| Tipo | Requerimento |
|---|---|
| Número / Ano | 8 / 1979 |
| Date | 1979-10-08 |
| Ementa | Requer envio de mensagem e arquivamento de página do Jornal O Popular. |
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Tome REQUERIMENTO Nº 428/79 DE 08 DE OUTUBRO DE 1979 Requer envio de mensagem e arquiva mento de págind do Jornal "O POPU- LAR”. Exma, Sra, Vereadora Suely Monte Serrat Borges DD. Presidente da Câmara Municipal de Caçu Nesta Senhora Presidenta: [e] Vereador que abaixo subscreve -* vem, nos têrmos regimentais e após ouvido o plenário, requerer que seja enviado ao Dr. Francisco Décio Barbosa de Araujo, advo gado militante nesta Comarca, oficio parabenizando-o | pela repor tagem publ icada às fis. 8 do jornal “O Popular” edição do dia * 05 último sobre “TERRORISMO E MACROCRIMINALIDADE” assim como o arquivamento nos anáis desta Casa do artigo retr N. Têrmos P, Deferimento JUSTIFICATIVA :- À publi icação objeto deste requerimento, cons- titue, para a formação histórica de Caçu, um marco no desenvol - vimento da cultura juridica de nossa Comarca, APROVADO EMAE NOTAÇÃO A Secretaria para providenciar. de E a ar A A N/ PRESIDENTE || no do art. 102 da ressalvados os amparados pelo parágrafo 2º. Constituição, casos dos disposto no ar. 177, pa- rágrato 1º., da Constituição de 1967; PR A ro gs de que trata este bai Nie cota por tempo » cal- culada com [Ee valor Pé aaa â fntertnioia que for atribuida ao lun- cionário, na inatividade. 3. O disposto nesta Ins- trução Normativa alcança, também: jo artigo 77. posatado pelo arti « parágrafo 1º. da constituição de 1967, aposentado ao em atividade: “B) na revisão de proventos em virtude da im lantação do Plano de Classificação de Cargos instituido pela Lei nº. 5.645, de 1970, os incen- tivos beneficiados pela Lei nº. 1.050 de 1950; “c). OS servidores en- quadrados nos termos da Lei nº, 5.645 de 1970, e aposen- tados anteriormente à vigên- cia do Decreto-lei nº. 1.445, de 1978, adotando o mesmo critério utilizado quanto ao donetarátio, de jgual cate- ria, na ativi ú “ori Hage Es ato da aposentado a ncia de Wendlhento resultante da epiieição desta Instrução lormativa. so: Os casos omissos serão resolvidos pelo Orgão Central do Sistema de Pessoal Civil da Adminis- tração Federal (SIPEC). ês vai à indenizaçã Josê Monteiro, diz que sua ativi como lider cam- ponês começou em 1960 e que em 1964 sua casa e sede do sindicato foi In- vadida pelo coronel Pedro Pereira dos Santos e por mais de cem Homens; “jagunços, capangas, civis e ade que destruiram todos Os meios de trabalho —— UMa pequena fábrica de os — e lhe provo- Eid “ico uma série de danos fisicos e morais”. Diz ainda que Sua mulher, Edna Maria Paixão, foi ferida gravemente a tiros es costas e que sua filha, E] Maia Paixão, então zom nove anos, também “ecebeu um tiro no rosto. -embra que foi dado como norto para a maioria do 20vo de Sua terra e do resto ia Quando as auto- i | sabiam que ele es- ava vivo. O ex-lider camponês, que gora estã morando no Rio ed , enumera tam- ém todos os danos e avicia qe recebeu, mos- a Cicatrizes deixadas or tos e tor “Arrola ainda uma re de testemunhas de ex- mp: iros de exilio e de nte conheceu antes de - asp tdo preso e depois i Z nar véi — Terrorismoe Macrocriminalidade Por sua extensão, podemos considerar O terrorismo uma das formas mais impor- tantes da Macrocriminalidade, pois tem co- MO veículo, para dar evasão aos seus impul- Sos patogénicos ou, aos as formas seguintes: a) — falta de defesa da da chantagem; bj— um ato um maleficio constan- = Sérias desordens e insegurança na Sociedade; e, e) — vários Conjunto ou separada- mente, porém, interligados. vítima diante senguinolento; c) — fe para a sociedade; d) autores, agindo em Os agentes volvem qualquer tipo de de Beronaves; namentais, tráfico de dos, ou até mesmo governos altamente re- pressivos. a determinado Pais, |, Usados por subversivos de diferentes cores e tendências. Não resta nenhuma dúvida de que, uma das formas mais importantes de macrocri- te cora éa ita “criminalidade branco”. Vonpressão druaam mapnage (É O da pela maioria dos estudiosos da crimino- logia. Porém, não muito feliz o seu rótulo. Essa criminalidade tem Seus fundamentos -Colarinho He] básicos, em interesses tudos criminológicos. A macrocriminalidade econômica, nos Seus vários aspectos e formas, atingem Brincipalmente as classes economicamente menos privilegiadas. É o problema das joga- das altistas, às vezes consumo à população (como Por exemplo, o caso do óleo comestivel, recentemente as- sístido por nós. Tão logo o governo liberou O preço, o produto apareceu no mercado!...) ainda pode ser, ou pelo Oferecimento ão consumi Justificativa dos cessidade. vitima, usando meios cruéis e violentos, atingindo inocentes, utilizando-os como reféns nos sequestros nas sabotagens de transpor- tes coletivos ou de Cargas; nas coações aos governantes para liberar comparsas. etc. Os macrodelitos geralmente são cometi- dos pelos homens ce “gravata” segundo al 9uns criminólogos. Atuando via das “em. presas transnacionais”, / Creditáveis, subornando funcionários gover. Como se fosse uma epidemia atacando is, com esses tipos deaty: vidades que, diticilmente são punidos, devi- cados na maioria das ve: gue o torna mais periculoso dentro dos es- dor em quantidades falsas em relação a que deveria conter em embala- gem, ou ainda, pela elevação do preço sem produtos de primeira ne: Décio Barbosa, advogado em Caçu fusão sã germes parasitas, dendo ser exílio. Suas atenções para constitui ciais. A Preocupação criminoso. 10 delito criminal. Com ginásticas ina- Úrogas, contraban- dade é que é violenta. E e; A Criminologia tam demente com as tortu; das formas de Criminalidade pública. Po- n 2 tortura de forma ménial ou física. E até mesmo moral, como 0 caso do - É importante mencionar ido a Como também as autoridades 'as, não têm dado cia ao estudo da vitima de cond tas anti-so reinante é o estudo do rir Esquecendo que a Suposta vítima, pode ser o principal responsável pe- o com o criminoso e não também com a vítima, é pe- tantes Participações nos fatos, para não di- Zermos que em várias circunstâncias, são as cação da vitima: la que não contribuiu abortado), fo econômicos, prati- zes dentro da fei O provocadoras); e, 5— Vitima agressora). Diante -Que de acordo com a ocultando bens de minuindo assim, inocentando-o, mento. Porque, da criam que, até então, faz resse. (Como exemplo, citamos o feto eiras causas dos mesmos: E dian- | tedesse parâmetro, resta-m tinção múito importante sobre a classitl- ! — Vitima totalmente inocente, É aque- para que o ilicito ocor- 2— Vitima com pequena dose de cuípa. bilidade. (E o totalmente culpável. (vitima dessa explanação, acreditamos participação da vitima no evento, há de se condicionar a pena. Di. 2 pena do criminoso de acordo o gray correlato E até mesmo dentro desse condiciona como existe o individuo “com predisposição vitima, como é 0 caso e do débil mental, por outra lado, há aquele col periculosidade vitimal, repre- Sentando um perigo pára si e consequente- mente atingindo os demais. Dessa forma lo- calizamos o À shi problema da vitimologia apenas a prevenção cri- minale nunca a vitimal. Dentro das caracteristicas da Criminali- dade atual, está a sua clara tendência paraa violência. Inicia-se atualmente um retroces- So criminológico, com a z por demais violenta. Ni aparecendo mais delitos violentos, como também, a ingerência de violência em boa parte nos já existentes. Sem a qual, à maio- ria desses tipos Penais não apareceriam. À Circulação de veiculos é violenta; os esportes são violentos; o cine- à criminalidade é violenta. Diante disso, ficamos estáticos para saber Se, à sociedade é violenta porque o cinema € a televisão são violentos ditando normas de comportamentos ou, se é Porque a socie- ma é violento; Reportando à É guia criminal, somente estão violenta; a música é que buscará os Trata ternacional. E só o A tista social e questão terrorismo, acre- ditamos que, sendo ele o maior. problema da macrocriminalidade, não pode ser resolvido dentro de um único ponto de vísta. (Como é O fabuloso aparato de segurança nos aero- portos que, não resolveu o problema dos se- questros de aeronaves, e jamais resolverá). Tampouco, medidas isoladas, tomadas por um só País. Contudo, a mente nas medidas técnicas de is eis , mas sim, também nas mãos do AD ADO forma está não so- dos de Cooperação In- DVOGADO como cien- lurídico, saberá resolver os problemas criminológicos, o Juiz sugere cria Ministério da ção do Família bém preocupa gran ras: Sendo estas uma que, não só os muita importân- OS fazer uma dis. caso da vitima que foi mpru- g Vítima paralela ao criminoso, E (Agressores reciprocos). 4— Vítima cuja dose de culp supianta ao suposto criminaso. (vítimas