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sessao nº 2483

Tipo Sessão Ordinária
Número / Ano 2483
Date 2025-07-22
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Documents (2)

ata #

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ATA DA 2483ª SESSÃO ORDINÁRIA DA CÂMARA MUNICIPAL DE 
BANANEIRAS – PB
Aos vinte e dois dias do mês de julho do ano de dois mil e vinte e cinco, realizou￾se a 2483ª Segunda milésima quadringentésima octogésima terceira Sessão 
Ordinária da Câmara Municipal de Bananeiras, sob a Presidência do Vereador
José Marcelo Bezerra da Silva (PSB). Estiveram presentes os Vereadores: 
Ademir Marinho Gomes (PSB); Antonio Marques Batista (PSB); Alex Mota 
de Fontes (PSB); Elielson da Silva Gomes (PSB); Gilson Rosário da Silva 
(PSB) Icaro Cássio dos Santos Marques Cordeiro (MDB); Kilson Rayff 
Dantas da Silva (MDB); Lucivania Barbosa Oliveira da Silva (PSB); Vital de 
Morais Santa Cruz (MDB) e Yrajá Ferreira de Sousa (PSB). Às dezenove 
horas e trinta minutos, no Plenário da Câmara Municipal de Bananeiras, o Sr. 
Presidente declarou em nome do Povo de Bananeiras, aberta a Sessão, 
solicitando que a secretária proferisse a leitura da Ata da Sessão anterior, a qual 
após lida, foi aprovada por unanimidade, sem emendas. Logo após, o Sr. 
Presidente, determinou a leitura das correspondências e das matérias do 
expediente e, não havendo matérias, o Sr. Presidente realizou a abertura do 
pequeno expediente e pela ordem fez o uso da palavra o Vereador Icaro 
Marques, que ao saudar os presentes e os que acompanham pelas redes 
sociais, iniciou sua fala dizendo que estava muito feliz com a volta do recesso 
legislativo, onde ali pode prestar contas do trabalho que foi feito e que está
fazendo. Foi um recesso legislativo, mas que não obtiveram férias, porque 
estavam sempre atentos às demandas das pessoas de Bananeiras. fez uma 
prestação de contas do trabalho. Em pleno recesso legislativo, pode estar 
presentes no Arraiá do distrito do Tabuleiro, conversando com a população. 
Colocaram e cobraram melhores condições nas estradas rurais do município. 
Ressaltou que andou na zona rural e viram a dificuldade das pessoas em ter 
uma estrada de qualidade, uma estrada digna, uma estrada que pudesse levar 
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a população e proporcionar um bom escoamento da produção. Viram as pessoas 
com essa dificuldade de transitar, uma dificuldade de ter as estradas brevemente 
feitas. Comentou que foi visto a dificuldade do povo de Bananeiras na questão 
das estradas da zona rural. Visitou também o espaço de inclusão na cidade de 
Belém, o Espaço Acolher, que foi uma iniciativa belíssima que a prefeita Aline 
Barbosa estava fazendo em Belém, e que deveria ser modelo para os prefeitos 
da região, que deveria ser modelo também a se seguir um espaço de inclusão.
Comentou que também esteve na cidade de Belém, na Rádio Talismã, fazendo 
a prestação de contas do mandato. Relatou que também nesse recesso 
legislativo o Bora Jovem, um dos melhores cursos profissionalizantes de 
Bananeiras, continuou, e que estavam capacitando a juventude para fazer 
diferença, para a juventude ocupar um lugar de trabalho e poder empreender.
Para Finalizar disse ainda que é um mandato que esteve pegado no serviço, um 
mandato que fez muito e que continuará fazendo cada dia mais por Bananeiras, 
porque o que valia era representar o povo, entregar o serviço lá na ponta, pegar 
no serviço e fazer a diferença. Logo após o Sr. Presidente solicitou que a
secretária realizasse a leitura da Ordem do Dia e, não havendo matérias, em 
seguida, o Sr. Presidente realizou a abertura do grande expediente e pela ordem 
fez uso da palavra o vereador Kilson Dantas, que ao saudar os presentes e os 
que acompanham pelas redes sociais, iniciou sua fala dizendo que se iniciou o 
segundo período legislativo com a certeza de que o compromisso com o povo 
de Bananeiras permanecia firme, renovado e ainda mais fortalecido. Comentou 
que durante o recesso parlamentar, estiveram longe dos debates formais dessa 
Casa, mas não se afastaram das responsabilidades. Visitaram comunidades, 
ouviram a população, receberam demandas e observaram de perto a situação 
dos serviços públicos, que infelizmente ainda deixavam muito a desejar em 
vários aspectos. Relatou que Um dos temas que mais repercutiu recentemente 
foi a realização do São João de Bananeiras, nossa tradicional festa, que já foi 
motivo de orgulho e chegou a ser reconhecida como o melhor São João pé de 
serra do mundo. Comentou ainda que teve uma edição que desapontou grande 
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parte da população e dos visitantes. A imprensa paraibana classificou o evento 
como o pior do estado esse ano uma crítica que não pôde ser ignorada. Relatou 
que faltou planejamento, organização e sensibilidade para entender o verdadeiro 
espírito da festa junina de Bananeiras, a programação e a falta de infraestrutura 
para receber as famílias, o desestímulo ao comércio local e à cultura popular 
foram apenas alguns dos pontos que precisavam ser revistos. Comentou que 
enquanto oposição, já haviam apresentado sugestões para resgatar a grandeza 
do nosso evento, valorizando a cultura local, os artistas da terra e fortalecendo 
o potencial turístico da cidade de forma sustentável. Comentou que outro tema 
que mereceu atenção urgente foi a situação da saúde pública que foi 
amplamente divulgado pela imprensa regional e por vídeos nas redes sociais a 
forma desumana como a população vinha sendo tratada, e que em pleno século 
XXI, nossos munícipes precisavam madrugar, chegando às três horas da manhã 
para tentar agendar um simples exame ou consulta. A centralização desse 
serviço em apenas um dia da semana mostrou-se cruel e ineficiente. Comentou 
ainda sobre a reforma do laboratório central que esta paralisada há meses, e a 
coleta de exames, que antes era realizada nos PSF, foi suspensa, prejudicando 
milhares de pessoas. Somava-se a isso o descaso com a transparência, que
desde o ano passado, a Secretaria de Saúde não realiza a prestação de contas 
quadrimestral, o que é uma obrigação legal e fundamental para garantir a 
fiscalização e o controle social dos recursos públicos. Relatou ainda que na área 
da educação, o transporte escolar foi outro problema grave, um vídeo recente 
mostrou alunos pulando as janelas de um ônibus escolar com defeitos 
mecânicos um verdadeiro retrato do descaso com a segurança das crianças e 
adolescentes. Além disso, quase a totalidade dos veículos escolares não foi 
aprovada na vistoria realizada pelo DETRAN, um dado alarmante que exigia 
providências urgentes. Parabenizou, inclusive, a aluna ou os alunos que tiveram 
a coragem de fazer a denúncia na Rádio Integração do Brejo que fizeram um 
vídeo, publicaram nas redes sociais isso mostrou que as pessoas estavam tendo 
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coragem de exercer o seu direito de exigir serviços públicos de qualidade. As 
dificuldades se estendiam também à infraestrutura urbana e rural. Havia vias 
públicas interditadas por falta de saneamento, obras paralisadas e ruas em 
estado crítico. A pavimentação da Rua do Vento se arrastava há meses, e a 
população da Cidade Alta enfrentava problemas sérios nesse período de chuva, 
com dificuldade até para sair de casa. A Avenida Mestre Zezinho novamente se 
encontrava intransitável devido à má execução de uma obra. As estradas rurais 
estavam intransitáveis, necessitando de roço e manutenção imediata. Aproveitou 
para agradecer que um trecho da estrada lá da Gruta de Antônio Luzia teve seu 
roço realizado. Agradeceu, inclusive, a Neias, que foi diligente e conseguiu 
mandar a equipe fazer o serviço, que não ficou da forma que a comunidade 
desejava, mas que serviu, e hoje essa situação estava melhor. Retomaram o 
trabalho nessa Casa com a certeza de que a missão como parlamentar ia muito 
além do plenário. Não pararam um só dia durante o recesso. Continuaram 
fiscalizando, ouvindo, dialogando com a população e sugerindo medidas 
concretas para melhorar os serviços públicos. Esse foi o papel deles, e foi com 
responsabilidade e compromisso que continuaram exercendo essa função.
Disse ainda que tinha uma boa perspectiva para esse novo período legislativo
que acredita que é possível, sim, transformar a realidade do município mas que 
isso só seria possível com planejamento, transparência, participação popular e 
vontade política. Finalizou afirmando que seguira fazendo uma oposição firme, 
propositiva e respeitosa, fiscalizando com seriedade e apresentando alternativas 
viáveis para que Bananeiras fosse um lugar cada vez melhor para se viver uma 
cidade mais justa, humana e eficiente naquilo que mais importava, cuidar das 
pessoas. Logo após fez uso da palavra o vereador Antonio Marques, que ao 
saudar os presentes e os que acompanham pelas redes sociais, iniciou sua fala 
dizendo que houve o reinício da pavimentação da Cidade Alta, onde a autora 
não diria há meses, mas há anos vinha sempre solicitando. Esse reinício 
abrangeu onze ruas, inclusive uma delas passando dos noventa por cento em 
fase de conclusão. Mas sabia-se que não era só de pavimentação que a Cidade 
Alta precisava. Haviam ofícios solicitando a extensão de rede para atender 
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diversas ruas, porque estávamos em pleno século XXI e ainda vivíamos a 
situação da população estar sempre à procura do líquido precioso que é a água. 
Comentou ainda que tem o privilégio de sempre contar com chafarizes e caixas 
que puderam atender à demanda da população, além de poços artesianos, 
visando atender a essa necessidade urgente que era o abastecimento de água. 
Era uma situação que vinham cobrando há anos à Companhia de Água e 
Esgotos da Paraíba, que muitas vezes não atendia às exigências e aos pedidos. 
E muitas vezes havia a pavimentação e, depois de anos, começavam 
escavações que danificavam tudo aquilo que tinha sido feito, e muitas vezes a 
recuperação não era de boa qualidade na pavimentação. Disse também que já 
havia enviado ofício à Energisa para tratar da situação de postes praticamente 
dentro das casas. Sabia-se que estávamos em um sistema capitalista onde tudo 
era na base do dinheiro, e a empresa de energia sempre estava cobrando algo 
para retirada de poste. Relatou ainda que Muitas vezes o cidadão não tinha 
condições nem de pagar a própria energia, imagine pagar pela retirada de um 
poste de dentro da sua propriedade. Reiterou ao excelentíssimo senhor 
presidente que pudesse cobrar novamente essa situação, que além de ser um 
serviço de utilidade pública, tratava-se também de um embelezamento da 
cidade. Imaginavam os visitantes verem algumas ruas com os postes dentro dos 
jardins então, fazia-se necessário resolver essa situação. Disse também que se 
sentia satisfeito e alegre em ver a Escola Normal já concluída, estando prestes 
à inauguração, provavelmente no dia primeiro, junto com o Orçamento 
Democrático Estadual. Inclusive, a data já estava marcada e esperava que todos 
pudessem participar. Também falou sobre a saúde. Sabia que muitas pessoas 
chegavam cedo, mas às vezes se precipitavam, porque podiam chegar nos 
horários corretos, recebiam senhas, eram atendidas e tinham seus exames 
resolvidos inclusive, resolvidos em clínicas particulares, das melhores do estado. 
Havia o laboratório, que momentaneamente estava em reforma, mas os exames 
estavam sendo direcionados para uma clínica particular. Ressaltou que ninguém
deixava de ser atendido. Disse ainda que, na educação, tinham uma educação 
de ótima qualidade. As escolas estavam totalmente revitalizadas, climatizadas, 
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e com merenda escolar de ótima qualidade, fardamento, dentre outros 
benefícios. Disse ainda que estava satisfeito por ter mais um semestre para 
buscar a melhoria da qualidade de vida dos munícipes, torcendo sempre para 
que tivessem sucesso e que não houvesse aquela torcida negativa para que 
houvesse assuntos para discutir. Desejou que tivessem dias melhores, que a 
cada dia se comemorasse a melhoria na qualidade de vida dos munícipes e o 
sucesso e que tudo isso fosse para o bem do povo. Logo após o Presidente 
transferiu a presidência para o vice presidente Yraja Ferreira que facultou a 
palavra a o vereador Marcelo Bezerra, que ao saudar os presentes e os que 
acompanham pelas redes sociais, iniciou sua fala, dizendo que foi um prazer 
estar reunido com todos novamente para retomar os trabalhos na Casa. A 
Câmara teve um recesso de vinte dias, mas chegaram a quase vinte e seis dias 
por motivos relacionados à definição da data de retorno das sessões. Comentou 
que durante esse intervalo, cada um dos vereadores dificilmente pôde se 
encontrar, não porque não gostassem uns dos outros, mas sim porque o dia a 
dia, o trabalho e as ocupações fizeram com que ficassem um pouco ausentes 
uns dos outros. As sessões semanais foram o que permitiram que cada um se 
encontrasse, debatesse, discutisse e trouxesse algo de relevante ao legislativo 
para o povo bananeirense. Afirmou aos bananeirenses que o vereador era o 
para-choque da gestão, o para-choque da política nacional. O vereador trabalha 
diuturnamente. Comentou ainda que depois que houve a facilidade de acesso 
ao WhatsApp e às redes sociais, as pessoas deixaram de estar à porta de suas 
casas, mas passaram a estar com os vereadores na cabeceira da cama, durante 
um momento de lazer, assistindo televisão ou mesmo em uma festa. Acredita
que cada um ali presente, no seu período de festividade, se deslocou de sua 
residência para servir a um cidadão que o procurou, fosse na saúde, para prestar 
um serviço voluntário, para levar um cidadão ao hospital, visitar estradas, postes, 
ou buscar soluções com a gestão. Alguns saíram para fazer articulações 
políticas, e cada um faz política da maneira que acha melhor e mais confortável.
Ressaltou que estavam militando, buscando manter o nome em dia, mostrando 
que foram eleitos e que estavam representando a sociedade diuturnamente. 
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Reiterou que eram o para-choque da política nacional. Parabenizou todos os 
vereadores e, em especial, a vereadora Vânia, a única mulher na Casa, que 
representa as mulheres bananeirenses. Disse que, embora muitas vezes fossem 
criticados, nenhum dos presentes nem os que estavam assistindo viu um 
senador com uma receita médica em mãos para comprar remédio, um senador 
ou deputado federal com um paciente dentro do carro ou de uma ambulância, 
em busca de atendimento, batendo à porta de hospital ou prefeitura. Mas, 
quando era para apedrejar, a maioria das vezes quem era apedrejado eram os 
vereadores justamente quem mais fazia e quem menos era visto. Disse isso 
porque ele, e alguns vereadores ali presentes, estavam completando treze anos 
de mandato, e passaram por turbulências difíceis de acreditar, pela maneira 
como eram vistos na sociedade. Comentou que na maioria das vezes, só eram 
lembrados no período eleitoral. Afirmou que vereadores, tanto de oposição 
quanto de situação, não apenas em Bananeiras, mas em outras cidades 
também, eram bem vistos pelos federais apenas quando estes precisavam 
deles. Pediu para que, dali a dois anos, cada um ligasse para um senador e visse 
se ele atenderia o telefone. Na maioria das vezes, só nesse tempo choviam 
ligações de candidatos a deputado federal. Os únicos deputados com acesso 
direto eram os estaduais os que mais atendiam os vereadores, os parlamentares 
mirins. Disse isso com base em experiência própria. Afirmou que, naquele ano, 
e no seguinte, se fossem a Brasília, todos seriam bem recebidos. Mas queria ver 
isso depois. Falou tudo isso para que todos tivessem consciência de em quem 
votariam para deputado federal, porque muitas vezes votavam e, após a 
campanha, nem sequer eram reconhecidos nem o telefone era atendido. Disse 
isso porque sabia que, muitas vezes, eleitores ligavam para os vereadores por 
pequenas coisas, e, quando a resposta demorava, já eram ignorados. Comentou 
se os vereadores já enfrentavam dificuldade de acesso aos grandes políticos, 
imaginem os pequenos eleitores. Disse por já ter passado por experiências em 
que fez mais pelo povo do que um deputado, e, mesmo assim, não foi 
reconhecido. Afirmou que aquele não era um discurso populista, mas um 
discurso necessário, para que a sociedade começasse a enxergar quem 
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realmente estava presente ao lado do povo. Disse que falava ali em defesa de 
todos os vereadores, pois o vereador era um dos maiores pioneiros e lutadores 
da política nacional. Que precisavam se unir mais, buscar mais, e esquecer que 
o período eleitoral passava, pois eram quatro anos de luta para valorizar cada 
voto recebido. Defendeu que os vereadores precisavam se valorizar mais, não 
permitir serem levados pela omissão de muitos. Disse que eram fortes e estavam 
ali para juntos, fazer com que o parlamentar mirim fosse reconhecido e visto por 
toda a sociedade como um dos maiores lutadores da política nacional. Finalizou 
dizendo que falava com propriedade, porque sabia o que era ser vereador e o 
que um vereador enfrentava no dia a dia, em comparação com outros políticos 
que tinham mais condições, mais poder, mais facilidade para resolver 
problemas. Disse que, na maioria das vezes, esses políticos trabalhavam para 
barganhar recursos, nomes e benefícios próprios e esqueciam da sociedade, do 
povo bananeirense, do povo brasileiro. Sempre defenderei o parlamentar Mirim. 
Retomando a presidência o presidente Marcelo Bezerra facultou a palavra a o 
vereador Alex Mota, que ao saudar os presentes e os que acompanham pelas 
redes sociais, iniciou sua fala dizendo que estavam voltando do recesso, 
chegando no segundo período, e que estava trabalhando, conquistando e 
vivendo o dia a dia da população, sabendo o que precisavam, o que precisava 
melhorar, o que precisava ser indagado em todas as sessões. Disse que esses 
últimos seis meses foram muito bons para abrir a memória e saber o que o 
pessoal pensava, e que o pessoal estava tentando se preparar. Veio ali 
parabenizar o vereador Yrajá pela sua posição. Disse que viu que ele fez uma 
postagem de um vídeo e que acreditava que essa postagem repercutiu muito, e 
que Bananeiras estava precisando de uma atenção maior nos condomínios. Os 
condomínios que existiam em Bananeiras com certeza traziam muitos recursos, 
emprego, renda algo maravilhoso, mas também sabiam que o desmatamento 
estava sendo muito grande e que não podiam perder o clima que Bananeiras 
tinha. Relatou que esses condomínios estavam ali justamente por causa do clima 
agradável, do habitat, da melhoria e que o povo que vinha de fora para passar o 
final de semana buscava o clima agradável, o clima frio. Parabenizou o vereador 
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pela sua fala nas redes sociais e disse que não era porque hoje eram oposição 
que deixaria de elogiar uma pessoa quando ela estava falando certo, quando 
estava sendo sincera. Parabenizou também o vereador Kilson pelas suas 
palavras, dizendo que foram muito bem ditas. Acreditou que as falas dele 
também seriam as suas, porque sabiam que o São João de Bananeiras vinha 
em um crescimento muito grande nos últimos anos, mas que, infelizmente, 
aquele ano teve uma baixa. Para os cidadãos bananeirenses, para os que 
vinham de fora, para os empresários, para os comerciantes, quando o São João 
tem uma baixa, tudo tem baixa, o movimento, a renda. Comentou que nos
últimos anos, tentavam procurar casas para alugar e não encontravam, mas 
naquele ano, infelizmente, foi muito abaixo. Disse que torcia para que nos 
próximos anos melhorasse, que torcia para dar certo e melhorar cada vez mais. 
Afirmou que não torcia para que fosse inferior, porque, se fosse, não seria 
apenas a prefeitura a ser prejudicada seriam todos os bananeirenses que 
dependiam do comércio, que dependiam de alugar uma casa, de fazer uma 
construção, de vender um terreno. Disse que aquilo era para todos. Falou 
também e pediu, como Erneias sempre esteve muito atento e era um cara que 
todos gostavam, que trata bem tanto o pessoal da situação quanto da oposição, 
mesmo sabendo que aquela não era sua região, mas sim o conjunto junto com 
o centro. Pediu a Erneias e ao secretário Dinart que pudessem dar uma 
manutenção nas estradas de Laranjeiras, Angicos, Goiamanduba e Gamelas 
não só passar as máquinas, mas também roçar as laterais, o que era necessário.
Disse também sobre as questões que estavam nas redes sociais e rádios locais 
sobre a quinta-feira, que estava sendo tão falada em relação aos exames. 
Afirmou que não questionava sobre filas, porque fila existe em todo canto 
repartições públicas ou privadas, mas que o sistema criado há quatro anos, do 
qual ele também fazia parte, era diferente. Disse que só queria saber por que 
modificaram. Ressaltou que a saúde de Bananeiras realmente vinha crescendo, 
estava muito boa, mas desde o começo do ano o atendimento passou a ser só 
nas quintas-feiras. Disse ainda que antes, todo mundo que ia à Secretaria de 
Saúde, que ia à regulação, era bem atendido pelo secretário, por todos os 
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funcionários das repartições da saúde. Sempre foram bem atendidos. Sempre 
havia uma fila de vinte a trinta pessoas, e ele mesmo foi muitas vezes, mas 
naquele ano estava sendo diferente, infelizmente, apenas um dia da semana.
Quis saber o motivo de ser só um dia na semana, já que a secretaria estava 
aberta todos os dias. E aquela fila das quintas-feiras não era mais de vinte 
pessoas era de mais de cem. Comentou que as pessoas tentavam chegar mais 
cedo para sair mais cedo, pois todo mundo tem seus afazeres, tem dependentes 
para cuidar em casa. Por isso, fez o questionamento. Disse que, há quatro anos, 
o sistema era diário e todos eram bem atendidos então queria entender por que 
agora era diferente. Disse que não estava criticando, mas falando o que o povo 
precisava ouvir. Afirmou que, durante quatro anos, a saúde de Bananeiras foi 
muito bem elogiada, e que não podia mentir, tinha que dizer a verdade. Mas, a 
partir do começo daquele ano, os atendimentos ficaram concentrados apenas na 
quinta-feira, regulação, exames, entre outros. Perguntou por que não 
começavam desde a segunda-feira até a sexta, como era feito antes. Disse que 
era só uma pergunta básica, e que acreditava que o líder do governo, como 
sempre foi muito sincero, saberia explicar. Disse que só queria saber esse 
motivo. Relatou que, no dia dezenove de junho, dia de Corpus Christi, 
infelizmente, um pedaço não só dele, mas da sua família, Deus levou. Disse que 
com certeza colocou em um bom lugar. Sua avó faleceu, foi a óbito, mas o que 
pôde deixar de legado, deixou não só para os filhos, mas para os netos e 
bisnetos. Disse que era difícil falar de quem estava presente no dia a dia e saiu 
assim, mas tinha certeza de que estava em um lugar melhor do que eles 
estavam. Disse que sua avó sempre foi presente na família, sempre lutou nas 
campanhas, pedindo voto mesmo com sua idade. Nunca deixou seus netos para 
trás, sempre batalhou tanto na sua primeira quanto na sua segunda campanha. 
Infelizmente, naquele ano, ela faleceu. Deixou todos os seus filhos bem casados 
todos os nove. Disse ainda que O legado que ela deixou foi de sempre trabalhar. 
Uma mulher que foi agricultora, junto com seu esposo dois avós que foram 
pilares para ele. Sempre agricultores, sempre batalhadores. E, apesar das 
poucas condições, a maioria dos netos formados. Disse que sua família nunca 
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teve envolvimento com política ele foi o primeiro a entrar, e com o apoio da sua 
avó, ele chegou lá. Disse que ela pôde dizer que teve um neto político, vereador 
na sua cidade, e que se orgulhava muito disso. Finalizou dizendo, que só tinha 
a gradecer. Logo após fez uso da palavra o vereador Icaro Marques, que ao 
saudar os presentes e os que acompanham pelas redes sociais, iniciou sua fala 
externando seus sentimentos ao vereador Alex pela partida de sua avó, avó que 
foi um dos bens mais preciosos que a gente teve, uma mãe duas vezes, e que, 
quando partiu, deixou muita saudade. Disse que também perdeu, anos atrás, 
sua avó Regina, e que essa dor foi uma dor que continuou latente nos corações.
Começou defendendo aquilo que deveria ser sagrado na vida pública, o respeito 
ao cidadão, E esse respeito se expressou de muitas formas no direito de 
empreender, de estudar com dignidade, de ter atendimento com humanidade e 
de viver em harmonia com a natureza. Quis começar falando de algo que 
representou o empreendedorismo da nossa cidade, o Vila Áurea um 
empreendimento que valorizou o São João raiz, gerou empregos, movimentou a 
economia e trouxe esperança. Um projeto bonito, organizado, feito com 
responsabilidade, que mostrou que foi possível fazer diferente e fazer bem feito. 
Mas, infelizmente, em vez de apoio, o que se viu foi a retirada de placas e da 
divulgação do evento por parte da prefeitura. E a pergunta que ficou foi,’’ por
quê’’ O empreendedorismo local precisava ser incentivado e não perseguido. 
Bananeiras não podia sufocar quem trouxe cultura, renda e desenvolvimento. 
Afirmou que esteve e estaria sempre presente do lado de quem fez. Também 
disse que não se pôde fechar os olhos para outro drama, o transporte escolar. 
Comentou que quando um ônibus quebra e deixa os alunos na estrada, isso foi 
negligência, quando um estudante da zona rural perdeu aula por falta de 
transporte, isso não foi descuido, foi desrespeito. Faltou manutenção, faltou 
cuidado, faltou compromisso com o futuro das novas gerações. Disse que esteve 
ali para cobrar que o transporte funcionasse o ano inteiro e de maneira eficaz. E, 
se era para falar de respeito, precisou falar da saúde pública. Dignidade não foi 
precisar acordar de madrugada para esperar horas em uma fila para conseguir 
um exame. Dignidade não foi depender de um favor para ter acesso àquilo que 
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já era garantido por lei. O povo de Bananeiras merece um sistema de saúde que 
funcione com agilidade, humanidade e transparência. Saúde pública não é favor
é obrigação. E ela precisa ser organizada de maneira eficiente e acessível para 
todos, sem exceções. Disse que não entrou na política para fingir que estava 
tudo bem. Entrou para fiscalizar, para denunciar e para transformar. Por fim, quis 
falar de um dos maiores patrimônios da nossa terra: o nosso meio ambiente. 
Bananeiras guardou um pedaço vivo de Mata Atlântica, com um clima 
privilegiado e uma natureza encantadora. Mas esse patrimônio esteve sendo 
ameaçado, desmatamentos ilegais, lixão a céu aberto, ausência de coleta 
seletiva e liberação desordenada. Isso não foi progresso, foi retrocesso.
Finalizou propondo uma audiência sobre uma política pública ambiental, para 
discutir com clareza e transparência os critérios das concessões de licença, o 
destino do lixo da cidade, as áreas que precisaram de reflorestamento e o futuro 
que se quis deixar para as próximas gerações. Disse que desenvolvimento sem 
cuidado foi destruição, crescimento sem planejamento foi abandono. E que o 
compromisso dele, como vereador, foi um só, fazer a diferença na vida de quem 
mais precisou e garantir que Bananeiras crescesse com justiça, dignidade e 
respeito. Porque dignidade garanti gerações com um futuro melhor. Logo após 
fez uso da palavra o vereador Vital Santa Cruz, que ao saudar os presentes e 
os que acompanham pelas redes sociais, iniciou sua fala prestando seus 
sentimentos ao amigo vereador Alex pela perda da sua avó, e disse que sabia 
bem como foi perder um avô. Desejou a todos um segundo período de muito 
trabalho. Disse que, assim como todos, nesse recesso fez suas visitas nas 
comunidades rurais, no conjunto, nas ruas, como sempre. Disse que todo mundo 
o via andando por toda Bananeiras, escutando as pessoas, cobrando e tentando 
trazer melhorias através de projetos, requerimentos e proposituras. Desejou a 
todos um novo período de trabalho que fosse benéfico ao povo de Bananeiras.
Disse que tinha algumas questões que poderia até comentar sobre as falas de 
alguns vereadores, como a questão da fila, disse que gostaria de morar num 
Brasil onde não tivesse fila pra nada principalmente na questão da saúde, mas 
infelizmente esse Brasil não existia. Comentou que Onde se fosse, até na rede 
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particular, para conseguir exames ou consultas, era preciso marcar e esperar.
Acredita que Bananeiras, hoje, tem que agradecer à boa gestão, pois ir para uma 
fila e conseguir, seja quem for, sem ser apontado por "cara" nem por vereador, 
era uma conquista. Disse que a pessoa vai lá, precisa de um exame e consegue
coisa que, há um tempo atrás, não conseguia. Questionou: o que adiantava 
marcar todo dia e não conseguir o exame? O que adiantava ser atendido logo e 
passar mais de um ano, como houve casos, e ainda assim não realizar o exame?
Afirmou que o próprio povo de Bananeiras respondeu nas urnas quando colocou 
a gestão em cheque, para decidir se a saúde de Bananeiras estava boa ou não. 
Disse que era isso que tinha para falar sobre filas, porque se abrisse o jornal de 
São Paulo, veria o povo madrugando pra tentar alguma coisa; se abrisse o jornal 
do Rio de Janeiro, era do mesmo jeito. Disse que, onde fosse, pelo menos o 
povo de Bananeiras ia de madrugada para uma fila, mas no final do dia saía com 
o exame garantido. Concedeu uma parte de sua fala ao Vereador Yraja Ferreira 
que disse que Bananeiras, hoje, como vereador, vai todos os dias para a capital, 
para Campina, para a saúde, e ver a calamidade. Exames de altos custos, e o 
povo pedindo em programa de Samuca. Relatou que a capital João Pessoa 
esteve sem ressonância, sem tomografia, e hoje enfrentamos uma fila, mas 
saímos de lá com uma ressonância e uma tomografia autorizadas, e ainda tem
o carro para ir fazer em Campina Grande. E por isso se orgulhou. Não está ali 
para defender a gestão, está ali para falar a verdade. Retomando sua fala o 
vereador vital continuou falando sobre a educação, disse que as escolas do 
município de Bananeiras estavam sendo reformadas, requalificadas não só as 
escolas, mas também as creches, e hoje tinham ar-condicionado, coisa que 
escola particular nem sempre tinha. Disse que ou se tapava o sol com a peneira, 
ou se começava a enxergar o que realmente vinha acontecendo na cidade.
Sobre as estradas, afirmou que todo mundo sabia que, em período chuvoso, as 
estradas se acabavam mesmo. Ou se esperava vir o período sem chuva para 
poder fazer as estradas, ou não adiantava nada porque se fizesse uma estrada 
agora e chovesse amanhã, a estrada ficaria pior. Disse que essa ladainha já 
conhecia há muito tempo. Concluiu dizendo que as ruas do conjunto já tinham 
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começado a ser calçadas, então o trabalho não estava parando. Logo após fez 
uso da palavra o vereador Elielson Gomes, que ao saudar os presentes e os 
que acompanham pelas redes sociais, iniciou sua fala dizendo que foi uma 
alegria muito grande estar voltando à Casa novamente depois daquele recesso. 
Agradeceu a Deus pela saúde e pela disponibilidade que teve durante o recesso, 
em que pôde visitar muita gente na zona rural e na zona urbana. Agradeceu pela 
luta que travou no dia a dia, destacando que a vida do vereador não foi fácil. 
Disse que muita gente, talvez, achasse que fosse, mas como Marcelo 
mencionou, nem todos os dias havia alguém batendo à sua porta, porém, todos 
os dias havia mensagens no celular, no Instagram, com reivindicações e 
cobranças, e que esteve sempre disponível para o povo. Afirmou que foi para 
isso que foi eleito, para lutar pelo povo, cobrar, visitar as estradas da zona rural, 
acompanhar os calçamentos que estavam sendo feitos na zona urbana, os quais 
também cobrou do Executivo, mas que, quando realizados, também parabenizou 
como o que estava sendo feito na Cidade Alta. Disse que ali seriam 
pavimentadas doze ruas nessa primeira etapa, mas que continuaria lutando por 
mais, pois queria toda a Cidade Alta calçada. Reforçou que foi eleito para lutar 
por melhorias e por melhores mobilidades urbanas, e que trabalhou sempre de 
mãos dadas por aquilo que fosse melhor para o povo, buscando isso 
diariamente. Disse, mais uma vez, que a vida do vereador não foi fácil. 
Agradeceu de forma muito humilde ao chefe do setor competente de iluminação 
pública, Alexandre, com quem percorreu praticamente poste por poste na Cidade 
Alta, verificando quais lâmpadas precisavam de reposição, tirando fotos, 
marcando os pontos que necessitavam da troca. Relatou que, no dia seguinte, a 
reposição foi feita, deixando as ruas da Cidade Alta mais claras, mais bonitas, e 
bem iluminadas para dar mais segurança àquela localidade. Falou também 
sobre o programa Primeira Chance, promovido no ECIT José Rocha Sobrinho, 
e que foi uma ação do Governo do Estado. Parabenizou o Governo do Estado e 
a Secretaria de Educação, mencionando que sessenta e nove alunos foram 
selecionados para ter sua primeira oportunidade de estágio em várias empresas 
de Bananeiras e Solânea. Parabenizou também a Prefeitura, que estava 
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oferecendo oportunidade a alguns desses alunos da rede estadual de ensino, 
possibilitando o estágio na Prefeitura Municipal. E parabenizou, ainda, a gestão 
pela parceria de ceder o transporte para levar e trazer esses estagiários até 
Solânea. Reforçou a importância de lutar pela primeira oportunidade dos jovens 
bananeirenses, dizendo-se defensor da inserção dos alunos no mercado de 
trabalho. Disse que sem a primeira oportunidade, não se dava o primeiro passo 
para a construção da vida profissional e afirmou isso com base em sua própria 
experiência, pois também teve de lutar muito para chegar onde chegou, 
justificando, assim, sua defesa e sua luta pela causa. Informou que no dia 
seguinte estaria participando, a convite da direção do ECIT, de uma palestra com 
empresários que iriam receber os alunos, fazendo ali uma parceria importante. 
Agradeceu à direção pelo convite e disse que se sentiu muito lisonjeado com 
isso. Parabenizou, por fim, os amigos da comunidade de Roma, onde participou, 
no último domingo, de um jogo beneficente realizado no campo local. Destacou 
que foi uma festa muito linda e que ali pôde promover solidariedade àqueles que 
mais precisavam, concedeu uma parte de sua fala ao Vereador Vital, que fez um 
convite a todos os cavaleiros e amazonas de Bananeiras para a Cavalgada de 
Santana, que acontecera no sábado, partindo do Jaracatiá em direção à Rua da 
Cadeia, com participação do Curió. E, acontecera a famosa festa de sábado de 
Santana na Rua da Cadeia, com Duquinha e o artista da terra Anderson Barbosa.
Retomando sua fala Elielson finalizou reforçando o convite do Vereador Vital 
dizendo que estão todos convidados compareçam para brincar e festejar. o Sr. 
Presidente, facultou a palavra aos líderes das bancadas, pela ordem, fez uso da 
palavra o vereador Icaro Marques, iniciou sua fala dizendo que suas falas foram 
para trazer luz e soluções, não para justificar o injustificável, mas sim para propor 
e trazer, que pode haver mais dias de atendimento para marcação de exames, 
que pode ser trazida uma solução tecnológica para que as pessoas também 
pudessem ter a oportunidade de marcar online. Solicitou também a questão da 
audiência pública para trazer o debate ambiental para a cidade. E disse que 
todos aqueles debates buscaram também soluções, que quis propor iniciativas 
que pudessem fazer a diferença na vida dos cidadãos de Bananeiras. Logo após, 
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fez uso da palavra o vereador Antonio Marques, iniciou sua fala dizendo que 
audiência pública todo e qualquer cidadão pôde solicitar, então não foi ao líder, 
foi à Casa. E, em relação a exames, não foi apenas na quinta-feira que houve 
marcação; houve diversos profissionais aptos, a postos para atender. Citou 
alguns, como Marize, Taise, Ivana, Kaline, Anne. Comentou que, deu a entender 
que a secretaria esteve fechada, só recebendo os pacientes na quinta-feira, mas 
temos diuturnamente atendimentos e todos são atendidos. Muitos aguardam
porque foi rotineiro, sempre houve em qualquer local uma lista de espera. E 
temos ainda cada setor responsável pela regulação, tivemos o Opera Paraíba. 
Então, é só procurar a pessoa ideal, não apenas procurar Maria Luiza Porto em 
uma quinta-feira. Ressaltou que a secretaria esteve lá, aberta com todos os 
profissionais. Acreditou que satisfazia a questão e afirmou que a secretaria 
também não é apenas partidária. Todo e qualquer vereador tem acesso. Pra 
finalizar o Sr. Presidente Anunciou para os vereadores das cidades vizinhas e 
para os vereadores presentes que, no dia vinte e quatro, iniciou no auditório da 
Universidade Federal o encontro para formações dos vereadores e funcionários 
da entidade política, seja de qualquer município. Ressaltou que fez a inscrição 
de todos os vereadores que faziam parte da Casa e disse que aqueles que eram 
vizinhos e quiseram se inscrever, as inscrições ainda estavam abertas. Estava 
no Instagram de Gil e em todos os portais da nossa Casa. Ressaltou que o 
congresso iniciou na quinta-feira, às quatorze horas, e finalizou no domingo ao 
meio-dia, lá na Universidade Federal, no segundo auditório. Comunicou também 
que, no dia vinte e quatro, às oito horas da manhã, também ocorreu, no Espaço 
Cultural, a Conferência Municipal Política para as Mulheres no nosso município. 
Disse ainda que o debate fortaleceu o nosso conhecimento e fortaleceu a nossa 
vereança. Para finalizar ressaltou que dia vinte e nove ocorrera a audiência 
publica as quatorze horas na câmara Odon Bezerra. Em seguida Não havendo 
nada mais a tratar o Sr. Presidente declarou em nome do Povo de Bananeiras, 
encerrada a Sessão, determinando que fosse lavrada a presente ata, a qual 
segue devidamente assinada após sua aprovação. Sala das Sessões da Câmara 
Municipal de Bananeiras.
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José Marcelo Bezerra da Silva Yrajá Ferreira de Sousa
 Presidente Vice-Presidente
Lucivânia Barbosa Oliveira da Silva Elielson da Silva Gomes
 1º Secretária 2º Secretário

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Identificação Básica
Tipo de Sessão: Sessão Ordinária
Abertura: 22/07/2025 - 19:00
Encerramento: - 
Correspondências
Expedientes
Pequeno Expediente: 
Com a presença mínima de 1/3 dos Vereadores que compõem a Câmara, o Presidente
declarará em nome do Povo de Bananeiras aberta a sessão iniciando-se o pequeno
expediente, que terá a duração de trinta minutos.
1. Convido a Sra. Secretária para realizar a leitura da Ata.
2. Em votação a ata da Sessão Anterior.
3. Convido a Sra. Secretária para a leitura do sumário do expediente recebido pela Mesa.
4. Convido a Sra. Secretária para a leitura do sumário das proposições encaminhadas à
Mesa.
5. Oradores inscritos para o pequeno expediente
6. Oradores inscritos para o grande expediente.
As inscrições a que se referem os itens 5 e 6 serão solicitadas à Mesa, no início de cada
sessão, em caráter pessoal e intransferível, sendo registradas em livro próprio.
Encerrado o pequeno expediente, declaro aberto à ordem do dia. Após verificada a presença
da maioria absoluta dos Vereadores, iniciaremos agora às discussões e votações.
O Sr. Presidente convida a 1ª Secretária para leitura da súmula da matéria a ser apreciada.
O Presidente anunciará a matéria em discussão, a qual será encerrada se nenhum Vereador
houver solicitado a palavra, passando-se à sua imediata votação.
Encerrada a Ordem do Dia, declaro aberto o Grande Expediente e terá a duração máxima
de uma hora e quinze minutos.
Grande Expediente: 
Cada Vereador poderá usar da palavra uma única vez, durante dez minutos, improrrogáveis,
a fim de tratar de assunto de livre escolha, sendo permitidos apartes, que serão de um
minuto.
Parlamentares Inscritos:
Câmara Municipal de Bananeiras
Sistema de Apoio ao Processo Legislativo
Pauta da 2483ª Sessão Ordinária da 1ª Sessão Legislativa da 19ª Legislatura (2025
- 2028) Legislatura
22/07/2025
Rua Antonio Gracindo - Bananeiras PB Tel.: (83) 9926-9321 http://
www.camarabananeiras.pb.gov.br/ - E-mail: manager@bananeiras.pb.leg.br 22/07/2025
Página 1
Matérias do Expediente
Não existem Matérias de Expediente para essa Sessão Plenária
Matérias da Ordem do Dia
Não existem Matérias de Ordem do Dia para essa Sessão Plenária
Câmara Municipal de Bananeiras
Sistema de Apoio ao Processo Legislativo
Pauta da 2483ª Sessão Ordinária da 1ª Sessão Legislativa da 19ª Legislatura (2025
- 2028) Legislatura
22/07/2025
Rua Antonio Gracindo - Bananeiras PB Tel.: (83) 9926-9321 http://
www.camarabananeiras.pb.gov.br/ - E-mail: manager@bananeiras.pb.leg.br 22/07/2025
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