| Tipo | Extraordinária |
|---|---|
| Número / Ano | 29 |
| Date | 2024-12-20 |
| native_id | 535 |
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A PODER LEGISLATIVO CÂMARA MUNICIPAL DE COSTA MARQUES ATA DA 29º SESSÃO EXTRAORDINARIA DA CÂMARA MUNICIPAL DE COSTA MARQUES, ESTADO DE RONDÔNIA, DO 2º BIÊNIO DO 4º ANO DA 10º = Ison/Cários Cassol LEGISLATURA, REALIZADA NO DIA residente CM/CM 20 DE DEZEMBRO DE 2024, AS 18:00HORAS. Aos vinte dias do mês de dezembro do ano de dois mil e vinte e quatro, as 18:00h reuniu- se extraordinariamente a Câmara Municipal de Costa Marques sob a Presidência de o Presidente Titular Vereador ADIMILSON CARLOS CASSOL que declarou aberta a presente Sessão sob a proteção de Deus. Convocados pela Convocação nº 031/CMCM/2024, onde os Vereadores Presentes assinaram a citada convocação; O Srº Presidente convidou o Vereador Mohamed Dib Neto para fazer leitura de um Versículo da Bíblia. Passamos para a Ordem do Dia: - VOTAÇÃO do Projeto de Lei Complementar nº 02/2024 de Autoria do Poder Executivo Municipal que em regime de urgência urgentíssima, altera a nomenclatura do cargo de Assessor de Controle Interno, criado pela Lei Municipal 409/2005 e dá outras providencias. Presidente solicitou ao secretário para que faça leitura do projeto em pauta, e do Parecer Jurídico. Em seguida, a vereadora Lucinéia Justiniano pediu questão de ordem e disse: "Eu estou vendo aqui na ordem do dia os projetos que pedimos para ser devolvidos não foram devolvidos então?” O vereador presidente Adimilson Carlos Cassol respondeu: "Não foram, vereadora.” Logo, a vereadora Lucinéia Justiniano disse: "E mesmo assim foi colocado para votar?” O presidente da casa respondeu que sim, e a vereadora Lucinéia disse: "Sim, pode, pode então continuar a sessão. “Logo mais, quando o vereador secretário Mohamed Dib Neto ia ler o parecer jurídico, novamente a vereadora Lucinéia Justiniano pediu questão de ordem e disse: "Mas o senhor encaminhou para o executivo?” O vereador presidente disse: "Vereadora, eu acho que...” Logo, a vereadora o interrompe e diz novamente: "Questão de ordem, senhor presidente.” Onde ele disse: "A senhora vai deixar eu falar ou a senhora vai..." E a vereadora Lucinéia disse novamente: "Questão de ordem, o Regimento Interno permite que eu faça questão de ordem." Onde o vereador presidente disse: "Sim, mas se a senhora deixar eu responder, tem como a gente conversar. Agora, se a senhora não deixar, aí fica difícil da gente se entender." Onde a vereadora disse: "Pode responder, pode responder." Onde ele disse: "Eu acho que já teve, já teve Ministério Público, já foi do conhecimento, tanto que vocês foram quanto eu. Então, todos estão cientes. Não tem mais o que discutir. Se quiserem votar a favor, vota, se não quiserem, vota contra. Mas a matéria vai ser deliberada.” Logo, a vereadora Lucinéia pediu questão de ordem novamente e disse: "O senhor encaminhou para o executivo? “Onde ele o presidente da casa respondeu: vereadora a senhora está ciente do caso eu não preciso lhe falar; e a vereadora Lucinéia diz: questão de ordem seu presidente, o senhor sabe muito bem que o senhor tem que me responder, o senhor tem que me responder, onde ele diz: eu não sou obrigado a responder uma coisa que a senhora já sabe, e ela diz que é sim, onde ele diz: estou vendo que a senhora está querendo tumultuar vereadora, e ela diz: eu estou fazendo minha parte como relatora da comissão, foi encaminhada para o executivo, onde ele responde eu falei na sessão passada que eu não ia compactuar, que eu não ia assinar e não assinei e a senhora sabe não precisa ficar questionando. Logo a vereadora diz: eu preciso só que senhor me responde, que se foi encaminhado ou não. E continuou questão de ordem. Quando o vereador Mohamed Dib Neto ia ler o parecer jurídico a vereadora Lucineia pede questão de ordem, questão de ordem do presidente, o senhor tem que me responder. A vereadora direciona a palavra ao vereador Mohamed e diz: O senhor entende o regimento interno também, senhor secretário. Só quero que o senhor me confirme se foi encaminhado ou não. O senhor tem que me responder como presidente da casa. Onde ele diz: eu não preciso porque a senhora já sabe. O senhor tem que me responder como presidente da casa. Até então, para que eu possa ficar respaldada, com o meu parecer como relatora. Então O presidente da casa diz: vereadora, eu não sei se a senhora tem amnésia, mas a senhora sabe o que está acontecendo. E ela diz: Não, não, não. Não é amnésia, não. É a questão de ordem. Então, o regimento interno permite que eu faça essa pergunta para vossa excelência. E o vereador Mohamed pergunta já terminaram? E a vereadora Lucinéia diz: Não, eu quero que ele me responde à questão de ordem, se ele foi enviado ou não. O senhor sabe muito bem... Então o vereador Mohamed Dib Neto diz: Como que foi enviado se o projeto está aqui? E a vereadora diz: Não, eu quero que ele me responde se foi encaminhado ou não. Porque se ele encaminhou ou não, ele vai falar. Logo o vereador Mohamed pede pela ordem a vereadora e diz: com todo respeito que eu tenho, isso a senhora encontra no protocolo. Se a senhora devolveu para o presidente, se o presidente devolveu lá, tem documentação que a senhora pode ver. Não estou querendo responder por ele, né? Ea vereadora Lucineia reponde: Não, mas tudo bem, eu tenho... e o vereador Mohamed interrompe a vereadora e diz: E assim aqui no plenário, eu nunca vi. Você que me dirigiu a palavra, dizendo que eu também entendo o regimento interno. E ela diz: Sim, sim, sim. E o vereador Mohamed fala: E no regimento interno, aqui nessa casa, tudo a gente mexe com papel. E nenhum momento eu vi lá, se está aqui para votar, a senhora vê se foi devolvido, não, procura o documento. Agora se O presidente é obrigado a responder aqui na sessão ou não, no regimento eu não vi isso. Então a vereadora responde: Não, beleza. E o vereador Mohamed pergunta: A senhora viu, no regimento isso. Então a vereadora Lucineia diz: Não, no regimento realmente, ele não consta que nós estávamos com o prazo vencido pelo menos o 060. Nós devolvemos ele, ao setor competente, para que sege sanado o que estava irregular no projeto. Então nós não devolvemos o projeto, dizendo que ele estava completamente errado. Nós queríamos só que, sanasse, a questão que nós da comissão vimos que estava irregular. Isso só que eu queria saber, tá? Então já que ele não quer me responder como o presidente da casa, eu vou depois da sessão, né, que... O vereador Mohamed diz: A senhora tome sua providência necessária, e a senhora com todo respeito cada um aqui e dono do seu mandato, do seu voto, do seu posicionamento. E ela responde: Exatamente, Exatamente. E o vereador Mohamed continua: A senhora tem a opção de votar a favor, ela diz: sim, sim, sim verdade. E o vereador também continua dizendo: de votar contra, de se abster, e também de retirar a sessão. Logo a vereadora Lucinéia diz: e é por isso mesmo que é importante, você saber o regimento interno, para que depois você tenha todo o todo. É o vereador Mohamed continua dizendo: No regimento interno, não vi falar que O presidente tem que responder na hora da sessão. E a vereadora retruca dizendo: Tem sim, tem, e o vereador entra na conversa € diz: tem papel, tem documento. E a Lucineia diz: negativo, negativo. Então beleza, então eu pedi questão de ordem que me dá todo direito de fazer essa pergunta para vossa excelência. E o vereador Mohamed diz: Certo, ele não respondeu e está registrado. Então a vereadora Lucineia diz: Só um pouquinho, está registrado aqui na casa. O projeto vai ser colocado para votar, até então porque eu vi aqui, exatamente nós fomos mesmo ontem no promotor, como eu pedi a questão de ordem, então eu posso estar falando. Fomos realmente no MP, ver essa questão, e nós não fomos lá para denunciar ninguém, não. O vereador Mohamed diz: foi para tirar dúvida. E a vereadora Lucinéia continua dizendo: Apenas a conversar, apenas a conversa que nós tivemos com o promotor, ele foi bem claro. A partir do momento que você assina um livro, num projeto, que você está vendo, que está ok ou não, você assinou, você vota assim, ou não. Porém, porém, o que a minha conclusão que eu tirei, que eu estava na dúvida, e o que nos nem denunciamos nada, só uma conversa informal, ele deixou bem claro. Só que, se você tem ciência, que você participou de algo que tirou a tua dúvida, e você tem toda consciência que ele está errado, se você votou não, beleza. Adimilson Cárlos Cassol Presitente CM/CM Mohamed diz: vota contra. E a vereadora continua sua fala: Agora você votou sim, numa coisa que você sabe que está errado, depois já é comigo. Foi bem claro. O vereador Mohamed diz: Esse projeto é inviável, é inviável. A senhora tem todo o direito de votar com outras. Ela diz: Sim, sim. E O vereador Mohamed continua dizendo: Aqui estão os projetos para votar, existe um debate, só que a senhora deixa eu ler, depois a senhora pode tirar às suas conclusões. A senhora vota, a favor, contra ou abstém. O projeto é inviável. A Vereadora Lucineia diz: Mas você sabe muito bem que...na questão de ordem, eu tinha que fazer essa pergunta. E O vereador Mohamed diz: Mas não respondeu, E que chegue e acabou o bate-boca. E a vereadora Lucineia Diz: não é bate-boca, não é bate- boca, não. Então, é uma conversa de vereador para presidente... O vereador Mohamed diz: Eu estou tentando ler e não consigo. E a vereadora Lucineia diz: então, não é bate- boca, não. O vereador Mohamed pergunta: já terminou? Ela responde: Não, não, não, não, não. É um projeto. O vereador Mohamed diz: Então, termina para mim. E a vereadora em questão diz: Beleza, beleza. Então, é um projeto bem crítico, bem polêmico e eu como relatora, relatora do projeto, eu coloquei ao contrário. E eu tinha que realmente pedir questão de ordem, sim. Até então, para depois, eu ter toda a liberdade para me defender depois. Então, eu, como relatório, tinha toda a autoridade de fazer essa pergunta, por presidente Casa. Mas como ele não me respondeu? A questão, é que ele não entregou. Então, o projeto votou da mesma forma que estava. Já vou adiantar aqui, que eu não vou participar. E todos os vereadores que votar sim, eu, como relatora do projeto, eu vou fazer uma denúncia no Tribunal de Conta Segunda-feira. Muito obrigado. Logo na sequencia o vereador Mauro Sergio Costa pede pela ordem, só para colocar intendendo até a indignação da Nobre vereadora mesmo sendo um ato administrativo de vossa excelência tem que ser respeitado o pedido de ordem. O ato de protocolar não é um ato administrativo, o ato de devolver. Eu independente do posicionamento, como ela emitiu parecer? Se ela emitiu parecer, não havia necessidade de fazer a devolução. O tramite, que eu também sou contrário ao projeto. Já estou confessando aqui tanto ele, como o segundo projeto aqui de lei complementar também, que desde quando foi apresentado, já quando... Então, isso. E aí, por mais, pela orientação jurídica da casa ainda. Isso e o... Mas o jeito de tramitar a forma administrativa é a vossa excelência que conduz. Eu concordo com parecer dela e sou favorável, sou contra projeto. Tanto esse, como o próximo que vem aqui também. Já tinha mencionado e vou manter desse jeito. Logo o vereador presidente Adimilson Carlos Cassol diz: vereador todos os passos que eu dou dentro dessa casa de lei, aqui orientada por uma assessora jurídica. Isso aqui não foi tirado da minha cabeça. Foi o sentado, foi o consultado. Então, não tem problema. A vereadora tem todo o direito de denunciar no Ministério Público, denunciar no Tribunal de Contas, onde ela achar que seja melhor para ela. Não tem problema. E ela se retirada da sessão, é um direito dela também, não é obrigada. Ela não é obrigada, a vim. Eu fiz uma convocação conforme manda nossa lei, entendeu? Agora, quem quiser votar à favor vota, quem quiser votar conta vota. Agora eu não vou devolver um projeto sem ter uma justificativa legal. E pronto. Logo O vereador Mauro diz: E assim, como ela já deu seu posicionamento na relatoria contrário, eu já tenho minha opinião formada. Sim. Então seria até bom que ela conduzisse os atos que levou a ela, e eu vou colocar para que O outro nobre também aprecie o posicionamento da forma de relatoria dela. Então o vereador Mohamed diz: eu acho que não precisa desse desgaste O parecer jurídico. O parecer jurídico aqui já está contrário, ponto. Nós temos nove sessões para fazer todo mundo vai reprovar o projeto. Sim mais a senhora já deu parecer contra. Logo a vereadora Lucineia diz: Sim, mas vereador, mais será possível que eu não tenho como vereadora a minha opinião, não? O vereador Mohamed diz: certo a senhora deu parecer... a vereadora interrompe e diz: Agora, quando a gente rejeita um projeto, vocês viram a cara para a gente? E o vereador Mohamed diz: Não, a senhora, a senhora, a senhora, a senhora tenha calma. Eu estou calmo. A vereadora Lucineia diz: eu voto aonde eu quiser, aonde eu achar que tenho que votar, agora pronto. Agora não voto no projeto fico com a cara deste tamanho para gente só porque a gente está querendo falar não. O vereador Mohamed diz: a cara, de todo mundo aqui é igual a senhora deu parecer contra, vota contra igual eu. Na sequência a vereadora Lucinéia diz: eu falei porque eu sou relatora Adimilson Cáflos Cassol Presidente CM/CM da comissão, e eu tinha todo o direito fazer essa pergunta. Então o vereador Mohamed diz: Sim, mas eu não sei por que, a senhora deu parecer contra, O jurídico, deu contra. O projeto vai ser reprovado, acabou. A Vereadora Lucinéia diz: Entendeu como? Mas eu tinha, agora quando o presidente fala assim, a senhora foi convocada, veio porque quis... Sim, eu vim porque eu vou votar em quatro projeto. Agora eu fiz, quando for para votar, eu vou retirar, porque eu não assinei. O vereador presidente Adimilson Carlos Cassol diz: Não, tem problema, vereadora a senhora pode não votar em nenhum se a senhora quiser fica à vontade. A vereadora Lucinéia diz: agora eu não posso me pronunciar na tribuna não, que a gente está errada e tem que dizer si todas as vezes que vocês querem. O vereador presidente Adimilson Carlos Cassol diz: ninguém está falando isso, a senhora está falando sozinha, brigando sozinha. O vereador Mohamed Dib Neto diz: quem está te obrigando a votar a favor de alguma coisa? Ela responde: Ninguém está falando só que vocês têm uma mania, vocês têm uma mania de querer empurrar às coisas de goela a baixo. O vereador Mohamed Dib Neto responde: engole quem quiser. A Vereadora Lucinéia diz: Entendeu? Exatamente, e eu não vou engolir, coisa errada. Eu não engoli, engula vocês que acha que está errado. Palhaçada. Logo na sequencia o vereador secretario Mohamed Dib Neto ler a conclusão do parecer jurídico sendo como desfavorável ao referido projeto. Senhor Presidente Adimilson Carlos Cassol diz: o projeto tem parecer contrário da nossa assessora jurídica os nobres fiquem à vontade para votar conforme acharem que esteja correto no pensamento de casa um, vereador acho que o projeto já foi discutido até demais. Logo mais passaram para a Votação por ordem de chamada alfabética dos Srs. Vereadores: Adimilson Carlos Cassol, desfavorável; Agemiro Disley Pimentel Da Silva, desfavorável; Edinei Lourenço Da Silva, desfavorável; Elizeu Aparecido Biazini, desfavorável; Juliane Duarte Sena Das Neves, desfavorável; Lucinéia Justiniano Rodrigues, desfavorável; Mauro Sergio Costa, desfavorável; Merinalda de Oliveira Rodrigues, desfavorável; Mohamed Dib Neto, desfavorável. O qual fica Reprovado por Unanimidade, o Projeto de Lei Complementar nº002/2024, E não havendo mais nada a tratar o Srº Presidente ADIMILSON CARLOS CASSOL deu por encerrada a presente 29º sessão Extraordinária. Essa ata vai devidamente assinada pelo Srº Presidente ADIMILSON CARLOS CASSOL; E eu vereador Mohamed Dib Neto 1º secretário da Mesa Diretora, lavrei e assino o presente Ata. Costa Marques/RO, 20 de dezembro de 2024. AdimilsonlCarlos Cassol cai ed Dib Neto presidente CMICM cretário
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“ROTEIRO DA 29º SESSÃO EXTRAORDINÁRIA (DO DIA 20/12/2024) DO 4º ANO LEGISLATIVO NO 2º BIÊNIO DA 10ª LEGISLATURA DA CÂMARA MUNICIPAL DE COSTA MARQUES/RO.”
PRESIDENTE: Invocando a Proteção de Deus, Declaro aberta a 29º Sessão Extraordinária do 4º ano Legislativo do 2º Biênio da 10ª Legislatura da Câmara Municipal.
LEITURA DA BIBLIA: Convida um vereador para fazer a leitura da Bíblia.
ORDEM DO DIA
- Votação do Projeto de Lei Complementar nº 02/2024 de Autoria do Poder Executivo Municipal que em regime de urgência urgentíssima, altera a nomenclatura do cargo de Assessor de Controle Interno, criado pela Lei Municipal 409/2005 e dá outras providencias.
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ENCERRAMENTO
E não havendo mais nada a tratar o Senhor Presidente deu por encerrado a presente Sessão Extraordinária, e convoca os Srs. Vereadores para 30º sessão extraordinária a seguir.
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Costa Marques-RO, 20 de dezembro de 2024.
MOHAMED DIB NETO
1º Secretario/CMCM