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Exmo. Sr.
Enio Ruaro
Estado do Paraná
Presidente da Câmara Municipal de Pato Branco
MOÇÃO DE APLAUSO:
O vereador GILSON MARCONDES (PV), adiante assinado, no uso de suas
atribuições legais e regimentais, requer seja enviada Moção de Aplauso ao Senhor
Antonio Reginaldo Madel Freire, Presidente da Academia de Letras e Artes de Pato
Branco - ALAP (Av. Brasil, 530, sala 305, fone 225-6060), extensiva aos demais
membros da diretoria da ALAP; como também, ao Senhor Adair Kill, Diretor do
Departamento de Cultura; ao Jornal Diário do Povo, Senhor Carlos Antonio de Ahneida
Ferreira:, ao Conservatório Amadeus Mozart, ao Hotel Província, à Viação Vale do
Iguaçu, à Cattani S.A. Transportes e Turismo e à Escola de Música Fascinação.
A Câmara Municipal de Pato Branco, homenageia o Senhor Antonio
Reginaldo Maciel Freire, pela iniciativa em trazer a Pato Branco, a pianista russa
Olga Kium, apresentando o Recital Comentado de Piano em Homenagem a
Serguei Rachmaninov (130 anos de nascimento), espetâculo este realizado no dia
17 de maio de 2003, no Teatro Municipal Naura Rigon, com a presença de
aproximadamente trezentas pessoas.
O homenageado, Antonio Reginaldo Maciel Freire, é médico residente
em Pato Branco hâ 25 anos.
Fundador e ex-presidente da Casa da Cultura, sempre envolvido em grandes
eventos culturais de nossa cidade, merece esta Moção por ser inclusive uma pessoa
desprendida, deixando de lado seus interesses profissionais em favor da cultura de
nossa cidade.
Este foi, sem dúvida nenhuma, um dos melhores eventos culturais jâ
realizados em Pato Branco.
Rua Ararigbóia, 491 Telefax: (46) 224-2243 85505-030
E mail: legislotivo@whiteduck.com.br
Pato Branco Paraná
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Estado do Paraná
A Câmara Municipal de Pato Branco, através desta Moção de Aplauso,
presta homenagem a todos que, como o Senhor Antonio Reginaldo Maciel Freire,
merecem estat ao lodo dos grandes vencedores, pois não se cansam e são
determinados em suas ações.
"O mundo está nas mãos daqueles que têm coragem de sonhar
e correr o risco de viver seus sonhos."
Parabéns!
Nestes termos, pede deferimento.
Pato Branco, 19 de maio de!~.)Gf~--:--:--
ertani-PDT
Vilm~
Rua Ararigbóia, 491 Telefax: (46) 224-2243 85505-030 Pato Br nco
E mail: legislativo@whiteduck.com.br
Paraná
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Apianista russa Olga Kiun descende de uma tradicional família de
músicos soviéticos. Começou a estudar piano aos 6 anos de idade com
sua mãe e sua avó, ambas professoras do Conservatório Musical de
Kishnev. Aos 9 anos fez seu primeiro recital solo e aos 12, realizou seu
primeiro concerto como solista de orquestra.
Em Moscou, estudou no Conservatório Tchaikovsky, onde foi aluna
do consagrado pianista e· professor russo Lev Oborin, e no terceiro ano
desse curso foi laureada no Concurso Internacional Enescu, na Romênia.
Graduou~se com distinção, com nota máxima em todas as disciplinas.
Fez Doutorado no Conservatório de Leningrado, hoje São
Petersburgo, sob a orientação de Pavel Serebriakov. Ao terminar esse
curso, integrou o "Mosconcert", extinta sociedade artística estatal,
realizando recitais, concertos com orquestra e inúmeras gravações para a
Rádio e Televisão portada a ex-União Soviética.
O repertório da pinista Olga Kiun abrange desde os compositóres
do século XVII aos contemporâneos, com ênfase aos românticos.
Olga tocou na Romênia, Bulgária, Polônia, Uruguai e Peru,
apresentando-se pela primeira vez no Brasil em 1991, em Curitiba, e
segundo o crítico Andreas Adriano do jornal Gazeta do Povo "Olga Kiun
mostra musicalidade imensa e a maneira emocional e apaixonada de
tocar, necessárias a quem se dedica ao repertório romântico ... uma das
melhores pianistas que já pousaram em terras tupiniquins".
No Brasil Olga atuou como solista nos mais conceituados grupos
sinfônicos do país, tais como a Orquestra Sinfônica do Estado do Paraná, a
Orquestra Sinfônica de Porto Alegre, a Orquestra Sinfônica Municipal de
São Paulo, a Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo, a Orquestra
Nova Filarmônica (SP), a Orquestra Sinfônica de Campinas e a Camerata
Antiqua de Curitiba. Tendo trabalhado com, entre outros, os regentes
Alceo Bocchino, Benito Juarez, Paulo Torres, Lutero Rodrigues, Osvaldo
Colarusso e Roberto Mineczuck.
De 1993 a 1997, foi professora contratada da Escola de Música e
Belas Artes do Paraná (EMBAP), na ·
cidade de Curitiba, visando o
aprimoramento e melhor qualificação do
corpo docente dessa instituição. Hoje,
Olga é professora concursada dessa
mesma escola.
Olga Kiun desenvolve ainda
intensa atividade artística e pedagógica,
como recitalista, camerista, solista de
orquestra, jurada em concursos e
professora convidada em festivais de m(1~ir:~ Am tnrfn n n~íc::
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Serguei Vassi/ievitch Rachmaninov.
li!ista e compositor russo. Nasceu em Oneg, Novgorod, em
1° de abril de 1873. Faleceu em Beverly Hills, Califórnia, em 28 de
março de 1943. Um dos maiores concertistas de sua época e o
último expoente do Romantismo russo. Iniciando seus estudos com
Nikolai Zverev, formou-se aos 19 anos no Conservatório de
Moscou, logo despertando atenção com seu prelúdio em dó
sustenido menor (1892). O sentimento de insegurança do jovem
Rachmaninov levava-o a constantes crises emocionais, a mais
grave das quais seguiu-se ao fracasso da sinfonia nº 2 (1897).
Durante esse período, o compositor procurou um psiquiatra, Nikolai
Dahl, a quem atribuiu a reabilitação de sua autoconfiança,
dedicando-lhe o concerto nº 2 (1901 ), hoje sua obra mais popular.
Ao rebentar a revolução de 1905, Rachmaninov deixou o
cargo de regente do Teatro Bolshoi e mudou-se com a família para
Dresden, onde escreveu a sinfonia nº 2 (1907), o poema sinfônico A
Ilha dos Mortos (1909) e o concerto nº 3 (1909), este especialmente
para sua primeira viagem aos EUA. Retornando a Moscou,
Rachmaninov definiu seu lugar na vida musical russa, ligando-se
inequivocamente ao grupo de Tchaikovski, Rubinstein e Taneiev.
Após a revolução de 1917, transfere-se em caráter permanente
para os EUA, onde nunca se aclimatou. Cessa quase
completamente sua produção como compositor e dedica-se à
carreira de concertista. Suas únicas obras importantes do período
são a Rapsódia sobre um tema de Paganini (1934) e a sinfonia nº 3
(1936). Embora tenha sido quase toda escrita no século XX, a
música de Rachmaninov ancora-se com firmeza na tradição
oitocentista e seu lirismo manifesta-se especialmente em
numerosas canções.
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