| Tipo | Lei |
|---|---|
| Número / Ano | 762 / 1999 |
| Date | 1999-12-09 |
| Ementa | DENOMINA RUA JOÃO BAPTISTA SIMONETTO |
| native_id | 762 |
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REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL GABINETE DO PREFEITO VILA FLORES LEI MUNICIPAL Nº 762, DE 09 DE DEZEMBRO DE 1999. DENOMINA RUA JOÃO BAPTISTA SIMONETTO VILMOR CARBONERA, Prefeito Municipal de Vila Flo- res, Faço saber que a Câmara de Vereadores aprovou e eu sanciono e promuigo a seguinte lei Ar. 1º. - A via paralela a RST 470, no Município de Vila Flores, em área pertencente ao DAER (Departamento Autônomo de Estrada de Rodagens), com acesso à RST 470, km 117, passa a denominar-se Rua João Baptista Simonetto. Art. 2º. - Faz parte desta Lei o currículo de João Baptista Simonetto. Art. 3º, - Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. Art. 4º. - Revogam-se as disposições em contrário. SABINETE DO PREFEITO MUNICIPAL DE VILA FLO- RES, aos 09 de dezembro de 1999. PREFEITO MUNICIPAL AVENIDA DAS FLORES, 170 - CENTRO FONE/FAX: (054) 447-1313 CEP 95334-000 - VILA FLORES - RS e-mail. pmvfcsl matrixcombr | - Home Page: http://www .vilaflores.famurs.com.br ViLANRi Ao (3 crescenco com uaumave od ADM. 97/2000 HISTÓRICO DE JOÃO BAPTISTA SIMONETTO Filho de Fransesco Simonetto e Lúcia Andreola, imigrantes italianos da Província de Padova, Itália, nasceu no dia 25 de novembro de 1896, na Linha Sete de Setembro, em Monte Bérico, município de Alfredo Chaves, hoje Veranoópolis.- Diante das dificuldades da época e na necessidade de mão de obra nas lidas agricolas, João estudou somente até o quarto ano primário ( ele falava do quarto li- vro) e falava com orgulho de que foi aluno do celebre e sábio professor EDUARDO DUARTE que iniciou e deu um impulso grande ao sistema educacional daquela épo- ca. Casado com Da Paulina Fracaro Simonetto em 19 de julho de 1919, criou e educou nove filhos (uma filha e oito filhos). Pensando no futuro e na responsabilidade de sua numerosa família, em vista da pouca terra para trabalhar em parceria com seu irmão Antônio com quem convivia na casa paterna, aventurou-se em emigrar para outras terras à procura de melhores condições de vida. Comprou pouco menos de uma colônia , do Sr. Nei Zanin, na lo- calidade de Vila Flores e aí iniciou uma nova vida. Isso em setembro de 1934. “Os primeiros tempos não foram fáceis. Quando mais tarde relembrava aos filhos e netos as dificuldades por que passou se enternecia até as lágrimas. Mas com a força de vontade e com a ajuda de Deus, venceu. Trabalhou com o transporte de madeira, através das célebre carroças pucha- das com vários cavalos e mulas, no percurso de Nova Prata as margens do Rio das Antas, à espera de um a enchente quando se organizavam as "as balsas" que trans portavam a madeira para Porto Alegre. Com o aparecimento do caminhão como meio de transporte, em 1942 largou este trabalho e se empregou como funcionário do DAER |, para trabalhar na conservação das estradas como stradim": Em 1946, montou em parceria com os Padres Capuchinhos de Veranópolis, uma indústria de tijolos, com métodos artesanais muito precários e elementares. Com o tem: po foi se modernizando e hoje se constitui numa organização modelo, na produção e na qualidade que hoje é cpnhecida como CERÂMICA SIMONETTO LTDA entregue a ad- ministração de João Simoneito. Faleceu no hospital Nossa Senhora de Lurdes, em Veranópolis no dia 27 de ju- nho de 1980, sendo que a missa de: Sepultamento foi celebrada por 20 sacerdotes e en- tre eles seus dois filhos capuchinhos: Frei Raymundo e Frei Gentil. João Baptista Si- monetto teve nove filhos: ÉEgide Simonetto, Silvestre Simonetto, Avelino Simonetto, Oli- vo Simonetto, Dario Simonetto, Egídio Simonetto, Frei Gentil Simonetto, Frei Raimundo Simonetto e Vergilino Simonetto. A presença e o trabalho desenvolvido na comunidade local, por quase 50 anos dignificou Vila Flores. Embora com limitada cultura escolar (aprendeu quase tudo na escola da vida como costumava dizer). Era uma pessoa esclarecida e gostava de ler, agradável - -ma conversa, amigo de todos, participava de festas e animava uma boa cantoria na igreja e nos encontros celebrativos das famílias. Não fanatizava ou radicalizava suas convic- e 3% ções e respeitava as posições contrárias na política partidária. Era uma personalidade simples e otimista que alegrava a todos com suas piadas e suas histórias. Acima de todos os valores colocava sua família. Lamentava em - suas conversas de não ter tido condições de proporcionar melhores oportunidades de estudo para seus filhos. Aberto e sensível aos problemas que impediam ao desenvolvimento de sua comu nidade, participou de todas as iniciativas que tinham por objetivo o progresso e o bem estar de Vila Flores. Assim que esteve a frente das diversas comissões que criaram a Paróquia Santo Antonio, a Instalação do Seminário Seráfico Santo Antônio e da fundação do Clube Esportivo e Cultural Gaúcho. Todos os que o conheceram e tiveram o privilégio de seu convívio e de sua ami zade guardam até hoje uma recordação de um cidadão que trabalhou pelo progresso e uniãode sua terra e que deixou um legado muito precioso de dignidade, de cidadania e honradez à sua família e a seus numerosos amigos. o CERTIFICADO DE RESERVISTA DE 32 CATEGORIA Bº C R. Ficharis da classe de alistudo no sda Íéo Certifico qrky cidledio PIE O 4 pa / e ano de. dricipio da Ger, ZE 3 () Estado a “om é considerado reservista de 3º cutegurio. é EA Za P 29. Identificação Filho MCs errzee Ze £) 7 : 5 AS m . e de. Les E a (1) > : “ “o “1 Altura GRE, «1 ( Listado | Nariz É ES Nulural Municibi de j Município ici Dutu de 5 j Vacisedo ?: fissões sucessi + í (1 ou 2) Sujeito à TAXA MILITAS 7a “o Cr$ 40,00 DO dA Apa , Ti ad a ai (Assinatura dc reservista) (2) Vui residir cn. na Du . q (Cidade e, si possivel, rua e número) Em caso de mobilização deverá apresentar-se! Cidade (Ingar): . gr No dia o de mobilização. €) (1 MCs. E de Fecanee de 191, —, (Ass . s . . Lee Chete da 4. AR OUBERVAÇÕES : A) Este ceruifi-- do poderá ser substituido oportunamente pela caderneta correspondente. B) Em caso de mobilização o reservista deverá: apresentar-se à autoridade local (civil, si aí não houver guarnição militar), afim de obter meio de transporte até o lugar do Centro de Mo- bilização que lhe foi atribuido. No (1) Preenchido pela Chefia da Circunscrição de Recrutamento (2) Preenchido pelo reservista, si souber ler « escrever, (3) Número de ardem dado pela Diretoria de Recrutamento. (4) “Tomada na sede da Circunserição de Recrutamento; ou da Junta de alistamento e autenticada com a res- peclivo curimbo. 9