| Tipo | Lei Municipal |
|---|---|
| Número / Ano | 525 / 2025 |
| Date | 2025-04-11 |
| Ementa | Aprova o protocolo de prescrição de medicamentos e solicitação de exames por Enfermeiro na Atenção Básica do município de Cajueiro da Praia - PI e, dá outras providências. |
| native_id | 185 |
status: extracted · method: native · backend: pypdfium2 · confidence: 1.00 · pages: 29
158 ANO V - EDIÇÃO 956 - TERESINA (PI), SEGUNDA-FEIRA, 14 DE ABRIL DE 2025
A INFORMAÇÃO IMPRESSA OFICIAL E LEGAL DOS ATOS DA ADMINISTRAÇÃO MUNICIPAL
www.diariooficialdasprefeituras.org
(Continua na página seguinte)
ID: F9AEA3C539024
O PREFEITO MUNICIPAL DE CAJUEIRO DA PRAIA PROMOVE A
HOMOLOGAÇÃO E PUBLICA EM DEFINITIVO o Proceaao Seletivo
Simplificado n º 004/2025, conforme s epe:
PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO - EDITAL Nº 004/2025
EDITAL DE HOMOLOGAÇÃO FINAL
O PREFEITO MUNICIPAL DE CAJUEIRO DA PRAIA, no U$0 de suas atribuiçôe $
que lhe sào conferidas pela legislação vigente, em conformidade com o Edital de
Abertura do Processo Seletivo Simplificado - Edital n" 004/2024, resolve
HOMOLOGAR o re$ultado final do Processo Simplificado em epigrafe para
provimento das vagas existe.ntes e daquelas que foram aberas dentro do prazo de
vai.idade da seleção púbUca, cujo resultado final fora publicado na página Oficial
do Município.
COMUNICA que a presente homologação se dá em razão da emissão de parecer
favorâvel p e la. Comj8$ào de Seleção Püblica e em razão de não have r qualquer
recu rso o u impugnação pendente quanto à lista de classificação finnl divulgada
na internet, no mural da SEMED e na página Oficial do Município.
COMUNICA que o p r azo de validade do Processo Seletivo n<> 004/2025 é de 01
(um) ano, contados a partir da publicação deste Edital de Homologação, permitida
a prorrogaç ão conforme legislação municipal que regu la a matéria.
COMUNICA que a apr ovação no Processo Seletivo nº 004/2025 não dé. direito à
nomeação, mas esta, quando ocorre r, observarâ e respeitarâ rigorosamente a
ordem de classificação final dos candidatos aprovados, sob pena de nulidade .
Para que chegue ao conhecimento de todol!l-, -ê:t.tf.::ndendo ao principio da
publicidade, é expedido o presente edital, que fica à disposição por afixação nos
loca.is de costume da Prefeitura e pela Internet no
endereço https://cajueirodapr a ia. pi.gov.br/, visando atender ao restrito
interesse público.
FEL~:J~eir
CARVALHO
RIDEIAO: (M,5,2-3718300
FELIPE DE C RIBEIRO
PREFEITO MUNICIPAL
PREFEITURA MUNICIPAL DE CAJUEIRO DA PRAIA - PIAUÍ - Praça Jost, Adriiio, 23 Csntro CEP: 84.222-000 Site:
www.caJueirodaproia.pi.org.br • Email: gabprefeituracaJueiro@gmail.com
TERMO DE SANÇÃO EXPRESSA - ART. 4Z LEI ORGÂNICA MUNICIPAL
Diante do recebimento do Projeto n• 154 de 14 de março de 2025, foi apresentado e aprovado
pela Câmara Municipal, o presente projeto, o Prefeito Municipal nos te rmos do art. 42 da lei Orgânica
Municipal de Cajueiro da Praia -PI, considerando a constitucionalidade da matéria, faz saber que a Câmara
Municipal aprovou e eu sanciono a seguinte l ei e seus anexos:
LEI MUNICIPAL N• SZS, 11 DE ABRIL DE Z0ZS
Aprova o Protocolo de Prescrição de Med;comentos e
Solicitação de Exames por Enfermeiro no Atenção 86sico
do Munid pio de Cajueiro da Praia - PI.
Felipe de Carvalho Ribeiro, Prefeito do Município de Cajueiro da Praia-PI, no uso de suas atribuições legais, faz
saber que a Câmara Municipal de Cêljueiro da Praia -PI aprovou e ele sanciona a seguinte Lei:
Art. 11 Fica aprovado o Protocolo de Prescrição de Medicamentos e Solicitação de Exames por Enfermeiros
na Atenção Básica do Município de Cajueiro da Praia •PI, Estado do Piauí, nos termos do Anexo I desta Lei.
Art. 21 O Poder Executivo fica autorizado a tomar todas as demais providências administrativas, jurídicas,
orçamentárias, financeiras, contábeis, patrimoniais e fiscais para o fiel cumprimento da presente lei.
Att. 31 Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação, revogadas as dispcsições em contrário.
FELIPE DE CARVALHO RIBEIRO
Prefeito Munlclpal de Cajueiro da Prala•PI
ANEXOI
PREFEITURA MUNICIPAL DE CAJUEIRO DA PRAIA- PI
SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE
PROTOCOLO DE PRESCRIÇÃO DE MEDICAMENTOS E SOLICITAÇÃO
DE EXAMES POR ENFERMEIRO NA ATENÇÃO BÁSICA DO MUNICÍPIO DE
CAJUEIRO DA PR.AIA - PI
Enfermagem na Atençõo
Prlrnórlo à Saúde
JANEIRO
2026
cãjueiro
aa Praia
PROTOCOLO DE PRESCRIÇÃO DE MEDICAMENTOS E SOLICITAÇÃO DE
EXAMES POR ENFERMEIRO NA ATENÇÃO BÁSICA DO MUNICÍPIO DE
CAJUEIRO DA PRAIA- PI
Felipe de Carvalho Ribeiro
Prefeito Municipal
Fabiano dos Santos Rodrigues
Secretário Municipal de Saúde
Alexandra Brito de Oliveira
Enfermeira Responsável Técnica - Módulo 2
Anotaçã o N 2 375/2024 - COREN-PI 125830 ENF
Enfermagem no Atençôo
Primôrio à Saúde
ANO V - EDIÇÃO 956 - TERESINA (PI), SEGUNDA-FEIRA, 14 DE ABRIL DE 2025 159
A INFORMAÇÃO IMPRESSA OFICIAL E LEGAL DOS ATOS DA ADMINISTRAÇÃO MUNICIPAL
www.diariooficialdasprefeituras.org
(Continua na página seguinte)
DIÁRIO OFICIAL
DAS PREFEITURAS PIAUIENSES
,..,.,anu•• """•1c1,-AL.
Cajueiro
aa Praia
Farmacêutica
Santllia Maria Ribeiro Brito Gaspar
Revisado por:
Jãlna Carolina Meneses Calçada COREN-PI 265.11 O ENF
Conselho Regional de Enfermagem do Piauí - COREN-PI
Enferrnagern n a Atenção
Primária à saúde
CaJueiro
aa Praia
Prot ocolo de Prescrição de Medicam entos e Solicit ação de Exam es p o r
Enferme iro n a Atenção Básica do Municíp io d e Cajue iro da Praia-PI
uD lsp6e s obre o presc rlç 6 o d e m e d i c a m e ntos e a
s o llcltaç Ao d e exam es d e rotina e comple m e ntares
p e lo e nfe rmeiro n a atençã o b ásica n as uni d a d es
assisten ciais p ú blic a s de saúde do Municip i o de
C ajueiro d a Praia-PI.••
O Sec r e t á ri o d a S a úda do Muni c í p i o da C a jueiro da Praia-PI. senh or
F a bl a no dos S antos Rodrig u es no uso de sues atribuições l egais de gestor
do sistema m u nicipal e em observânc i a a leglstação superior. e
CONSIDER.ANDO o disposto na Constituição Federal, artigo Sº, Incisos:
"li - Nlnguêm será obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa senão em virtude
da Lai." •·xrn - é livre o exarcfcio de qualquer trabalho, oficio ou profissão, atendidas as
quolificoções profissionais que o lei e stoboloce r."
CONSIDERANDO o disposto na Lei 8080/90, de 19 de setembro de 1990, a qual
"Dispõe sobre os condições poro o promoçõo, prote çõo e recuperoçõo do soúde , o
organização e o funcionamento dos serviços correspondentes e dâ outras providências. "
CONSIDERANDO o disposto no Decreto n° 7508 de 28 d e junho de 2011, que
regulamenta a Lei n° 8080/90:
Capítulo I do Orgonlzoçõo do SUS/Seçõo li da Hlerorqulzoçõo/ Art. 9º - .. Sõo portos
de entrada à s ações e aos serviços de saúde nas Redes de Atenção à Saúde os serviços: 1 •
de atenção primária; li - de atenção a u rgência e emergência; Ili - de atenção psicossocial;
e IV- especiais de acesso aberto;"
3
Cajueiro
aa Praia
Capítulo IV da Assistência à Saúde/ Seção I da Relação Nacional de Ações e
Seivlços de Saúde - REN ASES/ Art. 21 - "A Relação Nacional de Ações e Serviços de SaúdeRENASES compreende todas as ações e serviços que o SUS oferece ao usuário para
atendimento da integralidade da assistência à saúde." Capítulo IV da Assistência à saúde/
Seçõo li do Rcloçõo Nocional de Medicamentos Essenciais - R ENAME/ Art. 25 - "A Rcloçõo
Nacional de Medicamentos Essenciais - RENAME compreende a seleção e a padronização de
medicamentos Indicados pera atendimento de doenças ou de agravos no Amblto do SUS."
Capítulo IV da Assistência à Saúde/ Seção li da Relação Nacional de
Madicamentos Essenciais - RENAME/ Art. 2s-·•o Ministério da Saúde é o órgão competente
pare dispor sobre a RENAME e os protocolos c línicos e Diretrize s Terapêuticas em âmbito
naciona l , observadas as diretrizes pactuadas pela Comissão lnterges t ores Tripartite (CIT);"
Capítulo IV da Assistência à Saúde/ Seção li da Relação nacional de Medicamentos
Essenciais - RENAME/ Art. 27 - "O Estado, o Distrito Federal e o Munic(pio poderão a dotar
relações específicas e complementares de medicamentos, em consonância com e
RENAME, respeitadas as responsabilidades dos entes pelo financiamento de
medicamentos, de acordo com o pactuado nas Comissões lntergestores."
C1:1pítu lo IV de Assistísnc:ia à Saúde/ St:!çiio li de Relaçiio Nacional de Medicamento:.1
Essenciais - RENAME/ Art. 28- "O acesso universal e igualitário à a s sistência farmac êutica
pres supõe. cumulotivomente: 1 - estor o usuário assistido por ações e serviços de saúde do
SUS; li - ter o medicamento sido prescrito por p rofissional de saúde, no exerclclo regular de
suas f unções n o S U S; 111 - estar a prescrição em conformidade com a RENAME e os
protocolos clínicos e diretrizes terapêuticas ou com a relação e s pacífica complamentar
estadual, distrital ou municipalde medicamentos;"
C ONSIDERANDO o artigo 1 96 da Constituição Federal de 1988, a Lei Orgânica de
Saúde nºB.080/90 e a Lei nºB.142/90;
CONSIDERANDO o constante na Lei nº 7498/86, que dispõ e sobre o exercício da
enfermagem e o Decreto nº 94.406/87, que a regulamenta;
CONSIDERANDO o disposto no Decreto n° 20.931, de 11 de Janeiro de 1932, que
regula e fiscaliza o exerclclo da m edicina no Brasil:
r..i.:. Cajueiro
da Praia
CONSIDERANDO a Portaria Ministerial nº 2.436/201 7, q u e aprova a Política
Nacional d e Atenção B ésica;
CONSIDERANDO os programas do Ministério da Saúde Implantados no município:
Programa Nacional de Suplementação de Ferro, Programa Nacional de Suplementação da
Vitamina A, H iperdio, Programa de Prevenção do Câncer de coto de útero e de momo, Prénatal, parto e puerpério de baixo risco, H anseníase, Tu berculose, PACS, PSF, saúde da
c ri 1:1nça, idoso e adolescente, MDDA, tebegi:.1mo, imunizaçiio, planejamento familiar,
vigilénci:1:1 :s~mitéri:1:1 e epidemiológica, 1$T/AIDS;
CONSIDERANDO os Manuais de Normas Técnicas publicados pelo M inístério da
CONSIDERANDO as resoluções do Conselho Federal de Enfermagem:
195/97, que dispõe sobr e a sollcltaç~o de exames de rotina e
complemencares par Enfermeira; 358/09, q u e d i spõe sobre a Siscernacizsçiio da
Assistência de Enfermagem e 9 imptem8nCi!Jçiia do Processo da Enf8rmagem em
ambientes, públicos o u privados, em que ocorre o cuidado profissional de
Enfermagem, e dá outras providências 564 /2017, que aprova o novo Código de Ética
dos Profissionais de Enfer,nagem; 302/05, que baixa normas para A N OTAÇÁO da
Responsabilidade Técnica de Enferrneiro(a), ern virtude de Chefia de Serviço de
Enfermagem, nos estabelecimentos das instituições e empresas públicas, privadas
e filantrópicas; 290/04, que fixa as Especialidades de Enfermagem;
CONS IDERANDO a Portaria 2 .436/17 do Ministério da Saúde que "Aprova a Política
Nacional de Atenção Básica, estabelecendo a revisão de diretrizes para a organização da
Atenção Básica. no amblto do Sistema único de Saúde (SUS)":
CONS IDERANDO a portaria nº 1.625/07, do Ministério da Saúde, a qual "Altera
atribuições dos profissionais das equipes de saúde da família - ESF dispostas na Política
Nacional de Atenção Básica", mais especificamente o Art. 1º/11 - das atribuições dos
profissionais enfermeiros das equipes Saúde da Família: realizar consultas de enfermagem,
solicitar exames complementares e prescrever medicações, observadas as disposições
legais da p rofissão s con fo rme os protocolos ou outras n o rmat ivas técn icas sstabelscidas
pelo Ministério da Saúde, os gestore15, esta,dua,ls, os munlcipa,is ou 015, do Distrito Federal;
160 ANO V - EDIÇÃO 956 - TERESINA (PI), SEGUNDA-FEIRA, 14 DE ABRIL DE 2025
A INFORMAÇÃO IMPRESSA OFICIAL E LEGAL DOS ATOS DA ADMINISTRAÇÃO MUNICIPAL
www.diariooficialdasprefeituras.org
(Continua na página seguinte)
CONSIDERANDO a Norma Operacional de Assistência à Saúde - SUS 01/2001
publicada pelo Ministério da Saúde, da Portaria 95/GM. De 26 de janeiro de 2001 ;
CONSIDERANDO a necessidade de dar continuidade à implantação da estratégia
de Saúde da Familia no Município, com a expansão de equipes de saúde da família, tendo
como integrantes profissionais enfermeiros e,
CONSIDERANDO a necessidade de atualizar a normalização, no âmbito Municipal,
das atividades inerentes aos enfermeiros, face ao modelo de atenção vigente.
RESOLVE:
Art. 1° Normatizar a consulta de enfermagem, a prescrição de medicamentos e e
solicitação de exames complementares e de rotina, por enfermeiros das unidades
assistenciais e públicas de saúde do Município de Cajueiro da Praia-PI.
Art. 2° A prescrição prevista no artigo anterior refere-se a medicamentos
previamente estabelecidos em Programas de Saúde Pública e em rotinas aprovadas pela
Secretaria Municipal de Saúde de Cajueiro da Praia-PI.
Art. 3º O enfermeiro poderá solicitar exames complementares, de rotina e de
seguimento do paciente, desde que enquadrados nos Programas de Saúde Pública do
Ministério da Saúde e dos protocolos estabelecidos pelo Ministério da Saúde e Secretaria
Municipal de Saúde.
Art. 4º A prescrição de medicamentos e a solicitação de exames de rotina
complementares pelo enfermeiro deverão ser realizadas em receituário/formulário
padronizado da Secretaria Municipal de Saúde de Cajueiro da Praia - Pl, identificado com
carimbo e número da inscrição do Conselho Regional de Enfermagem-COREN/PI, nome do
profissional e respectiva assinatura.
INTRODUÇÃO
De acor-do com a Por-tarla n º 2 .436, de 2 1 de setembro de 2017 que apr-ova a Polltlca
Nacional de Atenção Básica. entre as atribuições do profissional enfermeiro atuante na
Atenção Básica estão a realização de consu lta de enfermagem, procedimentos, solicitação
de exames complementares, a prescríção de medicação conforme protocolos, diretrizes
clínicas e terapêuticas ou o u tras n o rma tivas técnicas estabelecidas pelo gesto,-, observadas
as disposições legais da profissão.
A consulta de entermagem está regulamentada pela Lei n º 7.498/ 1 986 que dis põe
sobre o exerclclo da e nfermagem, pelo Decreto n° 94.406/1987 que a regulamenta e pela
Resolução do Conselho Federal d e Enfe rmage m (Cofen) nº 358/2009 que dispõe sobre a
Sistematização de A ss istência de Enfermagem e a Implementação do Processo de
Enh1rmagam.
Dito isto, a Consulta de Enfarmegem deve esta,- baseada em suporte teórico que
oriente o raciocínio clínico do enf ermeiro em cada uma das etapas do processo: coleta de
dados de enfermagem (histórico), diagnóstico de enfermagem, planejamento de
enfermagem, implementação e avaliação de e nfermagem.
D e acordo ainda com a Lei n° 7.498/1 986, o entermeir-o exerce todas as ativida des
de enfermagem, cabendo-lhe, privativamente, a prescrição da assistência de enfermagem
e a prescriçêo de medicame ntos estabelecidos em progra mas de saúde pública e em rotina
aprovada pela instituição de saúde.
As pr-escrlções d e medicamentos emitidas por enfermeiros devem ser de
manutenção de tratamento somente pelo período d e prescrição estabelecido e vinculado
aos manuais e protocolos dos programas e ações de Atenção Básica estabelecidos no
ãmblto do SUS.
A Resoluçêo do Coten n º 195/1997 que dispõe sobre a solicitação de exames de
rotina e complementares por Enfermeiro, considera que para a prescrição de
medicamentos e m programa d e saúde pública e em rotina aprovada pela Inst ituição d e
saúde, o Enfe,-meiro necessita solicita,- exarne de rotina e complementares pa,-a uma efetiva
assistência ao paciente sam dsco pa,-a o mas mo.
As atividades estabelecidas neste documento são exclusivas para os profissionais
Ent ermeiros que exercem suas tunções nas Unidades de Saúde da Familia , Unidades
Básicas de Saúde, Centros de Saúde e Posto de Saúde, e que estão Inseridos em uma
equipe de sa úde, Independente do vínculo trabalhista.
SAÚDE DA CRIANÇA
Atribuições do enfermeiro:
• Realizar consultas d e pue ricultura conforme o preconizado no Caderno de
Atenção Básica do Ministério da Saúde - Saúde da Criança: crescimento e
desenvolvimento.
• Realizar a aferição da pressão arterial dos escolares e encaminhar o
resultado ao médico da equipe quando o exame estiver alterado;
• Monitorar, notificar e orientar escolares, pais e professores d iante de efeitos
vacinais adversos;
• Realizar a aferição dos dados antropométricos de peso e altura e avaliar o
Índice de Massa Corporal (IMC) das crianças;
• Solicitar exames de rotina e complementares;
• Realizar prescrição de medicamentos est abelecidos em programas de
saúde pública e em rotina aprovada pela instituição de saúde;
• Exercer as atribuições que lhe são conferidas pela Portaria Nacional de
Atenção Básica (Portaria n() 2.436, de 21 de setembro de 2017).
SOLICITAÇÃO DE EXAMES
O.s exam es rnai.s solicitados no con t.exto du Saúde du Criança mio:
Hemograma comple to Perfil lipídico (colesterol totnl. frnções e
triglicérides).
Glicemia cm jejum Fcrrilillll
Exame Parac;; itológico de Fezes (EPF)
Urina
Ferro sérico
Dosagem de vitamina A
Fon te: Gula de Orientações. para a Atuação da Equipe de Enfermagem na Atenção Primária à Saúde
- COREN/MG, 2017.
PRESCRIÇÃO MEDICAMENTOSA
• ESCABIOSE
Medicamento
Pcrmctrina 5 %
Dcltomctrlno
0,02%
Posologia/Instru ções
~ . cãiüeiro '= ªª"Praia
Massagear o produto na pele. desde a cabeça até os pés,
aplicando o produto à noite . Deve ser removido, através de
lavagem com água depois de 8 a 14 horas. Aplicnr por 6
noites.
Uso diário por 7 a 10 dias. Friccionar por todo o corpo.
deixando a loção permanecer até o próximo banho. O
shampoo deve ser aplicado de preferência durante o banho,
fazendo-se fricção com a polpa dos dedos. Deixar agir por 5
minutos. Enxaguar bem .
N ota: Crianças m enores de 2 ai nos de Idade: doses n!oo est.t1belecldais. e, portanto, devem ser
e ncsminh8d8!!18 consulta m l!ldics.
Fonte: Gula de Orientações parai ai Atu.t1ção dai Equipe d e Enfermagem n.t1 Atenção Primári.t1 à
Sl!lúde - COREN/MG, 2017.
Orientações/Cuidados de Enfermagem:
• Manter precaução até 24 horas após o tratamento.
• lavar roupas e objetos pessoais em temperatura mini ma de ss0 c.
• Tratar pessoa infectada e contatos ao mesmo tempo.
FLUXOGRAMA DE CqD/,9,,\.!JAS PARA ESCABIOSE
Apresenta prurido intenso,
lesões disseminadas e exsudato
purul~nlo ?
enfermagem
Apresenta prurido intenso e
lesões disseminadas?
Cuidados de enfermagem
Agendar retorno para 7 dias
Melhora do quadro clinico?
ANO V - EDIÇÃO 956 - TERESINA (PI), SEGUNDA-FEIRA, 14 DE ABRIL DE 2025 161
A INFORMAÇÃO IMPRESSA OFICIAL E LEGAL DOS ATOS DA ADMINISTRAÇÃO MUNICIPAL
www.diariooficialdasprefeituras.org
(Continua na página seguinte)
DIÁRIO OFICIAL
DAS PREFEITURAS PIAUIENSES
NÃO SIM
Encaminhar para consulta m édica
ALTA
Font•: Baseado n o Protocolo de Enf11rmagem na Aten çAo Prlm.1firla à Saíide no E1ttado dfll Golllis -
COREN/GO, 2014.
PEDICULOSE
Medicamento Posologla/Jnstruções
P eranctrina l 'o/o Lavar u cubcçi:1 com o shumpoo, c nx11.guur bem e remover
e xcesso de água d n s cabelos anl.es ele passar o produto,
apli car um volume suficiente do produto para mol har bem
o cabelo e o couro cabeludo. Deixar nos cabelos por 5 a 10
minutos e enxaguàr. Repelir após 7 dias.
Deltametrina 0,02% Deixar nos cabelos por 5 a 10 minutos. e enxaguar. 4 dias
consecutivos. Fazer uma 2 9 aplicação após 7 dias.
Nota: Crianças menores de 2 anos de Idade: doses n lo estabelecidas e, portanto, devem aer
e n ca m inhadas a con sulta m6dlca.
Fonte: G u la de Orientações para a Atuação da Equipe de Enfermagem na Atenção Prlmtrla é
S11Ude - COREN/MG. 2017.
Orientações/Cuidados de enfermagem:
• Inspecionar frequentemente a cabeça d a criança.
• Troca r roupas de cama e pessoais regu larmente, assim como dos demais
m embros da família.
• Instruir a crlança a n ão c ompa rtilhar escovas de cab e lo ou bonés de colegas de escola.
• Lembrar que o tratamento se estende as pessoas d e convívio.
• U sar pente fino e umedecer os cabelos com vinagre m o rno diluído e m água (1:1 ),
e m partes iguais.
FLUXOGRAMA DE CONDUTAS PARA PEDICULOSE
Consult a de
e nfermagem
LOC.11iz;:iç5o d e lênd eas e/ou p;:ir.Jsitas no cabelo
Cuidados de enfermagem
Agendar retorno para 5 dias
Melhora do quadro clinico?
NÃO SIM
Investigar as ca usas e repetir tratamento ALTA
Fonte: Baseado no Protocolo de Entermae;em m-1 AlençAo Prim ário à Saúde no Estado de Goiás -
CORENIGO, 201 4 .
MONILÍASE ORAL E PERINEAL
Medicamento
Nistatino oral (2S000 a 50000 UI
por kg/dose)
Nistutino tópico. (25000 Ul/g)
Posologia/tn'litruçõe.'1'
1 a 2 mi ( 1 a 2 conto-gotas) de 6/6 horas
duranle 7 dins, esp alhando-o bem por Ioda a
boca.
Aplicar na região perinea l a cada troca de
frnld11 (6/6 honas), durante 14 dias.
Fonto: Guio do Orientações poro o Atuoç6o do Equipo de Enfermogom noAtcnç6o Primdrlo à Saúdo
-COREN/MG, 2017.
Orientações de enfermagem:
Monllíaae oral
• Limpar as lesões superficiais com solução bica bornatada: 1 xícara de c h á com
égua (fervida e já fria) e 1 colher de c h á d e bicarboneto de sódio. Esse higie n e oral
10
,,
dove ser feita antes do m amado. assim como do seio materno, antes e após codo
o ferta ao bebê.
• Remover, quando possível, bicos de m a m adeiras, c hupetas, mordedores e outros.
Caso n ão seja p ossível, suspe ndê-los ou lavá-los com água e sa b ão e fe rver por 15
m inutos .
• Evitar b eijar a criança próximo aos lébios.
• Levar sem pre as mãos entes e após contato com e c riança, e ntes e após h igienizar
as mamas.
Monilíase perineaVdermatite de fraldas
• Lava r o local com égu a morns a cada troes de fralda.
• Suspender o uso de lenços umedecidos, assim como outros produtos industrializados;
• U sar amido de milho n a águ a do banho e/ou fazer pasta (diluir e m égua até obter
conslstênclo cremoso) para u so loca l , retirar c uida dosa m e nte todo o resíduo após
cada troca de fralda;
• Su spender fraldas descartáveis;
• Lavar as fra ldas com sa b ão n eutro, enxaguar bem e evitar o uso d e produtos
perfumados:
• U sar cremes à base de óxido de zinco;
• Ret ornar à unida d e, caso haja piora do q u adro c línico o u dúvidas.
FLUXOGRAMA DE CONDUTAS PARA MONILÍASE ORAL
Consult• de
•nferm•1•m
Orientações de enfermagem e lnst'ltulçJo do t ratam ento
(Agendar retorno para 5 dias}
Mclhora do quadro clinico?
NÃO
Enc.aminhar para consulta médica
SIM
Mant• r orlentaç&.1 • atta
Cajueiro
aa Praia
=~:::;•.::.-:;==.,,
Fonte: Saseodo no Protocolo de Enfermagem no Atenção Prlmério à Soúde no Estado de
Goiás - COREN /GO. 2014.
FLUXOGRAMA DE CONDUTAS
PARA MONILÍASE
PERINEAL/DERMATITE DAS
FRALDAS
Consulta de
enfermagem
Cuidados d e enfermagem
A1endar retorno para S dias
M ,elhora do quadro clinico?
N ÃO $IM
Encamlnh• r p ani consulta mtdlca ALTA
Fontu: Su::1uudo no Protocolo de Enfermua;em no Atençêo Primário ti Suúde no E::1tudo de
Goil~s - COREN /GO. 2014.
MILIÁRIA
Medicamento Posologia
Loção d e culuminu ou pusta d 'águ a Aplicar sobre a pele 2 a 3 vezes ao dia.
Font e: Guie, de Ori,ente,ções per& & Atvt1çt'!io ele Equipe de Enf,erme,g,e,m n & At,e,nçê o Primária lt Sa\Jcl,e,
- COFIENIM G, 2017 .
12
13
162 ANO V - EDIÇÃO 956 - TERESINA (PI), SEGUNDA-FEIRA, 14 DE ABRIL DE 2025
A INFORMAÇÃO IMPRESSA OFICIAL E LEGAL DOS ATOS DA ADMINISTRAÇÃO MUNICIPAL
www.diariooficialdasprefeituras.org
(Continua na página seguinte)
~i!I Cajueiro ·= aa Praia
Orientações de Enfermagem:
• Usar roupas leves.
• Lavar as roupas novas antes de usá-las e evitar amaciantes, talcos, cremes e perfume.
• Realizar banhos frequentes n a c riança com sabonetes neutros.
• Enxaguar a criança após o banho com 1 litro de água e 2 colheres (sopa} de amido
de milho 3 vezes ao dia ou aplicar o amido de milho diretamente na pele como se
fosse talco ou aplicar pasta d'égue 3vezes ao dia após o banho, caso as lesões sejam
das formas rubra e/ou profunda.
• Orientar o pai quanto ao contato com a barba.
• Retorna r à unidade, caso haja piora do quadro clínico ou dúvidas.
FLUXOGRAMA DE CONDUTAS PARA MILIÁRIA
Consulta de
enfermagem
Apresenta sinais de infecção ou
lesões extensas ?
SIM NÃO
Encaminhar para consulta m fdica Cuidados de enfermaaem
Agendar retorno para 7 dias
Melhora do quadro cllnlco?
NÃO
Encaminhar para consulta médica
SIM
ALTA
Fonte: Baseado no Protocolo de Enfermagem n a Atenção Primária à SoUdo no Est ado d e G o iós -
COREN/GO, 2014.
• FEBRE
Medicamento
Paracetamol
Dlplrona
Cajueiro
aa Praia
Posologia
10 mg/kg/dose: l gota/kg de peso/dose até 4x/dia
(inte rvalo m(nimo de 4 horas entre as doses).
10 mg/kg/dose: 1 gota/kg de peso/dose até 4x/dia.
intervalo de 6 horas (dose máxima por dia: 60 gotas até
6 a nos. 120 gotas de 6 a 12 anos e 160 gorns 1,arn
maiores de 12 anos).
Fonte: Guie de Orientaçõ es pera a Atuação da Equipe de Enfermagem na A1ençiio Primérie à Saúde
- COREN/MG, 201 7.
Orientações/Cuidados de Enfermagem:
• Orientar o uso de vestimentas teves.
• Orientar retorno imediato a qualquer s inal de perigo ou piora do quadro.
• Orientar retorno em dai$ dia$, se par$iStir a febre.
FLUXOGRAMA DE CONDUTAS PARA CRIANÇAS COM FEBRE
Consulta d e
enfermagem
Aprese nta sinais de perigo?
letargia, desconforto re spiratório, rigidez d a
nuca, abaulamento da fontanela?
NÃO
Encaminhar para consulta m , da Cuidados de enferma1em
Melhora do ciuadro d/nico?
SIM NÃO
ALTA Encaminhar para consulta médica
Fonte: Baseado no Protocolo de Enfermagem na Atenção Primária à Saúde no Estado de Goiás -
COREN/GO, 2014.
SAIS DE REIDRATAÇÃO ORAL
Situação Posologia
Diarreia aguda 50 a I OOml/kg para ser administrado no período
de 4-6 hora~.
Fonte: Manejo do Paciente com Diarreia:AvaUação do Estado de Hidratação do Paciente,
Ministério da Saúde, 2024.
-TERAPIA INTRAVENOSA
Crianças menores de 5 anos
Solução (1:1)
1/2 soro glicosado 5 %
1/i soro fisiológico 0,9%
FASERAPIDA
Volume torai
100 mi/kg
Tempo de infusão
2 horas
Fonte: Manejo do Paciente com Diarreia:Avaliação do Estado de Hidratação do Paciente,
Ministério da Saúde, 2024.
Após infusão, avaliar a criança e, assim que ela puder beber, iniciar o SRO,
mantendo hidratação por via venosa.
FASE DE MANUTENÇAO E REPOSIÇAO
Volume para manutenção
+
Volume para reposição
+
KCla10%
(SG 5%) 4:1 (SF 0,9%)-->
100 mVkg em 24h
(SG5%) 4:1 (SF 0,9%)-->
100 mi/kg em 24h
2 ml/100 mi em 24h
Fonte: Manejo do Paciente com Diarreia:Avaliação do Estado de Hidratação do Paciente,
Ministério da Saúde, 2024.
Crianças maiores de 1 ano
ANO V - EDIÇÃO 956 - TERESINA (PI), SEGUNDA-FEIRA, 14 DE ABRIL DE 2025 163
A INFORMAÇÃO IMPRESSA OFICIAL E LEGAL DOS ATOS DA ADMINISTRAÇÃO MUNICIPAL
www.diariooficialdasprefeituras.org
(Continua na página seguinte)
DIÁRIO OFICIAL
DAS PREFEITURAS PIAUIENSES
FASERAPIDA
Solução {1:1) Volume total Tempo de infusão
SF0,9% 30 mi/kg 30 minutos
Ringer Lactato ou solução
polieletrolítica
70 mi/kg 2 horas e 30 minutos
Fonte: Manejo do Paciente com Diarreia:Avaliação do Estado de Hidratação do Paciente,
Ministério da Saúde, 2024.
OBSTRUÇÃO NASAL
Medicamento Posologia
Soro Fisiológico 0,9% Lavar as narinas de 4 em 4 horas até apresentar
melhora.
Fonte: Guia de Orientações para a Atuação da Equipe de Enfermagem na Atenção Primária à
Saúde - COREN/MG, 2017.
, POLIVITAMÍNICOS
Situação Posologia
No RN a termo, do início do Dose: 1 gota por kg/dia, via oral
desmame até 2 anos, sempre
que a dieta for carente
No RN pré-termo e/ou baixo Dose: 1 gota por kg/dia, via oral.
peso, a partir de 1 º semana alé
2anos
Fonte: Guia de Orientações para a Atuação da Equipe de Enfermagem na Atenção Primária à
Saúde - COREN/MG, 2017.
, SUPLEMENTAÇÃO DE VITAMINA A
Situação Posologia
Crianças de 6 meses a 11 meses I megadose de vitamina A na concentração de
de idade 100.000 UI;
Crianças de 12 a 59 meses de I megadose de vitamina A na concentração de
idade 200.000 UI a cada 6 meses;
Fonte: Manual de Condutas Gerais do Programa Nacional de Suplementação de Vitamina AMinistério da Saúde, 2013.
, SUPLEMENTAÇÃO DE VITAMINA D
Situação
Crianças que apresentam fatores de risco:
prematuridade, pele escura, exposição
inadequada à luz solar, entre outros
Posologia
200 a 400 UI/dia de vitamina D.
19
........... "···~···· Cajueiro
aa Praia
Fonte: Guia de Orientações para a Atuação da Equipe de Enfermagem na Atenção Primária à
Saúde- COREN/MG, 2017.
. ZINCO
Nos casos de diarreia é indicada a prescrição uma vez ao dia, durante 1 O a 14 dias.
Idade Posologia
Até 6 meses de idade 10 mg/dia
Maiores de 6 meses de idade 20 mg/dia
Fonte: Guia de Orientações para a Atuação da Equipe de Enfermagem na Atenção Primária á Saúde
-COREN/MG, 2017.
• SUPLEMENTAÇÃO DE FERRO
O Programa Nacional de Suplementação de Ferro, do Ministério da Saúde
recomenda a suplementação a todas as crianças de 6 a 18 meses (ou, se não estiverem em
período de aleitamento materno exclusivo, a partir dos 4 meses) e mais precoce para as
crianças de baixo peso ao nascer e pré-termo (abaixo de 37 semanas).
No caso de anemia, o enfermeiro deverá encaminhar para consulta
médica para o devido tratamento.
Classificação Conduta
(Menores de 12 meses)
Crianças em aleitamento materno 1 a 2 mg/kg/dia de ferro dos 6 aos 18
exclusivo até os 6 meses meses. Se não tiver sido suplemeatada,
solicite hemograma entre 9 e 12 meses.
Crianças em uso de fórmulas ou leite 1 a 2 mg/kg/dia de ferro dos 4 aos 18
de vaca não enriquecidas com ferro meses. Se não tiver sido suplementada,
solicite hemograma entre 9 e 12 meses.
Prematuros sadios e bebês pequenos 2 mg/kg/dia de ferro após 1 mês de vida
para a idade gestacional por 2 meses. Depois, reduza a dose para 1
a 2 mg/kg/dia alé os 18 meses. Solicite
hemograma aos 15 meses.
Fonte: Saúde da Criança: crescimento e desenvolvimento-Ministério da Saúde1 2012.
Cuidados de enfermagem:
• Avaliar o tipo de aleitamento e aceitação das refeições de sal.
• Avaliar alimentação e orientar a mãe para o uso de alimentos ricos em ferro.
• Avaliar antecedentes de criança: prematuridade, baixo peso e morbidade neonatal.
• Associar o Sulfato Ferroso a sucos ricos em vitamina C e administrar 30 minutos
antes das refeições.
21
164 ANO V - EDIÇÃO 956 - TERESINA (PI), SEGUNDA-FEIRA, 14 DE ABRIL DE 2025
A INFORMAÇÃO IMPRESSA OFICIAL E LEGAL DOS ATOS DA ADMINISTRAÇÃO MUNICIPAL
www.diariooficialdasprefeituras.org
(Continua na página seguinte)
• Orientar o uso de Sulfato Ferroso com canudinho devido à destruição do esmalte
dos dentes.
• Alertar para a mudança de coloração das fezes e os cuidados com os dentes.
FLUXOGRAMA DE CONDUTAS PARA ANEMIA
Consulta de
enfermagem
Suspeita de anemia-+
rl'llirihr:líl'I ~o ho,..,......,,-,,.,...,
Palidez palmar leve e/ou Hb
..1 .. 1n .. 11 .. f.J1
Seguir orientações e prescrição de
sulfato ferroso segundo peso e
idade. Martar retorno em 14 dias.
Palidez palmar grave e/ou
Hb <7g/dl
Encaminhar para consulta
médica
Fonte: Baseado no Protocolo de Enfermagem na Atenção Primária à Saúde no Estado de
Goiás-COREN/GO, 2014.
• VERMINOSES
Parasitosc Medicamento Posologia
Ancilostomíase Mebendazol 100 mg, 2 x/dia, por 3 dias;
repetir 15 dias depois.
Ascaridíasc Albendazol 400 mg/dia, dose única.
Estrongiloidíase Tiabendazol 25 mg/kg/dia, 2 x/dia, por 3 dias.
Giardíase Metronidazol 30 a 40 mg/kg/ dia, por 7 dias.
Enterobíase (oxiuríase) Mebendazol 100 mg, 2x/dia, por 3 dias.
Albendazol 400 mg/dia, dose única.
Fonte: Guia de Orientações para a Atuação da Equipe de Enfermagem na Atenção Primária à
Saúde - COREN/MG, 2017.
Orientações de enfermagem:
• Beber água tratada ou fervida e lavar bem os alimentos e deixá-los de molho em
água com hipoclorito 2,0% (duas gotas por litro) por 30 minutos e lavar
novamente.
• Comer carne bem cozida ou assada,
23
• Manter as m ãos limpas e as unhas curtas e lavar as m ãos antes de
preparar os alimentos, de todas as refeições e após cada evacuação.
• Proteger os alimentos contra poeira, moscas e outros animais.
• Manter os pés limpos e calcados.
• Manter vasos sanitérios e fosses sempre cobertos e higienizados.
• N ão usar água parada para banho ou brincar.
FLUXOGRAMA DE CONDUTAS PARA PARASITOSES
INTESTINAIS
Queh1a de prurido anal
e/ou vermes nas fezes
Cuidados de enfermasem
Tratar oxlurfase ou ascarldlasl!!
Consu lta de
enfermacem
Saída d e verme pela boca Dor periumbilical, cólicas de
repetição, diarreia persistente,
constfpaçlo Intestinal, dor,
Solici t,u 3 ;;i,mostras de EPF {dias
Agendar retorno para 30 d ias.
Houve melhora do quadro?
NÃO
Encaminhar pani
consuh:a médica
Noto:
SIM
ALTA
Prescrição de acordo
com o parasita
encontrado
Culd a do1 d •
enfe.-magem
- Crianças a b aixo de 10 kg e/ou 2 a nos devem ser encaminhadas diretamente para a con sult a m édica.
- Atcntor-sc quonto oo prurido onol pois pode rcprc::1cntor umo queixo cm crionços obusodos
sexu almente. Fonte: Baseado no Pro t ocolo d e Enfermagem n a Aten ção Primári a à Saúde no E111tado
d e Goiá~ - COAEN/GO. 2014.
• COTO UMBILICAL
Medicamento
Nitrato de prata 2 % (bastão)
Posologia
Aplicar uma vez ao dia. durante um
minuto. protegendo a região pcriumbilical
Fonte: Baseado no Protocolo de Enfermagem na Atenção Prímária à Saúde no Estado de
Goiás - COREN/GO, 2014.
Orientações de enfermagem:
• Realizar higiene diária com água e sabão, enxaguar e seca r bem.
• Aplicar álcool 70% com cotonete ou gaze limpa após cada troca de fralda e
a pós o banho, no mínimo 3 vezes ao dia .
• Procurar atend imento mediante sinais de infecção (secreção purulenta, odor
fétido vermelh idão na pele ao redor do umbígo).
• Não cobrir o coto umbilical com faixas.
• Não utiliza r outros produtos como: pomadas. talcos, moedas etc.
24
FLUXOGRAMA DE CONDUTAS PARA COTO UMBILICAL
Sinais de infecção
Cuidados de enfermagem
e e ncaminhar para
consulta médica
Consulta da
enfermagem
Avaliação do coto umbilica l
Apresenta anormalidades?
SIM
Presença de
gnm1.1loma
Cuidados da
enfermagem.
Cauterizar com
Cu~Jgos de enfermaaem
ANO V - EDIÇÃO 956 - TERESINA (PI), SEGUNDA-FEIRA, 14 DE ABRIL DE 2025 165
A INFORMAÇÃO IMPRESSA OFICIAL E LEGAL DOS ATOS DA ADMINISTRAÇÃO MUNICIPAL
www.diariooficialdasprefeituras.org
(Continua na página seguinte)
DIÁRIO OFICIAL
DAS PREFEITURAS PIAUIENSES
Agendar retomo
para2dias
Fonte: Baseado no Protocolo de Enfermagem na Atenção Pr!mérla à Saúde no Estado de Goiás -
COREN/GO, 2014.
DOR DE OUVIDO
Medicamento Posologia
Poracetamol
Dipimna
10 mg/kg/dose: 1 gota/kg de peso/dose até 4x/dia
(intervalo mínimo de 4 horas entre as doses).
IO mg/kg/dose: 1 gota/kg de peso/dose até 4x/dia,
intervalo de 6 horas (dose máxima por dia: 60 gotas até
6 anos, 120 gotas de 6 a 12 anos e 160 gotas para
maiores de 12 anos).
Fonte: Guia de Orientações parti a Atuiu;:ão da Equipe de Enfermagem na Atenção Primária à, Saúde
- COREN/ MG, 2017.
Orientações/Cuidados de enfermagem
• Inspecionar hipertermia e medicar {temperatura ~37,SºC).
• Orientar a secagem do pavilhão auditivo com algodão ou gaze, conforme
necessidade e realizar a substituição desses até quando o pavilhão auditivo
estiver seco.
• Recomendar o uso de compressa morna e alertar quanto aos
cuidados com queimaduras.
FLUXOGRAMA DE CONDUTAS PARA DOR DE OUVIDO
Consulta de
enfermagem
lnspecion"'r "'º toque presença de tumefação
dolorosa na parte posterior do pavilhão
auricular. Dor de ouvido? Secreção purulenta no
ouvido? Há quanto tempo?
Encaminhar Dara
SIM NÃO
Cuidados/Orientações
de enfermagem
Melhora do quadro
clinico?
ALTA
SIM NÃO
Encaminhar para consulta médica
26
Fonte: Baseado no Protocolo de Enfermagem na Atenção Primária à Saúde no Estado de Goiás -COREN/GO, 2014.
SAÚDE DO ADOLESCENTE
Atribuições do enfermeiro:
• Promoção da Saúde.
• Atendimento ao adolescente quanto a crescimento e desenvolvimento.
• Desenvolver vínculos que favoreçam um diálogo aberto sobre questões de saúde.
• Promover imunização adequada;
• Identificar adolescentes que estejam sujeitos a comportamentos de risco.
• Aconselhamento de práticas sexuais responsáveis e seguras.
• Orientações quanto a métodos contraceptivos.
• Sensibilizar adolescentes homens para o autocuidado e na
corresponsabilização pela saúde sexual e saúde reprodutiva sua e de sua
parceria.
• Enfatizar o uso de preservativo como prática indispensável na prevenção de
doenças sexualmente transmissíveis e de infecção pelo HIV.
1
'
FLUXOGRAMA DE CONDUTAS PARA O
ATENDIMENTO DE ADOLESCENTES
Consulta de Grupo de Adolescentesenfermagem uta
+ 1 ~ '
Serviço Social 1 Psicólogo 1 6 ~ ontók>go_J Nutricionista
Fonte: Baseado no Protocolo de Enfermagem na Atenção Primária à Saúde no Estado de Goiás - C0REN/G0, 2014.
SOLICITAÇÃO DE EXAMES
Os exames mais solicitados no contexto da Saúde do Adolescente são:
Hemograma completo
Glicemia em jejum
Exame Parasitológico de Fezes (EPF)
Urina
Perfil lipídico (colesterol total, frações e
triglicérides).
Citologia anual
Teste rápido de gravidez
Teste rápido para ISTs.
Fonte: Proteger e cuidar da saúde de adolescentes na Atenção Básica - Ministério da Saúde, 2017.
166 ANO V - EDIÇÃO 956 - TERESINA (PI), SEGUNDA-FEIRA, 14 DE ABRIL DE 2025
A INFORMAÇÃO IMPRESSA OFICIAL E LEGAL DOS ATOS DA ADMINISTRAÇÃO MUNICIPAL
www.diariooficialdasprefeituras.org
(Continua na página seguinte)
-ANTICONCEPCIONAIS HORMONAIS ORAIS
Método Orientações
Anticoncepcional - Ingerir o primeiro comprimido no primeiro dia do ciclo
hormonal oral combinado mcnstmal.
(Levonorgestre l 0. 15 mg +
Elinilcstradiol 0.03 mg)
Minlpflula
(Noretisterona 0,35 mg)
- A usuária deve ingerir um comprimido por dia até o
término do cartela, preferencialmente no me!lmo horário.
- Ao final da cartela. se esta for de 21 comprimidos, fazer
pausa de sete dias e iniciar nova carreia no oitavo dia.
- Caso não ocorra a menstruação no intervalo entre as
cartela!., me!lmo a!l!lim, n u!luórin deve inic iar nova cartela
e procurar o serviço de saúde para descartar a hipótese de
gravidez.
- Orientar quanto ao processo de adaptação do organismo
e do aparecimento de efeitos secundários.
- Orientar quanto aos procedimentos no caso de
esquecimento do comprimido, vômito/diarreia.
- Ingerir o primeiro comprimido preferencialmente no
primeiro dia do ciclo menstrual.
- O uso da minipílula é contínuo, não deve haver intervalo
entre as cartelas.
- A usuária deve tomar uma pílula todos os dias, sempre
no mesmo horário, porque o atraso de algumas horas na
ingestão da minipílula aumenta o risco de gravidez. O
esquecimento de duas ou mai s pílulas aumenta mais ainda
esse risco.
- Quando uma canela termina, no dia seguinte ela deve
tomar a primeira pílula da próxima cartela (não deixar dias
de descaMn). TodM M pílulas dn cartela sl'io ativM.
- Orientar quanto aos procedimentos no caso de
esquecimento de pílulas.
Fonte: Saúde Sexual e Reprodutiva - Ministério da Saúde, 2010.
Método Orientações
Anticonccpcionu.1 - A prime iro injeçüo deve se r feita até o quinto dia do início
h ormonal injetável da rnc n:.truação.
mcn$11I - A:. aplicaç ,X::::. s ubsequente:. devem ocorrer a cada 30 dias,
(Noreliste rona 50 mg/m.L nrni~ ou mcno~ lrês diu~. indcpcnclcntcmcnl c ,h1
+ Esm1diol A cetato .5 mc nstnrnç:;lo,
mg/mL) - Deve-se aplicar por via intramuscular p rofunda. na
Anlict,nccpcionol
hormonal injetável
trimestral
(Acetato de
nádeg a (môsculo g lúteo. quodrnntc s uperio r lotcrnl).
- Se houver utraso de mais de três dias pa.ru u up licaçüo da
nova injeção. a us uá ri a deve ser orientada pa ra o u so d a
camisinha o u evitar re lações sexua is até a próxima
injeção.
- A primciru injeção <leve ser fcilu uté o sé timo <lia <lo
iníc io d a me nstnrnç:'lo.
• A s npli cnções subseque nt es devem ocorrer a cadn três
meses. independentemente da me nstnrnção.
Medroxipmge sterona 150 - O prazo máx imo permitido entre cada inj eção
mg/mL) s ubsequente é de duas semonaq antes ou depois do doto
p rcvistu.
• Para mulheres que cenham recebido a primeira injeção
depois do sélimo dia d o início d a m e n struaç3o. aconselhar
o u so de m étodo adicional. de barreira. durante sete dias
- A usuário deve procurar retornar u tempo p aru a próxima
injcçílo, c1ue deve ser apli cm:ln n cada 9 0 d ias. Poré m e ln
pode vir nté duas sem anas mais cedo ou nré duns semanas
1nuis tnrdc.
- Se houver atraso de mais d e duas semanas para a nov~,
injeção, o mulhe r d e ve us ar preservativo ou evitnr relações
sexuais ncé n próxima injeção.
- Deve-se aplicar por v ia intramuscular proíunda,
nádes.i:1 (músculo s.lúreo, qmu.lrJnte superior lute rJI) .
Fonte: Saúde Sexual e Re produtiva - Mini stério da Saúde, 201 O.
-ANTICONCEPÇÃO DE EMERGÊNCIA
Método Administração
Pílula conte ndo Comprimido com 0 ,75 m i; 2 comprimidos (d ose t'inica) o u I
apenas pmgestág eno de levono1·geslrel comprimido a cada 12 ho ras (2
- Lcvonorgcslrcl d oses - total de 2 comprimidos).
Comprimido com J ,5 m g
de levon orgestrcl I compdmido (d ose 1.inica)
Fonte: Proteger e cuidar da saúde de
adolescentes na Atenção Básica -
Ministério da Saúde, 2017.
SAÚDE DA MULHER
Controle dos cânceres do colo do útero e da mama
Atribuições do Enfermeiro:
• Atender as usuárias de maneira integral;
• Realizar consulta de enfermagem incluindo a coleta do exame
citopatológico, de acordo com a faixa etária e quadro clínico da usuária;
• Solicitar exames de acordo com os protocolos ou normas técnicas
estabelecidas pelo gestor local;
• Examinar e avaliar usuárias com sinais e sintomas relacionados aos
cànceres do colo do útero e de mama;
• Avaliar resultados dos exames solicitados e coletados, e, de acordo com os
protocolos e diretrizes clínicas, realizar o encaminhamento para os serviços
de referência em diagnóstico e/ou tratamento dos cânceres de mama e do
colo do útero;
• Prescrever tratamento para outras doenças detectadas, como ISTs, na
oportunidade do rastreamento, de acordo com os protocolos ou normas
técnicas estabelecidas pelo gestor local;
• Realizar cuidado palialivo, na UBS ou no domicílio, de acordo com as
necessidades da usuária;
• Avaliar periodicamente, e sempre que ocorrer alguma intercorrência, as
usuárias acompanhadas em atenção domiciliar, e, se necessário, realizar o
encaminhamento para unidades de internação;
• Contribuir, realizar e participar das atividades de educação permanente de
todos os membros da equipe;
• Participar do gerenciamento dos insumos necessários para o adequado
funcionamento da unidade básica de saúde.
SOLICITAÇÃO DE EXAMES
Exames mais soHcltados para a prevenção do câncer de colo de útero e mama:
Citopatológico de colo uterino
Mamografia
32
Fonte: Guia de Orientações para a Atuação da Equipe de Enfermagem na Atenção Primária à Saúde
- COREN/MG, 2017.
ANO V - EDIÇÃO 956 - TERESINA (PI), SEGUNDA-FEIRA, 14 DE ABRIL DE 2025 167
A INFORMAÇÃO IMPRESSA OFICIAL E LEGAL DOS ATOS DA ADMINISTRAÇÃO MUNICIPAL
www.diariooficialdasprefeituras.org
(Continua na página seguinte)
DIÁRIO OFICIAL
DAS PREFEITURAS PIAUIENSES
PRESCRIÇÃO MEDICAMENTOSA
CORRIMENTO VAGINAL E INFECÇÕES SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS
• CANDIDÍASEVULVOVAGINAL
Caraclerístle&'I Orientações
dínicM
• Secreção vaginal Medidas higiênicas:
branca, grumosa • Uso de roupas
aderida à parede íntimas de algodão
vaginal e ao colo do (para melhorar a
útero; ventilação e diminuir
• Sem odor; umidade na região
• Prurido vaginal vaginal);
intenso; • Evitar calças
• Edema de vulva; apertadas;
• Hiperemia de • Retirar roupa
mucosa; íntima pam dormir.
• Dispareunia de
introito.
Tratamento medicamentoso
Via vaginal:
• Miconazol creme a 2% - um aplicador (5 g)
à noite, ao deitar-se, por 7 dias; OU
• Clotrimazol creme a 1 %- um aplicador (5 g)
à noite, ao deitar-se, por 7 dias; ou óvulos 100
mg - uma aplicação à noite, ao deitar-se, dose
única; OU
• Tioconazol creme a 6% - um aplicador (5 g)
à noite, por 7 dias; ou óvulos 300 mg - uma
aplicação à noite, dose única; OU
• Nistatina 100.000 UI - um aplicador à noite,
ao deitar-se, por 14 dias.
Via oral:
Reservada para os casos de candidíase
resistente ao tratamento tópico
• Fluconazol, 150 mg, VO, dose única;
• ltraconazol, 200 mg, VO, 12112h, por I dia.
Fonte: Protocolo Saúde das Mulheres - Ministério da Saúde, 2016.
, VAGINOSE BACTERIANA
Características dínie&'I Tratamento medicamentoso
• Secreção vaginal acinzentada, Via oral:
cremosa, com odor fétido, mais • Metronidazol, 500 mg, VO, a cada 12 horas, por 7 dias;
acentuado após o coito e durante o
período menstrual. Via vaginal:
• Sem sintomas inflamatórios. • Metronidazol gel vaginal, 1 OOmg/g,
1 aplicador (5 g), 1 x/dia, por 5 dias;
• Clindamicina creme 2%, 1 aplicador (5 g), Jx/ dia, por 7
dias.
Fonte: Protocolo Saúde das Mulheres - Ministério da Saúde, 2016.
34
• TRICOMONÍASE
[ Caracteristlcas clínicas Orientações Tralamenlo medlcamento8o
• Secreção vaginal • Fornecer informações sobre Viu oral:
umardo-csvcrdcu<la. as 1ST e sua prevenção .
hnlhrnm e fétida. • Oferta.- lestes pan1 Hrv,
• O utros sintomas: sífilis. hepatite 8 , (quando
pmrido inte nso . edema disponíveis).
de vul va. disparcunia, • Ofertar preservativos e gel
colo com petéquias e em lubrificume.
''frwnbocsa•·.
• Menos frequente :
dis(íria.
• Ofertar vacinação co ntra
Hepatite B.
• Convocar e tratar as
parcerias sexuais.
Fonte; Protocolo Saúde das Mulheres - Mlnlstêrlo da Saúde. 2016.
-GONORREIA E CLAMÍDIA
• Mclronitla?.ol, 2 g, dose única;
ou • Mctronidazol. de 400 a 500
mg. l 2/ 12h, por 7 dias; OU
• Mcl'ronidazol, 250 mg, 818h.
por 7 dius: OU
• Secnidozol, 2 g. dose única;
ou • Tinidaz.ol. 2 g. dose tfoi ca
Cancteri,tlcas cffnlcas Orlentaçõa Tratamento medicamentoso
As ccrvicilcs são • Fornecer info.-maçõcs sobre Gonorreia:
assintumálica.-. cm torno as 1ST e sua prevenção . • Cipn.,nuxacino,
de 70 % a 80% dos casos. • Ofertar lc!>tes pan1 HIV, 500 mg, VO, dos.e 1foi ca (n:J.o
sífilis. hepa1i1e B. (quando recomendado para menores de
• Sinlormíticos: disponive is). J !! anos); OU
Conimc nlo vaginal, • Ofcnnr prescrvmi vos e gel • Ceftriuxona, 500 mg rM, dose
~ mgramemo lubrificunte. únicu.
intermenstrual ou pós- • Ofertar vacinação contra
coito . dispareunia e Hepatite B. Clamídia:
dis úria. • Convoca.- c tr.:itaras • Azitromicina, 1 g, VO, dose
parcerias sexuais. única : OU
• Acha<lo~ ao exame
físico: sangramento ao
toque da espátula ou
swab, material
muco purulcnto no
orifício externo do colo e
dor à mobilização do
colo uterino.
Fonte: Protocolo Saúde das Mulheres - Ministério da Saúde, 2016.
Pré-Natal
Atribuições do Enfermeiro:
• Ooxiciclina, 100 mg. VO,
lx/dia. por 7 o I O dias.
• Orientar as mulheres e suas familias sobre a lmportancla do pré- natal, da
amamentaç ão e da vacinaçã o ;
• Realiza.- o cadas tramento da gestante no e-SUS e fornecer o Cartão da
Gestante devidamente preenchido (o cartão deve ser verificado e atu alizado
a cada consulta):
• Realizar a consulta de pré-natal de gestação de baixo risco Intercalada com
a prt:i:st:inça do(.1:1) médico(.1:1};
36
• Solicitar t:ixames complemt:intart:is dt:i 3cordo com o protocolo local dt:i pré-n8tal;
• Realizar testes rápidos:
• Prescrever medicamentos padronizados para o programa de pré-natal
(sulfato ferroso e ácido fólico, a tém de medicamentos padronizados para
tratamento das ISTs, conforme protocolo da a b o rdagem slndrõmlca);
• Orientar o vocinação das gestantes (contra tétano. dTpa e hepatite B);
• Identificar as gestantes com a lgum sinal de alarme e/ou identificadas como
de alto risco e t:incaminhá- l3s para consulta médica. Caso seja cl3ssificada
como de a lto risco e hou ver dificuldade pera agendar a consulte médica (ou
demora signif icativa para este atendimento), a gestante deve ser
encaminhada diretamente ao serviço de referência;
• Rt:iallzar t:ixame clínico das mam.1:1s t:i colt:ita para t:ixamt:i citopatológico do
colo do útero;
• Desenvolver atividades educativas, individuais e em grupos (grupos ou
atividades de sala de espera);
• Orient ar as gestantes e a equipe quanto aos fatores de risco e à vulnerabilidade;
• Orientar as gostantes sobro a periodicidade das consultas o realizar busco
ativ8 das gestantes falto:sas;
• Realizar visitas domiciliares durante o período gestaclonal e puerperal,
acompanhar o processo de aleit amento e orientar e mulher e seu
companheiro sobre o planej amento f amiliar.
SOLICITAÇÃO DE EXAMES
Exames mais solldtadoe: para o acompanhamento do p~natal:
Hemog rnma
Tipagem sanguínea e fator Rh
Coombs indireto (se for Rh negativo)
G licemia c m jejum
Sorolog iu pum hepatite B (HbsAg )
Sorologia para Hepatite C
Urina ripo 1
Urncultura
37
168 ANO V - EDIÇÃO 956 - TERESINA (PI), SEGUNDA-FEIRA, 14 DE ABRIL DE 2025
A INFORMAÇÃO IMPRESSA OFICIAL E LEGAL DOS ATOS DA ADMINISTRAÇÃO MUNICIPAL
www.diariooficialdasprefeituras.org
(Continua na página seguinte)
Teste rápido de triagem para sífilis e/ou
VDRL
Teste rápido diagnóstico e/ou sorologia
anti - HN
Parasitológico de fezes (se houver
indicação clínica)
Ultrassonografia obstétrica
Sorologia para Toxoplasmose lgM e lgG Sorologia para Rubeola lgG e lgM
Fonte: Guia de Orientações para a Atuação da Equipe de Enfermagem na Atenção Primária à
Saúde - COREN/MG, 2017.
PRESCRIÇÃO MEDICAMENTOSA
• HIPERÊMESE GRAVÍDICA
Medicamento Posologia
Metoclopramida
Dimenidrato + cloridrato de piridoxina
1 O mg de 8/8 horas
50 mg de 6/6 horas + 1 O mg de 6/6 horas
(não exceder 400 mg/dia)
Fonte: Protocolo Saúda das Mulheras - Ministério da Saúde, 2016.
FLUXOGRAMA DE CONDUTAS PARA QUADROS DE
NÁUSEAS E VÔMITOS
Consulta de
enfermagem
• Investigar causas
Confirmada hlpe r ê m ese gravfdica
----1
Orientar:
1 , Realiza r alimentação fracionada (mfnl m o três r e fe ições e dois
lanches por dia);
2. Aliment ar assim que acordar;
3. Evitar jejum prolongado;
4, Comer devagar, m astigando bem os alim entos;
S. Dar preferência a alimentos pastosos e secos;
6. Evitar alimentos gordurosos, condime ntados e com odor forte;
7. Manter boa ingestão de áaua e líquidos.
Avaliar a n ecessidade de uso de medkamentos:
Fonto: Protocolo Saúde dos Mulheres - Ministórlo do Soúdc, 2016.
· DOR ABDOMINAL, CÓLICAS,
FLATULÊNCIA E
INTESTINAL
OBSTIPAÇÃO
Medicamento
Dime licona, (40-80 m g). de 6/6 horas
S upositó rio de g licerina
H ioscina ( 1 cápsula. via oral, 10 mg). d e 8/8
horas)
Fonte: Protoco lo Saúde des Mulheres - Ministério da Seilde, 2016.
• CEFALEIA E DOR LOMBAR
Medicamento
Paracctamol (500-750 m g). de 6/6 horas;
Dipirona (500-1 .000 mg). de 6/6 h oras.
Font e: Protocolo Saúde das Mulhe res - Mlnlst6rlo da Saúde, 2016,
Indicação
Gases
Obstipação
Cólicas
Indicação
Cefaleia ou
Dor lombar
• PIROSE E AZIA
Medicamento
Hidróxido de alumínio ou magnésio, dois a
quatro comprimidos mastigáveis após as
refeições e ao deitar-se.
Indicação
Pirose e azia
Fonte; Protocolo Saúde das Mulheres - Ministério da Saúde, 2016.
• ÁCIDO FÓLICO
Medicamento
Ácido fólico
Posologia
5 mg, via oral, por dia
(Dois meses antes da gestação e nos
dois primeiros meses da gestação)
Fonte: Protocolo Saúde díls Mulheres - Ministério da Saúde, 201 6.
• CARBONATO DE CÁLCIO
Medicamento
Carbonato de cálcio
Posologia
dois comprimidos de carbonato de
cálcio 1.250 mg (500 mg de cálcio) ao
dia , equivalente a 1.000 mg de cálcio
elementar, para todas as gestantes,
com início na 12ª semana de gestação
até o momento do parto.
Fonte: Nota Técnica Conjunta Nº 251/2024- COEMM/CGESMU/DGCI/SAPS/MS E CGAN/OEPPROS/SAPS/MS
,SUPLEMENTAÇÃO DE FERRO
Medicamento Posologia
Sulfato ferroso: um comprimido de 200 mg Administrar longe das refeições e
equivalente a Ferro elementar: 40 mg preferencialmente com suco cítrico.
Profilático: 1 comprimido (indicada
suplementação diária a partir do
conhecimento da gravidez até o terceiro
mês após parto).
Tratamento: 4 a 6 comprimidos.
Fonte: Protocolo Saúde das Mulheres-Ministério da Saúde, 2016.
FLUXOGRAMA DE CONDUTAS PARA ANEMIA
GESTACIONAL
Consulta de
enfermagem
~ Gestante apresentando quadro de
anemia (hemoglobina dlg/dl) -- -----.----'
~
, ~ emC4)SIDW}&~t-\ i'so/WI~ g/dl
200 mglilladesulfato ferroso, uma hora antes das
refeições (dois cp. antes do café, dois cp. antes do
almoço e um cp. antes do jantar), de preferência com
suco de frutas cítricas.
' L He,...-eiUl."tf/dl
Encaminhar ao pre-natal
de alto risco
41
ANO V - EDIÇÃO 956 - TERESINA (PI), SEGUNDA-FEIRA, 14 DE ABRIL DE 2025 169
A INFORMAÇÃO IMPRESSA OFICIAL E LEGAL DOS ATOS DA ADMINISTRAÇÃO MUNICIPAL
www.diariooficialdasprefeituras.org
(Continua na página seguinte)
DIÁRIO OFICIAL
DAS PREFEITURAS PIAUIENSES
Níveis aumentados
de hemoglobina?
' Manter tratamento até hemoglobina >11 g/dl, depois manter dose profilática
Fonte: Protocolo Saúde das Mulheres- Ministério da Saúde, 2016.
QUEIXAS URINÁRIAS
• BACTERIÚRIA ASSINTOMÁTICA E INFECÇÃO DO TRATO
URINÁRIO (ITU) NÃO COMPLICADA
Medicamento POQogia
Nitrofurantoína ( I 00 mg) Uma cápsula, de 6/6h, por 1 O dias
(Evitar uso após 36' semana de gestação)
Uma cápsula, de 6/6h, por 7 a I O dias
Uma cápsula, de 8/8h, por 7 a 10 dias
Cefalexina (500 mg)
Amoxicilina-clavulanato (500 mg)
Fonte: Protocolo Saúde das Mulheres -Ministério da Saúde, 2016.
FLUXOGRAMA DE CONDUTAS PARA QUEIXAS
URINÁRIAS
Consulta de
enfermagem
.. Apresenta sintomas de ITU:
Dor ao urinar;
Dor suprapúbica;
Urgência miccional;
Aumento da frequência urinária;
,_____Nictúci,~·---,------~
•
SIM
Apresenta sintomas slstêmlcos?
Febre;
Taquicardia;
Calafrios;
Náusea/vômito;
~ li NÃO
Encaminhar para
consulta médica
Solicitar EAS e Urocultura
•
ÍOtratamento deve segui;,-sempre que passivei, os resultados
I_ obtidos pelo antibiograma
..t
• Repetir urocultura 7 a 10 dias após a conclusão do tratamento;
Verificar se o quadro de infecção é recorrente ou de repetição;
Na apresentaç:io de um segundo eplsódlo1 encaminhar ao médico.
Fonte: Protocolo Saúde das Mulheres - Ministério da Saúde, 2016.
CORRIMENTO VAGINAL E INFECÇÕES SEXUALMENTE
TRANSMISSÍVEIS
• CANDIDÍASE VULVOVAGINAL
Tratamento medicamentoso
• Miconazol creme a 2%- um aplicador (5 g) à noite, ao deitar-se, por 7 dias; OU
• Nislatina 100.000 UI-um aplicador à noite, ao deitar-se, por 14 dias; OU
• Clotrimazol também é uma opção para gestantes e nutrizes.
Fonte: Protocolo Saúde das Mulheres-Ministério da Saúde, 2016.
• VAGINOSE BACTERIANA
Tratamento medicamentoso
Via oral (independentemente da idade gestacional e nutrizes):
• Metronidazol, 250 mg, VO, a cada 8 horas, por 7 dias; OU
• Metronidazol, 500 mg, via oral, a cada 12 horas, por 7 dias; OU
• Clindamicina, 300 mg, VO, a cada 12 horas, por 7 dias.
Via intravaginal:
• Clindamicina óvulos, 100 mg, 1 x/dia, por 3 dias OU
• Metronidazol gel a 0,75%, 1 aplicador (5 g), lx/dia, por 5 dias.
Fonte: Protocolo Saúde das Mulheres -Ministério da Saúde, 2016.
, TRICOMONÍASE
Tratamento medicamentoso
Via oral (independentemente da idade gestacional e nutrizes):
• Metronidazol, 2 g, VO, dose única; OU
• Metronidazol, 250 mg, YO, a cada 8 horas, por 7 dias; OU
• Metronidazol, de 400 a 500 mg, via oral, a cada 12 horas, por 7 dias.
Fonte: Protocolo Saúde das Mulheres- Ministério da Saúde, 2016.
170 ANO V - EDIÇÃO 956 - TERESINA (PI), SEGUNDA-FEIRA, 14 DE ABRIL DE 2025
A INFORMAÇÃO IMPRESSA OFICIAL E LEGAL DOS ATOS DA ADMINISTRAÇÃO MUNICIPAL
www.diariooficialdasprefeituras.org
(Continua na página seguinte)
• GONORREIA
Tratamento medicamentoso
Primeira escolha:
• Ceftriaxona, 500 mg IM, dose única
Segunda escolha:
• Espectrinomicina, 2 g IM, dose única OU
• Ampicilina 2 ou 3 g + Probenecida, 1 g, VO, dose única OU
• Cefixima, 400 mg, dose única
Fonte: Protocolo Saúde das Mulheres- Ministério da Saúde, 2016.
CLAMÍDIA
Tratamento medicamentoso
Primeira escolha:
• AziLromicina, 1 g, VO, dose única.
Segunda escolha:
• Amoxiciclina, 500 mg, VO, a cada 8 horas, por 7 dias; OU
• Eritromicina estearato, 500 mg, VO, a cada 6 horas, por 7 dias OU
• Eritromicina estearato, 500 mg, VO, a cada 12 homs, por 14 dias.
Fonte: Protocolo Saúde das Mulheres- Ministério da Saúde, 2016.
• SÍFILIS
Fase clínica
Sífilis primária
Medicamento
Penicilina Benzatina
2.400.000 U1
IM. dose única. 1.200.000 Ul em
cndn ghíreo
Sífilis recente
secundária e latente
Penicilina Benzatina
2.400.000 UI
IM, repetida após uma semana,
sendo a dose rotai 4.800.000 UI
Sífilis tardia la tente e
terciária
Tratamento altcmativo
Penicilina Benzatinn
2.400.000 Ul
Ccftriaxona 1 g
IM. semanal (por 3 semanas),
sendo a dose lotai de 7.200.000 UI
IV ou lM. l x./dia, por 8 a 10 dias
Fonte: Protocolo Saúde das Mulheres - Ministério da Saúde, 2016,
FLUXOGRAMA DE CONDUTAS PARA SÍFILIS
Consulta de
enferma1em
:+ Sollcltaç:to de teste rápido para sffllls e VDRL
+ Teste ripldo poslttvo: tratar com primeira dose de penicilina e
agendar retorno em 7 dias para teste não treponêmico. Não é
n@cessá rio aguardar o VDRL para iniciar tratamento.
Seguir os Protocolos para tr3tamento de 1ST.
Repetir o exame no 3' trimestre, no momento do p3rto e em
caso de 3bortamento.
----,. Realizar teste trepon~mlco {FTA·Abs, TPHA, ou MHATp ou ELISA)
.. Quando indisponível ou não sendo possível obter o resultado até
7 semanas antes da data prov~vel do parto
.. Testar gestante e parceria sexual {VORL)
Realizar teste rápido no momento da consulta e do resultado do teste não
treponêmico positivo.
Se reagente, tratar conforme a forma clinfca da doença.
Se não reaaente, orientar sobre 1ST e repetir teste rápido no 3• trimestre de
gestação.
Se parceria com teste positivo, tratar conforme fase cllnlca da doença.
Se parceria com test e negativo, administrar dose profllática de penlclllna benzatlna
Fonte: Protocolo Saúde das Mulheres- Ministério da Saüde, 2016.
CLIMATÉRIO
Atribuições do
enfermeiro:
• Acolhimento com escuta qualificada;
Direcionamento para o atendimento necessário;
• Realização de exame físico geral, exame físico específico,
confirmação do climatério;
• Plano de cuidados (abordagem integral e não farmacológica das
queixas no cLimatério);
• Abordagem motivacional quanto ao estilo de vida saudável;
• Orientar anticoncepção no climatério;
Realizar ações de prevenção de forma individualizada, em especial, quanto
a doenças crônico-degenerativas, cardiovasculares, metabólicas e
neoplásicas, de acordo com a faixa etária, história, fatores de risco e
comorbidades.
• Educação em saúde.
FLUXOGRAMA DE CONDUTAS PARA ATENDIMENTO À
MULHER NO CLIMATÉRIO
' Solicitar exames de rotina:
• Hemograma;
• TSH;
• Glicemia;
, TTG;
• Colesterol e frações;
• Triglicérides;
TGOeTGP;
• EAS e Urocultura;
• Pesquisa de sangue oculto
Consulta de
enfermag~
Encaminhamentos necessanos
à equipe multiprofissional:
médico, odontólogo, assistente
social, nutricionista.
1
'
Educação e Saúde
· Autocuidado considerando as
alterações ffsicas
• Autoestima
-Informações sobre sexualidade
- Estimular a prática~
Fonte: Baseado no Protocolo de Enfermagem na Atenção Primária à Saúde no Estado de GoiásCOREN/GO, 2014.
ANO V - EDIÇÃO 956 - TERESINA (PI), SEGUNDA-FEIRA, 14 DE ABRIL DE 2025 171
A INFORMAÇÃO IMPRESSA OFICIAL E LEGAL DOS ATOS DA ADMINISTRAÇÃO MUNICIPAL
www.diariooficialdasprefeituras.org
(Continua na página seguinte)
DIÁRIO OFICIAL
DAS PREFEITURAS PIAUIENSES
SAÚDE DO HOMEM
Atribuições do enfermeiro:
• Possibilitar o acesso, acolhimento e recepção do usuário;
• Consulta de enfermagem com avaliação holística progressivamente integral da
situação de saúde do indivíduo, família e comunidade; definição dos
diagnósticos de enfermagem; realização das intervenções; avaliação dos
cuidados e anotações de enfermagem;
• Encaminhamentos a consultas multiprofissionais ou serviço especializado.
FLUXOGRAMA DE CONDUTAS PARA A
,------J--L-............_.ÇÃO DE EXAMES
Consulta de
eQéaOOT NA
Já realizou exames laboratoriais de rotina?
' '
\ /
DIRECIONAR PARA EXAMES LABORATORIAIS
'
Orientações co ie,hPablm\ • câ,nceF-P1ó_s'rta; . ,1• 1
social, avaliar s sâ6i ,Hf-1 al6lllluna: T~1orona se ~rientações cor responsabilidade
e a necessidade é ~Fr8~~T~~p~ le '. . . 1 ". social, explicar o preparo e ~-----+-· G_1ce_m_1a_e_m~Je~JU~ = Diagnostico de diabetes; encaminha para os exames
• Dosagem de colesterol etriglicerídeos: Detecta íslípidemia·~ -----~
• Sorologia para HIV e Hepatite B;
• EAS e urocultura;
• Creatinina e ácido úrico: Função renal;
· TGO E TGP: Função hepática.
Encaminhar para Centro de Referência e
orientações acerca dos grupos de apoio da UBS
Retorno anual a consulta de enfermagem e
orientações acerca dos grupos de apoio da UBS
Contra-referência para Cardiologista e Urologista
Fonte: Baseado no Protocolo de Enfermagem na Atenção Primária à Saúde no Estado de
Goiás -COREN/GO, 2014.
SAÚDE DO IDOSO
Atribuições do enfermeiro:
• Atender ao usuário de maneira integral;
• Realizar atenção integral à pessoa idosa;
• Realizar assistência domiciliar, quando necessário;
• Realizar consulta de enfermagem, incluindo a avaliação multidimensional
rápida e instrumentos complem entares, se necessário, solicitar exames
complementares e prescrever medicações, conforme protocolos ou outras
normativas técnica s estabelecidas pelo gestor municipal, observadas as
disposições legais da profissão;
• Supervisionar e coordenar o trabalho do Comunitário de Saúde (ACS} e da
equipe de enfermagem;
• Realizar atividades de educação permanente e interdisciplinar junto aos
demais profissionais da equipe;
• Orientar ao idoso. aos familiares e/ou cuidador sobre a correta utilização dos
medicamentos.
SOLICITAÇÃO DE EXAMES
Exames mal.ti iolldtados na sa6de do Idoso:
Hemograma completo
Colesterol total e frações
Triglicérides
PSA total e li vre
Gl.iccmia cm jejum
Vitamina 812
Vitamina .D
Ureia
Creatinina
Cálcio
Urina rotina
Eletrocardiograma (ECG)
Fonte: Guia de Orientações para a Atuação da Equipe de Enfermagem na Atenção Primária é
Saúde - COREN/MG, 2017.
Atribuições do Enfermeiro:
• Atender as usuárias de maneira integral;
• Realizar consulta de enfermagem e a coleta do exame citopatológico de
acordo com a fai xa etária e quadro clínico da usuária;
• Realizar consulta de enfermagem e o exame clinico das mamas de acordo
com a faixa etária e quadro clínico da usuária;
• Orientar sobre os m étodos anticoncepcionais existentes e disponíveis na
Atenção Básica, informando a eficácia de cada método, sua forma de uso,
possíveis efeitos adversos e contraindicações diante de certos
antecedentes clínicos e/ou ginecológicos;
• Reforçar a importância do retorno para acompanhamento c línico conforme
método em uso e disponibilidade da usuária;
• Prescrever métodos de acordo com adequação e escolha informada da
usuária, considerando fatores individuais, contexto de vida dos usuários (as)
no momento da escolha do m étodo e critérios de elegibi lidade;
• Prescrever medicamentos preestabelecidos em programas de saúde
pública e em rotinas aprovadas pelo gestor local;
• Solicitar exames de acordo com os protocolos ou normas técnicas
estabelecidas pelo gestor local.
SOLICITAÇÃO DE EXAMES
Gonadotrofina coriônica humana (BHCG)
Ultrassom pélvico
Espem1ograma
Sorologia para Hepatite B
Sorologia para Sífilis
Sorologia para HIV
Sorologia para Toxoplasmose
Sorologia para Rubéola
Do agem honno nal: TSH. T4 livre e
prolactina
Fonte: Guia de Orientações para a Atuação da Equipe de Enfermagem na Atenção Primária à
Solide - COREN/MG, 2017.
172 ANO V - EDIÇÃO 956 - TERESINA (PI), SEGUNDA-FEIRA, 14 DE ABRIL DE 2025
A INFORMAÇÃO IMPRESSA OFICIAL E LEGAL DOS ATOS DA ADMINISTRAÇÃO MUNICIPAL
www.diariooficialdasprefeituras.org
(Continua na página seguinte)
FLUXOGRAMA DE CONDUTAS PARA ESCOLHA DO
MÉTODO CONTRACEPTIVO
Temporários
(reversíveis)
,. • Hormonais:
orais
injetáveis;
• Implantes
subcutâneos;
• Adesivos
,.
Barreira 1
,. • Preservativo
{masculino e
feminino);
• Diafragma;
Consuttade
enfermaeem
Métodos cof traceptivos
,. ,. ,. .----,n-tra_u_te-rin_o_s --,1 1 Comportamentais [ ~J _0e_ f,_,n_itivo- , ~
,. ,. ~~"'--~ • DIU: cobre e • Laqueadura
levonorgestrel
• Tabelinha;
• Curva térmica
basal;
• Sintotérmico.
tubâria;
• Vasectomia.
• Espermatlcfda
Fonte: Baseado no Protocolo de Enfermagem na Atenção Primária à Saúde no Estado de
Goiás-CORENIGO, 2014.
,ANTICONCEPCIONAIS HORMONAIS ORAIS
Anticoncepcional - Ingerir o primeiro comprimido no primeiro dia do ciclo
hormonal ornl combinado menstrual.
(Levonorgestrel O, 15 mg + - A usuária deve ingerir um comprimido por dia até o
Etinilestradiol 0,03 mg) término da cartela, preferencialmente no mesmo horário.
Minipílula
(Noretisterona 0,35 mg)
- Ao fina) da cartela, se esta for de 21 comprimidos, fazer
pausa de sete dias e iniciar nova cartela no oicavo dia.
- Caso não ocorra a menstruação no intervalo entre as
cartelas, mesmo assim, a usuária deve iniciar nova cartela
e procurar o serviço de saúde para descartar a hipótese de
gravidez.
- Orientar quanto ao processo de adaptação do organismo
e do aparecimento de efeitos secundários.
- Orientar quanto aos procedimentos no caso de
esquecimento do comprimido, vômito/diarreia.
- Ingerir o primeiro comprimido preferencialmente no
primeiro dia do ciclo menstrual.
- O uso da minipílula é contínuo, não deve haver intervalo
entre as cartelas.
- A usuária deve tomar uma pílula todos os dias, sempre
no mesmo horário, porque o atraso de algumas horas na
ingestão da minipílula aumenta o risco de gravidez. O
esquecimento de duas ou mais pílulas aumenta mais ainda
esse risco.
- Quando uma cartela termina, no dia seguinte ela deve
tomar a primeira pílula da próxima cartela (não deixar dias
de descanso). Todas as pílulas da cartela são ativas.
- Orientar quanto aos procedimentos no caso de
esquecimento de pílulas.
Fonte: Saúde Sexual e Reprodutiva • Ministério da Saúde, 2010.
, ANTICONCEPCIONAIS HORMONAIS INJETÁVEIS
Anticonccpcional
hormonal injetável
mensal
-A primeira injeção deve ser feita até o quinto dia do início
da menstruação.
-As aplicações subsequentes devem ocorrer a cada 30 dias,
(Noretisterona 50 mg.'n1L mais ou menos três dias, independentemente da
+ Estradiol Acetato 5 menstruação.
mg/mL) - Deve-se aplicar por via intrarnuscular profunda, na
Anticoncepcional
honnonal injetável
trimestral
(Acetato de
Medroxiprogesterona 150
mg/mL)
nádega (músculo glúteo, quadrante superior lateral).
-Se houver atraso de mais de três dias para a aplicação da
nova injeção, a usuária deve ser orientada para o uso da
camisinha ou evitar relações sexuais até a próxima
injeção.
- A primeira injeção deve ser feita até o sétimo dia do
início da menstruação.
- As aplicações subsequentes devem ocorrer a cada três
meses, independentemente da menstruação.
- O prazo máximo permitido entre cada injeção
subsequente é de duas semanal antes ou depois da data
prevista.
- Para mulheres que tenham recebido a primeira injeção
depois do sétimo dia do início da menstruação, aconselhar
o uso de método adicional, de barreira, durante sete dias
-A usuária deve procurar retornar a tempo para a próxima
injeção, que deve ser aplicada a cada 90 dias. Porém ela
pode vir até duas semanas mais cedo ou até duas semanas
mais tarde.
-Se houver atraso de mais de duas semanas para a nova
injeção, a mulher deve usar preservativo ou evitar relações
sexuais até a próxima injeção.
- Deve-se aplicar por via intramuscular profunda, na
nádega (músculo glúteo, quadrante superior lateral).
Fonte: Saúde Sexual e Reprodutiva -Ministério da Saúde, 2010.
,ANTICONCEPÇÃO DE EMERGÊNCIA
Pílula contendo
apenas progestágeno
-Levonorgestrel
Comprimido com 0,75 mg 2 comprimidos (dose única) ou 1
de levonorgestrel
Comprimido com 1,5 mg
de levonorgestrel
comprimido a cada 12 horas (2
doses- total de 2 comprimidos).
1 comprimido ( dose única)
Fonte: Proteger e cuidar da saúde de adolescentes na Atenção Básica - Ministério da Saúde, 2017.
ANO V - EDIÇÃO 956 - TERESINA (PI), SEGUNDA-FEIRA, 14 DE ABRIL DE 2025 173
A INFORMAÇÃO IMPRESSA OFICIAL E LEGAL DOS ATOS DA ADMINISTRAÇÃO MUNICIPAL
www.diariooficialdasprefeituras.org
(Continua na página seguinte)
DIÁRIO OFICIAL
DAS PREFEITURAS PIAUIENSES
INFECÇÕES SEXUALMENTE T RANSMISSfVEIS (ISTs)
Atribuições do Enfermeiro:
• Diugnóstico precoce das ISTs. infecção pelo HIV, hepatites e HTLV
e tratamento adequado da grande maioria das ISTs;
Encaminhamento dos casos que não competem a esse nlvel de
atenção, realizando acompanhamento conjunto;
• Prevenção da sffilis congênita e da transm rssão vertical do HIV;
• Realizar aconselhamento e oferecer o teste anti-HIV aos usuários com 1ST,
às pessoas vulneráveis e aos que buscam o serviço com clinica sugestiva de
1ST, HIV/aids ou história de risco para esses agravos;
• Promover e adesão das gestantes ao p ré-natal e oferecer o teste pare sífilis,
para Hepatite B e pera o HIV, e todas as gestantes da área de abrangência da
unidade, realizando oconselhamento pré e pós-teste;
Manejo adequado dos usuários cm uso indevido de drogas;
Utilizllr a abordagem slndrõmlca na assistência ao usuário com 1ST,
levando em conta o contexto pessoal, familiar e social em que a doença se
desenvolve;
• Desencadear ações de aconselhamento/testagem e tratamento
voltadas aos parceiros sexuais dos usuários com esses 9grevos;
Realizar a coleta de sangue para encaminhamento ao lllboratório de
refer~ncia na medida em que a unidl'lde esteja organizada para essa
atividede;
• Garantir a observancla das normas de precaução universal, a fim de
evi tar exposição ocupacional a material biológico;
Realizar as ações de vigilância epidemiológica pertinentes a cada caso;
Encaminhar as pessoas vivendo com HIV/aids e/ou hepatites virais aos
serviços de referência, e realizar acompanhamento que contribua com
esses serviços para melhorar a adesão às recomend ações ao tratamento;
• Atuar em conjunto com os serviços especializados no tratamento da
depcndõncia química e na asslstõncia oos usuórios de drogas portadores do
HIV e/ou hepotltes virais.
SOLICITAÇÃO DE EXAMES
Exames mais sollcltados para as 1ST
Anti-HA V Total
Anli-HA V lgM
Anti-HA V lgú
HbsAg
Anti-HBc lgM
Anti-HBc lgG
HbeAg
Anti-Hhc
Anti-Hbs
Anti-HCV
VORI.
Anti-HJV
Teste rtipido parn HlV
Teste rápido para Hepatite B
Teste rápido puro Hepatite C
Teste n'ipido para Sífilis
Fo nte: Gula de Orientoções para a Atuaçêod'a Eciulpe de Enlermagem na Atençêo Pfimêria 6
SaUde - COREN/MG,2017.
FLUXOGRAMA DE CONDUTAS PARA CORRIMENTO VAGINAL
Quehra de corrimento V3ginal
Anamnese e exame 1lnecoló1lco (toque e exame upecul r)
. Corrime nto vaginal confirmado
NÃO 1- Mk ru,cupia f.li)'ponlvcl'! SIM
Colet■ de materi I p,1ra microscopia
pH vaginal ~ou KOH a 10%
pH > 4,Sc/ ou
KOH(+)
Tratarvaa:lno.se
B,;lcterl,:,11,:, e
Trícomoofase
NÃO
pH < 4.S e/ou
ICOHI-)
Corrimento arumo$o
ou eritem;, vulv;,r
! SIM
Presença
de hlf,u
causa
fisiológiai Tratar candldfue
• Ofena de preservativos e ael lubrificante;
Presença de
Trlcomonla.se
: Ofena de testes para HIV e demais IST(.sífllis, hepatite B. gonorreia e clamldia), ciuando disponiveis;
: @nfase na ade$llo ao tratamento;
58
59
FLUXOGRAMA DE CONDUTAS PARA CORRIMENTO VAGINAL
Fonte: Protocolo Clinico e Diretrizes Terapêuticas para Atenção Integral às Pessoas com Infecções Sexualmente
Transmissíveis - Ministério da Saúde, 2015.
FLUXOGRAMA DE CONDUTA PARA CORRIMENTO URETRAL
Queixa de corrimento uretral
Anamnese e exame físico
'
' Bacterioscopia disponível no momento da consulta?
NÃO SIM
Tratar clamídia e
gonorreia
Diplococos gram
negativos intracelulares
~· SIM
' NÃO
'
Tratar apenas
clamídia
'
Aconselhar, oferecer testes anti-HIV e VDRL.
Enfatizar adesão ao tratamento.
Convocar parceiros.
Agendar retorno.
Fonte: Baseado no Protocolo de Enfermagem na Atenção Primária à Saúde no Estado de
Goiás- COREN/GO, 2014 .
174 ANO V - EDIÇÃO 956 - TERESINA (PI), SEGUNDA-FEIRA, 14 DE ABRIL DE 2025
A INFORMAÇÃO IMPRESSA OFICIAL E LEGAL DOS ATOS DA ADMINISTRAÇÃO MUNICIPAL
www.diariooficialdasprefeituras.org
(Continua na página seguinte)
FLUXOGRAMA DE CONDUTA PARA DOENÇA INFLAMATÓRIA PÉLVICA
NÃO
{DIP)
Queixa de desconforto abdominal ou dor pélvica
Anamnese e exame ginecológico (toque
vaginal e exame especular)
Sangramento vaginal/atraso
menstrual/parto/aborto recentes?
Quadro abdominal grave: defesa
muscular ou dor à palpação ou T axilar SIM
----~r
Diagnóstico
clínico de DIP?
NÃO Indicação de internação
hospitalar?
l NAO
SIM
Investigar outras
causas !
NÃO
Coleta de material para Gonococo, Clamídia,
Trichomonas e Vaginose, se disponível. Iniciar
tratamento ambulatoria . Agendar retorno em 3 dias.
NÃO
FLUXOGRAMA DE CONDUTA PARA DOENÇA INFLAMATÓRIA PÉLVICA
Manter conduta e enfatizar adesão ao tratamento
Fonte: Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas para Atenção Integral às Pessoas com
Infecções Sexualmente Transmissíveis - Ministério da Saúde, 2015.
FLUXOGRAMA DE CONDUTAS PARA ÚLCERAS GENITAIS
Queixa de úlcera gcnítal
Anamnese e exame físico
História/evidência de lesões vesiculosas?
SIM N,.O
.- Tratar herpes genital Lesões com mais de
4 semanas?
.. NÃO
.. Tratar cancro mole
Aconselhar.
Oferecer testes anti-HIV e V0RL
Enfatizar adesão ao tratamento.
Convocar parceiros.
Acendar retorno.
,.
SIM
..
Tratar sifilis e cancro mole.
Fazer biópsia .
Iniciar tratamento para donovanose.
Fonte: Baseado no Protocolo de Enfermagem na Atenção Primária à Saúde no Estado de
Goiás - COREN/GO, 2014.
FLUXOGRAMA PARA DIAGNÓSTICO DA HEPATITE B NA ATENÇÃO
BÁSICA
Paciente
AgHBs(+)
Af\ti-HBc Totat (-1
..
AgHBs (+)
Anti-HBclotal (+)
..
AoHBs (·)
Anti-HBcTotal(+)
,.
AoHBs (-)
Antí-HBc Total(·)
., .,
.. Positivo
.. Acompanhamento•
lnfecçio
.. ud.
Solicitar Anti•
HBc lgM
Anti•HBs Anti•HBs
(+) (-)
Anti-HBs
(+)
.. ~
Negativo Contato prévio Solicintr Provável
..
Provável infacç:io
crónica
.. Acompanhamento•
e solicitar AgHBe e
Antl-HBe
.. Encaminhar para
Centro de Referência
comVHB
►
Positivo
.. Janela
Imunológica
Anti-HBc
lgM
imunidada.
lnvestiear
vacinação
pr, via
Negativo
.. Acompanham ento•
Nota: •Acompanhamento pressupõe consultas quinzenais no primeiro mês e consultas
mensais at~ a resolução do quadro,
Anti-HBs
(·)
.. Indivíduo
suscetível
..
Encaminhar
para
vacinação
Fonte; Baseado no Protocolo de Enfermagem na Atenção Primária à Saúde no Estado de
Goiás- COREN/GO, 2014.
ANO V - EDIÇÃO 956 - TERESINA (PI), SEGUNDA-FEIRA, 14 DE ABRIL DE 2025 175
A INFORMAÇÃO IMPRESSA OFICIAL E LEGAL DOS ATOS DA ADMINISTRAÇÃO MUNICIPAL
www.diariooficialdasprefeituras.org
(Continua na página seguinte)
DIÁRIO OFICIAL
DAS PREFEITURAS PIAUIENSES
FLUXOGRAMA PARA DIAGNÓSTICO DA HEPATITE C NA ATENÇÃO BÁSICA
Suspeita de Hepatite C
' Solicitar Anti-VHC
7
Anti-VHC positivo
Encaminhar para
Centro de Referência
Anti-VHC negativo
' Educação em saúde
Fonte: Baseado no Protocolo de Enfermagem na Atenção Primária à Saúde no Estado de
Goiás - COREN/GO, 2014.
FLUXOGRAMA DE ATENDIMENTO A PACIENTES COM
SUSPEITA DE HIV
Suspeita de HIV
' Anamnese + Avaliação de Risco+ Aconselhamento
Testagem rápida+ testagem convencional
Positivo
• Aconselhar
• Notificar
• Convocar parceiros
• Oferecer VDRL, sorologia para
Hepatites B e e • Vacinar contra Hepatite B
• Encaminhar para Serviço de
Assistência Especializada -SAE
◄
Negativo
• Aconsel ' har
• Oferecer VDRL, sorologia para
Hepatites B e e • Vacinar contra Hepatite B
FLUXOGRAMA PARA DIAGNÓSTICO DA HEPATITE C NA ATENÇÃO BÁSICA
Fonte: Baseado no Protocolo de Enfermagem na Atenção Primária à Saúde no Estado de
Goiás-COREN/GO, 2014.
1
-CORRIMENTO VAGINAL
Tratamento medicamentoso
Mucorrela
O rientações
Oricnrar sobre a fisiologi a nonnal da
vagina e a.,: rclaçõc,c com a idade e
oscilações hormonais.
Candidía.-.c 1• escolha • via vaginal: O rientar medida.~ higiênicas:
vulvo"aginal • Miconuzol creme a 2% - um nplicador (5 • Uso de roupas ínlimos de algodão (para
g) à noite. ao dci1ar-sc. por 7 dl:,.s; OU melhorar :1 vcn1ilação e diminuir umidade
• Clo1rimazol creme a 1% - um aplicador(5 na rcgi!\o vaginal);
g) à noite, an deitar-se, por7 dias; ou óvulos • Evitar calças apertadas;
100 mg - uma aplic™,ÜU à noite. ao dcitur• • Rctirnrroupu íntima para dormir.
J;C. dose único: OU
• Tiocon;u:ol creme a 6% - um aplic.:1.dor (5 Condldfo.sc recorrente:
g) à noite. por 7 dias: ou óvulos 300 mg - • Fluconazol. 150 mg. VO. 1 x/scmana. por
uma aplict1çilo i\ noite, dose única: OU 6 meses; OU
• Nista1ina 100.000 UI - um aplicudor à • ltruconazol. 400 mg, VO, lx/mês. por6
noite, oo deitar-se. por 14 dias. meses: OU
Vio or11I - r eservado paru os casos de
candidfasil! resistentt-. ao lralamt-nto
tópico:
• Flucnnazol, 150 mg, VO, dose única: OU
• ltr.iconazol. 200 rng . VO. 12112h. por 1
dia.
• Cetoconazol. 100 mg. VO. l x/dia. por6
Cm.e, persista, cncuminhar p:ir.i
11valiada no. média complexidade.
Tratar pareci ro SOMENTE se for
ll inlomálicn.
Vaglnose Via ora l • O tr<11amen10 das pa.rccrfas sex uais n:io
hl:lclériana • McrronirL,;,,.nl, 500 ms, VO. 12/ 12h, por 7 C>õlá recomendado.
dias: OU • Orientar pCLra niio fazer uso de bebido.
Via intravaginal alcóolka antes. dur.uue e após o
• Mctronida:tol gel vaginal. l0Un1g/t, 1 1rn1amcn10.
aplieador (5 g), 1 x/dia, por 5 dias; OU
• Cli ndamicina creme 2%, l aplicitdor (5
g). lx/ diu. por 7 dhls.
2• Escolha
• Via oral: Clindamicina, 300 mg, VO,
12112h. por 7 dias: OU
• Via intna,•aginal: Clinditmicimt óvu los.
100 mg. 1 x/dia. por 3 dio.s.
Tricomoníasc , Mctmnidazol. 2 g. VO. dose únicu: OU • Niio fa1.er uso de bebida nlcóolicu untes.
• Metronidazol. de 400 a 500 mg. VO. a durante e após o tr.itamento
cada 12 horas. por sete dias: OU • TODOS os parcciros devem ser trarndos
• Merronidaml, 250 mg, VO. 818h, 7 dia.<;: com do.-:e lfoica
OU • Fornecer iníomtaçõcs sobre ª" 1ST. sua
• Secniduzol. 2 g, VO. dose únicll: OU prevenção e ofertar 1este-s quando
• Tinidazol. 2 g. VO. dose linien disponíveis.
• Ofertar preservmivos e gel lubrificante.
• Ofertar vacin:u;üo contra Hepatite 8.
• Convocar e lratur a-; purccrius scxwtis.
Fon1e: Pro(ocolos da Atenção Bllslc11 - Sallde das Mulheres, 2016.
-GONORREIA E CLAMÍDIA
Canacter'VJtic-' clínlCIIS 0rienblçôe8 Tnablmento m t!dk:amenl(.)fj(_l
As ccrvicitcs são • Fornecer informações sobre Gononeia:
nssintomáticns cm torno as 1ST e sua prevenção. • Ciprofloxncino,
de 70% a 80% dos c11Sos. • Ofertar testes para HIV, 500 mg. VO, dose única (não
sífilis, hepatite B, (quando recomendado pnro. menores de
• Si ntom<'iticos: disponíveis). 18 unos); OU
Corrimento vaginal, • Ofcnnr preservativos e gel • Ct:ftriwtonn. 500 mg IM, dose::
sangramcnto lubrificante. único.
intcm1enstn1al ou pós- • Ofertar vacinação contro.
coito. dispare.unia e
distlrfa.
• Achados ao exame
físico: sangramcnto ao
toque da espátula ou
swab. mo.tcrial
mucopurulemo no
orifício externo do colo e
dor à mobilizaçao do
colo uterino.
Hc:pi.Uite B.
• Convoci:u-c trotaras
pun.::crins sexuais.
Fan1a: Protocolo Salldedas Mulheres - Mlnlstllrloda Sallde, 2016.
Clamídia:
• Az itromicina, 1 g, VO, tlnsc
única; O U
• Doxiciclina, 100 mg, VO,
2x/dia, por 7 a I O dias.
-DOENÇA INFLAMATÓRIA PÉLVICA
Tratamento 2•upc;iio
1
68
69
176 ANO V - EDIÇÃO 956 - TERESINA (PI), SEGUNDA-FEIRA, 14 DE ABRIL DE 2025
A INFORMAÇÃO IMPRESSA OFICIAL E LEGAL DOS ATOS DA ADMINISTRAÇÃO MUNICIPAL
www.diariooficialdasprefeituras.org
(Continua na página seguinte)
Ceftriaxona 500 mg, IM, dose única
MAIS
Cefotaxima 500mg, IM, dose única
MAIS
Ambulatorial Doxiciclina 100mg, 1 cp, VO, 2x dia,
por 14 dias
Doxiciclina 100 mg, 1 cp, VO, 2x
dia, por 14 dias
MAIS
Metronidazol 250 mg, 2 cps, VO, 2x
dia, por 14 dias.
MAIS
Metronidazol 250 mg, 2 cps, VO,
2xdia, por 14 dias.
Fonte: Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas para Atenção Integral às Pessoas com Infecções
Sexualmente Transmisslveis, 2015.
• HERPES GENITAL
Medicamento Posologia Ret:orrências
Aciclovir 200 mg, VO, 4/4 horas, por 7 400 mg, VO, 8/8 horas, 5 dias.
dias. Ou
400 mg, VO, 8/8 horas, 7 dias.
Valaciclovir 1 g, VO, 12/12 horas, por? 500 mg, VO, 12/12 horas, por
dias. 5 dias. Ou I g dose única.
Famciclovir 250 mg, VO, 8/8 horas, por 7 125 mg, VO, 12/12 horas, por
dias. 5 dias.
Fonta: Baseado no Protocolo de Enfermagem na Atenção Primária à Saúde no Estado de
Goiás-CORENIGO, 2014.
-SÍFILIS
&tadiamento Penicilina G Dosd'mtervalo Controle/VDRL
Benzatlna
Sífilis primária 2.400.000 UI 1 dose Mensal: gestante
Trimestrnl: não
gestantes
Sífilis secundária 2.400.000 UI 2 doses Mensal: gestante
ou latente pret:0ee (4.800.000 UI) 1 semana Trimestral: não
gestantes
Sífilis terciária, 2.400.000 UI 3 doses Mensal: gestante
latente tardia ou de (7.200.000 UI) 1 semana Trimestral: não
duração ignorada gestantes
Fonte: Baseado no Protocolo de Enfermagem na Atenção Primária à Saúde no Estado de
Goiás-CORENIGO, 2014.
-CANCRO MOLE
Medicamento
Azitromicina
Ceftriaxona
Posologia
1 g, VO, dose única
250 mg, IM, dose única
71
Ciprotloxacino 500 mg, VO, 12/12 horas, por 3 dias (contraindicado
para gestantes, nutrizes e menores de 18 anos)
Eritromicina ( estearato) 500 mg, VO, de 6/6 horas, por 7 dias.
Fonte: Baseado no Protocolo de Enfermagem na Atenção Primária à Saúde no Estado de
Goiás - COREN/GO, 2014.
Atribuições do Enfermeiro:
• Capacitar os auxiliares de enfermagem e os ACS e supervisionar, de forma
permanente, suas atividades;
• ReaLizarconsulta de enfermagem, abordando fatores de risco, estratificando
risco cardiovascular, orientando mudanças no estilo de vida e tratamento
não- medicamentoso, verificando adesão, e possíveis intercorrências ao
tratamento, encaminhando o usuário ao médico, quando necessário;
• Realizar consulta de enfermagem com pessoas com maior risco para
Diabetes tipo 2 identificadas pelos ACS, definindo claramente a presença do
risco e encaminhando ao médico da unidade para rastreamento com
glicemia de jejum quando necessário;
• Desenvolver atividades educativas de promoção de saúde com todas as
pessoas da comunidade;
• Desenvolver atividades educativas individuais ou em grupo com os usuários
hipertensos e/ou diabéticos;
• Estabelecer junto à equipe estratégias que possam favorecer a adesão
(grupos de hipertensos e diabéticos);
• Programar junto à equipe estratégias para a educação do usuário;
• Solicitar durante a consulta de enfermagem os exames mínimos
estabelecidos nos consensos e definidos como possíveis e necessários pelo
profissional;
• Repetir a medicação de usuários controlados e sem intercorrências;
• Encaminhar para consultas mensais com o médico da equipe os usuários
não- aderentes, de difícil controle e portadores de lesões em órgãos-alvo
(cérebro, coração, rins, olhos, vasos, pé diabético, etc.) ou com
comorbidades;
• Encaminhar para consultas trimestrais com o médico da equipe os usuários
que mesmo apresentando controle dos níveis tensionais, sejam portadores
de lesões em órgãos-alvo ou comorbidades;
• Encaminhar para consultas semestrais com o médico da equipe os usuários
controlados e sem comorbidades;
• Orientar usuários sobre automonitorização (glicemia capilar) e técnica de
aplicação de insulina;
• Encaminhar os usuários com diabetes, seguindo a periodicidade descrita no
Caderno de Atenção Básica nº 36, de acordo com a especificidade de cada
caso (com maior frequência para usuários não-aderentes, de difícil
controle,portadores de lesões em órgãos-alvo ou com comorbidades) para
consultas como médico da equipe;
• Acrescentar na consulta de enfermagem o exame dos membros inferiores
para identificação do pé em risco. Realizar, também, cuidados específicos
73
ANO V - EDIÇÃO 956 - TERESINA (PI), SEGUNDA-FEIRA, 14 DE ABRIL DE 2025 177
A INFORMAÇÃO IMPRESSA OFICIAL E LEGAL DOS ATOS DA ADMINISTRAÇÃO MUNICIPAL
www.diariooficialdasprefeituras.org
(Continua na página seguinte)
DIÁRIO OFICIAL
DAS PREFEITURAS PIAUIENSES
nos pés acometidos e nos pés em risco;
• Perseguir, de acordo com o plano individualizado de cuidado estabelecido
junto ao usuário com diabetes, os objetivos e metas do tratamento (estilo de
vida saudável, níveis pressóricos, hemoglobina glicada e peso);
• Organizar junto ao médico e com a participação de toda a equipe de saúde,
a distribuição das tarefas necessárias para o cuidado integral dos usuários
com diabetes;
• Usar os dados dos cadastros e das consultas de revisão dos usuários para
avaliar a qualidade do cuidado prestado em sua unidade e para planejar ou
reformular as ações em saúde.
SOLICITAÇÃO DE EXAMES
Hemogrnma completo
Exame Parasitológico de Fezes (EPF)
Urina (se necessário, microalbuminúria ou
relação albumina/creatinina)
Glicemia em jejum
Glicemia pós-prandial
Teste de tolerância à glicose
Hemoglobina glicada
Perfil lipídico (colesterol total e frações)
Triglicerídeos
Creatinina sérica
Ureia
Ácido úrico
Potássio sérico
ECG
Fundoscopia
Fonte; Guia de Orientações para a Atuação da EQuipe de Enfermagem na Atenção Primâria ã Sal.ide
-CORENIMG, 2017; Baseado no Protocolo de Enfermagem na Atenção Primária à Saúde no Estado
de Goiás - COREN/GO, 2014.
PRESCRIÇÃO MEDICAMENTOSA
• O tratamento farmacológico para hipertensos e/ou diabéticos deve,
necessariamente, ser prescrito pelo profissional médico.
• O enfermeiro no âmbito da consulta de enfermagem poderá repetir a prescrição
de medicamentos de usuários controlados e sem intercorrências.
• A repetição da prescrição de medicamentos consiste na manutenção da
prescrição médica pelo enfermeiro, desde que pactuada previamente com
a equipe de saúde, por um período pré-definido e com a garantia de que o
usuário seja reavaliado pelo médico.
• A prescrição deve ser assinada e carimbada pelo enfermeiro.
75
MEDICAMENTOS QUE o ENFERMEIRO PODE
CONSIDERAR A MANUTENÇÃO DA PRESCRIÇÃO,
DESDE QUE PREVIAMENTE PRESCRITOS PELO MÉDICO:
Metfonnina 500 mg
Metformina 850 mg
Glibenclamida 5 mg
Gliclazida 30 mg
Gliclazida 60 mg
Gliclazida 80 mg
Insulina NPH Humana
Insulina Regular Humana
Hidroclorotiazida 12.5 mg
Hidrm:lorotiazida 25 mg
Furosemida 40 mg
Espironolactona 25 mg
Espironolactona 50 mg
Alenolol 25 mg
Atenolol 50 mg
Atenolol 100 mg
Succinato de Metoprolol 25 mg
Succinato de Metoprolol 50 mg
Succinato de Metoprolol 100 mg
Tartaralo de Meloprolol I 00 mg
Carvedilol 3, 125 mg
Carvedilol 6,25 mg
Carvedilol 12.5 mg
Carvedi lol 25 mg
Propranolol I O mg
Propranolol 40 mg
Melildopa 250 mg
Besilato de anlodipino 5 mg
Besilalo de anlodipino 1.0 mg
Nifcdipino IO mg
Nifedipino 20 mg
Nifedipino Re1ard 20 mg
Verapamil 80 mg
Vcrapamil I 20 mg
Hidralazina 25 mg
Hidralazina 50 mg
Caplopril 25 mg
Enalapril 5 mg
Enalapril I O mg
Enalapri l 20 mg
Losartana potássica 25 mg
Losartana potássica 50 mg
Fonte: Guia de Orientações para a Atuação da Equipe de Enfermagem na Atenção Primária à
Saúde - COREN/MG, 2017
Atribuições do enfermeiro:
• Identificar sinais e sintomas da hanseníase e avaliar os casos suspeitos
encaminhados para a unidade de saúde;
• Realizar consulta de enfermagem, solicitar exames complementares e
prescrever medicações, conforme protocolos ou outras normativas técnicas
estabelecidas pelo gestor municipal, observadas as disposições legais da
profissão;
• Preencher completamente, de forma legivel, a ficha individual de notificação
para os casos confirmados de hanseníase;
• Avaliar e registrar o grau de incapacidade física em prontuários e formulários,
no diagnóstico e acompanhamento, na periodicidade descrita no Caderno de
Atenção Básica nº 21;
• Orientar o usuário e a familia para a realização de autocuidados;
• Orientar e/ou realizar técnicas simples de prevenção de incapacidades físicas;
• Realizar exame dermatoneurológico em todos os contatos intradomiciliares
dos casos novos, orientá-los sobre a hansenfase e importância do
autoexame, registrar em prontuários e fichas/boletins de acompanhamento
e realizar a vacinação com BCG nos contatos sem sinais da doença;
• Realizar assistência domiciliar, quando necessário;
• Planejar, gerenciar, coordenar e ava liar as ações desenvolvidas pelo ACS;
• Orientar os auxiliares/técnicos de enfermagem, ACS e agente de combate a
endemias (ACE) para o acompanhamento dos casos em tratamento;
• Contribuir e participar das atividades de educação permanente dos
membros da equipe quanto à prevenção, manejo do tratamento, ações de
vigilância epidemiológica, combate ao estigma, efeitos adversos de
medicamentos/ farmacovlgitãncia e prevenção de Incapacidades;
• Enviar mensalmente ao setor competente as Informações epidemiológicas
referentes à hanseníase da área de abrangência da unidade de saúde, nos
devidos formulários;
• Analisar os dados e planejar as intervenções com a equipe de saúde;
• Encaminhar ao setor competente a ficha de notificação e boletins de
acompanhamento, conforme estratégia local;
• Realizar ou demandar a realização de curativos aos auxiliares sob sua
78
178 ANO V - EDIÇÃO 956 - TERESINA (PI), SEGUNDA-FEIRA, 14 DE ABRIL DE 2025
A INFORMAÇÃO IMPRESSA OFICIAL E LEGAL DOS ATOS DA ADMINISTRAÇÃO MUNICIPAL
www.diariooficialdasprefeituras.org
(Continua na página seguinte)
orientação e supervisão;
• Observar a tomada da dose supervisionada e orientar acerca de efeitos
adversos dos medicamentos;
• Realizar a programação e pedidos de medicamentos e controlar o estoque
em formulário específico e encaminhá-lo ao nível pertinente;
• Desenvolver ações educativas e de mobilização envolvendo a comunidade
(escolas, conselhos de saúde, associações de moradores, etc.), importância
do autoexame e relativas ao controle da hanseníase e combate ao estigma.
FLUXOGRAMA DE CONDUTAS PARA HANSENÍASE
Diagnóstico clínko
Consulta de enfermagem:
• Anamnese: história epidemiológica, sinais e sintomas, duração e evolução das
lesões;
· Avaliação dermatoneurológica: pesquisa de sensibilidade nas lesões (térmica,
dolorosa e tátil}, palpação de troncos nervosos, avaliação da força muscular;
• Ações de educação e comunicação em saüde;
- Fnr.1minh;::ir n;ir,1 rnn-.11lt;i mPrtir,1
Ações do enfermeiro após confirmação diagnóstica
I
12Consulta:
• Real izar anamnese e exame fisico com avaliação
dermatoneurológica e registrar na Ficha de Avaliação
Neurológica Simplificada.
- Administrar a dose supervisionada e fornecer a
autoadmin~trada.
-Solicitar exames complementares: hemograma,TGO,
TGP, bilirrubinas (direta e indireta}, glicemia em jejum
e exame parasitolôgico de fezes (EPF}.
- Encaminhar para outras especialidades se
necessário: fisioterapia, terapia ocupacional,
psicologia, oftalmologia, serviço social, etc.
\
Consultas subsequentes:
• Realizar anamnese e exame fisico com avaliação
dermatoneurolôgica e registrar na Ficha de Avaliação
Neurológica Simplificada de 3 em 3 meses.
• Investigar possíveis sinais, sintomas e efeitos
colaterais da PQT e/ou reação hansênica.
· Suspender PQT e encaminhar para consulta médica
em casos de reações adver,is à PQT.
· Encaminhar para consulta médica em caso de reação
hansênir.a.
• Supervisionar a tomada da dose mensal de PQT e
fornecer as doses diárias autoadministradas.
• Agendar consulta de retomo para 28 dias a contar da
dose supervisionada.
· Monitorar o comparecimento do paciente e rru:@rl@t.à..b1isadJ1~v;:l.ltmo,._ ____ ~
Fonte: Baseado no Protocolo de Enfermagem na Atenção Primária à Saúde no Estado de
Goiás - COREN/GO, 2014.
PRESCRIÇÃO MEDICAMENTOSA
O tratamento da hansenfase é realizado através da associação de medicamentos
(poliquimioterapia-PQT) conhecidos como Rifampicina, Dapsona e Clofazimina. Deve- se
iniciar o tratamento já na primeira consulta, após a definição do diagnóstico, se não houver
contraindicações formais (alergia à sulfa ou à rifampicina}.
A equipe da UBS deve realizar o tratamento para hanseniase como parte de sua
rotina, seguindo esquema terapêutico padronizado de acordo com a classificação
80
operacional. O tratamento é ambulatorial e segue esquemas terapêuticos padronizados
pelos Protocolos do Ministério da Saúde.
Quadro 1-Esquemas farmacológicos para tratamento da Infecção pelo M. leprae, de acordo
com a faixa etária, peso corporal e dasslficação operacional
Faixa etaria e Duracão do tratamento•
peso corporal Apresentação Posologia
MB
Dose mensal supervisionada:
-Rifampldna 600mg
Pacientes com {lofazlmlna 300mg
pesoadmade PQT -U Adulto -Dapsona 100mg 12meses
50kg Dose dlarfa autoadmlnlstrada:
•Clofazinlna 50mg diariamente
-Dapsona 100mg diariamente
Dose mensal supervisionada:
, Rlfampldna 450mg
Crianças ou . Ciofazimina 150mg
adultos com PQT-U Infantil , Dapsona 50mg 12meses peso entre 30 Dose dlarla autoadmlnlstrada: eSOkg • Clofazimina 50mg em dias
alternados
• Dapsona 50mg diarianente
Dose mensal supervisionada:
,Rlfampldna 10mg/kg de peso
Crianças com Adaptação .Clofazlmlna 6mg/kg de peso
peso abaixo de daPQT-U -Dapsona 2mg/kg de peso 12meses
30kg lnfantilb.< Dose dlarla autoadmlnlstrada:
.Clofazlmlna blg/kg de peso/ dia
-Dapsona 2mg/kg de peso/ dia
Fonte: Guideline for the dlagnosls, treatment and preventlon oi leprosy (WHO, 2018)27,104
Notas:
PB
6meses
6meses
6meses
a A PQT-U deverá ser interrompida após a admlnist~o de seis doses mensais supervisionadas em Intervalo de até
nove meses para os casos paudbacilares e após 12 doses mensais supervisionadas em um Intervalo de até 18 meses
para os casos multliacilare~ quando os pacientes deverao receber alta por rua, saindo do registro ativo do Sistema
de lnformaçAo de Agravos de Notlficaç.lo (Slnan);
b A rifamplcina também está disponlve! no SUS sob a forma de suspensao oral com 20mg/mL;
c Para crianças com peso abaixo de 30kg, a admnlstraçao dl.lria dofazimlna é dificultada, tendo em visa a sua
disponlbildade apenas em cápsulas de 50 e 100mg. Desse modo, recomenda-se calcular a dose semanal e dividi-la em duas ou três tomadas. Por exemplo: uma criança com 15kg deverá receber 105mg de dofazlmlna ao longo de sete
dias ('l:ng/kg x 15kg x 7 dias= 105mg), podendo receber uma cápsula de 50mg duas vezes por semana,
Fonte: ProtocotoClínico e Diretrizes Terapeêuticas da Hanseníane, 2022.
81
Observações:
As medicações diárias deverão ser tomadas 2 horas após o almoço para evitar
intolerância gástrica e eventual abandono do tratamento por esse motivo. Se ainda assim
houver dor epigástrica, introduzir omeprazol, ranitidina ou cimetidina pela manhã.
Crianças com reação à sulfa e que não podem utilizar Minociclina ou Ofloxacina
(crianças abaixo de 8 anos), por imaturidade óssea ou cartilaginosa, devem ser
encaminhadas para a referência, assim como crianças MB menores de 8 anos que fazem
intolerância à dapsona.
É importante lembrar que em se tratando de pacientes adultos desnutridos ou
crianças obesas, a dose terapêutica máxima diária de Dapsona deve ser de 2 mg por kg. A
toxicidade da dapsona pode ser idiossincrásica, que é mais rara, ou dose dependente, que
ocorre com maior frequência. Vale ainda destacar que adultos com peso corporal menor
que 50 kg devem ser medicados considerando as doses indicadas para crianças.
ANO V - EDIÇÃO 956 - TERESINA (PI), SEGUNDA-FEIRA, 14 DE ABRIL DE 2025 179
A INFORMAÇÃO IMPRESSA OFICIAL E LEGAL DOS ATOS DA ADMINISTRAÇÃO MUNICIPAL
www.diariooficialdasprefeituras.org
(Continua na página seguinte)
DIÁRIO OFICIAL
DAS PREFEITURAS PIAUIENSES
Atribuições do enfermeiro:
• Identificar os sintomáticos respiratórios;
• Realizar assistência integral às pessoas e famílias na UBS e, quando
indicado ou necessário, no domicílio ou nos demais espaços comunitários;
• Orientar quanto à coleta de escarro;
• Administrar a vacina BCG;
• Realizar a prova tuberculínica. Caso não tenha capacitação para tal,
encaminhar para a unidade de referência;
• Realizar consulta de enfermagem de acordo com a Resolução Cofen nº
358/2009 e conforme protocolos ou outras normativas técnicas
estabelecidas pelo gestor municipal;
• Realizar consulta de enfermagem, solicitar exames (BAAR, raio-X de tórax,
cultura, identificação e teste de sensibilidade para BK, prova
tuberculínica}, além do teste HIV sob autorização e aconselhamento,
iniciar tratamento (se o serviço tiver médico, encaminhar o usuário
imediatamente para a consulta; caso contrário, o enfermeiro inicia o
tratamento e agenda a consulta para o médico} e prescrever medicações
(esquema básico de TB), observadas as disposições legais da profissão e
conforme os protocolos ou outras normativas técnicasestabelecidas pelo
MS;
• Convocar os contatos para investigação;
• Orientar usuários e familiares quanto ao uso da medicação, esclarecer
dúvidas e desmistificar tabus e estigmas;
• Convocar o doente faltoso à consulta e o que abandonar o tratamento;
• Acompanhar a ficha de supervisão da tomada de medicação preenchida pelo ACS;
• Realizar assistência domiciliar, quando necessária;
• Planejar, gerenciar, coordenar e avaliar as ações desenvolvidas pelo ACS,
ACE e técnicos e auxiliares de enfermagem;
• Orientar os auxiliares e técnicos de enfermagem, ACS e ACE para o
acompanhamento dos casos em tratamento e/ou TDO;
• Contribuir e participar das atividades de educação permanente dos
membros da equipe quanto à prevenção, ao manejo do tratamento, às ações
de vigilância epidemiológica e ao controle das doenças;
• Enviar mensalmente ao setor competente as informações epidemiológicas
referentes à tuberculose da área de atuação da UBS. Analisar os dados e
planejar as intervenções juntamente à equipe de saúde;
• Notificar os casos confirmados de tuberculose;
• Encaminhar ao setor competente a Ficha de Notificação, conforme
estratégia local;
83
• Preencher o livro de registro e acompanhamento dos casos de tuberculose
\e o de sintomático respiratório na UBS;
• Observar os cuidados básicos de redução da transmissão do
Mycobacterium tuberculosis.
FLUXOGRAMA DE CONDUTAS PARA TUBERCULOSE
Identificação de Sintomático Respiratório pelos profissionais
de saúde (tosse por 3 semanas ou mais)
Baciloscopia Positiva
Notificar, iniciar
tratamento, agendar
consulta mé~ca e
real izar TOO
• Casos especiais,
encaminhar à
unidade de saúde
de referência
....... J .
j
Consulta de enfermagem
Solicitar baciloscopia
Consulta e pesquisa
de contatos
Encaminhar ao
médico para
avaliar
tratamento de
infecção latente
Abandono de tratamento
Tratamento concluídoBaciloscopia Negativa
Sem sintomas Com sintomasEncaminhar ao
médico
Reavaliar, solicitar cultura
e indicar tratamento,
notificar por reingresso
após abandono
Fonte: Baseado no Protocolo de Enfermagem na Atenção Primária à Saúde no Estado de
Goiás - COREN/GO, 2014.
180 ANO V - EDIÇÃO 956 - TERESINA (PI), SEGUNDA-FEIRA, 14 DE ABRIL DE 2025
A INFORMAÇÃO IMPRESSA OFICIAL E LEGAL DOS ATOS DA ADMINISTRAÇÃO MUNICIPAL
www.diariooficialdasprefeituras.org
(Continua na página seguinte)
SOLICITAÇÃO DE EXAMES
Hemograma completo
BAAR
Ra io-X de tórax
Cultura
Identificação e teMe de !.ensibilidade para BK
Prova tuberculínica
Fonte: Gula de Orientações para a Atuação da Equipe de Enfermagem na Atenção
Primária à Saúd e - COREN/ MG, 2017 .
PRESCRIÇÃO MEDICAMENTOSA
• ESQUEMA PRECONIZADO SEGUNDO SITUAÇÃO
TRATAMENTO DO PACIENTE E UNIDADES DE ATENDIMENTO
Caso novo Esquema Básico
Com tratamento anterior: Esquema Básico até o
Reddiva após cura - RC resultado da cultura e TS
Retorno após abandono - RA
Atenção Básica
Atenção Básica
J,
Referência te rci ária
( dependendo do
fC$iUltado do TS)
DE
Tratamentos especiais: Esquemas Especiais Referência Secundária
hcpatopatlas, efeitos
colaterais maiores, HIV/aids
e uso de
imonossu1>ressores.
Tuberculose Esquema para Hospitais iniciahncntc
mening~ncefálica Meningoencefalite
Folêncio por Esquema Especiais para
muUirresistência, mono e mono/poli e
polirressistência ao multirresi stência
tratamento antlTB.
Referência
Te rci ária
Fonte: Monual de Recomend ações pora Controle do Tuberculose no Brasil • Ministério do SaUde, 2011.
, ESQUEMA BÁSICO PARA O TRATAMENTO DE
TUBERCULOSE EM ADULTOS E ADOLESCENTES (EB)
{2RHZE/4RH)
Indicação:
a) Casos novos adultos e adolescentes (> 1 O anos), de todas as formas de
tuberculose pulmonar e extrapulmonar (exceto a forma meningoencefálica),
infectados ou não por HIV; e
b) Retratamento: recidiva (independentemente do tempo decorrido do primeiro
episódio) ou retorno após abandono com doença ativa em adultos e adolescentes
(> 1 O anos), exceto a forma meningoencefálica.
2RHZE RHZE
Fase 15ons1400121s
Intensiva comprimido em
dose fi xa
combinada
4RH RH
Fase de Comprimido ou
manutenção cápsula de 300/200
ou de 150/100 ou
comprimidos de
I5on5•
20a 35 kg
36a 50 kg
> SOkg
20a 35 kg
36a50kg
> 50kg
2 comprimidos
3 comprimidos
4 comprimidos
l comprimido ou cápsula
de 3001200mg ou 2
comprimidos de
Isons•
1 comprimido ou cápsula
de 3001200mg
+ 1 comprimido ou
cápsula de 1501100mg ou
3 comprimidos de
I5on5•
2 comprimidos ou
cápsulas de 3001200mg
ou 4 comprimidos d e
Isons•
2
4
Nota: O esquema com RHZE pode ser adm ínístrado nas doses habituais para gestantes e está
recomendado o uso d e Piridoxlna (50mg/dia) durante a gestação pela toxicicidade neurológica
(devido à \sonlazlda) no recém-nascido.
•As apresentações em comprimidos de Rifampicina/lsoniazida de 150175mg estão substituindo as
apresentações de R/H 300/200 e 150/100 e d everão ser adotadas tão togo estejam disponíveis,
Fonte: Manual de Recomendações pera Controle da Tuberculose no Bresil - Ministério da Seúde, 2011 .
ESQUEMA BÁSICO 2RHZ/4RH PARA CRIANÇA (EB)
(2RHZ/4RH)
Indicação:
a) Casos novos de crianças (< 10 anos), de todas as formas de tuberculose
pulmonar e extrapulmonar (exceto a forma meningoencefálica), infectados ou não
pelo HIV; e
b) Retratamento: recidiva (independentemente do tempo decorrido do primeiro
episódio) ou retorno após abandono com doença ativa em crianças (< 1 O anos),
exceto a forma meningoencefálica.
2RHZ R 10 300 450 600
Fase de H 10 200 300 400
Ataque z 35 1000 1500 2000
4RH R 10 300 450 600
Fase de H 10 200 300 400 manutenção
Fonte; Manual de Recomendações para Controle da Tuberculose no Brasil - Ministério da Saúde, 2011.
Observações sobre o tratamento:
Os medlcamentos deverão ser administrados preferencialmente em jejum (uma
hora antes ou duas horas após o café da manhã), em uma única tomada, ou em caso de
intolerância digestiva, com uma refeição.
O tratamento das formas extrapulmonares (exceto a meningoencefálica) terá a
duração de seis meses, assim como o tratamento dos pacientes coinfectados com HIV,
independentemente da fase de evolução da infecção virai.
Em casos indr\lidualizados, cuja evolução clínica inicial não tenha sido satisfatória,
com o parecer emitido pela referência o tratamento poderá ser prolongado na sua segunda
fase, conforme Protocolos do Ministério da Saúde.
ESQUEMA PARA A FORMA
MENINGOENCEFÁLICA DA TUBERCULOSE
EM ADULTOS E ADOLESCENTES (EM)
Indicação:
a) Casos de TB na forma meningoencefálica em casos novos ou retratamento
em adultos e adolescentes (>1 O anos).
2RI-IZE RHZE 20a 35 kg 2 comprimidos
Fase 1 sons,4001215 36a50kg 3 comprimidos Intensiva comprimido cm 2
dose fixa > 50 kg 4 comprimidos
combinada
7RH RH 20a 35 kg 1 comprimido ou cápsula
Fase de Comprimido ou de 3001200mg ou 2
manutenção cápsula de 300/200 comQrimidos de l 5Dn5*
ou de 36a 50 kg 1 comprimido ou cápsula
150/100 ou de 3001200mg + 1
comprimidos de comprimido ou cápsula 7
I 5ons• de 150/100mg ou 3
comprimidos de 150n5•
> 50 kg 2 comprimidos ou
cápsulas de 3001200mg
ou 4 comprimidos de
150/75•
Nota: - Nos casos de concomitância entre tuberculose meningoencefálica e qualquer outra
localização, usar o E5quema para a forma meningoencefálica.
- Ne meningoencefelite tuberculose deve ser associado corticosteroide ao esquema entiTB:
Prednisone oral (1 -2 mg/kg/dia) por quatro se manes ou dexametasona intravenoso nos casos graves
(0.3 a 0.4 mg/kg/dia), por quatro a oito semanas, com redução gradual da dose nes quatro semanas
subsequent es.
- A fisioterapia na tuberculose meningoencefólica devera ser inic iada o mais cedo possível.
* As apresentações em comprimidos de Rifampicine/lsoniezide de 150175mg estão substituindo as
epresenteções de R/H 300/200 e 150/100 e deverão ser adotedes tão logo estejam disponíveis.
Fonte: Manual de Recom endações para Controle da Tuberculose no Brasil- Minist ério da Saúde, 2011.
ANO V - EDIÇÃO 956 - TERESINA (PI), SEGUNDA-FEIRA, 14 DE ABRIL DE 2025 181
A INFORMAÇÃO IMPRESSA OFICIAL E LEGAL DOS ATOS DA ADMINISTRAÇÃO MUNICIPAL
www.diariooficialdasprefeituras.org
(Continua na página seguinte)
DIÁRIO OFICIAL
DAS PREFEITURAS PIAUIENSES
Atribuições do enfermeiro:
• Realizar consulta de enfermagem , solicitar exames complementares e
prescrever medicações, conforme protocolos ou outras normativas técnicas
estabelecidas pelo gestor municipal, observadas as disposições legais da
profissão;
• Identificar sinais de alarme da dengue;
• Realizar a prova do laço, quando suspeitar de dengue hemorrágica;
• Realizar assistência domici liar, quando necessário;
• Envia r ao setor compete nte semanalmente as informações epidemiológicas
referentes à dengue da área de atuação da UBS;
• Analisar os dados para possíveis intervenções;
• Notificar os casos suspeitos de dengue e completar a ficha após
confirmação. seguindo estratégia lo cal;
• Encaminhar ao setor competente a Ficha d e Notificação da dengue,
conforme estratégia local;
• Planejar, gerenciar, coordenar e avaliar as ações desenvolvidas pelos
ACS e ACE;
• Orientar os Auxiliares/Técnicos de enfermagem, ACS e ACE para
o acompanham ento dos casos em tratamento;
• Capacitar membros da equipa quanto à prevenção, manejo do tratamento,
ações de vigilânc ia epidemiológica e controle das doenças;
• Realizar a classificação do grupo da dengue (A, B, C e D).
SOLICITAÇÃO DE EXAMES
Hemograma completo
Somlogia para dengue (lgG e lgM)
Teste rápido para dengue
Fo nte: Guia de Orientações para a Atuação da Equipe de Enfermagem na Atenção
Primário à Saüde-COREN/MG, 2017.
FLUXOGRAMA DE CONDUTAS PARA SUSPEITA DE
DENGUE
Suspeita de Deneue
Rel,uo de íecbrit, u&ualm.nte .ntre doi, e, HUI diH de duraçlo, • duu ou mai, du u 1uintH mariife,u.ç6u: n.iu, ea, v6míto1;
,::,._,nt<:'""; ml11~,:,,;.11,tt,tlgi.;i; «,.f:,l,::,i,, do• ,~tro •orbital; pc.,téqui;r,; p,,:,,,11 d<i i.,ço p(»itiv:.; k;-uo:»p,:ni;i,. Também po,k ~ ,x,,,~i,J1,.-r11do
cno iusQelto toda crl,nç, com qu11dro febrll 1gudo, uwalme,ne entre dol$e 5ete dln de duraçlo, e 5em tow de lnfecçlo aporente.
sem risco
:.ociut,u~m
comorbld.Oea
0 Nodtkat todo caso suspeito de dercue
Tem $inal de alarme ou depavkl.lde?
oucomtl,co
9Ut.iulccorn
como,bldadat
GrupoO
Sinal• de el rme preMtnte
• ala de 1ravldade
ouaontoa
• Dor abdominal lnt nH
{r l•r ld•ou•palpaç.lo)a
oootfnue
• V6mlto1 perslsten1es;
• Ael)mulo del/quldos;
- Hlpenena.Ao poatun1\;
2 cm ebalxodo abordo
co11utl;
• Let•l'Jl• alou lrri\abltldodo:
• Aumonto p1ognissivo do
hema«serho
Iniciar hldrataçlo dos paciente, de Imediato de acordo com e ot.Hlflcaçlo, enquanto ecu•fd•
examH leboratotlals. Hldrat açlio oral pera psclentH do 1rupoA • a. Hld rataçlc w.nou pera pkl ntea
do 1rupo e • D.
Aoompanh manto
ambula1orlal
Aeompanhamen to em
leito de obHrveçlo n,
N'auli.do de uma, ■
ra veU 91io olínlc■
Aoomp nh montoom leito do
lntunaçlo a,, ■ 1tablllzaçlo
92
Acompanha
mento
em leito de
emerg~ncla
Condições çJínlcas especiais e/ou risco social ou comorbldad415: lactentes (< 2 anos), gestantes, adultos com idade> 6S anos,
com hipertensão arterial ou outras doenças cardiovasculares, diabetes mellitus, DPOC, doenças hemalológicas crônicas
(principalmente anemia falciforme), doença renal trdnica, doença ácido péptica e doenças autoimunn. Estes pacientes podem
apresentar evoluçio desfavorâvel e devem ler acompanhamento diferenciado.
Fonte: Adaptado de Dengue: diagnóstico e manejo clínico, adulto e criança - Ministério da Saúde, 2016.
FLUXOGRAMA DE CONDUTAS PARA CHIKUNGUNYA
e.aso suspeitD - faseapda - pacienl!CXlfflfebreporaté 7 dias acompanhada de artralgia(s) intensa de inldo súbito.
Pode estar associado à cefaleia, a mlalgias e à exantema. Considerar história de deslocamento nos últimos 15 dias
para áreas com transmissão de chikungunya.
Gnlposderisco:
, Gestantes.
• ~IISM~<matos
considerar
Padentlssemslnalsdepfdade.
semcrllslode
bana:
&pecllcos:isolamenlovnlou
soralagia.
QJIII
'
Ava lar mab de
gravidade, critérios de
lntemaçãoe puposde
Sinais de gmidide e a~érios de intemição:
.
, Acometimento neurológico.
tontura. hiootensàa. enchim,ntocaP.ilarlento Sína1soe crroque: exrremmtlesfnas, aanose,
• ou lnstabllidadehemodinâmlca.
'Dispneia.
, Dor torácica.
Ac:ompanhamentoambulatorial 1 ~---~•-""-" __ _
1 + wmes:
Especltlcos: IS(jamento virai ou
sorol~•-
lnespeáfico: hemograma com
rontagemp~quetâria.
l ; F lw:;:::a ... -..
.... filllilliíCllirà IIIM II:
........ ......... _. ..... lflllllarild,I. dir
----·- ---••o-•--·
~ . ...................
............
~--- .. _..._,.. ---•--cllia 5-0llfiadtlti:llllhnclw,
lllkil .... ....,
~·---·
94
182 ANO V - EDIÇÃO 956 - TERESINA (PI), SEGUNDA-FEIRA, 14 DE ABRIL DE 2025
A INFORMAÇÃO IMPRESSA OFICIAL E LEGAL DOS ATOS DA ADMINISTRAÇÃO MUNICIPAL
www.diariooficialdasprefeituras.org
(Continua na página seguinte)
Conduta Clfnlca na Unidade:
1-Avaliar intensidade da dor (EVA)
aplicar questionário de dor
neuropática (DN4) e seguir
fluxogramas de dor. O uso de
aspirina e antHnllamatórios são
contraindicados na fase aguda.
2 • Hidratação arai.
3- Avaliar hemograma para apolo
no dlagn6stlco diferencial,
4 -Encaminhar para a unidade de
referência a partir de surgimento
de sinais de gravidade ou critérios
de intemacão.
Conduta Clínica na Unidade:
1- Avaliar intensidade da dor (EVA)
aplicar questionário de dor
neuropática (DN4) e seguir
fluxogramas de dor. O uso de aspirina e
anti-inflamatórios são
contraindicados na fase aguda.
2- Hidratação oral.
3- Avaliar hemograma para apoio no
diagnóstico diferencial.
4 - Encaminhar para a unidade de
referência a partir de surgimento de
Fonte: Adaptado de Chikungunya: manejo clínico-Ministério da Saúde, 2017.
PRESCRIÇÃO MEDICAMENTOSA
• SOLUÇÃO DE REIDRATAÇÃO ORAL
• HIDRATAÇÃO NO ADULTO
Calcular o volume de líquidos de 80 mVkg/dia, sendo um terço com soro de reidrataçilo
oral (SRO) e com volume maior no início. Para os dois terços restantes, orientar a ingeslão
de líquidos caseiros (água, suco de frutas. soro caseiro, chás, água de coço, sopas etc.),
utilizandowse os meios mais adequados à idade e aos hábitos do paciente.
Especificar o volume a ser ingerido por dia.
Por exemplo. para um adulto de 70 kg, orientar:
8 O mi X 70 kg= 5,6 litros (dia) à 6 litros
Período da manhã: l L de SRO e 2 L de líquidos caseiros.
Período da tarde: 0,5 L de SRO e 1,5 L de líquidos caseiros.
Período da noite: 0,5 L de SRO e 0,5 L de líquidos caseiros.
A alimemação não deve ser interrompida durante a hidnnação, mas administn1da de
acordo com a aceitação do paciente.
Fonte: Dengue: manual de enfermagem -Ministério da Saúde, 2013.
• HIDRATAÇÃO NA CRIANÇA
Orientar a hidratação de fonna precoce e abundante, com soro de reidratação oral
(SRO).
Oferecer sistematicamente de acordo com a tolerância da criança.
Para crianças < 2 anos, oferecer 50 - 100 mi (um quarto a meio copo) de cada vez.
Para crianças> 2 anos, 100 -200 mi (meio a um copo) de cada vez.
Completar a hidratação oral aumentando a oferta de líquidos caseiros, tais como água,
sucos de frutas naturais, chás, água de coco e sopas.
Evitar uso de refrigerantes e alimentos de cor escura e avermelhados.
Manter alimentação, inclusive o aleitamento matemo, milizando os meios mais
Fonte: Dengue: manual de enfermagem -Ministério da Saúde, 2013.
. DIPIRONA SÓDICA E PARACETAMOL
96
Dipirona Sódica
Adultos: 20 gotas (500 mg/ml - 1 mi= 20 gotas) ou I comprimido (500 mg) de 6 em 6
horas.
Crianças: 10 mg/kg/dose de 6 em 6 horas.
Paracetamol
Adultos: 40 - 55 gotas ou 1 comprimido (500 a 750 mg) de 6 em 6 horas.
Crianças: l O mg/kg/dose de 6 em 6 horas.
Fonte: Dengue: manual de enfermagem-Ministério da Saúde, 2013.
Atribuições do Enfermeiro:
• Programar e realizar ações de assistência básica e vigilância à Saúde
do Trabalhador;
• Realizar investigações em ambientes de trabalho e junto ao trabalhador em
seu domicílio;
• Realizar entrevista especializada em Saúde do Trabalhador;
• Notificar acidentes de trabalho, por meio de instrumentos de notificação
utilizados pelo setor de saúde;
• Planejar e participar de atividades educativas no campo da Saúde doTrabalhador;
• Incluir o item ocupação e ramo de atividade em toda Ficha de Atendimento
Individual de crianças acima de 5 anos, adolescentes e adultos;
• Em caso de acidente ou doença relacionada com o trabalho, deverão ser
adotadas as seguintes condutas:
1. Condução clínica dos casos (diagnóstico, tratamento e alta) para aquelas
situações de menor complexidade, estabelecendo os mecanismos de
referência e contra referência necessários.
2. Encaminhamento dos casos de maior complexidade para serviços
especializados em Saúde do Trabalhador, mantendo o acompanhamento
dos mesmos até a sua resolução .
3. Notificação dos casos, mediante instrumentos do setor de saúde: Sistema
de Informações de Mortalidade -SIM; Sistema de Informações Hospitalares
do SUS- SIH; Sistema de Informações de Agravos Notificáveis - SINAN e
Sistema de Informação em Saúde para a Atenção Básica -Sisab.
4. Solicitar à empresa a emissão da Comunicação de Acidente de Trabalho
(CAT), em se tratando de trabalhador inserido no mercado formal de trabalho.
Aomédico que está assistindo o trabalhador caberá preencher o item 2 da
CAT, referente a diagnóstico, laudo e atendimento.
5. Investigação do local de trabalho, visando estabelecer relações entre
situações de risco observadas e o agravo que está sendo investigado .
6. Realizar orientações trabalhistas e previdenciárias, de acordo com cada caso.
7. Informar e discutir com o trabalhador as causas de seu adoecimento.
ANO V - EDIÇÃO 956 - TERESINA (PI), SEGUNDA-FEIRA, 14 DE ABRIL DE 2025 183
A INFORMAÇÃO IMPRESSA OFICIAL E LEGAL DOS ATOS DA ADMINISTRAÇÃO MUNICIPAL
www.diariooficialdasprefeituras.org
(Continua na página seguinte)
DIÁRIO OFICIAL
DAS PREFEITURAS PIAUIENSES
SOLICITAÇÃO DE EXAMES
Hemograma completo com contagem
de reticulócitos
Proteínas totais e frações
Eletroforese das globul.inas
Bilirrubinas totais e frações
Fosfatase alcalina
TGO
TGP
GAMAGT
Ureia
Creatinina
TSH
T3
T4
Glicemia em jejum
Urina (rotina)
Dosagem de acetilcolinesterase
plasmática quando suspeita de
intoxicação aguda por
organofosforados ou carbamatos
Dosagem de acetilcolinesterase
verdadeira quando suspeita de
intoxicação crônica por
organofosforados ou carbamatos
Radiografia de tórax
Outros: espermograma, tomografia
computadorizada, eletrocardiograma
etc.
Fonte: Guia de Orientações para a Atuação da Equipe de Enfermagem na Atenção
Primária à Saúde - COREN/MG, 2017.
Atribuições do Enfermeiro:
• O enfermeiro é responsável pela realização das medidas
assistenci8is de enfermagem, sej8m el8s:
-Medidas de segurança e proteção;
-Medidus da controle m:ts disfunçêtis neurológicas;
-Medidas de conforto e prevenção de ulcerações;
-Nutrição;
-Sistematização da Assistência de Enfermagem (SAE).
• ESQUEMA PARA
RAIVA
PROFILAXIA DA
HUMANA PÓSEXPOSIÇÃO COM VACINA DE CULTIVO
CELULAR
Caso o cao ou gato agressor tenha sinais sugestivos de raiva no momento da
agressão, indicar a profilaxia. Se o cão ou gato agressor não apresenta sinais
sugestivos de raiva, Indica r a observação do anim al por 10 dias e não Iniciar a
profilaxia pósexposição. Não sendo possível a observação do a nimal, administrar o
esquema indicado no quadro abaixo.
Pós-Exposição (PEPJ;
VIA INTRADtRMICA (1D),
Esqu ema vocinol: 4 (quatro) doses, nos dias O, 3, 7 e 14.
Volume da dose: 0,2ml. O volume da dose deve ser dividido em duas
aplicações de O, 1 mL cada e administrados em dois sít ios distintos,
Independente da apresentação d a vacina, seja 0,5 ml ou 1 ,o m l
(dependendo do laboratório produtor).
• Local de 21plicação: antebraço ou n21 região de delimitação do m úsculo
deltoide.
VIA INTRAMUSCULAR (IM)
Esquem a vacinei: 4 (quatro) doses, nos dias O, 3, 7 e 14
Dose total: 0,5ml ou 1 ,O m l (dependendo d o laboratório produtor).
Administrar todo o volume do fresco.
• Local de aplicação: no músculo deltoide ou vasto lateral de coxa em crianças
100
menores de 2 (dois) anos. Não aplicar no glúteo.
PARTICULARIDADES:
Recomenda-se utilizar a via 10 para a profilaxia pré-exposição centralizando e
agendando o procedimento em locais com profissionais treinados e habilitados.
Quanto à pós-exposição, avaliar a possibilidade de utilizar a via 10 principalmente em
grandes aglomerados urbanos. Para certificar que a vacina por via 10 foi aplicada
corretamente, observar a formação da pápula na pele. Se na aplicação pela via 10,
eventualmente, a vacina for aplicada erroneamente por via subcutânea ou
intramuscular, deve-se repetir o procedimento e garantir que a aplicação seja feita por
via intradérmica. Pessoas com imunossupressão devem ser avaliadas
individualmente. Intercambialidade de via de aplicação (possibilidade de se realizar a
substituição de uma via de administração por outra equivalente) pode ser realizada.
Fonte: Nota Técnica Nº 8/2022, sobre as atualizações no Protocolo de Profilaxia pré, pós e
reexposição da raiva humana no Brasil, 2022
~ 136
PROFILAXIA DA RAIVA HUMANA
LAYMO~O
a.tJ.oJA1SM,\Q,
Nl,olNICl,UNOJU,IY,
•~o......_ -· ..... . ,, .,, - «
-·-
TOCAIIOUDMDICOMllt~~
W..~01"11~
CCINtATO lMIJCll lllf11WCOMSWKÇOB OUIXCMtOCSOINIIMAL~M
MM:IIOOUOICAm+UWIO
LA'UJtCDMKUo\1:IMÃO,
---
~OUJCtwd-t'llb#f,N
lOOUM •DliUO.S.TI~
.. _... ...... ,,...~ ...... ,.. .... .. ~ ......... Wr_.... i'I ..
-·- ......... -- -
00 1" OI Cll"OIICÀO, ~===- ~vu O rtlllWOffO COM À,ÇijA I'. Ml,Lo ~(IOMSOflO
...........
IV-,.,OUM•
IMUll,J,U~
ll'la~~--.. -a:...... o_,..._....,...., ..... .,.....,. . ..,....... ~---~"9#.t.ffADO.
. . . ..............
HOIO"OIAINÃO ----~
J ........... --
NOtllC»ICIDOUNOSllll.-a,
UWO'MCll:l,ts,
.-........ -
I.AVMCON~IMÜG.
l'llll0fll.AlV,COM\l...ac.\"
IIOOUN• IIIAID.1.TU~.
.....
~au..,..__NA&
~NOIKMl'.H?OCIJAUCQ
N6~0U IQ:111($:
........... WÜlJ"'-MOUDIIHIAl,lM - ~~00«-0.
............ _ ~WU.:,OIJI~ ...,,_o.iM or l.('5tliu. NIY\IHDU
OUDt ~MUNOQUI .....,. ..
IMMCON/1,Q,MISMAO..
~COMSo.)tlMOUIGMNOo
IYAC:wl"IIOOVN • W.S .. J,UMl.
Fonte: Fluxograma Profilaxia da Raiva Humana - Ministério da Saüde, 2022.
~•O.""L.C:.O, ......... ~
_______ .......,. .. -.... .. ...,....,u ..... o.11..0"' ~00_.....,~LOat
-~~»--wlllNfl:MIRIII
·-
wi.,~MO...•flM,,,i,OII
\Gml. ........... ~~ ~--·~•'·-~- IIGl<ICJ9"0_,.... ... ..,,,_:.,r11
...--~--,--- -.-. .. ..... .... .,.. ... IOIMf,
O SM OJt lCMAA, __ ..,.,....,..
..... QC----~~ •-•--.....,..••r .. _.., ~- 0fN~l•.i•dl,ot .. ------11'- ..... #~
~.,..
..... ,"'-· ............. ..,...._"' ...._.llOI ,,__.,..,_,.,_-"~OII
...... -.i ........ ,. ...... _...., NJca•--•""'"'·~• :::::.'::*'-' ...... --J'tl-. ......... W..Cl,flll: '4)\11 ..... _
~,._,_~~
.._.. .. , ........ ""'
+ MINl!õltRioCA
"" SAÜOl
102
184 ANO V - EDIÇÃO 956 - TERESINA (PI), SEGUNDA-FEIRA, 14 DE ABRIL DE 2025
A INFORMAÇÃO IMPRESSA OFICIAL E LEGAL DOS ATOS DA ADMINISTRAÇÃO MUNICIPAL
www.diariooficialdasprefeituras.org
(Continua na página seguinte)
PROFILAXIA DA RAIVA HUMANA ~t3~~ 136
CONTATO INDIRETO
IJVI!
mordedura ou arranhadur
rfocial no tronco ou nos
membros. ce•o mias• pt-s
mbedur•delesõlts
SUs»rf lClilos
CRAVE
rnotdodufa ou •~n u
nas mucosas. no segmento
cef hco. n m os ou nos
pés
mo,dedur ou
punt orm•
1 mbedu•• dll IKÕe5
p,ofundas ou de mucOAs.,
o Que 1ntKt.as
f'TlOC'd4tdura ou 41rr&nhadur
e usado por mami ro re
t..var com agu e s.abao
NAOINOICAR
PROFII.AXIA
uivar com agua e s.a~
NAOINICIAR
PROFILAXIA
Mante< o nimal em
ob~o por 10 dias.
Se permar>Ker VM>e
saudável suspender•
observaç o no 10 d,a
e encerrar o caso.. Se
morret. ~p.irec.er
ou apresentar s.tna1s de
ra tndtC r VACtNA•
(dlu O. 3, 7 e 14)
Lavar com agua
esabao
NAOINICIAR
PROFILAXIA.
Man r o n1mal m
observaçac> por 10 d1 s.
Se permanecer vivo e
sau«U suspend r a
observaçl\o no 10• d,a
e encenar o e.aso Sé
m0trer. d parecer
ou ap,.sentar sinais de
raova ndicar VACINA•
(dia• O. 3, 7 e 14} e SORO (SAR ou IGHAR)•
ANIM N ÃO PASSIIIEl.
OE OBSERVA ÇÃO
POR IO OlAS OU
COMSINAIS
.. UGES IVOS O RAIVA
l..aMir com agua
es.abl>o
NJI OICAR
PRO ILAXIA
rco,n Uil
ubào
INICIAR PROFILAXIA:
VACINA•
(diu O. 3, 7 e 14)
ui r com água e
s.abao
1 ICIAR
PROFILAXIA.
VACINA•
(dias O, 3, 7 e 14) e
SOAO(SARou
ICHAR)•
MAM FERO
DOMtsTICO
DEINTERES~
ECONÔMICO
(
su1noseOV1nos
Lav r com agua
esa~
NAOINOICAR
PROFILAXIA
Lavilrcom gua
esabàa
INICIAR
PROFILAXIA:
VACINA•
(dias O, 3, 7 e 14)
Lavar com ua,
esabào.
INICIAR
PROFILAXIA.
VACINA• dias
0 , 3, 7 e 141 e
SORO SAROU
ICHAR)•
A 1na dever.A adm,n,strada per vaa 1ntrad ou vaa ,ntramoSC'Utar
MAM FEROS
SILVESTRES
Lavar com 9ua
t!sa o
l>OINOICAR
PAOt=ILAXIA
• Lavatcom gua
t!sab-'<>
IC!AR
PROFII.AXIA.
VACINA•
(dia• 0 , 3, 7e
14) e SORO
(SAROU
IGHAR)•
MORC.ECOS
Lavar com gua t!sabao
ICIA~
PROFllAXIA
VACINA• (dl0 , 3, 7e14) 1!
SOAO(SARou
ICHAR)•
Lavar com • gua
l!sab.\o
INICIA~
PROFILAXIA.
VACINA• (dias
0 , 3, 7el4) e
SOAO(SARou
ICHAR)•
Via lntradkmlca: volume da dose 0,2 mi O volume da dOse dt!Vt! ser dMdldo t!m duas aphcaÇl)t!s d 0 .1 mi cada"
adm,nostradas em dois s, ,os d tintos ndePt!ndentt! da apresentaçlo da vacina. seja O.S mi ou 1.0 mi (dept!ndt!ndo do
laboralório produt01I Local dt! tCaçi>O 1nserçlo do musculo dei ou no antt!braço
Via lntramuscul r: dose total O.S mi ou 1.0 mi (d Pt!ndendo do labora Ó<IO produto,). Administrar todo o volume do
frasco. Loc.1 dll aphcaça«r no museu lo dei old• ou vasto latt!ral da em cri nças meno<es de 2 (dois) nos.. NJo
•ploc r no glut4'0
O SAR, ou • ICHAR. ~ ser adm,n,strado no dia O. Caso nlo •st•1a dl5ponlvel. aplicar o ma,s rápido possi,,el ate
o r dia apóS a aplica~ da 1• dose de vacln Após esse prazo e contraind,c.do. Existindo clara lden flcaç o da
loc:alizaçao da(•J lesao{óesl, recentes ou claitrizadas. ~-,.. infiltrar o volume total 1ndlaido. ou o,.,.. mo poufvel,
dentro ou ao redor da(5) 1 o( 1 Se nlo for po5SNel, plicaar o restante por vi;a IM, ,_;tando o volume múimo
de ada grupo muscular mais p«»umo d• 1 o.
Soro antlmiblco (SA.A): 40 Ul/lqj de peso
lmunoglobullna humana •ntlmiblca (ICHAR): ICHAR 20 Ulll<!il de peso.
~-+ MJNJSrtruODA -~ SAÚDE •
Fonte: Cartaz da Profilaxia da Raiva Humana - Ministério da Saúde, 2022.
103
ANO V - EDIÇÃO 956 - TERESINA (PI), SEGUNDA-FEIRA, 14 DE ABRIL DE 2025 185
A INFORMAÇÃO IMPRESSA OFICIAL E LEGAL DOS ATOS DA ADMINISTRAÇÃO MUNICIPAL
www.diariooficialdasprefeituras.org
(Continua na página seguinte)
DIÁRIO OFICIAL
DAS PREFEITURAS PIAUIENSES
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
BRASIL. Lei nº 5.095/1973. Dispõe sobre a criação dos Conselhos Federal e Regionais
de Enfermagem e dá outras providências.
BRASIL. Lei nº 7.498/1986. Dispõe sobre a regulamentação do exercício da Enfermagem
e dá outras providências.
BRASIL. Lei n° 8.967/1994.Altera a redação do parágrafo único do art. 23 da Lei n° 7.498,
de 25 de junho de 1986, que dispõe sobre a regulamentação do exercício de
enfermagem e dá outras providências.
BRASIL. Decreto Lei n° 94.406/1987. Regulamenta a lei n° 7.498, de 25 de junho de 1986,
que dispõe sobre o exercício da Enfermagem, e dá outras providências.
CONSELHO FEDERAL DE ENFERMAGEM. Resolução Cofen nº 186/1995.
Reconhece as atividades elementares de Enfermagem.
CONSELHO FEDERAL DE ENFERMAGEM. Resolução Cofen nº 516/2016.
Normatiza a atuação e responsabilidade do Enfermeiro, Enfermeiro Obstetra e Obstetriz
na assistência às gestantes, parturientes, puérperas e recém-nascidos nos locais onde
ocorra essa assistência.
CONSELHO FEDERAL DE ENFERMAGEM. Resolução Cofen nº 564/2017.
Aprova o novo Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem.
CONSELHO FEDERAL DE ENFERMAGEM. Resolução Cofen n° 514/2016.
Aprova o Guia de Recomendações para os registros de enfermagem no prontuário do
paciente, com a finalidade de nortear os profissionais de Enfermagem.
CONSELHO FEDERAL DE ENFERMAGEM. Resolução Cofen nº 358/2009.
Dispõe sobre a Sistematização da Assistência de Enfermagem e a implementação do
Processo de Enfermagem em ambientes, públicos ou privados, em que ocorre o
cuidado profissional de Enfermagem, e dá outras providências.
CONSELHO FEDERAL DE ENFERMAGEM. Resolução Cofen nº 195/1997.
Dispõe sobre a solicitação de exames de rotina e complementares por Enfermeiro.
CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE MATO GROSSO. Código de
104
ética e principais legislações para o exercício da enfermagem/ Conselho Regional de
Enfermagem de Mato Grosso. -Cuiabá : Coren-MT, 2018. 70p.
Guia de Orientações para a Atuação da Equipe de Enfermagem na Atenção Primária à
Saúde/ Conselho Regional de Enfermagem de Minas Gerais. Belo Horizonte:Coren- MG,
2017.220p.
Protocolo de Enfermagem na Atenção Primária à Saúde no Estado de Goiás /
organizadores Claci Fátima Weirich Rosso ... [ et ai.]. - Goiânia : Conselho Regional de
Enfermagem de Goiás, 2014. 336 p. : il.
BRASIL. Ministério da Saúde. Manejo do paciente com diarreia. Produzido em
Janeiro de 2011. Disponível em:
<http://bvsms.saude.gov.br/bvs/cartazes/manejo_paciente_diarreía_ 40x60.pdf>
Acesso em: novembro de 2024.
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção
Básica. Manual de condutas gerais do Programa Nacional de Suplementação de
Vitamina A / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de
Atenção Básica. -Brasília : Ministério da Saúde, 2013. 34 p. : il.
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção
Básica. Saúde da criança : crescimento e desenvolvimento / Ministério da Saúde.
Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. - Brasília : Ministério
da Saúde, 2012. 272 p.: il.-(Cadernos de Atenção Básica, nº 33)
Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Ações
Programáticas e Estratégicas. Proteger e cuidar da saúde de adolescentes na atenção
básica [recurso eletrônico]/ Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde,
Departamento de Ações Programáticas e Estratégicas. - Brasília : Ministério da
Saúde, 2017. 234 p.: il.
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção
Básica. Saúde sexual e saúde reprodutiva/ Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à
Saúde, Departamento de Atenção Básica. -1 . ed., 1. reimpr. - Brasília
: Ministério da Saúde, 2013. 300 p.: il. (Cadernos de Atenção Básica, n. 26)
BRASIL. Ministério da Saúde. Protocolos da Atenção Básica : Saúde das Mulheres /
Ministério da Saúde, Instituto Sírio-Libanês de Ensino e Pesquisa - Brasília: Ministério
da Saúde, 2016. 230 p.: il.
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de DST,
Aids e Hepatites Virais. Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas para Atenção Integral
às Pessoas com Infecções Sexualmente Transmissíveis / Ministério da Saúde,
106
Secretaria de Vigilância em Saúde, Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais. -
Brasília : Ministério da Saúde, 2015. 120 p. : il.
186 ANO V - EDIÇÃO 956 - TERESINA (PI), SEGUNDA-FEIRA, 14 DE ABRIL DE 2025
A INFORMAÇÃO IMPRESSA OFICIAL E LEGAL DOS ATOS DA ADMINISTRAÇÃO MUNICIPAL
www.diariooficialdasprefeituras.org
(Continua na página seguinte)
P,IUIITUI A NUNICIP'AL
Caiueiro
da'Praia
,,,.\.o•u•••• o •ovo. c.011,r vt to o'"''"'"º
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde.
Departamento de Vigilância Epidemiológica. Manual de
recomendações para o controle da tuberculose no Brasil/ Ministério
da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, Departamento de
Vigilância Epidemiológica. - Brasília : Ministério da Saúde, 2011 . 284
p.: il. -(Série A. Normas e Manuais Técnicos)
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde.
Departamento de Vigilância das Doenças Transmissíveis. Dengue :
diagnóstico e manejo clínico : adulto e criança [recurso eletrônico]/
Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde,
Departamento de Vigilância das Doenças Transmissíveis. - 5. ed. -
Brasília : Ministério da Saúde, 2016. 58 p. : il.
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde.
Departamento de Vigilância das Doenças Transmissíveis.
Chikungunya : manejo clínico / Ministério da Saúde, Secretaria de
Vigilância em Saúde, Departamento de Vigilância das Doenças
Transmissíveis. -Brasília: Ministério da Saúde, 2017. 65 p.: il.
BRASIL. Ministério da Saúde. Dengue: Manual de Enfermagem /
Ministério daSaúde, Secretaria de Vigilância em Saúde; Secretaria de
Atenção à Saúde. - 2. ed. Brasília: Ministério da Saúde, 2013.64 p.: il.
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde.
Departamento de Vigilância Epidemiológica. Protocolo de
tratamento da raiva humana no Brasil / Ministério da Saúde,
Secretaria de Vigilância em Saúde, Departamento de Vigilância
Epidemiológica. - Brasília : Ministério da Saúde, 2011 . 40 p. : il. -
(Série A. Normas e Manuais Técnicos)
BRASIL. Ministério da Saúde. Esquema para profilaxia da raiva
humana pós- exposição com vacina de cultivo celular. Acesso em
novembro 2024.
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde,
Departamento de Doenças de Condições Crônicas e Infecções
Sexualmente Transmissíveis. Protocolo Clínico e Diretrizes
Terapêuticas da Hanseníase [recurso eletrônico] / Ministério da
Caiueiro
iW da' Praia
,,.,u.O•U,UtOO O POVO.
COIUTIIIUIIIOO O f'IITUtlO
108
Saúde, Secretaria de Ciência, Tecnologia, Inovação e Insumos
Estratégicos em Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde. - Brasília:
Ministério da Saúde, 2022. 152 p. : il.
~ ..,.,é'~~ iZ-------
FELIPE DE CARVALHO RIBEIRO
Prefeito Municipal de Cajueiro da Praia-Pi
ID: 1466498518504
EDITAL DE CONVOCAÇÃO N º 01 /2025
PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO N º 004/2025
O Município d e Cajueiro da Praia, por meio da Secretaria Municipal de Educação
CONVOCA os candidatos a provados no Processo Seletivo Simplificado n º
004/2025, d e que trata o Edital nº 004/2025, confoz-me d escrição abaixo, para
comparecer n a Secretaria Municipal de Educação, no dia 15 de abril de 2 022,
terça- feir a n o h orãrio d e 08:00 às 13:00 horas, para apresentação d os
documentos e habilitações exigidas de seus respectivo$ cargos, de acordo o edital
do certam e, devendo o candida to apresentar os seguintes documentos contantes
do a n exo V: l . 1 Comprovante de escolaridade exigida para o cargo (conforme
edita1). d evidamente reconhec.ido por instituição competente ; 1 .2 Carteira de
Ide ntidade Certificado de resetvista (sexo m asculino ); 1.3 1.4 1.5 Certidão de
nascimento (se for solteiro) ou casamento (se for casado) e dos filhos de tiver; CPF
com nome correto e s ituação regular junto à receita fe d eral;
(https: / / servicos.receita.fazend a.gov. br / servicos/ cpf / con sultasituacao/ consulta
publica.asp) 1.6 Titulo e le itoral e certidão de quitação com a justiça e le itoral
(httos: / /www tse.ius.br/eleitor /certidoes /certidao-de-auitacao-eleitorall
imprimir certidão e validação; l. 7 a ) Certidão negativa de anteced entes criminais:
(imprimir a certidão e a validação da certidão}: Justiça Estadual 1 ª e 2 ° Instâncja.
(imprimir a certidão e a validação da certidão); b) 1 .8 Justiça Federal l ª e 2ª Jnstdncia.. (imprimir a. certiddo e a. vo.Jido.çdo d o. certiddo); Carteira. de Tra.bo..lho e
Previdê n c ia Social contendo a data do 1 ° emprego (quando for necessário ) 1 .9
Cartã o de Cadastramento PIS/PASEP ou NIT 1.10 Comprovante de residê ncia
atualizado; 1.11 Dados bancá.rios (BANCO DO BRASIL); 1.12 Apresentar
d eclaração quanto ao exe.rcicio de outro(s) cargo(s), emprego(s) ou função(ões)
pública (s) ou privada com a respec tiva carga h orária e horário de trabalho, e sobre
recebime nto d e p1·ove ntos decon·entes de aposentadoria e p ensão ; 1. 1 3
Apresentar declaração de bens e valores q\.le constituam patrimônio, e, se casado
(a.), a do cônjuge; 1.1 4 Firma.r decla.ra.ção d e n do estar cumprindo e nem ter
sofrido, no exerc icio da funÇHo püblica, penalidade por prática de improbidade
administrativa aplicada por qualquer ó rgão público ou entidade d a esfera federal,
estadual ou m unicipal; 1. 15 Firmar declaração de não estar cumprindo sanção
por inidoneidade, aplicada por qua lquer ó rgão público ou entidade da esfera
fed eral, estadual ou municipal; 1.16 Estar apto fisicamente e mentalmente para
o exercicio do cargo ao qual concorra , não sendo portador de d eficiência p ara com
as atribuições que o cargo requ er. (ATESTADO) 1 . 1 7 Laudo Técnico na con d ição
de d eficiência emitida por equipe Multiprofissio n aJ (para deficientes com reserva
legal); 1.18 Declaração de não ser beneficiário do programa bolsa fa m ilia, e caso
seja, apresentar documento que comprove que mesmo sendo n omeado ou
contra tado continu a.rã com perfil para continu ar recebendo o beneficio. 1.19
Declaração que não p ossui CNPJ em seu nome, ou caso possua, comprove que
não é sócio administrador. 1.20 Uma foto 3x4.
PREFEITURA MUNICIPAL DE CAJUEIRO DA PRAIA - PIAUI - Praça José Adrl~, 23 Centto CEP: 64.222-000 Site:
www.cajueirodapraia.pi.org.br - Email: gabprefeitun,cajueiro@gmail.com
CONVOCADOS
Cargo: Pro íe8sor d e Ensino Fundamental
Nome
ANA G I SELE SOARES PAIVA
ÁUREA KELLY VERAS GUEDELHO
MARIANNY MARIA FREITAS DE SOUZA COSTA
AIRTON DOS SANTOS SOUZA
TÁLIA DOS SANTOS S ILVA . , ... ,
MARIA DAS NEVES ROCHA DE CASTRO e;: - E LEUDA SANTOS SILVA DO NASCIMENTO - MICAELE SOUSA CASTRO BARROS
SAMELA CARVALHO DO AMARAL
MARIA KAROLINE DE CALDAS LEAO
Cargo: Professor d e Educação Infantil
Nome
SARA ABREU DA SILVA
MARINADTA D A ROCHA CASTRO -..........--......, ANDREIA SANTOS DA R OCHA -..,,_ "'-= KATIARA FERREIRA L OPES
NAIANA ARAÚJO DA SILVA '
Cargo: Professor de Educação Física
-· - Nome
FRANCISCO DE JESUS CASTR O DOS SANTOS
JONAS SOUSA DE OLVEIRA
MILLER ARAÚJO DA SILVA
Cargo: Professor d e Língua Ing lesa
Nome
MOISES BARROS SILV A
PREFEITURA MUNICIPAL DE CAJUEIRO DA PRAIA - PIAUI - Praça Jos~ Adriao. 23 Centro CEP: 64.222-000 Sito:
www.cajueiroc#,pr9ia.pi.org.br - Email: gabp1'9f9ituracajU8iro@gmail.com