Estado do Paraná
Exmo. Sr.
Dirceu Dimas Pereira
Presidente da Câmara Municipal de Pato Branco
JL~: J~lo~\~rol{
\)~~: .J=>rlo6(ZOOL{ -~
~- .il{ ~ CV ~ ,
MOCÃO DE APLAUSO:
O vereador infra-assinado, GILSON MARCONDES - PV, no uso de
suas atn"buições legais e regimentais, requer seja enviada Moção de Aplauso ao
Senhor Nivaldo Kruger, pela edição de mais um livro histórico-literário e
místico sobre as regiões do Paraná.
A Câmara Municipal de Pato Branco homenageia o paranaense que se
dedica a resgatar a história da região, resgatando fotografij;;amente o Sudoe.ste.
De carro, moto, a cavalo e a pé, Nivaldo Kruger tem feito o caminho dos
antigos desbravadores e com muita sensibilidade capta aquele instante único e
especial que ficará para sempre na memória dos sudoestinos. Nossa região terá
um be1o exemplar com ímagens coloridas e a percepção hístórica do escritor.
A história tem sua origem em acontecimentos antecedentes à descoberta
do Brasil. Uma seqüência que, se não lembrada, dificulta a compreensão
profunda de nossas verdadeiras origens históricas.
Com a obra, o leitor perceberá a sensibilidade não apenas do fotógrafo,
mas do poeta e pesquisador, o qual tem 75 anos de idade, 45 deles dedicados à
política, exerceu vários mandatos políticos, entre eles foi prefeito de
Guarapuava, deputado estadual e federal, senador da República, exercendo
atualmente o cargo de secretário de estado como Chefe do Escritório do
Governo do Paraná em Brasília e presidente do PMDB - Partido do Movimento
Democrático Brasileiro.
Rua Ararigbóia, -491 Telefax: (46) 224-2243 85505-030 Pato Branco Paraná
E mail: legislativo@whiteduck.com.br
~~/de ÇJJ<W Çjj~ Estado do Paraná
Com a edição do livro, Nivaldo Krüger demonstra sua
preocupação com a divulgação do Brasil, pela curiosidade que tem
em conhecer melhor as regiões e resgatar a história do Sudoeste,
sendo uma alternativa para mostrar personagens que ajudam a
desenvolver a região e fazem história no nosso país. Razão pela
qual a C'âmara Municipal de Pato Branco presta homenagem,
através desta Moção de Aplauso.
Nestes termos, pede deferimento.
Pato Branco, 14 de junho de 2004.
# ... ..
)f:T
75~ s1Co~sse - PDT
V~Macc~T ~
Rua Ararigbóia. 491 - Telefax: (46) 224-2243 - Cx. Postal.111 /- 85505-.030 - Pato Branco - Paraná
E-mail: legislativo@whiteduck.psi.com.br
-
O D!ARIO DO POVO • ENTREVISTA •
Ytdagação ?_. -----'-------t•"'"'""•
Clicando o Sudoeste
•
Pelas lentes '
de
•
Nivaldo t
Krilg~r, .• .' - : ,', ,.· -,,
a história daregião
perene do ser hurilano coin suas· ilnibiçÕes, corit
suas Vaidades,. com suas audácias~ ·com suas
covardias, com aS suas esperanças, seus· sonhos,
com suas decepções.
L ·Então, a história se repete?
N - Não diria que a históri~ se repete como
determinisia, por isso que eu_ disse: qiie sou
providencialista. O positivismo é que pregava:
isso, e o positivismo n,ã_o teve êxit~ pOrque as·
previsõesdarepetiÇãoilão-sederam. _ · .,
. E não .se. dão porque iem o imponderável.
pxceto em alguns aconteCimentos
L - A curiosidade em. c01ihecer ·rizelhor as
regiões o motiva a resgaiar.á. líi.Stória da<Jui?
N- Essa preocupação é coní o Brasil. Eu
sempre tive uma riluito granqe em entender este
país onde se· encontram as raças mais diversas.do
mundó, dás origens mais diversas e ohde elaii se
harmonizam. Nós nãó temos conflitós entre
pessoas, eiltre raças,· aqui, todos conViveln~
árabes, índios, negros. Isso tudo atraiu a minhá
atenção para me aprofundar na filosofia da
Qistóri~,. no por ._que que as coisas" ac6!itecem,
como aconteceram e porque acontec.eram, suas
, diretrizes. ·
na opos1çao. Fui ,deputado federal,
presidente da Comissão daAgric4liora na
Câmara. P~ resumir: "três· vezes. rt~·.
prefeitura e três vezes no parhµri.eiltO,
municipal, estadual e fede~al~
~~:~~:~~z~~~~f i~~~::;idacl~i eÍe ~altazehcÍo àf?'.\ df$~~~, dti Paraná, pois ela nãti f~i orna descobérta, foi . motofisla; ''O s~nhor ~ inií~' ' ..
uma .conqui.sta. Gu,afapuaVa'_és_tá loca}iz_3dá· nó. peig~11t9ü."o'. .... cábI.oco\ ._:~.~Nl:~~,1 c~ntrb: dq·e~.á.i .-c:>s .. JX>$gµeses vietám' até ·os · .. ~'M~ .. :O.: ·qu~ :;~:;_$e,nho.r::··~n~,i~'; Cainpos. dei:ais ·de ~P~.ntá·'Géossa, Çufitiba, nc>' . ~t!sP.o~dk. · t~::YiIIl >'..tir.~~}j'::U:n.s~.'.'.'t
teréeiro: planaltó. ·~rtenCi_a;· · à Espanha, , . ··os cac~~·itl.:~-~~-·: :;:)~'-'.~.~~: féSppª~~~t:i~~":
espanhóis chegaram .a ter domínio em N0tbef:i<?:Te f~l~u que 9'/"iv:íJifW.
Paranaguá.'.Aí.coffieçaa hi$tóriade GuáràPuava. · -meiQ malü_co ire"i~~?; ·aqi~qô~~?.hl L·--
Entãé> -~- o~jetlvo_.-.:da cori_qu,i~ta:-de ,, .. _.. · ~;.::·~·:_.· .. ~'.·j~':'.;;;:i:f·< . .. .. ,_
Guarapuava. _era :seguir. _e~·. frente, abrir uma L .. Afotografia entrou nas~a yida ,dri niesmç:.~·,~
vefeda.paia.~.misSões:e .. ~~nquistaressa região formaqueapólfticO.? · · . .' ·_,, __ . ·, :: ::.:,;~··\'.::··.'.f·.\:'~·,\:\~~·,~·;:··'''
toda para o :reino po~uguês. E os portugueses N- Quando fiz 15 anos a minha niãO riie. éieu
abriram mãe> da Colôni~ do Sacramento em uma maquininha fotográfica. Naquelecteriip~erà''
troco d~. Miss'õés. e iSS9 ._g:iaças à ·conquista de um milagre faz_er fotografià~ mais, ou meitQ~reril
Guarapuava; onde instalaram o Fortim do 1940. Ela me deu de presente e disse. que e~.
Atalaia,·que era um fortim com o objetivo da comohomem,tambémtinhaqueap~n~era.faze~ ·
defesa contra oS índio.s, mas também para ou~ cois,as. Então e_stu.déi .sobre,:.fo~g~~,a: ... ~
combater os espanhQis se eles ap~cessem, e hojesouonúmero.52do_FotoçluJ>~:q9.P~á-~~;:~"· ..
. eles não aparecerarri: Quando fui fazer um _e~~. n~.:f\~dfu~.h~~~~' -~ Administração Ecológica Públjça,'. era: séria4§.·. ·
(\"
Leoní (L) • Como o senhor se define nesse
rabalho que já está quase concluú:W e· vai
't!sultarnum livrosobreoSudoeste? ·
Nivaldo (N) • Sou providencialista e não
letenninista.' AcredHo que a vida de um ser
1umano ·e as circunstânciaS _muito· árduas e
üffceis ·p00em Uie conduzir por um caminho que ' . ' ' - ~
•ocê tem para cumprir, . porque você tem
'ocação, você tem conh~imento.
L • O senhor atuou na vida pública por 45
!lUJS. Como foi levado_ para trábalhar com a
~ist6ria e fazer esses resg'ates?
N - Eu sempre atuei na vida púbJica com os
•lhos voltados para os fatos históricos e
iuscando neles um rumo para o futuro. E dur~te ·
:>do esse tempo eu procurei uma harmonia entre
•S fatos históricos' e os acontecimentos
·irldouros. · As causas· geradoras dos fatos
1istóricos geralmente tê~ origem .na natureza
atenção para me aprofundar na filosofia da
história,_ no por que que as coisas acontecem,
como aconteceram e porque acontec.eram, suas
. diretrizes.
L - Como que o- senhor chegou a se ·
interessar em desvendar a memória de Palmas e ,
comofoifoiogrqfarlâ?
N .. Eu- não desci nesse território por acaso,
mas só pude fazer esse trabalho·que eu sonhava
fazer quando perdi uma eleição Para deputado ·
federal, faltaram votos e p<>r causa da legenda eu
_não ~e el6gL . ·
L- Onde e~ o seu domicz'lio eleitoral?
N • Sempre foi em Guarapµava e o meu
partido sempre foi o PMDB, primeiramente o
.M.DB. Fui um dos fundadores, depois houve as
transfon:nações. Se eu estiv_esSe sidÓ eleito· não.
teria tempo para fazer esse trabalho, então fui
Conduzido por outro caminho. 'Anos: de estudos,
ariálises·, cOmpantções, servitain ·para mim fazer
o livro de -Guarapuava. Não sou iuafapuavano,
vim para Guarapuava ainda ··menirio, effi 1943,
com minha família, de Canoinhas, Santa
Catarina; En'contrei em Guarapuava uma Cidade
histórica, antiga, das coisás postas. Aristocrata e
eu, ·menino, andava pelas ·ruas e , admirava
aqueles prédios aótigos, achava tudo uma coisa
fantástica, a igreja, ... e isso me levoU sempre a
refletir. Sou descendente de alemães, meu pai era
alemão e minha mãe portugu_~a
Logo me casei em Guarapllava e montei um
jornal que se chamava O Combate. Eu não era
jomalistà, mas mantive o jornal por ·seis anos e
apÍ'endi a ser jornalista. Ai véio a Políticae'éunão_
tjueri~ me acoplar e vendi o jórnàl. Comecei a:
atUar na empresa, flindei. a Associação
Come~ial, tiye sucesso no emprtendiniento de
madeiras. Então o pessoal da Associação
Comercial entendeu que .eu deveria -ter uma
posição política, que começou pela PresidênCia
do diretório do PRP, um partido bem fraquinho,
bem peque~o. antes da revoluçãO, foi o ~nico
partido que eu pertenci que não era o PMDB. Aí
fui eleito· vereador -e cjÍiarido. acabou· meu
mandato. havia um consenso que eu Seria o
hdmem certo para $ei o prefeito, aquele menino
da rua, que entregava leite,_ virou_ prefeito. Fui
deputado estadual, líder do PMDB na
Assembléia num tempo muito difícil. Fui
prefeito três vezes em Guafiipuava, se~pre eleitO
d~f~-· c~;tr;-""a;--indi~-~:-- ~~-- t~bé;. p~;
combater os espanhóis se eles aparecessem, e
·eles não apareceram:
L.. OS livros de Palmas e Guarapuava
registram também a formação do territ6rio
brasileiro·? 1
N. Sim. Nós estávamos fora. Isto aqui só se
resolveu pelo Tratado de · Madri (1750) e o
avanço de leste para oeste, é bem recente isso.
Falamos aqui português em função dessa
conquista de Guaiapuava que estava incluído o
território do Sudoeste todo, porque .daí de
Guarapuava eles vieram para Palmas e depois
para São Borja, em 1814, Agildo Pinto Martins
recebe a missão do Diogo Pinto de Aze\'edo
Portugal de encontrar uma vereda para as
missões e abriu caminho. por onde a gauchada
depois veio.
Quando lancei o livro de Guarapuava eu
ti~ha em mente perpetuar toda essa hiStória para
a juVe_ntude, a criançada que acaba não sabendo
de toda essa história, daí d.Agostinho viu o livro
de Guarapuava e me convidOu para fazer o de
Palmas.
O vínculo histórico, a necessidade de
expressar ·e levar me fizeràm elaborar o livro de
Guarapuava; Mostrar quem· foi o general
Bonnan, por exemplo, uma figura fantástica na
história, foi o chefe da Colônia Militar de
Chaj>ecó, que_ sustentou a posição brasilei~,
juntamenie com a Colônfa Militar de Chopini,
Foz do Iguaçu e Guarapuava, que davam
cobertura à entrada dos portugueses primeiro,
depois dos. brasileiros, porque os argentinos já ·
e~tavam ilqui. ·
L • Então o senhor foi viajando de todas as.
formas, a cavalo. de moto, a pé .... como é que o sellhorjJlanejou.essa '·'expedição"? ·
N - Fiz_ unl roteiro do livro e fui em -frente.
------ ··-···-···· ·-···--··· ........ '1 .. '"' .. t' .................. u ......... .
outras coisas. Então estudei sobre fotografia e
hoje sou o número 52 do Fotoclube do .Paraná.
Quando fui fazer um curso na Alemanha de
Administração Ecológica Pública, era seriado
eln quatro anos, vi que a iaika pfOporcionaVa um
curso de técnicas fotográficas e artefotográfica e
desde então estou aí fotografando. Afotqgrafia
·para mini é Uma espécie de refúgio. Parar num~
tarde e captar um momento qu!! não se· repete
nunca màis é fantástico. Como as eólicas, ·que·
nuriCa for~m fotografadas à i;ioite, e eU fotografei.
L ·E hoje, além do projeto do livro, o senhor
estáfai.endo o que mais? · ·
N- Eu faço exposições fotográficas. Recebi
um conv.ite parà 1evar esse conjunto de fotografia
para a França. Fiz uma na Biblioteca Públic~ do
Pilraná e lá tem uma repercussão muito_ boa, a.
imprenSa dá cobertura, então surgiu.·o convite
para levar para a França.
L· Resgatar a hist6ria do Sudoeste é dar
seqüência ao trabalho feitO ·em Palmas· e
Guarapuava?
N- Exatamente, porque a hiStória do
Sudoeste_ está vinculada a isso tudo_. · IS~o foi
território e foi contestado pela Argentina. Foi
proposto o Estado das -~issões, que
desmembraria; foi proposto o Estado do Iguaçu;
toda uma história.... A passagem da Coluna
Revolucionária .de 1924 por aqui, que depois,
.formou.em Foz_ do_ Iguaçu a Coluna f>reStes. Teve
' combate, em CleVelândia, aqui em Pà.to Branco
teVe problemas graves, em Bafracão tem um
ceffiitério onde· mon-eram inruS de 20() soldados
em luta. A influência da Revolução Farroupilha
aqui' ·nesta regiã~, .apesar de Palmas estar
nascendo com a Farroupilha. Um grupo de '
pessoás da regiãq quis próclamar a. i"ep_úÇ>liCa em··:
1936. Eles foram.presos e condenados:Já em.
Guâtapuàv.a, toda uma hiSiória .. m-i.dto
interessant~.
L-É uma hist6ria que tem ligqção com o RS,
.não é?
As . pessoas .vão surgindo e vão dan~o
infOnnações, vou faZendO eritreviStas. ~em u~s
episódios, como o da cachoeira, . quando fui
fotografar uµia cachoeira e era um penhasco e eu
precisava ir bem na beirada. Ai eu pedi ao
motorista que me amarrasse a uma corda e
passasse-a na árvore para bater a fotografia que.
está ·no livro de Guatapuava, aí apareceu um
caboclo e perguntou ao motorista quem é esse
louco que anda aí? Esse é Nivaldo Grigrer.
N- Sem dúvida nenhuma. Toda·. ela
, vincuÍada à história do Brasil.
"Ah! Largue mão de bobagem! O que é que
L· Qual éa sua proposta?
N • Vou fazer um livro com 280 páginas,
enslo.bilndo os 42,mun.icípios, com o víncuto:_da".
história ~a forritação da nacionalidade brasileira.
Cili•i*<\ Mfa.iICif'fl li PATO ffiA'-0'.l
~~7z·~~qj~ Estado do Paraná
Exmo. Sr.
Dirceu Dimas Pereira
Presidente da Câmara Municipal de Pato Branco
L e í--/ueq ; J 1../ 1o~d2ad-f
\Jo-fa..c.Q.,,, :
'
(
·"\ /') ·.;~ .\"' J \ . \ .. '. ___ .. l - , .-
. ;-, \ \-'_.-
\
O vereador infra-assinado, GILSON MARCONDES
PV, no uso de suas atribuições legais e regimentais, requer seja
enviada Moção de Aplauso ao Senhor Nivaldo Krüger, pela edição
de mais um livro histórico-literário e místico sobre as regiões do
Paraná.
A Câmara Municipal de Pato Branco homenageia o
paranaense que se dedica a resgatar a história da região,
resgatando fotograficamente o Sudoeste. De carro, moto, a cavalo e
a pé, Nivaldo Krüger tem feito o caminho dos antigos
desbravadores e com muita sensibilidade capta aquele instante
único e especial que ficará para sempre na memória dos
sudoestinos. Nossa região terá um belo exemplar com imagens
coloridas e a percepção histórica do escritor.
A história tem sua origem em acontecimentos
antecedentes à descoberta do Brasil. Uma seqüência que, se não
lembrada, dificulta a compreensão profunda de nossas verdadeiras
origens históricas.
\t Com a obra, o leitor perceberá a sensibilidade não V apenas do fotógrafo, mas do poeta e pesquisa. dor, o qual tem 75 rl anos de idade, 45 deles dedicados à política, exerceu vári
ma~?atos políticos, entre eles foi prefeito de Guarapu. a~p.u d~
e m1l1tante do velho MDB. -···--~· · , ·. Rua Ararigbóia, 491 - Telefax: (46) 224-2243 - Cx. Postal, 111 - 85505-030 - ~ronco / ).oraná
E-mail: legislativo@whiteduck.psi.com.br
O vereador infra-assinado, GILSON MARCONDES - ;=
PV, no uso de suas atribuições legais e regimentais, requer seja-~
enviada Moção de Aplauso ao Senhor Nivaldo Krüger, pela edição'~
de mais um livro histórico-literário e místico sobre as regiões do. J'
Paraná. ~--:,
A Câmara Municipal de Pato Branco homenageia o ---§""
paranaense que se dedica a resgatar a história da região,
resgatando fotograficamente o Sudoeste. De carro, moto, a cavalo e~~
a pé, Nivaldo Krüger tem feito o caminho dos antigos LJ
desbravadores e com muita sensibilidade capta aquele instante %"
único e especial que ficará para sempre na memória dos ~
sudoestinos. Nossa região terá um belo exemplar com imagens ,
coloridas e a percepção histórica do escritor. ~
A história tem sua origem em acontecimentos~ antecedentes à descoberta do Brasil. Uma seqüência que, se não~
lembrada, dificulta a compreensão profunda de nossas verdadeiras
origens históricas. ~
Com a obra, o leitor perceberá a sensibilidade não"-}
apenas do fotógrafo, mas do poeta e pesquisador, o qual tem 75f:._
anos de idade, 45 deles dedicados à política, exerceu vár~rJ'
ma~~atos políticos, entre eles foi prefeito de Guarapua~~- epu . d~~
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Cx. PostoL 111 • 85505-030 • Pafu-Branco
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~~/de f?JJah f?JJ~ Estado do Paraná
Com a edição do livro, Nivaldo Krüger demonstra sua
preocupação com a divulgação do Brasil, pela curiosidade que tem
em conhecer melhor as regiões e resgatar a história do Sudoeste,
sendo uma alternativa para mostrar personagens que ajudam a
desenvolver a região e fazem história no nosso país. Razão pela
qual a Câmara Municipal de Pato Branco presta homenagem,
através desta Moção de Aplauso.
Nestes termos, pede deferimento.
Pato Branco, 14 de junho de 2004.
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