| Tipo | Ordinária |
|---|---|
| Número / Ano | 15 |
| Date | 2022-09-05 |
| native_id | 122 |
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Estado do Rio Grande do Sul Câmara de Vereadores de Marcelino Ramos Praça Padre Basso, 015, Centro, 99.800-000 (54) 3372-1623 camaramarcelinoramos@hotmail.com www.marcelinoramos.rs.leg.br 1 “DOE SANGUE, DOE ÓRGÃOS, DOE VIDA!” ATA 22/2022 - SESSÃO ORDINÁRIA Ata da sessão ordinária realizada no dia cinco de setembro de dois mil e vinte e dois, às dezenove horas, na Câmara de Vereadores de Marcelino Ramos - RS. Aos cinco dias do mês de setembro de dois mil e vinte e dois, às dezenove horas, realizou-se, na sala de sessões, sessão ordinária da Câmara de Vereadores de Marcelino Ramos - RS. A reunião foi presidida pelo senhor Vereador Sérgio Antônio Beal, com a presença dos senhores Vereadores ADILSON LAVALL, ANDRÉ LUCHETTA, DAMIANA SALETE CORREA MENDES, ENIO LUIZ WITTMANN, GUSTAVO PEGORINI HOLLERWEGER, HÉLIO MÜLLER, RAMIRO FRANCISCO MARSARO, ROSELI MARIA GOETZ DREHER e SÉRGIO ANTÔNIO BEAL. Abrindo a sessão, o Presidente cumprimentou os Vereadores e assistentes e alertou os Vereadores quanto à responsabilidade por suas falas durante o período eleitoral. Em seguida, solicitou a leitura de convites recebidos e da Correspondência recebida do Prefeito Municipal: Ofício 658/2022. Nos Expedientes apresentados por Vereadores, solicitou a leitura da Indicação 05/2022, dos Vereadores Adilson Lavall, Damiana Salete Correa Mendes, Enio Luiz Wittmann e Hélio Müller; da Indicação 06/2022, dos Vereadores Adilson Lavall, Damiana Salete Correa Mendes, Enio Luiz Wittmann e Hélio Müller; do Pedido de Informação 20/2022, dos Vereadores Adilson Lavall, Damiana Salete Correa Mendes, Enio Luiz Wittmann e Hélio Müller; do Pedido de Informação 21/2022, dos Vereadores Adilson Lavall, Damiana Salete Correa Mendes, Enio Luiz Wittmann e Hélio Müller; do Pedido de Providência 33/2022, dos Vereadores Adilson Lavall, Damiana Salete Correa Mendes, Enio Luiz Wittmann e Hélio Müller e do Pedido de Providência 36/2022, do Vereador Adilson Lavall. Após, deixou o Pequeno Expediente à disposição para breves manifestações. A Vereadora Roseli Maria Goetz Dreher disse: “- [...] Eu só gostaria de fazer um convite, senhor Presidente, em nome do Presidente da TERMASA, Pastor Ildo, eu estive na sexta-feira à tarde visitando o Balneário e conversando com ele e ele fez um pedido para mim para fazer a solicitação ao senhor Presidente para que solicite aos Vereadores fazer uma visita ao Balneário para ele explicar como está a situação, mostrar para nós para quem não conhece a situação atual, para nós irmos lá, então, em nome dele, e do Albino também, que estava junto, os dois me pediram para que, então, senhor Presidente, organize uma tarde, uma manhã com os Vereadores, que possam estar lá ouvindo o Pastor Ildo e vendo o que eles têm lá para nos mostrar, como é que está a situação do Balneário hoje, como estão as coisas para nós estarmos atentos a tudo o que acontece na TERMASA. Era isso, muito obrigada”. O Presidente ressaltou a importância da realização da visita mencionada. O Vereador Adilson Lavall disse: “- [...] Eu queria fazer um agradecimento ao Chefe de Obras por ter ido ver as estradas, juntamente com a Rose, no Distrito de Coronel Teixeira, passou lá, ao menos ele disse ‘vim ver, em breve quero ver se consigo fazer’, ele falou, e a situação é precária. Então, fazer um agradecimento porque ele foi ver e se empenhou para resolver o problema. Seria isso, muito obrigado”. O Presidente consignou que o agradecimento seria encaminhado e, não tendo mais Vereador a se manifestar, passou às Matérias em Regime Normal. Registrou que todos os Projetos de Lei encaminhados em regime normal baixariam automaticamente para a CUP e solicitou a leitura das Justificativas de encaminhamento dos Projetos de Lei Municipal 123/2022; 124/222; 125/2022; 126/2022; 127/2022 e 128/2022. Na Matéria em Primeira Discussão e Votação, solicitou a leitura somente do Parecer da CUP sobre o Projeto de Lei Municipal 122/2022. Após a leitura, colocou a proposição em discussão. O Vereador André Luchetta disse: "- [...] Coube essa semana à CUP ir atrás de informações sobre este Projeto; este Projeto já havia entrado nesta Casa e foi rejeitado e voltou novamente com o consenso de nós nove Vereadores. O que está sendo proposto aqui neste Projeto é uma futura redução desse imposto do ISS para futuros investimentos no Município, haja vista que todos os municípios da região, acredito que até não só da região, o nosso imposto é o mais alto de todos! Nos exemplos já havia Machadinho constado, Alto Bela Estado do Rio Grande do Sul Câmara de Vereadores de Marcelino Ramos Praça Padre Basso, 015, Centro, 99.800-000 (54) 3372-1623 camaramarcelinoramos@hotmail.com www.marcelinoramos.rs.leg.br 2 “DOE SANGUE, DOE ÓRGÃOS, DOE VIDA!” Vista constado, fui um pouco mais longe, pedi para a nossa Secretária, muito eficiente, ir atrás do Município de Aratiba também, Aratiba é 2% (dois por cento) o investimento, tanto é que tem investidores batendo na porta lá pela proposta que eles têm de imposto. Então nada mais é isso aqui do que futuros investimentos dentro do Município. A geração de emprego e pessoas que querem investir. Quando se fala em investimento, não são pequenos investimentos, são grupos grandes que vêm e estudam uma proposta que geram grandes investimentos e também vão ter grandes despesas para a manutenção, por isso a proposta de baixa. O Município, hoje, teria uma deficiência de talvez R$ 1.300,00, R$ 1.500,00 por aí por ano, no que está aqui nessa proposta, são duas ou três empresas que estão aderindo a isto aqui e o imposto, a arrecadação deles é super baixa, tanto é que nesse artigo 60 (sessenta), ele fala que pode ser até nove vezes o menor salário do Município, que pode ser aceito, podemos dizer assim. Então seria quase R$ 10.000,00 por ano, nós estamos hoje com R$ 1.300,00, R$ 1.500,00 por ano. Então hoje, conversando até com o Contador, não altera em nada a nossa arrecadação, mas pensamos nos futuros investimentos, futuros investidores e geração de emprego no setor do turismo. Era isso”. O Vereador Hélio Müller disse: "- [...] Só uma pergunta, senhor Presidente, como não está na pauta, talvez não houve nem o protocolo nesse intervalo de sessões com relação à questão da redução ou da não inclusão de aumento de IPTU para 2023, se houve ou não houve nesta Casa, só a título de informação”. O Vereador André Luchetta disse: "- Eu fui atrás também disso aí. Até nós chegarmos a essa conclusão, eu fui atrás primeiro do programa do IPTU, para ter um documento pelo menos. Fomos atrás, junto com o Jurídico, junto com a Administração, fomos ver o porquê do nosso IPTU ser desse jeito. O IPTU, nas últimas administrações, ele aumentou em 100%, o colega chegou a ser Secretário de Administração e o colega sabe muito bem disso! Eu tenho aqui um levantamento desde 2015 até 2022, todos foram baseados na Lei 096/2013, que consta aqui, durante o mandato que as duas exAdministrações fizeram. Eu nenhum momento, voltando um pouco, a lei diz que todos os anos têm que ser corrigido o IPTU, todos os anos o Município deve corrigir o IPTU, mas nunca falou, em momento algum uma lei fala que teria que ser pelo IGPM, em momento nenhum! E a Administração passada, em todos os anos, de 2015 até 2020, usou o IGPM, que é o índice mais caro que teve até hoje, isso consta aqui, aqui nesses papéis, quem quiser olhar, pode ver, está aqui, não é o André que está falando! A Administração Municipal, no ano passado, já se propôs em dar o desconto dos 23% que foi aumentado, a Administração se propôs a dar os mesmos 23% de desconto do IGPM, Neste ano, consta aqui, a Administração Municipal foi atrás de ver o melhor índice que pudesse ser aumentado, porque a lei rege que tem que ser aumentado! E foi constatado que o IPCA seria o menor índice que poderíamos usar, que a lei permite, que seria, 10,06%. Passou por esta Casa, nós aprovamos o aumento, no mesmo momento o Executivo deu de desconto os 10% que foi dado de aumento. Até aqui nós não tivemos aumento, nós tivemos descontos e pelo melhor índice que foi procurado para não levar à comunidade marcelinense! Se nós estamos pagando hoje um absurdo, é porque o imposto veio, nas últimas Administrações, sendo corrigido pelo maior valor, pelo maior índice. Indo atrás de mais informações ainda, para nós termos redução de IPTU, nós temos que fazer uma reavaliação de todo o Município, de todas as propriedades que pagam IPTU, que isso é ideia do Executivo Municipal também, que vai ter que ser feito, porque tem gente pagando a mais e tem gente pagando a menos do que deve ser. O Município de Viadutos iniciou na semana passada, se não estou enganado, um levantamento de todo o Município, contratou uma empresa particular para fazer isso! E nós vamos ter que chegar a esse ponto, o Executivo concorda, vamos fazer um levantamento para depois nós vermos aonde nós podemos diminuir e aonde nós temos que aumentar, porque o Município não pode ter renúncia da receita, que vai ser muito alta essa renúncia da receita! Não é o caso deste Projeto que nós estamos em discussão, que é uma miséria, são mil reais, mil e pouquinhos reais, mas que temos uma expectativa de futuro, de crescimento, de investimento dentro do Município muito grande, com empresas que vêm aplicar milhões aqui! É isso que nós estamos discutindo hoje, por isso que aqui está, todo o levantamento do IPTU está aqui na mão, quem quiser ver, está aqui junto comigo, eu fui atrás de ver. Então agora nós temos que resolver isso aqui e depois vamos atrás de fazer um levantamento em todo o Município, de todas as propriedades, para ver o que pode ser feito, e o Executivo concorda com isso e tem vontade de fazer. Era isso por enquanto, muito obrigado”. O Vereador Enio Luiz Wittmann disse: "- [...] Com relação a esse Estado do Rio Grande do Sul Câmara de Vereadores de Marcelino Ramos Praça Padre Basso, 015, Centro, 99.800-000 (54) 3372-1623 camaramarcelinoramos@hotmail.com www.marcelinoramos.rs.leg.br 3 “DOE SANGUE, DOE ÓRGÃOS, DOE VIDA!” Projeto, primeiro dizer que quando se fala em redução e quando é redução para o contribuinte, para o investidor, dentro das legalidades de não afetar as finanças da Administração, é considerado sempre bom. Quando nós aprovamos o Requerimento, na sessão retrasada, para retornar este Projeto a esta Casa, porque foi rejeitado em função da falta de votos na outra sessão... é isso, não é Presidente?! Pois eu não estava naquela sessão; nós, Vereadores do PT, do PDT colocamos que gostaríamos que viesse do Executivo Municipal um planejamento, e esse planejamento podia ser, e nos colocamos à disposição, podia ser discutido conosco, estávamos abertos a ajudar a construir um projeto, talvez no monte, como fala o Vereador André, de se fazer um recadastramento das unidades habitacionais, dos locais aonde gera imposto, IPTU, porque aqui o Vereador André fez questão de falar das administrações passadas, dos valores que vêm aumentando, mas todos os anos em que foi dado aumento, também foi dado desconto para conseguir amenizar, se não era um desconto de 100%, mas era um desconto também para amenizar a questão do IPTU. Então isso nos leva a ter uma certeza de que realmente precisa ser feito um levantamento, ser feito um estudo, concordo plenamente, porque o IPTU do ano passado e todos esses cálculos que foram feitos e é 23%, tira 10%, aumenta 5%, enfim, é um cálculo que o contribuinte, primeiro, não entende; temos o fato real que o IPTU do ano passado, o valor pago, ele foi a maior do que no ano anterior, é só falar com os contribuintes, quem pagou R$ 500,00, quem pagou R$ 550,00, quem pagou R$ 600,00, quem pagou R$ 100,00, quem pagou R$ 120,00, então teve um aumento aí da grande maioria; eu sou um desses que teve um aumento. Então quando nós falamos desse Projeto dos 3% aí, nós pedimos esse esclarecimento ao Executivo Municipal, através da CUP, através do Líder do Governo. O Vereador André fez uma explanação aí, mas nós gostaríamos, o Prefeito Municipal está aqui, o Secretário de Administração também está aqui hoje, sei que não vai ser o momento hoje para isso, mas nós gostaríamos muito que a Administração Municipal, o Executivo Municipal nos chamasse, viessem aqui, estamos disponíveis para irmos até o gabinete, estamos disponíveis para recebermos aqui a qualquer hora, em qualquer momento, para debater esse projeto dos 3%. Junto disso, a gente tem várias outras coisas também que a gente quer colocar à Administração Municipal, que é principalmente esse fato do IPTU e outras ideias que se tem. Então isso foi posto na outra sessão e por isso queria deixar também essa informação aí aos demais colegas”. O Vereador Gustavo Pegorini Hollerweger disse: “- [...] A gente sabe que esse é um importantíssimo Projeto para Marcelino Ramos, para o futuro de Marcelino Ramos, já foi citado aqui pelo Vereador André dos investimentos que estão por vir a Marcelino Ramos se conseguirmos diminuir esse imposto; são investimentos milionários, investimentos que trarão renda para as pessoas, para os munícipes, então, dessa forma, a gente tem que priorizar este Projeto, precisamos focar nesse Projeto, que já teve saída dele da Casa, nos reunimos, os nove Vereadores, concordamos com a retomada desse Projeto nesta Casa Legislativa, tendo a sabedoria da importância desse Projeto, então vamos nos manter nesse Projeto; claro, o IPTU é um assunto que a gente precisa debater, sobre recadastramento imobiliário, a gente precisa ter ele refeito, a gente sabe que é um investimento que passa dos R$ 150.000,00, pois a Prefeitura de Viadutos está gastando em torno de R$ 160.000,00 para refazer esse recadastramento, então é um assunto complicado e que não se deve ater nesse momento, claro, frisando, que é um assunto sério, um assunto que mexe com a vida de todos os munícipes, mas esse assunto também é sério, então temos que nos manter nesse Projeto aqui e ter aprovação, eu espero que unânime, desse Projeto, pois é um Projeto de redução de imposto, é um Projeto de futuro de Marcelino Ramos, é um Projeto de futuro de renda dos nossos munícipes. Era isso, senhor Presidente”. Não havendo mais Vereador com interesse em se manifestar, o Presidente colocou o Projeto de Lei em primeira votação nominal. Rejeitado por falta de quórum, com abstenção do Vereador Ramiro Francisco Marsaro, votos favoráveis dos Vereadores André Luchetta, Gustavo Pegorini Hollerweger, Roseli Maria Goetz Dreher e Sérgio Antônio Beal e votos contrários dos Vereadores Adilson Lavall, Damiana Salete Correa Mendes, Enio Luiz Wittmann e Hélio Müller. Na Matéria em Segunda Discussão e Votação, o Presidente solicitou a leitura do Parecer da CUP sobre o Projeto de Lei 121/2022. Após a leitura, colocou o Projeto de Lei em discussão. Não havendo Vereador com interesse em se manifestar, colocou o Projeto de Lei em segunda votação. Aprovado por unanimidade. Nas Demais Proposições, o Presidente solicitou a leitura do Requerimento 22/2022, dos Vereadores Adilson Lavall, Damiana Salete Correa Mendes, Enio Luiz Wittmann e Hélio Estado do Rio Grande do Sul Câmara de Vereadores de Marcelino Ramos Praça Padre Basso, 015, Centro, 99.800-000 (54) 3372-1623 camaramarcelinoramos@hotmail.com www.marcelinoramos.rs.leg.br 4 “DOE SANGUE, DOE ÓRGÃOS, DOE VIDA!” Müller. Após a leitura, colocou a proposição em discussão. O Vereador Enio Luiz Wittmann disse: “- [...] Fizemos esse Requerimento, essa proposição, primeiro para dizer da importância de incentivar a agricultura aqui do nosso Município, segundo também para deixar registrado que se tem ideias dentro de uma Câmara de Vereadores e nós estamos expondo a nossa ideia neste Requerimento aqui, que é com relação à disponibilidade de caminhão caçamba para os nossos agricultores. Esse tema já foi discutido em outras sessões, esse tema já foi discutido em legislaturas passadas e hoje a gente retorna com esse tema aqui, porque ele é de extrema importância. Dizer que o Município, hoje, ele possui, cinco, seis caminhões caçamba, como a gente já colocou aqui no Requerimento, sendo que, desses caminhões que estão lotados na Secretaria de Obras, grande parte deles foram adquiridos com recursos da Agricultura. Dizer que aquele caminhão Volvo, que é um caminhão pequeno, foi um caminhão que foi adquirido através da SDR, até tive o prazer de, enquanto estava Secretário, fazer aquele Projeto e me lembro muito bem hoje que quando fizemos o objeto daquele projeto, se colocou que o caminhão seria para o transporte de calcário, cama de aviário e demais materiais que assim os agricultores necessitassem. Também tivemos um outro caminhão que veio do DINFRA, que é da Secretaria de Agricultura também, que depois foi posta caçamba, enfim, caminhões que vieram com recursos da agricultura. Pois bem. Hoje eles prestam serviços para a agricultura, eles prestam, quando nós fizemos a estrada para a os nossos agricultores, eles estão prestando serviço para a agricultura, mas o que a gente está pedindo que seja a mais do que isso, é que seja feito, através desses caminhões, porque existe a legalidade e a legalidade se dá quando foi feita a aquisição desses equipamentos, do transporte de calcário ao nosso agricultor, ao agricultor que precisa corrigir o seu solo e o Município possa disponibilizar este frete, talvez subsidiado ou de forma gratuita, para que o agricultor possa corrigir, aumentar a sua produção agrícola e, consequentemente, aumentar o retorno ao Município. A cama de aviário, que é agricultura é um dos setores que mais gera renda ao Município, que mais agrega valor, então também o nosso agricultor necessita do caminhão para o transporte, para a lavoura ou para outro local, para outro agricultor, o pó de rocha que agora é uma novidade que vem ganhando o campo e o agricultor cada vez mais está buscando esse material e temos perto aqui uma mina, uma jazida de pó de rocha que é aqui em Erechim e também a silagem. A silagem, não são todos, mas alguns agricultores também precisam do caminhão para fazer o transporte. Então esse Requerimento vem nesse sentido, para disponibilização de um caminhão, dois caminhões, para atender essa demanda ao nosso agricultor. Dizer que, quando o tempo está molhado, deu uma chuva, é possível buscar um calcário, é possível buscar um pó de rocha, talvez se tem uma aviário que está fazendo a limpeza de sua cama, é possível fazer o transporte quando o tempo está molhado, a silagem não é o ano inteiro, são alguns meses do ano, final de dezembro, janeiro, fevereiro, que são os meses que mais necessita desse trabalho. Então a gente faz esse Requerimento ao Executivo para que encaminhe à Secretaria de Obras, à Secretaria de Agricultura, e veja da possibilidade, da disponibilidade da prestação desse serviço aos nossos agricultores aqui do Município. A gente sabe que com a frota que se tem, é possível a gente ampliar esse trabalho e atender os nossos agricultores e, como já foi dito aqui, legalmente esses equipamentos, esses caminhões são possíveis de utilizar porque foram adquiridos com recurso DA Agricultura e o objeto deles foi para essa finalidade também. Seria isso, senhor Presidente, muito obrigado”. A Vereadora Roseli Maria Goetz Dreher disse: “- [...] Aos Vereadores que fizeram esse Requerimento, eu sempre gosto de me pronunciar que eu sempre sou favorável a tudo que tem relação ao incentivo à agricultura, mas a gente sabe que nós aqui em Marcelino temos uma Secretaria de Obras com bastante demanda, na verdade nós já estamos precisando de caminhões, máquinas para a Secretaria de Obras, nós precisaríamos sim ter mais caminhões envolvidos na Secretaria da Agricultura, mas mesmo assim, Vereador, eu quero te dizer, não sei se a realidade aqui é diferente da lá de baixo, mas eu vou te dizer pelo conhecimento que eu tenho de Coronel Teixeira, das pessoas que precisaram fazer limpeza de aviário, sempre tiveram o transporte, claro que coordenado com a Secretaria de Agricultura e Obras, que se comunicam e fazem esse encaminhamento, sempre teve esse transporte, eu não conheço, na parte de Coronel, alguém que reclame de falta de transporte para limpeza de aviário e para o pó de rocha. Era isso, espero ter contribuído”. O Vereador André Luchetta disse: “- Talvez na reunião passada eu tenha levantado essa lebre e ali na tribuna eu comentei, uma opinião minha, que eu seria contra o ‘puxe’ de Estado do Rio Grande do Sul Câmara de Vereadores de Marcelino Ramos Praça Padre Basso, 015, Centro, 99.800-000 (54) 3372-1623 camaramarcelinoramos@hotmail.com www.marcelinoramos.rs.leg.br 5 “DOE SANGUE, DOE ÓRGÃOS, DOE VIDA!” calcário, o calcário vem de outro município, as empresas hoje que vendem o calcário, elas já fornecem o calcário posto dentro do Município, dentro da propriedade e outra coisa: já fizeram um cálculo que o agricultor que compra 600 toneladas, 700 toneladas de calcário, quantas viagens de caminhão dá daqui a Erechim, que é mais próximo?! 600 toneladas são 40 viagens, um caminhão faz duas viagens por dia, então um caminhão vai trabalhar um mês só para um agricultor e os outros agricultores do Município vão fazer o quê? Vão ficar sentados esperando? Nós temos que pensar um pouco, falei aquele dia aqui e vou repetir tudo novamente: eu sou contra, a minha opinião, eu sou contra! Caminhão da Secretaria de Obras, se está lotado na Secretaria de Obras, é para fazer estrada, estão todo mundo reclamando que não tem estrada, Coronel Teixeira não tem como andar, o município inteiro sem estrada, vamos botar caminhão puxar calcário de Erechim, gente?! Então nós temos que pensar um pouco! Nós temos que atender todo mundo dentro do Município. Quando nós estivermos com a coisa estabilizada tudo bem, mas no momento não é o momento para isso; sei bem quando é época de silagem, para o maquinário nas estradas porque tem que puxar silagem, aí é um agricultor brabo porque não puxa para ele, mas está puxando para outro, aí vira aquele fuxico, aquela coisa, aquela desordem, e não tem como atender todo mundo, tem seis caminhões no Município! Então eu coloquei a minha opinião na reunião passada, talvez eu levantei essa lebre que está aqui hoje essa discussão, mas é minha opinião e eu acho que assim: devemos pensar bem no que estamos fazendo. Era isso”. O Vereador Enio Luiz Wittmann solicitou aparte e disse: “- Só colocar, primeiro dizer que a sua conta de 600 toneladas por hectare, isso não é realidade no Município, porque uma propriedade, para 600 toneladas, precisa ter 245 hectares e nós não temos essa realidade no Município, um ou dois produtores. O que nós precisamos ter no Município é ter um caminhão que quando o agricultor precise buscar 10 toneladas, 15 toneladas, vai atender a pequena propriedade, o caminhão da Prefeitura estar disponível, que isso para a Prefeitura vai custar R$ 200,00, R$ 300,00, por quê? O Vereador André Luchetta interrompeu e disse: “- E não está sendo feito hoje? Está sendo feito!”. O Vereador Enio Luiz Wittmann respondeu: “- O senhor é contrário... está sendo feito em parte, não estou dizendo que não está sendo feito! Está sendo em partes e o senhor é contrário. A realidade é essa! Precisa ter um caminhão e aproveitar que o Prefeito está aqui, o Secretário de Administração, o que é o certo a fazer, e eu sempre disse isso e nunca consegui, assim como disse, Prefeito, na Administração passada aqui de nosso Município, que tinha que passar o valor das terraplanagens para 100%, não tive êxito na Administração passada, agora tivemos, fizemos um projeto aqui, coletivo e tivemos, parabéns ao Executivo, parabéns aos Vereadores, não consegui isso na Administração passada, que era a minha Administração, agora conseguimos. Mas o que eu venho sempre falando é que nós temos que ter um caminhão da Secretaria de Agricultura, discuti isso com o Serginho, um caminhão, quando precisa buscar uma brita, esse caminhão vai, não precisa o Secretário de Obras, não precisa pensar, quem vai pensar é o Secretário de Agricultura, vai buscar a brita. Esse caminhão vai recolher as embalagens de agrotóxico quando precisa, esse caminhão vai estar lá na silagem quando precisa, esse caminhão vai buscar o pó de rocha, vai buscar o calcário, vai ajudar o aviário, é isso que eu quero dizer, precisamos ter um caminhão caçamba na Secretaria de Agricultura para atender a demanda, é isso, o agricultor vai estar bem servido, vai melhorar o fluxo das propriedades, é dessa forma que eu quero colocar e é isso que eu quero dizer; é possível? É possível, disse aqui que nós temos caminhão para isso, nós temos, e esse caminhão, quando estiver de folga, pode ajudar na Secretaria de Obras, mas tenho certeza que se fizer esse trabalho aqui, ele não vai ter folga, porque entre brita que a cada pouco tem que ir buscar, que já tem lei para isso e as demais demandas, vai estar sempre em atividade. Então essa é a lógica, essa é a ideia, é isso que nós queremos, que até hoje não conseguimos e espero que a gente consiga agora. Muito obrigado”. ? O Vereador André Luchetta disse: “- Falei das 600 toneladas porque tem uma discussão no Município aí correndo que um agricultor quer 600 toneladas que o Município tem que puxar; como assim?! Por isso que eu estou falando, e o resto vai fazer o quê? São 600 toneladas, é um mês puxando calcário!”. O Vereador Enio Luiz Wittmann disse: “- Vereador, a Administração pode limitar isso aí, é uma carga, duas e deu, não vamos se apegar em um detalhe que não é a realidade do Município, vamos nos apegar no macro, não no micro”. O Vereador André Luchetta respondeu: “- O que eu comentei na reunião passada aqui foi isso, não ceder desse jeito, então vamos colocar limite nas coisas, como se faz hoje, foi feito na Estado do Rio Grande do Sul Câmara de Vereadores de Marcelino Ramos Praça Padre Basso, 015, Centro, 99.800-000 (54) 3372-1623 camaramarcelinoramos@hotmail.com www.marcelinoramos.rs.leg.br 6 “DOE SANGUE, DOE ÓRGÃOS, DOE VIDA!” Administração passada de puxar carga de brita! Aí eu não sou contra, é uma carga por família, eu não sou contra, tem eu fazer, é acesso! Agora, não deixar liberado! Era isso”. O Vereador Hélio Müller disse: “- [...] Eu sempre tenho dito nesta Casa e hoje quero reforçar de novo que fui um dos escolhidos para estar aqui para ajudar a apresentar alternativas para buscar o melhor para todas as pessoas do Município. Não vou cometer a gafe de julgar alguém, não é meu papel, muito menos de botar a culpa nas costas dos outros, o meu princípio não é este e não estou aqui para isso, senhor Presidente. A agricultura, além de ser a fonte de nossa comida, é a fonte da metade da receita do nosso Município e nós percebemos que muitas vezes sempre é o agricultor que paga o pato e quem sente é ele e não só percebemos, estão sentindo isso. Nós temos, senhores Vereadores e Vereadoras, uma lei que foi criada na gestão anterior que autoriza até duas cargas de brita, quem tem bloco, que pode ser um exemplo que pode ser seguido para as outras atividades. Eu entendo que quando você vai fazer um trabalho, uma empreitada, qualquer serviço, você vai ocupar as ferramentas que tem! Eu tenho essa interpretação. Toda a infraestrutura do Município de serviços é paga pelo contribuinte, porque todo contribuinte vai para um caixa único, vamos separar, seria 100% bom para os agricultores separara o caixa, a metade de tudo o que entra vai para um caixa só para os agricultores, nós estaríamos hoje fazendo asfalto no interior, então esse é o meu entendimento, é um debate para se colaborar nessa lógica. Muitas vezes, segundo argumento do Vereador, que eu respeito, sempre respeitei, isso é o básico de uma relação social, deixar de puxar às vezes uma carga de cascalho para ir puxar uma silagem para o agricultor. Vocês sabem quanto que aumentou o custo para um agricultor produzir? Abaixou a gasolina? Que bom, mas tudo é movido, a produção, na cidade e no interior, pelo transporte de diesel, a maioria das camionetes de passeio maior são todas a diesel. A luz aumentou, o veneno aumentou, qualquer agricultor que se criou na roça que nem eu, que está no interior e está nos ouvindo sabe a diferença que tem, de preço e de qualidade, de um adubo de aviário para um adubo químico, exemplo de um desses aí. Eu sempre disse que a saúde é em primeiro lugar, senhor Presidente, mas se você não come, também não tem saúde. Saúde 15% por lei é obrigado a investir, educação 25%, e os agricultores, que fazem a metade da receita, quanto que é? Quantas vezes foi deixado esterqueira vazando para limpar dejetos na cidade com trator agrícola e um tanque agrícola? A gente não cobra isso, porque que nem eu disse, tem que ocupar as ferramentas que tem, quem nem eu disse, nós temos um caminhão tanque que tem que ocupar na cidade, nós temos trator, vi a Bobcat trabalhando lá embaixo, vi ela trabalhando no camping, eu não sou contrário; eu acho que tem que ocupar, se não está interferindo na escala do agricultor, tem mais que ocupar, senhor Secretário, é assim, tem que ocupar as ferramentas que tem, no meu entendimento. ‘Não mas a lei, temos que seguir a lei’, então vamos seguir a lei, a partir de amanhã vamos botar na mão do Secretário de Agricultura, conforme diz a lei, os dois caminhões citados, uma patrola e uma retro que veio também para a área da Agricultura do MDA, vamos botar a escavadeira hidráulica que veio do Ministério da Pesca e da Agricultura, amanhã vai estar disponível para o Secretário, e vamos recolher os que fazem trabalho na cidade. Não é aqui ser contrário a alguma coisa, é nós utilizarmos as estruturas que temos para quem precisa e precisa muito, que é para os nossos agricultores. Então eu entendo e a proposição essa é no sentido de nós termos um entendimento e acredito que temos o entendimento de todos, por mais que tenha divergência, é nós fazermos valer também a lei e a justiça, porque o propósito aqui é nós fazermos cumprir a lei, nós que aprovamos ou não aprovamos a lei! Se os anteriores fizeram ou não fizeram, cobraram a mais ou cobraram a menos, o Prefeito só faz se aqui aprova, se os passados, nem só os nossos, os outros também fizeram coisas que daqui a pouco podia ser diferente, é porque esta Casa aprovou! Nenhum Prefeito faz nada se não é aprovado pelo Poder Legislativo, Poder que nós atuamos! Então nós temos que ter esse entendimento que o objetivo é ajudar a construir o que é melhor para todos, sem criticar, sem botar a culpa em ninguém, sem julgar aqui, sei que cada um está fazendo o seu esforço do seu jeito e respeitando a vez de cada um, eu tenho esse entendimento. Então acredito que nada mais justo nós também ampliarmos esse Projeto de Lei que tem para duas cargas de brita daqui a pouco para silagem, daqui a pouco para pó de rocha, o que está sendo proposto no nosso Requerimento. Então eu tenho esse entendimento, se formos discutir à risca da lei, então vamos ver essas porcentagens e vamos ver os equipamentos adquiridos com dinheiro da agricultura e eu acho que não é por aí, nós temos que ocupar as ferramentas que temos, planejando, a Secretaria junto, e Estado do Rio Grande do Sul Câmara de Vereadores de Marcelino Ramos Praça Padre Basso, 015, Centro, 99.800-000 (54) 3372-1623 camaramarcelinoramos@hotmail.com www.marcelinoramos.rs.leg.br 7 “DOE SANGUE, DOE ÓRGÃOS, DOE VIDA!” fazendo com que o nosso agricultor tenha mais programas, agricultor precisa de programas e não falamos em programas, quais são os programas que nós vamos ter para os agricultores não só para o ano que vem, para dez, quinze anos, qual é o planejamento? Então esse é um dos desafios nossos aqui também, senhor Presidente, que eu assinei esse Requerimento e ajudei a construir e tenho aqui o meu compromisso e o meu dever de defender todos os contribuintes, em especial os nossos agricultores. Obrigado”. O Vereador Adilson Lavall disse: “- A minha opinião é assim, lá em Coronel foi feito, que eu fui encarregado de equipe, o Rudi está fazendo, no dia em que está molhado, o caminhão não puxa cascalho, às vezes fica uma semana chovendo, que agora é agosto, setembro, começo de safra, plantio que o pessoal está preparando as terras ainda, essa hora que se usa essa frota pública, porque às vezes ficam cinco caminhões parados aí dois, três dias, já puxa dez cargas o chefe de obras, então está incentivando o agricultor, produzindo mais, produzindo mais o Município tem mais arrecadação, então essa é a minha opinião. Brita, o Rudi está fazendo assim também lá em Coronel, o agricultor vem pedir, dia de chuva o caminhão está indo buscar, parabéns, tem que ser assim, nós temos na Obras, está sol, uma semana, duas, chove, dá para puxar, lá é pertinho para buscar as britas, então eu acho que é um incentivo para o agricultor e temos que ajudar, porque a nossa renda do Município vem do agricultor. Seria isso, meu muito obrigado”. A Vereadora Damiana Salete Correa Mendes disse: “- [...] Quando fizemos esse Requerimento, foi pensando, mais uma vez, em nosso Município e é isso que nós estamos fazendo aqui, eu sempre falo, em todas as reuniões, nós temos que pensar no que é bom para os nossos munícipes, nós somos eleitos para isso e é para isso que nós viemos aqui. Acredito que isso já está sendo feito, né Alisson, com as britas, o que era feito antes também, quando o André era Secretário de Obras, na Administração passada, e nós temos que pensar se nós estamos fazendo, se está na lei, se não está na lei, se está certo ou está errado, nós temos que pensar nos nossos munícipes, nossos agricultores, nem todo mundo tem condições de buscar brita, de buscar calcário, então nós temos que pensar desse jeito, nós temos que pensar no nosso comércio, no que é bom para o nosso Município, nós temos que pensar em possibilidades que agregam para o nosso Município, é isso que nós estamos tentando fazer aqui. Então esse nosso Requerimento vem a calhar, mais uma vez, ajudar os agricultores; a nossa renda maior é agricultura e é isso que nós estamos debatendo aqui, então a nossa questão de fazer esse Requerimento não é criar polêmica, não é nada, é pensar, mais uma vez, no nosso Município, é isso que nós estamos defendendo aqui, diferente de qualquer outra coisa. Não conseguimos em outras Administrações e temos a humildade de dizer isso aqui, não fizemos tudo certo, ninguém faz tudo certo, mas nós temos que achar, como Vereadores, como eleitos pelo povo, achar sempre o melhor caminho, e é isso que nós queremos fazer aqui, achar sempre o melhor caminho para tudo, que a gente entre em um consenso no que é melhor para o nosso Município, para as pessoas que vivem aqui em Marcelino. Nós somos um município que passa por bastante dificuldades, o nosso comércio passa por dificuldades, então nós temos que pensar em possibilidades que venham a ajudar essas pessoas que moram em nosso Município, para cada vez mais essas pessoas terem vontade de ficar aqui e não ir embora daqui, porque aqui é um bom lugar de viver, nós moramos em um lugar maravilhoso, gente, aqui em Marcelino, as pessoas que vêm de fora falam muito bem de Marcelino e muitas vezes a gente deixa a desejar, então é para isso que nós estamos aqui, para defender o nosso munícipe, as pessoas que votaram em nós, que depositaram em nós a confiança para estar aqui batalhando mais uma vez. Então seria isso, senhor Presidente, muito obrigada”. O Vereador André Luchetta disse: “- Talvez eu tenha me expressado um pouco mal nessa situação, só que assim, o que eu não quero é ver caminhão um mês trabalhando para um agricultor e deixando os outros atrasados, esperando, entendeu? Coloquem limites! A brita foi puxada nas outras administrações e está sendo puxada nessa, é uma carga por agricultor? Não altera em nada! Agora, que não venham tentar trabalhar um mês em uma casa e deixar o resto atrasado, isso que eu quero que o pessoal entenda! Nós temos que repartir um pouco para cada um, o Município é pequeno, a renda é pouca, Hélio, você falou na renda que é colocado 15% na saúde e 25% na educação e o que sobra do resto? Nós temos que contar que a obra é uma das grandes despesas que nós temos hoje no Município, diesel, pneu, peças, então nós temos que ver muito bem, o projeto tem que ser muito bem feito e assim que seja distribuído um pouco para cada um, agora, não tudo para um e deixar o resto a ver navios. Era isso”. A Vereadora Damiana Salete Correa Estado do Rio Grande do Sul Câmara de Vereadores de Marcelino Ramos Praça Padre Basso, 015, Centro, 99.800-000 (54) 3372-1623 camaramarcelinoramos@hotmail.com www.marcelinoramos.rs.leg.br 8 “DOE SANGUE, DOE ÓRGÃOS, DOE VIDA!” Mendes disse: “- Só para fazer uma ressalva, como eu disse, está sendo feito, eu estou acompanhando o trabalho do Alisson, até queria te agradecer, Alisson, aproveitar aqui a deixa, algumas demandas que eu conversei contigo, eu acho que essa tua visão de trabalhar para todos é uma visão que nós precisamos, nós precisamos trabalhar todo mundo junto. Seria isso, senhor Presidente, obrigada”. A Presidência foi transferida ao Vice-Presidente. O Vereador Sérgio Antônio Beal disse: “- Bom, inicialmente gostaria de cumprimentar aqui a Karine, que logo em seguida, e a família Albani, que está presente, o Alisson também, Secretário de Obras, logo em seguida, após a sessão, para deixar registrado aqui, a Karine vem nos apresentar aqui resultado de uma pesquisa de Mestrado ‘estudo sobre a socialização política: a construção da cidadania e o programa Vereador Mirim em uma cidade do Norte do Estado do Rio Grande do Sul, sejam bem-vindos então. Quanto a este Requerimento, eu até estranhei um pouco, porque eles vêm sendo feitos já, esses trabalhos, talvez não consiga atender a todos, mas eu falo como um ano em que eu estive na Secretaria da Agricultura aí, trabalhando junto com o Enio, ele sabe que há carência, é bastante pedido, mas gostaria também de agradecer ao Alisson, porque há poucos dia um agricultor tinha umas quatro cargas para puxar de cascalho, cinco, né Alisson, aí um dia que chove, que está úmido, que o caminhão não está, o Alisson foi pronto em atender esse agricultor, como tem a lei das duas cargas, transporte de brita, nos mesmos moldes, como vocês mesmos colocaram, pode ser assim, limitadas duas de pó de rocha e tal. Também vale registrar que nós temos uma lei que nós temos subsidiado o preço das horas máquina e quilômetro do caminhão; hoje o quilômetro do caminhão da Prefeitura é um dos mais baratos que tem, não cobre quase nem o diesel, então vem sendo feito, mas no ano em que eu estive na Secretaria da Agricultura, eu notei essa necessidade e eu concordo com o Enio, a Secretaria da Agricultura deveria ter uma retro e um caminhão, aí sim, porque são fontes de água, um frete, pequenos serviços que iam aliviar a Secretaria de Obras, que a Agricultura pode executar, eu acredito que essa é uma demanda que vem de longo tempo já e que vamos tentar aqui, com a força da Câmara de Vereadores e Administração Municipal ver se a gente consegue implementar, porque é muito importante, eu sei que vem sendo feito, há poucos dias estava na limpeza dos aviários também, só que às vezes os dias de sol que coincide com o serviço, às vezes nem sempre consegue atender toda a demanda. Mas acredito que vai melhorar ainda mais e o que eu posso dizer é que, pelo menos no ano em que estive à frente da Secretaria, nós, sempre que possível, atendíamos esse serviço e eu ainda defendo que a brita, ela tem que ser cedida ao agricultor sim, o transporte gratuito, para cascalhamento de pátio e acesso, porque o agricultor que colocar brita, ele não vai mais utilizar a patrola, o caminhão, o rolo compactador, o cascalho, então acho que esse programa deve ser ampliado, deve ser melhorado ainda mais. Mas sou favorável ao Requerimento, só para deixar registrado aí. Seria isso, senhor Presidente”. Não havendo mais Vereador a se manifestar, o Presidente colocou o Requerimento em votação. Aprovado por unanimidade. O Presidente colocou em votação a Ata 21/2022. Aprovada por unanimidade, com abstenção da Vereadora Roseli Maria Goetz Dreher. O Presidente convocou os Vereadores para a sessão ordinária do dia 21 de setembro de 2022 e deu por encerrados os trabalhos da sessão ordinária do dia cinco de setembro de 2022. SÉRGIO A. BEAL GUSTAVO P. HOLLERWEGER RAMIRO F. MARSARO Presidente Vice-Presidente Secretário
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Estado do Rio Grande do Sul Câmara de Vereadores de Marcelino Ramos Praça Padre Basso, 015, Centro, 99.800-000 (54) 3372-1623 camaramarcelinoramos@hotmail.com www.marcelinoramos.rs.leg.br “DOE SANGUE, DOE ÓRGÃOS, DOE VIDA!” ORDEM DO DIA PARA A SESSÃO ORDINÁRIA DO DIA 05 DE SETEMBRO DE 2022 Correspondência recebida do Prefeito Municipal: Ofício 658/2022. Expedientes apresentados por Vereadores: Indicação 05/2022 – Vereadores Adilson Lavall, Damiana Salete Correa Mendes, Enio Luiz Wittmann e Hélio Müller; Indicação 06/2022 – Vereadores Adilson Lavall, Damiana Salete Correa Mendes, Enio Luiz Wittmann e Hélio Müller; Pedido de Informação 20/2022 – Vereadores Adilson Lavall, Damiana Salete Correa Mendes, Enio Luiz Wittmann e Hélio Müller; Pedido de Informação 21/2022 – Vereadores Adilson Lavall, Damiana Salete Correa Mendes, Enio Luiz Wittmann e Hélio Müller; Pedido de Providência 36/2022 – Vereador Adilson Lavall. Pequeno Expediente. Matérias em regime normal: Justificativa de encaminhamento do Projeto de Lei Municipal 123/2022 (Autoriza contratações temporárias junto à TERMASA); Justificativa de encaminhamento do Projeto de Lei Municipal 124/2022 (Altera a Lei Municipal 050, de 07 de dezembro de 2018); Justificativa de encaminhamento do Projeto de Lei Municipal 125/2022 (Altera a Lei Municipal 076, de 11 de janeiro de 2002); Justificativa de encaminhamento do Projeto de Lei Municipal 126/2022 (Altera a Lei Municipal 039, de 04 de julho de 2017); Justificativa de encaminhamento do Projeto de Lei Municipal 127/2022 (Institui a Gratificação Especial de Desempenho – GED para exercício de responsabilidade técnica e dá outras providências); Justificativa de encaminhamento do Projeto de Lei Municipal 128/2022 (Dispõe sobre a gestão democrática do ensino público municipal e dá outras providências). Matéria em primeira discussão e votação: Parecer e Ata da CUP sobre o Projeto de Lei Municipal 122/2022 (Altera a Lei Municipal 057, de 29 de dezembro de 1998). Matéria em segunda discussão e votação: Parecer e Ata da CUP sobre o Projeto de Lei Municipal 121/2022 (Dispõe sobre as diretrizes orçamentárias para elaboração e execução da lei de orçamento para o ano de 2023 e dá outras providências). Estado do Rio Grande do Sul Câmara de Vereadores de Marcelino Ramos Praça Padre Basso, 015, Centro, 99.800-000 (54) 3372-1623 camaramarcelinoramos@hotmail.com www.marcelinoramos.rs.leg.br “DOE SANGUE, DOE ÓRGÃOS, DOE VIDA!” Demais Proposições: Requerimento 22/2022 – Vereadores Adilson Lavall, Damiana Salete Correa Mendes, Enio Luiz Wittmann e Hélio Müller. Votação da Ata: 21/2022. Considerações Finais do Grande Expediente.