Mensagem 022 de 25/02/2026, assinado na forma do Decreto nº 4.474/2020 (ID: 1354910 e CRC: F3B0A67E). Pág: 1/2
ESTADO DE RONDÔNIA
PREFEITURA MUNICIPAL DE ESPIGÃO DO OESTE
CNPJ: 04.695.284/0001-39
Mensagem n° 022/2026
Espigão do Oeste/RO, 25 de fevereiro de 2026.
Senhor Presidente,
Encaminhamos, em anexo, o Projeto de Lei, que "ABRE CRÉDITO ADICIONAL
ESPECIAL AO ORÇAMENTO GERAL DO MUNICÍPIO".
Senhores Vereadores,
Visa a presente mensagem submeter à apreciação desta Casa Legislativa o incluso Projeto
de Lei, que autoriza abrir Crédito Adicional Especial por Superávit, no valor de R$ 1.691.651,56
(um milhão, seiscentos e noventa e um mil, seiscentos e cinquenta e um reais e cinquenta
e seis centavos), destinados a atender a Secretaria Municipal de Obras e Desenvolvimento
Urbano SEMOD, em suas ações, referente ao Projeto de Pavimentação Asfáltica em Vias
Urbanas, provenientes de recursos da União Decorrentes de Emendas Parlamentares
Individuais - Transferências Especiais para o Município de Espigão do Oeste-RO.
O recurso será destinado para atender ao projeto de pavimentação asfáltica do Bairro
Cidade Alta, deste município.
Para dar cobertura ao crédito mencionado acima, será utilizado a seguinte fonte de recurso
pormenorizadas no artigo 3º, do incluso projeto de lei.
Valendo-me da oportunidade, apresento a Vossas Excelências, meu renovado apreço e o
reconhecimento do apoio que sempre recebemos dessa veneranda Câmara Municipal no
encaminhamento e aprovação de projetos transformadores de nosso querido Município de
Espigão do Oeste/RO.
Atenciosamente,
WELITON PEREIRA CAMPOS
Prefeito Municipal
Mensagem 022 de 25/02/2026, assinado na forma do Decreto nº 4.474/2020 (ID: 1354910 e CRC: F3B0A67E). Pág: 2/2
EXCELENTÍSSIMO SENHOR
VER. AMILTON ALVES DE SOUZA
DD. PRESIDENTE DA CÂMARA MUNICIPAL,
ESPIGÃO DO OESTE ESTADO DE RONDÔNIA.
Rua Rio Grande do Sul, 2800 - B. Vista Alegre - Espigão do Oeste/RO - CEP: 76.974-000
Contato: (69)3481-1400 - Site: www.espigaodooeste.ro.gov.br
Documento assinado eletronicamente por Sueli Balbinot da Silva, Procuradora Geral do
Município - OAB/RO 6706, em 25/02/2026 às 11:53, horário de Espigão do Oeste/RO, com fulcro
no art. 17 do Decreto nº 4.474 de 28/08/2020.
Documento assinado eletronicamente (ICP-BR) por Weliton Pereira Campos, Prefeito Municipal,
em 25/02/2026 às 12:58, horário de Espigão do Oeste/RO, com fulcro no art. 17 do Decreto nº
4.474 de 28/08/2020.
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Cientes
Seq. Nome CPF Data/Hora
1 Amilton Alves de Souza ***.992.702-** 26/02/2026 07:36
2 Luiz Felipe Guedes da Silva ***.058.652-** 02/03/2026 07:31
Referência: Processo nº 25-1091/2026. Docto ID: 1354910 v1
Projeto de Lei 022 de 25/02/2026, assinado na forma do Decreto nº 4.474/2020 (ID: 1354933 e CRC: ADE7890A). Pág: 1/3
ESTADO DE RONDÔNIA
PREFEITURA MUNICIPAL DE ESPIGÃO DO OESTE
CNPJ: 04.695.284/0001-39
PROJETO DE LEI Nº ______, DE _____ DE ____________ DE 2026.
"ABRE CRÉDITO ADICIONAL ESPECIAL AO
ORÇAMENTO GERAL DO MUNICÍPIO".
O PREFEITO DO MUNICÍPIO DE ESPIGÃO DO OESTE, estado de Rondônia, no uso das
atribuições que lhe confere o artigo 60, inciso IV e o artigo 84, § 7º, inciso I, todos da Lei Orgânica
do Município; c/c o artigo 165, § 8º, da Constituição Federal,
Art. 1º. Fica o Poder Executivo Municipal autorizado abrir Crédito Adicional Especial por
Superávit, no valor de R$ 1.691.651,56 (um milhão, seiscentos e noventa e um mil, seiscentos
e cinquenta e um reais e cinquenta e seis centavos), destinados a atender a Secretaria
Municipal de Obras e Desenvolvimento Urbano SEMOD, em suas ações, referente ao Projeto de
Pavimentação Asfáltica em Vias Urbanas, provenientes de recursos da União Decorrentes
de Emendas Parlamentares Individuais - Transferências Especiais para o Município de
Espigão do Oeste-RO.
Art. 2º. Para efeito de contabilização do crédito mencionado no art. 1º desta Lei, será
obedecida à seguinte ordem de classificação, nos termos da Lei nº 4.320/64:
I. Primeiro Acréscimo;
a. PODER: 02 Poder Executivo;
b. ÓRGÃO: 02 05 Secretaria Municipal de Obras e Desenvolvimento Urbano SEMOD;
c. PROGRAMA: 15 451 0005 Programa de Infraestrutura Urbana;
d. ATIVIDADE: 15 451 0005 4001 0001 Pavimentação Asfáltica em Vias Urbanas;
e. FONTE DE RECURSO: 0.2.706 Recursos de Exercícios Anteriores/ Transferência
Especial da União;
f. FICHA/NATUREZA DA DESPESA: 1183/4.4.90.51.00 Obras e Instalações - R$
1.501.421,77 (um milhão, quinhentos e um mil, quatrocentos e vinte e um reais e setenta e
sete centavos).
Projeto de Lei 022 de 25/02/2026, assinado na forma do Decreto nº 4.474/2020 (ID: 1354933 e CRC: ADE7890A). Pág: 2/3
II. Segundo Acréscimo;
a. PODER: 02 Poder Executivo;
b. ÓRGÃO: 02 05 Secretaria Municipal de Obras e Desenvolvimento Urbano SEMOD;
c. PROGRAMA: 15 451 0005 Programa de Infraestrutura Urbana;
d. ATIVIDADE: 15 451 0005 4001 0001 Pavimentação Asfáltica em Vias Urbanas;
e. FONTE DE RECURSO: 0.2.500 Recursos de Exercícios Anteriores/ Recursos não
Vinculados de Impostos;
f. FICHA/NATUREZA DA DESPESA: 1184/4.4.90.51.00 Obras e Instalações - R$
190.229,79 (cento e noventa mil, duzentos e vinte e nove reais e setenta e nove centavos).
Art. 3º. Para dar cobertura ao crédito mencionado no artigo 1º será utilizada a seguinte
fonte de recursos:
I. Superávit Financeiro, proveniente de repasse do Governo Federal, destinado ao Projeto
de Pavimentação Asfáltica em Vias Urbanas, recursos transferidos da União Decorrentes
de Emendas Parlamentares Individuais - Transferências Especiais para o Município de
Espigão do Oeste-RO, no valor de R$ 1.501.421,77 (um milhão, quinhentos e um mil,
quatrocentos e vinte e um reais e setenta e sete centavos).
II. Superávit Financeiro, apurado no balanço patrimonial do exercício de 2025, a título de
complemento por parte da Prefeitura do Município de Espigão do Oeste, no valor de R$
190.229,79 (cento e noventa mil, duzentos e vinte e nove reais e setenta e nove centavos).
Art. 4º. Esta Lei entrará em vigor na data de sua publicação.
Palácio Laurita Fernandes Lopes, Espigão do Oeste/RO, ___ de ____ de 2026.
Weliton Pereira Campos
Prefeito Municipal
Emerson Luiz Kruk
Secretário Municipal de Planejamento e Orçamento
Agostinho Goncalves Lara
Secretário Municipal de Obras e Desenvolvimento Urbano
Projeto de Lei 022 de 25/02/2026, assinado na forma do Decreto nº 4.474/2020 (ID: 1354933 e CRC: ADE7890A). Pág: 3/3
Suéli Balbinot da Silva
Procuradora Geral do Município
OAB/RO nº 6.706
Rua Rio Grande do Sul, 2800 - B. Vista Alegre - Espigão do Oeste/RO - CEP: 76.974-000
Contato: (69)3481-1400 - Site: www.espigaodooeste.ro.gov.br
Documento assinado eletronicamente por Sueli Balbinot da Silva, Procuradora Geral do
Município - OAB/RO 6706, em 25/02/2026 às 11:53, horário de Espigão do Oeste/RO, com fulcro
no art. 17 do Decreto nº 4.474 de 28/08/2020.
Documento assinado eletronicamente (ICP-BR) por Weliton Pereira Campos, Prefeito Municipal,
em 25/02/2026 às 12:58, horário de Espigão do Oeste/RO, com fulcro no art. 17 do Decreto nº
4.474 de 28/08/2020.
Documento assinado eletronicamente por Emerson Luiz Kruk, Secretário Municipal de
Planejamento e Orçamento, em 25/02/2026 às 13:02, horário de Espigão do Oeste/RO, com
fulcro no art. 17 do Decreto nº 4.474 de 28/08/2020.
Documento assinado eletronicamente por Agostinho Goncalves Lara, Sec. Mun. de Obras e
Desenvolvimento Urbano, em 25/02/2026 às 13:07, horário de Espigão do Oeste/RO, com fulcro
no art. 17 do Decreto nº 4.474 de 28/08/2020.
A autenticidade deste documento pode ser conferida no site transparencia.espigaodooeste.ro.gov.br,
informando o ID 1354933 e o código verificador ADE7890A.
Cientes
Seq. Nome CPF Data/Hora
1 Amilton Alves de Souza ***.992.702-** 26/02/2026 07:36
2 Luiz Felipe Guedes da Silva ***.058.652-** 02/03/2026 07:31
Referência: Processo nº 25-1091/2026. Docto ID: 1354933 v1
RUA BOM JESUS
RUA MARANHÃO
RUA ROMIPORÃ
RUA SANTA CATARINA
RUA RIO DE JANEIRO
RUA VALE FORMOSO
AV. SERGIPE
RUA RORAIMA
RUA INDIANA
RUA DA MATRIZ
RUA SERRA AZUL
RUA CEARÁ
RUA RORAIMA
RUA SURUÍ
AV. SETE DE SETEMBRO
RUA SERRA AZUL
RUA AMAZONAS
RUA PARANÁ
RUA BAHIA
RUA MINAS GERAIS
RUA MARECHAL DEODORO
RUA BOM JESUS
RUA RORAIMA
RUA RIO DE JANEIRO
AVENIDA SERGIPE
RUA SANTA CATARINA
RUA ITAPORANGA
RUA DA MATRIZ
RUA ITAPORANGA
RUA GRAJAÚ
RUA PARAIBA
RUA PAVÃO
RUA MARANHÃO
RUA MARECHAL DEODORO RUA PARAIBA
RUA ROMIPORÃ
RUA ITAPORANGA
RUA ROMIPORÃ
RUA ESPIRITO SANTO
RUA MARECHAL DEODORO
RUA SÃO CARLOS
RUA 4 DE DEZEMBRO
RUA ESPERANÇA RUA VITÓRIA
QUADRA
COLÉGIO
BAIRRO CIDADE ALTA
BAIRRO CAIXA DÁGUA
BAIRRO MORADA DO SOL
BAIRRO CENTRO
CRECHE
CENTRO
IDOSO
DETRAN
ASTIR
RUA MATO GROSSO
TRAV. PAVÃO
RUA ESPERANÇA
RUA 4 DE DEZEMBRO
TRAVESSA LAGO AZUL
RUA TRAVESSA CAMPO VERDE RUA MARTINHO LUTERO
RUA SÃO CARLOS
L-SERRARIA PICA PAU
RUA PARÁ
RUA SÃO PAULO
RUA PARANÁ
RUA AMAZONAS
RUA BEIJA FLOR
RUA VALDEMAR LIMEIRA
RUA Nº.03 RUA Nº.04
RUA Nº. 01
RUA Nº.02
RUA Nº.05
RUA ITAPORANGA
RUA MARAJÓ
RUA AL - II
RUA AL - I
RUA AL - III
BAIRRO SOL NASCENTE
QUARTEL P.M.
MATRIZ
IGREJA
VINÍCIOS DE MORAIS
ESCOLA
RUA ESPIRITO SANTO
RUA SÃO PAULO
RUA PARÁ
ÁREA
R. SÃO GABRIEL
RUA CARMELITA ALMEIDA CARDOSO
INSTITUCIONAL
ÁREA
INSTITUCIONAL
Responsável Técnico
MODIFICAÇÕES: LOCAL: CONVENENTE: ESPIGÃO D'OESTE - RO OBRA: INDICADA DIM.: DATA: METRO ESC.: FOLHA: RUAS BAIRRO CIDADE ALTA ASSINATURA: ANO: CONVENENTE: DADOS: CONCEDENTE: CONTEÚDO: PAVIMENTAÇÃO ASFÁLTICA EM TSD VER IMPLANTAÇÃO 01/04 TIPO: DREN SITUAÇÃO DRENAGEM BAIRRO CIDADE ALTA
ID: 1335175 e CRC: 18F285E7 ID: 1358994 e CRC: 74AF8335
04.695.284/0001-39
Rua Rio Grande do Sul, 2800 - Vista Alegre
www.espigaodooeste.ro.gov.br
Município de Espigão do Oeste
FICHA CADASTRAL DO DOCUMENTO ELETRÔNICO
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Projeto
Tipo do Documento
Proj DRENAGEM-Dren 01 de 04
Identificação/Número
03/02/2026
Data
Processo: 42-2138/2025
Processo Documento
Pavimentação
Súmula/Objeto:
Usuário: Roberto Takei Vasconcelos
Criação: 03/02/2026 10:27:13 Finalização: 03/02/2026 10:27:13
INTERESSADOS
SEMPLAN - Secretaria Municipal de Planejamento e Orçamento 03/02/2026 10:27:13
ASSUNTOS
OBRAS, REFORMAS E INSTALAÇÕES 03/02/2026 10:27:13
ASSINATURAS ELETRÔNICAS
Roberto Takei Vasconcelos Engenheiro Civil CREA/MT 32564 03/02/2026 10:36:58
Assinado na forma do Decreto Municipal nº 4.474/2020.
Aloisio Cordeiro da Silva Engenheiro Civil 03/02/2026 11:32:35
Assinado na forma do Decreto Municipal nº 4.474/2020.
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informando o ID 1335175 e o CRC 18F285E7.
DigProc - Gestão Integrada de Documentos e Processos Eletrônicos Página 1.
ID: 1358994 e CRC: 74AF8335
04.695.284/0001-39
Rua Rio Grande do Sul, 2800 - Vista Alegre
www.espigaodooeste.ro.gov.br
Município de Espigão do Oeste
FICHA CADASTRAL DO DOCUMENTO ELETRÔNICO
ID: 1358994
57EE5D9556DFFC348498AE48328039F9
74AF8335
MD5:
CRC:
SHA256: 83BB6E1FAFD0A98BE686FDBF30706BFA5671ABBE2A0FBC6D40AE2797D5B7C7D2
Projeto
Tipo do Documento
DRENAGEM - Dren 01 de 04
Identificação/Número
02/03/2026
Data
Processo: 54-24/2026
Processo Documento
Ruas de drenagem.
Súmula/Objeto:
Usuário: Luiz Felipe Guedes da Silva
Criação: 02/03/2026 07:21:48 Finalização: 02/03/2026 07:22:37
INTERESSADOS
Weliton Pereira Campos Espigão do Oeste RO 02/03/2026 07:21:48
ASSUNTOS
PROJETO DE LEI DO EXECUTIVO 02/03/2026 07:21:48
ASSINATURAS ELETRÔNICAS
Luiz Felipe Guedes da Silva Assessor da Diretoria Legislativa 02/03/2026 07:22:48
Assinado na forma do Resolução Municipal nº 90/2021.
A autenticidade deste documento pode ser conferida através do QRCode acima ou ainda através do site transparencia.espigaodooeste.ro.gov.br
informando o ID 1358994 e o CRC 74AF8335.
DigProc - Gestão Integrada de Documentos e Processos Eletrônicos Página 1.
RUA ROSA P. AGOSTINHO
RUA JULIANA R.M.
RUA BOM JESUS
RUA MARANHÃO
RUA ROMIPORÃ
RUA SANTA CATARINA
AVENIDA NAÇÕES UNIDAS
RUA DILSON R. BELLO
RUA PETRÔNIO CAMARGO
RUA MARINGÁ
RUA RIO GRANDE DO NORTE
RUA MATO GROSSO
RUA GOIÁS
RUA SÃO LUIS
RUA NOVO OESTE
RUA ALVORADA
RUA ANCHIETA
RUA PALMARES
RUA SANTA IZABEL
RUA PETRÔNIO CAMARGO
RUA CINTA LARGA
RUA PORTO VELHO
RUA 2 DE JULHO
RUA RONDÔNIA
RUA PALMAS RUA TOCANTINS RUA CASCAVEL
RUA JERUSALEN
RUA BANDEIRANTES RUA SÃO JOSÉ
RUA RIO BRANCO
RUA CUIABÁ
RUA BOA ESPERANÇA
RUA IND.
RUA 13 DE DEZEMBRO
RUA JOSÉ G. DOS SANTOS
RUA BAURÚ
RUA RIO DE JANEIRO
RUA 16 DE JUNHO
RUA MARTINHO LUTERO
RUA MARINGÁ
RUA PERNAMBUCO
RUA ACRE
AVENIDA PIAUÍ
RUA CEARÁ
RUA RIO DE JANEIRO
RUA CURITIBA
RUA PARANÁ
RUA SÃO CAMILO
RUA BRASÍLIA
RUA AMAZONAS
RUA GOV. JORGE TEIXEIRA
RUA FERNANDO DE NORONHA
TRAV. MAMORÉ
HUMAITÁ
TRAV. IJUÍ
RUA MARAJÓ
RUA MINAS GERAIS
RUA MATO GROSSO
RUA BAHIA
RUA GOIÁS
RUA VALE FORMOSO
AV. SERGIPE
RUA RORAIMA
RUA INDIANA
RUA DA MATRIZ
RUA SERRA AZUL
RUA MISERICÓRDIA
RUA BOM JESUS
R. CARLOS G.
AVENIDA PRESIDENTE KENNEDY
R. HUGO DE ARRUDA
RUA ACRE
RUA CEARÁ
RUA ALAGOAS
AV. PIAUÍ
RUA MARANHÃO
RUA RORAIMA
RUA SURUÍ
AV. SETE DE SETEMBRO
RUA SERRA AZUL
RUA AMAZONAS
RUA PARANÁ
RUA BAHIA
RUA MINAS GERAIS
RUA MARECHAL DEODORO
RUA BOM JESUS
RUA MARANHÃO
RUA RORAIMA
RUA RIO DE JANEIRO
AVENIDA SERGIPE
RUA SANTA CATARINA
RUA CAMPO GRANDE
RUA SANTA CATARINA
RUA ITAPORANGA
RUA DA MATRIZ
RUA ITAPORANGA
RUA GRAJAÚ
RUA PARAIBA
RUA PAVÃO
RUA MARANHÃO
RUA MARECHAL DEODORO RUA PARAIBA
RUA ROMIPORÃ
RUA ITAPORANGA
RUA ANDRANDE
RUA WALTER GARCIA
RUA SANTO ANTÔNIO
RUA II DE JULHO
RUA SÃO PEDRO
RUA CAMPO MOURÃO
RUA Iº DE MAIO
RUA ROMIPORÃ
RUA SANTA LUZIA RUA IMIGRANTES
RUA ROSA P. AGOSTINHO
RUA APUCARANA
AV. PIAUÍ
RUA DOS PASSÁROS
RUA PINHEIROS
RUA LONDRINA
AVENIDA PIAUÍ
RUA ESPIRITO SANTO
RUA MARECHAL DEODORO
RUA DOURADOS
RUA SÃO CARLOS
AVENIDA PIAUÍ
RUA 4 DE DEZEMBRO
RUA ESPERANÇA RUA VITÓRIA
RUA INDEPENDÊNCIA
QUADRA
COLÉGIO
ASILO
RUA BAHIA
BANCO BRASIL
RUA FORTALEZA
RUA JOÃO PESSOA
RUA RECIFE
RUA ACRE
RUA CAMPO GRANDE
CERON
CORREIO
TEOBALDO
CRECHE
ESCOLA
Rua Belmiro Baike
Rua Valdomiro Hoffmann Rua Primavera Rua Oiti
Rua Cinta Larga
12-A
BAIRRO CIDADE ALTA
BAIRRO CAIXA DÁGUA
BAIRRO MORADA DO SOL
LOTEAMENTO NOVO HORIZONTE
BAIRRO SÃO JOSÉ
BAIRRO VISTA ALEGRE
BAIRRO LIBERDADE
BAIRRO CENTRO
DIOCESE DE JI-PARANÁ
( IGREJA SÃO JOSÉ )
ÁREA VERDE
PREFEITURA
PALÁCIO
ROMEU F. MELHORANÇA
COLÉGIO
JERRIS A. TURATTI
SESP
MÓDULO ESPORTIVO
CEMITÉRIO
VELHO
HOSPITAL
U.M.S
COLÉGIO
FERNANDA
DIOCESE DE JI-PARANÁ
( IGREJA SÃO JOSÉ )
ÁREA VERDE
RUA JULIANA R.M.
RUA BOA VISTA
RUA MARINGÁ
AV. RIO GRANDE DO SUL RUA JULIANA R.M. RUA VALDA V. DOS SANTOS
CRECHE
CENTRO
IDOSO
DETRAN
ASTIR
CEMITÉRIO MUNICIPAL
RUA PORTO ALEGRE
RUA INDIANA
RUA MARTINHO LUTERO
RUA MATO GROSSO
TRAV. PAVÃO
RUA VALDECI DOS SANTOS RAMOS
SERRARIA TURATTI
RUA CASCAVEL
RUA SANTA ISABEL
RUA CUIABÁ
RUA ESPERANÇA
RUA 4 DE DEZEMBRO
TRAVESSA LAGO AZUL
RUA TRAVESSA CAMPO VERDE RUA MARTINHO LUTERO
AV. SETE DE SETEMBRO
R. JERUSALEM
RUA INDEPENDÊNCIA
RUA BOA VISTA
RUA SÃO CARLOS
L-SERRARIA PICA PAU
RUA PARÁ
RUA BOA VISTA
RUA FORTALEZA
RUA ALAGOAS
RUA JOAQUIM FURTADO DA CRUZ
RUA ELZEBIO DE SOUZA LOPES
RUA SÃO PAULO
RUA SURUÍ
AV. SETE DE SETEMBRO
R. J. TORRES
RUA GRAJAÚ
RUA PARANÁ
RUA AMAZONAS
RUA AMAZONAS
PRAÇA
MUNICIPAL
FUNDAÇÃO
TELERON
RUA LUIZ CARLOS PEGORARO
RUA JOSÉ BARRETO DE OLIVEIRA RUA JOSÉ SOARES DA MOTA RUA CONSTANTE FORNASIERE
RUA TEODOMIRO INÁCIO DA SILVA R. MARGARIDO SOARES DOS SANTOS
RUA JOSÉ VIANA DE OLIVEIRA RUA IONE FRANCISCA MARTINS RUA FERNANDO LUIZ TIMÓTEO
RUA MÁRIO CHAGAS BARBOSA
RUA ANTÔNIO GONÇALVES LARA
RUA ZOROASTRO FRANCISCO NOGUEIRA
RUA TOCANTINS
RUA RONDÔNIA
RUA JOSÉ RODRIGUES MIRANDA FILHO
AV. ADALLTO BATISTA
RUA JOÃO OLMIRO HOFFMANN
ÁREA VERDE
RUA ENEDINA DUTRA AMADO
JOSÉ MANOEL DA COSTA NETO
RUA FRANCISCO JOCHEM
RUA IDELCY DA SILVA
RUA NESTOR LEITE
RUA 01
RUA 03
RUA 02 RUA 04
RUA ALAGOAS
RUA S/D
RUA CACOAL
RUA Nº 11
RUA Nº10
RUA Nº 08
ZULMIRA EMIDIO CLEMENTE
Mª DO CARMO DE OLIVEIRA
BENEVENUTI BERNADES DE SENA
RUA NEDINA ALVES DAS NEVES
JARDIM CASSOL
RUA BEIJA FLOR
RUA VALDEMAR LIMEIRA
RUA PEDRO NORBERTO
RUA PINHEIROS
RUA ALAGOAS
RUA DOS PASSÁROS
BAIRRO JORGE TEIXEIRA
AV. TEREZA MEIRELES DE SOUZA
RUA NATALÍCIO FRANCELINO
RUA Nº.03
R. IPÊ
RUA ERVINO PROCHNOW
RUA LUIZ RODRIGUES NETO
RUA Nº.04
R. CASSIMIRO DA MATA E SILVA
R. ANTÔNIO CESAR DE LIMA
RUA JOSÉ AFONSO COELHO
RUA GERALDO VIEIRA COUTINHO
RUA EDIVALDO GARCIA
R. PEDRO CELSO DALMOLIN
RUA Nº. 01
RUA Nº.02
RUA Nº.05
RUA ITAPORANGA
RUA nº 07
RUA nº 08
RUA nº 09
RUA MARAJÓ
RUA AL - II
RUA AL - I
RUA AL - III
RUA ACRE
RUA RIO GRANDE DO SUL
ETE - ESTAÇÃO DE TRATAMENTO DE ESGOTOS
BAIRRO SOL NASCENTE
AREA INSTITUCIONAL
BAIRRO PIONEIROS
LOTEAMENTO VILLA FLORA
RUA MARINGA
RUA VALDA V. DOS SANTOS
RUA PROJETADA 01
RUA PROJETADA 02
RUA PROJETADA 08
QUARTEL
AVENIDA SERGIPE
COLÉGIO
RUA BOM JESUS
P.M.
RUA PROJETADA 07 RUA PROJETADA 06
RUA PROJETADA 03
MATRIZ
RUA PROJETADA 01
RUA PROJETADA 04 RUA PROJETADA 05
RUA PROJETADA 09
IGREJA
JEAN PIAGET
SÃO JOSÉ
ESCOLA
VINÍCIOS DE MORAIS
ESCOLA
RUA ESPIRITO SANTO
RUA DILSON R. BELLO
RUA SÃO PAULO
RUA PARÁ
RUA PARÁ
RUA ACRE
RUA PETRÔNIO CAMARGO
R. FLORIANÓPOLIS
RUA CINTA LARGA
SUBSTAÇÃO
CERON
RUA GRAJAÚ
RUA AMAPÁ
RUA VALE FORMOSO
RUA PARÁ
RUA GOIÁS
RUA ALAGOAS
AV. RIO GRANDE DO SUL
AV. RIO GRANDE DO SUL
RUA MARINGÁ
RUA VISTA ALEGRE RUA PERNAMBUCO
RUA LAURINDO CHAPÉU DE COURO
RUA GOV. JORGE TEIXEIRA RUA AMAPÁ
RUA SANTO ANTÔNIO
ÁREA
ÁREA
R. SÃO GABRIEL
RUA CARMELITA ALMEIDA CARDOSO
DE PAULA
RUA SÃO PAULO
AVENIDA SERGIPE
ÁREA INSTITUCIONAL
ÁREA INSTITUCIONAL
ÁREA INSTITUCIONAL
INSTITUCIONAL
INSTITUCIONAL
ÁREA
INSTITUCIONAL
INSTITUCIONAL ÁREA
PRODUTOR RURAL FEIRA
INSTITUCIONAL
ÁREA
INSTITUCIONAL
INSTITUCIONAL
ÁREA
INSTITUCIONAL
PÚBLICO
ÁREA
MINISTÉRIO
FÓRUM
ÁREA
INSTITUCIONAL
ÁREA
BAIRRO BELA VISTA
RUA VISTA ALEGRE
RUA GOV. JORGE TEIXEIRA
ÁREA
INSTITUCIONAL
ANTONIO DOS SANTOS RUA BENEDITO
RUA EDSON DANTAS
DE ALMEIDA
IMPLANTAÇÃO DRENAGEM PROFUNDA ESCALA 1/7.500
RUA DILSON R. BELLO
Responsável Técnico
MODIFICAÇÕES: LOCAL: CONVENENTE: ESPIGÃO D'OESTE - RO OBRA: INDICADA DIM.: DATA: METRO ESC.: FOLHA: RUAS E AVENIDAS ASSINATURA: ANO: CONVENENTE: DADOS: CONCEDENTE: CONTEÚDO: PAVIMENTAÇÃO ASFÁLTICA EM TSD 01/07 TIPO:PAV IMPLANTAÇÃO PAVIMENTAÇÃO E DRENAGEM
ID: 1335179 e CRC: 6EED6973 ID: 1358995 e CRC: 3E666D5B
04.695.284/0001-39
Rua Rio Grande do Sul, 2800 - Vista Alegre
www.espigaodooeste.ro.gov.br
Município de Espigão do Oeste
FICHA CADASTRAL DO DOCUMENTO ELETRÔNICO
ID: 1335179
2043C33D95574D16D4BB761DFDCA4171
6EED6973
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Projeto
Tipo do Documento
Proj_Imp_PAV- 01 de 07
Identificação/Número
03/02/2026
Data
Processo: 42-2138/2025
Processo Documento
Pavimentação
Súmula/Objeto:
Usuário: Roberto Takei Vasconcelos
Criação: 03/02/2026 10:27:14 Finalização: 03/02/2026 10:27:15
INTERESSADOS
SEMPLAN - Secretaria Municipal de Planejamento e Orçamento 03/02/2026 10:27:14
ASSUNTOS
OBRAS, REFORMAS E INSTALAÇÕES 03/02/2026 10:27:14
ASSINATURAS ELETRÔNICAS
Roberto Takei Vasconcelos Engenheiro Civil CREA/MT 32564 03/02/2026 10:39:03
Assinado na forma do Decreto Municipal nº 4.474/2020.
Aloisio Cordeiro da Silva Engenheiro Civil 03/02/2026 11:33:12
Assinado na forma do Decreto Municipal nº 4.474/2020.
A autenticidade deste documento pode ser conferida através do QRCode acima ou ainda através do site transparencia.espigaodooeste.ro.gov.br
informando o ID 1335179 e o CRC 6EED6973.
DigProc - Gestão Integrada de Documentos e Processos Eletrônicos Página 1.
ID: 1358995 e CRC: 3E666D5B
04.695.284/0001-39
Rua Rio Grande do Sul, 2800 - Vista Alegre
www.espigaodooeste.ro.gov.br
Município de Espigão do Oeste
FICHA CADASTRAL DO DOCUMENTO ELETRÔNICO
ID: 1358995
4524E23FE16D67567E1239E385631160
3E666D5B
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CRC:
SHA256: CF9FE7B573BBE256C413DA5E67EC5DBD6F32698A7C95EB8307FB9ECA421F24CA
Projeto
Tipo do Documento
Proj_Imp_PAV - 01 de 07
Identificação/Número
02/03/2026
Data
Processo: 54-24/2026
Processo Documento
Proj_Imp_PAV - 01 de 07
Súmula/Objeto:
Usuário: Luiz Felipe Guedes da Silva
Criação: 02/03/2026 07:22:58 Finalização: 02/03/2026 07:23:57
INTERESSADOS
Weliton Pereira Campos Espigão do Oeste RO 02/03/2026 07:22:58
ASSUNTOS
PROJETO DE LEI DO EXECUTIVO 02/03/2026 07:22:58
ASSINATURAS ELETRÔNICAS
Luiz Felipe Guedes da Silva Assessor da Diretoria Legislativa 02/03/2026 07:24:00
Assinado na forma do Resolução Municipal nº 90/2021.
A autenticidade deste documento pode ser conferida através do QRCode acima ou ainda através do site transparencia.espigaodooeste.ro.gov.br
informando o ID 1358995 e o CRC 3E666D5B.
DigProc - Gestão Integrada de Documentos e Processos Eletrônicos Página 1.
14/11/19
Em Pav. Asfáltica Em Revest. Primário
Em Pav. Asfáltica Em Revest. Primário
Cálculo preço mensal ANP por região: jul/25 PUBLICADO
FRETE RODOVIÁRIO:
ÍNDICE DE PAVIMENTAÇÃO: jul/14 270,237
ÍNDICE DE PAVIMENTAÇÃO : jul/25 587,477 2,173932511
FRETE FLUVIAL: EXTENSÃO: 1.239,00 KM (Manaus x Porto Velho)
ÍNDICE DE PAVIMENTAÇÃO: nov/16 303,752
ÍNDICE DE PAVIMENTAÇÃO : jul/25 587,477 1,934067924
CAP 50/70 4.568,79 Concreto Asfáltico
FRETE CAP 50/70 1.704,99
TOTAL R$ 6.273,78
CM-30 6.525,63 Imprimação
FRETE CM-30 1.704,99
TOTAL R$ 8.230,62
RL-1C 4.405,65 Lama Asfáltica
FRETE RL-1C 728,65
TOTAL R$ 5.134,30
RR-1C 3.410,29 Pintura de Ligação
FRETE RR-1C 1.795,86
TOTAL R$ 5.206,15
RR-2C 3.656,85 TSS / TSD / TST
FRETE RR-2C 1.704,99
TOTAL R$ 5.361,84
RM-1C 3.780,57 Pré Misturado a Frio
FRETE RM-1C 728,65
TOTAL R$ 4.509,22
RC1C - E 5.283,57
FRETE RC1C-E 728,65
TOTAL R$ 6.012,22
EAI 3.585,77 Emulsão Asfáltica p/ Imprimação
FRETE EAI 728,65
TOTAL R$ 4.314,42
MUNICÍPIO DE ENTREGA DOS LIGANTES: ESPIGÃO DO OESTE/ LOCAL DA USINA
DISTÂNCIA FIXA (FLUVIAL)
Resolução nº
35 de
08/08/2016 da
ANP (Agência
Nacional do
Petróleo, Gás
Natural e
Biocombustív
eis)
LOCAL DE ENTREGA
PARA USINAGEM DO
ASFALTO:
REFINARIA REGAP
REFINARIA REPLAN
DISTRIBUIDORA
2.389,00
Equações para Transporte Fluvial (asfaltos): Portaria nº 434 de
14/03/2017
Equações para Transporte Rodoviários (asfaltos): Portaria nº
1.977 de 25/10/2017
TRANSPORTE RODOFLUVIAL MANAUS X PORTO VELHO X LOCAL DA OBRA
Distância de "BETIM-MG" ao Local
da UsinaESPIGÃO DO OESTE/
LOCAL DA USINA em "km"
REFINARIA REAM 1.239,00
Distância de "MANAUS-AM" a
PORTO VELHO (TRANSPORTE
FLUVIAL) em km:
Distância de "PAULÍNIA-SP " ao
Local da UsinaESPIGÃO DO
OESTE/ LOCAL DA USINA em
Distância de "PORTO VELHO" ao
Local da Obra em km: REFINARIA REAM 532,00
Distância de "CUIABÁ-MT " ao
Local da UsinaESPIGÃO DO
OESTE/ LOCAL DA USINA em
960,00
2.522,00
Equações para Transporte Rodoviários (asfaltos): Portaria nº
1.977 de 25/10/2017. ATUALIZADA PELO OFÍCIO
CIRCULAR Nº 3784/2025/ACE - DPP/DPP/DNIT SEDE, DEF
13/JUNHO DE 2025
Tapa buraco com pintura de ligação - demolição
com serra corta piso
Remend. Prof. c/ Imprimaç demoliç mecânica e
serra
ESPIGÃO DO
OESTE/ LOCAL DA
USINA
Microrrevestimento a frio com emulsão
modificada com polímero
RESUMO ABAIXO, DO MENOR PREÇO DO BINÔMIO OBTIDO PELA ANP:
ASFALTO (LIGANTE) + FRETE ( da origem ao local da obra)
SEM BDI (O BDI PARA LANÇAR É 15% SEM DESONERAÇÃO e 21,24% COM DESONERAÇÃO)
ID: 1335187 e CRC: 529C09A0 ID: 1358997 e CRC: 3C3CC684
7 h 54 min (532 km) via BR-364 DIST. ATE A OBRA = 52,28 KM
33 h (2.522,00 km) via BR-364 DIST. ATE A OBRA = 52,28 KM
31 h (2.389,00 km) via BR-364 DIST. ATE A OBRA = 52,28 KM
11 h 53 min (960,00 km) via BR-174 DIST. ATE A OBRA = 52,28 KM
OBS. Os Cálculos para os preços asfálticos foram extraídos da Tabela ANP, para a data de
JUNHO/2025, conforme a data base da tabela da versão Sicro/DNIT e DER/RO. Para o cálculo das
distâncias, considerou-se como destino o município de ROLIM DE MOURA, por ser considerado em
projeto, o local da usinagem da massa asfáltica. Os calculos de fretes, aplicação dos preços médios
ponderados comercializados da ANP e os resumos do menor binômio para os preços, foram
realizados conforme as Portarias 1.977/2017-DNIT e 434/2017-DNIT
ID: 1335187 e CRC: 529C09A0 ID: 1358997 e CRC: 3C3CC684
04.695.284/0001-39
Rua Rio Grande do Sul, 2800 - Vista Alegre
www.espigaodooeste.ro.gov.br
Município de Espigão do Oeste
FICHA CADASTRAL DO DOCUMENTO ELETRÔNICO
ID: 1335187
E3B39209BCE01010B98AED75AE6AD8A8
529C09A0
MD5:
CRC:
SHA256: 5EF91893ED45A37249BD25E507C3849D729D756819C4532C897AD7635C67E6AD
Planilha Orçamentária
Tipo do Documento
BINOMIO INSUMOS BETUMINOSOS
Identificação/Número
03/02/2026
Data
Processo: 42-2138/2025
Processo Documento
Pavimentação
Súmula/Objeto:
Usuário: Roberto Takei Vasconcelos
Criação: 03/02/2026 10:27:17 Finalização: 03/02/2026 10:27:17
INTERESSADOS
SEMPLAN - Secretaria Municipal de Planejamento e Orçamento 03/02/2026 10:27:17
ASSUNTOS
OBRAS, REFORMAS E INSTALAÇÕES 03/02/2026 10:27:17
ASSINATURAS ELETRÔNICAS
Roberto Takei Vasconcelos Engenheiro Civil CREA/MT 32564 03/02/2026 10:43:17
Assinado na forma do Decreto Municipal nº 4.474/2020.
Aloisio Cordeiro da Silva Engenheiro Civil 03/02/2026 11:34:24
Assinado na forma do Decreto Municipal nº 4.474/2020.
A autenticidade deste documento pode ser conferida através do QRCode acima ou ainda através do site transparencia.espigaodooeste.ro.gov.br
informando o ID 1335187 e o CRC 529C09A0.
DigProc - Gestão Integrada de Documentos e Processos Eletrônicos Página 1.
ID: 1358997 e CRC: 3C3CC684
04.695.284/0001-39
Rua Rio Grande do Sul, 2800 - Vista Alegre
www.espigaodooeste.ro.gov.br
Município de Espigão do Oeste
FICHA CADASTRAL DO DOCUMENTO ELETRÔNICO
ID: 1358997
C039F797A034B2A5B98BF1D58F1D55C6
3C3CC684
MD5:
CRC:
SHA256: 7E8B6672827028A6C767894F0C0B0056DCFAD21E8E03EF955C49E05AA0297122
Planilha Orçamentária
Tipo do Documento
BINOMIO INSUMOS BETUMINOSOS
Identificação/Número
02/03/2026
Data
Processo: 54-24/2026
Processo Documento
Planilha BINOMIO INSUMOS BETUMINOSOS
Súmula/Objeto:
Usuário: Luiz Felipe Guedes da Silva
Criação: 02/03/2026 07:25:28 Finalização: 02/03/2026 07:26:30
INTERESSADOS
Weliton Pereira Campos Espigão do Oeste RO 02/03/2026 07:25:28
ASSUNTOS
PROJETO DE LEI DO EXECUTIVO 02/03/2026 07:25:28
ASSINATURAS ELETRÔNICAS
Luiz Felipe Guedes da Silva Assessor da Diretoria Legislativa 02/03/2026 07:26:39
Assinado na forma do Resolução Municipal nº 90/2021.
A autenticidade deste documento pode ser conferida através do QRCode acima ou ainda através do site transparencia.espigaodooeste.ro.gov.br
informando o ID 1358997 e o CRC 3C3CC684.
DigProc - Gestão Integrada de Documentos e Processos Eletrônicos Página 1.
PREFEITURA MUNICIPAL DE ESPIGAO D OESTE
CNPJ: 04.695.284/0001-39
Obra Bancos
PAVIMENTAÇÃO DA CIDADE DE ESPIGÃO EM TSD COM DRENAGEM SINAPI - 12/2025 - Rondônia
SICRO3 - 10/2025 - Rondônia
Quant. Total Peso (%)
1 SERVIÇOS PRELIMINARES 1 73.327,32 4,33 %
2 ADMINISTRAÇÃO E CONTROLE 1 33.094,00 1,96 %
3 DRENAGEM PROFUNDA 1 571.460,02 33,78 %
4 TERRAPLANAGEM 1 29.095,49 1,72 %
5 PAVIMENTAÇÃO TSD 1 279.751,38 16,54 %
6 DRENAGEM SUPERFICIAL 1 309.298,25 18,28 %
7 SINALIZAÇÃO HORIZONTAL 1 36.032,84 2,13 %
8 AQUISIÇÃO E TRANSPORTE DE MATERIAL BETUMINOSO 1 359.592,26 21,26 %
Item Descrição
B.D.I. Encargos Sociais
22,83% Desonerado: embutido
nos preços unitário dos
insumos de mão de
obra, de acordo com as
bases.
Planilha Orçamentária Resumida
Número do Processo Licitatório Total Geral 1.691.651,56
_______________________________________________________________
Roberto Takei Vasconcelos
Setor de Engenharia
Tipo de Licitação Total sem BDI 1.397.849,51
Abertura da Licitação Total do BDI 293.802,05
Avenida Rio Grande do Sul - vista alegre - Espigão D'Oeste / RO
6939128020 /
ID: 1342658 e CRC: F27F5D20 ID: 1358998 e CRC: 75B523B2
PREFEITURA MUNICIPAL DE ESPIGAO D OESTE
CNPJ: 04.695.284/0001-39
Obra
PAVIMENTAÇÃO DA CIDADE DE ESPIGÃO EM TSD COM DRENAGEM
Item Código Banco Descrição Und Quant. Valor Unit Valor Unit
com BDI
Total Peso (%)
1 SERVIÇOS PRELIMINARES 1 73.327,32 73.327,32 4,33 %
1.1 9748007 Próprio Fornecimento e Implantação de Placa de Informação de Obras com Suporte e
Travessa
M² 6 250,25 307,38 1.844,28 0,11 %
1.2 5219544 SICRO3 Cavalete em perfil metálico para placa de sinalização - 1,00 m x 1,00 m -
confecção
un 8 251,22 308,57 2.468,56 0,15 %
1.3 78472 SINAPI SERVICOS TOPOGRAFICOS PARA PAVIMENTACAO, INCLUSIVE NOTA DE
SERVICOS, ACOMPANHAMENTO E GREIDE
m² 11873,78 0,42 0,51 6.055,62 0,36 %
1.4 CP211 Próprio EXECUÇÃO DE DEPÓSITO EM CANTEIRO DE OBRA EM CHAPA DE
MADEIRA COMPENSADA, NÃO INCLUSO MOBILIÁRIO
M² 20 994,74 1.221,83 24.436,60 1,44 %
1.5 93212 SINAPI EXECUÇÃO DE SANITÁRIO E VESTIÁRIO EM CANTEIRO DE OBRA EM
CHAPA DE MADEIRA COMPENSADA, NÃO INCLUSO MOBILIÁRIO.
AF_02/2016
m² 9 1.100,42 1.351,64 12.164,76 0,72 %
1.6 9748003 Próprio PROGRAMA DE CONTROLE MÉDICO E SAÚDE OCUPACIONAL - PCMSO -
DEVE ATENDER A NR 7 (UD)
UN 1 3.050,83 3.747,33 3.747,33 0,22 %
1.7 9748002 Próprio PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCO - PGR (SUBSTITUINDO O
PPRA E PCMAT) - DEVE ATENDER AS NR'S 1, NR 9 E NR 18. (UD)
UND 1 4.946,36 6.075,61 6.075,61 0,36 %
1.8 9748004 Próprio PCA, PRAD E Licenciamento Ambiental de Jazidas de Cascalho até 2 HA -
Conforme Licenciamento CONAMA - 237/97 - LEI Nº 2838 DE 08/12/2015 -
Anexo I, ITEM 4 - Sub-Item 4.6.
UND. 1 13.461,34 16.534,56 16.534,56 0,98 %
2 ADMINISTRAÇÃO E CONTROLE 1 33.094,00 33.094,00 1,96 %
2.1 00000217 Próprio Administração e Controle % 100 269,43 330,94 33.094,00 1,96 %
3 DRENAGEM PROFUNDA 1 571.460,02 571.460,02 33,78 %
3.1 4805757 SICRO3 Escavação mecânica de vala em material de 1ª categoria m³ 2784,54 6,90 8,47 23.585,05 1,39 %
3.2 4915608 SICRO3 Regularização de taludes e valas com soquete vibratório m² 1614,23 2,88 3,53 5.698,23 0,34 %
3.3 94342 SINAPI ATERRO MANUAL DE VALAS COM AREIA PARA ATERRO. AF_08/2023 m³ 440,03 134,11 164,72 72.481,74 4,28 %
3.4 4815671 SICRO3 Reaterro e compactação com soquete vibratório m³ 1750,8 19,20 23,58 41.283,86 2,44 %
3.5 0804020 SICRO3 Corpo de BSTC D = 0,60 m PA1 - areia extraída e brita e pedra de mão
produzidas
m 664,4 373,32 458,54 304.653,97 18,01 %
Orçamento Sintético
Bancos B.D.I. Encargos Sociais
SINAPI - 12/2025 -
Rondônia
SICRO3 - 10/2025 -
Rondônia
22,83% Desonerado: embutido nos
preços unitário dos insumos de
mão de obra, de acordo com as
bases.
Avenida Rio Grande do Sul - vista alegre - Espigão D'Oeste / RO
6939128020 /
ID: 1342658 e CRC: F27F5D20 ID: 1358998 e CRC: 75B523B2
PREFEITURA MUNICIPAL DE ESPIGAO D OESTE
CNPJ: 04.695.284/0001-39
3.6 0804044 SICRO3 Corpo de BSTC D = 1,20 m PA1 - areia extraída e brita e pedra de mão
produzidas
m 15,01 954,47 1.172,37 17.597,27 1,04 %
3.7 2003618 SICRO3 Boca de lobo simples - BLS 01 - areia e brita comerciais un 45 1.144,41 1.405,67 63.255,15 3,74 %
3.8 2003656 SICRO3 Caixa de ligação e passagem - CLP 08 - areia e brita comerciais un 6 2.124,57 2.609,60 15.657,60 0,93 %
3.9 0804405 SICRO3 Boca de BSTC D = 1,20 m - esconsidade 30° - areia e brita comerciais - alas
esconsas
un 2 5.792,25 7.114,62 14.229,24 0,84 %
3.10 0804377 SICRO3 Boca de BSTC D = 0,60 m - esconsidade 0° - areia e brita comerciais - alas
esconsas
un 2 1.263,01 1.551,35 3.102,70 0,18 %
3.11 5915407 SICRO3 Carga, manobra e descarga de agregados ou solos em caminhão basculante de
10 m³ - carga com carregadeira de 3,40 m³ e descarga livre
t 1722,59 3,05 3,74 6.442,48 0,38 %
3.12 5915321 SICRO3 Transporte com caminhão basculante de 14 m³ - rodovia pavimentada tkm 4134,21 0,69 0,84 3.472,73 0,21 %
4 TERRAPLANAGEM 1 29.095,49 29.095,49 1,72 %
4.1 4016096 SICRO3 Escavação e carga de material com escavadeira hidráulica de 1,56 m³ m³ 4701,92 1,66 2,03 9.544,89 0,56 %
4.2 5915321 SICRO3 Transporte com caminhão basculante de 14 m³ - rodovia pavimentada - Bota
Fora
tkm 23274,53 0,69 0,84 19.550,60 1,16 %
5 PAVIMENTAÇÃO TSD 1 279.751,38 279.751,38 16,54 %
5.1 4011209 SICRO3 Regularização do subleito - 100% Proctor intermediário m² 11873,78 1,93 2,37 28.140,85 1,66 %
5.2 5915321 SICRO3 Transporte com caminhão basculante de 14 m³ - rodovia pavimentada -
Cascalho
tkm 23510,08 0,69 0,84 19.748,46 1,17 %
5.3 4011227 SICRO3 Sub-base de solo estabilizado granulometricamente sem mistura com material
de jazida - 100% Proctor intermediário
m³ 2374,76 16,09 19,76 46.925,25 2,77 %
5.4 4011219 SICRO3 Base de solo estabilizado granulometricamente sem mistura com material de
jazida - 100% Proctor modificado
m³ 2374,76 17,63 21,65 51.413,55 3,04 %
5.5 4011352 SICRO3 Imprimação com emulsão asfáltica m² 10521,07 0,70 0,85 8.942,90 0,53 %
5.6 4011370 SICRO3 Tratamento superficial duplo com emulsão - brita comercial m² 10521,07 7,70 9,45 99.424,11 5,88 %
5.7 4915637 SICRO3 Capa selante - areia comercial m² 10521,07 1,24 1,52 15.992,02 0,95 %
5.8 5915320 SICRO3 Transporte com caminhão basculante de 14 m³ - rodovia em revestimento
primário
tkm 9854,03 0,76 0,93 9.164,24 0,54 %
6 DRENAGEM SUPERFICIAL 1 309.298,25 309.298,25 18,28 %
6.1 94267 SINAPI GUIA (MEIO-FIO) E SARJETA CONJUGADOS DE CONCRETO, MOLDADA IN
LOCO EM TRECHO RETO COM EXTRUSORA, 45 CM BASE (15 CM BASE DA
GUIA + 30 CM BASE DA SARJETA) X 22 CM ALTURA. AF_01/2024
M 2735,85 81,92 100,62 275.281,22 16,27 %
Avenida Rio Grande do Sul - vista alegre - Espigão D'Oeste / RO
6939128020 /
ID: 1342658 e CRC: F27F5D20 ID: 1358998 e CRC: 75B523B2
PREFEITURA MUNICIPAL DE ESPIGAO D OESTE
CNPJ: 04.695.284/0001-39
6.2 94268 SINAPI GUIA (MEIO-FIO) E SARJETA CONJUGADOS DE CONCRETO, MOLDADA IN
LOCO EM TRECHO CURVO COM EXTRUSORA, 45 CM BASE (15 CM BASE
DA GUIA + 30 CM BASE DA SARJETA) X 22 CM ALTURA. AF_01/2024
M 313,55 88,33 108,49 34.017,03 2,01 %
7 SINALIZAÇÃO HORIZONTAL 1 36.032,84 36.032,84 2,13 %
7.1 5213401 SICRO3 Pintura de faixa com tinta acrílica - espessura de 0,6 mm (TRACEJADA) m² 51,2 28,86 35,44 1.814,52 0,11 %
7.2 5213401 SICRO3 Pintura de faixa com tinta acrílica - espessura de 0,6 mm (CONTÍNUA) m² 304,94 28,86 35,44 10.807,07 0,64 %
7.3 5219605 SICRO3 Tacha refletiva em plástico injetado - bidirecional tipo I - fornecimento e
colocação
un 256 32,08 39,40 10.086,40 0,60 %
7.4 5219612 SICRO3 Tacha refletiva em plástico injetado - monodirecional tipo I - fornecimento e
colocação
un 385 28,18 34,61 13.324,85 0,79 %
8 AQUISIÇÃO E TRANSPORTE DE MATERIAL BETUMINOSO 1 359.592,26 359.592,26 21,26 %
8.1 CP285 Próprio AQUISIÇÃO E ENTREGA CM-30 TON 12,63 8.230,62 9.465,21
(BDI 15,00%)
119.545,60 7,07 %
8.2 CP286 Próprio AQUISIÇÃO E ENTREGA RR-2C TON 38,93 5.361,84 6.166,11
(BDI 15,00%)
240.046,66 14,19 %
Número do Processo Licitatório Total Geral 1.691.651,56
_______________________________________________________________
Roberto Takei Vasconcelos
Setor de Engenharia
Tipo de Licitação Total sem BDI 1.397.849,51
Abertura da Licitação Total do BDI 293.802,05
Avenida Rio Grande do Sul - vista alegre - Espigão D'Oeste / RO
6939128020 /
ID: 1342658 e CRC: F27F5D20 ID: 1358998 e CRC: 75B523B2
OBRA: PAVIMENTAÇÃO ASFÁLTICA EM TSD COM DRENAGEM
LOCAL: RUAS E AVENIDAS
ÁREA: 10.521,07 m²
EXT.: 1.503,01 m
SERVIÇO REFERÊNCIA BASE UND DESCRIÇÃO DIMENSÕES
1.0 SERVIÇOS PRELIMINARES
1.1 9748007 Próprio m² 6,00
LARG. (m)= 3,00
ALT. (m)= 2,00
1.2 5219544 SICRO3 UN 8,00
QUANTIDADE. (und)= 8,00
1.3 78472 SINAPI m² 11.873,78
VIDE PROJETO LARG. ESCAVAÇÃO (m)= 7,90 11.873,78
BAIRRO CIDADE ALTA LARG. ESCAVAÇÃO (m)= 7,90
RUA SANTA CATARINA RUA PARAIBA/RUA 4 DE DEZEMBRO ÁREA DA TOPOGRAFIA - TRECHO 1 (316,5m) 316,50
RUA RUA 4 DE DEZEMBRO RUA SANTA CATARINA/RUA MARECHAL DEODORO ÁREA DA TOPOGRAFIA - TRECHO 2 (23,32+ 253,32m) 276,64
RUA RUA MARANHAO RUA RIO DE JANEIRO/AV. SERGIPE ÁREA DA TOPOGRAFIA - TRECHO 3 (84,58+8,68+4,93m) 98,19
RUA RUA RIO DE JANEIRO RUA MARANHÃO/RUA BOM JESUS ÁREA DA TOPOGRAFIA - TRECHO 4 (86,02 m) 86,02
RUA SURUI RUA PAVÃO/RUA 4 DE DEZEMBRO ÁREA DA TOPOGRAFIA - TRECHO 5 (210,31m) 210,31
RUA 4 DE DEZEMBRO RUA SURUI/AV. SETE DE SETEMBRO ÁREA DA TOPOGRAFIA - TRECHO 6 (8,76+79,11+5m) 92,87
RUA SÃO CARLOS AV. SETE DE SETEMBRO/RUA PARA ÁREA DA TOPOGRAFIA - TRECHO 7 (5,00+84,03+17,00+82,59+5,00m) 193,62
RUA GRAJAU RUA ITAPORANGA/RUA SÃO CARLOS ÁREA DA TOPOGRAFIA - TRECHO 8 (8,76+79,11+5m) 117,62
RUA PARA RUA SÃO CARLOS/RUA SÃO GABRIEL ÁREA DA TOPOGRAFIA - TRECHO 9 (8,76+79,11+5m) 111,24
1.4 CP211 Próprio M² 20,00
LARG. (m)= 5,00
COMP. (m)= 4,00
1.5 93212 SINAPI m² 9,00
LARG. (m)= 3,00
COMP. (m)= 3,00
1.6 9748003 Próprio UN 1,00
QUANTIDADE. (und)= 1,00
1.7 9748002 Próprio UND 1,00
QUANTIDADE. (und)= 1,00
1.8 9748004 Próprio UND. 1,00
PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCO - PGR (SUBSTITUINDO O PPRA E PCMAT) - DEVE ATENDER AS NR'S 1, NR 9 E NR 18. (UD)
OBS.:
PCA, PRAD E Licenciamento Ambiental de Jazidas de Cascalho até 2 HA - Conforme Licenciamento CONAMA - 237/97 - LEI Nº 2838 DE 08/12/2015 - Anexo I, ITEM 4 - Sub-Item 4.6.
PROGRAMA DE IMPLANTAÇÃO DE SEGURANÇA - NR - 18
PROGRAMA DE CONTROLE MÉDICO E SAÚDE OCUPACIONAL - PCMSO - DEVE ATENDER A NR 7 (UD)
OBS.:
OBS.:
Cavalete em perfil metálico para placa de sinalização - 1,00 m x 1,00 m - confecção
OBS.:
SERVICOS TOPOGRAFICOS PARA PAVIMENTACAO, INCLUSIVE NOTA DE SERVICOS, ACOMPANHAMENTO E GREIDE
OBS.:
EXECUÇÃO DE DEPÓSITO EM CANTEIRO DE OBRA EM CHAPA DE MADEIRA COMPENSADA, NÃO INCLUSO MOBILIÁRIO
PREFEITURA DE ESPIGÃO D'OESTE
GOVERNO DO ESTADO DE RONDÔNIA
MEMÓRIA DE CÁLCULO
QUANTIDADE
Fornecimento e Implantação de Placa de Informação de Obras com Suporte e Travessa
OBS.:
EXECUÇÃO DE SANITÁRIO E VESTIÁRIO EM CANTEIRO DE OBRA EM CHAPA DE MADEIRA COMPENSADA, NÃO INCLUSO MOBILIÁRIO. AF_02/2016
OBS.:
Espigão D'Oeste-RO, abril de 2020. Responsável Técnico pelo Projeto
ID: 1342658 e CRC: F27F5D20 ID: 1358998 e CRC: 75B523B2
OBRA: PAVIMENTAÇÃO ASFÁLTICA EM TSD COM DRENAGEM
LOCAL: RUAS E AVENIDAS
ÁREA: 10.521,07 m²
EXT.: 1.503,01 m
SERVIÇO REFERÊNCIA BASE UND DESCRIÇÃO DIMENSÕES
PREFEITURA DE ESPIGÃO D'OESTE
GOVERNO DO ESTADO DE RONDÔNIA
MEMÓRIA DE CÁLCULO
QUANTIDADE
QUANTIDADE. (und)= 1,00
2.0
2.1 00000217 Próprio % exec. 100,00%
% execução= 100,00%
3.0
3.1 4805757 SICRO3 m³ 2.784,54
VIDE PROJETO (TABELA VOLUMÉTRICA) LARG. ESC. Ø0,60 (m)= 1,76
ALT. ESC. Ø0,60 (m)= 1,61
VIDE PROJETO (TABELA VOLUMÉTRICA) LARG. ESC. Ø1,20 (m)= 2,66
ALT. ESC. Ø1,20 (m)= 2,41
BAIRRO CIDADE ALTA
TUBO DE CONCRETO D = 0,60 m CA1 - REDE PRINCIPAL Tabela Volumétrica Vide Projeto
(m³) (2,50m + 100,80m + 2,50m + 18,60m + 22,10m + 28,2m) 174,70 495,03
TUBO DE CONCRETO D = 0,60 m CA1 - LIGAÇÕES Larg. Esc. x Alt. Esc. x Ext. Esc.
(m³) ((6,9m + 8,8m + 6,9m + 7,8m) + (6,90m + 8,80m + 6,80m + 7,80m)) 60,70 172,00
TUBO DE CONCRETO D = 0,60 m CA1 - REDE PRINCIPAL Tabela Volumétrica Vide Projeto
(m³) (4,00m + 67,00m) 71,00 201,19
TUBO DE CONCRETO D = 0,60 m CA1 - LIGAÇÕES Larg. Esc. x Alt. Esc. x Ext. Esc.
(m³) ((6,9m + 8,8m + 6,9m + 7,8m) + (6,90m + 8,80m + 6,80m + 7,80m+4,00m)) 60,70 172,00
TUBO DE CONCRETO D = 0,60 m CA1 - REDE PRINCIPAL Tabela Volumétrica Vide Projeto
(m³) (32,19m + 51,90m) 84,09 238,28
TUBO DE CONCRETO D = 0,60 m CA1 - LIGAÇÕES Larg. Esc. x Alt. Esc. x Ext. Esc.
(m³) ((4,0m + 8,8m + 6,9m + 7,8m) + (7,80m + 7,80m)) 43,10 122,13
TUBO DE CONCRETO D = 0,60 m CA1 - REDE PRINCIPAL Tabela Volumétrica Vide Projeto
(m³) (53,20m) 53,20 150,75
TUBO DE CONCRETO D = 0,60 m CA1 - LIGAÇÕES Larg. Esc. x Alt. Esc. x Ext. Esc.
(m³) ( 8,8m) 8,80 24,94
TUBO DE CONCRETO D = 0,60 m CA1 - REDE PRINCIPAL Tabela Volumétrica Vide Projeto
(m³) (2,50m + 82,11m) 84,61 239,75
TUBO DE CONCRETO D = 0,60 m CA1 - LIGAÇÕES Larg. Esc. x Alt. Esc. x Ext. Esc.
(m³) ((8,8m + 6,9m + 7,8m) 23,50 66,59
RUA RUA RIO DE JANEIRO RUA MARANHÃO/RUA BOM JESUS
RUA 4 DE DEZEMBRO RUA SURUI/AV. SETE DE SETEMBRO
RUA SANTA CATARINA RUA PARAIBA/RUA 4 DE DEZEMBRO
RUA RUA MARANHAO RUA RIO DE JANEIRO/AV. SERGIPE
OBS.:
DRENAGEM PROFUNDA
Escavação mecânica de vala em material de 1ª categoria
RUA 4 DE DEZEMBRO RUA SURUI/AV. SETE DE SETEMBRO
OBS.:
ADMINITRAÇÃO E CONTROLE
Administração e Controle
Espigão D'Oeste-RO, abril de 2020. Responsável Técnico pelo Projeto
ID: 1342658 e CRC: F27F5D20 ID: 1358998 e CRC: 75B523B2
OBRA: PAVIMENTAÇÃO ASFÁLTICA EM TSD COM DRENAGEM
LOCAL: RUAS E AVENIDAS
ÁREA: 10.521,07 m²
EXT.: 1.503,01 m
SERVIÇO REFERÊNCIA BASE UND DESCRIÇÃO DIMENSÕES
PREFEITURA DE ESPIGÃO D'OESTE
GOVERNO DO ESTADO DE RONDÔNIA
MEMÓRIA DE CÁLCULO
QUANTIDADE
TUBO DE CONCRETO D = 0,60 m CA1 - REDE PRINCIPAL Tabela Volumétrica Vide Projeto
(m³) (48,00m + 37,53 + 6,90m) 92,43 261,91
TUBO DE CONCRETO D = 0,60 m CA1 - LIGAÇÕES Larg. Esc. x Alt. Esc. x Ext. Esc.
(m³) ((8,8m + 6,9m + 8,8m + 8,8M + 8,8 M + 6,9 M) 49,00 138,85
TUBO DE CONCRETO D = 0,60 m CA1 - REDE PRINCIPAL Tabela Volumétrica Vide Projeto
(m³) (18,00m + 53,06m) 71,06 201,36
TUBO DE CONCRETO D = 0,60 m CA1 - LIGAÇÕES Larg. Esc. x Alt. Esc. x Ext. Esc.
(m³) ((8,8m + 8,8m ) 17,60 49,87
TUBO DE CONCRETO D = 1,20 m CA1 - TRAVESSIA Larg. Esc. x Alt. Esc. x Ext. Esc.
(m³) (15,01m ) 15,01 96,22
VIDE PROJETO LARG. ESC. BLS-01(m)= 1,40
COMP. ESC. BLS-01(m)= 1,40
ALT. ESC. BLS-01(m)= 1,40
QUANTIDADE (und)= 45,00
BAIRRO CIDADE ALTA
RUA 4 DE DEZEMBRO RUA SURUI/AV. SETE DE SETEMBRO BOCA DE LOBO - BLS 01 (5,00und + 5,00und + 4,00und) 14,00
RUA SANTA CATARINA RUA PARAIBA/RUA 4 DE DEZEMBRO BOCA DE LOBO - BLS 01 (5,00und) 5,00
RUA RUA MARANHAO RUA RIO DE JANEIRO/AV. SERGIPE BOCA DE LOBO - BLS 01 (2,00und + 2,00und + 4,00und) 8,00
RUA RUA RIO DE JANEIRO RUA MARANHÃO/RUA BOM JESUS BOCA DE LOBO - BLS 01 (2,00und) 2,00
RUA 4 DE DEZEMBRO RUA SURUI/AV. SETE DE SETEMBRO BOCA DE LOBO - BLS 01 (4,00und) 4,00
RUA SÃO CARLOS AV. SETE DE SETEMBRO/RUA PARA BOCA DE LOBO - BLS 01 (8,00und) 8,00
RUA GRAJAU RUA ITAPORANGA/RUA SÃO CARLOS BOCA DE LOBO - BLS 01 (4,00und) 4,00
123,48
CAIXA DE LIGAÇÃO E PASSAGEM - CLP 08
LARG. ESC. CLP-08(m)= 1,90
L + a + a COMP. ESC. CLP-08(m)= 1,00
ALT. ESC. CLP-08(m)= 2,65
VIDE PROJETO QUANTIDADE (und)= 6,00
BAIRRO CIDADE ALTA
RUA 4 DE DEZEMBRO RUA SURUI/AV. SETE DE SETEMBRO ESCAVAÇÃO CLP - 08 (( L X C X H) X QTD) (1,00und + 1,00und + 1,00und + 1,00und ) 4,00
RUA SANTA CATARINA RUA PARAIBA/RUA 4 DE DEZEMBRO ESCAVAÇÃO CLP - 08 (( L X C X H) X QTD) (1,00und ) 1,00
RUA 4 DE DEZEMBRO RUA SURUI/AV. SETE DE SETEMBRO ESCAVAÇÃO CLP - 08 (( L X C X H) X QTD) (1,00und ) 1,00
RUA SÃO CARLOS AV. SETE DE SETEMBRO/RUA PARA
RUA PARA RUA SÃO CARLOS/RUA SÃO GABRIEL
Espigão D'Oeste-RO, abril de 2020. Responsável Técnico pelo Projeto
ID: 1342658 e CRC: F27F5D20 ID: 1358998 e CRC: 75B523B2
OBRA: PAVIMENTAÇÃO ASFÁLTICA EM TSD COM DRENAGEM
LOCAL: RUAS E AVENIDAS
ÁREA: 10.521,07 m²
EXT.: 1.503,01 m
SERVIÇO REFERÊNCIA BASE UND DESCRIÇÃO DIMENSÕES
PREFEITURA DE ESPIGÃO D'OESTE
GOVERNO DO ESTADO DE RONDÔNIA
MEMÓRIA DE CÁLCULO
QUANTIDADE
30,21
3.2 4915608 SICRO3 m² 1.614,23
VIDE PROJETO LARG. ESC. Ø0,60 (m)= 1,76
VIDE PROJETO (TABELA VOLUMÉTRICA) LARG. ESC. Ø1,20 (m)= 2,66
BAIRRO CIDADE ALTA
REDE PRINCIPAL (2,50m + 100,80m + 2,50m + 18,60m + 22,10m + 28,2m) 174,70 307,47
LIGAÇÕES ((6,9m + 8,8m + 6,9m + 7,8m) + (6,90m + 8,80m + 6,80m + 7,80m)) 60,70 106,83
REDE PRINCIPAL (4,00m + 67,00m) 71,00 124,96
LIGAÇÕES ((6,9m + 8,8m + 6,9m + 7,8m) + (6,90m + 8,80m + 6,80m + 7,80m+4,00m)) 60,70 106,83
REDE PRINCIPAL (32,19m + 51,90m) 84,09 148,00
LIGAÇÕES ((4,0m + 8,8m + 6,9m + 7,8m) + (7,80m + 7,80m)) 43,10 75,86
REDE PRINCIPAL (53,20m) 53,20 93,63
LIGAÇÕES ( 8,8m) 8,80 15,49
REDE PRINCIPAL (2,50m + 82,11m) 84,61 148,91
LIGAÇÕES ((8,8m + 6,9m + 7,8m) 23,50 41,36
REDE PRINCIPAL (48,00m + 37,53 + 6,90m) 92,43 162,68
LIGAÇÕES ((8,8m + 6,9m + 8,8m + 8,8M + 8,8 M + 6,9 M) 49,00 86,24
REDE PRINCIPAL (18,00m + 53,06m) 71,06 125,07
LIGAÇÕES ((8,8m + 8,8m ) 17,60 30,98
RUA SÃO CARLOS AV. SETE DE SETEMBRO/RUA PARA REGULARIZAÇÃO DE VALAS D=0,60 m
RUA PARA RUA SÃO CARLOS/RUA SÃO GABRIEL
REGULARIZAÇÃO DE VALAS D=0,60 m
RUA RUA RIO DE JANEIRO RUA MARANHÃO/RUA BOM JESUS REGULARIZAÇÃO DE VALAS D=0,60 m
RUA 4 DE DEZEMBRO RUA SURUI/AV. SETE DE SETEMBRO REGULARIZAÇÃO DE VALAS D=0,60 m
RUA SANTA CATARINA RUA PARAIBA/RUA 4 DE DEZEMBRO REGULARIZAÇÃO DE VALAS D=0,60 m
RUA RUA MARANHAO RUA RIO DE JANEIRO/AV. SERGIPE REGULARIZAÇÃO DE VALAS D=0,60 m
OBS.:
Regularização de taludes e valas com soquete vibratório
RUA 4 DE DEZEMBRO RUA SURUI/AV. SETE DE SETEMBRO REGULARIZAÇÃO DE VALAS D=0,60 m
Espigão D'Oeste-RO, abril de 2020. Responsável Técnico pelo Projeto
ID: 1342658 e CRC: F27F5D20 ID: 1358998 e CRC: 75B523B2
OBRA: PAVIMENTAÇÃO ASFÁLTICA EM TSD COM DRENAGEM
LOCAL: RUAS E AVENIDAS
ÁREA: 10.521,07 m²
EXT.: 1.503,01 m
SERVIÇO REFERÊNCIA BASE UND DESCRIÇÃO DIMENSÕES
PREFEITURA DE ESPIGÃO D'OESTE
GOVERNO DO ESTADO DE RONDÔNIA
MEMÓRIA DE CÁLCULO
QUANTIDADE
TUBO DE CONCRETO D = 1,20 m CA1 - TRAVESSIA REDE TRAVESSIA 15,01 15,01 39,93
3.3 94342 SINAPI m³ 440,03
VIDE PROJETO ÁREA BERÇO Ø0,60 (m²)= 0,4646
VIDE PROJETO ÁREA BERÇO Ø1,20 (m²)= 1,6286
BAIRRO CIDADE ALTA
REDE PRINCIPAL (2,50m + 100,80m + 2,50m + 18,60m + 22,10m + 28,2m) 174,70 81,17
LIGAÇÕES ((6,9m + 8,8m + 6,9m + 7,8m) + (6,90m + 8,80m + 6,80m + 7,80m)) 60,70 28,20
REDE PRINCIPAL (4,00m + 67,00m) 71,00 32,99
LIGAÇÕES ((6,9m + 8,8m + 6,9m + 7,8m) + (6,90m + 8,80m + 6,80m + 7,80m+4,00m)) 60,70 28,20
REDE PRINCIPAL (32,19m + 51,90m) 84,09 39,07
LIGAÇÕES ((4,0m + 8,8m + 6,9m + 7,8m) + (7,80m + 7,80m)) 43,10 20,02
REDE PRINCIPAL (53,20m) 53,20 24,72
LIGAÇÕES ( 8,8m) 8,80 4,09
REDE PRINCIPAL (2,50m + 82,11m) 84,61 39,31
LIGAÇÕES ((8,8m + 6,9m + 7,8m) 23,50 10,92
RUA 4 DE DEZEMBRO RUA SURUI/AV. SETE DE SETEMBRO ATERRO MANUAL DE VALAS D=0,60 m
RUA RUA MARANHAO RUA RIO DE JANEIRO/AV. SERGIPE ATERRO MANUAL DE VALAS D=0,60 m
RUA RUA RIO DE JANEIRO RUA MARANHÃO/RUA BOM JESUS ATERRO MANUAL DE VALAS D=0,60 m
RUA 4 DE DEZEMBRO RUA SURUI/AV. SETE DE SETEMBRO ATERRO MANUAL DE VALAS D=0,60 m
RUA SANTA CATARINA RUA PARAIBA/RUA 4 DE DEZEMBRO ATERRO MANUAL DE VALAS D=0,60 m
ATERRO MANUAL DE VALAS COM AREIA PARA ATERRO. AF_08/2023
RUA PARA RUA SÃO CARLOS/RUA SÃO GABRIEL
Espigão D'Oeste-RO, abril de 2020. Responsável Técnico pelo Projeto
ID: 1342658 e CRC: F27F5D20 ID: 1358998 e CRC: 75B523B2
OBRA: PAVIMENTAÇÃO ASFÁLTICA EM TSD COM DRENAGEM
LOCAL: RUAS E AVENIDAS
ÁREA: 10.521,07 m²
EXT.: 1.503,01 m
SERVIÇO REFERÊNCIA BASE UND DESCRIÇÃO DIMENSÕES
PREFEITURA DE ESPIGÃO D'OESTE
GOVERNO DO ESTADO DE RONDÔNIA
MEMÓRIA DE CÁLCULO
QUANTIDADE
REDE PRINCIPAL (48,00m + 37,53 + 6,90m) 92,43 42,94
LIGAÇÕES ((8,8m + 6,9m + 8,8m + 8,8M + 8,8 M + 6,9 M) 49,00 22,77
REDE PRINCIPAL (18,00m + 53,06m) 71,06 33,01
LIGAÇÕES ((8,8m + 8,8m ) 17,60 8,18
TUBO DE CONCRETO D = 1,20 m CA1 - TRAVESSIA REDE TRAVESSIA 15,01 15,01 24,45
3.4 4815671 SICRO3 m³ 1.750,80
VIDE PROJETO ÁREA TUBO Ø0,60 (m²)= 0,4070
VIDE PROJETO ÁREA TUBO Ø1,20 (m²)= 1,6286
BAIRRO CIDADE ALTA
REDE PRINCIPAL (2,50m + 100,80m + 2,50m + 18,60m + 22,10m + 28,2m) 174,70 332,70
LIGAÇÕES ((6,9m + 8,8m + 6,9m + 7,8m) + (6,90m + 8,80m + 6,80m + 7,80m)) 60,70 115,60
REDE PRINCIPAL (4,00m + 67,00m) 71,00 135,21
LIGAÇÕES ((6,9m + 8,8m + 6,9m + 7,8m) + (6,90m + 8,80m + 6,80m + 7,80m+4,00m)) 60,70 115,60
REDE PRINCIPAL (32,19m + 51,90m) 84,09 160,14
LIGAÇÕES ((4,0m + 8,8m + 6,9m + 7,8m) + (7,80m + 7,80m)) 43,10 82,08
RUA SANTA CATARINA RUA PARAIBA/RUA 4 DE DEZEMBRO ATERRO MANUAL DE VALAS D=0,60 m
RUA RUA MARANHAO RUA RIO DE JANEIRO/AV. SERGIPE ATERRO MANUAL DE VALAS D=0,60 m
RUA 4 DE DEZEMBRO RUA SURUI/AV. SETE DE SETEMBRO ATERRO MANUAL DE VALAS D=0,60 m
RUA PARA RUA SÃO CARLOS/RUA SÃO GABRIEL
ATERRO MANUAL DE VALAS D=0,60 m
OBS.:
Reaterro e compactação com soquete vibratório
RUA SÃO CARLOS AV. SETE DE SETEMBRO/RUA PARA ATERRO MANUAL DE VALAS D=0,60 m
Espigão D'Oeste-RO, abril de 2020. Responsável Técnico pelo Projeto
ID: 1342658 e CRC: F27F5D20 ID: 1358998 e CRC: 75B523B2
OBRA: PAVIMENTAÇÃO ASFÁLTICA EM TSD COM DRENAGEM
LOCAL: RUAS E AVENIDAS
ÁREA: 10.521,07 m²
EXT.: 1.503,01 m
SERVIÇO REFERÊNCIA BASE UND DESCRIÇÃO DIMENSÕES
PREFEITURA DE ESPIGÃO D'OESTE
GOVERNO DO ESTADO DE RONDÔNIA
MEMÓRIA DE CÁLCULO
QUANTIDADE
REDE PRINCIPAL (53,20m) 53,20 101,31
LIGAÇÕES ( 8,8m) 8,80 16,76
REDE PRINCIPAL (2,50m + 82,11m) 84,61 161,13
LIGAÇÕES ((8,8m + 6,9m + 7,8m) 23,50 44,75
REDE PRINCIPAL (48,00m + 37,53 + 6,90m) 92,43 176,02
LIGAÇÕES ((8,8m + 6,9m + 8,8m + 8,8M + 8,8 M + 6,9 M) 49,00 93,32
REDE PRINCIPAL (18,00m + 53,06m) 71,06 135,33
LIGAÇÕES ((8,8m + 8,8m ) 17,60 33,52
TUBO DE CONCRETO D = 1,20 m CA1 - TRAVESSIA REDE TRAVESSIA 15,01 15,01 47,33
3.5 0804020 SICRO3 m 664,40
VIDE PROJETO TUBO DE Ø0,60 (m)= 1,00
BAIRRO CIDADE ALTA
REDE PRINCIPAL (2,50m + 100,80m + 2,50m + 18,60m + 22,10m + 28,2m) 174,70 174,70
LIGAÇÕES ((6,9m + 8,8m + 6,9m + 7,8m) + (6,90m + 8,80m + 6,80m + 7,80m)) 60,70 60,70
REDE PRINCIPAL (4,00m + 67,00m) 71,00 71,00
LIGAÇÕES ((6,9m + 8,8m + 6,9m + 7,8m) + (6,90m + 8,80m + 6,80m + 7,80m+4,00m)) 60,70 60,70
RUA SANTA CATARINA RUA PARAIBA/RUA 4 DE DEZEMBRO CORPO DE BSTC D = 0,60 M CA2
OBS.:
Corpo de BSTC D = 0,60 m PA1 - areia extraída e brita e pedra de mão produzidas
RUA 4 DE DEZEMBRO RUA SURUI/AV. SETE DE SETEMBRO CORPO DE BSTC D = 0,60 M CA1
RUA SÃO CARLOS AV. SETE DE SETEMBRO/RUA PARA ATERRO MANUAL DE VALAS D=0,60 m
RUA PARA RUA SÃO CARLOS/RUA SÃO GABRIEL
ATERRO MANUAL DE VALAS D=0,60 m
RUA RUA RIO DE JANEIRO RUA MARANHÃO/RUA BOM JESUS ATERRO MANUAL DE VALAS D=0,60 m
RUA 4 DE DEZEMBRO RUA SURUI/AV. SETE DE SETEMBRO ATERRO MANUAL DE VALAS D=0,60 m
Espigão D'Oeste-RO, abril de 2020. Responsável Técnico pelo Projeto
ID: 1342658 e CRC: F27F5D20 ID: 1358998 e CRC: 75B523B2
OBRA: PAVIMENTAÇÃO ASFÁLTICA EM TSD COM DRENAGEM
LOCAL: RUAS E AVENIDAS
ÁREA: 10.521,07 m²
EXT.: 1.503,01 m
SERVIÇO REFERÊNCIA BASE UND DESCRIÇÃO DIMENSÕES
PREFEITURA DE ESPIGÃO D'OESTE
GOVERNO DO ESTADO DE RONDÔNIA
MEMÓRIA DE CÁLCULO
QUANTIDADE
REDE PRINCIPAL (32,19m + 51,90m) 84,09 84,09
LIGAÇÕES ((4,0m + 8,8m + 6,9m + 7,8m) + (7,80m + 7,80m)) 43,10 43,10
REDE PRINCIPAL (53,20m) 53,20 53,20
LIGAÇÕES ( 8,8m) 8,80 8,80
REDE PRINCIPAL (2,50m + 82,11m) 84,61 84,61
LIGAÇÕES ((8,8m + 6,9m + 7,8m) 23,50 23,50
3.6 0804044 SICRO3 m 15,01
VIDE PROJETO TUBO DE Ø1,20 (m)= 1,00
TUBO DE CONCRETO D = 1,20 m CA1 -
TRAVESSIA
15,01 15,01 15,01
3.7 2003618 SICRO3 un 45,00
VIDE PROJETO BLS-01 (und)= 45,00
45,00
Boca de lobo simples - BLS 01 - areia e brita comerciais
OBS.:
Corpo de BSTC D = 1,20 m PA1 - areia extraída e brita e pedra de mão produzidas
RUA PARA RUA SÃO CARLOS/RUA SÃO GABRIEL TUBO DE CONCRETO D = 1,20 m CA1 - TRAVESSIA REDE TRAVESSIA
RUA RUA RIO DE JANEIRO RUA MARANHÃO/RUA BOM JESUS CORPO DE BSTC D = 0,60 M CA4
RUA 4 DE DEZEMBRO RUA SURUI/AV. SETE DE SETEMBRO CORPO DE BSTC D = 0,60 M CA5
RUA RUA MARANHAO RUA RIO DE JANEIRO/AV. SERGIPE CORPO DE BSTC D = 0,60 M CA3
Espigão D'Oeste-RO, abril de 2020. Responsável Técnico pelo Projeto
ID: 1342658 e CRC: F27F5D20 ID: 1358998 e CRC: 75B523B2
OBRA: PAVIMENTAÇÃO ASFÁLTICA EM TSD COM DRENAGEM
LOCAL: RUAS E AVENIDAS
ÁREA: 10.521,07 m²
EXT.: 1.503,01 m
SERVIÇO REFERÊNCIA BASE UND DESCRIÇÃO DIMENSÕES
PREFEITURA DE ESPIGÃO D'OESTE
GOVERNO DO ESTADO DE RONDÔNIA
MEMÓRIA DE CÁLCULO
QUANTIDADE
3.8 2003656 SICRO3 un 6,00
VIDE PROJETO CLP-08 (und)= 6,00
6,00
3.9 0804405 SICRO3 un 2,00
VIDE PROJETO BOCA BSTC S=1,20m (und)= 2,00
BAIRRO CAIXA D´ÁGUA RUA PARA 2,00
3.10 0804377 SICRO3 un 2,00
VIDE PROJETO BOCA BSTC S=0,60m (und)= 2,00
BAIRRO CIDADE ALTA RUA 4 DE DEZEMBRO 1,00
BAIRRO CIDADE ALTA RUA RUA MARANHAO 1,00
3.11 5915407 SICRO3 t 1.722,59
VIDE PROJETO Empolamento (10%)= 1,10
Peso Especifico (ton/m³)= 1,875
ÁREA BERÇO + TUBOS. Ø0,60 (m²)= 0,9183
BAIRRO CIDADE ALTA
REDE PRINCIPAL (2,50m + 100,80m + 2,50m + 18,60m + 22,10m + 28,2m) 174,70 330,88
LIGAÇÕES ((6,9m + 8,8m + 6,9m + 7,8m) + (6,90m + 8,80m + 6,80m + 7,80m)) 60,70 114,97
REDE PRINCIPAL (4,00m + 67,00m) 71,00 134,47
LIGAÇÕES ((6,9m + 8,8m + 6,9m + 7,8m) + (6,90m + 8,80m + 6,80m + 7,80m+4,00m)) 60,70 114,97
REDE PRINCIPAL (32,19m + 51,90m) 84,09 159,27
LIGAÇÕES ((4,0m + 8,8m + 6,9m + 7,8m) + (7,80m + 7,80m)) 43,10 81,63
RUA SANTA CATARINA RUA PARAIBA/RUA 4 DE DEZEMBRO
CARGA, MANOBRA E DESCARGA (( EXTENSÃO X ÁREA
BERÇO + TUBOS Ø 0,60m) X PESO ESPECIFICO
1,875ton/m³) X EMPOLAMENTO 10%)
RUA RUA MARANHAO RUA RIO DE JANEIRO/AV. SERGIPE
CARGA, MANOBRA E DESCARGA (( EXTENSÃO X ÁREA
BERÇO + TUBOS Ø 0,60m) X PESO ESPECIFICO
1,875ton/m³) X EMPOLAMENTO 10%)
Boca de BSTC D = 0,60 m - esconsidade 0° - areia e brita comerciais - alas esconsas
OBS.:
Carga, manobra e descarga de agregados ou solos em caminhão basculante de 10 m³ - carga com carregadeira de 3,40 m³ e descarga livre
RUA 4 DE DEZEMBRO RUA SURUI/AV. SETE DE SETEMBRO CARGA, MANOBRA E DESCARGA (( EXTENSÃO X ÁREA
BERÇO + TUBOS Ø 0,60m) X PESO ESPECIFICO
Caixa de ligação e passagem - CLP 08 - areia e brita comerciais
OBS.:
Boca de BSTC D = 1,20 m - esconsidade 30° - areia e brita comerciais - alas esconsas
OBS.:
Espigão D'Oeste-RO, abril de 2020. Responsável Técnico pelo Projeto
ID: 1342658 e CRC: F27F5D20 ID: 1358998 e CRC: 75B523B2
OBRA: PAVIMENTAÇÃO ASFÁLTICA EM TSD COM DRENAGEM
LOCAL: RUAS E AVENIDAS
ÁREA: 10.521,07 m²
EXT.: 1.503,01 m
SERVIÇO REFERÊNCIA BASE UND DESCRIÇÃO DIMENSÕES
PREFEITURA DE ESPIGÃO D'OESTE
GOVERNO DO ESTADO DE RONDÔNIA
MEMÓRIA DE CÁLCULO
QUANTIDADE
REDE PRINCIPAL (53,20m) 53,20 100,76
LIGAÇÕES ( 8,8m) 8,80 16,67
REDE PRINCIPAL (2,50m + 82,11m) 84,61 160,25
LIGAÇÕES ((8,8m + 6,9m + 7,8m) 23,50 44,51
REDE PRINCIPAL (48,00m + 37,53 + 6,90m) 92,43 175,06
LIGAÇÕES ((8,8m + 6,9m + 8,8m + 8,8M + 8,8 M + 6,9 M) 49,00 92,81
REDE PRINCIPAL (18,00m + 53,06m) 71,06 134,59
LIGAÇÕES ((8,8m + 8,8m ) 17,60 33,33
REDE TRAVESSIA 15,01 15,01 28,43
3.12 5915321 SICRO3 tkm 4.134,21
VIDE PROJETO
D.M.T (km)= 2,400
(VOLUME DE CARGA, MANOBRA E CASCARGA X DMT) (1.722,59m³ x 2,40km) 4.134,21
Transporte com caminhão basculante de 14 m³ - rodovia pavimentada
OBS.:
RUA SÃO CARLOS AV. SETE DE SETEMBRO/RUA PARA
CARGA, MANOBRA E DESCARGA (( EXTENSÃO X ÁREA
BERÇO + TUBOS Ø 0,60m) X PESO ESPECIFICO
1,875ton/m³) X EMPOLAMENTO 10%)
RUA PARA RUA SÃO CARLOS/RUA SÃO GABRIEL
CARGA, MANOBRA E DESCARGA (( EXTENSÃO X ÁREA
BERÇO + TUBOS Ø 0,60m) X PESO ESPECIFICO
1,875ton/m³) X EMPOLAMENTO 10%)
RUA RUA RIO DE JANEIRO RUA MARANHÃO/RUA BOM JESUS
CARGA, MANOBRA E DESCARGA (( EXTENSÃO X ÁREA
BERÇO + TUBOS Ø 0,60m) X PESO ESPECIFICO
1,875ton/m³) X EMPOLAMENTO 10%)
RUA 4 DE DEZEMBRO RUA SURUI/AV. SETE DE SETEMBRO
CARGA, MANOBRA E DESCARGA (( EXTENSÃO X ÁREA
BERÇO + TUBOS Ø 0,60m) X PESO ESPECIFICO
1,875ton/m³) X EMPOLAMENTO 10%)
Espigão D'Oeste-RO, abril de 2020. Responsável Técnico pelo Projeto
ID: 1342658 e CRC: F27F5D20 ID: 1358998 e CRC: 75B523B2
OBRA: PAVIMENTAÇÃO ASFÁLTICA EM TSD COM DRENAGEM
LOCAL: RUAS E AVENIDAS
ÁREA: 10.521,07 m²
EXT.: 1.503,01 m
SERVIÇO REFERÊNCIA BASE UND DESCRIÇÃO DIMENSÕES
PREFEITURA DE ESPIGÃO D'OESTE
GOVERNO DO ESTADO DE RONDÔNIA
MEMÓRIA DE CÁLCULO
QUANTIDADE
TERRAPLENAGEM
4.1 4016096 SICRO3 m³ 4.701,92
EXTENSÃO X LARGURA PISTA + SARJETA X ESPESSURA PISTA/UNIÃO DE PISTA
VIDE PROJETO
BAIRRO CIDADE ALTA
RUA SANTA CATARINA RUA PARAIBA/RUA 4 DE DEZEMBRO ÁREA DA TOPOGRAFIA - TRECHO 1 (1071,68m³ x 1 UNIDADES) 1.071,68
RUA RUA 4 DE DEZEMBRO RUA SANTA CATARINA/RUA MARECHAL DEODORO ÁREA DA TOPOGRAFIA - TRECHO 2 (864,24m³ x 1 UNIDADES) 864,24
RUA RUA MARANHAO RUA RIO DE JANEIRO/AV. SERGIPE ÁREA DA TOPOGRAFIA - TRECHO 3 (298,50m³ x 1 UNIDADES) 298,50
RUA RUA RIO DE JANEIRO RUA MARANHÃO/RUA BOM JESUS ÁREA DA TOPOGRAFIA - TRECHO 4 (261,50m³ x 1 UNIDADES) 261,50
RUA SURUI RUA PAVÃO/RUA 4 DE DEZEMBRO ÁREA DA TOPOGRAFIA - TRECHO 5 (639,34m³ x 1 UNIDADES) 639,34
RUA 4 DE DEZEMBRO RUA SURUI/AV. SETE DE SETEMBRO ÁREA DA TOPOGRAFIA - TRECHO 6 (282,32m³ x 1 UNIDADES) 282,32
RUA SÃO CARLOS AV. SETE DE SETEMBRO/RUA PARA ÁREA DA TOPOGRAFIA - TRECHO 7 (588,60m³ x 1 UNIDADES) 588,60
RUA GRAJAU RUA ITAPORANGA/RUA SÃO CARLOS ÁREA DA TOPOGRAFIA - TRECHO 8 (357,56m³ x 1 UNIDADES) 357,56
RUA PARA RUA SÃO CARLOS/RUA SÃO GABRIEL ÁREA DA TOPOGRAFIA - TRECHO 9 (338,17m³ x 1 UNIDADES) 338,17
4.2 5915321 SICRO3 tkm 23.274,53
VIDE PROJETO
Empalamento 10% * Referência
DNIT
1,10
Peso Especifico (ton/m³)= 1,875
BAIRRO CIDADE ALTA D.M.T (km)= 2,400000
(VOLUME ESCAVADO X PESO ESPECÍFICO 1,875ton/m³
X DMT) X EMP. 10%
((((23.274,53) x 1,875ton/m³)x 10%) x DMT'S km)
BAIRRO CIDADE ALTA 4.701,92 23.274,53
PAVIMENTAÇÃO EM TSD
5.1 4011209 SICRO3 m² 11.873,78
VIDE PROJETO LARG. ESCAVAÇÃO (m)= 7,900 11.873,78
BAIRRO CIDADE ALTA LARG. ESCAVAÇÃO (m)= 7,900
RUA SANTA CATARINA RUA PARAIBA/RUA 4 DE DEZEMBRO ÁREA DA REGULARIZAÇÃO TRECHO 1 (316,5m) 316,50
RUA RUA 4 DE DEZEMBRO RUA SANTA CATARINA/RUA MARECHAL DEODORO ÁREA DA REGULARIZAÇÃO TRECHO 2 (23,32+ 253,32m) 276,64
RUA RUA MARANHAO RUA RIO DE JANEIRO/AV. SERGIPE ÁREA DA REGULARIZAÇÃO TRECHO 3 (84,58+8,68+4,93m) 98,19
RUA RUA RIO DE JANEIRO RUA MARANHÃO/RUA BOM JESUS ÁREA DA REGULARIZAÇÃO TRECHO 4 (86,02 m) 86,02
RUA SURUI RUA PAVÃO/RUA 4 DE DEZEMBRO ÁREA DA REGULARIZAÇÃO TRECHO 5 (210,31m) 210,31
RUA 4 DE DEZEMBRO RUA SURUI/AV. SETE DE SETEMBRO ÁREA DA REGULARIZAÇÃO TRECHO 6 (8,76+79,11+5m) 92,87
RUA SÃO CARLOS AV. SETE DE SETEMBRO/RUA PARA ÁREA DA REGULARIZAÇÃO TRECHO 7 (5,00+84,03+17,00+82,59+5,00m) 193,62
RUA GRAJAU RUA ITAPORANGA/RUA SÃO CARLOS ÁREA DA REGULARIZAÇÃO TRECHO 8 (8,76+79,11+5m) 117,62
OBS.:
Regularização do subleito - 100% Proctor intermediário
Escavação e carga de material com escavadeira hidráulica de 1,56 m³
Transporte com caminhão basculante de 14 m³ - rodovia pavimentada - Bota Fora
Espigão D'Oeste-RO, abril de 2020. Responsável Técnico pelo Projeto
ID: 1342658 e CRC: F27F5D20 ID: 1358998 e CRC: 75B523B2
OBRA: PAVIMENTAÇÃO ASFÁLTICA EM TSD COM DRENAGEM
LOCAL: RUAS E AVENIDAS
ÁREA: 10.521,07 m²
EXT.: 1.503,01 m
SERVIÇO REFERÊNCIA BASE UND DESCRIÇÃO DIMENSÕES
PREFEITURA DE ESPIGÃO D'OESTE
GOVERNO DO ESTADO DE RONDÔNIA
MEMÓRIA DE CÁLCULO
QUANTIDADE
RUA PARA RUA SÃO CARLOS/RUA SÃO GABRIEL ÁREA DA REGULARIZAÇÃO TRECHO 9 (8,76+79,11+5m) 111,24
5.2 5915321 SICRO3 tkm 23.510,08
VIDE PROJETO Empolamento (10%)= 1,10
Peso Especifico (ton/m³)= 1,875
Espessura Subbase e Base (m³)= 0,40
BAIRRO CIDADE ALTA D.M.T (km)= 2,400000
((ÁREA DE REGULARIZAÇÃO DE SUBLEITO X
ESPESSURA DE SUBBASE E BASE X PESO ESPECÍFICO
1,875ton/m³) x EMP. 10%) X DMT)
CROQUI JAZIDA (m)= ((((11.873,78m² x 0,40m) x 1,875ton/m³)x 10%) x DMT'S km)
BAIRRO CIDADE ALTA 11.873,78 23.510,08
5.3 4011227 SICRO3 m³ 2.374,76
VIDE PROJETO
Espessura Subbase (m)= 0,20
(ÁREA DE REGULARIZAÇÃO DE SUBLEITO X
ESPESSURA DE SUBBASE PAV (m)= (11.873,78m² X 0,20m) 2.374,76
5.4 4011219 SICRO3 m³ 2.374,76
VIDE PROJETO
Espessura base (m)= 0,20
(ÁREA DE REGULARIZAÇÃO DE SUBLEITO X
ESPESSURA DE BASE
(m)= (11.873,78m² X 0,20m) 2.374,76
5.5 4011352 SICRO3 m² 10.521,07
VIDE PROJETO LARG. IMPRIMIÇÃO(m)= 7,00 10.521,07
BAIRRO CIDADE ALTA
RUA SANTA CATARINA RUA PARAIBA/RUA 4 DE DEZEMBRO ÁREA DE PAVIMENTAÇÃO - TRECHO 1 (316,5m) 316,50 -
RUA RUA 4 DE DEZEMBRO RUA SANTA CATARINA/RUA MARECHAL DEODORO ÁREA DE PAVIMENTAÇÃO - TRECHO 2 (23,32+ 253,32m) 276,64 -
RUA RUA MARANHAO RUA RIO DE JANEIRO/AV. SERGIPE ÁREA DE PAVIMENTAÇÃO - TRECHO 3 (84,58+8,68+4,93m) 98,19 -
RUA RUA RIO DE JANEIRO RUA MARANHÃO/RUA BOM JESUS ÁREA DE PAVIMENTAÇÃO - TRECHO 4 (86,02 m) 86,02 -
RUA SURUI RUA PAVÃO/RUA 4 DE DEZEMBRO ÁREA DE PAVIMENTAÇÃO - TRECHO 5 (210,31m) 210,31 -
RUA 4 DE DEZEMBRO RUA SURUI/AV. SETE DE SETEMBRO ÁREA DE PAVIMENTAÇÃO - TRECHO 6 (8,76+79,11+5m) 92,87 -
RUA SÃO CARLOS AV. SETE DE SETEMBRO/RUA PARA ÁREA DE PAVIMENTAÇÃO - TRECHO 7 (5,00+84,03+17,00+82,59+5,00m) 193,62 -
RUA GRAJAU RUA ITAPORANGA/RUA SÃO CARLOS ÁREA DE PAVIMENTAÇÃO - TRECHO 8 (8,76+79,11+5m) 117,62 -
RUA PARA RUA SÃO CARLOS/RUA SÃO GABRIEL ÁREA DE PAVIMENTAÇÃO - TRECHO 9 (8,76+79,11+5m) 111,24 -
5.6 4011370 SICRO3 m² Tratamento superficial duplo com emulsão - brita comercial 10.521,07
Sub-base de solo estabilizado granulometricamente sem mistura com material de jazida - 100% Proctor intermediário
OBS.:
Base de solo estabilizado granulometricamente sem mistura com material de jazida - 100% Proctor modificado
OBS.:
Imprimação com emulsão asfáltica
OBS.:
OBS.:
Transporte com caminhão basculante de 14 m³ - rodovia pavimentada - Cascalho
OBS.:
Espigão D'Oeste-RO, abril de 2020. Responsável Técnico pelo Projeto
ID: 1342658 e CRC: F27F5D20 ID: 1358998 e CRC: 75B523B2
OBRA: PAVIMENTAÇÃO ASFÁLTICA EM TSD COM DRENAGEM
LOCAL: RUAS E AVENIDAS
ÁREA: 10.521,07 m²
EXT.: 1.503,01 m
SERVIÇO REFERÊNCIA BASE UND DESCRIÇÃO DIMENSÕES
PREFEITURA DE ESPIGÃO D'OESTE
GOVERNO DO ESTADO DE RONDÔNIA
MEMÓRIA DE CÁLCULO
QUANTIDADE
VIDE PROJETO
ÁREA = ÁREA DA IMPRIMAÇÃO 10521,07(m²) 10.521,07
5.7 4915637 SICRO3 m² 10.521,07
VIDE PROJETO
ÁREA = ÁREA DA IMPRIMAÇÃO 10521,07(m²) 10.521,07
5.8 5915320 SICRO3 tkm 9.854,03
VIDE PROJETO
Taxa de consumo média Brita 0 (m³/m²)= 0,00730
Peso específico (ton/m³) = 1,50000
Taxa de consumo média Brita 1 (m³/m²)= 0,01500
Peso específico (ton/m³) = 1,50000
D.M.T (km)= 28,000
((ÁREA DE PAVIMENTAÇÃO X CONSUMO MÉDIO DA
BRITA) X PESO ESPECÍFICO) X DMT)
CROQUI JAZIDA (m)= ((((9.854,03m² x 0,0073m³/m²) x 1,50ton/m³)) x 53,20km) + ((((9.854,03m² x
0,015m³/m²) x 1,50ton/m³)) x 53,20km) 9.854,03
6.0 DRENAGEM SUPERFICIAL
6.1 94267 SINAPI M 2.735,85
MEIO-FIO E SARJETA EM TRECHO TRECHO
BAIRRO CIDADE ALTA
RUA SANTA CATARINA RUA PARAIBA/RUA 4 DE DEZEMBRO MEIO-FIO E SARJETA - TRECHO 1 PAV 04/07 (m)= ((316,5)+(147,61+70,41+64,13)) 598,65
RUA RUA 4 DE DEZEMBRO RUA SANTA CATARINA/RUA MARECHAL DEODORO MEIO-FIO E SARJETA - TRECHO 2 PAV 03/07 (m)= ((253,31 )+(76,12+83,97+59,22)) 472,62
RUA RUA MARANHAO RUA RIO DE JANEIRO/AV. SERGIPE MEIO-FIO E SARJETA - TRECHO 3 PAV 05/07 (m)= ((84,58)+(84,585)) 169,16
RUA RUA RIO DE JANEIRO RUA MARANHÃO/RUA BOM JESUS MEIO-FIO E SARJETA - TRECHO 4 PAV 05/07 (m)= ((81,93+7,85)+(81,93)) 163,86
RUA SURUI RUA PAVÃO/RUA 4 DE DEZEMBRO MEIO-FIO E SARJETA - TRECHO 5 PAV 05/07 (m)= ((210,31)+(102,83+90,48)) 403,62
RUA 4 DE DEZEMBRO RUA SURUI/AV. SETE DE SETEMBRO MEIO-FIO E SARJETA - TRECHO 6 PAV 05/07 (m)= ((79,11+8,76)+(79,11)) 166,98
RUA SÃO CARLOS AV. SETE DE SETEMBRO/RUA PARA MEIO-FIO E SARJETA - TRECHO 7 PAV 06/07 (m)= ((183,62)+(84,03+82,59)) 350,24
RUA GRAJAU RUA ITAPORANGA/RUA SÃO CARLOS MEIO-FIO E SARJETA - TRECHO 8 PAV 06/07 (m)= ((107,62)+(107,62)) 215,24
RUA PARA RUA SÃO CARLOS/RUA SÃO GABRIEL MEIO-FIO E SARJETA - TRECHO 9 PAV 06/07 (m)= ((106,24)+(5+84,24)) 195,48
6.2 94268 SINAPI M 313,55
MEIO-FIO E SARJETA EM TRECHO CURVO
BAIRRO CIDADE ALTA
RUA SANTA CATARINA RUA PARAIBA/RUA 4 DE DEZEMBRO MEIO-FIO E SARJETA - TRECHO 1 PAV 04/07 (m)= (7,85x4) 31,40
GUIA (MEIO-FIO) E SARJETA CONJUGADOS DE CONCRETO, MOLDADA IN LOCO EM TRECHO RETO COM EXTRUSORA, 45 CM BASE (15 CM BASE DA GUIA + 30 CM BASE DA
SARJETA) X 22 CM ALTURA. AF_01/2024
OBS.:
GUIA (MEIO-FIO) E SARJETA CONJUGADOS DE CONCRETO, MOLDADA IN LOCO EM TRECHO CURVO COM EXTRUSORA, 45 CM BASE (15 CM BASE DA GUIA + 30 CM BASE DA
SARJETA) X 22 CM ALTURA. AF_01/2024
OBS.:
Capa selante - areia comercial
OBS.:
Transporte com caminhão basculante de 14 m³ - rodovia em revestimento primário
OBS.:
Espigão D'Oeste-RO, abril de 2020. Responsável Técnico pelo Projeto
ID: 1342658 e CRC: F27F5D20 ID: 1358998 e CRC: 75B523B2
OBRA: PAVIMENTAÇÃO ASFÁLTICA EM TSD COM DRENAGEM
LOCAL: RUAS E AVENIDAS
ÁREA: 10.521,07 m²
EXT.: 1.503,01 m
SERVIÇO REFERÊNCIA BASE UND DESCRIÇÃO DIMENSÕES
PREFEITURA DE ESPIGÃO D'OESTE
GOVERNO DO ESTADO DE RONDÔNIA
MEMÓRIA DE CÁLCULO
QUANTIDADE
RUA RUA 4 DE DEZEMBRO RUA SANTA CATARINA/RUA MARECHAL DEODORO MEIO-FIO E SARJETA - TRECHO 2 PAV 03/07 (m)= (28,77+17,88+(7,85x4)) 78,05
RUA RUA MARANHAO RUA RIO DE JANEIRO/AV. SERGIPE MEIO-FIO E SARJETA - TRECHO 3 PAV 05/07 (m)= (7,85x6) 47,10
RUA RUA RIO DE JANEIRO RUA MARANHÃO/RUA BOM JESUS MEIO-FIO E SARJETA - TRECHO 4 PAV 05/07 (m)= (7,85x2) 15,70
RUA SURUI RUA PAVÃO/RUA 4 DE DEZEMBRO MEIO-FIO E SARJETA - TRECHO 5 PAV 05/07 (m)= (7,85x2) 15,70
RUA 4 DE DEZEMBRO RUA SURUI/AV. SETE DE SETEMBRO MEIO-FIO E SARJETA - TRECHO 6 PAV 05/07 (m)= (7,85x4) 31,40
RUA SÃO CARLOS AV. SETE DE SETEMBRO/RUA PARA MEIO-FIO E SARJETA - TRECHO 7 PAV 06/07 (m)= (7,85x4) 31,40
RUA GRAJAU RUA ITAPORANGA/RUA SÃO CARLOS MEIO-FIO E SARJETA - TRECHO 8 PAV 06/07 (m)= (7,85x4) 31,40
RUA PARA RUA SÃO CARLOS/RUA SÃO GABRIEL MEIO-FIO E SARJETA - TRECHO 9 PAV 06/07 (m)= (7,85x4) 31,40
7.0 SINALIZAÇÃO HORIZONTAL
7.1 5213401 SICRO3 m² 51,20
LARGURA FAIXA (m): 2,00
ESPESSURA FAIXA (m): 0,10
BAIRRO CIDADE ALTA
RUA SANTA CATARINA RUA PARAIBA/RUA 4 DE DEZEMBRO FAIXA TRACEJADA - TRECHO 1 (53,00und)) 53,00
RUA RUA 4 DE DEZEMBRO RUA SANTA CATARINA/RUA MARECHAL DEODORO FAIXA TRACEJADA - TRECHO 2 ((47,00und ) 47,00
RUA RUA MARANHAO RUA RIO DE JANEIRO/AV. SERGIPE FAIXA TRACEJADA - TRECHO 3 (17,00und)) 17,00
RUA RUA RIO DE JANEIRO RUA MARANHÃO/RUA BOM JESUS FAIXA TRACEJADA - TRECHO 4 (15,00und)) 15,00
RUA SURUI RUA PAVÃO/RUA 4 DE DEZEMBRO FAIXA TRACEJADA - TRECHO 5 (36,00und) 36,00
RUA 4 DE DEZEMBRO RUA SURUI/AV. SETE DE SETEMBRO FAIXA TRACEJADA - TRECHO 6 (16,00und) 16,00
RUA SÃO CARLOS AV. SETE DE SETEMBRO/RUA PARA FAIXA TRACEJADA - TRECHO 7 (33,00und) 33,00
RUA GRAJAU RUA ITAPORANGA/RUA SÃO CARLOS FAIXA TRACEJADA - TRECHO 8 (20,00und) 20,00
RUA PARA RUA SÃO CARLOS/RUA SÃO GABRIEL FAIXA TRACEJADA - TRECHO 9 (19,00und) 19,00
7.2 5213401 SICRO3 m² 304,94
ESPESSURA FAIXA (m): 0,10
BAIRRO CIDADE ALTA
RUA SANTA CATARINA RUA PARAIBA/RUA 4 DE DEZEMBRO FAIXA CONTINUA - TRECHO 1 ((316,5)+(147,61+70,41+64,13))+(7,85x4) 630,05
RUA RUA 4 DE DEZEMBRO RUA SANTA CATARINA/RUA MARECHAL DEODORO FAIXA CONTINUA - TRECHO 2 ((253,31 )+(76,12+83,97+59,22))+(28,77+17,88+(7,85x4)) 550,67
RUA RUA MARANHAO RUA RIO DE JANEIRO/AV. SERGIPE FAIXA CONTINUA - TRECHO 3 ((84,58)+(84,585))+(7,85x6) 216,26
RUA RUA RIO DE JANEIRO RUA MARANHÃO/RUA BOM JESUS FAIXA CONTINUA - TRECHO 4 ((81,93+7,85)+(81,93))+(7,85x2) 179,56
RUA SURUI RUA PAVÃO/RUA 4 DE DEZEMBRO FAIXA CONTINUA - TRECHO 5 ((210,31)+(102,83+90,48))+(7,85x2) 419,32
RUA 4 DE DEZEMBRO RUA SURUI/AV. SETE DE SETEMBRO FAIXA CONTINUA - TRECHO 6 ((79,11+8,76)+(79,11))+(7,85x4) 198,38
RUA SÃO CARLOS AV. SETE DE SETEMBRO/RUA PARA FAIXA CONTINUA - TRECHO 7 ((183,62)+(84,03+82,59))+(7,85x4) 381,64
RUA GRAJAU RUA ITAPORANGA/RUA SÃO CARLOS FAIXA CONTINUA - TRECHO 8 ((107,62)+(107,62))+(7,85x4) 246,64
RUA PARA RUA SÃO CARLOS/RUA SÃO GABRIEL FAIXA CONTINUA - TRECHO 9 ((106,24)+(5+84,24)))+(7,85x4) 226,88
7.3 5219605 SICRO3 un 256,00
BAIRRO CIDADE ALTA
RUA SANTA CATARINA RUA PARAIBA/RUA 4 DE DEZEMBRO FAIXA TRACEJADA - TRECHO 1 TACHA EIXO (53,00und)) 53,00
Pintura de faixa com tinta acrílica - espessura de 0,6 mm (CONTÍNUA)
OBS.:
Tacha refletiva em plástico injetado - bidirecional tipo I - fornecimento e colocação
OBS.:
Pintura de faixa com tinta acrílica - espessura de 0,6 mm (TRACEJADA)
OBS.:
Espigão D'Oeste-RO, abril de 2020. Responsável Técnico pelo Projeto
ID: 1342658 e CRC: F27F5D20 ID: 1358998 e CRC: 75B523B2
OBRA: PAVIMENTAÇÃO ASFÁLTICA EM TSD COM DRENAGEM
LOCAL: RUAS E AVENIDAS
ÁREA: 10.521,07 m²
EXT.: 1.503,01 m
SERVIÇO REFERÊNCIA BASE UND DESCRIÇÃO DIMENSÕES
PREFEITURA DE ESPIGÃO D'OESTE
GOVERNO DO ESTADO DE RONDÔNIA
MEMÓRIA DE CÁLCULO
QUANTIDADE
RUA RUA 4 DE DEZEMBRO RUA SANTA CATARINA/RUA MARECHAL DEODORO FAIXA TRACEJADA - TRECHO 2 TACHA EIXO ((47,00und ) 47,00
RUA RUA MARANHAO RUA RIO DE JANEIRO/AV. SERGIPE FAIXA TRACEJADA - TRECHO 3 TACHA EIXO (17,00und)) 17,00
RUA RUA RIO DE JANEIRO RUA MARANHÃO/RUA BOM JESUS FAIXA TRACEJADA - TRECHO 4 TACHA EIXO (15,00und)) 15,00
RUA SURUI RUA PAVÃO/RUA 4 DE DEZEMBRO FAIXA TRACEJADA - TRECHO 5 TACHA EIXO (36,00und) 36,00
RUA 4 DE DEZEMBRO RUA SURUI/AV. SETE DE SETEMBRO FAIXA TRACEJADA - TRECHO 6 TACHA EIXO (16,00und) 16,00
RUA SÃO CARLOS AV. SETE DE SETEMBRO/RUA PARA FAIXA TRACEJADA - TRECHO 7 TACHA EIXO (33,00und) 33,00
RUA GRAJAU RUA ITAPORANGA/RUA SÃO CARLOS FAIXA TRACEJADA - TRECHO 8 TACHA EIXO (20,00und) 20,00
RUA PARA RUA SÃO CARLOS/RUA SÃO GABRIEL FAIXA TRACEJADA - TRECHO 9 TACHA EIXO (19,00und) 19,00
7.4 5219612 SICRO3 un 385,00
BAIRRO CIDADE ALTA
RUA SANTA CATARINA RUA PARAIBA/RUA 4 DE DEZEMBRO FAIXA CONTINUA - TRECHO 1 TACHA LATERAL (79,00und)) 79,00
RUA RUA 4 DE DEZEMBRO RUA SANTA CATARINA/RUA MARECHAL DEODORO FAIXA CONTINUA - TRECHO 2 TACHA LATERAL ((69,00und ) 69,00
RUA RUA MARANHAO RUA RIO DE JANEIRO/AV. SERGIPE FAIXA CONTINUA - TRECHO 3 TACHA LATERAL (28,00und)) 28,00
RUA RUA RIO DE JANEIRO RUA MARANHÃO/RUA BOM JESUS FAIXA CONTINUA - TRECHO 4 TACHA LATERAL (23,00und)) 23,00
RUA SURUI RUA PAVÃO/RUA 4 DE DEZEMBRO FAIXA CONTINUA - TRECHO 5 TACHA LATERAL (53,00und) 53,00
RUA 4 DE DEZEMBRO RUA SURUI/AV. SETE DE SETEMBRO FAIXA CONTINUA - TRECHO 6 TACHA LATERAL (25,00und) 25,00
RUA SÃO CARLOS AV. SETE DE SETEMBRO/RUA PARA FAIXA CONTINUA - TRECHO 7 TACHA LATERAL (48,00und) 48,00
RUA GRAJAU RUA ITAPORANGA/RUA SÃO CARLOS FAIXA CONTINUA - TRECHO 8 TACHA LATERAL (31,00und) 31,00
RUA PARA RUA SÃO CARLOS/RUA SÃO GABRIEL FAIXA CONTINUA - TRECHO 9 TACHA LATERAL (29,00und) 29,00
8.0 AQUISIÇÃO E TRANSPORTE DE MATERIAL
BETUMINOSO
8.1 CM-30
8.1.1 CP285 Próprio TON 12,63
VIDE PROJETO
# REFERÊNCIA DER = TAXA MÉDIA DO ASFALTO DILUÍDO CM-30 (ton/m²)= 0,0012
/=/ ÁREA DE PAVIMENTAÇÃO= 10.521,070
((ÁREA DE IMPRIMAÇÃO X TAXA MÉDIA DO INSUMO) (10.521,07m² x 0,0012ton/m²) 12,63
OBS.:
8.2 RR-1C
8.2.1 CP286 Próprio TON 38,93
VIDE PROJETO
# REFERÊNCIA DER = TAXA MÉDIA DO EMULSÃO ASFÁLTICA RR-1C (ton/m²)= 0,00370
/=/ ÁREA DE PAVIMENTAÇÃO= 10.521,070
((ÁREA DE IMPRIMAÇÃO X TAXA MÉDIA DO INSUMO) (10.521,07m² x 0,0037ton/m²) 38,93
OBS.:
AQUISIÇÃO E ENTREGA CM-30
AQUISIÇÃO E ENTREGA RR-2C
OBS.:
Tacha refletiva em plástico injetado - monodirecional tipo I - fornecimento e colocação
OBS.:
Espigão D'Oeste-RO, abril de 2020. Responsável Técnico pelo Projeto
ID: 1342658 e CRC: F27F5D20 ID: 1358998 e CRC: 75B523B2
PREFEITURA MUNICIPAL DE ESPIGAO D OESTE
CNPJ: 04.695.284/0001-39
Obra
PAVIMENTAÇÃO DA CIDADE DE ESPIGÃO EM TSD COM DRENAGEM
1 SERVIÇOS PRELIMINARES 73.327,32
1.1 Código Banco Descrição Und Quant. Valor Unit Total
Composição 9748007 Próprio Fornecimento e Implantação de Placa de Informação de Obras com Suporte e
Travessa
M² 1,0000000 250,25 250,25
B Código Banco Mão de Obra Quantidade Custo Horário
Total Insumo P9822 SICRO3 Pintor 0,3000000 26,74 8,02
Insumo P9801 SICRO3 Ajudante 2,0000000 21,83 43,67
Insumo P9830 SICRO3 Montador 2,0000000 28,71 57,42
Insumo P9823 SICRO3 Serralheiro 0,5000000 26,76 13,38
0,0000
122,4889
122,4889
8
15,3111
0
C Código Banco MATERIAL Quantidade Unidade Preço
Unitário
Custo Horário
Insumo M0721 SICRO3 Tinta anticorrosiva zarcão para fundo preparador de pintura 0,1200000 l 4,05
Insumo M1367 SICRO3 Chapa fina em aço galvanizado 11,7750000 kg 142,35
Insumo M2128 SICRO3 Tinta esmalte sintético acetinado 0,5300000 l 18,31
164,7137
D Código Banco ATIVIDADES AUXILIARES Quantidade Unidade Preço
Unitário
Custo Horário
Composição 5914333 SICRO3 Carga, manobra e descarga de materiais diversos em caminhão carroceria de 15
t - carga e descarga com caminhão guindauto com capacidade de elevação de
6,2 t
0,0117800 t 0,40
Composição 5915474 SICRO3 Carga, manobra e descarga de materiais diversos em caminhão carroceria de 5 t
- carga e descarga manuais
0,0005300 t 0,02
Composição 9748008 Próprio Confecção de Suporte e Travessa para Placa de Sinalização 1,0000000 UND. 69,81
70,2294
F Momento de
Transporte
Banco Descrição Quantidade Custo Horário
LN RP P FE
0
MO sem LS => 36,64 LS => 0,01 MO com LS => 36,65
Valor do BDI => 57,13 307,38
Quant. => 6,00 Preço Total => 1.844,28
1.2 Código Banco Descrição Und Quant. Valor Unit Total
Composição 5219544 SICRO3 Cavalete em perfil metálico para placa de sinalização - 1,00 m x 1,00 m -
confecção
un 1,0000000 251,22 251,22
B Código Banco Mão de Obra Quantidade Custo Horário
Total Insumo P9801 SICRO3 Ajudante 1,0000000 21,83 21,83
0,0000
21,8335
21,8335
2,82694
7,7234
0
C Código Banco MATERIAL Quantidade Unidade Preço
Unitário
Custo Horário
Insumo M0163 SICRO3 Gonzo com aba em aço galvanizado - D = 12,7 mm (1/2") 2,0000000 un 5,62
Insumo M0879 SICRO3 Lixa para ferro Nº 150 0,3554100 un 1,06
Insumo M0366 SICRO3 Cantoneira em aço ASTM A36 galvanizado 13,7296500 kg 146,76
Insumo M0162 SICRO3 Corrente de elo soldado em aço galvanizado com acabamento polido - D = 3,18
mm (1/8")
1,2000000 m 10,25
163,6892
D Código Banco ATIVIDADES AUXILIARES Quantidade Unidade Preço
Unitário
Custo Horário
Composição 2408057 SICRO3 Solda elétrica de perfis metálicos e chapas de aço com eletrodo E60XX 0,1065100 kg 10,55
Composição 2408079 SICRO3 Pintura de fundo com tinta epóxi com pistola a ar comprimido, uma demão,
espessura de 120 µm
1,1660000 m² 57,29
Composição 2408080 SICRO3 Pintura de acabamento com esmalte epóxi com pistola a ar comprimido, uma
demão, espessura de 40 µm
1,1660000 m² 9,58
Composição 1419543 SICRO3 Corte de perfil metálico com máquina policorte com espessura de até 1/8" 10,0000000 un 1,90
79,321
E Tempo Fixo Banco Descrição Carga Quantidade Unidade Custo Horário
Composição 5914655 SICRO3 Carga, manobra e descarga de materiais diversos em caminhão carroceria de 15
t - carga e descarga manuais
M0366 0,0137300 t 0,4700
Composição 5914655 SICRO3 Carga, manobra e descarga de materiais diversos em caminhão carroceria de 15
t - carga e descarga manuais
M0162 0,0002300 t 0,0100
Planilha Orçamentária Analítica
Tipo
ASTU - ASSENTAMENTO DE
TUBOS E PECAS
Custo Horário
Adicional de Mão de obra (%)
Bancos B.D.I. Encargos Sociais
SINAPI - 12/2025 - Rondônia
SICRO3 - 10/2025 - Rondônia
22,83% Desonerado: embutido nos
preços unitário dos insumos de
mão de obra, de acordo com as
bases.
34,54
Custo unitário total de material
34,04
34,64
69,81
Custo unitário de execução
Custo do FIC
33,76
12,09
Custo horário total de mão de obra
Custo horário total de execução
Produção de equipe
Custo horário total de execução
Produção de equipe
Custo unitário de execução
Tipo
Custo Horário
Adicional de Mão de obra (%)
Custo horário total de mão de obra
Custo total de atividades auxiliares
Distância Média de Transporte (DMT)
Custo total de transporte
Valor com BDI =>
Custo total de atividades auxiliares
Preço Unitário
34,5400
34,5400
Custo unitário total de material
99,06
49,13
8,22
0,19
Custo do FIC
2,81
2,99
10,69
8,54
Avenida Rio Grande do Sul - vista alegre - Espigão D'Oeste / RO
6939128020 /
ID: 1342658 e CRC: F27F5D20 ID: 1358998 e CRC: 75B523B2
PREFEITURA MUNICIPAL DE ESPIGAO D OESTE
CNPJ: 04.695.284/0001-39
Composição 5914655 SICRO3 Carga, manobra e descarga de materiais diversos em caminhão carroceria de 15
t - carga e descarga manuais
M0163 0,0000800 t 0,0000
0,4849
F Momento de
Transporte
Banco Descrição Quantidade Custo Horário
LN RP P FE
Insumo M0366 SICRO3 Cantoneira em aço ASTM A36 galvanizado 0,0137300 5914449
0,00
1,11
0,0000
5914464
0,00
0,89
0,0000
5914479
0,00
0,73
0,0000
-- 0,0000
Insumo M0162 SICRO3 Corrente de elo soldado em aço galvanizado com acabamento polido - D = 3,18
mm (1/8")
0,0002300 5914449
0,00
1,11
0,0000
5914464
0,00
0,89
0,0000
5914479
0,00
0,73
0,0000
-- 0,0000
Insumo M0163 SICRO3 Gonzo com aba em aço galvanizado - D = 12,7 mm (1/2") 0,0000800 5914449
0,00
1,11
0,0000
5914464
0,00
0,89
0,0000
5914479
0,00
0,73
0,0000
-- 0,0000
0
0
MO sem LS => 15,75 LS => 0,00 MO com LS => 15,75
Valor do BDI => 57,35 308,57
Quant. => 8,00 Preço Total => 2.468,56
1.3 Código Banco Descrição Und Quant. Valor Unit Total
Composição 78472 SINAPI SERVICOS TOPOGRAFICOS PARA PAVIMENTACAO, INCLUSIVE NOTA DE
SERVICOS, ACOMPANHAMENTO E GREIDE
m² 1,0000000 0,42 0,42
Composição
Auxiliar
88597 SINAPI DESENHISTA DETALHISTA COM ENCARGOS COMPLEMENTARES H 0,0020000 28,62 0,05
Composição
Auxiliar
88253 SINAPI AUXILIAR DE TOPÓGRAFO COM ENCARGOS COMPLEMENTARES H 0,0025000 15,10 0,03
Composição
Auxiliar
88316 SINAPI SERVENTE COM ENCARGOS COMPLEMENTARES H 0,0075000 24,85 0,18
Composição
Auxiliar
92145 SINAPI CAMINHONETE CABINE SIMPLES COM MOTOR 1.6 FLEX, CÂMBIO
MANUAL, POTÊNCIA 101/104 CV, 2 PORTAS - CHP DIURNO. AF_11/2015
CHP 0,0010000 84,53 0,08
Composição
Auxiliar
88288 SINAPI NIVELADOR COM ENCARGOS COMPLEMENTARES H 0,0025000 25,08 0,06
Insumo 00006204 SINAPI !EM PROCESSO DE DESATIVACAO! SARRAFO DE MADEIRA NAO
APARELHADA *2,5 X 15* CM, MACARANDUBA, ANGELIM OU EQUIVALENTE
DA REGIAO
M 0,0028860 8,32 0,02
MO sem LS => 0,24 LS => 0,00 MO com LS => 0,24
Valor do BDI => 0,09 0,51
Quant. => 11.873,78 Preço Total => 6.055,62
1.4 Código Banco Descrição Und Quant. Valor Unit Total
Composição CP211 Próprio EXECUÇÃO DE DEPÓSITO EM CANTEIRO DE OBRA EM CHAPA DE
MADEIRA COMPENSADA, NÃO INCLUSO MOBILIÁRIO
M² 1,0000000 994,74 994,74
Composição
Auxiliar
98445 SINAPI PAREDE DE MADEIRA COMPENSADA PARA CONSTRUÇÃO TEMPORÁRIA
EM CHAPA SIMPLES, EXTERNA, COM ÁREA LÍQUIDA MAIOR OU IGUAL A 6
M², COM VÃO. AF_03/2024
m² 0,8023000 147,03 117,96
Composição
Auxiliar
93382 SINAPI REATERRO MANUAL DE VALAS, COM COMPACTADOR DE SOLOS DE
PERCUSSÃO. AF_08/2023
m³ 0,0106000 29,95 0,31
Composição
Auxiliar
95805 SINAPI CONDULETE DE PVC, TIPO B, PARA ELETRODUTO DE PVC SOLDÁVEL DN
25 MM (3/4''), APARENTE - FORNECIMENTO E INSTALAÇÃO. AF_10/2022
UN 0,1325000 23,26 3,08
Composição
Auxiliar
98441 SINAPI PAREDE DE MADEIRA COMPENSADA PARA CONSTRUÇÃO TEMPORÁRIA
EM CHAPA SIMPLES, EXTERNA, SEM VÃO. AF_03/2024
m² 0,5136000 130,59 67,07
Composição
Auxiliar
91870 SINAPI ELETRODUTO RÍGIDO ROSCÁVEL, PVC, DN 20 MM (1/2"), PARA
CIRCUITOS TERMINAIS, INSTALADO EM PAREDE - FORNECIMENTO E
INSTALAÇÃO. AF_03/2023
M 0,1722000 13,49 2,32
Composição
Auxiliar
95240 SINAPI LASTRO DE CONCRETO MAGRO, APLICADO EM PISOS, LAJES SOBRE
SOLO OU RADIERS, ESPESSURA DE 3 CM. AF_01/2024
m² 0,0093000 26,65 0,24
Composição
Auxiliar
94559 SINAPI JANELA DE AÇO TIPO BASCULANTE, PARA VIDROS (VIDROS NÃO
INCLUSOS), BATENTE/ REQUADRO INCLUSO (6,5 A 14 CM), DIMENSÕES
60X60 CM, COM COM PINTURA ANTICORROSIVA, SEM ACABAMENTO,
COM FERRAGENS, FIXAÇÃO COM ARGAMASSA, EXCLUSIVE
CONTRAMARCO - FORNECIMENTO E INSTALAÇÃO. AF_11/2024
m² 0,0662000 707,65 46,84
Composição
Auxiliar
92543 SINAPI TRAMA DE MADEIRA COMPOSTA POR TERÇAS PARA TELHADOS DE ATÉ
2 ÁGUAS PARA TELHA ONDULADA DE FIBROCIMENTO, METÁLICA,
PLÁSTICA OU TERMOACÚSTICA, INCLUSO TRANSPORTE VERTICAL.
AF_10/2025
m² 1,7192000 25,14 43,22
Composição
Auxiliar
91852 SINAPI ELETRODUTO FLEXÍVEL CORRUGADO, PVC, DN 20 MM (1/2"), PARA
CIRCUITOS TERMINAIS, INSTALADO EM PAREDE - FORNECIMENTO E
INSTALAÇÃO. AF_03/2023
M 0,0662000 9,62 0,63
Composição
Auxiliar
98442 SINAPI PAREDE DE MADEIRA COMPENSADA PARA CONSTRUÇÃO TEMPORÁRIA
EM CHAPA SIMPLES, EXTERNA, COM ÁREA LÍQUIDA MENOR QUE 6 M²,
SEM VÃO. AF_05/2018
m² 0,5911000 180,52 106,70
Composição
Auxiliar
94210 SINAPI TELHAMENTO COM TELHA ONDULADA DE FIBROCIMENTO E = 6 MM, COM
RECOBRIMENTO LATERAL DE 1 1/4 DE ONDA PARA TELHADO COM
INCLINAÇÃO MÁXIMA DE 10°, COM ATÉ 2 ÁGUAS, INCLUSO IÇAMENTO.
AF_07/2019
m² 1,7192000 56,78 97,61
Composição
Auxiliar
91173 SINAPI FIXAÇÃO DE TUBOS VERTICAIS DE PVC ÁGUA, PVC ESGOTO, PVC ÁGUA
PLUVIAL, CPVC, PPR, COBRE OU AÇO, DIÂMETROS MENORES OU IGUAIS
A 40 MM, COM ABRAÇADEIRA METÁLICA RÍGIDA TIPO U PERFIL 1 1/4",
FIXADA EM PERFILADO EM PAREDE. AF_09/2023_PS
M 0,1722000 4,80 0,82
Composição
Auxiliar
101165 SINAPI ALVENARIA DE EMBASAMENTO COM BLOCO ESTRUTURAL DE
CONCRETO, DE 14X19X29CM E ARGAMASSA DE ASSENTAMENTO COM
PREPARO EM BETONEIRA. AF_05/2020
m³ 0,0417000 1.187,59 49,52
Composição
Auxiliar
91924 SINAPI CABO DE COBRE FLEXÍVEL ISOLADO, 1,5 MM², ANTI-CHAMA 450/750 V,
PARA CIRCUITOS TERMINAIS - FORNECIMENTO E INSTALAÇÃO.
AF_03/2023
M 0,6755000 3,37 2,27
Composição
Auxiliar
95241 SINAPI LASTRO DE CONCRETO MAGRO, APLICADO EM PISOS, LAJES SOBRE
SOLO OU RADIERS, ESPESSURA DE 5 CM. AF_01/2024
m² 1,5110000 52,05 78,64
Composição
Auxiliar
92023 SINAPI INTERRUPTOR SIMPLES (1 MÓDULO) COM 1 TOMADA DE EMBUTIR 2P+T
10 A, INCLUINDO SUPORTE E PLACA - FORNECIMENTO E INSTALAÇÃO.
AF_03/2023
UN 0,0662000 55,92 3,70
Composição
Auxiliar
98446 SINAPI PAREDE DE MADEIRA COMPENSADA PARA CONSTRUÇÃO TEMPORÁRIA
EM CHAPA SIMPLES, EXTERNA, COM ÁREA LÍQUIDA MENOR QUE 6 M²,
COM VÃO. AF_03/2024
m² 0,6255000 177,77 111,19
34,5400
Custos Horários Produtivo e
Improdutivo dos Equipamentos
Livro SINAPI: Cálculos e
Parâmetros
Material
Valor com BDI =>
Tipo
CANT - CANTEIRO DE OBRAS
Valor com BDI =>
Tipo
SERT - SERVIÇOS TÉCNICOS
SEDI - SERVIÇOS DIVERSOS
Livro SINAPI: Cálculos e
Parâmetros
Livro SINAPI: Cálculos e
Parâmetros
Custo Total dos Tempos Fixos
Distância Média de Transporte (DMT)
Custo do FIT
Custo total de transporte
Alvenarias Diversas
Instalações Elétricas - Eletrodutos
Embutidos, Cabos, Caixas,
Tomadas e Interruptores
Lastro
Instalações Elétricas - Eletrodutos
Embutidos, Cabos, Caixas,
Tomadas e Interruptores
Instalações para Canteiros de
Obras
Esquadrias - Janelas
Estrutura e Trama para Cobertura
Instalações Elétricas - Eletrodutos
Embutidos, Cabos, Caixas,
Tomadas e Interruptores
CANT - CANTEIRO DE OBRAS
Telhamento para Cobertura
Rasgos e Fixações
Instalações para Canteiros de
Obras
Aterro e Reaterro de Valas
Instalações Elétricas - Eletrodutos,
Conexões e Conduletes Aparentes
Instalações para Canteiros de
Obras
Instalações Elétricas - Eletrodutos
Embutidos, Cabos, Caixas,
Tomadas e Interruptores
Lastro
Avenida Rio Grande do Sul - vista alegre - Espigão D'Oeste / RO
6939128020 /
ID: 1342658 e CRC: F27F5D20 ID: 1358998 e CRC: 75B523B2
PREFEITURA MUNICIPAL DE ESPIGAO D OESTE
CNPJ: 04.695.284/0001-39
Composição
Auxiliar
103782 SINAPI LUMINÁRIA TIPO PLAFON CIRCULAR, DE SOBREPOR, COM LED DE 12/13
W - FORNECIMENTO E INSTALAÇÃO. AF_09/2024
UN 0,0662000 28,49 1,88
Composição
Auxiliar
91341 SINAPI PORTA EM ALUMÍNIO DE ABRIR TIPO VENEZIANA COM GUARNIÇÃO,
FIXAÇÃO COM PARAFUSOS - FORNECIMENTO E INSTALAÇÃO.
AF_10/2025
m² 0,1530000 1.186,15 181,48
Composição
Auxiliar
91862 SINAPI ELETRODUTO RÍGIDO ROSCÁVEL, PVC, DN 20 MM (1/2"), PARA
CIRCUITOS TERMINAIS, INSTALADO EM FORRO - FORNECIMENTO E
INSTALAÇÃO. AF_03/2023
M 0,1325000 10,16 1,34
Composição
Auxiliar
88489 SINAPI PINTURA LÁTEX ACRÍLICA PREMIUM, APLICAÇÃO MANUAL EM PAREDES,
DUAS DEMÃOS. AF_04/2023
m² 5,0649000 14,00 70,90
Composição
Auxiliar
91170 SINAPI FIXAÇÃO DE TUBOS HORIZONTAIS DE PVC ÁGUA, PVC ESGOTO, PVC
ÁGUA PLUVIAL, CPVC, PPR, COBRE OU AÇO, DIÂMETROS MENORES OU
IGUAIS A 40 MM, COM ABRAÇADEIRA METÁLICA RÍGIDA TIPO U PERFIL 1
1/4", FIXADA EM PERFILADO EM LAJE. AF_09/2023_PS
M 0,1325000 12,88 1,70
Composição
Auxiliar
93358 SINAPI ESCAVAÇÃO MANUAL DE VALA. AF_09/2024 m³ 0,0404000 98,30 3,97
Insumo 00011455 SINAPI FERROLHO COM FECHO / TRINCO REDONDO, EM ACO GALVANIZADO /
ZINCADO, DE SOBREPOR, COM COMPRIMENTO DE 8" E ESPESSURA
MINIMA DA CHAPA DE 1,50 MM
UN 0,0662000 20,41 1,35
MO sem LS => 191,58 LS => 0,00 MO com LS => 191,58
Valor do BDI => 227,09 1.221,83
Quant. => 20,00 Preço Total => 24.436,60
1.5 Código Banco Descrição Und Quant. Valor Unit Total
Composição 93212 SINAPI EXECUÇÃO DE SANITÁRIO E VESTIÁRIO EM CANTEIRO DE OBRA EM
CHAPA DE MADEIRA COMPENSADA, NÃO INCLUSO MOBILIÁRIO.
AF_02/2016
m² 1,0000000 1.100,42 1.100,42
Composição
Auxiliar
89709 SINAPI RALO SIFONADO, PVC, DN 100 X 40 MM, JUNTA SOLDÁVEL, FORNECIDO E
INSTALADO EM RAMAL DE DESCARGA OU EM RAMAL DE ESGOTO
SANITÁRIO. AF_08/2022
UN 0,0696000 22,17 1,54
Composição
Auxiliar
98447 SINAPI PAREDE DE MADEIRA COMPENSADA PARA CONSTRUÇÃO TEMPORÁRIA
EM CHAPA SIMPLES, INTERNA, COM ÁREA LÍQUIDA MAIOR OU IGUAL A 6
M², COM VÃO. AF_03/2024
m² 0,1297000 121,18 15,71
Composição
Auxiliar
91967 SINAPI INTERRUPTOR SIMPLES (3 MÓDULOS), 10A/250V, INCLUINDO SUPORTE E
PLACA - FORNECIMENTO E INSTALAÇÃO. AF_03/2023
UN 0,0174000 67,29 1,17
Composição
Auxiliar
89714 SINAPI TUBO PVC, SERIE NORMAL, ESGOTO PREDIAL, DN 100 MM, FORNECIDO
E INSTALADO EM RAMAL DE DESCARGA OU RAMAL DE ESGOTO
SANITÁRIO. AF_08/2022
M 0,0470000 41,71 1,96
Composição
Auxiliar
89748 SINAPI CURVA CURTA 90 GRAUS, PVC, SERIE NORMAL, ESGOTO PREDIAL, DN
100 MM, JUNTA ELÁSTICA, FORNECIDO E INSTALADO EM RAMAL DE
DESCARGA OU RAMAL DE ESGOTO SANITÁRIO. AF_08/2022
UN 0,0522000 47,08 2,45
Composição
Auxiliar
91911 SINAPI CURVA 90 GRAUS PARA ELETRODUTO, PVC, ROSCÁVEL, DN 20 MM (1/2"),
PARA CIRCUITOS TERMINAIS, INSTALADA EM PAREDE - FORNECIMENTO
E INSTALAÇÃO. AF_03/2023
UN 0,0696000 18,08 1,25
Composição
Auxiliar
90443 SINAPI RASGO LINEAR MANUAL EM ALVENARIA, PARA RAMAIS/ DISTRIBUIÇÃO
DE INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS, DIÂMETROS MENORES OU IGUAIS A 40
MM. AF_09/2023
M 0,0722000 8,32 0,60
Composição
Auxiliar
93382 SINAPI REATERRO MANUAL DE VALAS, COM COMPACTADOR DE SOLOS DE
PERCUSSÃO. AF_08/2023
m³ 0,0072000 29,95 0,21
Composição
Auxiliar
98442 SINAPI PAREDE DE MADEIRA COMPENSADA PARA CONSTRUÇÃO TEMPORÁRIA
EM CHAPA SIMPLES, EXTERNA, COM ÁREA LÍQUIDA MENOR QUE 6 M²,
SEM VÃO. AF_05/2018
m² 0,3007000 180,52 54,28
Composição
Auxiliar
89957 SINAPI PONTO DE CONSUMO TERMINAL DE ÁGUA FRIA (SUBRAMAL) COM
TUBULAÇÃO DE PVC, DN 25 MM, INSTALADO EM RAMAL DE ÁGUA,
INCLUSOS RASGO E CHUMBAMENTO EM ALVENARIA. AF_12/2014
UN 0,1740000 150,77 26,23
Composição
Auxiliar
97586 SINAPI LUMINÁRIA TIPO CALHA, DE SOBREPOR, COM 2 LÂMPADAS TUBULARES
FLUORESCENTES DE 36 W, COM REATOR DE PARTIDA RÁPIDA -
FORNECIMENTO E INSTALAÇÃO. AF_02/2020
UN 0,1392000 159,45 22,19
Composição
Auxiliar
87777 SINAPI EMBOÇO OU MASSA ÚNICA EM ARGAMASSA TRAÇO 1:2:8, PREPARO
MANUAL, APLICADA MANUALMENTE EM PANOS DE FACHADA COM
PRESENÇA DE VÃOS, ESPESSURA DE 25 MM. AF_08/2022
m² 0,1681000 68,74 11,55
Composição
Auxiliar
90466 SINAPI CHUMBAMENTO LINEAR EM ALVENARIA PARA RAMAIS/DISTRIBUIÇÃO DE
INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS COM DIÂMETROS MENORES OU IGUAIS A 40
MM. AF_09/2023
M 0,0722000 17,29 1,24
Composição
Auxiliar
90822 SINAPI PORTA DE MADEIRA PARA PINTURA, SEMI-OCA (LEVE OU MÉDIA),
80X210CM, ESPESSURA DE 3,5CM, INCLUSO DOBRADIÇAS -
FORNECIMENTO E INSTALAÇÃO. AF_10/2025
UN 0,0348000 465,16 16,18
Composição
Auxiliar
89171 SINAPI (COMPOSIÇÃO REPRESENTATIVA) DO SERVIÇO DE REVESTIMENTO
CERÂMICO PARA PISO COM PLACAS TIPO ESMALTADA EXTRA DE
DIMENSÕES 35X35 CM, PARA EDIFICAÇÃO HABITACIONAL UNIFAMILIAR
(CASA) E EDIFICAÇÃO PÚBLICA PADRÃO. AF_11/2014
m² 0,4628000 71,54 33,10
Composição
Auxiliar
91871 SINAPI ELETRODUTO RÍGIDO ROSCÁVEL, PVC, DN 25 MM (3/4"), PARA
CIRCUITOS TERMINAIS, INSTALADO EM PAREDE - FORNECIMENTO E
INSTALAÇÃO. AF_03/2023
M 0,0261000 15,32 0,39
Composição
Auxiliar
98446 SINAPI PAREDE DE MADEIRA COMPENSADA PARA CONSTRUÇÃO TEMPORÁRIA
EM CHAPA SIMPLES, EXTERNA, COM ÁREA LÍQUIDA MENOR QUE 6 M²,
COM VÃO. AF_03/2024
m² 0,3182000 177,77 56,56
Composição
Auxiliar
94210 SINAPI TELHAMENTO COM TELHA ONDULADA DE FIBROCIMENTO E = 6 MM, COM
RECOBRIMENTO LATERAL DE 1 1/4 DE ONDA PARA TELHADO COM
INCLINAÇÃO MÁXIMA DE 10°, COM ATÉ 2 ÁGUAS, INCLUSO IÇAMENTO.
AF_07/2019
m² 1,3566000 56,78 77,02
Composição
Auxiliar
91875 SINAPI LUVA PARA ELETRODUTO, PVC, ROSCÁVEL, DN 25 MM (3/4"), PARA
CIRCUITOS TERMINAIS, INSTALADA EM FORRO - FORNECIMENTO E
INSTALAÇÃO. AF_03/2023
UN 0,0348000 8,94 0,31
Composição
Auxiliar
101876 SINAPI QUADRO DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA EM PVC, DE EMBUTIR, SEM
BARRAMENTO, PARA 6 DISJUNTORES - FORNECIMENTO E INSTALAÇÃO.
AF_07/2025
UN 0,0174000 110,50 1,92
Composição
Auxiliar
101165 SINAPI ALVENARIA DE EMBASAMENTO COM BLOCO ESTRUTURAL DE
CONCRETO, DE 14X19X29CM E ARGAMASSA DE ASSENTAMENTO COM
PREPARO EM BETONEIRA. AF_05/2020
m³ 0,0286000 1.187,59 33,96
Composição
Auxiliar
86943 SINAPI LAVATÓRIO LOUÇA BRANCA SUSPENSO, 29,5 X 39CM OU EQUIVALENTE,
PADRÃO POPULAR, INCLUSO SIFÃO FLEXÍVEL EM PVC, VÁLVULA E
ENGATE FLEXÍVEL 30CM EM PLÁSTICO E TORNEIRA CROMADA DE MESA,
PADRÃO POPULAR - FORNECIMENTO E INSTALAÇÃO. AF_01/2020
UN 0,0522000 297,54 15,53
Composição
Auxiliar
91170 SINAPI FIXAÇÃO DE TUBOS HORIZONTAIS DE PVC ÁGUA, PVC ESGOTO, PVC
ÁGUA PLUVIAL, CPVC, PPR, COBRE OU AÇO, DIÂMETROS MENORES OU
IGUAIS A 40 MM, COM ABRAÇADEIRA METÁLICA RÍGIDA TIPO U PERFIL 1
1/4", FIXADA EM PERFILADO EM LAJE. AF_09/2023_PS
M 0,4612000 12,88 5,94
Iluminação Predial e
Monitoramento
Instalações Prediais de Esgoto -
Tubos e Conexões
Instalações Prediais de Esgoto -
Tubos e Conexões
Instalações Elétricas - Eletrodutos
Embutidos, Cabos, Caixas,
Tomadas e Interruptores
Rasgos e Fixações
Aterro e Reaterro de Valas
CANT - CANTEIRO DE OBRAS
Valor com BDI =>
Tipo
CANT - CANTEIRO DE OBRAS
Instalações Prediais de Esgoto -
Caixas e Ralos
Instalações para Canteiros de
Obras
Instalações Elétricas - Eletrodutos
Embutidos, Cabos, Caixas,
Tomadas e Interruptores
Esquadrias - Portas
Instalações Elétricas - Eletrodutos
Embutidos, Cabos, Caixas,
Tomadas e Interruptores
Pintura Interna
Rasgos e Fixações
Escavação de Valas
Material
Louças e Metais
Rasgos e Fixações
Instalações Elétricas - Eletrodutos
Embutidos, Cabos, Caixas,
Tomadas e Interruptores
Instalações para Canteiros de
Obras
Telhamento para Cobertura
Instalações Elétricas - Eletrodutos
Embutidos, Cabos, Caixas,
Tomadas e Interruptores
Instalações Elétricas - Quadros,
Cabos, Disjuntores, Contatores e
Barramentos Blindados
Alvenarias Diversas
INHI - INSTALAÇÕES HIDROS
SANITÁRIAS
INEL - INSTALAÇÃO
ELÉTRICA/ELETRIFICAÇÃO E
ILUMINAÇÃO EXTERNA
Massa Única Externa
Rasgos e Fixações
Esquadrias - Portas
PISO - PISOS
Avenida Rio Grande do Sul - vista alegre - Espigão D'Oeste / RO
6939128020 /
ID: 1342658 e CRC: F27F5D20 ID: 1358998 e CRC: 75B523B2
PREFEITURA MUNICIPAL DE ESPIGAO D OESTE
CNPJ: 04.695.284/0001-39
Composição
Auxiliar
101891 SINAPI DISJUNTOR MONOPOLAR TIPO NEMA, CORRENTE NOMINAL DE 35 ATÉ
50A - FORNECIMENTO E INSTALAÇÃO. AF_07/2025
UN 0,1044000 28,26 2,95
Composição
Auxiliar
93358 SINAPI ESCAVAÇÃO MANUAL DE VALA. AF_09/2024 m³ 0,0279000 98,30 2,74
Composição
Auxiliar
92000 SINAPI TOMADA BAIXA DE EMBUTIR (1 MÓDULO), 2P+T 10 A, INCLUINDO
SUPORTE E PLACA - FORNECIMENTO E INSTALAÇÃO. AF_03/2023
UN 0,0348000 34,48 1,19
Composição
Auxiliar
94559 SINAPI JANELA DE AÇO TIPO BASCULANTE, PARA VIDROS (VIDROS NÃO
INCLUSOS), BATENTE/ REQUADRO INCLUSO (6,5 A 14 CM), DIMENSÕES
60X60 CM, COM COM PINTURA ANTICORROSIVA, SEM ACABAMENTO,
COM FERRAGENS, FIXAÇÃO COM ARGAMASSA, EXCLUSIVE
CONTRAMARCO - FORNECIMENTO E INSTALAÇÃO. AF_11/2024
m² 0,0905000 707,65 64,04
Composição
Auxiliar
87885 SINAPI CHAPISCO APLICADO NO TETO OU EM ALVENARIA E ESTRUTURA, COM
ROLO PARA TEXTURA ACRÍLICA. ARGAMASSA INDUSTRIALIZADA COM
PREPARO EM MISTURADOR 300 KG. AF_10/2022
m² 0,7679000 12,31 9,45
Composição
Auxiliar
92981 SINAPI CABO DE COBRE FLEXÍVEL ISOLADO, 16 MM², ANTI-CHAMA 450/750 V,
PARA DISTRIBUIÇÃO - FORNECIMENTO E INSTALAÇÃO. AF_10/2020
M 0,2611000 18,11 4,72
Composição
Auxiliar
95241 SINAPI LASTRO DE CONCRETO MAGRO, APLICADO EM PISOS, LAJES SOBRE
SOLO OU RADIERS, ESPESSURA DE 5 CM. AF_01/2024
m² 1,3328000 52,05 69,37
Composição
Auxiliar
103328 SINAPI ALVENARIA DE VEDAÇÃO DE BLOCOS CERÂMICOS FURADOS NA
HORIZONTAL DE 9X19X19 CM (ESPESSURA 9 CM) E ARGAMASSA DE
ASSENTAMENTO COM PREPARO EM BETONEIRA. AF_12/2021
m² 0,4675000 101,96 47,66
Composição
Auxiliar
92543 SINAPI TRAMA DE MADEIRA COMPOSTA POR TERÇAS PARA TELHADOS DE ATÉ
2 ÁGUAS PARA TELHA ONDULADA DE FIBROCIMENTO, METÁLICA,
PLÁSTICA OU TERMOACÚSTICA, INCLUSO TRANSPORTE VERTICAL.
AF_10/2025
m² 1,3566000 25,14 34,10
Composição
Auxiliar
87548 SINAPI MASSA ÚNICA, EM ARGAMASSA TRAÇO 1:2:8, PREPARO MANUAL,
APLICADA MANUALMENTE EM PAREDES INTERNAS DE AMBIENTES COM
ÁREA ENTRE 5M² E 10M², E = 10MM, COM TALISCAS. AF_03/2024
m² 0,1894000 33,78 6,39
Composição
Auxiliar
86888 SINAPI VASO SANITÁRIO SIFONADO COM CAIXA ACOPLADA LOUÇA BRANCA -
FORNECIMENTO E INSTALAÇÃO. AF_01/2020
UN 0,0522000 615,74 32,14
Composição
Auxiliar
95805 SINAPI CONDULETE DE PVC, TIPO B, PARA ELETRODUTO DE PVC SOLDÁVEL DN
25 MM (3/4''), APARENTE - FORNECIMENTO E INSTALAÇÃO. AF_10/2022
UN 0,0174000 23,26 0,40
Composição
Auxiliar
87903 SINAPI CHAPISCO APLICADO EM ALVENARIA (COM PRESENÇA DE VÃOS) E
ESTRUTURAS DE CONCRETO DE FACHADA, COM ROLO PARA TEXTURA
ACRÍLICA. ARGAMASSA INDUSTRIALIZADA COM PREPARO EM
MISTURADOR 300 KG. AF_10/2022
m² 0,1681000 14,81 2,48
Composição
Auxiliar
89970 SINAPI KIT DE REGISTRO DE PRESSÃO BRUTO DE LATÃO ¾", INCLUSIVE
CONEXÕES, ROSCÁVEL, INSTALADO EM RAMAL DE ÁGUA FRIA -
FORNECIMENTO E INSTALAÇÃO. AF_12/2014
UN 0,0696000 42,13 2,93
Composição
Auxiliar
91173 SINAPI FIXAÇÃO DE TUBOS VERTICAIS DE PVC ÁGUA, PVC ESGOTO, PVC ÁGUA
PLUVIAL, CPVC, PPR, COBRE OU AÇO, DIÂMETROS MENORES OU IGUAIS
A 40 MM, COM ABRAÇADEIRA METÁLICA RÍGIDA TIPO U PERFIL 1 1/4",
FIXADA EM PERFILADO EM PAREDE. AF_09/2023_PS
M 0,1827000 4,80 0,87
Composição
Auxiliar
89724 SINAPI JOELHO 90 GRAUS, PVC, SERIE NORMAL, ESGOTO PREDIAL, DN 40 MM,
JUNTA SOLDÁVEL, FORNECIDO E INSTALADO EM RAMAL DE DESCARGA
OU RAMAL DE ESGOTO SANITÁRIO. AF_08/2022
UN 0,1740000 11,27 1,96
Composição
Auxiliar
96985 SINAPI HASTE DE ATERRAMENTO, DIÂMETRO 5/8", COM 3 METROS -
FORNECIMENTO E INSTALAÇÃO. AF_08/2023
UN 0,0522000 69,85 3,64
Composição
Auxiliar
91926 SINAPI CABO DE COBRE FLEXÍVEL ISOLADO, 2,5 MM², ANTI-CHAMA 450/750 V,
PARA CIRCUITOS TERMINAIS - FORNECIMENTO E INSTALAÇÃO.
AF_03/2023
M 0,4699000 4,91 2,30
Composição
Auxiliar
91924 SINAPI CABO DE COBRE FLEXÍVEL ISOLADO, 1,5 MM², ANTI-CHAMA 450/750 V,
PARA CIRCUITOS TERMINAIS - FORNECIMENTO E INSTALAÇÃO.
AF_03/2023
M 1,2530000 3,37 4,22
Composição
Auxiliar
98441 SINAPI PAREDE DE MADEIRA COMPENSADA PARA CONSTRUÇÃO TEMPORÁRIA
EM CHAPA SIMPLES, EXTERNA, SEM VÃO. AF_03/2024
m² 0,2612000 130,59 34,11
Composição
Auxiliar
91959 SINAPI INTERRUPTOR SIMPLES (2 MÓDULOS), 10A/250V, INCLUINDO SUPORTE E
PLACA - FORNECIMENTO E INSTALAÇÃO. AF_03/2023
UN 0,0174000 50,08 0,87
Composição
Auxiliar
89731 SINAPI JOELHO 90 GRAUS, PVC, SERIE NORMAL, ESGOTO PREDIAL, DN 50 MM,
JUNTA ELÁSTICA, FORNECIDO E INSTALADO EM RAMAL DE DESCARGA
OU RAMAL DE ESGOTO SANITÁRIO. AF_08/2022
UN 0,0174000 16,36 0,28
Composição
Auxiliar
91305 SINAPI FECHADURA DE EMBUTIR SEM CILINDRO, PARA PORTA DE BANHEIRO,
COMPLETA, ACABAMENTO PADRÃO POPULAR, INCLUSO EXECUÇÃO DE
FURO - FORNECIMENTO E INSTALAÇÃO. AF_10/2025
UN 0,0522000 111,72 5,83
Composição
Auxiliar
91862 SINAPI ELETRODUTO RÍGIDO ROSCÁVEL, PVC, DN 20 MM (1/2"), PARA
CIRCUITOS TERMINAIS, INSTALADO EM FORRO - FORNECIMENTO E
INSTALAÇÃO. AF_03/2023
M 0,3307000 10,16 3,35
Composição
Auxiliar
91882 SINAPI LUVA PARA ELETRODUTO, PVC, ROSCÁVEL, DN 20 MM (1/2"), PARA
CIRCUITOS TERMINAIS, INSTALADA EM PAREDE - FORNECIMENTO E
INSTALAÇÃO. AF_03/2023
UN 0,0348000 11,10 0,38
Composição
Auxiliar
95811 SINAPI CONDULETE DE PVC, TIPO LB, PARA ELETRODUTO DE PVC SOLDÁVEL
DN 25 MM (3/4''), APARENTE - FORNECIMENTO E INSTALAÇÃO. AF_10/2022
UN 0,0522000 19,11 0,99
Composição
Auxiliar
98448 SINAPI PAREDE DE MADEIRA COMPENSADA PARA CONSTRUÇÃO TEMPORÁRIA
EM CHAPA SIMPLES, INTERNA, COM ÁREA LÍQUIDA MENOR QUE 6 M²,
COM VÃO. AF_03/2024
m² 0,1011000 145,00 14,65
Composição
Auxiliar
98444 SINAPI PAREDE DE MADEIRA COMPENSADA PARA CONSTRUÇÃO TEMPORÁRIA
EM CHAPA SIMPLES, INTERNA, COM ÁREA LÍQUIDA MENOR QUE 6 M²,
SEM VÃO. AF_05/2018
m² 0,0956000 159,59 15,25
Composição
Auxiliar
97906 SINAPI CAIXA ENTERRADA HIDRÁULICA RETANGULAR, EM ALVENARIA COM
BLOCOS DE CONCRETO, DIMENSÕES INTERNAS: 0,6X0,6X0,6 M PARA
REDE DE ESGOTO. AF_12/2020
UN 0,0348000 546,66 19,02
Composição
Auxiliar
95240 SINAPI LASTRO DE CONCRETO MAGRO, APLICADO EM PISOS, LAJES SOBRE
SOLO OU RADIERS, ESPESSURA DE 3 CM. AF_01/2024
m² 0,0064000 26,65 0,17
Composição
Auxiliar
89173 SINAPI (COMPOSIÇÃO REPRESENTATIVA) DO SERVIÇO DE EMBOÇO/MASSA
ÚNICA, APLICADO MANUALMENTE, TRAÇO 1:2:8, EM BETONEIRA DE 400L,
PAREDES INTERNAS, COM EXECUÇÃO DE TALISCAS, EDIFICAÇÃO
HABITACIONAL UNIFAMILIAR (CASAS) E EDIFICAÇÃO PÚBLICA PADRÃO.
AF_12/2014
m² 0,7679000 43,50 33,40
Composição
Auxiliar
91937 SINAPI CAIXA OCTOGONAL 3" X 3", PVC, INSTALADA EM LAJE - FORNECIMENTO
E INSTALAÇÃO. AF_03/2023
UN 0,1392000 16,62 2,31
Composição
Auxiliar
98679 SINAPI PISO CIMENTADO, TRAÇO 1:3 (CIMENTO E AREIA), ACABAMENTO LISO,
ESPESSURA 2,0 CM, PREPARO MECÂNICO DA ARGAMASSA. AF_09/2020
m² 0,5134000 48,22 24,75
Instalações Elétricas - Quadros,
Cabos, Disjuntores, Contatores e
Barramentos Blindados
Escavação de Valas
Instalações Elétricas - Eletrodutos
Embutidos, Cabos, Caixas,
Tomadas e Interruptores
Esquadrias - Janelas
Sistema de Proteção contra
Descargas Atmosféricas - SPDA
Instalações Elétricas - Eletrodutos
Embutidos, Cabos, Caixas,
Tomadas e Interruptores
Instalações Elétricas - Eletrodutos
Embutidos, Cabos, Caixas,
Tomadas e Interruptores
Instalações para Canteiros de
Obras
Instalações Elétricas - Eletrodutos
Embutidos, Cabos, Caixas,
Tomadas e Interruptores
Instalações Prediais de Esgoto -
Tubos e Conexões
Louças e Metais
Instalações Elétricas - Eletrodutos,
Conexões e Conduletes Aparentes
Chapisco
INHI - INSTALAÇÕES HIDROS
SANITÁRIAS
Rasgos e Fixações
Instalações Prediais de Esgoto -
Tubos e Conexões
Chapisco
Instalações Elétricas - Quadros,
Cabos, Disjuntores, Contatores e
Barramentos Blindados
Lastro
Alvenaria de Vedação
Estrutura e Trama para Cobertura
Massa Única Interna
Caixas Enterradas
Lastro
REVE - REVESTIMENTO E
TRATAMENTO DE SUPERFÍCIES
Instalações Elétricas - Eletrodutos
Embutidos, Cabos, Caixas,
Pisos
Esquadrias - Portas
Instalações Elétricas - Eletrodutos
Embutidos, Cabos, Caixas,
Tomadas e Interruptores
Instalações Elétricas - Eletrodutos
Embutidos, Cabos, Caixas,
Tomadas e Interruptores
Instalações Elétricas - Eletrodutos,
Conexões e Conduletes Aparentes
Instalações para Canteiros de
Obras
CANT - CANTEIRO DE OBRAS
Avenida Rio Grande do Sul - vista alegre - Espigão D'Oeste / RO
6939128020 /
ID: 1342658 e CRC: F27F5D20 ID: 1358998 e CRC: 75B523B2
PREFEITURA MUNICIPAL DE ESPIGAO D OESTE
CNPJ: 04.695.284/0001-39
Composição
Auxiliar
91928 SINAPI CABO DE COBRE FLEXÍVEL ISOLADO, 4 MM², ANTI-CHAMA 450/750 V,
PARA CIRCUITOS TERMINAIS - FORNECIMENTO E INSTALAÇÃO.
AF_03/2023
M 1,0442000 7,61 7,94
Composição
Auxiliar
88489 SINAPI PINTURA LÁTEX ACRÍLICA PREMIUM, APLICAÇÃO MANUAL EM PAREDES,
DUAS DEMÃOS. AF_04/2023
m² 2,4442000 14,00 34,21
Composição
Auxiliar
97886 SINAPI CAIXA ENTERRADA ELÉTRICA RETANGULAR, EM ALVENARIA COM
TIJOLOS CERÂMICOS MACIÇOS, FUNDO COM BRITA, DIMENSÕES
INTERNAS: 0,3X0,3X0,3 M. AF_12/2020
UN 0,0522000 197,99 10,33
Composição
Auxiliar
89711 SINAPI TUBO PVC, SERIE NORMAL, ESGOTO PREDIAL, DN 40 MM, FORNECIDO E
INSTALADO EM RAMAL DE DESCARGA OU RAMAL DE ESGOTO
SANITÁRIO. AF_08/2022
M 0,1631000 23,57 3,84
Composição
Auxiliar
91863 SINAPI ELETRODUTO RÍGIDO ROSCÁVEL, PVC, DN 25 MM (3/4"), PARA
CIRCUITOS TERMINAIS, INSTALADO EM FORRO - FORNECIMENTO E
INSTALAÇÃO. AF_03/2023
M 0,1305000 11,99 1,56
Composição
Auxiliar
91870 SINAPI ELETRODUTO RÍGIDO ROSCÁVEL, PVC, DN 20 MM (1/2"), PARA
CIRCUITOS TERMINAIS, INSTALADO EM PAREDE - FORNECIMENTO E
INSTALAÇÃO. AF_03/2023
M 0,1566000 13,49 2,11
Composição
Auxiliar
89712 SINAPI TUBO PVC, SERIE NORMAL, ESGOTO PREDIAL, DN 50 MM, FORNECIDO E
INSTALADO EM RAMAL DE DESCARGA OU RAMAL DE ESGOTO
SANITÁRIO. AF_08/2022
M 0,2235000 29,96 6,69
Composição
Auxiliar
89784 SINAPI TE, PVC, SERIE NORMAL, ESGOTO PREDIAL, DN 50 X 50 MM, JUNTA
ELÁSTICA, FORNECIDO E INSTALADO EM RAMAL DE DESCARGA OU
RAMAL DE ESGOTO SANITÁRIO. AF_08/2022
UN 0,0174000 26,58 0,46
Composição
Auxiliar
98445 SINAPI PAREDE DE MADEIRA COMPENSADA PARA CONSTRUÇÃO TEMPORÁRIA
EM CHAPA SIMPLES, EXTERNA, COM ÁREA LÍQUIDA MAIOR OU IGUAL A 6
M², COM VÃO. AF_03/2024
m² 0,4081000 147,03 60,00
Composição
Auxiliar
98443 SINAPI PAREDE DE MADEIRA COMPENSADA PARA CONSTRUÇÃO TEMPORÁRIA
EM CHAPA SIMPLES, INTERNA, SEM VÃO. AF_03/2024
m² 0,0830000 108,63 9,01
Composição
Auxiliar
100860 SINAPI CHUVEIRO ELÉTRICO COMUM CORPO PLÁSTICO, TIPO DUCHA -
FORNECIMENTO E INSTALAÇÃO. AF_01/2020
UN 0,0696000 106,83 7,43
Composição
Auxiliar
91890 SINAPI CURVA 90 GRAUS PARA ELETRODUTO, PVC, ROSCÁVEL, DN 25 MM (3/4"),
PARA CIRCUITOS TERMINAIS, INSTALADA EM FORRO - FORNECIMENTO
E INSTALAÇÃO. AF_03/2023
UN 0,0174000 14,33 0,24
Insumo 00003080 SINAPI FECHADURA ESPELHO PARA PORTA EXTERNA, EM ACO INOX (MAQUINA,
TESTA E CONTRA-TESTA) E EM ZAMAC (MACANETA, LINGUETA E
TRINCOS) COM ACABAMENTO CROMADO, MAQUINA DE 40 MM,
INCLUINDO CHAVE TIPO CILINDRO
CJ 0,0348000 65,69 2,28
Insumo 00043777 SINAPI PORTA DE MADEIRA, FOLHA LEVE (NBR 15930), DE 600 X 2100 MM, E = 35
MM, NUCLEO COLMEIA, CAPA LISA EM HDF, ACABAMENTO MELAMINICO
EM PADRAO MADEIRA
UN 0,0447618 311,69 13,95
Insumo 00011587 SINAPI FORRO DE PVC LISO, BRANCO, REGUA DE 10 CM, ESPESSURA
APROXIMADA DE 8 MM (COM COLOCACAO / SEM ESTRUTURA METALICA)
m² 0,9762000 91,40 89,22
Insumo 00011712 SINAPI CAIXA SIFONADA, PVC, 150 X 150 X 50 MM, COM GRELHA QUADRADA,
BRANCA (NBR 5688)
UN 0,0348000 45,33 1,57
Insumo 00003670 SINAPI JUNCAO SIMPLES, PVC, 45 GRAUS, DN 100 X 100 MM, SERIE NORMAL
PARA ESGOTO PREDIAL
UN 0,0348000 26,93 0,93
Insumo 00011697 SINAPI MICTORIO COLETIVO ACO INOX (AISI 304), E = 0,8 MM, DE *100 X 40 X 30*
CM (C X A X P)
UN 0,0174000 822,52 14,31
Insumo 00021112 SINAPI VALVULA DE DESCARGA EM METAL CROMADO PARA MICTORIO COM
ACIONAMENTO POR PRESSAO E FECHAMENTO AUTOMATICO
UN 0,0174000 217,35 3,78
Insumo 00003659 SINAPI JUNCAO SIMPLES DE REDUCAO, PVC, DN 100 X 50 MM, SERIE NORMAL
PARA ESGOTO PREDIAL
UN 0,0174000 20,98 0,36
MO sem LS => 241,21 LS => 0,00 MO com LS => 241,21
Valor do BDI => 251,22 1.351,64
Quant. => 9,00 Preço Total => 12.164,76
1.6 Código Banco Descrição Und Quant. Valor Unit Total
Composição 9748003 Próprio PROGRAMA DE CONTROLE MÉDICO E SAÚDE OCUPACIONAL - PCMSO -
DEVE ATENDER A NR 7 (UD)
UN 1,0000000 3.050,83 3.050,83
Insumo P9851 SICRO3 Médico do trabalho - mensalista mês 0,1800000 16.949,08 3.050,83
MO sem LS => 3.050,83 LS => 0,00 MO com LS => 3.050,83
Valor do BDI => 696,50 3.747,33
Quant. => 1,00 Preço Total => 3.747,33
1.7 Código Banco Descrição Und Quant. Valor Unit Total
Composição 9748002 Próprio PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCO - PGR (SUBSTITUINDO O
PPRA E PCMAT) - DEVE ATENDER AS NR'S 1, NR 9 E NR 18. (UD)
UND 1,0000000 4.946,36 4.946,36
B Código Banco Mão de Obra Quantidade Custo Horário
Total Insumo P9876 SICRO3 Técnico de segurança do trabalho - mensalista 0,2000000 7.540,02 1.508,00
Insumo P9864 SICRO3 Engenheiro de segurança do trabalho - mensalista 0,1500000 22.922,40 3.438,36
0,0000
4946,3637
4946,3637
1
4946,3637
0
F Momento de
Transporte
Banco Descrição Quantidade Custo Horário
LN RP P FE
0
MO sem LS => 4.946,36 LS => 0,00 MO com LS => 4.946,36
Valor do BDI => 1.129,25 6.075,61
Quant. => 1,00 Preço Total => 6.075,61
1.8 Código Banco Descrição Und Quant. Valor Unit Total
Composição 9748004 Próprio PCA, PRAD E Licenciamento Ambiental de Jazidas de Cascalho até 2 HA -
Conforme Licenciamento CONAMA - 237/97 - LEI Nº 2838 DE 08/12/2015 -
Anexo I, ITEM 4 - Sub-Item 4.6.
UND. 1,0000000 13.461,34 13.461,34
Pintura Interna
Caixas Enterradas
Instalações Prediais de Esgoto -
Tubos e Conexões
Instalações Elétricas - Eletrodutos
Embutidos, Cabos, Caixas,
Tomadas e Interruptores
Instalações Elétricas - Eletrodutos
Embutidos, Cabos, Caixas,
Tomadas e Interruptores
Instalações Prediais de Esgoto -
Tubos e Conexões
Instalações Elétricas - Eletrodutos
Embutidos, Cabos, Caixas,
Tomadas e Interruptores
Material
Valor com BDI =>
Tipo
SERT - SERVIÇOS TÉCNICOS
Mão de Obra
Valor com BDI =>
Material
Material
Material
Material
Material
Material
Instalações Prediais de Esgoto -
Tubos e Conexões
Instalações para Canteiros de
Obras
Instalações para Canteiros de
Obras
Louças e Metais
Instalações Elétricas - Eletrodutos
Embutidos, Cabos, Caixas,
Tomadas e Interruptores
Material
Custo do FIC
Distância Média de Transporte (DMT)
Custo total de transporte
Valor com BDI =>
Custo horário total de execução
Produção de equipe
Custo unitário de execução
Tipo
SERT - SERVIÇOS TÉCNICOS
Custo Horário
Adicional de Mão de obra (%)
Custo horário total de mão de obra
Custo Horário Custo Horário
Total
Tipo
SERT - SERVIÇOS TÉCNICOS
A Código Banco Equipamentos Quantidade Utilização
Avenida Rio Grande do Sul - vista alegre - Espigão D'Oeste / RO
6939128020 /
ID: 1342658 e CRC: F27F5D20 ID: 1358998 e CRC: 75B523B2
PREFEITURA MUNICIPAL DE ESPIGAO D OESTE
CNPJ: 04.695.284/0001-39
Operativa Improdutiva Operativa Improdutiva
Insumo E9093 SICRO3 Veículo leve - 53 kW (sem motorista) 1,0000000 23,72 0,00 38,0900 6,7000 903,3900
903,3928
B Código Banco Mão de Obra Quantidade Custo Horário
Total Insumo P9836 SICRO3 Geólogo 23,7200000 99,78 2.366,85
Insumo P9812 SICRO3 Engenheiro - mensalista 0,1300000 23.512,65 3.056,64
0
5423,4952
6326,888
1
6326,888
0
D Código Banco ATIVIDADES AUXILIARES Quantidade Unidade Preço
Unitário
Custo Horário
Insumo S0022 Próprio LICENÇA DE OPERAÇÃO (LO) PARA ÁREAS DE ATÉ 2HA 1,0000000 UNID. 2.713,25
Insumo S0021 Próprio LICENÇA DE INSTALAÇÃO (LI) PARA ÁREAS DE ATÉ 2HA 1,0000000 UNID. 2.713,25
Insumo S0020 Próprio LICENÇA PRÉVIA (LP) PARA ÁREAS DE ATÉ 2HA 1,0000000 UNID. 1.627,95
Insumo S0026 Próprio PUBLICAÇÃO DE LICENÇAS 1,0000000 UNID. 80,00
7134,45
F Momento de
Transporte
Banco Descrição Quantidade Custo Horário
LN RP P FE
0
MO sem LS => 5.423,49 LS => 0,01 MO com LS => 5.423,50
Valor do BDI => 3.073,22 16.534,56
Quant. => 1,00 Preço Total => 16.534,56
2 ADMINISTRAÇÃO E CONTROLE 33.094,00
2.1 Código Banco Descrição Und Quant. Valor Unit Total
Composição 00000217 Próprio Administração e Controle % 1,0000000 269,43 269,43
Composição
Auxiliar
90778 SINAPI ENGENHEIRO CIVIL DE OBRA PLENO COM ENCARGOS
COMPLEMENTARES
H 0,7200000 127,76 91,98
Composição
Auxiliar
90780 SINAPI MESTRE DE OBRAS COM ENCARGOS COMPLEMENTARES H 4,8000000 36,97 177,45
MO sem LS => 232,14 LS => 0,00 MO com LS => 232,14
Valor do BDI => 61,51 330,94
Quant. => 100,00 Preço Total => 33.094,00
3 DRENAGEM PROFUNDA 571.460,02
3.1 Código Banco Descrição Und Quant. Valor Unit Total
Composição 4805757 SICRO3 Escavação mecânica de vala em material de 1ª categoria m³ 1,0000000 6,90 6,90
Operativa Improdutiva Operativa Improdutiva
Insumo E9526 SICRO3 Retroescavadeira de pneus - capacidade da caçamba da pá-carregadeira de
0,76 m³ e da retroescavadeira de 0,29 m³ - 58 kW
1,0000000 1,00 0,00 151,8200 74,4300 151,8200
151,822
B Código Banco Mão de Obra Quantidade Custo Horário
Total Insumo P9824 SICRO3 Servente 1,0000000 21,82 21,82
0,0000
21,8199
173,6419
26
6,6785
0,2174
F Momento de
Transporte
Banco Descrição Quantidade Custo Horário
LN RP P FE
0
0
MO sem LS => 0,83 LS => 0,01 MO com LS => 0,84
Valor do BDI => 1,57 8,47
Quant. => 2.784,54 Preço Total => 23.585,05
3.2 Código Banco Descrição Und Quant. Valor Unit Total
Composição 4915608 SICRO3 Regularização de taludes e valas com soquete vibratório m² 1,0000000 2,88 2,88
Operativa Improdutiva Operativa Improdutiva
Insumo E9647 SICRO3 Compactador manual com soquete vibratório - 4,10 kW 1,0000000 1,00 0,00 13,4000 2,8300 13,4000
13,3963
B Código Banco Mão de Obra Quantidade Custo Horário
Total Insumo P9824 SICRO3 Servente 2,0000000 21,82 43,64
0,0000
43,6398
57,0361
20,75
Custo horário total de mão de obra
Custo horário total de execução
Produção de equipe
Custo Horário
Total
Custo horário total de equipamentos
Custo Horário
Adicional de Mão de obra (0.0%)
A Código Banco Equipamentos Quantidade
Valor com BDI =>
Tipo
CANT - CANTEIRO DE OBRAS
Livro SINAPI: Cálculos e
Parâmetros
Livro SINAPI: Cálculos e
Parâmetros
1.627,95
80,00
Custo total de atividades auxiliares
Distância Média de Transporte (DMT)
Custo total de transporte
Custo unitário de execução
Custo do FIC
2.713,25
2.713,25
Custo horário total de mão de obra
Custo horário total de execução
Produção de equipe
Custo Horário Custo Horário
Total
Custo horário total de equipamentos
Custo Horário
Adicional de Mão de obra (%)
Valor com BDI =>
Tipo
A Código Banco Equipamentos Quantidade Utilização
Custo total de transporte
Valor com BDI =>
Tipo
A Código Banco Equipamentos Quantidade
Custo unitário de execução
Custo do FIC
Distância Média de Transporte (DMT)
Custo do FIT
Produção de equipe
Adicional de Mão de obra (%)
Custo horário total de mão de obra
Custo horário total de execução
Utilização Custo Horário Custo Horário
Total
Custo horário total de equipamentos
Custo Horário
Avenida Rio Grande do Sul - vista alegre - Espigão D'Oeste / RO
6939128020 /
ID: 1342658 e CRC: F27F5D20 ID: 1358998 e CRC: 75B523B2
PREFEITURA MUNICIPAL DE ESPIGAO D OESTE
CNPJ: 04.695.284/0001-39
2,7487
0,1315
F Momento de
Transporte
Banco Descrição Quantidade Custo Horário
LN RP P FE
0
0
MO sem LS => 2,10 LS => 0,00 MO com LS => 2,10
Valor do BDI => 0,65 3,53
Quant. => 1.614,23 Preço Total => 5.698,23
3.3 Código Banco Descrição Und Quant. Valor Unit Total
Composição 94342 SINAPI ATERRO MANUAL DE VALAS COM AREIA PARA ATERRO. AF_08/2023 m³ 1,0000000 134,11 134,11
Composição
Auxiliar
5903 SINAPI CAMINHÃO PIPA 10.000 L TRUCADO, PESO BRUTO TOTAL 23.000 KG,
CARGA ÚTIL MÁXIMA 15.935 KG, DISTÂNCIA ENTRE EIXOS 4,8 M,
POTÊNCIA 230 CV, INCLUSIVE TANQUE DE AÇO PARA TRANSPORTE DE
ÁGUA - CHI DIURNO. AF_06/2014
CHI 0,0006000 75,35 0,04
Composição
Auxiliar
5901 SINAPI CAMINHÃO PIPA 10.000 L TRUCADO, PESO BRUTO TOTAL 23.000 KG,
CARGA ÚTIL MÁXIMA 15.935 KG, DISTÂNCIA ENTRE EIXOS 4,8 M,
POTÊNCIA 230 CV, INCLUSIVE TANQUE DE AÇO PARA TRANSPORTE DE
ÁGUA - CHP DIURNO. AF_06/2014
CHP 0,0054000 333,57 1,80
Composição
Auxiliar
88316 SINAPI SERVENTE COM ENCARGOS COMPLEMENTARES H 0,7866000 24,85 19,54
Composição
Auxiliar
91533 SINAPI COMPACTADOR DE SOLOS DE PERCUSSÃO (SOQUETE) COM MOTOR A
GASOLINA 4 TEMPOS, POTÊNCIA 4 CV - CHP DIURNO. AF_08/2015
CHP 0,1962000 43,69 8,57
Insumo 00000368 SINAPI AREIA PARA ATERRO - POSTO JAZIDA/FORNECEDOR (RETIRADO NA
JAZIDA, SEM TRANSPORTE)
m³ 1,3889000 75,00 104,16
MO sem LS => 19,12 LS => 0,00 MO com LS => 19,12
Valor do BDI => 30,61 164,72
Quant. => 440,03 Preço Total => 72.481,74
3.4 Código Banco Descrição Und Quant. Valor Unit Total
Composição 4815671 SICRO3 Reaterro e compactação com soquete vibratório m³ 1,0000000 19,20 19,20
Operativa Improdutiva Operativa Improdutiva
Insumo E9647 SICRO3 Compactador manual com soquete vibratório - 4,10 kW 1,0000000 1,00 0,00 13,4000 2,8300 13,4000
13,3963
B Código Banco Mão de Obra Quantidade Custo Horário
Total Insumo P9824 SICRO3 Servente 2,0000000 21,82 43,64
0,0000
43,6398
57,0361
3,1125
18,3249
0,8766
F Momento de
Transporte
Banco Descrição Quantidade Custo Horário
LN RP P FE
0
0
MO sem LS => 14,02 LS => 0,00 MO com LS => 14,02
Valor do BDI => 4,38 23,58
Quant. => 1.750,80 Preço Total => 41.283,86
3.5 Código Banco Descrição Und Quant. Valor Unit Total
Composição 0804020 SICRO3 Corpo de BSTC D = 0,60 m PA1 - areia extraída e brita e pedra de mão
produzidas
m 1,0000000 373,32 373,32
Operativa Improdutiva Operativa Improdutiva
Insumo E9686 SICRO3 Caminhão guindauto com capacidade de elevação de 6,2 t e carroceria de 7 t -
136 kW
1,0000000 1,00 0,00 319,1400 106,5000 319,1400
319,1411
B Código Banco Mão de Obra Quantidade Custo Horário
Total Insumo P9824 SICRO3 Servente 3,0000000 21,82 65,46
0,0000
65,4597
384,6008
6,225
61,7833
1,6221
C Código Banco MATERIAL Quantidade Unidade Preço
Unitário
Custo Horário
Insumo M2167 SICRO3 Tubo de concreto armado PA1 - D = 0,60 m 1,0000000 m 185,00
185
D Código Banco ATIVIDADES AUXILIARES Quantidade Unidade Preço
Unitário
Custo Horário
Composição 1109670 SICRO3 Argamassa de cimento e areia 1:4 - confecção em betoneira e lançamento
manual - areia extraída
0,0043000 m³ 2,05
Composição 3103302 SICRO3 Fôrmas de tábuas de pinho para dispositivos de drenagem - utilização de 3
vezes - confecção, instalação e retirada
0,6000000 m² 45,00
Custo unitário de execução
Custo do FIC
Material
Valor com BDI =>
Tipo
A Código Banco Equipamentos Quantidade Utilização
Tipo
Aterro e Reaterro de Valas
Custos Horários Produtivo e
Improdutivo dos Equipamentos
Custos Horários Produtivo e
Improdutivo dos Equipamentos
Livro SINAPI: Cálculos e
Parâmetros
Custos Horários Produtivo e
Improdutivo dos Equipamentos
Distância Média de Transporte (DMT)
Custo do FIT
Custo total de transporte
Valor com BDI =>
Custo unitário de execução
Custo do FIC
Distância Média de Transporte (DMT)
Custo do FIT
Custo horário total de mão de obra
Custo horário total de execução
Produção de equipe
Custo Horário Custo Horário
Total
Custo horário total de equipamentos
Custo Horário
Adicional de Mão de obra (%)
Adicional de Mão de obra (%)
Custo horário total de mão de obra
Custo horário total de execução
Utilização Custo Horário Custo Horário
Total
Custo horário total de equipamentos
Custo Horário
Custo total de transporte
Valor com BDI =>
Tipo
A Código Banco Equipamentos Quantidade
185,00
Custo unitário total de material
476,77
75,00
Produção de equipe
Custo unitário de execução
Custo do FIC
Avenida Rio Grande do Sul - vista alegre - Espigão D'Oeste / RO
6939128020 /
ID: 1342658 e CRC: F27F5D20 ID: 1358998 e CRC: 75B523B2
PREFEITURA MUNICIPAL DE ESPIGAO D OESTE
CNPJ: 04.695.284/0001-39
Composição 1106164 SICRO3 Concreto ciclópico fck = 20 MPa - confecção em betoneira e lançamento manual
- areia extraída, brita e pedra de mão produzidas
0,2250000 m³ 77,86
124,9136
F Momento de
Transporte
Banco Descrição Quantidade Custo Horário
LN RP P FE
Insumo M2167 SICRO3 Tubo de concreto armado PA1 - D = 0,60 m 0,3404100 5914584
0,00
2,80
0,0000
5914599
0,00
2,24
0,0000
5914614
0,00
1,83
0,0000
-- 0,0000
0
0
MO sem LS => 49,66 LS => 0,00 MO com LS => 49,66
Valor do BDI => 85,22 458,54
Quant. => 664,40 Preço Total => 304.653,97
3.6 Código Banco Descrição Und Quant. Valor Unit Total
Composição 0804044 SICRO3 Corpo de BSTC D = 1,20 m PA1 - areia extraída e brita e pedra de mão
produzidas
m 1,0000000 954,47 954,47
Operativa Improdutiva Operativa Improdutiva
Insumo E9686 SICRO3 Caminhão guindauto com capacidade de elevação de 6,2 t e carroceria de 7 t -
136 kW
1,0000000 1,00 0,00 319,1400 106,5000 319,1400
319,1411
B Código Banco Mão de Obra Quantidade Custo Horário
Total Insumo P9824 SICRO3 Servente 3,0000000 21,82 65,46
0,0000
65,4597
384,6008
2,49
154,4582
4,0552
C Código Banco MATERIAL Quantidade Unidade Preço
Unitário
Custo Horário
Insumo M2179 SICRO3 Tubo de concreto armado PA1 - D = 1,20 m 1,0000000 m 549,81
549,806
D Código Banco ATIVIDADES AUXILIARES Quantidade Unidade Preço
Unitário
Custo Horário
Composição 1106164 SICRO3 Concreto ciclópico fck = 20 MPa - confecção em betoneira e lançamento manual
- areia extraída, brita e pedra de mão produzidas
0,4990000 m³ 172,68
Composição 3103302 SICRO3 Fôrmas de tábuas de pinho para dispositivos de drenagem - utilização de 3
vezes - confecção, instalação e retirada
0,9000000 m² 67,50
Composição 1109670 SICRO3 Argamassa de cimento e areia 1:4 - confecção em betoneira e lançamento
manual - areia extraída
0,0125200 m³ 5,97
246,1531
F Momento de
Transporte
Banco Descrição Quantidade Custo Horário
LN RP P FE
Insumo M2179 SICRO3 Tubo de concreto armado PA1 - D = 1,20 m 1,2481700 5914584
0,00
2,80
0,0000
5914599
0,00
2,24
0,0000
5914614
0,00
1,83
0,0000
-- 0,0000
0
0
MO sem LS => 94,68 LS => 0,00 MO com LS => 94,68
Valor do BDI => 217,90 1.172,37
Quant. => 15,01 Preço Total => 17.597,27
3.7 Código Banco Descrição Und Quant. Valor Unit Total
Composição 2003618 SICRO3 Boca de lobo simples - BLS 01 - areia e brita comerciais un 1,0000000 1.144,41 1.144,41
B Código Banco Mão de Obra Quantidade Custo Horário
Total Insumo P9824 SICRO3 Servente 0,2000000 21,82 4,36
0,0000
4,364
4,364
1
4,364
0,2776
C Código Banco MATERIAL Quantidade Unidade Preço
Unitário
Custo Horário
Insumo M0224 SICRO3 Guia-chapéu pré-moldada - C = 120 cm 1,0000000 un 70,00
70
D Código Banco ATIVIDADES AUXILIARES Quantidade Unidade Preço
Unitário
Custo Horário
Composição 1107896 SICRO3 Concreto fck = 25 MPa - confecção em betoneira e lançamento manual - areia e
brita comerciais
0,0600000 m³ 38,72
Composição 2009619 SICRO3 Alvenaria de blocos de concreto 19 x 19 x 39 cm com espessura de 20 cm -
areia comercial
3,8100000 m² 547,57
Composição 1107892 SICRO3 Concreto fck = 20 MPa - confecção em betoneira e lançamento manual - areia e
brita comerciais
0,2500000 m³ 152,70
Composição 1109669 SICRO3 Argamassa de cimento e areia 1:3 - confecção em betoneira e lançamento
manual - areia comercial
0,0600000 m³ 41,40
Composição 3103302 SICRO3 Fôrmas de tábuas de pinho para dispositivos de drenagem - utilização de 3
vezes - confecção, instalação e retirada
3,1000000 m² 232,50
Composição 0407819 SICRO3 Armação em aço CA-50 - fornecimento, preparo e colocação 4,1000000 kg 54,45
1067,3459
Custo total de atividades auxiliares
Distância Média de Transporte (DMT)
Custo do FIT
Custo total de transporte
346,06
Custo horário total de mão de obra
Custo horário total de execução
Produção de equipe
Custo Horário
Total
Custo horário total de equipamentos
Custo Horário
Adicional de Mão de obra (%)
Valor com BDI =>
Tipo
A Código Banco Equipamentos Quantidade Utilização Custo Horário
Custo do FIT
Custo total de transporte
Valor com BDI =>
Tipo
346,06
75,00
476,77
Custo total de atividades auxiliares
Distância Média de Transporte (DMT)
Custo unitário de execução
Custo do FIC
549,81
Custo unitário total de material
Custo do FIC
70,00
Custo unitário total de material
645,36
Custo horário total de execução
Produção de equipe
Custo unitário de execução
Custo Horário
Adicional de Mão de obra (%)
Custo horário total de mão de obra
143,72
610,81
690,01
75,00
13,28
Custo total de atividades auxiliares
Avenida Rio Grande do Sul - vista alegre - Espigão D'Oeste / RO
6939128020 /
ID: 1342658 e CRC: F27F5D20 ID: 1358998 e CRC: 75B523B2
PREFEITURA MUNICIPAL DE ESPIGAO D OESTE
CNPJ: 04.695.284/0001-39
E Tempo Fixo Banco Descrição Carga Quantidade Unidade Custo Horário
Composição 5914655 SICRO3 Carga, manobra e descarga de materiais diversos em caminhão carroceria de 15
t - carga e descarga manuais
M0224 0,0700000 t 2,4200
2,4178
F Momento de
Transporte
Banco Descrição Quantidade Custo Horário
LN RP P FE
Insumo M0224 SICRO3 Guia-chapéu pré-moldada - C = 120 cm 0,0700000 5914449
0,00
1,11
0,0000
5914464
0,00
0,89
0,0000
5914479
0,00
0,73
0,0000
-- 0,0000
0
0
MO sem LS => 372,08 LS => 0,01 MO com LS => 372,09
Valor do BDI => 261,26 1.405,67
Quant. => 45,00 Preço Total => 63.255,15
3.8 Código Banco Descrição Und Quant. Valor Unit Total
Composição 2003656 SICRO3 Caixa de ligação e passagem - CLP 08 - areia e brita comerciais un 1,0000000 2.124,57 2.124,57
0
1
0
0
D Código Banco ATIVIDADES AUXILIARES Quantidade Unidade Preço
Unitário
Custo Horário
Composição 1107892 SICRO3 Concreto fck = 20 MPa - confecção em betoneira e lançamento manual - areia e
brita comerciais
1,6100000 m³ 983,40
Composição 3103302 SICRO3 Fôrmas de tábuas de pinho para dispositivos de drenagem - utilização de 3
vezes - confecção, instalação e retirada
14,4300000 m² 1.082,25
Composição 0407820 SICRO3 Armação em aço CA-60 - fornecimento, preparo e colocação 4,1000000 kg 58,92
2124,5711
F Momento de
Transporte
Banco Descrição Quantidade Custo Horário
LN RP P FE
0
0
MO sem LS => 735,47 LS => 0,01 MO com LS => 735,48
Valor do BDI => 485,03 2.609,60
Quant. => 6,00 Preço Total => 15.657,60
3.9 Código Banco Descrição Und Quant. Valor Unit Total
Composição 0804405 SICRO3 Boca de BSTC D = 1,20 m - esconsidade 30° - areia e brita comerciais - alas
esconsas
un 1,0000000 5.792,25 5.792,25
0
1
0
0
D Código Banco ATIVIDADES AUXILIARES Quantidade Unidade Preço
Unitário
Custo Horário
Composição 3103302 SICRO3 Fôrmas de tábuas de pinho para dispositivos de drenagem - utilização de 3
vezes - confecção, instalação e retirada
24,0000000 m² 1.800,00
Composição 1107892 SICRO3 Concreto fck = 20 MPa - confecção em betoneira e lançamento manual - areia e
brita comerciais
6,5360000 m³ 3.992,25
5792,2542
F Momento de
Transporte
Banco Descrição Quantidade Custo Horário
LN RP P FE
0
0
MO sem LS => 1.426,41 LS => 0,01 MO com LS => 1.426,42
Valor do BDI => 1.322,37 7.114,62
Quant. => 2,00 Preço Total => 14.229,24
3.10 Código Banco Descrição Und Quant. Valor Unit Total
Composição 0804377 SICRO3 Boca de BSTC D = 0,60 m - esconsidade 0° - areia e brita comerciais - alas
esconsas
un 1,0000000 1.263,01 1.263,01
0
1
0
0
D Código Banco ATIVIDADES AUXILIARES Quantidade Unidade Preço
Unitário
Custo Horário
Composição 1107892 SICRO3 Concreto fck = 20 MPa - confecção em betoneira e lançamento manual - areia e
brita comerciais
1,1530000 m³ 704,26
Composição 3103302 SICRO3 Fôrmas de tábuas de pinho para dispositivos de drenagem - utilização de 3
vezes - confecção, instalação e retirada
7,4500000 m² 558,75
1263,0139
F Momento de
Transporte
Banco Descrição Quantidade Custo Horário
LN RP P FE
0
0
MO sem LS => 390,59 LS => 0,01 MO com LS => 390,60
Valor do BDI => 288,34 1.551,35
Custo total de transporte
Valor com BDI =>
Tipo
Custo horário total de execução
Preço Unitário
34,5400
Custo Total dos Tempos Fixos
Distância Média de Transporte (DMT)
Custo do FIT
Custo do FIT
Custo total de transporte
Valor com BDI =>
Tipo
610,81
75,00
14,37
Custo total de atividades auxiliares
Distância Média de Transporte (DMT)
Produção de equipe
Custo unitário de execução
Custo do FIC
Distância Média de Transporte (DMT)
Custo do FIT
Custo total de transporte
Valor com BDI =>
Custo do FIC
75,00
610,81
Custo total de atividades auxiliares
Custo horário total de execução
Produção de equipe
Custo unitário de execução
Custo total de atividades auxiliares
Distância Média de Transporte (DMT)
Custo do FIT
Custo total de transporte
Custo unitário de execução
Custo do FIC
610,81
75,00
Tipo
Custo horário total de execução
Produção de equipe
Valor com BDI =>
Avenida Rio Grande do Sul - vista alegre - Espigão D'Oeste / RO
6939128020 /
ID: 1342658 e CRC: F27F5D20 ID: 1358998 e CRC: 75B523B2
PREFEITURA MUNICIPAL DE ESPIGAO D OESTE
CNPJ: 04.695.284/0001-39
Quant. => 2,00 Preço Total => 3.102,70
3.11 Código Banco Descrição Und Quant. Valor Unit Total
Composição 5915407 SICRO3 Carga, manobra e descarga de agregados ou solos em caminhão basculante de
10 m³ - carga com carregadeira de 3,40 m³ e descarga livre
t 1,0000000 3,05 3,05
Operativa Improdutiva Operativa Improdutiva
Insumo E9511 SICRO3 Carregadeira de pneus com capacidade de 3,40 m³ - 195 kW 1,0000000 1,00 0,00 522,8300 253,4200 522,8300
Insumo E9579 SICRO3 Caminhão basculante com capacidade de 10 m³ - 210 kW 3,0000000 0,86 0,14 311,2700 88,9900 840,4500
1363,2812
1363,2812
457,16
2,9821
0,0724
F Momento de
Transporte
Banco Descrição Quantidade Custo Horário
LN RP P FE
0
0
MO sem LS => 0,00 LS => 0,00 MO com LS => 0,00
Valor do BDI => 0,69 3,74
Quant. => 1.722,59 Preço Total => 6.442,48
3.12 Código Banco Descrição Und Quant. Valor Unit Total
Composição 5915321 SICRO3 Transporte com caminhão basculante de 14 m³ - rodovia pavimentada tkm 1,0000000 0,69 0,69
Operativa Improdutiva Operativa Improdutiva
Insumo E9667 SICRO3 Caminhão basculante com capacidade de 14 m³ - 210 kW 1,0000000 1,00 0,00 323,0400 94,9000 323,0400
323,0411
323,0411
470,61
0,6864
0
F Momento de
Transporte
Banco Descrição Quantidade Custo Horário
LN RP P FE
0
0
MO sem LS => 0,00 LS => 0,00 MO com LS => 0,00
Valor do BDI => 0,15 0,84
Quant. => 4.134,21 Preço Total => 3.472,73
4 TERRAPLANAGEM 29.095,49
4.1 Código Banco Descrição Und Quant. Valor Unit Total
Composição 4016096 SICRO3 Escavação e carga de material de jazida com escavadeira hidráulica de 1,56 m³ m³ 1,0000000 1,66 1,66
Operativa Improdutiva Operativa Improdutiva
Insumo E9515 SICRO3 Escavadeira hidráulica sobre esteiras com caçamba com capacidade de 1,56 m³ -
118 kW
1,0000000 1,00 0,00 330,5400 148,5200 330,5400
330,5419
B Código Banco Mão de Obra Quantidade Custo Horário
Total Insumo P9824 SICRO3 Servente 1,0000000 21,82 21,82
0,0000
21,8199
352,3618
230,19
1,5307
0,1306
F Momento de
Transporte
Banco Descrição Quantidade Custo Horário
LN RP P FE
0
0
MO sem LS => 0,09 LS => 0,00 MO com LS => 0,09
Valor do BDI => 0,37 2,03
Quant. => 4.701,92 Preço Total => 9.544,89
4.2 Código Banco Descrição Und Quant. Valor Unit Total
Composição 5915321 SICRO3 Transporte com caminhão basculante de 14 m³ - rodovia pavimentada tkm 1,0000000 0,69 0,69
Operativa Improdutiva Operativa Improdutiva
Insumo E9667 SICRO3 Caminhão basculante com capacidade de 14 m³ - 210 kW 1,0000000 1,00 0,00 323,0400 94,9000 323,0400
323,0411
323,0411
470,61
Custo unitário de execução
Custo do FIC
Distância Média de Transporte (DMT)
Custo do FIT
Custo Horário
Total
Custo horário total de equipamentos
Custo horário total de execução
Produção de equipe
Tipo
A Código Banco Equipamentos Quantidade Utilização Custo Horário
Utilização Custo Horário Custo Horário
Total
Custo horário total de equipamentos
Custo horário total de execução
Custo total de transporte
Valor com BDI =>
Tipo
A Código Banco Equipamentos Quantidade
Tipo
A Código Banco Equipamentos Quantidade Utilização
Distância Média de Transporte (DMT)
Custo do FIT
Custo total de transporte
Valor com BDI =>
Produção de equipe
Custo unitário de execução
Custo do FIC
Custo unitário de execução
Custo do FIC
Distância Média de Transporte (DMT)
Custo do FIT
Custo horário total de mão de obra
Custo horário total de execução
Produção de equipe
Custo Horário Custo Horário
Total
Custo horário total de equipamentos
Custo Horário
Adicional de Mão de obra (%)
Utilização Custo Horário Custo Horário
Total
Custo horário total de equipamentos
Custo horário total de execução
Custo total de transporte
Valor com BDI =>
Tipo
A Código Banco Equipamentos Quantidade
Produção de equipe
Avenida Rio Grande do Sul - vista alegre - Espigão D'Oeste / RO
6939128020 /
ID: 1342658 e CRC: F27F5D20 ID: 1358998 e CRC: 75B523B2
PREFEITURA MUNICIPAL DE ESPIGAO D OESTE
CNPJ: 04.695.284/0001-39
0,6864
0
F Momento de
Transporte
Banco Descrição Quantidade Custo Horário
LN RP P FE
0
0
MO sem LS => 0,00 LS => 0,00 MO com LS => 0,00
Valor do BDI => 0,15 0,84
Quant. => 23.274,53 Preço Total => 19.550,60
5 PAVIMENTAÇÃO TSD 279.751,38
5.1 Código Banco Descrição Und Quant. Valor Unit Total
Composição 4011209 SICRO3 Regularização do subleito - 100% Proctor intermediário m² 1,0000000 1,93 1,93
Operativa Improdutiva Operativa Improdutiva
Insumo E9577 SICRO3 Trator agrícola sobre pneus - 77 kW 1,0000000 0,41 0,59 180,3200 70,9100 115,7700
Insumo E9571 SICRO3 Caminhão tanque com capacidade de 10.000 l - 188 kW 1,0000000 0,61 0,39 360,3900 95,4300 257,0600
Insumo E9524 SICRO3 Motoniveladora - 93 kW 1,0000000 0,43 0,57 339,0600 144,8900 228,3800
Insumo E9518 SICRO3 Grade de 24 discos rebocável de D = 60 cm (24") 1,0000000 0,41 0,59 5,0900 3,5400 4,1700
Insumo E9762 SICRO3 Rolo compactador de pneus autopropelido de 27 t - 85 kW 1,0000000 0,96 0,04 331,3000 160,5600 324,4700
Insumo E9685 SICRO3 Rolo compactador pé de carneiro vibratório autopropelido por pneus de 11,6 t -
82 kW
1,0000000 1,00 0,00 242,4200 107,1200 242,4200
1172,2728
B Código Banco Mão de Obra Quantidade Custo Horário
Total Insumo P9824 SICRO3 Servente 1,0000000 21,82 21,82
0,0000
21,8199
1194,0927
672,8
1,7748
0,1586
F Momento de
Transporte
Banco Descrição Quantidade Custo Horário
LN RP P FE
0
0
MO sem LS => 0,03 LS => 0,00 MO com LS => 0,03
Valor do BDI => 0,44 2,37
Quant. => 11.873,78 Preço Total => 28.140,85
5.2 Código Banco Descrição Und Quant. Valor Unit Total
Composição 5915321 SICRO3 Transporte com caminhão basculante de 14 m³ - rodovia pavimentada tkm 1,0000000 0,69 0,69
Operativa Improdutiva Operativa Improdutiva
Insumo E9667 SICRO3 Caminhão basculante com capacidade de 14 m³ - 210 kW 1,0000000 1,00 0,00 323,0400 94,9000 323,0400
323,0411
323,0411
470,61
0,6864
0
F Momento de
Transporte
Banco Descrição Quantidade Custo Horário
LN RP P FE
0
0
MO sem LS => 0,00 LS => 0,00 MO com LS => 0,00
Valor do BDI => 0,15 0,84
Quant. => 23.510,08 Preço Total => 19.748,46
5.3 Código Banco Descrição Und Quant. Valor Unit Total
Composição 4011227 SICRO3 Sub-base de solo estabilizado granulometricamente sem mistura com material
de jazida - 100% Proctor intermediário
m³ 1,0000000 16,09 16,09
Operativa Improdutiva Operativa Improdutiva
Insumo E9518 SICRO3 Grade de 24 discos rebocável de D = 60 cm (24") 1,0000000 0,41 0,59 5,0900 3,5400 4,1700
Insumo E9524 SICRO3 Motoniveladora - 93 kW 1,0000000 0,59 0,41 339,0600 144,8900 259,4500
Insumo E9571 SICRO3 Caminhão tanque com capacidade de 10.000 l - 188 kW 1,0000000 0,74 0,26 360,3900 95,4300 291,5000
Insumo E9685 SICRO3 Rolo compactador pé de carneiro vibratório autopropelido por pneus de 11,6 t -
82 kW
1,0000000 1,00 0,00 242,4200 107,1200 242,4200
Insumo E9577 SICRO3 Trator agrícola sobre pneus - 77 kW 1,0000000 0,41 0,59 180,3200 70,9100 115,7700
Insumo E9762 SICRO3 Rolo compactador de pneus autopropelido de 27 t - 85 kW 1,0000000 0,96 0,04 331,3000 160,5600 324,4700
1237,7851
B Código Banco Mão de Obra Quantidade Custo Horário
Total
Tipo
A Código Banco Equipamentos Quantidade Utilização
Distância Média de Transporte (DMT)
Custo do FIT
Custo total de transporte
Valor com BDI =>
Custo unitário de execução
Custo do FIC
Custo unitário de execução
Custo do FIC
Distância Média de Transporte (DMT)
Custo do FIT
Custo horário total de mão de obra
Custo horário total de execução
Produção de equipe
Custo Horário Custo Horário
Total
Custo horário total de equipamentos
Custo Horário
Adicional de Mão de obra (%)
Utilização Custo Horário Custo Horário
Total
Custo horário total de equipamentos
Custo horário total de execução
Custo total de transporte
Valor com BDI =>
Tipo
A Código Banco Equipamentos Quantidade
Tipo
A Código Banco Equipamentos Quantidade Utilização
Distância Média de Transporte (DMT)
Custo do FIT
Custo total de transporte
Valor com BDI =>
Produção de equipe
Custo unitário de execução
Custo do FIC
Custo Horário Custo Horário
Total
Custo horário total de equipamentos
Custo Horário
Avenida Rio Grande do Sul - vista alegre - Espigão D'Oeste / RO
6939128020 /
ID: 1342658 e CRC: F27F5D20 ID: 1358998 e CRC: 75B523B2
PREFEITURA MUNICIPAL DE ESPIGAO D OESTE
CNPJ: 04.695.284/0001-39
Insumo P9824 SICRO3 Servente 1,0000000 21,82 21,82
0,0000
21,8199
1259,605
134,56
9,3609
0,8589
D Código Banco ATIVIDADES AUXILIARES Quantidade Unidade Preço
Unitário
Custo Horário
Composição 4016096 SICRO3 Escavação e carga de material de jazida com escavadeira hidráulica de 1,56 m³ 1,1002700 m³ 1,83
1,8264
E Tempo Fixo Banco Descrição Carga Quantidade Unidade Custo Horário
Composição 5914354 SICRO3 Carga, manobra e descarga de agregados ou solos em caminhão basculante de
10 m³ - carga com escavadeira de 1,56 m³ (exclusa) e descarga livre
4016096 2,0630100 t 4,0400
4,0435
F Momento de
Transporte
Banco Descrição Quantidade Custo Horário
LN RP P FE
Composição 4016096 SICRO3 Escavação e carga de material de jazida com escavadeira hidráulica de 1,56 m³ 2,0630100 5914359
0,00
1,27
0,0000
5914374
0,00
1,02
0,0000
5914389
0,00
0,83
0,0000
-- 0,0000
0
0
MO sem LS => 0,26 LS => 0,01 MO com LS => 0,27
Valor do BDI => 3,67 19,76
Quant. => 2.374,76 Preço Total => 46.925,25
5.4 Código Banco Descrição Und Quant. Valor Unit Total
Composição 4011219 SICRO3 Base de solo estabilizado granulometricamente sem mistura com material de
jazida - 100% Proctor modificado
m³ 1,0000000 17,63 17,63
Operativa Improdutiva Operativa Improdutiva
Insumo E9524 SICRO3 Motoniveladora - 93 kW 1,0000000 0,50 0,50 339,0600 144,8900 241,9700
Insumo E9685 SICRO3 Rolo compactador pé de carneiro vibratório autopropelido por pneus de 11,6 t -
82 kW
1,0000000 1,00 0,00 242,4200 107,1200 242,4200
Insumo E9571 SICRO3 Caminhão tanque com capacidade de 10.000 l - 188 kW 1,0000000 0,62 0,38 360,3900 95,4300 259,7100
Insumo E9762 SICRO3 Rolo compactador de pneus autopropelido de 27 t - 85 kW 1,0000000 0,96 0,04 331,3000 160,5600 324,4700
Insumo E9518 SICRO3 Grade de 24 discos rebocável de D = 60 cm (24") 1,0000000 0,34 0,66 5,0900 3,5400 4,0700
Insumo E9577 SICRO3 Trator agrícola sobre pneus - 77 kW 1,0000000 0,34 0,66 180,3200 70,9100 108,1100
1180,7476
B Código Banco Mão de Obra Quantidade Custo Horário
Total Insumo P9824 SICRO3 Servente 1,0000000 21,82 21,82
0,0000
21,8199
1202,5675
112,13
10,7248
1,0307
D Código Banco ATIVIDADES AUXILIARES Quantidade Unidade Preço
Unitário
Custo Horário
Composição 4016096 SICRO3 Escavação e carga de material de jazida com escavadeira hidráulica de 1,56 m³ 1,1002700 m³ 1,83
1,8264
E Tempo Fixo Banco Descrição Carga Quantidade Unidade Custo Horário
Composição 5914354 SICRO3 Carga, manobra e descarga de agregados ou solos em caminhão basculante de
10 m³ - carga com escavadeira de 1,56 m³ (exclusa) e descarga livre
4016096 2,0630100 t 4,0400
4,0435
F Momento de
Transporte
Banco Descrição Quantidade Custo Horário
LN RP P FE
Composição 4016096 SICRO3 Escavação e carga de material de jazida com escavadeira hidráulica de 1,56 m³ 2,0630100 5914359
0,00
1,27
0,0000
5914374
0,00
1,02
0,0000
5914389
0,00
0,83
0,0000
-- 0,0000
0
0
MO sem LS => 0,29 LS => 0,01 MO com LS => 0,30
Valor do BDI => 4,02 21,65
Quant. => 2.374,76 Preço Total => 51.413,55
5.5 Código Banco Descrição Und Quant. Valor Unit Total
Composição 4011352 SICRO3 Imprimação com emulsão asfáltica m² 1,0000000 0,70 0,70
Operativa Improdutiva Operativa Improdutiva
Insumo E9558 SICRO3 Tanque de estocagem de asfalto com capacidade de 30.000 l 2,0000000 1,00 0,00 142,1100 92,1900 284,2300
Insumo E9509 SICRO3 Caminhão tanque distribuidor de asfalto com capacidade de 6.000 l - 7 kW/136
kW
1,0000000 1,00 0,00 335,0700 107,6500 335,0700
619,3019
B Código Banco Mão de Obra Quantidade Custo Horário
Total
Custo unitário de execução
Custo do FIC
1,66
Custo total de atividades auxiliares
Custo horário total de mão de obra
Custo horário total de execução
Produção de equipe
Adicional de Mão de obra (%)
Custo total de transporte
Valor com BDI =>
Tipo
A Código Banco Equipamentos Quantidade
Preço Unitário
1,9600
Custo Total dos Tempos Fixos
Distância Média de Transporte (DMT)
Custo do FIT
Produção de equipe
Custo unitário de execução
Custo do FIC
Adicional de Mão de obra (%)
Custo horário total de mão de obra
Custo horário total de execução
Utilização Custo Horário Custo Horário
Total
Custo horário total de equipamentos
Custo Horário
Tipo
A Código Banco Equipamentos Quantidade Utilização
Distância Média de Transporte (DMT)
Custo do FIT
Custo total de transporte
Valor com BDI =>
1,66
Custo total de atividades auxiliares
Preço Unitário
1,9600
Custo Total dos Tempos Fixos
Custo Horário Custo Horário
Total
Custo horário total de equipamentos
Custo Horário
Avenida Rio Grande do Sul - vista alegre - Espigão D'Oeste / RO
6939128020 /
ID: 1342658 e CRC: F27F5D20 ID: 1358998 e CRC: 75B523B2
PREFEITURA MUNICIPAL DE ESPIGAO D OESTE
CNPJ: 04.695.284/0001-39
Insumo P9824 SICRO3 Servente 2,0000000 21,82 43,64
0,0000
43,6398
662,9417
1038,46
0,6384
0,0618
C Código Banco MATERIAL Quantidade Unidade Preço
Unitário
Custo Horário
Insumo M2092 SICRO3 Emulsão asfáltica para imprimação 0,0013000 t 0,00
0
F Momento de
Transporte
Banco Descrição Quantidade Custo Horário
LN RP P FE
0
0
MO sem LS => 0,04 LS => 0,00 MO com LS => 0,04
Valor do BDI => 0,15 0,85
Quant. => 10.521,07 Preço Total => 8.942,90
5.6 Código Banco Descrição Und Quant. Valor Unit Total
Composição 4011370 SICRO3 Tratamento superficial duplo com emulsão - brita comercial m² 1,0000000 7,70 7,70
Operativa Improdutiva Operativa Improdutiva
Insumo E9583 SICRO3 Distribuidor de agregados rebocável com capacidade de 1,9 m³ 1,0000000 0,28 0,72 26,4200 16,6500 19,3900
Insumo E9762 SICRO3 Rolo compactador de pneus autopropelido de 27 t - 85 kW 1,0000000 0,31 0,69 331,3000 160,5600 213,4900
Insumo E9509 SICRO3 Caminhão tanque distribuidor de asfalto com capacidade de 6.000 l - 7 kW/136
kW
1,0000000 1,00 0,00 335,0700 107,6500 335,0700
Insumo E9558 SICRO3 Tanque de estocagem de asfalto com capacidade de 30.000 l 2,0000000 1,00 0,00 142,1100 92,1900 284,2300
852,1772
B Código Banco Mão de Obra Quantidade Custo Horário
Total Insumo P9824 SICRO3 Servente 8,0000000 21,82 174,56
0,0000
174,5592
1026,7364
361,93
2,8368
0,2748
C Código Banco MATERIAL Quantidade Unidade Preço
Unitário
Custo Horário
Insumo M0191 SICRO3 Brita 1 0,0150000 m³ 2,84
Insumo M0005 SICRO3 Brita 0 0,0073300 m³ 1,48
Insumo M2097 SICRO3 Emulsão asfáltica - RR-2C 0,0037300 t 0,00
4,3144
E Tempo Fixo Banco Descrição Carga Quantidade Unidade Custo Horário
Composição 5914648 SICRO3 Carga, manobra e descarga de agregados ou solos em caminhão basculante de
10 m³ - carga com carregadeira de 3,40 m³ (exclusa) e descarga em distribuidor
rebocável
M0005 0,0110000 t 0,0900
Composição 5914648 SICRO3 Carga, manobra e descarga de agregados ou solos em caminhão basculante de
10 m³ - carga com carregadeira de 3,40 m³ (exclusa) e descarga em distribuidor
rebocável
M0191 0,0225000 t 0,1800
0,2727
F Momento de
Transporte
Banco Descrição Quantidade Custo Horário
LN RP P FE
Insumo M0005 SICRO3 Brita 0 0,0110000 5914359
0,00
1,27
0,0000
5914374
0,00
1,02
0,0000
5914389
0,00
0,83
0,0000
-- 0,0000
Insumo M0191 SICRO3 Brita 1 0,0225000 5914359
0,00
1,27
0,0000
5914374
0,00
1,02
0,0000
5914389
0,00
0,83
0,0000
-- 0,0000
0
0
MO sem LS => 0,48 LS => 0,00 MO com LS => 0,48
Valor do BDI => 1,75 9,45
Quant. => 10.521,07 Preço Total => 99.424,11
5.7 Código Banco Descrição Und Quant. Valor Unit Total
Composição 4915637 SICRO3 Capa selante - areia comercial m² 1,0000000 1,24 1,24
Operativa Improdutiva Operativa Improdutiva
Insumo E9762 SICRO3 Rolo compactador de pneus autopropelido de 27 t - 85 kW 1,0000000 0,78 0,22 331,3000 160,5600 293,7400
Insumo E9558 SICRO3 Tanque de estocagem de asfalto com capacidade de 30.000 l 2,0000000 1,00 0,00 142,1100 92,1900 284,2300
Insumo E9509 SICRO3 Caminhão tanque distribuidor de asfalto com capacidade de 6.000 l - 7 kW/136
kW
1,0000000 1,00 0,00 335,0700 107,6500 335,0700
Insumo E9583 SICRO3 Distribuidor de agregados rebocável com capacidade de 1,9 m³ 1,0000000 0,26 0,74 26,4200 16,6500 19,1900
932,2304
Custo unitário de execução
Custo do FIC
0,00
Custo unitário total de material
Custo horário total de mão de obra
Custo horário total de execução
Produção de equipe
Adicional de Mão de obra (%)
Custo Horário Custo Horário
Total
Custo horário total de equipamentos
Custo Horário
Adicional de Mão de obra (%)
Tipo
A Código Banco Equipamentos Quantidade Utilização
Distância Média de Transporte (DMT)
Custo do FIT
Custo total de transporte
Valor com BDI =>
0,00
Custo unitário total de material
Preço Unitário
8,1400
8,1400
Custo unitário de execução
Custo do FIC
189,11
201,61
Custo horário total de mão de obra
Custo horário total de execução
Produção de equipe
Valor com BDI =>
Tipo
A Código Banco Equipamentos Quantidade Utilização Custo Horário
Custo Total dos Tempos Fixos
Distância Média de Transporte (DMT)
Custo do FIT
Custo total de transporte
Custo Horário
Total
Custo horário total de equipamentos
Avenida Rio Grande do Sul - vista alegre - Espigão D'Oeste / RO
6939128020 /
ID: 1342658 e CRC: F27F5D20 ID: 1358998 e CRC: 75B523B2
PREFEITURA MUNICIPAL DE ESPIGAO D OESTE
CNPJ: 04.695.284/0001-39
B Código Banco Mão de Obra Quantidade Custo Horário
Total Insumo P9824 SICRO3 Servente 8,0000000 21,82 174,56
0,0000
174,5592
1106,7896
1350
0,8198
0,0245
C Código Banco MATERIAL Quantidade Unidade Preço
Unitário
Custo Horário
Insumo M0028 SICRO3 Areia média 0,0029000 m³ 0,36
Insumo M2097 SICRO3 Emulsão asfáltica - RR-2C 0,0005000 t 0,00
0,3649
E Tempo Fixo Banco Descrição Carga Quantidade Unidade Custo Horário
Composição 5914642 SICRO3 Carga, manobra e descarga de agregados ou solos em caminhão basculante de
6 m³ - carga com carregadeira de 1,72 m³ (exclusa) e descarga em distribuidor
rebocável
M0028 0,0043500 t 0,0300
0,0265
F Momento de
Transporte
Banco Descrição Quantidade Custo Horário
LN RP P FE
Insumo M0028 SICRO3 Areia média 0,0043500 5914314
0,00
1,35
0,0000
5914329
0,00
1,08
0,0000
5914344
0,00
0,88
0,0000
-- 0,0000
0
0
MO sem LS => 0,12 LS => 0,01 MO com LS => 0,13
Valor do BDI => 0,28 1,52
Quant. => 10.521,07 Preço Total => 15.992,02
5.8 Código Banco Descrição Und Quant. Valor Unit Total
Composição 5915320 SICRO3 Transporte com caminhão basculante de 14 m³ - rodovia em revestimento
primário
tkm 1,0000000 0,76 0,76
Operativa Improdutiva Operativa Improdutiva
Insumo E9667 SICRO3 Caminhão basculante com capacidade de 14 m³ - 210 kW 1,0000000 1,00 0,00 323,0400 94,9000 323,0400
323,0411
323,0411
435,75
0,7413
0,0139
F Momento de
Transporte
Banco Descrição Quantidade Custo Horário
LN RP P FE
0
0
MO sem LS => 0,00 LS => 0,00 MO com LS => 0,00
Valor do BDI => 0,17 0,93
Quant. => 9.854,03 Preço Total => 9.164,24
6 DRENAGEM SUPERFICIAL 309.298,25
6.1 Código Banco Descrição Und Quant. Valor Unit Total
Composição 94267 SINAPI GUIA (MEIO-FIO) E SARJETA CONJUGADOS DE CONCRETO, MOLDADA IN
LOCO EM TRECHO RETO COM EXTRUSORA, 45 CM BASE (15 CM BASE DA
GUIA + 30 CM BASE DA SARJETA) X 22 CM ALTURA. AF_01/2024
M 1,0000000 81,92 81,92
Composição
Auxiliar
88631 SINAPI ARGAMASSA TRAÇO 1:4 (EM VOLUME DE CIMENTO E AREIA MÉDIA
ÚMIDA), PREPARO MANUAL. AF_08/2019
m³ 0,0033000 845,94 2,79
Composição
Auxiliar
88316 SINAPI SERVENTE COM ENCARGOS COMPLEMENTARES H 0,4530000 24,85 11,25
Composição
Auxiliar
88243 SINAPI AJUDANTE ESPECIALIZADO COM ENCARGOS COMPLEMENTARES H 0,1093000 26,63 2,91
Composição
Auxiliar
92960 SINAPI MÁQUINA EXTRUSORA DE CONCRETO PARA GUIAS E SARJETAS, MOTOR
A DIESEL, POTÊNCIA 14 CV - CHP DIURNO. AF_12/2015
CHP 0,0182000 20,12 0,36
Composição
Auxiliar
88309 SINAPI PEDREIRO COM ENCARGOS COMPLEMENTARES H 0,2265000 28,90 6,54
Composição
Auxiliar
92961 SINAPI MÁQUINA EXTRUSORA DE CONCRETO PARA GUIAS E SARJETAS, MOTOR
A DIESEL, POTÊNCIA 14 CV - CHI DIURNO. AF_12/2015
CHI 0,0911000 5,38 0,49
Insumo 00034492 SINAPI CONCRETO USINADO BOMBEAVEL, CLASSE DE RESISTENCIA C20, COM
BRITA 0 E 1, SLUMP = 100 +/- 20 MM, EXCLUI SERVICO DE BOMBEAMENTO
(NBR 8953)
m³ 0,0673000 822,50 55,35
Insumo 00000370 SINAPI AREIA MEDIA - POSTO JAZIDA/FORNECEDOR (RETIRADO NA JAZIDA, SEM
TRANSPORTE)
m³ 0,0149000 150,00 2,23
MO sem LS => 15,19 LS => 0,00 MO com LS => 15,19
Valor do BDI => 18,70 100,62
Quant. => 2.735,85 Preço Total => 275.281,22
6.2 Código Banco Descrição Und Quant. Valor Unit Total
Composição 94268 SINAPI GUIA (MEIO-FIO) E SARJETA CONJUGADOS DE CONCRETO, MOLDADA IN
LOCO EM TRECHO CURVO COM EXTRUSORA, 45 CM BASE (15 CM BASE
DA GUIA + 30 CM BASE DA SARJETA) X 22 CM ALTURA. AF_01/2024
M 1,0000000 88,33 88,33
Composição
Auxiliar
92961 SINAPI MÁQUINA EXTRUSORA DE CONCRETO PARA GUIAS E SARJETAS, MOTOR
A DIESEL, POTÊNCIA 14 CV - CHI DIURNO. AF_12/2015
CHI 0,1383000 5,38 0,74
Custo unitário de execução
Custo do FIC
125,84
0,00
Custo horário total de mão de obra
Custo horário total de execução
Produção de equipe
Custo Horário
Adicional de Mão de obra (%)
Tipo
A Código Banco Equipamentos Quantidade Utilização
Distância Média de Transporte (DMT)
Custo do FIT
Custo total de transporte
Valor com BDI =>
Custo unitário total de material
Preço Unitário
6,0900
Custo Total dos Tempos Fixos
Distância Média de Transporte (DMT)
Custo do FIT
Custo total de transporte
Valor com BDI =>
Produção de equipe
Custo unitário de execução
Custo do FIC
Custo Horário Custo Horário
Total
Custo horário total de equipamentos
Custo horário total de execução
Tipo
Guias e sarjetas
Custos Horários Produtivo e
Improdutivo dos Equipamentos
Custos Horários Produtivo e
Improdutivo dos Equipamentos
Livro SINAPI: Cálculos e
Parâmetros
Custos Horários Produtivo e
Improdutivo dos Equipamentos
Material
Material
Valor com BDI =>
Tipo
Guias e sarjetas
Argamassas
Livro SINAPI: Cálculos e
Parâmetros
Livro SINAPI: Cálculos e
Parâmetros
Avenida Rio Grande do Sul - vista alegre - Espigão D'Oeste / RO
6939128020 /
ID: 1342658 e CRC: F27F5D20 ID: 1358998 e CRC: 75B523B2
PREFEITURA MUNICIPAL DE ESPIGAO D OESTE
CNPJ: 04.695.284/0001-39
Composição
Auxiliar
88631 SINAPI ARGAMASSA TRAÇO 1:4 (EM VOLUME DE CIMENTO E AREIA MÉDIA
ÚMIDA), PREPARO MANUAL. AF_08/2019
m³ 0,0033000 845,94 2,79
Composição
Auxiliar
88316 SINAPI SERVENTE COM ENCARGOS COMPLEMENTARES H 0,5664000 24,85 14,07
Composição
Auxiliar
88243 SINAPI AJUDANTE ESPECIALIZADO COM ENCARGOS COMPLEMENTARES H 0,1660000 26,63 4,42
Composição
Auxiliar
92960 SINAPI MÁQUINA EXTRUSORA DE CONCRETO PARA GUIAS E SARJETAS, MOTOR
A DIESEL, POTÊNCIA 14 CV - CHP DIURNO. AF_12/2015
CHP 0,0277000 20,12 0,55
Composição
Auxiliar
88309 SINAPI PEDREIRO COM ENCARGOS COMPLEMENTARES H 0,2832000 28,90 8,18
Insumo 00000370 SINAPI AREIA MEDIA - POSTO JAZIDA/FORNECEDOR (RETIRADO NA JAZIDA, SEM
TRANSPORTE)
m³ 0,0149000 150,00 2,23
Insumo 00034492 SINAPI CONCRETO USINADO BOMBEAVEL, CLASSE DE RESISTENCIA C20, COM
BRITA 0 E 1, SLUMP = 100 +/- 20 MM, EXCLUI SERVICO DE BOMBEAMENTO
(NBR 8953)
m³ 0,0673000 822,50 55,35
MO sem LS => 19,44 LS => 0,00 MO com LS => 19,44
Valor do BDI => 20,16 108,49
Quant. => 313,55 Preço Total => 34.017,03
7 SINALIZAÇÃO HORIZONTAL 36.032,84
7.1 Código Banco Descrição Und Quant. Valor Unit Total
Composição 5213401 SICRO3 Pintura de faixa com tinta acrílica - espessura de 0,6 mm (TRACEJADA) m² 1,0000000 28,86 28,86
Operativa Improdutiva Operativa Improdutiva
Insumo E9644 SICRO3 Caminhão demarcador de faixas com sistema de pintura a frio - 28 kW/129 kW 1,0000000 1,00 0,00 455,5900 182,5000 455,5900
455,5901
B Código Banco Mão de Obra Quantidade Custo Horário
Total Insumo P9853 SICRO3 Pré-marcador 1,0000000 21,70 21,70
Insumo P9824 SICRO3 Servente 4,0000000 21,82 87,28
0,0000
108,9784
564,5685
149,4
3,7789
0,1002
C Código Banco MATERIAL Quantidade Unidade Preço
Unitário
Custo Horário
Insumo M2037 SICRO3 Microesferas refletivas de vidro tipo I-B 0,1200000 kg 1,17
Insumo M2044 SICRO3 Tinta à base de resina acrílica emulsionada em água para pré-marcação viária 0,0009700 l 0,02
Insumo M2034 SICRO3 Solvente para tinta à base de resina acrílica 0,0300000 l 0,49
Insumo M2038 SICRO3 Microesferas refletivas de vidro tipo II-A 0,3500000 kg 3,32
Insumo M2027 SICRO3 Tinta à base de resina acrílica estirenada para demarcação viária 0,6000000 l 19,94
24,9375
E Tempo Fixo Banco Descrição Carga Quantidade Unidade Custo Horário
Composição 5914655 SICRO3 Carga, manobra e descarga de materiais diversos em caminhão carroceria de 15
t - carga e descarga manuais
M2034 0,0000300 t 0,0000
Composição 5914655 SICRO3 Carga, manobra e descarga de materiais diversos em caminhão carroceria de 15
t - carga e descarga manuais
M2038 0,0003500 t 0,0100
Composição 5914655 SICRO3 Carga, manobra e descarga de materiais diversos em caminhão carroceria de 15
t - carga e descarga manuais
M2037 0,0001200 t 0,0000
Composição 5914655 SICRO3 Carga, manobra e descarga de materiais diversos em caminhão carroceria de 15
t - carga e descarga manuais
M2027 0,0008300 t 0,0300
0,0459
F Momento de
Transporte
Banco Descrição Quantidade Custo Horário
LN RP P FE
Insumo M2038 SICRO3 Microesferas refletivas de vidro tipo II-A 0,0003500 5914449
0,00
1,11
0,0000
5914464
0,00
0,89
0,0000
5914479
0,00
0,73
0,0000
-- 0,0000
Insumo M2037 SICRO3 Microesferas refletivas de vidro tipo I-B 0,0001200 5914449
0,00
1,11
0,0000
5914464
0,00
0,89
0,0000
5914479
0,00
0,73
0,0000
-- 0,0000
Insumo M2034 SICRO3 Solvente para tinta à base de resina acrílica 0,0000300 5914449
0,00
1,11
0,0000
5914464
0,00
0,89
0,0000
5914479
0,00
0,73
0,0000
-- 0,0000
Insumo M2027 SICRO3 Tinta à base de resina acrílica estirenada para demarcação viária 0,0008300 5914449
0,00
1,11
0,0000
5914464
0,00
0,89
0,0000
5914479
0,00
0,73
0,0000
-- 0,0000
0
0
MO sem LS => 0,74 LS => 0,00 MO com LS => 0,74
Valor do BDI => 6,58 35,44
Quant. => 51,20 Preço Total => 1.814,52
7.2 Código Banco Descrição Und Quant. Valor Unit Total
Composição 5213401 SICRO3 Pintura de faixa com tinta acrílica - espessura de 0,6 mm (CONTÍNUA) m² 1,0000000 28,86 28,86
Operativa Improdutiva Operativa Improdutiva
Insumo E9644 SICRO3 Caminhão demarcador de faixas com sistema de pintura a frio - 28 kW/129 kW 1,0000000 1,00 0,00 455,5900 182,5000 455,5900
Argamassas
Livro SINAPI: Cálculos e
Parâmetros
Livro SINAPI: Cálculos e
Parâmetros
Custo Horário Custo Horário
Total
Custo horário total de equipamentos
Custo Horário
Adicional de Mão de obra (%)
Tipo
A Código Banco Equipamentos Quantidade Utilização
Custos Horários Produtivo e
Improdutivo dos Equipamentos
Livro SINAPI: Cálculos e
Parâmetros
Material
Material
Valor com BDI =>
16,49
9,47
33,24
Custo unitário total de material
Preço Unitário
Custo unitário de execução
Custo do FIC
9,71
21,88
Custo horário total de mão de obra
Custo horário total de execução
Produção de equipe
Tipo
A Código Banco Equipamentos Quantidade Utilização
Distância Média de Transporte (DMT)
Custo do FIT
Custo total de transporte
Valor com BDI =>
34,5400
34,5400
34,5400
34,5400
Custo Total dos Tempos Fixos
Custo Horário Custo Horário
Total
Avenida Rio Grande do Sul - vista alegre - Espigão D'Oeste / RO
6939128020 /
ID: 1342658 e CRC: F27F5D20 ID: 1358998 e CRC: 75B523B2
PREFEITURA MUNICIPAL DE ESPIGAO D OESTE
CNPJ: 04.695.284/0001-39
455,5901
B Código Banco Mão de Obra Quantidade Custo Horário
Total Insumo P9853 SICRO3 Pré-marcador 1,0000000 21,70 21,70
Insumo P9824 SICRO3 Servente 4,0000000 21,82 87,28
0,0000
108,9784
564,5685
149,4
3,7789
0,1002
C Código Banco MATERIAL Quantidade Unidade Preço
Unitário
Custo Horário
Insumo M2037 SICRO3 Microesferas refletivas de vidro tipo I-B 0,1200000 kg 1,17
Insumo M2044 SICRO3 Tinta à base de resina acrílica emulsionada em água para pré-marcação viária 0,0009700 l 0,02
Insumo M2034 SICRO3 Solvente para tinta à base de resina acrílica 0,0300000 l 0,49
Insumo M2038 SICRO3 Microesferas refletivas de vidro tipo II-A 0,3500000 kg 3,32
Insumo M2027 SICRO3 Tinta à base de resina acrílica estirenada para demarcação viária 0,6000000 l 19,94
24,9375
E Tempo Fixo Banco Descrição Carga Quantidade Unidade Custo Horário
Composição 5914655 SICRO3 Carga, manobra e descarga de materiais diversos em caminhão carroceria de 15
t - carga e descarga manuais
M2034 0,0000300 t 0,0000
Composição 5914655 SICRO3 Carga, manobra e descarga de materiais diversos em caminhão carroceria de 15
t - carga e descarga manuais
M2038 0,0003500 t 0,0100
Composição 5914655 SICRO3 Carga, manobra e descarga de materiais diversos em caminhão carroceria de 15
t - carga e descarga manuais
M2037 0,0001200 t 0,0000
Composição 5914655 SICRO3 Carga, manobra e descarga de materiais diversos em caminhão carroceria de 15
t - carga e descarga manuais
M2027 0,0008300 t 0,0300
0,0459
F Momento de
Transporte
Banco Descrição Quantidade Custo Horário
LN RP P FE
Insumo M2038 SICRO3 Microesferas refletivas de vidro tipo II-A 0,0003500 5914449
0,00
1,11
0,0000
5914464
0,00
0,89
0,0000
5914479
0,00
0,73
0,0000
-- 0,0000
Insumo M2037 SICRO3 Microesferas refletivas de vidro tipo I-B 0,0001200 5914449
0,00
1,11
0,0000
5914464
0,00
0,89
0,0000
5914479
0,00
0,73
0,0000
-- 0,0000
Insumo M2034 SICRO3 Solvente para tinta à base de resina acrílica 0,0000300 5914449
0,00
1,11
0,0000
5914464
0,00
0,89
0,0000
5914479
0,00
0,73
0,0000
-- 0,0000
Insumo M2027 SICRO3 Tinta à base de resina acrílica estirenada para demarcação viária 0,0008300 5914449
0,00
1,11
0,0000
5914464
0,00
0,89
0,0000
5914479
0,00
0,73
0,0000
-- 0,0000
0
0
MO sem LS => 0,74 LS => 0,00 MO com LS => 0,74
Valor do BDI => 6,58 35,44
Quant. => 304,94 Preço Total => 10.807,07
7.3 Código Banco Descrição Und Quant. Valor Unit Total
Composição 5219605 SICRO3 Tacha refletiva em plástico injetado - bidirecional tipo I - fornecimento e
colocação
un 1,0000000 32,08 32,08
Operativa Improdutiva Operativa Improdutiva
Insumo E9687 SICRO3 Caminhão carroceria com capacidade de 5 t - 120 kW 1,0000000 1,00 0,00 171,5400 66,0700 171,5400
171,5393
B Código Banco Mão de Obra Quantidade Custo Horário
Total Insumo P9830 SICRO3 Montador 1,0000000 28,71 28,71
Insumo P9824 SICRO3 Servente 4,0000000 21,82 87,28
0,0000
115,9906
287,5299
40,93
7,0249
0,2285
C Código Banco MATERIAL Quantidade Unidade Preço
Unitário
Custo Horário
Insumo M3825 SICRO3 Tacha refletiva em plástico injetado bidirecional sem pino - tipo I 1,0000000 un 21,72
Insumo M2041 SICRO3 Adesivo à base de resina poliéster 0,1029200 kg 3,10
24,8197
E Tempo Fixo Banco Descrição Carga Quantidade Unidade Custo Horário
Composição 5914655 SICRO3 Carga, manobra e descarga de materiais diversos em caminhão carroceria de 15
t - carga e descarga manuais
M2041 0,0001000 t 0,0000
Composição 5914655 SICRO3 Carga, manobra e descarga de materiais diversos em caminhão carroceria de 15
t - carga e descarga manuais
M3825 0,0001300 t 0,0000
0,008
Custo unitário de execução
Custo do FIC
9,71
21,88
Custo horário total de mão de obra
Custo horário total de execução
Produção de equipe
Custo horário total de equipamentos
Custo Horário
Adicional de Mão de obra (%)
Distância Média de Transporte (DMT)
Custo do FIT
Custo total de transporte
Valor com BDI =>
34,5400
34,5400
34,5400
34,5400
Custo Total dos Tempos Fixos
16,49
9,47
33,24
Custo unitário total de material
Preço Unitário
Custo horário total de mão de obra
Custo horário total de execução
Produção de equipe
Custo Horário Custo Horário
Total
Custo horário total de equipamentos
Custo Horário
Adicional de Mão de obra (%)
Tipo
A Código Banco Equipamentos Quantidade Utilização
Custo unitário total de material
Preço Unitário
34,5400
34,5400
Custo Total dos Tempos Fixos
Custo unitário de execução
Custo do FIC
21,72
30,16
Avenida Rio Grande do Sul - vista alegre - Espigão D'Oeste / RO
6939128020 /
ID: 1342658 e CRC: F27F5D20 ID: 1358998 e CRC: 75B523B2
PREFEITURA MUNICIPAL DE ESPIGAO D OESTE
CNPJ: 04.695.284/0001-39
F Momento de
Transporte
Banco Descrição Quantidade Custo Horário
LN RP P FE
Insumo M3825 SICRO3 Tacha refletiva em plástico injetado bidirecional sem pino - tipo I 0,0001300 5914449
0,00
1,11
0,0000
5914464
0,00
0,89
0,0000
5914479
0,00
0,73
0,0000
-- 0,0000
Insumo M2041 SICRO3 Adesivo à base de resina poliéster 0,0001000 5914449
0,00
1,11
0,0000
5914464
0,00
0,89
0,0000
5914479
0,00
0,73
0,0000
-- 0,0000
0
0
MO sem LS => 2,83 LS => 0,01 MO com LS => 2,84
Valor do BDI => 7,32 39,40
Quant. => 256,00 Preço Total => 10.086,40
7.4 Código Banco Descrição Und Quant. Valor Unit Total
Composição 5219612 SICRO3 Tacha refletiva em plástico injetado - monodirecional tipo I - fornecimento e
colocação
un 1,0000000 28,18 28,18
Operativa Improdutiva Operativa Improdutiva
Insumo E9687 SICRO3 Caminhão carroceria com capacidade de 5 t - 120 kW 1,0000000 1,00 0,00 171,5400 66,0700 171,5400
171,5393
B Código Banco Mão de Obra Quantidade Custo Horário
Total Insumo P9824 SICRO3 Servente 4,0000000 21,82 87,28
Insumo P9830 SICRO3 Montador 1,0000000 28,71 28,71
0,0000
115,9906
287,5299
40,93
7,0249
0,2285
C Código Banco MATERIAL Quantidade Unidade Preço
Unitário
Custo Horário
Insumo M2041 SICRO3 Adesivo à base de resina poliéster 0,1029200 kg 3,10
Insumo M3833 SICRO3 Tacha refletiva em plástico injetado monodirecional sem pino - tipo I 1,0000000 un 17,82
20,9231
E Tempo Fixo Banco Descrição Carga Quantidade Unidade Custo Horário
Composição 5914655 SICRO3 Carga, manobra e descarga de materiais diversos em caminhão carroceria de 15
t - carga e descarga manuais
M3833 0,0001300 t 0,0000
Composição 5914655 SICRO3 Carga, manobra e descarga de materiais diversos em caminhão carroceria de 15
t - carga e descarga manuais
M2041 0,0001000 t 0,0000
0,008
F Momento de
Transporte
Banco Descrição Quantidade Custo Horário
LN RP P FE
Insumo M3833 SICRO3 Tacha refletiva em plástico injetado monodirecional sem pino - tipo I 0,0001300 5914449
0,00
1,11
0,0000
5914464
0,00
0,89
0,0000
5914479
0,00
0,73
0,0000
-- 0,0000
Insumo M2041 SICRO3 Adesivo à base de resina poliéster 0,0001000 5914449
0,00
1,11
0,0000
5914464
0,00
0,89
0,0000
5914479
0,00
0,73
0,0000
-- 0,0000
0
0
MO sem LS => 2,83 LS => 0,01 MO com LS => 2,84
Valor do BDI => 6,43 34,61
Quant. => 385,00 Preço Total => 13.324,85
8 AQUISIÇÃO E TRANSPORTE DE MATERIAL BETUMINOSO 359.592,26
8.1 Código Banco Descrição Und Quant. Valor Unit Total
Composição CP285 Próprio AQUISIÇÃO E ENTREGA CM-30 TON 1,0000000 8.230,62 8.230,62
Insumo AQUISIÇÃO E
ENTREGA CMPróprio AQUISIÇÃO E ENTREGA CM-30 TON 1,0000000 8.230,62 8.230,62
MO sem LS => 0,00 LS => 0,00 MO com LS => 0,00
Valor do BDI => 1.234,59 9.465,21
Quant. => 12,63 Preço Total => 119.545,60
8.2 Código Banco Descrição Und Quant. Valor Unit Total
Composição CP286 Próprio AQUISIÇÃO E ENTREGA RR-2C TON 1,0000000 5.361,84 5.361,84
Insumo AQUISIÇÃO E
ENTREGA RRPróprio AQUISIÇÃO E ENTREGA RR-2C TON 1,0000000 5.361,84 5.361,84
MO sem LS => 0,00 LS => 0,00 MO com LS => 0,00
Valor do BDI => 804,27 6.166,11
Quant. => 38,93 Preço Total => 240.046,66
Distância Média de Transporte (DMT)
Custo do FIT
Custo total de transporte
Valor com BDI =>
Custo horário total de mão de obra
Custo horário total de execução
Produção de equipe
Custo Horário Custo Horário
Total
Custo horário total de equipamentos
Custo Horário
Adicional de Mão de obra (%)
Tipo
A Código Banco Equipamentos Quantidade Utilização
Distância Média de Transporte (DMT)
Custo do FIT
Custo total de transporte
Valor com BDI =>
Custo unitário total de material
Preço Unitário
34,5400
34,5400
Custo Total dos Tempos Fixos
Custo unitário de execução
Custo do FIC
30,16
17,82
Abertura da Licitação Total do BDI 293.802,05
Número do Processo Licitatório Total Geral 1.691.651,56
PAVI - PAVIMENTAÇÃO
Material
Valor com BDI =>
Tipo de Licitação Total sem BDI 1.397.849,51
Tipo
PAVI - PAVIMENTAÇÃO
Material
Valor com BDI =>
Tipo
Avenida Rio Grande do Sul - vista alegre - Espigão D'Oeste / RO
6939128020 /
ID: 1342658 e CRC: F27F5D20 ID: 1358998 e CRC: 75B523B2
PREFEITURA MUNICIPAL DE ESPIGAO D OESTE
CNPJ: 04.695.284/0001-39
_______________________________________________________________
Roberto Takei Vasconcelos
Setor de Engenharia
Avenida Rio Grande do Sul - vista alegre - Espigão D'Oeste / RO
6939128020 /
ID: 1342658 e CRC: F27F5D20 ID: 1358998 e CRC: 75B523B2
PREFEITURA MUNICIPAL DE ESPIGAO D OESTE
CNPJ: 04.695.284/0001-39
Obra Bancos
PAVIMENTAÇÃO DA CIDADE DE ESPIGÃO EM TSD COM DRENAGEM SINAPI - 12/2025 -
Rondônia
SICRO3 - 10/2025 -
Rondônia
Item Descrição Total Por Etapa 30 DIAS 60 DIAS 90 DIAS 120 DIAS 150 DIAS
1 SERVIÇOS PRELIMINARES 100,00%
73.327,32
100,00%
73.327,32
2 ADMINISTRAÇÃO E CONTROLE 100,00%
33.094,00
13,03%
4.312,15
12,32%
4.077,18
29,90%
9.895,11
33,24%
11.000,45
11,51%
3.809,12
3 DRENAGEM PROFUNDA 100,00%
571.460,02
25,00%
142.865,01
35,00%
200.011,01
40,00%
228.584,01
4 TERRAPLANAGEM 100,00%
29.095,49
15,00%
4.364,32
40,00%
11.638,20
45,00%
13.092,97
5 PAVIMENTAÇÃO TSD 100,00%
279.751,38
40,00%
111.900,55
60,00%
167.850,83
6 DRENAGEM SUPERFICIAL 100,00%
309.298,25
50,00%
154.649,13
50,00%
154.649,13
7 SINALIZAÇÃO HORIZONTAL 100,00%
36.032,84
100,00%
36.032,84
8 AQUISIÇÃO E TRANSPORTE DE MATERIAL BETUMINOSO 100,00%
359.592,26
40,00%
143.836,90
60,00%
215.755,36
13,03% 12,32% 29,9% 33,24% 11,5%
220.504,47 208.452,51 505.854,76 562.348,72 194.491,08
13,03% 25,36% 55,26% 88,5% 100,0%
220.504,47 428.956,98 934.811,74 1.497.160,46 1.691.651,56
Custo
Porcentagem Acumulado
Custo Acumulado
_______________________________________________________________
Roberto Takei Vasconcelos
Setor de Engenharia
B.D.I. Encargos Sociais
22,83% Desonerado: embutido nos
preços unitário dos insumos
de mão de obra, de acordo
com as bases.
Cronograma Físico e Financeiro
Porcentagem
Avenida Rio Grande do Sul - vista alegre - Espigão D'Oeste / RO
6939128020 /
ID: 1342658 e CRC: F27F5D20 ID: 1358998 e CRC: 75B523B2
04.695.284/0001-39
Rua Rio Grande do Sul, 2800 - Vista Alegre
www.espigaodooeste.ro.gov.br
Município de Espigão do Oeste
FICHA CADASTRAL DO DOCUMENTO ELETRÔNICO
ID: 1342658
DDA24445BAE40CBD781B7FCB0D3E122E
F27F5D20
MD5:
CRC:
SHA256: 2D45BCCA6A86E08CE4B115EA75D57C4C45BCF0D015E8F4C554420DBF1ABB5EAD
Planilha Orçamentária
Tipo do Documento
Planilha Geral
Identificação/Número
11/02/2026
Data
Processo: 42-2138/2025
Processo Documento
PLANILHA TOTAL
Súmula/Objeto:
Usuário: Roberto Takei Vasconcelos
Criação: 11/02/2026 10:09:15 Finalização: 11/02/2026 10:09:16
INTERESSADOS
SEMPLAN - Secretaria Municipal de Planejamento e Orçamento 11/02/2026 10:09:15
ASSUNTOS
OBRAS, REFORMAS E INSTALAÇÕES 11/02/2026 10:09:15
ASSINATURAS ELETRÔNICAS
Roberto Takei Vasconcelos Engenheiro Civil CREA/MT 32564 11/02/2026 10:09:33
Assinado na forma do Decreto Municipal nº 4.474/2020.
A autenticidade deste documento pode ser conferida através do QRCode acima ou ainda através do site transparencia.espigaodooeste.ro.gov.br
informando o ID 1342658 e o CRC F27F5D20.
DigProc - Gestão Integrada de Documentos e Processos Eletrônicos Página 1.
ID: 1358998 e CRC: 75B523B2
04.695.284/0001-39
Rua Rio Grande do Sul, 2800 - Vista Alegre
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Município de Espigão do Oeste
FICHA CADASTRAL DO DOCUMENTO ELETRÔNICO
ID: 1358998
C7488E4020D56D1777224C533FA068DF
75B523B2
MD5:
CRC:
SHA256: 3411ED93AB907025565B1058EC0E61DA140E5E0249F32A37163D4DF481B877C4
Planilha Orçamentária
Tipo do Documento
Partilha Geral
Identificação/Número
02/03/2026
Data
Processo: 54-24/2026
Processo Documento
Planilha Partilha Geral
Súmula/Objeto:
Usuário: Luiz Felipe Guedes da Silva
Criação: 02/03/2026 07:26:46 Finalização: 02/03/2026 07:27:30
INTERESSADOS
Weliton Pereira Campos Espigão do Oeste RO 02/03/2026 07:26:46
ASSUNTOS
PROJETO DE LEI DO EXECUTIVO 02/03/2026 07:26:46
ASSINATURAS ELETRÔNICAS
Luiz Felipe Guedes da Silva Assessor da Diretoria Legislativa 02/03/2026 07:27:36
Assinado na forma do Resolução Municipal nº 90/2021.
A autenticidade deste documento pode ser conferida através do QRCode acima ou ainda através do site transparencia.espigaodooeste.ro.gov.br
informando o ID 1358998 e o CRC 75B523B2.
DigProc - Gestão Integrada de Documentos e Processos Eletrônicos Página 1.
ESTADO DE RONDÔNIA
PREFEITURA DE ESPIGÃO DO OESTE
1
ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS
I. FINALIDADE
II. DISPOSIÇÕES GERAIS
OBJETO
DESCRIÇÃO SUCINTA DA OBRA
REGIME DE EXECUÇÃO
PRAZO DA EXECUÇÃO
ABREVIATURAS E DOCUMENTOS COMPLEMENTARES
DEFINIÇÕES DA OBRA
LEGISLAÇÃO, NORMAS E REGULAMENTOS
ACOMPANHAMENTO E FISCALIZAÇÃO
SUBCONTRATAÇÃO
EXECUÇÃO DOS SERVIÇOS E OBRAS
MATERIAIS
CONDIÇÕES DE SIMILARIDADE
ADMINISTRAÇÃO E MÃO-DE-OBRA
RESPONSABILIDADE
PROJETOS
III. MEMORIAL DESCRITIVO
1.0. PAVIMENTAÇÃO ASFÁLTICA EM VIA URBANA COM DRENAGEM
1.0. SERVIÇOS PRELIMINARES
2.0. ADMINISTRAÇÃO E CONTROLE
3.0. DRENAGEM PROFUNDA
4.0. TERRAPLANAGEM
5.0. PAVIMENTAÇÃO EM CBUQ
6.0. DRENAGEM SUPERFICIAL
7.0. SINALIZAÇÃO HORIZONTAL
8.0. AQUISIÇÃO E TRASNPORTE DE MATERIAL BETUMINOSO
ID: 1342659 e CRC: CE150BE4 ID: 1359000 e CRC: F7F5A837
ESTADO DE RONDÔNIA
PREFEITURA DE ESPIGÃO DO OESTE
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IV. PROTEÇÃO AMBIENTAL
V. ENTREGA DA OBRA
VI. PRESCRIÇÕES DIVERSAS
ID: 1342659 e CRC: CE150BE4 ID: 1359000 e CRC: F7F5A837
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PREFEITURA DE ESPIGÃO DO OESTE
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I - FINALIDADE
As presentes especificações técnicas visam estabelecer as condições gerais
para a obra Pavimentação Asfáltica em Vias Urbanas com Drenagem, no
Município de Espigão D’Oeste - RO.
II - DISPOSIÇÕES GERAIS
As LICITANTES deverão fazer um reconhecimento no local da obra antes da
apresentação das propostas, afim de tomar conhecimento da situação atual das
instalações, da extensão dos serviços a serem executados, das dificuldades que
poderão surgir no decorrer da obra, bem como cientificarem-se de todos os detalhes
construtivos necessários a sua perfeita execução. Os aspectos que as LICITANTES
julgarem duvidosos, dando margem a dupla interpretação, ou omissos nestas
especificações, deverão ser apresentados à FISCALIZAÇÃO através de fax e
elucidados antes da Licitação da obra. Após esta fase, qualquer dúvida poderá ser
interpretada apenas pela FISCALIZAÇÃO, não cabendo qualquer recurso ou
reclamação, mesmo que isso venha a acarretar acréscimo de serviços não previstos
no orçamento apresentado por ocasião da Licitação.
OBJETO:
O objeto destas especificações é a obra de Pavimentação Asfáltica em Via
Urbana com Drenagem, no Município de Espigão D’Oeste - RO.
DESCRIÇÃO SUCINTA DA OBRA
A obra consistirá na construção de Pavimentação Asfáltica em Via
Urbana com Drenagem em uma área total de 10.521,07m² e extensão de
1.503,01m. A construção será constituída com pavimento asfáltico em tratamento
superficial duplo (TSD), com aplicação de Imprimação, Capa Selante, meio-fio e
sarjeta executado com extrusora e drenagem tubular profunda.
As características principais são: SERVIÇOS PRELIMINARES
contemplando (Placa da obra, Execução de depósito, Cavalete, Programas, PCA e
PRAD), ADMINISTRAÇÃO E CONTROLE contemplando (Administração e controle),
DRENAGEM PROFUNDA comtemplando (Escavação mecânica de vala,
Regularização de Vala, Aterro Manual, Carga, Manobra e descarga, Transporte com
caminhão, Reaterro, Tubo de concreto Ø 600mm, BLS-02 CLP02,),TERRAPLENAGEM contemplando (Escavação mecânica e carga,
compactação 100% proctor e transporte), PAVIMENTAÇÃO EM TSD contemplando
(regularização de subleito, sub-base, base, imprimação, Tratamento Superficial
Duplo, capa selante, transporte de brita), OBRAS COMPLEMENTARES
contemplando (Guia (meio-fio) e sarjeta conjugados de concreto reto e curvo),
SINALIZAÇÃO HORIZONTAL contemplando (Faixa continua, tracejada, tacha
monodirecional e bidirecional) e TRANSPORTE DE MATERIAL BETUMINOSO
contemplando (Aquisição e transporte de Asfalto Diluído CM-30, Aquisição e
transporte de Emulsão Asfáltica RR-2C para TSD e Aquisição e transporte de
Emulsão Asfáltica RR-2C para Capa Selante).
ID: 1342659 e CRC: CE150BE4 ID: 1359000 e CRC: F7F5A837
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REGIME DE EXECUÇÃO
Empreitada por preço global.
PRAZO DA EXECUÇÃO
O prazo para execução da obra será de 150 (Cento e Cinquenta) dias
corridos, contando a partir da data de emissão da respectiva Ordem de Serviço e/ou
assinatura do contrato, devendo a CONTRATADA submeter a aprovação da
Prefeitura Municipal a sua proposta de cronograma físico-financeiro para a execução
da obra.
ABREVIATURAS E DOCUMENTOS COMPLEMENTARES
No texto destas especificações técnicas serão usadas, além de outras
consagradas pelo uso, as seguintes abreviaturas:
- FISCALIZAÇÃO: Engenheiro ou preposto credenciado pela Prefeitura
- CONTRATADA: Firma com a qual for contratada a execução das obras
ABNT: Associação Brasileira de Normas Técnicas
- CREA: Conselho Regional de Engenharia e Agronomia.
Serão documentos complementares a estas especificações técnicas,
independentemente de transcrição: - todas as normas da ABNT relativas objeto
destas especificações técnicas;
- As normas do CREA/RO.
DEFINIÇÕES DA OBRA
A Lei 14.133/2021 estabelece normas gerais de licitação e contratos
administrativos pertinentes às Administrações Públicas diretas, autárquicas e
fundacionais da União. Para fins desta Lei, fica definida essa obra conforme Art. 6°,
XII – BENS E SERVIÇOS COMUNS: aqueles cujos padrões de desempenho e
qualidade podem ser objetivamente definidos pelo edital, por meio de especificações
usuais de mercado. Uma vez que, se tem como referência a tabela Sinapi (Sistema
Nacional de Pesquisas de Custos e índices da Construção Civil), cuja pesquisa de
preços e custo se deu no âmbito do Estado de Rondônia, assim como as
composições próprias, que também seguem o sistema supracitado.
LEGISLAÇÃO, NORMAS E REGULAMENTOS
A Contratada será responsável pela observância das leis, decretos,
regulamentos, portarias e normas federais, estaduais e municipais direta e
indiretamente aplicáveis ao objeto do contrato, inclusive por suas subcontratadas e
fornecedores.
Deverá providenciar junto ao CREA as respectivas Anotações de
Responsabilidade Técnica - ART’s ou os Registros de Responsabilidade Técnica –
RRT’s no CAU regional referentes ao objeto do contrato e especialidades
pertinentes, nos termos da Lei n.º 6496/77.
ID: 1342659 e CRC: CE150BE4 ID: 1359000 e CRC: F7F5A837
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Obter junto à Prefeitura Municipal o alvará de construção e, se necessário, o
alvará de demolição, na forma das disposições em vigor.
Responsabilizar-se pelo fiel cumprimento de todas as disposições e acordos
relativos à legislação social e trabalhista em vigor (NR-18), particularmente no que
se refere ao pessoal alocado nos serviços e obras, objeto do contrato;
Atender às normas e portarias sobre segurança e saúde no trabalho e,
providenciar os seguros exigidos em lei e no Caderno de Encargos, na condição de
única e exclusiva responsável por acidentes e danos que eventualmente causar a
pessoas físicas e jurídicas, direta ou indiretamente envolvidas nos serviços e obras,
objeto do contrato;
O CONTRATANTE fornecerá em tempo hábil os projetos aprovados pelos
órgãos Federais, CONAMA ou órgão estadual competente (Licença Ambiental de
Instalação - LAI).
A CONTRATADA deverá executar os serviços e obras em conformidade com
desenhos, memoriais, especificações e demais elementos de projeto, bem como
com as informações e instruções contidas no Caderno de Encargos.
Todos os elementos de projeto deverão ser minuciosamente estudados
pela CONTRATADA, antes e durante a execução dos serviços e obras,
devendo informar à Fiscalização sobre qualquer eventual incoerência, falha ou
omissão que for constatada.
Os projetos de fabricação e montagem de componentes, instalações e
equipamentos, elaborados com base no projeto fornecido pelo CONTRATANTE, tais
como os de estruturas metálicas, caixilhos, elevadores, instalações elétricas,
hidráulicas, mecânicas e de outras utilidades, deverão ser previamente submetidos à
aprovação da Fiscalização.
ACOMPANHAMENTO E FISCALIZAÇÃO
Nenhum trabalho adicional ou modificação do projeto primitivo, fornecido pelo
CONTRATANTE será efetivado pela CONTRATADA sem a prévia e expressa
autorização da Fiscalização, respeitadas todas as disposições e condições
estabelecidas no contrato.
Todas as eventuais modificações ocorridas no projeto durante a execução dos
serviços e obras serão documentadas pela CONTRATADA, que registrará as
revisões e complementações dos elementos integrantes do projeto, incluindo os
desenhos e orçamento “como construído” (AS BUILT).
Desde que prevista no projeto, a CONTRATADA submeterá previamente à
aprovação da Fiscalização toda e qualquer alternativa de aplicação de materiais,
serviços e equipamentos a serem considerados na execução dos serviços e obras,
objeto do contrato, devendo comprovar rigorosamente a sua equivalência,
conformidade com os requisitos e condições estabelecidas no Caderno de Encargos.
É dever da Administração acompanhar e fiscalizar o contrato para verificar
o cumprimento das disposições contratuais, técnicas e administrativas, em todos os
seus aspectos, consoante o disposto no art. 115 e 117 da Lei n° 14.133/2021.
A Lei n° 14.133/2021 exige que o representante da Administração anote
em registro próprio, as ocorrências relacionadas com a execução do contrato,
determinando o que for necessário a regularização das faltas, falhas ou
defeitos observados; as anotações efetuadas constituem importante
ferramenta de acompanhamento e fiscalização da execução contratual.
ID: 1342659 e CRC: CE150BE4 ID: 1359000 e CRC: F7F5A837
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Conforme explicitado acima é de responsabilidade do representante da
Administração (fiscal de obra) a anotação em registro de todas e quaisquer
irregularidades encontradas na obra.
Ainda, conforme Decisão Plenária do TCU nº 1069/2001 é “Dever da
Administração acompanhar a execução do contrato e de seus aditivos,
atentando para a qualidade, as medições e os pagamentos das obras”; por sua
vez, tem seu representante legal o poder para adequar ou não quaisquer fatos
irregulares no decorrer da obra.
SUBCONTRATAÇÃO
A CONTRATADA não poderá, sob qualquer pretexto ou hipótese, subcontratar
todos os serviços e obras objeto do contrato.
A CONTRATADA somente poderá subcontratar parte dos serviços; a
subcontratação será permitida quando for admitida no contrato, bem como for
aprovada prévia e expressamente pelo CONTRATANTE.
Se autorizada a efetuar a subcontratação de parte dos serviços e obras, a
contratada realizará a supervisão e coordenação das atividades da "subcontratada",
bem como responderá perante o CONTRATANTE pelo rigoroso cumprimento das
obrigações contratuais correspondentes ao objeto da subcontratação.
EXECUÇÃO DOS SERVIÇOS E OBRAS
Durante a execução dos serviços e obras, a CONTRATADA deverá:
Submeter à aprovação da Fiscalização até 5 (cinco) dias após o início dos
trabalhos, o projeto das instalações provisórias ou canteiro de serviços compatíveis
com o porte e características do objeto do contrato, definindo todas as áreas de
vivência, dependências, espaços, instalações e equipamentos necessários ao
andamento dos serviços e obras, inclusive escritórios e instalações para uso da
Fiscalização, quando previstas no Caderno de Encargos.
Providenciar as ligações provisórias das utilidades necessárias à execução
dos serviços e obras, como água, esgotos, energia elétrica e telefones, bem como
responder pelas despesas de consumo até o seu recebimento definitivo.
Manter no local dos serviços e obras instalações, funcionários uniformizados
identificados e equipamentos em números, qualificação e especificação adequados
ao cumprimento do contrato.
Submeter à aprovação da Fiscalização até 5 (cinco) dias após o início dos
trabalhos o plano de execução e o cronograma detalhado dos serviços e obras,
elaborados de conformidade com o cronograma do contrato e técnicas adequadas
de planejamento.
Providenciar para que os materiais, mão de obra e demais suprimentos
estejam em tempo hábil nos locais de execução, de modo a satisfazer as
necessidades previstas no cronograma e plano de execução dos serviços e obras,
objeto do contrato.
Alocar os recursos necessários à administração e execução dos serviços e
obras, inclusive os destinados ao pagamento de todos os impostos, taxas e demais
obrigações fiscais incidentes ou que vierem a incidir sobre o objeto do contrato.
ID: 1342659 e CRC: CE150BE4 ID: 1359000 e CRC: F7F5A837
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Submeter previamente à aprovação da Fiscalização eventuais ajustes no
cronograma e plano de execução dos serviços e obras, de modo a mantê-la
perfeitamente informada sobre o desenvolvimento dos trabalhos.
Submeter previamente à aprovação da Fiscalização qualquer modificação nos
métodos construtivos originalmente previstos no plano de execução dos serviços e
obras.
Executar os ajustes nos serviços concluídos ou em execução, determinados
pela Fiscalização.
Comunicar imediatamente à Fiscalização qualquer ocorrência de fato anormal
ou extraordinário que ocorra no local dos trabalhos.
Submeter à aprovação da Fiscalização os protótipos ou amostras dos
materiais e equipamentos a serem aplicados nos serviços e obras objeto do
contrato.
Realizar, através de laboratórios previamente aprovados pela Fiscalização, os
testes, ensaios, exames e provas necessárias ao controle de qualidade dos
materiais, serviços e equipamentos a serem aplicados nos trabalhos.
Evitar interferências com as propriedades, atividades e tráfego de veículos na
vizinhança do local dos serviços e obras, programando adequadamente as
atividades executivas.
Elaborar os relatórios periódicos de execução dos serviços e obras,
elaborados de conformidade com os requisitos estabelecidos no Caderno de
Encargos;
Providenciar as ligações definitivas das utilidades previstas no projeto, como
água, esgotos, gás, energia elétrica e telefones.
Retirar até 15 (quinze) dias após o recebimento definitivo dos serviços e obras,
todo pessoal, máquinas, equipamentos, materiais e instalações provisórias do local
dos trabalhos, deixando todas as áreas do canteiro de serviço limpas e livres de
entulhos e detritos de qualquer espécie e natureza.
MATERIAIS
Todos os materiais necessários à total execução dos serviços contratados
serão fornecidos pela CONTRATADA; deverão ainda ser de primeira qualidade e
atenderem às normas técnicas específicas da ABNT ou equivalente.
CONDIÇÕES DE SIMILARIDADE
Os materiais especificados poderão ser substituídos por outros similares,
mediante consulta prévia à FISCALIZAÇÃO e desde que possuam as seguintes
condições de similaridade em relação ao (s) substituído (s): qualidade reconhecida e
testada, equivalência técnica (tipo, função, resistência, estética e apresentação,
principais dimensões) e mesma ordem de grandeza de preços.
ADMINISTRAÇÃO E MÃO DE OBRA
A CONTRATADA deverá empregar somente mão de obra qualificada na
execução dos diversos serviços.
Cabe à CONTRADADA as despesas relativas às leis sociais, seguro,
vigilância, transporte, alojamento e alimentação do pessoal durante todo o período
ID: 1342659 e CRC: CE150BE4 ID: 1359000 e CRC: F7F5A837
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de execução da obra.
A CONTRATADA se obriga a fornecer a relação de pessoal e a respectiva guia
de recolhimento das obrigações com o INSS; a qualquer momento e ao final da obra,
deverá ainda fornecer a seguinte documentação pertinente à obra:
• Certidão Negativa de Débitos com o INSS;
• Certidão de Regularidade de Situação perante o FGTS e
• Certidão de Quitação de ISS referente ao contrato.
RESPONSABILIDADE
Durante 5 (cinco) anos após o Recebimento Definitivo dos serviços e
obras, a CONTRATADA responderá por sua qualidade e segurança nos termos
do Artigo 1245 do Código Civil Brasileiro, devendo efetuar a reparação de
quaisquer falhas, vícios, defeitos ou imperfeições que se apresentem nesse
período, independentemente de qualquer pagamento do CONTRATANTE.
A presença da Fiscalização durante a execução dos serviços e obras,
quaisquer que sejam os atos praticados no desempenho de suas atribuições, não
implicará solidariedade ou corresponsabilidade com a CONTRATADA que
responderá única e integralmente pela execução dos serviços, inclusive pelos
serviços executados por suas subcontratadas, na formada legislação em vigor.
Se a CONTRATADA recusar, demorar, negligenciar ou deixar de eliminar as
falhas, vícios, defeitos ou imperfeições apontadas, poderá o CONTRATANTE
efetuar os reparos e substituições necessárias, seja por meios próprios ou de
terceiros, transformando-se os custos decorrentes, independentemente do seu
montante, em dívida líquida e certada CONTRATADA.
A CONTRATADA responderá diretamente por todas e quaisquer perdas e
danos causados em bens ou pessoas, inclusive em propriedades vizinhas,
decorrentes de omissões e atos praticados por seus funcionários e prepostos,
fornecedores e subcontratadas, bem como originados de infrações ou inobservância
de leis, decretos, regulamentos, portarias e posturas oficiais em vigor, devendo
indenizar o CONTRATANTE por quaisquer pagamentos que seja obrigado a fazer a
esse título, incluindo multas, correções monetárias e acréscimos de mora.
PROJETOS
O CONTRATANTE fornecerá à CONTRATADA todos os projetos básicos, em
mídia digital que compõem o objeto do contrato, de conformidade com as
disposições do Caderno de Encargos.
Se algum aspecto destas especificações estiver em desacordo com normas
vigentes da ABNT, Resoluções Normativas do CREA, Resoluções Normativas do
CAU e Normas Governo do Estado prevalecerão as prescrições contidas nas
normas dessas entidades públicas.
Em caso de divergências, salvo quando houver acordo entre as partes, será
adotada a seguinte prevalência:
• As normas da ABNT prevalecem sobre estas especificações técnicas e
estas, sobre os projetos e caderno de encargos;
• As cotas dos desenhos prevalecem em suas dimensões, medidas em
ID: 1342659 e CRC: CE150BE4 ID: 1359000 e CRC: F7F5A837
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escala;
• Os desenhos de maior escala prevalecem sobre os de menor escala e,
• Os desenhos de datas mais recentes prevalecem sobre os de datas mais
antigos.
III. – MEMORIAL DESCRITIVO
1.0 – SERVIÇOS PRELIMINARES
1.1 – Fornecimento e Implantação de Placa de Informação de Obras com
Suporte e Travessa
A CONTRATADA deverá fornecer e instalar a placa, cujo padrão será fornecido
pela CONTRATANTE. A placa deverá ser instalada em posição de destaque no
canteiro de obras, devendo a sua localização ser, previamente, aprovada pela
FISCALIZAÇÃO. A dimensão da placa da obra será (3,00m x 2,00m) = 6,00m²,
conforme orçado em planilha.
1.2 – Cavalete em perfil metálico para placa de sinalização - 1,00 m x 1,00
m – confecção
Confecção e fornecimento de cavaletes metálicos para sinalização provisória
da obra, incluindo material, mão de obra, pintura, transporte e posicionamento nos
locais necessários.
1.3 – Serviços topográficos para pavimentação, inclusive nota de
serviços, acompanhamento e greide
Deverá obedecer às Normas tipo especificação de serviço do DNIT (ES
169/86 e ES 173/86).
Será procedida a locação de todas as vias integrantes do programa. A locação
compreende a execução do alinhamento com estaqueamento de 20,00m em
20,00m, nivelamento e contranivelamento, levantamento das seções transversais de
todas as estacas e cadastro completo de todos os serviços públicos existentes.
A locação será executada pelo eixo das vias, apontando-se as estacas dos
cruzamentos com outras vias e destacando-se todos os pontos notáveis.
Utiliza-se na execução dos serviços teodolitos, miras balizas, trenas de aço e
demais acessórios complementares.
Sendo os serviços executados em vias urbanas, o processo de amarração dos
eixos será executado, sempre que possível, utilizando-se postes e macros existentes
nos cruzamentos das vias por serem pontos sensíveis e de duração comprovada.
O nivelamento e o contranivelamento serão executados geometricamente, com
níveis e miras centimétricas, sendo a cota altimetria verdadeira.
Será adotada como tolerância admissível para os serviços de nivelamento os
seguintes parâmetros:
Para os pontos nivelados e contra nivelados, será admitido o erro de 10 metros
entre as cotas obtidas;
Tolerância para intervalos de 1,00 km será de 20mm; e
ID: 1342659 e CRC: CE150BE4 ID: 1359000 e CRC: F7F5A837
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Para intervalos pré-determinados, o erro máximo admitido é aquele fixado pela
expressão:
E = 12,5 V n
N = extensão em Km
E = mm
As seções transversais serão levantadas a nível em todas as estacas do eixo
locado.
As seções serão levantadas de modos a abranger os limites de Ruas, sendo
cadastradas as soleiras, das casas, muros, cercas, etc.
O levantamento cadastral objetivo caracterizar todos os elementos notáveis
existentes, bem como os serviços públicos.
Metodologia
A partir da locação das vias e do respectivo levantamento cadastral,
considerando-se a hierarquização e função viária dentro da malha urbana, definemse seções transversais e demais características geométricas de cada rua.
Alinhamento Das Vias
O alinhamento das vias é retilíneo, nas concordâncias dos cruzamentos de
passeios adota-se raio de 5,00m.
1.4 – Execução de depósito em canteiro de obra em chapa de madeira
compensada, não incluso mobiliário
Após o terreno limpo e com o movimento de terra executado, o canteiro deve
ser preparado de acordo com as necessidades da obra. Deverá ser localizado em
áreas onde não atrapalhem a circulação de operários veículos e a locação da obra.
Deve-se fazer um barracão de madeira, chapas compensadas, de forma que
resistam até ao término da obra. Nesse barracão serão depositados os materiais
(cimento, cal, etc.) e ferramentas, que serão utilizados durante a execução dos
serviços.
A CONTRATADA deverá prever depósito, no devido dimensionamento e
conveniência em relação ao volume da obra.
A localização será definida em comum acordo entre a FISCALIZAÇÃO e a
CONTRATADA. A distribuição interna dos compartimentos será estabelecida pela
CONTRATADA em função da necessidade da obra.
A CONTRATADA deverá prever a instalação de canteiro de serviço para a
execução das obras, até o seu final.
Assim sendo, as especificações básicas dos edifícios provisórios que compõem
o canteiro de obras são:
- Fundação direta de alvenaria de embasamento em bloco de concreto;
- Piso em camada de concreto magro e=3 e 5cm;
- Vedações em montantes de painéis de chapa compensada 12mm;
- Cobertura em telha ondulada de fibrocimento apoiadas em estrutura de
madeira;
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- Janelas basculante de aço e porta de ferro tipo veneziana;
- Instalações elétricas.
1.5 - Execução de sanitário e vestiário em canteiro de obra em chapa de
madeira compensada
Implantação de sanitário e vestiário provisórios para atendimento da equipe de
obra, conforme normas trabalhistas, incluindo fornecimento de materiais, instalação
e manutenção durante a execução.
1.6 - Programa de Controle Médico e Saúde Ocupacional – PCMSO
Elaboração e implementação do PCMSO conforme NR-7, incluindo exames
admissionais, periódicos e demissionais, acompanhamento médico e emissão de
laudos exigidos pela legislação.
1.7 - Programa de Gerenciamento de Risco – PGR
Elaboração e execução do PGR, conforme NR-1, NR-9 e NR-18, contemplando
identificação de riscos, medidas preventivas, treinamentos e registros de segurança
do trabalho.
1.8 – PCA, PRAD e Licenciamento Ambiental de Jazidas de Cascalho até 2
ha
Elaboração e implementação do PCMSO conforme NR-7, incluindo exames
admissionais, periódicos e demissionais, acompanhamento médico e emissão de
laudos exigidos pela legislação.
2.0 – ADMINISTRAÇÃO E CONTROLE
2.1 – Administração e Controle
Engenheiro e Mestre de Obras
Aplicação:
Mão de obra necessária para Administração da obra, formada por Engenheiro
Civil e Mestre de Obras.
Características Técnicas / Especificação:
a) A contratada deverá manter funcionários (engenheiro e mestre de obras)
residentes, com o cargo comprovado na carteira profissional e que faça parte do
quadro de funcionários da CONTRATADA, durante todo o período da obra.
b) Cópia da carteira de trabalho, comprovando a função, deverá ser entregue à
FISCALIZAÇÃO num prazo máximo de 5 (cinco) dias após a assinatura do contrato.
c) A FISCALIZAÇÃO poderá solicitar o afastamento ou substituição do
ID: 1342659 e CRC: CE150BE4 ID: 1359000 e CRC: F7F5A837
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funcionário, caso julgue necessário.
d) Caso a ausência do funcionário durante visita da FISCALIZAÇÃO não seja
julgada procedente, haverá glosa do valor correspondente ao dia na fatura.
e) Caso haja afastamento justificável do funcionário (férias, licença médica,
etc.) a Contratada deverá providenciar substituto durante o período.
f) O engenheiro responsável deverá estar presente sempre que a
FISCALIZAÇÃO solicitar.
Demais Funcionários Administrativos e Técnicos
Aplicação:
Mão de obra necessária para Administração da obra, além do engenheiro e
mestre de obras supracitados. Inclui também visitas pontuais de engenheiros
especialistas para determinadas especificidades.
Características Técnicas / Especificação:
O corpo administrativo será formado por equipe a ser dimensionada pela
CONTRATADA, podendo possuir almoxarifes, apontadores, estagiários, vigilantes e
todo aquele profissional que julgar necessário.
Todos os funcionários da equipe deverão fazer parte do corpo funcional da
CONTRATADA, comprovado por carteira de trabalho.
A CONTRATADA deverá prever visitas periódicas de profissionais técnicos
gabaritados e especialistas nas diversas áreas das obras (estrutura, elétrica, lógica,
etc.) de forma a dirimir dúvidas de execução bem como garantir a qualidade da
execução dos serviços.
A CONTRATANTE ou a FISCALIZAÇÃO também poderão solicitar tais visitas,
sempre que julgarem necessárias.
3.0 – DRENAGEM PROFUNDA
3.1 - ESCAVAÇÃO MECÂNICA DE VALA EM MATERIAL DE 1ª CATEGORIA
Objetivo
Estabelecer as condições exigíveis para as operações de escavação dos
materiais para implantação de drenagem profunda, em conformidade com o projeto.
Definições
Para os efeitos desta norma são adotadas as definições dos parágrafos
seguintes:
Cortes- segmentos de rodovia, em que a implantação requer a escavação do
terreno natural, ao longo do eixo e no interior dos limites das seções do projeto que
definem o corpo estradal.
Material de 1ª Categoria – compreende o solo em geral, residual ou
sedimentar, seixos rolados ou não, com diâmetro máximo ou inferior a 0,15m,
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qualquer que seja o teor de umidade apresentado.
Que neste caso seria material de bota-fora.
Condições Gerais
A operação será procedida da execução dos serviços de retirada de material
não aproveitável, ou seja, material que venham ser prejudicial a funcionalidade do
pavimento.
Condições especificas
Material
Procedente da escavação do terreno natural constituído por solo, alteração
rocha, rocha ou associação destes tipos.
Equipamento
A escavação do corte será executada mediante a utilização racional de
equipamento adequado, que possibilite a execução dos serviços sob as condições
especificadas e produtividade requerida.
A seleção dos equipamentos obedecerá às indicações seguintes:
a) corte em solo – utilizam-se, em geral, tratores equipados com lâminas,
escavo-transportadores, ou escavadores conjugados com transportadores diversos.
A operação incluirá, complementarmente, a utilização de tratores e motoniveladoras,
para manutenção de caminhos de serviço e áreas de trabalho, além de tratores
empurradores (“pushers”).
b) remoção de solos orgânicos, turfa ou similares, com emprego de
escavadeiras, do tipo “dragline”, complementado por outros equipamentos citados
nas alíneas anteriores.
Execução
As operações de cortes que compreendem o contido nos seguintes parágrafos:
Escavação dos materiais constituintes do terreno natural, de acordo com as
indicações técnicas de projeto.
Retirada das camadas de má qualidade visando o preparo das fundações dos
aterros, de acordo com as indicações do projeto. Estes materiais são transportados
para locais previamente indicados, de modo a não causar transtornos à obra, em
caráter temporário ou definitivo.
Constatada a conveniência técnica e econômica de reserva do material
escavado nos cortes, para a confecção das camadas superficiais da plataforma, será
o mesmo depositado em local previamente escolhido para oportuna utilização, seja
pela empresa e/ou prefeitura.
Atendido o projeto e, sendo técnica e economicamente aconselhável, as
massas em excesso, removidas desde da etapa final dos serviços, que resultará em
bota-foras, serão removidos, de modo a não constituírem ameaça à estabilidade
rodoviária, e nem prejudicarem o aspecto paisagístico ou meio ambiente da região.
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Manejo Ambiental
Os taludes do bota-foras deverão ter inclinação suficiente para evitar
escorregamentos.
Os bota-foras são executados de forma a evitar que o escoamento as águas
pluviais possam carrear o material depositado, causando assoreamentos.
Deverá ser feito revestimento vegetal dos bota-foras, inclusive os de 3ª
categoria, após a conformação final, a fim de incorporá-los à paisagem local.
O trânsito dos equipamentos e veículos de serviço, fora das áreas de trabalho,
deverá ser evitado tanto quanto for possível, principalmente, quando houver área
com relevante interesse paisagístico ou ecológico.
O revestimento vegetal dos taludes, quando previsto, deverá ser executado
imediatamente após o corte.
Inspeção
Controle da execução
Geométrico
Levantamentos topográficos apontaram se a altura e a largura da plataforma
nos corte atendem à seção transversal especificada no projeto.
Os taludes dos cortes deverão apresentar, após operação de terraplanagem, a
inclinação indicada no projeto.
Verificação final da qualidade
O acabamento da plataforma de corte deverá atender à conformação da seção
transversal indicada no projeto, admitidas as tolerâncias seguintes:
a) variação de altura máxima, para eixo e bordos:
cortes em solo: + 0,05m;
cortes em rocha: + 0,10m.
b) variação de largura de + 0,20m para cada semi-plataforma, não se admitindo
variação negativa.
O acabamento do talude de corte deverá ao descrito na subseção “Execução”
com as tolerâncias indicadas no parágrafo anterior.
Aceitação e rejeição
Os serviços serão aceitos se estiverem de acordo com esta Especificação, e
serão rejeitados em caso contrário.
Os serviços rejeitados serão corrigidos ou complementados.
Critério de medição
A medição considera o volume extraído, medido no corte. Os serviços aceitos
serão medidos de acordo com os critérios dos parágrafos abaixo:
Os materiais escavados devem ser classificados em conformidade com o
descrito na seção “definições” desta especificação.
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Uma vez perfeitamente caracterizado material, proceder a medição especifica,
não se admitindo, neste caso, classificação percentual do referido material. Os
cortes que apresentarem mistura do material com as demais, de limites poucos
definidos serão objeto de classificação especifica.
REFERÊNCIAS
DNER-ES 278/97 Terraplanagem – serviços preliminares
DNER-ISA 07 Instruções de serviços ambiental
DNER 1996 Manual de implantação básica
3.2 - Regularização de taludes e valas com soquete vibratório
Definição
Essa operação destina-se a conformar a base para execução dos tubos de
concreto, compreendendo regularização e compactação com soquete, executados
de acordo com metodologia empregada nesta Especificação.
O serviço de regularização consiste no conjunto de operações destinadas à
remoção das obstruções naturais ou artificiais existentes nas áreas de implantação
da obra (tubo de concreto), que se caracterizem pela simples raspagem e
nivelamento do terreno, sem preocupação com grau de compactação, ou seja, a
compactação será realizada posteriormente com execução do berço, com o objetivo
unicamente de conseguir a uniformização do local, devendo ser obedecidas todas as
normas de segurança necessárias.
Execução
A operação de regularização do terreno se dará dentro das faixas de serviço da
obra, sendo executada na área do fundo de vala, conforme projeto.
O material proveniente do serviço será removido do local de obra, tratando-se
de material orgânico, o mesmo após um período voltará ao seu estado natural e/ou
seu destino final ficará a critério da Fiscalização.
Caso, tenha locais para depósito dos materiais resultante da regularização,
estes locais serão indicados pela Fiscalização.
As operações serão executadas utilizando-se equipamentos adequados,
complementados com o emprego de serviço manual. Poderá ser executado com
enxada, picareta ou outro equipamento que propicie uma regularização satisfatória.
Critérios de Controle
O controle do serviço será feito por inspeção visual.
A CONTRATADA deverá assegurar, sob sua responsabilidade e custo a
proteção e a conservação de todos os elementos de composição paisagística.
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Havendo necessidade, deverá promover a relocação das referências topográficas,
todas elas com base nas Notas de Serviço fornecidas pela Fiscalização.
O serviço rejeitado deverá ser corrigido, complementado ou refeito.
Critérios de Medição e Pagamento
O serviço aceito será medido em função da área (m2) efetivamente trabalhada,
independentemente do porte ou categoria do equipamento utilizado. A carga e o
transporte de material proveniente do serviço, até uma distância média de 50 m não
serão considerados para fins de medição.
O pagamento será efetuado por preço unitário contratual e conforme medição
aprovada pela Fiscalização, estando incluídos neles todo o equipamento e pessoal
necessários, bem como os encargos e outras despesas necessárias à sua
execução.
3.3 - ATERRO MANUAL DE VALAS COM AREIA PARA ATERRO.
AF_08/2023- (Berço de Areia)
Definição
Consiste na recuperação de áreas escavadas, aproveitando o material para
preenchimento dos espaços remanescentes após a execução das fundações, valas,
calçadas e etc.
Os materiais imprestáveis ao reaproveitamento, a critério da FISCALIZAÇÃO,
serão removidos e transportados para áreas a serem determinadas.
Execução
A execução do aterro compreende as operações de espalhamento,
compactação e acabamento na base dos tubos devidamente preparada na largura
desejada, nas quantidades que permitam, após a compactação, atingir a
compactação projetada.
A espessura mínima da camada de base será 10 cm, após a compactação,
conforme previsto em projeto.
Após a conclusão do aterro até a cota natural do terreno antes da escavação,
deverá ser comprovado que o mesmo apresente condições perfeitamente estáveis,
para não ocorrerem acomodações posteriores (recalques).
A FISCALIZAÇÃO poderá exigir o emprego abundante de água sobre as
áreas reaterradas e observar o comportamento de suas superfícies após 48 horas,
antes de prosseguir com os serviços e obras.
Controle
O controle qualitativo do aterro manual e compactação deve ser feito
visualmente pela fiscalização, avaliando-se as características de acabamento das
obras executadas.
Aceitação
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Os serviços são aceitos e passíveis de medição desde que atendam às
exigências de execução estabelecidas nesta especificação e discriminadas a seguir:
a) na inspeção visual, as características de acabamento da obra forem
considerados satisfatórios;
b) as características geométricas previstas tenham sido obedecidas. No caso
do não atendimento do disposto na alínea do item “Controle”, a executante deve
refazer ou melhorar o acabamento e conferir a drenagem as condições indicadas
pela fiscalização do município. No caso de não atendimento à alínea do item
“Controle”, o serviço é rejeitado, devendo ser refeita a geometria do calçamento,
dentro dos limites especificados.
Controle Ambiental
Os procedimentos de controle ambiental referem-se à segurança viária. A
seguir são apresentados os cuidados e providências para proteção do meio
ambiente, a serem observados no decorrer da execução do aterro manual para
implantação da drenagem.
a) Os aterros devem obedecer rigorosamente os limites estabelecidos no
projeto, ou pela fiscalização, evitando acréscimos desnecessários; deve ser
suficiente para garantir as operações de construção e a visibilidade dos operários,
com a precaução de não expor os solos naturais à erosão;
b) nas operações de aterro manual deve ser estocada, sempre que possível,
para o futuro uso da na obra ou quando ao final da obra, ser espalhada nas
proximidades;
c) não será permitida a queima do material, como: saco de cimento vazio,
resto de madeira ou qualquer outro material combustível;
d) o tráfego de funcionários deve ser disciplinado de forma a evitar a abertura
indiscriminada de caminhos e acessos, o que acarretaria estação desnecessária.
Critérios de Medição e Pagamento
O serviço é medido em metros cúbicos (m³) de escavação, cujo volume é
calculado multiplicando-se as extensões obtidas a partir da espessura e largura do
local, conforme projeto. O serviço recebido e medido da forma descrita é pago
conforme os preços unitários contratuais respectivos, no qual estão inclusos, a mão
de obra com encargos sociais, BDI, equipamentos, controle de qualidade e
eventuais necessários à completa execução dos serviços, de forma a atender ao
projeto e às especificações técnicas.
3.4 - REATERRO E COMPACTAÇÃO COM SOQUETE VIBRATÓRIO
Definição
Esta especificação regulamenta o reaterro e compactação de soquete
vibratório, que devem ser medidos por volume.
O reaterro de valas dos dispositivos de drenagem consiste no enchimento de
valas dos dispositivos de drenagem com solo devidamente compactado.
Materiais
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O solo destinado ao reaterro de valas deve ser, preferencialmente, o próprio
material da escavação da vala, desde que este seja de boa qualidade. Caso
contrário o material deve ser importado.
O solo para reaterro deve:
- Possuir CBR ≥ 2% e expansão < 4%;
- Ser isento de matéria orgânica.
Não se admite a utilização de materiais de qualidade inferior ao do terreno
adjacente.
Equipamentos
Os equipamentos básicos necessários ao serviço de reaterro de vala
compreendem:
a) compactadores manuais: placas vibratórias ou sapos mecânicos;
b) equipamentos manuais: pás, enchadas, soquetes etc.
Execução
A compactação do material de reaterro deve ser executada em camadas
individuais de 15,0 cm de espessura, com sapos mecânicos, placas vibratórias ou
soquetes manuais.
O equipamento utilizado deve ser compatível com as dimensões de trabalho
entre as linhas de tubos de bueiros duplos ou triplos. Deve ser dada atenção
especial à compactação junto às paredes dos tubos, de forma a não danificá-los.
O reaterro deve prosseguir até atingir a espessura de, no mínimo, 60,0 cm da
geratriz superior externa do corpo do bueiro, ou atingir a cota prevista em projeto.
A variação do teor de umidade admitido para o material de reaterro é de -2%
a +1% em relação à umidade ótima de compactação, e o grau de compactação
mínimo exigido é de 95%
em relação à massa específica aparente seca máxima, determinada conforme
NBR 7182(1), na energia normal.
Controle
Controle dos Materiais
Os solos utilizados no reaterro devem ser submetidos ao ensaio de ensaio de
CBR, conforme NBR 9895(2) com determinação da expansão, na energia normal; 1
ensaio a cada 1.500 m² de vala, ou na frequência fixada pela fiscalização.
Controle da Execução
O controle da execução do reaterro deve ser realizado pelos seguintes
procedimentos:
a) determinação da massa específica aparente seca máxima e umidade
ótima, conforme NBR 7182(1), na energia normal, com amostras coletadas na pista,
1 ensaio a cada 500 m² de vala; ou na frequência fixada pela fiscalização;
b) determinação do teor de umidade com umidímetro Speedy, ou similar, a
cada 350 m² de vala. Se a umidade estiver compreendida no intervalo de – 2,0 % a
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+ 1,0 % da umidade ótima o material pode ser liberado para compactação;
c) determinação, após o término da compactação, da umidade e da massa
específica aparente seca in situ, de acordo com NBR 7185(4), e o respectivo grau de
compactação, em relação aos valores obtidos na alínea a, 1 determinação a cada
350 m² de vala compactada, ou na frequência fixada pela fiscalização.
Controle Geométrico e de Acabamento
A espessura da camada e as diferenças de cotas devem ser determinadas
pelo nivelamento da seção transversal, a cada 20 m, conforme nota de serviço.
Aceitação
Os serviços são aceitos e passíveis de medição desde que atendam
simultaneamente as exigências de materiais e de execução, estabelecidas nesta
especificação e discriminadas as seguir.
Execução
Compactação
O grau de compactação é aceito desde que não sejam obtidos valores
individuais inferiores a 95%, ou os valores de grau de compactação.
Geometria
A geometria é aceita desde que as dimensões das seções transversais,
obtidos após as operações de reaterro, atendam às seções especificadas no projeto.
Critérios de Medição e Pagamento
O serviço é medido em metro cúbico (m³) de camada acabada, cujo volume é
calculado multiplicando-se as extensões obtidas a partir do estaqueamento pela
área da seção transversal de projeto.
3.5 - Corpo de BSTC D = 0,60 m PA1 - areia extraída e brita e pedra de mão
produzidas
Objetivo
Definir os critérios que orientam o fornecimento de materiais, a execução,
aceitação e medição de tubos de concreto.
Definição
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Os bueiros de tubos de concreto classificam-se:
a) quanto à forma da seção:
- tubulares, quando a seção for circular;
b) quanto ao número de linhas:
- simples, duplos e triplos;
* Neste projeto será simples
c) quanto ao tipo de material:
- concreto simples;
- concreto armado
MATERIAIS
Tubos de Concreto de Seção Circular
Os tubos de concreto de seção circular para drenagem pluvial devem ser do tipo,
classe e dimensões indicadas no projeto e devem atender exigências da NBR 8890.
Os tubos devem satisfazer às seguintes condições gerais: possuir ponta e bolsa,
eixo retilíneo perpendicular aos planos das duas extremidades, seção
transversal circular, espessura uniforme, superfícies internas e externas
suficientemente lisas, não possuir trincas, fraturas, retoques ou pinturas, produzir
som típico de tubo não trincado quando percutidos com martelo leve, ter em
caracteres legíveis gravados no concreto, o nome ou marca do fabricante, diâmetro
nominal, a classe a que pertencem ou a resistência do tubo, a data de fabricação e
um número para rastreamento de todas as suas características de fabricação.
Equipamentos
Antes do início dos serviços, todo equipamento deve ser inspecionado e
aprovado pela FISCALIZAÇÃO.
Os equipamentos necessários aos serviços de fornecimento e instalação de
tubos
de concreto compreendem:
a) caminhão de carroceria fixa ou basculante;
b) betoneira ou caminhão-betoneira;
c) pá-carregadeira;
d) carrinho de concretagem;
e) compactador portátil, manual ou mecânico;
f) ferramentas manuais, tais como pá, enxada, etc.
Execução
Não é admitida a instalação de tubos de concreto diretamente sobre o fundo
das valas. Para seu assentamento devem ser sempre construídos berços de apoio
com areia compactada ou concreto ciclópico, com dimensões e características de
acordo com os projetos.
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No assentamento dos tubos sobre berço de areia, a primeira camada de areia deve
atingir à superfície inferior dos tubos, fazendo com que eles se acomodem no berço
mediante pequenos movimentos dos tubos, ajudados, se for o caso, por retirada de
material na posição das junções. Após o posicionamento correto dos tubos, em
alinhamento e cota, deve ser completado o enchimento do berço, acomodando-se e
compactando-se o material cuidadosamente, de modo a garantir que o berço
envolva completamente os tubos até as alturas correspondentes, especificadas em
projeto.
As juntas dos tubos de concreto destinados a águas pluviais devem ser rígidas,
de argamassa de cimento e areia de traço mínimo 1:3. A argamassa que não for
empregada em até 45 minutos após a preparação deve ser descartada.
Os tubos devem ser assentados de montante para a jusante, de acordo com o
alinhamento e elevações indicadas no projeto, e a montagem com macha e fêmea
no sentido contrário ao fluxo de escoamento.
Controle
Materiais
Os tubos de concreto devem ser controlados através dos ensaios preconizados
na NBR 8890.
O comprimento útil não deve diferir da dimensão declarada em mais de 20 mm
para menos, nem mais de 50mm para mais.
O diâmetro interno médio não deve diferir mais de 1% do diâmetro nominal;
A espessura da parede não deve ter diferenças para menos de 5% da espessura
declarada ou 5 mm, adotando sempre o menor valor.
Geométrico e Acabamento
O controle geométrico da execução dos tubos deve ser feito através de
levantamentos topográficos, auxiliados por gabaritos para verificação dos elementos
geométricos das canalizações. O alinhamento dos tubos não deve ter variação maior
que 2° (dois graus)
O controle do nivelamento do fundo da vala de escavação, da largura da vala e
do berço de areia para assentamento dos tubos deve ser feito em intervalos
máximos de 5,0 m.
Aceitação
Materiais
Os materiais são aceitos desde que atendam ao discriminado no item
“Geométrico e Acabamento”. Os lotes de tubos de concreto, devem ser recebidos
e aceitos desde que acompanhados de certificado de qualidade.
No caso dos tubos de concreto, a resistência à compressão diametral obtida
nos ensaios efetuados, deve ser superior aos valores mínimos especificados na
NBR 8890, para a classe e diâmetro de tubo considerado.
Serviços
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Os serviços executados são aceitos desde que as seguintes condições sejam
atendidas:
a) na inspeção visual, o acabamento for julgado satisfatório;
b) os dispositivos encontrem-se em perfeitas condições de conservação e
funcionamento;
c) as características geométricas previstas tenham sido obedecidas;
No caso do não atendimento à alínea c, o serviço deve ser rejeitado, devendo
ser removido e substituído por dispositivos de geometria dentro dos limites
especificados.
No caso do não atendimento do disposto nas alíneas a e b, a executante deve
refazer ou melhorar o acabamento e conferir ao dispositivo as condições
satisfatórias indicadas pela FISCALIAÇÃO quanto à sua conservação e
funcionamento.
Controle Ambiental
Os procedimentos de controle ambiental referem-se à proteção de corpos
d’água, da vegetação lindeira e à segurança viária.
Devem ser atendidas, no que couber, as recomendações ambientais da
Fiscalização, referentes às obras e serviços de drenagem e pavimentação.
Critérios de Medição e Pagamento
O serviço é medido em metros lineares (m), cujo valor é calculado a partir das
extensões obtidas do estaqueamento do projeto.
Os serviços recebidos e medidos da forma descrita são pagos conforme preços
unitários contratuais respectivos, nos quais se incluem a mão-de-obra com encargos
sociais, BDI, equipamentos, materiais, transportes, perdas, controle da qualidade e
eventuais, necessários à completa execução dos serviços, de forma a atender ao
projeto e às especificações técnicas.
REFERÊNCIAS
FONTE CÓDIGO DESCRIÇÃO
ABNT NBR 8890
Tubo de concreto de seção circular para águas pluviais e
esgotos sanitários – Requisitos e métodos de ensaio. Rio de
Janeiro, 2003
ABNT NBR 7462 Elastômetro Vulcanizado - Determinação da resistência a
tração – Método de ensaio
3.6 - Corpo de BSTC D = 1,20 m PA1 - areia extraída e brita e pedra de mão
produzidas
Idem o item 3.5.
3.7 - BOCA DE LOBO SIMPLES - BLS 01 - AREIA E BRITA COMERCIAIS
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Definição
São dispositivos em forma de caixas coletoras em alvenaria de tijolos maciços,
a serem executados junto aos meios-fios ou meios-fios com sarjetas, em áreas
urbanizadas, com o objetivo de captar as águas pluviais e direcioná-las à rede
condutora. Na dependência da vazão de chegada ao ponto de coleta de água,
poderão ser executadas bocas de lobo simples ou duplas, ambas com grelhas prémoldadas de concreto.
Método Executivo
As etapas de construção são as seguintes:
-Escavação e remoção do material excedente, de forma a comportar a bocade-lobo prevista;
-Compactação da superfície resultante no fundo da escavação, e execução de
base de concreto simples com 10 cm de espessura;
-Execução das paredes em alvenaria de tijolos, assentados com argamassa de
cimento e areia no traço 1:3 em volume, conectando a boca-de-lobo rede condutora
e ajustando o(s) tubo(s)de entrada e/ou saída à alvenaria executada, através de
rejuntamento com a mesma argamassa;
- Execução da cinta superior em concreto simples e revestimento das paredes
internas com argamassa de cimento e areia no traço 1:3 em volume;
-Assentamento do meio-fio;
-Moldagem "in loco" do quadro de concreto simples para assentamento da
grelha;
-Moldagem "in loco" do rebaixo de concreto na área anexa à boca de lobo;
-Colocação da grelha.
Critérios de Controle
O controle da execução da caixa será visual, observando todas as etapas da
construção e sua obediência às especificações e detalhes do projeto.
As coordenadas de entrada e saída da tubulação serão verificadas
topograficamente.
Critérios de medição e Pagamento
A medição será feita por unidade executada, de acordo com o tipo de caixa
executado.
O pagamento será feito de acordo com o respectivo item na planilha
orçamentária, por unidade medida, estando incluídos no preço final todas as
despesas com materiais, mão de obra, tributos e taxas, transportes, encargos
sociais etc.
REFERÊNCIAS
DNER Especificações de Serviços de Drenagem - 1ª versão - Abril
de 1988.
3.8 - CAIXA DE LIGAÇÃO E PASSAGEM - CLP 08 - AREIA E BRITA
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COMERCIAIS
Definição
Tratam-se de dispositivos auxiliares implantados nas redes de águas pluviais
com o objetivo de possibilitar a ligação das bocas-de-lobo à rede coletora e permitir
as mudanças de direção, de declividade e de diâmetros dos tubos da rede
coletora, além de propiciar acesso para efeito de limpeza e inspeção, necessitando,
para isso, sua instalação em pontos convenientes.
São constituídos por uma câmara similar à das caixas de ligação e passagem,
à qual é acoplada uma chaminé protegida por um tampão de ferro fundido. Devem
atender às Normas específicas da ABNT e são construídos mais frequentemente em
alvenaria de tijolos maciços ou concreto armado moldado no local.
Método Executivo
A laje de fundo será de concreto armado, com espessura determinada em
projeto, sobre um lastro de brita com espessura mínima de 15 cm (modelo DNIT).
•Quando o terreno não apresentar boas condições de estabilidade, a laje
poderá ser apoiada sobre fundação de estacas, cravadas até a profundidade da
camada de solo que propicie maior segurança ao conjunto.
•Sobre a laje de fundo deverão ser construídas as calhas e canaletas, em
concordância com os coletores de chegada e de saída. A plataforma correspondente
ao espaço que vai da parede interna do poço à borda da canaleta deve ter
inclinação de 10 %.
•Conjunto de canaletas e banqueta será revestido com argamassa de cimento
e areia, no traço 1:3, alisada e queimada a colher.
•Quando possível, a câmara de trabalho (balão) terá uma altura mínima livre,
em relação à plataforma, de 2,00 m.
Sobre a câmara de trabalho ou balão, será colocada uma laje de concreto
armado com abertura excêntrica ou não, de 0,60 m, voltada para montante, de modo
que o seu centro fique localizado sobre o eixo do coletor principal. A junta interna da
laje com o balão do PV deverá ser respaldada com um cordão de 10 cm de
argamassa de cimento e areia no traço 1:3, inclinado de 45º
•A chaminé ou "pescoço" do PV somente existirá quando o greide da cava
estiver a uma profundidade igual ou superior a 2,50 m. Para profundidades menores,
o poço de visita se resumirá à câmara de trabalho, ficando o tampão diretamente
apoiado sobre a laje excêntrica do PV.
•A chaminé ou "pescoço", quando houver, será construída em alvenaria de
tijolos maciços assentes com argamassa de cimento e areia no traço 1:3 em volume,
terá largura interna mínima de 60 cm e altura variável, podendo atingir o máximo de
1,00 m, alcançando o nível do logradouro com desconto para a colocação do
tampão de ferro fundido.
•Em logradouros onde não há pavimentação, o recobrimento mínimo sobre a
laje de concreto no topo do PV será de 50 cm.
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Detalhes construtivos por tipo de PV
Poço de visita em concreto moldado no local
Os poços de visita em concreto moldado no local deverão atender às
prescrições destas especificações quanto às dimensões mínimas, às características
do concreto e à execução de estruturas em concreto armado em geral. Além disso,
deverão contemplar os critérios de estanqueidade, nivelamento e funcionalidade em
geral previstos em projeto.
As etapas executivas são as seguintes:
Compactação da superfície resultante da escavação das valas da rede
coletora, no local de construção do poço de visitas.
Colocação das formas das paredes da câmara e dos tubos da rede coletora
e/ou conexão à boca de lobo.
Concretagem do fundo sucedida da concretagem das paredes da caixa, com
adensamento vigoroso do concreto.
Retirada das formas das paredes.
Colocação das formas e armaduras da tampa e concretagem "in loco".
Retirada das formas da tampa através do orifício da chaminé.
Execução do corpo da chaminé, em alvenaria de tijolos, após o endurecimento
do concreto da câmara do poço de visitas.
Execução da escada interna tipo "marinheiro", com aço CA-25 de 16 mm
dobrado, chumbado no corpo da chaminé.
Execução do revestimento externo e interno da chaminé, com argamassa de
cimento e areia 1:3.
Colocação do tampão de acesso em ferro fundido.
Critérios de Controle
As cotas de chegada e de saída dos coletores aos poços de visita deverão
estar rigorosamente de acordo com o projeto.
O poço de visita será executado apenas quando todos os coletores a montante
e a jusante já estiverem assentados, para evitar alterações na sua
profundidade em função da ocorrência de mudanças na cota de assentamento de
um deles por interferência na rede ou por outros fatores.
Deverão ser criteriosamente avaliadas as condições do solo onde se apoiará o
PV para se determinar a necessidade ou não do emprego de fundação especial com
estacas.
Não se deve permitir desnível superior a 0,50 m entre a cota de chegada de um
coletor e a cota de saída de outro, no mesmo PV. Quando isto acontecer, deve-se
utilizar o tubo de queda, de acordo com o projeto e especificações, que atenua
o desnível antes da chegada do coletor ao PV.
Deve-se realizar testes de estanqueidade em todos os poços de visita
executados, bem como deve-se observar o comportamento do fechamento (tampão)
do mesmo quando submetido ao tráfego de veículos em condições normais de
utilização, para se corrigir possíveis erros no assentamento.
Critérios de medição de Pagamentos
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A medição será feita por unidade executada, classificada de acordo com a
profundidade efetiva do PV e com as dimensões do balão. Os serviços de
escavação, escoramento, rebaixamento do lençol freático e reaterro não estarão
inclusos no preço do PV, sendo pagos à parte.
O pagamento será feito de acordo com os respectivos itens na planilha geral de
preços, com o tipo e profundidade do poço de visitas, estando incluídos nos custos
todas as despesas com materiais, mão de obra e equipamentos necessários
à implantação, inclusive tributos e taxas, encargos sociais etc.
Os serviços de escavações, reaterros, escoramento, rebaixamento de lençol
freático, retirada e reposição da pavimentação e regularização de valas serão
remunerados separadamente, de acordo com os respectivos itens da planilha
orçamentária da obra.
3.9 – Boca de BSTC D = 1,20 m - esconsidade 30° - areia e brita comerciais
- alas esconsas
O processo de execução da boca de bueiro envolve as seguintes etapas:
Escavação necessária à implantação da boca, que será parte integrante da
escavação das valas da rede coletora;
Acompanha execução da rede de drenagem, sendo parte posterior ao mesmo.
Instalação das formas das paredes da caixa e dos tubos da rede coletora.
Execução da concretagem da estrutura das paredes e alas da boca, fazendo
uso de vibradores.
Retirada das formas e preenchimento do espaço lateral com solo compactado;
Instalação da tampa de ferro para futuras inspeções.
Definição
Boca BSTC D=1,20 M esconsidade 30º com alas esconsas.
Condições Gerais
Conta com sistema de articulação por rótula, que evita a quebra e possibilita a
retirada da tampa. Além disso, tem anel de polietileno antirruído, abertura livre com
1200 mm e travamento a 110°.
Critérios de Medição e Pagamento
A instalação da boca, será medida pela sua quantidade, em unidade, de acordo
com a definida em projeto e planilha.
REFERÊNCIAS
FONTE CÓDIGO DESCRIÇÃO
DNIT 030/2004-ES Drenagem – Dispositivos de drenagem pluvial
urbana – Especificação de serviço
3.10 – Boca de BSTC D = 0,60 m - esconsidade 0° - areia e brita comerciais
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- alas esconsas
Idem item 3.9.
3.11 – Carga, manobra e descarga de agregados ou solos em caminhão
basculante de 10 m³ - carga com carregadeira de 3,40 m³ e descarga livre
Definição
Carga Mecanizada
Consiste no carregamento de material de qualquer categoria, em caminhões
basculantes ou em outros equipamentos transportadores, com utilização de pás
carregadeiras ou escavadeiras.
O material é oriundo de cortes de materiais de baixa qualidade retirados dos
locais de intervenção, material este que não poderá ser usado para base do
pavimento por conter material orgânico de venha prejudicar a funcionalidade e vida
útil do revestimento asfáltico, portanto, devem ser removidos.
Descarga Mecanizada
Consiste no descarregamento de material de qualquer categoria, em
caminhões basculantes ou em outros equipamentos transportadores.
Sendo o material de baixa qualidade e sua descarga será no local definido em
projeto e pela FISCALIZAÇÃO.
Materiais
Material procedente da escavação do terreno natural, geralmente, é
constituído por solo, alteração de rocha, rocha ou associação destes tipos.
Para os efeitos desta Especificação será adotada a seguinte classificação:
Material de 1ª categoria
Compreende os solos em geral, residuais ou sedimentares, seixos rolados ou
não, com diâmetro máximo inferior a 0,15 m, qualquer que seja o teor da umidade
apresentado.
Método Executivo
A carga e descarga será geralmente precedida pela escavação do material de
baixa qualidade, e sua deposição na praça de carregamento em condições de ser
manipulado pelo equipamento de carga.
As praças de carregamento deverão apresentar boas condições de
conservação, circulação e manobra.
No caso de solo para bota-fora, a carga e descarga será feita juntamente com
a escavação, principalmente quando se tratar de serviço em área urbana.
O material deverá ser lançado na caçamba, de maneira a que fique
uniformemente distribuído, no limite geométrico da mesma, para que não ocorra
derramamento pelas bordas durante o transporte.
Tratando-se de transporte em área urbana, estradas ou em locais onde haja
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tráfego de veículos ou pedestres, a caçamba do equipamento deverá ser
completamente coberta com lona apropriada, ainda no local da carga, evitando-se,
assim, poeira e queda de material nas vias.
Critérios de Controle
Os equipamentos de transporte deverão ter as dimensões de suas caçambas
levantadas e anotadas, previamente, visando-se facilitar a apropriação dos volumes,
no caso de medição por volume solto carregado.
Na carga e descarga, o material deverá ser uniformemente distribuído na
caçamba.
O controle da carga e descarga, quanto à distribuição do material, será visual;
quanto à determinação do volume, o procedimento será aquele descrito no Critério
de Medição, a seguir.
Equipe e Equipamentos de Carregamento
A utilização da carga e descarga mecanizada se fará de acordo com as
condições dos locais de depósito do material, ficando sua definição a cargo da
Fiscalização.
Critérios de Medição e Pagamento
Havendo necessidade de remunerar em separado, a carga, manobra e
descarga do material proveniente da escavação, os seus volumes deverão ser
tonelada.
A medição será feita pelo volume solto (tonelada), efetivamente carregado.
Este volume será determinado pela média da altura do material em relação ao
fundo da caçamba, em pelo menos, 3 pontos. Os volumes serão aferidos pela
Fiscalização para cada viagem, apropriando-se o total das mesmas.
O pagamento será efetuado por preço unitário contratual e conforme medição
aprovada pela
Fiscalização, estando incluídos neles todo o equipamento e pessoal
necessários, bem como os encargos e outras despesas necessárias à sua
execução.
3.12 - Transporte com caminhão basculante de 14 m³ - rodovia
pavimentada
Definição
Esta especificação regulamenta o transporte de materiais que possam ser
medidos por volume.
Os materiais transportados abrangidos por esta Especificação podem ser:
-Materiais de 1ª categorias previstas para os serviços de terraplenagem e
escavações ou oriundos destes;
-Qualquer dos materiais utilizados na execução das diversas camadas do
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pavimento, no caso Solo;
Considera-se o transporte em caminhões basculantes para aqueles materiais
que possam ter seu volume facilmente determinado, no caso material de
BOTAFORA.
Considera-se o transporte em caminhões com carroceria de madeira para
aqueles que apresentem dificuldade em determinação do volume, mas com peso
facilmente obtido, seja através de mensuração em balança ou de cálculo de unidade
x densidade, tais como peças de concreto pré-moldado.
Para os efeitos desta Especificação será adotada a seguinte
classificação:
Material de 1ª categoria
Compreende os solos em geral, residuais ou sedimentares, seixos rolados ou
não, com diâmetro máximo inferior a 0,15 m, qualquer que seja o teor da umidade
apresentado.
Método Executivo
Os transportes serão efetuados por profissionais habilitados e com
experiência comprovada, mesmo quando feitos em locais onde não seja necessária
habilitação. Não serão permitidos motoristas não habilitados no DETRAN.
A CONTRATADA torna-se responsável pelo transporte dos materiais desde
sua carga até a sua entrega nos pontos determinados pela Fiscalização. Ficam sob
sua responsabilidade os cuidados de carregamento e descarregamento,
acomodação deforma adequada no veículo e no local de descarga, assim como
todas as precauções necessárias durante o transporte.
Ficam a cargo da CONTRATADA o seguro da carga, quando necessário,
assim como do veículo.
Qualquer acidente que ocorra com a carga, o veículo ou contra terceiros,
durante o transporte, será de sua inteira responsabilidade.
É obrigação da CONTRATADA o controle das viagens transportadas, a fim de
evitar que o material seja descarregado fora do local de destino ou em locais não
apropriados.
Qualquer que seja o local de transporte, não serão permitidas pessoas
viajando sobre a carga.
Deverão ser observadas todas as regras da legislação de trânsito no que se
refere a transporte de cargas, mesmo dentro dos canteiros de obras.
Transporte em Caminhões Basculantes
O material deverá ser lançado na caçamba, de maneira que fique
uniformemente distribuído, no limite geométrico da mesma, para que não ocorra
derramamento pelas bordas durante o transporte.
Sendo o transporte do BOTA FORA com D.M.T , vide Projeto Croqui
Jazida e Bota Fora_Dren.
No transporte em canteiros de obra, o caminho a ser percorrido pelos
caminhões deverá ser mantido em condições de permitir velocidade adequada, boa
visibilidade e possibilidade de cruzamento. Os caminhos de percurso deverão ser
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umedecidos para evitar o excesso de poeira, e devidamente drenados, para que não
surjam atoleiros ou trechos escorregadios.
Tratando-se de transporte em área urbana, estradas ou em locais onde haja
tráfego de veículos ou pedestres, a caçamba do caminhão deverá ser
completamente coberta com lona apropriada, ainda no local da carga, evitando-se,
assim, poeira e derramamento de material nas vias.
Deverão ser utilizados caminhões basculantes em número e capacidade
compatíveis com a necessidade do serviço e com a produtividade requerida.
A carga deverá ser feita dentro do limite legal de capacidade do veículo
(volume e/ou peso), mesmo dentro de canteiros de obras.
Equipamentos
Todos os veículos utilizados deverão estar em condições técnicas e legais de
trafegar em qualquer via pública.
Entende-se por condições técnicas o bom estado do veículo, principalmente
no que diz respeito à parte elétrica (faróis, setas, luz de advertência, luz de ré, etc.),
motor (emissões de gases, vazamentos, etc.), freios, pneus, direção e sistema
hidráulico.
Entende-se por condições legais a existência comprovada da documentação
do veículo – Seguro Obrigatório e IPVA em dia e documento de porte obrigatório
original.
Critérios de Controle
O percurso a ser seguido pelo caminhão será objeto de aprovação prévia pela
Fiscalização.
Quando se tratar de material de jazida, o local de descarga será definido pela
Fiscalização.
O trânsito dos veículos de carga, fora das áreas de trabalho, deverá ser
evitado, tanto quanto possível, principalmente onde houver áreas com relevante
interesse paisagístico ou ecológico.
Transporte em Caminhões Basculantes
O controle da carga, quanto à distribuição do material, será visual; quanto à
determinação do volume, o procedimento será aquele descrito no Critério de
Medição, a seguir.
No caso de materiais a serem medidos na báscula, tais como os provenientes
de demolições, deverá haver a distribuição homogênea, de modo a permitir o cálculo
do volume transportado em cada viagem.
Os caminhões deverão ter as dimensões de suas caçambas medidas e
anotadas, previamente, visando-se facilitar a apropriação dos volumes, no caso de
medição por volume solto carregado.
Critérios de Medição e Pagamento
Transporte com Caminhões Basculante, na Obra, (Transporte) e DMT
Definidos Medição por Volume Transportado (ton x km)
Materiais de terraplenagem a medição será feita multiplicando-se o volume
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extraído, em tonelada, medido no corte da jazida, pela distância de transporte entre
estes e o local de depósito, obedecendo-se às seguintes condições:
-Não haverá distinção com relação à classificação dos materiais de 1ª, 2 ª e 3
ª categorias.
-O cálculo dos volumes será resultante da aplicação do método da "média das
áreas".
Em situações excepcionais ou quando não houver corte a medir (materiais
previamente armazenados ou adquiridos de terceiros), a medição será feita pelo
volume solto (tonelada), efetivamente carregado x a distância de intervenção.
Este volume será determinado pela média da altura do material em relação ao
fundo da caçamba, em pelo menos, 3 pontos. Os volumes serão aferidos pela
Fiscalização para cada viagem, apropriando-se o total das mesmas.
A distância de transporte será medida ao longo do percurso seguido pelo
caminhão, entre os centros de gravidade das massas. O percurso a ser utilizado
deverá ser previamente aprovado pela Fiscalização.
Estão incluídos nos preços todos os custos de manutenção, drenagem e
conservação dos caminhos de percurso, tempo de carga, descarga e manobra, todo
o equipamento e pessoal necessários, bem como os encargos e outras despesas
necessárias à sua execução.
O pagamento será feito pelo preço unitário contratual, conforme medição
aprovada pela Fiscalização, incluindo toda a mão-de-obra, materiais, equipamentos
e encargos necessários à execução do serviço.
4.0 - TERRAPLANAGEM
4.1. - Escavação e carga de material com escavadeira hidráulica de 1,56
m³
Objetivo
Estabelecer as condições exigíveis para as operações de escavação dos
materiais não desejáveis para implantação da plataforma da rodovia, em
conformidade com o projeto.
Definições
Para os efeitos desta norma são adotadas as definições dos parágrafos
seguintes:
Cortes- segmentos de rodovia, em que a implantação requer a escavação do
terreno natural, ao longo do eixo e no interior dos limites das seções do projeto que
definem o corpo estradal.
Material de 1ª Categoria – compreende o solo em geral, residual ou
sedimentar, seixos rolados ou não, com diâmetro máximo ou inferior a 0,15m,
qualquer que seja o teor de umidade apresentado.
Que neste caso seria material retirado da pista para bota-fora.
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Condições Gerais
A operação será procedida da execução dos serviços de retirada de material
não aproveitável, ou seja, material que venham ser prejudicial a funcionalidade do
pavimento.
Condições especificas
Material
Procedente da escavação do terreno natural constituído por solo, alteração
rocha, rocha ou associação destes tipos.
Equipamento
A escavação do corte será executada mediante a utilização racional de
equipamento adequado, que possibilite a execução dos serviços sob as condições
especificadas e produtividade requerida.
A seleção dos equipamentos obedecerá às indicações seguintes:
a) corte em solo – utilizam-se, em geral, tratores equipados com lâminas,
escavo-transportadores, ou escavadores conjugados com transportadores diversos.
A operação incluirá, complementarmente, a utilização de tratores e motoniveladora,
para manutenção de caminhos de serviço e áreas de trabalho, além de tratores
empurradores (“pushers”).
b) remoção de solos orgânicos, turfa ou similares, com emprego de
escavadeiras, do tipo “dragline”, complementado por outros equipamentos citados
nas alíneas anteriores.
Execução
As operações de cortes que compreendem o contido nos seguintes
parágrafos:
Escavação dos materiais constituintes do terreno natural, de acordo com as
indicações técnicas de projeto.
Retirada das camadas de má qualidade visando o preparo das fundações dos
aterros, de acordo com as indicações do projeto. Estes materiais são transportados
para locais previamente indicados, de modo a não causar transtornos à obra, em
caráter temporário ou definitivo.
Constatada a conveniência técnica e econômica de reserva do material
escavado nos cortes, para a confecção das camadas superficiais da plataforma, será
o mesmo depositado em local previamente escolhido para oportuna utilização, seja
pela empresa e/ou prefeitura.
Atendido o projeto e, sendo técnica e economicamente aconselhável, as
massas em excesso, removidas desde da etapa final dos serviços, que resultará em
bota-foras, serão removidos, de modo a não constituírem ameaça à estabilidade
rodoviária, e nem prejudicarem o aspecto paisagístico ou meio ambiente da região.
Manejo Ambiental
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Os taludes do bota-foras deverão ter inclinação suficiente para evitar
escorregamentos.
Os bota-foras são executados de forma a evitar que o escoamento as águas
pluviais possam carrear o material depositado, causando assoreamentos.
Deverá ser feito revestimento vegetal dos bota-foras, inclusive os de 3ª
categoria, após a conformação final, a fim de incorporá-los à paisagem local.
O trânsito dos equipamentos e veículos de serviço, fora das áreas de
trabalho, deverá ser evitado tanto quanto for possível, principalmente, quando
houver área com relevante interesse paisagístico ou ecológico.
O revestimento vegetal dos taludes, quando previsto, deverá ser executado
imediatamente após o corte.
Inspeção
Controle da execução
Geométrico
Levantamentos topográficos apontaram se a altura e a largura da plataforma
no corte atendem à seção transversal especificada no projeto.
Os taludes dos cortes deverão apresentar, após operação de terraplanagem,
a inclinação indicada no projeto.
Verificação final da qualidade
O acabamento da plataforma de corte deverá atender à conformação da
seção transversal indicada no projeto, admitidas as tolerâncias seguintes:
a) variação de altura máxima, para eixo e bordos:
• cortes em solo: + 0,05m;
• cortes em rocha: + 0,10m.
b) variação de largura de + 0,20m para cada semi-plataforma, não se
admitindo variação negativa.
O acabamento do talude de corte deverá ao descrito na subseção
“Execução” com as tolerâncias indicadas no parágrafo anterior.
Aceitação e rejeição
Os serviços serão aceitos se estiverem de acordo com esta Especificação, e
serão rejeitados em caso contrário.
Os serviços rejeitados serão corrigidos ou complementados.
Critério de medição
A medição considera o volume extraído, medido no corte. Os serviços aceitos
serão medidos de acordo com os critérios dos parágrafos abaixo:
Os materiais escavados devem ser classificados em conformidade com o
descrito na seção “definições” desta especificação.
Uma vez perfeitamente caracterizado material, proceder a medição
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especifica, não se admitindo, neste caso, classificação percentual do referido
material. Os cortes que apresentarem mistura do material com as demais, de limites
poucos definidos serão objeto de classificação especifica.
REFERÊNCIAS
DNIT ES 106/2009 Terraplenagem - Cortes
DNER PRO 277 Metodologia para controle estatístico de obras e serviços.
DNIT PRO
001/2009
Elaboração e apresentação de normas do DNIT -
Procedimento
DNIT PRO
011/2004
Gestão da qualidade em obras rodoviárias - Procedimento
DNIT PRO
013/2004
Requisitos para a qualidade em obras rodoviárias:
procedimento
DNIT PRO 070 Condicionantes ambientais das áreas de uso de obras -
Procedimento
DNIT ES 104 Terraplenagem – Serviços preliminares – Especificação de
serviço
DNIT ES 105 Terraplenagem –Caminhos de serviço – Especificação de
serviço
DNIT ES 108 Terraplenagem - Aterros –Especificação de serviço
3.3.3 - Transporte com caminhão basculante de 14 m³ - rodovia
pavimentada
Definição
Esta especificação regulamenta o transporte de materiais que possam ser
medidos por volume ou peso.
Os materiais transportados abrangidos por esta Especificação podem ser:
-Materiais de 1ª categorias previstas para os serviços de terraplenagem ou
oriundos destes;
-O material não aproveitável, ou seja, material que apresente risco a
funcionalidade final do pavimento, no caso TSD;
Considera-se o transporte em caminhões basculantes para aqueles materiais
que possam ter seu volume facilmente determinado, tais como britas, areia, terra,
asfalto, etc.
Considera-se o transporte em caminhões com carroceria de madeira para
aqueles que apresentem dificuldade em determinação do volume, mas com peso
facilmente obtido, seja através de mensuração em balança ou de cálculo de unidade
x densidade, tais como peças de concreto pré-moldado.
Para os efeitos desta Especificação será adotada a seguinte
classificação:
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Material de 1ª categoria
Compreende os solos em geral, residuais ou sedimentares, seixos rolados ou
não, com diâmetro máximo inferior a 0,15 m, qualquer que seja o teor da umidade
apresentado.
Método Executivo
Os transportes serão efetuados por profissionais habilitados e com experiência
comprovada, mesmo quando feitos em locais onde não seja necessária habilitação.
Não serão permitidos motoristas não habilitados no DETRAN.
A CONTRATADA torna-se responsável pelo transporte dos materiais desde
sua carga até a sua entrega nos pontos determinados pela Fiscalização. Ficam sob
sua responsabilidade os cuidados de carregamento e descarregamento,
acomodação deforma adequada no veículo e no local de descarga, assim como
todas as precauções necessárias durante o transporte.
Ficam a cargo da CONTRATADA o seguro da carga, quando necessário, assim
como do veículo.
Qualquer acidente que ocorra com a carga, o veículo ou contra terceiros,
durante o transporte, será de sua inteira responsabilidade.
É obrigação da CONTRATADA o controle das viagens transportadas, a fim de
evitar que o material seja descarregado fora do local de destino ou em locais não
apropriados.
Qualquer que seja o local de transporte, não serão permitidas pessoas viajando
sobre a carga.
Deverão ser observadas todas as regras da legislação de trânsito no que se
refere a transporte de cargas, mesmo dentro dos canteiros de obras.
Transporte em Caminhões Basculantes
O material deverá ser lançado na caçamba, de maneira que fique
uniformemente distribuído, no limite geométrico da mesma, para que não ocorra
derramamento pelas bordas durante o transporte.
No transporte em canteiros de obra, o caminho a ser percorrido pelos
caminhões deverá ser mantido em condições de permitir velocidade adequada, boa
visibilidade e possibilidade de cruzamento. Os caminhos de percurso deverão ser
umedecidos para evitar o excesso de poeira, e devidamente drenados, para que não
surjam atoleiros ou trechos escorregadios.
Tratando-se de transporte em área urbana, estrada ou em locais onde haja
tráfego de veículos ou pedestres, a caçamba do caminhão deverá ser
completamente coberta com lona apropriada, ainda no local da carga, evitando-se,
assim, poeira e derramamento de material nas vias.
Deverão ser utilizados caminhões basculantes em número e capacidade
compatíveis com a necessidade do serviço e com a produtividade requerida.
A carga deverá ser feita dentro do limite legal de capacidade do veículo
(volume e/ou peso), mesmo dentro de canteiros de obras
Equipamentos
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Todos os veículos utilizados deverão estar em condições técnicas e legais de
trafegar em qualquer via pública.
Entende-se por condições técnicas o bom estado do veículo, principalmente no
que diz respeito à parte elétrica (faróis, setas, luz de advertência, luz de ré, etc.),
motor (emissões de gases, vazamentos, etc.), freios, pneus, direção e sistema
hidráulico.
Entende-se por condições legais a existência comprovada da documentação
do veículo –Seguro Obrigatório e IPVA em dia e documento de porte obrigatório
original.
Critérios de Controle
O percurso a ser seguido pelo caminhão será objeto de aprovação prévia pela
Fiscalização.
Quando se tratar de material a ser estocado em bota-fora, o local de descarga
está definido em projeto.
O trânsito dos veículos de carga, fora das áreas de trabalho, deverá ser
evitado, tanto quanto possível, principalmente onde houver áreas com relevante
interesse paisagístico ou ecológico.
Transporte em Caminhões Basculantes
O controle da carga, quanto à distribuição do material, será visual; quanto à
determinação do volume, o procedimento será aquele descrito no Critério de
Medição, a seguir.
No caso de materiais a serem medidos na báscula, tais como os provenientes
de demolições, deverá haver a distribuição homogênea, de modo a permitir o cálculo
do volume transportado em cada viagem.
Os caminhões deverão ter as dimensões de suas caçambas medidas e
anotadas, previamente, visando-se facilitar a apropriação dos volumes, no caso de
medição por volume solto carregado.
Critérios de Medição e Pagamento
Transporte com Caminhões Basculante, na Obra, (Transporte) e DMT
Definidos
Medição por Tonelada Transportada (T x Km)
Materiais de terraplenagem a medição será feita multiplicando-se o volume
extraído, em metros cúbicos, medido no corte de material de bota-fora, pela
distância de transporte entre estes e o local de depósito, obedecendo-se às
seguintes condições:
-Não haverá distinção com relação à classificação dos materiais de 1ª,2ª e 3 ª
categorias.
-O cálculo dos volumes será resultante da aplicação do método da "média das
áreas".
Em situações excepcionais ou quando não houver corte a medir (materiais
previamente armazenados ou adquiridos de terceiros), a medição será feita pelo
volume solto (m³), efetivamente carregado a distância do local de intervenção.
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Este volume será determinado pela média da altura do material em relação ao
fundo da caçamba, em pelo menos, 3 pontos. Os volumes serão aferidos pela
Fiscalização para cada viagem, apropriando-se o total das mesmas.
A distância de transporte será medida ao longo do percurso seguido pelo
caminhão, entre os centros de gravidade das massas. O percurso a ser utilizado
deverá ser previamente aprovado pela Fiscalização.
Estão incluídos nos preços todos os custos de manutenção, drenagem e
conservação dos caminhos de percurso, tempo de carga, descarga e manobra, todo
o equipamento e pessoal necessários, bem como os encargos e outras despesas
necessárias à sua execução.
O pagamento será feito pelo preço unitário contratual, conforme medição
aprovada pela Fiscalização, incluindo toda a mão-de-obra, materiais, equipamentos
e encargos necessários à execução do serviço.
REFERÊNCIAS
DNER Manual de Composições de Custos Rodoviários
5.0 – PAVIMENTAÇÃO EM TSD
5.1 - Regularização do subleito - 100% Proctor intermediário
Definições
Para os efeitos desta Norma, aplicam-se as seguintes definições:
Regularização do subleito
Operação destinada a conformar o leito estradal, transversal e
longitudinalmente, obedecendo às larguras e cotas constantes das notas de serviço
de regularização de terraplenagem do projeto, compreendendo cortes ou aterros até
20cm de espessura.
Nota de serviço de regularização
Documento de projeto que contém o conjunto de dados numéricos relativos às
larguras e cotas a serem obedecidas na execução da camada final de regularização
do subleito.
Condições gerais
a) A regularização deve ser executada prévia e isoladamente da construção de
outra camada do pavimento.
b) Cortes e aterros com espessuras superiores a 20cm devem ser executados
previamente à execução da regularização do subleito, de acordo com as
especificações de terraplenagem DNIT 105/2009-ES, DNIT 106/2009-ES, DNIT
107/2009-ES e DNIT 108/2009-ES.
c) Não deve ser permitida a execução dos serviços objeto desta Norma em
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dias de chuva.
d) É responsabilidade da executante a proteção dos serviços e materiais contra
a ação destrutiva das águas pluviais, do tráfego e de outros agentes que possam
danificá-los.
Condições específicas
Material
Os materiais empregados na regularização do subleito devem ser
preferencialmente os do próprio. Em caso de substituição ou adição de material,
estes devem ser provenientes de ocorrências de materiais indicadas no projeto e
apresentar as características estabelecidas na alínea “d” da subseção Materiais, da
Norma DNIT 108/2009-ES: Terraplenagem – Aterros – Especificação de Serviço,
quais sejam, a melhor capacidade de suporte e expansão ≤ 2%, cabendo a
determinação da compactação de CBR e de expansão pertinentes, por intermédio
dos seguintes ensaios:
Ensaio de Compactação – Norma DNER-ME 129/94, na energia definida no
projeto;
Ensaio de índice de Suporte Califórnia – ISC – Norma DNER-ME 49/94, com a
energia do Ensaio de Compactação.
Quando submetidos aos ensaios de caracterização DNER-ME 080/94, DNERME 082/94 e DNER-ME 122/94, devem atender ao que se segue:
Não possuir partículas com diâmetro máximo acima de 76 mm (3 polegadas);
O Índice de Grupo (IG) deve ser no máximo igual ao do subleito indicado no
projeto.
Equipamento
São indicados os seguintes tipos de equipamento para a execução de
regularização:
a) Motoniveladora pesada, com escarificador;
b) Carro tanque distribuidor de água;
c) Rolos compactadores autopropulsados tipos pé-de-carneiro, liso-vibratórios
e pneumáticos;
d) Grades de discos, arados de discos e tratores de pneus;
e) Pulvimisturador.
Os equipamentos de compactação e mistura devem ser escolhidos de acordo
com o tipo de material empregado.
Execução
a) Toda a vegetação e material orgânico porventura existentes no leito da
rodovia devem ser removidos.
b) Após a execução de cortes, aterros e adição do material necessário para
atingir o greide de projeto, deve-se proceder à escarificação geral na profundidade
de 20 cm, seguida de pulverização, umedecimento ou secagem, compactação e
acabamento.
c) No caso de cortes em rocha a regularização deve ser executada de acordo
com o projeto específico de cada caso.
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Condicionantes ambientais
Objetivando a preservação ambiental, devem ser devidamente observadas e
adotadas as soluções e os respectivos procedimentos específicos atinentes ao tema
ambiental definidos e/ou instituídos no instrumental técnico-normativo pertinente
vigente no DNIT, especialmente a Norma DNIT 070/2006-PRO, e na documentação
técnica vinculada à execução das obras, documentação esta que compreende o
Projeto de Engenharia – PE, o Estudo Ambiental (EIA ou outro), os Programas
Ambientais do Plano Básico Ambiental – PBA pertinentes e as recomendações e
exigências dos órgãos ambientais.
Inspeções
Controle dos Insumos
Os materiais utilizados na execução da regularização do subleito devem ser
rotineiramente examinados mediante a execução dos seguintes procedimentos:
a) Ensaios de caracterização do material espalhado na pista, em locais
escolhidos aleatoriamente. Deve ser coletada uma amostra, para cada 200 m de
pista ou por jornada diária de trabalho. A frequência destes ensaios pode ser
reduzida, a critério da Fiscalização, para uma amostra por segmento de 400 m de
extensão, no caso de materiais homogêneos.
b) Ensaios de compactação pelo método DNER-ME 129/94, para o material
coletado na pista, em locais escolhidos aleatoriamente. Deve ser coletada uma
amostra para cada 200 m de pista ou jornada diária de trabalho. A frequência destes
ensaios pode ser reduzida a critério da Fiscalização, para uma amostra por
segmento de 400 m de extensão, no caso de materiais homogêneos.
c) Ensaios de Índice de Suporte Califórnia (ISC) e Expansão, pelo método
DNER-ME 049/94, com energia de compactação, para o material coletado na pista,
a cada 400 m em locais escolhidos aleatoriamente, onde foram retiradas amostras
para o ensaio de compactação. A frequência destes ensaios pode ser reduzida, a
critério da Fiscalização, para uma amostra a cada 800 m de extensão, no caso de
materiais homogêneos.
d) A frequência indicada para a execução de ensaios é a mínima aceitável.
Para pistas de extensão limitada, com área de até 4.000 m², devem ser
coletadas pelo menos 5 amostras, para execução do controle dos insumos.
Controle da execução
O controle da execução da regularização do subleito deve ser exercido
mediante a coleta de amostras, ensaios e determinações feitas de maneira aleatória,
de acordo com o Plano de Amostragem Variável (vide subseção “Plano de
amostragem – Controle tecnológico”). Devem ser efetuados as seguintes
determinações e ensaios:
a) Ensaio de umidade higroscópica do material, imediatamente antes da
compactação, para cada 100 m de pista a ser compactada, em locais escolhidos
aleatoriamente (método DNER-ME 052/94 ou DNER-ME 088/94). A tolerância
admitida para a umidade higroscópica deve ser de ± 2% em relação à umidade
ótima.
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b) Ensaio de massa específica aparente seca “in situ”, determinada pelos
métodos DNER-ME 092/94 ou
DNER-ME 036/94, em locais escolhidos aleatoriamente. Para pistas de
extensão limitada, com volumes de, no máximo, 1.250 m³ de material, devem ser
feitas, pelo menos, cinco determinações para o cálculo de grau de compactação
(GC).
c) Os cálculos de grau de compactação devem ser realizados utilizando-se os
valores da massa específica aparente seca máxima obtida no laboratório e da
massa específica aparente seca “in situ” obtida na pista. Não devem ser aceitos
valores de grau de compactação inferiores a 100% em relação à massa específica
aparente seca máxima, obtida no laboratório.
Verificação do produto
A verificação final da qualidade da camada de regularização do subleito
(Produto) deve ser exercida através das determinações executadas de acordo com o
Plano de Amostragem Variável (vide subseção “Plano de amostragem – Controle
tecnológico”). Após a execução da regularização do subleito, deve-se proceder ao
controle geométrico, mediante a relocação e o nivelamento do eixo e das bordas,
permitindo-se as seguintes tolerâncias:
a) ± 10 cm, quanto à largura da plataforma;
b) até 20%, em excesso, para a flecha de abaulamento, não se tolerando falta;
c) ± 3 cm em relação às cotas do greide do projeto.
Plano de amostragem – Controle tecnológico
O número e a frequência de determinações correspondentes aos diversos
ensaios para o controle tecnológico da execução e do produto devem ser
estabelecidos segundo um Plano de Amostragem aprovado pela Fiscalização,
elaborado de acordo com os preceitos da Norma DNER-PRO 277/97.
O tamanho das amostras deve ser documentado e previamente informado à
Fiscalização.
Condições de conformidade e não-conformidade
Todos os ensaios de controle e determinações relativos à execução e ao
produto, realizados de acordo com o Plano de Amostragem citado na subseção
“Plano de amostragem – Controle tecnológico”, devem cumprir as condições
gerais e específicas desta Norma, e estar de acordo com os seguintes critérios:
Quando especificado valor ou limite mínimo e/ou máximo a ser (em)
atingido(s), devem ser verificadas as seguintes condições:
a) Condições de conformidade:
̅X- ks ≥ valor mínimo especificado;
̅X+ ks ≤ valor máximo especificado.
b) Condições de não-conformidade:
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̅X- ks< valor mínimo especificado;
̅X+ ks> valor máximo especificado.
Sendo:
Onde:
Xi – valores individuais
s - desvio padrão da amostra
k - coeficiente tabelado em função do número de determinações
n - número de determinações (tamanho da amostra).
Quando especificado um valor máximo a ser atingido, devem ser verificadas as
seguintes condições:
Os resultados do controle estatístico devem ser registrados em relatórios
periódicos de acompanhamento, de acordo com a norma DNIT 011- PRO, a qual
estabelece que sejam tomadas providências para tratamento das “Nãoconformidades” da execução e do produto.
Os serviços só devem ser aceitos se atenderem às prescrições desta Norma.
Todo detalhe incorreto ou mal executado deve ser corrigido.
Qualquer serviço corrigido só deve ser aceito se as correções executadas o
colocarem em conformidade com o disposto nesta Norma; caso contrário deve ser
rejeitado.
Critérios de medição
Os serviços considerados conformes devem ser medidos de acordo com os
critérios estabelecidos no Edital de Licitação dos serviços ou, na falta destes
critérios, de acordo com as seguintes disposições gerais:
a) a regularização do subleito deve ser medida em metros quadrados,
considerando a área efetivamente executada. Não devem ser motivos de medição
em separado: mão-de-obra, materiais, transporte, equipamentos e encargos,
devendo os mesmos ser incluídos na composição do preço unitário;
b) no cálculo da área de regularização devem ser consideradas as larguras
médias da plataforma obtidas no controle geométrico;
c) não devem ser considerados quantitativos de serviço superiores aos
indicados no projeto;
d) nenhuma medição deve ser processada se a ela não estiver anexado um
relatório de controle da qualidade, contendo os resultados dos ensaios e
determinações devidamente interpretados, caracterizando a qualidade do serviço
executado.
REFERÊNCIAS
DNIT -ES 137/2010 Pavimentação – Regularização do subleito
DNER-ME 122/94 Solos – determinação do limite de liquidez – método de
referência e método expedito.
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DNER-ME 129/94 Solos – compactação utilizando amostras não trabalhadas.
5.2 - Transporte com caminhão basculante de 14 m³ - rodovia
pavimentada - Cascalho
Definição
Esta especificação regulamenta o transporte de materiais que possam ser
medidos por volume.
Os materiais transportados abrangidos por esta Especificação podem ser:
-Materiais de 1ª categorias previstas para os serviços de terraplenagem ou
oriundos destes;
-O material não aproveitável, ou seja, material que apresente risco a
funcionalidade final do pavimento, no caso TSD;
Considera-se o transporte em caminhões basculantes para aqueles materiais
que possam ter seu volume facilmente determinado, tais como britas, areia, terra,
asfalto, etc.
Considera-se o transporte em caminhões com carroceria de madeira para
aqueles que apresentem dificuldade em determinação do volume, mas com peso
facilmente obtido, seja através de mensuração em balança ou de cálculo de unidade
x densidade, tais como peças de concreto pré-moldado.
Para os efeitos desta Especificação será adotada a seguinte
classificação:
Material de 1ª categoria
Compreende os solos em geral, residuais ou sedimentares, seixos rolados ou
não, com diâmetro máximo inferior a 0,15 m, qualquer que seja o teor da umidade
apresentado.
Método Executivo
Os transportes serão efetuados por profissionais habilitados e com experiência
comprovada, mesmo quando feitos em locais onde não seja necessária habilitação.
Não serão permitidos motoristas não habilitados no DETRAN.
A CONTRATADA torna-se responsável pelo transporte dos materiais desde
sua carga até a sua entrega nos pontos determinados pela Fiscalização. Ficam sob
sua responsabilidade os cuidados de carregamento e descarregamento,
acomodação deforma adequada no veículo e no local de descarga, assim como
todas as precauções necessárias durante o transporte.
Ficam a cargo da CONTRATADA o seguro da carga, quando necessário, assim
como do veículo.
Qualquer acidente que ocorra com a carga, o veículo ou contra terceiros,
durante o transporte, será de sua inteira responsabilidade.
É obrigação da CONTRATADA o controle das viagens transportadas, a fim de
evitar que o material seja descarregado fora do local de destino ou em locais não
apropriados.
Qualquer que seja o local de transporte, não serão permitidas pessoas viajando
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sobre a carga.
Deverão ser observadas todas as regras da legislação de trânsito no que se
refere a transporte de cargas, mesmo dentro dos canteiros de obras.
Transporte em Caminhões Basculantes
O material deverá ser lançado na caçamba, de maneira que fique
uniformemente distribuído, no limite geométrico da mesma, para que não ocorra
derramamento pelas bordas durante o transporte.
No transporte em canteiros de obra, o caminho a ser percorrido pelos
caminhões deverá ser mantido em condições de permitir velocidade adequada, boa
visibilidade e possibilidade de cruzamento. Os caminhos de percurso deverão ser
umedecidos para evitar o excesso de poeira, e devidamente drenados, para que não
surjam atoleiros ou trechos escorregadios.
Tratando-se de transporte em área urbana, estrada ou em locais onde haja
tráfego de veículos ou pedestres, a caçamba do caminhão deverá ser
completamente coberta com lona apropriada, ainda no local da carga, evitando-se,
assim, poeira e derramamento de material nas vias.
Deverão ser utilizados caminhões basculantes em número e capacidade
compatíveis com a necessidade do serviço e com a produtividade requerida.
A carga deverá ser feita dentro do limite legal de capacidade do veículo
(volume e/ou peso), mesmo dentro de canteiros de obras
Equipamentos
Todos os veículos utilizados deverão estar em condições técnicas e legais de
trafegar em qualquer via pública.
Entende-se por condições técnicas o bom estado do veículo, principalmente no
que diz respeito à parte elétrica (faróis, setas, luz de advertência, luz de ré, etc.),
motor (emissões de gases, vazamentos, etc.), freios, pneus, direção e sistema
hidráulico.
Entende-se por condições legais a existência comprovada da documentação
do veículo –Seguro Obrigatório e IPVA em dia e documento de porte obrigatório
original.
Critérios de Controle
O percurso a ser seguido pelo caminhão será objeto de aprovação prévia pela
Fiscalização.
Quando se tratar de material a ser estocado embota-fora, o local de descarga
está definido em projeto.
O trânsito dos veículos de carga, fora das áreas de trabalho, deverá ser
evitado, tanto quanto possível, principalmente onde houver áreas com relevante
interesse paisagístico ou ecológico.
Transporte em Caminhões Basculantes
O controle da carga, quanto à distribuição do material, será visual; quanto à
determinação do volume, o procedimento será aquele descrito no Critério de
Medição, a seguir.
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No caso de materiais a serem medidos na báscula, tais como os provenientes
de demolições, deverá haver a distribuição homogênea, de modo a permitir o cálculo
do volume transportado em cada viagem.
Os caminhões deverão ter as dimensões de suas caçambas medidas e
anotadas, previamente, visando-se facilitar a apropriação dos volumes, no caso de
medição por volume solto carregado.
Critérios de Medição e Pagamento
Transporte com Caminhões Basculante, na Obra, (Transporte) e DMT
Definidos
Medição por Tonelada Transportada (t x Km)
Materiais de terraplenagem a medição será feita multiplicando-se o volume
extraído, em toneladas, medido no corte de material de bota-fora, pelo peso
especifico do material e pela distância de transporte entre estes e o local de
depósito, obedecendo-se às seguintes condições:
-Não haverá distinção com relação à classificação dos materiais de 1ª,2ª e 3 ª
categorias.
-O cálculo dos volumes será resultante da aplicação do método da "média das
áreas".
Em situações excepcionais ou quando não houver corte a medir (materiais
previamente armazenados ou adquiridos de terceiros), a medição será feita pelo
volume solto (tonelada), efetivamente carregado a distância do local de intervenção.
Este volume será determinado pela média da altura do material em relação ao
fundo da caçamba, em pelo menos, 3 pontos. Os volumes serão aferidos pela
Fiscalização para cada viagem, apropriando-se o total das mesmas.
A distância de transporte será medida ao longo do percurso seguido pelo
caminhão, entre os centros de gravidade das massas. O percurso a ser utilizado
deverá ser previamente aprovado pela Fiscalização.
Estão incluídos nos preços todos os custos de manutenção, drenagem e
conservação dos caminhos de percurso, tempo de carga, descarga e manobra, todo
o equipamento e pessoal necessários, bem como os encargos e outras despesas
necessárias à sua execução.
O pagamento será feito pelo preço unitário contratual, conforme medição
aprovada pela Fiscalização, incluindo toda a mão-de-obra, materiais, equipamentos
e encargos necessários à execução do serviço.
REFERÊNCIAS
DNER Manual de Composições de Custos Rodoviários
5.3 - Sub-base de solo estabilizado granulometricamente sem mistura
com material de jazida - 100% Proctor intermediário
Definições
Para os efeitos desta Norma, aplicam-se as seguintes definições:
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Sub-base
Camada de pavimentação, complementar à base e com as mesmas funções
desta executada sobre o subleito ou reforço do subleito, devidamente compactado e
regularizado.
Estabilização granulométrica
Processo de melhoria da capacidade resistente de materiais “in natura” ou
mistura de materiais, mediante emprego de energia de compactação adequada, de
forma a se obter um produto final com propriedades adequadas de estabilidade e
durabilidade.
Sub-base estabilizada granulometricamente
Camada de sub-base executada com utilização do processo de estabilização
granulométrica.
Condições gerais
a) Não deve ser permitida a execução dos serviços, objeto desta Norma, em
dias de chuva.
b) É responsabilidade da executante a proteção dos serviços e materiais contra
a ação destrutiva das águas pluviais, do tráfego e de outros agentes que possam
danificá-los.
Condições específicas
Material
a) Os materiais constituintes são solos, mistura de solos, mistura de solos e
materiais britados.
b) Quando submetidos aos ensaios de caracterização DNER-ME 080/94,
DNER-ME 082/94 e DNER-ME 122/94, os materiais devem apresentar as seguintes
características:
Índice de Grupo - IG igual a zero;
A fração retida na peneira n° 10 no ensaio de granulometria deve ser
constituída de partículas duras, isentas de fragmentos moles, material orgânico ou
outras substâncias prejudiciais.
c) Índice de Suporte Califórnia – ISC ≥ 20% e Expansão ≤ 1%, determinados
através dos ensaios:
-Ensaio de Compactação - DNER-ME 129/94, na energia do Método B, ou
maior que esta;
-Ensaio de Índice de Suporte Califórnia - DNER-ME 049/94, com a energia do
ensaio de compactação.
d) No caso de solos lateríticos, os materiais submetidos aos ensaios acima
podem apresentar Índice de Grupo diferente de zero e expansão > 1,0%, desde que
no ensaio de expansibilidade (DNER-ME 029/94) apresente um valor inferior a 10%.
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Equipamento
São indicados os seguintes equipamentos para a execução da sub-base:
a) motoniveladora pesada, com escarificador;
b) carro tanque distribuidor de água;
c) rolos compactadores autopropulsados tipos pé-de-carneiro, liso-vibratórios e
pneumáticos;
d) grade de discos e/ou pulvimisturador;
e) tratores de pneus;
f) pá-carregadeira;
g) arados de disco;
h) central de mistura;
i) sapos mecânicos ou rolos vibratórios portáteis.
Execução
a) A execução da sub-base compreende as operações de mistura e
pulverização, umedecimento ou secagem dos materiais em central de mistura ou na
pista, seguidas de espalhamento, compactação e acabamento, realizadas na pista
devidamente preparada, na largura desejada, nas quantidades que permitam, após
a compactação, atingir a espessura projetada.
b) No caso de utilização de misturas de materiais devem ser obedecidos os
seguintes procedimentos:
Mistura prévia – Deve ser executada preferencialmente em centrais de mistura
próprias para este fim. Caso as quantidades a serem executadas não justifiquem a
instalação de central de mistura, a mesma pode ser feita com pá-carregadeira.
No segundo caso, a medida-padrão pode ser a concha da pá carregadeira
utilizada no carregamento do material. Conhecidos os números da medida-padrão
de cada material que melhor reproduza a dosagem projetada, deve ser iniciado o
processo de mistura em local próximo a uma das jazidas. Depositam-se
alternadamente os materiais, em lugar apropriado e na proporção desejada. A
mistura é então processada, revolvendo-se o monte formado com evoluções da
concha da pá-carregadeira. Para evitar erros na contagem do número de medidaspadrão dos materiais, recomenda-se que a etapa descrita anteriormente seja
executada dosando-se um ciclo da mistura por vez. Após a mistura prévia, o material
é transportado, por meio de caminhões basculantes, depositando-se sobre a pista
em montes adequadamente espaçados.
Segue-se com o espalhamento pela ação da motoniveladora.
Mistura na pista - A mistura na pista somente pode ser procedida quando na
mesma for utilizado material da pista existente, ou quando as quantidades a serem
executadas não justificarem a instalação de central de mistura.
Inicialmente, deve ser distribuído na pista o material que entra na composição
da mistura em maior quantidade. Segue-se o espalhamento do segundo material,
em quantidade que assegure o atendimento à dosagem e à espessura pretendida. O
material espalhado deve receber adequada conformação, de forma que a camada
apresente espessura constante.
c) Espalhamento - O material distribuído é homogeneizado mediante ação
combinada de grade de discos e motoniveladora. No decorrer desta etapa, devem
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ser removidos materiais estranhos ou fragmentos de tamanho excessivo.
d) Correção e homogeneização da umidade – A variação do teor de umidade
admitido para o material para início da compactação é de menos 2 pontos
percentuais até mais 1 ponto percentual da umidade ótima de compactação. Caso o
teor de umidade se apresente abaixo do limite mínimo especificado, deve-se
proceder ao umedecimento da camada com caminhão-tanque distribuidor de água,
seguindo-se a homogeneização pela atuação de grade de discos e motoniveladora.
Se o teor de umidade de campo exceder ao limite superior especificado, deve-se
aerar o material mediante ação conjunta da grade de discos e da motoniveladora,
para que o material atinja o intervalo da umidade especificada.
e) concluída a correção e homogeneização da umidade, o material deve ser
conformado, de maneira a se obter a espessura desejada após a compactação.
f) A execução da base compreende as operações de mistura e pulverização,
umedecimento ou secagem dos materiais realizados na pista ou em central de
mistura, bem como o espalhamento, compactação e acabamento na pista
devidamente preparada na largura desejada, nas quantidades que permitam, após a
compactação, atingir a espessura projetada (sendo e=20cm).
Quando houver necessidade de se executar camada de base com espessura
final superior a 20 cm, estas serão subdivididas em camadas parciais. A
espessura mínima de qualquer camada de base será 10 cm, após a
compactação. Conforme DNER- ES 301/97. Nesta fase devem ser tomados os
cuidados necessários para evitar a adição de material na fase de acabamento.
g) Compactação - Na fase inicial da obra devem ser executados segmentos
experimentais, com formas diferentes de execução, na sequência operacional de
utilização dos equipamentos, de modo a definir os procedimentos a serem
obedecidos nos serviços de compactação. Deve-se estabelecer o número de
passadas necessárias dos equipamentos de compactação para atingir o grau de
compactação especificado.
Deve ser realizada nova determinação, sempre que houver variação no
material ou do equipamento empregado.
h) A compactação deve evoluir longitudinalmente, iniciando pelas bordas. Nos
trechos em tangente, a compactação deve prosseguir das duas bordas para o
centro, em percursos equidistantes da linha base, o eixo. Os percursos ou passadas
do equipamento utilizado devem distar entre si de forma tal que, em cada percurso,
seja coberta metade da faixa coberta no percurso anterior. Nos trechos em curva,
havendo superelevação, a compactação deve progredir da borda mais baixa para a
mais alta, com percursos análogos aos descritos para os trechos em tangente.
i) Nas partes adjacentes ao início e ao fim da sub-base em construção, a
compactação deve ser executada transversalmente à linha base, o eixo.
Nas partes inacessíveis aos rolos compactadores, assim como nas partes em
que seu uso não for recomendável, tais como cabeceiras de pontes e viadutos, a
compactação deve ser executada com rolos vibratórios portáteis ou sapos
mecânicos.
j) Durante a compactação, se necessário, pode ser promovido o umedecimento
da superfície da camada, mediante emprego de carro-tanque distribuidor de água.
Esta operação é exigida sempre que o teor de umidade estiver abaixo do limite
inferior do intervalo de umidade admitido para a compactação.
k) Acabamento - O acabamento deve ser executado pela ação conjunta de
motoniveladora e de rolos de pneus e liso-vibratório. A motoniveladora deve atuar,
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quando necessário, exclusivamente em operação de corte, sendo vetada a correção
de depressões por adição de material.
l) Abertura ao tráfego - A sub-base estabilizada granulometricamente não deve
ser submetida à ação do tráfego. A extensão máxima a ser executada deve ser
aquela para a qual pode ser efetuado de imediato o espalhamento do material da
camada seguinte, de forma que a sub-base já liberada não fique exposta à ação de
intempéries que possam prejudicar sua qualidade.
Condicionantes ambientais
Objetivando a preservação ambiental, devem ser devidamente observadas e
adotadas as soluções e os respectivos procedimentos específicos atinentes ao tema
ambiental definidos e/ou instituídos no instrumental técnico-normativo pertinente
vigente no DNIT, especialmente a Norma DNIT 070/2006-PRO, e na documentação
técnica vinculada à execução das obras, documentação esta que compreende o
Projeto de Engenharia – PE, o Estudo Ambiental (EIA ou outro), os Programas
Ambientais do Plano Básico Ambiental – PBA pertinentes e as recomendações e
exigências dos órgãos ambientais.
Inspeções
Controle dos insumos
Os materiais utilizados na execução da sub-base devem ser rotineiramente
examinados, mediante a execução dos seguintes procedimentos:
a) Ensaios de caracterização do material espalhado na pista pelos métodos
DNER-ME 080/94, DNERME
082/94 e DNER/ME 122/94, em locais escolhidos aleatoriamente. Deve ser
coletada uma amostra por camada, para cada 200 m de pista, ou por jornada diária
de trabalho. A frequência destes ensaios pode ser reduzida, a critério da
Fiscalização, para uma amostra por segmento de 400 m de extensão, no caso do
emprego de materiais homogêneos.
b) Ensaios de compactação pelo método DNER-ME 129/94, com energia do
Método B, ou maior que esta, para o material coletado na pista, em locais escolhidos
aleatoriamente. Deve ser coletada uma amostra por camada, para cada 200 m de
pista, ou por jornada diária de trabalho. A frequência destes ensaios pode ser
reduzida a critério da Fiscalização, para uma amostra por segmento de 400 m de
extensão, no caso do emprego de materiais homogêneos.
c) No caso da utilização de material britado ou mistura de solo e material
britado, a energia de compactação de projeto pode ser modificada quanto ao
número de golpes, de modo a se atingir o máximo da densificação determinada em
trechos experimentais, em condições reais de trabalho no campo.
d) Ensaios de Índice de Suporte Califórnia - ISC e expansão pelo método
DNER-ME 049/94, na energia de compactação para o material coletado na pista, a
cada 400 m, em locais escolhidos aleatoriamente onde foram retiradas amostras
para o ensaio de compactação. A frequência destes ensaios pode ser reduzida, a
critério da Fiscalização, para uma amostra a cada 800 m de extensão, no caso do
emprego de materiais homogêneos.
e) A frequência indicada para a execução dos ensaios é a mínima aceitável.
f) Para pistas de extensão limitada, com área de até 4.000m², devem ser
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coletadas pelo menos cinco amostras, para execução do controle dos insumos.
Controle da execução
O controle da execução da sub-base estabilizada granulometricamente deve
ser exercido através de coleta de amostras, ensaios e determinações feitas de
maneira aleatória, de acordo com o Plano de Amostragem Variável (vide Plano de
amostragem – Controle tecnológico). Devem ser efetuadas as seguintes
determinações e ensaios:
a) Ensaio do fator de umidade do material, imediatamente antes da
compactação, por camada, para cada 100 m de pista a ser compactada, em locais
escolhidos aleatoriamente (métodos DNER-ME 052/94 ou DNER-ME088/94). A
tolerância admitida para o teor de umidade é de dois pontos percentuais em relação
à umidade ótima.
b) Ensaio de massa específica aparente seca “in situ” para cada 100 m de
pista, por camada, determinada pelos métodos DNER-ME 092/94 ou DNER-ME
036/94, em locais escolhidos aleatoriamente. Para pistas de extensão limitada, com
áreas de, no máximo, 4.000 m2, devem ser feitas pelo menos cinco determinações
por camada para o cálculo do grau de compactação (GC).
c) Os cálculos de grau de compactação devem ser realizados utilizando-se os
valores da massa específica aparente seca máxima obtida no laboratório e da
massa específica aparente seca “in situ” obtida na pista. Não devem ser aceitos
valores de grau de compactação inferiores a 100%.
Verificação do produto
A verificação final da qualidade da camada de sub-base (Produto) deve ser
exercida através das determinações executadas de acordo com o Plano de
Amostragem Variável (vide Plano de amostragem – Controle tecnológico).
Após a execução da sub-base deve-se proceder ao controle geométrico
mediante a relocação e nivelamento do eixo e bordas, permitindo-se as seguintes
tolerâncias:
a) ± 10 cm, quanto à largura da plataforma;
b) até 20%, em excesso, para a flecha de abaulamento, não se tolerando falta;
c) ± 10%, quanto à espessura da camada indicada no projeto.
Plano de amostragem – Controle tecnológico
O número e a frequência de determinações correspondentes aos diversos
ensaios, para o controle tecnológico dos insumos, da execução e do produto, devem
ser estabelecidos segundo um Plano de Amostragem aprovado pela Fiscalização,
elaborado de acordo com os preceitos da Norma DNER-PRO 277/97.
O tamanho das amostras deve ser documentado e previamente informado à
Fiscalização.
Condições de conformidade e não conformidade
Todos os ensaios de controle e determinações relativos à execução e ao
produto, realizados de acordo com o Plano de Amostragem citado na subseção
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“Plano de amostragem – Controle tecnológico”, devem cumprir as Condições
Gerais e Específicas desta Norma, e estar de acordo com os seguintes critérios:
Quando especificado valor ou limite mínimo e/ou máximo a ser (em)
atingido(s), devem ser verificadas as seguintes condições:
a) Condições de conformidade:
̅X- ks ≥ valor mínimo especificado;
̅X+ ks ≤ valor máximo especificado.
b) Condições de não-conformidade:
̅X- ks < valor mínimo especificado;
̅X+ ks > valor máximo especificado.
̅X– média da amostra
Sendo:
Onde:
Xi – valores individuais
s - desvio padrão da amostra
k - coeficiente tabelado em função do número de determinações
n - número de determinações (tamanho da amostra).
Os resultados do controle estatístico devem ser registrados em relatórios
periódicos de acompanhamento, de acordo com a Norma DNIT 011/2004-PRO, a
qual estabelece que sejam tomadas providências para tratamento das nãoconformidades.
Os serviços só devem ser aceitos se atenderem às prescrições desta Norma.
Todo detalhe incorreto ou mal executado deve ser corrigido.
Qualquer serviço corrigido só deve ser aceito se as correções executadas o
colocarem em conformidade com o disposto nesta Norma; caso contrário, deve ser
rejeitado.
Critérios de medição
Os serviços considerados conformes devem ser medidos de acordo com os
critérios estabelecidos no Edital de Licitação dos serviços ou, na falta destes
critérios, de acordo com as seguintes disposições gerais:
a) A sub-base deve ser medida em metros cúbicos, considerando o volume
efetivamente executado.
Não devem ser motivos de medição em separado: mão-de-obra, materiais,
transporte, equipamentos e encargos, devendo os mesmos ser incluídos na
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composição do preço unitário;
b) no cálculo dos volumes da sub-base devem ser consideradas as larguras e
espessuras médias da camada obtidas no controle geométrico;
c) não devem ser considerados quantitativos de serviço superiores aos
indicados no projeto;
d) nenhuma medição deve ser processada se a ela não estiver anexado um
relatório de controle da qualidade, contendo os resultados dos ensaios e
determinações devidamente interpretados, caracterizando a qualidade do serviço
executado.
REFERÊNCIAS
DNIT -ES 139/2010 Pavimentação – Sub-base estabilizada
DNER-ME 029 Solo - Determinação de expansibilidade – Método de
ensaio.
DNER-ME 036
Solo – Determinação da massa específica aparente, “in
situ”, com emprego do balão de borracha – Método de
ensaio.
DNER-ME 049 Solos - Determinação do Índice de Suporte Califórnia
utilizando amostras não trabalhadas – Método de ensaio.
DNER-ME 052 Solos e agregados miúdos – Determinação da umidade
com emprego do “Speedy” – Método de ensaio
DNER-ME 080/94 Solos – análise granulométrica por peneiramento.
DNER-ME 082/94 Solos – determinação do limite de plasticidade
DNER-ME 088/94 Solos – Determinação da umidade pelo método expedito
do álcool – Método de ensaio.
DNER-ME 092/94 Solos – determinação da massa específica aparente do
solo “in situ”, com o emprego do frasco de areia.
DNER-ME 122/94 Solos – determinação do limite de liquidez – método de
referência e método expedito.
DNER-ME 129/94 Solos – compactação utilizando amostras não trabalhadas.
DNERPRO 277/97 Metodologia para controle estatístico de obras e serviços.
DNIT-PRO 001/2009 Elaboração e apresentação de normas do DNIT –
Procedimento.
DNIT-PRO 011 Gestão da qualidade em obras rodoviárias – Procedimento
DNIT-PRO 070 Condicionantes ambientais das áreas de uso de obras –
Procedimento.
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5.4 - Base de solo estabilizado granulometricamente sem mistura com
material de jazida - 100% Proctor modificado
Definições
Para os efeitos desta Norma, aplicam-se as seguintes definições:
Base
Camada de pavimentação destinada a resistir aos esforços verticais oriundos
dos veículos, distribuindo os adequadamente à camada subjacente, executada
sobre a sub-base, subleito ou reforço do subleito devidamente regularizado e
compactado.
Estabilização granulométrica
Processo de melhoria da capacidade resistente de materiais “in natura” ou
mistura de materiais, mediante emprego de energia de compactação adequada, de
forma a se obter um produto final com propriedades adequadas de estabilidade e
durabilidade.
Base estabilizada granulometricamente
Camada de base executada com utilização do processo de estabilização
granulométrica.
Condições gerais
a) Não deve ser permitida a execução dos serviços, objeto desta Norma, em
dias de chuva.
b) É responsabilidade da executante a proteção dos serviços e materiais contra
a ação destrutiva das águas pluviais, do tráfego e de outros agentes que possam
danificá-los.
Condições específicas
Material
a) Os materiais constituintes são solos, mistura de solos, mistura de solos e
materiais britados.
b) Quando submetidos aos ensaios de caracterização DNER-ME 080/94,
DNERME 082/94 e DNER-ME 122/94, e ao ensaio DNER-ME 054/97, os materiais
devem apresentar as características indicadas a seguir:
Devem possuir composição granulométrica satisfazendo a uma das faixas da
Tabela 1 a seguir, de acordo com o Número N de tráfego calculado segundo a
metodologia do USACE.
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Tabela 1 – Granulometria do material
-A fração que passa na peneira n° 40 deve apresentar limite de liquidez inferior
ou igual a 25%, e índice de plasticidade inferior ou igual a 6%; quando esses limites
forem ultrapassados, o equivalente de areia deve ser maior que 30%.
-A porcentagem do material que passa na peneira n° 200 não deve ultrapassar
2/3 da porcentagem que passa na peneira n° 40.
c) Índice Suporte Califórnia – ISC ≥ 60% para Número N ≤ 5 X 106, ISC ≥ 80%
para Número N > 5 X 106, e Expansão ≤ 0,5%, determinados através dos ensaios:
-Ensaio de Compactação - DNER-ME 129/94, na energia do Proctor
modificado, indicada no projeto;
-Ensaio de Índice de Suporte Califórnia - DNER-ME 049/94, com a energia do
ensaio de compactação.
d) O agregado retido na peneira n° 10 deve ser constituído de partículas duras
e resistentes, isentas de fragmentos moles, alongados ou achatados, e isento de
matéria vegetal ou outra substância prejudicial. Quando submetidos ao ensaio de
abrasão Los Angeles (DNER-ME 035/98), não devem apresentar desgaste superior
a 55%, admitindo-se valores maiores, no caso de, em utilização anterior, terem
apresentado desempenho satisfatório.
Equipamento
São indicados os seguintes tipos de equipamentos para a execução da base:
a) motoniveladora pesada, com escarificador:
b) carro tanque distribuidor de água;
c) rolos compactadores tipo pé-de-carneiro, liso-vibratório e pneumático;
d) grade de discos e/ou pulvimisturador;
e) pá-carregadeira;
f) arado de disco;
g) central de mistura;
h) rolo vibratório portátil ou sapo mecânico.
Execução
Execução da base
A execução da base compreende as operações de mistura e pulverização,
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umedecimento ou secagem dos materiais, em central de mistura ou na pista,
seguidas de espalhamento, compactação e acabamento, realizadas na pista
devidamente preparada, na largura desejada, nas quantidades que permitam, após
a compactação, atingir a espessura projetada.
Mistura dos materiais
No caso de utilização de misturas de materiais devem ser obedecidos os
seguintes procedimentos:
a) Mistura prévia – Deve ser executada preferencialmente em centrais de
mistura próprias para este fim. Caso as quantidades a serem executadas não
justifiquem a instalação de central de mistura, a mesma pode ser feita com pácarregadeira.
No segundo caso, a medida-padrão pode ser a concha da pá carregadeira
utilizada no carregamento do material. Conhecidos os números da medida-padrão
de cada material que melhor reproduza a dosagem projetada, deve ser iniciado o
processo de mistura em local próximo a uma das jazidas. Depositar alternadamente
os materiais, em lugar apropriado e na proporção desejada. A mistura deve ser
processada após revolver o monte formado com evoluções da concha da pácarregadeira.
Para evitar erros na contagem do número de medidas-padrão dos materiais, a
etapa descrita anteriormente deve ser executada após a dosagem de um ciclo da
mistura, por vez.
Após a mistura prévia, o material deve ser transportado, por meio de
caminhões basculantes e depositado sobre a pista, em montes adequadamente
espaçados.
A seguir, deve ser realizado o espalhamento pela ação da motoniveladora.
b) Mistura na pista - A mistura na pista somente pode ser procedida quando na
mesma for utilizado material da pista existente, ou quando as quantidades a serem
executadas não justificarem a instalação de central de mistura.
Inicialmente, deve ser distribuído na pista o material que entra na composição
da mistura em maior quantidade. A seguir, deve ser espalhado o segundo material,
em quantidade que assegure o atendimento à dosagem e à espessura pretendidas.
O material espalhado deve receber adequada conformação, de forma que a
camada apresente espessura constante.
Espalhamento
O material distribuído deve ser homogeneizado mediante ação combinada de
grade de discos e motoniveladora. No decorrer desta etapa, devem ser removidos
materiais estranhos ou fragmentos de tamanho excessivo.
Correção e homogeneização da umidade A variação do teor de umidade
admitida para o material para início da compactação é de menos 2 pontos
percentuais até mais 1 ponto percentual da umidade ótima de compactação. Caso o
teor de umidade apresente valor abaixo do limite mínimo especificado, deve ser
umedecida a camada através de caminhão-tanque irrigador, seguido de
homogeneização pela atuação de grade de discos e motoniveladora. Se o teor de
umidade de campo exceder ao limite superior especificado, o material deve ser
aerado mediante ação conjunta da grade de discos e da motoniveladora, para que o
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material atinja o intervalo da umidade especificada.
Concluída a correção e homogeneização da umidade, o material deve ser
conformado, para obtenção da espessura desejada após a compactação.
A execução da base compreende as operações de mistura e pulverização,
umedecimento ou secagem dos materiais realizados na pista ou em central de
mistura, bem como o espalhamento, compactação e acabamento na pista
devidamente preparada na largura desejada, nas quantidades que permitam, após a
compactação, atingir a espessura projetada (sendo e=20cm).
Quando houver necessidade de se executar camada de base com espessura
final superior a 20 cm, estas serão subdivididas em camadas parciais. A espessura
mínima de qualquer camada de base será 10 cm, após a compactação. Conforme
DNER- ES 303/97.
Nesta fase devem ser tomados os cuidados necessários para evitar a adição
de material na fase de acabamento.
Compactação
Na fase inicial da obra devem ser executados segmentos experimentais, com
formas diferentes de execução, na sequência operacional de utilização dos
equipamentos, de modo a definir os procedimentos a serem obedecidos nos
serviços de compactação.
Deve ser estabelecido o número de passadas necessárias dos equipamentos
de compactação para atingir o grau de compactação especificado. Deve ser
realizada nova determinação, sempre que houver variação no material ou do
equipamento empregado.
A compactação deve evoluir longitudinalmente, iniciando pelas bordas. Nos
trechos em tangente, a compactação deve prosseguir das duas bordas para o
centro, em percursos equidistantes da linha base, o eixo. Os percursos ou passadas
do equipamento utilizado devem distar entre si de forma tal que, em cada percurso,
seja coberta metade da faixa coberta no percurso anterior. Nos trechos em curva,
havendo superelevação, a compactação deve progredir da borda mais baixa para a
mais alta, com percursos análogos aos descritos para os trechos em tangente.
Nas partes adjacentes ao início e ao fim da base em construção, a
compactação deve ser executada transversalmente à linha base, o eixo.
Nas partes inacessíveis aos rolos compactadores, assim como nas partes em
que seu uso não for recomendável, tais como cabeceira de pontes e viadutos, a
compactação deve ser executada com rolos vibratórios portáteis ou sapos
mecânicos.
Durante a compactação, se necessário, pode ser promovido o umedecimento
da superfície da camada, mediante emprego de carro-tanque distribuidor de água.
Esta operação é exigida sempre que o teor de umidade estiver abaixo do limite
inferior do intervalo de umidade admitido para a compactação.
Acabamento
O acabamento deve ser executado pela ação conjunta de motoniveladora e de
rolos de pneus e liso-vibratório. A motoniveladora deve atuar, quando necessário,
exclusivamente em operação de corte, sendo vetada a correção de depressões por
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adição de material.
Abertura ao tráfego
A base estabilizada granulometricamente não deve ser submetida à ação do
tráfego, devendo ser imprimada imediatamente após a sua liberação pelos controles
de execução, de forma que a base já liberada não fique exposta à ação de
intempéries que possam prejudicar sua qualidade.
Condicionantes ambientais
Objetivando a preservação ambiental, devem ser devidamente observadas e
adotadas as soluções e os respectivos procedimentos específicos atinentes ao tema
ambiental definidos e/ou instituídos no instrumental técnico-normativo pertinente
vigente no DNIT, especialmente a Norma DNIT 070/2006-PRO, e na documentação
técnica vinculada à execução das obras, documentação esta que compreende o
Projeto de Engenharia – PE, o Estudo Ambiental (EIA ou outro), os Programas
Ambientais do Plano Básico Ambiental – PBA pertinentes e as recomendações e
exigências dos órgãos ambientais.
Inspeções
Controle dos insumos
Os materiais utilizados na execução da base devem ser rotineiramente
examinados, mediante a execução dos seguintes procedimentos:
a) Ensaios de caracterização e de equivalente de areia do material espalhado
na pista pelos métodos DNER-ME 054/97, DNER-ME 080/94, DNER-ME 082/94,
DNER-ME 122/94, em locais escolhidos aleatoriamente. Deve ser coletada uma
amostra por camada para cada 200 m de pista, ou por jornada diária de trabalho. A
frequência destes ensaios pode ser reduzida para uma amostra por segmento de
400 m de extensão, no caso do emprego de materiais homogêneos, a critério da
Fiscalização.
b) Ensaios de compactação pelo método DNERME 129/94, com energia
indicada no projeto, com material coletado na pista em locais escolhidos
aleatoriamente. Deve ser coletada uma amostra por camada para cada 200 m de
pista, ou por jornada diária de trabalho. A frequência destes ensaios pode ser
reduzida para uma amostra por segmento de 400 m de extensão, no caso do
emprego de materiais homogêneos, a critério da Fiscalização.
c) No caso da utilização de mistura de solo e material britado, a compactação
de projeto deve ser com a energia modificada, de modo a se atingir o máximo da
densificação, determinada em trechos experimentais, em condições reais de
trabalho no campo.
d) Ensaios de Índice de Suporte Califórnia - ISC e expansão pelo método
DNER-ME 049/94, na energia de compactação indicada no projeto para o material
coletado na pista, em locais escolhidos aleatoriamente. Deve ser coletada uma
amostra por camada para cada 400 m de pista, ou por camada por jornada diária de
trabalho. A frequência destes ensaios pode ser
reduzida para uma amostra por segmento de 400 m de extensão, no caso do
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emprego de materiais homogêneos, a critério da Fiscalização.
e) A frequência indicada para a execução de ensaios é a mínima aceitável.
f) Para pistas de extensão limitada, com área de até 4.000m², devem ser
coletadas pelo menos 5 amostras, para execução do controle dos insumos.
Controle da execução
O controle da execução da base estabilizada granulometricamente deve ser
exercido mediante a coleta de amostras, ensaios e determinações feitas de maneira
aleatória, de acordo com o Plano de Amostragem Variável (vide Plano de
amostragem – Controle tecnológico). Devem ser efetuadas as seguintes
determinações e ensaios:
a) Ensaio de teor de umidade do material, imediatamente antes da
compactação, por camada, para cada 100 m de pista a ser compactada, em locais
escolhidos aleatoriamente (métodos DNER-ME 052/94 ou DNER-ME 088/94). A
tolerância admitida para o teor de umidade deve ser de 2 pontos percentuais em
relação à umidade ótima.
b) Ensaio de massa específica aparente seca “in situ” para cada 100 m de
pista, por camada, determinada pelos métodos DNER-ME 092/94 ou DNER-ME
036/94, em locais escolhidos aleatoriamente. Para pistas de extensão limitada, com
áreas de no máximo 4.000 m², devem ser feitas pelo menos cinco determinações por
camada, para o cálculo do grau de compactação (GC).
c) Os cálculos do grau de compactação devem ser realizados utilizando-se os
valores da massa específica aparente seca máxima obtida no laboratório e da
massa específica aparente seca “in situ”, obtida na pista. Não devem ser aceitos
valores de grau de compactação inferiores a 100%.
Verificação do produto
A verificação final da qualidade da camada de base (Produto) deve ser
exercida através das determinações executadas de acordo com o Plano de
Amostragem Variável (vide subseção Plano de amostragem – Controle
tecnológico). Após a execução da base, deve-se proceder ao controle geométrico,
mediante a realocação e nivelamento do eixo e bordas, permitindo-se as seguintes
tolerâncias:
a) ± 10 cm, quanto à largura da plataforma;
b) até 20%, em excesso, para a flecha de abaulamento, não se tolerando falta;
c) ± 10%, quanto à espessura da camada indicada no projeto.
Plano de amostragem – Controle tecnológico
O número e a frequência de determinações correspondentes aos diversos
ensaios para o controle tecnológico dos insumos, da execução e do produto devem
ser estabelecidos segundo um Plano de Amostragem, aprovado pela Fiscalização,
elaborado de acordo com os preceitos da Norma DNER-PRO 277/97.
O tamanho das amostras deve ser documentado e informado previamente à
Fiscalização.
Condições de conformidade e não-conformidade
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Todos os ensaios de controle e determinações relativos à execução e ao
produto, realizados de acordo com o Plano de Amostragem citado na subseção
Plano de amostragem – Controle tecnológico, devem cumprir as Condições
Gerais e Específicas desta Norma, e estar de acordo com os seguintes critérios:
Quando especificado valor ou limite mínimo e/ou máximo a ser(em) atingido(s),
devem ser verificadas as seguintes condições:
a) Condições de conformidade:
̅X- ks ≥ valor mínimo especificado;
̅X+ ks ≤ valor máximo especificado.
b) Condições de não-conformidade:
̅X- ks< valor mínimo especificado;
̅X+ ks> valor máximo especificado.
Sendo:
Onde:
Xi – valores individuais
s - desvio padrão da amostra
k - coeficiente tabelado em função do número de determinações
n - número de determinações (tamanho da amostra).
Os resultados do controle estatístico devem ser registrados em relatórios
periódicos de acompanhamento, de acordo com a norma DNIT 011/2004-PRO, a
qual estabelece que sejam tomadas providências para tratamento das “Nãoconformidades”.
Os serviços só devem ser aceitos se atenderem às prescrições desta Norma.
Todo detalhe incorreto ou mal executado deve ser corrigido.
Qualquer serviço corrigido só deve ser aceito se as correções executadas o
colocarem em conformidade com o disposto nesta Norma; caso contrário deve ser
rejeitado.
Critérios de medição
Os serviços considerados conformes devem ser medidos de acordo com os
critérios estabelecidos no Edital de Licitação dos serviços ou, na falta destes
critérios, de acordo com as seguintes disposições gerais:
a) A base deve ser medida em metros cúbicos, considerando o volume
efetivamente executado.
ID: 1342659 e CRC: CE150BE4 ID: 1359000 e CRC: F7F5A837
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Não devem ser motivo de medição em separado: mão-de-obra, materiais,
transporte, equipamentos e encargos, devendo os mesmos ser incluídos na
composição do preço unitário;
b) no cálculo dos volumes da base devem ser consideradas as larguras e
espessuras médias da camada obtidas no controle geométrico;
c) não devem ser considerados quantitativos de serviço superiores aos
indicados no projeto;
d) nenhuma medição deve ser processada se a ela não estiver anexado um
relatório de controle da qualidade, contendo os resultados dos ensaios e
determinações devidamente interpretados, caracterizando a qualidade do serviço
executado.
REFERÊNCIAS
DNIT -ES 141/2010 Pavimentação – Base estabilizada
DNER-ME 035 Agregados - Determinação da abrasão “Los Angeles” –
Método de ensaio.
DNER-ME 036 Solo – Determinação da massa específica aparente, “in situ”,
com emprego do balão de borracha – Método de ensaio.
DNER-ME 049 Solos - Determinação do Índice de Suporte Califórnia
utilizando amostras não trabalhadas – Método de ensaio.
DNER-ME 052 Solos e agregados miúdos – Determinação da umidade com
emprego do “Speedy” – Método de ensaio.
DNER-ME 054 Equivalente de areia – Método de ensaio.
DNER-ME 080/94 Solos – análise granulométrica por peneiramento.
DNER-ME 082/94 Solos – determinação do limite de plasticidade
DNER-ME 088/94 Solos – Determinação da umidade pelo método expedito do
álcool – Método de ensaio.
DNER-ME 092/94 Solos – determinação da massa específica aparente do solo
“in situ”, com o emprego do frasco de areia.
DNER-ME 122/94 Solos – determinação do limite de liquidez – método de
referência e método expedito.
DNER-ME 129/94 Solos – compactação utilizando amostras não trabalhadas.
DNERPRO 277/97 Metodologia para controle estatístico de obras e serviços.
DNIT-PRO 001/2009 Elaboração e apresentação de normas do DNIT –
Procedimento.
DNIT-PRO 011 Gestão da qualidade em obras rodoviárias – Procedimento
DNIT-PRO 070 Condicionantes ambientais das áreas de uso de obras –
Procedimento.
ID: 1342659 e CRC: CE150BE4 ID: 1359000 e CRC: F7F5A837
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60
5.5 - Imprimação com emulsão asfáltica
Definição
Consiste na aplicação de camada de material betuminoso sobre a superfície de
base granular concluída, antes da execução de um revestimento betuminoso
qualquer. Tem como objetivo conferir coesão superficial, pela penetração do material
betuminoso, impermeabilizar e permitir condições de aderência entre a base e o
revestimento a ser executado.
Materiais
Os materiais a serem utilizados deverão satisfazer às especificações em vigor
e ser aprovados pela Fiscalização. Os ligantes betuminosos empregados na
imprimação poderão ser:
▪Asfalto diluído, CM-30 e CM-70;
▪Alcatrões, AP-2 a AP-6.
A escolha do ligante betuminoso adequado será feita em laboratório, em
função da textura do material da base.
Método Executivo
Após a perfeita conformação geométrica da base, será procedida a varredura
da superfície, de modo a eliminar todo e qualquer material solto.
Na ocasião da aplicação do ligante, a base deverá estar ligeiramente úmida, se
for utilizado o CM-30.
No caso de aplicação do CM-70, a base deverá estar seca.
A seguir, será aplicado o ligante betuminoso adequado, na temperatura
compatível com o seu tipo, na quantidade certa e da maneira mais uniforme. A
temperatura de aplicação será fixada para cada tipo de ligante betuminoso, em
função da relação temperatura x viscosidade, escolhendo-se a temperatura que
proporcione a melhor viscosidade para espalhamento. As faixas de viscosidade
recomendadas para espalhamento são:
▪Para asfaltos diluídos de 20 a 60 segundos “Saybolt-Furol” (DNER-ME 004);
▪Para alcatrões de 6 a 20 graus “Engler” (ASTM 1665).
Deverá ser imprimada a pista inteira em um mesmo turno de trabalho e
deixada, sempre que possível, fechada ao tráfego. Quando isto não for possível,
trabalha-se em meia pista, executando-se a imprimação da pista adjacente, assim
que a primeira for liberada ao tráfego. O tempo de exposição da base imprimada ao
tráfego será condicionado ao comportamento da mesma, não devendo ultrapassar
30 dias.
A fim de evitar a superposição ou excesso, nos pontos inicial e final das
aplicações, serão colocadas faixas de papel transversalmente na pista, de modo que
o início e o término da aplicação do ligante betuminoso situe-se sobre elas. As faixas
de papel serão retiradas a seguir.
Qualquer falha na aplicação do ligante betuminoso deverá ser imediatamente
corrigida.
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Equipamentos
Para a varredura da superfície da base, serão usadas, de preferência,
vassouras mecânicas rotativas, podendo, entretanto, a operação ser executada
manualmente. O jato de ar comprimido poderá, também, ser usado.
A distribuição do ligante deverá ser feita por carros equipados com bomba
reguladora de pressão e sistema completo de aquecimento que permitam a
aplicação do ligante betuminoso em quantidade e forma uniformes.
Os carros distribuidores do ligante betuminoso, especialmente construídos para
este fim, deverão ser providos de dispositivos de aquecimento, dispondo de
tacômetro, calibradores e termômetros com precisão de ± 1 °C, em locais de fácil
observação e, ainda, possui espargidor manual (“caneta”), para tratamento de
pequenas superfícies e correções localizadas. As barras de distribuição deverão ser
do tipo “circulação plena”, com dispositivos de ajustamentos verticais e larguras
variáveis, que permitam espalhamento uniforme.
O depósito de ligante betuminoso, quando necessário, deverá ser equipado
com dispositivo que permita o aquecimento adequado e uniforme do conteúdo do
recipiente. O depósito deverá ter uma capacidade tal que possa armazenar a
quantidade de ligante betuminoso a ser aplicado em, pelo menos, um dia de
trabalho.
Critérios de controle
Verificação da qualidade do material
Recebimento
Todo carregamento de ligante betuminoso que chegar a obra deverá ter
certificado de análise além de apresentar indicações relativas ao tipo, procedência,
quantidade e distância de transporte entre a refinaria e o canteiro de serviço.
Ensaios de Laboratório
O ligante betuminoso deverá ser examinado em laboratório, obedecendo à
metodologia indicada pelo DNER, devendo satisfazer às especificações em vigor.
Para todo o carregamento que chegar a obra, deverão ser executados os seguintes
ensaios:
Asfalto Diluídos
01 ensaio de Viscosidade Cinemática a 60 °C (P-MB 826);
01 ensaio de viscosidade “Saybolt-Furol” (DNER-ME 004) a diferentes
temperaturas para o estabelecimento da relação viscosidade x temperatura para
cada 100t;
01 curva de viscosidade x temperatura
01 ensaio do ponto de fulgor (DNER-ME 148), para cada 100t.
Para Alcatrões
01 ensaio de viscosidade “Engler” (ASTM - 1665) para o estabelecimento da
relação viscosidade x temperatura para cada 100t.
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Deverão ser executados ensaios de destilação para os asfaltos diluídos e
alcatrões (DNER-ME 012), para verificação da quantidade de solvente para cada
100t que chegar à obra.
Controle da execução
Temperatura
A temperatura de aplicação deverá ser a estabelecida em laboratório, para o
tipo de material betuminoso em uso.
A temperatura do ligante betuminoso deverá ser medida no caminhão
distribuidor, imediatamente antes da aplicação, a fim de verificar se satisfaz o
intervalo de temperatura definido pela relação viscosidade x temperatura.
Os resultados de todas as medições deverão situar-se no intervalo definido
pela relação viscosidade x temperatura, de acordo com as especificações de
materiais aplicáveis.
O ligante não poderá ser aplicado quando a temperatura ambiente estiver
abaixo de 10 ºC, em dias de chuva, ou ainda, quando esta estiver iminente.
Taxa De Aplicação (T)
A taxa de aplicação “T” é aquela que pode ser absorvida pela base em 24
horas, devendo ser determinada experimentalmente, no laboratório do canteiro da
obra. As taxas de aplicação usuais são da ordem de 0,8 a 1,6 l/m², conforme o tipo e
textura da base e do ligante betuminoso escolhido.
A tolerância admitida para a taxa de aplicação do ligante betuminoso definida
pelo projeto e ajustada experimentalmente no campo é de ± 0,2 l/m2.
O controle da quantidade do ligante betuminoso aplicado poderá ser obtido
pela pesagem do veículo distribuidor, antes e depois da aplicação do material
betuminoso.
Outra verificação adicional poderá ser feita com a utilização de régua graduada
para medida da quantidade de ligante existente no tanque do veículo distribuidor,
antes e depois da aplicação na pista.
Poderá ser efetuado controle estatístico, aleatoriamente, mediante a colocação
de bandejas, de peso e área conhecidos na pista onde estiver sendo feita a
aplicação. Após a passagem do carro distribuidor, as bandejas serão pesadas,
obtendo-se a quantidade de ligante betuminoso e obtendo-se a taxa de aplicação (T)
através de cálculo.
Para trechos de imprimação de extensão limitada ou com necessidade de
liberação imediata, com área de no máximo 4.000 m2, deverão ser feitas, no
mínimo, 5 determinações para controle.
Nos demais casos, para segmentos com área superior a 4.000 m² e inferior a
20.000 m², será definido pela Contratada o número de determinações em função do
risco a ser assumido de se rejeitar um serviço de boa qualidade, conforme a tabela
seguinte:
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TABELA DA AMOSTRAGEM VARIÁVEL
n 5 6 7 8 9 10 12 13 14 15 16 17 19 21
k 1,55 0,41 0,36 1,31 1,25 1,21 0,16 0,13 1,11 1,10 1,08 1,06 1,04 1,01
0,45 0,35 0,30 0,25 0,19 0,15 0,10 0,08 0,06 0,05 0,04 0,03 0,02 0,01
n=nº de amostrask= coeficiente multiplicador = risco da contratada
Tabela 01.
Os resultados da Taxa de Aplicação (T) serão analisados estatisticamente e
aceitos nas condições seguintes:
X - ks< valor mínimo admitido ou X + ks> valor máximo admitido Þ rejeita-se o
serviço
X - ks³ valor mínimo admitido e X + ks £ valor máximo admitido Þ aceita-se o
serviço
Sendo:
Onde:
X i - valores individuais.
X - média da amostra.
s - desvio padrão da amostra.
k - coeficiente tabelado em função do número de determinações.
n - número de determinações.
Os serviços rejeitados deverão ser corrigidos, complementados ou refeitos.
Os resultados do controle estatístico serão registrados em relatórios periódicos
de acompanhamento.
Manejo Ambiental
A preservação do meio ambiente nos serviços de execução da imprimação
envolve o estoque e aplicação de ligante betuminoso. Devem ser adotados os
seguintes cuidados:
Evitar a instalação de depósitos de ligante betuminosa próxima a cursos
d’água.
Impedir o refugo de materiais já utilizados na faixa de domínio e áreas
adjacentes, ou qualquer outro lugar onde possa haver prejuízo ambiental.
Na desmobilização desta atividade, remover os depósitos de ligante e efetuar a
limpeza do canteiro de obras, recompondo a área afetada pelas atividades da
construção.
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Critérios de Medição e Pagamento
Os serviços aceitos serão medidos de acordo com o seguinte critério:
A execução da imprimação será medida através da área efetivamente
imprimada, em metros quadrados, de acordo com a seção transversal do projeto e
verificando-se a Taxa de Aplicação de acordo com o tipo de ligante utilizado.
Estão incluídas no preço da imprimação todas as operações necessárias à sua
execução, abrangendo, armazenamento e transporte dentro do canteiro (dos
tanques de estocagem à pista), sua aplicação, além da varredura, limpeza da pista e
correção de eventuais falhas.
O ligante betuminoso utilizado será pago separadamente, em item de planilha
específico, sendo sua quantidade obtida através da média aritmética dos valores
medidos na pista. No levantamento da quantidade utilizada será observada a
tolerância admissível de ± 0,2 l/m2 em relação à Taxa de Aplicação definida em
laboratório.
Estão incluídos no preço do ligante sua aquisição e transporte (frete, seguros
etc.) entre a refinaria ou fábrica e o canteiro de obras.
Deverão estar computadas no preço unitário do material betuminoso as
eventuais perdas.
Somente será objeto de medição a quantidade de ligante efetivamente
aplicada.
O pagamento será feito pelo preço unitário contratual, incluindo-se toda a mãode-obra e encargos necessários à sua execução.
REFERÊNCIAS
DNER PRO 277 Metodologia para controle estatístico de obras
e serviços - Procedimento
DNIT PRO 11 Gestão da qualidade em obras rodoviárias -
Procedimento
DNIT PRO 070 Condicionantes ambientais das áreas de uso
de obras - Procedimento
DNIT ME 156 Emulsão asfáltica – Determinação da carga da
partícula - Método de ensaio
DNIT EM 165 Emulsões asfáltica para pavimentação –
Especificação de Material
NBR 5765 Asfalto diluídos – Determinação do ponto de
Fulgor – Vaso aberto tag.
NBR 6570 Emulsões Asfáltica – Determinação da
Sedimentação
NBR 14376 Emulsões Asfáltica – Determinação de resíduo
asfáltico por evaporação – Método Expedito
NBR 14393 Emulsões Asfáltica – Determinação da
peneiração
NBR 14491 Emulsões Asfáltica – Determinação da
viscosidade Saybolt Furol
NBR 14756 Materiais Betuminosos – Determinação de
viscosidade cinemática
NBR 14856 Asfalto Diluído – Ensaio de destilação
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5.6 - Tratamento superficial duplo com emulsão - brita comercial
Definição
Os tratamentos superficiais são revestimentos obtidos por aplicação separada
e sequencial de ligante betuminoso e agregado mineral de granulometria
previamente especificada. O tratamento superficial será:
Tratamento Superficial Duplo
TSD, camada de revestimento do pavimento constituída por duas aplicações
sucessivas de ligante betuminoso coberta cada uma por camada de agregado
mineral.
Materiais
Os materiais constituintes do tratamento superficial simples são o ligante
betuminoso e o agregado mineral, os quais devem satisfazer estas especificações.
Ligante betuminoso
Poderão ser empregados:
Cimentos asfálticos CAP-7 ou CAP-150/200;
▪Alcatrões, tipos AP-11 e AP-12;
▪Emulsões asfálticas, tipos RR-1C e RR-2C.
Em se tratando de tratamento superficial duplo ou triplo, o uso de alcatrão ou
da emulsão asfáltica somente será permitido quando forem empregados em todas
as camadas do revestimento.
Poderão ser usados, também, ligantes betuminosos modificados, quando
indicados no projeto.
Melhoradores de Adesividade
Não havendo boa adesividade entre o agregado e o ligante betuminoso, deverá
ser empregado um melhorador de adesividade, na quantidade fixada no projeto.
Agregados
O agregado será brita. Deverá constituir-se de partículas limpas, duras,
resistentes, livres de torrões de argila e substâncias nocivas.
Não será permitida a mistura de materiais.
No caso de emprego de escória britada, esta deve ter uma massa específica
aparente igual ou superior a 1.200 Kg/m³.
Os agregados deverão apresentar as seguintes características:
▪Desgaste “Los Angeles” igual ou inferior a 40 %, admitindo-se agregados com
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66
valores maiores que tenham apresentado desempenho satisfatório em utilização
anterior ;
▪ Índice de forma superior a 0,5;
▪Durabilidade, perda inferior a 12 %.
▪Granulometria, segundo o método, obedecendo uma das faixas seguintes:
Para Tratamento Superficial Duplo
GRANULOMETRIA DOS AGREGADOS
PENEIRAS % PASSANDO, EM PESO TOLERÂNCIA
S DA FAIXA
DE PROJETO
Pol. mm. A
1ª
Camada
B
1ªou2ª
Camada
C
1ª
Camada
1” 25,4 100 - - ± 7
3/4” 19,10 90-100 - - ± 7
1/4” 12,70 20-55 - - ± 7
3/8” 9,50 0-15 100 100 ± 7
Nº 4 4,80 0-5 85-100 85-100 ± 5
Nº 10 2,0 - 0-10 10-40 ± 5
Nº 200 0,074 0-2 0-2 0-2 ± 2
Tabela 02.
Nota: a faixa B pode ser empregada como 1ª e 2ª camada.
As operações para a execução da camada do Tratamento Superficial serão as
seguintes:
Inicialmente, será procedida uma varredura da pista imprimada, ou pintada,
para eliminar todas as partículas de pó.
A temperatura para aplicação do ligante betuminoso será determinada em
função da relação temperatura-viscosidade. São recomendadas as seguintes faixas
de viscosidades:
▪Cimento asfáltico, 20 a 60 segundos, “Saybolt-Furol”.
▪Alcatrão, 6 a 20 graus, “Engler” (ASTM-D 1665).
▪Emulsões asfálticas, 20 a 100 segundos, “Saybolt-Furol”.
No caso de utilização de melhorador de adesividade, o aditivo deverá ser
adicionado ao ligante betuminoso, no canteiro de obra, obrigando-se sempre à
recirculação da mistura.
O ligante betuminoso deverá ser aplicado de uma só vez, em toda a largura da
faixa a ser tratada.
Excedentes de ligante betuminoso na pista deverão ser prontamente
eliminados.
O material betuminoso não deverá ser aplicado em superfícies molhadas, com
exceção da emulsão asfáltica, desde que não haja excesso de água na superfície.
Imediatamente após a aplicação do ligante, será procedido o espalhamento da
camada do agregado, na quantidade indicada no projeto.
O espalhamento será realizado pelo equipamento adequado de modo a
assegurar uma boa junção entre duas aplicações adjacentes. O distribuidor deverá
ser ajustado e operado de modo a distribuir o material uniformemente sobre a
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67
largura projetada.
Para se garantir uma cobertura uniforme a distribuição poderá ser
complementada por processo manual adequado.
No caso de paralisação súbita e imprevista do distribuidor de agregados, a
distribuição será feita manualmente, na superfície já coberta com o material
betuminoso.
Qualquer excesso de agregado deverá ser removido antes da compressão.
A extensão de material betuminoso aplicado deverá ficar condicionada à
capacidade de cobertura imediata com agregado.
A compressão do agregado será iniciada, em toda a largura da pista,
imediatamente após o seu lançamento. A compressão deverá começar pelos bordos
e progredir para o eixo, nos trechos em tangente.
Nas curvas, a compressão deverá progredir sempre do bordo mais baixo para
o bordo mais alto, sendo cada passagem do rolo recoberta, na vez sub sequente,
de, pelo menos, metade de sua largura.
A compressão deverá ser interrompida antes do aparecimento de sinais de
esmagamento do agregado.
Após a compressão da camada, obtida a fixação do agregado, será feita uma
varredura leve do material solto.
No caso de tratamento duplo ou triplo, a segunda e a terceira camadas serão
executadas de modo idêntico à primeira.
O tráfego deverá ser liberado somente após o término da compressão e de
maneira controlada.
Não será permitido o tráfego quando da aplicação do ligante betuminoso ou do
agregado.
Em caso de necessidade de abertura do trânsito antes de se completar a
compressão, deverá ser feito um controle, para que os veículos não ultrapassem a
velocidade de 10 Km/hora.
Decorridas 24 horas do término da compressão, o trânsito deverá ser
controlado, com velocidade máxima de 40 Km/hora.
No caso de emprego de asfalto diluído, o trecho não deverá ser aberto ao
trânsito até que o material betuminoso tenha secado e que os agregados não
possam mais ser arrancados pelos veículos.
De 5 a 10 dias após abertura do trânsito, deverá ser feita uma varredura dos
agregados não fixados pelo ligante.
Equipamentos
Todo equipamento, antes do início da execução do serviço, deverá atender ao
recomendado nesta Especificação, fator que condicionará a emissão da ordem de
serviço. Os equipamentos requeridos serão os seguintes:
▪Carros distribuidores de material betuminoso, providos de dispositivos de
aquecimento, tacômetro, calibradores e termômetros com precisão de ± 1 °C, em
locais de fácil acesso, e, ainda, de espargidor manual (caneta) para o tratamento de
pequenas superfícies e correções localizadas. As barras de distribuição deverão ser
de do tipo “circulação plena”, com dispositivo que possibilite ajustamentos verticais e
larguras variáveis de espalhamento do ligante, que permitam uma aplicação
homogênea;
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▪Distribuidores de agregados, rebocáveis ou automotrizes, possuindo
dispositivos que permitam um espalhamento homogêneo da quantidade de
agregados;
▪Rolos compressores do tipo “Tandem” ou de preferência, pneumáticos,
autopropulsores. Os rolos compressores tipo “Tandem” deverão ter uma carga
superior a 25 kg e inferior a 45 kg por centímetro de largura de roda. Seu peso total
não deverá ser superior a 10 toneladas.
▪Os rolos pneumáticos, autopropulsores, deverão ser dotados de pneus que
permitam a calibragem de 2,46 a 8,44 kgf/cm2 e (35 a 120 psi).
Critérios de Controle
Controle da Qualidade do Material
Ligante betuminoso
Recebimento
Todo carregamento de ligante betuminoso que chegar à obra deverá
apresentar certificado de análise além de trazer indicação clara da sua procedência,
do tipo e quantidade do seu conteúdo e distância de transporte entre a refinaria ou
fábrica e o canteiro de serviço.
Ensaios de Laboratório
Todo carregamento de ligante betuminoso que chegar a obra deverá ser
submetido aos seguintes tipos de ensaios:
Cimentos Asfálticos
01 ensaio de viscosidade absoluta a 60 °C (ABNT MB-827) quando o asfalto for
classificado por viscosidade ou 01 ensaio de penetração a 25 °C quando o asfalto
for classificado por penetração;
01 ensaio de viscosidade “Saybolt-Furol”;
01 ensaio de viscosidade “Saybolt-Furol” a diferentes temperaturas para o
estabelecimento da relação viscosidade x temperatura, para cada 100 t;
01 curva de viscosidade x temperatura;
01 ensaio de ponto de fulgor;
01 ensaio de espuma;
01 índice de susceptibilidade térmica determinado pelo ensaio de penetração,
ensaio de ponto de amolecimento (ABNT NBR-6568);
01 índice Pfeiffer, para cada 500 t.
Alcatrões
01 ensaio de flutuação (ASTM-D 139);
01 ensaio de viscosidade “Engler” (ASTM-D 1665) para o estabelecimento da
relação temperatura x viscosidade para cada 100 t;
01 ensaio de destilação (ASTM-D 20) para cada 100 t.
Emulsões Asfálticas
01 ensaio de viscosidade “Saybolt-Furol”;
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01 ensaio de resíduo por evaporação (ABNT NBR- 6568);
01 ensaio de peneiramento;
01 ensaio de desemusibilidade para cada 100 t;
01 curva de viscosidade x temperatura quando a emulsão utilizada for a RR2C.
Agregados
Controle de qualidade dos agregados constará das seguintes verificações:
02 análises granulométricas para cada jornada de trabalho com amostras
coletadas de uma maneira aleatória;
01 ensaio de desgaste Los Angeles, por mês, ou quando houver variação da
natureza do material;
01 ensaio de densidade, para cada 900m³;
01 ensaio de adesividade, para todo carregamento de ligante betuminoso que
chegar à obra e sempre que houver variação da natureza do material.
Melhorador de Adesividade
O controle do melhorador de adesividade constará das seguintes verificações:
01 ensaio de adesividade, toda vez que o aditivo for incorporado ao ligante
betuminoso (DNER-ME 078);
01 ensaio de adesividade, para todo o asfalto aditivado antes de sua aplicação.
Controle da Execução
Temperatura
A temperatura de aplicação deverá ser aquela especificada em laboratório para
o tipo de material betuminoso a ser utilizado.
A temperatura de aplicação do ligante betuminoso deverá ser medida no
caminhão distribuidor, imediatamente antes da aplicação, a fim de verificar se
satisfaz o intervalo definido pela relação viscosidade x temperatura.
O ligante betuminoso somente deverá ser aplicado quando a temperatura
ambiente for superior a 100 C.
Taxas de Aplicação, Espalhamento e Uniformidade Tratam-se das quantidades
ou taxas de utilização de ligante betuminoso e de espalhamento de agregados a
serem utilizadas nos tratamentos superficiais. Serão fixadas no projeto e ajustadas
no campo, por ocasião do início dos serviços.
Quando for empregado agregado poroso ou de absorção elevada (por
exemplo, escória britada) estas características serão consideradas na fixação da
taxa de aplicação do ligante betuminoso.
Recomenda-se, de uma maneira geral, as seguintes taxas de aplicação de
agregados e de ligantes betuminosos:
Para Tratamento Superficial Duplo
Camada Ligante
Betuminoso Agregado
ID: 1342659 e CRC: CE150BE4 ID: 1359000 e CRC: F7F5A837
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70
1ª - 20 a 25 kg/m²
2ª - 10 a 12 kg/m²
1ª e 2ª
Aplicações 2 a 3 l/m² -
Controle da Quantidade do Ligante Betuminoso O controle de quantidade do
material betuminoso será feito pela pesagem do veículo distribuidor, antes e depois
da aplicação do material betuminoso.
Outra verificação adicional poderá ser feita com a utilização de régua graduada
para medida da quantidade de ligante existente no tanque do veículo distribuidor,
antes e depois da aplicação na pista.
O controle estatístico da quantidade do ligante betuminoso aplicado, obtido
através do ligante residual, poderá ser feito, aleatoriamente, mediante a colocação
de bandejas de peso e área conhecidos, na pista onde está sendo feita a aplicação.
Por intermédio de pesagens, após a passagem do carro distribuidor, tem-se a
quantidade de material betuminoso aplicada. A tolerância admitida na taxa de
aplicação será de ± 0,2 l/m².
Controle da Uniformidade de Aplicação do Ligante
Betuminoso
Deverá ser feita uma descarga de 15 a 30 segundos, para que se possa
controlar a uniformidade de distribuição.
Esta descarga poderá ser efetuada fora da pista, ou na própria pista, quando o
veículo distribuidor for dotado de uma calha, colocada abaixo da barra, para recolher
o ligante betuminoso.
Controle da Quantidade e Uniformidade do
Agregado
O controle de quantidade de agregado espalhado longitudinal e
transversalmente será feita, aleatoriamente, mediante a colocação de bandejas, de
peso e área conhecidos, na pista onde estiver sendo feito o espalhamento. Por
intermédio de pesagens, após a passagem do dispositivo espalhador, tem-se a
quantidade de agregados espalhada. A tolerância admitida na taxa de aplicação
será de ± 1,5Kg/m². Este mesmo agregado servirá para o ensaio de granulométrica,
que controlará a uniformidade do material utilizado.
Deverão ser feitos, para cada dia de operação, pelo menos dois controles da
quantidade de agregado aplicado.
Controle Estatístico das Taxas de Aplicação e da
Granulometria dos Agregados
O número de determinações utilizadas nos ensaios de controle estatístico será
definido pela Contratada em função do risco a ser assumido de se rejeitar um
serviço de boa qualidade, conforme a tabela:
ID: 1342659 e CRC: CE150BE4 ID: 1359000 e CRC: F7F5A837
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71
O número mínimo de ensaios e determinações por segmento (área inferior a
3.000 m2) será de 5.
Para o controle estatístico da granulometria dos agregados, das taxas de
aplicação do ligante betuminoso e do espalhamento do agregado em que são
especificados intervalos de valores máximos e mínimos deverá ser verificada a
seguinte condição:
X - ks< valor mínimo de projeto ou X + ks> valor máximo de projeto Þ rejeita-se
o serviço;
X - ks³ valor mínimo de projeto e X + ks £ valor máximo de projeto Þ aceita-se o
serviço.
Sendo:
Onde:
X i - valores individuais.
X - média da amostra.
s - desvio padrão da amostra.
k - coeficiente tabelado em função do número de determinações.
n - número de determinações.
Os resultados do controle estatístico da execução serão registrados em
relatórios periódicos de acompanhamento.
Acabamento da Superfície
O acabamento da superfície dos diversos segmentos concluídos será
TABELA DA AMOSTRAGEM VARIÁVEL
n 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 19 21
k 1,55 1,41 1,36 1,31 1,25 1,21 1,19 1,16 1,13 1,11 1,10 1,08 1,06 1,04 1,01
0,45 0,35 0,30 0,25 0,19 0,15 0,13 0,10 0,08 0,06 0,05 0,04 0,03 0,02 0,01
n=nº de amostrask= coeficiente multiplicador = risco da contratada
Tabela 07.
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72
verificado com duas réguas, uma de 1,20 m e outra de 3,00 m de comprimento,
colocadas em ângulo reto e paralelamente ao eixo da estrada, nas diversas seções
correspondentes às estacas da locação. A variação da superfície, entre dois pontos
quaisquer de contato, não deverá exceder 0,5cm, quando verificada com qualquer
das duas réguas.
Alinhamentos
A verificação do eixo e bordos nas diversas seções correspondentes às
estacas da locação será feita à trena. Os desvios verificados não deverão exceder a
± 5cm.
Os serviços rejeitados deverão ser corrigidos, complementados ou refeitos.
Não será permitida a execução de tratamentos superficiais durante os dias de
chuva.
Manejo Ambiental
Os cuidados com a preservação do meio ambiente nos serviços de execução
de revestimentos do tipo tratamento superficial simples envolvem a obtenção e
aplicação de agregado pétreo e o estoque e aplicação de ligante betuminoso.
Agregados
Quando forem obtidos mediante exploração de ocorrência indicada no projeto,
deverão ser considerados os seguintes aspectos:
▪A aceitação dos agregados somente ocorrerá após a aprovação da licença
ambiental para a exploração da pedreira.
▪Será evitada a localização da pedreira e das instalações de britagem em área
de preservação ambiental.
▪A exploração da pedreira será planejada adequadamente a fim de minimizar
os danos inevitáveis e possibilitar a recuperação
▪ambiental, após a retirada de todos os materiais e equipamentos.
▪Serão impedidas queimadas como forma de desmatamento.
▪Deverão ser construídas, Junto às instalações de britagem, bacias de
sedimentação para a retenção do pó de pedra, eventualmente produzido em
excesso ou por lavagem de brita, evitando seu carreamento para cursos d’água.
▪Será exigida a documentação atestando a regularidade das instalações, bem
como, sua operação junto a órgão ambiental competente, quando o agregado pétreo
for fornecido por terceiros.
Ligante Betuminoso
Os depósitos serão instalados em locais afastados dos cursos d'água.
Será proibido o refugo de materiais usados áreas onde possam causar
prejuízos ambientais.
As áreas afetadas pelas operações de construção/execução deverão ser
recuperadas, mediante a remoção de tanques e a limpeza do canteiro de obras.
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Critérios de Medição e Pagamento
Os serviços aceitos serão medidos de acordo com os critérios seguintes:
A execução do tratamento superficial seja ele simples, duplo ou triplo será
medida através da área executada, em metros quadrados, de acordo com a seção
transversal de projeto, conforme item de planilha específico, considerando-se o tipo
de tratamento e o material utilizado.
Estão consideradas nestes preços todas as operações necessárias a execução
dos tratamentos, incluindo a produção e/ou aquisição do(s) agregado(s), seu
transporte até o canteiro e deste até os pontos de distribuição, seu armazenamento,
perdas e a distribuição na pista. Estão também considerados o armazenamento e
transporte do ligante betuminoso, dos tanques de estocagem à pista, eventual
utilização de melhoradores de adesividade, correções de eventuais falhas,
confecção e remoção de cunhas de concordância etc.
O ligante betuminoso utilizado, será pago separadamente, em item de planilha
específico, sendo sua quantidade obtida através da média aritmética dos valores
medidos na pista. No levantamento da quantidade utilizada será observada a
tolerância admissível de ± 0,2 l/m² em relação à Taxa de Aplicação definida em
laboratório.
Estão incluídos no preço do ligante sua aquisição e transporte (frete, seguros
etc.) entre a refinaria ou fábrica e o canteiro de obras.
Deverão estar computadas no preço unitário do material betuminoso as
eventuais perdas.
Somente será objeto de medição a quantidade de ligante efetivamente
aplicada.
O pagamento será feito pelo preço unitário contratual incluindo toda a mão-deobra com encargos sociais, materiais e equipamentos necessários à execução.
REFERÊNCIAS:
DNER EM 369 Emulsões Asfáltica Catiônicas – Especificação de
Material
DNER ME 004 Materiais betuminosos determinação da viscosidade
“Saybolt-Furol” a alta temperatura
DNER ME 005 Emulsão asfáltica - determinação da peneiração
DNER ME 035 Agregados - determinação da abrasão “Los Angeles”
DNER ME 078 Agregado Graúdo – Adesividade a ligante betuminoso –
Método de ensaio
DNER ME 079 Agregado – Adesividade a ligante betuminoso – Método
de ensaio
DNER ME 083 Agregados - análise granulométrica
DNER ME 086 Agregado - determinação do índice de forma – Método
de ensaio
DNER ME 089
Agregados - avaliação da durabilidade pelo emprego de
soluções de sulfato de sódio ou magnésio – Método de
ensaio
DNER ME 148
Material betuminoso - determinação dos pontos de
fulgor e combustão (vaso aberto de Cleveland) –
Método de ensaio
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DNER PRO 277 Metodologia para controle estatístico de obras e
serviços - Procedimento
DNIT PRO 11 Gestão da qualidade em obras rodoviárias -
Procedimento
DNIT PRO 070 Condicionantes ambientais das áreas de uso de obras -
Procedimento
DNIT EM 95 Cimentos Asfálticos de petróleo – Especificação de
Material
DNIT ME 131
Materiais Asfálticos – Determinação do ponto de
amolecimento – Método anel e bola - Método de
ensaio
DNIT ME 155 Material Asfáltico – Determinação da penetração –
Método de ensaio
DNIT ME 156 Emulsão Asfáltica – Determinação da carga da
partícula – Método de ensaio
DNIT ME 157 Emulsões Asfálticas Catiônicas - Determinação de
desemusibilidade - Método de ensaio
NBR 6568 Emulsões Asfálticas – Determinação de resíduo de
destilação
NBR 14329
Cimento asfáltico de petróleo – Determinação expedita
da resistência à água (adesividade) sobre agregados
graúdos
5.7 - Capa selante - areia comercial
Definição
Capa selante com emulsão: é o serviço executado por penetração invertida,
envolvendo uma aplicação de emulsão asfáltica catiônica (RR) e uma aplicação de
agregado miúdo. Sua execução tem por finalidade principal o incremento das
condições de impermeabilização de revestimentos asfálticos semi-abertos e abertos
(revestimentos asfálticos recém construídos do tipo PMFA, PMFSD e macadame
asfáltico), e também, de revestimentos asfálticos compostos de misturas asfálticas
densas, desgastadas superficialmente pela exposição à ação do tráfego e das
intempéries.
Capa selante com emulsão polimerizada: é o serviço executado por penetração
invertida, envolvendo uma aplicação de emulsão asfáltica polimerizada e uma
aplicação de agregado miúdo. Sua execução tem por finalidade principal o
incremento das condições de impermeabilização de revestimentos asfálticos, recém
construídos, semi-abertos e abertos (PMFA, PMFSD e macadame asfáltico), com
VDM acima de 1.000 veículos/dia, e também, de revestimentos asfálticos compostos
de misturas asfálticas densas, desgastadas e com trincamento de severidade baixa
a média, em função da exposição à ação do tráfego e das intempéries.
Penetração invertida ou indireta: corresponde à classificação da forma de
penetração do ligante asfáltico, que é espargido antes da aplicação da camada de
agregado miúdo.
Condições Gerais
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Não é permitida a execução dos serviços, objeto desta especificação:
- sem o preparo prévio da superfície, caracterizado por sua limpeza e
reparação preliminar;
- sem a implantação prévia da sinalização da obra, conforme Normas de
Segurança para Trabalhos em Rodovias do DER;
- sem o devido licenciamento/autorização ambiental conforme Manual de
Instruções Ambientais para Obras Rodoviárias do DNIT;
- sem aprovação pelo DNIT da calibragem do equipamento espargidor,
conforme descrito no Manual de Execução de Serviços Rodoviários do DNIT;
- quando a temperatura ambiente for igual ou inferior a 10°C;
- em dias de chuva.
Todo carregamento de ligante betuminoso que chegar à obra deve apresentar
certificado de análise, além de trazer indicação clara da procedência, do tipo, da
quantidade do seu conteúdo e da distância de transporte entre a refinaria ou fábrica
e o canteiro de serviço.
A temperatura de aplicação do material asfáltico deve ser determinada para o
ligante empregado, em função da relação temperatura-viscosidade, adequada para
o espalhamento.
Devem ser observados os seguintes limites, no espargimento:
- emulsão asfáltica RR-2C: viscosidade Saybolt-Furol na faixa de 150 a 300
segundos, na temperatura de ensaio de 50°C;
- emulsão asfáltica polimerizada: viscosidade Saybolt-Furol de 35 a 80
segundos, na temperatura de ensaio de 50°C.
No caso das emulsões, deve ser evitada a sedimentação nos depósitos,
através da circulação periódica da mesma.
Condições Gerais
Todos os materiais utilizados devem satisfazer às especificações aprovadas
pelo DNIT.
Materiais asfálticos
É recomendado o emprego dos seguintes materiais:
− emulsão asfáltica de ruptura rápida tipo RR-2C;
− emulsão asfáltica polimerizada por SBR ou SBS.
O emprego de outros ligantes pode ser admitido desde que tecnicamente
justificado e com aprovação do DNIT.
Agregados: os agregados utilizados podem ser constituídos de areia, pó-depedra ou mistura de ambos. Suas partículas individuais devem ser resistentes e
apresentar moderada angulosidade, livre de torrões de argila e outras substâncias
nocivas, e apresentar as características a seguir descritas.
O material que deu origem ao agregado miúdo deve apresentar desgaste Los
Angeles igual ou inferior a 40%, durabilidade com perda inferior a 15% e adesividade
satisfatória.
Quando submetidos ao ensaio de equivalente de areia, os agregados devem
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apresentar valores iguais ou superiores a 60%.
A graduação dos agregados miúdos deve atender às condições de promover o
melhor entrosamento possível e melhorar a macrotextura e as condições de
segurança da superfície dos revestimentos asfálticos a serem tratados.
d.1) Os agregados utilizados são produtos de britagem (pedrisco, pó-de-pedra,
granilha) e areia natural ou artificial (média a grossa).
d.2) De acordo com as rochas matrizes principais (basalto e granito) e em
função dos tipos de conjuntos de britagem, instalados nas pedreiras no Estado de
Rondônia, usualmente os produtos britados apresentam as seguintes características
granulométricas.
PENEIRAS DE
MALHA QUADRADA PERCENTAGEM PASSANDO, EM PESO
ABNT ABERTURA,mm PEDRISCO GRANILHA PÓ-DEPEDRA
PEDRISCO
+ PÓ-DEPEDRA
3/8 9,5 100 - 100 100
Nº 4 4,8 40-50 100 95-100 80-100
Nº 10 2,0 5-10 10-20 65-80 60-80
Nº 40 0,42 2-8 0-5 30-40 15-30
Nº 80 0,18 2-5 0-5 18-30 10-20
Nº 200 0,074 0-2 0-2 12-25 5-12
d.3) As areias média e grossa, usualmente extraídas nos portos de areia do
Estado de Rondônia, apresentando as seguintes características granulométricas.
PENEIRAS DE MALHA QUADRADA PERCENTAGEM PASSANDO, EM
PESO
ABNT ABERTURA,mm AREIA MÉDIA AREIA GROSSA
Nº 4 4,8 95-100 955-100
Nº 10 2,0 85-100 60-70
Nº 40 0,42 40-60 18-30
Nº 80 0,18 0-10 5-12
Nº 200 0,074 0-2 0-2
Dosagem
Não é possível uma dosagem racional da capa selante, por método direto ou
indireto, devido a sua natureza e a influência preponderante das características da
superfície a ser tratada. Geralmente, usam-se taxas de agregado e de ligante
asfáltico estabelecidos pela experiência, conforme valores demonstrados a seguir.
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Taxas
Tratamentos
superficiais
recém
construídos
Misturas
asfálticas
densas,
desgastadas
superficialmente
e
moderadamente
trincadas
Misturas
asfálticas
a frio
abertas ou
semi
densas
Misturas
asfálticas,
muito
desgastadas
superficialmente
e
moderadamente
trincadas
Agregado
miúdo
2 a 4 kg/m² 2 a 3 kg/m² 3 a 5 kg/m² 4 a 6 kg/m²
RR-2C, pura 0,5 l/m² - 0,8 l/m² -
RR-2C,
diluída em
Água para
aplicação
1,0 l/m² - 1,0 l/m² -
RR com
polímero
- 0,6 a 0,7 l/m² 0,7 l/m² 0,8 a 1,0 l/m²
Equipamento
Todo o equipamento, antes do início da execução dos serviços, deve ser
cuidadosamente examinado e aprovado pelo DNIT, sem o que não é dada a
autorização para o seu início.
É obrigatório, para o início dos trabalhos, que o canteiro de serviço esteja
instalado, contando no mínimo com as quantidades de equipamentos indicadas em
projeto, classificados em:
a) área conveniente para estocagem dos diversos tipos de agregados,
com o objetivo de impedir mistura entre eles, bem como protegê-los de poeira ou
partículas lançadas pelo tráfego de estradas próximas;
b) depósitos de material asfáltico, que permitam o aquecimento de
maneira uniforme e sem riscos de oxidação e que tenham capacidade compatível
com o consumo da obra;
c) equipamento espargidor de material asfáltico, equipado com bomba
reguladora de pressão sistema completo e adequado de aquecimento, capaz de
aplicar o material em quantidade e temperatura uniformes. As barras de distribuição
devem ser de circulação plena, com ajuste vertical e largura variável. Deve ser
equipado ainda com tacômetro, termômetros, medidor de volume e dispositivo de
aplicação manual para pequenas correções;
d) distribuidor de agregados rebocável ou automotriz, capaz de
proporcionar distribuição homogênea dos agregados;
e) rolo de pneus autopropulsor, de pressão regulável;
f) rolo compactador tipo tandem;
g) compressor de ar com potência suficiente para promover, por
jateamento, a perfeita limpeza da superfície a revestir, antes do início do tratamento
superficial;
h) caminhões basculantes;
i)pá-carregadeira ou retro-escavadeira;
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j)caminhão irrigador, equipado com moto-bomba;
k) vassouras mecânicas ou manuais;
l)dispositivos que permitam manter constante a altura da barra espargidora em
relação à superfície de espargimento;
m) vassouras de arrasto ou dispositivos similares, para corrigir possíveis
falhas de distribuição dos agregados;
n) ferramenta apropriada para possibilitar a colocação de qualquer bico
espargidor no ângulo correto formado entre a fresta do bico e a barra espargidora;
o) ferramentas manuais, tais como: pás, enxadas, ancinhos, garfos,
rastelos e demais ferramentas.
Execução
A responsabilidade civil e ético-profissional pela qualidade, solidez e segurança
da obra ou do serviço é da executante.
Previamente, deve ser feita a limpeza e varredura da superfície a tratar,
aplicando-se pintura asfáltica (pintura de ligação), na taxa de 0,6 a 0,8 l/m² de RR2C diluída na proporção de 1:1 (50% emulsão + 50% água).
Sobre a pista, convenientemente demarcada, é iniciado o serviço com a
primeira aplicação de ligante asfáltico, de modo uniforme, na taxa especificada em
projeto e em temperatura que proporcione viscosidade adequada de aplicação.
Eventuais excessos ou falta de material devem ser imediatamente corrigidos.
Imediatamente após a aplicação do material asfáltico, o agregado especificado
deve ser uniformemente espalhado, com o equipamento de distribuição de
agregados aceito pelo DNIT/RO e na quantidade indicada em projeto. Eventuais
falhas de aplicação devem ser prontamente corrigidas.
A rolagem deve ter início imediato, com a utilização do rolo de pneumáticos,
variando-se a pressão, utilizando-se um número de coberturas apenas suficiente
para proporcionar perfeita acomodação do agregado, sem causar danos à superfície
a revestir.
Após a compressão com rolo de pneus, emprega-se o rolo liso tipo tandem,
com sobreposição, para complementar e dar a conformação final do serviços.
No caso de paralisação súbita e imprevista do equipamento distribuidor de
agregados, o agregado é espalhado manualmente, na superfície já coberta com o
material asfáltico, procedendo-se à compressão o mais rápido possível.
O esquema de espargimento adotado deve proporcionar recobrimento triplo,
em toda a largura da camada. Especial atenção deve ser conferida às regiões
anexas ao eixo e bordos, de forma a evitar, nesses locais, a falta ou o excesso
relativos de ligante.
A compressão da camada é executada no sentido longitudinal, iniciando no
lado mais baixo da seção transversal e progredindo no sentido do lado mais alto.
Em cada passada, o equipamento deve recobrir, no mínimo, a metade da
largura da faixa anteriormente comprimida, com os cuidados necessários para evitar
deslocamentos, esmagamento do agregado e contaminações prejudiciais.
Para evitar excesso de ligante na junta transversal, é colocada sobre a
superfície tratada com capa selante, uma faixa de papel adequado, com largura
mínima de 0,80 m.
Deve ser evitada a coincidência das juntas longitudinais para cada aplicação de
ligante.
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A aplicação de ligante, na largura da camada, deve ser feita com o menor
número possível de passagens do equipamento espargidor.
Durante a operação de espalhamento dos agregados, deve ser evitada a
aplicação em excesso, já que sua correção é mais difícil do que a adição de material
faltante.
Não é permitido o tráfego quando da aplicação do ligante asfáltico ou do
agregado miúdo.
O tráfego somente é liberado após decorridos no mínimo 30 minutos da
conformação final da superfície, de maneira controlada por um período mínimo de 24
horas.
Manejo Ambiental
Para execução de capa selante, são necessários trabalhos envolvendo a
utilização de emulsão asfáltica e agregados.
Os cuidados a serem observados para fins de preservação do meio ambiente
envolvem a produção e aplicação de agregados e o estoque de ligante asfáltico.
Agregados: no decorrer do processo de obtenção de agregados de pedreiras,
devem ser considerados os cuidados principais a seguir descritos.
a) A brita somente é aceita após apresentação da licença ambiental de
operação da pedreira cuja cópia da licença deve ser arquivada junto ao Livro de
Registro de Ocorrências da obra.
b) Exigir a documentação atestando a regularidade das instalações da
pedreira, assim como sua operação, junto ao órgão ambiental competente, caso os
agregados sejam fornecidos por terceiros.
c) Evitar a localização da pedreira e das instalações de britagem em área
de preservação ambiental.
d) Planejar adequadamente a exploração da pedreira de modo a
minimizar os danos inevitáveis durante a exploração e possibilitar a recuperação
ambiental, após a retirada de todos os materiais e equipamentos.
e) Impedir queimadas como forma de desmatamento.
f) Construir junto às instalações de britagem, bacias de sedimentação
para retenção do pó de pedra eventualmente produzido em excesso ou por lavagem
da brita, evitando seu carreamento para cursos d’água.
Emulsão asfáltica catiônica
a) Instalar os depósitos em locais afastados de cursos d’água.
b) Vedar o refugo de materiais usados à beira da estrada ou em outros
locais onde possam causar prejuízos ambientais.
Quanto à instalação
a) Atribuir à contratante responsabilidade pela obtenção da licença de
instalação e operação do empreendimento.
b) Atribuir à executante responsabilidade pela obtenção da licença de
instalação para canteiro de obra, depósitos e pedreira industrial, quando for o caso.
c) Recuperar a área afetada pelas operações de construção e execução,
mediante a remoção dos depósitos e a limpeza do canteiro de obras.
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80
Operação
a) Dotar os silos de estocagem de agregados de proteções laterais e
cobertura, para evitar a dispersão das emissões fugitivas durante a operação de
carregamento.
b) Manter em boas condições de operação todos os equipamentos de
processo e de controle.
Além destes procedimentos, devem ser atendidas, no que couber, as
recomendações do Manual de Instruções Ambientais para Obras Rodoviárias do
DNIT/RO.
Controle Interno de Qualidade
Compete à executante a realização de testes e ensaios que demonstrem a
seleção adequada dos insumos e a realização do serviço de boa qualidade e em
conformidade com esta especificação.
As quantidades de ensaios para controle interno de execução referem-se às
quantidades mínimas aceitáveis, podendo a critério do DNIT/RO ou da executante,
serem ampliados para garantia da qualidade da obra.
O controle interno de qualidade do material consta, no mínimo, dos ensaios a
seguir descritos.
Emulsão asfáltica RR-2C
a) Para cada carregamento de emulsão asfáltica que chegar à obra:
- um ensaio de viscosidade Saybolt-Furol;
- um ensaio de determinação do resíduo de CAP, pelo método do fogareiro
(constante do Manual de Execução);
- um ensaio de peneiramento.
Emulsão polimerizada com SBS ou SBR
- um ensaio de viscosidade Saybolt-Furol, 25°C, s;
- um ensaio de sedimentação, cinco dias, % em peso;
- um ensaio de peneiramento, % em peso;
- um ensaio de resíduo asfáltico a seco por evaporação, % em peso;
- um ensaio de penetração;
- um ensaio de recuperação elástica.
Agregados
- um ensaio de granulometria, por via lavada, no mínimo, para cada tipo de
agregado, a cada 2.500 m² de aplicação;
- um ensaio de abrasão Los Angeles no início da obra, e sempre que houver
variação na natureza do material;
- um ensaio de durabilidade no início do serviço, e sempre que houver variação
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na natureza do material;
- um ensaio de adesividade, no início do serviço, para verificação da
compatibilidade da emulsão - agregado mineral. Repetir, se houver alteração nos
materiais.
Controle interno da execução
Controle da aplicação do agregado mineral: a determinação da taxa de
agregado por faixa de espalhamento, expressa em kg/m², é feita com uma
determinação para cada 700 m².
A metodologia é abordada no Manual de Execução de Serviços Rodoviários do
DNIT/.
Controle da aplicação do ligante asfáltico
a) Execução de um ensaio de determinação do resíduo asfáltico, para
cada carregamento do equipamento espargidor (Método do Fogareiro).
b) A temperatura do ligante asfáltico deve ser medida no caminhão
espargidor imediatamente antes da aplicação, a fim de verificar se satisfaz a
temperatura preconizada.
c) A taxa de ligante é determinada em l/m², por aplicação e por faixa de
espalhamento, a cada 700 m². A metodologia é detalhada no Manual de Execução.
Controle Externo de Qualidade – da Contratante
Compete a FISCALIZAÇÃO a realização aleatória de testes e ensaios que
comprovem os resultados obtidos pela executante, bem como, formar juízo quanto à
aceitação ou rejeição do serviço em epígrafe.
O controle externo de qualidade é executado através de coleta aleatória de
amostras, por ensaios e determinações previstos em Controle Interno de Qualidade,
cuja quantidade mensal mínima corresponde pelo menos a 10% dos ensaios e
determinações realizadas pela executante no mesmo período.
Compete exclusivamente a FISCALIZAÇÃO efetuar o controle geométrico, que
consiste na verificação da largura da plataforma, nas diversas seções
correspondentes às estacas da locação, por medidas à trena em espaçamento de,
pelo menos, 20 m.
Controle de acabamento da superfície: são apreciadas em bases visuais.
Verificação final da qualidade
Acabamento e segurança
A macrotextura é avaliada, à razão de uma determinação a cada 500 m de
faixa, pelo ensaio de mancha de areia. Opcionalmente, os ensaios de mancha de
areia podem ser substituídos, a critério da FISCALIZAÇÃO, por medições a laser,
em panos de 20 m situados a cada 500 m de faixa.
Critérios de Aceitação e Rejeição
Aceitações dos materiais
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Todos os ensaios dos materiais indicados no Controle Interno de Qualidade
devem atender aos requisitos especificados nas Condições Específicas.
Aceitação da execução
Os equipamentos espargidores tenham sido devidamente aferidos e,
juntamente com os demais, mantenham adequadas condições de funcionamento ao
longo da obra.
A quantidade de ligante, por aplicação, situe-se no intervalo de ± 15%, em
relação à taxa de dosagem. Para a taxa total, admite-se tolerância de ± 8% em
relação ao projeto.
A quantidade total do agregado mineral situe-se no intervalo de ± 15%, em
relação à taxa de dosagem.
Aceitação do controle geométrico
Os serviços executados são aceitos, à luz do controle geométrico, desde que
atendidas a seguinte condição:
d) a largura da plataforma não deve ser menor que a prevista para a
camada.
Aceitação do acabamento e das condições de segurança
O serviço é aceito, sob o ponto de vista de acabamento e segurança, desde
que atendidas as seguintes condições:
e) as juntas executadas apresentem-se homogêneas, em relação ao
conjunto do serviço, isentas de desníveis e saliências indesejáveis;
f) a superfície apresente-se desempenada e homogênea;
g) os valores da altura de areia (HS) obtidos com o ensaio de mancha de
areia sejam HS ≥ 0,40 mm para valores individuais e 0,40 mm ≤ HS ≤ 1,20 mm para
análises estatísticas.
Condições de conformidade e não-conformidade
Todos os ensaios de controle e determinações devem cumprir condições gerais
e específicas desta especificação, e estar de acordo com os critérios a seguir
descritos.
a) Quando especificada uma faixa de valores mínimos e máximos devem
ser verificadas as seguintes condições:
X – ks< valor mínimo especificado ou X + ks> valor máximo de projeto: não
conformidade;
X – ks ≥ valor mínimo especificado ou X + ks ≤ valor máximo de projeto:
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conformidade;
Onde:
xi = valores individuais
X = média da amostra
s = desvio padrão
k = adotado o valor 1,25
n = número de determinações, no mínimo 9
a) Quando especificado um valor mínimo a ser atingido, devem ser
verificadas as seguintes condições:
Se X – ks< valor mínimo especificado: não conformidade;
Se X – ks ≥ valor mínimo especificado: conformidade.
b) Quando especificado um valor máximo a ser atingido, devem ser
verificadas as seguintes condições:
Se X + ks> valor máximo especificado: não conformidade;
Se X + ks ≤ valor máximo especificado: conformidade.
Os serviços só devem ser aceitos se atenderem às prescrições desta
especificação.
Todo serviço incorreto ou mal executado deve ser corrigido.
Qualquer serviço só deve ser aceito se as correções executadas o colocarem
em conformidade com o disposto nesta especificação; caso contrário é rejeitado.
Critérios de Medição
Os serviços aceitos são medidos pela determinação da área executada,
expressa em metros quadrados.
Critérios de Pagamento
Os serviços aceitos e medidos só são atestados como parcela adimplente, para
efeito de pagamento, se juntamente com a medição de referência, estiver apenso o
relatório com os resultados dos controles e de aceitação.
O pagamento é efetuado, após a aceitação e a medição dos serviços
executados, com base nos preços unitários contratuais, os quais representam a
compensação integral para todas as operações, transportes, materiais, perdas, mãode-obra, equipamentos, controle de qualidade, encargos e eventuais necessários à
completa execução dos serviços.
O preço unitário está sujeito à nova composição, baseada nas taxas
efetivamente aplicadas de agregados e de ligante.
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REFERÊNCIAS
ABNT NBR-14376/99 Emulsões asfálticas – Determinação do resíduo
por evaporação
ABNT NBR-14491/00
Emulsões asfálticas – Determinação da
viscosidade “SayboltFurol”
ABNT NBR-14896/02
Emulsões asfálticas – Determinação do resíduo
seco por
evaporação
ABNT NBR-15086/04
Emulsões asfálticas – Determinação da
recuperação elástica demateriais modificados por
polímeros, pelo método do ductilômetro
DNER-EM 369/97 Emulsões asfálticas catiônicas
DNER-EM 369/99 Asfalto modificado por polímero
DNER-ME 002/94 Emulsão asfáltica – carga de partícula
DNER-ME 003/94 Materiais betuminosos – determinação da
penetração
DNER-ME 005/94 Emulsão asfáltica – determinação da peneiração
DNER-ME 035/98 Agregados – determinação da abrasão “Los
Angeles”
DNER-ME 054/94 Agregados – determinação de equivalente de
areia
DNER-ME 059/94 Emulsões asfálticas – determinação da
resistência à água
DNER-ME 079/94 Agregado – adesividade a ligante betuminoso
DNER-ME 083/94 Agregados – análise granulométrica
DNER-ME 089/94
Agregados – avaliação da durabilidade pelo
emprego de soluçõesde sulfato de sódio ou de
magnésio
DNER-ME 148/94
Material betuminoso – determinação dos pontos
de fulgor ecombustão (vaso aberto Cleveland -
ABNT-NBR 11341/04)
Manual de Pavimentação – DNER, 1996
Manual de Execução de Serviços Rodoviários – DNIT
Manual de Instruções Ambientais para Obras Rodoviárias – DNIT
Normas de Segurança para Trabalhos em Rodovias – DNIT
5.8 - Transporte com caminhão basculante de 14 m³ - rodovia em
revestimento primário
O transporte compreenderá atividades de transporte e descarga do material da
brita indicados pelo projeto. O transporte deverá ser feito por caminhões
basculantes. O percurso será previamente definido e devidamente aprovado pela
FISCALIZAÇÃO e localizados até a distância de 28,00 Km (Pimenta BuenoRO/ESPIGÃO D’OESTE). A CONTRATADA responderá por todos os acidentes de
tráfego em que se envolverem veículos próprios ou de seus subcontratados. Deverá
observar as leis de segurança do trânsito para efetivação dos transportes, condições
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ESTADO DE RONDÔNIA
PREFEITURA DE ESPIGÃO DO OESTE
85
de segurança dos veículos, sinalização adequada nos locais de saída e chegada
dos caminhões.
6.0– DRENAGEM SUPERFICIAL
6.1 - GUIA (MEIO-FIO) E SARJETA CONJUGADOS DE CONCRETO,
MOLDADA IN LOCO EM TRECHO RETO COM EXTRUSORA, 45 CM BASE (15
CM BASE DA GUIA + 30 CM BASE DA SARJETA) X 22 CM ALTURA.
AF_01/2024
MEIO-FIO
Definição
Consiste no fornecimento dos materiais necessários e na execução dos
serviços de assentamento de meios-fios em vias urbanas e rodovias.
Meios-fios
São limitadores físicos das plataformas das vias.
E são nas Dimensões (T 9XB 15 x H 22) cm
Nas rodovias, têm a função de proteger os bordos da pista dos efeitos da
erosão causada pelo escoamento das águas precipitadas, que tendem a verter
neste sentido devido à declividade transversal. Desta forma os meios-fios têm a
função de interceptar este fluxo, conduzindo os deflúvios para pontos previamente
escolhidos para lançamento.
Para efeito desta especificação, não será feita distinção entre meios-fios e
guias, sendo considerado o seguinte serviço:
Execução de meios-fios fundidos juntamente com a sarjeta, com forma
deslizante e mecanicamente, ou seja, executado com extrusora.
Método Executivo
Execução de meios-fios moldados "in loco" com formas deslizantes
Este procedimento refere-se ao emprego de formas metálicas deslizantes,
acopladas a máquinas automotrizes adequadas à moldagem do concreto na
execução de meios-fios, sarjetas, ou de ambos de forma simultânea e monolítica,
por extrusão, compreendendo as etapas de construção relacionadas a seguir:
•Materialização do alinhamento e cota de projeto com a utilização de estacas
de madeira ou de ponteiros de aço e linha fortemente distendida entre eles;
•Escavação, obedecendo aos alinhamentos e dimensões indicados no projeto;
•Regularização ao longo da escavação;
•Lançamento do concreto por extrusão, através de equipamento adequado. O
concreto utilizado deverá ser dosado experimentalmente para uma resistência
característica à compressão de 20MPa;
• Interrupção da concretagem e execução de juntas de dilatação a intervalos de
12,0m.
•Molhação regular durante o período de cura do concreto;
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86
•Preenchimento das juntas de dilatação com asfalto.
Recomendações gerais quanto à execução de meios-fios
Em caso de pavimentos asfálticos, os meios-fios serão executados após a sua
conclusão. No caso de pavimentos com paralelepípedos, serão executados
previamente, delimitando a plataforma da via a ser implantada.
Para garantir maior resistência dos meios-fios a impactos laterais, quando
estes não forem contidos por canteiros ou passeios, serão aplicadas escoras de
concreto magro, espaçadas de 2 metros, constituídos de cubos de 25 cm da aresta.
Em qualquer dos casos, o processo eventualmente utilizado será adaptado às
particularidades de cada obra e submetido à aprovação da Fiscalização.
Equipamentos
Todo o equipamento a ser utilizado deverá ser vistoriado antes do início da
execução do serviço de modo a garantir condições apropriadas de operação, sem o
que não poderá ser autorizada sua execução.
Para a realização dos trabalhos são recomendados:
•Caminhão basculante;
•Caminhão de carroceria fixa;
•Betoneira ou caminhão betoneira;
•Retroescavadeira ou valetadeira;
•Máquina automotriz para execução de perfis pré-moldados de concreto de
cimento ou asfáltico por extrusão.
Critérios de Controle
Os dispositivos abrangidos por esta especificação poderão ser adquiridos de
terceiros ou fabricados no canteiro de obras, de acordo com as indicações do
projeto.
Controle dos materiais
As dimensões das guias serão controladas por medições diretas, com trena. As
guias que não apresentarem as dimensões previstas em projeto serão rejeitadas.
As peças deverão ter no máximo 1,0 m de comprimento, devendo esta
dimensão ser reduzida para segmentos em curvas.
Para os meios-fios pré-moldados de concreto deverão ser utilizadas formas
metálicas ou de madeira revestida, que conduzam a igual acabamento, sendo
submetidos a adensamento por vibração.
Controle da fabricação dos meios-fios
Deverá ser estabelecido, previamente, o plano de retirada dos corpos de prova
de concreto e das amostras de aço estrutural, cimento, agregados e demais
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87
materiais, de forma a satisfazer às especificações referidas.
O concreto utilizado deverá ser preparado de acordo com o prescrito nas
normas NBR 6118 e NBR-7187 da ABNT. O controle tecnológico do concreto
empregado será realizado pelo rompimento de corpos de prova à compressão
simples, aos 7 dias com base no que dispõe a ABNT NBR-5739.
O ensaio de consistência do concreto será feito de acordo com a ABNT NBR7223 ou a ABNT NBR- 9606, sempre que ocorrer alteração no teor de umidade dos
agregados, na execução da primeira amassada do dia após o reinicio dos trabalhos,
desde que tenha ocorrido interrupção por mais de duas horas e cada vez que forem
moldados corpos de prova.
Será controlado o valor mínimo da resistência à compressão ou à flexão do
concreto. Neste controle, o número de determinações será definido em função do
risco de rejeição de um serviço de boa qualidade a ser assumido pela
CONTRATADA, conforme a seguinte tabela:
Com valores de k obtidos na tabela anterior, será verificado:
X - ks< valor mínimo admitido Þ rejeita-se o serviço;
X - ks³ valor mínimo admitido Þ aceita-se o serviço.
Sendo:
Onde:
X i - valores individuais.
X - média da amostra.
s - desvio padrão da amostra.
k - coeficiente tabelado em função do número de determinações.
n - número de determinações.
Os resultados de controle serão registrados nos relatórios periódicos de
acompanhamento.
Os serviços rejeitados deverão ser corrigidos, complementados ou refeitos.
Controle Geométrico
O controle geométrico consistirá de medidas a trena de dimensões transversais
das vias, a cada 20,0 m, entre meios-fios aplicados.
O serviço será considerado como aceito desde que atenda às seguintes
condições:
•Acabamento seja julgado satisfatório;
•Os resultados dos ensaios de compressão do concreto utilizado (meios-fios
TABELA DE AMOSTRAGEM VARIÁVEL
n 5 6 7 8 9 10 11 12 13 15
k 1,32 1,26 1,15 1,14 1,05 1,03 0,99 0,97 0,95 0,92
0,30 0,25 0,16 0,15 0,08 0,06 0,04 0,03 0,02 0,01
n = n° de amostras k = coeficiente multiplicador _ = risco da Contratada
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de concreto) sejam satisfatórios;
•A largura da via seja igual ou maior que a definida no projeto em até 1 %, não
sendo aceitas larguras inferiores às determinadas.
Nas pavimentações urbanas restritas por meios-fios ou guias outros elementos,
a largura da via deverá ser exatamente a definida em projeto.
Manejo Ambiental
Durante a execução dos serviços, principalmente em áreas não urbanizadas,
deverão ser preservadas as condições ambientais, exigindo-se os seguintes
procedimentos:
Todo o material excedente de escavação deverá ser removido, cuidando-se
ainda que não seja conduzido para as bocas de lobo, causando seu entupimento
(áreas urbanas), ou para os cursos d’água, causando seu assoreamento (áreas não
urbanizadas).
Em todos os locais onde ocorrerem escavações ou aterros necessários à
implantação das obras, deverão ser tomadas medidas que proporcionem a
manutenção das condições locais, seja através da recomposição dos pavimentos,
seja através de replantio da vegetação local ou de grama.
Durante o desenrolar dos serviços deverá ser evitado o tráfego desnecessário
de equipamentos ou veículos por terrenos naturais, de modo a evitar sua
desfiguração.
Nas áreas de bota-fora, ou de empréstimos necessários à realização dos
dispositivos, deverão ser evitados os lançamentos de materiais de escavação que
possam afetar o sistema de drenagem superficial.
Critérios de Medição e Pagamento
Os meios-fios serão medidos, pela determinação da extensão executada,
expressa em metros lineares, de acordo com o projeto executivo.
Não serão medidos quantitativos de serviços superiores aos indicados no
projeto.
Nos preços estão incluídos a mão de obra, a aquisição de materiais,
equipamentos, transporte até o local de aplicação, impostos e encargos,
O serviço de escavação para assentamento dos meios-fios está incluso no
preço especificado em planilha orçamentária, conforme composições específicas por
classe de material.
O pagamento se fará ao preço unitário contratual, conforme medição aprovada
pela Fiscalização, devendo remunerar toda a mão de obra, ferramentas,
equipamentos e encargos.
REFERÊNCIAS
NBR 12654 Controle tecnológico de materiais componentes
do concreto: procedimento
NBR 12655 Concreto - preparo, controle e recebimento:
procedimento.
NBR NM 67 Concreto - determinação da consistência pelo
abatimento do tronco de cone
ID: 1342659 e CRC: CE150BE4 ID: 1359000 e CRC: F7F5A837
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NBR NM 68 Concreto - determinação da consistência pelo
espalhamento na mesa de Graff
DNER ES 330 Obras-de-arte especiais - concretos e
argamassas: especificação de serviço
DNER ISA 07
Impactos da fase de obras rodoviárias - causas/
mitigação/Eliminação. In: ______. Corpo
normativo ambiental para empreendimentos
rodoviários.
ENEMAX Álbum de projetos-tipos de dispositivos de
drenagem. 2. Ed.
DNER PRO
011/2004
Gestão da qualidade em obras rodoviárias:
procedimento
SARJETAS
Definição
Sarjetas são dispositivos de drenagem que se aplicam a cortes, aterros e
canteiros centrais, de seção triangular e geralmente construídos no terreno natural,
em concreto simples ou em paralelepípedos. A função básica das sarjetas é
transportar longitudinalmente ao eixo dos logradouros ou rodovias as águas pluviais
entre dois pontos determinados pelo projeto de drenagem.
Sarjetas revestidas em concreto
As sarjetas revestidas em concreto serão executados com extrusora "in loco"
junto ao meio-fio.
A execução das sarjetas de corte deverá ser iniciada após a conclusão de
todas as operações de pavimentação que envolvam atividades na faixa anexa. No
caso de valetas de proteção de aterros, a execução será iniciada após a conclusão
das operações de terraplenagem.
A execução das sarjetas revestidas de concreto moldadas “in loco”
compreenderá as seguintes etapas:
Preparo e regularização da superfície de assentamento
Esta etapa será executada mediante operações manuais que envolverão cortes
e/ou aterros de forma a se atingir a geometria projetada para cada dispositivo. No
caso de valetas de proteção de aterros ou cortes, admite-se, opcionalmente, a
associação mecânica mediante emprego de lâmina de motoniveladora ou pá
carregadeira equipada com retroescavadeira. Os materiais empregados nesta etapa
serão os próprios solos existentes no local, ou mesmo material excedente da
pavimentação, no caso de sarjetas de corte. De qualquer modo, a superfície de
assentamento deverá resultar firme e bem desempenada.
Instalação das guias de referência
As guias de madeira que servirão de referência para a concretagem serão
colocadas segundo a seção transversal de cada dispositivo, espaçadas de 2,0
metros.
ID: 1342659 e CRC: CE150BE4 ID: 1359000 e CRC: F7F5A837
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90
Concretagem
A concretagem envolverá o seguinte plano executivo:
•Lançamento de concreto com fck = 20,0 Mpa, em panos alternados;
•Espalhamento e acabamento do concreto mediante emprego de ferramentas
manuais, em especial de uma régua que, apoiada nas duas guias adjacentes,
permitirá a conformação da sarjeta à seção pretendida;
•Retirada das guias dos panos concretados, tão logo se constate o suficiente
endurecimento do concreto aplicado;
•Espalhamento e acabamento do concreto nos panos intermediários,
utilizando-se como apoio para a régua de desempeno o próprio concreto dos panos
anexos.
Execução das juntas
A sexta guia de cada segmento só será retirada após a concretagem dos dois
panos anexos. Em seu lugar será executada uma junta de dilatação, vertendo-se
cimento asfáltico previamente aquecido. Desta forma, resultarão juntas espaçadas
de 12 metros.
Critérios de Controle
Controle dos Materiais
Todos os materiais utilizados deverão atender integralmente às especificações
em vigor.
O concreto utilizado nos dispositivos em que se especifica este tipo de
revestimento deverá ser dosado experimentalmente para uma resistência
característica à compressão (fckmín), aos 28 dias, de 20Mpa. O concreto utilizado
deverá ser preparado de acordo com o prescrito nas normas NBR 6118 e NBR 7187
da ABNT.
Controle Geométrico
A Fiscalização apreciará de forma visual as características de acabamento das
sarjetas executadas. Adicionalmente, serão avaliadas as características geométricas
destes dispositivos, de acordo com o seguinte plano de amostragem:
Sarjetas revestidas com concreto
Determinação da espessura da camada de concreto aplicada, à razão de 1
ponto a cada 200 metros. A determinação da espessura será feita quando da
retirada das guias do primeiro conjunto de panos selecionados pela Fiscalização.
Determinação das dimensões transversais do dispositivo, por medidas a trena,
nos mesmos pontos em que forem procedidas determinações das espessuras.
Sarjetas não revestidas
Determinação das dimensões transversais do dispositivo, à razão de 1 ponto a
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91
cada 200 metros, por medidas a trena.
Aceitação dos Serviços
Os serviços serão considerados aceitos desde que atendidas as seguintes
condições:
•Acabamento seja julgado satisfatório;
•As dimensões transversais avaliadas não difiram das de projeto mais do que
5 %, em pontos isolados;
•Todas as medidas de espessuras efetuadas se encontrem situadas no
intervalo de mais ou menos 5% em relação à espessura do projeto;
•A resistência à compressão simples (fck est) determinada segundo o prescrito
na NBR 6118 para controle assistemático, seja superior à resistência característica
especificada para as sarjetas em concreto.
Manejo Ambiental
Os cuidados ambientais referem-se principalmente à disposição do material
escavado e não utilizado nas operações de preparo e regularização da superfície de
assentamento.
Os mesmos serão destinados a bota-foras, que deverão ser feitos próximos
aos pontos de passagem e de modo a não prejudicar o escoamento das águas
superficiais.
Critérios de Medição e Pagamento
As sarjetas serão medidas, de acordo com o tipo empregado, pela
determinação da extensão efetivamente executada, incluídas as respectivas saídas
de água, expressa em metros lineares.
Estarão incluídas no valor dos serviços as escavações, regularização do
terreno, colchões de areia ou importação de material de aterro, a limpeza e os
acabamentos necessários.
O transporte dos materiais e/ou solos importados será remunerado
separadamente, em item específico.
Critérios de Pagamento
Os dispositivos serão pagos pelos preços unitários contratuais, para as
quantidades medidas conforme o critério de medição adotado, e incluem todas as
etapas de execução, bem como mão de obra com encargos sociais, equipamentos,
ferramentas, fornecimento de todos os materiais utilizados, escavações, reaterro,
limpeza, acabamentos e eventuais.
REFERÊNCIA
NBR 12654 Controle tecnológico de materiais componentes
do concreto: procedimento
NBR 12655 Concreto - preparo, controle e recebimento:
procedimento.
NBR NM 67 Concreto - determinação da consistência pelo
ID: 1342659 e CRC: CE150BE4 ID: 1359000 e CRC: F7F5A837
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92
abatimento do tronco de cone
NBR NM 68 Concreto - determinação da consistência pelo
espalhamento na mesa de Graff
DNER ES 330 Obras-de-arte especiais - concretos e
argamassas: especificação de serviço
DNER ISA 07
Impactos da fase de obras rodoviárias - causas/
mitigação/Eliminação. In: ______. Corpo
normativo ambiental para empreendimentos
rodoviários.
ENEMAX Álbum de projetos-tipos de dispositivos de
drenagem. 2. Ed.
DNER PRO
011/2004
Gestão da qualidade em obras rodoviárias:
procedimento
6.2 - GUIA (MEIO-FIO) E SARJETA CONJUGADOS DE CONCRETO, MOLDADA
IN LOCO EM TRECHO CURVO COM EXTRUSORA, 45 CM BASE (15 CM BASE DA GUIA
+ 30 CM BASE DA SARJETA) X 22 CM ALTURA. AF_01/2024
Idem ao item 6.1.
7.0 – SINALIZAÇÃO HORIZONTAL
7.1 - Pintura de faixa com tinta acrílica - espessura de 0,6 mm (TRACEJADA)
FAIXAS HORIZONTAIS
Definição
Para os efeitos desta Norma é adotada a seguinte definição:
Sinalização rodoviária horizontal
Conjunto de marcas, símbolos e legendas aplicados sobre o revestimento de
uma rodovia, obedecendo a um projeto desenvolvido para atender às condições de
segurança e conforto do usuário.
Condições Gerais
Para qualquer situação de execução dos serviços de sinalização são
exigidas as seguintes condições básicas:
A seleção e aplicação da sinalização visando à segurança e o conforto
do usuário deve obedecer aos requisitos básicos seguintes:
- Atender a uma real necessidade;
- Chamar a atenção dos usuários;
- Transmitir uma mensagem clara e simples;
- Orientar o usuário para uma boa fluência e segurança de tráfego;
ID: 1342659 e CRC: CE150BE4 ID: 1359000 e CRC: F7F5A837
ESTADO DE RONDÔNIA
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93
- Possibilitar tempo adequado para uma ação correspondente;
- Disciplinar o uso da rodovia;
- Impor respeito aos usuários.
Todos os materiais devem previamente satisfazer às exigências das
especificações aprovadas pelo Contratante.
No projeto de sinalização deverão estar definidos os seguintes elementos:
- Local da aplicação, extensão e largura;
- Dimensões das faixas;
- Espessura úmida da tinta a ser aplicada, em uma só passada 0,4 mm ou 0,6
mm;
- Outras espessuras poderão ser aplicadas, desde que o projeto assim o
determine.
Condições Específicas
Tipos de Faixas
Faixas Contínuas
Estão associadas à ideia de proibição ao movimento de veículos, quando
separarem fluxos de trânsito, à delimitação das faixas destinadas à circulação de
veículos, ao controle de estacionamentos e paradas de veículo.
Faixas Interrompidas (tracejada)
Estão associadas à ideia de permissão de movimento de veículos, quando
separarem fluxos de trânsito e à delimitação das pistas destinadas à circulação de
veículos.
Do tipo de faixa:
Pintura de faixa - tinta base acrílica - espessura de 0,6 mm (Tracejada);
Pintura de faixa - tinta base acrílica - espessura de 0,6 mm (Contínua);
Objetivo
Esta especificação fixa as condições exigíveis para a execução de sinalização
horizontal com material termoplástico pelo processo de extrusão em vias urbanas.
Documentos Complementares
Na aplicação desta especificação é necessário consultar as NBR 13132,
15402 e 16184 da ABNT.
Requisitos para o termoplástico:
O termoplástico deverá atender ao contido na NBR 13132. O termoplástico
deve apresentar boas condições de trabalho e suportar temperaturas de até 80º C,
sem sofrer alterações;
Deve ser inerte a intempéries, combustíveis e lubrificantes;
Deve produzir marcas que se agreguem firmemente ao pavimento, não se
ID: 1342659 e CRC: CE150BE4 ID: 1359000 e CRC: F7F5A837
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94
destacando do mesmo em consequência de esforços provenientes do tráfego;
Deve ser passível de remoção intencional, não ocasionando danos sensíveis
ao pavimento;
Não deve possuir capacidade destrutiva ou desagregadora do pavimento.
Depois de aplicado deve permitir liberação do tráfego em 5 minutos;
Deve manter integralmente a sua coesão e cor após a sua aplicação no
pavimento;
Quando aquecido à temperatura exigida para sua aplicação, não deve
desprender fumos ou gases tóxicos que possam causar danos à pessoas ou à
propriedades;
O material termoplástico se constituirá de uma mistura em proporções
convenientes de: ligantes, partículas granulares como elementos inertes, pigmentos
e seus agentes dispersores, microesferas de vidro e outros componentes que
propiciem ao material, qualidades que venham atender a finalidade a que se destina;
O ligante deve ser constituído de resinas naturais e/ou sintéticas e um óleo,
como agente plastificante;
As partículas granulares serão constituídas por talco, dolomita, calcita,
quartzo e outros materiais similares e microesferas de vidro do tipo IA;
No termoplástico de cor branca, o pigmento deve ser o dióxido de titânio rutilo
e no de cor amarela deve ser o cromato de chumbo ou sulfeto de cádmio. Os
pigmentos empregados devem assegurar uma qualidade e resistência à luz e ao
calor, tais que a tonalidade das faixas permaneçam inalteradas;
REQUISITOS – EXTRUDADO MÍNIMO MÁXIMO
TEOR DE LIGANTE 18 24
% DE DIOXIDO DE TITÂNIO (COR BRANCO) 08 -
% DE SUFETO DE CÁDMIO 01 1,50
% DE MICROESFERAS NA MISTURA 20 40
MASSA ESPECÍFICA G/CM³ 1,85 2,25
PONTO DE AMOLECIMENTO °C 90 -
% DE DESLIZAMENTO - 5
RESISTÊNCIA A ABRASÃO - 0,40
Qualitativos:
Requisitos – EXTRUDADO
Estabilidade ao Calor Satisfatória
Resistência a Luz Satisfatória
REQUISITOS GERAIS PARA APLICAÇÃO DO EXTRUDADO
A Aplicação do extrudado deverá atender o contido na NBR 15405.
REQUISITOS ESPECÍFICOS PARA APLICAÇÃO DO TERMOPLÁSTICO
EXTRUDADO:
A Aplicação do termoplástico extrudado deverá atender o contido na NBR
15405.
ID: 1342659 e CRC: CE150BE4 ID: 1359000 e CRC: F7F5A837
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Retrorrefletorização:
A retrorrefletorização inicial mínima da sinalização deverá ser de 250
mcd/lux.m² para a cor branca e 150 mcd/lux.m² para a cor amarela, sendo que esses
valores devem se manter por um período não inferior a 30 dias após conclusão do
serviço e se manter com 80% dos valores iniciais no período compreendido entre 30
e 60 dias.
Espessura:
A espessura de termoplástico a ser aplicada é de no mínimo 3,0 mm, salvo
determinação em contrário especificada em projeto. O controle da espessura da
película será realizado através da aferição da sapata utilizada para aplicação
manual.
Correção:
Caso seja realizada aplicação do material em desacordo com o projeto, a
contratada deverá retirá-lo e refazê-lo, sem ônus à contratante.
Medição:
Nos serviços executados, a apuração das quantidades (medições) será
calculada tomando-se por base as áreas efetivamente pintadas.
Garantia:
A durabilidade da sinalização aplicada (material e aplicação ou somente
aplicação), sobre pavimentos asfálticos, suportando tráfego de até 30.000 (trinta mil)
veículos/faixa x dia, independentemente dos ensaios e vistorias deverá ser de:
- 12 (doze) meses para 100% da metragem total aplicada de cada projeto;
- 24 (vinte e quatro) meses para 80% da metragem total aplicada de cada
projeto;
- 36 (trinta e seis) meses para 60% da metragem total aplicada de cada
projeto.
7.2 - Pintura de faixa com tinta acrílica - espessura de 0,6 mm
(CONTÍNUA)
Idem ao item 7.1.
7.3 - Tacha refletiva em plástico injetado - bidirecional tipo I -
fornecimento e colocação
As Tachas monodirecionais e bidirecionais são apresentadas no formato
prismático, nas dimensões, vide projeto, com pino para fixação e com laterais
inclinadas a 30º.
Composição:
ID: 1342659 e CRC: CE150BE4 ID: 1359000 e CRC: F7F5A837
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O corpo é em resina, na cor amarela, indelével, ou branco Munsel N 9,5.
Fixação:
A fixação é feita através de pinos de aço, com cola especial aplicada na
superfície para melhor aderência dos pinos ao material de fixação e no pavimento.
Elementos Refletivos:
Os elementos refletivos são de acrílico na forma prismática nas cores amarela
ou branca com fixação que serão fundidos junto a tacha. Os elementos refletivos
devem apresentar intensidade luminosa de acordo com as especificações vigentes.
Para assentamento ou fixação no pavimento usa-se 175 gramas de cola por
unidade.
Retratação:
Não devem apresentar “vazios” entre a peça e o pavimento e movimento dos
pinos de fixação; Tempo máximo de cura é de 30 minutos.
7.4 - Tacha refletiva em plástico injetado - monodirecional tipo I -
fornecimento e colocação
Idem ao item 7.3.
8.0 – AQUISIÇÃO E TRANSPORTE DE MATERIAL BETUMINOSO
8.1.1 – AQUISIÇÃO E ENTREGA CM-30
Definição
Consiste no transporte de material betuminoso, que no caso de emulsão CM30 para imprimação. O transporte deverá ser feito por caminhões ou carretas
tanque, próprios para transporte. A armazenagem exige aquecimentos e tanques
preferencialmente revestidos com isolamento térmico.
Método executivo
O material deverá ser lançado em caminhão tanque próprios para transporte e
preferencialmente revestidos com isolamento térmico, mantendo do material e
armazenado e aquecido em temperatura adequada até o momento de sua aplicação
nas intervenções indicadas em projeto.
Deverão ser utilizados caminhões tanques em número e capacidade
compatíveis com a necessidade do serviço e com a produtividade requerida.
No transporte em canteiros de obra, o caminho a ser percorrido pelos
caminhões deverá ser mantido em condições de permitir velocidade adequada, boa
visibilidade e possibilidade de cruzamento.
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A carga deverá ser feita dentro do limite legal de capacidade do veículo
(volume e/ou peso), mesmo dentro de canteiros de obras.
A distância de transporte está defina de acordo com o projeto. Sendo o
material adquirido de ((DISBRAL) Aparecida de Goiânia-GO/ Espigão D'Oeste -
RO (DMT =1.882,00Km)
Equipamentos
Todos os veículos utilizados deverão estar em condições técnicas e legais de
trafegar em qualquer via pública.
Entende-se por condições técnicas o bom estado do veículo, principalmente no
que diz respeito à parte elétrica (faróis, setas, luz de advertência, luz de ré, etc.),
motor (emissões de gases, vazamentos, etc.), freios, pneus, direção e sistema
hidráulico.
Entende-se por condições legais a existência comprovada da documentação
do veículo – Seguro Obrigatório e IPVA em dia e documento de porte obrigatório
original.
Critérios de Controle
O percurso a ser seguido no perímetro urbano pelo caminhão será objeto de
aprovação prévia pela Fiscalização.
Para a aplicação da emulsão CM-30 para imprimação, o local de descarga
será definido com o seguimento de execução do convênio.
O trânsito dos veículos de carga, fora das áreas de trabalho, deverá ser
evitado, tanto quanto possível, principalmente onde houver áreas com relevante
interesse paisagístico ou ecológico.
Transporte em caminhão tanque
O controle do transporte, quanto à distribuição do material, será visual; quanto
à determinação do volume, o procedimento será aquele descrito no Critério de
Medição, a seguir.
No caso de materiais a serem medidos no tanque, tais como da emulsão CM30 para imprimação, deverá haver a medição adequada, de modo a permitir o
cálculo do volume transportado em cada viagem.
Os caminhões deverão ter as dimensões de seus tanques medidas e anotadas,
previamente, visando-se facilitar a apropriação dos volumes, no caso de medição
por volume tonelada.
Critérios de Medição e Pagamento
Transporte de material betuminoso (caminhão tanque) e Medição Definido
por Tonelada (t)
Medição por transportada (t)
Materiais de emulsão CM-30 para imprimação, a medição será feita pelo
volume extraído, em tonelada, medido de acordo com o cálculo orçamentário.
Estão incluídos nos preços todos os custos de manutenção, conservação,
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tempo de carga, descarga e manobra, todo o equipamento e pessoal necessários,
bem como os encargos e outras despesas necessárias à sua execução.
O pagamento será feito pelo preço unitário contratual, conforme medição
aprovada pela
Fiscalização, incluindo toda a mão-de-obra, materiais, equipamentos e
encargos necessários à execução do serviço.
8.1.2 – AQUISIÇÃO E ENTREGA RR-2C
Definição
Consiste no transporte de material betuminoso, que no caso trata este serviço
é de Emulsão Asfáltica RR-2C para TSD e Capa Selante. O transporte deverá ser
feito por caminhões basculante, por seu fácil descarregamento na hora da execução.
Esta especificação regulamenta o transporte de materiais que possam ser
medidos por volume tonelada.
Os materiais transportados abrangidos por esta Especificação podem ser:
-O material utilizados na execução na camada final do pavimento, no caso
Emulsão Asfáltica RR-2C para TSD e Capa Selante,;
Considera-se o transporte em caminhões basculantes para aqueles materiais
que possam ter seu volume facilmente determinado, no caso material betuminoso
Emulsão Asfáltica RR-2C para TSD e Capa Selante,.
Considera-se o transporte em caminhões com basculante para aqueles que
apresentem dificuldade em determinação do volume, mas com peso facilmente
obtido, seja através de mensuração em balança ou de cálculo de unidade x
densidade, tais como t/m² x t, para que seja obtido o resultado final em tonelada.
Método Executivo
Os transportes serão efetuados por profissionais habilitados e com experiência
comprovada, mesmo quando feitos em locais onde não seja necessária habilitação.
Não serão permitidos motoristas não habilitados no DETRAN.
A CONTRATADA torna-se responsável pelo transporte dos materiais desde
sua carga até a sua entrega nos pontos determinados pela Fiscalização. Ficam sob
sua responsabilidade os cuidados de carregamento e descarregamento,
acomodação deforma adequada no veículo e no local de descarga, assim como
todas as precauções necessárias durante o transporte.
Ficam a cargo da CONTRATADA o seguro da carga, quando necessário, assim
como do veículo.
Qualquer acidente que ocorra com a carga, o veículo ou contra terceiros,
durante o transporte, será de sua inteira responsabilidade.
É obrigação da CONTRATADA o controle das viagens transportadas, a fim de
evitar que o material seja descarregado fora do local de destino ou em locais não
apropriados.
Qualquer que seja o local de transporte, não serão permitidas pessoas viajando
ID: 1342659 e CRC: CE150BE4 ID: 1359000 e CRC: F7F5A837
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99
sobre a carga.
Deverão ser observadas todas as regras da legislação de trânsito no que se
refere a transporte de cargas, mesmo dentro dos canteiros de obras.
Transporte em Caminhões Basculantes
O material deverá ser lançado na caçamba, de maneira que fique
uniformemente distribuído, no limite geométrico da mesma, para que não ocorra
derramamento pelas bordas durante o transporte.
No transporte em canteiros de obra, o caminho a ser percorrido pelos
caminhões deverá ser mantido em condições de permitir velocidade adequada, boa
visibilidade e possibilidade de cruzamento. Os caminhos de percurso deverão ser
umedecidos para evitar o excesso de poeira, e devidamente drenados, para que não
surjam atoleiros ou trechos escorregadios.
Tratando-se de transporte em área urbana, estradas ou em locais onde haja
tráfego de veículos ou pedestres, a caçamba do caminhão deverá ser
completamente coberta com lona apropriada, ainda no local da carga, evitando-se,
assim, o derramamento de material nas vias.
Deverão ser utilizados caminhões basculantes em número e capacidade
compatíveis com a necessidade do serviço e com a produtividade requerida.
A carga deverá ser feita dentro do limite legal de capacidade do veículo
(volume e/ou peso), mesmo dentro de canteiros de obras.
Equipamentos
Todos os veículos utilizados deverão estar em condições técnicas e legais de
trafegar em qualquer via pública.
Entende-se por condições técnicas o bom estado do veículo, principalmente no
que diz respeito à parte elétrica (faróis, setas, luz de advertência, luz de ré, etc.),
motor (emissões de gases, vazamentos, etc.), freios, pneus, direção e sistema
hidráulico.
Entende-se por condições legais a existência comprovada da documentação
do veículo – Seguro Obrigatório e IPVA em dia e documento de porte obrigatório
original.
Critérios de Controle
O percurso a ser seguido no perímetro urbano pelo caminhão será objeto de
aprovação prévia pela Fiscalização.
Para a aplicação da Emulsão Asfáltica RR-2C para TSD e Capa Selante,, o
local de descarga será definido com o seguimento de execução do convênio, sendo
este por trecho único, ou separado conforme projeto.
O trânsito dos veículos de carga, fora das áreas de trabalho, deverá ser
evitado, tanto quanto possível, principalmente onde houver áreas com relevante
interesse paisagístico ou ecológico.
Transporte em caminhão basculante
O controle do transporte, quanto à distribuição do material, será visual; quanto
ID: 1342659 e CRC: CE150BE4 ID: 1359000 e CRC: F7F5A837
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100
à determinação do volume, o procedimento será aquele descrito no Critério de
Medição, a seguir.
No caso de materiais a serem medidos no caminhão basculante, tal como de
Emulsão Asfáltica RR-2C para TSD e Capa Selante, deverá haver a medição
adequada, de modo a permitir o cálculo do volume transportado em cada viagem.
Os caminhões deverão ter as dimensões de suas caçambas medidas e
anotadas, previamente, visando-se facilitar a apropriação dos volumes, no caso de
medição por volume tonelada.
Critérios de Medição e Pagamento
Transporte de material betuminoso (caminhão tanque) e Medição Definido
por Tonelada (t)
Medição por transportada (t)
Materiais da Emulsão Asfáltica RR-2C para TSD e Capa Selante, a medição
será feita pelo volume extraído, em tonelada, medido de acordo com o cálculo
orçamentário.
Estão incluídos nos preços todos os custos de manutenção, conservação,
tempo de carga, descarga em manobra, todo o equipamento e pessoal necessários,
bem como os encargos e outras despesas necessárias à sua execução.
O pagamento será feito pelo preço unitário contratual, conforme medição
aprovada pela
Fiscalização, incluindo toda a mão-de-obra, materiais, equipamentos e
encargos necessários à execução do serviço.
IV. PROTEÇÃO AMBIENTAL
Esta especificação de serviço tem por objetivo definir e orientar os requisitos
ambientais que devem ser observados na exploração de jazidas de materiais a
serem utilizados nos serviços previstos. As jazidas só poderão ser exploradas após
a obtenção da Licença Ambiental junto ao órgão licenciador competente, que deverá
ser providenciada pela executante e arquivada junto ao “Livro de ocorrências” da
obra.
No caso de utilização de áreas já oneradas, deve ser firmado contrato
específico entre a executante e o detentor do direito minerário, especificando todas
as medidas ambientais compensatórias a serem atendidas antes da devolução da
mesma área. Deve ser obedecido o plano de exploração da jazida, indicado no
“Projeto Final de Engenharia”, de modo a minimizar os danos inevitáveis e
possibilitar a recuperação ambiental, após a retirada de todos os equipamentos.
Todas as operações referentes à exploração da jazida devem ser executadas em
etapas, de acordo com o avanço da lavra.
A exploração de areais em leitos de rios deve ser conduzida de modo a se
assegurar a formação de bacias pouco profundas, não se admitindo a escavação
dos barrancos nem a remoção da mata ciliar. No caso de utilização de dragagem,
por bombas de sucção instaladas sobre barcaças, a areia deverá ser transportada,
por dutos, até fora da faixa de preservação permanente. Neste caso, a água
utilizada para lavagem da areia deverá passar por caixa de decantação antes de
retornar ao rio.
ID: 1342659 e CRC: CE150BE4 ID: 1359000 e CRC: F7F5A837
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Quando da desativação de jazidas de areia em leitos ativos, deve ser
procedida a recomposição do leito, especialmente se tiverem sido produzidas cavas
em locais próximos de áreas urbanas, a menos que outros usos estejam previstos
em projeto; as áreas de jazidas, após a escavação, devem ser conformadas com
abrandamento dos taludes, de modo a suavizar contornos e reincorporá-las ao
relevo natural, operação realizada antes do espalhamento do solo orgânico. O
adequado manejo ambiental das jazidas é condição para a aceitação dos serviços
para os quais se destinam os materiais delas obtidos.
Os bota-foras devem ser preferencialmente, localizados na faixa de domínio e
à jusante da rodovia, com relação ao sistema de drenagem natural, evitando-se
bota-foras que interceptem ou perturbem cursos d’água, caminhos preferenciais de
drenagem ou em locais que apresentem sinais de processos erosivos. O
espalhamento de material para constituição de bota-foras deve ser efetuado com
trator de esteira com lâmina, em camadas com espessura máxima de 0,30m. Após a
conformação do bota-fora, deve ser implantado sistema de drenagem das águas
pluviais compatível com as características de deformabilidade e compressibilidade
do maciço, de forma a evitar que o escoamento das águas pluviais possa carrear o
material depositado causando erosões e assoreamentos.
Deve ser feito revestimento vegetal dos bota-foras, inclusive os de 3ª categoria,
após conformação final, a fim de protegê-los contra processos erosivos e incorporálos à paisagem local.
Ainda deve ser feita a recuperação do caminho de serviço, no qual este é uma
via construída para garantir o trânsito de equipamentos e veículos em operação,
com as finalidades de interligar cortes e aterros, assegurar acesso ao canteiro de
serviço, empréstimos, jazidas, obras de arte, fontes de abastecimento de água e
instalações previstas no canteiro da obra. São exigidos os seguintes cuidados de
preservação ambiental:
- Os caminhos de serviços somente devem ser executados diante de
acompanhamento e orientação no que tange à proteção ambiental;
- Após a conclusão das obras que exigem a construção de caminhos de
serviços, este deve ser eliminado e a área recuperada ao uso original, devendo os
restos de demolição das obras provisórias serem removidos para locais apropriados,
onde não possam entulhar talvegues ou agredir o ambiente;
- A contratada deve evitar, durante a vigência do contrato, que os caminhos de
serviços, pelo uso indevido de terceiros, venham a se tornar servidão, bem como
deve impedir construções por terceiros na sua faixa ou a permanência de casas de
seus agregados, após a conclusão das obras;
- Para fins de recuperar o uso original nas áreas desmatadas, o material de
limpeza proveniente dos caminhos de serviços deve ser estocado para posterior
incorporação na própria área, visando a recuperação original, a não ser que o
caminho coincida com o corpo estradal.
Tem-se também o manejo ambiental do canteiro de obras, este tem por
objetivo definir e orientar os requisitos ambientais que devem ser observados na
instalação, operação e desmobilização de canteiros de obras; entende-se como
canteiro de obra, o conjunto de elementos necessários para a execução de uma
obra rodoviária, o qual é composto, em geral, por: alojamentos, edificações para
fiscalização, administração, serviços, almoxarifado, refeitório, posto médico e
ambulatório; postos de abastecimento, lavagem e troca de óleo; central de britagem;
usinas de asfalto, concreto e solo; pátio de brita, areia e bota-fora; carpintaria,
ID: 1342659 e CRC: CE150BE4 ID: 1359000 e CRC: F7F5A837
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102
pintura e armação, sanitários, guarita e estacionamento. Os canteiros devem se
localizar, preferencialmente, em áreas anteriormente degradadas, respeitando
distâncias seguras com relação a residências e núcleos urbanos.
A área afetada pelas operações de construção do canteiro deve ser recuperada
mediante a remoção das construções provisórias, limpeza e recomposição
ambiental. Os solos vegetais removidos de área destinada à instalação do canteiro
de obra devem ser estocados em local não sujeito à erosão, devendo ser
reincorporados à área de origem após a desmobilização.
As áreas de empréstimos devem ter seu aproveitamento dependente da
ocorrência de materiais adequados e respectiva exploração em condições
econômicas, mediante autorização da Fiscalização; sempre que possível, devem ser
executados empréstimos contíguos ao corpo estradal, resultando sua escavação em
alargamento dos cortes.
Nas explorações das caixas de empréstimos adotam-se as seguintes
recomendações de preservação ambiental:
- O material decorrente das operações de desmatamento, destocamento e
limpeza executados dentro dos limites da área deve ser retirado e estocado de forma
que após a exploração do empréstimo, o solo orgânico seja espalhado na área
escavada reintegrando-a à paisagem;
- O material vegetal deve ser removido e estocado conforme as indicações do
projeto. A remoção ou estocagem dependerá da eventual utilização, não sendo
permitida a permanência de entulhos nas adjacências da plataforma de modo a
provocar a obstrução do sistema de drenagem natural da obra ou problemas
ambientais;
- Evitar a localização de empréstimos em áreas de boa aptidão agrícola;
- Evitar a exploração de empréstimos em áreas de reservas florestais,
ecológicas, de preservação cultural, ou mesmo, nas suas proximidades;
- As áreas de empréstimos, após a escavação, devem ser reconformadas com
abrandamento dos taludes, de modo a suavizar contornos e reincorporá-las ao
relevo natural, operação realizada antes do espalhamento do solo orgânico;
- As áreas de empréstimos devem ser convenientemente drenadas de modo a
evitar o acúmulo de águas e os efeitos da erosão, exceto no semiárido, quando
poderão ser executadas caixas de empréstimos para retenção e acúmulo de água;
- O trânsito dos equipamentos e veículos de serviço fora das áreas de trabalho,
deve ser evitado tanto quanto possível, principalmente onde há alguma área com
relevante interesse paisagístico ou ecológico.
V. ENTREGA DA OBRA
A obra será entregue em perfeito estado de conservação, com todas as
implantações em Drenagem com BSTC, bocas de lobo, poços de visita,
regularização de subleito, base e sub-base para pavimentação, imprimação
com asfalto diluído (CM-30), emulsão Asfáltica RR-2C para TSD, emulsão
Asfáltica RR-2C Capa Selante, meio-fio, sarjeta, e sinalização horizontal
deverão está em perfeitas condições de funcionamento e devidamente testadas.
Uma vistoria final da obra deverá ser feita pela CONTRATADA, antes da
comunicação oficial do término da mesma, acompanhada pela FISCALIZAÇÃO.
Será então, firmado o Termo de Entrega Provisório, de acordo com o Art. 140, inciso
ID: 1342659 e CRC: CE150BE4 ID: 1359000 e CRC: F7F5A837
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II, alínea a, da Lei Nº 14.133, de 1.abr.2021 onde deverão constar todas as
pendências e/ou não conformidades verificadas na vistoria.
VI. PRESCRIÇÕES DIVERSAS
Todas as imperfeições decorrentes da obra de em Drenagem com BSTC,
bocas de lobo, poços de visita, regularização de subleito, base e sub-base para
pavimentação, imprimação com asfalto diluído (CM-30), emulsão Asfáltica RR2C para TSD, emulsão Asfáltica RR-2C Capa Selante, meio-fio, sarjeta e
sinalização horizontal deverão ser corrigidas pela CONTRATADA, sem qualquer
acréscimo a ser pago pela CONTRATANTE.
ESPIGÃO D’OESTE /RO, FEVEREIRO DE 2026.
Responsável Técnico do Projeto
ID: 1342659 e CRC: CE150BE4 ID: 1359000 e CRC: F7F5A837
04.695.284/0001-39
Rua Rio Grande do Sul, 2800 - Vista Alegre
www.espigaodooeste.ro.gov.br
Município de Espigão do Oeste
FICHA CADASTRAL DO DOCUMENTO ELETRÔNICO
ID: 1342659
CF567CD8F6E7B25250773C8DEB339B88
CE150BE4
MD5:
CRC:
SHA256: 2355DF72075DFEC81A21AE56E75DB4BC4B240A2020D3E98C8A2AB7739EDCFFA0
Especificação
Tipo do Documento
Tecnica e Memorial Descritivo
Identificação/Número
11/02/2026
Data
Processo: 42-2138/2025
Processo Documento
RECAPEAMENTO
Súmula/Objeto:
Usuário: Roberto Takei Vasconcelos
Criação: 11/02/2026 10:09:16 Finalização: 11/02/2026 10:09:16
INTERESSADOS
SEMPLAN - Secretaria Municipal de Planejamento e Orçamento 11/02/2026 10:09:16
ASSUNTOS
OBRAS, REFORMAS E INSTALAÇÕES 11/02/2026 10:09:16
ASSINATURAS ELETRÔNICAS
Roberto Takei Vasconcelos Engenheiro Civil CREA/MT 32564 11/02/2026 10:09:56
Assinado na forma do Decreto Municipal nº 4.474/2020.
A autenticidade deste documento pode ser conferida através do QRCode acima ou ainda através do site transparencia.espigaodooeste.ro.gov.br
informando o ID 1342659 e o CRC CE150BE4.
DigProc - Gestão Integrada de Documentos e Processos Eletrônicos Página 1.
ID: 1359000 e CRC: F7F5A837
04.695.284/0001-39
Rua Rio Grande do Sul, 2800 - Vista Alegre
www.espigaodooeste.ro.gov.br
Município de Espigão do Oeste
FICHA CADASTRAL DO DOCUMENTO ELETRÔNICO
ID: 1359000
FB629D002A16919F9299A3CB801E2A96
F7F5A837
MD5:
CRC:
SHA256: 76E4CE6A93C1D8829DA23178A8A9D1DEC08B2E2893B79CD6C58AAD9F14BDCB46
Especificação
Tipo do Documento
Tecnica e Memorial Descritivo
Identificação/Número
02/03/2026
Data
Processo: 54-24/2026
Processo Documento
Especificação Tecnica e Memorial Descritivo
Súmula/Objeto:
Usuário: Luiz Felipe Guedes da Silva
Criação: 02/03/2026 07:27:45 Finalização: 02/03/2026 07:28:36
INTERESSADOS
Weliton Pereira Campos Espigão do Oeste RO 02/03/2026 07:27:45
ASSUNTOS
PROJETO DE LEI DO EXECUTIVO 02/03/2026 07:27:45
ASSINATURAS ELETRÔNICAS
Luiz Felipe Guedes da Silva Assessor da Diretoria Legislativa 02/03/2026 07:28:41
Assinado na forma do Resolução Municipal nº 90/2021.
A autenticidade deste documento pode ser conferida através do QRCode acima ou ainda através do site transparencia.espigaodooeste.ro.gov.br
informando o ID 1359000 e o CRC F7F5A837.
DigProc - Gestão Integrada de Documentos e Processos Eletrônicos Página 1.
Exercício: 2026
EQUILÍBRIO FINANCEIRO EM 01.01.2026
MUNICÍPIO DE ESPIGÃO DO OESTE
Página 1
RUA RIO GRANDE DO SUL, Nº 2800
04.695.284/0001-39
MUNICÍPIO DE ESPIGÃO DO OESTE
DISPONIBILIDADE COMPROMETIDA
DISPONÍVEL ATIVO PROCESSADO NÃO PROC À LIQUIDAR LIQUIDADO INSUFICIENCIA
RESTOS A PAGAR EMP DO EXERCÍCIO SUFICIENCIA/ SALDO EXTRA
PASSIVO
Fonte STN Transferência Especial da União (Exerc.Corrente) 1.706 1.501.421,77 0,00 0,00 0,00 0,00 1.501.421,77 0,00 0,00
CA Codigo TRANSF.ESP LEBRÃO 307 1.501.421,77 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 1.501.421,77
Total: 1.501.421,77 0,00 0,00 0,00 0,00 1.501.421,77 0,00 0,00
Fiorilli S/C Ltda. Software - (contas8 - 8.50.29.8709 - 22871)
12/02/2026 07:32 Usuário: ELIZETE BULEGON ID: 1343606 e CRC: CBF05593 ID: 1359002 e CRC: C5D1958B
Eu estou aprovando este documento
com minha assinatura de vinculação
legal
2026.02.12 07:33:34-04'00'
ELIZETE
BULEGON:60391030272
04.695.284/0001-39
Rua Rio Grande do Sul, 2800 - Vista Alegre
www.espigaodooeste.ro.gov.br
Município de Espigão do Oeste
FICHA CADASTRAL DO DOCUMENTO ELETRÔNICO
ID: 1343606
0F2588338FFD28417AC36FC6DED54CA8
CBF05593
MD5:
CRC:
SHA256: EF032CC5FF8C25EA1B04F824BB53EAF60497BCD281A4E49AFC5FB73A9209F9A4
Ficha
Tipo do Documento
de Disponibilidade Comprometida
Identificação/Número
12/02/2026
Data
Processo: 25-1091/2026
Processo Documento
Ficha de Disponibilidade Comprometida.
Súmula/Objeto:
Usuário: Monica Aparecida de Queiroz
Criação: 12/02/2026 09:09:21 Finalização: 12/02/2026 09:10:37
INTERESSADOS
MUNICÍPIO DE ESPIGÃO D'OESTE ESPIGAO DO OESTE RO 12/02/2026 09:09:21
ASSUNTOS
SOLICITAÇÃO DE ABERTURA DE CRÉDITOS 12/02/2026 09:09:21
ASSINATURAS ELETRÔNICAS
Monica Aparecida de Queiroz Secretária Adjunta SEMOD 12/02/2026 09:10:44
Assinado na forma do Decreto Municipal nº 4.474/2020.
A autenticidade deste documento pode ser conferida através do QRCode acima ou ainda através do site transparencia.espigaodooeste.ro.gov.br
informando o ID 1343606 e o CRC CBF05593.
DigProc - Gestão Integrada de Documentos e Processos Eletrônicos Página 1.
ID: 1359002 e CRC: C5D1958B
04.695.284/0001-39
Rua Rio Grande do Sul, 2800 - Vista Alegre
www.espigaodooeste.ro.gov.br
Município de Espigão do Oeste
FICHA CADASTRAL DO DOCUMENTO ELETRÔNICO
ID: 1359002
A0FC350B85988449CEA52D935D715117
C5D1958B
MD5:
CRC:
SHA256: ADCDB4691259A271D315DA4FB532ACB511058EA6DE1CA9FCF037D09603E24DD6
Ficha
Tipo do Documento
de Disponibilidade Comprometida
Identificação/Número
02/03/2026
Data
Processo: 54-24/2026
Processo Documento
Ficha de Disponibilidade Comprometida.
Súmula/Objeto:
Usuário: Luiz Felipe Guedes da Silva
Criação: 02/03/2026 07:29:03 Finalização: 02/03/2026 07:29:59
INTERESSADOS
Weliton Pereira Campos Espigão do Oeste RO 02/03/2026 07:29:03
ASSUNTOS
PROJETO DE LEI DO EXECUTIVO 02/03/2026 07:29:03
ASSINATURAS ELETRÔNICAS
Luiz Felipe Guedes da Silva Assessor da Diretoria Legislativa 02/03/2026 07:30:06
Assinado na forma do Resolução Municipal nº 90/2021.
A autenticidade deste documento pode ser conferida através do QRCode acima ou ainda através do site transparencia.espigaodooeste.ro.gov.br
informando o ID 1359002 e o CRC C5D1958B.
DigProc - Gestão Integrada de Documentos e Processos Eletrônicos Página 1.
Exercício: 2025
EQUILÍBRIO FINANCEIRO EM 31.12.2025
MUNICÍPIO DE ESPIGÃO DO OESTE
Página 1
RUA RIO GRANDE DO SUL, Nº 2800
04.695.284/0001-39
MUNICÍPIO DE ESPIGÃO DO OESTE
DISPONIBILIDADE COMPROMETIDA
DISPONÍVEL ATIVO PROCESSADO NÃO PROC À LIQUIDAR LIQUIDADO INSUFICIENCIA
RESTOS A PAGAR EMP DO EXERCÍCIO SUFICIENCIA/ SALDO EXTRA
PASSIVO
Fonte STN Recursos não Vinculados de Impostos (Exerc.Corrente) 1.500 6.346.490,63 940,00 97.475,27 144.209,22 1.046.988,66 5.056.877,48 0,00 0,00
CA Codigo Recursos Próprios / Ordinários 001 6.346.490,63 0,00 0,00 940,00 97.475,27 144.209,22 1.046.988,66 5.056.877,48
Fonte STN Recursos não Vinculados de Impostos (Exerc.Anterior) 2.500 459.067,06 0,00 61.613,67 125,00 89.152,82 308.175,57 0,00 0,00
CA Codigo Recursos Próprios / Ordinários 001 459.067,06 0,00 0,00 0,00 61.613,67 125,00 89.152,82 308.175,57
Total: 6.805.557,69 940,00 159.088,94 144.334,22 1.136.141,48 5.365.053,05 0,00 0,00
Fiorilli S/C Ltda. Software - (contas8 - 8.50.29.8684 - 22748)
26/01/2026 08:39 26/01/2026 08:43 Usuário: ELIZETE BULEGON ID: 1350287 e CRC: 89389912 ID: 1359004 e CRC: 28E6066F
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ELIZETE
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FICHA CADASTRAL DO DOCUMENTO ELETRÔNICO
ID: 1350287
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89389912
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Ficha
Tipo do Documento
Orçamentária 2500
Identificação/Número
20/02/2026
Data
Processo: 25-1091/2026
Processo Documento
Ficha Orçamentária 2500
Súmula/Objeto:
Usuário: Weliton Pereira Campos
Criação: 20/02/2026 12:18:23 Finalização: 20/02/2026 12:20:57
INTERESSADOS
MUNICÍPIO DE ESPIGÃO D'OESTE ESPIGAO DO OESTE RO 20/02/2026 12:18:23
ASSUNTOS
SOLICITAÇÃO DE ABERTURA DE CRÉDITOS 20/02/2026 12:18:23
ASSINATURAS ELETRÔNICAS
Weliton Pereira Campos Prefeito Municipal 20/02/2026 12:21:02
Assinado na forma do Lei Federal nº 12.682/2012.
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Município de Espigão do Oeste
FICHA CADASTRAL DO DOCUMENTO ELETRÔNICO
ID: 1359004
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28E6066F
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Ficha
Tipo do Documento
Orçamentária 2500
Identificação/Número
02/03/2026
Data
Processo: 54-24/2026
Processo Documento
Fciha Orçamentária
Súmula/Objeto:
Usuário: Luiz Felipe Guedes da Silva
Criação: 02/03/2026 07:30:16 Finalização: 02/03/2026 07:30:53
INTERESSADOS
Weliton Pereira Campos Espigão do Oeste RO 02/03/2026 07:30:16
ASSUNTOS
PROJETO DE LEI DO EXECUTIVO 02/03/2026 07:30:16
ASSINATURAS ELETRÔNICAS
Luiz Felipe Guedes da Silva Assessor da Diretoria Legislativa 02/03/2026 07:30:58
Assinado na forma do Resolução Municipal nº 90/2021.
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Ficha
Func/Prog Especificação Dotação Catgo
Página 1
CLoc Alter (+) Alter (-) Dotac Inicial
Empenhado Saldo
MUNICÍPIO DE ESPIGÃO DO OESTE
RUA RIO GRANDE DO SUL, Nº 2800
04.695.284/0001-39 Exercício: 2026
LISTAGEM DAS FICHAS DA DESPESA
SITUAÇÃO ATÉ 24/02/2026
F.R. C.A.
Entid.
Descrição C.A.
Saldo Reserva Saldo Sem Reserva
FICHAS ORÇAMENTÁRIAS
2 MUNICÍPIO DE ESPIGÃO DO OESTE
02 PODER EXECUTIVO
02 SECRETARIA MUNICIPAL DE OBRAS E DESENVOLVIMENTO UR 05
020500 SEMOD
15 Urbanismo
15 451 Infra-Estrutura Urbana
15 0005 PROGRAMA DE INFRAESTRUTURA URBANA 451
15 0005 4001 PAVIMENTAÇÃO, DRENAGEM, URBANIZAÇÃO E RECUPERAÇÃO DE VIAS 451
15 0005 451 4001 0001 PAVIMENTAÇÃO ASFALTICA EM VIAS URBANAS
1183 4.4.90.51.00 OBRAS E INSTALAÇÕES 0,00 0,00 0,00
0,00 0,00
0,00
3009.2.706 002.307 TRANSF.ESP LEBRÃO
0,00 0,00
1184 4.4.90.51.00 OBRAS E INSTALAÇÕES 0,00 0,00 0,00
0,00 0,00
0,00
0.2.500 002.001 Recursos Próprios / Ordinários
0,00 0,00
0,00
0,00
0,00 0,00 0,00
0,00
TOTAL ORÇAMENTARIO
0,00 0,00
0,00
0,00
0,00 0,00 0,00
0,00
TOTAL GERAL
0,00 0,00
Fiorilli S/C Ltda. Software - (contas8 - 8.50.29.8717 - 22944)
24/02/2026 11:12 Usuário: ROSANGELA APARECIDA MIRANDA ID: 1353135 e CRC: 25292E76 ID: 1359005 e CRC: 9B804F65
04.695.284/0001-39
Rua Rio Grande do Sul, 2800 - Vista Alegre
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Município de Espigão do Oeste
FICHA CADASTRAL DO DOCUMENTO ELETRÔNICO
ID: 1353135
16F8A1ED3E7D4B20E56A1F79519EA83F
25292E76
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Ficha de Suplementação
Tipo do Documento
1183 1184
Identificação/Número
24/02/2026
Data
Processo: 25-1091/2026
Processo Documento
Ficha de Suplementação
Súmula/Objeto:
Usuário: Rosangela Aparecida Miranda
Criação: 24/02/2026 11:03:57 Finalização: 24/02/2026 11:04:37
INTERESSADOS
MUNICÍPIO DE ESPIGÃO D'OESTE ESPIGAO DO OESTE RO 24/02/2026 11:03:57
ASSUNTOS
SOLICITAÇÃO DE ABERTURA DE CRÉDITOS 24/02/2026 11:03:57
ASSINATURAS ELETRÔNICAS
Rosangela Aparecida Miranda Agente Administrativo 24/02/2026 11:04:49
Assinado na forma do Decreto Municipal nº 4.474/2020.
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informando o ID 1353135 e o CRC 25292E76.
DigProc - Gestão Integrada de Documentos e Processos Eletrônicos Página 1.
ID: 1359005 e CRC: 9B804F65
04.695.284/0001-39
Rua Rio Grande do Sul, 2800 - Vista Alegre
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Município de Espigão do Oeste
FICHA CADASTRAL DO DOCUMENTO ELETRÔNICO
ID: 1359005
8346C7E86857AA9BCFE6B80AF2225A46
9B804F65
MD5:
CRC:
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Ficha de Suplementação
Tipo do Documento
1183 1184
Identificação/Número
02/03/2026
Data
Processo: 54-24/2026
Processo Documento
Ficha de Suplementação
Súmula/Objeto:
Usuário: Luiz Felipe Guedes da Silva
Criação: 02/03/2026 07:31:06 Finalização: 02/03/2026 07:31:39
INTERESSADOS
Weliton Pereira Campos Espigão do Oeste RO 02/03/2026 07:31:06
ASSUNTOS
PROJETO DE LEI DO EXECUTIVO 02/03/2026 07:31:06
ASSINATURAS ELETRÔNICAS
Luiz Felipe Guedes da Silva Assessor da Diretoria Legislativa 02/03/2026 07:31:45
Assinado na forma do Resolução Municipal nº 90/2021.
A autenticidade deste documento pode ser conferida através do QRCode acima ou ainda através do site transparencia.espigaodooeste.ro.gov.br
informando o ID 1359005 e o CRC 9B804F65.
DigProc - Gestão Integrada de Documentos e Processos Eletrônicos Página 1.