| Tipo | Lei |
|---|---|
| Número / Ano | 193 / 1991 |
| Date | 1991-07-08 |
| Ementa | APROVA O PLANO PLURIANUAL DE EDUCAÇÃO E CULTURA E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS |
| native_id | 191 |
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mel 5 (7a) Õ a us a z «< [em [6) (6) [re] (6) a [6] a « - [5a] uu GABINETE DO PREFEITO VILA FLORES LEI MUNICIPAL Nº 193, DE 08 de JULHO DE 1991. APROVA O PLANO PLURIANUAL DE EDUCAÇÃO E CULTURA, E DÁOUTRAS PROVIDÊNCIAS. ZELIA BRANDALISE FIORI, Prefeito Municipal de Vi la Flores. Faço saber que a Câmara Municipal de Vereadores aprovou e eu sanciono e promulgo a seguinte Lei: ART. 1º - Fica aprovado o Plano plurianual de Educação e Cultura, que passa a fazer parte integrante desta Lei. ART. 20 - Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário. GABINETE DO PREFEITO MUNICIPAL DE VILA FLORES, aos 08 de julho de 1991. BRASÃO MUNICIPAL .Criado pela Lei Municipal nº 56 de 06.09.89 PREFEITURA MUNICIPAL DE VILA FLORES SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO E CULTURA N Ê Protásio Nova Prata N.S. Aparecida 05ão Lourenço ON. S.da Fagundes Brona Ramoi Saúde N - Varela O sagrado c Do São Caetano, Antônio Prado de Jesus FLORES o. “e e Caravágio Rogue São Jorge Veranópolis PREFEITURA MUNICIPAL DE VILA FLORES SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO E CULTURA PLANO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO E CULTURA A EXECUTIVO MUNICIPAL Prefeito Municipal Zelia Brandalise Fiori Vice-Prefeito Antônio Costella Secretaria Municipal de Educação e Cultura Cleusa Fiori LEGISLATIVO MUNICIPAL Presidente Darcilo João Canavese Vice-Presidente Luis Pessutto Secretário Egidio Morgan Vereadores Gessi Brandalise Mauri Chiaradia Valentim Guadagnin Doacir José Antoniolli Adriano Rui Ildo Vivam EQUUIPE DE APOIO DA SMEC Secretária !Municipal de Educação Cleusa Fiori Supervisora Municipal Dianete Antoniolli Christianetti PROFESSORES MUNICTPAIS Catarina Rampi Galli Isabel Girardi Turcatto Ilda Vivam Adriana Simonetto Miraci Rastelli Detogni Eduarda Lunardi Neusa Sperotto Juraci Bavaresco Fochesatto Marlei Massignam Hilda Costa Grison DIRETORES ESTADUAIS Alide Galina Luzzatto Maria do Carmo Carnevalli Daisi Bavaresco Todescatto Cleusa Simonetto Rigon Vera Silvestre Fiori Iselda Colombeli dos Santos SUMÁRIO Apresentação..........ccccccciccccc cresc crrrrrrea Identificação.............. Estrutura Organizacional da SMEC..................c.. Mapa da rede de Escolãs no município com localização. Relação Indicativa das Escolas existentes no município. Marco Referencial.......... Informações e Perspectiva.. Prioridades................ Programação................ RECUTSOS.....cccccrccccrs Acompanhamento, controle e avaliação 10 11 15 27 28 35 36 APRESENTAÇÃO O Município de Vila Flores quer dar os primeiros passes de sua existência com a certeza de que estará se direcionando rumo a uma atividade educacional, cultural e '-despbítiva perfeitamente sintonizada com a aspiração coletiva de seus habitantes. O Plano Municipal de Educação e Cultura é justamente o mecanismo que vai, num único instrumento, determinar o conhecimento da realidade e estabelecer as ações de curto, médio e longo prazo que visem atender os anseios da comunidade em geral e especialmente os da clientela escolar. Nossa esperança é que com a previsão de execução do presente plano envolvendo três anos de administração, portanto, interferindo nas ações do próximo governo pelo período de um ano, pos samos evitar a descontinuidade: dos programas previstos para a vida educacional e cultural dê nos- so Município, fato que constantemente ocorria na Sociedade Brasileira. O presente Plano é fruto de um trabalho de planejamento baseado nos anséios do corpo docente bem como nas perspectivas dos alunos juntamente com a Secretaria Municipal ' de Educação e Cultura e tendo em vista úm desenvolvimento harmônico e constante da Educação e Cultu ra de nosso Município atingindo o principal objetivo do homem: SER. Cleusa Fiori Secretária Municipal de Educação e Cultura. 1.4, 1.5, 1.6. 1. IDENTIFICAÇÃO MUNICÍPIO: VILA FLORES MICRORREGIÃO: Encosta Superior do Nordeste ASSOCIAÇÃO A QUE PERTENCE O MUNICÍPIO: ASSOCIAÇÃO DOS MUNICÍPIOS DA ENCOSTA SUPERIOR DO NORDESTE ÓRGÃO EXECUTOR: Secretaria Municipal de Educação e Cultura DELEGACIA DE EDUCAÇÃO? 168 PERÍODO DO PLANO: Janeiro 1991 a 1993. Fagundes Varela 2. MAPA DA REDE DE ESCOLAS ND MUNICÍPIO COM LOCALIZAÇÃO “Nova Prata Veranópolis e ) ESTABELECIMENTO DE ENSINO SIGLAS USADAS ND ORGANOGRAMA SMEC-Secretaria Municipal de Educação e Cultura CME-Conselho Municipal de Educação. SA-Setor Administrativo SP-Setor Pedagógico SBM-Setor Biblioteca “.e Museu SNE-Serviço de Nutrição Escolar SCD-Setor de Cultura e Desportos. CMD-Conselho Municipal de Desportos CcvF-Centro Cultural de Vila Flores. CPM-Círculo de Pais e Mestres 1.0 E.M. 2.0 Eu. 3.0 E.m. nO EM. 5.0 EM. 6.DEM. 7.0 E.M. 8.0 E.M. 9.0 EM. ME. 2. E.E. 3.0 E.E. AQE. 5.ME.E, 6.DE.E. de de de de de 3. RELAÇÃO Grau Inc. Grau Ihc. Grau Inc. Grau Inc. Grau Inc. Grau Inc. Grau Inc. Grau Inc. Grau Inc. Grau Ihc. Grau Inc. Grau Inc. Grau Inc. Grau Inc. Grau Inc. INDICATIVA DAS ESCOLAS EXISTENTES NO DANIEL CONTE EVARISTO DA VEIGA GELMINO CARNAVAL JOXO RAMPI JOSE TARASTONT SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS SRO CAETANO TOMÁS ANTÔNIO GONZAGA VISCONDE DE PELOTAS AMÉRICO HERLINGER DOSOLINA BOFF GUILHERME POMATTI JOÃO GHELERE MARECHAL DEODORO PEDRO PESSUTTO MUNICÍPIO 4. MARCO REFERENCIAL MARCO SITUACIORAL A Secretaria Municipal de Educação e Cultura de Vila Flores, analisando o mundo de hoje, detectou 'a necessidade de realizar um trabalho voltado ao resgate da Escola Pública e uma melhoria do ensino tem como proposta a Integração Escola X Comuhidade, pois percebe-se que a educação sofre as consequências geradas por uma sociedade que impede todas as pessoas à par- ticipação nos bens materiais e espirituais, onde se acentua a concentração do poder, a má 'dis- tribuição 'de renda e a massificação do homem. Sendo que neste contexto, muitas vezes, a escola é geradora de problemas sociais, quando reproduz vícios e defeitos na sociedade. Na sociedade de hoje, constata-se que os valores materiais tem predominância, o) ter e não o ser, o dinheiro, o lucro, o poder, o materialismo, sociedade consumista, egoísta e insegura. , Percebe-se vestígios de valores como amizade, união, participação, família, reli gião, educação honestidade. Vê-se a escolã, por vezes, geradora de problemas sociais, quando produz vícios e defeitos da sociedade, quando seu currículo se distancia da realidade em que vi ve a criança, quando inexiste uma linha pedagógica definida. MARCO DOUTRINAL A vida humana não está isolada do contexto social. Partindo deste princípio pretendemos contribuir para que se forme um homem pensante, capaz de questionar, criticar, participar, transformar, construir e transcender na busca de verda '- des 'para uma vivência voltada a "SER", Um ser humano cujas características principais sejam: moral, honestidade, compromis- so, confiança, respeito, idealismo, simplicidade, sinceridade, justiça, verdade, confiança. Nesse sentido vemos como fundamental a integração escola-comunidade, pois esta ; pro- picia a ampliação do trabalho educativo, buscando numa ação conjunta, não apenas o crescimento e transformação 'de seus elementos, onde as pessoas tenham asseguradas oportunidades para se auto-rea- lizarem. Detectamos a necessidade de dar preferência na sociedade que quer para o futuro. Sem descriminações sociais e maior valorização humana, uma educação que prepa?ê a pessoa para a vida, com justiça, verdade, amor e honestidadê&, lma educação que proporcione o desenvolvimento integral do ser humano na busca de ideais e do bem comum; valorização do trabalho, resgatando a cultura popu lar a fim de cultivar as raízes de sua comunidade e fazer o homem construtor de sua própria história. MARCO OPERATIVO Sendo o aluno o centro do processo educativo a Secretaria Municipal de Educação e Cultura, pretende uma educação voltada para a realidade, partindo do meio e da bagagem inteíior do ser humano, baseado no concreto, princípios morais, partindo das necessidades da família, da escola e da comunidade. Uma escolã que atenda as necessidades dos alunos levando em consideração o meio, a clientela, recursos objetivos, metodologia, conteúdos e avaliação do ensino. Sabemos que a esco- 1a é uma instituição responsável pela reprodução e transformação da sociedade, devemos rever como acontece o fato educacional e estabelecer propostas curriculares que venham ao encontro da socie- dade e do homem que queremos formar. Uma escola integrada, unindo alunos, pais, sociedade e professores, valorizando ca- da segmento e permitindo acesso dos mesmos na parte administrativa, pedagógica e cultural. Educação que se identifique com a realidade e as necessidades do povo, voltada para a abertura, para o desenvolvimento do senso crítico. Uma educação comprometedora, transformadora que estimule a reflexão, a análise, a elaboração e demais habilidades que contribuam para a autono mia crítica das pessoas frente a vida quotidiana, buscando constantemente a integração de “todos os que participam do processo ensino-aprendizagem. Tornar a escola um espaço mobilizador, através de iniciativas capazes de aglutinar as forças da comunidade na busca de sua organização. Resgatar a idehtidade de classe e de cidadania das camadas populares, sua auto-ima gem e auto-determinação, fazendo com que se percebam sujeitos de uma coletividade, despertando a - 13 - a necessidade do companheirismo e da solidariedade a fim de que as pessoas cóloquem o seu potencial criativo em benefício da comuhidade. Cabe a Prefeitura Municipal oferecer apoio administrativo na execução do planejamento e- ducacionãl e apoio financeiro, usando dãs verbas destinadas à Educação e proporcionando recursos pa- raia atualização dos docentes. Para se atingir melhor qualidade de ensino é importante a participação dos pais, “mais fohtes de pesquisa, professores atualizados dinâmicos e atuantes; que o ensino seja voltado para o futuro, para as necessidades individuais do aluno e comunidade; ambiente agradável na escola; recur- sos adequados; acesso à escola facilitado; alunos bem alimentados e com boas condições ambientais, a poio e valorização aos professores. São esses os fundamentos que vêm norteando nossa prática pedagógica e orientam o conjun to de projetos, programações ações e atividades desenvolvidas pela Secretaria Municipal de Educação que desenvolvido integralmente com a comunidade, será levada ao alcance do homem, da Educação e da sociedade que almejamos. 5 —- INFOR ÍÇÕES E PERSPECTIVA ] 5.1. INFORMAÇÕES GERAIS SOBRE O MUNICÍPIO: O município de Vila Flores está localizado na Região da Encosta Superior do Nordeste. Encon- tra-se distanciado aproximadamente 183Km por via rodoviária, da Capita 1 do Estado, tendo como acesso princi- pal o Km 116. Limita-se ao norte: Nova Prata; ao Sul:Veranópolis; ao Leste: Antônio Prado e Profásio “Alves Deste: Fagundes Varela. As localidades que compõem o município são: Capela do Carmo, Capela São Caetano, Cape la de São Roque, Capela dé N.S. de Caravágio, Capela de N.S. Aparecida, Capela de São Jorge, Capela de Sagra- do Coração de Jesus, Capela de São Lourenço, Capela N. S. da Saúdé, Comunidade de Barro Preto e Zona Rampi. A altitude da sede municipal é de 750m acima do nível do mar, tendo clima temperado, ficando entre as coordena das geográficas de 29 de latitude sul e 52 de longitude Oeste de Grau. O município está localizado na serra ; portanto é formado de planalto e montanhas, sendo cortado pelos rios: Prata, Retiro e Jaboticaba. O solo da comunidade é uma fonte de basalto, que se apresenta como um meio de produção econômica, pois as lajes de ba- salto estão sendo muito usadas em construções de prédios, como piso. Em todo município são encontrados : dez salões paroquiais, onde as pessoas dos pequenos povoados se reunem para o lazer de finais de semana. Também existem duas sociedades recreativas particulares. Para comunicações, o município mantém um posto de Correio com seus serviços complementares e uma Associação Comunitária de Vila Flores, que mantém três linhas DDD, ligadas para 80 ramais. Existem alguns telefones DDD, ligados diretamente à Central Telefônica de Veranópolis. Atualmente, em Vila Flores, a assistência religiosa possui um templo católico e as comunida- des com suas respectivas capelas. A religião predominante da população é a católica. A assistência social e sanitária ainda não possui hospital, de um médico, somente uma ambulância. O município possui um posto de saúde aonde aten- um odontólogo e duas enfermeiras. — 15 — Na pecuária, encontram-se bovinos, suínos e pequena quantidade de ovinos, destaca-se a produção avícola, como fonte de renda do município. Na agricultura destaca-se a produção de soja, mi lho, feijão, arroz e hortigranjeiros. Não existe uma produção que se saliente pois tudo é proóduiido em minifúndios. O comércio, em Vila Flores é bastante diversificado, encontrando-se minimercados, lojas e confecções, venda de produtos coloniais, farmácia, casas de materiais de construção, produtos agri- colas e posto de venda de combustivel. As festas mais popúlares' das'comunidades são: Santo Antônio, N. S. da Salete, N.S. “do” Caravágio, N.S. da Saúde, Semana do Município, Festa dos Idosos. A cidade de Vilã Flores apresenta as seguintes características: a população é essencial mente de origem italiana e mantém viva a fé católica romana dos primeiros desbravadores.E o maior pro” dutor de cerâmica do RS. Está ligada aos demais municípios pela RST 470 (Veranópolis-Nova Prata). Ao longo do vale do Prata, encontra-se a rede Ferroviária Federal. x há º a TASELAM 5.2 ASPECTOS EDUCACIONAIS E CULTURAIS 5.2.1-DADOS GERAIS DAS ESCOLAS DO MUNICÍPIO DE VILA FLORES. | Ass need o (fe Adm. rocal tração Distância MG MEM E da sede men meo fo [fofo fofo fetos espe ommto [a [| fe fofo fo fee oiee. menico mescinoca [os az [o [o fes fo [a Já fo form PEDRO PESSUTTO 1ºg Ine: DANTEL“CONTE'” 1ºg. Inc. JOSE TARASCONI 1ºg Inc. 1º g Inc, CONVENÇÃO: MG-Matrícula Geral; E-Evadido; T-Transferência; MF — - - Matricula Final. N N TABELA Z 5.2.2-NÚMERO DE ESCOLAS POR LOCALIZAÇÃO E DEPENDÊNCIA E- Estadual M-Muncipal TABELAS - 5.2.3- MATRÍCULA GERAL POR DEPENDENCIATADMINISTRATIVA E POR LOCALIZAÇÃO - 1º Grau o Tr Lutar a 63 EN NEN 526 U- Urbano R- Rural TA. ELA & 5.2.4 MATRÍCULA GERAL NA PRE-ESCOLA POR DEPENDÊNCIA ADMINISTRATIVA EN ESTADUAL TOTAL GERAL Urbana TARBELAÕçS 5.2.5 MATRÍCULA GERAL POR SERIE NA REDE MUNICIPAL DE ENSINO TABELA g6 5.2.6. MATRÍCULA GERAL POR SERIE NA REDE ESTADUAL DE ENSINO TABELA Z 5.2.7. NNMERBODE ESTABELECIMENTOS CONSTRUÍDOS E AMPLIADOS NA REDE MUNICIPAL CONSTRUÍDAS AMPLIADAS ESTABELECIMENTOS | SALA DE AULA | ESTABELECIMENTO| SALA DE AULA 990 | O E RR 1 TABELAS 5.2.8.NÚMERO DE ESTABELECIMENTOS CONSTRUÍDOS E AMPLIADOS NA REDE ESTADUAL CONSTRUÍDOS AMPLIADAS . ESTABELECIMENTOS| SALA DE AULA | ESTABELECIMENTO | SALA DE AULA E TABELAS 5.2.9. ÍNDIICE DE EVASÃO POR SERIE NA REDE MUNICIPAL DE ENSINO TABELA MO 5.2.10. ÍNDICE DE EVASAO POR SÉRIE NA REDE ESTADUAL DE ENSINO NESARAR a! TOTAL jses O TABELA 11 5.2.11. TITULAÇÃO E PROFESSORES DA REDE MUNICIPAL DE ENSIND' PROFESSORES PROFESSORES PROFESSORES % EM EXERCÍCIO HABILITADOS NÃO HABILITADOS HABILITADOS TABELA agíiZ 5.2.12. TITULAÇÃO E PROFESSORES DA REDE ESTADUAL DE ENSINO PROFESSORES PROFESSORES EM EXERCÍCIO HABILITADOS ThBELA 13 5.2.153. SALAS DE AULA DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO ALAS OCIOSAS : Manhã Tarde Noite TABELA UM 5.2.14. SALAS DE AULA DA REDE ESTADUAL DE ENSINO ANO TOTAL DE SALAS SALAS DCIOSAS [manhã | Tarde Noite 5.2.15. MOBILIÁRIO E EQUIPAMENTO O mobiliário básico das unidades escolâres: carteiras, cadeiras, mesas do professor armários e quadro de giz é considerado suficiente em quantidade e em termos de conservação. Também o material e equipamento de secretariãs”, bibliotecas e cozinhas atende o básico necessário. 5.2.16. CURRÍCULO Tendo presente o currículo de 1º grau como trajetória a ser percorrida pelos alunos no ensino fundamental, situa-se o currículo por atividades como a fase em que vai se dar a instrumen talização necessária para alcançar a meta maior da educação, ou seja, a construção da autonomia mo- ral e intelectual. O currículo é desenvolvido nas modalidades de atividades e disciplinas. Os objeti vos desenvolvidos são os de nível regional, buscando-se adaptação à realidade das escolas municipais e estaduais. Na dinamização do currículo há participação de professores, alunos e pais que apresen- tam sugestões de conteúdos, técnicas e recursos, enriquecendo o processo. A Secretaria Municipal de Educação e Cultura, apoio técnico-pedagógico, através de uma supervisora e a 162 DE atrvés do Núcleo municipal de Veranópolis, dinamizam os procedimentos utilizados no processo ensino-aprendizagem. 5.2.17. CULTURA O município não conta com movimentos culturais expressivos. Mas existem eventos de relevância e festas religiosas características como: Festa de N.S. Salete, N.S. de Caravágio, Santo Antônio(padroeiro), Semana do Município, Festa do Idoso, Semana da criança. 5.2.18. DESPORTOS O CMD organiza anualmente campeonatos municipais de bochas, futebol de campo e salão. 5,3. PERSPECTIVA Considerando a situação diagnosticada, que retratã a realidade do Município,de Vila Flores , a Secretaria Municipal de educação e Cultura, com a execução de ações nas diferentes áreas de atuação, espera que, até o finãl do presente Plano, a configuração a- tual seja modificada nos aspectos problemáticos evidenciados e que haja um aprimoramento de to do o trabalho educacional, cultural e desportivo. São esperados os seguintes resultados: *Redução dos índices de reprovação em todas as séries. *Instalação de classe de pré-escola a nível municipal onde houver clientela. *Atendimento com matérial escolar básico ao alunado. *Atendimento preventivo na área de saúde em todas as escolas. *Manutenção do sistema de transporte escolar para onde há necessidade. *Aumento dos indeces de escolarização até 100% no Final de 1993, *Construção de uma creche. *Construção de quadra de esportes. *Construção de um ginásio municipal, *Construção de campos de futebol nas comunidades do interior. *Aquisição de equipamentos recreativos. *Agilização do CMD, -.25 - *Instalação de classe de alfabetização para adultos. *Instalação e funcionamento da Biblioteca Pública Municipal. *Transporte e acompanhamento de excepcionais do município até a APAE de Veranópolis e Nova Prata. *Atendimento das aspirações das comunidades, oportunizando-lhes um contato mais próximo com as di ferehtes manifestações culturais, através da arte, da música, da dança, do teatro e outros. *Valorização da cultura local pelo conhecimento e cultivo do folclore, artesanato e manifestação artística através da criação do Cehtro Cultural. *Ativação e sensibilização dos Círculos de Pais e Mestres. *Atualização de recursos humanos. *Regularização dos terrenos das escolas municipais. *Realização de reparos, onde se fizer necessário, dos prédios escolares do muhicípio. 6. PRIORIDADES A Secretaria Municipal de Educação e Cultura, considerando a realidade do ensino à execução. deste plano , a nível do Município e as disponibilidades existentes para o - desen volvimerto de sua ação na área da educação, da cultura e dos desportos, estabeleceu como objeti- vos prioritários para 0 triênio 1991 a 1993 o que segue: *Expansão e diversificação das ações culturais, oportunizando acesso e participação das comunida des escolares nas promoções culturais e de lazer. *Implemantação da proposta de reconstrução curricular. *Dinamização da funçãô social da escola, integração das ações sócio-educativo, esportivas e culturais, *Provimento das escolãs de mais equipamentos e materiais necessários. *Implantação de um novo novÔ Regimento Escólar junto às escolas municipais. *Garantia de acesso e permanência do alunado na escolã, especialmente os da faixa etária obrigatória. *Redução dos índices de evasão, infreguência e repetência escolâr. *Incentivo à atualização e ao aperfeiçoamento dos recursos humanos que atuam no magistério a nível de município, visando à melhoria do desempenho profissional e da qualidade de ensino. *Melhoria das condições físicas da rede municipal. *Provimento das escolas de equipamentos e materiais necessários ao seu funcionamento. *Legalização de terrenos de escolas muncipais, *Apoio e integração ás atividades e promoções culturais, educacionais e esportivas das comunidades. *Conscientização da família de que a escola deve retomar o se: -egado. -927-- 7. PROGRAMAÇÃO | A programação prevista neste Plano Municipal de Educação e Cultura apresenta ações que virão concretizar os objetivos propostos, em função das prioridades que Foram estabelecidas. Cada ação proposta envolverá um conjunto de esforços e de recursos, tanto do órgão mu- nicipal de ensino, quanto de cada escolã e de seus integrantes. Essa participação é ifdispensável, pois é na escola, na sala de aula ou em qualquer atividade curricular que acontece o fato educativo. Assim, a execução e o alcance de resultados satisfatórios das metas estabelecidas nes- te plano é responsabilidade e tarefa de todos quantos estão envolvidos no ensino a nível Municipal, Para melhor organizar as ações propostas, elas apresentam-se em programas que réúnem várias atividades afins. PROGRAMAÇÃO DE ADMINISTRAÇÃO E PLANEJAMENTO PERÍODO -Planejamento, acompanhamento, controle e avaliação da execução de programas Janeiro a dezembro projetos e atividades relacionadas à cultura e ao desporto. de 1991 a 1993, - Realização de provas de habilitação para ingresso de professores no quadro .Janeiro a dezembro de carreira no magistério público municipal. 1991 a 1993, - Conservação dos prédios escolares, pintura e reparos. «Janeiro a dezembro de 1991 a 1993. “Manutenção e conservação das instalações hidro-sanitárias das escolas muni- . Janeiro a dezembro cipais, de 1991 a 1993. «Legislação de terrenos onde estão edeficadas as escolãs da rede municipal. -Encontros entre SMEC e o corpo docente das escolas integração da realidade escolãr global e de seus principais problemas. -Participação do titular da Secretaria Municiapl de Educação e Cultura nas reuniões mensais da AMESNE. - Implantação de um novo Regimento Escolãr. -Encontros entre o Secretário Municipal de Educação e Cultura, Supervisora e Círculo de país e Mestres das escolas do município para conhecimento da rea- lidade. -Atualização e aperfeiçoamento dos recursos humanos da SMEC, oportunizando melhoria do desempenho em suas áreas de atenção Criação e implantação de uma creche. «Janeiro de 1991 «Janeiro de 1991 -. Janeiro de 1991 «Janeiro de 1991 Janeiro de 1991 «Janeiro de 1991 . Janeiro de 1992 a dezembro 1993. dezembro 1993, dezembro 1993, Dezembro 1993. Dezembro 1993. dezembro 1993. dezembro 1993. 1991 a 1993. PERIODO “Encontros entre o Secretário Municipal de Educação e Cultura, supervisora «Janeiro a dezembro e o corpo docente das escolas para: 1991 a 1993. -integrar SMEC e Escolas; -dialogar com diretores e mestres; -inteirar-se da realidade escolar glôbal e de seus principais problemas. -“'Execução e controle de verbas orcamentárias aplicadas pela SMEC. : «Janeiro a dezembro 1991 a 1993. «Controle da regularidade e autenticidade da vida escolar dos alunos. «Janeiro a dezembro 1991 a 19953. -Atendimento das necessidades básicas prioritárias da SMEC e da rede escolar,| .Janeiro a dezembro em termos de equipamentos, material de consumo e permanente. 1991 a 1993. -Apoio aos eventos promovidos pela Prefeitura Municipal durante todo o ano. «Janeiro a dezembro 1991 a 19953. N 5 7.2. PROGRAMA DE cDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR - Instalação gradativa, de acordo com as necessidades de. classes de pré-escola no município. .Visitas e reuniões para acompanhamento, controle e avaliação das ati- vidades docentes pelas Supervisoras da SMEC. -Promoção e coordenação das atividades recreativas, visando a integração entre classes de educação pré-escolar das redes municipal e estadual. a a PERÍODO «Janeiro de 1991 . Janeiro de 1991 . Janeiro 1991 a dezembro 1995. dezembro 1993. a dezembro 1992. 7.3. PROGRAI | DE ENSNO DE 1º GRAU ) PERÍODO «Curso de atualização e aperfeiçoamento para professores que atuam nas «Janeiro a dezembro séries iniciais do 1º Grau. de 1991 à 1993. . Incentivo às escolãs para elaboração de projeto próprio, com vistas à | .Janeiro dezembro dinamização da ação pedagógica junto ao aluno para a melhoria da quali- | de 1991 1993. dade de ensino. -Manutenção e ampliação do Programa de transporte Escolar. «Janeiro a dezembro de 1991 a 1993. - Incentivo as escolas para dinamização da recuperação. '.Março a dezembro de 1991 a 1993. «Dinamização do funcionamento das Bibliotecas Escolares. «Março a dezembro de 1991 a 1993, -Distribuição, orientação & acompanhamento cóm controle de gêneros alimen- ;.Março a dezembro tícios fornecidos pelo PNAE e Prefeitura Municipal às Escolas Municipais | de 1991 a 1993. e Estaduais. | -Aquisição e distribuição de material básico (escolar e pedagógico) para «Março a dezembro os alunos carentes. de 1991 a 19953. & ia “ 4 a ' 7.4. PROGRAMA DE ASSISTÊNCIA AO EDUCANDO AÇÕOES PERÍODO «Acompanhamento a: Março a dezembro -Chamada escolar para a matrícula; de 1991 a 1993 -fiscalização e incentivo à permanência do aluno na escola; -acompanhamento e controle da matrícula, frequência e evasão escolar. -Projeto integrado com a Unidade Sanitária, abrangendo todas as escolas Março a dezembro do município através de: de 1991 a 1993. -atendimento prenventivo, educativo e curativo na área de saúde. -Projeto Integrado SMEC e EMATER "Hortas-Viveiros e Flores", visando melho- lMarço a dezembro rar o aspecto da merenda escolar, incentivar o reflorestamento e o embele- | de 1991 a 1993. zamento do município. «Organização de passeios de estudo, recreação e turismo envolvendo alunos Abril'a dezembro professores municipais e SMEC, de 1991 a 1993. e | N 7.5. PROGRAMA DE AÇÃO CULTURAL E DE AÇÃO DESPORTIVA «Valorização da cultura local pelo conhecimento e cultivo das tradições. «Instalação da Biblioteca Pública e ampliação do acervo. “Implantação do projeto "Cultura e Lazer" com a realização de atividades ar- tístitas e culturais nas áreas de música, dança e teatro. -Incentivo às festas juninas nas escolas do município. -Incentivo das atividades de recreação e de educação física junto às esco- las da rede municipal e estadual e incentivo a participação em torneios intermunicipais, campeonatos e Olimpíada Municipal. -Aprimoramento do Projeto "Esporte para todos! -Apoio ao Campeonato Municipal de Futebol de Campo e Salão. PERÍODO Março a dezembro de 1991 a 19953. Março a dezembro de 1991 a 1993. Março a dezembro de 1991 a 1993. Junho de 1991 a 1993, Março a dezembro de 1991 a 1993. Março a dezembro de 1991 a 1993, Janeiro a dezembro de 1991 a 1993. À 5 8. R o Cu RrRSOS 8.1. HUMANOS Para a viabilização das ações propostas neste plano, a Secretaria Municipal de Edu- cação e Cultura conta com os recursos humanos da própria instituição das escolas e com o apoio e cooperação de todos os órgãos da Administração Municipal. Também é expressiva e indispensável a contribuição prestada pelos diferentes órgãos e entidades da comunidade local, com as quais a Se cretaria Municipal de Educação e Cultura busca a realização de um trabalho integrado, para o al- cance de suas metas educacionais, culturais e desportivas. Salienta-se ainda o apoio técnico prestado por órgãos educacionais, culturais e des portivos dos governos federal e estadual na elaboração e execução de programas e projetos. 8.2. FÍSICOS Quanto aos recursos físicos e materiais já foram relacionados neste Plano e “são próprios da SMEC. 8.3.FINANCEIROS Os recursos financeiros para a realização desta Proposta são oriundos de verbas or çamentária da Prefeitura Municipal, aprovados anualmente. A Administração Municipal destina para ra a concretização das ações educacionais, 25% do orçamento do Município: A SMEC conta “ainda, com auxílios financeiros destinados por órgãos Federais e Estaduais. ral 5 -a 9. ACOMPANHAMENTO, CONTROLE E AVALIAÇÃO O controle, acompanhamento e avaliação deste Plano será realizado através de um processo contínuo e integrado à execução de cada ação desenvolvida. O processo de controle permanente visa corrigir os desvios e problemas surgidos ao longo da execução do Plano, procurando-se garantir, com transformações imediatas através “de novas alternativas, que as ações desenvolvidas alcancem os resultados esperados . A avaliação será continua, valorizando os fatores quantitativos de uma determi- nada atividade ou um conjunto de atividades com vistas a alcançar os objetivos propostos. Como mecanismos de acompahamento, controle e avaliação, serão empregadas técni- cas e recursos que possibilitem aos aos responsáveis pelo processo, a coleta de dados informações necessá rias. Como mecânismos técnicos serão utilizadas a observação direta dos fatos através de entre- vista, colhendo dados, opiniões e informações junto aos diretamente envolvidos nas execução das ações. Ao final de cada ano, será elaborado o Relatório Global da Secretaria Municipal de Educação e Cultura reunindo dados, informações e, principalmente, os resultados alcançados na área educacional, cultural e desportiva.