ESTADO DO PARÁ
PODER LEGISLATIVO j
CÂMARA MUNICIPAL DE CANAÃ DOS CARAJAS
Canaã dos Carajás, 19 de fevereiro de 2018.
INDICAÇÃO Nº. 019/2018.
AUTOR: Vereador- João Batista Gustavo
Sr. Presidente,
Srs. Vereadores;
INDICO, após a devida deliberação do Plenário, na forma regimental, que
esta Casa de Leis solicite ao Excelentíssimo Prefeito Municipal Jeová
Goncalves de Andrade, que embasado no Termo de Cooperação Técnica,
firmado entre a UFPA - Universidade Federal do Estado do Pará c Prefeitura
Municipal de Canaã dos Carajás, proceda à aquisição em regime de
URGÊNCIA dos Equipamentos para os Laboratórios de Química, Física e
Biologia, para que à Universidade possa efetivar a instalação desses cursos no
iúnicípio. VÂMARA MUNICIPAL DE CANAÁ DOS Cana 14%
APROVADO NA SESSÃO
ORDINÁRIA
USTIFICATIVA
Na data de 06 de novembro de 2017, foi firmado Termo de Cooperação
Técnica, entre a UFPA - Universidade Federal do Estado do Pará e Prefeitura
Municipal de Canaã dos Carajás, que segue anexo, onde ficou acordado que
a aquisição dos Equipamentos dos Laboratórios de Química, Física e
Biologia, ficaria a cargo do município.
Conforme Ofício em anexo, para que a UFPA , proceda a efetivação dos
novos cursos, necessário faz-se, a aquisição de materiais € bens, para O
devido funcionamento dos Laboratórios, conforme descrição que segue
anexa.
Rua Tancredo Neves nº 546 — Centro, Canaã dos Carajás - PA, CEP 68537-000
CNPJ: 01.61 3.324/0001-68 * fone: (94) 3392-4545
ESTADO DO PARÁ
, PODER LEGISLATIVO
CÂMARA MUNICIPAL DE CANAÃ DOS CARAJÁS
Diante da previsão na Lei 797/2017 - LOA, para a compra desses
equipamentos, temos que esse compromisso poderá ser honrado o mais
rápido pelo município , para que os cursos possam ser instalados,
beneficiando a população de Canaã dos Carajás.
Conto, pois, com o apoio de VExy a aprovação unânime e integral
dessa INDICAÇÃO .
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vÂMARA MUNICIPAL DE CANAÃ DOS cara á
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3 ORDINARIA
Rua Tancredo Neves nº 546 - Centro, Canaã dos Carajás - PA, CEP 68537-000
CNPJ: 01.613.324/0001-68 * fone: (94) 3392-4545
spo
PROCESSO Nº
|
ACORDO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA N
20Jf QUE ENTRE Si CELEBRAM
«MUNICÍPIO, ESTADO OU IES>, E |/
COORDENAÇÃO DE APERFEIÇOAMENTC
DE PESSOAL DE NÍVEL SUPERIOR.
Aos seis dias (6) dias do mês de Novembro de 2017, o MUNICÍPIO DE CAN
DOS CARAJÁS, ESTADO DO PARÁ, inscrito no CNPJ pelo nº 01.813.321/0001-24, 0 ja
é localizada no(a) RUA MUIRACATIARA Nº 25, BAIRRO NOVO HORIZONTE CEP 68.587. C
MUNICÍPIO CANAÃ DOS CARAJÁSIPA, mantenedor de polo no âmbito do Sisteir
Universidade Aberta do Brasil - UAB, neste ato representado pelo(a). PREFEITO JEOV
GONÇALVES DE ANDRADE |, Carteira de Identidade nº 2256171 — PCIPA, CPF
430.615.086-00 e a(o) NOME DA IES, inscrita no CNPJ nº <CNPJ>, e a COORDENAÇÃO E
APERFEIÇOAMENTO DE PESSOAL DE NÍVEL SUPERIOR, inscrita no CNPJ pelo |
00889834/0001-08, localizada no Setor Bancário Norte, Quadra 02, Bloco L, Lote 06, CE
70.040-020, Brasilia/DF, doravante denominada CAPES, neste ato representada por si
Diretor de Educação a Distância CARLOS CEZAR MODERNEL LENUZZA, brasilei
portador da Carteira de Identidade nº 4040222046 — SSPIRS, CPF nº 503.094.980-1
nomeado pela Portaria CASA CIVIL Nº 1.813 DE 2 DE SETEMBRO DE 2016, designad
simples e conjuntamente como “Partícipes” para os fins deste Instrumento. |
CONSIDERANDO que o Sistema Universidade Aberta do Brasil - UAB, instituído pelo Decr:
n.º 5.800, de 8 de junho de 2006, é voltado para O desenvolvimento da modalidade
educação a distância, com à finalidade de expandir e interiorizar a oferta de cursos e prograrr
de educação superior no Pais;
CONSIDERANDO que o Sistema UAB cumprirá suas finalidades e objetivos só
educacionais em regime de colaboração da União com entes federativos, com O objetivo
democratização, expansão e interiorização da oferta de ensino superior, público, gratuito «
qualidade, prioritariamente de formação inicial e continuada de professores da educa
básica, na modalidade de educação a distância;
CONSIDERANDO que de acordo com a Lei nº 11.502, de 11 de julho de 2007, a CAI
subsidiará o Ministério da Educação na formulação de políticas e no desenvolvimente
atividades de suporte à formação de profissionais de magistério para a educação básit
superior e para O desenvolvimento cientifico e tecnológico do Pais;
CONSIDERANDO a Portaria MEC nº 318, de 2 de abril de 2009, que transfere à CAPÍ
operacionalização do Sistema UAB;
COSIDERANDO a delegação de competência estabelecida pela Portaria CAPES n.º te, d
31 de agosto de 2011: |
]
RESOLVEM os Partícipes celebrar o presente Acordo de Cooperação Técnica, doravant
denominado ACT, cuja execução deverá se desenvolver em conformidade com a Lei-13.005
de 25 de junho de 2014, o Decreto n.º 9.057, de 25 de maio de 2017, e ainda no que couber «
Lei nº 8.666, de 21 de junho de 1993 e legislação correlata, nos termos das cláusulas é
condições seguintes: |
CLÁUSULA PRIMEIRA - DO OBJETO
Constitui objeto deste ACT o estabelecimento de compromisso entre! c
mantenedor de polo UAB e a CAPES, com vistas à implementação de curso(s) a distância em
polos do Sistema UAB. |
NI
CLÁUSULA SEGUNDA - DOS COMPROMISSOS |
Para viabilizar o objeto deste ACT os Partícipes se comprometem a: |
ue |- DOS MUNICÍPIOS, DOS ESTADOS, DO DISTRITO FEDERAL E DAS INSTITUIÇÕES DE
ENSINO SUPERIOR PROPONENTES/MANTENEDORES DE POLOS UAB |
a) Criar e manter infraestrutura física, tecnológica, documental e de recursos human s,
necessárias para o funcionamento do polo UAB e a oferta dos cursos com qualidade
E
Institucionalizar, mediante instrumento legal específico (lei), junto aos órgã!
competentes do municipio/estado, o polo UAB, a fim de garantir dotação orçamentária
para a criação, implantação, manutenção e continuidade do polo, bem como o pleno
desenvolvimento das atividades didático-pedagógicas referentes aos Cursos;
Superior - IES e aos representantes do Sistema UAB, q acesso às informações
gestão, administrativa e financeira do polo, e outras pertinentes, colaborando com! o
c) Disponibilizar aos órgãos de acompanhamento, à CAPES, às Instituições de e
trabalho de acompanhamento e avaliação da infraestrutura e dos cursos;
o
Red
Manter atualizadas e com cópia arquivada no polo as informações sobre a infraestrutura
física, tecnológica, documental e de recursos humanos. |
e
“-
Sempre que solicitado, elaborar relatórios, prestar contas ou inserir novas informações
e dados nos sistemas informatizados da CAPES, responsabilizando-se por sua
veracidade; |
f) Acompanhar, manter atualizado, salvaguardar a veracidade e prestar contas dos dados
e informações fornecidos nos sistemas informatizados da CAPES e nos relatórios
solicitados. |
9) Adequar o polo às condições requeridas pelos projetos político-pedagógicos dos cursos;
|
aj
administrativas, a fim de proporcionar condições adequadas para o pleno
' |
h) Garantir e acompanhar, durante todo o período de execução, as "os
m) Comunicar à CAPES, formalmente, a substituição do coordenador de polo, com
n)
s
=
desenvolvimento dos cursos:
Acompanhar as atividades desenvolvidas nos polos, apresentar relatórios e prestar
contas, se solicitado pela CAPES ou pelas IES, mantendo atualizados e disponíveis
dados e informações; |
Í
]
. à |
Adequar os polos para o atendimento de novas demandas quanto à oferta de cursos a
distância, observando as orientações previstas nas normativas da CAPES e do
Ministério da Educação; |
Realizar o processo de seleção/indicação do Coordenador de Polo, de acordo com ias
orientações emanadas pela CAPES;
Atribuir ao Coordenador de Polo carga horária de trabalho para o atendimento às
atividades do polo, observando-se o número de cursos e as orientações da IES, bem
como da CAPES;
antecedência minima de 10 dias úteis;
Cumprir integralmente o objeto do acordo firmado, visando manter as atividades
didático-pedagógicas no polo, a despeito de qualquer doação e/ou benefício recebido
por parte da CAPES, do MEC ou de Instituições de Ensino Superior, nos termos da
legislação pertinente; .
Registrar todos os equipamentos recebidos dos diferentes órgãos a fim de mantê-los,
com prioridade para as atividades do polo, em cumprimento aos registros patrimoniais,
de acordo com a legislação pertinente;
Responsabilizar-se e garantir a Segurança e manutenção dos equipamentos é materiais
didáticos disponibilizados pela CAPES, MEC e outros órgãos, incluindo reposição e
atendimento local; |
|
Utilizar a logomarca do Sistema UAB, de acordo com as orientações constantes do
Manual de Aplicação Visual da CAPES, tanto na identificação do polo, quanto na
produção de materiais relacionados aos cursos, projetos e programas do Sistema ei
Comparecer a eventos e reuniões promovidos pela CAPES e pelas IES, quando
solicitado; |
Disponibilizar no polo ambientes (coordenação, secretaria, salas de aula, biblioteca,
laboratório de informática, banheiros, dentre outros) e mobiliários adequados (mesas,
cadeiras, computadores, dentre outros) aos usos previstos, ao atendimento de adultos
e a portadores de necessidades especiais; !
Instalar e manter em adequadas condições a placa de identificação do polo, conforme
manual visual da Universidade Aberta do Brasil;
|
Disponibilizar acesso permanente à internet banda larga com configuração acima de
2,0MB (medidos) e número de computadores compatível com a demanda das atividades
acadêmicas do polo; E
3
|
v) Incrementar o link de internet eventualmente disponibilizado pelo MEC, de acordo cem
a quantidade de alunos;
w) Disponibilizar oficialmente ao polo todos os recursos humanos, quais sejam:
coordenador (a) do polo, secretário (a), bibliotecário (a) ou auxiliar de biblioteça,
técnico(a), de informática (pode ser compartilhado com demais dei públic ),
segurança (pode ser eletrônica) e limpeza; |
x) Garantir o pleno funcionamento do polo, principalmente nos dias e horários de maior
fluxo de alunos, sendo, em geral, de segunda a sexta a noite e aos sábados durante o
dia, sem prejuízo de outros dias e periodos, conforme demanda de atendimento dos
estudantes;
-DA CAPES Í |
udp
a) Fomentar os cursos aprovados nas instâncias superiores das IES, validados no s
editais propostos no âmbito do Sistema UAB;
|
b) Acompanhar, avaliar, orientar, controlar e fiscalizar a execução do presente AGT,
por intermédio da DED/CAPES, visando ao seu cumprimento e ao funcionamento
harmônico do Sistema UAB;
c) Zelar pelo cumprimento do compromisso ora assumido pelo Município de rag
dos Carajás no Estado do Pará, quanto à disponibilização da infraestrutura necessária ao
pleno funcionamento do Polo UAB;
d) Realizar os procedimentos técnico-operacionais relativos ao monitoramento dos
e polos UAB, a fim de garantir o cumprimento do item anterior;
e) Realizar acompanhamento periódico da implementação de cursos e programas id
âmbito das instituições e dos polos que integram o Sistema UAB;
f) Apoiar financeiramente, mediante instrumento legal específico, às IES, observando
a legislação aplicável e o interesse da Administração Pública, bem como os projetos, e
cursos selecionados a serem ofertados;
9) Exercer, junto às IES, função gerencial fiscalizadora dentro do prazo regulamentar
da execção/prestação de contas, ficando assegurado aos seus agentes o poder
discricionário de reorientar ações e de acatar ou não justificativas quanto a eventuais
disfunções havidas na sua execução;
|
h) Analisar e emitir parecer sobre a prestação de contas referente à aplicação dos
recursos alocados, sem prejuizo da realização de auditorias internas e externas; |
i) Propor medidas para a institucionalização dos polos UAB, a fim de garantir a sua
manutenção bem como estimular a prática de decisões colegiadas;
j) Supervisionar a efetiva utilização da logomarca do Sistema UAB, em osvforitade
com o Manual de Aplicação Visual da CAPES.
s |
ai
k) Zelar pelo cumprimento das políticas, normas e diretrizes atinentes às tecnologias
de informação e comunicação educacionais vigentes, no âmbito do Sistema UAB.
CLÁUSULA TERCEIRA - DOS ÔNUS FINANCEIROS
entre os Participes.
O presente ACT não envolve, por si só, transferência de recursos is
|
|
CLÁUSULA QUARTA - DA VIGÊNCIA |
de 10 (dez) 210s, devendo ser prorrogado, caso o vencimento seja anterior ao término
cursos ofer' - pelas IES, mediante Termo Aditivo, até a conclusão das atividades dos cu
O presente AGT entra em vigor a partir da data de sua assinatura, com ode
ofertados pc == IES, |
|
CLÁUSULA QUINTA - DA PUBLICAÇÃO
O presente ACT será publicado no Diário Oficial da União, às expensas im
o
CAPES e em “-nformidade com o Parágrafo Unico do art. 61 da Lei nº 8.666, de 21 de jun
de 1993.
CLÁUSULA SEXTA — DA OPERACIONALIZAÇÃO
*. operacionalização do presente ACT dar-se-á mediante a celebração de
instrumentos s-necíficos entre os Partícipes, no âmbito da DED/CAPES, em conformidade
com a legisl» correlata, em função da aprovação, por essa Diretoria, da oferta de cursos
pelas IES no 1s UAB, |
SUB CLÁUSU! A PRIMEIRA - À implementação de cursos e programas nos polos do Sistema
UAB está corcisionada à publicação deste ACT; à existência de infraestrutura mínima e
adequada por= » nferta dos cursos aprovados pela CAPES, conforme resultado do processo
de monitoramcn'» aos polos e ao preenchimento dos dados relativos aos cursos já aprovados
nos sistemas | rmatizados da CAPES. |
|
|
CLÁUSULA S“TIMA — DA DENÚNCIA, SUSPENSÃO E RESCISÃO |
“presente ACT poderá ser denunciado por iniciativa de qualquer dos partícipes
mediante troc avisos, com antecedência minima de trinta dias, suspenso até que haja o
cumprimento cláusulas objeto da denúncia, ou ainda rescindido, por descumprimento
qualquer de s cláusulas, assumindo cada participe os respectivos ônus decorrentes d s
obrigações ac" cias, resguardadas as atividades em andamento. :
|
|
CLÁUSULA O! "VA — DA CONCILIAÇÃO E DO FORO
a Provérsias decorrentes do presente acordo que surgirem entre órgãos e
entidades da “'stração Pública serão submetidas à conciliação promovida pela Câmara
de Conciliação da Administração Federal da AGU CCAF nos termos do art. 18 do Decreto nº
7.392, de 13 de dezembro de 2010.
O foro para dirimir quaisquer questões oriundas do presente Instrumento que não
puderem ser resolvidas administrativamente é o da Justiça Federal, Seção de Brasília, Distrito
Federal.
E, por estarem os Participes justos e acordados entre si, firmam o presente
instrumento, em três vias de igual teor e valor, na presença das testemunhas abaixo
nomeadas. N |
CARLOS CEZAR MDERNEL EÊNUZZA |
DIRETOR DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA |
DED/CAPES - |
fes Gonçalves de Andrade
Prefeito do Município de Canaã dos Carajás -PA
Testemunhas:
Nome: Lu ome: Xrvo Toual f Sa
RG:Nº Mm. 3. 855. V6D RG: Nº 03082. 339 E) |
CPE:NCPF S4O.727.7H-FP CPENIGO.L4G 355.00
|
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SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ — UFPA
MODALIDADE A DISTÂNCIA
CANAÃ DOS CARAJÁS — PA.
Planejamento para O Polo UAB em 2018.
Em 03/02/2018 recebemos a visita do Pró-reitor de Ensino de Graduação da
UFPA, prof. Edmar e O Coordenador de Educação à distância “EAD, prof. José
Miguel, durante a visita e apresentação das instalações do Polo, fomos
orientados a nos preparar para pleitearmos novos cursos pelo Edital de 2018.
Essa preparação requer do puder público municipal, investimentos em
laboratórios de pesquisa para O Polo UAB de Canaã dos Carajás.
Embasados no termo de acordo e cooperação técnica, firmado entre à CAPES
e a Prefeitura de Canaã dos Carajás, qualquer descumprimento das cláusulas
contidas no termo, poderá prejudicar a condição de funcionamento do Polo, que
hoje se encontra como apto para funcionamento na avaliação realizada pela
CAPES em 2014.
O Polo UAB de Canaã dos Carajás aguarda a publicação do Edital da
Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior — CAPES em
2018. A publicação desse Edital trará oportunidades de oferta de novos cursos.
A orientação da universidade é que inicialmente seja comprado três laboratórios
de pesquisa: Química, Física e Biologia. A aquisição desses bens é contrapartida
do mantenedor, (puder público municipal).
O potencial já comprovado pelo levantamento de demanda realizado em 2017
exige a soma dos esforços para ampliação dessa oferta.
Temos a possibilidade de ofertar em 2018 mais três cursos pelas Universidades
públicas.
Contando com o esforço e à parceria dos poderes executivo e legislativo, temos
garantias de ampliação da oferta de novos cursos em nosso município.
Com essas medidas será garantida a expansão dos cursos para o nosso
Município.
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2. seguir, descrevemos uma série de materiais e reagentes que são úteis para que um laboratório funcione satisfatoriamente.
Descrição de materiais:
e Alfinetes
Pequena haste de metal aguda numa ponta e terminando por uma cabeça na outra; serve para pregar, ou segurar, unidas, peças de
vestuário, folhas de papel etc.
e Almofariz e pistilo
Utilizados para triturar e pulverizar sólidos.
e Aquário
Depósito de água destinado à criação e à observação de animais e vegetais aquáticos, em especial, peixes ornamentais.
e Balança de precisão
Serve para medir, com precisão, a massa de corpos e soluções.
e Balão de destilação
Utilizado para efetuar destilações simples. O braço lateral é ligado ao condensador.
e Balão de fundo chato
Empregado no aquecimento de líquidos puros ou soluções; pode ser usado também para efetuar reações que desprendem produtos
gasosos e para coleta de destilados.
e Balão volumétrico
Possui colo longo, com um traço de aferição (medição) situado no gargalo; é útil no preparo de soluções.
e Banho-maria
Usado para aquecimento de soluções ou para manter constante a temperatura de uma solução.
e Bastão de vidro ou baqueta
É usado para agitar líquidos e para facilitar o escoamento de um líquido de um frasco para outro, evitando respingos.
e Béquer
É de uso geral nos laboratórios. Serve para dissolver substâncias, efetuar reações e aquecer líquidos sobre tela de amianto.
e Bico de Bunsen
Fonte de calor destinada ao aquecimento de materiais não inflamáveis no laboratório.
e Bisturi
Instrumento de lâmina curta, pontudo e cortante, usado para fazer incisões na pele e nos tecidos.
e Bureta
Equipamento calibrado para medida precisa de volume de líquidos. Consiste em um tubo cilíndrico graduado geralmente em mililitro-mL
que permite o escoamento controlado do líquido através de uma torneira na parte inferior, que controla a vazão. É muito utilizado em
titulações.
e Cadinho
Vaso de metal resistente ao fogo usado para aquecer sólidos a altas temperaturas.
e Cápsula de porcelana
Empregada na evaporação de líquidos em soluções.
e Centrífuga
Serve para acelerar a sedimentação de partículas sólidas em soluções líquidas.
e Condensador
Utilizado nos processos de destilação. Sua finalidade é condensar os vapores do líquido a ser destilado.
e Conta-gotas
Aparelho ou vidro que permite o escoamento de líquido gota a gota.
e Cuba de coloração
Serve para colocar lâminas em imersão com o objetivo de se fazer coloração, fixação ou desidratação.
e Dessecador
Usado para guardar substâncias em ambiente contendo pouco teor de umidade.
e Erlenmeyers
Frasco utilizado para aquecer líquidos ou para efetuar titulações. Pode apresentar boca estreita ou larga, junta esmerilhada ou não e
parede reforçada.
e Espátula
É usada, comumente, para transferir sólidos em pequenas quantidades, agitar misturas quentes ou prestes a reagir. A espátula de
madeira serve para fazer coleta de material para esfregaço.
e Estante para tubos de ensaio
Utilizada como suporte para tubos de ensaio.
e Estufa
Utilizada para colocação de culturas, de microorganismos, onde devem permanecer a uma temperatura ideal para seu crescimento.
Serve, também, para secagem e esterilização de instrumentos de laboratório.
e Funil simples
Utensílio em forma de cone invertido utilizado para conduzir líquidos a recipientes de boca estreita. Também é utilizado como filtro,
quando está provido de um papel filtro, pode separar sólidos, não dissolvidos, dos líquidos. Não pode ser aquecido
e Funil de bromo, de decantação ou de separação
É usado na separação de líquidos imiscíveis, ou seja, que não se misturam, por exemplo, água e óleo. Quando o funil tem torneira, serve
para despejo gradativo de líquidos.
e Kitassato
É usado no processo de filtração a vácuo.
e Funil de Biichner
Acoplado ao kitassato e provido de um papel de filtro é usado nas filtrações a vácuo. Observação: esse aparelho também pode ser de
plástico.
e Garras
Serve para segurar e/ou sustentar vidrarias.
e Geladeira
Conservar reagentes, soluções, culturas e outros materiais que necessitam estar refrigerados.
e Lâmina e lamínula
A lâmina é um pequeno retângulo de vidro no qual deve ser colocado o material que será observado ao microscópio óptico. A lam ínula é
um pequeno quadrado de vidro que cobre e protege o material colocado sobre a lâmina.
e Lupa
Lente de vidro que serve para aumentar pequenos objetos.
e Luvas
Servem para proteger as mãos na manipulação de produtos químicos.
e Microscópio óptico
Usado para obter imagem ampliada de microorganismos ou estruturas microscópicas, bem como para aumentar o poder de resolução
do olho humano.
e Microscópio estereoscópico ou lupa estereoscópica
Usado para obter uma imagem ampliada e tridimensional de um organismo, de uma estrutura ou de uma parte deles.
e Papel filtro
Serve para reter partículas sólidas em uma filtração e drenar pequenos excessos de líquido em uma superfície.
e Pinças
São usadas para pegar material sólido, algumas vidrarias etc. Existem vários tipos de pinças, pois são utilizadas com vários fins.
e Pinça hemostática
É usada na contenção de líquidos e gases através de tubos de borracha ou flexíveis.
e Pipeta
Tubo graduado para medir, coletar e transferir um determinado volume de líquidos com precisão. Não pode ser aquecida.
e Pisseta
Frasco contendo água destilada, álcool ou outros solventes. É usado para efetuar a lavagem de recipientes ou materiais com jatos do
líquido nele contido.
e Placas de Petri
Prancha usada para colocação de meio de cultura para microorganismos.
e Proveta
Tubo graduado para medição precisa de líquidos que devem ser transferidos para outro recipiente.
e Rolhas
Peça oblonga, de cortiça ou de outra substância, para tapar a boca ou o gargalo das garrafas, frascos etc.
e Suporte
O suporte suspende os mais diferentes materiais, como funil, bureta e outros.
e Suporte de lâminas
Local onde deve ser colocada a lâmina para descanso durante a secagem ao ar ou enquanto recebe corante, solvente, fixador etc.
e Tela de amianto
Tela metálica, com o centro de amianto, utilizada para distribuir uniformemente o calor, durante O aquecimento de recipientes de vidro
na chama de um bico de gás (bico de Bunsen).
e Termômetro
Instrumento com que se medem as temperaturas.
e Tesouras
Usadas para realizar cortes em tecidos vivos ou em outros materiais.
e Tripé
Aparelho portátil, firmado sobre três pés, sobre 0 qual se assenta a tela de amianto.
e Tubo de ensaio
É utilizado principalmente para efetuar reações químicas em pequena escala. Pode ser aquecido diretamente.
e Vidro de relógio
Peça de vidro de forma côncava, usada em análises e evaporações. Não pode ser aquecida diretamente.
e Vidraria
Peças de vidro de vários tipos e tamanhos usadas para manipulação, análise e observação de reações.
Descrição de Reagentes:
e Acetona
Inflamável: queima no ar a partir de 40º C. Tóxico: é letal a partir de 5,3g por kg de massa corpórea. Solvente utilizado na remoção de
esmaltes.
e Ácido acético
Inflamável: queima no ar a partir de 43º C. Corrosivo: provoca irritação dos olhos e se ingerido provoca vômitos. Tóxico: é letal a partir
de 5g por kg de massa corpórea. É um dos componentes do vinagre.
e Ácido clorídrico
Corrosivo: provoca queimaduras na pele. Comercializado com o nome de ácido muriático: é usado para limpeza de pisos.
e Ácido nítrico
Corrosivo: provoca queimaduras na pele, produzindo manchas amarelas. Produto de venda controlada: pode ser usado para produzir
explosivo.
e Ácido sulfúrico
Corrosivo: destrói tecidos vivos, provocando queimaduras graves de cor preta. Encontra-se em baterias de automóvel.
e Água destilada
É purificada por aquecimento, vaporização e posterior condensação (destilação simples) de modo que elimina os carbonatos e os
sulfatos de cálcio e magnésio dissolvidos. Água destilada é uma água mais pura.
e Álcool etílico
Inflamável: queima no ar a partir de 13º CG. Tóxico: provoca excitação, depressão, convulsões e coma alcoólico, podendo ser letal. Tem
diversas aplicações, como: combustível de automóveis, componente de bebidas alcoólicas, aplicação doméstica como desinfetante.
Amoníaco
Inflamável: queima no ar, quando no estado gasoso. Cáustico: ataca as vias respiratórias e os olhos. Tóxico: é letal a partir de 3g porm
de ar. Usado em produtos de limpeza rápida.
Azul de metileno
Antisséptico local. Pó cristalino azul escuro com reflexos de cor cobre ou cristais verdes com reflexos bronze. Praticamente inodoro e
solúvel em água. Tem aplicações em infecções fúngicas, úlcera de pele, erupções cutâneas e prurido.
Benzeno
Inflamável: queima no ar a partir de 11º C. Corrosivo: provoca irritação das mucosas. Tóxico: provoca convulsões, é letal a partir de 5,7g
por kg de massa corpórea. Componente diluente e solvente de tintas e vernizes.
UNIDADE 3 — Laboratório de Ciências
46
Bicarbonato de sódio
Pó branco que por aquecimento perde gás carbônico. Muito usado em bebidas e sais efervescentes, como fermento químico, como
reagente de laboratório, em curtumes; no tratamento da lá e da seda; em extintores de incêndio; como antiácido na Medicina (por
ingestão), na cerâmica e na preservação da manteiga e de madeiras.
Carbonato de cálcio
Um sólido branco, de fórmula CaCO3, que é pouco solúvel na água. As rochas contendo carbonato de cálcio dissolvem-se lentamente
sob a ação de chuvas ácidas (contendo CO2 dissolvido) provocando dureza temporária. O carbonato de cálcio é usado na produção de
cal.
Cloreto de cálcio
Composto químico formado por cálcio e cloro. É extremamente solúvel. É um sal que se apresenta no estado sólido à temperatura
ambiente. Tem muitas aplicações comuns como em salmoura para máquinas de refrigeração, controle de pó e gelo nas estradas e no
cimento. Pode ser produzido diretamente a partir da pedra calcária
Cloreto de sódio
Sal comum (NaCl), um sólido cristalino incolor, solúvel em água e muito ligeiramente solúvel em etanol. Ocorre como mineral halita (sal
rochoso) em salmouras naturais e na água do mar. Tem a interessante propriedade da solubilidade, na água, varia muito pouco com a
temperatura. É usado industrialmente para uma variedade de produtos que têm por base o sódio e é conhecido universalmente como
preservante e tempero alimentar.
Clorofórmio
Líquido volátil, incolor, de forte cheiro etéreo e gosto adocicado, ardente, produzido comumente pela cloração e pela oxidação de
acetona, sendo usado como anestésico.
Detergente
Qualquer substância que tem a propriedade de limpar, de separar as impurezas.
Éter
Líquido aromático, incolor, extremamente volátil e inflamável, que se produz pela destilação de álcool com ácido sulfúrico; éter sulfúrico.
Fenolftaleína
Um corante usado como um indicador ácidobase. É usado em titulações envolvendo ácidos fracos e bases fortes. É também usado
como laxativo.
47 IMPORTANTE UNIDADE 3 — Laboratório de Ciências
Formol
Solução de aldeído fórmico usado como antiséptico.
Hidróxido de sódio
É um sólido translúcido branco, solúvel em água e etanol, mas insolúvel em éter. É fortemente alcalino e encontra muitas aplicações na
indústria química, particularmente na produção de sabões e de papel. É também usado no tratamento de despejos para a remoção de
metais pesados e de acidez. As soluções de hidróxido de sódio são extremamente corrosivas para os tecidos do corpo e são
particularmente perigosas para os olhos.
Permanganato de potássio
Composto que forma cristais de cor púrpura com um brilho metálico, solúvel em água, acetona e metanol. O permanganato de potássio
é largamente usado como um agente oxidante poderoso e como desinfetante numa variedade de aplicações.
Soda cáustica
Cáustico: ataca a pele e os olhos. Sua ingestão pode ser fatal. Tóxico: é letal a partir de 0,59 por kg de massa corpórea. Desentupidor de
pias e ralos, limpa-fornos, sendo usada na fabricação de sabão.
Sulfato de cálcio
Um composto sólido branco. Ocorre na natureza como mineral. O sulfato de cálcio é parcialmente solúvel na água. É usado na produção
de certos tipos de tintas, cerâmicas e papel. As formas que ocorrem na natureza são usadas na produção de ácido sulfúrico.
Sulfato de cobre
Um sólido cristalino azul. Ao ser desidratado forma um sólido branco. Usado como fungicida, tinturas têxteis e preservante da madeira.
Sulfato de potássio
Composto químico muito utilizado como fertilizante. Possuidor de um cheiro desagradável, principalmente em contato com a água.
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Mecânica
« Roldanas, bases, hastes e suportes: utilizados para montagem dos experimentos;
+ Molas: utilizadas no estudo dasgnçilaçães:
e Trilhos de ar: Materiais que tornam O atrito desprezível que podem ser utilizados em
experimentos de Cinemática e Dinâmica para o estudo do movimento dos corpos.
Termologia
+ Mergulhões e béqueres, utilizados para aquecer água;
+ Tubos de diferentes tipos de materiais para O estudo da dilatação;
e Calorímetros para o estudo de calor específico e capacidade térmica;
+ Modelos de máquinas térmicas.
Óptica
e Laser e lâmpadas, utilizados como fontes de luz;
* Espelhos planos e esféricos para o estudo da reflexão da luz;
e Lentes;
+ Prisma de acrílico para estudar à decomposição da luz;
» Fendas simples, fendas duplas € polarímetros.
Electromagnetismo
« Gerador de Van der Graff para trabalhar os principais conceitos da Eletrostática;
« Fontes de tensão;
e Condutores para fazer conexões elétricas;
« Resistores, capacitores, diodos;
. Bússolas e imãs magnetizados de formas diferentes, que podem ser utilizados para
estudar o comportamento das linhas de campo magnético;
+ Motores e geradores para o ensino da indução eletromagnética;
« Bobinas para demonstrar o comportamento magnético dos condutores ao serem
percorridos por uma corrente elétrica.
Ondulatória
+ Gerador de frequências;
e Osciloscópio;
« Molas flexíveis para o estudo de ondas longitudinais e transversais;
Física Moderna
e Espectrômetro completo e diferentes fontes de luz;
+ Contador Geiger e fontes radioativas para estudar a emissão de partículas por uma
fonte radioativa;
Os materiais aqui citados podem ser encontrados principalmente em lojas virtuais
especializadas, uma vez que não existem muitas empresas que investem na área. Mesmo
implementando um laboratório de Física na escola, O professor não pode deixar de lado as
atividades experimentais de baixo custo, já que essas também têm o seu valor pedagógico e
muitas vezes podem suprir a falta de recursos financeiros da escola.
Por Mariane Mendes
Graduada em Física