| Tipo | Projeto de Lei do Executivo |
|---|---|
| Número / Ano | 18 / 1974 |
| Date | 1974-08-21 |
| Ementa | O CÓDIGO DE POSTURA DA PREFEITURA MUNICIPAL DE BOA VISTA E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. |
| native_id | 13090 |
status: extracted · method: native · backend: pypdfium2 · confidence: 1.00 · pages: 194
REPÚBLICA FEDERAUVA DO BRASIL
TERRITÓRIO FEDERAL DE RORAIMA
CÂMARfl M!JUCPAI. DE BOA VISTA
- ROJETO DE <kjO1L-
)SFÕE SÕBRE 9 O
\UTOR 0 6L2 3c&CÁL2~J{rô(
- - RANSFORMADO EM
4.,. UML\ÇÃO
SECRETÁRIO ADMINISTRATIVO
_
4
ESTADO DE RORAIMA
CÂMARA MUNICIPAL DE BOA VISTA
PROJETO DE: LEI
DISPÕE SOBRE: CÓDIGO DE POSTURA
AUTOR: PODER EXECUTIVO
TRANSFORMADO EM: LEI
NUMERAÇÃO: LEI N° 189 DE 21 DE AGOSTO DE 1974
T.. 1T I. FE1)EJ.AL .
.4. e . t_.• •.
'e ..'Lr& • e P;:tuta .
nic ipd. c
TTL' 1
l
. te -.L iu .,. ri iij].ji .r
)rid ¼• s . c'Jn?rirnnt
1 - higiene ?b1ic;
II - em estar iW1ic,
111 - Lc1i.açio e f ci.;int e t.e1cmnto' c
i:z ttiii e presta re e erviç2
- e pec.p.dst mici' .' •
C 'r,jit. ..k j1t:c 'dL tr't. rei Ç)e . Cm2fl .e %t.Lflt:)
c rn1eti ccfltioras, ds cn'iç.>e; de hbítç, iin ttç
cir1çí C us4rut..) •C servíc,, : Ii 1:i!.: ..:
t1t8. .- . ..
1
ïl.
e jreccit e regras çue trtt..m re1tçe J eiiie ant la
ruÇa, marali ae, cJIb) id(e, cMteS e 1L:er, bem,
cnno re1açe j
riics entre a A.ntinitraçi.: ?b1ica ricipd1 e L' nLnkipei.
J : i're.ic.it e ,xiicipaiS
r e £vi Tt' eitar pre'criçies dcte
pe.soa Asicas :x1 jur1ica, iirit jb11c e
Le i,ireito privado, jeita :rcCit ( xera3 i1e cnstituem es-te •'iobrigaa
1 - J acilitar o eempCX2hJ e--a E i;ca1i:açaC unicia1
II - £.rnecer dC ti1iJe iriata ..0 zeiata, para p1iaJefltC) i.ter:, c.rno tctic'. e •ur: :.
Ii
A HIGUM POBLICA
TUL 1 - 1_f
Y 4npete i Prefitrd dai' pela í'icne biica
c. flCÍ ..X1bidflt 'vi.r . i- rl • e
-estar Jt p•p laç:.
;xt. - Para a jrar melh xia CjÇL4C a .e rei
a artiji anteri.i.&, Prefeitura cumpre:
- rmuver a 1itpe lr4'i .tx 1icu' ;
lI - fiscalizar . traba1h- ue zterça e :I e
Ilti tI1Ij
iit1laÇOe ec..ipanent
111 - lierci*r para ç'ae rias eiíicaÇeS -a rea Vi
ral, sejam obervi: ar regra :.1ernitare .:c ue tratanent:
b) e e
tve1;
e) aa ir4' tt1cÇ- d
-I- $rui
Flç .3
IV - fiscalizar a pFO;Ç1J, i.f&t;.ra, : tribdç. ,
ci\mcrCia1iç?, acont- icijnament), trãn pi'te e
nero 1iuentiCiJ
V - ii.speci.rr as insta1açe saníta*ríam -.e et:.i.'"
e recintos ..e esprts, lxm c:.*o £ica1ir
ciçSes de hicjiene nos piscini;
- cuaviçõen de hiiefle e estado :C
e rer\1ç .:iC CAIeta
lix;
Vil - tumor m iva preeiti= cintru a p1ziÇ5; tbienta]. Uc ar e tas raeuinte etbelecim~
t.) e ctro1es s)br:
) íiiÇd e tincI:, letreirY, Aixes e Wr
tctLC'
espejo
1inpeza ve terrert-r;
limpeza e tbtr'.ç. ie
r
C cnic--aflitar1a' e ccflt1ter1/,
partic'1X'ei
í i) w Camirás e VAMas e u, cuce .e .: e:
c. £ulge;
sons e
:-t. 7 2 tnr rAi.flCiaT cb1vei
r irreçjilariade$ apur.ts no trato de prb1w'.; -e Liiefl(:
- ac. provinci rec :ria. Lrern .a
Cern:. à Terr1trio u Civernu Federal, àrJeitr .ficir
úacec cpetente, ntiSicn- a rce1t.
e '.erificar inLraçí'. tj'. '; i, o servA
or rnwicipal cpeteiite lrar aut e 1wça UUC».0 C.Zl i
preo acainistratívo cab1'el.
?rgrd 5 Enica - inÇ. irl t':
e e1e,t pr irntruça do proceo executi •e cobrmç m&.dta correpfleer1te 4i £i1ta
CAi TUL 11 - . LX LL:GX;UOS FIBIICO.3
rt. 10 - . VeZ' pcpu1ç c::jei'.ïc
C 'fl C\ e 1i'e cit'.e.
Art. 1]. - cscrÇ e rcL're 3 rti anterior, cm-
- nu . Lazer 'rr :ri . íteriur e pr±iic, tc.cre
ou,velcu1 1orouro pt'blicu 1
II - nw atirar no c rt&:.ur:s pib1ics: rekur', c
triti', c4xa, env1trios, p8pi, pontis e ci
rr&, e bjet.s em geral*flt c'pir'
trav& ue jéne1, portü eC sii.cit e 4bertra; de veIcu1o, $reço 8 pzsei pb1ioDs;
.111 - n2u bater &cudir tapetes a qUa1SqiCZ' .)UtX'dL
peça em jaz1eiis e pvtt te USO para -
r pb1ico;
IV - o utiti.ar
em 1orao1r rts vias b1ica, pr kva-'
te rupü, cimai; e .bjetos de quaieçuer ntrc:a
V - no derivar part pzb1ico':, a
servidas
VI - cQ-uLir, ';em .c recuÇe5 oevias, ,
iateri8i! que poam cmpriter i 1imc
Iora.oro pCb1icos;
VII - no queimar 1i, .etrit
e eapa e icmx
luX - ü3 cuzir doentes portaL,-aref, ie wlértías in-'
fcct-cntai-aS, neces&ria
27co i1amcnt. em reiaçí' pb1ic .;
..-cupor x ;.;ei com etendal e crior. uti1izl-1os para esteiedores de fazeida, CXO e peles.
.rt. lo - A 1impca de passeis e sarjetas fronteiriços a
!as sera de responsabilidade de seus ocupantes ou proprietiios.
Par~orao Jn.ico - Resultantes da lbipe sa de que trata
cote arti,•, o lixa ou detritos slidos de çualcjuer natureza, devcro ser col:,)cados e vasilhame Je coleta de lixo diciliar.
Art. 14 - A lav paci fronteiriço a prdios ou de pavi
mento trreo de edificiis, deve ser feito ei dia e hGra de pouca movinto
d; pedestres e as uac servidas escoadas completamente.
Art. 1 - Inexistixto i'ede de esçots, as tguas servLas severo ser caaliadao pelo pzoprietrio ou ocipamte do prsiio, para a fossa do
pz- prio imve1.
Art. 1 - ' proibido atirar detritos e lixo cm jardin. pblicos.
f.rt. 17 - Para impedir a çuec. .ectritus ou ue ntatcriais s>-
brc o leito dos logradouros pblicos, os velailos empregados em søã transporte dcvezio ser dotad.o'. dos elementos nccess.r ias proteço da respectiva ca
- a carga ou o.cscarça ue veiculos, uevcrao ser
az prcca2çaes para evitar que o passeia do 1oradouro fique interro
- Imediatamente ap& o t&'mino da carga ou uescarga de velcul4, o xupamte do pr&iio providenciara a limpeza do trecho o
logradouro pblico tad', recolhen..to os detritos a seu depsitO particular
..e lixo.
Art. 1..-. - d lipeoa tr caiçi .e etraa para velculo au c
passei:) C asfalt im 4 cu e a que
sirvam.
Art. 19 - A entrada de velculos e o acess., a oaiilcios cobertos
obrigam o ocupante do cdiflci•' a tomar pro'.ioncias para ue neleS se acu
itulem águm nem tr it :•
rt. - A exc.ço de trabalhos de edificaço, de curerto e
conservaç.o de edificios, briga o construtor resporistvel a providexiar para
çae o leito do logradouro pblico, no trecho cocpreeniido pelas obras, seja •
mantido peranentemente em satisfatria estaio de li.peza.
.rt. l - caso kle entupiment .:a a1eria ie tias plu.ais ,
casi>nao pir serviço particular de construço, conserto e oDnservaço, a
Prefeitura providencia a limpeza da referida valeria, correndo as despesas,
acrescidas de OI (vinte p.i cento), por cor.ta o proprietrio, construta ;•t
(::cupante do imvel.
CAPtTULO III
M I'LiJ E NIEZ SP TkPXA
]CIU U A14lLIAEC E LTIF'NILIAEZ
xt. 22 - s resicencias e ormitorios nao deverao se cominIcar
iretarnerite com estabelecimentos comerciais ou industriais de qualquer natur
a, salvo atravs e antcc&tiaras, com abertura para o exterior.
Art. . - ds propriet&rios e ...; pantes de edificios so obrigaos a ninter limpeza e asseio nas euificç oes çue o iparcz, bem CC)lflO Suas
reas interns e externas, tios, intais e vasilhames aprapriados para cole
ta :c lixo.
Art. 24 - A1m oe outras prescriç3es e rejras de hiiiene, & ''epessoas ocupantes Je edificaço rr&iltifamiliar:
1 - introduzfr nas ca liçes çjerais e ns paç
ventjlo qualquer objeta c volume que possa d
pr. ..car ontupjmcntos au rr sJuzir inII - cuspir, lançar resiuua; e LCttitOS c niateriais ,
caixas, pontas de cigarros, liquidos e objetos em
eral, atrav&s dc janelas, .a'tas e aberturas, p
ra os poços de ventilaço e arcaz iternis, corz
ores e demta1s depenuenclas caimns a to¼.os os
pontes do ediilcio;
______ 111 - jogar lixo em outro local que no seja o
1!
Flz.7
silhane ou coletor apropriado;
IV - ezteaer, secar, bater ou sacudir tapetes ou pe_
ças de tecido em janelas, portaz lugares vi
siveis o exterisr partes nobres do ediL 1-
cio;
V - _eposittr :bJetoz zi jaoelar o-a parapeit .; c terraços ou de qualquer depend&cia de uso coituui a
todos os ocupantes do ediflcio;
VI - manter, em çuaizçuer depend&cias do edifIci, animai e qualquer pcic, exceto aves canoras;
VII * asar fog a carvo 3u lenho;
- 4 arajra o tuuc - )as o vcez !.(e con.zaini e
iÁ. leias r iti ili.re cuntar az prezeriçz ao hiíene lista.az
seate artigo.
rt. 2 - ot'igatèria a oDlocaç3o e recept&los para pontos
:e cigarros em locais de estar e espera, bem cimo em corredores dos edificios
de utilizaçø ].etiva e a subsequente remoço estas para o vasilhame cole-'
tr de lixo.
Art. 26 - permitido que as canaiizaçes de esgots saritá
rI-a; recebam, direta ou irdirctane2tc e sob e.ualcuer pretexto, uas pluiais
ou resultantes de dagem.
Art. 27 - o edii'icaço tesa 4ritt;.riazentc, canlisa para
vjuas pluviais, doz telhoo, ptios, quintais, cue ';ex'k drenadas para sarja,
tas doS lçjradouros pblicoz.
- siterv de uznto e aguas pluviai ::ve
r funcionar sen que uc .rram dcficinçias de qjialquer natureza.
- Constitui infraço ao presente artijo a sim- '
pies possibilidade de utiliaço do sistema predial -e esgotos saitrios para escousento de &guas plw.iaiz, aizJa que esta utilizo no esteja £
Cetivannte aproveitada.
- O escoamento superficial e uas pluviais au
de lavarem deve4 ser Leito, para canaletas, sarjetas, galerias, valas
rej$, ndiante declividade do solo, revestido i
4 - aj edificaçes que tenk'tai quintAis ou terre-'
nos circunantes, recobertos ' nao por vegetaçu, o escoainent as anuas ic-.
vera ser assegurado por ieclividade a2equada dirigida a bocas-tte-lobo,
OU cOPZJO$.
Art, 23 - To i rcservatri dC :ua cxistonto em &iflcio :evet'r condiçes saitrias:
1 - inosgibilade ue acesso e elcmento que possarn
:1uir ou contaminar a
II - £aciiiade de inspeço e de limpeza;
111 - abertura ou tana rejnovlvel para izv peço e limp
IV - e lizaço de limpeza, bcin co telas e outros
ísositivos contra a entrada de corps estran}os.
.rt. 29 - 1 em-se insalubres as hitçcs:
1 - construL , terre.i iio e
II - de aeraço e iluninaç.o deficiente;
o III - sem abastecimento dC &gua potvel suficiente para
aterJer ks necessidades gerais;
IV - de serviços sanitrios inadequados;
V - com o interi.r co suas dcpend&cias sera coriçes
VI - que tivern ptios ou quintais com aaa.lo .:e lixo
ou d &çuas esta das;
Vil - com nmero de moraores superior t sua capaciLade
c ocupaçZo;
Piu-Z.grao mico - A ic 1izaozunicípal devera
pr iceder ts intimaçez necess&rias para que sejam sanadas as Laltas verifica-
-as, depois exauridos meios 1cais e L isnilo •.os interc ciaç
ses particulares e os de higiene pblica.
1
-k
CAP1JL. iv
LDIPJ E IÇ$ STLd
NZ EDVICAÇfrS DA 0NA RUWtL
Art. 30 - Nas <ificaç&s da zona tural rao observados:
1 - cuidados especiaiL coi vistas à pr3fi1ad.a sai.itj
ria epedancias, 'it atrac e dedeti -
çao;
11 - cuidaLos pz'a <:c se verifique empoçarnento de
zas pluviais ou servidas;
III - proteço aos poços ou fontes utilizadas para aba
tecimento de àqua potvcl;
rra.ft, nico - As casas de taipa sero, obriga
tL:ri/.Lncnte, rebocaias e caia a.
xt. 31 - astI.z1os, estrebarias, pcilas, chiçueira e cur
rui, bc;i co az estrumeiras e us tie: itos de lixo, serc' localizadz a uma
distancia niinima de 30,00 :m (ci'erta metras) das habitaçcs e conztruldo '
seunio projetos aprovados pelo L)epart '"nto c Obras, qual constar2 depc,
d2cia para isolar aimais entes.
= O animal c)fl.Statau. cnte ser CQ1OCÜLO cr:
cozpartimento islL, at :-er removido para local apropriado ao restabelecimerto de sua sae.
- Reslduos, c let ..s e tçuas servidas sero
tos em local sanitariamemte apropriado.
hrt. .. - as, depsitos de lixo, estruneiras, currais, chiçueiros, estbu1oc, estrebarias, pociias e eviiriz, devera') ser localizados
jusante das fontes de steciento de ua a uma ist&icia nunca jflfj,j
1Lia:e metros.
o nico - As i :es rcEerids atste arti
go evcrio ser mantidas en riioroso estado de limpeza, impedida a
ie liquiuos e amontoamento de dejetus e res s a1i;cnt'res.
CAPITULo lI
- IGid ITdI
Art. 33 - r'ara asse.i':r-se a hiienc sariitria das editicaçes
os aparel1os c sistemas sanitrios no se ligaro diretamente cim sala, refe,
trio, cozinhaõ copa ou despensa.
1 - o cuo de estabelcínto industriais e coerciais de g&.eros aiim ti.cio, inclusive casas de carne e peíxariis, hotis
restaurantes, confeitarias e outras e--as dc past, os respcctio '
tori.os devcrai;
r ttalmente io.lo.. , e forma a evitar polui-'
çes OU co2t4minaçcs dQ local de trabalho;
no ter coizurücaço direta com os ccmpartimento '
ou locais onde se preparem, fabriquem, manipulem ,
vendam ou depositem gneros alimenticios;
ter as janelas e denais aberturas devidamente tel;
, , n-cva de insetos;
) ter as portas provias e molas automticas, c '
as nantenham fechadas;
) ter os vasos 2'iittrios ifonad;s;
.) possuir dezarçi tmtica.
- As exig&icias o p.rraf o aiterior e de su
a1iiica sito extei.sivas aos mictrios.
Art. 34 - Os vasos anitrios devrao ;cr ri rusarcnte l;.
e eietO o cade utilizaço.
12 - M caixas de madeira, blocos de cimento e ou-t
tr IOtoZ'iais para proteger os vasos sanitri; deverío ser removidos no
rento em que se procea iirpeza e desinfecç.
4, - Os vasos saxiitarics de edi.ficioc cc parteutos e os de utilizaço coletiva devcro ser providos de tanq os e assentos ino uebrl\eis, que facilitem a lirnpe::a e assegurem absoluta higiene.
c;PFruLo VI
Lli CO)1ÇCS s ITkV; ;X. 1oçus
M=IIi ?AW. áBAISTECMNI1O DC A PL)TAVL
Art. 3 - suprim.tode agua a çual'uer edil Ido pxier ser
Leito pr nwi. de poço fr&tiCos, artesiarios ou seini-artesianos, seguno as
cuniçes hirol6icas locais e a ulicitaçío ce edc que
eii funcionamento na trea, ! tema pblico oe absteciinento água potvel e
eÇ ;to nitrios.
Azt. .:G - oços rctico s evcrio ser adotado':
1 - ÇOtXY.O o consumo oe ua prevista for suE iciente
para ser atendido por poço taco;
II - aiio as e diç7e uo lençol £re2&tico permitir(m
volumes su.ficientes ao conswm) previsto;
- 1;d localicaçao de poços fre.'tico. rer
c i oro •:
ponto mais alto p.\.cl lote.:. to.rreno
-joe circtrnca o edificio;
Pont,-, mais ditante polo1 e esCO4efltJ tcr
raneo proveniente oc foc provvcis de po1'i4o e
a direço oposta para a abertura k.,C poço £zetico;
e' nivel ruperior ts fossas, .epsitos e lixo, estr
me.ras, currais, poci1os e galinheiros, bem como'
taite:, t) mln1io, 1» ,00 (quinze metz'o).
- C iiimetro minirito de poço £retico .ever .er
l,4. m (h.w. netr e quarenta e cinco cutlmetros).
- A profwiidade do poço varia orme as carac
teristicas oo leol fretico, evend: ter o mxima proEu2didae permitida pe
lo cai*aa 1mpermevel paro unt arma:eflarnenta pelo 15 e i/. (hum terço) :3
C U5'4J 1O. 1 O.
- revestimento laterol po cr or .itJ.ti por
moio e tu;o e c;creto t.PÀ e paredes de tijolo'9
caso de paredes .e tijolos, as juntas deverio até O profunidoe .c ::,oc (trc metros) a portir da superE i.cio o poço.
- Abaixo e .,00 (trs. metrus) a :uperilcie
tijoloo d er. :er assentes cm criv.
: tanpo .0 poç f -t'itiCO deer obe ecer X1, se
:oir1te' coriçer.:
er e laje ..e concreto armo. o cm espes:ura a e-
-
Fls.i
ua.o
b etener-e o,o m (trinti certimetro), ro mlnimo,
alm da paree :o poço;
ter cobertura que permita a incriç :e um circulo
imetro mlnim) ival o c (cinquenta centlraetroa) pu'a inpeço, cn rebordo e tapa com Lech.
kC2 - poços freticos deveijo ser providos:
a dC valetas cir n.ante, ;u'a Itarto e
.4. ra.a';
e cerca para evitar acer.
Art. 7 - i p.ço irte1aï.................i-arte'ianoí erao ma:t1.o
'.o CaSQ .ie gra.r.iecorzumo ce aGua e quan'o o lerçol Lrtico permitir volume Eicizite 'ua Cn c .içZc potabili
- -... etu e pr:jet.'; ti:c perfuraç-e..; e
p.ços arte.r,iançc 'u emi-artesianu sero provao pelo Srgo cctente a
PreLei tura.
j -
perfuraço oe poços artesianoz e eji1-artc'-;i
Ve r executa a por firma efipecia1izaca, cadastraea na Prefeitura.
- Ala (io tete ixmico de vazo e do e4uipamtnt -e elevaço, o: ço arteciao; e emi-artesian) •.everO ter
inento e vedaç a,iecuu. a, jue aegure abluta px\teço sanitria.
..rt. 38 - t ixipo ibili-ade upr iiert. e ua a - pri; '
por aeio de poços ou exi:tifl.0 convenincia t&mica u ec..nmica, puerau er
ctdotadas outras soluçe de suprimento, c ;mo fonte , 1inha de dreraçen, Cregos e rios, com tratajent.) OU rem ele.
- A oiçZ it icada' no j*-eente arti(jO
'er aota:ar; :t £.rem es ura-a con--içu; mlnima. de ptdbiliL.0 ut
a rer utilia a.
- .eeicr e api.-\aça:.. ;rvia e
-e bra e a aut•.'rida.e anitaria competetc, . abertura e -o Luio et
e poço fre&tic:o al'te ianoi e emi-arte'.ioni.
oço e gua para uo umtico, ?rovixl a --e
ços ou Lonte, ser Leita por meio -:'e caralizaço aeçuaa, no se permitin
a abertura de rego para derivaço de água a ser captada.
Axt. 40 - Os poços ou fontes para abastecimento de aqua otve1
devero ser mantidos peranenternente 1itps.
CiPJLO VII
DA,5 IN3TALAÇES E DA LIMPEZA X FSA3
Art. 41 - As in:talaç3es individuais u coletivas de fossas serio feitas onde no existir rede de esgoto sèmitrios.
Art. 42 - ta insta1aço de fossas sptica serio Dbrvadas as
exincias do C&ig de ificaçes e In.ita1açes.
1 - As fossas spticas podero ser izta1adas ape-
.as em edificios providos de sista de abastecimento de íigua £trnecida e l'
CAZ2 - Coitpanhia ...e e Esgoto de Roraima.
29- O msorial descritivo do projeto de instalaço
de fossa sptica, seca ou de swaidouro, apresentai4 a forma de operaçes de
uso e manutenço uas mesmas, observadas as normas estabelecidas pela AINT.
39- Nas fossas spticas sero registrados:
data de instalaço
capacidade de uso em volwn
prodo de limpeza.
Excepciona1ente, ser& permitida a con -truç.o de £oa seca ou dc sumidouro nas habitaçes de tipo ecor mico a que se refere o
igo de Euificaçties e Inf.ta1açeS.
- - A fossa seca ou oe sumidouro na zona rural deser instalada a urna distancia mlnixna ue 10,00 (dez metros) da habitaço'
correspondente.
Art. 44 - Para a iusta1aço de fossas, sero cnzioeradas os
uintes fatores:
1 - a iiistaiaç2L ser2 Leita em terreno drenado e adma das águas que escorrem na superficie;
Fiz
II — o tipo de solo deve ser preferencialmente argila'-
zo, ccmpacto;
III — a superficie b s] deve ser o poluida e livre
e contrninaç;
IV — as a~ do subsolo, devem ser livres, preserva-'
.as de ontaminaço pelo uso da fossa;
V — a 2u'ea que ciraznda a fossa, cerca de 21 p00 2 (
oiz metros quaurados), deve ser livre de vegetaçZzo, lixo e residucs de qualquer naturea.
Art. 43 — As fbssas secas ou de sumidouro devero ser linipas urua vez cada 2 (uis) anos.
CAPITULO VIII
)A ALMfirAçX0 Pffl3LICA
SEÇ7U i
:iiçes Preliiinres
rt. 4 — A Preteitw'a exercert em claboraç Cmi autoriJauest
sanitriaz fecerais, afisca1izaço sobre fabrjcaço e com&rcio de &ieros alinzrnticios.
1 — A £iscalizaço Ja Prefeitura abran9e:
aparelhos, utensilios e recipientes empregados no
preparo, fabrico, mnipulo, acoridicionamcnt O, '
4-1 oiservo, armazenagem, deps Lto, trwsp(te ,
tribuiço e venda de gneros alímenticioz;
icais onde se recebam, preparem, fabriquem, bertLiciem, depositem, distribuam e exponham veda '
&ieros alimentIciz;
e) ítrmazns e velculos de empresas transpc'rt adoras '
que estiverem e! etuano o dep&rito rsj transporte
de neroz alimenticioz, ai1a que noturno, bem co
ruo os domichios •:'nde sc adiarem estes parventura
c)CU].tOS.
e
F1 .15
Art. 47 — P;r 'ito det Cig rzr) 1iflk'tlCi3 : tD
btnci rtin-
— Imrprio r: coruin •nro
.) niico uti!: ou
iic ou r' )12tiC' ox,n1ii1
rni 1çi xi c-r ±cio-nrto rcri' 'r
ici•3.
e) ltrijo dtricril1, crt MiÍfi •) LI t , o
rito
) u1tr u 1iico;
) cont r 'ubt ci: tic»: u n'.ci ..
min
) c•t:' :ritcr ctri e i-
' « tr.rnitir •.1.oenÇ o honm;
c t&no rnicroorq.ir ri-"in c1 h"rn
r -.- gu rer'cirnnto ro"tO • ci ;
e) c.ntno u1±lrico o c't1 '- i- •
.ro1 i -. tu -rn-nt . i1itni cu .'
- Ait r. •imrttCiD2
cc« ar ínou
c;rtCtrt!tjCi or nol t1Ci cw'• r'
.e, tim-* Dtur1, micrrmi3mO
c) <i iditr CPÇO icion—
*
: A"1tI .: liic r r 1inn-
) rJturi':•D c:in
e, r 1 :r r.itriti' •
tri'Driç'3
1 cm ti
ir
o tc1
Fis.
e) conter.dosubstncias ou inredientec nocivos sa
de;
t) total ou paz'cia1rente substituido por outro de q.
lidade in.fericr j
e) colorido, revestido, ariatizado, 'u ac.iicionaüO
por subst&Lcias estranhas;
que aparentar nelhor qualidade do que a real, cxc
to nus casos ecpressaniente previs tos neste Cd igo.
-¼ - Praudado si4 o zero alirnenticio:
a) substituido, total u parcialn±nte, em reiaçZo ao
in icado no recipierLt
que, na cc*nposiço, peso ou nedida, civersificar
o enunciado no inv1ucro ou rtu1Q.
cstabe1ecii1itOS de g&ierc alimnttcio, nenhuma
sa podei4 ser admitida ao trabalho sem dispor, previaiaente, de carteira
sade expedida pcla repartiço sanitria campetente.
Par&graf o nko - Para ser concedida licerua a verder ibu1arte de q&leros alimenticios, devei4 O mesno satistazer 21 exig&icia'
&stabe1ecida neste artigo.
Art • 49 - No interesse cia sa:e p 1 ica, a autoridade ivnk ipal
competente proibii4 o ingresso e venda de gênen->s alimenticios de detcrmira-'
proced&icias, quardo justificados os motivos.
& ParCXc ra.fo único - As empresas e firmas que iniri iren
.isposto no prese.r.te .'tijo sero passivciE; e penaliade.
)o eparo e Exposiçau dc C&icrc
d1. inieitIcios
Art. C; - Asseio e 1impea devero ser observados nas operaçes
c fabrico, manipu1aç 1 preparo, conzervaço, acoticionamento, e venda de
eros alimenticioo.
Fai4grato n.ico - Excepciralmeflte, sei4 permitida a
verta de frutas rde, desde que sejam para fins especiais.
Flr.17
Art. 1 - os neros alimentici. evero ser fabricados com ma
tx'ia-prima, sejundo as cxincias deste C&dip.
rt. 52 - Os gn!ros aiimitkios iniustrializados, para serem
exposts à venda, devero ser protegidos:
1 - pr ei3 de caixas, arfl%LriO$, inv&uri'os :)U iip3
sitis envidraçadcs, os wodutos feitos pc. ?rocesso de fervura, assadura ou cozento;
II - por refrigera em recipientes adequ1os, r, pro
'Utos icte.s;
III - por meio de vitrines, os produtos a granel e vare
jo, que pos sa ser ingeridos sem cozimento;
IV - meio por de ganchos met11icos, inoxidveis, os
carnes em conserva o en1atas;
V - p.r' cotamento, ertiotados e caixotad, msas, farinhas e biscoitos;
VI - por encamento, frir.has de anixa, ti1 e
trigo.
/rt. - As frutas, para serem expostas t venda, deverio:
1 - ser colocadas em sas ou estantes rigor osameflte
limpas, estas afastadas no minimo um :rttr: Jos um
brais das portas exteras LO eztabcleciiont. von11 - estar saronaas e em per±eito estado de crservaço;
III - no ser ue -*scadaz nem expostas em Latias;
IV - n3.o estar 1eterior;s.
Art. 54 - As verduras para serem expostas venda devezio:
1 - ser frescas;
II - estar lavadas;
L
iii - nío estar deter i'uas;
fr
Fis • 1
IV - ser despojadas de suas rncias imteis, se estas .f orem de f(cil coiaposiço;
rjraf o t'mico — As verduras que tiverem de ser
consumidas sem cozimento, deveiio ser dispc tas em dep&itos, recipientes ou
s:ispitivos de o superfi cie imperme&vel, capazes de iso1-las de impurezas.
Art. - vctida a venda de legumes, raizes e tubrcu1's dete
riirados ou grelados.
Art. 56 - prsiibio utilizar para quaisquer outros £is os deou bicas de frutas e de produtos horti'aijeiros.
A.rt. .7 — As aves vivas ser.o expostas t venda deitro e gaiolas
iropria&1as, que possibilitcm limpeza e tvatez2s di&rias.
- As ai1as 'ever.o s<iI' c:lcadas em comparti-'
cnto ade3tacos.
- 2 - As aves cosideradas impr' ias para c:»isumo
p1ero ser expostas eia.
- Iio caso oc infraçao is) uisposto no pagrfc
anterior, as aves devetio ser apreendidas pela fiscal izaç.o mrnic ipal e enca-
;ninhaas aos dep&itos da Prefeitura, a fim de serem abatidas, no cabendo
as seus propriet.tris qualquer irienizaço pos' esse prejulzo.
Axt. - as aves abatidas ever ser expostas a4 verta complete.nte limpas de plumagem, visceras e partes no comestiveis, e expostas em
bzlces £rigortCicos ou cmaras frigorl.Ficas,,
ar*graf o Gnico - As aves serc vendidas em casas
carnes, seçes corresp•:nientes de supermercados, matadow avicolas e casas
..e frios.
Art. - •s vos exposto 'e:a devro ser previamente sela
ciondo e estar em perfeito tado de cnservaço.
Art. GU - NL ser41 permitico emprego de j:rniis çU quajscucr'
impressos e de papis usaos para einba'ulhar çj&ieros alimenticios*
çXo iii
!)c ir:porte de Generos Alimenticios
Fl.l
Art. 61 - VeIc.iÂlos ou caisquer <tros meios de trarisp<rte
reros a1imc.'tkios dever*o cer rtantidos em permanente estado de asseio e de
cSerVaÇaO.
Art. 62 - veicul e trarsIrte e caris e de pescados deve
ro ser adequados para esse fim.
li.rt. 6 - z vctc1os reaos no transporte de ossos e sebosa
evero ser fecMdos, revestios interaamente com aço inoxidve1 e terem o pie os lados externoz intd cum tinta isolante.
2rt. 64 - >r'ibido tran&portar o eixar em caixas e ceto ou
eiri qualquer velculos de condiço pina venda, bm como em depsito de g&ros a
lienticios, oLèjt etrQJos comrci Jeste, ob peia de
Fro.f: nie - '; ir1t ocos ts pre içoes dnte artigo serío rtltados e tcro os produtos iuti1iodos.
rt. 6 - flo permitido aos c dutores de veiculos, nem aos
ajudafltes, repou!ar:i bre ors ali nt.cir que transportarein,sob
pena de gUta.
rtiico - iIo caso de reincid&cia de nfraçL'
s pr criçis do presente artigo, devera ser apreendi(la a licença -',> velcul'
pela outoridade vn1cipa1 que verificar a imfraço.
.LÇG IV
'.)•; Equipamentos, Vaühcs e titeusllis
irt. 66 * equipamentos, vasilhanc e uten lios e 'ejados ro
reparo, fabrico, manipu1a4o, acondicionnento, conservaço e venda de ne-'
rs alimenticios devero ser mantidos em perfeito estado de limpeza e de
orvaç.o, isentos de impureza e livres de substncias venenosas.
- proibido o enpre<ju de utenshio e noteriais
.estinaios i 1aço otz acondicionamento de gxros alimenticios ou ee
o
riiateriais para o preparJ estes, zu em sua c.impDsiçao ou mtodo de fabrica
Ç) cnstar arscriico.
- iecipientes d Lerro lvaflizad.) s podero ser
utili:ados Pr guar'riar j&exz alimeuticios zo &idos.
- Tubulaçes, tcneiras e si£õcs eçreados no '
trava icrt e envc4zilika:jcut.) bcbivas acíuas ou asei.ficad.asevero ser
o metais inoxid&veis.
4 - UteIlios e vsilncs destinados Ao preparo ,
coservaço e acodicionamcito de subst&cias alimenticias s& pcdero ser pin
taos e i matar ias crantes de inocuidade ccprova.1a.
- ?ap&is ou folhas met&licaz destiiadas a reve-1
tii-, enfeitar ou w:lvr p xut: ai ntcio ;i evero couter rubstncias
e toxicas.
- r'apis, cartolinz, e cixas de papelo ou ue
A oo acuiciorkimentJ ae gC~I 155 icís c'crao ser in
.ros e isertos de substncias txicas.
7 - A autoridade mun1c ipal cortpetente poderL interitar tempoi4ria ou e..Cinitivoriente o emprego eu uso de utensilios, íparelhx,
asilhames e instrwaentos trabalho, bem c&flo de irtalaçes, que n3o sati5-
1 açam às exig&ca t, &i e % prescriçes referidas neste c&ijo.
- Feclxs de metal empregados no fechamento de
raia:; e ±rasco d 'Vi.Z\) ..e'.erao ter a parte interna revestida de matéria im-'
pervel.
- Fechos e relhas aas no poder.o ser eirega-
?ara obturax' reciite :.0 £razc':s que c;ntivcre 2neroz alimentIcii.
Art. G7 - A intaiaao e a utilizaço dC yu .tlas filt Siltraço cc kjua em estabelecimentos de utilizaço Cl
i:a, ixiw'triais e cceerciais de 92rkeros alimenticios, dcperer ;c praia '
autorizaço e instrtiçez da entidade pblica competente.
1 -Os aparelhos ou velas filtrantes devero ser pr
rcionais qiant idade de çua estimada para o coLSuflio do estabelecimento em
casa.
- Os aparelhos ou velas Liltrantes devero ser
erancntementc 1impi, a Lim de itssegurar & necesArias condiçoe de higiene.
Art. GC - :ibido - us dc produtos qu micos destiruJos a Laci
litar a lavagem ou 1ixxa .e utensilios e vasilhare empregados no prepar, rna
nipulaçao, conservaço e acowlicionamento de p'.xut .: alfr,ntIciL, que frcm
ju1ados nocivos ou prejudiciais ? sie.
Art. G9 Aparelhos, vasilaies e utensilios destixdo a preparo, ranipulaço, acondicionrnient ou envasi1harxnto de gneros antc i i a
serem utiliz.ados durante a alimentaço, devero ter registro de sua apr VaçO
na entidade ptblica cornpeteite, antes de serem epx t z venda e ua j: rcli'
p.bl ico.
içc v
;:iam e lage c
Gneros Ai imenti cios
Art. 7u - d ri aUentic±o industrializado e exposto endLt
cn vasilhame ou invlucro dever& ser rotulado cn a marca .e sua Labricaçü e
as es eciicaç5es brat;lgicas correspondentes.
- s envoltri:, rtu.1s ou desigaçes cvero'
riencionu-: nee do fabricante, sede da Lbrica, nce e natureza <b produto,
ncro de registro deste na entidae pblica cpetente, alm de outras esecif
Caçoes legalmente exiOlveis.
- os produts arti lei i' deve'a ter, 4i&atOr
amente, a declaraç ..e "artificial", impressa ou gravada nos invlucrtulos, em caracteres visi veis e perLeitante leiveis. g
- f vedado o emprego de declaraço ou in:icç
que atrfl*a ao: produtos alimentici.s aço teraputiCa de qualquer rnturea ou
que faça supor terem propriedades higi&Licas s'periores tquelas que natux'1ne
te possuam.
- :\s desitçe "extra" ou "fino" ou ç iquer O
outras que se z'cffram boa qualidade de produtoc alimenticios sezio reserva-0
das para aqueles que apresentarea as caracteristicas organo1pticas que assim'
os possam classificar, sedo vedada sua aplicaç3 as produtos artificii.
Art. 71 - Os que sinarum ou rotularem produtos a1imenttcis •
em desacordo coi as pi-c riçe legais, i'rer'.' a interdiço dos mos, sem
prejulios de ctraz peMUaios cablvciz.
3çX3 VI
Jo3 Lstabelecjmentos Industriais
e comerciais Je G&roz Alimenticios
Art. 72 c~i?1cios cce;t 4 1ccut crciis e inutriai!3 de gn.eros alimentícíAg, Ata ézs prcs'içes do c&io de Edtfictçes
'. 1.es, obrigat.'ria a insta1aço ue:
1 — trriras e ralos dispusts, de modo a Wilitart
. 1avajem da parte indutria1 ou comercial, cevq
os ralos ser providor uc aparelho para reter '
ã2 matarias sliaz, retianio-se etai .iariaien
te
II — xcstuCrios para empre 1O dc ambvz os sex.is,
')dendo 03 vestirios o nicar'-se diretamen1x clan
locais em que se preparem fabriquem, manipu1c
ii depositem gVe"n%eoros alJ.nentIcic;
o III — lavat&ríos com.gua corrente r.a propo'ço adequaa ao rmero de pessoas que os possam utilizar, '
tanto os que neles trabalhem como os ireguezer, '
:;cdo que estes quaz for o c.so;
1V — cbedro hii&iicns com acua filtrad.,
, 12 — os balc'es e artiirios deveío repousar
mete ro piso, sobre base de concreto, a £ia de evitar penetraÇo de poeira e
esconderijo de insetos e de peq.enoc animais, ou sero inztalos pelo aex'
0,20 m (vinte c•ntlmetro) acima do piso, a fim de facilitar sua 'iu'red.ra'
1vajc.
— s pias uevera. ter 1iaço siSoiada para a re
-e esgotos.
,
— 2 etabelecii ne existir chwuin, a autricta.e ninicipal coepetente pxea4 determinar, a qualquer tíinpo, que nela '
cejan feitos rscimos ou modificaçe9 r.ecess&ri rreç de inconveni
tes ou 4efeitos porveztura cd.tentec.
Art • 71 - b estabelect t o orzic ze vendam gneros ai imnt lei s
para ume imediato, devero exiztir, obrigatoriamente, i vista ib piblico ,
rcijkntes adecuados para lançamerto e coleta de detritos, cascas e papi pr
venientes dos gneroc co :mis n local.
Art. 7 - estabelecimentos irIutraa].s e ccmerciai dC gêneros aiirnenttcio, & obrigatrio que sejam devidamente teladas as janelas, porta. c-eis aberturas das seguintes depecias:
- c1l trtiment3s vuipulaço, preparo ou fabricaçlo de gneros alimenticios em geral;
II - s~i1as de ela1xraçj uos produtos, nas fbrica.s de
c .nservaz de carnes e produtos der ivauo;
III - uiitris.
- U depsitc .:e at&-iaz-'primas devera': ;cr
coutra insets e redores.
- Az prcscriçSes presente artip sio
s aberturas iao críz ..c secajer •e i.Jic razsu £ibricas .o
A
L
Art. 7.. - Az £bricas de geio para uso alimentar deVerío ter o
-ritoriamcnte abasteeime:it . a &gua potvcl.
àrt. 76 - is liteiras deveri ter 1ces cs tpo dc mrmre,
Ço inoxid2tve1 ou material equivalente, sai brigatrio O fl'gCStflO tratarneflt)
eu re1aço s prtole:ira:.
Art. 77 -
ss turre.faç3es de evero ter, na uepc ncia dei,
tinada ao dep&ito de caf e sobre o piso, um estrado de madeira de 0915 m (
(r2iflZC centimetros), no mlnimo, acima io solo.
Arte 74
- As estilax'ias, cervejarias e £2bricas de bebidas em
jaral everio possuir aparelhznto mec&ticu 'arac..-.chirnento e fcc}a.cnt de
s1lha, ctFre as rre;criç3cs legair.
Art. 75 - Nz estabelecimentos .& lcai em que se fabriquem,px
parem, beneficiem, acor ciorem, distri1xam ou vendam rj&eros allz:knt icios,
Fl, 4
pr ibLo depositar ou veer .cia aie oo ue sirvam para
£c11iíiCdÇ eti
Parrako Gnico - A16 ua apree o is substnci a
<.»e e reSere o pre t.te artigo, in.fratxes ser?o pas'lvei e multa, sem'
rcjui:o e outras penali a--kes e udaç criminal cablv ís no caso.
;0t. - té elecinntur onc c ftbri..jem, çrep.irem, vei
epositern gneros alimcnticio', existiruo dep'.sit; et1icc' epeciii
ae tampos •e fech herm±ticu, para a coleta e resiLuus.
Art. l - "' ctabelecimento e lcai onae se manipulem, bene
iciem, preparem ou fabx'ituem gnerus a1imei.t.cior, proi-bico, sob pena e
1 - f mar
11 - 1•r(:r 'ec ;
111 - penlitir a tra j ermanncid e 1
L aiser ani,is •omticos.
Jrt. - . Ck:,txbClCcíMCr.t(~5 i triaiz e cJmerci4is ue
r alimerticios, po ero existir reincias ou domit&ios quando o pre-
,iío •ispuscr ee aposentos especiair para este fim, aznente separa io.
parte trial ou comercial.
:rrafo i'uiico - No c;s ue e refere'
te utigo, o c.Wartímentoz. ue habitaço nL poder ter coznicaço irtta'
cn as ..ePendencías lucjs detinado'a rrniplaço, preparo ou fabrico,e
o vea e ner alinieaticios.
.rt. - esta e1ecimnt in . triii e cmrciai Le ganer - alinenticios ,-.evez~-,ij ser, obrigatoriamtntc znti .i' 'n riDrosso esta€o
e asseio e higiene e peri.icment
l - empre ue 'c toriir crio, a jtt7 aa
iscalizaçL munc ipal, os estabelecimento dejue trata pre':ei te artig- .e
'.-crac ser pir2ta... ou re cma. .
rt. C4 - •: pregao e .7cr&rio er- tabeledmentos e ger3s alineit1cios sero obrioado' a:
Fi:: •
1 - •.rtr t-'ntr, anualmente, a respectiva carteira e
1
aude a repartiÇi3 sanitarict competente, para a
recessria revi.;
lI - usar veturia mdquau'i à niture-d áà Cerviçop ou
raite pe rLxo ue trabalh;
III - manter o mais r1Oro'.) aseic crpuzal.
?rgraf o único - empregado ou operrio çue Lor pvnido repcti'..w ee', jxr infraço a qualquer dos iten d eete 'ti•
nac pc>áerá contini.z*r a liar com uêne= alimenticic.
; wupermercad. ever..er deztifla..us e- pecialiante
t venda a Varejo e fneros alimenticio e, .ibidiariamente, ;, venda ..e obje
to e USO damcntico, meciante sistema te auto-er'iço.
- IJ sistema de venda, nos supenercos,
proprcioz r ao copra or 1cil iL'entificaço, eclha e coleta .c mercaJori-
- comprac jeverá ter a ;eü Asporp A ei.tr&ia
supermerc , reci.iente prprio Co tabe1eciitento, ctir.; o t Clet• e
mrcaori.
- i. •iperaç e coleta .e mrcadoria ns ipermercacio devera er Leita justo a balces e pi'ateleira.
4 - Lxcepcionalmente, o; aaperrcado poder; man
ter lojas coiple ntar, para a peraç' e cÁeta cturia por art.e'
-'2 clientelo.
proibi o o preparo ou fabrico e
pr<xtutos alimenticioq uc çaluer natureza, bem como a exicânCia de MOMOU—
r;va' icola peixa. ia'.
VIII
c'a c —arnes t V Peixarias
zrt. C7 - . caa.e carr.ese peixdri, evcrTí::
1 - peranec' em Je .eio abolut;
II - e ri1o;, bem o.no a neeesria ecii
idade no pixo, que possibilitem lavagens e
talte ''azo •e çpa eriva-. 5)b pati;
1H - c)ner'r 'r' ri1 em 1içx ce limpeza, e'e—
er iriente eiifet;
tortieira. e e pi apr .pri.t.S e
em qtanti tie su.ficiente;
V - ter balccr com tampo e mrmre, aço inoxidve1
i rníterial equivalerte, bm cao revesti1os, ia
pirte inÍerior, c-.;i material íinpermeávelp lixi, re
:jsttrte e de cor clr;
VI - ter cmara frir1'ica5 .0 re jeradDres mecnics-autonittic, corri Capaci. ie proporcional &'
IaS nece; ia :e ;
VII - no dipar de foço, £ojareir i. ipar1hos cung&-
Viii - ter . itnIlia; inati ;s no mais rigoroso eta;
de liinpei;
1 - i.ater iluminaçQ arti±icial eltrica, iricar.. ecce
te fl.z rcceite.
- a C: scrV&Ça •e carr..e PCtC, e
utilizarcmarac frigrl!ica oe expanrao ireta cue o gs empregado seja
t.i.rjcu u1fi.iro.
- im 5S de Carnes e em peixaria nao -,erá perrr
tio rlquer utr.. ramo e rzcio :ivers ao a eecal..ade que lhes cr-'
! .Prietu'i LO Ct C CtI'flC C CC peixria', bem como ew preaCo, SaQ obria -:. a:
a) uv,ar, quan'o em serviço, avcitais e gurro $
brancos, nza1os iariaxnente;
íw
Fl..7
b) cuidar para que nestes ertabelecirncnt :s
entrem pccstas portadoras oltiu C..)fl1/
tagios r repg.aLte.
;rt. - ca.as de carrte,e pribio;
1 - exitir quaisquer bjeto .e maeira que ii2iJ ter-.h,im fwiço epechic na rnanipu1aço as carie;
11 - etru' carne çuc ; provc1Íeltes di 4'-
t4uro Hmícipal u kle mata urofriorlfic
regu1rmei te inpecion4as e crina.a
III - guartr n' ',ala de talhG bjeto que lhe sejam es17 - preprtr .iu mtnipu1u' e carnes ari qual
uer Lia, mesmo nas suas depe2Jcia;.
decte n pi-,,,era exceder
u.elt.isrm3 pur
- sebos e dc apruveitmentt) in
..utriil, •;er ei, obrigatoriamente, mantidos em recipientes etçue,beia
cis removi.bs, iürazner.te, pe1o. iriteresad;
- nhuna ca d carnes funcionar em
pe.iancia de fabricas e prcJito .e carnes .e e..tbeled.mentcs cJtJenerc
ziemú »e entre c1e' e.xlt Cc,nexaO.
..rt, d - s peixari proibi. •:
1 - existir w1çuer .)bjc-t. :e tieira que n.o terha
£unçiu cpecifica nw, m ipulç e pesco'
II - preparar cu fabricar conservis e peixes, memo '
:1.S SUaS depenncia9..
.rt. 91 - Para lirnpc e e peixes deero existir, obritoriamente, locair apropriauo, bem ccno rt--c-ípicntes para reco1himerto de
tritç», no p enL.) estes serem jogador no chio permanecer sobre as mesas.
, 1 - ; pe ixarias no po ero funcionar em depenn-
r
ciai e £'brica .e e c
jx
Ve&edore I'ubuia2'ter
rers Ai imeriticio
.rt. . - I'C •"ero himnticiY
rao:
1 - tr carriníws ue éc:r3 CC, ei)" )fiCicti
refeitura;
11 - eiar para caie os que ofereçaa z' ettjm
eteriurado xem crtminas e se apreentein em.
perfeitan xiçte c riç iene;
111 - ter produtos expostos a ven_` cser\s em re
cipientes apropri.us, para iu3.-ios de impre:as
e e i: ets;
1V - u;tr vetur1: e iirtpu;
V - ianter- e rigorosuente
- c-c;r tkiate e crier.. aiirenticLY ,
e i e1tao ieita, proibi toc-ioz; co
maoc, ob pena Le ita, a prcibi.ço
extes iva à frej e ia;
- veeJrc btiaites aiix.t: preprL
:Isi pcder e-,taciunar em locais çue Lacili
tem a e taminaça ' pr:dutos expoto' i enJ't. L - A VC arnbi1nte LAC :u.ctc, re.Lrc:.co ,
seimc, utrs a1inentIcios, JIC izjest imediata, ert Leita em carris, caixas outros receptcios Lecha, de que a merc;doria
seja inteiramente reuardaua e poeira, e aço tenpo ou ..0 eiemento malj
£ic. iier e::ecie.
12 - parte as vi1ha c:tina.ts senda ue
er; ali nt.ci e inetío irneiata, cra
jLzt.JSta, e mo o & rcerv-Li .c 1ur
contuninça
.c.)iciozameLt3 e b:da, coLfeit4 e bic4
tJ proviLJ. e env 1trio ser feltu eit vi'j1hc abertas.
rt. ser exiçi.
L:e trrnica u veja' .eir.
4' :'ULJ L
DA !i11!E NOZ CVBELECI1'O5 CO7ErcIAI,
IUTflIAI; E PiE3V: ii: :. viç CE2AL
Art. . — licença p'a f ncici e eui.ficio e in'ta1açe
c- u.lçuer tbe1ecimeLt comerci1 e flLUStFitl er cnceIi1a apói5,
ri reular proccj..a pcsla Prexeitur.
Par&rf o Ünico - Para bsevci do dipc ts n preente artigo, a Pre citurt poer exiuir iíicaç 1 e/v inta1açc c ap:tre1hL çue e fiereA cestrio:.
\rt. 9 A £Fca1izaçío a ire.eitura 'cri viji1ante ri.. çuc 'o
refere e~_ t~tbe1cc!zkentoz cjü fuicionento possa t.rnar-e ncito ou incrn, i rihanç4 peLi pruuçk e •.ore, cases, fmaç, ruLa'
C ?Deira.
-
. coxrtruço cu ir.ta1çí e etabe1ecjnientçy:.t
i1(sUtriai e reAre o precctc artijo ,
sera perrnitic!a e o" neos forem conveniextornente io1ad e .faztacos .as residrcias 'vi
:iihaz3, bem a:'mo ç; ,-)taUos de cio', apare1hu e
in ta].açez tcicanrte equada.
- o caso ..e etabe1ecimento e trabdho já it
1..o çue porventura fereça cu venha a oferecer
ae u acarrete ou venha acarretar '
icmoo aur viinho, on. proprietrio '
a cxectar elh;rajita çtzo :c i'i
.:.ere1 crwL rcJnoÇa inCiVefl1Cfltc.
97 — tocio e qualquer local •e trabalh evtrZ haver ilunzinaço 'uicÍcnte e a..equ&a, natural ou artiiicial, apropria A naturca ta
ativiLade, levandu-"e em conta a lutainosia e exterior e dand-e pre2erucia'
iluininaço natural.
— 1a exincia d iluJirMei.ts r3lnirno;
vei' referentes A ilu inaç'ic natural z.0 artificial, cieverao cer •Dbcerva&o o dipocitivos
o ce i;d i£ í caçQes e Inc talaç2e e cIa legil.tÇa) £ederl sobre higiez o trabalho e ac
c:;pecificaçtes estabciccidac pela dliT.
— iluininaçio erer incidir em (Aeç que
preju içue mvirxntos e vis2i ,e effrdo,ne
:roVOque 3ubrC obetoc que devam cer ilurnina ZC!i.
2 — cacos e ilurn.inaçiu eltrict, eita •evcr
ter .fixide: e intc:r.i aie ec iria - i higiene
,rt. 9ó — A jancla, cl abia uu coberturac iluminantes hori-
:...htaic uu cc dnt--crrt, ccro ...er uiposta5; me, ac ira a •.• ?ermitfr
sl mci a .i'tamcntc bre local de trabalho.
nia — Urdo necessrio, ..evera rei' utili
.OS recursos tcuicor para evitar a inculaçZio exces!iva, cc*i venezianas,tcl
c)rtirku e UutI'.Y.
rt. 99 — c locajc - e trabalho Cccrío ter '; nti]açk natural '
cje roparcine ambiente e conforto trmico compat.vel com a flature::a a 4ti2 rat nico — 1 ventilaç artificial rcalizata '
p-i meia e ventila re, exaustores, in laJores e ae itros rccurr t~cIIiCD- '~ (Xà çuand.o a ventilaço natural for eficiez.te.
í.rt. 1(X) — 'a; :epencia em jc Lorem irrta1a.:c £ocs .e c..meverao:
F]... 1
1 - .er iii ependezitct e .tra prventur4 'esta.t
i moradia ou rnit'ri;
II - ter par-t'- ..- .trul s e uterid irLcobustIve1:
III - ;er ventila •a: 'x:' meio e 14rtcrna e abertía ree c•xterra., colo ni Uü p2Xte
kLi eleva'i.
'trt.11 - caso .e í.n:taç'e e e-'
1 - :cr e cape1c, .itepOro, pared-estérmíco e resos sisi1ares;
11 - ficar localia a, preferc'ncialmcnte, em ccprtii.to: Cj)eCiai: ;
mjnirw e (ci.u nt CeitImetr) paredes mai - primas.
\rt .IC» - jever ser a eguraoas ccUiçes e higiene e c.fort nas a rcfeiçoe, ic1uve Lnche, no 1czii e
trabalho.
rt.1 - •.ciertu ¶er prporcionw.a a esprega * £acili aJes
para obteio ..e à~ pot2vi em locaia e trabalho, especialmente bebeouro'
e jat inc1iao e u -proteter, r.o inrta11 •s cm pia!-. .'u 1avatCriu.
ual'uer Cv- •, e ?r-ibi ) UO -.0 c'po COou a exist&cia Je torneiras sem proteç.
- ..i c&; &bezto, brijatriu o provirnen
ti e Ui ;:.-tvcl t. cret cm, '- viç1 1
Art. 1C' - etx1ccircnt.; jw.triujc cujas ativiçiaUes cxiuso ãe uniforme Liu guara-p4'.i, mantexio 1Qcai apropria' para vestiu'io
ota.;o r.e arnZríun Lmo. para ambos cxos, seurdoas prcriçe!- . '
Cj Cio uc íditicaçes e 1nt1çes e da Fortaria r! 9 e 9//19C & o
tament acina1 e '.ur-ça e iig iene Trbaiho e .Jispoiçes
peito.
.rt. 1O - etabc1eciiacnt incUsttjir nteri: 1avatri. '
s em 1ocds aiequao t 1..i:em ie m" .ur.te trab4ho, t salda lu
nitrio c ante:: refciç'c.
rt. 13( - •:: re-Owitor. e uepe cia •e te1eciento cmercial e in utria1 cr•. rnti em eta de Iigiec corç'atie1 c.ii a naturea e CU tba.h*
i'rf fljC; - : eriç c 1irnpea cera]. do ).ecai
e traL1c ;ex re1ia £ra do xpeticnte .a p e r
Ik
1oci c trb1L everi.. er ?inta-'
c*n tinta 1ave1 z rvcstiLac de material cer.nUc cu irni1ar, vira
ci.erva . cm rinete e'ta: •.e limpe' eit 1,=1 rCrite*
t. l - c e 1.cai de trL,]J e':rí' ..er i.me-
'ei', c.ntra uzt1i te.
drt. l( - l..'cair: .e trabalho ..cc:r
ra' proteça. e ntr chu; e
.rt. ilu - tir, pener., r turante, ca.E', barca e cta
be1ecient c nerec
Ltc33 CL1I'( lin (:
Ia c.rretc:;
111 - aneurar que a hii e
rec nejvt feita ccn tia ferveflte;
- preerver . ir ivLual e uactripo e t.:al1i:
V - ter açucareír ee tipos çuc permitam a retira.o
o açúcar em o lcvtamento a tunp;
- arar 1uça e talhc.re em armirio z- t1cierterte ventila' embr. fecha.; ::tra evitar pii2et)::
Vil ua"dx a' rczpa rer i cm deprit.-
e
1
i11I - cr.erir c±h, copas e despensas úevidai:te
livres ie i;ctoS e rre;;
- manter bUSCIP e pias perrur.tte limps.
PaxágrU3 fJfl.iCO - m?rea' L garçe: '3er} C
venienteente tr'j± ., uniforri;_' e limp.
?rt. 111 - hQtis e pe:w e obrigatria a. e5iz3±ecç e
colCh..cs, travenceiron (: cobert. :
't. li: - : e b1e, Ce burbeiros e cabc1e'eir',..:
utezisilios utilia. os no corte de barb, c.rte e :uitetd, e caIe1os,
ast :e cuja ap1icç5.
iar;raf. nic .u'antc tiba1h oici.i e enipre
usarao biu' a: brancas, scrviro t clientela toa].has e ':1v: in ivivai
rigoroamente 1impa:.
rt. 11,. -. Farmtcias, roari' e laborat'rios dcveri ter;
pinoc em cores c1araz, resistentes * eÍcitc: e Aci
liss, :ta:c se ralo e com a flt essria e1ivia.c;
pare.Les de material a eÇJa' e e cor branca ate a
altura itizima ..e 210G ( ois mctr), e j reta tu
. as paredez em core3 clar:.;
filtros e pias de água corrente;
) bancas destira.arao preparo de •
com material e Lci1 IMPeza e rc - tentca à
. &Ci5 t
P~ArOS hMICO - As exincias Co presente arti:o'
o exteaivas d.5 L x-atr'ios e análice e e pe uisas e w,1n.tria
mica e farutics.
'.rt. 114 * os. ecrut&r±o e zcroc%iis, as mesas ae autpsi'
C ae eic' cllnicws cerão obrigatoriamente de m&riaore, viro, ardsia
rial equivalente, ctnstrul.o' seçjun o modernac t&nica'-de eivjenharia
ria.
Art. 11. - at ri1:, bt3.nci; utx ma
i' açi e tranprte C?2 1caiz.. dc trabalho L.everio conter etiqueta iicnti
'U.1 C3pOiau, i.0 FCc açoes ce ZOcTO imeJiat cm casio 1e zci:.cnte, bc
crn ianbo10 corr;pon,tente a determinado perig :;egun o proii;:ç xcir,
.t3. U iUt'naCLfl11.
12 - rep cv:i pelo eirv c
ifixarío, brigatrLeiite, wisos e cartazes sabre s cri; que acarreta a mk2nptt1açt subst&ncia, e ecia1mte se pxu Leiúisperic txico', irritntc' e aeir.ico.
i.rj4.nC nos H'pítais,
Axt* 11 - .-'itài, C UC i C bILÇJ4
t'ri existir:
1 - 1w:.eria q'cnte, C1,w1 irtúçe; cornp1c_
tas c ..ci.ecço;
11 - 1 :ci. U'I) r StX. Ía'T
113 - teri1icçic e l'uça, tlhere uten"tli i-
\CX';• ;
1V - ireçuer.te ceriç .e lavçjen 1intpea e c.rre
ore, aLs séptícan e pis CM jeral;
V - .einfccçú :e uarts ap& a saI:a de ôoentE:. )
t& res e rn1tiac icto-cctaji.x.r;
- infecç Le 1cher, veeiro e cbrt..re;
- ir;talaç& e necr•t&io e croc4nio, cegu.o
piti .: 1i ,Ibri;, 1ifico e In:;t1
Ez 1- - v.Jnha, cop* e ei e'í etar cncrvaasseda e em ciçe conplet hijiene.
2 - 3anheirc e pi ueveriJ etar erpre liips e
FI': •
e lJCCtk
1
" iiuietie nos tabe1eciment
ucaciorais
rt. iL — eítabe1ecic-to ecacionai iver sex'
j'ermanente gera1 e pre;crv b;1uta •.Ie hiçjiene em todo
i'icjnt): e
epeci1 e hiiicne er :a
bcbeourús, 1atris e rihe1ro.
— Janços oe joe, jardins, p&ticY4 e demiis trea
livrez, .evcr er £antivas ) 1
1ipas, em e 'üs e £Qrm4Ç C.
e
it. 11í7 — e c're e era1 ever) -ar ateç epeci
prb1ena' e .eiu e hi;ice 10 ;t1nc e • e.tbe1ccinefltX.. cêci-'
£\rt. 119 — tabe1ecintx e ccienL u regiiie e iriter
:beiecer tr prescriçe a art10 110 e 111 este C&4go. to evero
IV
Jiicne Locai. ee tCflJft:1t
C /C1Ci.L
Á't. L.L — 3 1ocai e atei4innt. .i veIcu1o', ubriatri- 1
ue erviç e 1impet, pintic't, 1Avjerz e 1ubrifictiç.> eam executa»
em instaLç3e .etíxac evitar a acL1aç te e e 1ubriUicante:. e seu escL'.flt i' 1 :'.' c
(tZ !.CI' ieitL'& tiT CK)'
pu'timtnto £echaLo, parti que a poeira
rataJa pela corrente de ar.
— peiitio desc.arresar iias de ive e
>
i'1:.6
4o
e vtr aju -que pu;m iirrvtür —
1e e uiraxaa na Loi.s e tz'atart.
e
£ tJ!O f LI1A LCA.tS
WLC viÃnc:. £
ip.içc:; eliminarcz
rt. 1]. — « locair .etina3 pr2itico e deptc 9erao '
prcceito, i'era e e.cificaçoe t&nics do C
c FJ.Iicaçe.' c Xnta1aç3es. }autençio, uo e lirneza era:) ?rrat c
ac.e com o peceito e regras etibe1eci.wt por etc normal
eza. a s 'r c.1eí.-. e prt e cu1tur.
. Cpo Esportv
Arte i.: — '. caço5 epr ti'.z i.r-e.4 p41a con
ervaço te eviLe;te eibr e .ren.', e que *guv. •
e chuva ii £1mev OÇ4vZefltO e 14fl.
— Antes e iepoi e c r1i.r ua1çuer tivi.
c eprwtiw ileverá ser Leita in&ptç
e
- A uti1içt cnp prtivos coJici
liberat&io L.0 U, expe_idD pe1i
1tço e potra, x'tueri:ent e iritcr
'II
)t ?iC1ZIa
Art. — pici e ii4tÇo ever exi:tii' deperci
h1ir:-
a
e 4 ! e e
um vo1uie pequeno e à~ c1orada, que areLurc
.-;.
e proibi s ietente, o p2tio a piCÍ2l,
eveao er intLi eit jc
. Lrn unil'orme ci'c:, - 1) t).ÇL
e agu.
- espec.1.
e ra10-ii'triLu.. •'- n.. fun
:- acesarioc tais como c1ora(or e aspirador 1
ra limpeia do Am o da piciaa.
- - limpeza da à~ eve ser feita de tl £oia '
ce a uma p funitidae de , ao (trs metros)
e obtei1'a trn r-ricii o niti.c. :
- - eterilizaçiu ..Z& .iijt:t pi:cine •
ita p - meio ue cloro1 seu- mpostos cm
ver& .... wn. cl-
- livre, no interior a O8 .. nem superior
e i1fli-i.e :iii1 , •::.i; - iri c:i-. t-.tI ç.f
- e o c1r. e ie c,to forem c ri —
o teor de cloro residual na água, ao
er inferia' a 0,6 e unitade por nilh
- o a piscina eztiver em ut;..
e • e
1 - sisticia permanente de W3 barffiísta espois&vel
pe].a em ci.plinar e pc1a eiernciar;
II - interdiçao aa entra a çua1uer p:a
e iwl tia contagio5a, a£ecçZct» visIveis da pele,
ença. e nariz, Jaranta, ouvico e 1e outx'o ntao 1e por autorídade sanit*ria competente;
III rwnoç.o pov proceso autJmttiCo, ao neios unta vez'
- r dia, de detritos eptut e nateriair.
c flutuu na pic.ina;
lv - rrtibiçL ingre) e ç rafa e de copos e
ptio a piccin;
V - fazer ' reçiztro iwí, a priniipai:. .craçoa: '
e trtanteto e contrile datgua uraa W. pidna;
Vi -. £a.er trimetralrnente a 2iise da tjua, apreen-'
tano à Frefcitura atet autoridade rnit-'
ria corpetcnte.
Prrar.. fnico - i'thuma piscir cr ua-a çto
forem julga. a polL:l. c pela ztri a anitria cCtc!ite.
;rt. l. - £retncia úcía az': i'cina er .e:
- cinco pesoa para cata metro cCbic e águas n'
ca) ze piscina e alimcntaçao permare.nte e can
a wamtiç.ade de Ztgua for garantida por uiluiç;
II - PeS,,'~-, an para caa metro cbic: e jua, no ca
z. de piscina e ali: itiçe. peri iça, pr u.bti
1uiço totl
1;T Iv
:. 1alerios 1k'blic'.
:rt. id - .!,. b1nerio pblic ee'ai er ota re1Ài-
.:itos a higiene, ujCitay à aprovaç pz4via c. fiscali:aço '
Prefeitura.
0. \rt. 1:7 - proibi.o n.i - baInerio
) bzihar nirnti;
b rctirar LeiA •utr nteri1 que pre,u. içu
ua finali.ae;
c &rn*w barracas px' mai!3 -e 4 hra c £ori o
ci deterniy14.:, —CM pri licerça .d irefcitu-
) fer £'ueirz no tat ou boique jaceite;
1arar pJra, vidro -. u utr.: •2jtt 'u
caucar ni; a:
£) ün.jfic4r, rEvez' : i1terar t: cbizx: •: utr
1hornto reali zaJo; pela Prefeitira;
) priticar jooi esportivo que atentem GDlltra a
e e a se u'arça •:o outr)r bmhi - ta;
h praticar espQrte ttic, com barco5
rta .rea e maior fi'equ&cia de bazhitas;
i) fica expreaznente proibio ts enba.rcaçes, tc>-'
re e esquia orei-rs praias se exibfrem xui
-.e £rea e oo tr e extc:a: c partir ta praLi
- CAPhL
DA cCLET!; )TIIA( X LIXO
rt. 12 - cada ediFicio bri;dt'it exitxci :e d1_
1ham '&ra C3leto C lixO.
- T..o vwilham paxa c.1ct dc 1í ueverZi bce
cr à, nraa- dC fabricaçao, ~tençao e 1ipc
a, etipu1a:a Feitux.
2 - kjs eiticie .e apétrtent •u c uti1iidçío
coletiva ottar..' vail'c nt1ico, proviLo
e top, para rec.1hicnto lixo procniente
C C
- 4o caco ue euifici.i que poun in:ta1aç e
icicraç ..:e lixo, cina e esc'.ria., dCVerzo
er recolhi e vi11ae et1ico, provido •
tintes Le poces inutriai.- ver o ser rcmovi1 por ieio temicamentc a
rt • 1 » - c..ntrole da pU1dÇa c Prefeitra:
1 - prnwcr c.1etc e ;trtr. -e .ctinaa t
c.:mtr,.le £1ic, c,iinic.., ctcrio1&gico e bio1&
II - rea1iar estudar: bjetivnd' • e-tabe1ecir.to.
Ca' .
Art. 14 - :ra ctr.1e . ii triii, a i're.feítr:
1 - v trit' cuju epeio' .evein er
cntro1a
II - inspecionara a in.Cti'i. çnt tiaç e
eu ..epejo;
111 - prmoverï etudo re1tivo qta1iade, vo1u e
iiciu&ncia do in.0 triai
IV - iicar 1inites .c t1erZncia
Ç triai'a 9CICM a±ntitt-.- Ld
- --- - e C
iu't, 1 . . - . . ttbe1ecizx.t. intrL.i r? itzii. reI r
trtame.t- etin tcrnci ixofcnsios a a ernreg. '. e cletivi-
- . reLuo jfl.utrjaj! '1jdo ;e'cr er :ub
tratzezito epecli'ic<i mte de incine
t)Vi .0 L:flterr .
- 1aric.to C C4U ifl ::triai'
nor; rs'o e aVua epene e perZLiS . i aut
ri;.ade u.[tu'ia competente, a qual £ixar .
t32 mtx1m.., . f1unte.
:APtTULQ XIII
l s
e tampa, para de;tinaço t c1et. 1ix
culir pr.xnc.iJt pela F refeitura.
4 r,- - ai1hi pr c'4ett e lixo euiflcio: '
e aparta1Ltos e Je utiliço coletiva, bem •
como s etabe1ecm&mt corciis, inutricis e presta rc c ervíçs, :era .aric;.tt
ednfcta.
in tt1açe! c1et' e cinci'
jti. pira lin.0
trt. 1 - o c etina eit'lc1u com&cio, in&;trid
u pretai 1' ue eriço, inRraç .e çuítlçuer do5 isporitivs: ieste ca;.ltulo p. era ilicar na licexa e seu £mci9ra1ter.tu, a]. ei. enali.e recrit' por este C&i.
.TtL :Ii
U)UCTkO 1* AM3IAL
.xj AU Z 'Á tNJA
:rt. 1.1 - }ct.intc provinci: •;I'cip1iz e proceiien-'
to'.: relativ utilLç, meios e c diçe ambientai io ar e (Iar
?releitw.'a MI1te' 1:tk peri:unte 0e ctrle polulçao.
.. -t, 1 :LlLm p1viJci4. .e jc trt. rti- a.tr.,ri;r,
Frt2itur;
1 - c ç.(o- trar ar, £nte ,.e po1UiÇ rbic
tal, .1) a.i e :.
ii - ctbclecer lim.itc--.c to1Lrncia .us po1ucrtc...
unbieta i c u' iflter i ,xt'e. e exteriores tia eficaçe';
Iii - itituiro ri paes de i r vei ':;s poluente. do ar
eos ietc interi'or:: e exteriores;
- ín'.titui pa re' e • p':guente ras £o
te enti evisu. o-a& perioicaxante,
í'.. - jrafo fTnico - . poira e etrito reu1-1
s tcrren - situa. os ni wea .wbrn deste Fmtpio
ser mnti..: 1imos, capina:os e isentas. de uaiscuer ntriai wcida 'i.iih..ra e da cletividade.
- A limpeza c terren ievei4 ser re12dapel
Uuas 'o: por i
- terrerv referi a. preeutc rtij_
o e permítiri fossas abertas, ecir. 'Je edLf 1
e.ioc, cn:truçc; iiabitveis u incabas.
prpretari' -e terren iao cumprir a
eiçe o presente .rtigo e Jo par&ra.fo!
a%tcriures, a 1isca1iaça) municipal evera inti-10 a tomar a provi ncia:.ievia .et_
e , (circo) -i - .
- i•:. ca. n€:t serem t.aas as providncia. .e
a pracfixa pelo parraf axterior ,
a linipea o terren er íeita pela Prefeitura
crerdo as UCSpC54 por cont" 7rrietrio,
rt. 1.7 - roibid ositar ou ecarreu' qualquer •p:H"
-c lixo, incltsive rosluos in:ustriai:, i terre 1a1.iadD zs árcílIS urbr o e expansio urbas.,-, este tniclpio, m~ que r- referi os terrcno' ris
t:- 3am ci . .entc fcb-'
- . pribiçao rresentc artio exteiz.si'- i.;:
rge; ia rxkias fcerais, territcri-ds e
nicipais, bem cow as
o
camL'tho municipa.t.
- •-. ixfratr iicczrer cn i1to, •.bra :a reinci&cia.
- . i.a1ta crL aplicLt...a, pela mesma ifraço e 1-
.tico va1, a qtem aetcrminar o transprtc e
epsitoo lixo u reLuu e ao proprietrio '
e vcicilo no qual i-.' rco1ia ..; transporte.
- .uar a ix çí f.-r •:a repsabi1ida-..e .c '
prorit1rio --e etabelecimento c-. •rcial, in-'
.utria]. ju prcta or c erviçQ, .er& cace1-
a. -.ua licença, e £ 3nn%eflto na terceira rcicincia, sem pj10 1UltLL cbIvel.
.trt. 1 L - trren;, cualqer que seja ua eti1çi, .ever
- er -epw. ar' icil ecoainmto i5 i.ias pluviai e 3ar c'
cmtra tJua; ue itiltrç, iante:
41x;.4'ço natural o terrZ ;
en inai*ento as iguas, atras caliçi:
.ubterrinea, para vala ou o.rro Le aa situd:)S 1
ns
to?u a1cta e lora.•'
zFts 1 -.,n• - i:ti. le'i .e ju ;luvi.is n lro-ouo en azninhameto •::e&tuar p1uiai' e e i'iitrÇ -- terre p>era cr
feito 'o eii Je c li:aç, se a ?refeitu; : six permitir.
- liaçu oe rrnal privati galeria
pluviai poder ser Leita cliretamente pu, meio'
e caixa .e ralo, poçc e vi;ito oL& caiL.t e areia, sendo riata'ia um peuer cixo -e
inpeçao o interior &io terren o, jxim.
homcnto, in1cL o re otivo razaal.
rcri cS iio par.gra.
t',:)rem ex utaLa' pela ?refQitura, a despe:ai. '
por cotd eclus iva o interes:au '..
- - . aterii c:.u'i:a execuço as obras •
rcr £r cidoS pelo interessa io re*cti\>
l)Cal, e acordo o)M a relaço rania a pelo'
or.o epetente a refeittra, .:ev)lve3 C
tri o que eturo ii.. L'orcra utili.a.
exitin. aleriv de içua pluviais no ioraour., poierer íeit a ca. liaço .a &us pluviais e de in.filtraço .o terreno j- üra a azjet •u vaicta .io referido lJ.raMuo, ca'o F.ieitia o
eciir.
141
ccidir.
- .eclivivace uo terr Lot ínsuricien.te pa
exea.çao .a I1LÇO in icada n.: preente '
artigo, a Prefeitura cxirirt ter api noge
:. niel r_CCC•U'i..
- uai: i 3.1cri iU3 p1uvid f ..r cowtri4,
.4 ro 1oOUr), a 1,reicitura pier& exigir a
1igaço •:o ramal privativ. ..o terrcfl3 ptrticu-'
Ltr referida .a1eri.e.
z't. 14? - . terreno U'ceti\Cl :' . eswronamzto OU Ca
reamento de terras, mAteriai, .etritY, estroços e lixo para loa'O,aL
eta:, valaz; ou caiiaço p'ibiica e particu1u' :.er ..bri tL'iICtC pr;te
c)brac de xrim.
i'arra fliC() - i; br t uc 'u À'LCre .
artigo po' er.o cr .eitr outrLc, a. euirtte exigi. ar:
a) re,2,itlarização e ac.. açiu ou •.10 e acori: c .
reie dC ecoament3 L'ac águas.iucte;
b, reVe'tiJflefltO o 1. e .. talu e: c i ;ratnine .
l,.tta2 r.,:teira..;
c ipoiiçao ce Sebe . para ixaç e terrt. e
retdaet> esc;aent.. uperficia1;
: jruinuento, com pa.:ei c.i' ienteicnt dip
t;
) pai tço parcial o ttal ca pedrar, lajes u
) corte' esclon.; com te c.era;
:.) ruralha,s e jj terras; e p1atSorr s
evF.,amcnte sustentai a ,i tztlu -ec.
a du aberto por s irtema oe pequcU£ valeta e cara1eta revertiia;
i). valw ce cotorno reve:tiac ou c>&ra dc circumiop- laço para a captaço •. afluxo pluvial as eicasta
j) cliinínaçao ou reç*o :e b trC.s ou ta1uce aiit
apruma rL.. Etab±li:' : pela aç
k
ra .evex4 ter o,o ia (cinquenta cexitletros) e iaetr, no mlnJ.mo, be*t cii
tece ri br- •.c cabeceiri, para cptaço e para evitar x'ao u :oia
pzmer.tu.
ariaf - Ar; 1riai i.: interi terren. ;ever ter, empre que posle1, altura superior a s O,CC n (itenta centi
metrs), a fim e facilitar inrpeçi. :e: btruçb.
Lrt. 1 - it evi4u uini u a1cri existente r'tr
para a 'ivia a nrna com Qttr, ii faixas riri
e:.tr. -'t'reu
-
í,k-£Luz 'ierite artij•', - terr*i,
currepon ente Lix e1.tre .ï rnrEe a
terren..> lin cir.; ev
Jt ficar "ron ae ifi :an itt, laguwc.u..o inrfinante, çue, ne'ee casa, x Li
cari a ceder,ialxa "non aedificaxi",
- fj4 permitiJ•. cpment e veda u.z cale
ria junto a u ..• tc.rre, se o reçuerente no juntai' cor nte e qe lhc perte
cc rci a u aleria.
- . C4.-e ia alcrit jtí exitexte, j'
eixo cn-:tituir le propriedate, am1x) '
os co,-. jnntei i-icaiio obriai-.'. % faixa nn'
jÇ cm 1rji.r e em p.rtes iru.ti.
devera ser limp
e 'eetçt; u'tic.
siIi.LL.A.) '
MITfil P.rLICi.- .. rxJI
.-rt. 14 - c..truçi:- e criitri.. u'ticu1i ecr er l'c
1i. •, e .i-t c1e- .s, nt cortrAvertente ta
4 •
ragraf o unico - ser cn:truxj, .' cemitero
particular epente e prvia tut•-)ri;ç.J •" Frofeto.
1
Vk-
Cnico - texns 1ua.s ou arrerk1a :•,
'.b- trç cuc' e e da va1 cr - tc o iwui1iri •
u arre - tu-i, e •utr n2L £r a c1iuu1a c..trtuil.
't. 146 - -- - i• UeCt rid CliLÇtu, C1pC.1C:fl
U rej121ar'izaço -e -eCvsUa •.1 C ireteit'ur pocer cx±jir
rupricttri- o ter- ec.cute brai..
ar&qra£,i 1fliC.) - 10 c;o do cur -e :u a
"er 1iaite- c dois terreiio, as br erc e d d4s '
jr'ictriL , ber- .p-tu •.;rti.. 1 - nicc x Lei tJrbanjcc
C .fr%11et:j
rt. 1. * J;ur -erviço iu con' tnç' .er ' cr feit; em &r1cit'ur cir Le va,;a1eriae te cuzs e n ;erem execut d:: as obrar c 'rte • , be ç ci' r,-:- u -: eta.':
:la <eço 'e va.
rt. 14 - '- terren por •n e ren ri, titc. ,
Lei c-. £un -.e v1ez, a c:i tr'' scre 1nta .a
'e,ro ficar em re1aç re.pctiva br' a a itrcia' tUe £'oxem deterti-
': pela Les. de Urb irmu e e ic e 'Iieaçe. e Iitalaçe '
tc uniclp! :.,
.rt. i - exitind. )jCt.. e CtUJ. UU nfiCi1Eete Z-'
, corre.p ente a evo, cu cr.vaç.zu e e ua C)ndt
por loraoure pCblic, c p erí Cr uprinia .0 inte'cepttdis
1eria-5, CX'!) ue Ai cInzú CX_í-tC~ -,tC57 epoi dc coritrui oc-rrepn
ente si,temt 'e a1eria coletoras e te etio Wn rcentc td1
egue ntura1 tban 1'L -, bcr cai* ao .eSpCj . Uce, -enpx'e i jd :
'refitura.
pur cu.rt çue 'ej,
ever'. ter, no mtnim, wn po e visita caixa ie areia em cAda lote.
cix
ei e (trinte
rt. l_i - c-pter e .u1s»ervilla, i ,,leria c1et
) c'n'truçí.. .e cri, ei 1eira cortInu ou em ea1erLv, cix .e C bX.'.J CZj)1
ttre;
1 cun'trç .e peçuena krrçje . cai-cii c.ca.
'm ectc1rn- ta1veue.
!rt. 14 - : 1(Lr tem w se veri-u im £Lcia
.aÇFLe i., tl1't1Cflt) .e terr, 1aSS e ctritoc para cursos e
jua *a a1a, o prprietara ci terrefl3 e 4 executar a mia t,11C
f re int: pe1 fcit'r,
Art. 14. - . e 1orrtur:x pib1ico e ccetrrem csCrei em terree Particulw# er2 exigida . projriettrio faixa e
uaeJiEicaz'. i dc terrcn>s para que a Fre.feitura proceda ex
e bra' a ejiirem e,e3amnto ca em prejudicar 1ive1.
iit. 144 - . DJi em CrCtL. t e J 1
1atri •:eei cr xect.a cc £urra. uc permt.m L';cil cceuent. :
- juí. p1uviti ert ;cr abn
na kraLx terre:, sde obriatrio !eu
crca1fliflI3Ãmento a ; pt e c>1et. iica-u '
- ;tl Preí'citur.
- cs proprict.rio c terrcno nrin€iç a etracami o ebrijaos a dar s&tda
ruas, p1u\iai 1 ertiQ zbtrufr cpt
e 1t.: zit pua tal Lime
J'tDJLu -:xv
Da Liapeza e LsQbtruç e rso3
e e de Valas
:'r..rictario cnervri limpir; e eobztrL''
OA de ua' iL valw que exitirm e* eun. terrenas ou com CiC. limitatei*, cc f rma qe a seção de va:. -e va em cure u valas e realize
araça:. axaente.
ADt. 1. - . cei1iteriL. ?Uti11' e'er ei' cercaco por r.'
cm 1tur im e 2100 (. oi ictr;), e i' .. Lriur b1i
larçjura mlairaa .e .0,00 (trinta netr).
Art. 16 - n&vel cemitrio, em rc1aÇo ao cur!QS cc aqua
íLiflh), evera rer cuficicnteente e1ev.i., 'e 2jua .as encherte iL atinjam .. fun'; sepu1tuxa.
re tta1 cemit&rí..: evc 'ier calcula.ia a par-
-41
ti.r . e ,c:o m (.it., etr ) p;' t'pu1tura.
rci 'irn c1c.11 r.er uh..i'i iva pu'a to
1 tC.t ; C 1 t.:ixite
taefl'
i e rwunxt
b) arca p.rA ca'x de epidemias i
; pr epu1tri. e dlugUel ......................
m çu ra, 'eparaa. umss 'a iutra pr meio e ~idan e ruas, pra1eL'
e çerpen(.. iculares.
PaXa a 1oca1izAÇ) epitos funerri.
T2 — aveijda e ruaz terb a1inhant e nivc1abento apro'a - peLi Preititura evenda ser,
ri.atoriaet&, r:iL oe j'ui e sArietas e
e paVntaÇa.
- -As áreas daz wveni as e ruas s(rA.) c..nsitcra '
rervjco pib1ica e pu eri er uti11aia '
para outro Lim.
- ajrcinert) e arbiríza40 'o recit '-»J Cc"-
iztitrio ever f a r-1he
pcct pai'ticc/.
a1ed flA) VC sr 'r:a
prerii.o.e rvorer retiug e que
&ificultem a Lr TkV c.as irne
e a evaporç eumidauc terra
- ce:rdt&iY °.t'vCt) .:iir dos 3ejuint
çUiame2t35 mt2.imo, Cuj .. imenxionmento será
ca1c1ac ' partir tax.t m-ia J.&ria e se1taento rjpo1c criderada
capelas, recr.'terio e er)cnio
pzi i amini;trç.o;
.a1a de ocorr e ur&cia;
) aittrioi para pwlic., i ete.. ete
:
evetirio e .anitri. par4 pess1 ce eïii
£) e.ito e r.tcri4 e £rriita.;
;) loja e £1ore;
h) •.'.s.Çri;
em tda
reue dC abistecinvrto
*reas para e taci aent •c
7 - .o recint' ceztitri everio:
ctr a euracos ab'o1uto asseio e
er rntia: completa ordøn e respeito;
ser est lccido alin).mert e raçi
as sepulturaz;, incluii-.o a
1u'are iice a ninac cvaa 'er abertt.;
'.er mantiJ.ç rei"tro de epultura, cariieir e rusolur;
e) 'ei' ri ro'ainte a epultanicn
ts, ex çe- e tx,a~i~~Lt Woes, medate
ccrtic3e e e ...utr.s u crto.. itbei.;
r
reistr livro5 cu f1ch.rio reletivos a
epultaniento', extmaçes, traisil, çe e
perpetu i aie;
•
aejurar a to- a a ciie e1i1 pr
ticr-41 «eu ritos cexrit&io.
qit urri e r:epultura
reí' im1 •x :emji-) &.-
arraJnjcu - 1tu(. re nera p..erJ - ex'
tporu'iac )U 1ii j
.\rt. 1.. .. 'e1tui tit:: :cr s izient
ult.r rei'. pra:.-: e cinco an, e criançr, e10 e tr m ;.
:rt. ultura temp,)rri:er... c ceLi.. pc1:. '-
'uinte' prL -.
- ciztc 1rI.; , £ cu1ta p rr' ç.o por ia].
ein Lfr.tO ns epu1tae.t;
r. caiu iireito a. epu1taiwt: e cnjte e e
p.re;te c OU .fin at o se
ee Çt •...ti:i iit1: uirxqui1. .: eoCCtO
axgrafo Cixico - Para rei, e pr 'epultura temportri, é c içi intipenvei a ba cnervaç das por px'
te o inte ..
Lt. 1C e conc..er tir.
xi.
o ic' - o ifltcre
tui..ie, t..e's.cr £oex triia. açiu :'i restvz mortal': para sepultura j*
t• 16 -. Co CC J :e perpetui c xr.i .citd excl
p.tra ceueir . inp1es u eiai2t S co tipa e:tina. o o at1tc'r, exii'. o.
'eçuinte' c1i.Uiç3e!:
- po:.ibi1i,a-..e •.; u .-:. ca.rieiro para "epu1tanent
-e ctjug, px'ento e anjuioe u afin at
eX1o' rrau
Lis , 1.
lI - brigtoriedade cc cow.truir, no prazo tximo de
um cfl3p baldrame5 conven.ientemente reve5tido 0 e
c bertura da repuitura 1.t fim cc er co1ocda 1pI'-
e ou construldo poro e fim ctcbe1eCezi.j o pro oe tr
111 - COCid,hLC Jd CoflCe:o:, 1h) de no cuxprirtertt• ua prescriçe deste artigo.
Art • 164 * . prazo
o maxímo a vigur.r entre ci. i cpultament . no
memo r.epultur4 ou no rne:m. ci-neir de cinco onu, pura ad1to e de tr t
n, para criança.
rt. 16, - loro cto truçe' , inerrio n cemit&io, .evero.
er atenoicio os cuinte requisito:
1 - rueriaento ci.; interesc' i PreEeitur, tcornp&-
nhad3 ci, repectivo projeto;
11 - apr-.)V,içãO ::. projeto pela Prefeitura, considerados
.. opectos e'ttico', cie egurnçc e 'oe higiene;
111 - e>cpedíçãQ de licença do Prefeitur para a
gudo u: projeto 4provado.
o
- . embe1eamento ds epu1tura teporria' crc
Leito atrav de c&nteiro a uivei do «rruaffient,
1iitado ao permetro cc Cod •epultura.
- 'Dbrigat,~~-xij o lo'orilhamento do o10 em
das scpu1tur e u carneiros, o iudl deverZt atin
ir & totalidade do 1arura da ruas de sepraç.o,
eçufldo pLano de orruomento aprovoci peli i'rcfeitu
r o.
- iLher exigir-se çue o Construçes funeru-ias'
Sejam executadas apeio. por col .trutores c&(ic,.~,tr,i-
,á.I-~, - niã }'refeituro.
:rt.166 - .' recinto co cemitzio n.; ..e prep.rori pecr e
tro materiais a tinacos ccistruço cc carnefro e mau
Art. 167 - ret de mteriai pr,.,veníente£ de obras, consere limpeza de tGnios dever cr removid; por fora do recirto, imediata
m:nte ap o c nc1oT o trabalhos.
orrafo Cnico - .ecumprimtr2t) oe~ te ortiço
tu cto paçanr1to ia de'peas do erviço de remoç.o dos rnateriai
4.pe sero executadoe Jela rfeituro, sem prejoii 1e çZe cab1vei*
rt. 16 - Um cemitrio p&xera ner btituL por outro
tiver chegado a -oturaç tal, que seja diflcil a oecomp iço oos cadtvere.
- :o caso a e se refere o presente artigo1 •.
tio cemitériQ permanecera fechado duraxe cmc or., Iinuo o çuai destinar-se-4
para contruç.o .0 um parque pb1ic.
- Para traslado de restu mortais de ceaitrio afl
ti<_jo para nowi # os interessados tero direito a
igual a? que usufruia naquele.
TTUL? III
L)o $I4-TAR ?ÍYaLLU
d.TUL. 1
:iI:F:.1ÇIs PL iiI:;o
Art. 169 - prefeitura, tendo em visto zelar pelo bem-estar pblico coibir, mediante ap1icaço dos dispositivos deste Cdigo, o abuso oo exercicio dos direitos individuais quanto ao u o do pr ar iedade partilar e o
usufruto de serviça uip ntos b1ic..
orgrafo único - rara teider s exi9ncias uo presen
te urtigo, a £ic1izaço da Prefeitura desenv'1ver-se- n. sentid de preservar a aoralidaoe pb1ica, assejurazio o sossego publicu, a ordem nos diverti-'
mentos e festejos populares, a utílizaço adequada oas vias pblicas, a cefeso
esttica e paisagltic.t da cidade, assim como a esttica d edificios, tud: '
ri- ir.tcreçs scia1 •o c?wiJade.
rt. 17u - entre outras irnk, a .1i. OLC j4b1ic ;er prc_
servada especialmente no estabelecimentos comerciais, nas bancas de revistas,
j»rnais e Junto veidere arabulante, t xpi ven e a ditribuiçi
:.e gravuras, livro' revita e
.Ài1TULQ ix
;j M1uLl)ADZ, ?BLXCA
Art. 171 - i'refcitur pieri, n'ue tall9e ettica e costujunto a estabe1ecimento comerciais, bancas de j..)rnai' e revitas, vented
res ambulantes, exp. içL, veri.a e di'tribuiç.o de gravurasy 1ivrs,
e j.'rn1ds, aprecrkier irnpresss porncgr,ficos e bscen.r exptos venda.
19 - a primeira ixtfraço, alm da im1ta cabi'el,
e tabeleciil*entd cmercia1 ou a banca de j.rnai'
e revista ser £eckiaoa c1ur4nte 1 (quinze)ia
e)vendedr ambulante ter ua lícenç;.& :preenilda Liurante o period.i.
:2 - caso de reincidncia, haver a cassaç efi
nitiva tia licença ue £uncinamento do estabelecimento comercial ou ua banca de jornais e te-'
'istas, bem como da 1icç para ..i vended.:r mbulante exercer suas atividades comerciais.
- As sançes so cab!veis at mesmo quando qual-'
uer pub1içoç imoral .0 porn.)çrJica for ex-'
ota, vendida ou ltribu1do em envelopes ou
iriv'1ucros £echad
Art. 17.. - murali ac publica -era pxeezvada, tambem exigind
-e .e propriet&rio de estabe1eciment em çu e enUem bebidas alco1icas
a orcem e .. repeit pb1icu.
itt. 17. - Qi'L'i liberado o uso de roupa; eecificas de banh.
ena u..s recintos de clubes, casas de bao e nas praias.
;APITUL. Iii
M CE:)DIADE PtIZLICa
..rt. 174 - ...s banhos em rios, riach:, crreo. . u 1aoas, ijar
o territrio .0 niclpio, -era permitias apenas em locais designados '
pela Prefeiturd.
> Art. 17 - pr ;ibido £umar no intericr ue velculo de trar.5px-te
c 3letiv que pere nas áreas urbanas e de expanso urbana deete Municipio, sejeito funiante a aertncia da parte da £isca1iaço a reíeittx U d eu t
4 i'etir. o
ïrrafo unico - A empre'. c transporte coletivo
fixar o aviso da pribiço oe fur no interior LO velculo, repartand—e ao
pre5 ente artigo.
..;Ar1:rUL» IV
SSGu PCJiiLIUU
Art.176 - .'. irefeitura inspecindrt e 1icenciar ou n.-,a insto1aço, e funcionamento de aparelhos sonoros, egerxh.: çue prou.un ruidos, ir.s
trument: ue alerta, aUverti;cia e propeanca que, pela inten.idade e v.hne '
e .om e ruldõ, posam constituir perturbaço ao sossego pb1ico,
rt. 177 - .. nieis de inten jç rn ou ruioo ero c..'ntro
em uecii p.r opre1h e mediçw e
1 - . iiel mximo . .r o'. cicul ) &
Cdb (oitenta e cinco uecibis), medidos ria
curva "' re'pectito aparelho, & cistancia •
e 7,00 m (sete metro) iu velculo ao ar 1ire,
e situaço normal.
- •..' rilvel MAXio oe som ou rui : permitid a
uinas, compressorer e gerauores ertacionrio,
nO . se e ur ori o'.' pargr&fO antezi. Oí
e 5 ob (cinquenta e cinco d cibis) da,- 7(se
te) às 19 (dezen .e) horas, meuidos na curva "a"
ie 45 db (quare,:ta e cinco oed bis) oar 19 (
ezenove) r 7 (sete) hras, medidos na curva "
" .0 respectivo aparelho, ambos a (1iStXiCia
:,00 (cinco) metros oe qualquer ponto oas lvisas oo imvel onde aquelas inta1açier. estejam'
1..iculizauas •. u do ponto e maior intensidade Oe
.p1icam-se -,5, niveis previstos par
3raf anterior e alto-falantes, riiio, uestras, intrument' ± 1adu, apare1h e utensl
1i::..e qualquer nature, uai em estabe1ec ,
rnents comerciais ju de divers?es piablicas, com pirques de dive 'es, barei, retaurantes
cuitinas e clubes r.'turn .
42 - pres'jç,i d pu- ijrf interi3r,aJ extezisias as clubes esp..rtivos, scieclates recreativas e cngneres.
Jrt. 173 - as 1oja vendeduras intrumentos s.nuro uu ec-:ti
ILha6 a repor s ue ii'trumentos musicais, uevera. exic- tir cabine isoladas par passar discos, experimentar rtdio, itruLis, re1h de teLi.iso ou ins
trento jue pruin rui •.
1 e rdio, vitr1a e
aparelho ou irrrtrumentos irs em fancion-'
:ento, obriga a verificaç da intensiade ue
m, que nio u1trapa:'ar 4, Ub (quarez.ta e cm
co cibic, meuid)s na curva "A", aparelh
me Id r de intensklade s:nora, à distancia de '
.,oO (cinco metrs), tomada do lOJrÈ.aiurO para'
i.ua1çuer porta •.o estabe1ecjnto em causa.
- As cabines a que se refere o presente artigo e
vero 5er providas de aparelhos revadores e
r, bedecidas as prescriçes C igo c.e
£icaçes e lnstalaçe.
Art. 179 - urbana e .e urbana a inrtalaçi. e
funcionament de alt fa1ante., fix.. ;u i'.eis, cinen-e aos itines da Lei
1eitrc1.
m oportuni:ades excepciunais e a critrio )
xre.teito, excluloos casos de propagaxica comer
cial :e qualquer natureza, puuer ser concedica
F 1 s.:
licença especial para o uso e altofalante, em
carter provia trio
22 - per iti0 us c'e alto-falantes e e pre_
lhos son'os no interior de Estdio tmicipal
apenas durante o transcorrer ce coeipetiÇes esp ;rtivas, e colocados na altura mxima '..e 4,00'
(quatro *tro) acima o nivel oo solo.
Art. lOo - o US.) ce aparelhos sonor..s ou musicais no interi'r e
velcu1o: ue trartsporte coletivo, salvo mediante auitivo .e uo pessoal para a
parelhos de r'adio, sert proibi;.o e reprimi o pela £iscali7.aço da Prefeitura.
Art. 121 * e perrnitix •: £ncionarto Je:
1 - otore ;e explooa.i, e:proi'io ..e
II - armas ue Logo n 'eas rbiia; e e expans urb
!rt. 12? - Em eiilcio ue apartamento res:idencial, no se permi1 - us, aluguel ou cesio e apartament.' ou àrea
te para escolas e canto, dança ou nis.ca, bem copara sei relt o.a5, jojCi3 e reCrei -u çui
quer ativisade que determine aIlux ue peas;
II - pritica ee jcos infantís nos "hal1;", eeaJarias,
c ..'rredores tu clevao )re;
111 - us e alto-falantes, piano, rdio, vitrola, mqu
e quaisquer instrumert ou aparelho sonro
ue incomodem aos demais conietín >ss
IV - çualçuer barulho, tois das 22 (\inte ivas)
e .:tcs as 8 (oito) horas;
V - ciui'ua JU .epCsit3 -e explooivus e inf1amvei em
4quer parte do cJifcio, bem como s:lta e çueimaia de Logos de artificios;
Vi - aparelho ue :rooua substância txica, fumaça 'u
F]. s. - 7
VIl - .entro euficio, o transporte de mveis, apu'elhos, caixas, caixote'-e outras peças u bjeto'
.e griiue volume, fira do hr*rio, uas nx'rsas e '
is c. içes estabelecidas riac venç.o LC CO
mlnio o edil'lcio.
VIII - pessoas estacionaas em "halis", escadarias, corre
ores ou elevadore;
- objetos abanzae' em "htllr", esc.¼arias ou c:r.-
redore
- alugar, sublocar, ceder ou emprestar apartanento
ou parte .ele a pessoas ce coi1uta duvi':sa e rnts
costumes, que po::sam comprometer Lecoro £amiliar.
iarrf Cinico - ;.i creçe de conddnio de CdiíIcios de apartamexït s, deer.o c: tar as pre iç'e' di rimias no çr esen
te artigo.
'rt. 1 - J sentir-se4:
1 - . us e .e ircjas, coneto e cape1üs,es
e que sirvam, exclus ivamente, para indicar hirac'
para anunciar a realizaço e atos ou cults re
ligiosos, evitados para estes )s toques antes uas
(cinco) e depois das 22 (vinte e duas) horas;
À II - emprejo de fanfarras ou bandas de nisicas em pr
cissoes, cortejos e esi:iles pblicus nas oatas re
li'iosas e civicas;
111 - o uso 'e sirenes e aparelhos de sinalizaço e ambulancias, de carros de bombeiros e de policia;
IV - O uCO de apitos nas rondas e guardas policiais noturnos;
V - . funcnment e n çuin4s •u aparelho• utiliza-'
os em construçes ou obras em geral, evi asnente'
lice.tciatos pela Prefeitura, desde que entre 7 (se
te) e 1 ( e;enve) hr, e no ultrapassem o nI
'cl rntximo .e 9C db (nventa cecibis), medidos: $
curva '1C", a distancia d ,oL. (cinco metros )
e qualquer ponto da divia ..:o iinel .iie açuelo
italaes estejam localizadas;
- pits, buzinas JU outros meios de avertncia -e velculu em movimento, e'ie que entre
6 (ei±) e 2C (vinte) h;
VII .1 s:C irenes -u uttr prelh
) £uxionam, exclusivanente, para assinalar
ras, entrada 'u saida de locais de trabalho, nZu
se prolon9and por mais se sesseta seno.
VIII - entrego :.e explosivos no arrebentmento LC p0-'
reiris, rcha' ou suis emo1içe, uesue que o
etonaçe sejam entre 7 (zcte) e 18 (ezoito)
e de£er:Wan previarnente pela F'refeitta;
1 - inifestaçes de alegria e apreço em iivertimen-'
t. piblics, reunies ou pr&i prtivas, com
h:•rrio prc\ia1nente lic ciioos e entre 7 (setc
(vinte e duas. h ;rs, ovitacias as proximi4.
es Ue reçartiçes pbiicas, esc:)laS, teatrs, ci
somas e templos rcli;iL';, uas .hors £cion.z
oent o.
Prjra.f único - a Listcia rninima Oe 11009 00 (quiLhents) metros de hpitais,-casas de <aCde e sanatorio, as concesss refe
rida neste artigo fl:era t)leradas,,
rt. Uz, - . proibido:
1 - çueinar fjos c artificio, bombas, rtefr,bus
ct-ps e demais £ojos rui:;osos nos logradourof p
bilcos, nos pr&io: is apartamentos e de u:o cole
tivo e nas janelas ou portas de residências que. '
para 1oradc*xro piiblíco;
II - 1tar qualquer fogo de etour.., mesmo na
1
ca junina, i. iirticia de co,00 (quinhentos) metros de hospitais, casas de sa.ie, sanatrios,tem
plDs re1iiosos, escolas e repartiçes pCzbllcas ,
estas duas Gitimas nas horas de funcionamento;
III - soltar baies em qualquer parte do territrio de
te l4rnicipio;
1V - Lazer Lo ucira, n'e logradouros pblic, semKSviii utc*izaç a Prefeitura.
imveis particulares, entre 7 (sete) e
(vinte) horas, ser& permitida a queima de Logos
em eral, desde que os estampidos no ultrassem
o nivel mximo de 90 db (noventa decibeis), medios na curva "C" do aparelho medidor de intensida
de de s, dtstncia de 7,00 (sete) metros da o
rigem do estampido do ar li\re, observadas ao Jenais prescriçZes legais.
- Prefeitura s> cinceJer& licença de funcionaicnto a indistrias para Labricaç de .fbgos em 92
ral, cu estainpidos at o nive]. intximo de intensi
Lade fixado no parjraf'o anterior.
; Prefejtr:. o cceder4 autorizaço ou iic
ça para a venda ou cci&rcio dos produtos especifi
caOos no item 1 do presente artigo se for obedeci
do o limite Lixado no par&çjrafo 121 para a intenidade dos estampidos.
Art. 1 - Nos hti e pensoes & vedao:
1 - pendurar roupas nas Janelas;
II - colocar, nas ii quaisquer outris o
bjetos;
III - .eixar, no aposentos saltes, pssaroz, ces e
uUtrQS anim is.
12 - O uso de pijamas e rupes sc> & permitido den-
F
tro dos aposentos ou em transito para o banheiro.
2 - so çertitidas correrias, aljazarra3, rita
rias, assovios e barulhos que possam perturbar a
tranquilidade e o sossego c, deven o o si1&2
ci..' ser cnpleto aps as 22 (vinte e itzaz horas.
Prt. 186 - &i defesa do bem-estar e tra lidadepblka, ci
o
too e qualçuer edifici. de utilizaço coletiva, ou parte dele, obrigataio
colccar, em lugar bem visivel, um aviso sobre a sua capacidade xn&xirna de 1ot
- capaci.ia..e iitxinb't ..e i..taçk scrt fixa;ia ccm
base nos seguintes critrios:
xea do edifl.cio ou estabetecimcnt;.;
acessos ao eiflcio ou estabe1eciinczt.;
c strutura da edificao.
- A capacidade mxima de lotaço a que se refere
presente arti'o, devera con'tar ubratoriamen
te, do termos da carta de ocupaço concedida pe
lo orgao competente da Prefeitura, b&ecerdo as
prescriçes do C&iigo de Edificaçes e Instala-'
çes deste ttniclpio.
6-0
.11 L - incluem-se nas exigricias oo presite artig '
os edi.f leias ou parte deles, destinad )S a USO CO
ntercial e .ie livre acesso ao piblico.
Art. 187 - Eia qualquer parte do territrio deste ».uiicipio
proibido fazer arma ilhas com armas de £cgo, sem co1ocaçío oe sinal visivel '
?o.ra aovert&icia trseuntes.
X) IvEritr•... ,.. TdJc. ?1}3LICOS
.rt. 1d - \ reali 2i'. ..e dirtimcnti c festjs p..;polares '
e 1rad:x?c p&b1icos, recinto £ Jado e ao ar livre, deper.dera de licenças
pz4via ua Prefeitura.
F 1 • C 1
PraraIo iUIiCO - Lxcetuaa-se uesta exincia as reurdes de qualquer natureza com entradas gratuitas, rea1iadas pr clubes ou
eitidades profissionais e beneficentes, em suas respectivas sedes, bem co •
as re1i:aas em resi.cias.
Art. 1) - m estdios, intsios, crpos esportivos e re
dntos em que se realizem ci*petiçes esportivas, rião se permitii1 a venda de
refrieramtes cn recipie.tes .:e vidro.
Art. l. - festejas e divertimentos populares ae qualqtr
natureza :5rao uaco co?os e pratco e papel, nas bu'racas ue cin.ias ttpi_
cas e nos blces •e refrigerantc.
ç,Xo x
io Clube$ Esporti':
e eus Atictas
irt. 191 - F ieJtt'4., tros do Conse10 Ztuiicipal de tsp:r
te.s, exercez4 riyor fiscalização no seitido de ser rnastido :.? espirito em
nivel clevad.3 pe1. clubes oiad.res e seus atletas, n.s cretiçes csprtiArt. 19 - Tdi clube esprti tdor no Territrio do ?uiiclalio
cbriaio a requerer suo inscriç e o e seus atletas, no Cr.elho Liuicipi e Lsportes.
ato de sua inscriçk o clube fari prova
cum tal de sua personalida4e juridica, com est
tutos devidante rejistraiJos, atendidas as de-*
mais exincias estabelecidas pela er.tidaoe fede
ral competente.
- inscriço a titulo predrio pelo ir azo inprorro2ve1 de doze meses.., desde ie requerida por
.iretores, ScXá mediante ter
e c4nprolflisSo, a entidade que esteja em fase
estruturaÇ.
Veicidos os done meses e n.o teO sido cuapr±
as as cxi nciasJo par.graf o anterior, o clube
terá sua inscriçZo suimtr iwitente cancelaua.
Art. l9 - Os clubes espxtivos amadores so obrigados a oimprir
o calex..x'io es?crtivu uival orgazUado pelo Conselho )anicipal de Esportes ro
regimento e as detertir deste e as intruçes de or isn superior
recponente.
, 1 - ?iara realizar ttzalçuer partida esprtiva, ..stosa ou no, ro municlpio ou fora dele, os clubes
1everO solicitar licença ao Conselho 14.uiicipal '
ue Esportes, corA arteced&Lcia mlnima e quirze '
iaz.
- Para toraço ue aelecionados, ut clubes so -
briados a ceder seus atletas ao Conselho 1&tnicipai de Esportes.
- Em nen}ivaa competiçio esprtiva amadra
:t ci;r atleta prfissional.
Art. li,4 - uwu estiver o prin.lo per.a1i.aUe íMP,z ta pelo C.nelho Municípal de Esprtes ou pelo seu clubes o atleta amadr rZio participaz4
-e coltpetiç3 a ua1tuer titul:, sob pena e ser a penali. ao .•iicada.
, ia - o atleta am4d..:1 obrigaco a manter elevado esr:irito esportí:; nas competiç3es em geral e a
decer nas mesmas, as •determinaçes do C.nselho ]91
zicipal Lspotc:.
- atleta a'.. r xio podez4 receber gratificaçío
c-m din}efro, sb qualquer pretexta.
2 - nquantono for anistiado, o atleta amoir eU
minado de UM clube no poder& s' inscrit em neJ2u1na outra entidade prtia.
- :itt' :ri •:i—se-a dep::is dc
Le serem cuncecidos éunpla de1esa e Le.fensor Liati
- Neiiium atleta ser c ienad :aa prccss•.) regular.
CAPTULd VI
À £FSÀ ES*A E PAI.GSTICL
£M Cl~
ÇcI 1
;)ispciçe s Preliminares
i' Prefeitura no interesse da c;)rnuniidue aseurar
)tzndntemente, ra paisagistica e esttica Ja ci&adc.
A.rt. 1?6 — uccrren inc&iizs ti JLesab=cztos uL prtic'O, a
4 PrcIeitux'a realizar& imediata vistoria e Ueteriirar proid' ias capaes -c
garaitir a sewaa im~veis vizinhos e ie seus mcr&ores.
Pai4raEo nico.. Pira preservaç da paisagem e2 t'et.L
ca IDeal, o proprietri3 do imvel sinistrad.' seri obrigado, aps liberaç '
a autoridade policial, a proceer aenliç e % remoço total de entulho e
a prvidexiciar a recc truç. u 1cvantnt e nvo eaifici.
rt. U7 — .s reiri locali:.adDs no lraa'rQs pi.blicis ou
et qualquer pantu d.. exterior de e £icaçl erk tiJ-'
em £uncionanta e preciso hoz4ria.
Pargrao inic: — de - -ralisaçO i iau
ci aemt o rcli:j, instalados nas c:nL.içs indicados no preserte artij.',
ez4 providenciad. cu conserto no prazo rnxi c lC (de) ;ia;, ctado'
a ?artfr da data de n;tificaça: ia Pre.feitur.
u't. 1. — Y; trono:; cn.truid.'S, SItUALOS na 4rca urbaa e de exp-anso .wbaia aeste I4inicipi', íicaiii
o
pr)ibidas quatser eificaçes
prvisrias, inclusive latadas.
EO II
;. P -eserv. íi.' .. L •t
p..z' uícaçc Pblieas e Particlare
drt. — Prereitura, tcn... ea \i';ta prer tratnt
paisaistico e esttico das à4 reas livres dos lotes ooapad3s pz'r edificaçes e
pCzblicas e particl.o'c, etabeleceri •;n para definir as &reas livres deSi
1
Fis .C.
as ao uso cc*m.m, as quais serao ajiriindda, ciserv-adas liJes de at
de despejo*
rrra.f.> nic: A mazvtcrio e a conervaç' ia
Ceitorias, sexviç. ;u istalaçes de uo coletivo, de' conjunt
is e de ediflcios nitifaniiliares, sero de rep'sabiliade .ripriet
do ia,vd e dos CQC)lniflO.
Pxt. CL: - briçatria a c .:craç e Zirvorc eXi'3teflteS t
.s áreas livres dos ltes oapados per editicaçes p(b1icas e particulares.
I'argra1 fanico - As arvOres de jarins u quitais '
ue ovazarem sobre l:jrLuro pCblics ser aardos, de forma cpe e preervc a paisaei loc1.
EÇ7O iii
i'ri.aç e .Iar i. PCL1icos
Prt. 2C1 - de exclusiva respoabili; aue da Pref itu.ra podar,
rtar, derrubar, rernovr ou saci.Ficar xvores da arborizaç.. p.b1icas
— A Pre.feitura p,~-erá lazer a reç 2' Q O 3C
Licio de arvores a tuido dc particuLre, zLuite int.ieniiaço arbitrada pelo Prefeito.
- Para que io seja desfigurada a arborizaçode
lgr&Louro, caa renoçao dC arvore importara
no plantio Ua mesma ou !e zo'a arvore
en ponto cujo a.Eastento seja o nn'
dd ontia po.siçao.
Art. d - io será pCrmitidZ a utiliiaço oe Zrvores .ia arbor
çZí. pblica para c:locar cu'tazes e anmcios, fixar cabos e Li ra supr
e ou atioio de objetos e inrtalaçes de qualçuer naturca.
:ttica dos Logrn a-x' L)uraflte
.crviços dc Construço 'e LdifIci.
Art. 2d - dm rhu caso e sb ualçucr pretextos 1 ?re.feitura
perxnitb que nas cnstruçoes _e cilífIci,>st tapume; e a.daimes prejudiquem
et(tica dos logradauros, a ilirni pCblica, a isibi1idade de placas de nomenclatura dc ruas e de dlzticos u aparelhos de sínaliz.ação de quaisquer servi
çs pb1ico.:
rt. 4 — A1m do alinhamento do tapune, se permitira a 00.4-
paço ue qualquer parte do passeio co3t riteriais de con.í;truço.
rrüiicç) — d:•; ;uteriais de caistruço descarrego
os Lora da arca limitaua pelo tapte ser3, :brigatoriamente, removidos para
intez. ar d obra dentro de duas horas, no mxL'no, contadas' da decara dos e'-
.rt. - 1Uii .trio1 •.e ev truçio . entulho, prov i tc
'e demoliço 'e abertura de valas, padez4 permanecer na via pCtblica.
Pax4graf'o f3nico O material de contruço poder :r
iipe.Jido .e ser .. atprento as tas ro1onentares pelo csp
d ubr.
.rt. 20C — Gjm a..tiraa c tapune e andaimes, deve ser Leite..
c:e lt:er.l linnr za do loçJrad(*wo fronteiro ubra, ou ftado pi e:La,
rtvid•-se o entulho para local conveniente, Essa limpeza scr executada do'.
tro d: vinte . uatro () horas contar da ..ata e rct irada dos tapumes e a:
ws
o —uC2atru d . iesr.i prazo daverO taiiLt
;er 1'eit s e ..• repre ds etrO via piblic4.
.rt. dd7 — L caz a.nnpriment L; .diposiçoes anteri.r,
W a ?r(eitura mandar& fazer os seriçv, cobrando do cantrutQr a iinport2ncia ,
c..rrcsponeite, a'escida e cinçenta p r ceritu (C. ).
d2't. dLL — iao ser sempre assináL.auant•. .. .ite, cot
luz verlha, os tapumes e andaimes contra os quais se possam chocar os
eures, bem ccno os ponts mais elevados de uma onrtruço acima de seis (G)'
- uentos.
Parraf oI.UÜCO — A mesma pruvincio seri p.cta er
rtica ar a nalaz' quaisquer erviçn na VIa nUL
)Í GcupeçZc :e
lesas e Cadeir
Art. 2C9 - í ocupo de pAssciO5 com raesas e cadeiras, pr parte
e eztblcciitrt comerci&i, er jeriti quno:
1 - apreentren ba !oi etetica
II - oczrez apenas 4 r.rtc eu pascio currespoa ente
i testada do estabelecimento pa.ra o qual foram licnciüt; as;
III - deixarem livre, para o pblico, faixa de passci.' '
nic 1ii•;r a r,co (i metros) de iarura;
IV - are as esa, u. tiija, 1,:L m (r tr e
ci1kçaeta cemt6ctrs) entre ;i.
Varagrw. n.ico - O piau c licença -evera sex' acornpanhio de u planta indicafldo a testada, a largura do passeio, o 1ULert) e ;
disposiç.o das mesas e cnnir, e ue se itirjü 1au_outt* da parte inter
na o etabeledmt.
.rt. 21L - m cjnalq'ue'r hLp'tese, serau juardaeOs acessos da
economias contluas ao estabe1eciy rito comercial eve utili ar o passeio c me
as e cadeiras.
VI
La Localiaço ue Coretos e
Pai rues em Lcrauro licc
\rt. 11 - Para c 1.CiY p)lit±cuL, fLtivi;ae5 CL icas, reli4
tz ou 4.c cartter popuLr, poderao ser armado. coretos ou palanques
rios nos que a ?re!eitura e autc'ri?.e a requerimento uC interessados,
.nico - wtori.aço para irntaiar deperera 'a interessadu:
a) obeaecezam à.5 ezpecif'icaçZ.es t&cnicar; etabcleci.a
pela Pre£eitt.,ra para a sUa iir talaç.o;
F1.G
n.0 crt 'crrk trnit:: b1ic-;
priverem e instalaço e1ttrica, quanuo ç.Le utili
ço notu.ra, observauaz as prescriçes (.b Cxiiju
tie EdiL icaçes e Intü1açe5;
nac prejudicarem o ca1çwnerit.' ern u c::at% aas
guas pluviais;
e) proce..ere rernoç t.o coreto uu palanque ro rlra_
zo de 24 (vinte e qyiatro) horas, a contar do encer
rment•) cio ato piW1ic i:
VII
i: 1irtala,o Evet1
em Loradouros ?Cblic :;
rt. - o 1icc-ctrnut ) para 1 ÇJ .e rraca parti
fins cc~ciaíz non leitos do logradros públicos, sexá dado
apenas as barracas ntives, ar:i.üs :e uLr lrre, n.s ias e locais determi
.-a,lor p'cla ?re.feitura.
- iz borraca e que tratei o ) LfltL ortig .0
''erao obedeccr is especificaçoes t&micas estab
lecidas pela Prt.teitura, no pdeiido ter rea ii
si.
r(wior a 61,Oc m - (seis metros quairad).
- Para a insta1aço de barracas exiix'-se-:
) ricarem Lora da faixa de roluento do loçJra.
douro pCblico e dos p;.to de estaciozu*ento'
de
no prejwicare;a o trrsito le velculos;
no prejulicaren o triitu le p&estrcs, •
(judO lucalizados flc pseios
e'o ! .clio: i ejidas;
.ex,<m armas a uziia uistanci4i mlnima de 200,Çx.:
(duzentos metros) de telo, hospitais, ca-'
s*s de sadc, escolas e cets.
- 3ritLr jo~~ os oe azar, ob 1çucr
_____ ØteXtO cm barulho capaz de pertubar o 1
Fis. c
sossego ca vizinhaiça;
. - 10 caso do proprietu'i_ iii barraca modificar
riro Ue comrcio para o qual obteve licencia-'
mento e 1oca1izaço pz4via da Prefeitura, esta
sera deri,ntaca independentezxcrt e de intimaçao
no cabendo ao proprietrio direito a qualquer
ineni7aÇZo por parte da ItlrLicipalidade, r~ a
esta qualquer responsabilidade por danos decr
rei tes xo LsxJte.
Art. 21 - INas Lestas de carater popular u religi.s pero
ser instaladas barracas provisria :ro diverti!:t.s.
1 - As barracas que se refere este artigo Lunci
nario exclusivamezte nos hoi4rios e pez4ouo Li
xados para a realizaço de Lesta para a qual
f oram 1 icenciadas.
' 2 - Quanto as prendas, as barracas devezio ser pra
vidas de mercadorias para pagamento dOS pr&zdos;
39 - ivando destjrUas % venda de aliiutos e refri
jerantes, as barracas devero ter licença expe
dida pela autoridade sariittria competente, além licença da Prefeitura.
Art. 214 - ts barracas instala(ias para venda Laços e artir1
ci e arti:; conneres, Levero;
ter stamet. tinis' e ,co (trs metros) de •
qualquer faixa ae rolamento do logradouro pCblico'
e no ser localiadis em ruas de rXie tra11Sit)
de pedestres;
ter a.tastamento minimo de ,oC (cinco metros) para
quaisquer ediL icaçes, pontos de estaci rnento .e
veiculos ou para outra barraca.
12- As barracas para venda de Logos dC artífici '
asrante os Lestc.ja ji-i:s s pL.erao Lunci-
Fi
nar no perlodo de 10 a 0 de junho.
- Nas barracas de que trata o presente artig z
poder ser vendid.:s Logos de artif leio e arti
os relativos aos festejos jurd.nos
pelo i st&rio do Cxrcit.D e pela e'etaria1
de Seg'.uança Pzblica Territri; Feceral de
Roraima,
as festas da Natal e Ano Nvo e rs Lestejçs carneA \'a czcos, sei4 pernitia a intalaço de barracas para veru;a de artijos prprios aos referidos perlodos, bem como de alimentos e refrigerantes desde que
niantenham, entre si e para qa1uor c.ificçL, d'astmer,t mltlirn•de .00'
(trs met
- prazo mtxinto t-e Luxcionamento das barracds •
referidas rio presente artigo, sei4 de 1., (çui
ze) dias, ctad da data da concesse da licença pela Prefeitura.
Para as barracas de venda de refrigerantes, o
prazo Max imo sert de (cinco) uias nos Lestejos carnavalesco e de ID (dez) dias rio de Natal e Ano Nov.
1
viii
Da xploraço dos Ii Je Publici:a.e
e Propaganda nos Lojradour s PCblicos
fLrt. 21 - A exp1raç.i u a uti1L.aço dos neios de publicidade
e propaganda nos logradcros pzb1icos ou em qual,mer lugar de acesso aopbU
co, depenoe de licença prvia da Prefeitura, aps liberaço do texto pr auto
rue federal competente.
l - lncluen-se nas exig&icias dO presente artio$
a) quaisquer meios de publicidade e ropaçanda
referentes a estabeleciue it ci comerciais, intriair ou prestadores deServiçiSt cscrit-
rias e consultrios, casas e locais de divertimentos p'ciblíco u ualqr cutr. tip : ee estabelecimento;
os aincios, letreír, prjr.ru_,
tàbuletas, emblemas, placas e avisos, quaisquer
'ie sejam a sui uaturea e E ir1i ade;
quaisquer meios íe publjcicade e
afixados, suspensos ou pintJos em paredes, sulros, tapwnes ou velo1os
os axxCincios e letreiros colocados em
• nos ou prpz'ios de dominio privado e que forem'
visiveis dos logradc*ri Dbljcos;
e) istribuiço de anCmci's, cartazes e quai5.
quer outras mci as de publicidade e propaganda
escrita;
- Us anj.ncios destin •s a serez: •itribuL . ...
1 •ajrad ouros pbl icos tero d inenses rtanca inE
ricres a 0910 (e centimetros) prx 0,15 (quinze centinetros), nem superiores a 0930 (trinta
centimetros) por 0,4 (quarenta e cinco centli
troa).
- Entende-se pSr letreiros a inscriç2o por meio
ue placa em tabuleta, referente à in'Etria, c
trcia ou prestaç ae serviçc exercidos no edificia em que seja colocado, desde 'rae se reki
ra apenas a denominaçLo do estabelecimento comercial, imdustrial ou prestaor de serviç e
natureza (te sua atividade.
4 - ntende-se por an!incio qualquer inscriço jrfi
ca ou aleg'Drica pr meio de placa, tabulcta,pai
nel, ctaz e inscriço ou afixada no prpria £
if1cio onde se exerce o c.nrcia, a instria'
ou a prestaço t.e serviços a que se referir ,urna
P1
ez u1trapassaas as~ caracteris ticas do establecido no pargraf o ateri..
- ntez1e-se ccn lurnini •. a:i'vciu .0
com caracteres ou figuras formadas por linpaas
e1trica.s, tubos ltmiinos•os de gases e outros •
eios de iluminaço, desde que no se corr ti tua
de lmpadas prote. das por aba jours e destina-'
das a refletir luz freita sabre tabuletas.
Art. 217 - epcn&ie LC licença da r'fritura a propaganda £a1L4
em lugares pCblicos, por rnei; ce amplificadores devo, auto-falante e propa_
c;ai.distas, respeitadas az prescriç3es deste Ctdio.
l - As exigncias prcsc;it art3) so extc.n'- ivas
i propaganda ivda feita por meio de propaçandi
- Fica sujeita ts mesmas presc2'içes e propaganda
por meio de prjeçes cintjriica.
Art. 21 diL de licnçaFTeeitura para c1cí
pintura ou distribuiço de anxicios, cartazes e quaisquer outros meios de pu.-
blicidade e propaganda, devera mencionar:
1 - local em que sero colcxados, pintados ou ditri-'
buldos e divu1ados;
II -
III - tcxto incrit- .
i'argraf o xn o - A1&m ac cxincias presen orti
go, .evero ser respeitadas as prescriçes a Lei :e Urbanismo e Loneamento d
niclpio.
Art. 219 - Para letreiros ou axincios de cariter provi srio, co
tituidos por £lmu1as, bwmiLeirolasqfaixas, cartazes, emblemas e lwninrias
serem colocaoos, ainda que por um s uia, i frente de edificLs ou terrenos ,
exiir-se4 requerimento Prefeitura por parte do interessado, mencionando 1,
cal, .iature.a do material a empregar, respectivos textos, dispusiçao e enumera
Çdu elementi,Í em rclço 21 íac}iada;
l - ft licerua, concedida em a1cjr dia cie um cter
:dinado nts, termJarkr ziu tltimo cia úo
- A licença de que trata este artigo, nk pxer,
o
em nt*ma hiptese, exceder o prO:) e c (
trinta) dias.
moVa licença será conceida, se :iecorrido o perLxo de (trs) meses.
.rt. 22C - Us rcsponsveis por letreiro u o'ncic referidos
XO artig) anterior, ficam rigados a rnant-los em per.feitas condiçks cc coscraçao e lirnpea, bem c.m.. mor o e pciois •e otwtentaço.
Art. 221 - o ' letrefros,az
Ci)5 ou propaganda de qualquer natureza será permitido apenas para os casos de
exibiço provis,ria, desde que xo colados em Lachadas, nu&ros, balaustradas
po9tes ou arvores.
trt. os anCiOS pr wLz> de crtaoes sero briatianten
te, COjCCCi.:XIdiOS n papel apropriado, de mxie que assegure eficincia na a.fi
e oon:iç'es impermeabili ade.
Art. 22 - ecibiçao :C cartacs com Linalicades civico-educati
ban como de propagaria de partidos politicos a caniidatoe regularmente '
iocritos rio ribunol Sleitoral j independe de licença da h'e$eitura.
Pargraf o uiico - Os cartazes de carter ci\iic'-ecucativo no pcxero conter reí'er&ciaz a aut;ridaeo p'iblicas, zm desenhos e logenas com propsitos Comerciais e
Art, 224 - 'uando destinado i ex 1uii,a orientaç J pCablico,
mitid.: letreiro Lou annci indicativo do uso, capacidade, 1otaç2L )U
cLucr circwtncia elucidativa do mprego ou finalidade da coisa.
Pargraf o nico - O letreiro ou arnncio de que trata o
:'resent:: .ntigo n.o poer3 conter qualquer legera, olot ice .t descho de
;ozblicit;irio •.0 e propaganda.
Art. 2.2 - Çualqucr publicidade ou pr:paarida cmercial de tip'
a1egrico ou ambulante, seja qual £r a sua forna .0 ccposiç.o s Ocr& permitida se for de interesse público pela Prefeitura.
Art. 226 - dm veIcl.,-.e carga só será permitioa o i'iÇaL.c
Jzeres re.f crentes à empresa ou ao propriet&rio do veiculo, ramo e sede do zo cio, bem como ao nome de produtos principais do comrcio ou indv trio a que'
;ertenç.
Lrt. 227 - tncios de letreiros serao itantidus em izrfeito esta
oo de c3nservaç.J, funcionamento e segaça.
- •.'oando lurninz.s, os an*ncios ou letreiros deva
ro ser mntid•os iluminad. :s desde o afloitecer a
te as 22 (vinte e tias) horas, no minimo.
- az.ncios luminosos intermitentes ou equipa-'
dos com luzes ofuscantes funcionaro somente at 22 (vinte e LUs) h.vas,
- Çuo. no ti'ereii e er £cito : ificzC '
dc uizeres ou de localizao, as c sertus ou $
reparaçes de az- ncios, letreiros e luínonos •
uependero apenas de cons.znicaço escrita Prefeitura.
/trt. 229 - Zo & permitida a £ixaço, inscriço ou distribuiço'
oc azncios, cartazes e quaisquer outros mci 's de publicidade e propagana nas;
se'j2intes condiçtes:
1 - quando, pela riaturea, provoquem aglomei'çaes ?rejudiciais ao tr&ito pblico;
II - winda forem feozi t mrl ou contiverem :Cer&cias desprimczroeas a individuos, estabclecientos, inztituiçte5 ou crenços.
.•.rt. .. - pr.ibi.. co1coç.o o e.iLiç e içici ,
quol rai à sua forme ou camposiço, nos seçaintes casus:
1 - em pano de boca cm teatros, cinemas e dera*is casas
e divex'ses;
II - em velculos de praça, S etn O a pazsaeros ou
ci qualquer perte extrna e carroceria de &ibur,
salvo a mirca da empresa ou do poprietu'i ;
III - b a forma de bieiras as sacadas ou sali&cias
e eiiIlcio.
CIP11JLÚ VI 1
i. iç d.IFICÇ
' Art, 2,..1 - Todas as auxficaçoe existentes e que vierem a sor
c nstruldaz no 42nictpio sero riatoriamente nuxradas de acordo com as di
I.)usiÇoes constantes dos diversos pargratos deste arti:, para fins cadastrais.
12 - À n~açao das edificaçes e terrenos e bem a
sim das unidades aut&iomas existentes em uma
ricsma edificaço, ou em um mesmo terreno C
~~Cra ' ser designada pela Prefeitura.
- obrigat&ia a aiocZto 1e placas e ruroçz'
2.o tipo oficial, em 1tzar visivei, no im*ra de
unhamento, na facada, ou em qualquer parte e
tre o miro de alinhamento e a fachada, para caracterizaço da existncia fisica da ediIicaço
no 1orad ouro, no podendo scs' olocada em ponto que diste mais dc dois metros e ciriluenta
centi.metros (2,5ca) aciia o nivel so1eir:i '
o alixhament: nezi à iztncia supericr a de
metros (ic) em re1aç.o ao alin monto. As piacz sez4o ue £ erro csmalt& o coa algari sinos '
brazx fundo a.ul escuro para as edificaçes
en logradouros piib1icos e fundo vermelho poro a
cjuelas de loradour ;s p orticuiar&.
- A Prefeitura, quando ju] ar 1onicute, ou for
requerido pelos respectivos prDprietri Os, p,xi
rã designar nusiex'aço para lotes de terrenos.
F1r.74
- partir da data cc inicio ua vigricia deste cS
cigo, ts euiIicaçes e a)L. terrenos lccalizac::s
em rovos ouros ou cte airt. a fl) tcih ci
O 'cficia1mete runrados, f:erzin•.i:tri.ii..c
os nneros que c rrespondem a dit&cia M
tros, entre o inicio do 1ojradro e o centro
a leStada respectiva, com aproximaço de um me
tro* Essa distxia serà medida para os im.iveis
ue cada lado, a partir da interseo do
mento respectivo com os mais prximos alin1mmc
tos do 1ojradro de origem. Para os imveis s
tuacoc, ireita de quem percorrer o loçjradouro
do inicio para o fim sero distriliidos os nusc
ros pares e para s ÚI0Vds do otro lado, os
atrros inpares; nas praças e largos, orienta-se
pelo seu maior eixo e tema-se, para inicio, a
extreniti ade desse eixo isrximo a rua prin
cipal de peetr%o.
- - As &ilicaçtes nuwLr,,uas de acorc com . sistema
adotado az.teri ormente cata de inicio de vig&i
cia deste C&igo, cozfo.rrae a respectiva situaç.c
tero sua ncva numeraço revista, reservando-se
para cada rLuro a testada de cinco metros (,00
e oservanio-se a numeraço existente.
C - uu.io oem um ZfleS5O edUIC±O houver mais e uma
unidade aut8nc4ua (apartamentos, escrit&ios e '
similares) e qjarklo em um mesmo terreno houv
mais de uma casa d•astixda à ocupaço jndcn—
ente, cada um destes elementos dcver re b r
ïiumcraça prpria, di :tribuida pela Prefeitura,
com reZer&.cia sempre àn erru ia entrada
lo 1'radow o ptblic:.
- Para trxlas as tuluades aut&ioms (artarntc;c,
eseritris c similares) de um mesma edUicaçc
um paviment e para v.riac casas resisenciais
ue existam &t Um mesmo terreno, a numeraçio 59.
ra úistrAuldo sein o a xdn nuturl dos
ros.
- A numeração Cas r•vuz ed!ici e resect.-
vas unidades veraldcslsjnada p'.r ocas io do processamento da licea para a edificaço e diz-'
trit.a1da para todas as unidades aut&vtaz proje
tadas sobre a planta de cada pavimcrt o, obcecí
do o seuintc critrio:
ï prUios até nove (9) pavimentos a Autri
buiço dos nrneros para cada unidade aut^ izza '
ser& rcpreseztada por trs () algarismos onde'
os dois G.itimo'. crespdem is uni1ades e ez
nas, iicam a ordem de cada urna delas nos pav
meatas em que se situar; o prirnefro liaisrno
OU sejap O C)rrCSpOndGlte ao da classe das cen0
tenas, representara o airo oimcnt e '
çe as unidades se encontren;
nos pr&ias ccs mais de nove (9) *vimentos,
a distri*ziço dos rs'imeros para cada unidade a
t&Ka sez4 representada por numerus cu piatr
agazisas onde, tamb&s, os dois prfiiros ou '
sejam os da classe das centenas e unidade de mi
lhar, intiicaro o xmiero de pavimentos on que '
caua urna uelas se encontrem.
- A numaração a ser distriida nos pavinto
baixo do nivel do logradzn'o e nas sobrelojas
o er& precc' ida das letras rnaiCisa.zlas 25 e L ,
respcctivante.
- tando existir mais de uma casa no imteríor
smo terreno e mais de urna wnidade tm cada casa, a numeraç' o dessas unidades serListribu.-
a de acoro ccci .i . 5, 70e 80deste arti:
Fls.
lla- ís recebeo sempre nx'aç ?o rpria.izsa nurnaço ~a a do prpri') ediild. o, seguia de urna letra mai .tla para cada urddade iriependente, saido as letras distribuiaz ru
:Cm 2latUral o alfabeto. Havendo lojas ccrt c:•
so por logradouros dí£crentes daquele peL '
qual prdio tenha sido nwnerad, poder3o sor1
elas distizuidas do mesmo mo.:o, cis o nro •
poi4m que c*iber ao edificio no lugraJ.xixo pel:
qual tivereri acosu (zimcraço suplementar a e
ificaçao).
, 12-Ç'uan4o tm edifici. u terreno, alrn de suas en
trada priixipal, tiver e:trada p•x *ztro ou :i—
tros lograd;ts'.s, .• proprietrio, mediante
çuerirnerto, pcder obter _s.ignaçao da mmera
ço suplenontar relativa A pos iço du imvel em
cada wa dez ses lograd ouros.
1-2- A lefeitura Prcedert are'is a uueraç7 •
in'veis que no estejam numrados de acardo
com o que dispe o Leste artigo o bem assin
a daqueles que £uturarnmte, cx>m CC*1se3*&cia da
alteraçL do inicio do loçJrad*Àro ou px qual-'
quer outro motivo> a'resentem tal necessidade.A
sina proviU&cia se4 pota em prttica para as
uni ades autriciaz (apartamentos, escri t&'ios e
siniilares) ce um iesto edificio cuja açio'
estiver em desacordo com az disp ;iç'es estc
artigo no que lhes for aplicas.
14 - Para os imveis ra&io diretamente sobr loradouros, a Prefeitura far, por ocasio da r
viso referida no arjraf.. anterior, aubztituiç; as placas de xumeraço, dczvcio provit
:ciar para que sejan coiUa intjÇOCS aos
i icando o praz;::
cotweniente para a su1tituiç .as placa de r*WtraçaO
üs u icaes autnumas istiritas le um me&w ediftci
'uando cesrio, em ansequ&cia revisio.
- c'rrcndo os caso' pre\rist'r. rios parjraf os 13 s
acima, E icaro cz proprietric sujeitos ao pagt ,
juntamente on o imps to predial c territorial da taxa
estabelecida en lei orçamentaria.
- proibida a c.1 aç, em um imvel, de placa ue iureLi rço imdicansL iro que no tenha sido uEicialmete'
.-itrit.iido pela Prefeitura ou contcr qualquer altera
çL na ziuneraç.o 4?icial.
17 - A Prefeitura intimart oo ?ropriCtU'iL .o im&,eis en
contrados sw placa e rum-eraçZi 4?icial, cc*n essa piaca &in ~ estada u c.miplaca cc.t .i rmexz M. deca
corda Ct* a que tiver sido c.Eicialznte distrilaLa e
I
k)ela falta de priiiento da it 1Çu ap1icar a pena
liLade estabelecida p:r este
CAPtTUL VIII
3TICA LX) E)ZFi2O6
/ sxço 1
Po Templos ieligi-'os
Arte 2. - 'ÍS templx li!jís e as casas de cultos dc alqcr
ienominaço ou oeita, pr ervaas as caracteris ticas culturais de arstrali
e que podem ser cxprcssas es suas linJt s arquitet&iicas, ter2iu sez s projetos'
e co;truço ap vedos pela Pre.feitura.
Art. - Tplos religiosos e casas de culto, de qualquer
minmao ou seita e os locais franuca:o: a.- pblico sero csnervados limpas ,
ilUiflL.l3 e
Par&gra.fo tuiico - A c,)ii-servçv,--aJ ue ue Uatí, ust artijo tem por fim salvaguardar a csttica, a cstabilivade e a higiene no corltcxt
ua paisagem ur'b, assim c•mo preservar o :aCc e a segurça de seus £x'oquen
£
tadøres, vizii*s e tb& tri.ntos
3EÇC XI
jz eonservaçu -e iiIci..
Art. :4 - geX,,ú e sts epend&cias cx particu1r, evero sr czuervaosPeLz respectiv.s p iet)rioS ou ocupantes, esciale..te quant) a esttica, % estabi1iL.a'e e à higiene, para çAte no sejat'
coproetias a paisaj urbana, a rtça e a sa&e dos ocupantes, vizinhas
e transeuntes.
- e ait eiSicaç, rc.s 'u'o
na e ie exarzo urbana do ituiicipio, devera scr pinta-da pelo rios, 1e 3IatrO
en quatr-. ari:, tanto no interior c. rr exterior:
tt uclntc.
- No caso edil icaçes coxu re—
vestidas de naterial cernic o, t e•'cr ser
Iirzpo e ois em oois ans.
Art. :'o6 - Ao ser verificau nau ctao de do ed4-
£tcio, seu proprictrio ou Ocupante ser4 inti.iado a realiz ar os serv1çzi nece,
rios, cccede*10-se o prazo para esse fim e lis tank»ie os serviços e executar*
o inico - 1& sendo atendida a intbnaço pr
: fixa o pela Pz-ei'eitura, o CdifICj i, a e ;truç0 çju O pr&Uo desabitao sc1 • -
ra inter ltaoo ote ue ejn Cecuta.z s x'içn: Contuites .a int1:;2aÇ .).
rt. 7 - Ao . r'ietxi t e i rzi. r ocedio;
eiantc inUmaçL, pra:o para reform.los coiodt-ios de acordo com o
te CdificaçSes e In.stalaç. o. íi e .stin-los a habitaço ou naiçr
tra finalidade 1ejal.
Pariçrao uo.ic.) - I•k cas e e:ecutais os
serviçs o pra;::; íixo na inti aç , o projrietrio dever4 procecr a demcli
do &ifl.cio. Caso no o Laça a Prefeít=a o interlitar4 e e~tara os
viços, de denoliç~dU# corantio do prprietkio estes servíç,-&1 a'esciQ
ao.; (vinte por
1 er cortatac1, éitravé : ixrIciutcciic, ç'.i e
trrinao.) e.Jílcio .recc risco ue esabainto, a ireIeit:
- intcritar4 o eiii4ci;
II - intinr o propritri prdi iiteri . mi.
ciar, no przo talnio ie 48 (quarenta e ios serviç•Y. '-.e )U
Pu'graf: o inic - fl - :c perio iminlentcL..J prJij
4. ru.r, a Pr Leitw executara os serviços no.cessãrIos a consolidaçao do odi!aco
ou 41 sua .temoliçu, a;brtr4do ao -espe-saz de exe*,xçZo do servi
ç-, acrescidac e (vinte por cto),
-'. UtiliziçZ e
A utiliaço de ei!lciLr e
1 - estarfi exn a,forrnidade cz ai exigncias
e Obras, Edific1aç7cz e Inta1aç&s cuant - su $
LICSt inio
atender precriçes da lei ie Urbo e 2,0ne
amento.
Art. 40 - As casas ou apartaintos e aluguel, quando vaarern e
te c sern entregues aos in .ilin, •evcro cr vizt1- -~ria~~an 2e1a Prefeitu
ra, quaxto Is condiçes de habitabilide.
Par no - Pi'i t&er as
te intereto ever fa:cr requerimento a Prefeitura.
..iJici recicia1 para .ztlquer ou
tra finalid.tc, depende de prvia itorLaç a Pfeituri.
Par&rato 'xdc o - Para ser coced utriiçao i
,e er o px'eeLte artigo ecesriJ WC a uti1iç; :'reten--i ai
re r exi&cia . Lci e U anirn ei'ento.
1,1
Ai't. 24 — f - 1iccça e fuïic± .aent. .-ie e1eva.rcs:
1 — er ca1caa e iu' vilv1 atia ç
te estado Le conservaçk placa de c ' pr..ibi:.....
a cLd1L eievad..;i
lI — ser rnantida suna as pareces da cabine, em abs1ut
estado de c*scrvaço, plac. t a ÍniCaÇ .a capacidade líccncia, relativa i lotç ci c eievar;
r1 III — Licar a cabir.e '11Q elevador perntancntencnte lirpt;
IV — cservaren'-se oe ascmçoristas besi traja&i e lím-
* pL)s;
'Lrt — }refaitura exigr que a .L:-1 taça:i .e exaustores
duimine# ou de qualquer is?sitivo permita a tiragem iiecn-ia de &ses e ele
ntentos aerodispers*ier Je toda as reaz dc sa cr.iuii d cdillda.
.rt. 44 — Ao estabelecisento çuc ac ca.:tatr lta u
ciencia dc ci rimento da instalaço de ar caadci a Irefeitur e
r:i as pr vid ias zieccss rias para o ftuicionanto ttox ai ua re.i.erida ímtala
ço ou deterTainarj sejam dotada de vos adequNlos para ventilaço natural,
Par&rafo Gnico — enquanto no for posta m pz4tica urna
cas provi zias ixicadas no presente artio, a Prefeitura pdei4 determinar
a intcrdiço estabelecentc.
Art. .4!. — desi&ici ni ixia4, cei.icaa cZ~ JM recu. igual u.
superi:r a,OU ;z (cinco etr) uC frente p.ez4 obter, a titulo prccri, ii
cea da Prefeitura para a instalo de rio pr-fabricad ;ara velcu1'.:,
cern cb.ertura plstica au ao lmin.as de tetais 1evo.
ix'Jratc4 Cnica — Prefe iturapa. c.r7 ex.igir, a qualquer
a XL e a • presente artia, rn !efesa da
ttica urbai...
,1
iv
ia Ilurnínaço (145 Galerias dC
çaa Vitrina.. Itriari
Art • 246 - As galerias que formem passei os devcro L'icar ilumina
\.s no rinim.: entre l (dcoito) e 22 (vinte e tuas) horas.
Art. 27 - As vitrimes e mostru.rio ucvezio ser mantido iluminaios internamente pelo menos 18 (dezoito) e 22 (vinte e duas) horas, nos dias
teis.
3EÇ7O V
.•-a Vitrines, rlc 5 e itrri.
.•.rt. - .n.tdçao 'itrmes zer perotia, .est.e çue nao
acarrete prejuiz para a eattica urbana, para a iluminaço e vti1, nrii
is perturbe a circulaç. inbiente em que c;tcjar. iasta1as.
- .)entre Outrs 1cais, a itritiez pxrioer '
instaladas:
em passagens, c.rredorcs e vu de cotrada ou
çuaz10 se cc - tituam conjunt > em entraas dc 1-
ias, desde que a passagem livre nZío fique r&u:i
da a meios de 19 0n (hum metro e cinenta cent
metros) de largura;
no interior de 'halls" ou vcstlbulos jie
acesso a elevador, se ooãparem área que no red
1 -a a is de 20 (vinte por cento) a largura —1
til das re.feridas passagens e se deixarem livre'
passagem idnirna uC l .Cmi (hum metro e cinquenta'
centinetros), nos edjficios de apartent• mistos e nos de utili'..aço residencial.
- As vitrines-balc'es, çuazLO projetadas em .Lrcnt
vos .e entracIa, devero respeitar o afastamen
to mininio de 1,00 (huu metro) .:aZ soleiras dos
referidos vaoc.
Art. 249 - Us balces, mesma tendo as caracteristicas dC b1ce
vitrines, s podero ser instala:o: se obedecera.i as isposto nos. parjraí'o' '
o utio anterior:
Fis .31
.,
W9i
19- Os balc3es detinaos ven de q.aiz quer pro
tos ou mercador ias no Px crio ser ix talados a
menos de 1,00 ra, (ium metro) da linha da fachada.
- Os blces ou vitrines-balces nos 'hal1s" de cn
trada de edificios so pcx;er.o ser destinados
expozição e procutos.
Art - A iii tlÇd . m.trtri )3 nas paredes externas
1jas seA peiitida:
1 - se o passeio do ].ora uro ti'er lartjura miiiz e
::,ao (tii ietros);
II - e a a1i&cia id& .-c suer te ss ele ntos
sobre e pLn;. vertic1 marcado pelo ali hamento Lor
de 0,O (vinte centimetros);
III - se no interceptu'ern :lot cractoritic..s .0
ftchada;
IV - de forem deidamentc mulJura..bs e rintaos;
u49ra nico - ÇuoAio a lorux'a uo Ssei3 louradoure. i'ur i,rual ou superior a 2,50 (dois trs e cinquenta centimetros), px:c
rã existir uma tolerncia de O,C (cinquenta cc tistetros) aro : li;iíte ciC 50—
li&tcia fixa..o o.. itcm II estote arti.,
:,dç7Ld VI
tores
tt. l d US; transit&i .:e estores prtetores ontra a aço
sol, insta).ado ria extremiJaue de marquises e paraelante fachada do
rpectivo iiíicio, s ser.t permitiva se:
1 - no Lesceram, (UOflLO c.Aipletarznte '.itt ,
-
baixo da cota de 2,20 (c is mctros e vinte centieem relaço ao nivei do passeio;
II - e enrolamento iecnico, a £m de que possam ser r,
colhidos, ao cessar a aço o
111 - mantidos em satistatrio estado de conservaço e as
1
qd
Fls.C3
IV - nvnidos, na extremidade inferi3r, de verjalhes rtcLlic)S ou de outros dispositivos, capea:os esuficientemente pesados, a fim de lhes garantir, ardo
istendios, a fixides necezsria.
tirt. 2 - Para co1ocaço de estores, z'cerint .o interessdo a rgau cçetente da Prefeitura devera ser acompanhau.o de desebo em i.uas
reprsentatdo uma seçZ.o normal i fachada na qual figurem o estores ou •
segnto da fachada e o paosci: com as respectivas cotaz, quarto se destinLrem
ao pavimento trree.
Art. 2d - quando qualquer estore n» se adiar w, estado de c.>ncervaço, a Prefeitura intinrt o interessab para retirada
a inrtalaç:.
LO VII
Dos Toldos
Art. 2.4 - perdtida a instalo de told.s nos edificios n(
providos de marquises.
12 - Nos pr&tios crciaiz coitruldos no alinhimenSi., to de logradouros, a irrtalaço Ce toL..s ...ever:
a) o ter largura superi..r a 29&n (doiS ntros
e oitenta ceztinwtrus);
nao excedcr à 1arguri .0 psoeio;
so apresentar, quando no pavíraent > trreo
uais quer:e seus elementos, inclusive
las, e situar-se com altura inferior cota de
,2Cs (iois metros e vinte centlmetros) errt relaço ao nivel do passeio;
no ter bambinclas de dimenses verticais superiores a O, 60m (sessenta centimetros);
não receber, uando no pavimento trreo, rs
Fls.64
ctbeceiras 1 aterais, qual cucr lanej irnento;
p.
£) dispor ue aparelhos cotn ferragens e
necessrias ao c tnpleto enrolamento da peça junto a fachar.
eifIcios cnterciais, recuados (.10 ai. inhamento de logradouros, os tois, quando instalados'
a LadaJa do eZi.rici até o 4i11harnent pero
ter bala.. axi de .,Oo m (trs netros);
ter a mesma altura nJud.z do p& direito do pa
vimento
ter o rnesro aíastarnxt•i lateral gid -para1
o CdUICjJ.
ii^ parO anterior io pu
.ero ser a ia':os em az'maço ju qualquer eleniexi
to Lixado no terreno e deverio ser Leitos de iteriais de boa qualidade e convenientenezite acaados.
- L'ualquer que seja o eaificii comercial, a inta1aço de toldos no pczier prejudicar a arboriza
çZo, a ilumino pb1ica nem ocultar placas de
ueac1aturs de lriour ç,
.rt. C requeriment interessai à Prefeitura deverZ ser
acoxihado de desi ho em duas vias, representario wim seço nr mal da fachada
r qual figurem o told., jnnto da fachada e o pai, c,.>ri as respectivas
cotas, quar.do se destinarem ao pavimento trreo.
Art, 6 - . toLos dever.o ser wntiu >s em perfeito estauo de
conservaçL, sob pena de serem retiras ..r teiminaço a Prefeitura.
SEÇO VIII
)os 1as troe nas Fach&aL.
de Ldií'lcioz
A.rt. 2,7 - A colocaço •e mastros nas Lachadas seri permitida se
no acarx'etarer pr ul: ;'r a csttica dis eiflci e para. a sernça os
trar:seunter.
APL'L() IX
úa Uti1i.*ço das Logradour.n Pzblico
EÇO 1
Lc serviços e Obras n.s Lorvuurs
Pbljcos
Art, 2 - iknhum serviço ou obra que exija levantamento de
çu is ou e .avaçes na pavimentaço de logradouros 2G.blicos P!-.,,Ierá ser executa
do sen prvia licença da Prefeitura, exceto quando se tratar de reparo de emer
gncia nas instalaçcs situa.: s sob s re'i::: l.raucw .
o
Parjr.f. uiic' - r'iços de repxiço de
çuias ou dC repavimenta o:e loradowo ptblfro £ oron executaoos pela Prefei.
tura, esta cobrart a quem de direito a irsportncia correzpordente ts despesas,
acresc lua de 2O (vinte ;'i.r cento).
Art. 29 - qualquer entioade que tiver de executar serviço ou
bra er 1 jra ouro devera Lazer ccnunicaço as outras entidaues de serviço pj_$
blic. iiitcrosst a'; c.tu.ra itinias pela exect:.o trbalhz.
xx
-as Invases e LpreJaças
O! L:rac.ouros Publicos
Art. O - Prefeitura coibi4 as irivases de lo~íradouros ptbli
co, nediante procciiments u.i itrati' .. ireit:s e r-' r vias processuais e-
:ccut ivas.
l - Verificada, mediante vistoria administrativos, a
inva*o ou usvrpaço de lajradoro pblico, exn '
conaequ&icia de obra de cariter perrnanite, a
Frete itura deve!4 promover a imediata demoliçío'
da mesi.
P1 t
- No caso de invaso pr neio de obra ou
ÇO de carter provisrio, a Prefeitura proceder sumariamerite à desobstruço do logradouro.
j - Idntica providncii sex4 tomada pela Prefeitura
rio caso do invaso do leito de cursos de &gUa OU
de valas e de desvio dos mesmos ou reduço da
respectiva vazo.
- Em qualquer dos casos previstos nos pargrafos
anteriores, o infrator sex4 'obrigado a pagar
Prefeitura os serviços Leitos por esta, acrescei
tando-se 20% (vinte por cento) aos custos corres
pondentes a despesas de administraç,, sem prejuizo das penalidades cabiveis.
Art. 261 - As depredaç3es destruiçes de paviiaentaç, guias,
passeios, pontes, galerias, bueiros, muralhas, balaustradas, bancos, postes ,
lmpadas, obras a acessrios existentes ixs logradouros piblic's, sero coibl
dos mediante aço direta da Prefeitura que, julgando necessirio, pedira o
curso de força policial.
Pax4grafo único - Os infrates do presmxte artigo Li
cwn obrigados a indenizar a Prefeitura das despesas que esta fizer, acrescidas
ue 2O' (vinte por cento) para reparar os danos causados n35 leitos do logra-'
'rirs b1icos, nas benfeitorias ou nos acess'rios neles exitentes.
JLÇ?,U
111
Ja í)efesa dos Eçuipament's dos
serviços Pblicos
Art. 2G2 - A Prefeitura, em co1aboraç.o com o órgâ0 autnomo de
e esgotos, processax4 aquele que causar danos ou avarias em reservatrios
o de água# encanamentos, registros ou peças de qualqr rm tureza, do serviço pblico de abastecimento de igua, aos equipamentos dos serviços pblicos de esg
tos sanit&rio' e pluviais.
Pax4graf 'o inico - C pr cess.-, a que se refere o presente
artigo visaz4 ao pagamento dos jrejuizos causados Prefeitura pelo infrator,t
nilta cabivel ao caso, sem prej'l..Y3 de prcessime porventura ecessrio.
i danuiicaç ou a iuuti1izaçie 1ink te1egr.fi-'
cas, te1efns e de transmisso de energia eltrica, assim cont;) de esttuas ,
monumentos, objetos e materiais de serventia pb1ica, causar& ao responsve1 '
as mesmas sançSes previstas rio artigo anterior.
hÇO IV
Lo Atendimento de Velculos em
Lxjrador )s Pbl icos
Art. 264 - C atendimento de vecu1os nos logradouros pi'zblicos 13
caliauos nas .reas urbana e de expanso urbana será permitido apenas para os
cas 35 de urg&wia, como os feitos por borracheiros, que limitem sua atividade'
a peçenos consertos indisperisveis ao prosseguimento da mercha normal vei—
cul o.
Art. .165 - Para que os passeios possam ser mantiuos em perfeito'
estad. de cowieraçL e limpeza, os postos de abastecimento e de serviços de
velculos, oficinas mecnicas, garagens de nibus e caminh3es e estabelecimentos
congneres ficam proibidos de soltar, nos passeios, residuos de graxas.
CAPÏTULO X
Dos Ztaros, Cercas, }luros de Sustentaço
e Fechos Jivisrijs
sçc 1
DOS MurOs e Cercas
Art. 266 - ! brigatoria a construçL de nvros nos terrena o
euificados, situados na rea urbana do Distrito Sede deste ?bonicipio, mediante
o prvia licença do rg competente da Prefeitura.
12 - Os imros devero ser coiv trJid oo ri alinhéunent;'
do logradouro pib1k o;
Fls.88
- A construço dos muros devera ser de alvenaria •
revestida ou de outros materiais com as mesmas
caracteristicas, e com altura padraa de 2,00 m (
cois metros).
Os muros devero ser conservados limpos e obriga
toriamente pintados de dois em dois aios, assim1
como os respectivos portoes que derem salda para
logradouros pblicos.
Art. 2.67 - Na arca de expanso urbana, é permitido o fechamento'
de lotes n.o edificados px meia de cerca de madeira, de cerca de arame liso •
iØ ou tela, ou de cerca viva de arrimo construlda no alinhamento do logradouro p
blico.
- No caso de gradil, postes de madeira ou de metal
colocados sobre embasamento de granito, cimito'
au tijolo, esse embasamento devex4 ter a altura
o rnxima de 0,50 m (cinquenta centimetros).
- (a,io as cercas no forem converientement conservadas, a Prefeitura e.xigir a sua substitui-'
por imtros.
- No fechamento de terrenos qé vedado o emprego de
plantas venenosas ou que tenham espinhos.
II
)- &ri ue utcntaça
Art. - 'empre que o uivei de qualquer terreno, edificado ou
no, for supericg' ao nivel do logradowo em que o mesmo se situa, a Pre.f itura
exigira do proprietkri:) a conrtruço de murs de sustentaço ou de revestimento de terras.
12- A exigncia di presente artigo é extensiva aos
casos de necessidade de co truç•J de muros e
arrimo no interi or dos terrenca e nas divisas
com os terrew vizinhos, quando as terras, pondo em risco construçZes ou benfeitorias exis teu-
Fis.
tes no prprio terreno ou nos terreni vizinhos,
evidenciem perigo de desabamento.
- O &obus de construç cc muros u•.bras de sustentaço caber ao propx'ietrii oncie forem execu
teclas escawes ou quaisquer obras que modifi-'
quem as condiçes de estabilidade anterir.
- A Prefeitura exigirá de prupriet.rio de terro,
edificado ou no, a construço ie sarjetas ou
drenos, para desvios de águas pluviais ou de infiltraço que causem prejuizos ou danos ao logra
our P1b1ic.) e a çrorietrios vizinhos.
EÇZO iii
d.i Fechos L)ivis&jos em Geral
Art. 269 - Px'eswnem-se conns os fechos divis>rios entre WopriC.
dades situadas em qualquer rea do )bniclpio, devendo os proprietarios dos im
veis coni!'inantes concorrer, em partes iguais, para as despesas e sua cntruço e conervaç, conforme dispe o C&ijo Civil 'asileir.
Art. 70 - ia arca urbana, s fechos divisri•os de terrenos no
edificados devero ser Leitos por meio de naros rebocados e caiados, de grades
e ferro ou de msdeira assentes sobre alvenaria, tendo, em qualquer caso, altu
ra minima te 1,80m (hum metro e oitenta centlmetros).
A Art. 271 - Os fechos divistios de terrenos n2k ediL icads e situados na rea de expans urbana, salv acjrd: cxpresso entre os proprtrius
4 puderao ser contituidos de:
1 - cerca de madeira, cerca de arame liso ou tela e
fios met&1ics lisos e resistentes, tendo altura m1
nima ce 1,Om (hum metr e cinquenta centimetros);
II - cerca viva, de espc±e5 veeti aetuaas e riistentes.
12 - Na zona rural, os fechos iis-is de terrens'
poderio ser corotitudos 4 de:
cerca de arame farpa(io, com trs fios, tendo9
altura riinima de 1944)n (hum metro e quarenta#
cer.t6etros);
vala, com 2,00m(dois metros) de j*'o2un1idade,
29 00m(dois metros) de largura na boca e
(cinquenta centimetros) na base, nos casos de
terrenos nao susceptiveis a erosao.
- Nos fechos divisZrios de terrenos, é proibido o
eirego de plantas venanosas na cxnrtruço de
ce.rcas vivas.
Art. 272 - A cntruço e coiiservaçu de fechos especiais para '
conter aves e animais dum&sticos de pequeno purte, correro por onta exc1uiva de seus propriet.rios.
Fargraf o inico - Os fechos especiais a que se refere
presente artijo poderio ser Leitos ce:
cerca de arame farpado, com 10 (dez) fios, no n'mimo
e altura de 1,60m (hum metro e sessenta centimetrs);
muro de pedras e tijolos e l,COrn (hum metro e oiten
ta Cent6es) de altura;
- c) tela c fio inetalico resistente, com malha fina;
cerca viva, compacta, capaz ue impedir a passagem de
anizmis de pequeno p<rte.
Art. 27d - Para comtruço de fechos divis&'ios em terrenos no
edificados ue qualquer irea do tniclpi, slicitar-se- licença a Prefeitura.
cAPtTULO XI
Da Trmsito PGblico
Art. 274 - O transito piab1ico ser protegido pr sina1ia4o de
tr&Lsito nas vias urbanas, constitulda por sinais colocados rios 1ogrador os pá
blicos para advert&icia de perigo c impedento de transito e placas indicati
vas do sentido do trnsito, ~cos itincrrios e sinais prevuitivos existentes
rias estradas e caninhos minic ipa is.
Fis,
PaX igra.f o nico - A Prefe itura processai4, admi.nis trati
va e crimizialmente aquele que danf icar, depredar ou alterar a posiço dos sinais de trLisito,
Art. 275 - lós logradouros pblicos urbans, ficam pribioscs
seguintes atos prcjuciciais segurança do transito pblico;
1 - atirar corpos ou detritos que pos sam causar danos a
aos transeuntes ou incoi xl-lz;
II - coauzir velculos em alta velciade ou animal em
disparadaJ
III - ornar animal ou £a:.er prova ue equitaço;
IV - amarrar animal em poste, 1rure, grade ou porta;
V - arrastar madeira ou qualquer outro material volwnose e pesado;
VI - conduzir animal ravio ou chucro sem a rcesstrja '
precauço;
VII - conuozir carros de bois sem uieiro.
Art. 236 - lCio é permitido esnbaraçar o tr&sito ou molestar pedestres, Para tanto proibido:
atravessar a pista de rolmnto da via ptblica perpencJicularmente de um ao outro passeio;
II - estaciozr im.tilmente à prta de qualquer edif1ci
À pzbl ico, multifamil lar, 'e diverses pCblic ' s e de'
outros usos coletivos;
III - fazer exercicicmc de patinaço, futebol, peteca, di
volo ou de qualquer outro tipo rios pass. os e nas '
pistas de rolamento;
IV - transitar ou permanecer am qualquer velcailo sobre'
os passeies, exceto carrinho de conduço de criança
ou de paralitico;
V - conduzir elos passeLs, vlumes dc grande porte;
Fis
VI - cunLiuLir Ou conservar animais de grande prte sobre
os * esaias ou jardins.
- Nos passeios das vias locais porezio trafegar os
triciclos e bicicletas ue uso cxc1usivente infantil.
- vedado a qualquer ciclista apoiar-se em velculo em movimento ou conduzir volume sobre a cabeça.
Art. 277 - A Prefeitura imtedii4 O trnsjto de qualquer velculo
:u meio de transporte que possa ocasionar danos aos logradouros piblicos.
l - Nos logradouros de pavimentaço asf<ica n.o se
permite o trnsito de velculo com rodas de aro
d ferro diretamente sobre (.) solo.
2 - O infrator das prescriçes do presente arti go
e do paz4grafo anterior fica sujeito A apreenso
imediata de seu veleulo e ao pagamevto dos danos
porventura causados A pavfmentaço, acrescido de
.0 (vinte per cento) do cwto do reparo e con-'
serto.
Art. 272 - Em aglcmerak) urbano, a passagan e o estacionamento •
de tropa ou rebanho, sero permitidos apenas em logradouros pb11cos e locais'
para isso designados.
Art. 279 - o & permitico nas estradas mrnicipais;
1 - transportar madeira a rastro;
II - conduzir velculo de tro animal que no tenha eixo fixo e rodas com aro de ferro de 01p10m (dez catimetros) de largura;
III - transitar com velculo acorrentado nos trechcs on c
ro houver absoluta necessidade;
IV - colocar traziqueiras ou porteiras;
V - impedir o escoamento de tguas para terrenos iirgi_
-k
Fis
VI - dard£icá-las sob qualquer forma ou pretexto.
CAPtTuLO XII
1rt. CZO - As izistalüçes coutra incndios, obrigatrias nos cdi
ticios de 3 (trs) ou mais pavimentos e nos de m&is de 750,00 m2(setecentos e
cinquenta metros quadrados) de &rea construlda, bem como nos ed.tflcios estina
dos, no todo xa em parte, a utilizaço coletiva, obedecero às prescriçes o
c&'igo de EdiIicaçes e instalaçes deste !tmiclpio.
- NOS ediS Icios já cxi5tc1tes e em que sejam nece
s&rias instalaçes contra inc&idios, a PreSe itur
Lixai4 prazos para que estas sejam Leitas.
2 9 - As edificaçes especificadas no presente artiot
que dispuserem de instalaçes cmtra incndios,
na forma prevista pela Lei de Edificaçes sezio
obrigadas a instalar extintores em locais
f&cil acesso )u em cada painto.
- Os prtiis ae apartamento at trs pavimerits -e
vero uispor, obrigatriamente, de extintres de
irc&bijo aa locais de f&cij. acesso.
42- }m todo e qualquer edi.flcio de utilizaço c].et
va sex4 exigida a instalaço de meios de alarme'
e inc&idics automticos e sob comando, bun coxas
e si' liaço e de inticaçZes especificas que
facilitem as oeraçes de salvamento e uc cmbaA te a incendios.
- obrigat&ia a sin iiaçL de equiisento ie'
incndios, obsexwLdas as normas estabelecidas p
la A8tr.
íLrt. 2€1 - Os estabelecimentos e locais de trabalho, assim coni'
escolas, casas de diverscs, hospitais e casas de satde estaro obrigados a
dispor de equipament-s suficientes ao combate de inc&dios, to logo estes se
1
iniciem, e salda r&picaa dos que neles se encontrem, no caso de sinistro.
904
- Nos estabp-lecímntcs a que se refere o presentes
artigo devezio existir durante as hras de servi
ÇOp pessoas adestradas no uso correto dos equipa
ment os de combate a ínc&d jos.
- n% estabelecimentos de mais de um pavimento e on
de sejam maiores os perigos de inc&idios, sex4 '
edgida a existncia de escadas especiais e incombustiveis.
Art. 232 - lia hiptese de extintores manuais, estes devero ser
o em imero suficientes e ficar tanto possivel equidistantes e distribuldos e
forma adeqtwia % extimo de inc&dios, 4aentro de sua wea de proteço, para '
que os operadores nunca necessitem percorrer mai çuc. 2, 00 (vinte e cinco metros).
19 - En sua co1ucaç-, extintres devero:
ficar sempre com sua parte superior at 1,CC
(huin metro e oitenta cent6tros) do piso;
nio ser colocados em cscaÁas
permanecer desobstruido- ;
) Licar vislveis, sinli:adus e sempre em 1
e £&cil acesso.
- O edificio ou depend&icia de ediflci. onde existirem riscos especiais devex4 ser protegido por
unidades extintoras de irrdio adequadas.
Art. 233 - i.s irmta1açes contra incnoios devero ser mantidas
perznanenteiiente em rigoroso estado de conservaço e de p'feito £unciornmexxto,
Pai49rafo Cnico - Uos casos de no cumprixmnto das exi-
&icias cio presente artigo, a Preteitura devex4 providenciar a conveniente puniçiJ dos resonztve1 e a expediço das intimaç3es que se fizerem necess'arias.
Fi.
CAPtTULO XIII
L.L!
Le &EGISTRO DE cXs
EÇO 1
ia Apreenso de Anisrt is
Art. 224 - f proibLa a persnan&icia k!c animais nos 1ojracburos •
públicos.
4r
rt. 28 - Os aninuis encontrados soltos em logradouros ou lusares acessiveis ao P~biico areas urbana de expanso a.' bana, sezio apree
idos e recolhidos ao depsito da 111re£eIturí,.
apreensao de qualquer aninl, ser& Leita pu-'
blicaço, em edital z imprensa, marcando-se Ç
ra-o minimo de (cinco) dias para sua retirada.
- o propriet&rio dv animal apreendido so pocerá rs,
tii4-io no depZsito da Prefeïtura ndiante coi
vaço de sua proprUdade de Lorma iiidiscutivel e
pagamento de n.zlta aplicaa, assim c*iu as des
5&S e transporte e manutenço o animal, alem
.t pub1icaço ei edital.
2
- No caso da apreenso LC co xitria.&lwo na PreL
tura, que esteja cn coleira nunida oe chapa &e
matrlaÂla, o proprietrio ser2t notificado.
, 4 - No caso de apreenso de co no matriculado, o
r;prictri cr obrigado a matricu1-1o.
Art. 236 - U anima], raivoso ou portador de molstia cmntagiosa,
ou repugnante que for apreendido seri imediatamente abatido.
A.xt. 267 - O animal apre ido que no for retirado dentro da
2r4o previsto :io pargraf o 11 do artigo 28, podex4t ser:
1 - distribuldo a casas de caridade, para consumo, quan
do se tratar de ave, SUiflo caprino i avino;
F1: • Xj
II — veidjd em 1eilo pb1ico, se for bovino, equino, '
m&ar ou co de raça, observadas as pz'escxiçe Jes.-
te C&igo.
Pai49raio inico — xcetua-se ua rescriço o ltem ii
dO presente artigo os ces que no forem de raça, estejaa ou no m ricu1 ,
os quais sero sacrLficados por processo leçjalrnentc permitido*
scçÇo ii
)o Registro de Ces
Art. 2C3 - Toàicos proprietrios de ces sero obrigados a m 1
tricul-los na Prefeitura.
19— A matricula c. e ccs ser. fcit niante apresetaço e:
recibo de pagamento da chapa de matrlctila,for
necida pela Prefeitura;
certificado de vacinaç u.ti-rtbica, forneci
do por serviço leaitnte habilitod ou p.r vete
rnario.
— A Jnatrlcula de ces ser2 feita em &rgo co.peten
te da Pefeitura, a qualquer poca do anosdeveri
do constar do registro:
rimero de ordem dU natricula;
nc e eereço do proprietri 4
e1 nome, raça, sexo, pelo, cor e outros sinair '
caracter1 4
sticos do arimal.
— A chapa de matricula seríi : metal, contox' o
seu niero de ordem e o ano a que se referir.
42 — Para ser matriculado, o co dever& ter açaimo e
coleira, colocada nesta a chapa da matricula.
59— Anualmezite, obrigatria a roço da rtrioÂ
la de todo e qualquer co.
Art. 29 - Embora matriaa1ado9o co sZ podei4 andar em logradçU
ros piblicos se dispuser de açaimo e coleira com a chapa de matricula e
ver em npanhia e uma pessoa responstvel.
Parraf o nico - Excetuam-se da pex,isso o preseite
artigo os ces da esp&ie "bulw" e os de porte igual ou maior que os da
pcie "bOXeZ'", os quais no poezio pormcer rm transitar nes lt rad )uros '
o pb1icoa.
Art. 9C - Na *rea urbana deste }tnicIpi,, ~C'Irl poder ter '
cies, mesmo matr icul ad s, que perturbem o s il&ci o noturno.
12 - Para atender a exig&cia do presente artip, •
ces devero ser mantidos corivaimo durante
.oite, mesmo no interi:n' d
- 'uando no forem atendidao as pre'iç6e o pre
sente artigo e do paa4tgrafc anteri, o co ser
apreendido e o seu proprietrio processado ra
forma do que dispe este
Ficn pr/Jjbidos o espect2cu1 s - feras e ao exibi-a
çes de cobras e quaisquer animais perigosos, sem as uecesúr ias precauçes pa
ra garantir a scura»a dos espectires.
Pat$.grafo znico - A proibiçau do presente artigo é extci;
siva a .iver'tients 1 >t#dUicOS cc*n aniinaz aç:la.. tino crtra .s outrJo, merric
em lugares part icularmente a ele. destinauo.
Art. 192 -L vedada a ciaço de abelhas, equinos, ns.ares
s, caprinx cn .. nas rea 'Lana e cae expanso urbana deste unicipi.
19 - Inclui-se na proibiç prcsentc arti. a
ç'o c*a engorda de suin5.
- s proçu'iet.rios de cevas atualmente e4stenteo'
nas áreas especificadas no presente artigo ter7o
pra2o iprorrogvel de 90 (noventa) dias,
contar da data da publicaço deste C'c ig, para'
reço aii.
Prt. 293 - proibio manter, em páti:.is particulares, nas , areaurbana e de expaxiso urbana detc tiniclpi:;, b;incc, equinos, caprin:c e.
nos uestiados ao abate.
(rt. 2)' - o Permitido criar pcebos nos f.:rras das r 5i rpt
cia, zm galinhas nos pores e no interior das habitaç6es.
Art. 29 - Na .rea rural ueste Itznk ipio, os prorietkios de a
ao sero obrigados a ter cci'cas reforçadas e adotar provid&cias adequadas, p
ra que o tesmo no incomode ou cause prejulzo a terceiros, nem vague pelas estradas.
Pargrafo Cmico - Os proprietrios que infringirem as
prescriç. pse.ite artigo Licam sujeitos às pez i.Lades deste
proibido a qualquer pessoa maltratar ani is u 'a
ticar ato ue clia...e e intra os mesmos, a exeiplo us seguintes:
1 - transportar, elculos e tra animal, carga
ou passageiros de peso superior ts f;-rças U. animal;
II - colocar sobre animais carga superior a 10 kg (cmto e cinquenta quilos);
III - manter arãimais que j tenbam a carga permitjda;
TV - £aer trabalhar animais doentes, feridos, extezzia-'
aleijados • efraquecicos ou extresiaxnte igros
V - obrigar qualquer animal . trabalhar mais :• oitc
ras coitinnas sem aescazso ou rtajs 1e seis horas
se &gua e ali~ton apropriad•s;
Vi - martjriar animais, para deles .alcaçdr es'orços ex
cossivos;
VIl - castigar de qualquer mou.. wIral caldo, cc* i
velculo, £aze:1o.-o lcv tar-se a custa de castig.s'
e 3Ofrimantos;
VIU - castigar c rancor e excesso ualçuer animal;
Id - corJu.;ir animais com a cabeça para baixo, suspensos
o pelos p&s Ou asas, ou em qualquer pos iço ancr mal
Fi s
que lhes p* sa ocasL nar sufrimeto;
X - tx spertar aira u:irri' 1r :L
ot u i'tr. 1a calda;
r1!r p an.ifr.
,
II - a3t)fltoAr ani;nai Ç iuiiciet( -;it
ijua, 1w. e ali -it;
- 'Ji' 4C i4trumerto Li.ferte chicute 1ve, ra
4 CStLflÀlO e correç :e
.1V - eQrZ rri - •n ci Ucr;r, 'i u
i;
- patic qualjuer o especific
Cxicu,queac...' - . tk: 'i'1&.cia .\frirner.t
-txt. jtuj' c»1j . : '- Territii ,ri
-. evitar e tçee :e estinv3.ar u pLti'
c rvr.
pr tu'
Art. - Lit t : jers,
que intes e:
- ?cPrc aceiros ',)Ui (et ;ct.)
, ít1J cpjnae C cstlLte xÇ2;
II - marie tvi erit . . tctemrnh&o
com teencia .c 14 (\.intc c rr-
.ia, !x'a L. 1u:r 1tçit
- ft vos, à atear em nutas,Lrjues, cap.eirac, 1.-
crac c ata-je u cac a1heis,
Prrai_ Sico - . a1v3 ac.'ro 02t2,e irter'
z' .Ii •. ci.r cam -- ;tae. e critça... c
1
- mcc, pC1) seu Ustaiu u . pe1
ju( ctdbilj.'ue, ferccer perij. para oP # blic- u para o prJpriet&ri; ViLi—
ert derrbaa pe1.: pr Triett A Cu exiztfr, n:
(uar ta e ít )Dorac, ark receber intimaçi:, a Prefeitur!.
a P • a.
- a• exiejenci
crte t trre Ee . ,rrubada pela Prefeitura, paw1. . rrrietcr±
aenpesas c ...
- Ficu prii. a a Íecte lunicipi
.1d1TJL .V
XTIIO
000 .Xt. •... - p.L' }ricta'l) :JC terre)O, Lctro . tcrritr
4 • • xtinjW.r i rn:us . -ventura cxiztente; et Sua,
CkLC.
19 - VerificAa c exintÉcia £rducir :;,
Leita lineulata inti çu. a.: ;:r
reno onde os icsr estiverem 1cali.
canio-sc o pra;) i r..rrve1 e o (triata) '
ia: :ara cr :r cci • cxternLii
- •cw a rr.a LIaJ .:xtint .'c í
:iijtciros, a PraL'L.itua EC iicunbir .. a-1 ,
4 . •
::em ?I.JUï .• a eiaaça; e'n - crec:tat.;) . ws a; : ca
4 bivei.
A.rt. ...4 - ca extir •...e firrnijueir.s em
1i ue exija .fl:11Ç.. J12 5crVjç 5 especiais, estes ver CCI'
rczposabi1a LC prfissiia1 habilLt . , c. sictnci c-irct
;r prictri:. i'e1 e cu rcpreseritnte 1ei.
k,1U4nk txt; .: ±\rrnigueirs £r ieit. e1a Preitu a ;t•. . pcsaas intercsâ:, 3er cLra.a zi:ii rctç7.. c
.- ci:' t•
- • rexLxiera(..J referia •; re.ant :ti c..rrer
eri s -;ezpesa carn m3.-de-obra, trans .rte'
IIIP - remut, rçí cx' cobr-ai a pre5t '
-.' erviça, par parte ..t Prefeitura, na £ ' t
t:n:i: 7ei4 1eçi].aça: unicix1 vieItL.
TTUL: IV
IA LccAL1z4o E FWtCIO7lWØ DE EStIZCX
cuZrj1AL, 1U41.Li, VLÇâ £
.II:IIL.
ar1"JL.. 1
)L L IÀÇO
rt. - - :r esta Ieciint eicrci1, iz1.u.trid, :-'ezta
irn'lar er ixzta1açe a icI2i ., çu ieira
bt.-'iha previa 1iCeIÇ1 e 1c1iaça e fwxi a Peieitu
a;-
cifixte c ciIica. ci cercid, w-'
ti'ial U
iserz a licença e Iac1izaça..
2 - a
ç .e cet&cj
rit.'irj,), no etao ieiitaz e licc •.e locali—
pax'a que P.J1SaZt bservar
e oneanient el: Lci c
m. e caent.
.rt. - L licerç e 1cali. çi ..c tibelccinerit cncrcil
ilttril, e rviç; i iiiilir deve,.' r olicitaL pel. inte—'
.0 eu reprsntnte lea1ao rjo c ztete a Pre.fitura, arte '
2 - re c."icnt , cit..;
rD,bj1j fure r.a4t o etbdedciit..
.cem(,lvi é atiiue ca..rciaa, .i •
trial
i)
.. tbekciixit.., ta ri
ubana e ep.s urbana ;u eja rea rtl
copreeien IrAçe d e.ií1ci,
u Up e Jtpe:d.cia e
cx., u .e pr. rie.,ae rural a ele sujeita;
e) esp&iec principal c acc,. `Xías La tivi.e,
az Xe21ci axio-se . ca.•
ii'. tr'ia a; at ia;—priac a scre utili
e .:; ;:r.)utu•3 a r.cx'u; fair ie:. .;
)
a Ctl,]CL,L1i.
c) iC2.r •.0 .... Ct:ri
e hrtx'i . e trabali
) :etncia e e creia l.tiic.
.0i,Cd..
) rc1açT, epeciicçez 1.cli.:ç ..a
iUiX11 t)res, cicir, c —
for o co;
) iuner.
i) apre1]o; puriíicorcs £umaça, e
c.tra p1uiç - . zr, se f r caso;
teciit.' ..e
. esoto it&i3, esc1arcer.ic se li d.
- redes pCb1ica • o c esgot
ii talaç~~>P-s e1tricas e e ilumiaçio;
1.) ita1açes e re1 is ra cxtirç.. ..
- reier.ment tx' •:e ser .511: e1 :tere
) c.p2.a -a carta CtÇ2-) 1-)Cal, u.ai
iive1 £i' uti1iac> pela priz ira vc. para tii.iade coiiercia1, itri.a?, resta.i : seru cLrilar;
a .4
. jrt.) a'r \& . . í
retende executar a instaLç. iicaç3.a
pres. ii que Lar e xcci.a a
'rfiti- .-.;
Ç ........ ::-c...iti. ,
- i --a licença a lca1i:.ç a -aci :;1ait..
a
-&ra -e :. rejratc:
F1-1 '
Y
Lt1açe ea Lci .:e ti iui
- - Ii - tifaer a exijenci e e
e Icj
1 - V i:'ica• :.e1 l'ie.ie .Lti.:'ee1cijrt:it ,
reçãisita £ixaiuz e reeite ret1ada a neces.i-ia d.
cQmereial, iiu - tri1, pret. :r jC erviç, •::
imi1tr, ate e ce:: 1 •c1i
.1
tab1ccirnent.;, o ejura ireit ire
-L.-.tur L.0 ULI , 1ual zU
- :; eiflci cc apirttcnt rezic'icii: ci'i..
:ermiticos, no pviient tlrreo, e
eu .eitris, ezcrit'ri, cbe1eirciriz
intitut:)s dc bc1e: e ita, sera tt
e Ii e Urb irn e .neucnt .
- 1s)S egcbr1- e nc c.zprtints:ctir. para u cnurcit1, ero peritid: 1-
ittria, re1jriaz, ívesrií, ?apda:;e
(
ern1hi, frns e •vtr::: •,j 3rt..c e.
iu concentre cr,evc3 ipr 'e 1-
cpror1ad3s p.ua epits e e i: tL:ie'
A.
i.t e1 ire.ft iture e i. :1..:- : dut riaJe e npctnte, cc iu. ;e
erre nit- e ai'. .
- . .i\erc C e 'e ei.Lte'. tice
Se£iCiuis esta dt.;
a) !ocliz.aç.a;
b £ir= au ra:o iciil sb et*ja resp.
bilidade funcion4u4;
e 's, rtis ou atividades lixnciadas, c
Leme caso;
) irri .e unçint'nent,
- liceiiça a1ex peflu para •: o.crcici tjr qu'
i• r c..ied
- A licença e ci'.tr L' isriu valera. pelo Prazo re1a estipulam..
- No caso de a1teraç3e az caracteri.sticas esse..-
citis do eztabeleciient, 1zitoressad. ter c
re.iere - iu:.
ddtTLL. IX
EtA R VIÇ(U L'A LZÇ1i L(E AL.Ç.0
rt. - A lic&iça e l'cdi ço e ncI;r•rnt ser renva-
. aaL'nte e £:c .a pelo ro GOSÇetente ao interessado, indep&dente-'
rente 1e sovo reeuerinienta.
- .e trtar e etac1ecincnta de carter
ernnet, ser necesaria YOVO rezeríiflt.' se
a licç.t ...e 1a1izaçL e urcí wnto tiver
sido cassai ouse az c&ractoristicaz essenciai
ctantesa Ucença, t. rnai corresp2ncrar
as es tabel cd mentu licenciado.
- intez da renovaço anual da licençü de 1caliaço e £iziiunto, a ?rekeitura raaliar a
eess.ria inspeçL do estabcleciaentu .. te sta
ra verific4.x' e içe de sep
.LC
c higie:.
- CX1}R2m estabe1ecLLnt. kT.Â
ZU.. tiViLue sen estar na p;s 1icc:iç,
- . ni iit 1c Lipt . j;rr'
icarretar& t nt - ço
pr ctcrrii2Aç Prfit .
ao respu2&ve1 pc10 etabc1eciment ,
-:c-lhc pra iximo e 1 (çtzirLc) •i..
- T no cx.tnie infrat.' .. pdinto
á .tu1ta cai.vei e i.c1is ançoe .iicr.i- .
.rt. !. - Uçt rç 1 .c1 e taL 1ccLixt . c xcii1,
1Ço ou sir.iilar, .evcr er
r;er erifica.. i.cal tn1c:
bc1t..cJ:.Lt... e inuztria1, rsta r ce serviç íu sindLx, ri
expreesa a itr, in rrcr .fte
An1TuL 111
DA )1 LLLI::ÇD
rcI;L;EI?r.
i .ttri1, 'r serviç U ir:i1u e x
a t l2cLCi
11 - uando prorictri . 1icaci. c er a
1
FI.1C
.erae ou ej.u'arça;
IV - ÇU3.XIO flo etbeleCiMfltc) eXa-CiS ativia-'
. a hiiee publica;
V - • t•-rnr 1 CU1 . i i1i e
VI - çuado o £ ci1ineAto do eztabelecimento for prej
c:
- rjuatu tenluizAc iipz ficuaaeite, toOS u rci qu.e dispoh o fisco para .>btcr o
pa:er.t:' tritAitas, p{10 'cici:. .c-
..ti'.i ae;
Viii - 'c- :i'i pei - sar ao riett das inti çe ep&idas L '
1reitura, ccet i1ta:tvtr :
1iUad cabiveis;
Ii - o 1 1rerte vist.).
iico - cia a licen. a, ro p o pr-'
príctr± J. etaLe1cinento, durante o peri o dc (tr) salvo se fr
re'-ogaa aç, ter outra :ra ineo ramo .e ativitue.
e rerovaçao ue 1i
ca ou o ato caÇ3 c 1icença berfl eo expira'. o prazo d vig&icia e
a liceziça tep ;:ri, sr tbelecijent imeiitrente iechido.
12 - tratar dc olraço -e at±iae tja
cenç.: tL:J,d ;id osa, ti c5
'-i&'cia ter%::r1ri1 tenha expirao, a
e.cploriç-: uz.;i e' i4iattiente intcrrornpiLu.
- em prejul:- ; as taLta ap1icveis o - Prefeito o
er&, -xvi o Procurador iri&ico e o Departaento ce P1nejament üetc'mimr çtae seja ccmpu1
riente fLc!ado o c5taixleciractu1 reçuisitn
0 para fini, o c..ncur ue £rça policial.
'•-. i.-1r
ci*rvLo IV
X iahio DC PJIOAItjX'o DE
cDrcIAIz, lm=mn E DE SVT
t. .l4 - hurxi. abcrturi e £echmnt para . etabe1eci
izuitriai:, ct.'cjajs e ctreg de se.rviç rio Irnic1pi, observa-
'r,ceit)3 da 1ei1aç fedcrl çu reu1a a cttz .c uraç ø e us
icde trhi' , estbe1ecio neste aplt1. .
1 ? - Par iritrja era1:
4 abextura e fecha ezit:; .i.tec j c 17:O
extfe;
Li) abertura e £echtnient': cntrc 7 e 1:CO
sbae;
- ç rci.' e a prc3taçau c viç. en, ge4 ., "lent o 1O::o
seua extct-í'eira;
b) bertur e fect a'ac
- Aos. iL'C £eri.. ;»; ciai, etaui
e 12nicipais, •D estabeleci .nt iiiutriai,c:
%e2'ciais e prezta re e zviç per inecera
£echio.
EM
- ',PC.Gar ee t.rinrite,
horrio nrr1 d ftuci :r2ent:, os e1trepat)s'
de ce vticul podex'o 3ervir a
blic u1er hura i. da n'ite.
- r:j licença er'cdal, fucin
e ta 2ectits c'ciai, tudustrial s
C tLores 1e rviç1 j r't veriticar-s& fora
c
2 io tbe1:ci:r4tj ;flX±.ti mp i:1.s e-
Fis
ipicit flt presenteii minuiço scsl—
e]. LS perturbaçes co aplicaço de .ispc itjv's silenciadQres especiais, tais rçuinas ou
eqipaments no pxierZo funcionar entre 18 e 7
horas, rios (Uas 1itei, nks-i em qualquer hora os
£cria.
t. or; ta 1ecjnen1 s que se eiçueit ts Seçui.zt e atF1daces, exciui.i
expe:iente de escritrio, observadas as disposiçe a legislaço trabalhista'
ao horri e traba1h e 4) Jescasc d' epra
j
ip 1 - e crr.k;
II - istribu1ç -e leite;
III - i :3. iiJu trLJ;
rv - e íAstríl>uiç ener:2ia e1trica;
V - serviço de stect) e :tvel e serviç
'.e esgot:s sanit.ri(:z;
VI - scrviç.. te1f iç, tele;rdic, rii.:i-te1ejr&1ico'
e r.iifus;
Vil - itriLuiç e
\iII - a jenc cmcrcia;
ix - rviç; e tran.p..rte c..letiv..;
- ancias -e passajei;
Xi - pxts de servíço e e abasteciiento e 'Ieia.l3:;
;I1 - iicinas de consertos ie cmaras e ar;
XIII - epch ) e ei rects --e trasp)rte CC r)dUt;s c
rcives;
XIV - serviço de carga c, descarga de ar1ra&ns cerealis tas,
inclusive ctiiias e iri eraii;
- titut.-s de •:i..t c asistncia;
)VI - farrcías, Lr.;aris e ii .rtri:;
-
.•VII - hospitais, casas de sa.c e postos de serviço n'&li
VIII - Jot&is, pets&s e }pe.ari;
- uerris.
Art. :iC - O h&riri «c •s íarmcia5 e
dA 7 45 22 hora., n: dias utein,;
- permitido a Larmtcia &U dreflarias ;mrzcer
iiutcrruptanenteaj>ertas ia e aite, e
'et..erea.
obrigat'ri scrviç.. Cc pIinto das Larciis
e Lro(,arias aoti domi3ïJ e s Leriaos, o pc'1
oo diurno e noturr.o, e n deis uias da seiar20 perix.o noturn), sm itcrrupço c- horario,
- Àos rinjs e Leriadus, hJrÍrio de p1at
4 _ • - cc*ieça as 7 noras a e temnaa
iesr>
- n'ante noite do dias tcis, }.iiz'trio .e 7lan
tao as horas do dia seguinteo
Lcia; e wc estiverem de 2Ianto
no dnnino, obedecerío a: horr'.ri. Lixado no presetc artigo iurante todos ias iteis .a scu
:a seuintc,
- s fricias ..r-jarias £jCAL1 bri'a:a a ixar
p1cas u eZtLere e
/S? - ; reçi obrigtri e 1anto .:edecer.
:aentc , escala Lixada p' meio de decreto o'
Pre4eito, corisu1tat ; pritris e
clas e oiaria.
- £ecadas, as 2:Icias
craoo en, co ce a'ircia, atender ao p'b1ic
a ua1uer hr Jia u da nitc.
,92 - A izaobservncia dar prescriç3e5 presntc ai-ti
o e d parrafos anteriores iplic ax4 em iailta correspondente a uz sa1.rio mlnjzno regi.nal ,
:.obrada na reicij.cia,
lc — 3e, r.io obstaxrte ai multas, persistir reiterada'
inobserv&cja das prezcriçes do presente artigo
e pai4graL:z anteriores, a 1ice2ça de
rento sei4 cassaa, sn prejul:u de ottras neiIs que se impusereri.
prescriçes relativas s £anncias e droerias
scro extensivas a 1alxrat&içe a1iscs.
Art. 17 - P.r c.aveni&cia pctblica, p:erae funcionar em
rios especiais, nodiarte 1icexa especial, os seguintes esta 1c iit.., resp03.tadas as disposiçes da legislaça:: traba1ata relativas a hrari. •e trabalho e descanso pregades.
1 - csta icei tos de j&eros a1innticius, mercearias
e supernrcacL s:
nos dias teis, Las 7:00 .s .2:C i;ras;
aos s*batios: das 7:(:0 is l2:C horas;
a;s domingos C nes Lias feriados: as 7:00 .s
12:00 horas;
II - Casas de carnes e peixarias, be cs rejistas.e
frutas, legurnes, crduras, ave: e ovis:
ias teis: ra :uo tz 1:O0 horas;
Cis i.nin s e no; íeriais: :dU is 1:cC ho
III - Casas LC banhos e .eas e csas •c '.ena: c
flores naturais e de cors:
nos dias ttcis: das 7:00 às 22:00 horas
b) nos dniugos e nos Leriados: as 7:00 ts l;Cd ho
ras.
IV — Pniíici.oras: iriau%cte, inclusive aos '
e :us £critus, as ;:OO &s 22:00
V — turantes, botequins, casa Jc pasta, bares, c
£citaria, bonboerias, sorveterias e casas de cal—
o ie carta: diariante, inclusive aos nirii e
.os £eriador, dar. 6:00 s 24:00 horas;
VI — Ca.Ls e leiteriiz: uiariamcntc, inclusive aos
e no £eria3os, dar. :00 is :00 horas;
VII — .\ncias aluquel de bicicletas e motocicletas e
Lncias de nesageixs: diariairoentep inclusive as;
:ofl.flgO5 e nOS £eria.Jos z 7:00 Le 22:oO heras;
VIII — Lesas que neçjociam cm peienos aí'te.fatcs de
ra e outr;s arti's de turistica, casa'
ue ecic cc rtic,s ut rLEicJ! ou iscs:
4 nus .ias iteis: .a ..:cc ?s c:co ras;
.x feri... : ts : C 1 : U.
horas;
1 — i3r:ir!i,, cabcicireir' e nrixites:
4 -ic itcis: s iras;
4 aos baus e .c £ILi)$ '.Z5 0:00 £)í
00:(x) horas;
<2 2er:L. us,
— )1tribLi.res (- eoies e j.:riajs ~ 'ev1star':
tcis: ;
b) : ninçjos ncz 1cri
hors;
— 0fiCin5 LiC c-crt -e vei ).o e uep'sits ie be
bicas alclica e de xefriez'ates;
a) nos dias Cteiz: hur&ri: xirnial
aos d,:ninçj e xs i'eriaJus: z ;CC' ts l2:LC
horas;
.'
F1s,1l
UI - Auto-cscc1az, diarianente, inc1uJ.ve aos 1irJ.is e
ios £er1LtJ. - , as 7:C& 24:00 }iurs;
I1I - c varejo c e xbrica cssas 1iintici;:
ias 3:0C s ].2:C;C hrc, as d.ininps e ::t
- Ch1rutjas ÇLC venI.crcr, e.xc1u5ivãnente arti part Luants, diariarentx, inclusive aos ninys
nos Lei' iados, das 7:00 s 22:00 horas.
- Exposiç&s, teatros, cintxas, circos, quern1es.es,
parques .e diversoes, auitrias se emssoras de r
rinçjues, bi1hwas, pisciru, cas ie esporte
espír tivs e 1e de r&cia: L ana
1ente inclusive ao :rinjo e n Ler ios, c '
J:0O at 1:00 hra da nuniiã seguinte;
- Clubes cíariarwntep incluivc aos
t. :os £eriado$, das 20:C0 at s 4;00 horas
euite, uio po..edo ficar c s vt&s .1rtas '
perido diurno.
VII - Casas dc 1oteri:
: dias tei: as :O0 às 2:0C horas;
os niizjs e ns £eniaos: as :CÇ s l4:J
Das.
- ancas a est.beltcincrit.'..s çue Lunci a
das 24:00 horas, as chax'utania poderio Q-'
servr o tsj:; hur&rj •:o estabc1ecjjneit:.
- o s bi... • si-j'jr' cinc1ir cozi x 4 eniau;, z estabe1ecientos e gerieros a1Lezti
cl s e os salcs e z- eir:s e cabeleirir p
.crao £uncinax' ness iaz as C:0O s 12.00 ho
ras, iepeient dC licença espccid, respeitaos dfrejt.>s assejurauos aos
itislaçc trabalhista vierite.
Fls.1
- .s bailes azsociaçes recreativas, uesportivas
cu1tuzais e ivalescar., deve.ro ser rea1ia s
detro de horario entre : 00 e 4CiO
horas da xanhi eguinte.
- LxcepcionaLnte e nediante licença especial, p'
eeru £ i ionar sn lirnitaço de hor.ri cs seirtcs cutabelecirent.is:
4 resta rantes e casas de st;
4 arcs e
c) caf& e
.:) confeitarias, sorveterias e b:.isbrtrias,
Art. ..ld - \ e ce±.sic 'e licença especial ..epende de reçuerfrni
nte'esadc, acompanhado de ded araço de que no tem etpreçjadas ou ispc de twmas que se reve.:, Ct rnci cu.e a duraço de trabalho eetio de caa turma n2k excea o limite3 e8tabe1ecies ia leislaç trabalhista vigente#
19- : licença especialiriivisi'e1, seja qual for
a &poca do ano em que tenha sido requerida e nío
sei4 concedida a estabeleci.'nto queno esteja
rtyizlarmente 1icencia para Lucir no
I. ri j normal.
- O pedido de liccça especial Seri Leito pcz nio
.e £orvlrios especiais, observadas as iwtrçes que a Prefeito baixar a respeito.
Art. 19 - Pera efeito de licença especial de Auimcrto de
cstabelecizaito de z.ais de um rno de rgcios, prevalecerá o hoi4rio cetiirOLd) pt o ramo principal, c: idera:—e eStOrlue e receita pri:icipais oo
eatabciccimert. em causa.
12- Devero ficar crnplet.nte j ldU)5, 'ü ef -
tu e licença especial, os aflexos .-'e estabeleci-
~itos cujo funcionamento nib seja perntitid. ...Lora
0 harr1a n:ral, scaque a licença especial
seta aereaLa.
- estabelecimento io pargraf o anteri ir obria o
aeociante a li-ar apenas com artigcs c.zj
periitioéi para orri n..rnl.
Art. . - estabe1ecimentr 1icecia.d ecpccificaner:t coma &Uj
tana, caf&, s)rveteria, ar.feitaria, e bboneria, poxãerá negociar apenas cora
artigos de seu prprio ramo áe cumrci, oxjtituinoe concorr&icia eesleal a
.cn.da de mercadorias da çual exista esta eeciiczt cGpecia1iado coo hoxri.
iitercntc a que lhe facultar este
1 - facultado aos bares, leitei-ias e rifica•ora;
observado o cwrQri nt_, da exig&ciao leçja, a 'eflua :e coervas, frutas,ía
rinhas, massas a1imc.ticias, caf& moldo, açicar, sa1sidias, linguiças ou sernelikutes e produtos ltcteos, pcendo esse comrciu ser exercido inc1ivr o hu
rri :;taL.ecj liceç speci1 a que tivo'cn .ireit ir e'te
- tctlta tab1odnrit .e nor alioeztici , ru hriri i ixiido par: tncionamei*o doç mesmos, a venda, em pce
na escala, mediante cumprimento Has exig&cias legais, c artigos do uso casei
ro, segundo especificaç&s estabelecidas em decreto do Prefeito, mesmo hvendu
para venda desses artigos estabelecimentos e cia1ias, c:m h':rrio diferen
te k iixa: para referiu ; estabelccinent s.
at. - hurar etabe1ccio para salues ue barbeiro-, caou
leireir e si.ilares tensi a 7C1O de uiferento iiíttureza rlcs 1 caliiados, mesmo que lhes pusc.zi. cr r aat ''a aus Uc :
h, et ;rari s
19 - Os sal3cs, r eridos ; presente rti, intl
ios no interi..:r d htjz e oc clubes piier' '
tcr o mesmo 4i'i.> de Limei •nt ;est ta
e.1ecimcntos, caso sejam para so privati..
C
Para js efeitos ;u çroí. anterior, sert cunsi
r.ao intal'L .- iatrj r 0 hotel ou 10 clu-
Fiz .116
be, 1a que ia er acezco para 1or ar- •
biic i e que estisr 13ca1i:ac) rigurosamente •
eu .eenncii irt erria esta eleciment em cu
- .i'tci .:a exirt&cii :e sal; l.caij::..t. ; i
tcrir uc hotcl ude clube, ser2& permiti.t.i apes atravs ia iitrensa u de prospectos e v:1a.
tes (ie propagaia.
t. - LrrL: :irrnal e i'uncí-;rn Cti c irrtris extriv
rt. - . hurri. .rual :e unciu,.ime'*t.; e comerci..- e exte
.rt. .24 - C eçjci ir talo'•:- - o .ntezi. :r ue e;tça rodovi
Lern c-m ïia agrcias de ew'.L'esas de transp.xte rodoviirio de passageir:
e ue casas . dive'es, p,-~ Ier~aG Anci r de•tro L.rri estabeleci
eie que te:han e nic dirti rara 1reur ;blico.
:t. - .z eztebelement' 1 cii.u-.. .z e ::erc.:.: .rticuir
rs, )beLieccro ao r'i cctante dO recpeetivo regu1asento, objeto
cret. do Prefeito.
.e ueembr a (Seis) e '
iiro, e respr1ente as festejos nattlinos e de Mu Novo, us etabeiecimen
to co rciais vare±stas paderk funcinar fora co rrio n.'mal de abertura
e fec niert.' oc dias iztcic e permanecer at s 22:Ou (vinte e ïs) ho'as, es
-. que ¶e,ia so1icít licezy›u especi1.
12 - Nus días 24 e Á de eeiibr, speras - .e 4ata1t
e Pa 1$ovo, • etfiiecïziicntos conerciaiz var-
.istas poer' ci:r 2á:CO h.'ra,
/'t. 7 - us CSt~ecinW.,Xx, que 1ieCucí<irc c.m artiq crn.-
i.tr2k funcionar, meuiu-ite lice2xa especial, at wa h.-X4 da manhi '
dia irnediat :, urnte ; tr . di s;e Lstej .s quinena que or rteceder.
F1' 11;
1 — As prerrogativas presente artiy sao oxtex;si-
\•'a!; aos estabelecimentos que obtiverem licença '
pecial para £uicionarnent prorio com artiCtlVale!C35.
- No trs dias •t carnaval, os est&li::'s fot:grf1
cos p*xiero £unciorr at 12:0C horas, inepei-'
e licença epecia1.
&;pera e ri; ia .a e n.raçio ..e finat.•., -s e.-
taeleciLtos que negociarem cot Liores nat.u'ais, cc1ras, velas e ot* r.s art ,
: prj'rios para e cemxaço, ptero Jt.nci inu' a b 1:C
independentceste •e 1iceza especial.
Art. ,2) - s estabelcdmerit que negociarem com artigos pr- '
prios para festas e festejos juzUnos, pcxiex.o funcionar até Ls .':CC) horas, i
dusive zominaos e rios, para venua Laçueles art1:s, peri .e 1 .e
. Jk1i•
art. . - Na vsper.- ro ")ia uas f<ães11 e do "Tla dos Pafr*,
estabd edcntos c•4ucrciais p.iere permanecer abertos até 22.*00
;rt, .l - . proibi•. eçr 'cad'.iaz . la.iu .0 estabelecimento comercial, sob pena de milta.
12 - No caso te rincid&ncia, alm ue ser a atlta ele
ada ao dobro, as mercadoras expostas poderao
oeL' cpulsoriamtc remwidas para dcp&ito :t
;rL.FeitUra.
- No con;titui ixfraço, a colQcaÇO monentnca '
e nercadct'ias sobre ' pei., 'urate a opera
ce3 de carga e .escarga.
- s ep&itos de matera.z &.
oestas, qanJo pu.zer ser icta a cn axrt, cver:
1 - fic;' in'isivc1 1jra.urcb1ico;
II - .r itj..a jer tete :.rcui.;aa, t.e £x':iz a
evitar recantos inacessiveis n. tcrcio;
1
LII - cr ob rvad., .un fstannt:, rn relaç; iisa
altura 3mo pilha, fdo nInL e
s ctbd'dnt/ c.rciui 1Ui..;'.
ral tste !tuii.cipio p.'ezju £cir, iariuente, zei 1iriitaço e tempo, i
epcnJetc de licença epecil.
rt. - pr4bido Eox'a horZriú rcütnttr iberturi o
dnto i'cal.i::o2 . stçuintec t::
1 - prticar cipro ver:a relativas a cinx'ci cxp1.
ri!o, ainda que a portas fechatas* ca ou sem c.ncurso de empa'eçjados, toleran. o-se aps 15 miziit
ps o har&rio de £echatict o para atender eventuai;
Ir eer qe se c.ncontrarcm i• interior •Jo etab1ecimcrt;
II - ranter bertt, entre-abertas ! 3Ímp1eJn £'ch
portas iu estabelecinnto;
III - vetar, por çitalqucr foriin a vioibilioaue do .it cri
do etbiecinto, to ect' $r fechado pox por
ta vidraa interna e pr pxt e X'ÜLC2. ret:ili
ca.
- io e iLcrui irç euintes at :
) abertura de estabd t..d mentos comerciais par
.;e serviç•; 'e liinza ou 1avaens, -
ru.to o te::' •tt -o::t; ..Lce000r.1
. ci.'rciante trbrt, unia caí:
portaz ci estibcl ed. rnto .urante o tcrap abso
tarnentenece--s~ri ziele tiver moradia c
uo 1Ispon1a oC outr reio e ctuiicaç c xi
lgradouro pb1ic
.; ;;cctçao, a p.rta £edi, .. seri; o
rkunaçao, imanç a ou baLinç...
22 - ..rante o tnp) nccesri. tr a
tabalh inici&.os aite da ha de £ec1r o
talcc1nent, ezte devera o.n'orvar.se dc e
fccha.;.
cAPtTUL) V
JX) ICIU X) cuttcio P~JIJW'L1
.rt. O eercii .h ci&rcio ambulante, por cta prupria
ou úe terccir4s, depexe ce p4via licença especial da ?rc!eittr.
1 - A licença 4 3t se rcf&re o presente arti ser
concedida ei e ridae c as pz'escnçccs
te 06digo e as da leilaç 2ical J: )tmicipi .
- A licença ser2 para exercici. de c:&ci azbulante uiea loçjradouros públic--,s ou ura 1t aros
itcesso £raxqueaeo ao pG.blico, sem Uireitu Ue es
taciint .
A 1OrÇa de v decdor asbulaLt er cozceui.1a pelaC
Pre.feitu'a, mediante: -
1 - rceuerinit coitpetente di ?i'eitura,rn
1iS cia3 ida.e, nacinaliJadc e resid&icia Lo
tcn ete;
II - 71'eSefltaç' e carteira e ae ou ue atestao
fornecidr pela entidade p4b1ica czpeteite, provar
o que o prctendete foi vacinaiu, nío sofre de
1sti cotgioa, irifcctu.-contagiue ou repujna.-
te;
III - arcstitoça' de cu:irce i.enti'adc e :e cu'tei
ra o&issional;
IV - a;oço e velc.tie seun u modelos fic.tais da PreV - er utii. io c rci.;
rieros lintIci;
VI - Lflt •a ttx.t Ica 1icci;i;
Vil eAt-. tXd correspGndcntc ao .eIcu10 1
ut i1izato.
PairaLo t'nico - O 1icenciarzento le mtnr de dc oitos
anü pc$ez4 r eit yara o exercido circio ambulante j r c.. a
terccir );.
t. .7 arnbulaite pt*' corta pr'pria ...'u
e terceir, será concedida em cartcr pe&l, intrrt Lurivel, titul ;re
ctriri e exclusivairte a quem excrcer o mitcr.
MJ
(
- A iicera vil.er apexs ; ar : excici •m ze
Lor concecia.
itrt. - A £irs especiali ve LuLtc •e seu
em vci.zloz, xIer requerer 1iceAa em nor ic 'uaraYaa ;C iül
ra c-u um e Cu-', eicul.
- cess a licença pecri b reçjistro
esrej&U s que trabalham em cada veicu].-,e
apresentaç d•s docwut exigidoz pele inciso II, do rtio 3j3 deste C&iii.
- No caso de mltas ou p.malidades apliLa io em
regada, estac serao de resp abiltaucs das '
i21W,C.
Art 9 - a 1icer»a conce:ia, c.tr:r seyuintes eleme1 - rir.. e
II - cr t_x tic' ircriç.;
III - perixi. e iicenç , rri c.iiçc eci&i
ao ecrdci o cc&rciu, 1ret'o quanto a vesti
rio e vazilhme;
IV - resid&cia uo verieor ambuiímte;
t cs:
V - ïxc, razo social i dcinaçk s.?b cuje.resp.-
Sabilidade f'tuici.rt '; e 'mrci'. ii1antc, uin
í'Dr C: a
- cri. Jt'2Jli
comerciuite Atu1ntc2.emr,c que huvcr zn
caçs flZ 'aCtflStjC irUCi4i :
c pr e1e eercid.
- e'dedor .uibu1nte 1iciciJ;:
tiver ig ') innt • 1ictç e Ct CU
tirt pr.fisinaj, a £im .e apree:tt—jos
ica1i» çL erpre 'sue lhe ftrc.i e—
xiJiy.
- t2 laite .c bi1kte e
ve usar, b -e as vcstcz,piica inicttia e sua p £isso, renvtve1 eie
tr.1 a.a1rientc, pcli,. ?efeituxa, e. Cvru '
t lejislço fi'ci
ttilj2ar
ait1:cjs qae riso perturbn ossejo pbllc.,
1provc ent jeL Prefeitura e obeuecj
't •: - ) Vene :o 1i tr
iu r cTn çue esteja excreexI> A ativLade, fica su,it. apreenï.:' '
rcaurias encottra en seu p:.er, sei prjtd.o e outr
Parg' ,'uico — í .<luç. rerca ' ias ap'ecnií
5,3 -LCtU t.k .er Ct.nc&2.4 itCL ( - '
e Cl: no a u1ta rj 1
;u't, — U est •leciiiezn t te em lt .r
er xrrajtj. uixai irteresze público e sde çue:
1 - em ru ec Lri;, fiwid proibiJ eri cniast
e praças;
TI - itzt (quin;e zetr), n iiia.,
çualquer partir cru
c s peCt1VaC vias
III - na
- Ã1& .1.s exincias o prcerte artip, n pe
rá er pertiti. estci mesi: tecrtrio:
as ierci'cz flores, £rtaz, lunt,
)escados e outros gêneros se 1hntcs, cujos r
.1. s OU uetrit,-,r,comercial eetral da cidade,
e iiiic1a pei.a Lei •ie J »23iSrnç:
a zcns de 1OC, (cxri ietros) de etabeleCirt) e nrcil cue ecie cn o j
- ccc i-e ribiç tblcci.a na a1ir2•?
t.' parr ...atrir os arnt1antcs .e pip:.
c4is, occ, aM:1. la e f'ctC3.
, - r ua striçe .z cue se reler'.: .èUz
nea . ' ..o prrafo 12deste artigo, comi,
ci Lu1aitc r.1i'a.o toc pertcx.:s ue:
) cu'navai, o s&ba .;
b) z-sti a partir 3iintafeira;
£iaUs, a atev&3per.
- As pre z'içes do parraL üntriu s cxtc.-
• •
a yaacjuer ias e 1LtSt iaucs publ2c:..
At. :' - ctaci• ri;:iet veA.iedores Leites
en, lugar pb1ic3 dependez4 sempre de pr, licença especial L:a Prfeitu
conce ida a titulo precri •..
ParáGra£o &'iic - A lica estaci.1':t:; twip ii -
rio podert ser modificada a çulquer tej:ç&, a crit&io da ?rcfeitura, snpre'
. ,• rju -. e.xigr a concniencia u)1 ica.
.rt. .4. - t . í:'iiir •.. pribiç; . y1
Fl.l23
tacioenta ternprri, ficua neste Cx1igo au detcrniraua jela Prefeitura ,
>
ficara gujeito à aprecno ..a r.iercadc,rias cncatradas em seu p:xer, seii Prede Outras sar)çoes.
Arto ;44 - ktisicoc abuixites, propagaristas e "cwelts" nc;
p:ero estacionar, res em cai4tei' tenorri , promovendo agupanentos de
pessoas na zona c erci.al central da ci(J&e Lei dc i.rbanis t
12 - <. iatratir z pre içez do presente arti
er inti.a a retirarem-se imediatriente i) local.
- Zb caso de deobe*ii&cia u dc reinciU&cia, os
iniratores ficaro sujeit a aprcenssi ej3 irf.
truatps, atari. s au rcauoriaz que estiveren em seu poder, e forrc caso, sem j*'cjuLc
-C Outras UOeS.
- liceiça para o lante a que se rei'cre o
preseLte artig ser concedida mediante a apresentaço atestado de boa conduta, forneci.
pela repartiço policial cpetcnte, aln de do
ceits ordinariarnentc cxijios.
rt. - ; rrcL..ores aibuLtutcs ie qwlquer at rc:
erao estacionar px qualquer teJÕ nas passei os dos loradauros ou e1e5 dcpusitar suas mercadaria *i recipientes em qe az condu:ez2, sob pena O ivlta
o nAnimireior' elevada ao e abro na reincid&cia.
Parj afo nico - io caso de desobedi&wia i de reincincia, as rcorit '.ro a2reedi a:;.
4U'ts - iLid.. . o; amIa1ute, f.;:b eaa e L121t0:
1 - estaciomr por qualquer twp.-j ns l.Tjr xroz
Irblicos, Lora dos locais lega].mente permissiveis;
II - iedir ou uifialtar a txnsito nos loro.buras
pCtblices;
III - transitar pelos pasci Xx .:i1.. ceCt3 JU /Utros Vr)1U4,5 :e grande. oxçeL;;
IV - reali'ar o cz&rci alante £oc í
rkLl de flancíc~itj dos estabelecimentos varcjitar do me' 2'?O salvo o jue iiga respcito
iontaçLo pblica;
V - alterar -.'u cecer —iu-tr chaa ou sua liccnVI - t' chapa alheia;
VII - ntgociar con rcadorias ntu c rceiiaz ua
licera;
VIII - utili:'ar sistca cltric... Je rliaçiu • .om r
meio de alt ofalantcc;
IX - subir ws cm m-.:.'i r:t.; j'oza ferccr ccrcadorias.
- Lio caso de rcincid&lcia na violi o das prescri
çes de inciso do resentc artigo, a iiilta cz4 elevada a dobro, a lica Sera automaticarente cassaria e as mcadorLis <n, a.
lcnte cezio apreendidas.
- t. vciedor azt.&lonte r.ao ;>o.cr r YCjU' sen
licença ou apó,5 ter 9ido cassada sua lice ,
sob pena de nita, elevada ao dobro na reinci-'
11
- -ncia, além da apreenso as rrw2rcad.r ias &con
tx*adas em seti per.
renwaço aval da licexa para o exrcIci:.-> d. e-'-
rcio ainl*ilante indcper;.oe de novo re o'imwito ia 7r'JVa ue, por sua naturea, no necessitem de renovaço.
12 - O requerimento do interessado ser& ii1isçensvel
quardo se tratar do exercicio de novo ramo .'c co
ou da venda em vello de g&eros alirni
ticio --e iagesto uned].ata ou LC verduras.
22 - E iquer cao, (.rá indispensej a aprezta
çk e novz,5 atetao de saCde ou de vista atuali
:aUO ca autoridde stra competezte na cu'-
teira de aaüéeo
Art 3G A 1icera do vendedor ambulante poderá ser cascaça a
qualquer teao pela Prefeitura, quando:
1 - o com&rcio for reali. ado sem as nececsrjas e
çes de higiene quando o seu exercicio se t ornar
prejudicial à sa&e, higiene, orden, ra1iUe ou
sossego pblico;
ambu121te for autuado no mesmo exercicjt) 'çr mais
.o tua in!raçez da 1I1C5%A naturca;
III - o ambulante fL:er Veada ob pes medida sem t(x
aferido os respectiv.)s ir3trwaentos;
IV - os .Joais casos prevLtos em lei asim o permitirem.
Art. 349 - 10 ser& permitido o comrcio aLz1ante d s scuintcs
artigs:
1 - aur..ente ou cluainwex bebi.:as alco1icas, íireta
rente ao consumidor;
II - :rOga$, )CulOs e jias;
III - trnas e iuiiçes;
IV - charutos, cigaxrz ou ctros ertios para f
mantes, iretante ao consumidor;
V - ao1ina, querosene t3u subst&icias iaflamveis ou
explosivas;
VI - carnes e vlccras,fretamente ao conum.tdr;
VII - os que ofereçam perit sa(ide e seuraia pCb1i
ca.
LI
CAPITULO VI
lu
DA & wrnz
Art, .0 - Az tr ..ç•ez c.erciaic em que iztevcrihii.-ri medidas'
ou que façam re.ferncia a resultados de medidas de qualquer natureza, devero
obedecer ao que ispe 1cis1aço etrolgica federal.
Art. Li - Az pessoas ou estabelecimentos que façam compre ou
vimia de mercadoria obrigadas, a alerte, e exame, verificaçao e aferi-'
çao dos relhos e inrtrumentos de medir por eles utilizas.
l - A a.feriçL Uever ser Leita nos pz'prios crtabe
lecim&uitos, depois de recolhida aos cofres muii
cipei a respectiva t.xa.
- ..•s aparelhos e in. trument.. utilieos p•r ambu
lantes devero ser afei'ido ei 1 c,cal íw.icado
pela PrcfeiWra.
rt. :. - A eriçi c L5i5t e na e raço os pesos e meditr.
com os padres merolçics e na apoiç:) crini oficial oa Prefeitura
nos que £ .•rem ju1a.o: lcji.
rt. d.. - d er aferidor. is pes de metal, sendo rejeite-'
os dc madeira, ped.ra, az'ila u subzt&cia equivalente,
Pa o
ragraf. nico ero igualmente rejeitados z j-os
.e pe s e idas P2e se eflcontrartm anssaLos, fados u de çualqwx
su; peitos.
Art. iL4 - Para etcit. de Lisce1i;:aç, a Prefeitura podez4,em
qualquer tempo, maxiar proceder ao exam e verificaço dos aparelhos e instru
meritos de pesar ou medir, utilizados por pessoas ou estabelecimtos a que se
refere o artij'... L1.
Gs estabeled 1to. c.iserciai ou industriais
obrijados, antes o inicio de suas atividades, a sutzneter a aferíço apare
lhos inst tntus .e medir -Ju resar, a serem utilizaLLos em suas trsaçes
comerciais,
cAPtTtTLc VII
F'uncionaIer2to de Cana5, e Lcais de
4vcrtjment.:s blics
SEÇIC 1
)ispositivos Prel irniit res
O Luncionamento de casas e locais de divertintnt.s p
blic.s pende dc licença prir a I'reIcturi.
l -Inclue'se 4s cxi ncias di prccnte arti..:
1 - tcatro e cJas
II círcs dC pan e parques e d1vse;
III - itri de jas de r&io e de teleisø;
IV - sale9 de coutez4nciic e saltes de bailes;
V - pavilh6ez e Leiras particulares;
Vi - esttdios t inzius esportivos, campos iu
de cspertcs e piscinas;
VII - clubes noturnos e de 4verses;
VIII - quaisquer outros locais de divertimextos públicos.
- Para a corcesso dc licença, davtz4 ser Leito
requerimento ao Prefeito.
- O r x'imentodeveri ser intruido a priva
J tcem sido satisfcitas as exig&cias leçjai'
relativas a con.truç7io, segurança, higienel corxiidade e con"fortj da casa ou local diverti
mentes pCtblicus.
- cnhuna licença d funcionamento de alqucr c
p&cie de divertiment; pb1ico, em ambiente fecha.io ou ao ar livre cr concedida oe .ie o
pretendente faça:
/
a) a esentaç de lauuo de vistoria t&rnica,az
sinado por dois pr'o.L'issiunais lealmente habili
Fl.l
tos, (Ltfl;T.t C.)fldiÇ1CS CIO seJurança, higiee, ezodj.dade e cnorto, bem co ao funciona
r.to normal de aparelh.s e rnotores, se L' o
cano;
b) prova de px4via inspeçao nu local e des aparelhos e motores, pela Prefeitura, com a pArticipaço dos protizsionajs que írrmceram o lauo dc vistoria taiica;
-c çuitçL triIit nuiciai, '
quao se tratar de atividade de cax4ter provi1
prova e pagamento de d.reitos autorio'e
pre que ccber e na forma da leislaçao federal
pertinente.
- No caso de atividade de caz4ter &d, o ai
de funcio nto sex4 exped.ido a t1tui. '
prec&rio e valera s)1Knte para o peri odo nele •
determjnad o.
- No caso de atividade de cax4ter permaiente, o
aiv4x4 de £ cionamentu sex4 definitivo, m
ma Lixada para estabelecimentot c.:rncrciai cEi
7cra1.
7 9 * o aivar de funcionamento contarL:
) n da pessoa *a ii tituiço respoxvel,
ia pz'oprietria pronotora;
fins a que e iestin;
local;
:.) 1otaço m2txima £.xada;
e) cxincias que se £iereEi necessriio para
£Uncionento do ivertLçiento ct causa;
r) data da cxp&içi e pra:o de sxa vi&cia.
.xt. - 1quç:r :ao .x 1 c1 e .iivertjniertio pt]ics
oio proibia a1tcraçes 1100 projrnao atias e mcxIlif icaçZQ s ios horri3s.
1V - As prescriçes CO presente trtio s ectensivas
As competiçes esportivas em que zc exija paaent0 de eiraas.
- onte sero rmiti.!as alteracs rios pr raris non (UaO forem deteriainadas
antes de iniciada a veala .c inçr
- i caoo a que se refere o par&jrafo anteri' aeser, •.:briatoriaentc, afixado aviso ao public,), nas bii.heterias, em caractere bem is1-'
Art, - o jnjressos s podr cr vc:Lid)s ;reç O.1Wl
cia e em xi -'r.; crres*iJentc i 1oto a e.a:a 'u 1octl dc divcrtiment-s '
pi'ibl icos.
r&graf ioico - Lta:.:' : recint,s pxieri ocr ver.—
&!id izressos para £uxzes ou espetculos imodiatanxite seguintes, advertintio-se ao público por ei. de aviso afixado ii bem vicivel do estabdecinento, de prefez'&icia na bilhetcri.a.
C; tc'.ia casa e ].cal dc diverti3tcntos pib1icus 5 ro
x'o.;' .o 1ujares s s autoridadef. ?oliciai e rinicipais cicarreaas a
Art. i60 - Nas casas s iverseo p*b1icas e nos oa1es em Çae
se rca1izm festivais, ou reun.ies, tanto os destinad ao pCtblico em geral come a sociedade, e obrigatca'ia a c>1ocaçao de cartas cc, 3unto a cada acesso e
interramente em 1a1 bem visivel, indicando a 1otaço :txima Lixada rela Prefeitira para seu funcinar>nto, tend: omvita a eGurar;a blico.
- L. e rta:c crL ux' ressoo oz caractere
c £orm, bcri le'iveiz, cçm altura n inieri:r
a 0,06m (seis cent6etros), poenJo-se substitui
-los por letreiras nas paredes, uesde que obser-.
vadas as ismas exiiiciaz.
falta de ompr imertto das presiçes do pre-'
sente artiu e do parraf o anterior de-nina
a licença dC £ •ionaiemto para o lo
cal por )C (trinta) dias, elevadas para
\eita) iias, na rcíncid&icia.
- o cas e terceira infraç2o, a licença de
cionanento será uc!init i arte cas sada.
.rt. Q - s con çcs minintas de ejurça, hi9iene, conaxLidae con.ftrtu das casas e locais de divertis.entos pblic ievero <3er -,erí~-
e obri9atorbjnente, inspeci ladas pela Prefeitura.
1 - oi. zoi .ade om O result ad,o da inzpeço, o
rio da Preft:itra poder cxiir:
a) aPrezentação de l.tudc oe vitorii tcnica
LX'C a ejurara e a estabili de do edificio
iaS respectivas insta1açes, tssinado p.r dois '
protionais leja]Jnente habilitados;
a re liaçtD ue obras ou de .utras pr
das consi'icrauas erio.
* Nt-. case tto_inc.to as ex.incias da Pre
feitura, ser01 & impedida a contim.zaço co funciona
d ectabe1cciircnt).
Art. d2 - os cspons&veis pelo ft cionamento e ciiIas, toatros
itrios, salas ç1e conferncias, casas de d veres noturnas, sales de espor
, sa13es de bailes e outros locais cLQ diverses ou onde se re6a gride niÀ
4ro ce ressoas, ficam otjados a apresentar arivalnnte t Preicitura laudo de
vjstoria t&mica, referente a segurança e eztabilJade do edificio e das reivas in. talaçes, assinado por dois ençenheir .s ou arquitetos, x'egistra.h s
inica1ii.je.
12 - obricatri corstar do laudo de vistoria tcni
ca, que o est lecimento cui(a)sasnte ixv pec!
e achados perfeitamente c: rvad.:s seu 1
e1crent czvtrutivos, cm especial a estrutura,
o PI!,os e a cberturt, bet c^ as rcpectiva 1
intaçe;, tc.'ii vi•:ta a utiiizçio do
, 2 - facultado Prefeitura exij ir a apresentaço e
e plantas, cortes, detalhes e c&lculos que jutiFiqua o lauco apres nt , bem como provas de
resist&cia ce ateriai.
- s laudos de vizturia t&nica deierao ser apre-'
Prefeitura di.zrantc o s de deebrot
`e cada ano, instrtiin.Io recieririent:: para efeito
dc licença do estabelecnto no ano sejuinte.
42 - No caso úa no apresentaço do laudo de v.Lstorja
t&tica ou fllo ):)rVflta CO tatados defeitos ou Uefici&cias a PreL itur'a poei4 cas-
;ar i djatonet a licença de ftnciomnto e
interditar lcal a diverses, se for o caso ,
sen prejuL o .. penalidades calvcis aos prof is
ionais que ten iam ccsinad o referido lau1.
-
o' laud .i'v1tjria tecaica aptar mdicis de de.fici&icia na estrutura ou nas il2ztai.açes, a licca ser& cassada e o local interdit
ou ate serem 5,viadas as causa:.e 1jc.
J')s Cinexao, Teatros e
Art. - C:0 cineia, teatros e ditrios, ir lusiveo estabe
lccimcits dcstinao a o'utr:s espeta1lDs pG.blie e ambiente £echao, teverau:
1 - ter sempre :. pintura intcrui e externa &i Lx as coniçes;
II - CerVLU', permancntetente, a a 1htem ee refrixaço ou de renovaç de ai em perfcit est&b de
i'uflcion iento;
1
III - ter ir talaçL e extintores qulmicos denciomf
rieflt cUtZtiC) Cum) proteço curitra i&1i•o; 1
IV - !)1iflte1 aZ ü1Z e etrit e a de peticuloZ ri
rOsamte asseadas;
- assegurar rigoroso asseio nos nict&ios e vasos s
r.itriaZ, Ievand.o»os e desinfetando'os diariit4;
VI - reali::ar aspersao sesanal de emulsão azosa t bas
(cinco por cento) de )...T. nos recintos de -
ti. - a..i blicu e aor. artictas, .nc1ui1Jo a tu' a
cozipleta do pis., as poltrors, cortinas e tapete ,
estende»dc»a pa onde for necessrio, para c,)rnbitgx
insetos do ç&iero sifanpteros;
VII - manter cortinas e tapetcs g:n bom ecta de
çao.
- ) no ci 'it :as exi ge &ciaZ
incisos do presente artigo suje ita o iií
is penalidades previstas neste C&iig.
- A emulso aquosa, referida no inciso VI do pre
te artigo, dcvex4 ser preparada a partir de pr
dutoz que contenham ).YI' e produzam uia a
- Na asperso ue que trata o inciso VI du prccne
artigo, dever•: ser utilizados, 02t- (vinte 4e
tinetros cúbicos) da esalso pr metro ua .ra 4*
da tu'ea total cr asergida.
42 - A asperso snal sez4 realiLoda, 'brigatia4'
mente, na presença de ft ciontu'ios especíalnen4C
designados pela Prefeitura para esse fim.
- Caso julgue necessz'io, ) encarzegad da Li
'aço nu.uiicipal podertt retirar amostra da cmlo
rnca superior a wn 1ito, a fim de que a
tura mande verificar, em laborat&io coiiç tet4
se a soluç.o Coflt&u DLIr na oose exigida.
, íetuada a aspers.o e considerada satiatria
cncarreado da Lscalizaçc nvnicipa2. Lever&
ntar a data e &px a sua assinatura n &adro •
forzcido pela Prefeitura, destinado a crvir de
prova da fiel exeaç'o do serviç'.
Os cine, teatros, a 1itrics e Ueiais casas •.e ¼.i1
vers3es blic, Cevero ainoa:
1 - tc beberz aut ticos Le i1tr a;
II - ser lotados e aparlhaient. aeCztic arz c
.ie UrGcrIcILt a azitentes;
III - uantcr as cadoiras bem ajustada.s ao sc1 c
.:as em p~r;,ys çue ;eritam a livre salea as pes
soas;
1V - ter O CXCUX'; a !er seii; pelo pblico para a
saIda ua sala de espetcul, i&icaÀ) obrigatoriatente por meio de setas de cn vernelha;
V - ter as portas de salda enciiadas com a palavra "SAi
J/", em cor vermelha, legivel ?i uistncia e 1ttinsa quando se apaguem as luzes da sala de espctculos
44 VI - ter as portas de salda c' as tolhas abrindo para '
Lora, no sentido do escoamento das salas;
VII - ter portas tovixaentadas por dobradiças de ia1o,scnÀ.,.1 roibiis frçi:' dc qualquer espciei
VIII - ter portas para tc ro u•e crerg&cia.
1 - As portas corrediças verticais pu eriio ser perrn4
tidas, desde que perineçam suspensas durante o
temU)O .iC Luuci w:it: do cspet&ulo, ser10 proi
biclas as rLontaL,
- O obiliirio das casas de diversZes iblicas dcvera ser w,1 pereft .:otai.oe conservaço.
lr.l.4
- -)uraritc os intervalos, a iiutinaçio .a sala e
tpet&,.zlos devev er u.ficientc para o pbico
1r ' *oçjraia.
, 4 — persitia transiço brusca e iluminaço '
nos intervalos e no fim dos capeúcuis, deve10
hxer g?a.açZes inte ci2&rias de i1uminaço pra accxLaço visual.
- Nas passaenz, ccrDedoros, p&ti , rez, salas'
mra, vet1bu1os de entraa ou qualqr outro coWartImmto que sirva em cas de rcessi.
de, para escoamento 24pido do pCblico, no sea'ao
peridtidos balces, mo8tuirios, bilheteras, n
veis # pianos, orquestras, estraao, barreiras ,
correntes ou qualquer outro obtculo que redu:a
a ljwa til ou constitua ernbaraçc a livre es
cjito do público.
- Tx1as as pz'ecauçes recr ias para e i tar jI
c&Jios ievero ser tomadas, sd briat'ia a
exist&icia de aparelhos apropriados rn 1cais v ,
'i.eis e •e .acil acess.
Art. - 7.m cinema, teatro, audit'r lo e quaisquer outros
tLZ e divertLiicrt :' I'zblicos, no é permitido:
1 - Lunar na sala ue cspeteul m.. .urnte os int
11 - assistir a cualquc -.::tatl -e chau na cabeça.
i'raEo 1nico — Nas salas de iiçe cinatojr&fiproibird a inatalaç e cadeiras ro ruraeradas.
Art. dd - ios cinenas, ;.ir existir, en epito, n... pr —
)riO recinto nem X)O c rtiizet.tos anexos, rai v iU.: .0 peliculas Cue
o necessrias *ra as edbiç3es do dia.
Pa4çjraf o único - As 7c11culas .everí Licar ocnpre cn
c3t..js met&licos, her'.cticannte fedos, crido ser abertos p&r mais •
p0
4
tempo quç
Art .C7 - ro.jc..çi. íile u .ie iispitiv :e propajanda
cercial de produtos u raws de negcios de qualquer natureza, de proganda
p•)litiCa ou 10 ÇU4iÇuer azociaçes tcu jrnios esportivos, sejam 3U no beneficentes, s feita entro das normas ect.abelecidas pelo overno £eC.Cral pa ra a eSpC±C, a1r :'e prvi) paaent tios tzi*tQz Levios ao ?t2ni.cipi).
..'us Clubes Xbturnos e .ztr !tab<lecinot
(LO )ivers?e!
xt. .LG - Na 1.C411. aç.o clube uuturn e .ie outr. stblccirnt.s de diveres, a Prefeitura terá spre em ví2ta ego e o ecord
ptbl ic..
4 l - clubes juiJt 1 e outrs esteIedsit e'
iver
0.
s3es sero obrigatoriamite cali7aJo e
talados de nwira que a vizinIarza fique defendida de ru1 z de qMalquer nat"reza.
- :i e ,t elcciiort reter ido no presen. art
,'e poder ser instalado a nos de OO,O( (quirJentos Itro), de ecola, topitai. e tcrpl..
religjcz.
:x't • - di) ifl'talf clubes noturnos ee diverrZcs em
.ios onde existam rei:.cja,
Art. - :z clubes e outros esta ecíznt's <
verses & obriat&io, no que for aplictivei, a obcrv&icia os requisitcs £íx
dos neste c&ip para cineiaiz e audit&'ios, quanto s condiçes de sc-guraia ,
higiene, codid:de e corZto,
rarjras. r4.ic? - uaiçer estaI>elccjM.nto ztcioni u
no presei.te rtig. será SUA licerça d funcionamcnto casado pola Prefeitura
SC turflar i .'CdVO .)X'tLCI!t ao ecro o ao se'o pb1ico.
o ris O2ti (tI .rc tD
-d ap w, ecuTo D' .ZPt! 'Xt v - t
P x'e.mL3 ') O!W3TjTt nd I!T3Pn! TUTW õt.xo
zVtadwr3 cp nd .xod tZ t.t t' pUdp 1?t *?3t3 S O6 At 7 Dflbrnd op
no OQXp cp ot zrtmj rxxt O J3tO3 ? 4op zu-t c'rad tflcw
? T°J P 'tPJZ! V13cl ony - L/; •:rk'
r.)Joxd àp p•Tx2 izia
scrp -
lIA
t S O'.XOiZ Op o&'rt o Jqxr4x (U - Lt
) p-czc •2
,T'I etd C.PT3I :si S0 rx&z 3dS3J
n?d Z,4U3ai ar, 0"u OTZ O xxsqo - Á
SU(JZ23np S O
—zJ p S3 CW9tt Ot
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L(scxaw x) UkY)')9 r' sotZ T? pupz
pO opurd om, I (o cotrco) p oirttrrti
o5do CIOCI wnbtn'Lb zr -
tP?TZ.td rw
tj cu.c c2u c3flq sc,rnon
ot t! aTcbtttO t O TTL'Dot - II
1jd ) Tu).w U
V?J • JPtZB A W SOtt23Ot
opnba OUOZG U U n nxz 2P?ttTtas - 1
- o .: TD " o 0E5 Tflct 'r - 1L •r
O 'iJi O or
AI o
EI
FI
?cri'r a 90 (wventa)
A licença e E inanento po::.er ';er revaa
pro.. rudmD cLe 90 (nveata) dias, desde
que o circo ou o parque de diverses no tenhans
apresentado inconvenncia para a viinhaxa ou
para a coletividade e ap& a nocessiaria vistorLa.
— Ao conceder a liceta, a Prefeitwa estaJ1ecer
as restriçes que julgar convenientes a04 maruteiço d ordn e da rtra1iaie d0 i'etinents e
ao soeseo piblico.
, 4 — Cada m&, os circos e os parques de divers es
£uina3ento devcro ser vistorad.. relo rgo
cc*ipette da ?refeitura.
g — Em nm~ hiptese, o Lu cinaiient o de circ.s •
ou dc parques de diversoes podera projudicar o
interesse p(.blico nem suas ins talaçcs p.xierio '
cixar de o recer suliclente seJtzu'a . frequcutaLur., t. :;(Uriteo Vi ifl•2.Ç1.
circos e osparques de Uiverses ajo Enaiiento
Lor superior a £0 (sessenta) ias, devero possuir instalaçes sanitiarias irJ4
pendentes para hcinens e na1hcre, ia prporço rnlnima de um vazo sanitiario eum
lavat&'io para ca roo (dirento) espectad:rcs, cozputaa a lotaçi sinima a
X'a cada seo.
?arjra.fo Únic) - a cc*iztraço das ins tala sanitiarias a que se ro.fcr o presente artigo seria permitido > enpr..,de iadcira e
outros materiais em placas, com barra impermcabiiaa at a utur& mlniza uC
(huin metro e cinçuenta centimetros)
liso, resistente e imper,iavel.
.rt. .74 — J ixtalaçes dos parques de divcr3es no po ere '
7 ser alteradas ou acrescidas de rvos naquinismos m aparelhos cstinado'-a umbarrju(Is ou transportes de pessoas, sem pz4via licença c
Partz'af tflíC., — Oz i inisnos :*: apax'eihos a que se
refere o presente arti s7. pouerio entrar em funcianament i ap zcrem vistori
ados pelos rjos competente a Prefeitura.
.e circv e a rea de parçie de divc
ses dcver ser, íam, :oti1ao m pernanente estak de ].iie:a
1ij je..
Irrfrj) fjrLjc - C Iix.: crreu.e do £uncinannto
circo ou porque de diVere5, deveria ser leta%uo em recipientes chados.
Axt. .76 ua.L -o zccritc d circo ou oe parque de dierse
oiatria a limpe t:Ja a rea oapada pelo mesmo, ircluindo a deinIiço das rcoectivos iitali< trias.
rt. .I/ - Far cdit .-.este . teatros de tipo pi.rttil
e ..Iesxont&vcl sero equipar&ü4Ds aos circc".
idt.r&fjrai:. jico - . J.o a c- tbeloci.ias pu'a
os circc, a Prefeitura p'xiei4 exigir as que julgar necessria . sejuronçi e
ao c'.Corto oe cs7ectaL.orcs drtitaz ase tip tetrí.
c;d4ruLd viii
fl LiZALIZ44O E DO Meio~= LE
i
Art. O73 - h locali o o ftui. ..cnto c bancas de e
wi. loura.. :'.1icos C'1Lc .e iicer* rvia da Prefeiftra,
lí' lícença se.r exrei,Lda a titulo prectrio era norequerente, podcio a Pre.feitura terinirdtr
a qualquer teT)o, a reraoçao ou a suspenso da
Laca IiCC.1c1..,.
- J tatacte c .ai o requriraent ;, o interessado evera apresentar:
atestado de b:-at-cedeuteseu E olh-corr j
da expedida pela enti ie piblica competente;
"croçuis" cotado do lca1, i duas vias, E iu
raido a laliço da bica;
YwLE
Fl
c) docjnlento de jdenti:ade profjsjnal.
- casD de rernoço a licença da ba»ca o
rgado dever& apresertar prova de 1icenciaimto
'ra exercido aziterlor e o c provte de çui
.io orntr ibu içt.; sLzidical,
- uc ciazaet.' C 'r lLrite rova
e
- Caia ter ura chapa iJcntiricaço
caoa para ?refeit.ru, coiten..o a oriem de licencia4'nt o.
Art. .7i - .o cic'i:ri •.e banca de jrnais t reviítaz
obrigado, no ato da c icezso da 1iacna, a se comprometer, por esito, a de
p4ra pont indicad) pela 1ta.citw'a.
xt. - i cjj) de banca z.c ornajc t revistas obriça a:
1 - manter a baflca ei bri ct de conservaço;
11 - Conservar cm 1a; a ;ndiçoes de asseio a irea utiliz.:
III - flO recusaz a expor vo j.r-ai Ji.L'i.' & vi
tas aci:'tais que lhes frrem consignac.as;
V - tratdr o ptbliCo cn urbanidak;
- nãO par pseio, iiros e ?arec, com expsiç..'
Lu ZaI
GUAIMS D1 vEt..
.rt. l - J ~ llí. --e Iocai :ara estac onrent: e .rta
e veiaa-s d -.eie e licença rivi- ia Vieitu'a, ccedida enpre a titu
1) predri.
- A tc•c'ç. rc:-.criia no presente artigo ser
FAM
: C •k;: '.e
te C&ig. e da 1ei51aç3 Zica1 znici'i
C — lccnça cvcr cr r;. za i?ente.
-
-
rcpc.gve1 pt1' lic ciment , b teriu :e ctrwíxi_;o, a mant-1
- -:-:t ;
ta e sala de escrítóri e nitri com vtrí
';ervadas a rea riiniznas eotbe1ecias re L C 1
de Edilicaçes Xztalaçc piri s rcfcri '
c'artjmcnt.4, bcr cn rec:; í'ixa :-;
IV - Col iii flt i)C.1]. ii icçi.:
euaiaziente itua, observa*!oe a. prezcriç
. Lei de Urbanismo e,
:i- - .t: -
er cxerci L) raw,
.taci(*w1to e gu e -.ii
( á c - vnent) e uaz'Ua de vici1u pdera ser cast
a qa1ter raczlt-, n: teri-s U- que
te C&jo zubre a cassaç ..e 1icenç e j..>c,.llizagão e furici :;tt• .c - td3. tc.rvrt
li—
Iitflt FI.:T;
I)C vtctrr;-T
ls.l4l
iirt, L3 - C) funcionomento de oficinas de c:.,nsertos ce
veis e caminhes será permitido quaio possuirem depexul&ncias e área suficiente para o recolhintent dos veicu]os.
CAPITULO XX
DO AR1IAZEI.INTO, CO2RCIO, ?PQTE
d MFREGO DE INPLAMVEIS E EXPLOSIYO6
CÇ) 1
Disposiçes Prelimim res
409 Art. 324 - No interesse pblico, a Preíitura realizax4 o arize
namento, comrcio, transprte e emprego de inflamveis e explosivos.
Consideram-se inflamveis:
1 - algodo;
II - o fsforo e materiais fosforados;
III - gasolina e demais derivabs de petrleo;
IV - teres, &Lcoois, aguardente e leos em geral;
V - carburetos, alcatro e matarias betuminusas liquidas
VI - uaJ.çuer utra subtricia aã jo ponto de ia.flamabili
J.ade seja acima de 1350C (cento e triit a e cinco '
graus cent Igrados).
Ax't. 386 - Çonsideram-.seexplosivos:
1 - fogos de artifIcio;
II - nitroglicerina, seus ciap-tos tcrivacb s;
III - plvora e algodo p"lvura;
IV - tspletas e estupins;
V - fulminantes, cloratus, formiatos e cong&rcs;
VI - cartuches de guerra, caça e minas.
IM
rt. :7 - f proibido:
1 - taicar explosivos sem 1 cença especial e em local
no deteminado pela Prefeitura, obsevadas ainda
as exigncias da legislaço federal vigente;
o
II - mant'i' depsito de substncias inflamáveis ou de ex
plosivos sem atender às exigncias legais quanto
construç e segurança;
111 - depositar u coriervar nos lcjradouros pblic't,ines
*0 provisoriamente, intlamveis ou explosivos.
12- Para Lncionmezito de £&brica de tintas e de
qualquer utra que empree inflamveis na produ
obrigatria a oncesso de licesiça :specia.l da Prefeitura, que Lixe as qualides pernitidas, consideradas as necessi.LtJes ua iziistria,
sua l.calizaço e irrtalaçes,
- Aos varej ista * rmit ido conservar, es Cmodos
apropriados, em arwaz.ns ou lojas, a quantidade'
Lixada pela Prefeitura, na resctiva licerça,de
material ixiflamvel ou explosivo qu no ultra-'
passar a venda provZivel de 15 (qujme) dias, obO. servadas as prescriçTes da legislaço federal em
vigor.
L - Os foueteiras e explorauores de pedreiras podero manter depsitos de explosivos correspondentes ao consumo de o (trinta) dias, desde que os
dep)gjtos estejam localizados a uma distancia ml
alma de 250,0Cm (duzentos e cinquenta metros )s
loçradtr pi'iblicos.
- e as distancias a que se refere o par&graL anterir firem superiores a 5009 00m (quizaentos me
tros),e permitido o dsito de maior quantidae de explosivos.
:;içZo II
L)o Amazenane3to de lnflamveis e Explosivos
Art. .88 - Os depsitos de inflaraveis e explz ivos sero anstruLos em locais determirados pela Lei de Urbanismo e Loneamento e ecrA licença especial da Prefeitura.
ara9ra,f:) (Jnico - Para a construç3o de depsit:6 de ine explsi'.s, sero observadas as prescriçes do C&lig de Edifica-'
çes e Instalaçes e da Lei de Urbanismo e oneamento.
Art. L9 - As ixtalaçes de arnazeramento de iflam&vei devero
1 - ter u'ea ocupada pelas instalaçes isolada de acesso de pessoas e animais;
II - ter encanamentos de coesznicaço com tanques provi-'
à
o os de vlvulas de retençio, a fim de evitar derrament no caso rutura ua canallzaço.
III - ter tubulaço de passagem do roduti submetIdo
prova de presso, de acordo con, a natureza desse '
proto;
Iv - nZo ter iZEtalaçes eltricas com cabos are•os pr.-
xiwJ5 de tanques;
V - ter postes telefnicos e eltricoz localizados de
forma a no atinj irem tanques e outras um talaç3es'
metlicas, no caso de rutura ou de queda de cabos e
fios;
Vi - ter os parques de armazenaznentj, instalaçes de &-'
gua e de extintores qulmicos para combate e ifl)_
dios, proporcionais à capacidade dos depsitos e '
Leitas de forma a poderem funcionar contimiamente '
turante os primeiros vintes mina.tos, irIdependte_
mente do emprego de bombas ou de renovaç.o de cargas
.e inçred lentes;
VII - ser s parques, providos de caminhos que faciljtem'
o acesso I. e equipamentos p.irtateis contra incndios
e .otad de eficiente sistema de alarme.
- ds tanques que tiverem de rnazenar petrleo bru
to, 6leo conibust1v1 ou asfalto liquido, devero
ser devidamente protegidos por um dique apropria
co, formando um bacia de proteço com capacidaue no minimo, igual ao volume do tanque ou so
ina ds v lumes dos tanques cir andados pelo refe
rido dique.
2 - anio no s€. desti narem ao armazennto de petrleo bruto, leo combustivel ou asfalto liquido, as tanques deverao ser circundados por diques
miroe de sustentaço ou outro meio que impeça a
.escarga do liquido armazenado sobre outras propr iedades, no caso de rutura de tanques ou tubulaçes, f1can delimitada urna bacia de proteço
.e capacidade igual t ;os tanques a serem proteios pela mesma.
2 - 4 ~05 ou diques exigidos Pelos *r&grit.f os anteriores poderio ser de terra ou de alvenaria,
construldos de forma a .ferecer proteçío acequaa.
42 - Os tanques destinados ao armazenamento de leo •
lubrificante no necessitam de bacia de proteço.
- A bacia de proteça: caos tanques que se destinam'
ao arzenamento de petrleo bruto, óleo combustivel ou asfalto liquido deveú ser isolada da '
bacia relativa a ar azcnament dos demais derivados de petrle'.
- No caso de um (anico tarque, a bacia de protcço
.ever4 ter capacidade igual desse tanque.
rrt. 39C * uaxo for necessri-,evitar fi.utuaço de tanques de
inflamveis, estes devero ficar adequadamente ancorados Ju firmabs com 3fl_
CM
y
1 s .14 .
tra pesos.
Art • 91 - Para qualquer tipo '.íe tanque de diapas de aç, impermeie1 aos gases$ a ditncia de costa no evez4 ser inferior à
tade da maior dinenso do tai*e menor nem inferior a 1900 m (huia metro).
- No caso Ue tanque de capacidade inferior a 66.000
1 (sessenta e oito mil litros), a distancia fixa
a no preselte artig nt2eç.ssit?x exceder a
19 00 m (hum metro).
- Para tanque c• as caracterlsticas referidas no
presente artigo e no rujrafo anterior, a
tncia minima entre ele e os limites de r oJziedades vizinhas que tivem de ser edificadas, de
pende do produto nele armazenado e dos tipos das
edificaçes.
- No caso le i;a:.: jiento de produtos refinados •
le petrleo ou de outros liçuidos inf1amve.s
no tendentes e transbordar p'r efeito de ebuliço turbilhonar, a dist&icia referida no pal4gra
Lo anterior devera ser, no minimo, igual a uma $
vez e meia a mair dimenso d tanque, no neces
sitando ultrapassar de 50,COm (cinuenta metrs).
- e o armazez1nto for de 1e•o cibustive1, asfalto liquido ou petr1eo bruto, tendentes a '
transbordar pr efeito dC ebuliçZo turbilhonar ,
a oistncia referida no pax4graf o 2e do presete
artigo devera ser no ml.nimo igual a tr&3 veies a
maior dimex.o do tanque, no podenoo ser mi et
nor a 69 0Cm (seis metros), nem precisancio exceder de 1009 00m (cem itetros).
Art. o92 - Os tanques usados para armazenamento de liquidos j_•
f1a o mveis em geral Uevero ter, sob qualquer forma, meios de avaliar excesso •
oe presso interna resultante do rescaldo provocado pelo fogo nas ciro.invizi-'
nhanças OU por Outros tipos de sinistros.
1* — A esu1ba de pressio intern4 e d. meiu a ser ut
li ado para aiivjo das presses excessivas ficao
rã a cargo do pr:jetista cb tanque ou do pr'prie
tario deste.
22 — thsa capacidade de alivio de cmerg&icia de 11.610
iw/hora (csze mil, seiscentos e dez metros dzbics por hora), para as çs-esss internas excessi.
vas épo mxino necessrio para qualquer tanque ,
sem considerar as suas dimenses.
Art. 393 — Os depsitos de i.nflamveis gasosos devero ter
resistncias testadas em prova de resistncia a presso, a ser realiza.a na •
presença de engenheiros da Prefeitura, especialmente designados.
1' — Seja qual for o tipo de depito de inflamtvi.s'
gasosos, obrigat&'io que etjam 1iaoo, ele-'
tricente a4 terra.
01 , 2 — Todo depisito de iiit1amiveis gasosos devero ser
protegido contra a aç.o de agentes atntosf&rico.s,
por meio de camadas de tinta apropriada para esse Fim.
— d :iepsitos prvids de sistema pO rprio e espedai de proteço e extinço de inc&idios deverZo
distar das divisas do terreno e uns cbe outros ,
no minino urna vez e meia a sua maior dimenso ,
ainda que o imvel seja do mesmo propvietrio.
4 — £m re1aço à divisa confinante com o logradourj
pCiblico, ser suficiente a distnda cx,rrespoz _
di te a ta vez a maior di~Zo do dep&ito,tcs
de que esta no seja inferior ao rea.o minimo 'ie
terminado para as edificaç3es no referido 1oraour, nem a ,OC»n (trinta e cinco metros).
NeÂ,n outro material sera permitido no terrøo dentrJ
da distncja ce ,OCn (trs metros) de qualquer tanque de inL1amveis que te-a
nha sua base diretamente apoiada sobre a superficie do terreno.
1l
rt, 39 - Será evitado material e t'ivel flO terreno a meos1
- e lo,xm (dez metros) ue uist&cia de qualquer depsito de inflamveis ou explosivs.
Art. 9G - Nos dtpsits de infimveis e explosivos deveio ser
pintaas de forma bem vislvel as expresses I1PLANÂVEI3" ou "EXI'LOSIVOd" -
14
CONOCVE FOCO
Pargra.f o finico - Em locais visiveis devero ser coloca
os tabuletas ou cartt.'es em çue se afirme: " FZOIJ3IX) FUWR".
Art. 97 - Em todo depsito, posto e abastecimento de velculos,
arinazm a graiiel ou qualquer outro imve1 onde existir armazenament o de izf laOU explosivos, devez4o existir instalaçes contra in&Iios e extinto-'
res portteis de incndios, em quantidade e diposiço convenientes, e raantido
em perfeito estak de funciaento.
/rt. . - k.'s uep&sitos de ir'lamveis expi osivos vedado o
USO de qualquer tipo ou quali: ade de aparelhos de aquecimento ou de iluminaç3o
que utilizem liquidos inflamveis considerados perigosos à vida ou à proprieda
de.
Axt. 399 - Nenhum )iquido iflamvel polez4 ser ar aeado a dis
tncia interior a 590C (cinc metros) de qualquer escada, elevaoor ou salda, a
menos que esteja em recipiente e1ado ou espaço reservado e cua separao re-1
s ist ente ao fogo.
Art. 40d - N'is locais e forem uardaos, usados ou masea..os
liquidos inflam&vei uever.o existir absorventes incoigustiveis, ccmo areia e
cinza, juntainte cm balces ou ps, al&m de extintores quimicos ou outros apa
relhos de extinço em <pantidade suficiente.
Axt. 401 - Os barris e tambores contendo ilçuidos inflamveis e
arma;enc.o fora Ue edificios no sero empilhados ncra cl.ic . em passaeno'
ou abaixo de qualquer janela.
Parigraf o 1nico áreas de orm zenamento referidas'
ro presente artigo no sero permitidas luzes u'e chamas exprtas.
Art. 4O - taxbores ou barris para liquios iuf1anivei s deve-
Fi
r ter bujec ou tampas reeolocadas imediatamente aps serem os nesuios
ziados.
Art • 403 - ft proibiuo 1~ e acender ou manter Logos ns ampa
timentos ou partes de edil lcios onde e,dstfrem liquidos ixflamveis ou recipientes abertos ou em que eteja* os mesmos sendo empregados,
Art. 404 - Os ll3Lidos inflainveis n.o podezio ser retirados rern
nuscaLos na presençzi e diar&os descobertas ou de Loo.
Art. 4OL - n qualquer estabelecimento eoaercial é#vedat azmuze
aar querosene em çuarLtidade superior a 100 1 (cem litros) e gasolixm ou outros
ini'lam&veie sujeitos a exp1osZo em qualquer quantidade, salvo em deps itos tec
elcamente adequaoc, eotstru1do de forma a evitar-se riscos de iziois.
/irt. 4O - d edilicio em que se tenha 'e : na:enaz' mais de
litros (oi mil litros) ce llquiL:os inLlamveis em recipientes no selados
teio, obrigat'iamente, suas jamelas providas de vidros ti x.>s, ados em cai
xilhos inet.1icos, que garantam a ventilaç permanente.
Art. 407 - É obrigatio que sejam vcntiiados os comertimentos'
one existam inflanaveiz em recipientes abertos ou onde sejam aquecidos ou
fram tratamento que produ71 vapores in.flam&veis.
15- Nos cc parti nto onde a vertilaço natural for
insuficiente, devezio haver venti1aço forçada '
com abertura de aspiraço de (rea minima de 129'
2 (cento e vinte e nove cettmetros quairados)
feita na parede, ao nivel do chio, em oposiço
a qualquer porta ou entrada de ar, junto de cada
recepta.t10 que cQntenha liquides izflam&veis ou
de cada aparelho •:e aquecirnto de onde er.Unem
vap'res.
2 2- As aberturas a que se refere o par&gra.i anterii
ser protegidos cm tela de aram gaivani
zado, obrigatoriamente con ervada livre de qualquer obstruçio.
Flr,0149
- De cada ujaa das aberturas de aspiraço devex4 e
partir un cortutor de seço transversal minima e
129 au2 (cento e vinte e nove centimetros qi
drados) de material incosibustivel, embutido
fortemente preso à parede e insta1a de forma '
que no fique sujeito a c}zoque.
- A rede de venti1aço dcvez4 ser conetada a un m
mais exautores Z1 r ova de cente1as, funcionando
continuamente, suficientes para rexiovaço do ar
do cc»apartimito em cinco minutos.
- As saldas da rede de venti1a4o cLevtro ser 1.
lizadas de forma a no exporem a perigos • im6.-
veis ciraznvjzjnhos.
botijes de gs liquefeito de :tr1eu p>. ero s'
veia em estabelecimento ciierciaj especia1iado, que disponha de dcpsito teaiicamente ad eu, espaços) e bem ventilada, sempre provido de o ex—a
tintores de incendirx.
EÇ.O III
)o Traniporte de Inflam&vejs e Explosivs
Axt. 409 - O transprte de i f1amvis e explcsivs sex4 feito '
mediante a observ&icia Lc ri vos ao PrecauçZes coFitra inc&idíos e exp1oses.
PargraZo Único - Todo velculo &ue transprtar inf]anirou explosivos ttr. inscrita Obrigatoriamntc a palavra "DIA}iVIS" ou
"EXPLOSIVOS", em 1ca1 aoequado e de forma bem vis ivel.
Axt. 410 - Os inf1am1veis e explosivos 'io px1ero ser transprta os simultaneamente num mesmo velcujo.
irt. 411 - Quando transpc*tarem ilain&vd s ou exp1oivos, os vel
culos no pxer.o conduzir outras pessoas a1ei do motcrista e, qano for o ca
so, dos ajudantes.
sci4 permitida carga ou ueccarga e explosivos a
Fis
passejos e lgrauouro pb1ics.
SEÇO IV
)a Inztalaço e Pu namento e Postos
de erviç e )e Abastecimento e Vciculos
Art, 413 - A instalaç.o de post:'s(ie serviç e dc abasteci .tot
e ci1os, bbas de aso1ina e depsitos de outros iflamtveis fica sujeita
a aprovaço dc projet e a ci1cesso de licera pela Prefeitura.
441 - A Prefeituranegai4 a aprwaço de projeto e a
cor,cesso de 1ieeza no caso em que a iw ta10
o depsito ci da b*iiba ossa prejui icar de a1gu
iodo a sejuraza pCiblica.
A Prefeituza estabd. ecez4, para cada caso, as exig&icias que julgar essrias, ro interesse
a sm'anç e •:a hiiee pib1ica.
Az't, 414 - Do projeto dos equimentog e inta1açis e serviç>t
a de abastecimento dC veiculos devez4 cnstar a planta de localizaço dos rei e
ridos equipamentos e instalies, coei notas explicativas referentes àq s cc*diças de sep rança e fwcionuuento.
12 - ',ep&sit s ue irflamveis ever ser
cos e 5ubterrneos, prova de pzopaaço de fa
e sujeitos, nos ceus detalhes de
ao que prezeve a legislaç.o federal especial •
sobre inflamvejs,
- As bombas istribujda-as ae cointstivejs s pode
rao ser instaladas;
a) o interior de postos de serviço e de abaztecimento de velaaloc, observadas as preqcríç& 5 '
da Lei de Ur~SMO e Zoneamnto e do Cijo det
'Ii ificaçes e Inctalaç3es*
b) dentro de terrenos de ofict nas, ibricas, cooperativas, :esde que fiquer, afastadas, no minim-,
1:;,çQn (quiue metros) .ias editices,
cinco metros) :as 4ivisas uo lote, iQ,OCm (de:
metros) do alinhamento de logradouros pb1ics e
qe psibi1it 'erar c;ri vdcul no interir
do terreu.
- i\ in.talaço 'e bcnbaz de cnbustivei -Cr leita a n&'t distancia nunca ixierior a ioO,oc (Ceu
aetros) de ecolas, hospitais, casas do 5F1C7
tilos, templos pras dc esportes ,
Liercados, cemit&z'ios, estaçes Lerrovítrias ou
ro.iovizic.s e estabclecimcnts c ivr
ou na mesma ç ro ne se achare 1oC4
lua as estas edfic*çes
- .s exig&cia.s do pargraio anteri or sc Xtt'ivas çualquer edific.to pb1ico.
- - Iopeitida a ita1aç d cuz
tiveis em loraduro pi1ico.
-. - o i.-bi:tcntes ers 1:ra.1ow.'os rib)Jc
rao ser retiradas no prazo m1ocizao (trs)
a partia' • 'ata o d1icaç: oste
Art. 41 - Para aiimentaçio o.os dep&.it..smet1icos subterrneos
e postos de abastecimento e de serviço de veiculos, os inflaraveis dever.o serj
U'ar..spr tados w recipientes apropriados, hea'sieticamente fechados.
12 - d abastecimentu de de &its re ridos n. pree.
te artigo sez4 Leito por meio oe mangueira u tu
X) de do que os inLlamavd s passem diretarnente do ixterior dos c ii es-tanques para o int
nor dos psitos.
- o sera# perzitido La.er a livre oescara de in-
£1ajvei; de qualquer recipiente para os dep i
tos sem abastec-1os por iriei ue funis.
Flc.1.2
rt. 41C - to') porto de abastecitient:- e ue serviço de velcu1 )s devera:
1 - 'xitir rrntri in ivi ual p&ra cada ernpreado;
11 - apr:t;n-- -' x1 eoerviç: adequac.:amente u-
.iformiztço j
III - existir avis, em 1zais bem vis.veis, de que é px
bido fuar e accner ou manter Logos acesos dentro'
de us arcas.
rt. 417 - o uiiozto dc pst dc ütCCiEift C de servi
ç..; 'c eicu1.s, ?briJtrjo:
1 - realj:ar-se o asteciment.. de uep&ito uie
por meio de bicha ou p* &ravidade, depois da elea
Leita em vaso Lech •, de urna certa qantidade
.c inflnZve1 do depsito zvbterrneo para wii peque
z0 re5exvat6rio elevado, deveno o 11qUi') ocr in
troduido di.. Ltamente no i*eior do tanque atro
de mangueira ct termizml mettlico, dotado de v&liji
la ou de torneira, no podendo 'jualquer parte do '
terminal a torneira ser c.tituLa de LerDo ou
II - uti1izac J p itos tdos de 1iicaoL que '
rque, pela sii1es leitura, a quantida1e de infL
rve1 Lorcci a, dev10 o reLendo inicad or ficar
0, CLI posiço £acilmente vi1vei, ilwnirndo t noite C
g1t4o sempre eii perfeitas cIZLIÇ o e funcj_
e
III - nac s, £ar ab tecjmnt ta&io ou •ic ualiucr
recipiente pr meio do anprego de qualquer sistema'
;ue consista em despejar livremente os liçuidos ín-
~'1amáveIS sem o intcrm&uio da mangueira dotada du
ispitjvos re idos no Iten 1 do presente artigo
e sem que o terminal uC marjueira seja jntrdu j
no interior do tanque ou recipiente, de £ a
pedir o extravasamento do liquido;
1!
1V - bastecr o velculu e combustivel, c gua e ser ex
c1uivojr,ente dentro do terreno do pcEto.
Prrafu nico . C in:icadr de çue trata o iten II se
r a.ferid. pela 'reeitur.
ut. 412 - b! ptus de abazt ;±c1t3 e LO scrviço dO veiciUus:
- nau., se abastccer vcici,.ti.s cictivos cosi passageiros
.cu tc'i;
II - se c_onservmrà qualquer q ntiva.e :e inClarnive1
em latas, timtores, garrafas e outros recipientes;
III - ro s £ax'& repar)s, pinturas e desamassazierztoc c
velculos, exceto pequenos reparos em pnens e
ra Le ar,
I\rt. - s tos serviç. e iJ ................:it tevcicu1us •
ao ap3c::c tt'
- 2ect extono e ir.iter:.:, iflclive pintura, esi '
a) sat ioEatrias de 1 iflC .a;
;.e,rfeito estado de frnci annto das irztalaçs de
abstocimento de ønbostivis, de &gua para os veiculos e e supriucnto de ar para pneumtics, estas
com indiaçes de pre.so;
III - perL'eitas aa ç&.is de ftidr.ajlentJ -s ci.canatos de £U4e dc jots e dae in:talaçes el&trit
;
IV - O61ÇdtS e pziti; e em perfeitas ciç
e inteiramente livres de detritos, tambores, veiculs eis cond.içes de fune a rito e quaiqucr obletO.t; estranhc5 w espectivo com&rci:.
rt. 4C. - í Lara4fjdc Jipuzitivos da presezte seçL *i'i
ea pela 1icaçao 'e ntltac e, a Ju1zc a Trcfoitux'a, pela interiço eo p
to ou de qualq~ de seus seDviç.o.
Fls,14
CAFTULO xiI
iA 2XpLCAÇQ DC PLEIRA3, IZI
Art. 41 - A expl-.~waçL Ue peczefra.s, barreiras saib'oiras u
cn -e de prvia liciT; 'a Prereitura.
- Pi iicea er £eit reçueriie&-
te ao &çfio izicipal competente, assinado pelo'
propri*t,rio do solo ou pelo explrad.x, eDnStm
te de:
4 nome e endereço o rictrio e terriu;
i4 rie e eer&çd. elraUo', sc este no
for o proprietrio;
i ali-aço exata com indicaço c
stta entrada em via pib1ici;
pra; vntc u çuii se p'cten1e realizar a
]. )raçt);
e) earo px' ess• e e;çlorço e ua calidade do explosivo a er erea<.o, u1D forg
- A 5olicitaç c liceça C-.rerà ser instrulda '
com o seguintes doaunt c:
4 pro ; r ;priedc : terre:L2;
autorizaçii para exploro passa pelo pr
o prietiri cm ca.rtrio, se ele no Ler o explora
planta de itui, com iiicaçes do relevo'
solo par meio e orvas de nlve.l o dos limites e
xatos da e ser explarada, bem como (;a lxaliiaço das conotruçes e instalaçes, airsos de
ruas, estradas ou caminhos, numa faixa dc
2OO,CXn (uentos metros) w t;rn :a trea a ser
explorada;
p
rvi
) perfis o terreno &n (tr.$) vias.
- Quando se tratar ie exploraço •e pcueno p•:*te,
podero ser dispesa&s 05 do tus irz1icados
nas alineas "e" e "d" do çjra.ft anterior, a
criterio da Prefeitura.
49- A licença para exploraçío :e reiras, brreiras
au saibreiras sera conceiic a a t1 4
tulo pz'ecar .o ,
podendo ser cassada a qualquer tespo.
2 - Ao ser concodida a licença, a Prefeitura estabelecez4 as ntedidas de segurança necessrias e poo ci4 Lazer as restriçes julgadas convenientes.
- A concesso de licença para exploraço de drei
Tas, barreiras Cu saibreiras depende da assinatu
ra dc terto de respoi3 abilidade por parte do interessado, polo qual o explorador se responsabiliza por qualquer dano que da expLs' o venha '
resultar ao !kzniclpio au a terceiros e deste docun±nto covstaro tambrn as restriçes juadas
convenientes, as medidas especiais de sei rmiça'
e aciteladoras de interesses de terceir x.
4 7 - Para ser prorrogada a licença, para cntinuaçao'
da deverá ser Leito requerimento ins
trtzido carz a cuntertaço da licença anterioien
te conoedida,
- }4csao licenciaa e expl.xada de acordo c-a as '
prescriçes ceste C&1 j o, a pedi-eiras, barreira'
ou saibreiras partes delas poüerao ser pteriornente inter.itadas, se for constatado que '
sua exploz'aço acarreta perío ou cano i i.a ou
DrOprjedade de terceiros,
art. 4 - ada a explraçao e pecreira barreinu ou aibrci
ra quan.o existir acima, abaixo ou ao lado qualquer con!;truçao que psa ser
px'ejudicada em sua eurança ou estabilidae.
licencjamerto para irc talaço c explor•o de
;reiras naJ se
1 - nz xeas urba e de expaii,s urbana deste 1Unk 1-
II - a urna distancia inferior a 200,00t (cuzentas metros
e qualquer habitaço, abrijo .o ani=ís pfonte ou
manarial de ia;
III - em qualquer local que possa oterecer perigo ao
co.
0.4 Logo.
Art. 424 - esmonte de pedreiras poder ser Leito a frio •u a
irt. 42 - .\ cxploraç dC pedreiras a Logo se sujeitara:
1 - ao erejo de expLor.Ivos da qalidade ou riatu.rea
dos que tenham sido indicados no retlucrimento do in
teressado para licença da Prefeitura;
II - realLiçc de explases sc*zite entre £ e 10 horas e entre 14 a 16 horas, salvo licença da Prefeitira;
III - a manter um intervalo minimo dC trinta minutos entre ca srie de exploses;
IV - a tiar as mais rigorsaz cautelas para indir a
4,1
pvoteço de blocos de pedras ou estilhaçosdistn
cia ou sobre im&veis de tercefros, podendo a Pre$eí
tira determinar, em qualquer tempo, medidas que jul
'ar xieccssrias Z segurança pCiblica;
V - a dar, origatcr lamente, avisos por meio de banOciras e outros sinais, clistintamente percebioos a '
ix, OOrn (cem metros) de c1istncia9 pelo men cinco
minot:s antes de ser deitado oo a mina, estabelc—
cen42 sistema preventivo cuc impeça a aproxizna_
ço de veIQil.:j5 ou pedestres;
Fis .1
VI - a ar toque convencional ou brado 1 auo, que
indique sinal de Logo.
rt. 4C - Nas barreiras ou saibreiras, as escavaçes devero
ser Leitas sesre de para baixo, por banquetas que no excedam a 3 ,OC (
trs vtros) de altura e , O(in (tr& tros) de la.rçjizra.
rt. 4d7 - Na explxaço de pedreiras, barreiras ou saibreiras '
1 - captar-se, no recinto da exploraço, as &guas pxvc
nientes das emiarradas e dirigi-las para caixas (C
areia de capacidade suficiente, para depois pxereni
ser convenient.nte encaminhadas para galerias acaso existiitco nas proximidades;
II - tu'-se tocas eis providências capaies ue impedir $
que az terras carregadas pelas e a2rrataz se aaumleia nas vias pib1icas acaso existentes nas prexiniaJes;
III -conotrir-oe, no recinto da e1-o a ua
cia conveniente, um za.ro de pedra seca, para arrimo
,-'as terras carregadas pelas uaz, a fim de impedir
que daniflqun propriedades vizinhas ou obstruam ga
lerias.
, l - Se, ci conscqu&cia da exp1oraço de pedreira ou
barreira, fora feitas escavaçes que determinem
Lormaçes de bacias, onde se possam aa.nm.lar -
gu.as pluviais ou de outra origan, o interessados
ser4 obriga.b a exetar as obras e os trabalhos
ecesstrios para garantir o escoaxto dessas i—
guaz a destino conveniente.
29- O aterro das bacias referidas no ai4grafo anteo nor sez4 obnigatrio e devex4 ser exetaco pelo
iliteressado à medida que o serviço de expl O3O
for progredindo.
;t. 423 — Ízaqualqiez' tempo, a Prefeitura r:er terminar a ex ,
obras no recinto dü cxploraço de pedreiras, barreiras au saibreiras,
visando proteçjer imveis pblico u partjailares vivinhos.
Art. 429 — desrante para rr. rar in terreno a fim de receber £
,i £ic Zio ou para empregar material dele resultante em edificaçio a sr con
trulda, qende de prvia licença da Prefeitura,
— ? licença a se re.feie ..presente artigo sez4
requerida cm indicaço precisa do objetivo do
e do local onde osmo ser LeitO.
— Qiando o materi . do dsmnte tiver de ser nego—
ciado, o requerente da licença ficaria sujeito ao
x tribut:s devi.;:.
— 1k) Caco de de5I.)nte para abertura de logradouro$
por particular, só sez cincedida a licença se a
abertura do logradouro estiver c - projeto aprovado e a licença cmce(1ida pela Prefeitura.
42 — s qualquer caso, o interessab £icara# obrigao'
a tomar as madidac q.e a Prefeitura detez,ninar za
ra acautelar a se91r1ça do pblico e a limpeza'
de logratouro, bem como resp iz'vel pc*' anoz •
jue possam rcsultc-u' 00 dcsnte, seja para ilta-
,úclpío ou para tercciro•o,
Na exploraço de pedreira, barrara ou caíbreira,
obrijat&j a lirnpca permaneite da via pGbUca por parte explra4r na exteneo em que venha a ser r*-ejudi.cada Oz coneçu&icia oo s serviços de expioou do movimento de valculas de transporte d. re ectivo material.
transporte dc Materica e pecirc iras, barrcirao u'
caibreira, ben cu-n,3 de Úesmonte ou quaisquer outras expiorçes. dntica '
& poderio ser usados vlculos perfeitamente vedados, a fim de impe-
.ir a queda de detritos sobre o leito oe vias piblicas p<r 32zle transitarem.
CA1'TTJLC XIII
003 DEPITC
)L )A EXPLOPhAÇ?iO DE OLAIIA
A extraço de areiasa localixo de deprsits .iete
ateria1 e a explcraço 'iC olarias depende.?n iC prvia 1 ieena da Prefeitura.
19 - Zin qualquer cax, para coneesso, dcvci4 ser fe ,
ta retuerincnto ao órgZo cpetente da 'reí iturap azsi, pelo px'oprietrio de terrio
lo explarad.-,Pr cozstantc e;
re e resinc.ia oo proprietrio i10 terreno;
i&me e resitl&icia o explorador, se este x2k'
Lor o proprietrio;
e).escriço processj de extrao.
- C requerimento e licença dv r'a ser intruid e
cr:
.c proprie(-ac de terreno;
atorizaçio para a exp1ora4o, passada e-n cjir
t6rio pelo propriet.rio, se este no Lar o
radar;
planta .a oituaç, com in1icaçes do relcvo
• do solo por meio de curvas de nivel e dos liti-'
tes exatos da área a ser explorada, bem c -:no a
loca.liaaço das constres e i.talaçs,
so dC à~# estradas, camilihez zm lcxjradouros '
?blicos zuna faixa ce 20C,0C (du:entoe metro)
tm t)rno da trea a ser explorada;
o) perl'is do terrero.
- A licença para cxtr de areia e 1 cliç
e dep&ito de arca ou para exploro de olariar,
41v•
sez4 seprc pr prato Lixo e a titulo precrio ,
pixendo Sex' cassada a qualquer tempo.
- ) ser cozcedida a licença, a Prefeittw4i dever'a'
tat'elecer '-ts, prescr.çcs necesÍiria e poder'
La:er as restriçe julada convenientes,
- Para Ser prr)rr.QJada a liciça para cntinuo •
a& extraço de areia e do uepsito de areia ou
de expl2r&ç0 de olarias, devei4 ser Leito o co
respoidente reç riento, intruldu c: a licença anterioritc cncefla.
&t. 4, - a intalaç. ':e larias, az chwrdn&s deveAO ser
construldas de forma a no i oiixar cs mc*adore vL:inhos pela 1aaça uu ema11aç3es nocivas.
- Çndo as escavacs facilitarem a f.rmaç-: dc
depsitos dc guas, o exploraLor sera oriatio a
£a.c' as obras de escoamento ou de aterro aas ca
'i. ades nedia que for sdo retir&u o barr'o.
- Em qualquer tempo, a Prefeitaa der eterminar a execuço de obras onsideradas neces:jas
ao saneanto da irea explorada ou a proteço de
iblics ou particulares vizinhc6.
extraço de areia aios ar is LC jua exi tcntc no
territ'ri. rnicipio proibida nos seguintes caso:
1 - a jusante do local em e recebera contribuiçies de
esrOtos;
II -U2fldLs aodjfjcar leito ou aar9ens dos
III - quaio possibilitar, a formaçu dC l.açais ou causar a es tanaça: oa
IV - uan,, i.ferccer peri; cctabili1&e de pontes,;;i
tilh3e5, ura1has ou de qualquer obra construlde s
bz'e o leito ou nas rniu'qcnz d os rios.
rt. 4d1. - No 1 cais de extrj., e depzito oe areia, a Preicitura poucA determinar, a qualquer tempo, a execuço de obras consideradas necessri.as ao saneamentc.. de rea ou a proteço ..e 12n6'reis vizinhos.
C.APtWLO xlv
DA SEGMMÇA DO TRABALflC
Art • - A seei»traxtça operi,l do trabalho sex4 ubservada pe
lo respeito .z normas e regras estabelec,kas na Consolido das Leis do Traba
lho e na Lei de uificaçes e In:talaçcs do nic1i
brigatrjo que os eztabeleciment i.ustriai, c:
mrciais e prestabres cc serviço estejam sempre equipados o..m material
9'.
co necessar
•
o a% prectaça e scroc dc ure-rcia.
rt, 4 C - No estabdedmento de trabalho em locais onoe possam0
rr ac entes obrigatrja a irntaiaçao, ientro e Lora destes 1ocais1e
sinalizaço cc aLvert&lcja cntra pez'ig-os.
rt. 49 - Os estabelecjjient indutrjajs, carciais, resta..
res :e serviç. e similares so zigados a aprestar i'refeittza laudo de '.i
teria t&cnica sobre a segurança ro eiomento de suas izt talaçes radiol - j
cas, assinado por profissional legalmente habilitado, bem co submeter à ins—
peço a Prefeitura essas instaiaçcs,
Prt. 44C - Nasrnoliçes de caificios deveXo ser tmadas as se
uintes provid&ic ias:
proteger adequadaene as lixih s de abastecimento de
energia e1trica, gua, esgoto e telefone, acaso exis
tentes;
remover prevjamerite os viuros;
fechar cu proteger as abertura. Os piso'- ;
) fechar todas as aberturas e sentes no piso inferi
antes cc iniciar a emoliço do piso superior;
e) adotar meios adequados para a remoço dos materiais,
assim no interior da deno1i4o e como para ftxa Lia
assegurar que as paredes e Outros elementos do edifl
cio n.o apresentem ri co de desabamento rio Fim de ca
a aia e trabalho.
1
-4
rt • 441 - lla execuço oe desmontes, ezcavaçes e £uniaçes, •-
verZo ser adotadas todas as medidas de proteçL, a exemplo de escoramentos, nu
ros de arrimo, vias de acesso, redes de abastecimento, roçao de objetos que
p..ssam criar risco de acidentes e anontomento dOS materiais deMO=tra<bs ju
escavados.
- Os andaimes devero ú$creccx plena rantia e
sejurança, resistncja e estabilidad teciico-'
ente comprovada, sendo proibido carreg1oz cxi
pe'o excessivo.
, - Nos andaimes mecnic•s suspensos, os uincos e
dispositivos de auspenzo devero ser dia 'íonte inspecionados pelo respoi2sveI da obra.
- escadas e ras ?i'ovisias paracfr1 ço
s trabalhadores e materiais devero ser de '
Co'W-txMÇaO s&lida e rodap&s de 01,20n (vinte centixnetros) e guar.a lateral ue 1,ocm (hwn Tetr)'
de altura.
- U tranporte vertical tios materiais usados ia '
construço devez4 ser Leito por interm&tio de '
:aeio ternicamente adec1uaos.
JQ Obrigat6rias ainda, as SeGUintes medidas
seguraa:
o) adoço de meios acJequaos de ecmtbate a incnJios;
co1ocaço de sinais indicadoresde perigo
to àIS entracas e saldas dc velculos 1
oricntaççi com biciras, paro entrada e
io de velculos 1
) no utili2ar oara ..Lcp.s.ito e uateriais, os
4nd a1jns e plataformas de proteç.;
e) retirar dos andaimes os materiais emprejoos'
e az ferramentas utilizadas ao fim da jornada
Fis .16
e trahalho;
.r) fechar ou proteçer as aberturas nos piss, i
fim de evitar a queda de pessoas ou objetos;
:) fechar z proteger os vos das prtas de aces
so à caixa de elevadores, at a coiocaçao e
finitiva das portas, a £in de impedir a quete objetos ou de pessoas;
h) rewver rce1a•c&'ente as forns de estrutura de coxcreto, a £is de evitar a queda br
ca ue raix1es aini
i) manter 1is, na m'ci.1a ào possivel, as
reas ..e trabalho e as vias e acesso.
T11JLo V
i. i'I( LiiÇd DA PiFITJ
CÂr1TTJLU 1
j;It);I(s P1 LI
.rt. 44 — de responaa1ilidade da £iscalLeç e rbanisj;o e
o postias nicieis ctuprir ía' cu.xir r dicpu.iç5es deste C&igo.
Art. 44,. - u proprietara
io de estabcleci.ienta citercial,
trial ou pr stador dc serviços devera conservar o alva4 de 1ocalizaço e £un
cionannto em lugar pr)pri3 e facilmente visivel, exibiio-o e autoridaa.e nw2i
cípal sempre que esta ::.,1icítar.
rr a1uer ivar oont, vendor obriaio a
exibir à fica1izaç.o de urnio de posturas minJciais o istruiento de licez;a para o exercicio do omrcio e a carteira profissil.
Pargraf o (mico — A cxigncici do presente artigo & ex—'
teisiva i licençe c estaci aIent1e edor t1arte ou eventual eu 1ujar
at. 44. - uoi iLoraçar a utoxi1La1e municipal incunibia ia fi
calizaço de g&cro alirne.tici !Crà punio cx multa, sen rrejuLo co proce
cirnento criminal cabvel,
- 'i £&leros a1i:czittcis i!tmte dctcriorad's
evero or uariarnente apreenLiidos e inutiliza
os ria u«ma OCaS iao, sciipre que p.ss lvei, Sem •
prejuiz5 de nmlta e ctras sançes.
^IR - suando a iritilizaço não puder Sei' efetuada no
nento da apreeno, a mercadoria devei4i ser •
trarispertacta para depsit ua ?refi.itura, desUriado a esse fim.
49 - Os g&»ros alimerit1ci. peit>s ..e alteraçio
aa].teraçao, .i'aude e £aIsi£-icação <xi de que cozi
tenham substcias ncc ivas a saz'ide e que no cor
respondam L5 prezcriçes deste C&iigo, deVru
ser interditacs para ix•'c broit•o1⁣,
Art. 446 - L: ;'r.ipriet.ri: dc !nstalaçtes el&tricas ou
a izispeçZ da Prefeitura i'ica :briado a prestar z da
Prefeitura a azsist&icia e cooperaç.o recessrias ao desenenho de iias fun- '
çocs.
Parigra.f fii - Luando se ti-atar de irr talaçes ela-'
tricas e ncnicas sujeitas a licença para sma intalaç,o e L'uncionamente, eta uever er exibia à Fiscali.açao I'tuiicipal, quando f..z' .c1icitata.
£ MLrt • 447 - li intimaçL ter4 luax spre que for necess&ri o fa.er
cumprir ulquer disproiçao d.tte C&Ligo.
- i)a itiJiçi cozrtarao os dispoitiios destc Cdigo a serem ompridos e os prazos dtro dos
quais os rnmos Uevero ser atezid i'
- drn geral, os prazos para curnprinnto dc disposivoes deste Co ig.) na everio ser uperiDres a 3
- i.ecori• prüio £ixa e no caso de *o cuiipri
ientu da iziínaço, será aplicada a pnali '
ca1ive1, expedino.-se por edital, nova intiniaç
- Mediante recjuerimexito ao ?refeit :.: ouvido o orgo competente da Prefeitura, podez4 Ler dilataprato Lixado para curnprinnto da it imaço,
no PWeldo a prorrogaço exceder de perloeo í-'
jual ao anteriornnte Lixado.
- t10 fr Loita intcrPosíçao de recurso adininio
trativo ou lu :ici*rio, contra intirnto, o
evez4 ser lc'vado ao conhecirnet o do 6rjo ccnpe
tente da Preteitura, para os c.feit Juridicos '
a intcrposiço.
- No caso de despwiio .avorvel, ao recurs aditin
trativo referido no parjraLa aiterior, ce3sart
expediente da iritizrzaçao.
- k; caso de despacho ueatrio ao x'euros a.ini
.iztrativo reíeri.lo no parrafi Q do pressenteo
irtigo, sei4 providenciado novo expediente de in
tiraço, cont.aro..se a contiiaço do prazo t
partir a e puiiicçZ referido despa
cho.
eAPtTUL o III
VITRL;
Art. 4' - Cbrvaa as dispoiçes .: Capitulo 1V do Livr.3
tirn ' Cdij de Edficaç:. Inotaiaçe deste rniclpio, as vistorias ad-'
r±tistrativas de obras e s tibeleei3aentos, alrt de tras que se fizerem neces
ias para o curiprimeyto de dispositivos deste i, sero provjdendadas '
pela Prefeitura realiadas por inte'rdio e c'rniz. t&ica especial, dCCi
nada pel. 1reIeiti para e'c £it.
41
1
(,
Art. 449 - As vitric. adiinístratjvas tero lugar uand:
1 - terras ou rochas existentes em unta proprie e açarcm desabar sobre lau» ?Ublic ti1-
,veis Cc2fifl4utes
II - se verificar obitruç ou desvi e rsz de
perers ou no;
III - eixr -'e ser cuLpDida, dentro d prazo íixab, a
intL;oço para rerL1ariçao e fixaçe de terras;
IV - ua apareihiwt'e qualquer espcie perturbar o '
sego e rcpts da vi'ir ana ou se tornar ir
, nociv peri.o sob qualquer aspecto;
V - tiver inicio ativiiade stabe1eciento comercial, in
.utrial 12 prestaior dc erviçs com i talaço ri
VI - a Prefeitura as Juljai,c rkientes, a fim de aajurar o cwnpriment de disposiçes deste c&:ij: ou
ie resguardar o interesse pt1ico.
, l - A vi.;tc*'ia Ue~a ser rca1i:'aa rka í.,r-c!;cxd;a o
propriet.rio ia oI*a ou estabei. ednento, au de
seu representante leja1, e £ar-e- em día e hora previamente wca1a, salvo ns casos de risco
ifli4fleflte.
- Se o local a ser vistoriado for encontrado fecha
ci., no dia e hora iircaoos para a vistoria, Lar-
-Se-& sua interdiç.
- ;o caso de existir otspeita de iiiixata desuoracnto ou n.lna, a comissZo t&nica especial pro
cedex4 à imediata vistoria, mesmo que seja neces
s&rio reali:ar o Arromba2rento do im&rel, ouvido
previajnente a Procurador Jriujc, ia Prefeitura.
/ 4 - Nas vistorias, referidas nu presente artigo, ievcr ser observado o seguinte:
F1.lG7
nturea e caracterIsticas da obra, do estabe
lecinento ou do caw em tela;
condiçes dc sejurça, e cn'vç.o ou dc
higiene;
se existe liccra para realizar as curas;
) se as obras so legalizveis, quando Ler o ca
e) providncias a serem tc*rladas, em vista 1os
dispositivos deste C&iQo, bem como de prazos em
que deverí sr cpridas.
Art. 4.0 - izn toda e qualquer ediL icaç rpc p ua elevJores ou
rnonta-carjas, escadas rolantes, geradores de vapor, insta1açes contra jnc&
ios, instalaçes de ar condicionado e incinadores de lixo, ser& íeita, ebri ga
toriamente, a necessria inspeço antes de ccicedido o «habite-se" ou a permis
so de Luncionaviezto, a fim de s- verificado se a insta]aço se encontra em '
perfeito estado de funcinamento.
Art. - Ne»um estabelecimento commrcial, iuiustrial, prestador de serviços, com instalaço Fixa i provis4-ia, pedei4 iniciar suas atividades sem que tenha 5jç. prcvianeite càbtid o certificado dcinspeço.
inspeço ser& Leita apms o pedido dc liceça a
Prefeitura, para Luncionanto do estabelecimento.
. 2 - A inspeço será procedida e instruida mn rcjime'
e urgncia, o podero ultraçassar o pra'o dc'
(oito) dias.
- A iaspeço atineirá tudo aquilo que for julaoo'
oportuno e especif icamente ver ificaú:
a) se o estabelecimento se enquaira n.as pi-escriçes do C&tig de &1ificaçes e Instalaçcc e da
Lei de Urbanismo e
se s ittlaçeo saiitrias e as condiçcs '
uC }ii4ene, segurazra e wnforto so adei e
correspaz1 entes à natureza do estabei ecinent ;
c) se rià haverá p ibi1iade de po1uiçL a
aredçjua;
se a Sfilúde e o zoszeçjo ua vizinhança n.o se-'
rkatinjidoo con az novas izu3ta1açes ou apare1haeit...
ia't. 42 - i toda vistoria, sera cornparadas as condiçez e caractrlsticas reais do estabelecimento e das insta1aç&s em geral com as infor
maçes prestadas pelo seu proprict.rio ao requerer Prefeitura licerra de fun
cimento.
Parjrafo Cni.co - L(uando necess&ri:J, a Je1ittu'a
r solicitar a cu1aboraço oo rgo t&nico de outros }-kmfripis do Territ'rio
e da Unio ou suas rezpectivas autarquias.
Art. 4 - De toda vitx>xa, é •rigatri que as cond.ues da
condszao t&nica especial 1a Prefeitura sejam consubstazciadas em laudo.
l - Lavrado o laudo de vistoria, a Prefeitura Ueverti
1a:er, coi ur&icia, a uecessria intimeçA:, i
forma prevista por este C&tijo, para que o interessado dele tome imediato cozihciiunt.
-1&o sen.io cupriias as determiç3es do laudo de
vistcria no prazo Lixado, será renovada, imeaiatameite e por e:ita1, a iitimaço.
- Decorrid.. D ra.o fixada 1a intirnaç., e tend sido auipridas as provid&cia5 estabelecidas'
no laudo de vistoria, dever'a ser execut»,: a a interdiço do edi'ici: ou do estabelecimento, a
demoliço ou o desmonte, parcial ou total, ou
qualquer outra medida de proteçao, segzrara e
higiene que se fizer necessz. a, ouvido previa.-'
mente o Proo,wador Jurldico da Prefeitura,
- Nos caos ,ie acaça sezraxa pctblica, pala i1'
FIs.169
miincia de desmoronantos de ~qmr natureza
que exijan iaediatas edi'.1as de proteço e serança, o &rgo cztpctente da Pre!eitura, ctwido
previanite o Procurador JürI iC<) deterni.rr& a
sua cxecuço, em conforui. a(-!e c4i as
do lauo de vistoria.
- os serviço; decorrentes de lauau dc visto
r ia forem executa)s c* custeados pela Prfeitura, as despesas sero panas pelo pr ietrio d
inive1 da obra, acrescidas. de 2O (vinte poro
cento).
i.rt. 44 - Dentro do prazo Lixado na inti ç'o resultanto dd lau
de vistoria, i interes~o poder apresezitar recurso ao Prefeito, por meios
de requcrinento,
1 Q - C rcquerirnento referid. no presente artijo ter
carter dC urg&cia, devendo ser cc1uzo a desa
cho final do Prefeito antes de decorrido o prazo
marco para o cumprimento das exincias estaLa
1ecias no iauo c vistxja.
- Prciito se ii anentara XkZ cfl
c1uses do laudo de vistoria e na oontestaç.o da
cmtsso t&mica da Prefeitura .s razSes Lorniüa
das no requerimento.
- u rcur n3o suspen&:e a execto das mec.idas t
cntes a serem tomadas, de acordo ooin os disposi
tivos deste C&iio, nos casos de anaças de desa
b&ntus, com perigos para a segurança pib1ica.
TFiJLO vi
I)AZ I1'1A0E;, E DA PELIDAD5
CAPtTrJLO 1
DISPOSIÇEc P?ELIMIL2
te g
Art. 4. — A infraçc; aor. dispositivos deste c&igo £ici sui
tas a penalidades.
Art. 46 — ivando no fr ctmi*'iaa iitirnaç.o rclatia a cxincias relaciunadas cQm a estabilj ade do estabelecL mento c*rercial, iustrial'
ou prestador de serviços, proteçk a sde e vida dos trabalhadores, segura
ça pG.Mica, 5055c90 e repouso da viinhara, a Preleitura poieri providiciart
corte da linha de £orecivent/, de energia eltrica, mediante requisiço t erapresa co ession&ria •.o serviço de eletricidade.
Pax4graf o ttnico — i, copresa a que se refere o prscr tz
artigo, mediante solicitaço £V1x~tada no úrgao c.cerpetente da Prefeitura ,
tem a oliçaçio de recusar )Jg aço ou de suspender o iornecimo de iergia e-
)itrica ao estabelcciflt) infrjngfr as pr criçcs do Prcoentc artiZ.
i relaço a gncros ali cntici aultera,.s, frauda
dos ou £alsiiicados, e:usiocra-sc infratxes:
1 — o Labricante, a.z cas que o produto ali;;d:ltI-'
cio saia da respecti'a £abrica adultex'ad., fraudado
ou falsificado;
II —U cztabolec±cdto co rlue forem
p;\utJ; l..ultLr(;..Jc, fr da:. ou fal!.ificauos;
III — o vendedor dc &ros alircrt lcíc/z, eora de propriedade alheia, salvo, nesta &tima hipStese, prova de jnor&cia .a qualiade ou do estad' .a rca
IV — a pos - oa que tran'per tar ou uarar, cmo =X n ou
dep&ito, merc&cias de outrem ou praticar at de
itermediric, entre o produtor e o vendedor, cuznd
oculte a proced&cja ou o destino da mercadoria;
v — a -cadia, mesmo que no expxta t .enda.
/.rt. 4 — Verifïcada a infraçjo a qualquer dispositivo dcte C
ligo, Será lavraoo ijdiatajicmte, pelo servidor p'i.blico ziuiicipal coupetente
respectivo auto de nodelu oficial, orvanIo-se as dispsiç3es do Capitulo'
Zn
I o livro 3tinzu o iicaçes In'ta1açe de3te }uniclpio.
compet&cia do Preito a coirmaç oz autoz
e Infraçao e o arbitramento de pe lidaie, : ido px'cviwente a chel'ia do
Ze autuaitc e o curior JLU'IdicO.
Fax trai Oiaic' - Ju1a.; pruccuites, as pena1ia:1ec;'
ero izorp.)rada. a. }itric•- pr.fissiona1, ..a fima ou do proprictiri.. •
x'ratorcs.
Art. - A aplicaçao Le pcaliaa.cs re rLa nctc Coi au
isenta o infratcr das nis penalidw1es que 1i s forem ap1icveiz pe10 smos
rnotivos e previstas pela 1egis1aço federal •u estadual rm da ori4ç.o ce rc
parar os Uan,->r, resultantekda izxfx'aço, na fortia do artigo 19 C&ligo Civil.
c;pIjto II
iA .)VER1NCIA, L't SUC?!a23XC LA CAS.5AÇXO DE LINÇA
• £ IoAErc X DELEaTO CO€RCIAL, I71IAL
L:u P1ESTAiXa >E dVIÇO
.a't. 1 - Os proprietàrios e est4belecirw., ccrciais, iz-'
ustriais ou p-resta.bma de sei iços, que irinjire izpozitivos ete
rx:er.J cirr p1i _c .4
.rt. 42 - io caoo de ifraça3 a .tispoitivs dtte j.),
pr.Yi'it rio e ctabd. edaento cmcrcial, industrial ou p estador de serviços
ter a licença de 2neiunaILcnto suspaa p•r prazo determinado, conforme
ar14triaento do rcfeit.
rt. 4(A. A licença de localiaçí.. ou iiciut •e
cirncnt e .crcial, industrial ou prestadoz' dc serviç:.z pdxa ser cassada çu
Lo sua atioíidade se toriar prejudicial A sa&e, A higiene, A seua e ao
sossego pb1ieo, ap.no ateiioit oas inti çcs expedidas pela Prcfcitu
ra.
Parraí inico - No caso dC stabdetieixt. Ucenciadç
antes ata da pub1icaÇo deste C&ligo e øjas atividades sejam consideradas
nocivas A higiene, A seuriçü e ao soo pt'iblico,reicitura podcx4 propo.
. SUA intOdiÇaO judicial.
,4... 1.-., 1 •4. /
•"-
'.
CÍP±TULO III
:.5 HULTA3
0*
rt. 464 - Jul~ i)roceQente a defesi aprec. ta4.a pelo ir,frator ou no sendo a mesma apresentada no prazo fixado, ser4 ipsta rulta eut
infraç.o, sa'do o infrator inti o a pa-1a na Diviso da Te-'
sou..'aria do serviço de Fiznças ou em ostab lecimento bandri a iicçH
Prefeitura, dentro do prazo de 5 (cinco)
?airafo único - As rultas sero ínpI,stas em grau a1ni
no, dio e nvcLsno, coidcx'aiIo-.se, para gradu-1as, maior ou mez' gravid,
de da infrçio, cira=tà=ias atezzantes ou aravantes e os antecedentes do
intrator a respeito ispositivos deste C&igo.
wt. 46 - Na infraço de qaalquer Lispoeitivo deste C&Jig.o, rt;—
ZI higiene pública, p--xierZo ser inpostas m.ltas cresp entes aor,se
guintes valoz'e: do saifrio minimo;
1 - de % (cixo par conto) rios casos de higiene bs 1
gradourczs pitbl±c.
II - de ic! (dez OF ccrlt)), nos car .e higiene dü
habitaçes em geral;
III - ue (cinq.enta por cento) a xx.: (quinhentos p.r
cento) quuio se tratar de higiene de ali2ntaço '
ou de estae1edmentoc cvi geral e de *itros problenas de higiene ou saneamento r& especificado nos
Itens ante í'res.
'rt. 46C - Na infraç.o de qualqr diSpoSitivo deste C&digo, r,,
lativo ao bem-estar pb1ico, podex'o sex' iripostas x*i..itas crrenpor1entes aos
ocguizt es Val ~cdo caizrio minimo:
1 - de (cinco por cento) a o% (cinquenta por cento)
nos casos re1acionas ccvi a moralidade e o sossego
pcibl ice;
II - de 5 (cinco por cento) a ;00% (q nhritos por cento), nos casoc que i'en respeito a Jivertijnents
F15 il
-4
pt'Lblicoc e-i erai, ::c.ca paisajIstic e esttica
Ua ci.tade, à pzeiervaçZo da esttica dos edifidos'
e t utílIza40 . s log .burr e ba1nerÍ .'o pbli-'
cosi
(trinta p cento)
casos crccrnentes a ros e cercas, vralhaz de sus
tentaçío, £echrs ivi'rios e iunero las edifica
1.
1V - 25C (vinte e c.nco j'or ntQ) a (çuincnt.:
? cezito), nos cass relainos cci ar zez1aiicto, CZerCi. ..raasDte .:e 1amve.ii e
expi osiv j
v - e (cínq cento) a xiy: (q hitc pr
cai to), cido 1,20 £.*'a idas as escxL ç3es '
relativas ?* sjur a de traba).ho e ? preverço cc
tra inciios;
Vi - de - (trs pr cct;) a f,C (ciuuentâ p•.c ct )
xKs casos dc re9istx'o, licciarnento, vacinaço, '
roibiço e captura de anis ras &reas urbarao e
e ecanso urbana;
.- to), quan
o e tratar dcueiias e c:z'teo e tr?ore.
Art. 467 - Na infraço de a1qer dispositivo deste ri.—
iativ icaliaço e ao Awcionaen-to de estabelccirnto, cc,tcrcial,
trial ou prestasor de serviços, p.xierc cer ip;ta ltaz corre icatec ao
euintez V1•..rec. .o
1 - dc (cinco por cento) e ix (ccci c1it..)
cazo; re1acioncjoo Cim o exorçicio do corcio %-,lu
lante;
(e por cent) a ioo:- (cen por cento),
do nao for ecicias as prescr1çcs relativas
1ca1i aço rt e.; Ucenciatent)e ao hor.rio de aber
,-s.t._ ,..
tura ds <--utabelecinentos cordaic
iiutx'iais e pz'estadores ue erviçcs;
III - c 25% (vinte e cinco p<>r cento) a 20Q (duzent..s '
por cento), pelo no aunprinento das prescr14s de1,
te c6dip, relativos p1riço de pedreirac, bztr
rciroi ou ibrefra.
íLrt, •i - Ltta ritvcjs entre i pur cento) e 1OO. (
Ce-m per cent) do valor do sa1rio minimo serão aplicadas a txb aquele que in
frijir as prescríç~ Jiczte CJigo, relativas ;ez' i*dida.
trt • 49 - Por iu2rç4> a qualquer dicp.sitivo no especificado'
nc. artigos 39 e 399 este perio ser aplicadüs rultas ao irrator '
entre ic (r por ceotu) e :ux'.: (quinhentos :'.r etto) valor do sa1x'io rij
rt. 47 - ar .Uta fr:. ipEtu de forma regular e atrt de neios h(zbein e quao o inirator se recusar a paq-1as noa pra:os i
estes dbito sero Jueicia3jxntc execut.o, a'c-ccid.c os custo::
noru'is avocaticj 's, cnox'i ctabelece o C.P.c..
1rt. 471 - .•' .i1tr .0 paja. 2;..-; ra.. os lcais ero in.critw;
Li .;Ivida ativa.
:-rt. - en e muita, acn nLrato ucr. receber çuai quer quantias ou cz4dftos que tiver com a Prefeitura, particular dc
cuncorr&icia, colet4 ou tomaia de preços, ce1brar contratos ou termos de çua
ez natureza nem traisaci.nar a qualquer titulo c a ?iminis traço Direta e
I&freta dc nicipio de Boa Vista.
.rt. 473 - ias reiricidÇejas, as rtltas cero 1icoias em do-'
rjro, Gnico - Cozsidera-&e reincid&cia a repctiçZo
e i.Eraço de um nsxao dispositivo deste C&iijo pela nesrna pessoa LIS ica ou
jurLica, depois de passado em Julgab, a nistrativa,rente, a ciZo con:ena
tor.u, rci'erente i oça nteir.
Fi s .17 ;
Art. 474 - C dbitos decorrentes U7 e multas zo pajas nos prazos
1IuI
).ejais, geiio os seus valores moetarios atualIzados ccm bae is coei'icientes
e correço netiria £ixa periodicamentc ti reso1uçes Co &rgo federal '
o4petente.
Pzrjraj'o Gnico - 24os d1c,i1zi ue at .1i.açu vaIres monetariOS,dos ibitos decorrentes de nitas a que se x'ïere o pre6ent
tino, sero aplicados os coeficientes de cQrreçao nionetária que estiverem e
vigor na data de liqui/iaço das importncias devidas.
rt. 47 - Aplicada a sulta, zo fica o inLrator desobriga do
curimnt .a que a tiver detezininado.
CPDJLC IV
)C
Art. 47C - o embargo poderá ser ap1ica nos scuintes casos e
ÇUAn o:
1 - o estabelecimento coercia1, industrial ou presta-'
or de serviços ctiver eia funciomnwnto, sa a nocoso &ria licença;
II - o f ciairnto de estabclecinczt ciercial, iruc
P11 t'ial u prestador de serviços estiver sendo prejt
dicial a saude, higiene, seçuraza e sossego publiIII - estiverem em A ionant.. estabelecimentos ccer-'
ciais, irxIustris e prestadr'es de serviços c.ae dependem dc 'stz.a prvia e e licera de funcionaIV - o ftncionamito de apalhoz e .ispositivs de diver'
sões nos estabe1eciientos de nivertimnto p(a1c
pertu'em o sossego pblico ou forem perigosos
e segurança pública ou dos emprejados;
V - no for atendida int1raço da Prefeitura referente'
ao cumprimento de dispositivos deste C&igo.
1,17
A.rt. 477 - As ediL icaçes ez rulnac ou que estive-'
rOSIL ameaças em sua seurJiça, estabilidade e rzist&icja, devei4 ser interui
tadas ao uso, até que tenhi sido eeaztadaz as provid&icjas adeçualax, t fl_
de*Io-se &s p2esíçei do Capitulo III do Livro Umo do C&!igo de Edifica-'
Çes e Xnstalaçes do )t2nicipi.o,
Art. 478 — Uo caso de g&2er0 2.1irnejticju zuzpeit. .c a1toraço,a
ulteraç, frauue ou LalsiLicaço, devez4 ser o mesiao intez'clitado para exaae'
bramato1gico.
.., 1 — a interdiçZo ieVera ser lavrado terno pela üUt>
ridade swicipa1 cpetezte, c5pecifica3ic) a nature.a, quantidade v oced&icia e nce do produto
utabelecimento or&e se ac±a, n~ do dno ou dc.-
tentr, día e hora de interdio, bem co a ieclaraç da responsabj1i. ade cb dono ou detent<r
por qualqtr falta que venha a ser vriZjca na
partida ou lote do produto interUftad
— A autoriiaüe unicipal competente devei4 Lixar ,
io terr, o prazo de interdiço, o qual no pode
ra ultrapassar de 30 (trinta) tas, contados da
ata d interdic:;o.
— 140 ato da interdiçu do pi'oduto suspeito, uevero
ser cc hidas do tx'& anstras, que ser •
ectinadas:
a exame brcnato1jic);
ao dono ou detentor da rrcadoria, entregue ie
.iante recibo;
a exaae le laboratrjo cmpctente.
- As vasilhas para env6lucrou das amostras devero
ocr fechadas, assird.a:as e autenticadas de £qrru
a znciar vioj, e evitar CfSO das
tras ou divjias sofre a sua Proccdncia.
- '3 amostras •..,c 'uo trat c 1in12ao 5U .-. íu ¼)
P1
par2tgrafo Q, i presente artigo, servjrao para'
evezitual pericia de ccrntrapr ova ou cntradit&'ia,
azLit ida a requcriionto do interessa, den
de lo (dez) ou de 48 (quarenta e oito) horas,
caso de produto de £&cil perecibiliLadc, coutarrdo- o prazo da dat& e hora da respectivo
ficaço.
- A noti.ficaço a çc se refere o paz4graro wite-'
o
nor deveri ser Leita dentro do prazo d io (ie)
.ias, a cantai' da data da ari&lise brornatolgica.
- 3e diitro do prazo Lix&o para a interdiço do
produto nao houver q2alquer Ceciao da autoridae c'xipetente, o do ou detcntcz' do resp ctiv:
roduto £icar& isento de qualquer penalidade e
coii o direito de que lhet
prx.ver.
para a interiiiçu
produto, o dono ou detentoi' substituir ou subtra
no todo ou em parte a partida ou lote interditaou retira-lo do esta lccic*ito, £icar su-'
jeito a multa, acrescida do v. ar d . que foi subs
tituio ou subtraido, bem como obrigado a trea-lo ou iiicar onde se acha, a um de ser apre
'2ndido ou inutili:aoo, conforme o seu cotado,co
rendo as despesas de remoço por conta do infrator.
- quando o exac br it:.l çjico irziicar que o pro.
to e pr&prio para consuno, a intez'c1iç:' o do cf;r;)
sera idiatainentc leva2tada.
loa - Oe o exame brmato o 1gico indicar detcricraço
iultorç.o LilsiLicaço do produto, este deser inutili:aoo, provendo-se a aço ei'i
na.l que couber no casa, íiatu nçu&it. pol1'
cial.
L
Fls.17C
IV~ - -• 'flo OU detntr o pr.ut.; coriena., ievez4'
er intido a cosarecer ao ato da imti1iaç3.
re1i.aoro prazo riiw e 4 cureta e oit)
hora..
12 - :j detentr L) prOduto '
se oaÃlta.r cz se ausentar, a ix.ttilizíço sei4 e
feita à wa revelia.
- .)a i2ti1i.aç d:.i i'dut; condtma.ic, dever& ser
1avrod ter), :'bservai as £ livades lcçjai.
rt. '79 - A1 a notificaço de ')Cl,)c3teflte
a Prefeitura, ever& ser Leita a pub1ica4o de edital.
, 1 - Para assea'ar o esbaro, a Prefeitura podei4, se
for o cas , r uisitar £ policial, observados
os r uisitos 1cjais.
- d enbargo o sei4 1evut4o aps o iprirncnto '
az cxig&xias cme o m)tivaram e mediante requeriento do interessado ao Prefeito, accpanbado'
os respectivos cceprovantes dc) paainento das
;ultas e tributos devios.
- e a coisa eeibaz'gada r& for lejali:vel, so p
:eri verificar-se o 1evantastnt9 do ernbargo aa .o1iço, desnonte ou retirada do que estiver ez esacord cr djSpTitjVc)z deste C4dio.
CAPtJLO V
xk )HoLIÇc )E Oli
Art. 480 - A deno1içio, porcial totd, de obras julaeas etn '
risco ra sua seurariça, estabulide resist&cia, devci4 sr pruce4da na
f e
tentaç3es, deste &rniclpio.
Ik
Fls.179
CAI'tTt;Lo VI
c;i;i WDI)A.3
rt. 4.31 - Nos casos aprecns2o, as cLas aprceriidas serio'
relicias ao depsito cia ?reí itui-a.
12 - Toda apreensi ..ever conr.tr de termo lavracio •
pela autoridade anicip41 conpe tente, com a espe
cificaço precisa da coisa apendicia.
- No caso de animal apreew ido, devezio ser re~gistr&ios dia, 1a1 e }•ora da apreens.u, , sexo, pelo, ar e catros sinais caracterlstjcoz irj
iS dent itica ares.
- e se tratar de co registrado, devex4t ser
ciado, inclusive, o mmro de sua chapa de atricxila, forrcida pela Pre.teitura.
- A devaluço das coisas apreendidas s se £ar ci
pois dc pagas as v1tas devidas e as despesas da
Prefeitura cxi a aprcenso, o transp'te e o
pr q:o for o caso, a mazatenço
Ôp. Art. 42 - No case de n serazi reci ardas e retira..as dentro de
(cinco) dias, as coisas aprccnciac seroo crididas er 1eilo pb1ico pela '
'refcitwa.
12 - ci leilL pCblio) :'Cr< em cia e h'a
sinados p";r •1ital, ublicado na iren.a com
antecencia minima cie (oito) cijas.
- .' ip 't&icia apt'ada scr ,'tplicada na iienl:a—
ço das miltas devidas, das despesas de apreensic
transporte, dep&ito e mwiutenção, estas çtan .'
Ler o caso, alm das despesas do edital.
saldo restante serzi entreyi* ao proprietirio ,
rediantc x' risieto ccidaznte instrulcio e
processaGo.
L
4
F1!3 .1. CC
42 -Se o a1do no ir zolicitao no prazo de 15 ('
quime) dias, a partir La data da reaiizaçao LQ
leilo pbIico, ser& o mezm reco1hi aoc irc
zzuiiciai& cin receita cventualô
Ait. 4C se tratar ateria1 :* cadaria perecivel,
:j prau para rec1antaço e retirada do dep&sito da Prefeitura será de 48
renta e oito) 111-,?ra.
iarra'.j Cnic - pÀz O V(fl(±lCfltL) O pX'1ZO a que se •
refere o presente arti, o ateriai. .z merc&oria perecivel sez4t vezidu e
1cilo rblic :ttrji, a aa; c carLade, a crit&io -o Prc2eito.
4C4 - )a ocrcadoriaz apree ia de '.eiiedor art*.i1ante ;e
lccrça da Prefeitti'a, haver$ etinaçao apropria&a a caua C-vO para az zcjuin
1 - .'.cez c uiquer l±iaz, que dcverao ser iruti
lizados de pronto, no ato da apreenso;
II carnes, pescaios, £rutas, verduras e outros rtioo
e £cil cterioraçao , que deverao ser distribuLos
i cazaz e Je, cc za puderem ser u -iado;
111 - bilhetes de l.:tei'ia, cue scr3o iiiitilizadec ap&3 O
prazo de restitiço, sa1v: e n.o tiverem ccrrrido,
caso em que perianeero nu dep& ito da Prereitura,
a fim de ser o respectivo prmjo, se hc*iver, ditri
a cazas dC caridade o Prefcit; trLicAr.
CP11JLC VII
)LT . TE ruvtr z
INJ
'rt. - serao diretaiicnte pa lvei ae penas mudas '
neste
1 - os incapazes IIa foiiw ea lei;
II - os que forcsi coagidos a ooeter a inZraço.
rt. 436 - etprt çte a infraçl for prticaa por qualçuer LL'
ajentes a que se refere o artigo anterior, a pena reca1r:
1 - sobre os pais, tutores pessoas sob cuja rda '
estiver o erir;
II - sobre o curador • p;sa cuja uor ctivr a
III - sobre aue1e çu. :er cawa cctravcc fa.
CAPITULO VII
)IZPO3IÇtEC PIL3
Art. 4C7 - P0r4 efeito iezte s1rio rInirno vigente'
no Itinicipio de Doa Vista % data em çue a 'aUta for aplicada.
Art. 4I3 - Lt pra:os previstos te C6digo cotr-se-o pv C
corr i!OS.
'uiicc - o cocputa :o pra:o o ia
cial e prorroçar-se- I.ara o prineiro dia "ti1 j.'cxÀcineto de pra;:o que mci-
.ir cri bac, i:in;. c
Para (x)n.struir vz'c de sutentaçi • de protcu.e
terras, bem cto executar obras de caxa1zaço e cursos de ítgua ou de r'evos
ixitos asistentaçao de aarezs cursos de &g.a a, barrajens e açu4es, briga
tro existir projeto aprovado e a respectiva 1icera rnecid4 pela Prefeitura.
Art. U - :r.:pccio ou explr recursos naturais se
Jar'a telhio em vista a determiaçes da lejislaç federal, especiai.nnte .:s'
C&ligos de e .e
-arjra2o znico - lb cas e ualqucr forma de vectaçio natural, cvcr.o ser respeitadas as presiçes do Cigo Plorestal
Ii nal.
'xt. 491 - 2m rtria de bra: e de italaç'es, as atividades
os pr)flsionais e £ira estao, taabsi, sujeitas is liiiitaçec eobx'igies'
ipeta pel. Ci.
Art. 49 - No interesce d bcestar pd.lic, conpete a toc e
qualquer mudcipe clab>rr na £iscali:cç fiel c rient. dos Uicp
.ecte
it. 4 - ?r4'iet.ri de cae4 estab1edirt cxercial, i2-
L.iustral •u pr tador de ser iças, ou seu respons&vel, ben cino de edifici de
g
tiliç c,letiv, tica obriad A atixar eu lcais adequados e bea vis,vcic
S cpia. £iis isp..&;itívoc deste C6di cue 1h corrcsponiarn.
t&mica csecial •a rc1ct •-. , reArid'
estc C&iio, uever& er composta de enç n}cixos e arquitetos, a1. dc ci
ricic deviCtnente hbi1itados, ci az seguintes atril*dçes:
1 - realL.ax' as viztrias adrniitrativac que se
rem necessrias jara a iocaiiaçao e o £unci
te de estabelecimentos cocrciais, in.ustriaíc e
prestadres e scrviço;
II - reali..ar sinic&icia nz casos de apiicaçao das pe
de u.ponzo a que se refere este Cdiz;
III - eLtudar e a' ''ecer sobre casos omissos e sobre '
aqueles que, apesar de no so euquadrareu estrita-'
mtc re disp•sitivos <-czte C&iigo, possam vir
Is ser e iderztas eu face de condiçes e ar1.mcnt.s'
especiais aprescntadr;
IV - outros casos especiais que se triax'e essr i
.a ;riiç'es C&io.
frt. 't.• - d• .S Cste C&iiri aplicansc no sciti_ e.
trit.', cxclui...s an o nterprctaçoes
- L '-er EXcøti'...; Lxz.trt ecretaz1 rtaris,cir
culares, ordens de serviços e ctr .z atos aLt-iistrativoe que se £ierem neces
s4.rios L fiel observncia -a--
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Art. 498 - Este O&ligo entra an vigor na data de ata b1icaço
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GAíJN) 1.F DO i'REFEJTO
LEI N9 204 , DE 29 DE NOVEMBRO DE 1989
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ALTERA A REDAÇÃO DO DO ATT
GO 136, DA LEI N 18, 21 DE
AGOSTO DE 1974 - CÓDIGO DE POSTL1
RAS DO MUNICTPJO E j: (TiAE P1
VIDNC IAS.
O Prefeito Municipal de Boa Vista saber
.1 ::u: aaaovou e eu sancouo a s::aL&
LEI
Art. 12 - O § 49 do artigo 136, da Lei n ]:, de 21
de agosto (1€ 1974 - C6digo de Posturas do Município dc b.a Vis:a, r: a a v
:crar con a seguinte redaçao:
"Ç 49 - 1 caso de nao uc r tua a,--
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aa pe1 :- afe :u: ii.rendo icca.as rcr cc.ata dc
CarL -se, a TC . a civF.1ente de duas) a . - Unidade de Referencia Fiscal do Município".
Art. 29 - Esta Leí entrara em vigor na data de sua
pub1icaço, evogando as disposiçes em contr&rio.
Gabinete do Prefeito Municipal de Loa V±.L2 RR, e
2de novembro de 1989.
- 4f_
BARAC BENTO
Prefeito
1'-
11
PREFEITURA MUNICIPAL DE BOA ViSTA
RORAIMA
GABTNETE DO PREFEITO
LEI N2 146, DE 22 DE SETEMBRO DE 1986.
o ALTERA A REDAÇÃO DOS /TJ S 308, E
309 DO CÓDIGO DE i1OSTL A MUNICPIO DE BOA VISTA.
O PREFEITO MUNICIPAL DE BOA VISTA, no uu cic atr i bui -
CCs lagais, fco saber que a CÂMARA MUNICIPAL aprovou e eu sancion: a segu i te
1 ei:
L E I :
Art. 12 — O § 12 do art. 308 da Lei Municipal nY 1, de 21.
08.1974, passara a vigorar com a seguinte redaçao.
"Uma vez preenchidos, pelo interessado, ' rcqusi s fixados neste artigo, será realizada a nece;:iia Iria no
estabelecimento, no prazo mxímo de 5 (:iuco) :!3
Art. 22 - O caput do art. 309 da mesma Lei vigo:ar: com a se
guinte redaço
"A licença de 1oca1izaço e insta1aço ii:a1 er concec!—
da pela Prefeitura, •por despacho da autorade c etante,
expedindo-se o correspondente alv;ir, no ;.razc Tfl5 o c 5
(cinco) dias iítis ap6s serem ar.endido us rcc .s os deste
código, e reaF adÁs as inspeç6es previstas no do artf
go ante
JPr
pRFr:EITunA NILINICIPAI DF BOA \ 7ISI'A
ROIIA ['vlA
CABJN!:TE DO PREFEITo
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LEI N2 207 , DE LiS DEZEMBRO DE 1989
DISPÕE SOBRE: ALTERA A REDAÇÃO
DAS ALTNEAS riy E "E" O ARTIGO
MUNICtPIODEIIOAVISTARR.
O Prefeito Municipal de Boa Vsta - RR, fiço saber
•
que a Câmara Municipal
-
aprovou e eu sanciono a seguinte
L E I
Art. 12 - As alineas "A" e "B" do § 22 do .rt. 314
da Lei Municipal n2 18, de 21 de agosto de 1974, passarão a vigorar n a seguinte redaçío:
"a) de segunda à sexta-feira: da; 08 l ecins
14 às 18 horas, salvo em bare:, rcstiafltCS e
similares;
b) sabado: das 08 s 12 hur:u, VO cm ) S, res
tauranteS e similares". -
Art. 22 - Esta Lei entrara em vigor na di de sua
pu.b1icaço, revogadas as disposiçes em contrario.
Gabinete do Prefeito Municipal de Boa Vi: - RR,
em 05 de dezembro de 1989.
BARAC ENTO
Prefeito
£
PREFEITURA MUNICIPAL DE BOA VISTA
RC)R ATMA
1
ublicata, (m
iL 11
PREFEITURA MUNICIPAL DE BOA VISTA
(;ABINETE DO PREFEITO
LEI No 529, DE 21 DE SETEMBRO DE 2000.
"ALTERA A REDAÇAO DO ART. 316 E
SEUS PARÁGRAFOS 1°, 30, 40, 7° E 9°, DA
LEI N° 18, DE 21.08.1974 E DÁ OUTRAS
PROVIDÊNCIAS".
O PREFEITO MUNICIPAL DE BOA VISTA - RR, no uso de suas atribuições legais,
laço saber que a Câmara Municipal de Boa Vista aprovou e eu sanciono a presente
LEI:
Art. 1° Fica alterado o artigo 316 e seus parágrafos 1°, 3°, 4°, 7° e 9° da Lei n° 18, de
21 .08.1 974. quc passa a vigorar com a seguinte redação:
"Art. 316 - O horário de funcionamento das farmácias e drogarias é das 7:00 às 2 1:00
horas nos dias úteis, de segunda a sábado e friados".
§ 10 - As farmácias só poderão permanecer ininterruptamente abertas dia e noite, desde
que, antecipadamente, sejam autorizadas pela Secretaria Municipal de Saúde, ouvido previameiite o
Sindicato do Comércio Varejista de Produtos Farmacêuticos do Estado de Roraima - SINDIFARMA.
§ 30- O horário de plantão aos domingos começa às 7:00 horas e teniinará às 7:00 horas
da manhã do dia seguinte;
§ 4° - l)urantc a noite dos dias úteis e feriados, o horário de plantão é das 21:00 horas às
7:00 horas (lo dia seguinte;
§ 7° - O regime obrigatório de plantão obedecerá rigorosamentc à escala fixada através de
Portaria da Secretaria Municipal de Saúde.
§ 9° - A inobservância das prescrições do presente artigo e de seus parágrafos, implicará
em multa correspondente a 500 (quinhentas) VFIR's - Unidade Fiscal de Referência, e dobrada na
rei neidência.'
2° - E obrigatória a publicação nos órgãos de imprensa local a relação das farmácias
de plantão, conlorme preceitua os parágrafos 30,4°e 7° do artigo 316 do presente Projeto de Lei.
Ait 3° - Ficam revogados os §§ 2°c 8° do art. 316, da Lei n° 189 de 21.08.1974.
Art.4° - Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em
contrário.
Gabinete do Prefeito Municipal Boa Vista - RR, em 21 de Seteinbr de 2000.
Ottoinar de Soiisa ijLinto
Prefèíto do Município de Bo,b Vista
v
ESTADO DE RORAIMA
CÂMARA MUNICIPAL DE BOA VISTA
LEi N° 700. DE 29 DE SETEMBRO DE 2003.
AUTORA: VEREADORA ODETE IRENE DOMINGUES
"ACRESCENTA OS ARTIGOS 497 E 498 E SEUS
PARÁGRAFOS E INCISOS RENUMERANDO-SE OS
DEMAiS, DO CÓDIGO DE POSTURA DO
MUNiCÍPIO DE BOA VISTA, OS QUAIS DISPÕE
SOBRE A LOCALIZAÇÃO E FIXAÇÃO DE TORRES
DE TELEFONIA CELULAR E DÁ OUTRAS
PROVIDÊNCiAS".
A PRESIDENTE DA CÂMARA MUNICIPAL DE BOA VISTA -
RR, faz saber que o Plenário aprovou, a Prefeita Municipal Sancionou tacitamente em
conformidade com o § 30 do Art. 50, da Lei Orgânica do Município de Boa Vista, e ela
promulga a seguinte
LEI:
Art. Código de Posturas Municipal, Lei n°018, de 21 de agosto de
1974, fica acrescido dos artigos 497 e 498 e seus parágrafos e incisos, os quais passam a
vigorar com a seguinte redação:
"Art 497 - Na localização e fixação de torres de telefonia celular,
concedido através de Alvará de Autorização, após análise técnica de viabilidade
ambiental, será obedecida distância não inferior a 3.000 (três mil) metros em ralação ao
perimetro circunferente da Praça do Centro Cívico e entre uma e outra torre a distância
mínima de 2.000 (dois mil) metros".
Parágrafo Único - As torres de telefonia celular, observado disposto no
caput deste artigo, deverão situar-se em área - terreno - não inferior a 1.000 m2(mil
metros quadrados).
Art. 498 - O pedido de licenciamento para a instalação de antenas
transmissoras de telefonia celular e outras antenas transmissoras de radiação
eletromagnética e equipamentos afins no Município de Boa Vista deverá ser
protocolado por meio de requerimento com pedido de exame e estudo de viabilidade
técnica na Prefeitura do Município, com os seguintes documentos:
1 - comprovante de propriedade e/ou locação do espaço destinado à
instalação de antenas transmissoras de rádio, televisão, telefonia celular,
ESTADO DE RORAIMA
CÂMARA MUNICIPAL DE BOA VISTA
telecomunicações em geral e outras antenas transmissoras de radiação eletromagnética e
equipamentos afins;
II - guia do imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) do imóvel em
questão;
III - duas vias da planta da situação do terreno;
IV - planta de situação/localização e elevações, atendendo à legislação
competente;
V - fotografias do local, que deverão contemplar a atual situação, sem a
instalação e com fotomontagem da situação proposta;
VI - memorial dcscritivo técnico;
Vil - característica de estrutura das torres;
VIII - laudo técnico assinado por fisico ou engenheiro da área de
radiação acompanhado de Anotação de Responsabilidade Técnica, em que constem:
a) a faixa de freqüência de transmissão;
h) o número de canais e a potência máxima irradiada das antenas quando o
número máximo de canais estiver em operação;
e) a altura, a inclinação em relação à vertical e o ganho de irradiação das
antenas;
d) a estimativa de densidade máxima de potência irradiada (quando houver o
número máximo de canais em operação), bem como os diagramas vertical e
horizontal e a irradiação de antena registrados em plantas com indicação de
distância e respectivas densidades de potência,-
e)
otência;
e) a estimativa da distância mínima de antena para o atendimento do limite de
potência;
O a indicação de medidas de segurança a serem adotadas de forma a evitar o
acesso do público a zonas que excedam o limite de potência.
IX - laudo radiométrico assinado por fisico ou engenheiro da área de
radiação, obscrvado o que segue:
a) que nele constem às medidas nominais do nível de densidade de potência
nos limites da propriedade da instalação, nas edificações vizinhas,
ESTADO DE RORAIMA
CÂMARA MUNICIPAL DE BOA VISTA
edificios com altura igual ou superior à antena num raio de 200 (duzentos)
metros e nas áreas próximas julgadas sensíveis às radiações
eletromagnéticas.
b) que ele seja submetido à apreciação da Secretária Municipal de Saúde e
apresentado por ocasião da instalaço da antena transmissora e, anualmente,
para controle.
X - alvará sanitário a ser expedido pela Secretaria Municipal de Saúde,
observados os critérios estabelecidos por esta Secretaria;
§ 1' - As medições deverão ser feitas com equipamentos que afiram a
densidade de potência por integração das faixas de freqüência na faixa de interesse,
comprovadamente calibrados segundo as especificações do fabricante e submetidos a
verificação periódica da Secretaria Municipal de Saúde.
§ 2°- As medições deverão ser prcviamcnte comunicadas à Prefeitura
Municipal mediante pedido protocolado em que constem local, dia e hora de sua
rcalizaçíio.
§ 3° - A Secretaria Municipal de Saúde acompanhará as medições e
poderá indicar os pontos que devem ser medidos.
§ 4° - A licença sanitána de que trata o inciso X deste artigo deverá ser
apresentada por ocasião da liberação para funcionamento da antena transmissora e,
anualmente, para controle.
Art. 2° - O Poder Executivo regulamentará o disposto nesta Lei no prazo
de 180 (cento e oitenta) dias.
Art. 30 - Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação revogadas as
disposições em contrário.
Plenário Estácio Pereira de Meio, Boa VistaJRR, 29 de Setembro de 2003.
Maria de Louti'
Prcsidcntc
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