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materia nº 20/2004

Tipo Moção de Aplauso
Número / Ano 20 / 2004
Date 2004-06-14
EmentaA ser concedida ao Senhor Nivaldo Kruger, pela edição de mais um livro histórico-literário e místico sobre as regiões do Paraná.
native_id5089

Autoria

Tramitação (latest 2)

DateStatusTurnoTexto
2004-11-22 Encaminhado Entregue na sessão realizada no dia 22 de novembro de 2004.
2004-06-17 Aprovado Aprovado na sessão realizada no dia 17 de junho de 2004.

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texto original #

status: extracted · method: native · backend: pypdfium2 · confidence: 1.00 · pages: 7

Estado do Paraná 
Exmo. Sr. 
Dirceu Dimas Pereira 
Presidente da Câmara Municipal de Pato Branco 
JL~: J~lo~\~rol{ 
\)~~: .J=>rlo6(ZOOL{ -~ 
~- .il{ ~ CV ~ , 
MOCÃO DE APLAUSO: 
O vereador infra-assinado, GILSON MARCONDES - PV, no uso de 
suas atn"buições legais e regimentais, requer seja enviada Moção de Aplauso ao 
Senhor Nivaldo Kruger, pela edição de mais um livro histórico-literário e 
místico sobre as regiões do Paraná. 
A Câmara Municipal de Pato Branco homenageia o paranaense que se 
dedica a resgatar a história da região, resgatando fotografij;;amente o Sudoe.ste. 
De carro, moto, a cavalo e a pé, Nivaldo Kruger tem feito o caminho dos 
antigos desbravadores e com muita sensibilidade capta aquele instante único e 
especial que ficará para sempre na memória dos sudoestinos. Nossa região terá 
um be1o exemplar com ímagens coloridas e a percepção hístórica do escritor. 
A história tem sua origem em acontecimentos antecedentes à descoberta 
do Brasil. Uma seqüência que, se não lembrada, dificulta a compreensão 
profunda de nossas verdadeiras origens históricas. 
Com a obra, o leitor perceberá a sensibilidade não apenas do fotógrafo, 
mas do poeta e pesquisador, o qual tem 75 anos de idade, 45 deles dedicados à 
política, exerceu vários mandatos políticos, entre eles foi prefeito de 
Guarapuava, deputado estadual e federal, senador da República, exercendo 
atualmente o cargo de secretário de estado como Chefe do Escritório do 
Governo do Paraná em Brasília e presidente do PMDB - Partido do Movimento 
Democrático Brasileiro. 
Rua Ararigbóia, -491 Telefax: (46) 224-2243 85505-030 Pato Branco Paraná 
E mail: legislativo@whiteduck.com.br 
~~/de ÇJJ<W Çjj~ Estado do Paraná 
Com a edição do livro, Nivaldo Krüger demonstra sua 
preocupação com a divulgação do Brasil, pela curiosidade que tem 
em conhecer melhor as regiões e resgatar a história do Sudoeste, 
sendo uma alternativa para mostrar personagens que ajudam a 
desenvolver a região e fazem história no nosso país. Razão pela 
qual a C'âmara Municipal de Pato Branco presta homenagem, 
através desta Moção de Aplauso. 
Nestes termos, pede deferimento. 
Pato Branco, 14 de junho de 2004. 
# ... .. 
)f:T 
75~ s1Co~sse - PDT 
V~Macc~T ~ 
Rua Ararigbóia. 491 - Telefax: (46) 224-2243 - Cx. Postal.111 /- 85505-.030 - Pato Branco - Paraná 
E-mail: legislativo@whiteduck.psi.com.br 
-
O D!ARIO DO POVO • ENTREVISTA • 
Ytdagação ?_. -----'-------t•"'"'""• 
Clicando o Sudoeste 
• 
Pelas lentes ' 
de 
• 
Nivaldo t 
Krilg~r, .• .' - : ,', ,.· -,, 
a história daregião 
perene do ser hurilano coin suas· ilnibiçÕes, corit 
suas Vaidades,. com suas audácias~ ·com suas 
covardias, com aS suas esperanças, seus· sonhos, 
com suas decepções. 
L ·Então, a história se repete? 
N - Não diria que a históri~ se repete como 
determinisia, por isso que eu_ disse: qiie sou 
providencialista. O positivismo é que pregava: 
isso, e o positivismo n,ã_o teve êxit~ pOrque as· 
previsõesdarepetiÇãoilão-sederam. _ · ., 
. E não .se. dão porque iem o imponderável. 
pxceto em alguns aconteCimentos 
L - A curiosidade em. c01ihecer ·rizelhor as 
regiões o motiva a resgaiar.á. líi.Stória da<Jui? 
N- Essa preocupação é coní o Brasil. Eu 
sempre tive uma riluito granqe em entender este 
país onde se· encontram as raças mais diversas.do 
mundó, dás origens mais diversas e ohde elaii se 
harmonizam. Nós nãó temos conflitós entre 
pessoas, eiltre raças,· aqui, todos conViveln~ 
árabes, índios, negros. Isso tudo atraiu a minhá 
atenção para me aprofundar na filosofia da 
Qistóri~,. no por ._que que as coisas" ac6!itecem, 
como aconteceram e porque acontec.eram, suas 
, diretrizes. · 
na opos1çao. Fui ,deputado federal, 
presidente da Comissão daAgric4liora na 
Câmara. P~ resumir: "três· vezes. rt~·. 
prefeitura e três vezes no parhµri.eiltO, 
municipal, estadual e fede~al~ 
~~:~~:~~z~~~~f i~~~::;idacl~i eÍe ~altazehcÍo àf?'.\ df$~~~, dti Paraná, pois ela nãti f~i orna descobérta, foi . motofisla; ''O s~nhor ~ inií~' ' .. 
uma .conqui.sta. Gu,afapuaVa'_és_tá loca}iz_3dá· nó. peig~11t9ü."o'. .... cábI.oco\ ._:~.~Nl:~~,1 c~ntrb: dq·e~.á.i .-c:>s .. JX>$gµeses vietám' até ·os · .. ~'M~ .. :O.: ·qu~ :;~:;_$e,nho.r::··~n~,i~'; Cainpos. dei:ais ·de ~P~.ntá·'Géossa, Çufitiba, nc>' . ~t!sP.o~dk. · t~::YiIIl >'..tir.~~}j'::U:n.s~.'.'.'t 
teréeiro: planaltó. ·~rtenCi_a;· · à Espanha, , . ··os cac~~·itl.:~-~~-·: :;:)~'-'.~.~~: féSppª~~~t:i~~": 
espanhóis chegaram .a ter domínio em N0tbef:i<?:Te f~l~u que 9'/"iv:íJifW. 
Paranaguá.'.Aí.coffieçaa hi$tóriade GuáràPuava. · -meiQ malü_co ire"i~~?; ·aqi~qô~~?.hl L·--
Entãé> -~- o~jetlvo_.-.:da cori_qu,i~ta:-de ,, .. _.. · ~;.::·~·:_.· .. ~'.·j~':'.;;;:i:f·< . .. .. ,_ 
Guarapuava. _era :seguir. _e~·. frente, abrir uma L .. Afotografia entrou nas~a yida ,dri niesmç:.~·,~ 
vefeda.paia.~.misSões:e .. ~~nquistaressa região formaqueapólfticO.? · · . .' ·_,, __ . ·, :: ::.:,;~··\'.::··.'.f·.\:'~·,\:\~~·,~·;:··''' 
toda para o :reino po~uguês. E os portugueses N- Quando fiz 15 anos a minha niãO riie. éieu 
abriram mãe> da Colôni~ do Sacramento em uma maquininha fotográfica. Naquelecteriip~erà'' 
troco d~. Miss'õés. e iSS9 ._g:iaças à ·conquista de um milagre faz_er fotografià~ mais, ou meitQ~reril 
Guarapuava; onde instalaram o Fortim do 1940. Ela me deu de presente e disse. que e~. 
Atalaia,·que era um fortim com o objetivo da comohomem,tambémtinhaqueap~n~era.faze~ · 
defesa contra oS índio.s, mas também para ou~ cois,as. Então e_stu.déi .sobre,:.fo~g~~,a: ... ~ 
combater os espanhQis se eles ap~cessem, e hojesouonúmero.52do_FotoçluJ>~:q9.P~á-~~;:~"· .. 
. eles não aparecerarri: Quando fui fazer um _e~~. n~.:f\~dfu~.h~~~~' -~ Administração Ecológica Públjça,'. era: séria4§.·. · 
(\" 
Leoní (L) • Como o senhor se define nesse 
rabalho que já está quase concluú:W e· vai 
't!sultarnum livrosobreoSudoeste? · 
Nivaldo (N) • Sou providencialista e não 
letenninista.' AcredHo que a vida de um ser 
1umano ·e as circunstânciaS _muito· árduas e 
üffceis ·p00em Uie conduzir por um caminho que ' . ' ' - ~ 
•ocê tem para cumprir, . porque você tem 
'ocação, você tem conh~imento. 
L • O senhor atuou na vida pública por 45 
!lUJS. Como foi levado_ para trábalhar com a 
~ist6ria e fazer esses resg'ates? 
N - Eu sempre atuei na vida púbJica com os 
•lhos voltados para os fatos históricos e 
iuscando neles um rumo para o futuro. E dur~te · 
:>do esse tempo eu procurei uma harmonia entre 
•S fatos históricos' e os acontecimentos 
·irldouros. · As causas· geradoras dos fatos 
1istóricos geralmente tê~ origem .na natureza 
atenção para me aprofundar na filosofia da 
história,_ no por que que as coisas acontecem, 
como aconteceram e porque acontec.eram, suas 
. diretrizes. 
L - Como que o- senhor chegou a se · 
interessar em desvendar a memória de Palmas e , 
comofoifoiogrqfarlâ? 
N .. Eu- não desci nesse território por acaso, 
mas só pude fazer esse trabalho·que eu sonhava 
fazer quando perdi uma eleição Para deputado · 
federal, faltaram votos e p<>r causa da legenda eu 
_não ~e el6gL . · 
L- Onde e~ o seu domicz'lio eleitoral? 
N • Sempre foi em Guarapµava e o meu 
partido sempre foi o PMDB, primeiramente o 
.M.DB. Fui um dos fundadores, depois houve as 
transfon:nações. Se eu estiv_esSe sidÓ eleito· não. 
teria tempo para fazer esse trabalho, então fui 
Conduzido por outro caminho. 'Anos: de estudos, 
ariálises·, cOmpantções, servitain ·para mim fazer 
o livro de -Guarapuava. Não sou iuafapuavano, 
vim para Guarapuava ainda ··menirio, effi 1943, 
com minha família, de Canoinhas, Santa 
Catarina; En'contrei em Guarapuava uma Cidade 
histórica, antiga, das coisás postas. Aristocrata e 
eu, ·menino, andava pelas ·ruas e , admirava 
aqueles prédios aótigos, achava tudo uma coisa 
fantástica, a igreja, ... e isso me levoU sempre a 
refletir. Sou descendente de alemães, meu pai era 
alemão e minha mãe portugu_~a 
Logo me casei em Guarapllava e montei um 
jornal que se chamava O Combate. Eu não era 
jomalistà, mas mantive o jornal por ·seis anos e 
apÍ'endi a ser jornalista. Ai véio a Políticae'éunão_ 
tjueri~ me acoplar e vendi o jórnàl. Comecei a: 
atUar na empresa, flindei. a Associação 
Come~ial, tiye sucesso no emprtendiniento de 
madeiras. Então o pessoal da Associação 
Comercial entendeu que .eu deveria -ter uma 
posição política, que começou pela PresidênCia 
do diretório do PRP, um partido bem fraquinho, 
bem peque~o. antes da revoluçãO, foi o ~nico 
partido que eu pertenci que não era o PMDB. Aí 
fui eleito· vereador -e cjÍiarido. acabou· meu 
mandato. havia um consenso que eu Seria o 
hdmem certo para $ei o prefeito, aquele menino 
da rua, que entregava leite,_ virou_ prefeito. Fui 
deputado estadual, líder do PMDB na 
Assembléia num tempo muito difícil. Fui 
prefeito três vezes em Guafiipuava, se~pre eleitO 
d~f~-· c~;tr;-""a;--indi~-~:-- ~~-- t~bé;. p~; 
combater os espanhóis se eles aparecessem, e 
·eles não apareceram: 
L.. OS livros de Palmas e Guarapuava 
registram também a formação do territ6rio 
brasileiro·? 1 
N. Sim. Nós estávamos fora. Isto aqui só se 
resolveu pelo Tratado de · Madri (1750) e o 
avanço de leste para oeste, é bem recente isso. 
Falamos aqui português em função dessa 
conquista de Guaiapuava que estava incluído o 
território do Sudoeste todo, porque .daí de 
Guarapuava eles vieram para Palmas e depois 
para São Borja, em 1814, Agildo Pinto Martins 
recebe a missão do Diogo Pinto de Aze\'edo 
Portugal de encontrar uma vereda para as 
missões e abriu caminho. por onde a gauchada 
depois veio. 
Quando lancei o livro de Guarapuava eu 
ti~ha em mente perpetuar toda essa hiStória para 
a juVe_ntude, a criançada que acaba não sabendo 
de toda essa história, daí d.Agostinho viu o livro 
de Guarapuava e me convidOu para fazer o de 
Palmas. 
O vínculo histórico, a necessidade de 
expressar ·e levar me fizeràm elaborar o livro de 
Guarapuava; Mostrar quem· foi o general 
Bonnan, por exemplo, uma figura fantástica na 
história, foi o chefe da Colônia Militar de 
Chaj>ecó, que_ sustentou a posição brasilei~, 
juntamenie com a Colônfa Militar de Chopini, 
Foz do Iguaçu e Guarapuava, que davam 
cobertura à entrada dos portugueses primeiro, 
depois dos. brasileiros, porque os argentinos já · 
e~tavam ilqui. · 
L • Então o senhor foi viajando de todas as. 
formas, a cavalo. de moto, a pé .... como é que o sellhorjJlanejou.essa '·'expedição"? · 
N - Fiz_ unl roteiro do livro e fui em -frente. 
------ ··-···-···· ·-···--··· ........ '1 .. '"' .. t' .................. u ......... . 
outras coisas. Então estudei sobre fotografia e 
hoje sou o número 52 do Fotoclube do .Paraná. 
Quando fui fazer um curso na Alemanha de 
Administração Ecológica Pública, era seriado 
eln quatro anos, vi que a iaika pfOporcionaVa um 
curso de técnicas fotográficas e artefotográfica e 
desde então estou aí fotografando. Afotqgrafia 
·para mini é Uma espécie de refúgio. Parar num~ 
tarde e captar um momento qu!! não se· repete 
nunca màis é fantástico. Como as eólicas, ·que· 
nuriCa for~m fotografadas à i;ioite, e eU fotografei. 
L ·E hoje, além do projeto do livro, o senhor 
estáfai.endo o que mais? · · 
N- Eu faço exposições fotográficas. Recebi 
um conv.ite parà 1evar esse conjunto de fotografia 
para a França. Fiz uma na Biblioteca Públic~ do 
Pilraná e lá tem uma repercussão muito_ boa, a. 
imprenSa dá cobertura, então surgiu.·o convite 
para levar para a França. 
L· Resgatar a hist6ria do Sudoeste é dar 
seqüência ao trabalho feitO ·em Palmas· e 
Guarapuava? 
N- Exatamente, porque a hiStória do 
Sudoeste_ está vinculada a isso tudo_. · IS~o foi 
território e foi contestado pela Argentina. Foi 
proposto o Estado das -~issões, que 
desmembraria; foi proposto o Estado do Iguaçu; 
toda uma história.... A passagem da Coluna 
Revolucionária .de 1924 por aqui, que depois, 
.formou.em Foz_ do_ Iguaçu a Coluna f>reStes. Teve 
' combate, em CleVelândia, aqui em Pà.to Branco 
teVe problemas graves, em Bafracão tem um 
ceffiitério onde· mon-eram inruS de 20() soldados 
em luta. A influência da Revolução Farroupilha 
aqui' ·nesta regiã~, .apesar de Palmas estar 
nascendo com a Farroupilha. Um grupo de ' 
pessoás da regiãq quis próclamar a. i"ep_úÇ>liCa em··: 
1936. Eles foram.presos e condenados:Já em. 
Guâtapuàv.a, toda uma hiSiória .. m-i.dto 
interessant~. 
L-É uma hist6ria que tem ligqção com o RS, 
.não é? 
As . pessoas .vão surgindo e vão dan~o 
infOnnações, vou faZendO eritreviStas. ~em u~s 
episódios, como o da cachoeira, . quando fui 
fotografar uµia cachoeira e era um penhasco e eu 
precisava ir bem na beirada. Ai eu pedi ao 
motorista que me amarrasse a uma corda e 
passasse-a na árvore para bater a fotografia que. 
está ·no livro de Guatapuava, aí apareceu um 
caboclo e perguntou ao motorista quem é esse 
louco que anda aí? Esse é Nivaldo Grigrer. 
N- Sem dúvida nenhuma. Toda·. ela 
, vincuÍada à história do Brasil. 
"Ah! Largue mão de bobagem! O que é que 
L· Qual éa sua proposta? 
N • Vou fazer um livro com 280 páginas, 
enslo.bilndo os 42,mun.icípios, com o víncuto:_da". 
história ~a forritação da nacionalidade brasileira. 
Cili•i*<\ Mfa.iICif'fl li PATO ffiA'-0'.l 
~~7z·~~qj~ Estado do Paraná 
Exmo. Sr. 
Dirceu Dimas Pereira 
Presidente da Câmara Municipal de Pato Branco 
L e í--/ueq ; J 1../ 1o~d2ad-f 
\Jo-fa..c.Q.,,, : 
' 
(
·"\ /') ·.;~ .\"' J \ . \ .. '. ___ .. l - , .-
. ;-, \ \-'_.-
\ 
O vereador infra-assinado, GILSON MARCONDES 
PV, no uso de suas atribuições legais e regimentais, requer seja 
enviada Moção de Aplauso ao Senhor Nivaldo Krüger, pela edição 
de mais um livro histórico-literário e místico sobre as regiões do 
Paraná. 
A Câmara Municipal de Pato Branco homenageia o 
paranaense que se dedica a resgatar a história da região, 
resgatando fotograficamente o Sudoeste. De carro, moto, a cavalo e 
a pé, Nivaldo Krüger tem feito o caminho dos antigos 
desbravadores e com muita sensibilidade capta aquele instante 
único e especial que ficará para sempre na memória dos 
sudoestinos. Nossa região terá um belo exemplar com imagens 
coloridas e a percepção histórica do escritor. 
A história tem sua origem em acontecimentos 
antecedentes à descoberta do Brasil. Uma seqüência que, se não 
lembrada, dificulta a compreensão profunda de nossas verdadeiras 
origens históricas. 
\t Com a obra, o leitor perceberá a sensibilidade não V apenas do fotógrafo, mas do poeta e pesquisa. dor, o qual tem 75 rl anos de idade, 45 deles dedicados à política, exerceu vári 
ma~?atos políticos, entre eles foi prefeito de Guarapu. a~p.u d~ 
e m1l1tante do velho MDB. -···--~· · , ·. Rua Ararigbóia, 491 - Telefax: (46) 224-2243 - Cx. Postal, 111 - 85505-030 - ~ronco / ).oraná 
E-mail: legislativo@whiteduck.psi.com.br 
O vereador infra-assinado, GILSON MARCONDES - ;= 
PV, no uso de suas atribuições legais e regimentais, requer seja-~ 
enviada Moção de Aplauso ao Senhor Nivaldo Krüger, pela edição'~ 
de mais um livro histórico-literário e místico sobre as regiões do. J' 
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A Câmara Municipal de Pato Branco homenageia o ---§"" 
paranaense que se dedica a resgatar a história da região, 
resgatando fotograficamente o Sudoeste. De carro, moto, a cavalo e~~ 
a pé, Nivaldo Krüger tem feito o caminho dos antigos LJ 
desbravadores e com muita sensibilidade capta aquele instante %" 
único e especial que ficará para sempre na memória dos ~ 
sudoestinos. Nossa região terá um belo exemplar com imagens , 
coloridas e a percepção histórica do escritor. ~ 
A história tem sua origem em acontecimentos~ antecedentes à descoberta do Brasil. Uma seqüência que, se não~ 
lembrada, dificulta a compreensão profunda de nossas verdadeiras 
origens históricas. ~ 
Com a obra, o leitor perceberá a sensibilidade não"-} 
apenas do fotógrafo, mas do poeta e pesquisador, o qual tem 75f:._ 
anos de idade, 45 deles dedicados à política, exerceu vár~rJ' 
ma~~atos políticos, entre eles foi prefeito de Guarapua~~- epu . d~~ 
e rn11lta+1t© !'! · · B.b T'l-AD8 <:--···· ·· ,~ • 
Rua Ararigbóia, 491 f ~'~ E-t':·:oíl: legisfafivo@whíteduck.psi.com.br 
Cx. PostoL 111 • 85505-030 • Pafu-Branco 
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Com a edição do livro, Nivaldo Krüger demonstra sua 
preocupação com a divulgação do Brasil, pela curiosidade que tem 
em conhecer melhor as regiões e resgatar a história do Sudoeste, 
sendo uma alternativa para mostrar personagens que ajudam a 
desenvolver a região e fazem história no nosso país. Razão pela 
qual a Câmara Municipal de Pato Branco presta homenagem, 
através desta Moção de Aplauso. 
Nestes termos, pede deferimento. 
Pato Branco, 14 de junho de 2004. 
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