemas de aspersão de água, entre outras medidas recomendadas. Assim, a Secretaria de Agricultura está ciente da recomendação e analisará a viabilidade técnica e orçamentária par a sua implementação, observando os critérios legais e administrativos pertinentes. Atenciosamente, _ Edson Roberto Silveira Secretário da Agricultura Anexos: Recomendacao_controle_de_particulas_Pedreira_2_.pdf Assinado por 1 pessoa: EDSON ROBERTO SILVEIRA Para verificar a validade das assinaturas, acesse https://patobranco.1doc.com.br/verificacao/8E93-638A-1C55-9B8E e informe o código 8E93-638A-1C55-9B8E Recomendação Técnica Secretaria de Meio Ambiente Controle de Emissão de Material Particulado na Pedreira Municipal de Pato Branco A Secretaria Municipal de Meio Ambiente (SMA) recomenda à Secretaria Municipal de Agricultura, responsável pela operação da pedreira municipal em zona rural, a adoção progressiva de medidas técnicas preventivas e corretivas, de baixo custo e rápida implementação, para eliminar ou minimizar a geração e o espalhamento de pó fino oriundo das operações de perfuração, detonação, britagem, classificação, transporte, estocagem e expedição. Objetivo Estabelecer ações operacionais e de engenharia adequadas a uma pedreira pública de pequeno porte, alinhado à legislação vigente e às melhores práticas consolidadas, com priorização de soluções de baixo custo e alta efetividade. Diretrizes gerais e princípio de priorização A pedreira deve adotar, em ordem de prioridade, medidas de: 1. prevenção na fonte (umedecimento e mudanças operacionais); 2. contenção física e enclausuramento de pontos emissores; 3. gestão de vias internas e pilhas; 4. controle de arraste para fora do empreendimento; As estimativas de efetividade a seguir, quando mencionadas, derivam de referências técnicas e variam conforme projeto e manutenção. Medidas imediatas e de baixo custo Recomenda-se implementar: Umedecimento contínuo dos pontos críticos de geração de pó : umidificar o material extraído antes de sua transferência do caminhão basculante para a moega de carga; implantar bicos aspersores na moega de carga e no alimentador vibratório, nas laterais e parte posterior; implantar bicos aspersores em todos os pontos de transferência e nos pontos de queda das esteiras para a formação do pulmão e pilha de estocagem; umidificar o material pétreo estocado, antes da pá mecânica transferi-lo para os caminhões basculantes. A instalação de aspersores simples com bomba e válvulas manuais costuma reduzir material particulado de maneira relevante (tipicamente 50–70% em fontes de britagem quando corretamente posicionados e com vazão adequada). Plano de irrigação de vias internas: Programação mínima por turno com caminhão-pipa ou rede fixa, ajustando frequência à umidade do solo e ao tráfego. A literatura técnica indica reduções imediatas em torno de 50% para vias umedecidas de forma adequada. Assinado por 1 pessoa: EDSON ROBERTO SILVEIRA Para verificar a validade das assinaturas, acesse https://patobranco.1doc.com.br/verificacao/8E93-638A-1C55-9B8E e informe o código 8E93-638A-1C55-9B8E Gestão de velocidade: limitação a 20 km/h para caminhões e equipamentos em toda a área não pavimentada, com sinalização simples e fiscalização do encarregado. A redução de velocidade tem efeito direto nas emissões fugitivas de vias. Cobertura de correias e chutes mais expostos ao vento: uso de lonas, chapas simples e aventais de borracha nas transferências para diminuir a turbulência e o arraste eólico do material. Manejo de pilhas: formação com umidade, redução de altura, conformação de taludes menos íngremes, orientação fora dos ventos dominantes e cobertura com lona nos pontos mais críticos e temporários. Pode-se implantar aspersores giratórios, deslocáveis, para aspersão de água sob pressão nas pilhas. Controle de arraste para fora (track-out): estabelecer procedimento para que caminhões saiam do empreendimento com a carga coberta. Além disso, instalação de leito de brita limpa e rip-rap por, ao menos, 10–15 metros antes da saída principal, complementado por varrição manual diária. Ajustes operacionais: Acionar os sistemas de controle de poluição antes do início de operação dos equipamentos de processo e mantê-los em operação simultânea à pedreira; efetuar a manutenção adequada dos sistemas de controle de poluição. Evitar operação nos períodos de vento forte quando não houver controle efetivo, escalonar atividades mais emissoras (peneiramento e transferências abertas) para horários menos críticos e sempre que possível interromper atividades emissoras quando a visibilidade de poeira fugitiva persistir além de fronteiras internas. Limpeza úmida de pátios: varrição úmida periódica perto de peneiras, britadores e balanças, evitando sopro a ar que re-suspende pó. Perfuração úmida e supressão no carregamento: Indica-se a perfuração da rocha a úmido ou com perfuratriz com coletor de pó. Molhar antes de cada desmonte, a praça onde ocorre a queda do material, e efetuar aspersão de água sobre o material fragmentado imediatamente após a detonação. Medidas estruturais essenciais e econômicas A operação deve evoluir para soluções com maior efeito e ainda baixo/médio custo: Aspersão automatizada em pontos de transferência e peneiras: com válvulas solenoides e temporização, visando manter umidade ótima do material sem encharcar. O uso de bicos apropriados e layout contra o fluxo de ar aumenta a eficiência. Também pode-se implantar bicos aspersores na moega de carga e no alimentador vibratório, nas laterais e parte posterior, e em todos os pontos de transferência. Enclausuramento simples de britadores, peneiras e chutes : Recomenda-se enclausurar os britadores e rebritadores implantando sistema de exaustão e filtragem, ou umidificar as bases e moegas de carga dos mesmos. Para as peneiras intermediárias e seletora final, sugere enclausurar, implantando sistema de exaustão e filtragem, ou fechar Assinado por 1 pessoa: EDSON ROBERTO SILVEIRA Para verificar a validade das assinaturas, acesse https://patobranco.1doc.com.br/verificacao/8E93-638A-1C55-9B8E e informe o código 8E93-638A-1C55-9B8E apenas as laterais, parte posterior e parte superior caso a umidificação já esteja em uso. Painéis metálicos ou madeira tratada e vedações flexíveis nas quedas, reduzindo a turbulência e o escape de pó. Quando combinado com aspersão, a eficiência aumenta substancialmente (valores frequentemente superiores a 80% são reportados em boas práticas). Barreiras corta-vento: Sugere-se promover o plantio de vegetação adequada em torno do núcleo de britagem, de forma que, com o tempo, se forme uma barreira verde no local, e instalar barreira vegetal entre a área da cava e as áreas com edificações e com mata nativa, ao redor da área de beneficiamento e ao redor de pilhas de estocagem. Telas, cercas vivas ou painéis perfurados no perímetro dos pátios e junto a pilhas para reduzir a ressuspensão por vento. Melhoria de vias internas: regularização, compactação e eventual aplicação de cascalho/brita graduada nos trechos de maior tráfego. Bacia de sedimentação para reuso de água de aspersão e pátios , reduzindo consumo e garantindo sustentabilidade hídrica. Medidas de maior robustez, quando orçadas Cobertura integral das correias mais críticas e enclausuramento dos pontos de transferência com portas de inspeção. Nebulização/fogging de alta pressão em pontos onde aspersão convencional não seja suficiente, com gota fina que captura partículas de menor diâmetro. Revegetação de taludes e áreas inativas com gramíneas rústicas para estabilização superficial e redução de poeira por vento. Controle específico por etapa do processo Perfuração: As emissões de partículas provenientes da perfuração ocorrem durante o trabalho da perfuratriz em contato com a rocha. Preferencialmente úmida, mantas de contenção sob a coluna de perfuração e limpeza úmida do entorno. Cabines fechadas e manutenção de vedações. Desmonte: a detonação dos explosivos provoca a emissão de material particulado. Umedecimento prévio do maciço exposto e do entorno, uso de material de “stemming” adequado e limpeza úmida pós-detonação quando necessário. Efetuar detonação quando o vento não estiver soprando no sentido de edificações vizinhas. Britagem e peneiramento: Indica-se que as operações de britagem, rebritagem, peneiramento, manuseio e transferência provocam grande geração de material particulado, contribuindo com cerca de 80% do total das emissões. Alimentações em queda com altura mínima tecnicament e possível, aventais de borracha, enclausuramento e aspersão dirigida para capturar nuvem de poeira no exato ponto de impacto. Correias e transferências: alinhamento e tensionamento corretos para evitar extravasamento, raspadores eficientes para evitar acúmulo e cobertura contra vento e a aspersão de água sobre os blocos de rocha n a entrada do britador e nos pontos de transferência das correias. Assinado por 1 pessoa: EDSON ROBERTO SILVEIRA Para verificar a validade das assinaturas, acesse https://patobranco.1doc.com.br/verificacao/8E93-638A-1C55-9B8E e informe o código 8E93-638A-1C55-9B8E Pátios e pilhas: compactação superficial, umidade, quebra-vento, redução de altura e orientação fora dos ventos. A Secretaria de Agricultura deve designar encarregado diário e gestor operacional. Resultados esperados Com a execução progressiva proposta, espera-se a rápida eliminação de plumas visíveis fora das áreas de operação, a drástica redução de ressuspensão em vias internas, a estabilização das pilhas e a mitigação de incômodos à vizinhança, com registros e evidências suficientes para demonstrar diligência técnica e boa-fé operacional perante órgãos de controle e eventuais ações judiciais. Referências técnicas para consulta Resolução CONAMA Nº 506, DE 5 DE JULHO DE 2024 – Padrões de qualidade do ar ANM – Normas Reguladoras de Mineração (NRM) USEPA AP-42 – Compilação de Fatores de Emissão de Poluentes do Ar: seções específicas 11.19.2 e 13.2.2. SEBRAE – Resposta Técnica - Controle de material particulado em pedreiras. POP - Procedimentos Operacionais Padrão Visando um apoio mais descritivo de atividades de execução imediata, na sequência há alguns POP para serem completados e implementados, como sugestão de treinamento da equipe local no controle de emissão de particulado. POP 1 - Irrigação de Vias Internas e Pátios POP 2 - Umedecimento em Pontos de Britagem e Transferência POP 3 - Manejo de formação de pilhas de material POP 4 - Controle de saída de veículos (Track-out) Assinado por 1 pessoa: EDSON ROBERTO SILVEIRA Para verificar a validade das assinaturas, acesse https://patobranco.1doc.com.br/verificacao/8E93-638A-1C55-9B8E e informe o código 8E93-638A-1C55-9B8E Os itens hachurrados em amarelo são sugestões, eles devem ser modificados para o sistema escolhido/possível. 1. POP: Irrigação de Vias Internas e Pátios Objetivo: Minimizar a geração e o arraste de pó fino proveniente das vias de tráfego de veículos e pátios internos da pedreira, reduzindo as emissões fugitivas e o incômodo à vizinhança. Responsabilidade: Operador do caminhão-pipa ou do sistema de irrigação, Encarregado da Pedreira. Materiais e Equipamentos: Caminhão-pipa ou sistema de aspersão fixa, água limpa (ou de reuso tratada), mangueiras e bicos adequados. Frequência: Diariamente, no início do turno em dias de condições climáticas secos e ventosos. Procedimento: 1. O operador deve verificar o nível de água no reservatório do caminhão-pipa ou a disponibilidade de água para o sistema fixo. 2. As vias internas de maior tráfego (principalmente as não pavimentadas), os pátios de manobra e as áreas adjacentes às pilhas de estocagem devem ser umedecidos de forma uniforme. 3. A irrigação deve ser realizada em baixa velocidade para o caminhão-pipa, garantindo que o material da pista seja umedecido, mas sem formar poças ou lamaçais que possam gerar novas fontes de poeira após a secagem. 4. Em dias de vento forte, a frequência da irrigação deve ser aumentada, priorizando as áreas onde a poeira está sendo visivelmente levantada pelo tráfego. 5. O umedecimento do material pétreo estocado também deve ser realizado antes da pá mecânica transferi-lo para os caminhões basculantes. Registros: O operador deve preencher uma ficha de controle diário, anotando a data, horário das irrigações, áreas abrangidas e volume de água utilizado (se disponível). Observações/Segurança: O umedecimento não substitui o controle da velocidade dos veículos; a velocidade máxima permitida nas vias internas é de 20 km/h. O Encarregado da Pedreira deve garantir que as operações de umedecimento não interfiram na segurança do tráfego interno. 2. POP: Umedecimento em Pontos de Britagem e Transferência Objetivo: Suprimir a geração de material particulado nos principais pontos de impacto e fricção do material, como moegas de carga, britadores, peneiras e pontos de queda em correias transportadoras, minimizando a dispersão aérea. Responsabilidade: Operador do britador/peneira, Encarregado da Pedreira. Assinado por 1 pessoa: EDSON ROBERTO SILVEIRA Para verificar a validade das assinaturas, acesse https://patobranco.1doc.com.br/verificacao/8E93-638A-1C55-9B8E e informe o código 8E93-638A-1C55-9B8E Materiais e Equipamentos: Sistema de aspersão fixo (bicos aspersores), bomba de água, válvulas de controle de fluxo, água limpa (ou de reuso tratada). Frequência: Contínua durante a operação dos equipamentos de britagem e peneiramento. O sistema deve ser acionado antes do início da operação e mantido ligado simultaneamente à pedreira. Procedimento: 1. Antes de iniciar a operação do britador e das peneiras, o operador deve verificar o funcionamento dos bicos aspersores instalados na moega de carga, no alimentador vibratório (laterais e parte posterior), em todos os pontos de transferência e nos pontos de queda das esteiras para a formação do pulmão e pilhas de estocagem. 2. O fluxo de água deve ser ajustado para garantir que o material seja umedecido adequadamente, mas sem causar saturação que possa prejudicar o processo de britagem ou a qualidade do produto final . 3. Durante a operação, o operador deve observar visualmente a geração de poeira. Caso haja emissões excessivas em algum ponto, deve-se ajustar o ângulo dos bicos ou verificar possíveis obstruções. 4. Em caso de interrupção da operação, o sistema de aspersão deve ser desligado, mas deve ser religado imediatamente antes do reinício das atividades. Registros: O operador deve preencher um checklist diário de início e fim de turno, confirmando o acionamento e a inspeção visual dos sistemas de aspersão em cada ponto, registrando qualquer anomalia. Observações/Segurança: A manutenção preventiva dos bicos aspersores é crucial para garantir a eficácia do sistema. O Encarregado deve assegurar que a umidificação seja feita sem risco de acúmulo de lama qu e possa escorregar ou criar riscos elétricos. 3. POP: Manejo e Formação de Pilhas de Material Objetivo: Reduzir a erosão eólica e a geração de poeira a partir das pilhas de material estocado, minimizando a dispersão de finos pela ação do vento e de equipamentos. Responsabilidade: Operador de pá-carregadeira/equipamento de empilhamento, Encarregado da Pedreira. Materiais e Equipamentos: Pá-carregadeira, caminhões de transporte, lonas (para cobertura temporária). Frequência: Durante a formação e re-manuseio das pilhas. Inspeção visual diária para pilhas de longa duração. Procedimento: 1. As pilhas de material devem ser formadas com a menor altura de queda possível, para evitar a pulverização excessiva do material na deposição. Assinado por 1 pessoa: EDSON ROBERTO SILVEIRA Para verificar a validade das assinaturas, acesse https://patobranco.1doc.com.br/verificacao/8E93-638A-1C55-9B8E e informe o código 8E93-638A-1C55-9B8E 2. A pilha deve ser irrigada superficialmente após sua formação, especialmente em dias secos e ventosos. 3. A conformação das pilhas deve buscar taludes mais suaves (menos íngremes) e bases niveladas para reduzir a área exposta ao vento e promover maior estabilidade. 4. Pilhas de material que permanecerão inativas por longos períodos devem ser cobertas com lonas. 5. O Encarregado deve avaliar a direção dos ventos predominantes e, sempre que possível, orientar as pilhas de modo a minimizar a dispersão de poeira para áreas sensíveis (p. ex., residências vizinhas). Registros: O Encarregado deve manter um registro de inspeção visual das pilhas, anotando a data, umidade percebida, necessidade de cobertura e quaisquer observações relevantes sobre a dispersão de poeira. 4. POP: Controle de Saída de Veículos (Track-Out) Objetivo: Garantir que as cargas transportadas estejam devidamente cobertas, evitando a dispersão de poeira durante o trajeto. Responsabilidade: Motoristas dos caminhões, Operador da Portaria/Saída, Encarregado da Pedreira. Materiais e Equipamentos: Lonas (encapados) adequadas para cobertura de carga, área de controle de arraste (leito de brita limpa ou rodolúvio simples, se implementado). Frequência: Em cada saída de veículo transportando material. Limpeza da área da saída da pedreira: diariamente ou conforme necessidade visual. Procedimento: 1. Todos os caminhões basculantes que transportarem material da pedreira devem ter sua carga integralmente coberta com lona ante s de sair da área de carregamento. 2. Motoristas devem conduzir os veículos pela área designada par a controle de arraste (leito de brita limpa). 3. O operador da portaria ou um funcionário designado deve realizar uma inspeção visual rápida nos veículos na saída, verificando se a carga está coberta. Registros: O operador da portaria deve manter um registro de saída de veículos, anotando a placa do caminhão, data, hora e confirmando a cobertura da carga. Assinado por 1 pessoa: EDSON ROBERTO SILVEIRA Para verificar a validade das assinaturas, acesse https://patobranco.1doc.com.br/verificacao/8E93-638A-1C55-9B8E e informe o código 8E93-638A-1C55-9B8E VERIFICAÇÃO DAS ASSINATURAS Código para verificação: 8E93-638A-1C55-9B8E Este documento foi assinado digitalmente pelos seguintes signatários nas datas indicadas: EDSON ROBERTO SILVEIRA (CPF 398.XXX.XXX-72) em 15/10/2025 10:29:10 GMT-03:00 Papel: Parte Emitido por: Sub-Autoridade Certificadora 1Doc (Assinatura 1Doc) Para verificar a validade das assinaturas, acesse a Central de Verificação por meio do link: https://patobranco.1doc.com.br/verificacao/8E93-638A-1C55-9B8E