| Tipo | Lei |
|---|---|
| Número / Ano | 18 / 1949 |
| Date | 1949-12-14 |
| Ementa | CONCEDE SUBVENÇÃO A CASA DO ESTUDANTE DA PARAÍBA, COM SEDE EM JOAO PESSOA. |
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Arte 1º - Pica concedida à CASA DO ESTUDANTE DA panafBA,com séde na Capital do Estado,a subvenção anual de SEISCENTOS CRUZETROS (CR$ 600,00), “ pagével em cotas mensais de CINQUENTA CRUZEIROS (CR$ 50,00) no doe penas es o A subvenção a quo ce refere & prosente lat oiii DE go a partir de 1º de Janeiro de 1950,correndo as suas despõsas por cons E ta am dotação que será consigiada no arçanento para o exercício próximos AM 3º Para que sé habilito ao recebinento da subvenção act out Ran «quais reirintnia cictgtdo: « mto NO ND MUS eli Gols ES) dinda sie Alive: minado, — Artel - Revogam-se as aisposições em sun Sala das sessões da Câmera Mungeipal de Banar 199 “tal do Estado,a subvenção anulal de MIL DUZENTOS CRUZEIROS (crê = pagével em cotas mensais de CEM CRUZEIROS (CR$ 100,00) ao seu Art.e2º - À subvenção a que se refere o presente Decreto Lei “em vigor a partir de 1º de Janeiro de 19h50, conrendo as suas des “dotação que será consignada no orçamento para o exercício próximos Jó: Arte 3º - Revogam-se as disposições em contrários Sala das sessões da Câmara Municipal de Bananeiras,ll. de De Ip. E é JUSTIFICAÇÃO: “ A luta pela vida,nas horas que estamos vivendo,está a exi « gir,cada vez mais imperiosamente,um mais apurado preparo daquêles quesseja qual for o setor das suas atividades,têm de encarária com realismo, A posse dos conhecimentos primários, só,não arma os indivíduos para os mistóres a " que serão chamados amanhã. De par com os conhecimentos de primeiro grau,os secundários deveriam ser mais populares e mais acessíveis, tormando-se bastar te difundidos. No Brasil,porém, dóe-me dizê=-lo,mas é preciso,o ensino gina- sial,devido o seu préço altamente elevado, está longe,múito longe ainda,de ser popular e acessível aos menos favorecidos,principalmente do interiores Os estabelecimentos de ensino secundário exiatentes no país,em número insu= ficiente,são,na sua mento suma verdadeira fonte de renda para os que os ex ploram, Tão rendoso é, entre nôs, no Brasil,o negócio do ensino, que se tornou uma fonte segura de lucros,não sendo poucos os grandes detentores de fortuns que,em sociedades anônimas, numa segura aplicação de capital,se constituiram para exploraílo, tornando-o, porisso mesmo,caro e inacessível a bolsas modes= tas. A8 populações do interior, ondgnão há,como entre nós aqui «em Bananeiras, infelizmente,um estabelecimento de ensino secundário para homens ,uns,os que podem pagar a peso de ouro o internamento dos filhos,manda-os aos centros adeantados,onde podem iniciar a sua aprendizagem com relativa facilidadesco mo internose Os que,porém,não têm as bolsas recheadas,uns os enviam para as “pensões,se as podeMba gar mesmo com prejuião do rendimento intelectual dos es tudantes, outros,menos fevorecidos, quedam-se, incapacitados,para observarem os filhos crescerem na. ignorância das belezas que o cupso secundario oferece,de par com um preparo adequados Minorando a situação devéras tristef,há,aqui e acolá,espíritos caridosos e altamente humanitários,que procuram tornar me - nos triste e lamentavel ste quadro, fundando estabelecimentos onde,mediante uma pequena,quase insignificante contribuição,os estudantes pobres do inte= riorgmas desejosos de saberstêm uma acolhida modésta mas segura e podem,as= sêm, darem-se ao luxo de entrar na posse dos conhecimentos indispensáveis a um sólido preparo. Está nêste número, felizmente para nós paraibanos,a utilís sima CASA DO ESTUDANTE DA PARAÍBA. "Não há quem, residindo no interior no int rior e estando em contacto diréto com as realidades do seu meio,desconheça os inestimáveis serviços que êsse utilíssimo estabelecimento vem prestando à juventude estudantil da Paraíba que,pobre,não podendo pagar pensões carís= simas, já que os estabelecimentos de ensino secundário, da Capital,não mais acolhem internos,alí encontram uma acolhida bondosa e acessível às suas bol- sas modestas. Sem dotações suficientes,difícil lhe tem sido preencher as su- as belas finalidades,recebendo um maior número de moços e lhes oferecendo ula melhor e mais adequada acolhida. Tendo a realizar wm vasto plano de obra: que lhe virão io pd o patrimônio e pô=-la em condições de melhor amparar os seus jovens hóspedes, os que lhe batem à tais na certeza de boa acolhida, () “BA ss vindos de vários pontos desta boa terra paraibana,e não dispondo dos recursos necessários apelam para os municípios,dentre os quais um só não há donde lhe não venha bater à porta um jovem pobregcioso” do saber, Bananeiras,a terra de Sólon de Lucena,ó grande amigo da infância estudiosa,aquêle que muito se orgui lhou de haver sido mestre-escola das crianças bananeirenses;Bananeiras,o berçé de Clóvis Bezerra,êsse moço devotado e prestimoso para o seu povo;Bananeiras de Odon Bezerra de saudosa memória não pode,e nem deve,ficar indiferente a ês- se apêlo que lhe envia a mocidade estudiosa da Paraíba no justo anceio de ver úealizado o seu ideal que és sem dúvida,o ideal de todos os paraibanos jovens em busca de um preparo que os torne capacitados NM arcabro porvir, com as pes sadas responsabilidades que lhefcairão sobre os ômbros quando nós lhes trans mitirmos os encargos de velarem pela Paraíba que se honra” das suas tre dições de pequena mas laboriosa parcela dêste grande Brasile Atendamos-lheA pois,ao apêlo. Demos-lhes o apoio que nos pedem nes ta mensagem esperançosa.Concedamos-lhes, embora diminuta,a subvenção 'de que tar to necessitam para a concretização dos seus ideaise Sala das sessões da Câmara Municipal de de 199 Di tocant es SóbEsa. deste a “rp “2 /Bomoem, 49- E ep