| Tipo | Leis |
|---|---|
| Número / Ano | 642 / 1988 |
| Date | 1988-12-09 |
| Ementa | Lei n. 642, de 1988 - Estabelece Impostos Sobre Vendas de Combustíveis |
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ESTADO DE GOIÁS Câmara Municipal de Crixás Poder Legislativo Es LEI Nº 642 DE 09 DE DEZEMBRO DE 1.988. "Institui e Imposto Sôbre Vendas a Varejo de Com bustívels-I.V.V.C." A Cêmera Municipal de Crixás, Estodo de Goiás, apreva eu, Prefeite Kunicipal, sanciene a seguinte Lei:- Art. 1º - Passa a integrar o sistema tributário do Mu nicípie e Impeste sóbre Vendas a Varejo de Combustíveis - I.V.V.0., crisão pele inciso III, do artigo 156, ia Constituição Federal. Art. 2º - O Impesto instituído por esta Lei, tem como fato gerador a venês a varejo de combustíveis, liquidos e gasosos, exceto Óleo diesel, efetuada no território do lunicípio, por esta- belecimente que premeva sua comercialização. Parágrafo Único - Pera efeito &a incidência &o impes- to, considera-se: II- Venda a varejo é toda aquela efetusãa ao consumi- der final, om que os produtos venêides não se destinem a revenda," independentemente da quantidade e forma de acondiciensmento, II - Consumidor final de combustível é teda pessea fi síca ou jurídica que o adquire eu pessui, psre fins não mercantis. III - Local de vendas a) - O de estabelecimento vendedor; b) - O de domicílio do comprador, quando ge tratar de venda domiciliar. Art. 3º - Contribuinte do Imposto é a pessoa fígica * ou jurídica que pretiçue a venda a varejo de combustíveis. * Parágrafo Únice - Sãe cencideraios também contribuin- tes: &) As pessoas jurídicas sem fins lucrativos, inclusi- ve cesperativas, que pratiquem com hobitualiisãe e- perações do vendas a varejo âe combustíveis 1íqui- dos e gasosos; : e Db) - O estabelecizente de Crgõa àa adninistração dire- E. Minas Es E o Es Gs É Lad de hm ESTADO DE GOIÁS x Câmara Municipal de Crixás Poder Legislativo 150 venda a varejo produtos sujcites ae imposto, sinês que a compradores de determinada categoria prefeissienal * eu funcional. Art. 4º - São responsáveis, solidariamente, pele paga- mente do imposto devidos I - O transportador, em relação sos preêutes traneper- H tados e comercializados ne varejo êurante é transporte; II - O armazém ou o depósito que mantenha sob sua guar / às, em nome de terceiros, preêutos destinsãdos a venda direta a cen- aca sumidor final. art. 5º - São sujeitos passivos, por substituição, é * preâutor, o distribuidor e o atacadista de produtos combbustíveis," relativamente se imposto devido pelas venêa a varejo premevida por ia contribuinte, por micre-empresa eu per contribuinte isento. art. 6º — A critério &a repartição competente, as em- presas êdistribuidoras serão obrigadas a retenção do imposto, ao pre meverom a distribuição para os varejistas de combustíveis líquidos e gasosos. Art. 7º — Estabelecimento é o local, constituído eu não onde o contribuinte exerce sua ativiiade, em carater permanente ou - ” temporário, de comercialização a varejo dos combustíveis sujeitos ao imposto. Art. 8º - Toco estabelecimento permanente ou temporário &o centribuinte, inclusive os veículos utilizefos no comércio ambu- lante das obrigações relativas ao imposte, sejam principslmente aliás, sejam principais eu acessórias. Arte 9º - O lançamento e o valor do imposto será feite * e apurade pele próprio centribuinte, sujeitando-se a posterior homelo cação pela autoridade competente. Ê Parágrafo nice - À homologação será efetuada mediante - lavratura de termo de verificação fiscal que, quando for o caso, cen- terá lançamento complementar através de Auto de Infração Fiscal. Art. 10 - A vtase de cálculo do imposto é o preço da ven- a RR Sos No ESTADO DE GOIÁS Câmara Municipal de Crixás la autoridade fisc Poder Legistanvado : I - Não puder ser conhecido o preço efetivo da venêa; II - Os registros fiscais e contábeis, bem come as decla- rações ou documentos exibidos pelo sujeito passivo não merecerem fé; III - O contribuinte ou responsével recusar-se a exibir a fiscalização os elementos necessários à comprovação do preço da ven da; IV - For constataia a existência de frauie eu sonegação, pelo exame dos livros ou documentos exibidos pele contribuinte ou por qualquer meio lícite ou indireto de verificação. Art. 12 - A alíquota do imposto é de 3% (três por cente). Arte 13 - O recolhimento do imposto sera feito na rede - bancária autorizada, em guia emitida pelo contribuinte (Documento de Arrecadação Municipal - DAM), na forma e nes prazos previstos em regu lamento. Arte 14 - O recolhimento após o vencimento eujeitar-se-s a incidência de jures de mora de 1% (um por cento) ae mês ou fração,- correção monetíúria e multa moratória. Parggrafo Únice - Os percentuais de correção monetária e multa em casos equivalentes serão os mesmos do 1.5.3.Q.N preyíistes na Lei nº 5.040/75, com as alterações posteriores, inclusive nos casos — âe recolhimento espontâneo. Arte 15 - A incidência do imposto independe do cumprimen to de quaisquer exigências legais e regulamentares por perte do contri buintes Art. 16 - Aplica-se subisidiariamente ao I.V.V.C., ne que couber, todas as normas reguladoras do 1.9.59.Q.N, inclusive as re- lativas a obrigações acessórias. Art. 17 - O peger Executivo baixará normes reguladoras de controle e registros do imposto, livros e documentórios fiscais a que o contribuinte deva ficar sujeito. Art. 18 - O imposto será cobrado pelo Município, após de- corrido o prazo previsto ne $ 6º, do artigo 34, das Disposições Censti tucionsis Transitórios, &a Constituição Federal. Art. 19 - Feta Lei deverá ser regulamentada dertro de 30 (trinta) dias, contados da sua vigência. ESTADO DE GOIÁS Câmara Municipal de Crixás Poder Legislativo Arte 20 - Esta Lei entrará em vigor na data de sua pu- blicação, revogadas as disposições em contrírio. Sala das Sessões &a Câmara Municipal de Crixás, Estado ão Goiás, aos nove dias do mês às Dezembro &o ano de mil novecentos e oitenta e oito (09/12/1988). raulio g c - PRESIDENTE -