br-locleg corpus explorer

← Cajueiro da Praia (PI)

norma nº 525/2025

Tipo Lei Municipal
Número / Ano 525 / 2025
Date 2025-04-11
EmentaAprova o protocolo de prescrição de medicamentos e solicitação de exames por Enfermeiro na Atenção Básica do município de Cajueiro da Praia - PI e, dá outras providências.
native_id185

Documents (1)

texto integral #

status: extracted · method: native · backend: pypdfium2 · confidence: 1.00 · pages: 29

158 ANO V - EDIÇÃO 956 - TERESINA (PI), SEGUNDA-FEIRA, 14 DE ABRIL DE 2025
A INFORMAÇÃO IMPRESSA OFICIAL E LEGAL DOS ATOS DA ADMINISTRAÇÃO MUNICIPAL 
www.diariooficialdasprefeituras.org 
(Continua na página seguinte)
ID: F9AEA3C539024 
O PREFEITO MUNICIPAL DE CAJUEIRO DA PRAIA PROMOVE A 
HOMOLOGAÇÃO E PUBLICA EM DEFINITIVO o Proceaao Seletivo 
Simplificado n º 004/2025, conforme s epe: 
PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO - EDITAL Nº 004/2025 
EDITAL DE HOMOLOGAÇÃO FINAL 
O PREFEITO MUNICIPAL DE CAJUEIRO DA PRAIA, no U$0 de suas atribuiçôe $ 
que lhe sào conferidas pela legislação vigente, em conformidade com o Edital de 
Abertura do Processo Seletivo Simplificado - Edital n" 004/2024, resolve 
HOMOLOGAR o re$ultado final do Processo Simplificado em epigrafe para 
provimento das vagas existe.ntes e daquelas que foram aberas dentro do prazo de 
vai.idade da seleção púbUca, cujo resultado final fora publicado na página Oficial 
do Município. 
COMUNICA que a presente homologação se dá em razão da emissão de parecer 
favorâvel p e la. Comj8$ào de Seleção Püblica e em razão de não have r qualquer 
recu rso o u impugnação pendente quanto à lista de classificação finnl divulgada 
na internet, no mural da SEMED e na página Oficial do Município. 
COMUNICA que o p r azo de validade do Processo Seletivo n<> 004/2025 é de 01 
(um) ano, contados a partir da publicação deste Edital de Homologação, permitida 
a prorrogaç ão conforme legislação municipal que regu la a matéria. 
COMUNICA que a apr ovação no Processo Seletivo nº 004/2025 não dé. direito à 
nomeação, mas esta, quando ocorre r, observarâ e respeitarâ rigorosamente a 
ordem de classificação final dos candidatos aprovados, sob pena de nulidade . 
Para que chegue ao conhecimento de todol!l-, -ê:t.tf.::ndendo ao principio da 
publicidade, é expedido o presente edital, que fica à disposição por afixação nos 
loca.is de costume da Prefeitura e pela Internet no 
endereço https://cajueirodapr a ia. pi.gov.br/, visando atender ao restrito 
interesse público. 
FEL~:J~eir 
CARVALHO 
RIDEIAO: (M,5,2-3718300 
FELIPE DE C RIBEIRO 
PREFEITO MUNICIPAL 
PREFEITURA MUNICIPAL DE CAJUEIRO DA PRAIA - PIAUÍ - Praça Jost, Adriiio, 23 Csntro CEP: 84.222-000 Site: 
www.caJueirodaproia.pi.org.br • Email: gabprefeituracaJueiro@gmail.com 
TERMO DE SANÇÃO EXPRESSA - ART. 4Z LEI ORGÂNICA MUNICIPAL 
Diante do recebimento do Projeto n• 154 de 14 de março de 2025, foi apresentado e aprovado 
pela Câmara Municipal, o presente projeto, o Prefeito Municipal nos te rmos do art. 42 da lei Orgânica 
Municipal de Cajueiro da Praia -PI, considerando a constitucionalidade da matéria, faz saber que a Câmara 
Municipal aprovou e eu sanciono a seguinte l ei e seus anexos: 
LEI MUNICIPAL N• SZS, 11 DE ABRIL DE Z0ZS 
Aprova o Protocolo de Prescrição de Med;comentos e 
Solicitação de Exames por Enfermeiro no Atenção 86sico 
do Munid pio de Cajueiro da Praia - PI. 
Felipe de Carvalho Ribeiro, Prefeito do Município de Cajueiro da Praia-PI, no uso de suas atribuições legais, faz 
saber que a Câmara Municipal de Cêljueiro da Praia -PI aprovou e ele sanciona a seguinte Lei: 
Art. 11 Fica aprovado o Protocolo de Prescrição de Medicamentos e Solicitação de Exames por Enfermeiros 
na Atenção Básica do Município de Cajueiro da Praia •PI, Estado do Piauí, nos termos do Anexo I desta Lei. 
Art. 21 O Poder Executivo fica autorizado a tomar todas as demais providências administrativas, jurídicas, 
orçamentárias, financeiras, contábeis, patrimoniais e fiscais para o fiel cumprimento da presente lei. 
Att. 31 Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação, revogadas as dispcsições em contrário. 
FELIPE DE CARVALHO RIBEIRO 
Prefeito Munlclpal de Cajueiro da Prala•PI 
ANEXOI 
PREFEITURA MUNICIPAL DE CAJUEIRO DA PRAIA- PI 
SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE 
PROTOCOLO DE PRESCRIÇÃO DE MEDICAMENTOS E SOLICITAÇÃO 
DE EXAMES POR ENFERMEIRO NA ATENÇÃO BÁSICA DO MUNICÍPIO DE 
CAJUEIRO DA PR.AIA - PI 
Enfermagem na Atençõo 
Prlrnórlo à Saúde 
JANEIRO 
2026 
cãjueiro 
aa Praia 
PROTOCOLO DE PRESCRIÇÃO DE MEDICAMENTOS E SOLICITAÇÃO DE 
EXAMES POR ENFERMEIRO NA ATENÇÃO BÁSICA DO MUNICÍPIO DE 
CAJUEIRO DA PRAIA- PI 
Felipe de Carvalho Ribeiro 
Prefeito Municipal 
Fabiano dos Santos Rodrigues 
Secretário Municipal de Saúde 
Alexandra Brito de Oliveira 
Enfermeira Responsável Técnica - Módulo 2 
Anotaçã o N 2 375/2024 - COREN-PI 125830 ENF 
Enfermagem no Atençôo 
Primôrio à Saúde 
ANO V - EDIÇÃO 956 - TERESINA (PI), SEGUNDA-FEIRA, 14 DE ABRIL DE 2025 159
A INFORMAÇÃO IMPRESSA OFICIAL E LEGAL DOS ATOS DA ADMINISTRAÇÃO MUNICIPAL 
www.diariooficialdasprefeituras.org 
(Continua na página seguinte)
DIÁRIO OFICIAL 
DAS PREFEITURAS PIAUIENSES 
,..,.,anu•• """•1c1,-AL. 
Cajueiro 
aa Praia 
Farmacêutica 
Santllia Maria Ribeiro Brito Gaspar 
Revisado por: 
Jãlna Carolina Meneses Calçada COREN-PI 265.11 O ENF 
Conselho Regional de Enfermagem do Piauí - COREN-PI 
Enferrnagern n a Atenção 
Primária à saúde 
CaJueiro 
aa Praia 
Prot ocolo de Prescrição de Medicam entos e Solicit ação de Exam es p o r 
Enferme iro n a Atenção Básica do Municíp io d e Cajue iro da Praia-PI 
uD lsp6e s obre o presc rlç 6 o d e m e d i c a m e ntos e a 
s o llcltaç Ao d e exam es d e rotina e comple m e ntares 
p e lo e nfe rmeiro n a atençã o b ásica n as uni d a d es 
assisten ciais p ú blic a s de saúde do Municip i o de 
C ajueiro d a Praia-PI.•• 
O Sec r e t á ri o d a S a úda do Muni c í p i o da C a jueiro da Praia-PI. senh or 
F a bl a no dos S antos Rodrig u es no uso de sues atribuições l egais de gestor 
do sistema m u nicipal e em observânc i a a leglstação superior. e 
CONSIDER.ANDO o disposto na Constituição Federal, artigo Sº, Incisos: 
"li - Nlnguêm será obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa senão em virtude 
da Lai." •·xrn - é livre o exarcfcio de qualquer trabalho, oficio ou profissão, atendidas as 
quolificoções profissionais que o lei e stoboloce r." 
CONSIDERANDO o disposto na Lei 8080/90, de 19 de setembro de 1990, a qual 
"Dispõe sobre os condições poro o promoçõo, prote çõo e recuperoçõo do soúde , o 
organização e o funcionamento dos serviços correspondentes e dâ outras providências. " 
CONSIDERANDO o disposto no Decreto n° 7508 de 28 d e junho de 2011, que 
regulamenta a Lei n° 8080/90: 
Capítulo I do Orgonlzoçõo do SUS/Seçõo li da Hlerorqulzoçõo/ Art. 9º - .. Sõo portos 
de entrada à s ações e aos serviços de saúde nas Redes de Atenção à Saúde os serviços: 1 • 
de atenção primária; li - de atenção a u rgência e emergência; Ili - de atenção psicossocial; 
e IV- especiais de acesso aberto;" 
3 
Cajueiro 
aa Praia 
Capítulo IV da Assistência à Saúde/ Seção I da Relação Nacional de Ações e 
Seivlços de Saúde - REN ASES/ Art. 21 - "A Relação Nacional de Ações e Serviços de Saúde￾RENASES compreende todas as ações e serviços que o SUS oferece ao usuário para 
atendimento da integralidade da assistência à saúde." Capítulo IV da Assistência à saúde/ 
Seçõo li do Rcloçõo Nocional de Medicamentos Essenciais - R ENAME/ Art. 25 - "A Rcloçõo 
Nacional de Medicamentos Essenciais - RENAME compreende a seleção e a padronização de 
medicamentos Indicados pera atendimento de doenças ou de agravos no Amblto do SUS." 
Capítulo IV da Assistência à Saúde/ Seção li da Relação Nacional de 
Madicamentos Essenciais - RENAME/ Art. 2s-·•o Ministério da Saúde é o órgão competente 
pare dispor sobre a RENAME e os protocolos c línicos e Diretrize s Terapêuticas em âmbito 
naciona l , observadas as diretrizes pactuadas pela Comissão lnterges t ores Tripartite (CIT);" 
Capítulo IV da Assistência à Saúde/ Seção li da Relação nacional de Medicamentos 
Essenciais - RENAME/ Art. 27 - "O Estado, o Distrito Federal e o Munic(pio poderão a dotar 
relações específicas e complementares de medicamentos, em consonância com e 
RENAME, respeitadas as responsabilidades dos entes pelo financiamento de 
medicamentos, de acordo com o pactuado nas Comissões lntergestores." 
C1:1pítu lo IV de Assistísnc:ia à Saúde/ St:!çiio li de Relaçiio Nacional de Medicamento:.1 
Essenciais - RENAME/ Art. 28- "O acesso universal e igualitário à a s sistência farmac êutica 
pres supõe. cumulotivomente: 1 - estor o usuário assistido por ações e serviços de saúde do 
SUS; li - ter o medicamento sido prescrito por p rofissional de saúde, no exerclclo regular de 
suas f unções n o S U S; 111 - estar a prescrição em conformidade com a RENAME e os 
protocolos clínicos e diretrizes terapêuticas ou com a relação e s pacífica complamentar 
estadual, distrital ou municipalde medicamentos;" 
C ONSIDERANDO o artigo 1 96 da Constituição Federal de 1988, a Lei Orgânica de 
Saúde nºB.080/90 e a Lei nºB.142/90; 
CONSIDERANDO o constante na Lei nº 7498/86, que dispõ e sobre o exercício da 
enfermagem e o Decreto nº 94.406/87, que a regulamenta; 
CONSIDERANDO o disposto no Decreto n° 20.931, de 11 de Janeiro de 1932, que 
regula e fiscaliza o exerclclo da m edicina no Brasil: 
r..i.:. Cajueiro 
da Praia 
CONSIDERANDO a Portaria Ministerial nº 2.436/201 7, q u e aprova a Política 
Nacional d e Atenção B ésica; 
CONSIDERANDO os programas do Ministério da Saúde Implantados no município: 
Programa Nacional de Suplementação de Ferro, Programa Nacional de Suplementação da 
Vitamina A, H iperdio, Programa de Prevenção do Câncer de coto de útero e de momo, Pré￾natal, parto e puerpério de baixo risco, H anseníase, Tu berculose, PACS, PSF, saúde da 
c ri 1:1nça, idoso e adolescente, MDDA, tebegi:.1mo, imunizaçiio, planejamento familiar, 
vigilénci:1:1 :s~mitéri:1:1 e epidemiológica, 1$T/AIDS; 
CONSIDERANDO os Manuais de Normas Técnicas publicados pelo M inístério da 
CONSIDERANDO as resoluções do Conselho Federal de Enfermagem: 
195/97, que dispõe sobr e a sollcltaç~o de exames de rotina e 
complemencares par Enfermeira; 358/09, q u e d i spõe sobre a Siscernacizsçiio da 
Assistência de Enfermagem e 9 imptem8nCi!Jçiia do Processo da Enf8rmagem em 
ambientes, públicos o u privados, em que ocorre o cuidado profissional de 
Enfermagem, e dá outras providências 564 /2017, que aprova o novo Código de Ética 
dos Profissionais de Enfer,nagem; 302/05, que baixa normas para A N OTAÇÁO da 
Responsabilidade Técnica de Enferrneiro(a), ern virtude de Chefia de Serviço de 
Enfermagem, nos estabelecimentos das instituições e empresas públicas, privadas 
e filantrópicas; 290/04, que fixa as Especialidades de Enfermagem; 
CONS IDERANDO a Portaria 2 .436/17 do Ministério da Saúde que "Aprova a Política 
Nacional de Atenção Básica, estabelecendo a revisão de diretrizes para a organização da 
Atenção Básica. no amblto do Sistema único de Saúde (SUS)": 
CONS IDERANDO a portaria nº 1.625/07, do Ministério da Saúde, a qual "Altera 
atribuições dos profissionais das equipes de saúde da família - ESF dispostas na Política 
Nacional de Atenção Básica", mais especificamente o Art. 1º/11 - das atribuições dos 
profissionais enfermeiros das equipes Saúde da Família: realizar consultas de enfermagem, 
solicitar exames complementares e prescrever medicações, observadas as disposições 
legais da p rofissão s con fo rme os protocolos ou outras n o rmat ivas técn icas sstabelscidas 
pelo Ministério da Saúde, os gestore15, esta,dua,ls, os munlcipa,is ou 015, do Distrito Federal; 
160 ANO V - EDIÇÃO 956 - TERESINA (PI), SEGUNDA-FEIRA, 14 DE ABRIL DE 2025
A INFORMAÇÃO IMPRESSA OFICIAL E LEGAL DOS ATOS DA ADMINISTRAÇÃO MUNICIPAL 
www.diariooficialdasprefeituras.org 
(Continua na página seguinte)
CONSIDERANDO a Norma Operacional de Assistência à Saúde - SUS 01/2001 
publicada pelo Ministério da Saúde, da Portaria 95/GM. De 26 de janeiro de 2001 ; 
CONSIDERANDO a necessidade de dar continuidade à implantação da estratégia 
de Saúde da Familia no Município, com a expansão de equipes de saúde da família, tendo 
como integrantes profissionais enfermeiros e, 
CONSIDERANDO a necessidade de atualizar a normalização, no âmbito Municipal, 
das atividades inerentes aos enfermeiros, face ao modelo de atenção vigente. 
RESOLVE: 
Art. 1° Normatizar a consulta de enfermagem, a prescrição de medicamentos e e 
solicitação de exames complementares e de rotina, por enfermeiros das unidades 
assistenciais e públicas de saúde do Município de Cajueiro da Praia-PI. 
Art. 2° A prescrição prevista no artigo anterior refere-se a medicamentos 
previamente estabelecidos em Programas de Saúde Pública e em rotinas aprovadas pela 
Secretaria Municipal de Saúde de Cajueiro da Praia-PI. 
Art. 3º O enfermeiro poderá solicitar exames complementares, de rotina e de 
seguimento do paciente, desde que enquadrados nos Programas de Saúde Pública do 
Ministério da Saúde e dos protocolos estabelecidos pelo Ministério da Saúde e Secretaria 
Municipal de Saúde. 
Art. 4º A prescrição de medicamentos e a solicitação de exames de rotina 
complementares pelo enfermeiro deverão ser realizadas em receituário/formulário 
padronizado da Secretaria Municipal de Saúde de Cajueiro da Praia - Pl, identificado com 
carimbo e número da inscrição do Conselho Regional de Enfermagem-COREN/PI, nome do 
profissional e respectiva assinatura. 
INTRODUÇÃO 
De acor-do com a Por-tarla n º 2 .436, de 2 1 de setembro de 2017 que apr-ova a Polltlca 
Nacional de Atenção Básica. entre as atribuições do profissional enfermeiro atuante na 
Atenção Básica estão a realização de consu lta de enfermagem, procedimentos, solicitação 
de exames complementares, a prescríção de medicação conforme protocolos, diretrizes 
clínicas e terapêuticas ou o u tras n o rma tivas técnicas estabelecidas pelo gesto,-, observadas 
as disposições legais da profissão. 
A consulta de entermagem está regulamentada pela Lei n º 7.498/ 1 986 que dis põe 
sobre o exerclclo da e nfermagem, pelo Decreto n° 94.406/1987 que a regulamenta e pela 
Resolução do Conselho Federal d e Enfe rmage m (Cofen) nº 358/2009 que dispõe sobre a 
Sistematização de A ss istência de Enfermagem e a Implementação do Processo de 
Enh1rmagam. 
Dito isto, a Consulta de Enfarmegem deve esta,- baseada em suporte teórico que 
oriente o raciocínio clínico do enf ermeiro em cada uma das etapas do processo: coleta de 
dados de enfermagem (histórico), diagnóstico de enfermagem, planejamento de 
enfermagem, implementação e avaliação de e nfermagem. 
D e acordo ainda com a Lei n° 7.498/1 986, o entermeir-o exerce todas as ativida des 
de enfermagem, cabendo-lhe, privativamente, a prescrição da assistência de enfermagem 
e a prescriçêo de medicame ntos estabelecidos em progra mas de saúde pública e em rotina 
aprovada pela instituição de saúde. 
As pr-escrlções d e medicamentos emitidas por enfermeiros devem ser de 
manutenção de tratamento somente pelo período d e prescrição estabelecido e vinculado 
aos manuais e protocolos dos programas e ações de Atenção Básica estabelecidos no 
ãmblto do SUS. 
A Resoluçêo do Coten n º 195/1997 que dispõe sobre a solicitação de exames de 
rotina e complementares por Enfermeiro, considera que para a prescrição de 
medicamentos e m programa d e saúde pública e em rotina aprovada pela Inst ituição d e 
saúde, o Enfe,-meiro necessita solicita,- exarne de rotina e complementares pa,-a uma efetiva 
assistência ao paciente sam dsco pa,-a o mas mo. 
As atividades estabelecidas neste documento são exclusivas para os profissionais 
Ent ermeiros que exercem suas tunções nas Unidades de Saúde da Familia , Unidades 
Básicas de Saúde, Centros de Saúde e Posto de Saúde, e que estão Inseridos em uma 
equipe de sa úde, Independente do vínculo trabalhista. 
SAÚDE DA CRIANÇA 
Atribuições do enfermeiro: 
• Realizar consultas d e pue ricultura conforme o preconizado no Caderno de 
Atenção Básica do Ministério da Saúde - Saúde da Criança: crescimento e 
desenvolvimento. 
• Realizar a aferição da pressão arterial dos escolares e encaminhar o 
resultado ao médico da equipe quando o exame estiver alterado; 
• Monitorar, notificar e orientar escolares, pais e professores d iante de efeitos 
vacinais adversos; 
• Realizar a aferição dos dados antropométricos de peso e altura e avaliar o 
Índice de Massa Corporal (IMC) das crianças; 
• Solicitar exames de rotina e complementares; 
• Realizar prescrição de medicamentos est abelecidos em programas de 
saúde pública e em rotina aprovada pela instituição de saúde; 
• Exercer as atribuições que lhe são conferidas pela Portaria Nacional de 
Atenção Básica (Portaria n() 2.436, de 21 de setembro de 2017). 
SOLICITAÇÃO DE EXAMES 
O.s exam es rnai.s solicitados no con t.exto du Saúde du Criança mio: 
Hemograma comple to Perfil lipídico (colesterol totnl. frnções e 
triglicérides). 
Glicemia cm jejum Fcrrilillll 
Exame Parac;; itológico de Fezes (EPF) 
Urina 
Ferro sérico 
Dosagem de vitamina A 
Fon te: Gula de Orientações. para a Atuação da Equipe de Enfermagem na Atenção Primária à Saúde 
- COREN/MG, 2017. 
PRESCRIÇÃO MEDICAMENTOSA 
• ESCABIOSE 
Medicamento 
Pcrmctrina 5 % 
Dcltomctrlno 
0,02% 
Posologia/Instru ções 
~ . cãiüeiro '= ªª"Praia 
Massagear o produto na pele. desde a cabeça até os pés, 
aplicando o produto à noite . Deve ser removido, através de 
lavagem com água depois de 8 a 14 horas. Aplicnr por 6 
noites. 
Uso diário por 7 a 10 dias. Friccionar por todo o corpo. 
deixando a loção permanecer até o próximo banho. O 
shampoo deve ser aplicado de preferência durante o banho, 
fazendo-se fricção com a polpa dos dedos. Deixar agir por 5 
minutos. Enxaguar bem . 
N ota: Crianças m enores de 2 ai nos de Idade: doses n!oo est.t1belecldais. e, portanto, devem ser 
e ncsminh8d8!!18 consulta m l!ldics. 
Fonte: Gula de Orientações parai ai Atu.t1ção dai Equipe d e Enfermagem n.t1 Atenção Primári.t1 à 
Sl!lúde - COREN/MG, 2017. 
Orientações/Cuidados de Enfermagem: 
• Manter precaução até 24 horas após o tratamento. 
• lavar roupas e objetos pessoais em temperatura mini ma de ss0 c. 
• Tratar pessoa infectada e contatos ao mesmo tempo. 
FLUXOGRAMA DE CqD/,9,,\.!JAS PARA ESCABIOSE 
Apresenta prurido intenso, 
lesões disseminadas e exsudato 
purul~nlo ? 
enfermagem 
Apresenta prurido intenso e 
lesões disseminadas? 
Cuidados de enfermagem 
Agendar retorno para 7 dias 
Melhora do quadro clinico? 
ANO V - EDIÇÃO 956 - TERESINA (PI), SEGUNDA-FEIRA, 14 DE ABRIL DE 2025 161
A INFORMAÇÃO IMPRESSA OFICIAL E LEGAL DOS ATOS DA ADMINISTRAÇÃO MUNICIPAL 
www.diariooficialdasprefeituras.org 
(Continua na página seguinte)
DIÁRIO OFICIAL 
DAS PREFEITURAS PIAUIENSES 
NÃO SIM 
Encaminhar para consulta m édica 
ALTA 
Font•: Baseado n o Protocolo de Enf11rmagem na Aten çAo Prlm.1firla à Saíide no E1ttado dfll Golllis -
COREN/GO, 2014. 
PEDICULOSE 
Medicamento Posologla/Jnstruções 
P eranctrina l 'o/o Lavar u cubcçi:1 com o shumpoo, c nx11.guur bem e remover 
e xcesso de água d n s cabelos anl.es ele passar o produto, 
apli car um volume suficiente do produto para mol har bem 
o cabelo e o couro cabeludo. Deixar nos cabelos por 5 a 10 
minutos e enxaguàr. Repelir após 7 dias. 
Deltametrina 0,02% Deixar nos cabelos por 5 a 10 minutos. e enxaguar. 4 dias 
consecutivos. Fazer uma 2 9 aplicação após 7 dias. 
Nota: Crianças menores de 2 anos de Idade: doses n lo estabelecidas e, portanto, devem aer 
e n ca m inhadas a con sulta m6dlca. 
Fonte: G u la de Orientações para a Atuação da Equipe de Enfermagem na Atenção Prlmtrla é 
S11Ude - COREN/MG. 2017. 
Orientações/Cuidados de enfermagem: 
• Inspecionar frequentemente a cabeça d a criança. 
• Troca r roupas de cama e pessoais regu larmente, assim como dos demais 
m embros da família. 
• Instruir a crlança a n ão c ompa rtilhar escovas de cab e lo ou bonés de colegas de escola. 
• Lembrar que o tratamento se estende as pessoas d e convívio. 
• U sar pente fino e umedecer os cabelos com vinagre m o rno diluído e m água (1:1 ), 
e m partes iguais. 
FLUXOGRAMA DE CONDUTAS PARA PEDICULOSE 
Consult a de 
e nfermagem 
LOC.11iz;:iç5o d e lênd eas e/ou p;:ir.Jsitas no cabelo 
Cuidados de enfermagem 
Agendar retorno para 5 dias 
Melhora do quadro clinico? 
NÃO SIM 
Investigar as ca usas e repetir tratamento ALTA 
Fonte: Baseado no Protocolo de Entermae;em m-1 AlençAo Prim ário à Saúde no Estado de Goiás -
CORENIGO, 201 4 . 
MONILÍASE ORAL E PERINEAL 
Medicamento 
Nistatino oral (2S000 a 50000 UI 
por kg/dose) 
Nistutino tópico. (25000 Ul/g) 
Posologia/tn'litruçõe.'1' 
1 a 2 mi ( 1 a 2 conto-gotas) de 6/6 horas 
duranle 7 dins, esp alhando-o bem por Ioda a 
boca. 
Aplicar na região perinea l a cada troca de 
frnld11 (6/6 honas), durante 14 dias. 
Fonto: Guio do Orientações poro o Atuoç6o do Equipo de Enfermogom noAtcnç6o Primdrlo à Saúdo 
-COREN/MG, 2017. 
Orientações de enfermagem: 
Monllíaae oral 
• Limpar as lesões superficiais com solução bica bornatada: 1 xícara de c h á com 
égua (fervida e já fria) e 1 colher de c h á d e bicarboneto de sódio. Esse higie n e oral 
10 
,, 
dove ser feita antes do m amado. assim como do seio materno, antes e após codo 
o ferta ao bebê. 
• Remover, quando possível, bicos de m a m adeiras, c hupetas, mordedores e outros. 
Caso n ão seja p ossível, suspe ndê-los ou lavá-los com água e sa b ão e fe rver por 15 
m inutos . 
• Evitar b eijar a criança próximo aos lébios. 
• Levar sem pre as mãos entes e após contato com e c riança, e ntes e após h igienizar 
as mamas. 
Monilíase perineaVdermatite de fraldas 
• Lava r o local com égu a morns a cada troes de fralda. 
• Suspender o uso de lenços umedecidos, assim como outros produtos industrializados; 
• U sar amido de milho n a águ a do banho e/ou fazer pasta (diluir e m égua até obter 
conslstênclo cremoso) para u so loca l , retirar c uida dosa m e nte todo o resíduo após 
cada troca de fralda; 
• Su spender fraldas descartáveis; 
• Lavar as fra ldas com sa b ão n eutro, enxaguar bem e evitar o uso d e produtos 
perfumados: 
• U sar cremes à base de óxido de zinco; 
• Ret ornar à unida d e, caso haja piora do q u adro c línico o u dúvidas. 
FLUXOGRAMA DE CONDUTAS PARA MONILÍASE ORAL 
Consult• de 
•nferm•1•m 
Orientações de enfermagem e lnst'ltulçJo do t ratam ento 
(Agendar retorno para 5 dias} 
Mclhora do quadro clinico? 
NÃO 
Enc.aminhar para consulta médica 
SIM 
Mant• r orlentaç&.1 • atta 
Cajueiro 
aa Praia 
=~:::;•.::.-:;==.,, 
Fonte: Saseodo no Protocolo de Enfermagem no Atenção Prlmério à Soúde no Estado de 
Goiás - COREN /GO. 2014. 
FLUXOGRAMA DE CONDUTAS 
PARA MONILÍASE 
PERINEAL/DERMATITE DAS 
FRALDAS 
Consulta de 
enfermagem 
Cuidados d e enfermagem 
A1endar retorno para S dias 
M ,elhora do quadro clinico? 
N ÃO $IM 
Encamlnh• r p ani consulta mtdlca ALTA 
Fontu: Su::1uudo no Protocolo de Enfermua;em no Atençêo Primário ti Suúde no E::1tudo de 
Goil~s - COREN /GO. 2014. 
MILIÁRIA 
Medicamento Posologia 
Loção d e culuminu ou pusta d 'águ a Aplicar sobre a pele 2 a 3 vezes ao dia. 
Font e: Guie, de Ori,ente,ções per& & Atvt1çt'!io ele Equipe de Enf,erme,g,e,m n & At,e,nçê o Primária lt Sa\Jcl,e, 
- COFIENIM G, 2017 . 
12 
13 
162 ANO V - EDIÇÃO 956 - TERESINA (PI), SEGUNDA-FEIRA, 14 DE ABRIL DE 2025
A INFORMAÇÃO IMPRESSA OFICIAL E LEGAL DOS ATOS DA ADMINISTRAÇÃO MUNICIPAL 
www.diariooficialdasprefeituras.org 
(Continua na página seguinte)
~i!I Cajueiro ·= aa Praia 
Orientações de Enfermagem: 
• Usar roupas leves. 
• Lavar as roupas novas antes de usá-las e evitar amaciantes, talcos, cremes e perfume. 
• Realizar banhos frequentes n a c riança com sabonetes neutros. 
• Enxaguar a criança após o banho com 1 litro de água e 2 colheres (sopa} de amido 
de milho 3 vezes ao dia ou aplicar o amido de milho diretamente na pele como se 
fosse talco ou aplicar pasta d'égue 3vezes ao dia após o banho, caso as lesões sejam 
das formas rubra e/ou profunda. 
• Orientar o pai quanto ao contato com a barba. 
• Retorna r à unidade, caso haja piora do quadro clínico ou dúvidas. 
FLUXOGRAMA DE CONDUTAS PARA MILIÁRIA 
Consulta de 
enfermagem 
Apresenta sinais de infecção ou 
lesões extensas ? 
SIM NÃO 
Encaminhar para consulta m fdica Cuidados de enfermaaem 
Agendar retorno para 7 dias 
Melhora do quadro cllnlco? 
NÃO 
Encaminhar para consulta médica 
SIM 
ALTA 
Fonte: Baseado no Protocolo de Enfermagem n a Atenção Primária à SoUdo no Est ado d e G o iós -
COREN/GO, 2014. 
• FEBRE 
Medicamento 
Paracetamol 
Dlplrona 
Cajueiro 
aa Praia 
Posologia 
10 mg/kg/dose: l gota/kg de peso/dose até 4x/dia 
(inte rvalo m(nimo de 4 horas entre as doses). 
10 mg/kg/dose: 1 gota/kg de peso/dose até 4x/dia. 
intervalo de 6 horas (dose máxima por dia: 60 gotas até 
6 a nos. 120 gotas de 6 a 12 anos e 160 gorns 1,arn 
maiores de 12 anos). 
Fonte: Guie de Orientaçõ es pera a Atuação da Equipe de Enfermagem na A1ençiio Primérie à Saúde 
- COREN/MG, 201 7. 
Orientações/Cuidados de Enfermagem: 
• Orientar o uso de vestimentas teves. 
• Orientar retorno imediato a qualquer s inal de perigo ou piora do quadro. 
• Orientar retorno em dai$ dia$, se par$iStir a febre. 
FLUXOGRAMA DE CONDUTAS PARA CRIANÇAS COM FEBRE 
Consulta d e 
enfermagem 
Aprese nta sinais de perigo? 
letargia, desconforto re spiratório, rigidez d a 
nuca, abaulamento da fontanela? 
NÃO 
Encaminhar para consulta m , da Cuidados de enferma1em 
Melhora do ciuadro d/nico? 
SIM NÃO 
ALTA Encaminhar para consulta médica 
Fonte: Baseado no Protocolo de Enfermagem na Atenção Primária à Saúde no Estado de Goiás -
COREN/GO, 2014. 
SAIS DE REIDRATAÇÃO ORAL 
Situação Posologia 
Diarreia aguda 50 a I OOml/kg para ser administrado no período 
de 4-6 hora~. 
Fonte: Manejo do Paciente com Diarreia:AvaUação do Estado de Hidratação do Paciente, 
Ministério da Saúde, 2024. 
-TERAPIA INTRAVENOSA 
Crianças menores de 5 anos 
Solução (1:1) 
1/2 soro glicosado 5 % 
1/i soro fisiológico 0,9% 
FASERAPIDA 
Volume torai 
100 mi/kg 
Tempo de infusão 
2 horas 
Fonte: Manejo do Paciente com Diarreia:Avaliação do Estado de Hidratação do Paciente, 
Ministério da Saúde, 2024. 
Após infusão, avaliar a criança e, assim que ela puder beber, iniciar o SRO, 
mantendo hidratação por via venosa. 
FASE DE MANUTENÇAO E REPOSIÇAO 
Volume para manutenção 
+ 
Volume para reposição 
+ 
KCla10% 
(SG 5%) 4:1 (SF 0,9%)--> 
100 mVkg em 24h 
(SG5%) 4:1 (SF 0,9%)--> 
100 mi/kg em 24h 
2 ml/100 mi em 24h 
Fonte: Manejo do Paciente com Diarreia:Avaliação do Estado de Hidratação do Paciente, 
Ministério da Saúde, 2024. 
Crianças maiores de 1 ano 
ANO V - EDIÇÃO 956 - TERESINA (PI), SEGUNDA-FEIRA, 14 DE ABRIL DE 2025 163
A INFORMAÇÃO IMPRESSA OFICIAL E LEGAL DOS ATOS DA ADMINISTRAÇÃO MUNICIPAL 
www.diariooficialdasprefeituras.org 
(Continua na página seguinte)
DIÁRIO OFICIAL 
DAS PREFEITURAS PIAUIENSES 
FASERAPIDA 
Solução {1:1) Volume total Tempo de infusão 
SF0,9% 30 mi/kg 30 minutos 
Ringer Lactato ou solução 
polieletrolítica 
70 mi/kg 2 horas e 30 minutos 
Fonte: Manejo do Paciente com Diarreia:Avaliação do Estado de Hidratação do Paciente, 
Ministério da Saúde, 2024. 
OBSTRUÇÃO NASAL 
Medicamento Posologia 
Soro Fisiológico 0,9% Lavar as narinas de 4 em 4 horas até apresentar 
melhora. 
Fonte: Guia de Orientações para a Atuação da Equipe de Enfermagem na Atenção Primária à 
Saúde - COREN/MG, 2017. 
, POLIVITAMÍNICOS 
Situação Posologia 
No RN a termo, do início do Dose: 1 gota por kg/dia, via oral 
desmame até 2 anos, sempre 
que a dieta for carente 
No RN pré-termo e/ou baixo Dose: 1 gota por kg/dia, via oral. 
peso, a partir de 1 º semana alé 
2anos 
Fonte: Guia de Orientações para a Atuação da Equipe de Enfermagem na Atenção Primária à 
Saúde - COREN/MG, 2017. 
, SUPLEMENTAÇÃO DE VITAMINA A 
Situação Posologia 
Crianças de 6 meses a 11 meses I megadose de vitamina A na concentração de 
de idade 100.000 UI; 
Crianças de 12 a 59 meses de I megadose de vitamina A na concentração de 
idade 200.000 UI a cada 6 meses; 
Fonte: Manual de Condutas Gerais do Programa Nacional de Suplementação de Vitamina A￾Ministério da Saúde, 2013. 
, SUPLEMENTAÇÃO DE VITAMINA D 
Situação 
Crianças que apresentam fatores de risco: 
prematuridade, pele escura, exposição 
inadequada à luz solar, entre outros 
Posologia 
200 a 400 UI/dia de vitamina D. 
19 
........... "···~···· Cajueiro 
aa Praia 
Fonte: Guia de Orientações para a Atuação da Equipe de Enfermagem na Atenção Primária à 
Saúde- COREN/MG, 2017. 
. ZINCO 
Nos casos de diarreia é indicada a prescrição uma vez ao dia, durante 1 O a 14 dias. 
Idade Posologia 
Até 6 meses de idade 10 mg/dia 
Maiores de 6 meses de idade 20 mg/dia 
Fonte: Guia de Orientações para a Atuação da Equipe de Enfermagem na Atenção Primária á Saúde 
-COREN/MG, 2017. 
• SUPLEMENTAÇÃO DE FERRO 
O Programa Nacional de Suplementação de Ferro, do Ministério da Saúde 
recomenda a suplementação a todas as crianças de 6 a 18 meses (ou, se não estiverem em 
período de aleitamento materno exclusivo, a partir dos 4 meses) e mais precoce para as 
crianças de baixo peso ao nascer e pré-termo (abaixo de 37 semanas). 
No caso de anemia, o enfermeiro deverá encaminhar para consulta 
médica para o devido tratamento. 
Classificação Conduta 
(Menores de 12 meses) 
Crianças em aleitamento materno 1 a 2 mg/kg/dia de ferro dos 6 aos 18 
exclusivo até os 6 meses meses. Se não tiver sido suplemeatada, 
solicite hemograma entre 9 e 12 meses. 
Crianças em uso de fórmulas ou leite 1 a 2 mg/kg/dia de ferro dos 4 aos 18 
de vaca não enriquecidas com ferro meses. Se não tiver sido suplementada, 
solicite hemograma entre 9 e 12 meses. 
Prematuros sadios e bebês pequenos 2 mg/kg/dia de ferro após 1 mês de vida 
para a idade gestacional por 2 meses. Depois, reduza a dose para 1 
a 2 mg/kg/dia alé os 18 meses. Solicite 
hemograma aos 15 meses. 
Fonte: Saúde da Criança: crescimento e desenvolvimento-Ministério da Saúde1 2012. 
Cuidados de enfermagem: 
• Avaliar o tipo de aleitamento e aceitação das refeições de sal. 
• Avaliar alimentação e orientar a mãe para o uso de alimentos ricos em ferro. 
• Avaliar antecedentes de criança: prematuridade, baixo peso e morbidade neonatal. 
• Associar o Sulfato Ferroso a sucos ricos em vitamina C e administrar 30 minutos 
antes das refeições. 
21 
164 ANO V - EDIÇÃO 956 - TERESINA (PI), SEGUNDA-FEIRA, 14 DE ABRIL DE 2025
A INFORMAÇÃO IMPRESSA OFICIAL E LEGAL DOS ATOS DA ADMINISTRAÇÃO MUNICIPAL 
www.diariooficialdasprefeituras.org 
(Continua na página seguinte)
• Orientar o uso de Sulfato Ferroso com canudinho devido à destruição do esmalte 
dos dentes. 
• Alertar para a mudança de coloração das fezes e os cuidados com os dentes. 
FLUXOGRAMA DE CONDUTAS PARA ANEMIA 
Consulta de 
enfermagem 
Suspeita de anemia-+ 
rl'llirihr:líl'I ~o ho,..,......,,-,,.,..., 
Palidez palmar leve e/ou Hb 
..1 .. 1n .. 11 .. f.J1 
Seguir orientações e prescrição de 
sulfato ferroso segundo peso e 
idade. Martar retorno em 14 dias. 
Palidez palmar grave e/ou 
Hb <7g/dl 
Encaminhar para consulta 
médica 
Fonte: Baseado no Protocolo de Enfermagem na Atenção Primária à Saúde no Estado de 
Goiás-COREN/GO, 2014. 
• VERMINOSES 
Parasitosc Medicamento Posologia 
Ancilostomíase Mebendazol 100 mg, 2 x/dia, por 3 dias; 
repetir 15 dias depois. 
Ascaridíasc Albendazol 400 mg/dia, dose única. 
Estrongiloidíase Tiabendazol 25 mg/kg/dia, 2 x/dia, por 3 dias. 
Giardíase Metronidazol 30 a 40 mg/kg/ dia, por 7 dias. 
Enterobíase (oxiuríase) Mebendazol 100 mg, 2x/dia, por 3 dias. 
Albendazol 400 mg/dia, dose única. 
Fonte: Guia de Orientações para a Atuação da Equipe de Enfermagem na Atenção Primária à 
Saúde - COREN/MG, 2017. 
Orientações de enfermagem: 
• Beber água tratada ou fervida e lavar bem os alimentos e deixá-los de molho em 
água com hipoclorito 2,0% (duas gotas por litro) por 30 minutos e lavar 
novamente. 
• Comer carne bem cozida ou assada, 
23 
• Manter as m ãos limpas e as unhas curtas e lavar as m ãos antes de 
preparar os alimentos, de todas as refeições e após cada evacuação. 
• Proteger os alimentos contra poeira, moscas e outros animais. 
• Manter os pés limpos e calcados. 
• Manter vasos sanitérios e fosses sempre cobertos e higienizados. 
• N ão usar água parada para banho ou brincar. 
FLUXOGRAMA DE CONDUTAS PARA PARASITOSES 
INTESTINAIS 
Queh1a de prurido anal 
e/ou vermes nas fezes 
Cuidados de enfermasem 
Tratar oxlurfase ou ascarldlasl!! 
Consu lta de 
enfermacem 
Saída d e verme pela boca Dor periumbilical, cólicas de 
repetição, diarreia persistente, 
constfpaçlo Intestinal, dor, 
Solici t,u 3 ;;i,mostras de EPF {dias 
Agendar retorno para 30 d ias. 
Houve melhora do quadro? 
NÃO 
Encaminhar pani 
consuh:a médica 
Noto: 
SIM 
ALTA 
Prescrição de acordo 
com o parasita 
encontrado 
Culd a do1 d • 
enfe.-magem 
- Crianças a b aixo de 10 kg e/ou 2 a nos devem ser encaminhadas diretamente para a con sult a m édica. 
- Atcntor-sc quonto oo prurido onol pois pode rcprc::1cntor umo queixo cm crionços obusodos 
sexu almente. Fonte: Baseado no Pro t ocolo d e Enfermagem n a Aten ção Primári a à Saúde no E111tado 
d e Goiá~ - COAEN/GO. 2014. 
• COTO UMBILICAL 
Medicamento 
Nitrato de prata 2 % (bastão) 
Posologia 
Aplicar uma vez ao dia. durante um 
minuto. protegendo a região pcriumbilical 
Fonte: Baseado no Protocolo de Enfermagem na Atenção Prímária à Saúde no Estado de 
Goiás - COREN/GO, 2014. 
Orientações de enfermagem: 
• Realizar higiene diária com água e sabão, enxaguar e seca r bem. 
• Aplicar álcool 70% com cotonete ou gaze limpa após cada troca de fralda e 
a pós o banho, no mínimo 3 vezes ao dia . 
• Procurar atend imento mediante sinais de infecção (secreção purulenta, odor 
fétido vermelh idão na pele ao redor do umbígo). 
• Não cobrir o coto umbilical com faixas. 
• Não utiliza r outros produtos como: pomadas. talcos, moedas etc. 
24 
FLUXOGRAMA DE CONDUTAS PARA COTO UMBILICAL 
Sinais de infecção 
Cuidados de enfermagem 
e e ncaminhar para 
consulta médica 
Consulta da 
enfermagem 
Avaliação do coto umbilica l 
Apresenta anormalidades? 
SIM 
Presença de 
gnm1.1loma 
Cuidados da 
enfermagem. 
Cauterizar com 
Cu~Jgos de enfermaaem 
ANO V - EDIÇÃO 956 - TERESINA (PI), SEGUNDA-FEIRA, 14 DE ABRIL DE 2025 165
A INFORMAÇÃO IMPRESSA OFICIAL E LEGAL DOS ATOS DA ADMINISTRAÇÃO MUNICIPAL 
www.diariooficialdasprefeituras.org 
(Continua na página seguinte)
DIÁRIO OFICIAL 
DAS PREFEITURAS PIAUIENSES 
Agendar retomo 
para2dias 
Fonte: Baseado no Protocolo de Enfermagem na Atenção Pr!mérla à Saúde no Estado de Goiás -
COREN/GO, 2014. 
DOR DE OUVIDO 
Medicamento Posologia 
Poracetamol 
Dipimna 
10 mg/kg/dose: 1 gota/kg de peso/dose até 4x/dia 
(intervalo mínimo de 4 horas entre as doses). 
IO mg/kg/dose: 1 gota/kg de peso/dose até 4x/dia, 
intervalo de 6 horas (dose máxima por dia: 60 gotas até 
6 anos, 120 gotas de 6 a 12 anos e 160 gotas para 
maiores de 12 anos). 
Fonte: Guia de Orientações parti a Atuiu;:ão da Equipe de Enfermagem na Atenção Primária à, Saúde 
- COREN/ MG, 2017. 
Orientações/Cuidados de enfermagem 
• Inspecionar hipertermia e medicar {temperatura ~37,SºC). 
• Orientar a secagem do pavilhão auditivo com algodão ou gaze, conforme 
necessidade e realizar a substituição desses até quando o pavilhão auditivo 
estiver seco. 
• Recomendar o uso de compressa morna e alertar quanto aos 
cuidados com queimaduras. 
FLUXOGRAMA DE CONDUTAS PARA DOR DE OUVIDO 
Consulta de 
enfermagem 
lnspecion"'r "'º toque presença de tumefação 
dolorosa na parte posterior do pavilhão 
auricular. Dor de ouvido? Secreção purulenta no 
ouvido? Há quanto tempo? 
Encaminhar Dara 
SIM NÃO 
Cuidados/Orientações 
de enfermagem 
Melhora do quadro 
clinico? 
ALTA 
SIM NÃO 
Encaminhar para consulta médica 
26 
Fonte: Baseado no Protocolo de Enfermagem na Atenção Primária à Saúde no Estado de Goiás -COREN/GO, 2014. 
SAÚDE DO ADOLESCENTE 
Atribuições do enfermeiro: 
• Promoção da Saúde. 
• Atendimento ao adolescente quanto a crescimento e desenvolvimento. 
• Desenvolver vínculos que favoreçam um diálogo aberto sobre questões de saúde. 
• Promover imunização adequada; 
• Identificar adolescentes que estejam sujeitos a comportamentos de risco. 
• Aconselhamento de práticas sexuais responsáveis e seguras. 
• Orientações quanto a métodos contraceptivos. 
• Sensibilizar adolescentes homens para o autocuidado e na 
corresponsabilização pela saúde sexual e saúde reprodutiva sua e de sua 
parceria. 
• Enfatizar o uso de preservativo como prática indispensável na prevenção de 
doenças sexualmente transmissíveis e de infecção pelo HIV. 
1 
' 
FLUXOGRAMA DE CONDUTAS PARA O 
ATENDIMENTO DE ADOLESCENTES 
Consulta de Grupo de Adolescentes￾enfermagem uta 
+ 1 ~ ' 
Serviço Social 1 Psicólogo 1 6 ~ ontók>go_J Nutricionista 
Fonte: Baseado no Protocolo de Enfermagem na Atenção Primária à Saúde no Estado de Goiás - C0REN/G0, 2014. 
SOLICITAÇÃO DE EXAMES 
Os exames mais solicitados no contexto da Saúde do Adolescente são: 
Hemograma completo 
Glicemia em jejum 
Exame Parasitológico de Fezes (EPF) 
Urina 
Perfil lipídico (colesterol total, frações e 
triglicérides). 
Citologia anual 
Teste rápido de gravidez 
Teste rápido para ISTs. 
Fonte: Proteger e cuidar da saúde de adolescentes na Atenção Básica - Ministério da Saúde, 2017. 
166 ANO V - EDIÇÃO 956 - TERESINA (PI), SEGUNDA-FEIRA, 14 DE ABRIL DE 2025
A INFORMAÇÃO IMPRESSA OFICIAL E LEGAL DOS ATOS DA ADMINISTRAÇÃO MUNICIPAL 
www.diariooficialdasprefeituras.org 
(Continua na página seguinte)
-ANTICONCEPCIONAIS HORMONAIS ORAIS 
Método Orientações 
Anticoncepcional - Ingerir o primeiro comprimido no primeiro dia do ciclo 
hormonal oral combinado mcnstmal. 
(Levonorgestre l 0. 15 mg + 
Elinilcstradiol 0.03 mg) 
Minlpflula 
(Noretisterona 0,35 mg) 
- A usuária deve ingerir um comprimido por dia até o 
término do cartela, preferencialmente no me!lmo horário. 
- Ao final da cartela. se esta for de 21 comprimidos, fazer 
pausa de sete dias e iniciar nova carreia no oitavo dia. 
- Caso não ocorra a menstruação no intervalo entre as 
cartela!., me!lmo a!l!lim, n u!luórin deve inic iar nova cartela 
e procurar o serviço de saúde para descartar a hipótese de 
gravidez. 
- Orientar quanto ao processo de adaptação do organismo 
e do aparecimento de efeitos secundários. 
- Orientar quanto aos procedimentos no caso de 
esquecimento do comprimido, vômito/diarreia. 
- Ingerir o primeiro comprimido preferencialmente no 
primeiro dia do ciclo menstrual. 
- O uso da minipílula é contínuo, não deve haver intervalo 
entre as cartelas. 
- A usuária deve tomar uma pílula todos os dias, sempre 
no mesmo horário, porque o atraso de algumas horas na 
ingestão da minipílula aumenta o risco de gravidez. O 
esquecimento de duas ou mai s pílulas aumenta mais ainda 
esse risco. 
- Quando uma canela termina, no dia seguinte ela deve 
tomar a primeira pílula da próxima cartela (não deixar dias 
de descaMn). TodM M pílulas dn cartela sl'io ativM. 
- Orientar quanto aos procedimentos no caso de 
esquecimento de pílulas. 
Fonte: Saúde Sexual e Reprodutiva - Ministério da Saúde, 2010. 
Método Orientações 
Anticonccpcionu.1 - A prime iro injeçüo deve se r feita até o quinto dia do início 
h ormonal injetável da rnc n:.truação. 
mcn$11I - A:. aplicaç ,X::::. s ubsequente:. devem ocorrer a cada 30 dias, 
(Noreliste rona 50 mg/m.L nrni~ ou mcno~ lrês diu~. indcpcnclcntcmcnl c ,h1 
+ Esm1diol A cetato .5 mc nstnrnç:;lo, 
mg/mL) - Deve-se aplicar por via intramuscular p rofunda. na 
Anlict,nccpcionol 
hormonal injetável 
trimestral 
(Acetato de 
nádeg a (môsculo g lúteo. quodrnntc s uperio r lotcrnl). 
- Se houver utraso de mais de três dias pa.ru u up licaçüo da 
nova injeção. a us uá ri a deve ser orientada pa ra o u so d a 
camisinha o u evitar re lações sexua is até a próxima 
injeção. 
- A primciru injeção <leve ser fcilu uté o sé timo <lia <lo 
iníc io d a me nstnrnç:'lo. 
• A s npli cnções subseque nt es devem ocorrer a cadn três 
meses. independentemente da me nstnrnção. 
Medroxipmge sterona 150 - O prazo máx imo permitido entre cada inj eção 
mg/mL) s ubsequente é de duas semonaq antes ou depois do doto 
p rcvistu. 
• Para mulheres que cenham recebido a primeira injeção 
depois do sélimo dia d o início d a m e n struaç3o. aconselhar 
o u so de m étodo adicional. de barreira. durante sete dias 
- A usuário deve procurar retornar u tempo p aru a próxima 
injcçílo, c1ue deve ser apli cm:ln n cada 9 0 d ias. Poré m e ln 
pode vir nté duas sem anas mais cedo ou nré duns semanas 
1nuis tnrdc. 
- Se houver atraso de mais d e duas semanas para a nov~, 
injeção, o mulhe r d e ve us ar preservativo ou evitnr relações 
sexuais ncé n próxima injeção. 
- Deve-se aplicar por v ia intramuscular proíunda, 
nádes.i:1 (músculo s.lúreo, qmu.lrJnte superior lute rJI) . 
Fonte: Saúde Sexual e Re produtiva - Mini stério da Saúde, 201 O. 
-ANTICONCEPÇÃO DE EMERGÊNCIA 
Método Administração 
Pílula conte ndo Comprimido com 0 ,75 m i; 2 comprimidos (d ose t'inica) o u I 
apenas pmgestág eno de levono1·geslrel comprimido a cada 12 ho ras (2 
- Lcvonorgcslrcl d oses - total de 2 comprimidos). 
Comprimido com J ,5 m g 
de levon orgestrcl I compdmido (d ose 1.inica) 
Fonte: Proteger e cuidar da saúde de 
adolescentes na Atenção Básica -
Ministério da Saúde, 2017. 
SAÚDE DA MULHER 
Controle dos cânceres do colo do útero e da mama 
Atribuições do Enfermeiro: 
• Atender as usuárias de maneira integral; 
• Realizar consulta de enfermagem incluindo a coleta do exame 
citopatológico, de acordo com a faixa etária e quadro clínico da usuária; 
• Solicitar exames de acordo com os protocolos ou normas técnicas 
estabelecidas pelo gestor local; 
• Examinar e avaliar usuárias com sinais e sintomas relacionados aos 
cànceres do colo do útero e de mama; 
• Avaliar resultados dos exames solicitados e coletados, e, de acordo com os 
protocolos e diretrizes clínicas, realizar o encaminhamento para os serviços 
de referência em diagnóstico e/ou tratamento dos cânceres de mama e do 
colo do útero; 
• Prescrever tratamento para outras doenças detectadas, como ISTs, na 
oportunidade do rastreamento, de acordo com os protocolos ou normas 
técnicas estabelecidas pelo gestor local; 
• Realizar cuidado palialivo, na UBS ou no domicílio, de acordo com as 
necessidades da usuária; 
• Avaliar periodicamente, e sempre que ocorrer alguma intercorrência, as 
usuárias acompanhadas em atenção domiciliar, e, se necessário, realizar o 
encaminhamento para unidades de internação; 
• Contribuir, realizar e participar das atividades de educação permanente de 
todos os membros da equipe; 
• Participar do gerenciamento dos insumos necessários para o adequado 
funcionamento da unidade básica de saúde. 
SOLICITAÇÃO DE EXAMES 
Exames mais soHcltados para a prevenção do câncer de colo de útero e mama: 
Citopatológico de colo uterino 
Mamografia 
32 
Fonte: Guia de Orientações para a Atuação da Equipe de Enfermagem na Atenção Primária à Saúde 
- COREN/MG, 2017. 
ANO V - EDIÇÃO 956 - TERESINA (PI), SEGUNDA-FEIRA, 14 DE ABRIL DE 2025 167
A INFORMAÇÃO IMPRESSA OFICIAL E LEGAL DOS ATOS DA ADMINISTRAÇÃO MUNICIPAL 
www.diariooficialdasprefeituras.org 
(Continua na página seguinte)
DIÁRIO OFICIAL 
DAS PREFEITURAS PIAUIENSES 
PRESCRIÇÃO MEDICAMENTOSA 
CORRIMENTO VAGINAL E INFECÇÕES SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS 
• CANDIDÍASEVULVOVAGINAL 
Caraclerístle&'I Orientações 
dínicM 
• Secreção vaginal Medidas higiênicas: 
branca, grumosa • Uso de roupas 
aderida à parede íntimas de algodão 
vaginal e ao colo do (para melhorar a 
útero; ventilação e diminuir 
• Sem odor; umidade na região 
• Prurido vaginal vaginal); 
intenso; • Evitar calças 
• Edema de vulva; apertadas; 
• Hiperemia de • Retirar roupa 
mucosa; íntima pam dormir. 
• Dispareunia de 
introito. 
Tratamento medicamentoso 
Via vaginal: 
• Miconazol creme a 2% - um aplicador (5 g) 
à noite, ao deitar-se, por 7 dias; OU 
• Clotrimazol creme a 1 %- um aplicador (5 g) 
à noite, ao deitar-se, por 7 dias; ou óvulos 100 
mg - uma aplicação à noite, ao deitar-se, dose 
única; OU 
• Tioconazol creme a 6% - um aplicador (5 g) 
à noite, por 7 dias; ou óvulos 300 mg - uma 
aplicação à noite, dose única; OU 
• Nistatina 100.000 UI - um aplicador à noite, 
ao deitar-se, por 14 dias. 
Via oral: 
Reservada para os casos de candidíase 
resistente ao tratamento tópico 
• Fluconazol, 150 mg, VO, dose única; 
• ltraconazol, 200 mg, VO, 12112h, por I dia. 
Fonte: Protocolo Saúde das Mulheres - Ministério da Saúde, 2016. 
, VAGINOSE BACTERIANA 
Características dínie&'I Tratamento medicamentoso 
• Secreção vaginal acinzentada, Via oral: 
cremosa, com odor fétido, mais • Metronidazol, 500 mg, VO, a cada 12 horas, por 7 dias; 
acentuado após o coito e durante o 
período menstrual. Via vaginal: 
• Sem sintomas inflamatórios. • Metronidazol gel vaginal, 1 OOmg/g, 
1 aplicador (5 g), 1 x/dia, por 5 dias; 
• Clindamicina creme 2%, 1 aplicador (5 g), Jx/ dia, por 7 
dias. 
Fonte: Protocolo Saúde das Mulheres - Ministério da Saúde, 2016. 
34 
• TRICOMONÍASE 
[ Caracteristlcas clínicas Orientações Tralamenlo medlcamento8o 
• Secreção vaginal • Fornecer informações sobre Viu oral: 
umardo-csvcrdcu<la. as 1ST e sua prevenção . 
hnlhrnm e fétida. • Oferta.- lestes pan1 Hrv, 
• O utros sintomas: sífilis. hepatite 8 , (quando 
pmrido inte nso . edema disponíveis). 
de vul va. disparcunia, • Ofertar preservativos e gel 
colo com petéquias e em lubrificume. 
''frwnbocsa•·. 
• Menos frequente : 
dis(íria. 
• Ofertar vacinação co ntra 
Hepatite B. 
• Convocar e tratar as 
parcerias sexuais. 
Fonte; Protocolo Saúde das Mulheres - Mlnlstêrlo da Saúde. 2016. 
-GONORREIA E CLAMÍDIA 
• Mclronitla?.ol, 2 g, dose única; 
ou • Mctronidazol. de 400 a 500 
mg. l 2/ 12h, por 7 dias; OU 
• Mcl'ronidazol, 250 mg, 818h. 
por 7 dius: OU 
• Secnidozol, 2 g. dose única; 
ou • Tinidaz.ol. 2 g. dose tfoi ca 
Cancteri,tlcas cffnlcas Orlentaçõa Tratamento medicamentoso 
As ccrvicilcs são • Fornecer info.-maçõcs sobre Gonorreia: 
assintumálica.-. cm torno as 1ST e sua prevenção . • Cipn.,nuxacino, 
de 70 % a 80% dos casos. • Ofertar lc!>tes pan1 HIV, 500 mg, VO, dos.e 1foi ca (n:J.o 
sífilis. hepa1i1e B. (quando recomendado para menores de 
• Sinlormíticos: disponive is). J !! anos); OU 
Conimc nlo vaginal, • Ofcnnr prescrvmi vos e gel • Ceftriuxona, 500 mg rM, dose 
~ mgramemo lubrificunte. únicu. 
intermenstrual ou pós- • Ofertar vacinação contra 
coito . dispareunia e Hepatite B. Clamídia: 
dis úria. • Convoca.- c tr.:itaras • Azitromicina, 1 g, VO, dose 
parcerias sexuais. única : OU 
• Acha<lo~ ao exame 
físico: sangramento ao 
toque da espátula ou 
swab, material 
muco purulcnto no 
orifício externo do colo e 
dor à mobilização do 
colo uterino. 
Fonte: Protocolo Saúde das Mulheres - Ministério da Saúde, 2016. 
Pré-Natal 
Atribuições do Enfermeiro: 
• Ooxiciclina, 100 mg. VO, 
lx/dia. por 7 o I O dias. 
• Orientar as mulheres e suas familias sobre a lmportancla do pré- natal, da 
amamentaç ão e da vacinaçã o ; 
• Realiza.- o cadas tramento da gestante no e-SUS e fornecer o Cartão da 
Gestante devidamente preenchido (o cartão deve ser verificado e atu alizado 
a cada consulta): 
• Realizar a consulta de pré-natal de gestação de baixo risco Intercalada com 
a prt:i:st:inça do(.1:1) médico(.1:1}; 
36 
• Solicitar t:ixames complemt:intart:is dt:i 3cordo com o protocolo local dt:i pré-n8tal; 
• Realizar testes rápidos: 
• Prescrever medicamentos padronizados para o programa de pré-natal 
(sulfato ferroso e ácido fólico, a tém de medicamentos padronizados para 
tratamento das ISTs, conforme protocolo da a b o rdagem slndrõmlca); 
• Orientar o vocinação das gestantes (contra tétano. dTpa e hepatite B); 
• Identificar as gestantes com a lgum sinal de alarme e/ou identificadas como 
de alto risco e t:incaminhá- l3s para consulta médica. Caso seja cl3ssificada 
como de a lto risco e hou ver dificuldade pera agendar a consulte médica (ou 
demora signif icativa para este atendimento), a gestante deve ser 
encaminhada diretamente ao serviço de referência; 
• Rt:iallzar t:ixame clínico das mam.1:1s t:i colt:ita para t:ixamt:i citopatológico do 
colo do útero; 
• Desenvolver atividades educativas, individuais e em grupos (grupos ou 
atividades de sala de espera); 
• Orient ar as gestantes e a equipe quanto aos fatores de risco e à vulnerabilidade; 
• Orientar as gostantes sobro a periodicidade das consultas o realizar busco 
ativ8 das gestantes falto:sas; 
• Realizar visitas domiciliares durante o período gestaclonal e puerperal, 
acompanhar o processo de aleit amento e orientar e mulher e seu 
companheiro sobre o planej amento f amiliar. 
SOLICITAÇÃO DE EXAMES 
Exames mais solldtadoe: para o acompanhamento do p~natal: 
Hemog rnma 
Tipagem sanguínea e fator Rh 
Coombs indireto (se for Rh negativo) 
G licemia c m jejum 
Sorolog iu pum hepatite B (HbsAg ) 
Sorologia para Hepatite C 
Urina ripo 1 
Urncultura 
37 
168 ANO V - EDIÇÃO 956 - TERESINA (PI), SEGUNDA-FEIRA, 14 DE ABRIL DE 2025
A INFORMAÇÃO IMPRESSA OFICIAL E LEGAL DOS ATOS DA ADMINISTRAÇÃO MUNICIPAL 
www.diariooficialdasprefeituras.org 
(Continua na página seguinte)
Teste rápido de triagem para sífilis e/ou 
VDRL 
Teste rápido diagnóstico e/ou sorologia 
anti - HN 
Parasitológico de fezes (se houver 
indicação clínica) 
Ultrassonografia obstétrica 
Sorologia para Toxoplasmose lgM e lgG Sorologia para Rubeola lgG e lgM 
Fonte: Guia de Orientações para a Atuação da Equipe de Enfermagem na Atenção Primária à 
Saúde - COREN/MG, 2017. 
PRESCRIÇÃO MEDICAMENTOSA 
• HIPERÊMESE GRAVÍDICA 
Medicamento Posologia 
Metoclopramida 
Dimenidrato + cloridrato de piridoxina 
1 O mg de 8/8 horas 
50 mg de 6/6 horas + 1 O mg de 6/6 horas 
(não exceder 400 mg/dia) 
Fonte: Protocolo Saúda das Mulheras - Ministério da Saúde, 2016. 
FLUXOGRAMA DE CONDUTAS PARA QUADROS DE 
NÁUSEAS E VÔMITOS 
Consulta de 
enfermagem 
• Investigar causas 
Confirmada hlpe r ê m ese gravfdica 
----1 
Orientar: 
1 , Realiza r alimentação fracionada (mfnl m o três r e fe ições e dois 
lanches por dia); 
2. Aliment ar assim que acordar; 
3. Evitar jejum prolongado; 
4, Comer devagar, m astigando bem os alim entos; 
S. Dar preferência a alimentos pastosos e secos; 
6. Evitar alimentos gordurosos, condime ntados e com odor forte; 
7. Manter boa ingestão de áaua e líquidos. 
Avaliar a n ecessidade de uso de medkamentos: 
Fonto: Protocolo Saúde dos Mulheres - Ministórlo do Soúdc, 2016. 
· DOR ABDOMINAL, CÓLICAS, 
FLATULÊNCIA E 
INTESTINAL 
OBSTIPAÇÃO 
Medicamento 
Dime licona, (40-80 m g). de 6/6 horas 
S upositó rio de g licerina 
H ioscina ( 1 cápsula. via oral, 10 mg). d e 8/8 
horas) 
Fonte: Protoco lo Saúde des Mulheres - Ministério da Seilde, 2016. 
• CEFALEIA E DOR LOMBAR 
Medicamento 
Paracctamol (500-750 m g). de 6/6 horas; 
Dipirona (500-1 .000 mg). de 6/6 h oras. 
Font e: Protocolo Saúde das Mulhe res - Mlnlst6rlo da Saúde, 2016, 
Indicação 
Gases 
Obstipação 
Cólicas 
Indicação 
Cefaleia ou 
Dor lombar 
• PIROSE E AZIA 
Medicamento 
Hidróxido de alumínio ou magnésio, dois a 
quatro comprimidos mastigáveis após as 
refeições e ao deitar-se. 
Indicação 
Pirose e azia 
Fonte; Protocolo Saúde das Mulheres - Ministério da Saúde, 2016. 
• ÁCIDO FÓLICO 
Medicamento 
Ácido fólico 
Posologia 
5 mg, via oral, por dia 
(Dois meses antes da gestação e nos 
dois primeiros meses da gestação) 
Fonte: Protocolo Saúde díls Mulheres - Ministério da Saúde, 201 6. 
• CARBONATO DE CÁLCIO 
Medicamento 
Carbonato de cálcio 
Posologia 
dois comprimidos de carbonato de 
cálcio 1.250 mg (500 mg de cálcio) ao 
dia , equivalente a 1.000 mg de cálcio 
elementar, para todas as gestantes, 
com início na 12ª semana de gestação 
até o momento do parto. 
Fonte: Nota Técnica Conjunta Nº 251/2024- COEMM/CGESMU/DGCI/SAPS/MS E CGAN/OEPPROS/SAPS/MS 
,SUPLEMENTAÇÃO DE FERRO 
Medicamento Posologia 
Sulfato ferroso: um comprimido de 200 mg Administrar longe das refeições e 
equivalente a Ferro elementar: 40 mg preferencialmente com suco cítrico. 
Profilático: 1 comprimido (indicada 
suplementação diária a partir do 
conhecimento da gravidez até o terceiro 
mês após parto). 
Tratamento: 4 a 6 comprimidos. 
Fonte: Protocolo Saúde das Mulheres-Ministério da Saúde, 2016. 
FLUXOGRAMA DE CONDUTAS PARA ANEMIA 
GESTACIONAL 
Consulta de 
enfermagem 
~ Gestante apresentando quadro de 
anemia (hemoglobina dlg/dl) -- -----.----' 
~ 
, ~ emC4)SIDW}&~t-\ i'so/WI~ g/dl 
200 mglilladesulfato ferroso, uma hora antes das 
refeições (dois cp. antes do café, dois cp. antes do 
almoço e um cp. antes do jantar), de preferência com 
suco de frutas cítricas. 
' L He,...-eiUl."tf/dl 
Encaminhar ao pre-natal 
de alto risco 
41 
ANO V - EDIÇÃO 956 - TERESINA (PI), SEGUNDA-FEIRA, 14 DE ABRIL DE 2025 169
A INFORMAÇÃO IMPRESSA OFICIAL E LEGAL DOS ATOS DA ADMINISTRAÇÃO MUNICIPAL 
www.diariooficialdasprefeituras.org 
(Continua na página seguinte)
DIÁRIO OFICIAL 
DAS PREFEITURAS PIAUIENSES 
Níveis aumentados 
de hemoglobina? 
' Manter tratamento até hemoglobina >11 g/dl, depois manter dose profilática 
Fonte: Protocolo Saúde das Mulheres- Ministério da Saúde, 2016. 
QUEIXAS URINÁRIAS 
• BACTERIÚRIA ASSINTOMÁTICA E INFECÇÃO DO TRATO 
URINÁRIO (ITU) NÃO COMPLICADA 
Medicamento POQogia 
Nitrofurantoína ( I 00 mg) Uma cápsula, de 6/6h, por 1 O dias 
(Evitar uso após 36' semana de gestação) 
Uma cápsula, de 6/6h, por 7 a I O dias 
Uma cápsula, de 8/8h, por 7 a 10 dias 
Cefalexina (500 mg) 
Amoxicilina-clavulanato (500 mg) 
Fonte: Protocolo Saúde das Mulheres -Ministério da Saúde, 2016. 
FLUXOGRAMA DE CONDUTAS PARA QUEIXAS 
URINÁRIAS 
Consulta de 
enfermagem 
.. Apresenta sintomas de ITU: 
Dor ao urinar; 
Dor suprapúbica; 
Urgência miccional; 
Aumento da frequência urinária; 
,_____Nictúci,~·---,------~ 
• 
SIM 
Apresenta sintomas slstêmlcos? 
Febre; 
Taquicardia; 
Calafrios; 
Náusea/vômito; 
~ li NÃO 
Encaminhar para 
consulta médica 
Solicitar EAS e Urocultura 
• 
ÍOtratamento deve segui;,-sempre que passivei, os resultados 
I_ obtidos pelo antibiograma 
..t 
• Repetir urocultura 7 a 10 dias após a conclusão do tratamento; 
Verificar se o quadro de infecção é recorrente ou de repetição; 
Na apresentaç:io de um segundo eplsódlo1 encaminhar ao médico. 
Fonte: Protocolo Saúde das Mulheres - Ministério da Saúde, 2016. 
CORRIMENTO VAGINAL E INFECÇÕES SEXUALMENTE 
TRANSMISSÍVEIS 
• CANDIDÍASE VULVOVAGINAL 
Tratamento medicamentoso 
• Miconazol creme a 2%- um aplicador (5 g) à noite, ao deitar-se, por 7 dias; OU 
• Nislatina 100.000 UI-um aplicador à noite, ao deitar-se, por 14 dias; OU 
• Clotrimazol também é uma opção para gestantes e nutrizes. 
Fonte: Protocolo Saúde das Mulheres-Ministério da Saúde, 2016. 
• VAGINOSE BACTERIANA 
Tratamento medicamentoso 
Via oral (independentemente da idade gestacional e nutrizes): 
• Metronidazol, 250 mg, VO, a cada 8 horas, por 7 dias; OU 
• Metronidazol, 500 mg, via oral, a cada 12 horas, por 7 dias; OU 
• Clindamicina, 300 mg, VO, a cada 12 horas, por 7 dias. 
Via intravaginal: 
• Clindamicina óvulos, 100 mg, 1 x/dia, por 3 dias OU 
• Metronidazol gel a 0,75%, 1 aplicador (5 g), lx/dia, por 5 dias. 
Fonte: Protocolo Saúde das Mulheres -Ministério da Saúde, 2016. 
, TRICOMONÍASE 
Tratamento medicamentoso 
Via oral (independentemente da idade gestacional e nutrizes): 
• Metronidazol, 2 g, VO, dose única; OU 
• Metronidazol, 250 mg, YO, a cada 8 horas, por 7 dias; OU 
• Metronidazol, de 400 a 500 mg, via oral, a cada 12 horas, por 7 dias. 
Fonte: Protocolo Saúde das Mulheres- Ministério da Saúde, 2016. 
170 ANO V - EDIÇÃO 956 - TERESINA (PI), SEGUNDA-FEIRA, 14 DE ABRIL DE 2025
A INFORMAÇÃO IMPRESSA OFICIAL E LEGAL DOS ATOS DA ADMINISTRAÇÃO MUNICIPAL 
www.diariooficialdasprefeituras.org 
(Continua na página seguinte)
• GONORREIA 
Tratamento medicamentoso 
Primeira escolha: 
• Ceftriaxona, 500 mg IM, dose única 
Segunda escolha: 
• Espectrinomicina, 2 g IM, dose única OU 
• Ampicilina 2 ou 3 g + Probenecida, 1 g, VO, dose única OU 
• Cefixima, 400 mg, dose única 
Fonte: Protocolo Saúde das Mulheres- Ministério da Saúde, 2016. 
CLAMÍDIA 
Tratamento medicamentoso 
Primeira escolha: 
• AziLromicina, 1 g, VO, dose única. 
Segunda escolha: 
• Amoxiciclina, 500 mg, VO, a cada 8 horas, por 7 dias; OU 
• Eritromicina estearato, 500 mg, VO, a cada 6 horas, por 7 dias OU 
• Eritromicina estearato, 500 mg, VO, a cada 12 homs, por 14 dias. 
Fonte: Protocolo Saúde das Mulheres- Ministério da Saúde, 2016. 
• SÍFILIS 
Fase clínica 
Sífilis primária 
Medicamento 
Penicilina Benzatina 
2.400.000 U1 
IM. dose única. 1.200.000 Ul em 
cndn ghíreo 
Sífilis recente 
secundária e latente 
Penicilina Benzatina 
2.400.000 UI 
IM, repetida após uma semana, 
sendo a dose rotai 4.800.000 UI 
Sífilis tardia la tente e 
terciária 
Tratamento altcmativo 
Penicilina Benzatinn 
2.400.000 Ul 
Ccftriaxona 1 g 
IM. semanal (por 3 semanas), 
sendo a dose lotai de 7.200.000 UI 
IV ou lM. l x./dia, por 8 a 10 dias 
Fonte: Protocolo Saúde das Mulheres - Ministério da Saúde, 2016, 
FLUXOGRAMA DE CONDUTAS PARA SÍFILIS 
Consulta de 
enferma1em 
:+ Sollcltaç:to de teste rápido para sffllls e VDRL 
+ Teste ripldo poslttvo: tratar com primeira dose de penicilina e 
agendar retorno em 7 dias para teste não treponêmico. Não é 
n@cessá rio aguardar o VDRL para iniciar tratamento. 
Seguir os Protocolos para tr3tamento de 1ST. 
Repetir o exame no 3' trimestre, no momento do p3rto e em 
caso de 3bortamento. 
----,. Realizar teste trepon~mlco {FTA·Abs, TPHA, ou MHATp ou ELISA) 
.. Quando indisponível ou não sendo possível obter o resultado até 
7 semanas antes da data prov~vel do parto 
.. Testar gestante e parceria sexual {VORL) 
Realizar teste rápido no momento da consulta e do resultado do teste não 
treponêmico positivo. 
Se reagente, tratar conforme a forma clinfca da doença. 
Se não reaaente, orientar sobre 1ST e repetir teste rápido no 3• trimestre de 
gestação. 
Se parceria com teste positivo, tratar conforme fase cllnlca da doença. 
Se parceria com test e negativo, administrar dose profllática de penlclllna benzatlna 
Fonte: Protocolo Saúde das Mulheres- Ministério da Saüde, 2016. 
CLIMATÉRIO 
Atribuições do 
enfermeiro: 
• Acolhimento com escuta qualificada; 
Direcionamento para o atendimento necessário; 
• Realização de exame físico geral, exame físico específico, 
confirmação do climatério; 
• Plano de cuidados (abordagem integral e não farmacológica das 
queixas no cLimatério); 
• Abordagem motivacional quanto ao estilo de vida saudável; 
• Orientar anticoncepção no climatério; 
Realizar ações de prevenção de forma individualizada, em especial, quanto 
a doenças crônico-degenerativas, cardiovasculares, metabólicas e 
neoplásicas, de acordo com a faixa etária, história, fatores de risco e 
comorbidades. 
• Educação em saúde. 
FLUXOGRAMA DE CONDUTAS PARA ATENDIMENTO À 
MULHER NO CLIMATÉRIO 
' Solicitar exames de rotina: 
• Hemograma; 
• TSH; 
• Glicemia; 
, TTG; 
• Colesterol e frações; 
• Triglicérides; 
TGOeTGP; 
• EAS e Urocultura; 
• Pesquisa de sangue oculto 
Consulta de 
enfermag~ 
Encaminhamentos necessanos 
à equipe multiprofissional: 
médico, odontólogo, assistente 
social, nutricionista. 
1 
' 
Educação e Saúde 
· Autocuidado considerando as 
alterações ffsicas 
• Autoestima 
-Informações sobre sexualidade 
- Estimular a prática~ 
Fonte: Baseado no Protocolo de Enfermagem na Atenção Primária à Saúde no Estado de Goiás￾COREN/GO, 2014. 
ANO V - EDIÇÃO 956 - TERESINA (PI), SEGUNDA-FEIRA, 14 DE ABRIL DE 2025 171
A INFORMAÇÃO IMPRESSA OFICIAL E LEGAL DOS ATOS DA ADMINISTRAÇÃO MUNICIPAL 
www.diariooficialdasprefeituras.org 
(Continua na página seguinte)
DIÁRIO OFICIAL 
DAS PREFEITURAS PIAUIENSES 
SAÚDE DO HOMEM 
Atribuições do enfermeiro: 
• Possibilitar o acesso, acolhimento e recepção do usuário; 
• Consulta de enfermagem com avaliação holística progressivamente integral da 
situação de saúde do indivíduo, família e comunidade; definição dos 
diagnósticos de enfermagem; realização das intervenções; avaliação dos 
cuidados e anotações de enfermagem; 
• Encaminhamentos a consultas multiprofissionais ou serviço especializado. 
FLUXOGRAMA DE CONDUTAS PARA A 
,------J--L-............_.ÇÃO DE EXAMES 
Consulta de 
eQéaOOT NA 
Já realizou exames laboratoriais de rotina? 
' ' 
\ / 
DIRECIONAR PARA EXAMES LABORATORIAIS 
' 
Orientações co ie,hPablm\ • câ,nceF-P1ó_s'rta; . ,1• 1 
social, avaliar s sâ6i ,Hf-1 al6lllluna: T~1orona se ~rientações cor responsabilidade 
e a necessidade é ~Fr8~~T~~p~ le '. . . 1 ". social, explicar o preparo e ~-----+-· G_1ce_m_1a_e_m~Je~JU~ = Diagnostico de diabetes; encaminha para os exames 
• Dosagem de colesterol etriglicerídeos: Detecta íslípidemia·~ -----~ 
• Sorologia para HIV e Hepatite B; 
• EAS e urocultura; 
• Creatinina e ácido úrico: Função renal; 
· TGO E TGP: Função hepática. 
Encaminhar para Centro de Referência e 
orientações acerca dos grupos de apoio da UBS 
Retorno anual a consulta de enfermagem e 
orientações acerca dos grupos de apoio da UBS 
Contra-referência para Cardiologista e Urologista 
Fonte: Baseado no Protocolo de Enfermagem na Atenção Primária à Saúde no Estado de 
Goiás -COREN/GO, 2014. 
SAÚDE DO IDOSO 
Atribuições do enfermeiro: 
• Atender ao usuário de maneira integral; 
• Realizar atenção integral à pessoa idosa; 
• Realizar assistência domiciliar, quando necessário; 
• Realizar consulta de enfermagem, incluindo a avaliação multidimensional 
rápida e instrumentos complem entares, se necessário, solicitar exames 
complementares e prescrever medicações, conforme protocolos ou outras 
normativas técnica s estabelecidas pelo gestor municipal, observadas as 
disposições legais da profissão; 
• Supervisionar e coordenar o trabalho do Comunitário de Saúde (ACS} e da 
equipe de enfermagem; 
• Realizar atividades de educação permanente e interdisciplinar junto aos 
demais profissionais da equipe; 
• Orientar ao idoso. aos familiares e/ou cuidador sobre a correta utilização dos 
medicamentos. 
SOLICITAÇÃO DE EXAMES 
Exames mal.ti iolldtados na sa6de do Idoso: 
Hemograma completo 
Colesterol total e frações 
Triglicérides 
PSA total e li vre 
Gl.iccmia cm jejum 
Vitamina 812 
Vitamina .D 
Ureia 
Creatinina 
Cálcio 
Urina rotina 
Eletrocardiograma (ECG) 
Fonte: Guia de Orientações para a Atuação da Equipe de Enfermagem na Atenção Primária é 
Saúde - COREN/MG, 2017. 
Atribuições do Enfermeiro: 
• Atender as usuárias de maneira integral; 
• Realizar consulta de enfermagem e a coleta do exame citopatológico de 
acordo com a fai xa etária e quadro clínico da usuária; 
• Realizar consulta de enfermagem e o exame clinico das mamas de acordo 
com a faixa etária e quadro clínico da usuária; 
• Orientar sobre os m étodos anticoncepcionais existentes e disponíveis na 
Atenção Básica, informando a eficácia de cada método, sua forma de uso, 
possíveis efeitos adversos e contraindicações diante de certos 
antecedentes clínicos e/ou ginecológicos; 
• Reforçar a importância do retorno para acompanhamento c línico conforme 
método em uso e disponibilidade da usuária; 
• Prescrever métodos de acordo com adequação e escolha informada da 
usuária, considerando fatores individuais, contexto de vida dos usuários (as) 
no momento da escolha do m étodo e critérios de elegibi lidade; 
• Prescrever medicamentos preestabelecidos em programas de saúde 
pública e em rotinas aprovadas pelo gestor local; 
• Solicitar exames de acordo com os protocolos ou normas técnicas 
estabelecidas pelo gestor local. 
SOLICITAÇÃO DE EXAMES 
Gonadotrofina coriônica humana (BHCG) 
Ultrassom pélvico 
Espem1ograma 
Sorologia para Hepatite B 
Sorologia para Sífilis 
Sorologia para HIV 
Sorologia para Toxoplasmose 
Sorologia para Rubéola 
Do agem honno nal: TSH. T4 livre e 
prolactina 
Fonte: Guia de Orientações para a Atuação da Equipe de Enfermagem na Atenção Primária à 
Solide - COREN/MG, 2017. 
172 ANO V - EDIÇÃO 956 - TERESINA (PI), SEGUNDA-FEIRA, 14 DE ABRIL DE 2025
A INFORMAÇÃO IMPRESSA OFICIAL E LEGAL DOS ATOS DA ADMINISTRAÇÃO MUNICIPAL 
www.diariooficialdasprefeituras.org 
(Continua na página seguinte)
FLUXOGRAMA DE CONDUTAS PARA ESCOLHA DO 
MÉTODO CONTRACEPTIVO 
Temporários 
(reversíveis) 
,. • Hormonais: 
orais 
injetáveis; 
• Implantes 
subcutâneos; 
• Adesivos 
,. 
Barreira 1 
,. • Preservativo 
{masculino e 
feminino); 
• Diafragma; 
Consuttade 
enfermaeem 
Métodos cof traceptivos 
,. ,. ,. .----,n-tra_u_te-rin_o_s --,1 1 Comportamentais [ ~J _0e_ f,_,n_itivo- , ~ 
,. ,. ~~"'--~ • DIU: cobre e • Laqueadura 
levonorgestrel 
• Tabelinha; 
• Curva térmica 
basal; 
• Sintotérmico. 
tubâria; 
• Vasectomia. 
• Espermatlcfda 
Fonte: Baseado no Protocolo de Enfermagem na Atenção Primária à Saúde no Estado de 
Goiás-CORENIGO, 2014. 
,ANTICONCEPCIONAIS HORMONAIS ORAIS 
Anticoncepcional - Ingerir o primeiro comprimido no primeiro dia do ciclo 
hormonal ornl combinado menstrual. 
(Levonorgestrel O, 15 mg + - A usuária deve ingerir um comprimido por dia até o 
Etinilestradiol 0,03 mg) término da cartela, preferencialmente no mesmo horário. 
Minipílula 
(Noretisterona 0,35 mg) 
- Ao fina) da cartela, se esta for de 21 comprimidos, fazer 
pausa de sete dias e iniciar nova cartela no oicavo dia. 
- Caso não ocorra a menstruação no intervalo entre as 
cartelas, mesmo assim, a usuária deve iniciar nova cartela 
e procurar o serviço de saúde para descartar a hipótese de 
gravidez. 
- Orientar quanto ao processo de adaptação do organismo 
e do aparecimento de efeitos secundários. 
- Orientar quanto aos procedimentos no caso de 
esquecimento do comprimido, vômito/diarreia. 
- Ingerir o primeiro comprimido preferencialmente no 
primeiro dia do ciclo menstrual. 
- O uso da minipílula é contínuo, não deve haver intervalo 
entre as cartelas. 
- A usuária deve tomar uma pílula todos os dias, sempre 
no mesmo horário, porque o atraso de algumas horas na 
ingestão da minipílula aumenta o risco de gravidez. O 
esquecimento de duas ou mais pílulas aumenta mais ainda 
esse risco. 
- Quando uma cartela termina, no dia seguinte ela deve 
tomar a primeira pílula da próxima cartela (não deixar dias 
de descanso). Todas as pílulas da cartela são ativas. 
- Orientar quanto aos procedimentos no caso de 
esquecimento de pílulas. 
Fonte: Saúde Sexual e Reprodutiva • Ministério da Saúde, 2010. 
, ANTICONCEPCIONAIS HORMONAIS INJETÁVEIS 
Anticonccpcional 
hormonal injetável 
mensal 
-A primeira injeção deve ser feita até o quinto dia do início 
da menstruação. 
-As aplicações subsequentes devem ocorrer a cada 30 dias, 
(Noretisterona 50 mg.'n1L mais ou menos três dias, independentemente da 
+ Estradiol Acetato 5 menstruação. 
mg/mL) - Deve-se aplicar por via intrarnuscular profunda, na 
Anticoncepcional 
honnonal injetável 
trimestral 
(Acetato de 
Medroxiprogesterona 150 
mg/mL) 
nádega (músculo glúteo, quadrante superior lateral). 
-Se houver atraso de mais de três dias para a aplicação da 
nova injeção, a usuária deve ser orientada para o uso da 
camisinha ou evitar relações sexuais até a próxima 
injeção. 
- A primeira injeção deve ser feita até o sétimo dia do 
início da menstruação. 
- As aplicações subsequentes devem ocorrer a cada três 
meses, independentemente da menstruação. 
- O prazo máximo permitido entre cada injeção 
subsequente é de duas semanal antes ou depois da data 
prevista. 
- Para mulheres que tenham recebido a primeira injeção 
depois do sétimo dia do início da menstruação, aconselhar 
o uso de método adicional, de barreira, durante sete dias 
-A usuária deve procurar retornar a tempo para a próxima 
injeção, que deve ser aplicada a cada 90 dias. Porém ela 
pode vir até duas semanas mais cedo ou até duas semanas 
mais tarde. 
-Se houver atraso de mais de duas semanas para a nova 
injeção, a mulher deve usar preservativo ou evitar relações 
sexuais até a próxima injeção. 
- Deve-se aplicar por via intramuscular profunda, na 
nádega (músculo glúteo, quadrante superior lateral). 
Fonte: Saúde Sexual e Reprodutiva -Ministério da Saúde, 2010. 
,ANTICONCEPÇÃO DE EMERGÊNCIA 
Pílula contendo 
apenas progestágeno 
-Levonorgestrel 
Comprimido com 0,75 mg 2 comprimidos (dose única) ou 1 
de levonorgestrel 
Comprimido com 1,5 mg 
de levonorgestrel 
comprimido a cada 12 horas (2 
doses- total de 2 comprimidos). 
1 comprimido ( dose única) 
Fonte: Proteger e cuidar da saúde de adolescentes na Atenção Básica - Ministério da Saúde, 2017. 
ANO V - EDIÇÃO 956 - TERESINA (PI), SEGUNDA-FEIRA, 14 DE ABRIL DE 2025 173
A INFORMAÇÃO IMPRESSA OFICIAL E LEGAL DOS ATOS DA ADMINISTRAÇÃO MUNICIPAL 
www.diariooficialdasprefeituras.org 
(Continua na página seguinte)
DIÁRIO OFICIAL 
DAS PREFEITURAS PIAUIENSES 
INFECÇÕES SEXUALMENTE T RANSMISSfVEIS (ISTs) 
Atribuições do Enfermeiro: 
• Diugnóstico precoce das ISTs. infecção pelo HIV, hepatites e HTLV 
e tratamento adequado da grande maioria das ISTs; 
Encaminhamento dos casos que não competem a esse nlvel de 
atenção, realizando acompanhamento conjunto; 
• Prevenção da sffilis congênita e da transm rssão vertical do HIV; 
• Realizar aconselhamento e oferecer o teste anti-HIV aos usuários com 1ST, 
às pessoas vulneráveis e aos que buscam o serviço com clinica sugestiva de 
1ST, HIV/aids ou história de risco para esses agravos; 
• Promover e adesão das gestantes ao p ré-natal e oferecer o teste pare sífilis, 
para Hepatite B e pera o HIV, e todas as gestantes da área de abrangência da 
unidade, realizando oconselhamento pré e pós-teste; 
Manejo adequado dos usuários cm uso indevido de drogas; 
Utilizllr a abordagem slndrõmlca na assistência ao usuário com 1ST, 
levando em conta o contexto pessoal, familiar e social em que a doença se 
desenvolve; 
• Desencadear ações de aconselhamento/testagem e tratamento 
voltadas aos parceiros sexuais dos usuários com esses 9grevos; 
Realizar a coleta de sangue para encaminhamento ao lllboratório de 
refer~ncia na medida em que a unidl'lde esteja organizada para essa 
atividede; 
• Garantir a observancla das normas de precaução universal, a fim de 
evi tar exposição ocupacional a material biológico; 
Realizar as ações de vigilância epidemiológica pertinentes a cada caso; 
Encaminhar as pessoas vivendo com HIV/aids e/ou hepatites virais aos 
serviços de referência, e realizar acompanhamento que contribua com 
esses serviços para melhorar a adesão às recomend ações ao tratamento; 
• Atuar em conjunto com os serviços especializados no tratamento da 
depcndõncia química e na asslstõncia oos usuórios de drogas portadores do 
HIV e/ou hepotltes virais. 
SOLICITAÇÃO DE EXAMES 
Exames mais sollcltados para as 1ST 
Anti-HA V Total 
Anli-HA V lgM 
Anti-HA V lgú 
HbsAg 
Anti-HBc lgM 
Anti-HBc lgG 
HbeAg 
Anti-Hhc 
Anti-Hbs 
Anti-HCV 
VORI. 
Anti-HJV 
Teste rtipido parn HlV 
Teste rápido para Hepatite B 
Teste rápido puro Hepatite C 
Teste n'ipido para Sífilis 
Fo nte: Gula de Orientoções para a Atuaçêod'a Eciulpe de Enlermagem na Atençêo Pfimêria 6 
SaUde - COREN/MG,2017. 
FLUXOGRAMA DE CONDUTAS PARA CORRIMENTO VAGINAL 
Quehra de corrimento V3ginal 
Anamnese e exame 1lnecoló1lco (toque e exame upecul r) 
. Corrime nto vaginal confirmado 
NÃO 1- Mk ru,cupia f.li)'ponlvcl'! SIM 
Colet■ de materi I p,1ra microscopia 
pH vaginal ~ou KOH a 10% 
pH > 4,Sc/ ou 
KOH(+) 
Tratarvaa:lno.se 
B,;lcterl,:,11,:, e 
Trícomoofase 
NÃO 
pH < 4.S e/ou 
ICOHI-) 
Corrimento arumo$o 
ou eritem;, vulv;,r 
! SIM 
Presença 
de hlf,u 
causa 
fisiológiai Tratar candldfue 
• Ofena de preservativos e ael lubrificante; 
Presença de 
Trlcomonla.se 
: Ofena de testes para HIV e demais IST(.sífllis, hepatite B. gonorreia e clamldia), ciuando disponiveis; 
: @nfase na ade$llo ao tratamento; 
58 
59 
FLUXOGRAMA DE CONDUTAS PARA CORRIMENTO VAGINAL 
Fonte: Protocolo Clinico e Diretrizes Terapêuticas para Atenção Integral às Pessoas com Infecções Sexualmente 
Transmissíveis - Ministério da Saúde, 2015. 
FLUXOGRAMA DE CONDUTA PARA CORRIMENTO URETRAL 
Queixa de corrimento uretral 
Anamnese e exame físico 
' 
' Bacterioscopia disponível no momento da consulta? 
NÃO SIM 
Tratar clamídia e 
gonorreia 
Diplococos gram 
negativos intracelulares 
~· SIM 
' NÃO 
' 
Tratar apenas 
clamídia 
' 
Aconselhar, oferecer testes anti-HIV e VDRL. 
Enfatizar adesão ao tratamento. 
Convocar parceiros. 
Agendar retorno. 
Fonte: Baseado no Protocolo de Enfermagem na Atenção Primária à Saúde no Estado de 
Goiás- COREN/GO, 2014 . 
174 ANO V - EDIÇÃO 956 - TERESINA (PI), SEGUNDA-FEIRA, 14 DE ABRIL DE 2025
A INFORMAÇÃO IMPRESSA OFICIAL E LEGAL DOS ATOS DA ADMINISTRAÇÃO MUNICIPAL 
www.diariooficialdasprefeituras.org 
(Continua na página seguinte)
FLUXOGRAMA DE CONDUTA PARA DOENÇA INFLAMATÓRIA PÉLVICA 
NÃO 
{DIP) 
Queixa de desconforto abdominal ou dor pélvica 
Anamnese e exame ginecológico (toque 
vaginal e exame especular) 
Sangramento vaginal/atraso 
menstrual/parto/aborto recentes? 
Quadro abdominal grave: defesa 
muscular ou dor à palpação ou T axilar SIM 
----~r 
Diagnóstico 
clínico de DIP? 
NÃO Indicação de internação 
hospitalar? 
l NAO 
SIM 
Investigar outras 
causas ! 
NÃO 
Coleta de material para Gonococo, Clamídia, 
Trichomonas e Vaginose, se disponível. Iniciar 
tratamento ambulatoria . Agendar retorno em 3 dias. 
NÃO 
FLUXOGRAMA DE CONDUTA PARA DOENÇA INFLAMATÓRIA PÉLVICA 
Manter conduta e enfatizar adesão ao tratamento 
Fonte: Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas para Atenção Integral às Pessoas com 
Infecções Sexualmente Transmissíveis - Ministério da Saúde, 2015. 
FLUXOGRAMA DE CONDUTAS PARA ÚLCERAS GENITAIS 
Queixa de úlcera gcnítal 
Anamnese e exame físico 
História/evidência de lesões vesiculosas? 
SIM N,.O 
.- Tratar herpes genital Lesões com mais de 
4 semanas? 
.. NÃO 
.. Tratar cancro mole 
Aconselhar. 
Oferecer testes anti-HIV e V0RL 
Enfatizar adesão ao tratamento. 
Convocar parceiros. 
Acendar retorno. 
,. 
SIM 
.. 
Tratar sifilis e cancro mole. 
Fazer biópsia . 
Iniciar tratamento para donovanose. 
Fonte: Baseado no Protocolo de Enfermagem na Atenção Primária à Saúde no Estado de 
Goiás - COREN/GO, 2014. 
FLUXOGRAMA PARA DIAGNÓSTICO DA HEPATITE B NA ATENÇÃO 
BÁSICA 
Paciente 
AgHBs(+) 
Af\ti-HBc Totat (-1 
.. 
AgHBs (+) 
Anti-HBclotal (+) 
.. 
AoHBs (·) 
Anti-HBcTotal(+) 
,. 
AoHBs (-) 
Antí-HBc Total(·) 
., ., 
.. Positivo 
.. Acompanhamento• 
lnfecçio 
.. ud. 
Solicitar Anti• 
HBc lgM 
Anti•HBs Anti•HBs 
(+) (-) 
Anti-HBs 
(+) 
.. ~ 
Negativo Contato prévio Solicintr Provável 
.. 
Provável infacç:io 
crónica 
.. Acompanhamento• 
e solicitar AgHBe e 
Antl-HBe 
.. Encaminhar para 
Centro de Referência 
comVHB 
► 
Positivo 
.. Janela 
Imunológica 
Anti-HBc 
lgM 
imunidada. 
lnvestiear 
vacinação 
pr, via 
Negativo 
.. Acompanham ento• 
Nota: •Acompanhamento pressupõe consultas quinzenais no primeiro mês e consultas 
mensais at~ a resolução do quadro, 
Anti-HBs 
(·) 
.. Indivíduo 
suscetível 
.. 
Encaminhar 
para 
vacinação 
Fonte; Baseado no Protocolo de Enfermagem na Atenção Primária à Saúde no Estado de 
Goiás- COREN/GO, 2014. 
ANO V - EDIÇÃO 956 - TERESINA (PI), SEGUNDA-FEIRA, 14 DE ABRIL DE 2025 175
A INFORMAÇÃO IMPRESSA OFICIAL E LEGAL DOS ATOS DA ADMINISTRAÇÃO MUNICIPAL 
www.diariooficialdasprefeituras.org 
(Continua na página seguinte)
DIÁRIO OFICIAL 
DAS PREFEITURAS PIAUIENSES 
FLUXOGRAMA PARA DIAGNÓSTICO DA HEPATITE C NA ATENÇÃO BÁSICA 
Suspeita de Hepatite C 
' Solicitar Anti-VHC 
7 
Anti-VHC positivo 
Encaminhar para 
Centro de Referência 
Anti-VHC negativo 
' Educação em saúde 
Fonte: Baseado no Protocolo de Enfermagem na Atenção Primária à Saúde no Estado de 
Goiás - COREN/GO, 2014. 
FLUXOGRAMA DE ATENDIMENTO A PACIENTES COM 
SUSPEITA DE HIV 
Suspeita de HIV 
' Anamnese + Avaliação de Risco+ Aconselhamento 
Testagem rápida+ testagem convencional 
Positivo 
• Aconselhar 
• Notificar 
• Convocar parceiros 
• Oferecer VDRL, sorologia para 
Hepatites B e e • Vacinar contra Hepatite B 
• Encaminhar para Serviço de 
Assistência Especializada -SAE 
◄ 
Negativo 
• Aconsel ' har 
• Oferecer VDRL, sorologia para 
Hepatites B e e • Vacinar contra Hepatite B 
FLUXOGRAMA PARA DIAGNÓSTICO DA HEPATITE C NA ATENÇÃO BÁSICA 
Fonte: Baseado no Protocolo de Enfermagem na Atenção Primária à Saúde no Estado de 
Goiás-COREN/GO, 2014. 
1 
-CORRIMENTO VAGINAL 
Tratamento medicamentoso 
Mucorrela 
O rientações 
Oricnrar sobre a fisiologi a nonnal da 
vagina e a.,: rclaçõc,c com a idade e 
oscilações hormonais. 
Candidía.-.c 1• escolha • via vaginal: O rientar medida.~ higiênicas: 
vulvo"aginal • Miconuzol creme a 2% - um nplicador (5 • Uso de roupas ínlimos de algodão (para 
g) à noite. ao dci1ar-sc. por 7 dl:,.s; OU melhorar :1 vcn1ilação e diminuir umidade 
• Clo1rimazol creme a 1% - um aplicador(5 na rcgi!\o vaginal); 
g) à noite, an deitar-se, por7 dias; ou óvulos • Evitar calças apertadas; 
100 mg - uma aplic™,ÜU à noite. ao dcitur• • Rctirnrroupu íntima para dormir. 
J;C. dose único: OU 
• Tiocon;u:ol creme a 6% - um aplic.:1.dor (5 Condldfo.sc recorrente: 
g) à noite. por 7 dias: ou óvulos 300 mg - • Fluconazol. 150 mg. VO. 1 x/scmana. por 
uma aplict1çilo i\ noite, dose única: OU 6 meses; OU 
• Nista1ina 100.000 UI - um aplicudor à • ltruconazol. 400 mg, VO, lx/mês. por6 
noite, oo deitar-se. por 14 dias. meses: OU 
Vio or11I - r eservado paru os casos de 
candidfasil! resistentt-. ao lralamt-nto 
tópico: 
• Flucnnazol, 150 mg, VO, dose única: OU 
• ltr.iconazol. 200 rng . VO. 12112h. por 1 
dia. 
• Cetoconazol. 100 mg. VO. l x/dia. por6 
Cm.e, persista, cncuminhar p:ir.i 
11valiada no. média complexidade. 
Tratar pareci ro SOMENTE se for 
ll inlomálicn. 
Vaglnose Via ora l • O tr<11amen10 das pa.rccrfas sex uais n:io 
hl:lclériana • McrronirL,;,,.nl, 500 ms, VO. 12/ 12h, por 7 C>õlá recomendado. 
dias: OU • Orientar pCLra niio fazer uso de bebido. 
Via intravaginal alcóolka antes. dur.uue e após o 
• Mctronida:tol gel vaginal. l0Un1g/t, 1 1rn1amcn10. 
aplieador (5 g), 1 x/dia, por 5 dias; OU 
• Cli ndamicina creme 2%, l aplicitdor (5 
g). lx/ diu. por 7 dhls. 
2• Escolha 
• Via oral: Clindamicina, 300 mg, VO, 
12112h. por 7 dias: OU 
• Via intna,•aginal: Clinditmicimt óvu los. 
100 mg. 1 x/dia. por 3 dio.s. 
Tricomoníasc , Mctmnidazol. 2 g. VO. dose únicu: OU • Niio fa1.er uso de bebida nlcóolicu untes. 
• Metronidazol. de 400 a 500 mg. VO. a durante e após o tr.itamento 
cada 12 horas. por sete dias: OU • TODOS os parcciros devem ser trarndos 
• Merronidaml, 250 mg, VO. 818h, 7 dia.<;: com do.-:e lfoica 
OU • Fornecer iníomtaçõcs sobre ª" 1ST. sua 
• Secniduzol. 2 g, VO. dose únicll: OU prevenção e ofertar 1este-s quando 
• Tinidazol. 2 g. VO. dose linien disponíveis. 
• Ofertar preservmivos e gel lubrificante. 
• Ofertar vacin:u;üo contra Hepatite 8. 
• Convocar e lratur a-; purccrius scxwtis. 
Fon1e: Pro(ocolos da Atenção Bllslc11 - Sallde das Mulheres, 2016. 
-GONORREIA E CLAMÍDIA 
Canacter'VJtic-' clínlCIIS 0rienblçôe8 Tnablmento m t!dk:amenl(.)fj(_l 
As ccrvicitcs são • Fornecer informações sobre Gononeia: 
nssintomáticns cm torno as 1ST e sua prevenção. • Ciprofloxncino, 
de 70% a 80% dos c11Sos. • Ofertar testes para HIV, 500 mg. VO, dose única (não 
sífilis, hepatite B, (quando recomendado pnro. menores de 
• Si ntom<'iticos: disponíveis). 18 unos); OU 
Corrimento vaginal, • Ofcnnr preservativos e gel • Ct:ftriwtonn. 500 mg IM, dose:: 
sangramcnto lubrificante. único. 
intcm1enstn1al ou pós- • Ofertar vacinação contro. 
coito. dispare.unia e 
distlrfa. 
• Achados ao exame 
físico: sangramcnto ao 
toque da espátula ou 
swab. mo.tcrial 
mucopurulemo no 
orifício externo do colo e 
dor à mobilizaçao do 
colo uterino. 
Hc:pi.Uite B. 
• Convoci:u-c trotaras 
pun.::crins sexuais. 
Fan1a: Protocolo Salldedas Mulheres - Mlnlstllrloda Sallde, 2016. 
Clamídia: 
• Az itromicina, 1 g, VO, tlnsc 
única; O U 
• Doxiciclina, 100 mg, VO, 
2x/dia, por 7 a I O dias. 
-DOENÇA INFLAMATÓRIA PÉLVICA 
Tratamento 2•upc;iio 
1 
68 
69 
176 ANO V - EDIÇÃO 956 - TERESINA (PI), SEGUNDA-FEIRA, 14 DE ABRIL DE 2025
A INFORMAÇÃO IMPRESSA OFICIAL E LEGAL DOS ATOS DA ADMINISTRAÇÃO MUNICIPAL 
www.diariooficialdasprefeituras.org 
(Continua na página seguinte)
Ceftriaxona 500 mg, IM, dose única 
MAIS 
Cefotaxima 500mg, IM, dose única 
MAIS 
Ambulatorial Doxiciclina 100mg, 1 cp, VO, 2x dia, 
por 14 dias 
Doxiciclina 100 mg, 1 cp, VO, 2x 
dia, por 14 dias 
MAIS 
Metronidazol 250 mg, 2 cps, VO, 2x 
dia, por 14 dias. 
MAIS 
Metronidazol 250 mg, 2 cps, VO, 
2xdia, por 14 dias. 
Fonte: Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas para Atenção Integral às Pessoas com Infecções 
Sexualmente Transmisslveis, 2015. 
• HERPES GENITAL 
Medicamento Posologia Ret:orrências 
Aciclovir 200 mg, VO, 4/4 horas, por 7 400 mg, VO, 8/8 horas, 5 dias. 
dias. Ou 
400 mg, VO, 8/8 horas, 7 dias. 
Valaciclovir 1 g, VO, 12/12 horas, por? 500 mg, VO, 12/12 horas, por 
dias. 5 dias. Ou I g dose única. 
Famciclovir 250 mg, VO, 8/8 horas, por 7 125 mg, VO, 12/12 horas, por 
dias. 5 dias. 
Fonta: Baseado no Protocolo de Enfermagem na Atenção Primária à Saúde no Estado de 
Goiás-CORENIGO, 2014. 
-SÍFILIS 
&tadiamento Penicilina G Dosd'mtervalo Controle/VDRL 
Benzatlna 
Sífilis primária 2.400.000 UI 1 dose Mensal: gestante 
Trimestrnl: não 
gestantes 
Sífilis secundária 2.400.000 UI 2 doses Mensal: gestante 
ou latente pret:0ee (4.800.000 UI) 1 semana Trimestral: não 
gestantes 
Sífilis terciária, 2.400.000 UI 3 doses Mensal: gestante 
latente tardia ou de (7.200.000 UI) 1 semana Trimestral: não 
duração ignorada gestantes 
Fonte: Baseado no Protocolo de Enfermagem na Atenção Primária à Saúde no Estado de 
Goiás-CORENIGO, 2014. 
-CANCRO MOLE 
Medicamento 
Azitromicina 
Ceftriaxona 
Posologia 
1 g, VO, dose única 
250 mg, IM, dose única 
71 
Ciprotloxacino 500 mg, VO, 12/12 horas, por 3 dias (contraindicado 
para gestantes, nutrizes e menores de 18 anos) 
Eritromicina ( estearato) 500 mg, VO, de 6/6 horas, por 7 dias. 
Fonte: Baseado no Protocolo de Enfermagem na Atenção Primária à Saúde no Estado de 
Goiás - COREN/GO, 2014. 
Atribuições do Enfermeiro: 
• Capacitar os auxiliares de enfermagem e os ACS e supervisionar, de forma 
permanente, suas atividades; 
• ReaLizarconsulta de enfermagem, abordando fatores de risco, estratificando 
risco cardiovascular, orientando mudanças no estilo de vida e tratamento 
não- medicamentoso, verificando adesão, e possíveis intercorrências ao 
tratamento, encaminhando o usuário ao médico, quando necessário; 
• Realizar consulta de enfermagem com pessoas com maior risco para 
Diabetes tipo 2 identificadas pelos ACS, definindo claramente a presença do 
risco e encaminhando ao médico da unidade para rastreamento com 
glicemia de jejum quando necessário; 
• Desenvolver atividades educativas de promoção de saúde com todas as 
pessoas da comunidade; 
• Desenvolver atividades educativas individuais ou em grupo com os usuários 
hipertensos e/ou diabéticos; 
• Estabelecer junto à equipe estratégias que possam favorecer a adesão 
(grupos de hipertensos e diabéticos); 
• Programar junto à equipe estratégias para a educação do usuário; 
• Solicitar durante a consulta de enfermagem os exames mínimos 
estabelecidos nos consensos e definidos como possíveis e necessários pelo 
profissional; 
• Repetir a medicação de usuários controlados e sem intercorrências; 
• Encaminhar para consultas mensais com o médico da equipe os usuários 
não- aderentes, de difícil controle e portadores de lesões em órgãos-alvo 
(cérebro, coração, rins, olhos, vasos, pé diabético, etc.) ou com 
comorbidades; 
• Encaminhar para consultas trimestrais com o médico da equipe os usuários 
que mesmo apresentando controle dos níveis tensionais, sejam portadores 
de lesões em órgãos-alvo ou comorbidades; 
• Encaminhar para consultas semestrais com o médico da equipe os usuários 
controlados e sem comorbidades; 
• Orientar usuários sobre automonitorização (glicemia capilar) e técnica de 
aplicação de insulina; 
• Encaminhar os usuários com diabetes, seguindo a periodicidade descrita no 
Caderno de Atenção Básica nº 36, de acordo com a especificidade de cada 
caso (com maior frequência para usuários não-aderentes, de difícil 
controle,portadores de lesões em órgãos-alvo ou com comorbidades) para 
consultas como médico da equipe; 
• Acrescentar na consulta de enfermagem o exame dos membros inferiores 
para identificação do pé em risco. Realizar, também, cuidados específicos 
73 
ANO V - EDIÇÃO 956 - TERESINA (PI), SEGUNDA-FEIRA, 14 DE ABRIL DE 2025 177
A INFORMAÇÃO IMPRESSA OFICIAL E LEGAL DOS ATOS DA ADMINISTRAÇÃO MUNICIPAL 
www.diariooficialdasprefeituras.org 
(Continua na página seguinte)
DIÁRIO OFICIAL 
DAS PREFEITURAS PIAUIENSES 
nos pés acometidos e nos pés em risco; 
• Perseguir, de acordo com o plano individualizado de cuidado estabelecido 
junto ao usuário com diabetes, os objetivos e metas do tratamento (estilo de 
vida saudável, níveis pressóricos, hemoglobina glicada e peso); 
• Organizar junto ao médico e com a participação de toda a equipe de saúde, 
a distribuição das tarefas necessárias para o cuidado integral dos usuários 
com diabetes; 
• Usar os dados dos cadastros e das consultas de revisão dos usuários para 
avaliar a qualidade do cuidado prestado em sua unidade e para planejar ou 
reformular as ações em saúde. 
SOLICITAÇÃO DE EXAMES 
Hemogrnma completo 
Exame Parasitológico de Fezes (EPF) 
Urina (se necessário, microalbuminúria ou 
relação albumina/creatinina) 
Glicemia em jejum 
Glicemia pós-prandial 
Teste de tolerância à glicose 
Hemoglobina glicada 
Perfil lipídico (colesterol total e frações) 
Triglicerídeos 
Creatinina sérica 
Ureia 
Ácido úrico 
Potássio sérico 
ECG 
Fundoscopia 
Fonte; Guia de Orientações para a Atuação da EQuipe de Enfermagem na Atenção Primâria ã Sal.ide 
-CORENIMG, 2017; Baseado no Protocolo de Enfermagem na Atenção Primária à Saúde no Estado 
de Goiás - COREN/GO, 2014. 
PRESCRIÇÃO MEDICAMENTOSA 
• O tratamento farmacológico para hipertensos e/ou diabéticos deve, 
necessariamente, ser prescrito pelo profissional médico. 
• O enfermeiro no âmbito da consulta de enfermagem poderá repetir a prescrição 
de medicamentos de usuários controlados e sem intercorrências. 
• A repetição da prescrição de medicamentos consiste na manutenção da 
prescrição médica pelo enfermeiro, desde que pactuada previamente com 
a equipe de saúde, por um período pré-definido e com a garantia de que o 
usuário seja reavaliado pelo médico. 
• A prescrição deve ser assinada e carimbada pelo enfermeiro. 
75 
MEDICAMENTOS QUE o ENFERMEIRO PODE 
CONSIDERAR A MANUTENÇÃO DA PRESCRIÇÃO, 
DESDE QUE PREVIAMENTE PRESCRITOS PELO MÉDICO: 
Metfonnina 500 mg 
Metformina 850 mg 
Glibenclamida 5 mg 
Gliclazida 30 mg 
Gliclazida 60 mg 
Gliclazida 80 mg 
Insulina NPH Humana 
Insulina Regular Humana 
Hidroclorotiazida 12.5 mg 
Hidrm:lorotiazida 25 mg 
Furosemida 40 mg 
Espironolactona 25 mg 
Espironolactona 50 mg 
Alenolol 25 mg 
Atenolol 50 mg 
Atenolol 100 mg 
Succinato de Metoprolol 25 mg 
Succinato de Metoprolol 50 mg 
Succinato de Metoprolol 100 mg 
Tartaralo de Meloprolol I 00 mg 
Carvedilol 3, 125 mg 
Carvedilol 6,25 mg 
Carvedilol 12.5 mg 
Carvedi lol 25 mg 
Propranolol I O mg 
Propranolol 40 mg 
Melildopa 250 mg 
Besilato de anlodipino 5 mg 
Besilalo de anlodipino 1.0 mg 
Nifcdipino IO mg 
Nifedipino 20 mg 
Nifedipino Re1ard 20 mg 
Verapamil 80 mg 
Vcrapamil I 20 mg 
Hidralazina 25 mg 
Hidralazina 50 mg 
Caplopril 25 mg 
Enalapril 5 mg 
Enalapril I O mg 
Enalapri l 20 mg 
Losartana potássica 25 mg 
Losartana potássica 50 mg 
Fonte: Guia de Orientações para a Atuação da Equipe de Enfermagem na Atenção Primária à 
Saúde - COREN/MG, 2017 
Atribuições do enfermeiro: 
• Identificar sinais e sintomas da hanseníase e avaliar os casos suspeitos 
encaminhados para a unidade de saúde; 
• Realizar consulta de enfermagem, solicitar exames complementares e 
prescrever medicações, conforme protocolos ou outras normativas técnicas 
estabelecidas pelo gestor municipal, observadas as disposições legais da 
profissão; 
• Preencher completamente, de forma legivel, a ficha individual de notificação 
para os casos confirmados de hanseníase; 
• Avaliar e registrar o grau de incapacidade física em prontuários e formulários, 
no diagnóstico e acompanhamento, na periodicidade descrita no Caderno de 
Atenção Básica nº 21; 
• Orientar o usuário e a familia para a realização de autocuidados; 
• Orientar e/ou realizar técnicas simples de prevenção de incapacidades físicas; 
• Realizar exame dermatoneurológico em todos os contatos intradomiciliares 
dos casos novos, orientá-los sobre a hansenfase e importância do 
autoexame, registrar em prontuários e fichas/boletins de acompanhamento 
e realizar a vacinação com BCG nos contatos sem sinais da doença; 
• Realizar assistência domiciliar, quando necessário; 
• Planejar, gerenciar, coordenar e ava liar as ações desenvolvidas pelo ACS; 
• Orientar os auxiliares/técnicos de enfermagem, ACS e agente de combate a 
endemias (ACE) para o acompanhamento dos casos em tratamento; 
• Contribuir e participar das atividades de educação permanente dos 
membros da equipe quanto à prevenção, manejo do tratamento, ações de 
vigilância epidemiológica, combate ao estigma, efeitos adversos de 
medicamentos/ farmacovlgitãncia e prevenção de Incapacidades; 
• Enviar mensalmente ao setor competente as Informações epidemiológicas 
referentes à hanseníase da área de abrangência da unidade de saúde, nos 
devidos formulários; 
• Analisar os dados e planejar as intervenções com a equipe de saúde; 
• Encaminhar ao setor competente a ficha de notificação e boletins de 
acompanhamento, conforme estratégia local; 
• Realizar ou demandar a realização de curativos aos auxiliares sob sua 
78 
178 ANO V - EDIÇÃO 956 - TERESINA (PI), SEGUNDA-FEIRA, 14 DE ABRIL DE 2025
A INFORMAÇÃO IMPRESSA OFICIAL E LEGAL DOS ATOS DA ADMINISTRAÇÃO MUNICIPAL 
www.diariooficialdasprefeituras.org 
(Continua na página seguinte)
orientação e supervisão; 
• Observar a tomada da dose supervisionada e orientar acerca de efeitos 
adversos dos medicamentos; 
• Realizar a programação e pedidos de medicamentos e controlar o estoque 
em formulário específico e encaminhá-lo ao nível pertinente; 
• Desenvolver ações educativas e de mobilização envolvendo a comunidade 
(escolas, conselhos de saúde, associações de moradores, etc.), importância 
do autoexame e relativas ao controle da hanseníase e combate ao estigma. 
FLUXOGRAMA DE CONDUTAS PARA HANSENÍASE 
Diagnóstico clínko 
Consulta de enfermagem: 
• Anamnese: história epidemiológica, sinais e sintomas, duração e evolução das 
lesões; 
· Avaliação dermatoneurológica: pesquisa de sensibilidade nas lesões (térmica, 
dolorosa e tátil}, palpação de troncos nervosos, avaliação da força muscular; 
• Ações de educação e comunicação em saüde; 
- Fnr.1minh;::ir n;ir,1 rnn-.11lt;i mPrtir,1 
Ações do enfermeiro após confirmação diagnóstica 
I 
12Consulta: 
• Real izar anamnese e exame fisico com avaliação 
dermatoneurológica e registrar na Ficha de Avaliação 
Neurológica Simplificada. 
- Administrar a dose supervisionada e fornecer a 
autoadmin~trada. 
-Solicitar exames complementares: hemograma,TGO, 
TGP, bilirrubinas (direta e indireta}, glicemia em jejum 
e exame parasitolôgico de fezes (EPF}. 
- Encaminhar para outras especialidades se 
necessário: fisioterapia, terapia ocupacional, 
psicologia, oftalmologia, serviço social, etc. 
\ 
Consultas subsequentes: 
• Realizar anamnese e exame fisico com avaliação 
dermatoneurolôgica e registrar na Ficha de Avaliação 
Neurológica Simplificada de 3 em 3 meses. 
• Investigar possíveis sinais, sintomas e efeitos 
colaterais da PQT e/ou reação hansênica. 
· Suspender PQT e encaminhar para consulta médica 
em casos de reações adver,is à PQT. 
· Encaminhar para consulta médica em caso de reação 
hansênir.a. 
• Supervisionar a tomada da dose mensal de PQT e 
fornecer as doses diárias autoadministradas. 
• Agendar consulta de retomo para 28 dias a contar da 
dose supervisionada. 
· Monitorar o comparecimento do paciente e rru:@rl@t.à..b1isadJ1~v;:l.ltmo,._ ____ ~ 
Fonte: Baseado no Protocolo de Enfermagem na Atenção Primária à Saúde no Estado de 
Goiás - COREN/GO, 2014. 
PRESCRIÇÃO MEDICAMENTOSA 
O tratamento da hansenfase é realizado através da associação de medicamentos 
(poliquimioterapia-PQT) conhecidos como Rifampicina, Dapsona e Clofazimina. Deve- se 
iniciar o tratamento já na primeira consulta, após a definição do diagnóstico, se não houver 
contraindicações formais (alergia à sulfa ou à rifampicina}. 
A equipe da UBS deve realizar o tratamento para hanseniase como parte de sua 
rotina, seguindo esquema terapêutico padronizado de acordo com a classificação 
80 
operacional. O tratamento é ambulatorial e segue esquemas terapêuticos padronizados 
pelos Protocolos do Ministério da Saúde. 
Quadro 1-Esquemas farmacológicos para tratamento da Infecção pelo M. leprae, de acordo 
com a faixa etária, peso corporal e dasslficação operacional 
Faixa etaria e Duracão do tratamento• 
peso corporal Apresentação Posologia 
MB 
Dose mensal supervisionada: 
-Rifampldna 600mg 
Pacientes com {lofazlmlna 300mg 
pesoadmade PQT -U Adulto -Dapsona 100mg 12meses 
50kg Dose dlarfa autoadmlnlstrada: 
•Clofazinlna 50mg diariamente 
-Dapsona 100mg diariamente 
Dose mensal supervisionada: 
, Rlfampldna 450mg 
Crianças ou . Ciofazimina 150mg 
adultos com PQT-U Infantil , Dapsona 50mg 12meses peso entre 30 Dose dlarla autoadmlnlstrada: eSOkg • Clofazimina 50mg em dias 
alternados 
• Dapsona 50mg diarianente 
Dose mensal supervisionada: 
,Rlfampldna 10mg/kg de peso 
Crianças com Adaptação .Clofazlmlna 6mg/kg de peso 
peso abaixo de daPQT-U -Dapsona 2mg/kg de peso 12meses 
30kg lnfantilb.< Dose dlarla autoadmlnlstrada: 
.Clofazlmlna blg/kg de peso/ dia 
-Dapsona 2mg/kg de peso/ dia 
Fonte: Guideline for the dlagnosls, treatment and preventlon oi leprosy (WHO, 2018)27,104 
Notas: 
PB 
6meses 
6meses 
6meses 
a A PQT-U deverá ser interrompida após a admlnist~o de seis doses mensais supervisionadas em Intervalo de até 
nove meses para os casos paudbacilares e após 12 doses mensais supervisionadas em um Intervalo de até 18 meses 
para os casos multliacilare~ quando os pacientes deverao receber alta por rua, saindo do registro ativo do Sistema 
de lnformaçAo de Agravos de Notlficaç.lo (Slnan); 
b A rifamplcina também está disponlve! no SUS sob a forma de suspensao oral com 20mg/mL; 
c Para crianças com peso abaixo de 30kg, a admnlstraçao dl.lria dofazimlna é dificultada, tendo em visa a sua 
disponlbildade apenas em cápsulas de 50 e 100mg. Desse modo, recomenda-se calcular a dose semanal e dividi-la em duas ou três tomadas. Por exemplo: uma criança com 15kg deverá receber 105mg de dofazlmlna ao longo de sete 
dias ('l:ng/kg x 15kg x 7 dias= 105mg), podendo receber uma cápsula de 50mg duas vezes por semana, 
Fonte: ProtocotoClínico e Diretrizes Terapeêuticas da Hanseníane, 2022. 
81 
Observações: 
As medicações diárias deverão ser tomadas 2 horas após o almoço para evitar 
intolerância gástrica e eventual abandono do tratamento por esse motivo. Se ainda assim 
houver dor epigástrica, introduzir omeprazol, ranitidina ou cimetidina pela manhã. 
Crianças com reação à sulfa e que não podem utilizar Minociclina ou Ofloxacina 
(crianças abaixo de 8 anos), por imaturidade óssea ou cartilaginosa, devem ser 
encaminhadas para a referência, assim como crianças MB menores de 8 anos que fazem 
intolerância à dapsona. 
É importante lembrar que em se tratando de pacientes adultos desnutridos ou 
crianças obesas, a dose terapêutica máxima diária de Dapsona deve ser de 2 mg por kg. A 
toxicidade da dapsona pode ser idiossincrásica, que é mais rara, ou dose dependente, que 
ocorre com maior frequência. Vale ainda destacar que adultos com peso corporal menor 
que 50 kg devem ser medicados considerando as doses indicadas para crianças. 
ANO V - EDIÇÃO 956 - TERESINA (PI), SEGUNDA-FEIRA, 14 DE ABRIL DE 2025 179
A INFORMAÇÃO IMPRESSA OFICIAL E LEGAL DOS ATOS DA ADMINISTRAÇÃO MUNICIPAL 
www.diariooficialdasprefeituras.org 
(Continua na página seguinte)
DIÁRIO OFICIAL 
DAS PREFEITURAS PIAUIENSES 
Atribuições do enfermeiro: 
• Identificar os sintomáticos respiratórios; 
• Realizar assistência integral às pessoas e famílias na UBS e, quando 
indicado ou necessário, no domicílio ou nos demais espaços comunitários; 
• Orientar quanto à coleta de escarro; 
• Administrar a vacina BCG; 
• Realizar a prova tuberculínica. Caso não tenha capacitação para tal, 
encaminhar para a unidade de referência; 
• Realizar consulta de enfermagem de acordo com a Resolução Cofen nº 
358/2009 e conforme protocolos ou outras normativas técnicas 
estabelecidas pelo gestor municipal; 
• Realizar consulta de enfermagem, solicitar exames (BAAR, raio-X de tórax, 
cultura, identificação e teste de sensibilidade para BK, prova 
tuberculínica}, além do teste HIV sob autorização e aconselhamento, 
iniciar tratamento (se o serviço tiver médico, encaminhar o usuário 
imediatamente para a consulta; caso contrário, o enfermeiro inicia o 
tratamento e agenda a consulta para o médico} e prescrever medicações 
(esquema básico de TB), observadas as disposições legais da profissão e 
conforme os protocolos ou outras normativas técnicasestabelecidas pelo 
MS; 
• Convocar os contatos para investigação; 
• Orientar usuários e familiares quanto ao uso da medicação, esclarecer 
dúvidas e desmistificar tabus e estigmas; 
• Convocar o doente faltoso à consulta e o que abandonar o tratamento; 
• Acompanhar a ficha de supervisão da tomada de medicação preenchida pelo ACS; 
• Realizar assistência domiciliar, quando necessária; 
• Planejar, gerenciar, coordenar e avaliar as ações desenvolvidas pelo ACS, 
ACE e técnicos e auxiliares de enfermagem; 
• Orientar os auxiliares e técnicos de enfermagem, ACS e ACE para o 
acompanhamento dos casos em tratamento e/ou TDO; 
• Contribuir e participar das atividades de educação permanente dos 
membros da equipe quanto à prevenção, ao manejo do tratamento, às ações 
de vigilância epidemiológica e ao controle das doenças; 
• Enviar mensalmente ao setor competente as informações epidemiológicas 
referentes à tuberculose da área de atuação da UBS. Analisar os dados e 
planejar as intervenções juntamente à equipe de saúde; 
• Notificar os casos confirmados de tuberculose; 
• Encaminhar ao setor competente a Ficha de Notificação, conforme 
estratégia local; 
83 
• Preencher o livro de registro e acompanhamento dos casos de tuberculose 
\e o de sintomático respiratório na UBS; 
• Observar os cuidados básicos de redução da transmissão do 
Mycobacterium tuberculosis. 
FLUXOGRAMA DE CONDUTAS PARA TUBERCULOSE 
Identificação de Sintomático Respiratório pelos profissionais 
de saúde (tosse por 3 semanas ou mais) 
Baciloscopia Positiva 
Notificar, iniciar 
tratamento, agendar 
consulta mé~ca e 
real izar TOO 
• Casos especiais, 
encaminhar à 
unidade de saúde 
de referência 
....... J . 
j 
Consulta de enfermagem 
Solicitar baciloscopia 
Consulta e pesquisa 
de contatos 
Encaminhar ao 
médico para 
avaliar 
tratamento de 
infecção latente 
Abandono de tratamento 
Tratamento concluído￾Baciloscopia Negativa 
Sem sintomas Com sintomas￾Encaminhar ao 
médico 
Reavaliar, solicitar cultura 
e indicar tratamento, 
notificar por reingresso 
após abandono 
Fonte: Baseado no Protocolo de Enfermagem na Atenção Primária à Saúde no Estado de 
Goiás - COREN/GO, 2014. 
180 ANO V - EDIÇÃO 956 - TERESINA (PI), SEGUNDA-FEIRA, 14 DE ABRIL DE 2025
A INFORMAÇÃO IMPRESSA OFICIAL E LEGAL DOS ATOS DA ADMINISTRAÇÃO MUNICIPAL 
www.diariooficialdasprefeituras.org 
(Continua na página seguinte)
SOLICITAÇÃO DE EXAMES 
Hemograma completo 
BAAR 
Ra io-X de tórax 
Cultura 
Identificação e teMe de !.ensibilidade para BK 
Prova tuberculínica 
Fonte: Gula de Orientações para a Atuação da Equipe de Enfermagem na Atenção 
Primária à Saúd e - COREN/ MG, 2017 . 
PRESCRIÇÃO MEDICAMENTOSA 
• ESQUEMA PRECONIZADO SEGUNDO SITUAÇÃO 
TRATAMENTO DO PACIENTE E UNIDADES DE ATENDIMENTO 
Caso novo Esquema Básico 
Com tratamento anterior: Esquema Básico até o 
Reddiva após cura - RC resultado da cultura e TS 
Retorno após abandono - RA 
Atenção Básica 
Atenção Básica 
J, 
Referência te rci ária 
( dependendo do 
fC$iUltado do TS) 
DE 
Tratamentos especiais: Esquemas Especiais Referência Secundária 
hcpatopatlas, efeitos 
colaterais maiores, HIV/aids 
e uso de 
imonossu1>ressores. 
Tuberculose Esquema para Hospitais iniciahncntc 
mening~ncefálica Meningoencefalite 
Folêncio por Esquema Especiais para 
muUirresistência, mono e mono/poli e 
polirressistência ao multirresi stência 
tratamento antlTB. 
Referência 
Te rci ária 
Fonte: Monual de Recomend ações pora Controle do Tuberculose no Brasil • Ministério do SaUde, 2011. 
, ESQUEMA BÁSICO PARA O TRATAMENTO DE 
TUBERCULOSE EM ADULTOS E ADOLESCENTES (EB) 
{2RHZE/4RH) 
Indicação: 
a) Casos novos adultos e adolescentes (> 1 O anos), de todas as formas de 
tuberculose pulmonar e extrapulmonar (exceto a forma meningoencefálica), 
infectados ou não por HIV; e 
b) Retratamento: recidiva (independentemente do tempo decorrido do primeiro 
episódio) ou retorno após abandono com doença ativa em adultos e adolescentes 
(> 1 O anos), exceto a forma meningoencefálica. 
2RHZE RHZE 
Fase 15ons1400121s 
Intensiva comprimido em 
dose fi xa 
combinada 
4RH RH 
Fase de Comprimido ou 
manutenção cápsula de 300/200 
ou de 150/100 ou 
comprimidos de 
I5on5• 
20a 35 kg 
36a 50 kg 
> SOkg 
20a 35 kg 
36a50kg 
> 50kg 
2 comprimidos 
3 comprimidos 
4 comprimidos 
l comprimido ou cápsula 
de 3001200mg ou 2 
comprimidos de 
Isons• 
1 comprimido ou cápsula 
de 3001200mg 
+ 1 comprimido ou 
cápsula de 1501100mg ou 
3 comprimidos de 
I5on5• 
2 comprimidos ou 
cápsulas de 3001200mg 
ou 4 comprimidos d e 
Isons• 
2 
4 
Nota: O esquema com RHZE pode ser adm ínístrado nas doses habituais para gestantes e está 
recomendado o uso d e Piridoxlna (50mg/dia) durante a gestação pela toxicicidade neurológica 
(devido à \sonlazlda) no recém-nascido. 
•As apresentações em comprimidos de Rifampicina/lsoniazida de 150175mg estão substituindo as 
apresentações de R/H 300/200 e 150/100 e d everão ser adotadas tão togo estejam disponíveis, 
Fonte: Manual de Recomendações pera Controle da Tuberculose no Bresil - Ministério da Seúde, 2011 . 
ESQUEMA BÁSICO 2RHZ/4RH PARA CRIANÇA (EB) 
(2RHZ/4RH) 
Indicação: 
a) Casos novos de crianças (< 10 anos), de todas as formas de tuberculose 
pulmonar e extrapulmonar (exceto a forma meningoencefálica), infectados ou não 
pelo HIV; e 
b) Retratamento: recidiva (independentemente do tempo decorrido do primeiro 
episódio) ou retorno após abandono com doença ativa em crianças (< 1 O anos), 
exceto a forma meningoencefálica. 
2RHZ R 10 300 450 600 
Fase de H 10 200 300 400 
Ataque z 35 1000 1500 2000 
4RH R 10 300 450 600 
Fase de H 10 200 300 400 manutenção 
Fonte; Manual de Recomendações para Controle da Tuberculose no Brasil - Ministério da Saúde, 2011. 
Observações sobre o tratamento: 
Os medlcamentos deverão ser administrados preferencialmente em jejum (uma 
hora antes ou duas horas após o café da manhã), em uma única tomada, ou em caso de 
intolerância digestiva, com uma refeição. 
O tratamento das formas extrapulmonares (exceto a meningoencefálica) terá a 
duração de seis meses, assim como o tratamento dos pacientes coinfectados com HIV, 
independentemente da fase de evolução da infecção virai. 
Em casos indr\lidualizados, cuja evolução clínica inicial não tenha sido satisfatória, 
com o parecer emitido pela referência o tratamento poderá ser prolongado na sua segunda 
fase, conforme Protocolos do Ministério da Saúde. 
ESQUEMA PARA A FORMA 
MENINGOENCEFÁLICA DA TUBERCULOSE 
EM ADULTOS E ADOLESCENTES (EM) 
Indicação: 
a) Casos de TB na forma meningoencefálica em casos novos ou retratamento 
em adultos e adolescentes (>1 O anos). 
2RI-IZE RHZE 20a 35 kg 2 comprimidos 
Fase 1 sons,4001215 36a50kg 3 comprimidos Intensiva comprimido cm 2 
dose fixa > 50 kg 4 comprimidos 
combinada 
7RH RH 20a 35 kg 1 comprimido ou cápsula 
Fase de Comprimido ou de 3001200mg ou 2 
manutenção cápsula de 300/200 comQrimidos de l 5Dn5* 
ou de 36a 50 kg 1 comprimido ou cápsula 
150/100 ou de 3001200mg + 1 
comprimidos de comprimido ou cápsula 7 
I 5ons• de 150/100mg ou 3 
comprimidos de 150n5• 
> 50 kg 2 comprimidos ou 
cápsulas de 3001200mg 
ou 4 comprimidos de 
150/75• 
Nota: - Nos casos de concomitância entre tuberculose meningoencefálica e qualquer outra 
localização, usar o E5quema para a forma meningoencefálica. 
- Ne meningoencefelite tuberculose deve ser associado corticosteroide ao esquema entiTB: 
Prednisone oral (1 -2 mg/kg/dia) por quatro se manes ou dexametasona intravenoso nos casos graves 
(0.3 a 0.4 mg/kg/dia), por quatro a oito semanas, com redução gradual da dose nes quatro semanas 
subsequent es. 
- A fisioterapia na tuberculose meningoencefólica devera ser inic iada o mais cedo possível. 
* As apresentações em comprimidos de Rifampicine/lsoniezide de 150175mg estão substituindo as 
epresenteções de R/H 300/200 e 150/100 e deverão ser adotedes tão logo estejam disponíveis. 
Fonte: Manual de Recom endações para Controle da Tuberculose no Brasil- Minist ério da Saúde, 2011. 
ANO V - EDIÇÃO 956 - TERESINA (PI), SEGUNDA-FEIRA, 14 DE ABRIL DE 2025 181
A INFORMAÇÃO IMPRESSA OFICIAL E LEGAL DOS ATOS DA ADMINISTRAÇÃO MUNICIPAL 
www.diariooficialdasprefeituras.org 
(Continua na página seguinte)
DIÁRIO OFICIAL 
DAS PREFEITURAS PIAUIENSES 
Atribuições do enfermeiro: 
• Realizar consulta de enfermagem , solicitar exames complementares e 
prescrever medicações, conforme protocolos ou outras normativas técnicas 
estabelecidas pelo gestor municipal, observadas as disposições legais da 
profissão; 
• Identificar sinais de alarme da dengue; 
• Realizar a prova do laço, quando suspeitar de dengue hemorrágica; 
• Realizar assistência domici liar, quando necessário; 
• Envia r ao setor compete nte semanalmente as informações epidemiológicas 
referentes à dengue da área de atuação da UBS; 
• Analisar os dados para possíveis intervenções; 
• Notificar os casos suspeitos de dengue e completar a ficha após 
confirmação. seguindo estratégia lo cal; 
• Encaminhar ao setor competente a Ficha d e Notificação da dengue, 
conforme estratégia local; 
• Planejar, gerenciar, coordenar e avaliar as ações desenvolvidas pelos 
ACS e ACE; 
• Orientar os Auxiliares/Técnicos de enfermagem, ACS e ACE para 
o acompanham ento dos casos em tratamento; 
• Capacitar membros da equipa quanto à prevenção, manejo do tratamento, 
ações de vigilânc ia epidemiológica e controle das doenças; 
• Realizar a classificação do grupo da dengue (A, B, C e D). 
SOLICITAÇÃO DE EXAMES 
Hemograma completo 
Somlogia para dengue (lgG e lgM) 
Teste rápido para dengue 
Fo nte: Guia de Orientações para a Atuação da Equipe de Enfermagem na Atenção 
Primário à Saüde-COREN/MG, 2017. 
FLUXOGRAMA DE CONDUTAS PARA SUSPEITA DE 
DENGUE 
Suspeita de Deneue 
Rel,uo de íecbrit, u&ualm.nte .ntre doi, e, HUI diH de duraçlo, • duu ou mai, du u 1uintH mariife,u.ç6u: n.iu, ea, v6míto1; 
,::,._,nt<:'""; ml11~,:,,;.11,tt,tlgi.;i; «,.f:,l,::,i,, do• ,~tro •orbital; pc.,téqui;r,; p,,:,,,11 d<i i.,ço p(»itiv:.; k;-uo:»p,:ni;i,. Também po,k ~ ,x,,,~i,J1,.-r11do 
cno iusQelto toda crl,nç, com qu11dro febrll 1gudo, uwalme,ne entre dol$e 5ete dln de duraçlo, e 5em tow de lnfecçlo aporente. 
sem risco 
:.ociut,u~m 
comorbld.Oea 
0 Nodtkat todo caso suspeito de dercue 
Tem $inal de alarme ou depavkl.lde? 
oucomtl,co 
9Ut.iulccorn 
como,bldadat 
GrupoO 
Sinal• de el rme preMtnte 
• ala de 1ravldade 
ouaontoa 
• Dor abdominal lnt nH 
{r l•r ld•ou•palpaç.lo)a 
oootfnue 
• V6mlto1 perslsten1es; 
• Ael)mulo del/quldos; 
- Hlpenena.Ao poatun1\; 
2 cm ebalxodo abordo 
co11utl; 
• Let•l'Jl• alou lrri\abltldodo: 
• Aumonto p1ognissivo do 
hema«serho 
Iniciar hldrataçlo dos paciente, de Imediato de acordo com e ot.Hlflcaçlo, enquanto ecu•fd• 
examH leboratotlals. Hldrat açlio oral pera psclentH do 1rupoA • a. Hld rataçlc w.nou pera pkl ntea 
do 1rupo e • D. 
Aoompanh manto 
ambula1orlal 
Aeompanhamen to em 
leito de obHrveçlo n, 
N'auli.do de uma, ■ 
ra veU 91io olínlc■ 
Aoomp nh montoom leito do 
lntunaçlo a,, ■ 1tablllzaçlo 
92 
Acompanha 
mento 
em leito de 
emerg~ncla 
Condições çJínlcas especiais e/ou risco social ou comorbldad415: lactentes (< 2 anos), gestantes, adultos com idade> 6S anos, 
com hipertensão arterial ou outras doenças cardiovasculares, diabetes mellitus, DPOC, doenças hemalológicas crônicas 
(principalmente anemia falciforme), doença renal trdnica, doença ácido péptica e doenças autoimunn. Estes pacientes podem 
apresentar evoluçio desfavorâvel e devem ler acompanhamento diferenciado. 
Fonte: Adaptado de Dengue: diagnóstico e manejo clínico, adulto e criança - Ministério da Saúde, 2016. 
FLUXOGRAMA DE CONDUTAS PARA CHIKUNGUNYA 
e.aso suspeitD - faseapda - pacienl!CXlfflfebreporaté 7 dias acompanhada de artralgia(s) intensa de inldo súbito. 
Pode estar associado à cefaleia, a mlalgias e à exantema. Considerar história de deslocamento nos últimos 15 dias 
para áreas com transmissão de chikungunya. 
Gnlposderisco: 
, Gestantes. 
• ~IISM~<matos 
considerar 
Padentlssemslnalsdepfdade. 
semcrllslode 
bana: 
&pecllcos:isolamenlovnlou 
soralagia. 
QJIII 
' 
Ava lar mab de 
gravidade, critérios de 
lntemaçãoe puposde 
Sinais de gmidide e a~érios de intemição: 
. 
, Acometimento neurológico. 
tontura. hiootensàa. enchim,ntocaP.ilarlento Sína1soe crroque: exrremmtlesfnas, aanose, 
• ou lnstabllidadehemodinâmlca. 
'Dispneia. 
, Dor torácica. 
Ac:ompanhamentoambulatorial 1 ~---~•-""-" __ _ 
1 + wmes: 
Especltlcos: IS(jamento virai ou 
sorol~•-
lnespeáfico: hemograma com 
rontagemp~quetâria. 
l ; F lw:;:::a ... -.. 
.... filllilliíCllirà IIIM II: 
........ ......... _. ..... lflllllarild,I. dir 
----·- ---••o-•--· 
~ . ................... 
............ 
~--- .. _..._,.. ---•--cllia 5-0llfiadtlti:llllhnclw, 
lllkil .... ...., 
~·---· 
94 
182 ANO V - EDIÇÃO 956 - TERESINA (PI), SEGUNDA-FEIRA, 14 DE ABRIL DE 2025
A INFORMAÇÃO IMPRESSA OFICIAL E LEGAL DOS ATOS DA ADMINISTRAÇÃO MUNICIPAL 
www.diariooficialdasprefeituras.org 
(Continua na página seguinte)
Conduta Clfnlca na Unidade: 
1-Avaliar intensidade da dor (EVA) 
aplicar questionário de dor 
neuropática (DN4) e seguir 
fluxogramas de dor. O uso de 
aspirina e antHnllamatórios são 
contraindicados na fase aguda. 
2 • Hidratação arai. 
3- Avaliar hemograma para apolo 
no dlagn6stlco diferencial, 
4 -Encaminhar para a unidade de 
referência a partir de surgimento 
de sinais de gravidade ou critérios 
de intemacão. 
Conduta Clínica na Unidade: 
1- Avaliar intensidade da dor (EVA) 
aplicar questionário de dor 
neuropática (DN4) e seguir 
fluxogramas de dor. O uso de aspirina e 
anti-inflamatórios são 
contraindicados na fase aguda. 
2- Hidratação oral. 
3- Avaliar hemograma para apoio no 
diagnóstico diferencial. 
4 - Encaminhar para a unidade de 
referência a partir de surgimento de 
Fonte: Adaptado de Chikungunya: manejo clínico-Ministério da Saúde, 2017. 
PRESCRIÇÃO MEDICAMENTOSA 
• SOLUÇÃO DE REIDRATAÇÃO ORAL 
• HIDRATAÇÃO NO ADULTO 
Calcular o volume de líquidos de 80 mVkg/dia, sendo um terço com soro de reidrataçilo 
oral (SRO) e com volume maior no início. Para os dois terços restantes, orientar a ingeslão 
de líquidos caseiros (água, suco de frutas. soro caseiro, chás, água de coço, sopas etc.), 
utilizandowse os meios mais adequados à idade e aos hábitos do paciente. 
Especificar o volume a ser ingerido por dia. 
Por exemplo. para um adulto de 70 kg, orientar: 
8 O mi X 70 kg= 5,6 litros (dia) à 6 litros 
Período da manhã: l L de SRO e 2 L de líquidos caseiros. 
Período da tarde: 0,5 L de SRO e 1,5 L de líquidos caseiros. 
Período da noite: 0,5 L de SRO e 0,5 L de líquidos caseiros. 
A alimemação não deve ser interrompida durante a hidnnação, mas administn1da de 
acordo com a aceitação do paciente. 
Fonte: Dengue: manual de enfermagem -Ministério da Saúde, 2013. 
• HIDRATAÇÃO NA CRIANÇA 
Orientar a hidratação de fonna precoce e abundante, com soro de reidratação oral 
(SRO). 
Oferecer sistematicamente de acordo com a tolerância da criança. 
Para crianças < 2 anos, oferecer 50 - 100 mi (um quarto a meio copo) de cada vez. 
Para crianças> 2 anos, 100 -200 mi (meio a um copo) de cada vez. 
Completar a hidratação oral aumentando a oferta de líquidos caseiros, tais como água, 
sucos de frutas naturais, chás, água de coco e sopas. 
Evitar uso de refrigerantes e alimentos de cor escura e avermelhados. 
Manter alimentação, inclusive o aleitamento matemo, milizando os meios mais 
Fonte: Dengue: manual de enfermagem -Ministério da Saúde, 2013. 
. DIPIRONA SÓDICA E PARACETAMOL 
96 
Dipirona Sódica 
Adultos: 20 gotas (500 mg/ml - 1 mi= 20 gotas) ou I comprimido (500 mg) de 6 em 6 
horas. 
Crianças: 10 mg/kg/dose de 6 em 6 horas. 
Paracetamol 
Adultos: 40 - 55 gotas ou 1 comprimido (500 a 750 mg) de 6 em 6 horas. 
Crianças: l O mg/kg/dose de 6 em 6 horas. 
Fonte: Dengue: manual de enfermagem-Ministério da Saúde, 2013. 
Atribuições do Enfermeiro: 
• Programar e realizar ações de assistência básica e vigilância à Saúde 
do Trabalhador; 
• Realizar investigações em ambientes de trabalho e junto ao trabalhador em 
seu domicílio; 
• Realizar entrevista especializada em Saúde do Trabalhador; 
• Notificar acidentes de trabalho, por meio de instrumentos de notificação 
utilizados pelo setor de saúde; 
• Planejar e participar de atividades educativas no campo da Saúde doTrabalhador; 
• Incluir o item ocupação e ramo de atividade em toda Ficha de Atendimento 
Individual de crianças acima de 5 anos, adolescentes e adultos; 
• Em caso de acidente ou doença relacionada com o trabalho, deverão ser 
adotadas as seguintes condutas: 
1. Condução clínica dos casos (diagnóstico, tratamento e alta) para aquelas 
situações de menor complexidade, estabelecendo os mecanismos de 
referência e contra referência necessários. 
2. Encaminhamento dos casos de maior complexidade para serviços 
especializados em Saúde do Trabalhador, mantendo o acompanhamento 
dos mesmos até a sua resolução . 
3. Notificação dos casos, mediante instrumentos do setor de saúde: Sistema 
de Informações de Mortalidade -SIM; Sistema de Informações Hospitalares 
do SUS- SIH; Sistema de Informações de Agravos Notificáveis - SINAN e 
Sistema de Informação em Saúde para a Atenção Básica -Sisab. 
4. Solicitar à empresa a emissão da Comunicação de Acidente de Trabalho 
(CAT), em se tratando de trabalhador inserido no mercado formal de trabalho. 
Aomédico que está assistindo o trabalhador caberá preencher o item 2 da 
CAT, referente a diagnóstico, laudo e atendimento. 
5. Investigação do local de trabalho, visando estabelecer relações entre 
situações de risco observadas e o agravo que está sendo investigado . 
6. Realizar orientações trabalhistas e previdenciárias, de acordo com cada caso. 
7. Informar e discutir com o trabalhador as causas de seu adoecimento. 
ANO V - EDIÇÃO 956 - TERESINA (PI), SEGUNDA-FEIRA, 14 DE ABRIL DE 2025 183
A INFORMAÇÃO IMPRESSA OFICIAL E LEGAL DOS ATOS DA ADMINISTRAÇÃO MUNICIPAL 
www.diariooficialdasprefeituras.org 
(Continua na página seguinte)
DIÁRIO OFICIAL 
DAS PREFEITURAS PIAUIENSES 
SOLICITAÇÃO DE EXAMES 
Hemograma completo com contagem 
de reticulócitos 
Proteínas totais e frações 
Eletroforese das globul.inas 
Bilirrubinas totais e frações 
Fosfatase alcalina 
TGO 
TGP 
GAMAGT 
Ureia 
Creatinina 
TSH 
T3 
T4 
Glicemia em jejum 
Urina (rotina) 
Dosagem de acetilcolinesterase 
plasmática quando suspeita de 
intoxicação aguda por 
organofosforados ou carbamatos 
Dosagem de acetilcolinesterase 
verdadeira quando suspeita de 
intoxicação crônica por 
organofosforados ou carbamatos 
Radiografia de tórax 
Outros: espermograma, tomografia 
computadorizada, eletrocardiograma 
etc. 
Fonte: Guia de Orientações para a Atuação da Equipe de Enfermagem na Atenção 
Primária à Saúde - COREN/MG, 2017. 
Atribuições do Enfermeiro: 
• O enfermeiro é responsável pela realização das medidas 
assistenci8is de enfermagem, sej8m el8s: 
-Medidas de segurança e proteção; 
-Medidus da controle m:ts disfunçêtis neurológicas; 
-Medidas de conforto e prevenção de ulcerações; 
-Nutrição; 
-Sistematização da Assistência de Enfermagem (SAE). 
• ESQUEMA PARA 
RAIVA 
PROFILAXIA DA 
HUMANA PÓS￾EXPOSIÇÃO COM VACINA DE CULTIVO 
CELULAR 
Caso o cao ou gato agressor tenha sinais sugestivos de raiva no momento da 
agressão, indicar a profilaxia. Se o cão ou gato agressor não apresenta sinais 
sugestivos de raiva, Indica r a observação do anim al por 10 dias e não Iniciar a 
profilaxia pósexposição. Não sendo possível a observação do a nimal, administrar o 
esquema indicado no quadro abaixo. 
Pós-Exposição (PEPJ; 
VIA INTRADtRMICA (1D), 
Esqu ema vocinol: 4 (quatro) doses, nos dias O, 3, 7 e 14. 
Volume da dose: 0,2ml. O volume da dose deve ser dividido em duas 
aplicações de O, 1 mL cada e administrados em dois sít ios distintos, 
Independente da apresentação d a vacina, seja 0,5 ml ou 1 ,o m l 
(dependendo do laboratório produtor). 
• Local de 21plicação: antebraço ou n21 região de delimitação do m úsculo 
deltoide. 
VIA INTRAMUSCULAR (IM) 
Esquem a vacinei: 4 (quatro) doses, nos dias O, 3, 7 e 14 
Dose total: 0,5ml ou 1 ,O m l (dependendo d o laboratório produtor). 
Administrar todo o volume do fresco. 
• Local de aplicação: no músculo deltoide ou vasto lateral de coxa em crianças 
100 
menores de 2 (dois) anos. Não aplicar no glúteo. 
PARTICULARIDADES: 
Recomenda-se utilizar a via 10 para a profilaxia pré-exposição centralizando e 
agendando o procedimento em locais com profissionais treinados e habilitados. 
Quanto à pós-exposição, avaliar a possibilidade de utilizar a via 10 principalmente em 
grandes aglomerados urbanos. Para certificar que a vacina por via 10 foi aplicada 
corretamente, observar a formação da pápula na pele. Se na aplicação pela via 10, 
eventualmente, a vacina for aplicada erroneamente por via subcutânea ou 
intramuscular, deve-se repetir o procedimento e garantir que a aplicação seja feita por 
via intradérmica. Pessoas com imunossupressão devem ser avaliadas 
individualmente. Intercambialidade de via de aplicação (possibilidade de se realizar a 
substituição de uma via de administração por outra equivalente) pode ser realizada. 
Fonte: Nota Técnica Nº 8/2022, sobre as atualizações no Protocolo de Profilaxia pré, pós e 
reexposição da raiva humana no Brasil, 2022 
~ 136 
PROFILAXIA DA RAIVA HUMANA 
LAYMO~O 
a.tJ.oJA1SM,\Q, 
Nl,olNICl,UNOJU,IY, 
•~o......_ -· ..... . ,, .,, - « 
-·-
TOCAIIOUDMDICOMllt~~ 
W..~01"11~ 
CCINtATO lMIJCll lllf11WCOMSWKÇOB OUIXCMtOCSOINIIMAL~M 
MM:IIOOUOICAm+UWIO 
LA'UJtCDMKUo\1:IMÃO, 
---
~OUJCtwd-t'llb#f,N 
lOOUM •DliUO.S.TI~ 
.. _... ...... ,,...~ ...... ,.. .... .. ~ ......... Wr_.... i'I .. 
-·- ......... -- -
00 1" OI Cll"OIICÀO, ~===- ~vu O rtlllWOffO COM À,ÇijA I'. Ml,Lo ~(IOMSOflO 
........... 
IV-,.,OUM• 
IMUll,J,U~ 
ll'la~~--.. -a:...... o_,..._....,...., ..... .,.....,. . ..,....... ~---~"9#.t.ffADO. 
. . . .............. 
HOIO"OIAINÃO ----~ 
J ........... --
NOtllC»ICIDOUNOSllll.-a, 
UWO'MCll:l,ts, 
.-........ -
I.AVMCON~IMÜG. 
l'llll0fll.AlV,COM\l...ac.\" 
IIOOUN• IIIAID.1.TU~. 
..... 
~au..,..__NA& 
~NOIKMl'.H?OCIJAUCQ 
N6~0U IQ:111($: 
........... WÜlJ"'-MOUDIIHIAl,lM - ~~00«-0. 
............ _ ~WU.:,OIJI~ ...,,_o.iM or l.('5tliu. NIY\IHDU 
OUDt ~MUNOQUI .....,. .. 
IMMCON/1,Q,MISMAO.. 
~COMSo.)tlMOUIGMNOo 
IYAC:wl"IIOOVN • W.S .. J,UMl. 
Fonte: Fluxograma Profilaxia da Raiva Humana - Ministério da Saüde, 2022. 
~•O.""L.C:.O, ......... ~ 
_______ .......,. .. -.... .. ...,....,u ..... o.11..0"' ~00_.....,~LOat 
-~~»--wlllNfl:MIRIII 
·-
wi.,~MO...•flM,,,i,OII 
\Gml. ........... ~~ ~--·~•'·-~- IIGl<ICJ9"0_,.... ... ..,,,_:.,r11 
...--~--,--- -.-. .. ..... .... .,.. ... IOIMf, 
O SM OJt lCMAA, __ ..,.,....,.. 
..... QC----~~ •-•--.....,..••r .. _.., ~- 0fN~l•.i•dl,ot .. ------11'- ..... #~ 
~.,.. 
..... ,"'-· ............. ..,...._"' ...._.llOI ,,__.,..,_,.,_-"~OII 
...... -.i ........ ,. ...... _...., NJca•--•""'"'·~• :::::.'::*'-' ...... --J'tl-. ......... W..Cl,flll: '4)\11 ..... _ 
~,._,_~~ 
.._.. .. , ........ ""' 
+ MINl!õltRioCA 
"" SAÜOl 
102 
184 ANO V - EDIÇÃO 956 - TERESINA (PI), SEGUNDA-FEIRA, 14 DE ABRIL DE 2025
A INFORMAÇÃO IMPRESSA OFICIAL E LEGAL DOS ATOS DA ADMINISTRAÇÃO MUNICIPAL 
www.diariooficialdasprefeituras.org 
(Continua na página seguinte)
PROFILAXIA DA RAIVA HUMANA ~t3~~ 136 
CONTATO INDIRETO 
IJVI! 
mordedura ou arranhadur 
rfocial no tronco ou nos 
membros. ce•o mias• pt-s 
mbedur•delesõlts 
SUs»rf lClilos 
CRAVE 
rnotdodufa ou •~n u 
nas mucosas. no segmento 
cef hco. n m os ou nos 
pés 
mo,dedur ou 
punt orm• 
1 mbedu•• dll IKÕe5 
p,ofundas ou de mucOAs., 
o Que 1ntKt.as 
f'TlOC'd4tdura ou 41rr&nhadur 
e usado por mami ro re 
t..var com agu e s.abao 
NAOINOICAR 
PROFII.AXIA 
uivar com agua e s.a~ 
NAOINICIAR 
PROFILAXIA 
Mante< o nimal em 
ob~o por 10 dias. 
Se permar>Ker VM>e 
saudável suspender• 
observaç o no 10 d,a 
e encerrar o caso.. Se 
morret. ~p.irec.er 
ou apresentar s.tna1s de 
ra tndtC r VACtNA• 
(dlu O. 3, 7 e 14) 
Lavar com agua 
esabao 
NAOINICIAR 
PROFILAXIA. 
Man r o n1mal m 
observaçac> por 10 d1 s. 
Se permanecer vivo e 
sau«U suspend r a 
observaçl\o no 10• d,a 
e encenar o e.aso Sé 
m0trer. d parecer 
ou ap,.sentar sinais de 
raova ndicar VACINA• 
(dia• O. 3, 7 e 14} e SORO (SAR ou IGHAR)• 
ANIM N ÃO PASSIIIEl. 
OE OBSERVA ÇÃO 
POR IO OlAS OU 
COMSINAIS 
.. UGES IVOS O RAIVA 
l..aMir com agua 
es.abl>o 
NJI OICAR 
PRO ILAXIA 
rco,n Uil 
ubào 
INICIAR PROFILAXIA: 
VACINA• 
(diu O. 3, 7 e 14) 
ui r com água e 
s.abao 
1 ICIAR 
PROFILAXIA. 
VACINA• 
(dias O, 3, 7 e 14) e 
SOAO(SARou 
ICHAR)• 
MAM FERO 
DOMtsTICO 
DEINTERES~ 
ECONÔMICO 
( 
su1noseOV1nos 
Lav r com agua 
esa~ 
NAOINOICAR 
PROFILAXIA 
Lavilrcom gua 
esabàa 
INICIAR 
PROFILAXIA: 
VACINA• 
(dias O, 3, 7 e 14) 
Lavar com ua, 
esabào. 
INICIAR 
PROFILAXIA. 
VACINA• dias 
0 , 3, 7 e 141 e 
SORO SAROU 
ICHAR)• 
A 1na dever.A adm,n,strada per vaa 1ntrad ou vaa ,ntramoSC'Utar 
MAM FEROS 
SILVESTRES 
Lavar com 9ua 
t!sa o 
l>OINOICAR 
PAOt=ILAXIA 
• Lavatcom gua 
t!sab-'<> 
IC!AR 
PROFII.AXIA. 
VACINA• 
(dia• 0 , 3, 7e 
14) e SORO 
(SAROU 
IGHAR)• 
MORC.ECOS 
Lavar com gua t!sabao 
ICIA~ 
PROFllAXIA 
VACINA• (dl￾0 , 3, 7e14) 1! 
SOAO(SARou 
ICHAR)• 
Lavar com • gua 
l!sab.\o 
INICIA~ 
PROFILAXIA. 
VACINA• (dias 
0 , 3, 7el4) e 
SOAO(SARou 
ICHAR)• 
Via lntradkmlca: volume da dose 0,2 mi O volume da dOse dt!Vt! ser dMdldo t!m duas aphcaÇl)t!s d 0 .1 mi cada" 
adm,nostradas em dois s, ,os d tintos ndePt!ndentt! da apresentaçlo da vacina. seja O.S mi ou 1.0 mi (dept!ndt!ndo do 
laboralório produt01I Local dt! tCaçi>O 1nserçlo do musculo dei ou no antt!braço 
Via lntramuscul r: dose total O.S mi ou 1.0 mi (d Pt!ndendo do labora Ó<IO produto,). Administrar todo o volume do 
frasco. Loc.1 dll aphcaça«r no museu lo dei old• ou vasto latt!ral da em cri nças meno<es de 2 (dois) nos.. NJo 
•ploc r no glut4'0 
O SAR, ou • ICHAR. ~ ser adm,n,strado no dia O. Caso nlo •st•1a dl5ponlvel. aplicar o ma,s rápido possi,,el ate 
o r dia apóS a aplica~ da 1• dose de vacln Após esse prazo e contraind,c.do. Existindo clara lden flcaç o da 
loc:alizaçao da(•J lesao{óesl, recentes ou claitrizadas. ~-,.. infiltrar o volume total 1ndlaido. ou o,.,.. mo poufvel, 
dentro ou ao redor da(5) 1 o( 1 Se nlo for po5SNel, plicaar o restante por vi;a IM, ,_;tando o volume múimo 
de ada grupo muscular mais p«»umo d• 1 o. 
Soro antlmiblco (SA.A): 40 Ul/lqj de peso 
lmunoglobullna humana •ntlmiblca (ICHAR): ICHAR 20 Ulll<!il de peso. 
~-+ MJNJSrtruODA -~ SAÚDE • 
Fonte: Cartaz da Profilaxia da Raiva Humana - Ministério da Saúde, 2022. 
103 
ANO V - EDIÇÃO 956 - TERESINA (PI), SEGUNDA-FEIRA, 14 DE ABRIL DE 2025 185
A INFORMAÇÃO IMPRESSA OFICIAL E LEGAL DOS ATOS DA ADMINISTRAÇÃO MUNICIPAL 
www.diariooficialdasprefeituras.org 
(Continua na página seguinte)
DIÁRIO OFICIAL 
DAS PREFEITURAS PIAUIENSES 
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 
BRASIL. Lei nº 5.095/1973. Dispõe sobre a criação dos Conselhos Federal e Regionais 
de Enfermagem e dá outras providências. 
BRASIL. Lei nº 7.498/1986. Dispõe sobre a regulamentação do exercício da Enfermagem 
e dá outras providências. 
BRASIL. Lei n° 8.967/1994.Altera a redação do parágrafo único do art. 23 da Lei n° 7.498, 
de 25 de junho de 1986, que dispõe sobre a regulamentação do exercício de 
enfermagem e dá outras providências. 
BRASIL. Decreto Lei n° 94.406/1987. Regulamenta a lei n° 7.498, de 25 de junho de 1986, 
que dispõe sobre o exercício da Enfermagem, e dá outras providências. 
CONSELHO FEDERAL DE ENFERMAGEM. Resolução Cofen nº 186/1995. 
Reconhece as atividades elementares de Enfermagem. 
CONSELHO FEDERAL DE ENFERMAGEM. Resolução Cofen nº 516/2016. 
Normatiza a atuação e responsabilidade do Enfermeiro, Enfermeiro Obstetra e Obstetriz 
na assistência às gestantes, parturientes, puérperas e recém-nascidos nos locais onde 
ocorra essa assistência. 
CONSELHO FEDERAL DE ENFERMAGEM. Resolução Cofen nº 564/2017. 
Aprova o novo Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem. 
CONSELHO FEDERAL DE ENFERMAGEM. Resolução Cofen n° 514/2016. 
Aprova o Guia de Recomendações para os registros de enfermagem no prontuário do 
paciente, com a finalidade de nortear os profissionais de Enfermagem. 
CONSELHO FEDERAL DE ENFERMAGEM. Resolução Cofen nº 358/2009. 
Dispõe sobre a Sistematização da Assistência de Enfermagem e a implementação do 
Processo de Enfermagem em ambientes, públicos ou privados, em que ocorre o 
cuidado profissional de Enfermagem, e dá outras providências. 
CONSELHO FEDERAL DE ENFERMAGEM. Resolução Cofen nº 195/1997. 
Dispõe sobre a solicitação de exames de rotina e complementares por Enfermeiro. 
CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE MATO GROSSO. Código de 
104 
ética e principais legislações para o exercício da enfermagem/ Conselho Regional de 
Enfermagem de Mato Grosso. -Cuiabá : Coren-MT, 2018. 70p. 
Guia de Orientações para a Atuação da Equipe de Enfermagem na Atenção Primária à 
Saúde/ Conselho Regional de Enfermagem de Minas Gerais. Belo Horizonte:Coren- MG, 
2017.220p. 
Protocolo de Enfermagem na Atenção Primária à Saúde no Estado de Goiás / 
organizadores Claci Fátima Weirich Rosso ... [ et ai.]. - Goiânia : Conselho Regional de 
Enfermagem de Goiás, 2014. 336 p. : il. 
BRASIL. Ministério da Saúde. Manejo do paciente com diarreia. Produzido em 
Janeiro de 2011. Disponível em: 
<http://bvsms.saude.gov.br/bvs/cartazes/manejo_paciente_diarreía_ 40x60.pdf> 
Acesso em: novembro de 2024. 
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção 
Básica. Manual de condutas gerais do Programa Nacional de Suplementação de 
Vitamina A / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de 
Atenção Básica. -Brasília : Ministério da Saúde, 2013. 34 p. : il. 
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção 
Básica. Saúde da criança : crescimento e desenvolvimento / Ministério da Saúde. 
Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. - Brasília : Ministério 
da Saúde, 2012. 272 p.: il.-(Cadernos de Atenção Básica, nº 33) 
Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Ações 
Programáticas e Estratégicas. Proteger e cuidar da saúde de adolescentes na atenção 
básica [recurso eletrônico]/ Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, 
Departamento de Ações Programáticas e Estratégicas. - Brasília : Ministério da 
Saúde, 2017. 234 p.: il. 
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção 
Básica. Saúde sexual e saúde reprodutiva/ Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à 
Saúde, Departamento de Atenção Básica. -1 . ed., 1. reimpr. - Brasília 
: Ministério da Saúde, 2013. 300 p.: il. (Cadernos de Atenção Básica, n. 26) 
BRASIL. Ministério da Saúde. Protocolos da Atenção Básica : Saúde das Mulheres / 
Ministério da Saúde, Instituto Sírio-Libanês de Ensino e Pesquisa - Brasília: Ministério 
da Saúde, 2016. 230 p.: il. 
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de DST, 
Aids e Hepatites Virais. Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas para Atenção Integral 
às Pessoas com Infecções Sexualmente Transmissíveis / Ministério da Saúde, 
106 
Secretaria de Vigilância em Saúde, Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais. -
Brasília : Ministério da Saúde, 2015. 120 p. : il. 
186 ANO V - EDIÇÃO 956 - TERESINA (PI), SEGUNDA-FEIRA, 14 DE ABRIL DE 2025
A INFORMAÇÃO IMPRESSA OFICIAL E LEGAL DOS ATOS DA ADMINISTRAÇÃO MUNICIPAL 
www.diariooficialdasprefeituras.org 
(Continua na página seguinte)
P,IUIITUI A NUNICIP'AL 
Caiueiro 
da'Praia 
,,,.\.o•u•••• o •ovo. c.011,r vt to o'"''"'"º 
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. 
Departamento de Vigilância Epidemiológica. Manual de 
recomendações para o controle da tuberculose no Brasil/ Ministério 
da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, Departamento de 
Vigilância Epidemiológica. - Brasília : Ministério da Saúde, 2011 . 284 
p.: il. -(Série A. Normas e Manuais Técnicos) 
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. 
Departamento de Vigilância das Doenças Transmissíveis. Dengue : 
diagnóstico e manejo clínico : adulto e criança [recurso eletrônico]/ 
Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, 
Departamento de Vigilância das Doenças Transmissíveis. - 5. ed. -
Brasília : Ministério da Saúde, 2016. 58 p. : il. 
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. 
Departamento de Vigilância das Doenças Transmissíveis. 
Chikungunya : manejo clínico / Ministério da Saúde, Secretaria de 
Vigilância em Saúde, Departamento de Vigilância das Doenças 
Transmissíveis. -Brasília: Ministério da Saúde, 2017. 65 p.: il. 
BRASIL. Ministério da Saúde. Dengue: Manual de Enfermagem / 
Ministério daSaúde, Secretaria de Vigilância em Saúde; Secretaria de 
Atenção à Saúde. - 2. ed. Brasília: Ministério da Saúde, 2013.64 p.: il. 
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. 
Departamento de Vigilância Epidemiológica. Protocolo de 
tratamento da raiva humana no Brasil / Ministério da Saúde, 
Secretaria de Vigilância em Saúde, Departamento de Vigilância 
Epidemiológica. - Brasília : Ministério da Saúde, 2011 . 40 p. : il. -
(Série A. Normas e Manuais Técnicos) 
BRASIL. Ministério da Saúde. Esquema para profilaxia da raiva 
humana pós- exposição com vacina de cultivo celular. Acesso em 
novembro 2024. 
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde, 
Departamento de Doenças de Condições Crônicas e Infecções 
Sexualmente Transmissíveis. Protocolo Clínico e Diretrizes 
Terapêuticas da Hanseníase [recurso eletrônico] / Ministério da 
Caiueiro 
iW da' Praia 
,,.,u.O•U,UtOO O POVO. 
COIUTIIIUIIIOO O f'IITUtlO 
108 
Saúde, Secretaria de Ciência, Tecnologia, Inovação e Insumos 
Estratégicos em Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde. - Brasília: 
Ministério da Saúde, 2022. 152 p. : il. 
~ ..,.,é'~~ iZ-------
FELIPE DE CARVALHO RIBEIRO 
Prefeito Municipal de Cajueiro da Praia-Pi 
ID: 1466498518504 
EDITAL DE CONVOCAÇÃO N º 01 /2025 
PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO N º 004/2025 
O Município d e Cajueiro da Praia, por meio da Secretaria Municipal de Educação 
CONVOCA os candidatos a provados no Processo Seletivo Simplificado n º 
004/2025, d e que trata o Edital nº 004/2025, confoz-me d escrição abaixo, para 
comparecer n a Secretaria Municipal de Educação, no dia 15 de abril de 2 022, 
terça- feir a n o h orãrio d e 08:00 às 13:00 horas, para apresentação d os 
documentos e habilitações exigidas de seus respectivo$ cargos, de acordo o edital 
do certam e, devendo o candida to apresentar os seguintes documentos contantes 
do a n exo V: l . 1 Comprovante de escolaridade exigida para o cargo (conforme 
edita1). d evidamente reconhec.ido por instituição competente ; 1 .2 Carteira de 
Ide ntidade Certificado de resetvista (sexo m asculino ); 1.3 1.4 1.5 Certidão de 
nascimento (se for solteiro) ou casamento (se for casado) e dos filhos de tiver; CPF 
com nome correto e s ituação regular junto à receita fe d eral; 
(https: / / servicos.receita.fazend a.gov. br / servicos/ cpf / con sultasituacao/ consulta 
publica.asp) 1.6 Titulo e le itoral e certidão de quitação com a justiça e le itoral 
(httos: / /www tse.ius.br/eleitor /certidoes /certidao-de-auitacao-eleitorall 
imprimir certidão e validação; l. 7 a ) Certidão negativa de anteced entes criminais: 
(imprimir a certidão e a validação da certidão}: Justiça Estadual 1 ª e 2 ° Instâncja. 
(imprimir a certidão e a validação da certidão); b) 1 .8 Justiça Federal l ª e 2ª Jnstdncia.. (imprimir a. certiddo e a. vo.Jido.çdo d o. certiddo); Carteira. de Tra.bo..lho e 
Previdê n c ia Social contendo a data do 1 ° emprego (quando for necessário ) 1 .9 
Cartã o de Cadastramento PIS/PASEP ou NIT 1.10 Comprovante de residê ncia 
atualizado; 1.11 Dados bancá.rios (BANCO DO BRASIL); 1.12 Apresentar 
d eclaração quanto ao exe.rcicio de outro(s) cargo(s), emprego(s) ou função(ões) 
pública (s) ou privada com a respec tiva carga h orária e horário de trabalho, e sobre 
recebime nto d e p1·ove ntos decon·entes de aposentadoria e p ensão ; 1. 1 3 
Apresentar declaração de bens e valores q\.le constituam patrimônio, e, se casado 
(a.), a do cônjuge; 1.1 4 Firma.r decla.ra.ção d e n do estar cumprindo e nem ter 
sofrido, no exerc icio da funÇHo püblica, penalidade por prática de improbidade 
administrativa aplicada por qualquer ó rgão público ou entidade d a esfera federal, 
estadual ou m unicipal; 1. 15 Firmar declaração de não estar cumprindo sanção 
por inidoneidade, aplicada por qua lquer ó rgão público ou entidade da esfera 
fed eral, estadual ou municipal; 1.16 Estar apto fisicamente e mentalmente para 
o exercicio do cargo ao qual concorra , não sendo portador de d eficiência p ara com 
as atribuições que o cargo requ er. (ATESTADO) 1 . 1 7 Laudo Técnico na con d ição 
de d eficiência emitida por equipe Multiprofissio n aJ (para deficientes com reserva 
legal); 1.18 Declaração de não ser beneficiário do programa bolsa fa m ilia, e caso 
seja, apresentar documento que comprove que mesmo sendo n omeado ou 
contra tado continu a.rã com perfil para continu ar recebendo o beneficio. 1.19 
Declaração que não p ossui CNPJ em seu nome, ou caso possua, comprove que 
não é sócio administrador. 1.20 Uma foto 3x4. 
PREFEITURA MUNICIPAL DE CAJUEIRO DA PRAIA - PIAUI - Praça José Adrl~, 23 Centto CEP: 64.222-000 Site: 
www.cajueirodapraia.pi.org.br - Email: gabprefeitun,cajueiro@gmail.com 
CONVOCADOS 
Cargo: Pro íe8sor d e Ensino Fundamental 
Nome 
ANA G I SELE SOARES PAIVA 
ÁUREA KELLY VERAS GUEDELHO 
MARIANNY MARIA FREITAS DE SOUZA COSTA 
AIRTON DOS SANTOS SOUZA 
TÁLIA DOS SANTOS S ILVA . , ... , 
MARIA DAS NEVES ROCHA DE CASTRO e;: - E LEUDA SANTOS SILVA DO NASCIMENTO - MICAELE SOUSA CASTRO BARROS 
SAMELA CARVALHO DO AMARAL 
MARIA KAROLINE DE CALDAS LEAO 
Cargo: Professor d e Educação Infantil 
Nome 
SARA ABREU DA SILVA 
MARINADTA D A ROCHA CASTRO -..........--......, ANDREIA SANTOS DA R OCHA -..,,_ "'-= KATIARA FERREIRA L OPES 
NAIANA ARAÚJO DA SILVA ' 
Cargo: Professor de Educação Física 
-· - Nome 
FRANCISCO DE JESUS CASTR O DOS SANTOS 
JONAS SOUSA DE OLVEIRA 
MILLER ARAÚJO DA SILVA 
Cargo: Professor d e Língua Ing lesa 
Nome 
MOISES BARROS SILV A 
PREFEITURA MUNICIPAL DE CAJUEIRO DA PRAIA - PIAUI - Praça Jos~ Adriao. 23 Centro CEP: 64.222-000 Sito: 
www.cajueiroc#,pr9ia.pi.org.br - Email: gabp1'9f9ituracajU8iro@gmail.com 

open original →