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materia nº 15/2006

Tipo Moção de Aplauso
Número / Ano 15 / 2006
Date 2006-09-18
EmentaA ser concedida ao Senhor Luiz Gilmar da Silva, Delegado Chefe da 5ª Subdivisão Policial de Pato Branco - SDP, Pato Branco, Paraná); ao Tenente Coronel Ivo Patrich Brandalize, Comandante do 3° Batalhão de Polícia Militar de Pato Branco (Rua Argentina, 999, Fone 3225·1949, Pato Branco, Paraná), extensiva a todos que direta ou indiretamente participaram da "Operação Patalvo", que resultou na prisão de vinte e duas pessoas, sendo uma das maiores operações de prisão de traficantes no Estado do Paraná.
native_id5036

Autoria

Tramitação (latest 2)

DateStatusTurnoTexto
2006-10-09 Encaminhado Entregue na sessão realizada no dia 9 de outubro de 2006.
2006-09-28 Aprovado Aprovado na sessão realizada no dia 28 de setembro de 2006.

Documents (1)

texto original #

status: extracted · method: native · backend: pypdfium2 · confidence: 1.00 · pages: 7

CAl'IPRA l'!JHC!Pi!L DE PATO mANOl 
~~~~9Yuh~zu~ Estado do Paraná 
Excelentíssimo Senhor fg~ ·, 1 ~ /cfl [ zc:q; 
LaurindoCesa V~~; 26-lc:Jil2cc;c,-~ Presidente da Câmara Municipal de Pato Branco~ ~ . 
MOÇÃO DE APLAUSO: ~~ OSl!Ol2:0::>t. 
O vereador infra·assinado, Aldir Vendruscolo - PFL, no uso de suas 
atribuições legais e regimentais, requer seja enviada Moção de Aplauso ao Senhor 
Luiz Gilmar da Silva, Delegado Chefe da 5ª Subdivisão Policial de Pato Branco -
SDP (Rua Xavantes, 269, Fone 3225·3311, Pato Branco, Paraná); ao Tenente 
Coronel Ivo Patrich Brandalize, Comandante do 3° Batalhão de Polícia Militar de 
Pato Branco (Rua Argentina, 999, Fone 3225·1949, Pato Branco, Paraná), 
extensiva a todos que direta ou indiretamente participaram da "Operação 
Patalvo", que resultou na prisão de vinte e duas pessoas, sendo uma das maiores 
operações de prisão de traficantes no Estado do Paraná. 
A Operação Patalvo tem como natureza criminal da investigação: 
Associação para o tráfico de drogas; Tráfico de drogas; Receptação de veículos 
roubados e furtados; Estelionatos. A área de abrangência da operação no Estado 
do Paraná, compreende as cidades: Pato Branco, Francisco Beltrão, Dois 
Vizinhos, Palmas e União da Vitória. No Estado de Santa Catarina: Florianópolis 
e São Lourenço do Oeste. 
A operação foi realizada pelo Núcleo de Inteligência da Polícia de Pato 
Branco, e pelo Serviço Regional de Inteligência da Polícia Militar de Pato Branco, 
destacando os órgãos policiais envolvidos na operação, que são: 5ª Subdivisão 
Policial de Pato Branco; 19ª Subdivisão Policial de Francisco Beltrão; Tigre; 
Nurce; Comando de Policiamento do Interior da Polícia Militar; 3º Batalhão da 
Polícia Militar de Pato Branco; 6° Batalhão da Polícia Militar de Cascavel; 16º 
BPM de Guarapuava. Participaram da operação 107 policiais, sendo, 67 policiais 
civis e 40 policiais militares. 
Foram efetuados 26 mandados de prisão e 30 mandados de busca e 
apreensão, com 22 prisões em flagrante, sendo que destas, apenas no domingo 
(dia 17 de novembro de 2006), foram efetuadas 19 prisões. 
Foram apreendidos 1
1
900 quilos de crack; mais ou menos 1
1
200 quilos de 
cocaína; 50 gramas de maconha. Além deste material, foram apreendidos 11 
carros; 4 armas e dezenas de munições que estavam com membros da quadrilha. 
O trabalho dos membros das corporações policiais foi desgastante e 
cansativo, porque a quadrilha, além de todo o material, possuía uma organizada 
rede de comércio de entorpecentes, principalmente cocaína e crack, contando com 
uma estrutura organizacional bem definida, sendo hierarquicamente dividida em: 
comando ou célula intelectual (financiavam a compra da droga, abasteciam 
traficantes menores de várias cidades e gerenciavam vários pontos de droga 
destinados à venda direta e usuários); grupo intermediário, composto por "mulas" 
Rua Ararigbóia, 491 Fone: (46) 3224-2243 85505-030 Pato Branco Paraná 
~A-"".'"'"""--'-·~-.. ,..," ___ , 
~~~á<Yg>~fBMdUP Estado do Paraná 
receptoras e estelionatários, ou seja: "mulas": função de buscar droga em Foz do 
Iguaçu e entrega-Ia ao comando; receptadores: agenciavam o roubo, o furto e a 
adulteração de veículos; estelionatários: compra de mercadorias com cheques 
clonados). Por fnn, contavam ainda com um grupo maior composto por vários 
traficantes intermediários, que, sob as ordens e supervisão do comando, eram 
encarregados de fazer a venda da droga aos usuários (podendo ser denominados 
de varejistas). 
A organização criminosa receptava carros roubados e furtados no Paraná e 
em outros Estados; clonava e falsificava cheques e outros documentos que eram 
utilizados para compra de diversas mercadorias no comércio, principalmente 
produtos eletrônicos e de informática. Estes carros e mercadorias eram dados 
como pagamento na aquisição da droga, que posteriormente era distribuída para 
outros traficantes. 
Pelo trabalho dos membros das corporações, pela segurança que 
proporcionam às famílias pato-branquenses, quando realizam operações como 
esta, que apesar da audácia dos membros da organização criminosa, conseguiram 
obter êxito neste trabalho, é que concedemos esta Moção de Aplauso, como forma 
de incentivo para a continuidade dos trabalhos tão bem desempenhados pelos 
membros das organizações policiais. 
Nestes termos, pede deferimento. 
Pato Branco, 18 de setemb 2006. 
Subscritores: 
.~~ti';()J J\J nuzelins!dl-:_ PPS 
Os mar un Sobrinho - PV 
Rua Ararigbóia, 491 Fone: (46) 3224-2243 85505-030 Pato Branco Paraná 
e-mail: !eaislativo@wlncom.br-site: www.camarapatobranco.com.br 
---·--
RELEASE 
1. OPERAÇÃO PATALVO 
2. NATUREZA CRIMINAL DA INVESTIGAÇÃO 
> Associação para o tráfico de drogas 
> Tráfico de drogas 
> Receptação de veículos roubados e furtados 
> Estelionatos 
3. ÀREA DE ABRANGÊNCIA DA OPERAÇÃO: 
> Estado do Paraná (Pato Branco, Francisco Beltrão, Dois Vizinhos, 
Palmas e União da Vitória) 
> Estado de Santa Catarina (Florianópolis, São Lourenço do Oeste) 
4. ÓRGÃOS QUE REALIZARAM AS INVESTIGAÇÕES: 
> Núcleo de Inteligência da Polícia de Pato Branco 
> Serviço Regional de Inteligência da Polícia Militar de Pato Branco 
5. ÓRGÃOS POLICIAIS ENVOLVIDOS NA OPERAÇÃO: 
> 5" Subdivisão Policial de Pato Branco 
> 19ª Subdivisão Policial de Francisco Beltrão 
> TIGRE 
> NURCE 
> Comando de Policiamento do Interior da Polícia Militar 
> 3º BPM de Pato Branco 
> 6º BPM de Cascavel 
> 16º BPM de Guarapuava 
6. NÚMERO DE POLICIAIS: 107 
> Policiais Civis: 67 
> Policias Militares: 40 
> Total: 107 
7. MEDIDAS JUDICIAIS RELATIVAS A OPERAÇÃO: 
8. 
9. 
10. 
> Mandados de Prisão: 26 
> Mandados de Busca e Apreensão: 30 
PRISÕES EM FLAGRANTE:}.l-. 
PESSOAS PRESAS: domingo 19 
MATERIAL APREENDIDO: 
_ ~-:r\oslo6 
Crack: Kgl.900 
Cocaína: + ou- Kg 1.200 
Maconha: 50 gramas 
11. CARROS APREENDIDOS: 11 
12. ARMAS E MUNIÇÕES: 04 armas e dezenas de munições 
13. ATUAÇÃO DA QUADRILHA: 
A quadrilha, chefiada por Valdecir dos Santos e Valdecir Antonio Misse! 
(TA TU) possuía uma organizada rede de comércio de entorpecentes, 
principalmente cocaína e "crack". 
Tal organização criminosa conta com uma estrutura organizacional bem 
definida sendo hierarquicamente dividida em um comando ou célula intelectual 
(financiavam a compra da droga, abasteciam traficantes menores de várias 
cidades e gerenciavam vários pontos de droga destinados a venda direta a 
usuários); um grupo intermediário, composto por "mulas" receptadores e 
estelionatários ("mulas" = função de buscar droga em Foz do Iguacú,PR e 
entrega-la ao comando; receptadores = agenciavam o roubo, o furto e a 
adulteração de veículos, estelionatários = compra de mercadorias com cheques 
clonados) por fim, um grupo maior composto por vários traficantes 
intermediários, que, sob as ordens e supervisão do comando, eram 
encarregados de fazer a venda da droga aos usuários (podem ser denominados de 
varejistas) 
A organização criminosa receptava carros roubados e furtados no Paraná 
e em outros Estados. Clonava e falsificava cheques e outros documentos que 
eram utilizados para compra de diversas mercadorias no comerc10, 
principalmente produtos eletrônicos e de informática. Estes carros e mercadorias 
eram dados como pagamento na aquisição da droga, que posterionnente era 
distribuída para outros traficantes. 
Núcleo de Comunicação GOVERNO DO 
PA.RA .. NA 
Operação Patalvo 
Polícia do Paraná realiza uma das maiores operações 
da história do estado para prender traficçint~s Cinco cidades do estado, além de Allorianópolis e São Lourenço d~ Oeste em Santa 
Catarina foram os alvos. A policia rrendeu 21 pessoas e apreendeu drogas, armas e 
veículos I, 
Uma operação planejada pela Sub?ivisão de Pato Branco e pelo Serviço Regional de 
Inteligência da Polícia Militar foi dt<flagrada nas manhãs deste domingo (17) e segunda￾feira (18) para cumprir 26 mandadbs de prisão e trinta mandados de busca e apreensão 
contra pessoas acusadas de envolvÜnento com tráfico de drogas no interior do estado e 
nas cidades de Florianópolis e São ~ourenço do Oeste, em Santa Catarina. Ao todo, 21 
pessoas foram presas por crimes elmo associação para o tráfico e porte ilegal de arma. 
No cumprimento dos mandados ·e busca, a polícia apreendeu quatro armas, farta 
munição, 3,2 quilos de droga, oito veículos, R$ 20 mil em cheque e dinheiro, balanças 
de precisão entre outros objetos. 
1 
Esta operação desestruturou um ~squema que envolvia desde grandes traficantes a 
ladrões de carros, falsificadores d~ documentos e estelionatários que sustentavam a 
compra da droga através da venda de veículos roubados no Paraguai e também com a 
compra de equipamentos de inform~·, ica e eletroeletrônicos com cheques clonados. 
"Certamente esta é a maior opera , ão deflagrada no Sudoeste e uma das maiores do 
estado para prender pessoas ligada ao tráfico de drogas. As investigações começaram 
há três meses, quando percebemos f existência de uma grande rede de tráfico de drogas 
que atuava aqui e com ra.mificações1em Santa Catarina", relatou o delegado Luiz Gilmar 
da Silva, chefe da Subd1v1são de Pato Branco. 
Além dos policiais de Pato Branco, ~articiparam da ação nestes dois dias equipes da 19" 
Subdivisão de Francisco Beltrão, dd Tático Integrado de Grupos de Repressão Especial 
(Tigre), do Núcleo de Repressão 1 a Crimes Econômicos (Nurce), do Comando do 
Policiamento do Interior da Polícia ~litar e do 3° Batalhão da PM de Pato Branco. "Ao 
todo, foram 107 policiais que particjraram da ação, que foi mantida em sigilo até o final 
da manhã desta segunda-feira, para rue obtivéssemos sucesso nos mandados", revelou o 
delegado. 
Na manhã de domingo, foram cum~ridos mandados de prisão e busca e apreensão na 
cidade de Pato Branco. Foram pre as 17 pessoas. A polícia apreendeu uma carabina 
calibre 22, uma garrucha calibre 2 , uma espingarda, uma pistola calibre 380, farta 
munição, dois quilos de crack, l,f quilo de cocaina, 50 gramas de maconha, oito 
veículos, vinte mil reais em cheques e dinheiro, balanças de precisão, dezenas de 
celulares, aparelhos eletrônicos e de ·Informática. 
Na manhã desta segunda-feira, a polícia cumpriu os mandados pnsao e de busca e 
apreensão nas cidades de Palmas e ~edianeira, no Paraná e nas cidades de Florianópolis 
e São Lourenço do Oeste, em Santj Catarina. Quatro pessoas foram presas e durante as 
buscas foi encontrada pouca quanti 'ade de cocaína e crack. 
Segundo a polícia, as pessoas presa. nesta operação vão responder por associação para o 
tráfico de drogas, tráfico de dro1
as, receptação de veículos roubados e furtados e 
estelionato, podendo pegar pena de !até 15 anos de reclusão. 
Ação ~a q~~drilha - A quadrilha tra chefiada por Valdecir Antonio Missei, co~hecido 
como Tatu· e Valdecir dos Santaf, ambos Jª condenados por cnmes como trafico de 
drogas. Eles possuíam uma olganizada rede de comércio de entorpecentes, 
principalmente cocaína e "crack", fªs cidades onde foi deflagrada a operação. "Esta 
organização criminosa contava c9m uma estrutura bem definida hierarquicamente", 
contou o delegado. Segundo ele, dl esquema era dividido em um comando ou "célula 
intelectual", que financiava a combra da droga, abastecia os traficantes menores de 
várias cidades e gere1~ciava vários pintos de droga destinado.s à venda direta a usuários. 
Um grupo mtermediano era comp sto por "mulas", que tmham a função de buscar a 
drog~ en; . Foz" do Iguaçu e e~tregá~la ao comando, ~lém de receptadores e 
estehonatanos. Os receptadores ~genciavam o roubo, o furto e a adulteração de 
veículos e os estelionatários a comnra de mercadorias com cheques clonados", explicou 
Silva. Em Florianópolis, era feita , adulteração dos veículos roubados para trocar por 
droga no Paraguai. 
1 Por fim, existia ainda um grupo maior, composto por vários traficantes intermediários, 
denominados "varejistas", que, s
1 b as ordens e supervisão do comando, eram 
encarregados de fazer a venda diret da droga aos usuários. 
Segundo a polícia, a organização riminosa receptava carros roubados e furtados no 
Paraná e em outros estados, clon a e falsificava cheques e outros documentos que 
eram utilizados para compra de , iversas mercadorias no comércio, principalmente 
produtos eletrônicos e de informát ,ca. "Estes carros e mercadorias eram dados como 
pagamento na aquisição da drog , que posterionnente era distribuída para outros 
traficantes. Todo este esquema oi desmantelado com a prisão da maioria dos 
componentes destes grupos durante esta operação que podemos considerar um sucesso 
devido ao número de prisões cumpri as", concluiu o delegado Silva. 
r￾GOVERNO DO Núcleo de Comunicação PARANA 
Pessoas nresas 11a ooeração; 
1. 
2. 
3. 
4. 
5. 
6. 
7. 
8. 
9. 
10. 
11. 
12. 
13. 
14. 
15. 
16. 
17. 
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19. 
20. 
21. 
Va~tle!:!r dos S:!ntos. 33 - mandad~de nrlsão e flaarante -acusado de dividir a chefia e controle da 
organização _cri.mlnosa ·co.m Valdecir A ôni'o Misse!, gérenciando a aquisição, distribuição e venda de "crack" e 
cocaína na Ctdade e reoião. 
Lurdinei Aparecida Martins, 31 - andado de prisão e flagrante - esposa de Valdecir dos Santos. Acusada 
de atuar como braço direito dele, auxili ndo diretamente no gerenciamento do tráfico. 
Jocemara dos Santos1 21- mandactb de prisão - irmã de Valdecir dos Santos, acusada de atuar na guarda 
de grande parte da droga que é comer~alizada, além de preparar a droga para venda. Faz, ainda, a 
distribuição entre os traficantes da regifo e venda direta a usuários. 
Eldisor' Martins Azeredo, 36 - mani;zado de prisão - cunhado de Valdecir dos Santos acusado de atuar 
como "rnula", buscando a droga na cid~de de Foz do Iguaçu, PR. Além disso1 também faz o abastecimento de 
outros traficantes e venda direta a usuarios. 
Leoir Alves da Silva, 41 - mandado ~e prisão e flagrante - dono do bar Varada Lhes. Acusado de atuar 
guardando parte das drogas para Va!d]jr dos Santos. Fornece aparelhos e linhas telefônicas celulares para 
Valdecir dos Santos gerenciar o tráfico. Oculta armas de fogo recebidas em pagamento do comércio de 
drogas. Empresta seu estabelecimento ara reuniões realizadas para a organização criminosa. 
Lidomar Comunello, 32 - mandado ·e prisão - acusado de atuar como fornecedor de drogas para Valdecir 
dos Santos e Valdecir Antonio Missei. ~ Ademil' Antonio Ferreira, 26 - man ado de prisão e flagrante - acusado de dividir o gerenciamento e 
controle do tráfico de entorpecentes co Valdecir do Santos, também sendo seu braço direito. 
Angela Maria dos Santos, 46 - manbado de prisão e flagrante - irmã de Valdecir dos Santos e acusada de 
gerenciar para Valdecir dos Santos o pJ~to de venda de drogas mais movimentado da cidade de Pato Branco, 
fazendo a venda direta de "crack" e col~ína aos usuários. 
Leomar Santos, 24 - mandado de pri ão e flagrante - sobrinho de Va!decií dos Santos acusado de trabalhar 
como "mula", trazendo droga da cidad de Foz de Iguaçu, PR. 
Andersen MArchi de Lima, 18 - ma1dado de prisão - também acusado de atuar como "mula" 
Albino Heilmann, 49 - mandado de 8risão - acusado de atuar como entregador de drogas a outros 
traficantes da cidade e região, bem conro para usuários. 
Dilvair das Graças Martins - mandarllo de prisão e flagrante - Acusada de atuar ocultando drogas 
pettencentes a organização em sua cash e, na ausência de Valdecir dos Santos, é a pessoa que dá 
continuidade ao comércio de drogas1 ju~tamente com Jocemara dos Santos, com o abastecimento a outros 
traficantes. \ 
Valdecir Antonio Missei, 25 - mandado de prisão e flagrante - acusado de dividir a chefia e controle da 
organização criminosa com Valdecir do~ Santos. 
Paulo Roberto dos Santos, 43 - ma~dado de prisão e flagrante - acusado de atuar na venda direta aos 
usuários, sendo abastecido com drogas1por Valdecir dos Santos e Valdecir Antonio Missei. Seu ponto de 
drogas é um dos mais movimentados df cidade. 
João Maria Nunes Assunção, 44 - ~andado de prisão - é proprietário de estabelecimento chamado Bar da 
Amizade e parceiro direto de Paulo Rob rto dos Santos. Acusado de atuar na venda direta aos usuários 
lvonete Antunes de Ramos, 29 - m ndado de prisão e flagrante - Companheira de Valdecir Antonio Missei 
e também acusada de atuar na guarda 1e grande parte da droga que é comercializada, além de preparar a 
droga para venda 1 
Pedro Adolfo - mandado de prisão -;usado de fazer a venda direta para os usuários 
Dejair da Silva Rocha - São Louren o do Oeste (SC) - mandado de prisão - acusado de atuar na venda 
direta a usuários da cidade de São Lour ço do Oeste, se, e é_ abastecido por Valdecir Antonio Missei. 
Jair Antônio Fortunato, 34 - mandlo de prisão e flagrante - acusado de fazer a venda direta a usuários 
na cidade de Palmas, PR, da droga forn cida por Valdecir do Santos, inclusive em regime de consignação. 
Claude1nir Antônio da Costa, 29 - andado de prisão - Preso em Florianópolis - acusado de atuar como 
entregador de drogas a outros trafican 1 da cidade e região e para usuários. Sua principal função na 
organização é receptar veículos furtado ou roubados, e alguns financiados fraudulentamente com 
documentação falsa, os quais são dad em pagamento na compra de drogas na cidade Foz do Iguaçu, PR1 e 
servem ele transporte das mesmas. 
João Ostewd Soares, 23 - mandado de prisão e flagrante - Era ele quem pegava os cheques clonados e 
comprava as mercadorias que seriam tr cadas por drogas. 

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