| Tipo | Ordinária |
|---|---|
| Número / Ano | 15 |
| Date | 2023-09-04 |
| native_id | 165 |
status: extracted · method: native · backend: pypdfium2 · confidence: 1.00 · pages: 7
Estado do Rio Grande do Sul Câmara de Vereadores de Marcelino Ramos Praça Padre Basso, 015, Centro, 99.800-000 (54) 3372-1623 camaramarcelinoramos@hotmail.com www.marcelinoramos.rs.leg.br 1 “DOE SANGUE, DOE ÓRGÃOS, DOE VIDA!” ATA 28/2023 - SESSÃO ORDINÁRIA Ata da sessão ordinária realizada no dia quatro de setembro de dois mil e vinte e três, às dezenove horas, na Câmara de Vereadores de Marcelino Ramos - RS. Aos quatro dias do mês de setembro de dois mil e vinte e três, às dezenove horas, realizou-se, na sala de sessões, sessão ordinária da Câmara de Vereadores de Marcelino Ramos - RS. A reunião foi presidida pelo senhor Vereador Sérgio Antônio Beal, com a presença dos senhores Vereadores ADILSON LAVALL, ANDRÉ LUCHETTA, DAMIANA SALETE CORREA MENDES, ENIO LUIZ WITTMANN, GUSTAVO PEGORINI HOLLERWEGER, HÉLIO MÜLLER, RAMIRO FRANCISCO MARSARO, ROSELI MARIA GOETZ DREHER e SÉRGIO ANTÔNIO BEAL. Abrindo a sessão, o Presidente cumprimentou a todos e registrou que o Secretário de Obras e Urbanismo Paulo Sperotto não pôde se fazer presente em razão das intempéries. Na Matéria em Regime Normal, o Presidente solicitou a leitura da Justificativa de encaminhamento do Projeto de Lei Municipal 050/2023. Após a leitura, constatou-se que a proposição havia sido encaminhada em regime de urgência especial, de modo que o Presidente, então, colocou o regime de urgência especial em votação. Aprovado por unanimidade. Na Matéria em Segunda Discussão e Votação, o Presidente solicitou a leitura somente do Parecer da CUP sobre o Projeto de Lei Municipal 044/2023. Após a leitura, colocou o Projeto de Lei em discussão. Não havendo Vereador com interesse em se manifestar, colocou o Projeto de Lei em votação. Aprovado por unanimidade em segunda votação. Na Matéria em Primeira Discussão e Votação, o Presidente solicitou a leitura do Parecer da CUP sobre o Projeto de Lei Municipal 045/2023 e Emenda Modificativa 001/2023. Após a leitura, colocou-os em discussão. O Vereador André Luchetta disse: “- [...] Projeto que veio para esta Casa na semana... na última sessão, durante esta semana fomos atrás de ouvir qual é a causa desse Projeto. Esse Projeto, hoje vem para a nossa Casa para definir o que é insalubridade e o que é periculosidade. O Município, hoje, não tem uma lei de periculosidade. Com o passar do tempo, o Ministério do Trabalho vai ditando as regras que são usadas na União, no país, e os municípios, os Estados, têm que se ir se adequando aos poucos com essa lei federal que rege a lei trabalhista. Então, o nosso Município, a partir desse momento, passa a definir o que é periculosidade e o que é insalubridade para os funcionários públicos. Aqui nesse Projeto nós não estamos falando em valor de ninguém, nós estamos apenas aprovando uma definição do que é periculosidade e do que é insalubridade. Era isso”. O Vereador Enio Luiz Wittmann solicitou aparte e disse: “- Só para entrar na conversa, aproveitar a colocação, quando se fala em periculosidade, no artigo primeiro, inciso segundo, ‘exclusivos eletricidade, materiais ionizantes, substâncias radioativas ou materiais inflamáveis’. Essa nomenclatura hoje não consta, hoje não consta na lei municipal?”. O Vereador André Luchetta respondeu: “- [...] A nomenclatura consta como insalubre, consta como insalubre, isso é periculosidade”. O Vereador Enio Luiz Wittmann disse: “- [...] Eu só estranho não estar junto aqui a questão das zoonoses, ruídos e por isso que eu fiz essa pergunta, por que é que não tem zoonoses, não tem ruídos, não tem corrosivos químicos, daqui a pouco, junto com essa nomenclatura, é porque esses, daqui a pouco, se encaixam como insalubres e não como perigosos? Seria isso, senhor Presidente, muito obrigado”. O Vereador Hélio Müller disse: “- [...] É um tema que nós estamos falando que não é sobre o nosso salário e não é sobre o nosso trabalho, estamos aqui tratando de um tema que é dos nossos servidores públicos municipais, que a palavra deriva do servidor, de servir, que serve à comunidade, que faz parte do conjunto, que faz as políticas públicas acontecerem no Município. Nós, por se tratar de coisas legislativas e por se tratar de coisas técnicas, que são da área expressamente técnica, no primeiro momento em que entrou nesta Casa, inclusive, nós... Quase mil páginas pela atual empresa, e páginas que acredito que deverão ser Estado do Rio Grande do Sul Câmara de Vereadores de Marcelino Ramos Praça Padre Basso, 015, Centro, 99.800-000 (54) 3372-1623 camaramarcelinoramos@hotmail.com www.marcelinoramos.rs.leg.br 2 “DOE SANGUE, DOE ÓRGÃOS, DOE VIDA!” discutidas, nós... eu, ao menos, o Enio também, que assinou comigo o documento, várias pessoas nos procuraram, as pessoas se manifestaram em virtude desse Projeto de Lei, porque quando nós falamos em alterar, mexer, isso gera uma discussão e é normal, temos que fazer esse trabalho, ouvir as pessoas e esclarecer, por causa que daqui a pouco a gente pode ter um pensamento agora, pode mudar o pensamento, mas é importante nós deixarmos registrado para a comunidade, em especial para todos os nossos servidores que tem esse Projeto de Lei do Executivo Municipal que fala sobre a alteração dos insalubres, tem um estudo, também, jurídico, que veio junto do Município e inclusive o Jurídico da nossa Câmara, a quem eu cumprimento também e nesse processo todo, conversando com várias pessoas, nós oficiamos ao Executivo no sentido de que o Executivo, a pedido dos próprios servidores, promovesse uma conversa de esclarecimento, senhor Presidente, com os servidores, sindicato, assessoria jurídica, tanto do Executivo quanto do Legislativo, nós Vereadores e principalmente também com a própria empresa, para a gente entender melhor. Vou, assim, citar um exemplo: qual é a tabela definitiva que vai ficar após essa lei, por função ou por setor, qual é o grau? Algumas coisas, assim, básicas. No geral são bastante dados técnicos que nem é da nossa área, nem dominamos, é da própria empresa que está habilitada para isso, então por isso que nós oficializamos, senhor Presidente, no sentido de nós fazermos essa discussão mais clara para, daqui a pouco, nós também não, daqui a pouco, termos uma decisão, uma votação no sentido de prejudicar alguém. Eu percebi que o próprio Executivo teve algumas dúvidas, o primeiro Projeto já depois alterou com uma Emenda que veio da assessoria jurídica e é importante a gente fazer esse exercício, no meu entendimento, no nosso entendimento, no sentido de promover isso. Não veio a resposta do Executivo para isso e eu aqui, sinceramente, gostaria que acontecesse isso a pedido dos próprios servidores, até gostaria que, daqui a pouco, a própria Mesa Diretora, Vossa Excelência, senhor Presidente, daqui a pouco, promovesse, como casa do povo, casa legislativa, nós promovêssemos, juntamente com o Executivo, esse espaço para discussão. Claro, não vai ser um espaço de meio-dia, daqui a pouco, um dia, mas precisamos que a empresa, área técnica e jurídica nos diga; bom, a partir disso nós vamos ter, setor da saúde se desmembra em dois setores que têm graus diferentes, obras também, para nós entendermos isso! Porque no momento em que o Prefeito, o Executivo Municipal que está no momento no Poder, vai delegar, por exemplo, um motorista da saúde for para a educação, lá no momento em que saiu esse decreto, ele já vai dizer ‘não, ele foi para a educação’, a partir de agora vai para a folha, a insalubridade dele, se ele tiver, é esta e assim vai ficar na vida funcional, no futuro histórico dele, para fins de benefícios, enfim, uma coisa, assim, que fica clara, na parte simples, os detalhes a gente sabe que eles mudam e foi muito bem colocada a pergunta do Vereador Enio, por causa que a gente fala em ‘n’ motivos, inclusive o próprio sol, que hoje é um fato de risco, então vários motivos que podem gerar grau insalubre, então como nós podemos ter essa garantia de um voto mais seguro nesse sentido, então por isso que eu acho justo de nós ouvir o servidor, que nós estamos votando a vida deles, não a nossa, então eu estou propondo isso, que se promova esse debate, como não veio a resposta do Executivo, que o Legislativo se desafie nesse sentido de nós esclarecermos, porque evidentemente que a gente fica ansioso, fica nervoso, é ou não é, mas, de fato, o que diz a parte da lei e a parte técnica? Inclusive a própria lei federal, então eu gostaria, senhor Presidente, para a gente tomar uma decisão mais justa, mais correta, além do que já veio para cá, esclarecedoras, para a gente tomar uma decisão mais no sentido de fazer a parte técnica, legal, na legislação e também no sentido de o servidor estar entendendo, de fato, o que vai ocorrer depois dessa lei aprovada nesta Casa Legislativa. Obrigado”. O Vereador André Luchetta solicitou aparte e disse: “- Colega Vereador, como falei recém aqui, quem define as regras do que é uma coisa, do que é outra é a lei federal, o Ministério do Trabalho! Eu acho que nada mais está se baseando na lei federal. É muito fácil para qualquer um hoje, qualquer funcionário se achar lesado, vai para a Justiça! O que é que vai fazer um juiz, vai determinar? Não, a primeira coisa que ele vai fazer é chamar um Engenheiro Trabalhista para fazer uma investigação do que está acontecendo, ele vai dar a relatoria para depois o juiz definir o que está certo e o que está errado! Nós, aqui, nós não estamos julgando aqui porcentagens, nada disso aqui, apenas estamos Estado do Rio Grande do Sul Câmara de Vereadores de Marcelino Ramos Praça Padre Basso, 015, Centro, 99.800-000 (54) 3372-1623 camaramarcelinoramos@hotmail.com www.marcelinoramos.rs.leg.br 3 “DOE SANGUE, DOE ÓRGÃOS, DOE VIDA!” autorizando a definirem o que é insalubre e o que é perigoso pela lei, que hoje nós não temos! Como se falou do sol, até o sol, hoje a lei federal, tantas horas de sol vai ter que ganhar alguma coisa! Motorista de saúde, motorista de educação, são todos motoristas! Cada setor tem um grau de periculosidade, uma responsabilidade, assim como Enfermeiros, como Médicos e assim por diante. Nós não estamos falando em porcentagens aqui, nada disso, daquele relatório que veio, que era para vir, não temos nada disso aqui ainda, não estamos falando daquilo lá hoje, temos que votar uma coisa, depois a outra! O nosso futuro aqui é aquilo lá, mas hoje é isso. Muito obrigado”. O Vereador Hélio Müller disse: “- Então seria isso, até gostaria que a própria... os demais membros da CUP, se pudessem se manifestar no sentido de que essa lei aprovada não vai mais precisar vir para a Câmara para dar os Pareceres dos laudos, se nós vamos da autonomia para a empresa fazer isso e se não vai mais depender de autorização legislativa. Obrigado”. A Vereadora Damiana Salete Correa Mendes disse: “- [...] Mais uma vez nós estamos diante de polêmicas e muitos desses Projetos que vêm para a Câmara de Vereadores, falta um pouco mais de consideração e de respeito a nós Vereadores, de conversa, de vir antes de qualquer outra coisa, de sentar, conversar com nós como é que vai ser, como é que não vai ser, as informações saem de um jeito que não era para sair, mas saem por quê? Porque daí a responsabilidade é jogada para nós Vereadores mais uma vez! Então se o Prefeito Municipal tivesse chamado nós para mais uma conversa para saber como vai ser o Projeto, como vai ser votado, ia ser diferente! É Projeto da escola, é Projeto da SAMU, é tudo complicado! Então nós temos que ter uma conversa, nós temos que ouvir as pessoas, nós estamos aqui para ouvir as pessoas! Então é isso, se nós acharmos de chegar na outra votação e tiver que votar contrário, nós vamos votar contrário, é isso que eu penso! Porque essa coisa sempre jogada, as respostas não vêm, é como se a gente estivesse aqui só para bonito! Então, por favor, né gente, vamos respeitar um pouco, vamos sentar, vamos conversar, vamos ouvir as pessoas! Até porque as pessoas votaram para nós, votaram para o Executivo e agora a gente quer um respaldo também! Seria isso, senhor Presidente, muito obrigado”. O Vereador Gustavo Pegorini Hollerweger, Presidente da CUP, solicitou a retirada do Projeto de Lei por 15 dias, o que obteve aprovação unânime do plenário. O Presidente colocou em apreciação, então, as Atas 26/2023 e 27/2023, das sessões extraordinárias realizadas no dia 30 de agosto de 2023. Aprovadas por unanimidade, com abstenção do Vereador Enio Luiz Wittmann. Em seguida, foram realizadas as Considerações Finais do Grande Expediente, conforme ordem de sorteio prévio. O Vereador Enio Luiz Wittmann disse: “- [...] Quero tratar de um tema que eu venho tratando aqui nesta Casa ao longo das minhas Legislaturas e tenho intensificado esse trabalho nesses últimos anos, que é o fortalecimento das atividades agrícolas do nosso interior. Nós sabemos que a gente tem uma arrecadação principal passando de 50% da arrecadação do Município, ela vem da agricultura, aonde isso faz frente a outras demandas a nível de Município, educação, saúde, estradas e diversas outras áreas e também sabemos que a agricultura é uma atividade que emprega em torno de 55% a 57% da população do nosso Município, aonde que se gera renda, se gera emprego, aonde se busca, muitas vezes, manter os filhos de agricultores no campo trabalhando, criando novas atividades, melhorando as atividades que se desenvolvem lá no campo. Para isso, eu defendo e sempre defendi e sempre trabalhei nesse sentido que o Poder Público, tanto municipal como estadual e federal precisa vir ao encontro dos agricultores, cada um com as suas obrigações. Nós sabemos as obrigações do governo federal, e aqui eu não tenho porque não falar da questão do leite, da questão da carne, dos bovinos, da questão dos preços dos produtos agrícolas, resumindo: os valores precisam ser revistos porque senão teremos grandes dificuldades, ações governamentais de governo precisam ser tomadas para que se possa manter o nosso agricultor no campo e não prejudicar o nosso agricultor no campo. Ações de governo federal, ações de governo estadual, ações de governo municipal. Quando falamos também em ações de governo municipal, que é quem está na ponta para exercer o desenvolvimento é quem tem a demanda na mão, é onde estão os problemas, é nos municípios onde estão as dificuldades é nos municípios e onde tem as coisas boas também, é nos municípios. Então, para nós trabalharmos o desenvolvimento do nosso município, eu sempre defendi a questão do fortalecimento das atividades para melhorar e aumentar a Estado do Rio Grande do Sul Câmara de Vereadores de Marcelino Ramos Praça Padre Basso, 015, Centro, 99.800-000 (54) 3372-1623 camaramarcelinoramos@hotmail.com www.marcelinoramos.rs.leg.br 4 “DOE SANGUE, DOE ÓRGÃOS, DOE VIDA!” produção agrícola. Foi tema desta Casa, de várias discussões e pedidos, para que o Executivo Municipal implante programas que venham a incentivar o nosso agricultor, tanto eles como a questão do calcário, que foi muito debatida aqui, a questão do transporte de cama de aviário, o transporte de silagem para agricultores que precisam fazer o transporte de silagem da lavoura até as suas propriedades. Uma demanda muito interessante na busca de mudas, que é a muda de reflorestamento, a muda de fruta, a muda de erva, que se crie uma estrutura nesse sentido para que nós possamos incentivar a nossa agricultura. Só na questão do calcário, perdemos milhões por ano de arrecadação para o Município e milhões por ano devia ficar na mão do nosso agricultor. O Município precisa criar uma ação que venha a fazer esse desenvolvimento, a busca de calcário, a busca de cama de aviário, entre outras atividades. Diante disso, em um pedido que fizemos ao Executivo Municipal, a nossa bancada de Vereadores, que fosse implantada essa demanda, tivemos resposta do Executivo que essas ações estão sendo feitas, embora a gente saiba que não como um programa municipal, mas sim de forma esporádica e nós queremos que seja feito um programa municipal de incentivo nesse sentido e também veio como resposta do Executivo para que buscássemos recurso financeiro para aquisição de um caminhão para implantação desses programas direto lá na propriedade do agricultor, programas como esses que citei agora. Diante dessa demanda e dessa proposição do Executivo, que só seria implantado, só seria buscado nesse sentido, tivemos conversa com o Prefeito Municipal nessa semana para levar a boa notícia à Administração Municipal que a nossa bancada de Vereadores de Marcelino Ramos foi contemplada com uma Emenda Parlamentar de R$ 500.000,00, a qual estamos já feito o cadastro junto ao Ministério da Integração Nacional para aquisição de um caminhão caçamba para implantação desses recursos; recursos esses propostos por uma Deputada que nem fez voto aqui em Marcelino e muito poucos votos na região do Alto Uruguai: Reginete Bispo. Estivemos no gabinete dela, a Vereadora Damiana aqui estava conosco, visitamos o gabinete quando estivemos em Brasília, deixamos o nosso pleito lá quando estivemos e tivemos a grata satisfação da indicação de uma Emenda de R$ 500.000,00 para o nosso município, do qual propomos ao Executivo esse projeto de fortalecimento da agricultura do nosso Município e o Prefeito Municipal nos disse que se a Emenda fosse colocada para aquisição de um caminhão caçamba, o caminhão seria destinado para ações junto aos agricultores, como forma de incentivo e priorizando a questão do programa para buscar calcário com esse caminhão, para transportar a cama de aviário, para buscar a muda de fruta, buscar a muda de erva, buscar a muda de reflorestamento, trabalhar as fontes drenadas, buscar pedra, buscar brita destinadas a programas específicos e tivemos a concordância e o empenho do Prefeito, dizendo que esse recurso, esse caminhão, melhor dizendo, será utilizado para essa demanda e nós, a nossa bancada de Vereadores, então, autorizamos o cadastramento para aquisição deste caminhão caçamba, aonde temos o recurso do Ministério da Integração Nacional de R$ 500.000,00. Então, senhor Presidente e colegas Vereadores, é buscando ações e desenvolvimento que queremos ajudar os nossos agricultores, buscar ações de desenvolvimento e é assim que queremos trabalhar o nosso mandato para fortalecimento do nosso Município. Seria isso, senhor Presidente, muito obrigado”. O Vereador Hélio Müller disse: “- [...] Nós sempre trouxemos um assunto específico que diz respeito a nossa comunidade no Grande Expediente, de interesse de cada Vereador e de várias pautas que a gente apresentou, uma delas, citada agora anteriormente pelo Vereador Enio, nós aprovamos, na última sessão, em regime extraordinário, duas sessões, inclusive, senhor Presidente, durante a semana, em virtude da necessidade do Executivo na questão da alienação de bens e também de um apoio financeiro, por decisão regional da AMAU, à questão da segurança regional da Brigada Militar. A gente sempre defendeu aqui a saúde, educação e segurança, que é o que a comunidade precisa, o bem maior na comunidade são as pessoas e mesmo que, considerando que esse apoio regional de R$ 12.000,00 para o Município, nosso caso aqui, o Município de Marcelino Ramos, com a nossa autorização, vai passar R$ 12.000,00 para a região, era trezentos e poucos mil reais, se eu não me engano, trezentos e cinquenta mil que faltariam para esse investimento em segurança regional, ou seja, o Estado não tinha todo esse dinheiro para botar, várias estruturas nós já mantemos em parceria, Estado do Rio Grande do Sul Câmara de Vereadores de Marcelino Ramos Praça Padre Basso, 015, Centro, 99.800-000 (54) 3372-1623 camaramarcelinoramos@hotmail.com www.marcelinoramos.rs.leg.br 5 “DOE SANGUE, DOE ÓRGÃOS, DOE VIDA!” usufruímos também em parceria, nós precisamos dizer isso, mas que são estruturas que nos fazem refletir, nós estamos buscando melhoria de estradas, execução estadual de asfalto, execução estadual de serviços, estrutura melhor de serviços aqui pelos órgãos de estado que trabalham aqui no nosso Município e eu considero que esse apoio sempre vai ter o meu entendimento e considero que não é justo, não é justo quando nós falamos, solicitado por Vereadores desta Casa, quando nós falamos em ter segurança nas escolas, solicitado por pais, preocupados em garantir também uma estrutura melhor para os filhos nas unidades escolares, no nosso caso são três locais e a última das solicitações, a última das respostas que veio do Executivo é que não se viabilizava economicamente. Então, como disse, foi investido na região, na segurança, teve dinheiro para isso, vai ter dinheiro para isso, não é um volume alto, não é um volume alto, mas no mínimo justo para o nosso povo, o povo de Marcelino também tem que receber esse incentivo de segurança, porque fica contraditório por parte do Executivo repassar dinheiro para a segurança regional, também ela é importante, hoje o sistema é todo ele vinculado, mas dizer que não se viabiliza segurança para as nossas crianças nas escolas, então deixar essa reflexão para a nossa comunidade, para os pais, para a comunidade escolar, evidentemente que, de forma maior ou permanente, envolve mais recursos, mas ficou contraditório, ficou injusto que entendo que, quando a gente fala em segurança, tem que ser investido, compreendendo o todo maior, pela estrutura que tem a região, pela estrutura que tem o Estado, e nós estamos pleiteando muito mais coisas aqui, de asfalto, que são muito maiores, mais faltou trezentos e poucos mil para essa área por parte do Estado e do Município, que tiveram que suportar e como sempre, foi ajudado, aqui o Município, a Brigada Militar, grandes parceiros, pessoas que estão cuidando da nossa vida, a vida da nossa comunidade, então, como disse anteriormente, coisa justa, tem o nosso apoio sempre, mas é justo também nós pensarmos, quando falamos do portão para dentro da segurança dos nossos alunos que fogem do amparo da Brigada Militar, mesmo que fazem um bom trabalho, eu também acompanho, tem feito várias ações, inclusive dentro da própria escola, que agora, nos próximos dias, vai ter o retorno do PROERD, um baita programa que já deu vários resultados para o Município. Então deixar essa reflexão nessa noite de hoje. Pautas têm várias, como falamos anteriormente, nós procuramos, em virtude da grande receita que no Município vem do interior, procuramos manter o foco principalmente na questão da água, que infelizmente ainda água ou luz e internet, que é o que mais precisa e foi o que mais assolou nós nos últimos tempo e como também já registrei por várias vezes nesta Casa, quando a gente fala em emergência, centro de emergência, plantão, emergência municipal, sempre o Município que sai correndo, se quebrando, puxando caminhão de água, ajudar a puxa para as pessoas, porque precisa e tem que atender, tem que estender a mão, mas a emergência se torna meio ano, um ano, dois anos, três anos, pouco resultado na ponta dos demais, porque temos uma estrutura maior no nosso Município. Então nós temos que focar sim em um plano a médio e longo prazo, independentemente de quem for o gestor, tanto na agricultura, agricultura viável, de incentivo e de retorno de receita e de produção, porque no interior se vive de produção e nós vivemos da alimentação do interior, tanto um plano para o nosso comércio, para o nosso turismo no sentido de que as pessoas sintam uma luz mais para a frente, a juventude que nós falamos, as mulheres, os empreendedores que estão começando sintam-se em um espaço de discutir isso aí e ter um lugar também para começar. A gente nota que não estamos conseguindo ter uma clareza, um plano municipal nessas principais áreas, no sentido de criar essa expectativa maior para a nova geração que está aí, já está envolvida, está assumindo os espaços de nós sabermos, de fato, o que compete ao setor público e o que compete ao setor privado ou particular do nosso Município. Era isso, senhor Presidente, desejamos uma ótima semana a todos, com bastante chuva né, mas com menos intempéries, a gente tem acompanhado aí, nas últimas horas, também vai bem a água, a chuva para nós, que é o que nós precisamos. Obrigado”. O Vereador André Luchetta disse: “- [...] Iniciar falando de estradas aqui, uma passagem rápida, que na penúltima reunião, reunião que nós tivemos, a última que teve Grande Expediente, o Vereador Hélio falava urgentemente de resolver o problema da ERS 126; naquele momento, naquela tarde estava sendo concluída a ERS 126 e aquele travessão daquela comunidade de Santa Bárbara e no outro dia de manhã fiquei sabendo, pô, Estado do Rio Grande do Sul Câmara de Vereadores de Marcelino Ramos Praça Padre Basso, 015, Centro, 99.800-000 (54) 3372-1623 camaramarcelinoramos@hotmail.com www.marcelinoramos.rs.leg.br 6 “DOE SANGUE, DOE ÓRGÃOS, DOE VIDA!” estavam falando de noite e terminou o serviço, então só para deixar um esclarecimento à comunidade que o novo Secretário está desempenhando com boa vontade o trabalho dele aí, com conclusão de algumas obras em Coronel, outras que estão vindo também, preocupado com a Romaria também, nos próximos dias e está direto pensando nisso também, porque, queira ou não, é o maior evento do Município, um evento religioso que, como se diz, não precisa nem convidar, o povo vem com a devoção e vem para Marcelino para agradecer, para pedir à Nossa Senhora. Muitos serviços pequenos também que têm concluído nos últimos dias aí e o pessoal pegando junto, isso é muito bom. Que bom, que continue assim, parabéns e acho que Marcelino tem muito o que ser feito aí em questão de obras, obras e agricultura também. Falando em agricultura, falo e cobro muito isso aí, o Prefeito já deve estar enjoado de me ouvir, mas vamos lembrar um pouco do passado também, não só do presente. Há muitos anos eu venho falando, independentemente do governo que passou, quando eu participei daquele governo eu já cobrava isso e não foi executado em nenhum momento até hoje foi executado. O nosso setor leiteiro de Marcelino Ramos, ele nunca teve um projeto para cinco, para dez anos, eu cobro isso, cobro do nosso governo aqui hoje, nós temos que ter um projeto de incentivo que vá programar o menos amparado para cinco, para dez anos, não para o momento, nós não temos que pensar em momento, nós temos que pensar em futuro! Assim como estão fazendo com o incentivo com chiqueirões, com aviários, mas não é só disso que vive. O último incentivo de projeto de citricultura que teve um up no Município foi na época do Ernani Schneider da EMATER que iniciou e depois o falecido Lovaldo Pivoto que continuou, de lá para cá quanta gente arrancou os pomares de laranja, pensando em soja, pensando em milho, mas o nosso setor não é para isso. Olha hoje o setor da agricultura, sementes, fora o milho, o leite não esteja bom também, mas o grão também não está bom e nós temos propriedades pequenas, então nós temos que pensar em um projeto de tempo, de futuro, de cinco, de dez anos que seja resolvido, não no momento; o momento sim, o momento faz parte, sempre vai fazer parte, vai fazer parte do todo, de todo dia, então temos que pensar isso também. Temos vários setores, erva-mate também, quanta gente já arrancou erva-mate no nosso Município, há momentos de alta e momentos de baixa, mas nós temos que analisar que nós temos que ser perseverantes em cada produção. Tivemos aí agora três anos de estiagem, vamos dizer assim, quanta lavoura que quebrou porque essas culturas de verão, elas são passageiras e deu 15 dias de sol, acabou a produção! Essas nossas culturas mais longas, elas aguentam uma estiagem, pode dar uma produção menor, mas elas vão aguentar mais um tempo, então é um caso de se pensar, eu cobro isso do Executivo toda semana para que seja feito um projeto, nós temos ali, falo também, não escondo, o Ernani da EMATER com um monte de projeto, com vontade de trabalhar e de se unir, se propondo a se unir para que sejam executados esses projetos e temos que botar eles em ação. Preservação de água, buscar águas e coisa, eu sei que os Vereadores aí estão preocupados em buscar projetos e coisa que venha para poços e tudo o mais, mas temos que ver essas águas superficiais, que possamos recuperar elas também para que sejam aproveitadas, que o futuro, é complicado falar em água para o futuro. Nós temos que cuidar, cuidar muito, hoje está chovendo, mas e amanhã, como é que fica?! Era isso, senhores, meu muito obrigado, uma boa semana todos, precisando, estamos sempre às ordens”. O Vereador Adilson Lavall disse: “- [...] Eu quero fazer um pedido que pessoas aqui da cidade me pediram, quero que o senhor Presidente, o líder do governo, dentro da lei, quero fazer um pedido que se tire os tachões do meio da rua da cidade; pessoas daqui vieram me perguntar, eu digo ‘não, eu vou entrar na Câmara, vou pedir, dentro da lei, se é possível’, não é o do meio da rua, são aqueles que estão no meio da faixa que estão atrapalhando, as pessoas acham. Então seria isso, Presidente, falasse com o Executivo, quem implanta a lei no Município sempre é uma comissão, então que vejam se é possível retirar esses tachões do meio da rua aí e fazer um agradecimento ao André Mendes, ao Rudi aí pelo trabalho que fizeram na Comunidade de Água Verde, eu tinha pedido nesta Casa do Ivaneis Borba, do Adelar Lemke, o Sérgio, o Fernando Lemke, lá eles fizeram um belo trabalho lá, fazer um agradecimento, quando a gente pede e é feito, a gente também tem que agradecer. Seria isso, senhor Presidente, muito obrigado”. O Presidente Sérgio Antônio Beal disse: “- Referente aos tachões, Vereador, fui solicitado algumas Estado do Rio Grande do Sul Câmara de Vereadores de Marcelino Ramos Praça Padre Basso, 015, Centro, 99.800-000 (54) 3372-1623 camaramarcelinoramos@hotmail.com www.marcelinoramos.rs.leg.br 7 “DOE SANGUE, DOE ÓRGÃOS, DOE VIDA!” vezes também, já foi enviada, inclusive, essa demanda ao Executivo e as pessoas estão no aguardo, porque acredito que todos nós concordamos que eles estão mais atrapalhando do que ajudando, lá na frente da Agropecuária do PampaSul também é um problema, as pessoas mudam de rua para desviar o tachão, botando em risco os outros condutores também. Então esperamos que esse assunto, seja atendida essa demanda, pois não é um pedido dos Vereadores, é um pedido da população e dos motoristas que trafegam aí. Esses tachões, ao invés de ajudar, eles estão ajudando a provocar acidente. Também, provavelmente na próxima sessão, o Secretário de Obras André Sperotto se fará presente, desculpe, o Paulo Sperotto, nosso Secretário de Obras, que hoje com esse vendaval que deu, tivemos muitos prejuízos que vêm chegando as imagens, então várias perdas no nosso interior, a agricultura tão sofrida e agora ainda esse vendaval de hoje provocou muitos prejuízos no nosso interior, sem contar que, ainda, como foi final de tarde, não temos registro das lavouras de trigo, mas que, com certeza, em algum lugar, também deve ter derrubado os trigos. Mas eu sei que a Administração está envolvida, passei, quando vinha para esta sessão, ali na Coxilha Seca, onde teve um grande barracão que o vendaval destruiu, estava lá toda a equipe da Prefeitura, o Sperotto, o André, os funcionários com máquinas ajudando no que fosse possível e, em conversa com o Sperotto, ele me mostrou o celular ‘não sei nem aonde eu vou primeiro’, tinha pedido do Suzana, tinha pedido em Pinhalzinho, tinha pedido em Santa Bárbara, então assim, bem preocupante, mas vamos pedir a Deus que nos abençoe e nos proteja”. Não havendo mais assunto a ser tratado, o Presidente convocou os Vereadores para a sessão ordinária do dia 18 de setembro de 2023 e deu por encerrados os trabalhos da sessão ordinária do dia quatro de setembro de 2023. SÉRGIO A. BEAL ROSELI M. G. DREHER RAMIRO F. MARSARO Presidente Vice-Presidente Secretário
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Estado do Rio Grande do Sul Câmara de Vereadores de Marcelino Ramos Praça Padre Basso, 015, Centro, 99.800-000 (54) 3372-1623 camaramarcelinoramos@gmail.com www.marcelinoramos.rs.leg.br “DOE SANGUE, DOE ÓRGÃOS, DOE VIDA!” ORDEM DO DIA PARA A SESSÃO ORDINÁRIA DE 04 DE SETEMBRO DE 2023 Pequeno Expediente. Matéria em regime normal: Justificativa de encaminhamento do Projeto de Lei Municipal 050/2023 (Altera a Lei Municipal n° 100, de 02 de fevereiro de 2022). Matéria em segunda discussão e votação: Parecer e Ata da CUP sobre o Projeto de Lei Municipal 044/2023 (Abre crédito especial no montante de R$ 4.000,00 e dá outras providências); Matéria em primeira discussão e votação: Parecer e Ata da CUP sobre o Projeto de Lei Municipal 045/2023 (Altera a Lei Municipal n° 040, de 21 de outubro de 2015) e Emenda Modificativa 001/2023. Votação das Atas: 25/2023 e 26/2023 (Sessões extraordinárias de 30 de agosto de 2023).