| Tipo | Ordinária |
|---|---|
| Número / Ano | 15 |
| Date | 2020-09-01 |
| native_id | 52 |
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Estado do Rio Grande do Sul Câmara de Vereadores de Marcelino Ramos Praça Padre Basso, 015, Centro, 99.800-000 (54) 3372-1623 camaramarcelinoramos@hotmail.com www.marcelinoramos.rs.leg.br 1 “DOE SANGUE, DOE ÓRGÃOS, DOE VIDA!” ATA 18/2020 - SESSÃO ORDINÁRIA Ata da Sessão Ordinária realizada no dia primeiro de setembro de 2020, às dezenove horas, na Sala de Sessões da Câmara de Vereadores de Marcelino Ramos. Ao primeiro dia do mês de setembro de 2020, às dezenove horas, na Sala de Sessões, neste Município de Marcelino Ramos, realizou-se sessão ordinária na Câmara de Vereadores de Marcelino Ramos, sob a presidência do Vereador Antonio Carlos Gomes dos Santos, com a presença dos Vereadores ADEMIR ANTONINHO MOMO, ANTONIO CARLOS GOMES DOS SANTOS, AQUILES CESARI, ELIANA LANZANA, ENIO LUIZ WITTMANN, GILMAR DUTRA RIBEIRO, HÉLIO MÜLLER, SÉRGIO ALEXANDRI e SÉRGIO ANTÔNIO BEAL. Abrindo a sessão, nas Correspondências recebidas do Prefeito Municipal, o Presidente solicitou a leitura do Ofício 271/2020. Em seguida, solicitou, a pedido, a leitura do requerimento apresentado por Flávio Antônio Dutra Ribeiro. Após a leitura, o Presidente Antonio Carlos Gomes dos Santos disse: "- Então já foi lido na sessão anterior, hoje foi pedido pelo próprio proponente e foi deixado à disposição de todos os colegas Vereadores para possíveis emendas. Então nós estamos aqui, foi feito, já entrou o Projeto da fixação e nós, então vamos tocar a reunião". Nas Moções, o Presidente solicitou a leitura da Moção de Repúdio 01/2020. Após a leitura, o Presidente Antonio Carlos Gomes dos Santos disse: "- Gostaria que todos analisassem bem, nem todos são obrigados a assinar. Eu, tem partes que não sou favorável, não dou repúdio, tipo a isenção de carros antigos, ocupam estacionamento, ocupam avenidas, ocupam tudo! Eu acho que tem carro de relíquia que, os cara sobre setenta mil que não pagam imposto, então cada um analise bem e depois vê a sua posição, tá bom gente?!". O Vereador Sérgio Alexandri, por Questão de Ordem, disse, por Questão de Ordem: "- Será que é possível encaminhar uma cópia para cada Vereador para nós darmos uma lida que esteja contra ou a favor?". O Presidente lhe forneceu a cópia. O Presidente solicitou a leitura da Moção de Apoio 04/2020. Após a leitura, o Presidente Antonio Carlos Gomes dos Santos disse: "- Caros colegas, estamos em uma indefinição: se nós colocarmos em votação o repúdio e o apoio, nós ficamos... eu acho que quem está favorável assina e quem não está... ou colocamos em votação? O que é que vocês acham, plenário? Ou colocamos no final, que dá para as pessoas analisarem". Ficou definido que quem estivesse de acordo, assinaria as Moções apresentadas, sem submissão dos documentos à aprovação. Nos Expedientes apresentados por Vereadores, o Presidente solicitou a leitura da Indicação 05/2020, do Vereador Enio Luiz Wittmann, do Pedido de Informação 11/2020, da Vereadora Eliana Lanzana (obteve autorização do plenário para assinar a proposição na sessão) e do Pedido de Providência 14/2020, do Vereador Sérgio Antônio Beal. O Presidente consignou que as proposições seriam encaminhadas ao Poder Executivo Municipal. O Presidente solicitou autorização do plenário para leitura somente do Parecer da CUP sobre os Projetos de Lei a serem discutidos, a qual foi obtida. Nas Matérias em Discussão Única, o Presidente solicitou a leitura do Parecer 27/2020 da CUP sobre o Projeto de Decreto Legislativo 02/2020. Após a leitura, colocou o regime de urgência especial em discussão. O Vereador Sérgio Alexandri disse: "- [...] Eu fui contrário à diminuição das diárias, mas como foi conversado depois os Vereadores para baixar tudo, Prefeito, Vice-Prefeito, que depois vai ser votado, inclusive as diárias, vou acompanhar os nobres colegas e dizer, senhor Presidente, a quem quer que seja, que quando nós pegamos um carro para ir a Porto Alegre enfrentar 460 (quatrocentos e sessenta) quilômetros para ir e para voltar, ninguém se preocupa com nós! As pessoas sabem criticar, sabem criticar, mas não sabem a realidade do Vereador! Eu poderia muito bem fazer uma emenda dizendo que, se os colegas também votassem, nós poderíamos estipular o preço rodado do carro que vai a Porto Alegre, Estado do Rio Grande do Sul Câmara de Vereadores de Marcelino Ramos Praça Padre Basso, 015, Centro, 99.800-000 (54) 3372-1623 camaramarcelinoramos@hotmail.com www.marcelinoramos.rs.leg.br 2 “DOE SANGUE, DOE ÓRGÃOS, DOE VIDA!” mas não, vamos colaborar! Vou concordar com os nobres companheiros porque não tem outra solução! Mas a minha ideia era deixar, sempre fui claro nesse plenário, e para quem quer que seja, que eu era contra baixar qualquer tipo de salário, Prefeito, Vereador e diárias e Secretários, mas como está aqui na nossa frente e foi abaixado de todo mundo, vou acompanhar, contra a minha vontade. Volto a dizer: muita gente sabe os perigos que enfrentamos nessas estradas mas ninguém cita o que o Vereador vai fazer. Teve incompetentes que disseram, incompetentes e ignorantes, que são ignorantes hoje, são ontem e vão continuar sendo amanhã, que Vereador não precisa ir a Porto Alegre, consegue tirar por telefone. É aquilo que eu falei: ignorante ontem, ignorante hoje, ignorante amanhã. Não sabe a dificuldade de trazer emenda para esta Casa, quando todos nós Vereadores trouxemos em torno de cinco milhões, não teve um que se omitiu de trazer emendas ao Município. Então, falar é fácil, senhor Presidente, hoje é muito fácil falar, mas vou acompanhar os nobres colegas. Seria isso, senhor Presidente". O Vereador Hélio Müller disse: "- [...] Nós já demos o Parecer em discussão construída juntamente com a Mesa Diretora e os demais colegas, reforçando aqui as justificativas da redução, considerando também a avaliação regional dos demais Poderes que estão trabalhando ou trabalharam já as questões dos vencimentos e das diárias. Considerando também a atuação da Casa e o controle de gastos nos últimos tempos aqui no Poder Legislativo, talvez não divulgado, mas registrado nessa Casa. Então deixar registrado também nessa noite, ano passado, quando estava à frente também desse Poder, com o entendimento de todos vocês, nós, no orçamento das diárias, que nós tínhamos sempre a previsão de R$ 34.800,00 (trinta e quatro mil e oitocentos reais), reduzimos para R$ 15.000,00 (quinze mil reais), quase 60% (sessenta por cento) dos valores das diárias e agora, além da redução, da diminuição das diárias em busca de projetos ou de leis fora do nosso Município, agora também uma redução aí nos valores da diária de uma forma considerável, no entendimento dos demais colegas também. Então só justificar e registrar esses acontecimentos que também tiveram aqui e foram reduzidos o controle de gastos, que não foi divulgado mas que essa Casa vem atuando de forma consciente e dando resultado, porque é uma Câmara ativa nas ações de fiscalização, de legislação e na busca também de recurso para o nosso Município. Obrigado". O Vereador Sérgio Antônio Beal disse: "- [...] Dizer que também fui contra, de certa forma, mexer agora nesse momento, e principalmente no ano eleitoral, aonde vendo uma pandemia onde a Câmara de Vereadores já fez bastante economia neste ano e esses que dizem que basta pegar um telefone para pedir recursos para o Município, essas pessoas não sabem o que é legislar. Ainda este ano aqui nós do PTB conseguimos no início da pandemia já garantir R$ 100.000,00 (cem mil reais) através do Deputado Dirceu Franciscon, aonde solicitei veementemente a vinda desse recurso para ajudar o nosso Município na pandemia, então eu acho que se for analisar, nós temos Câmaras da região que têm um veículo, carros de mais de cem mil à disposição para as pessoas irem atrás de recursos, fazer o seu trabalho. Nós, quando vamos a Porto Alegre, colocamos o nosso carro, o que a gente ganha é só o combustível do veículo. O veículo, ele tem desgaste de pneus, ele tem desgaste de motor e fora outras que acontecem, como já aconteceu, quando viajei com o colega Serjão, de perder um pneu, estourar um pneu, Vereador Nico também uma vez estourou o pneu, com o Vereador Rodrigo uma pedra de um caminhão quebrou um para-brisa e isso não é ressarcido pela Câmara! Então eu lamento que as coisas vão indo nesse sentido, prejudicando sempre mais a Casa, porque aqui, ninguém sabe quem vai estar aqui no próximo mandato. É preciso valorizar, valorizar Câmaras de Vereadores que dão retorno para o seu Município. Só o partido PTB passa de um milhão e meio de reais, fechando esse mandato, em emendas e recursos buscados. Então devolve tudo o que o Município teve de despesa conosco, está sendo devolvido em dobro. Por isso que é sempre bom valorizar esta Casa, a minha intenção é que mantivesse o congelamento por quatro anos, mas fui unânime em dizer que acataria a decisão da maioria. Seria isso, senhor Presidente". A Vereadora Eliana Lanzana disse: "- [...] Eu quero manifestar que serei favorável ao Projeto, mas também compactuo da mesma opinião dos colegas que manifestaram anteriormente no sentido de que eu até não acharia justo a redução. O que é que eu vejo da nossa Câmara de Vereadores: é uma das mais enxutas, há anos a gente vê que a gestão da Câmara, a legislação que rege os nossos trabalhos, em termos de salário, enfim, é uma das mais enxutas da região. A questão de diárias, vocês citaram problemas: nós tivemos um episódio com o meu Estado do Rio Grande do Sul Câmara de Vereadores de Marcelino Ramos Praça Padre Basso, 015, Centro, 99.800-000 (54) 3372-1623 camaramarcelinoramos@hotmail.com www.marcelinoramos.rs.leg.br 3 “DOE SANGUE, DOE ÓRGÃOS, DOE VIDA!” esposo uma vez que foi a Porto Alegre que foi assaltado, é, o Serginho estava junto, estavam com o carro particular, enfim, e não perdeu só questões materiais, mas tinha computador, tinha HD, tinhas memórias familiares, a infância da minha filha, por exemplo, estava toda lá em fotos e nós perdemos todos os registros, então quer dizer, a gente carrega uma função social pegando a estrada e indo e eu acho justo, pelo risco que se corre, de ter um ressarcimento por isso. Eu, por exemplo, eu não tirei diárias, mas por uma questão legal, porque eu trabalho na escola, sou funcionária pública estadual, então eu não posso porque choca com o meu horário de trabalho, então nesses quatro anos não tirei diária em função disso, isso realmente não foi impedimento para buscar recursos, mas eu não concordo com pessoas que dizem que por telefone se resolve as coisas, aliás, se resolve sim, por e-mail, mas nada como o contato pessoal, nada se resolve em um e-mail, em uma ligação. São inúmeras ligações, são inúmeros contatos, são inúmeras chamadas, o tempo de retorno é outro quando se está usando esses meios de comunicação, então nada como você ir até lá, estar presente olhando olho no olho, cara a cara, cobrando um retorno, então há um diferencial sim. No meu caso a gente conseguiu recurso, enfim, que neste momento eu não posso citar quanto porque eu nem me recordo, enfim, mas que não foi pouco, então esse contato pessoal do ir a Porto Alegre é fundamental, é fundamental. Então serei favorável sim ao Projeto, mas deixando bem claro que não considero que o que está posto ali é o mais justo e correto, porque por mais que se critique a postura dos Vereadores, os gastos, enfim, nós estamos aqui e sabemos realmente como a coisa funciona e não é como as pessoas pensam, a realidade é bem outra, mas sou favorável ao Projeto sim". O Vereador Gilmar Dutra Ribeiro disse: "- Eu já me manifestei outras vezes contrário à redução do salário de pessoas do Poder Executivo ou Legislativo, mas sim que essas pessoas elas possam apresentar resultado, e quando a pessoa apresenta resultado, não interessa o quanto que ela ganha, é só ver quanto ganha o Messi, o Cristiano Ronaldo, que vocês vão ver o que é que eu quero dizer. Mas eu queria também só fazer uma ressalva aqui com relação ao comentário de quem fez, que faz por telefone para conseguir Emenda, uma que não é bem assim e outra que muitas vezes as idas a Porto Alegre dos Vereadores, elas não são unicamente na questão das emendas parlamentares! Nós temos aqui em nosso Município um governo municipal que já faz quase dois mandatos de governo estadual que o Prefeito, ele não é do partido que governa e isso aí, queira ou não queira, traz uma dificuldade imensa de contatos, enfim, e que isso aí muitas vezes o Vereador acaba fazendo essa ponte. Como existem Vereadores de diversos partidos e esses Vereadores estão lá alternadamente no governo isso acaba também servindo para que o Vereador vá questionar a questão de uma rede de água, a questão de uma ERS que está em más condições, como foi o caso aqui de Marcelino Ramos, enfim. Então voto favorável ao Projeto, só com esse esclarecimento. Obrigado". O Vereador Aquiles Cesari disse: "- A gente está fazendo aí uma redução nas diárias em torno de 25% (vinte e cinco por cento), mais ou menos isso aí. Eu acho que a gente foi meio baseado em cima de cálculos e de notas que geralmente são apresentados no controle das diárias. Então, se nós passássemos essas despesas de diárias, pagar por despesas, também iria baixar esses 30% (trinta por cento), vinte e cinco a trinta por cento, então acho que, no momento, a gente sabe que o governo vem aumentando, como nós há pouco vimos aí uma Moção de Repúdio ao governo estadual pelo aumento de tarifas em uma enormidade de produtos, medicamentos, cesta básica, enfim, e tudo vai acarretar no nosso bolso e no bolso do nosso cidadão marcelinense, mas temos essa prerrogativa de poder colaborar um pouco com o Município também pelos anos vindouros que virão aí, a dificuldade financeira que vai ser para os municípios e o nosso não vai ser diferente, pela diminuição de recurso esse ano pela pandemia, então, dessa maneira, podemos nós, Câmaras de Vereadores, também ajudar um pouco nesse sentido, não só, a gente sabe que quando tem as dificuldades, quando tem que ir a Porto Alegre, ir com o carro próprio, mas um pouco de redução, isso aí ajuda não só o Município, mas os munícipes de Marcelino. Muito obrigado". O Vereador Ademir Antoninho Momo disse: "- [...] É um Projeto de Lei que eu tenho certeza que nós vamos aprovar ele e amanhã, com certeza, nós vamos ver aí no Face muita coisa de pessoas que talvez sempre falaram, muitas vezes, sei lá, tiveram a oportunidade de encaminhar projetos, recursos para o Município e não conseguiram. Eu sei, eu, vou falar por mim, eu lembro que 2017 fui Presidente desta Casa, a gente tentava economizar o máximo possível, e todos fizeram assim, a nossa Estado do Rio Grande do Sul Câmara de Vereadores de Marcelino Ramos Praça Padre Basso, 015, Centro, 99.800-000 (54) 3372-1623 camaramarcelinoramos@hotmail.com www.marcelinoramos.rs.leg.br 4 “DOE SANGUE, DOE ÓRGÃOS, DOE VIDA!” Câmara, como falou o colega, é uma Câmara bastante enxuta, todos nós temos os cuidado, nós somos todos responsáveis, todos os Vereadores vão em busca de recursos. Vou falar por mim, quantas vezes que eu fui, o recurso que a gente consegue, eu fui quantas vezes a Porto Alegre, pode olhar quantas diárias eu tirei, faz acho que dois anos, mais, que eu não tiro diária, mas eu estava lá falando com os meus Deputado em Porto Alegre e não tirei diária porque eu fui lá na casa do meu irmão passear e de lá depois, durante a semana, eu ia lá falar com os Deputados, mas eu não pegava diária. Isso as pessoas não enxergam, a gente faz isso, a gente procura sempre trabalhar sempre para o Município e a gente sabe, eu sei, eu tenho muito cuidado, eu digo assim, quando eu estava no Sindicato também, a gente encaminhava aquela habitação Minha Casa, Minha Vida, crédito fundiário, tudo lidava com dinheiro público, então a gente tem que ter muito cuidado, é dinheiro público, dinheiro das pessoas. Então a gente sempre tenta economizar o máximo possível. Mas tudo bem, a ideia era também minha de deixar como está e a gente sabe que a gente aqui, todos os Vereadores sempre vão trabalhar aqui em Marcelino pelo bem do Município. Sei que algumas Câmaras encaminharam, tiraram as diárias mas tem que pagar as despesas, eu tenho certeza que vai aumentar as despesas, tenho certeza, quem aprovou isso aqui vai aumentar as despesas do Município e todo mundo sabe, eu não vou falar aqui, até podia falar por que é que vai aumentar: as pessoas vão pegar os melhores carros para ir, vão gastar mais gasolina, vão nos melhores hoteis, melhores restaurantes e vai aumentar as despesas, mas tenho certeza, isso aqui, olha, pode, estou falando aqui, falo e assino embaixo. Mas então, gente, diminuímos um pouco e por isso que...". O Vereador Hélio Müller solicitou aparte e disse: "- Só para até complementar o Vereador Cesari sobre a questão dos valores: as diárias no Estado reduziu R$ 141,79 (cento e quarenta e um reais com setenta e nove centavos) ao dia no valor, Distrito Federal, que o custo de estadia e despesa de deslocamento, que é pouco feito, mas que a lei é maior, diminuiu R$ 250,24 (duzentos e cinquenta reais com vinte e quatro centavos). Seria isso". O Vereador Ademir Antoninho Momo disse: "- Obrigado pela ajuda, mas então somos favoráveis, foi diminuído, então nós vamos ter aí agora sempre o cuidado, porque agora vai diminuir bastante os recursos mas eu tenho certeza que cada Vereador aqui, agora por causa da pandemia e ano eleitoral e tal, nós de repente não vamos a Porto Alegre, se vamos, eu tenho certeza que quem vai, vai em busca de recursos pelo bem do nosso Município. Favorável". O Vereador Enio Luiz Wittmann disse: "- [...] A diária é uma situação extremamente importante na vida de um parlamentar. Nós parlamentares temos a obrigação de buscar recursos e buscar feitos ao nosso Município e muitas dessas situações não acontecem em nosso Município, acontecem fora do nosso Município e principalmente, no nosso caso, na capital estadual, que é Porto Alegre, aonde que 99% (noventa e nove por cento) das nossas viagens são a Porto Alegre, porque é em Porto Alegre que está o governo estadual, é em Porto Alegre que estão os Deputados Estaduais e é em Porto Alegre que tem os escritórios dos Deputados Federais e o nosso contato com Senadores. Então a diária é uma ferramenta que precisa estar ao alcance do Vereador, precisa estar ao alcance do Vereador. Eu já tirei diária para buscar recursos e feitos para o nosso Município, assim como todos os demais colegas já trabalharam e trabalham dessa forma. Quem diz que consegue buscar recurso por telefone é porque não conhece a realidade, não sabe como é possível buscar esses recursos ou buscar essas ferramentas para ajudar o Município. Porém eu também tenho o entendimento que nós estamos em um momento e vamos enfrentar no próximo ano e daqui a pouco um pouco mais do que o próximo ano um período de recessão e nós temos que ter consciência de que isso realmente vai acontecer nos próximos anos, porque o que essa pandemia nós trouxe não foi só a doença, não foi só as perdas, mas foi a recessão financeira também e ela está aí presente e ela tende só a se agravar. Então essa redução de 25% (vinte e cinco por cento), em torno disso, nas nossas diárias, eu entendo que é saudável para esta Casa Legislativa e ela é saudável também para o nosso Município, por isso que meu parecer foi favorável a este Projeto de Lei. Meu muito obrigado". O Presidente Antonio Carlos Gomes dos Santos disse: "- A gente, quando elaborou este Decreto Legislativo, dizer a todos que nós não teremos aumento no orçamento da Câmara e sinto de nós, ao longo desses anos, não podermos comprar um veículo para a Câmara, porque nós estamos, realmente, ainda, graças a Deus, nunca houve um acidente com Vereadores indo a Porto Alegre. Então tem que ser achada uma outra maneira, um outro mecanismo de como se vai, ou vai de ônibus, Estado do Rio Grande do Sul Câmara de Vereadores de Marcelino Ramos Praça Padre Basso, 015, Centro, 99.800-000 (54) 3372-1623 camaramarcelinoramos@hotmail.com www.marcelinoramos.rs.leg.br 5 “DOE SANGUE, DOE ÓRGÃOS, DOE VIDA!” porque realmente o perigo iminente que nós corremos. E ali em janeiro, fevereiro, a diária aumenta, deve aumentar em torno de sete a oito por cento, aumentou a URM, ela vai aumentar, vai para R$ 340,00 (trezentos e quarenta reais). O Presidente colocou o Projeto de Decreto Legislativo em votação. Aprovado por unanimidade. O Presidente solicitou a leitura do Parecer 31/2020 da CUP sobre o Projeto de Lei 024/2020, Mensagem Modificativa 03/2020 e Emenda Modificativa 03/2020. Após as leituras, colocouos em discussão. O Vereador Enio Luiz Wittmann disse: "- [...] Em função da pandemia, várias situações se apresentam e principalmente aqui no nosso Município e a situação escolar é uma que a Administração Pública precisa agir, interagir e tomar atitudes para que a educação continue acontecendo, de forma limitada, mas que continue acontecendo, e também para que a estrutura disponível para que se possa restabelecer a educação possa estar ativa no momento que voltarem as aulas e quando se fala em estrutura, são várias estruturas, e uma delas se passa por uma estrutura muito importante, que é a estrutura do transporte escolar. Um município que nem o nosso, com uma extensão territorial muito grande, aonde que se tem um grande trajeto de transporte escolar, aonde se tem várias empresas que fazem o transporte escolar e hoje essas empresas, com a pandemia, cessaram a sua prestação de serviços, enfim, os seus contratos cessaram e essas empresas estão paradas com os seus custos fixos, com os seus carros parados, com seus, muitas delas, não sabemos da vida particular da empresa, mas acreditamos que os seus motoristas esperando restabelecer o funcionamento das aulas, da volta às aulas para voltar à ativa, então, com seus custos fixos, esperando o restabelecimento das aulas para prestar novamente o serviço ao Município e, diante disso, o Executivo Municipal, baseado em recomendações do próprio Tribunal de Contas do Estado e recomendações do Ministério da Educação vem através deste Projeto de Lei buscar autorização desta Casa para que possa, então, fazer a manutenção dos custos fixos dos contratos de prestação de serviços de transporte escolar. Esses custos fixos serão apresentados através de planilhas pelas empresas que fazem o transporte escolar e eles comprovarão, então, a manutenção da estrutura ativa, que é a disponibilidade dos veículos, a disponibilidade dos funcionários para que, em cima disso, o Município, então, possa fazer o pagamento de todos os custos fixos que forem apresentados ao Município e o Município em cima dessa planilha fará a avaliação desses custos e o pagamento dos custos fixos para que essas empresas possam se manter nesse período, que não deixa de ser uma situação justa e no momento que voltar as aulas, voltar a educação à ativa, estejam à disposição do Município para que possam, então, efetuar o transporte escolar. Este Projeto de Lei teve, então, uma emenda de período, que é de seis meses, e o decreto do COVID, ele é de março de 2020, então ele é retroativo a março de 2020 e mais seis meses a partir da aprovação da lei. Depois, se a pandemia continuar, se o transporte não tiver, tiver a pandemia e não tiver a aula, então volta o Projeto de Lei para a Câmara, enfim, mas seis meses vai dar o período, daqui a pouco, de férias, vai ser outra situação. Seria isso senhor Presidente, meu muito obrigado". O Vereador Hélio Müller disse: "- [...] Nós, depois do relatado, com relação a esse Projeto, trabalhamos, depois de sermos procurados pelas empresas prestadoras de serviço, trabalhamos juntamente com o Executivo Municipal e Secretarias ligadas à área para ver a possibilidade dentro da lei, a viabilidade de se trabalhar a lei que chegou até aqui, portanto já de antemão quero agradecer o Executivo, Secretaria de Educação, em especial também de Finanças e Administração que acolheram isso e trabalharam a lei para chegar até nesse momento nesta Casa. Nós usamos alguns parâmetros, que são as leis que foram trabalhadas na região, Tribunal de Contas, discussão com Contabilidades, tanto particular quanto Administração Pública que têm Contador e sabemos que chegamos a um nível de discussão e o nosso Parecer da Comissão Única, que foi unânime também, favorável ao Projeto. Nós, no decorrer do Projeto também teve essa Emenda retirando os demais contratos, que tinham contratos junto com o Projeto ali da prestação de serviços de transporte, porque era compreendido no nosso entendimento da CUP também, que são despesas variáveis; por que variáveis? Vou dar um exemplo de uma delas, entre os contratos que tem: por exemplo, a banda municipal, ela atende parte dos alunos, não todos os alunos, é uma despesa variável; agora, o transporte, pela sua estrutura, pela sua necessidade, se não tiver, não vão acontecer as demais atividades, nem de contrato e nem atividades de aula e aí a preocupação de toda essa estrutura parada, com a despesa fixa, correndo o risco de perder ainda algum motorista, mas também as Estado do Rio Grande do Sul Câmara de Vereadores de Marcelino Ramos Praça Padre Basso, 015, Centro, 99.800-000 (54) 3372-1623 camaramarcelinoramos@hotmail.com www.marcelinoramos.rs.leg.br 6 “DOE SANGUE, DOE ÓRGÃOS, DOE VIDA!” empresas, por seus investimentos próprios, buscaram fazer outras programações e outros investimentos que também causaram transtornos para conseguir suprir as suas despesas programadas para o ano, esperando que também vinha dos lucros advindos do contrato de transporte escolar. Então, chegando nessas discussões, o nosso entendimento, eles variam com planilhas que a Administração Municipal vai construir junto com também a parte técnica dessas despesas. Se nós olharmos aqui dessas despesas fixas, nós falando da depreciação dos bens, falamos das despesas com motoristas, seguro de passageiro de veículo, vistoria, aferição dos tacógrafos, licenciamento e encargos gerais e encargos trabalhistas que compreendem as despesas fixas. Variáveis, evidentemente, são aquelas que são combustível, são esses próprios contratos que foram retirados, foram suprimidos da lei, que são variáveis por não atenderem todo, da parte íntegra dos contratos, senhores Vereadores. Então, o nosso Parecer, ele foi técnico, foi trabalhado bastante juntamente com a Maíra, foram buscadas informações e trazido também, a partir do contexto da realidade, da necessidade de se manter o transporte, visto que o Estado, a qualquer momento, pode se tornar hábil para fazer voltar as atividades escolares e aí tem que estar a estrutura prontamente ali para se fazer o atendimento. Tendo o transporte, vai acontecer os demais, não tendo, não vai acontecer e justamente junto com isso também a garantia de que se algum contrato, no decorrer agora desse segundo semestre também porventura antes de acontecer o término do mandato, do exercício, também possa ser, com autorização desse Poder, prorrogado por igual período. Então o nosso Parecer, ele é favorável e esperamos aí que nós tenhamos entendimento em unanimidade de aprovação do Projeto. Seria isso, senhor Presidente, obrigado". O Vereador Sérgio Alexandri disse: "- [...] O artigo sexto diz que o pagamento dos custos fixos dos contratos de que trata a presente lei vai ser retroativo a 20 (vinte) de março, está aqui, não podemos fugir. A Secretária, a sua justificativa, senhora Márcia Kuhn, ela diz que 'há de se observar, todavia, a necessidade de estabelecer como contrapartida das condições e garantias indispensáveis à execução futura, maiormente dentre outras: a comprovação, pela contratada, de manutenção dos empregos e a certificação de que os valores pagos correspondam ao montante necessário para o pagamento de despesas fixas, especialmente salário dos Motoristas e outros trabalhadores que deixem de prestar os serviços relacionados ao contrato suspenso por força da calamidade pública e quanto às despesas variáveis, aquelas indispensáveis, tais como os impostos e taxas do ano em curso, observando, por fim, as regras emanadas pelos setores competentes. Muito bem, senhor Presidente e demais colegas, eu peço a compreensão dos demais Vereadores para que levem ao conhecimento do Executivo também, sabe-se daqui, não tem como se negar, o contratempo que essa pandemia causou, o desgaste financeiro das empresas e que também nós possamos encaminhar, através da situação, encaminhar ao Prefeito Municipal que compre um medidor de temperatura digital para os Motoristas, que vão ter que estar, precisam nos veículos, senhor Presidente, senão vai acarretar mais despesas para os transportadores ainda, e não é um ônus muito grande para os cofres públicos. Sabemos da dificuldade que o Município passa, sabemos, mas não é um ônus muito grande, está vindo dinheiro de recursos federais que poderão enquadrar-se para adquirir esses equipamentos de medição de temperatura para os alunos, vamos enfrentar problemas. Ouvi um transportador dizer que, se por um acaso ele tiver o medidor de temperatura digital e medir que a criança está acima do limite da temperatura, o que é que ele vai fazer se a criança estiver sozinha? Mas tem que ter um acompanhante junto, oxalá não aconteça até o final do ano, mas temos a possibilidade de estar acontecendo isso aí. O nosso Município está tranquilo, está, em partes, seguro, mas seria conveniente ter esse dispositivo, senhor Presidente. Peço a colaboração dos demais Vereadores para que também possamos nos manifestar referente a esse pedido desse Vereador, senhor Presidente. Seria isso". O Vereador Sérgio Antônio Beal disse: "- Bem, colegas, eu sou favorável ao Projeto, entendo que os transportadores, os terceirizados foram muito prejudicados nessa pandemia, tenho amigos na cidade vizinha de Erechim que também fazem esse transporte, aonde, inclusive, um amigo pessoal meu havia financiado van nova e com essa pandemia passou sérias dificuldades. Então somos favoráveis ao Projeto, esperamos que as coisas voltem ao normal. Também gostaria de dizer, compactuo com a ideia do colega Vereador Serjão que a Secretaria de Saúde, como acabei de falar antes, veio mais de um milhão de reais da pandemia, desses tantos cem mil também do PTB, que comprasse para todos o Estado do Rio Grande do Sul Câmara de Vereadores de Marcelino Ramos Praça Padre Basso, 015, Centro, 99.800-000 (54) 3372-1623 camaramarcelinoramos@hotmail.com www.marcelinoramos.rs.leg.br 7 “DOE SANGUE, DOE ÓRGÃOS, DOE VIDA!” transporte escolar, para todos, os do Município e os terceirizados, em sistema de comodato, esse termômetro digital infravermelho, que é o mais moderno, o qual estava vendo aqui na internet agora, ele está apenas R$ 149,00 (cento e quarenta e nove) reais, esse termômetro. Então, se nós tivermos 20 (vinte) transportadores, vai dar R$ 3.000,00 (três mil reais), gente, com todo o dinheiro que veio para a pandemia, esse dinheiro veio exclusivamente para a pandemia, para tratar dessa questão. Então que se comprasse esses termômetros infravermelho digital e eu acho que no início, no retorno aí poderia ter um controle sim, que é muito importante, pois se uma criança, um jovem chegar no transporte com febre e que for o coronavírus, ele pode acabar transmitindo para os demais, visto essa temperatura, seria orientado a retornar para casa, se estivesse distante, uma outra providência ligando para os pais, Secretaria de Saúde, enfim. Acho, colegas Vereadores, que é importante que a Secretaria da Saúde adquirisse, então, esses medidores infravermelho, que o custo não é um custo elevado e disponibilizasse a todos os transportes a todos os transportes escolares do Município, terceirizados e do próprio município. Seria isso senhor Presidente, favorável ao Projeto". A Vereadora Eliana Lanzana disse: "- Nós vivemos um momento totalmente atípico para a história do país, tivemos outras pandemias no passado mas essa é diferente porque a sociedade tem uma mecânica de funcionamento diferente e a gente vê que vários setores foram se ajustando, criando políticas públicas para beneficiar pessoas, prestadores de serviços, empresas, enfim, para poder diminuir os prejuízos, diminuir as falências, enfim, para poder superar esse período, sobreviver a esse período. Então vejo que nada mais justo esse Projeto que chega aqui na Casa nesse momento, acho justo, acho correto e o Tribunal de Contas ampara essa nossa decisão também, enfim. Eu não tenho muita certeza em relação à questão do termômetro, de aferir a temperatura no transporte escolar, mas acredito que tenha, porque o transporte que leva o pessoal para trabalhar fora, enfim, tem que fazer. Então acredito que o transporte escolar também terá essa exigência e a Secretaria Municipal de Educação terá que comprar, adquirir para os transportes cujos carros pertencem à Municipalidade. Então não sei quantos carros terceirizados no total circulam, mas acho que é uma proposta justa, até porque não vai ter um custo muito alto isso, além dos que já se teria que se comprar para os transportes que são da Prefeitura, então acho justo essa proposta, acho que talvez tenha que se levar essa proposição já para ir se pensando, talvez já estejam também, porque a temperatura limite para ele entrar na escola, por exemplo,e se tiver que aferir no transporte, vai ser a mesma coisa, se ela estiver acima, o limite é 37,8, se for além disso, não pode se deixar adentrar à escola, já tem que tomar providência e isolar, e isolar. Então, e nós teremos, como falávamos antes da sessão, os nossos desafios serão muito grandes se a decisão do Município será retornar às atividades regulares, será um desafio muito grande para as escolas, um desafio grande para os transportadores. Já existe uma carga de responsabilidade muito grande sobre eles, porque a gente sabe o que é transportar criança né, eles gostam da janela, eles gostam de ficar de pé, eles não respeitam muito as regras, eles tentam driblar os Motoristas, então se normalmente é difícil e tem uma carga de exigência sobre eles, nesse período de pandemia será tudo triplicado, quadriplicado, porque além da questão da segurança, de circulação, tem a questão de higienização também que vai ser uma carga bem... uma exigência bem grande para eles. Então sou favorável sim ao Projeto". O Vereador Ademir Antoninho Momo disse: "- [...] Não vou repetir o que os colegas falaram, mas esse aqui é um Projeto mais justo, um dos mais justos aqui dessa Casa, porque vamos nós nos colocarmos aqui no lugar dos donos das empresas do transporte escolar, transporte terceirizado, porque vocês vejam bem, quando termina o ano, encerra o ano, todos nós exigimos um transporte de qualidade. Aí encerra o ano, o que é que o pessoal vai fazer, os donos dessas empresas? Eles vão ou comprar um ônibus novo, uma van nova, ou reformar, deixar tudo bem preparado para o início letivo do próximo ano e isso tem custos e esse ano vocês imaginam, iniciou-se, depois da pandemia, para tudo, eu até um dia conversei com o Magnagnagno, botou a mão na cabeça, estava caminhando até diferente, diz ele, meu Deus, eu não sei o que fazer mais, é difícil, por quê? Porque vêm os pagamentos, daí botou pneu, daí vem boletos, tem isso, tem os funcionários e o mais importante é que esses transportes geram emprego no Município, com a dificuldade que nós temos no Município, gera emprego, e não poucos empregos, então por isso esse Projeto de Lei, a gente se preocupou, aquilo que o Hélio falou, Estado do Rio Grande do Sul Câmara de Vereadores de Marcelino Ramos Praça Padre Basso, 015, Centro, 99.800-000 (54) 3372-1623 camaramarcelinoramos@hotmail.com www.marcelinoramos.rs.leg.br 8 “DOE SANGUE, DOE ÓRGÃOS, DOE VIDA!” conversou com o Prefeito, vamos ter que dar um jeito, e ainda bem que conseguimos a legalidade desse Projeto, porque se nós não tínhamos a legalidade, não tinha como se fazer, não tinha! Se o Tribunal de Contas vem aí e o Prefeito, 'não, vou pagar', aí vem o Tribunal de Contas e o Prefeito tem que devolver todo o dinheiro! Porque muitas vezes se fala, se fala, mas tem coisas que não dá para fazer, isso dá Promotoria e o Prefeito vai ter que devolver o dinheiro, mas graças a Deus, com o empenho da Administração Pública, de nós Vereadores de cobrar do Prefeito também e quem sabe também as empresas cobrarem do Prefeito, com certeza vocês foram falar com o Prefeito também, se achou esse denominador comum da legalidade desse Projeto. Por isso parabéns para o Município, parabéns para todos nós, parabéns para vocês também. Favorável". O Vereador Gilmar Dutra Ribeiro disse: "- [...] Voto favorável ao Projeto, eu só queria fazer uma pequena volta há uns meses atrás, em 29 (vinte e nove) de maio desse ano eu fiz um Pedido de Informação ao Poder Executivo sobre quais as medidas adotadas pelo Município com relação aos segmentos do nosso Município que estavam sofrendo com a pandemia, porque já naquele momento lá se via que tanto a União quanto o Estado tomavam medidas de auxiliar aí esses setores atacados por essa situação. Então naquele momento lá coloquei, inclusive o pessoal do transporte escolar, os pequenos empresários, enfim, todo o segmento econômico do nosso Município, qual é que seria a providência do Município com relação a algum programa que pudesse vir aí de encontro a um socorro, um auxílio a esses setores e hoje vejo a situação do pessoal do transporte escolar sendo atendida, que bom, mas eu ainda entendo que o Município deveria atender outros segmentos também. Eu vi essa semana o pessoal da área de tributos distribuindo as cobranças de, não sei se tu pode me socorrer, Nico, eles entregaram as cobranças, não sei se era alvará o que é que era dos estabelecimentos, enfim, e o Município, pelo que eu vi no meu valor lá, o Município não se atentou a, de repente, fazer uma redução vendo toda essa situação. Então, no meu caso eu percebi e entendo que os demais setores também que prestam o serviço tanto ao Município como de forma autônoma, os comerciantes, enfim, todo mundo recebeu também essas cobranças sem nenhum olhar do Município no sentido de, de repente, reduzir um pouco devido ao grande desequilíbrio financeiro que isso causou... ISS, isso aí. Então eu acho que o Município deveria rever também essa situação de repente, mas voto favorável ao Projeto, já comentava lá em maio ainda essa situação, até quem me trouxe ela foi o Xavinha que o pessoal tinha procurado ele também para conversar e tal. Muito bem. Voto favorável mas deixo aqui também, de novo, a minha preocupação com os outros setores do Município. Obrigado, senhor Presidente". O Vereador Aquiles Cesari disse: "- Também sou favorável a esse Projeto, na última me abstive de votar pela situação do Projeto, que estavam todos os contratos, mas hoje vem já com a Mensagem que é para o transporte escolar, que é muito prejudicado nesse momento, um dos setores mais prejudicados é o da Educação, é o transporte escolar e o recurso está aí, tem que ser posto para que pelo menos as empresas tenham um pequeno giro para poder pagar os seus funcionários, as suas despesas fixas aí que tem, a gente sabe, todo mês, no meu ramo também, desde 15 (quinze) de março a gente parado, são quase seis meses, agora no último final de semana começou a movimentar um pouco pela abertura do Balneário, já sentiu a diferença, então sabe quanto é difícil tu passar... um mês de férias tu passa fácil, agora tu passar cinco meses, quase seis meses aí sem ter uma entrada de dinheiro e as despesas vêm, que são mensais, são semanais, são quinzenais, enfim, essas vêm. Os cheques não tem, não ficaram parados em nenhum lugar, eles andam, as duplicatas andam, então tu tem que estar precavido e organizado para poder viver. Por isso que tem bastante empresa fechando, a gente sabe, como o Serginho falou de uns amigos em Erechim, no final de semana tinha um clientão nosso que vem todo final de semana, ele disse que se não fosse o transporte das empresas, hoje ele teria fechado também, ainda que ele tem umas empresas que ele faz o transporte, ele está conseguindo sobreviver. O pessoal falou agora dos aparelhos para ver a temperatura, acabei falando com o Jandir agora mesmo, ele disse todo ônibus vai ter que ter, ele está já vendo isso aí, no momento que se definir pelo início das aulas, que é uma coisa que está bem difícil, até pelo governo do Estado, em liberar a educação, liberar as aulas, não tem uma previsão para recentemente voltar as aulas, mas ele disse que, no que tiver, a Secretaria de Saúde estará à disposição para trabalhar com todos os transportes escolares, particulares e do Município para que isso seja feito, Estado do Rio Grande do Sul Câmara de Vereadores de Marcelino Ramos Praça Padre Basso, 015, Centro, 99.800-000 (54) 3372-1623 camaramarcelinoramos@hotmail.com www.marcelinoramos.rs.leg.br 9 “DOE SANGUE, DOE ÓRGÃOS, DOE VIDA!” porque na entrada do ônibus vai ter que ter a verificação da temperatura. É uma situação que a gente nunca viveu, é difícil até de tu se programar para isso, mas tudo depende agora se o governo do Estado também quer ou pretende liberar as aulas até o final do ano, acredito que seja muito difícil. Somos favoráveis, então, e que temos que o Município possa, como o companheiro Vereador Du aí falou, possa ajudar também outros setores, porque a gente, do governo federal também, as micro e pequenas empresas não tiveram hoje nenhum recurso que pudesse buscar para poder sobreviver. O governo fala bastante, diz bastante, mas tu vai nos bancos, não tem nenhum recurso para ti buscar. Muito obrigado". O Presidente transferiu a Presidência. O Vereador Antonio Carlos Gomes dos Santos disse: "- É salutar que hoje estamos aprovando um Projeto para solucionar parte dos problemas de nossa cidade. Essas pessoas que lá, quando sai a licitação do transporte escolar, há uma disputa de valores e aí já tem que pegar por um valor menor e o combustível aumenta violentamente, pneu, manutenção, tudo. E aí você pega uma pandemia, começa o ano, você está prontinho para trabalhar, aí você puxa um mês e pouco e dá essa pandemia e tu para tudo, o que é que tu faz? Quem não tiver um outro ganho está quebrado, está quebrado! A gente vê várias empresas que estão quebrando. Eu acho que o Tribunal de Contas já vem tarde com essa orientação, depois de seis meses, tudo bem, vão receber retroativo, mas já podia lá no mês de março, abril, que também esses governos nossos também né, a pandemia terminava em abril, em maio, em junho, nós estamos em setembro e não terminou nada. Então ninguém sabe quando vai terminar isso aí, quando é que vem vacina, quando é que não vem, quando é que começa a aula, o interessante é que tem que ajudar essa gente de uma forma ou de outra e dizer a vocês, a Prefeitura, realmente, essa semana começou a entregar os carnês do ISS para todo mundo, por exemplo, os taxistas, que estão ali matando cachorro a grito, são três parcelas de 120 (cento e vinte) contos, fora as outras empresas que estão recebendo ISS para pagar, gente, quer dizer, se tu olhar o centro da cidade ontem, anteontem, demorava para passar gente ali no centro, falei, repeti, qual é a empresa que está gerando imposto para Marcelino? Nós, o orçamento da Câmara para o ano que vem nem se mexe um centavo! Quer dizer, tem que ter o jogo de cintura para a coisa funcionar! Nós temos que parar com 'nham nham nham' e colocar a coisa andar, porque senão não tem como, não tem como, não adianta nós empurrarmos para os outros o que nós temos que fazer. Eu acho que está bem correto esse Projeto de Lei e que consiga, pelo menos, para que os nossos transportadores respirem um pouco. Eu quero dizer que tem que olhar para mais alguns setores, como o colega Aquiles falou, comércio, pessoas aí, se tu pegar na entrada do Balneário para lá, tem mais de trinta milhões aplicados lá, faz seis meses que estão parados, seis meses que estão parados, quem sabe até mais disso, tu vai em um banco, tem dinheiro, mas os juros, não tem nada de anistia, nada de nada, e vocês viram hoje que o salário mínimo para o ano que vem aumenta 2% (dois por cento), de R$ 1.045, 00 (um mil e quarenta e cinco reais) para R$ 1.067,00 (um mil e sessenta e sete reais), então é uma coisa lastimável. Muito obrigado, senhor Presidente". O Presidente retomou a Presidência e colocou o Projeto de Lei 024/2020, a Mensagem Modificativa 03/2020 e a Emenda Modificativa 03/2020 em votação. Aprovados por unanimidade. O Vereador Sérgio Alexandri, por Questão de Ordem, disse: "- Aproveitar a aprovação do Projeto, já que o Vereador Cesari falou com o Secretário de repente já assinou com bons olhos, que transmita ao Secretário os nossos agradecimentos aqui da Casa também". O Presidente respondeu: "- Vamos esperar para ver, acho eu". O Presidente solicitou a leitura do Parecer 32/2020 e Ata do Parecer da CUP sobre o Projeto de Lei 025/2020. Após a leitura, colocou o Projeto de Lei em discussão. O Vereador Enio Luiz Wittmann disse: "- [...] Este Projeto de Lei, ele vem como característica própria e principal é buscar a aprovação dessa Casa para a prática de dois turnos contínuos de seis horas junto à UBS aqui da cidade. Como nós tivemos aqui nessa Casa a aprovação do turno único na Prefeitura, que foi das sete à uma, também junto à UBS já está sendo praticado já há um período esses dois turnos de seis horas, mas precisa ter a aprovação legislativa para que se possa, então, trabalhar esses dois turnos de seis horas junto à UBS, que é das sete às treze e das treze às dezenove horas; por que dessa situação que está se apresentando aqui? O governo federal, através do Ministério da Saúde, criou um programa que é Saúde 60 (sessenta) horas, que é aonde que é um programa voltado para a prevenção ao COVID e diante disso, os Municípios que instituírem esse programa também estarão recebendo um Estado do Rio Grande do Sul Câmara de Vereadores de Marcelino Ramos Praça Padre Basso, 015, Centro, 99.800-000 (54) 3372-1623 camaramarcelinoramos@hotmail.com www.marcelinoramos.rs.leg.br 10 “DOE SANGUE, DOE ÓRGÃOS, DOE VIDA!” recurso do próprio Ministério da Saúde e pode chegar aí em até R$ 240.000,00 (duzentos e quarenta mil reais) que é do próprio ofício que foi encaminhado a esta Casa. Então é um programa do governo federal, do Ministério da Saúde aos municípios de prevenção ao COVID para controle, que as UBS ficam um tempo maior aberto e à disposição da população e para que tenha um custeio desses gastos, para o custeio desses gastos, então, o próprio Ministério da Saúde repassa esse recurso ao governo. A gente buscou algumas informações junto à Secretaria de Saúde aqui do Município de também quais seriam esses serviços que estariam sendo prestados junto à UBS e quem seriam as pessoas, técnicos que estariam sendo utilizados para a prestação dos serviços e aí, como está no próprio Projeto, que são Psicólogo, Técnico de Enfermagem, Enfermeiro e Médico, temos a Médica cubana que está iniciando aí nesses dias, iniciou já nessa semana, se não me falha a memória junto à UBS uma Médica também que vai atender este trabalho junto a esse programa. E a informação que temos junto à Secretaria de Saúde é que temos realizado nesses horários extra de atendimento normal no Posto a verificação de sinais vitais das pessoas, então a verificação de pressão, de febre, enfim, é feita a realização de vacinas, a renovação de receitas, realização de testes rápidos do COVID e também a realização de consultas para urgência e também emergência, onde que os pacientes que necessitam de internações então são encaminhados à Associação Hospitalar Marcelinense, então essa foi a resposta que tivemos do Secretário Jandir de quais são os atendimentos que são realizados nesse período, que foi questionado pelos colegas na última sessão aqui desta Casa. Mas o objetivo principal deste Projeto é ratificar o atendimento que já vem sendo feito e a continuidade do atendimento, que são os dois turnos de seis horas junto à UBS central aqui da cidade. Seria isso, senhor Presidente". O Presidente disse que gostaria de uma cópia do documento recebido do Secretário Municipal de Saúde e também a ofertou a quem tivesse interesse. O Vereador Sérgio Alexandri disse: "- Senhor Presidente, o boletim do coronavírus de hoje diz que foram realizados 655 (seiscentos e cinquenta e cinco) testes, negativados 613 (seiscentos e treze), positivos 42 (quarenta e dois), monitorados quatro. Mas o nosso Município hoje, senhor Presidente, não tem nenhum óbito, não tem nenhum suspeito, não tem nenhum hospitalizado e sim tem quatro monitorados, quatro monitorados, está aqui, o senhor que tem o 'zap' lá do Posto consegue. Fiz uma visita no Posto de surpresa durante a semana passada, dei um susto nos funcionários que estavam lá, tinham quatro sentados lá na sala, conversando, pedi dos atendimentos, não atenderam nenhum caso referente ao coronavírus desde esse tempo que está em andamento desde o dia oito de junho sem autorização desta Casa. Vi o descontentamento, senhoras e senhores, no olhar das pessoas que não tiveram e nunca vão ter a coragem de dizer 'eu sou contra', porque sabem que vem a retaliação. O nosso Município, se fosse uma outra situação, se nós tivéssemos bastante casos, oxalá não aconteça, tomara que não vai acontecer, a nossa população se cuida, seria diferente esse Projeto, teria a minha aprovação, mas baseado no boletim de hoje, baseado no Projeto, eu não tive o prazer de ver Médico lá, de repente estava em outra sala. Baseado nesses fatos, baseado que já veio para o Município um milhão e tanto de recursos da União, eu sou desfavorável ao Projeto, voto contrário a este Projeto. Volto a dizer, se fosse uma outra situação e nós tivéssemos em situação mais avançada, o que não vai acontecer, com certeza, o nosso povo é cuidadoso, eu votaria favorável, mas do jeito que está hoje, da situação que eu peguei no Posto, sou contrário ao Projeto, senhor Presidente, seria isso". O Vereador Hélio Müller disse: "- [...] Nós, tanto na análise do Projeto quanto na análise da parte científica e opinião da população, inclusive na própria doença às vezes há as controvérsias e também as reações que são diferentes, que são para pessoa bem como também as imprevisões e as inseguranças que temos, não só na estabilidade financeira já dita aqui, mas na retomada das aulas, na retomada da nossa vida normal, enquanto não tiver uma vacina definitiva. Eu fui um dos que questionei aqui em plenário na última sessão, questionei Secretários, Executivo, buscamos informações por escrito, com vários itens, e a minha preocupação maior não era somente pelo fato de ter o horário estendido, a minha preocupação maior era a questão das despesas para se fazer esse tipo de atendimento, o que observei que não existe no Projeto hoje, ao menos que seja uma situação diferente, tem dois turnos na Unidade de Saúde, mas sem despesas para os cofres públicos. Esse resultado aqui eu fico feliz, porque ele é um resultado muito bom para a nossa comunidade e é um resultado que tem méritos das ações do Estado do Rio Grande do Sul Câmara de Vereadores de Marcelino Ramos Praça Padre Basso, 015, Centro, 99.800-000 (54) 3372-1623 camaramarcelinoramos@hotmail.com www.marcelinoramos.rs.leg.br 11 “DOE SANGUE, DOE ÓRGÃOS, DOE VIDA!” Executivo Municipal, dos nossos profissionais de saúde que estão se expondo para isso, mas também tem os méritos da nossa comunidade que abraçou a causa, seguiu as orientações, ajudou, entrou de voluntário, se envolveu, muitas vezes pode ser até exagerado, mas foi preventivo para nós garantirmos a saúde e a vida da nossa população. Eles, em vários casos que a gente conversa, está conversando com pessoas, são sintomas diferentes, independente, muitas vezes nem é comprovado se é mais doente, mais velho, mais novo ou não, são reações totalmente diferentes e tem coisas que nem os Médicos explicam, mas no meu entendimento geral, quando nós falamos que não temos nenhum óbito, eu acho que por mais que nós tivemos divergência, nós Vereadores eu lembro que no início, tantas discussões, o que é que vamos fazer, como vamos nos envolver para ajudar, como que vamos trabalhar isso, como que vamos cobrar, que esse é o nosso papel de cobrar, é nosso papel de cobrar, botar aferição nas entradas, botar mais, pensar nas micro e pequenas empresas, pessoas desempregadas, que logo mais vai terminar o seguro-desemprego e os auxílios e os problemas vão começar a entrar na virada do ano, por isso também que temos os demais projetos que estamos nos sacrificando para ajudar a nossa comunidade. Então o meu entendimento, vendo que não tem essa questão da despesa fixa, os resultados que estão dando, é um resultado de um conjunto de profissionais, de um trabalho, também tenho as minhas divergências, mas a minha decisão pesou na questão do resultado positivo, do que vem sendo trabalhado pelos profissionais de saúde, o envolvimento da comunidade e esperamos que nós, logo, logo, junto com a vacina, podemos retomar a vida normal, daqui a pouco até sem máscara, esperamos, então o meu entendimento e o meu parecer, ele é favorável nesse momento com esse objetivo do resultado que estamos alcançando no Município também pela questão desse horário. Se for o entendimento da saúde, senhor Presidente e demais colegas, se for construído ou não com a saúde, se está dando resultado ou não, é o ditado que eu sempre disse, nós temos a SAMU lá embaixo, mas tomara que nunca ocupe, tomaram que fiquem sentados, que não venham ninguém lá com COVID, mas se vier, alguém está ali esperando até o horário das sete horas, que depois tem plantão lá em cima, por isso que foi pensado também isso, depois tem contrato aqui em cima, tem em Severiano de Almeida, que inclusive lá o atendimento é gratuito, coisas que os de Severiano pagam para fazer os atendimentos e nós aqui, que não somos do Município, temos atendimento gratuito em Severiano de Almeida. Então seria esse o meu parecer, no contexto mais vida, saúde e o entendimento que veio para essa Casa que sou na minha decisão de ser favorável ao Projeto. Obrigado". O Vereador Sérgio Antônio Beal disse: "- Bem, senhores, eu também tenho um outro entendimento sobre essa situação. Inicialmente eu gostaria de deixar registrado em ata os parabéns aos nossos profissionais da saúde de Marcelino Ramos, Médicos, Enfermeiros, enfim, todos os que estão ligados, eles estão fazendo um excelente trabalho nessa questão da prevenção dos cuidados, estão de parabéns, mas nessa questão da ampliação do horário, senhores, eu sou contra, por que é que eu sou contra? Porque eu conversei com esses profissionais que ficam nesse horário, ninguém está pensando que esses profissionais, além desse horário, eles têm suas famílias, muitas vezes têm que ficar um tempo a mais aonde ninguém vai nesse horário. Nós temos o plantão do hospital, depois das cinco até às sete, conversei com esses profissionais, eles não recebem visita da população nesse horário e nem no horário do meio dia. Eles estão conseguindo dar conta da demanda calmamente no horário comercial. Vocês vejam que essa pandemia, ela também trouxe, eu acredito, muitos cuidados com a população, que estão tomando mais cuidado, nós tivemos menos casos de gripe, inclusive e há um certo desentendimento em uma questão, muitas vezes quando a pessoa não está muito bem, é orientada a ficar em casa aguardando. Eu não vejo que essa alteração de horário vai mudar alguma coisa. Eu acho que nós temos que focar no horário normal, mas temos que dar o que a população precisa, os senhores Vereadores sabem que falta medicamento no posto de saúde há dias, que muitos aposentados, idosos vêm até o posto de saúde e saem de mãos vazias, nem AAS infantil tinha nessa semana que passou. Isso relatado não por uma pessoa, por várias, mas aí eu pergunto: e esse um milhão que veio na pandemia? Esses cem mil reais que nós conseguimos através do PTB? Esses profissionais que estão se dedicando nesses horários, esticando horário, vale lembrar que eles não estão tendo nenhuma gratificação, nenhuma GED, nenhuma gratificação, até mesmo porque não pode, então eu vejo que não há necessidade nesse momento de nós aprovarmos um Projeto esticando o horário desses Estado do Rio Grande do Sul Câmara de Vereadores de Marcelino Ramos Praça Padre Basso, 015, Centro, 99.800-000 (54) 3372-1623 camaramarcelinoramos@hotmail.com www.marcelinoramos.rs.leg.br 12 “DOE SANGUE, DOE ÓRGÃOS, DOE VIDA!” funcionários em momentos que a população não tem procurado e todos nós somos conscientes que se houver qualquer período que alterar ou tiver uma piora nessa pandemia, na mesma hora pode ser tomada essa providência que vai ter aprovação da Câmara. Então eu fico, assim, um pouco receoso, preocupado, inclusive, com os profissionais que estão aí em uns horários às vezes que, em um horário normal, volto a dizer e defendo também que a Prefeitura tem que trabalhar em horário normal". O Vereador Enio Luiz Wittmann solicitou aparte e disse: "- [...] Eu concordo com o entendimento de vocês, tanto do Vereador Serginho quanto do Vereador Serjão, mas eu preciso falar novamente porque fui o Relator desse Projeto e prefiro falar novamente sobre esse Projeto. Com relação aos funcionários: temos que parabenizar e dar um voto de congratulação a todos os funcionários do Posto de Saúde, concordo com isso. O horário estendido, eles trabalham seis horas e ficam de folga o restante, então eles não trabalham oito horas, trabalham seis horas e não trabalham todo esse período de 12 (doze) horas, trabalham seis e ficam seis horas em descanso, as outras seis horas, são seis horas seguidas, não trabalham oito horas. Com relação ao fazer ou não fazer isso, nós estamos com uma ferramenta a mais no Município, uma ferramenta a mais para chegar naquilo que o Vereador Serjão falou, que falou em quatro monitorados, às seis horas da tarde hoje nós estávamos com sete, sete em isolamento domiciliar. Mas muito bom isso para Marcelino, muito bom, mas por que é que a gente chegou nisso? Porque nós temos várias ações feitas em conjunto, até pela Câmara, pela Secretaria de Saúde, pelo Prefeito, várias ações, e essa aqui é mais uma ação que nós vamos tomar a nível de Município, esse recurso que está vindo aqui é um recurso que pode ser utilizado e está sendo utilizado para comprar álcool gel, daqui a pouco para comprar os testes para testar, é um recurso desses aqui que estão sendo feitos os testes lá, esse recurso aqui é possível comprar álcool gel para distribuir, esse recurso aqui é possível comprar as máscaras para prevenir, é recurso de prevenção ao COVID, mas para receber esse recurso do governo federal, do Ministério, tu tem que ter o programa instituído no Município, tu tem que ter o atendimento 60 (sessenta) horas, se não tiver o atendimento 60 (sessenta) horas, o Município não comprova e não recebe". O Vereador Sérgio Antônio Beal questionou: "- A questão, então, nesses horários, nós não poderíamos nós Câmara de Vereadores solicitar que fossem realizados os testes gratuitos nesses horários?". O Vereador Enio Luiz Wittmann respondeu: "- É possível e o Município já está fazendo, o Município já está fazendo esses testes. Várias pessoas do interior foram sorteadas para fazer, várias pessoas da cidade, podem conversar com a população, várias pessoas estão fazendo os testes rápidos, e é esse recurso porque já está sendo feito esse programa, esse horário que nós não aprovamos ainda, concordo com o Vereador Serjão, já tinha que ter sido aprovado isso, não é culpa nossa, tinha que ter vindo para esta Casa e está vindo agora. Se nós não tivermos aprovação nisso, nem os testes rápidos vão acontecer, então por isso a importância da aprovação desse Projeto, para nós conseguirmos ter um monitoramento melhor ainda e prevenir ainda mais a nossa população [...]". O Vereador Sérgio Antônio Beal continuou: "- [...] Realmente, assim, tudo o que eu pontuei aqui, vocês vejam que é importante. A falta do medicamento no Posto de Saúde eu entendo ser mais grave nesse momento do que a própria pandemia que está no nosso Município porque são medicamentos de alta importância para as pessoas que precisam de medicamentos e que não têm condições de comprar, mas se o Relator, Vereador Enio, está dizendo, então, que esses profissionais concordam, mesmo sem estarem recebendo a gratificação a qual, no início, eles teriam direito, e que se é possível que se façam testes nesses horários que não tem ninguém indo no Posto nesse horário, ao invés de fazermos testes durante o horário de atendimento, eu até revejo a minha posição e voto favorável ao Projeto, mas eu gostaria de retificar aqui a cobrança, principalmente dos Vereadores da situação do Governo a questão dos medicamentos e também essa questão do sorteio de algumas pessoas do interior, como que ela é feita? Eu acho que a pessoa, ela deveria vir até o Posto e se inscrever se ela tem intenção de fazer o teste, e não por sorteio. Então eu revejo essa minha posição mas deixo registrado essas questões pontuais que acabei de citar. Seria isso". O Vereador Aquiles Cesari disse: "- Eu estou vendo aí, conforme o Vereador Sérgio colocou que nós estamos aí com uma situação muito favorável para Marcelino, você pega municípios vizinhos aí com números absurdos já de casos, com internações, inclusive com perda, com falecimento de cidadãos de cidades como aconteceu em Paim Filho, como Estado do Rio Grande do Sul Câmara de Vereadores de Marcelino Ramos Praça Padre Basso, 015, Centro, 99.800-000 (54) 3372-1623 camaramarcelinoramos@hotmail.com www.marcelinoramos.rs.leg.br 13 “DOE SANGUE, DOE ÓRGÃOS, DOE VIDA!” aconteceu em Viadutos, como aconteceu em Barão de Cotegipe, vários municípios a gente sabe que houve problemas e todo esse trabalho de segurança, todo esse trabalho positivo que está acontecendo temos de onde tirar, foi do trabalho do pessoal da Secretaria de Saúde, todos, todos eles se dispuseram a fazer um trabalho contínuo para que Marcelino Ramos pudesse hoje estar bem, estar nesse patamar de poucos casos hoje em Marcelino. Tivemos eu acho que só um caso sério, já hoje em casa, e depois disso todo mundo, a população se cuidou, os profissionais da Saúde buscaram fazer um atendimento bom, que pudesse manter realmente a população de Marcelino segura e esses testes rápidos estão sendo feitos eu acho que há quase um mês, eu sei que a ACIMAR fez nas empresas que são associadas, ela fez sorteio, toda semana ela faz sorteio de eu acho que é 20 (vinte) pessoas para fazer, eu sei que na minha empresa foi uma pessoa fazer já, sabe de várias empresas que teve pessoas que foram fazer e a Secretaria de Saúde destinou para a ACIMAR, os Agentes de Saúde que buscassem fazer o sorteio eu acho que em cada região do Município e esses testes estão acontecendo, foram feitos vários testes já e dentro desse programa da saúde, eu sei que a minha filha foi às cinco e quinze da tarde fazer o teste rápido, então depois das cinco eles atendem também. Eu acho que é um programa bom, um programa que vem um recurso do governo federal, já que ele não está dando para as empresas, que dê para a Secretaria de Saúde, já que ele não consegue dinheiro para as empresas buscarem sobreviver, ele que bote na saúde, daí talvez os munícipes não precisem estar pagando remédio para se sustentar. Então eu acho que é um programa que tem que ser mantido, tem que haver no Município, porque se é um programa federal, eu acho que não vai ter município que vai ficar fora desse programa. Eu sou favorável a esse Projeto, voto sempre favorável e pelo aos colegas que puderem votar também. Eu sei que tem deficiências no Posto de Saúde, tem, sabe que tem falta de medicamento, nem sempre é por culpa dos profissionais que estão aí, porque eles buscam fazer o pedido, porque é de uma licitação, às vezes não vem, às vezes não tem o produto para ser entregue, que eu sei que eu também fui buscar várias vezes, alguns tinha, outros não tinha e não é por falta de pedido, que eu sei que às vezes faz o pedido, é licitação, às vezes vem, às vezes demora, às vezes a empresa, o laboratório não tem para entregar. Então a gente sabe dessas dificuldades e outras que acontecem também, mas estamos parabenizando novamente a Secretaria de Saúde pelo trabalho que ela está fazendo. Muito obrigado". A Vereadora Eliana Lanzana disse: "- Antes de eu começar a colocar o que eu penso em relação a esse Projeto, eu vou fazer um comentário que eu acho que cabe para reflexão de todo mundo, de toda a população. Vocês devem estar acompanhando o montante de dinheiro que o governo federal destinou aos municípios para combate, prevenção, enfim, controle dessa pandemia. São números absurdos e quando se começou esse movimento da pandemia, o que é que se pensava que ia acontecer: bom, vai ficar muita gente desempregada, a fome vai começar a bater e os mais pobres vão começar a assaltar, vai aumentar a criminalidade absurdamente e não foi o que aconteceu, pelo menos não pela parte da população mais pobre, pelo contrário, os índices de crime reduziram; agora, a corrupção, a corrupção nessas Prefeituras do país inteiro foi absurda e vai continuar e muita coisa agora no decorrer da caminhada vai começar a aparecer, era isso que eu queria falar porque eu acho que a gente tem que parar para olhar para isso, que vem recurso, agora, como ele é utilizado, que destino que é dado para ele, cada município... enfim. Mas o que é que eu penso em relação ao Projeto: eu acho que dentro da nossa realidade, do nosso contexto, dentro da situação pandêmica em Marcelino, não haveria necessidade desse atendimento estendido, não haveria necessidade, isso caberia para municípios maiores, onde a demanda é grande, até para não haver aglomeração, enfim. Não haveria necessidade. Mas o Projeto se trata de recurso financeiro. Quando se fala em recurso financeiro para a saúde, eu acho um assunto delicado, porque às vezes eu vou rejeitar e vou estar tirando algo que seria uma necessidade futura, então por isso que eu acho delicado às vezes rejeitar. Agora, eu fico me questionando: se viesse esse programa, essa proposição de fazer este movimento do atendimento de seis horas sem um recurso financeiro, o Município iria adotar, mesmo tendo mais pessoas contaminadas? Mais pessoas contaminadas, mas não vindo recurso financeiro, seria estendido? Cabe o questionamento. Então esse movimento não está acontecendo somente visualizando? Então assim, eu vou votar a favor do Projeto em função da ideia de que vem recurso, de que vem recurso para isso. Daqui a pouquinho começa a estourar um monte de caso Estado do Rio Grande do Sul Câmara de Vereadores de Marcelino Ramos Praça Padre Basso, 015, Centro, 99.800-000 (54) 3372-1623 camaramarcelinoramos@hotmail.com www.marcelinoramos.rs.leg.br 14 “DOE SANGUE, DOE ÓRGÃOS, DOE VIDA!” por aí e aí falta alguma coisa ou a pessoa não tem o atendimento lá, 'não, foram os Vereadores que votaram contra, por isso que o programa não está acontecendo', então pensando nesse sentido. Agora, quando se fala que esse programa vem para compra de máscara, de álcool, enfim, quantas emendas vieram para custeio que não era só para isso? Então agora, a população inteira recebeu máscara e álcool gel, aí vem mais um recurso, que não há mais necessidade, nem de álcool gel, nem de máscara, então eu também me pergunto: será que esse dinheiro que já foi gasto não poderia estar sendo melhor investido em medicação, em exame, em outras coisas que estão faltando para o cidadão? Então cabe essa reflexão. Se vai vir mais um recurso para isso, será que nós não fomos pouco inteligentes na gestão de todo esse montante de recurso que está vindo? Porque mais máscara não cabe, todo mundo vai receber". O Vereador Sérgio Alexandri solicitou aparte e disse: "- [...] Só para esclarecer a questão das máscaras, hoje eu levantei, fui ver, no portão da oficina da minha casa às sete horas tinha uma máscara com o emblema da Prefeitura pendurado num gancho lá, como quem diz 'Vereador, está aí ó', eu já tenho seis e as pessoas levaram lá com o emblema da Prefeitura. Peguei as seis, tenho no celular aqui, tirei foto e mandei para o Deputado Federal Giovani Feltes em Brasília, para ver se é legal usar o brasão da Prefeitura como propaganda, está lá! O que vai dar? Eu acho errado essa parte. [...]".A Vereadora Eliana Lanzana disse: "- Não, é até se questiona: por que vários padrões de máscara? Por que é que não se usou todo um padrão, então, ou todas com o brasão, ou todas costuradas por alguém, por que essa diferença? Qual é o custo de uma e da outra? Existe a necessidade de fazer uma com uma impressão? Porque ali foi construído um material para fazer a impressão! Qual foi o custo dessa com impressão? Outra coisa: como que foi a contratação dessa costura? Houve licitação? Não teve necessidade de licitação? Se não houve licitação, quem foram as pessoas contratadas para isso? Porque gente, os nossos artesãos do Município estão passando necessidade, não tem mais trem, não tem mais turista, era onde eles ganhavam dinheiro! Então quem produziu tudo isso, como é que foi a gestão disso? É tudo coisa que a gente tem que se voltar e pensar. Então me preocupo com a gestão de todo esse montante de dinheiro sim, porque se já compramos máscara, álcool gel e agora vem um outro recurso e vai ser usado nisso, alguma coisa está errada, alguma coisa está errada! Temos que ver o que está faltando e investir no que está faltando. Outra coisa, que parece insignificante o que eu vou falar aqui, mas acontece, pode acontecer, eu já estou encerrando, pode acontecer, por exemplo, eu fazer uma postagem, na digitação às vezes tu não percebe o corretor ali, ele não te sinalizou que tu tem um erro de português, de escrita, um erro de ortografia e acaba você postando, isso pode acontecer para qualquer pessoa, qualquer pessoa. Inúmeras vezes, nesses quatro anos, eu apontei erros inclusive em folder de Natal e agora quem leu o que está escrito naquela sacolinha das máscaras que vocês recebem? 'cuide-se de você e dos outros', cuide-se? cuide-se já é de mim, para que 'o de você'? Então, cuide-se de você, então ali tem um erro, que não fui eu que falei, não fui eu que falei, porque a minha área não é Letras e eu nem tinha visto, mas as pessoas, na rua, 'tu viu o que fizeram lá? Tu viu que de novo tem material com erro?', eu disse, não, eu não vi, me manda foto, então, porque a minha nem sei se está lá em casa ainda. Me mandaram foto. Então vamos se ligar para essas coisas. Muito obrigada, e serei favorável, sim, ao Projeto em função do recurso financeiro". O Vereador Gilmar Dutra Ribeiro disse: "- Com relação a esse recurso, como bem colocado, é um recurso disponível para o Município caso ele tivesse aderido a esse programa preventivo, bem preventivo, mas eu quero discordar dos colegas Vereadores aí que acharam que a atuação da saúde do Município foi exemplar nessa pandemia. Eu tive aqui a oportunidade de questionar isso várias vezes porque nós, no grande pico da pandemia, que acontecia, nós não tivemos ninguém da saúde atuando externamente, além do Posto, por exemplo, como outros municípios fizeram, próximos a mercados, próximos ao Hospital Marcelinense ali, que me mandaram de um número muito grande de pessoas de fora do Município, nos mercados bastante caminhoneiros vinham de fora e isso aí era um risco grande para a nossa população, então eu entendia, nos meus comentários, que o Poder Público, ele tinha que estar, a exemplo de outros municípios, mais presentes nessa questão de prevenção. Isso aí passou o pico da pandemia e hoje nós estamos falando aqui de prevenção e eu vejo que o nosso Município deu uma certa abertura para o turismo e nós comentamos já em uma reunião anterior do grande número de pessoas de fora sem máscara no Município e agora, no Estado do Rio Grande do Sul Câmara de Vereadores de Marcelino Ramos Praça Padre Basso, 015, Centro, 99.800-000 (54) 3372-1623 camaramarcelinoramos@hotmail.com www.marcelinoramos.rs.leg.br 15 “DOE SANGUE, DOE ÓRGÃOS, DOE VIDA!” final de semana passado, estava um pouco quente e eu percebi que na praça municipal, que estava muito movimentada, não tinha pessoas de máscara. Fui até o Santuário, mesma coisa. Lá no Balneário, então, estava liberado o desuso da máscara. Eu entendo que o Município, uma vez que ele deu essa abertura, ele deveria, também, não de forma punitiva mandar as pessoas embora, mas de uma forma preventiva, estar presente na entrada do Município, orientando de repente, até uma máscara descartável para quem, de repente, esqueceu a dele em casa. Lá no Balneário, um quiosque lá no Balneário, já que temos um horário estendido e esse recurso é para essa situação, eu entendo que ele deveria, em que pese ele não ter ônus para o Município, mas ele tem ônus para a população, porque somos nós que pagamos impostos, eu entendo que deveria ser aplicado de melhor maneira, porque dessa forma ele se torna um dinheiro que está vindo sem ter o objetivo dele cumprido. Então eu faço essa colocação que eu venho questionando a atuação do Município nessa pandemia de uma forma não presente como deveria ser, e agora nesses períodos, onde existe essa abertura das Termas, do turismo, eu entendo que o Município, ele deveria, como ele abriu, estar lá, e volto a dizer, não punindo as pessoas ou espantando as pessoas, mas sim, até para dizer, amanhã ou depois acontece alguma situação, opa, o Município tinha um protocolo, o Município estava lá presente com a sua equipe de saúde, isso aí demonstra segurança para as pessoas e demonstra uma organização nossa e até porque nós temos o recurso para isso. Mas de qualquer forma eu voto favorável ao Projeto e espero que essa minha fala, de repente, possa agora no final de semana que está chegando, tem o feriadão, o Município se organizar de forma diferente aqui em nossa cidade. Obrigado". O Vereador Ademir Antoninho Momo disse: "- [...] Todo mundo já se manifestou, cada um deu a sua opinião e não tem porque repetir. Eu só quero reforçar o que a colega Lili falou sobre a corrupção nos recursos sobre a saúde. Logo que saiu essa pandemia, um dia nós reunidos dois ou três eu disse 'vai dar tanto Governador e Prefeitos presos que eu quero ver', eles não pensam que, começaram a comprar tudo quanto é coisa, porque pode, libera, compra isso, compra aquilo, faz licitação, isso vai dar tanto, eles acham que a Justiça, a Polícia Federal não está em cima disso aí, não vai cuidar disso aí, e vocês estão vendo agora o que está acontecendo, e tem que prender mesmo! Mas Secretários, Prefeitos, Governadores, mas tem que prender mesmo, mas levar e... não devia, eu fico 'p' da vida quando falam que porque é Governador tem que botar lá numa sala especial, mas tem que meter lá junto com todo mundo lá, tem que meter lá dentro quem fez isso aí, eu fico 'p' da vida. Então só dizendo assim, o que eu quero dizer, aqui foi comentado que veio bastante recurso para Marcelino e eu quero dizer aqui com toda a certeza para vocês, pena que a reunião não é pela rádio, mas para o pessoal escutar, eu tenho certeza que todos esses recursos que vem em Marcelino não vai acontecer isso pelas pessoas que administram esse recurso, todos nós conhecemos, são pessoas sérias, pessoas honestas e vão prestar contas sim desse recurso. Então só dizer que isso vai ser prestado conta e que bom que não aumentou mais pessoas que têm o COVID e que bom, tomara que fiquem sempre sentadas as pessoas, os Enfermeiros, Médicos e Psicólogos, quem está atendendo ali fora desse horário, que bom, tomara que não venha ninguém lá, que bom. É a mesma coisa aquela história 'acho que não vou pagar mais meu plano de saúde porque nunca ocupei', reza, dê graças a Deus que tu nunca precisou ocupar o teu plano de saúde, graças a Deus, e aí graças a Deus, tomara que não venha ninguém ali, agora, se acontecer, as pessoas, quando eu vinha subindo aqui na Câmara, tinha chegado gente ali, então as pessoas estão ali e as pessoas também têm problemas para serem atendidas. Sou favorável". O Presidente colocou o Projeto de Lei 025/2020 em votação. Aprovado por sete votos favoráveis e voto contrário do Vereador Sérgio Alexandri. O Presidente solicitou a leitura do Parecer 33/2020 da CUP sobre o Projeto de Lei 026/2020. Após a leitura, colocou o Projeto de Lei em discussão. O Vereador Enio Luiz Wittmann disse: "- [...] A Secretaria da Saúde comprou uma Doblò há um tempo atrás com recurso da Secretaria da Saúde, mas um veículo que, no momento, está tendo e tem mais utilidade junto à Secretaria de Educação, então o melhor aproveitamento desse veículo hoje é junto à Secretaria da Educação e não mais junto à Secretaria de Saúde. Com a nova reestruturação do setor de patrimônio, somos sabedores que tem até um servidor que trabalha agora só a questão do patrimônio, com o Controle Interno do Município, precisa-se fazer adequações dos equipamentos e veículos de cada setor. Então, como esse veículo está na Secretaria de Saúde, comprado Estado do Rio Grande do Sul Câmara de Vereadores de Marcelino Ramos Praça Padre Basso, 015, Centro, 99.800-000 (54) 3372-1623 camaramarcelinoramos@hotmail.com www.marcelinoramos.rs.leg.br 16 “DOE SANGUE, DOE ÓRGÃOS, DOE VIDA!” com recursos da Secretaria de Saúde, vai para a Secretaria de Educação e o valor avaliado é de R$ 20.000,00 (vinte mil reais) e não estava na dotação da Secretaria da Educação, a Secretaria de Educação, com recurso do MDE, vai repassar esse recurso de R$ 20.000,00 (vinte mil reais) para a rubrica da Secretaria de Saúde. Então são as reestruturações patrimoniais que precisam ser feitas de forma legal e por isso o veículo troca de Secretaria e a Secretaria, então, repassa o valor do veículo para a outra Secretaria, que, no caso aqui, é a Secretaria de Educação repassando o valor do veículo que ela vai utilizar para a Secretaria de Saúde. [...]". Não havendo mais Vereador com interesse em se manifestar, o Presidente colocou o Projeto de Lei em votação. Aprovado por unanimidade. Nas Matérias em Primeira Votação, o Presidente solicitou a leitura do Parecer 28/2020 da CUP sobre o Projeto de Lei Legislativo 02/2020. Após a leitura, colocou o Projeto de Lei em discussão. O Vereador Sérgio Alexandri disse: "- Senhor Presidente, só para nós colocarmos alguma coisa em dia referente a esse Projeto, eu tenho que entregar ele na próxima reunião da Câmara para umas pessoas aí que tiveram a cara de pau de dizer que o Prefeito, nós aumentamos para R$ 15.000,00 (quinze mil reais) o Prefeito, que o Vereador ia ganhar cinco conto e eu disse para a cidadão hoje de manhã, pena que ele não quer que diga o nome dele aqui, que é ruim tu falar assim o nome das pessoas, as pessoas são muito covardes, são muito cagonas, eu disse para ele: tu vai lá e diz para essa senhora, que eu não quero nem saber que é que é, que o Serjão disse que ela é mentirosa, com essas palavras, e vão catar formiga, tropa de ignorantes! Nós abaixamos, o Prefeito é dez e trezentos, o Vice-Prefeito é cinco e trezentos, que a Constituição diz que tem que ser isso, não tem como nós abaixarmos, senhor Presidente, tínhamos conversado, e que o Vereador nós abaixamos também em torno de 10% (dez por cento), ia baixar as diárias, então, senhor Presidente, para o senhor ver como a gente é criticado, é às vezes espezinhado por um bando de ignorantes! Pô, o Vereador ter que falar isso, que a gente depende do voto, mas não dependo do voto dessa gente, dependo do voto de quem acredita em mim, nem sei se vou ser candidato! Então para o senhor ver como é ruim a situação, não dessa Casa, alguns municípios também são iguais ou não, mas só para deixar claro, senhor Presidente, que assim que nós aprovarmos na próxima reunião, quero entregar para esse cidadão que foi me comunicar isso para ele mostrar para essa mulher, que não quis nem sabe e nem quero, para ver como a verdade sempre prevalece com este Vereador, senhor Presidente". O Vereador Ademir Antoninho Momo disse: "- [...] Vereador Serjão, para mim foi muito pior ainda, foi pior ainda, porque me disseram, o Prefeito está ganhando, eu até expliquei tudo, quanto que o Prefeito ganha, aqui é dez mil e trezentos, e o atual é dez mil e quinhentos, seiscentos, sabe quanto sobra para o Prefeito limpo? Porque eles não fazem a conta, isso aqui tem desconto, aqui vai sobrar para o Prefeito oito mil e poucos reais, isso aí não é salário para um Prefeito pela responsabilidade que tem, não é salário para um Prefeito, isso eu digo com todas as letras! E esse cidadão me disse que o Prefeito de Marcelino está ganhando vinte e dois mil e quinhentos reais, meu Deus do céu! Eu disse, 'não, o salário é esse e agora vai ser dez mil e trezentos', 'não, mas pode ser dez mil e trezentos no papel', só escutem o que me disseram: 'não, isso aqui é no papel, depois ali dão um jeitinho, mesma coisa vocês, para receber o resto por fora', não, pelo amor de Deus, olha o que as pessoas pensam! Então, gente, a gente escuta isso, isso é normal, isso aqui é coisa normal, você tem que escutar e nós falarmos a verdade, nós estamos falando a verdade e é lei, está aqui, vai ser aprovado, é lei, é lei e pronto, e vai ser recebido isso, vai vir na folha e acabou, não tem como receber mais ou receber menos, é isso aí e acabou! Então nós temos que tentar explicar para as pessoas, é isso aí e pronto, é lei aprovada. Então eu sou favorável". A Vereadora Eliana Lanzana disse: "- Eu já manifestei o que eu vou falar aqui em outro momento, não em sessão ordinária, conversávamos extraoficialmente e eu vou falar agora, que fique registrado. Eu sou a favor do Projeto e assim, acho justo o que o Prefeito ganha, por quê? Nós não estamos falando de quem é o Prefeito, de que partido, se está fazendo uma boa gestão ou uma má gestão, estou falando da função do Prefeito, é ele que tem a responsabilidade de administrar, geralmente é alguém que abdica de toda a sua vida pessoal, dos seus negócios para se dedicar ao Município, ele abre mão de muita coisa e o risco de estar ali também é grande, por quê? Porque diante de qualquer ato falho, pode destruir com a vida de uma pessoa. Claro, se o fato falho esse, enfim, o erro cometido vem de algo que a gente vê acontecer no país todo, um ato de corrupção, tem que ser condenado e a reputação mesmo tem Estado do Rio Grande do Sul Câmara de Vereadores de Marcelino Ramos Praça Padre Basso, 015, Centro, 99.800-000 (54) 3372-1623 camaramarcelinoramos@hotmail.com www.marcelinoramos.rs.leg.br 17 “DOE SANGUE, DOE ÓRGÃOS, DOE VIDA!” que ser exposta ao Município e a todo mundo, mas e se esse ato falho for, por exemplo, por uma assessoria falha, por uma assessoria que não foi tão competente em analisar algo, entende? Então eu acho que a responsabilidade de quem está ali é muito grande, o peso de estar ali é grande e eu acho que é algo que é justo, então sou favorável". O Vereador Gilmar Dutra Ribeiro disse: "- Como eu coloquei antes, eu já me manifestei com essa situação que trazia aqui a colega Lili da responsabilidade, muitas vezes até da competência que é ter alguém em um cargo público e o Prefeito, salvo melhor juízo, tem que ser uma das pessoas, ao meu ver, assim, de ponta no Município, para que ele possa conduzir o Município. Então eu entendo que a remuneração deveria ser até maior, mais do que dez mil reais por mês, porque está embutido nesse compromisso dele, nessa responsabilidade muita coisa. Nós, como Vereadores, temos já problemas, então imagina o Prefeito, onde a sua assinatura, muitas vezes, até por uma má orientação, ela corre o risco de trazer sérios problemas. Sem contar que o Prefeito, ele deve ser aquela pessoa que vai impulsionar, nem tudo o Prefeito, mas ele é muito importante no desenvolvimento do Município, enfim, para que o Município possa agregar e seguir em frente. Então eu acho que o Prefeito tem que ganhar, voto por esse valor e entendo eu que deveria ser até mais, mas o que se discute também é o subsídio do VicePrefeito e aí existe uma discussão até na comunidade de até que ponto, em que pese já ter colocado aqui que é uma norma constitucional, que não teria como mexer e tal, mas é uma situação que nós vamos ter que rever, se não der por Câmara de Vereadores, talvez por Câmara dos Deputados, de que o VicePrefeito, ele só tenha o subsídio se ele desempenhar uma função. Nós temos, aqui no Brasil, creio eu que na grande maioria dos municípios, Vices-Prefeitos ganhando salário sem exercer a função. Isso aí, salvo melhor juízo, traz aí aos cofres públicos um grande custo em uma legislatura que pode ser a compra de uma máquina, quantos medicamentos que isso aí poderia ser comprado. Já colocamos aqui que estamos em falta até de AAS no nosso Posto, e é verdade, porque eu também tenho uma reclamação nesse sentido, então eu acho que nós temos que discutir, se não a nível de Câmara, mas a nível de Câmara dos Deputados, a situação de arrumar uma função permanente para o Vice-Prefeito, que ele não seja somente uma figura decorativa, muitas vezes somente recebendo o salário. Então, considerando isso que eu coloquei, eu voto favorável ao Projeto, senhor Presidente". O Presidente Antonio Carlos Gomes dos Santos disse: "- Com relação ao que o colega Vereador falou, pode-se a Câmara, em um geral, fazer uma Indicação ao Executivo, pois já tem uma lei que atribui função e colocar nesta lei inclusive Secretaria Municipal, então isso pode sair, partir da Câmara de Vereadores também ao Executivo Municipal, já tem uma lei em vigor". O Presidente colocou o Projeto de Lei em votação. Aprovado por unanimidade em primeira votação. O Presidente solicitou a leitura do Parecer 29/2020 sobre o Projeto de Lei Legislativo 03/2020. Após a leitura, colocou o Projeto de Lei em discussão. O Vereador Sérgio Alexandri disse: "- Senhor Presidente, só para nós fazer com que... olha, já está levantando para ir embora o Polaco, viu Polaco, para levar lá para baixo e contar lá o que aconteceu aqui hoje, o Prefeito, nós vamos votar e aprovar na próxima sessão, o salário do Prefeito é dez e trezentos, o Vice cinco e trezentos, os Secretários quatro e trezentos e dos Vereadores dois e cento e cinquenta, tudo bruto... só para... que eles não vão ouvir a nossa reunião, senhor Presidente". Não havendo mais Vereador com interesse em se manifestar, o Presidente colocou o Projeto de Lei em votação. Aprovado por unanimidade em primeira votação. O Presidente solicitou a leitura do Parecer 30/2020 sobre o Projeto de Lei Legislativo 04/2020. Após a leitura, colocou o Projeto de Lei em discussão. Não havendo Vereador com interesse em se manifestar, o Presidente colocou o Projeto de Lei em votação. Aprovado por unanimidade em primeira votação. O Presidente colocou em votação a Ata 16/2020 retificada, solicitando à servidora que explicasse a razão da retificação. A servidora explicou que a Ata teve que ser retificada em razão de ter constado data errada no documento original, qual seja, seis de agosto de 2020, sendo que a reunião extraordinária foi realizada no dia cinco de agosto de 2020, fato constatado após a aprovação em plenário do documento. Diante da explicação, a ata retificada foi aprovada por unanimidade, passando a constar a data correta. O Presidente colocou em votação a Ata 17/2020, da sessão ordinária do dia 17 (dezessete) de agosto de 2020. Aprovada por unanimidade. Nas Demais Proposições, o Presidente solicitou a leitura do Requerimento 14/2020, do Vereador Gilmar Dutra Ribeiro. Após a leitura, colocou o Requerimento em discussão. O Estado do Rio Grande do Sul Câmara de Vereadores de Marcelino Ramos Praça Padre Basso, 015, Centro, 99.800-000 (54) 3372-1623 camaramarcelinoramos@hotmail.com www.marcelinoramos.rs.leg.br 18 “DOE SANGUE, DOE ÓRGÃOS, DOE VIDA!” Vereador Gilmar Dutra Ribeiro disse: "- Esse Requerimento eu tive a oportunidade de ver realmente as crianças naquela via, tem bastante crianças ali e também que os veículos passam ali de forma exagerada na velocidade. Então o pedido é dos moradores, eu pude presenciar esse fato e esperamos aí que o Poder Executivo possa ir até aquela comunidade e ver a possibilidade, então, de instalar esses quebra-molas e essa fiscalização necessária. Obrigado, senhor Presidente, conto com o apoio de todos". O Vereador Sérgio Antônio Beal disse: "- Só gostaria de contribuir rapidamente também nessa questão do Vereador Gilmar, que fosse levado um pouco mais a sério os Requerimentos que são aprovados por esta Casa e os pedidos pela Administração Municipal. Eu já fiz por duas vezes um pedido de redutor de velocidade aqui nas ruas do centro, vocês vejam que lá para cima do seu Julinho tem um quebra-mola e depois em toda a extensão da rua, até em frente ao Zago, não tem mais nenhum redutor de velocidade e o relato dessa rua comercial, principalmente à noite, é um absurdo a velocidade. Foi sugerido o local e não foram tomadas providências. Então eu volto a reforçar que novamente nós vamos fazer um pedido aqui, um Requerimento, vamos aprovar, Vereador Gilmar, dificilmente vão fazer. Mas já Viadutos e Gaurama, cada vez que eu passo lá, eu me admiro da quantia de redutores de velocidade que tem, e lá pode, aqui, infelizmente, só quando acontecer alguma tragédia. Mas sou favorável. Seria isso". Não havendo mais Vereador com interesse em se manifestar, o Presidente colocou o Requerimento em votação. Aprovado por unanimidade. O Presidente solicitou a leitura do Requerimento 15/2020, do Vereador Gilmar Dutra Ribeiro. Após a leitura, colocou o Requerimento em discussão. O Vereador Gilmar Dutra Ribeiro disse: "- Esse Requerimento, colegas, ele vem porque eu mesmo fui até a UBS para ver uma cadeira para uma marcelinense que estava necessitando e aí quando a família veio para buscar a cadeira, não pôde ser utilizada porque a senhora não, a cadeira não servia para a senhora devido ao tamanho da cadeira, então é uma falha do nosso Município, eu acho importante que o Município, através da Saúde, também aproveite esse recurso que está chegando e equipe a nossa UBS da sede, bem como a do interior com cadeiras de rodas também para uso normal, mas também com cadeiras de rodas para pessoas obesas, considerando que esse número de pessoas é grande em nosso Município e no Brasil. Obrigado". Não havendo mais Vereador com interesse em se manifestar, o Presidente colocou o Requerimento em votação. Aprovado por unanimidade. O Presidente consultou o plenário sobre a realização das Considerações Finais, que não foram realizadas. A Vereadora Eliana Lanzana disse, por questão de ordem: "- [...] Me surgiu deixar uma sugestão e gostaria que o Líder do Governo encaminhasse ao Executivo e quem sabe até ao Secretário Municipal de Saúde, assim: todos nós desejamos a volta do turista, a volta à normalidade, enfim, e isso já está acontecendo, a forma como foi liberada, a abertura que foi dada até agora a gente está vendo que o turista está vindo no final de semana. O povo de Marcelino eu estou vendo que está muito consciente do uso da máscara e dos cuidados, mas este final de semana eu circulei lá pela orla do largo e tinha muita gente de fora, grupos de turistas que se reuniram entre familiares e amigos, acredito que tinha mais de 30 (trinta) pessoas, e nenhum usava máscara, eu acho que as pessoas achavam que por estar ao ar livre não precisava, mas elas estavam próximas, elas não estavam respeitando o distanciamento, então eu acho que para nos dar mais tranquilidade e a gente poder continuar ampliando a abertura, eu acho que teria que passar o carro de som no final de semana também, no sábado e domingo de manhã, no sábado e domingo à tarde lá naquele espaço, dizendo que neste município tem que se respeitar o distanciamento social e o uso da máscara, eu acho que é fundamental, e além disso, se houver a possibilidade de uma fiscalização, seria interessante. Eu acho que é para a nossa segurança e para a gente poder continuar esse movimento de abertura, senão daqui a pouquinho a gente vai fechar os olhos para isso e a gente vai ter que fechar tudo de novo! Então só deixo como sugestão pois acho que é meio interessante se fazer isso logo. Obrigada". O Vereador Sérgio Antônio Beal disse, por questão de ordem: "- Um questionamento, o Enio de repente pode me responder, então agora passa a valer os 15 (quinze) metros, isso é lei, passa a valer os 15 (quinze) metros, pelo que diz aqui? Porque aqui fala né, que em faixa de domínio, faixa edificada, no mínimo 15 (quinze) metros cada lado". O Vereador Ademir Antoninho Momo disse: "- Sobre isso aí eu não conversei com o Prefeito direto, mas eu mandei mensagem disso aí para que tomasse providência o quanto antes, eu acho que tem que vir uma lei para a Câmara para normatizar isso aí, que Estado do Rio Grande do Sul Câmara de Vereadores de Marcelino Ramos Praça Padre Basso, 015, Centro, 99.800-000 (54) 3372-1623 camaramarcelinoramos@hotmail.com www.marcelinoramos.rs.leg.br 19 “DOE SANGUE, DOE ÓRGÃOS, DOE VIDA!” daí eu pedi urgência para que analisasse e mandasse para a Câmara e nós aprovamos, se precisar se fazer uma extraordinária se faz, para não, de repente, perder pessoas que dependem disso aí né". O Vereador Sérgio Antônio Beal respondeu: "- Porque assim, há um descontentamento muito grande, tanto é que vocês todos são provas disso, todos vocês assinaram os ofícios também, da maioria da população de Marcelino Ramos que tem ali os terrenos, qualquer sanguinha a pessoa tem que respeitar os 30 (trinta) metros, inviabiliza. Foi feito um abaixo-assinado, em poucos dias mais de 200 (duzentas) pessoas procuraram para assinar, então eu gostaria novamente de reforçar aqui, que viesse, ao menos que ficasse nos dez pelo menos, mas enfim, mas como que outros municípios estão conseguindo fazer? Por que é que nós não conseguimos?". O Vereador Enio Luiz Wittmann disse: "- Serginho, se existir um município com menos de dez, por favor, tu me traz, não existe município com dez, eu já falei, já expliquei, já reexpliquei isso. Não existe município com dez, o que é possível é com 15 (quinze), com 15 (quinze) o Executivo já está montando esta lei, existe aqui em Mariano Moro, já tem com 15 (quinze) metros, então já veio para cá essa lei, eles já estão montando, com cinco e com dez não existe. Pode ter uma jurisprudência de alguém que construiu nos dez metros, foi para a Justiça e a Justiça deixou ficar nos dez metros, mas uma lei dizendo que é possível edificar em dez ou cinco não existe". O Vereador Sérgio Antônio Beal respondeu: "- Viu, nós temos que dar um retorno para essa população viável, se são 15 (quinze) metros, vão ser os 15 (quinze) metros, porque senão assim, nós temos aqui no nosso Município, se nós pegarmos lá do DAER até aqui, está cheio de invasão, se for botar para valer, vai prejudicar muita gente". O Presidente interrompeu, informando que finalizaria a reunião para que a discussão continuasse após a reunião. Não havendo mais assunto a ser tratado, o Presidente informou sobre as férias da servidora, convocou os Vereadores para a sessão ordinária do dia 21 (vinte e um) de setembro de 2020 e deu por encerrados os trabalhos da sessão ordinária do dia primeiro de setembro de 2020. ANTONIO C. G. DOS SANTOS ADEMIR A. MOMO ENIO L. WITTMANN Presidente Vice-Presidente Secretário
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Estado do Rio Grande do Sul Câmara de Vereadores de Marcelino Ramos Praça Padre Basso, 015, Centro, 99.800-000 (54) 3372-1623 camaramarcelinoramos@hotmail.com www.marcelinoramos.rs.leg.br “DOE SANGUE, DOE ÓRGÃOS, DOE VIDA!” ORDEM DO DIA PARA A SESSÃO ORDINÁRIA DO DIA 01/09/2020 PEQUENO EXPEDIENTE (art. 132) = 30 minutos Correspondências recebidas do Prefeito Municipal: Ofício 271/2020. Moções: Moção de Repúdio 01/2020 (Reforma Tributária Estadual); Moção de Apoio 04/2020 (Concursos Públicos da Polícia Civil). Expedientes apresentados por Vereadores: Indicação 05/2020 – Vereador Enio Luiz Wittmann; Pedido de Informação 11/2020 – Vereadora Eliana Lanzana; Pedido de Providência 15/2020 – Vereador Sérgio Antônio Beal. Matérias em discussão única: Parecer 27/2020 e Ata do Parecer da CUP sobre o Projeto de Decreto Legislativo 02/2020 (Regulamenta a concessão de diárias no Poder Legislativo do Município de Marcelino Ramos – RS); Parecer 31/2020 sobre o Projeto de Lei 024/2020, Mensagem Modificativa 03/2020 e Emenda Modificativa 03/2020 (Dispõe sobre medidas excepcionais no âmbito dos contratos administrativos de prestação de serviços, na forma que especifica); Parecer 32/2020 e Ata do Parecer da CUP sobre o Projeto de Lei 025/2020 (Institui o programa Saúde na Hora na Unidade Básica de Saúde da Sede, ampliando os horários de funcionamento e dá outras providências); Parecer 33/2020 e Ata do Parecer da CUP sobre o Projeto de Lei 026/2020 (Abre crédito suplementar no montante de R$ 20.000,000 (vinte mil reais) e dá outras providências). Estado do Rio Grande do Sul Câmara de Vereadores de Marcelino Ramos Praça Padre Basso, 015, Centro, 99.800-000 (54) 3372-1623 camaramarcelinoramos@hotmail.com www.marcelinoramos.rs.leg.br “DOE SANGUE, DOE ÓRGÃOS, DOE VIDA!” Matérias em 1ª votação: Parecer 28/2020 e Ata do Parecer da CUP sobre o Projeto de Lei Legislativo 02/2020 (Dispõe sobre a fixação dos subsídios do Prefeito e do Vice-Prefeito Municipal para o mandato 2021/2024); Parecer 29/2020 e Ata do Parecer da CUP sobre o Projeto de Lei Legislativo 03/2020 (Dispõe sobre a fixação dos subsídios dos Secretários Municipais a partir de 1º de janeiro de 2021); Parecer 30/2020 e Ata do Parecer da CUP sobre o Projeto de Lei Legislativo 04/2020 (Dispõe sobre a fixação dos subsídios dos Vereadores para a Legislatura 2021/2024). Votação das Atas: 16/2020 (retificada) e 17/2020. Demais proposições: Requerimento 14/2020 – Vereador Gilmar Dutra Ribeiro; Requerimento 15/2020 – Vereador Gilmar Dutra Ribeiro. CONSIDERAÇÕES FINAIS = 45 minutos MANIFESTAÇÃO DOS VEREADORES CONFORME ARTIGO 135 DO REGIMENTO INTERNO.