| Tipo | Sessão Ordinária |
|---|---|
| Número / Ano | 2483 |
| Date | 2025-07-22 |
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1 ATA DA 2483ª SESSÃO ORDINÁRIA DA CÂMARA MUNICIPAL DE BANANEIRAS – PB Aos vinte e dois dias do mês de julho do ano de dois mil e vinte e cinco, realizouse a 2483ª Segunda milésima quadringentésima octogésima terceira Sessão Ordinária da Câmara Municipal de Bananeiras, sob a Presidência do Vereador José Marcelo Bezerra da Silva (PSB). Estiveram presentes os Vereadores: Ademir Marinho Gomes (PSB); Antonio Marques Batista (PSB); Alex Mota de Fontes (PSB); Elielson da Silva Gomes (PSB); Gilson Rosário da Silva (PSB) Icaro Cássio dos Santos Marques Cordeiro (MDB); Kilson Rayff Dantas da Silva (MDB); Lucivania Barbosa Oliveira da Silva (PSB); Vital de Morais Santa Cruz (MDB) e Yrajá Ferreira de Sousa (PSB). Às dezenove horas e trinta minutos, no Plenário da Câmara Municipal de Bananeiras, o Sr. Presidente declarou em nome do Povo de Bananeiras, aberta a Sessão, solicitando que a secretária proferisse a leitura da Ata da Sessão anterior, a qual após lida, foi aprovada por unanimidade, sem emendas. Logo após, o Sr. Presidente, determinou a leitura das correspondências e das matérias do expediente e, não havendo matérias, o Sr. Presidente realizou a abertura do pequeno expediente e pela ordem fez o uso da palavra o Vereador Icaro Marques, que ao saudar os presentes e os que acompanham pelas redes sociais, iniciou sua fala dizendo que estava muito feliz com a volta do recesso legislativo, onde ali pode prestar contas do trabalho que foi feito e que está fazendo. Foi um recesso legislativo, mas que não obtiveram férias, porque estavam sempre atentos às demandas das pessoas de Bananeiras. fez uma prestação de contas do trabalho. Em pleno recesso legislativo, pode estar presentes no Arraiá do distrito do Tabuleiro, conversando com a população. Colocaram e cobraram melhores condições nas estradas rurais do município. Ressaltou que andou na zona rural e viram a dificuldade das pessoas em ter uma estrada de qualidade, uma estrada digna, uma estrada que pudesse levar 2 a população e proporcionar um bom escoamento da produção. Viram as pessoas com essa dificuldade de transitar, uma dificuldade de ter as estradas brevemente feitas. Comentou que foi visto a dificuldade do povo de Bananeiras na questão das estradas da zona rural. Visitou também o espaço de inclusão na cidade de Belém, o Espaço Acolher, que foi uma iniciativa belíssima que a prefeita Aline Barbosa estava fazendo em Belém, e que deveria ser modelo para os prefeitos da região, que deveria ser modelo também a se seguir um espaço de inclusão. Comentou que também esteve na cidade de Belém, na Rádio Talismã, fazendo a prestação de contas do mandato. Relatou que também nesse recesso legislativo o Bora Jovem, um dos melhores cursos profissionalizantes de Bananeiras, continuou, e que estavam capacitando a juventude para fazer diferença, para a juventude ocupar um lugar de trabalho e poder empreender. Para Finalizar disse ainda que é um mandato que esteve pegado no serviço, um mandato que fez muito e que continuará fazendo cada dia mais por Bananeiras, porque o que valia era representar o povo, entregar o serviço lá na ponta, pegar no serviço e fazer a diferença. Logo após o Sr. Presidente solicitou que a secretária realizasse a leitura da Ordem do Dia e, não havendo matérias, em seguida, o Sr. Presidente realizou a abertura do grande expediente e pela ordem fez uso da palavra o vereador Kilson Dantas, que ao saudar os presentes e os que acompanham pelas redes sociais, iniciou sua fala dizendo que se iniciou o segundo período legislativo com a certeza de que o compromisso com o povo de Bananeiras permanecia firme, renovado e ainda mais fortalecido. Comentou que durante o recesso parlamentar, estiveram longe dos debates formais dessa Casa, mas não se afastaram das responsabilidades. Visitaram comunidades, ouviram a população, receberam demandas e observaram de perto a situação dos serviços públicos, que infelizmente ainda deixavam muito a desejar em vários aspectos. Relatou que Um dos temas que mais repercutiu recentemente foi a realização do São João de Bananeiras, nossa tradicional festa, que já foi motivo de orgulho e chegou a ser reconhecida como o melhor São João pé de serra do mundo. Comentou ainda que teve uma edição que desapontou grande 3 parte da população e dos visitantes. A imprensa paraibana classificou o evento como o pior do estado esse ano uma crítica que não pôde ser ignorada. Relatou que faltou planejamento, organização e sensibilidade para entender o verdadeiro espírito da festa junina de Bananeiras, a programação e a falta de infraestrutura para receber as famílias, o desestímulo ao comércio local e à cultura popular foram apenas alguns dos pontos que precisavam ser revistos. Comentou que enquanto oposição, já haviam apresentado sugestões para resgatar a grandeza do nosso evento, valorizando a cultura local, os artistas da terra e fortalecendo o potencial turístico da cidade de forma sustentável. Comentou que outro tema que mereceu atenção urgente foi a situação da saúde pública que foi amplamente divulgado pela imprensa regional e por vídeos nas redes sociais a forma desumana como a população vinha sendo tratada, e que em pleno século XXI, nossos munícipes precisavam madrugar, chegando às três horas da manhã para tentar agendar um simples exame ou consulta. A centralização desse serviço em apenas um dia da semana mostrou-se cruel e ineficiente. Comentou ainda sobre a reforma do laboratório central que esta paralisada há meses, e a coleta de exames, que antes era realizada nos PSF, foi suspensa, prejudicando milhares de pessoas. Somava-se a isso o descaso com a transparência, que desde o ano passado, a Secretaria de Saúde não realiza a prestação de contas quadrimestral, o que é uma obrigação legal e fundamental para garantir a fiscalização e o controle social dos recursos públicos. Relatou ainda que na área da educação, o transporte escolar foi outro problema grave, um vídeo recente mostrou alunos pulando as janelas de um ônibus escolar com defeitos mecânicos um verdadeiro retrato do descaso com a segurança das crianças e adolescentes. Além disso, quase a totalidade dos veículos escolares não foi aprovada na vistoria realizada pelo DETRAN, um dado alarmante que exigia providências urgentes. Parabenizou, inclusive, a aluna ou os alunos que tiveram a coragem de fazer a denúncia na Rádio Integração do Brejo que fizeram um vídeo, publicaram nas redes sociais isso mostrou que as pessoas estavam tendo 4 coragem de exercer o seu direito de exigir serviços públicos de qualidade. As dificuldades se estendiam também à infraestrutura urbana e rural. Havia vias públicas interditadas por falta de saneamento, obras paralisadas e ruas em estado crítico. A pavimentação da Rua do Vento se arrastava há meses, e a população da Cidade Alta enfrentava problemas sérios nesse período de chuva, com dificuldade até para sair de casa. A Avenida Mestre Zezinho novamente se encontrava intransitável devido à má execução de uma obra. As estradas rurais estavam intransitáveis, necessitando de roço e manutenção imediata. Aproveitou para agradecer que um trecho da estrada lá da Gruta de Antônio Luzia teve seu roço realizado. Agradeceu, inclusive, a Neias, que foi diligente e conseguiu mandar a equipe fazer o serviço, que não ficou da forma que a comunidade desejava, mas que serviu, e hoje essa situação estava melhor. Retomaram o trabalho nessa Casa com a certeza de que a missão como parlamentar ia muito além do plenário. Não pararam um só dia durante o recesso. Continuaram fiscalizando, ouvindo, dialogando com a população e sugerindo medidas concretas para melhorar os serviços públicos. Esse foi o papel deles, e foi com responsabilidade e compromisso que continuaram exercendo essa função. Disse ainda que tinha uma boa perspectiva para esse novo período legislativo que acredita que é possível, sim, transformar a realidade do município mas que isso só seria possível com planejamento, transparência, participação popular e vontade política. Finalizou afirmando que seguira fazendo uma oposição firme, propositiva e respeitosa, fiscalizando com seriedade e apresentando alternativas viáveis para que Bananeiras fosse um lugar cada vez melhor para se viver uma cidade mais justa, humana e eficiente naquilo que mais importava, cuidar das pessoas. Logo após fez uso da palavra o vereador Antonio Marques, que ao saudar os presentes e os que acompanham pelas redes sociais, iniciou sua fala dizendo que houve o reinício da pavimentação da Cidade Alta, onde a autora não diria há meses, mas há anos vinha sempre solicitando. Esse reinício abrangeu onze ruas, inclusive uma delas passando dos noventa por cento em fase de conclusão. Mas sabia-se que não era só de pavimentação que a Cidade Alta precisava. Haviam ofícios solicitando a extensão de rede para atender 5 diversas ruas, porque estávamos em pleno século XXI e ainda vivíamos a situação da população estar sempre à procura do líquido precioso que é a água. Comentou ainda que tem o privilégio de sempre contar com chafarizes e caixas que puderam atender à demanda da população, além de poços artesianos, visando atender a essa necessidade urgente que era o abastecimento de água. Era uma situação que vinham cobrando há anos à Companhia de Água e Esgotos da Paraíba, que muitas vezes não atendia às exigências e aos pedidos. E muitas vezes havia a pavimentação e, depois de anos, começavam escavações que danificavam tudo aquilo que tinha sido feito, e muitas vezes a recuperação não era de boa qualidade na pavimentação. Disse também que já havia enviado ofício à Energisa para tratar da situação de postes praticamente dentro das casas. Sabia-se que estávamos em um sistema capitalista onde tudo era na base do dinheiro, e a empresa de energia sempre estava cobrando algo para retirada de poste. Relatou ainda que Muitas vezes o cidadão não tinha condições nem de pagar a própria energia, imagine pagar pela retirada de um poste de dentro da sua propriedade. Reiterou ao excelentíssimo senhor presidente que pudesse cobrar novamente essa situação, que além de ser um serviço de utilidade pública, tratava-se também de um embelezamento da cidade. Imaginavam os visitantes verem algumas ruas com os postes dentro dos jardins então, fazia-se necessário resolver essa situação. Disse também que se sentia satisfeito e alegre em ver a Escola Normal já concluída, estando prestes à inauguração, provavelmente no dia primeiro, junto com o Orçamento Democrático Estadual. Inclusive, a data já estava marcada e esperava que todos pudessem participar. Também falou sobre a saúde. Sabia que muitas pessoas chegavam cedo, mas às vezes se precipitavam, porque podiam chegar nos horários corretos, recebiam senhas, eram atendidas e tinham seus exames resolvidos inclusive, resolvidos em clínicas particulares, das melhores do estado. Havia o laboratório, que momentaneamente estava em reforma, mas os exames estavam sendo direcionados para uma clínica particular. Ressaltou que ninguém deixava de ser atendido. Disse ainda que, na educação, tinham uma educação de ótima qualidade. As escolas estavam totalmente revitalizadas, climatizadas, 6 e com merenda escolar de ótima qualidade, fardamento, dentre outros benefícios. Disse ainda que estava satisfeito por ter mais um semestre para buscar a melhoria da qualidade de vida dos munícipes, torcendo sempre para que tivessem sucesso e que não houvesse aquela torcida negativa para que houvesse assuntos para discutir. Desejou que tivessem dias melhores, que a cada dia se comemorasse a melhoria na qualidade de vida dos munícipes e o sucesso e que tudo isso fosse para o bem do povo. Logo após o Presidente transferiu a presidência para o vice presidente Yraja Ferreira que facultou a palavra a o vereador Marcelo Bezerra, que ao saudar os presentes e os que acompanham pelas redes sociais, iniciou sua fala, dizendo que foi um prazer estar reunido com todos novamente para retomar os trabalhos na Casa. A Câmara teve um recesso de vinte dias, mas chegaram a quase vinte e seis dias por motivos relacionados à definição da data de retorno das sessões. Comentou que durante esse intervalo, cada um dos vereadores dificilmente pôde se encontrar, não porque não gostassem uns dos outros, mas sim porque o dia a dia, o trabalho e as ocupações fizeram com que ficassem um pouco ausentes uns dos outros. As sessões semanais foram o que permitiram que cada um se encontrasse, debatesse, discutisse e trouxesse algo de relevante ao legislativo para o povo bananeirense. Afirmou aos bananeirenses que o vereador era o para-choque da gestão, o para-choque da política nacional. O vereador trabalha diuturnamente. Comentou ainda que depois que houve a facilidade de acesso ao WhatsApp e às redes sociais, as pessoas deixaram de estar à porta de suas casas, mas passaram a estar com os vereadores na cabeceira da cama, durante um momento de lazer, assistindo televisão ou mesmo em uma festa. Acredita que cada um ali presente, no seu período de festividade, se deslocou de sua residência para servir a um cidadão que o procurou, fosse na saúde, para prestar um serviço voluntário, para levar um cidadão ao hospital, visitar estradas, postes, ou buscar soluções com a gestão. Alguns saíram para fazer articulações políticas, e cada um faz política da maneira que acha melhor e mais confortável. Ressaltou que estavam militando, buscando manter o nome em dia, mostrando que foram eleitos e que estavam representando a sociedade diuturnamente. 7 Reiterou que eram o para-choque da política nacional. Parabenizou todos os vereadores e, em especial, a vereadora Vânia, a única mulher na Casa, que representa as mulheres bananeirenses. Disse que, embora muitas vezes fossem criticados, nenhum dos presentes nem os que estavam assistindo viu um senador com uma receita médica em mãos para comprar remédio, um senador ou deputado federal com um paciente dentro do carro ou de uma ambulância, em busca de atendimento, batendo à porta de hospital ou prefeitura. Mas, quando era para apedrejar, a maioria das vezes quem era apedrejado eram os vereadores justamente quem mais fazia e quem menos era visto. Disse isso porque ele, e alguns vereadores ali presentes, estavam completando treze anos de mandato, e passaram por turbulências difíceis de acreditar, pela maneira como eram vistos na sociedade. Comentou que na maioria das vezes, só eram lembrados no período eleitoral. Afirmou que vereadores, tanto de oposição quanto de situação, não apenas em Bananeiras, mas em outras cidades também, eram bem vistos pelos federais apenas quando estes precisavam deles. Pediu para que, dali a dois anos, cada um ligasse para um senador e visse se ele atenderia o telefone. Na maioria das vezes, só nesse tempo choviam ligações de candidatos a deputado federal. Os únicos deputados com acesso direto eram os estaduais os que mais atendiam os vereadores, os parlamentares mirins. Disse isso com base em experiência própria. Afirmou que, naquele ano, e no seguinte, se fossem a Brasília, todos seriam bem recebidos. Mas queria ver isso depois. Falou tudo isso para que todos tivessem consciência de em quem votariam para deputado federal, porque muitas vezes votavam e, após a campanha, nem sequer eram reconhecidos nem o telefone era atendido. Disse isso porque sabia que, muitas vezes, eleitores ligavam para os vereadores por pequenas coisas, e, quando a resposta demorava, já eram ignorados. Comentou se os vereadores já enfrentavam dificuldade de acesso aos grandes políticos, imaginem os pequenos eleitores. Disse por já ter passado por experiências em que fez mais pelo povo do que um deputado, e, mesmo assim, não foi reconhecido. Afirmou que aquele não era um discurso populista, mas um discurso necessário, para que a sociedade começasse a enxergar quem 8 realmente estava presente ao lado do povo. Disse que falava ali em defesa de todos os vereadores, pois o vereador era um dos maiores pioneiros e lutadores da política nacional. Que precisavam se unir mais, buscar mais, e esquecer que o período eleitoral passava, pois eram quatro anos de luta para valorizar cada voto recebido. Defendeu que os vereadores precisavam se valorizar mais, não permitir serem levados pela omissão de muitos. Disse que eram fortes e estavam ali para juntos, fazer com que o parlamentar mirim fosse reconhecido e visto por toda a sociedade como um dos maiores lutadores da política nacional. Finalizou dizendo que falava com propriedade, porque sabia o que era ser vereador e o que um vereador enfrentava no dia a dia, em comparação com outros políticos que tinham mais condições, mais poder, mais facilidade para resolver problemas. Disse que, na maioria das vezes, esses políticos trabalhavam para barganhar recursos, nomes e benefícios próprios e esqueciam da sociedade, do povo bananeirense, do povo brasileiro. Sempre defenderei o parlamentar Mirim. Retomando a presidência o presidente Marcelo Bezerra facultou a palavra a o vereador Alex Mota, que ao saudar os presentes e os que acompanham pelas redes sociais, iniciou sua fala dizendo que estavam voltando do recesso, chegando no segundo período, e que estava trabalhando, conquistando e vivendo o dia a dia da população, sabendo o que precisavam, o que precisava melhorar, o que precisava ser indagado em todas as sessões. Disse que esses últimos seis meses foram muito bons para abrir a memória e saber o que o pessoal pensava, e que o pessoal estava tentando se preparar. Veio ali parabenizar o vereador Yrajá pela sua posição. Disse que viu que ele fez uma postagem de um vídeo e que acreditava que essa postagem repercutiu muito, e que Bananeiras estava precisando de uma atenção maior nos condomínios. Os condomínios que existiam em Bananeiras com certeza traziam muitos recursos, emprego, renda algo maravilhoso, mas também sabiam que o desmatamento estava sendo muito grande e que não podiam perder o clima que Bananeiras tinha. Relatou que esses condomínios estavam ali justamente por causa do clima agradável, do habitat, da melhoria e que o povo que vinha de fora para passar o final de semana buscava o clima agradável, o clima frio. Parabenizou o vereador 9 pela sua fala nas redes sociais e disse que não era porque hoje eram oposição que deixaria de elogiar uma pessoa quando ela estava falando certo, quando estava sendo sincera. Parabenizou também o vereador Kilson pelas suas palavras, dizendo que foram muito bem ditas. Acreditou que as falas dele também seriam as suas, porque sabiam que o São João de Bananeiras vinha em um crescimento muito grande nos últimos anos, mas que, infelizmente, aquele ano teve uma baixa. Para os cidadãos bananeirenses, para os que vinham de fora, para os empresários, para os comerciantes, quando o São João tem uma baixa, tudo tem baixa, o movimento, a renda. Comentou que nos últimos anos, tentavam procurar casas para alugar e não encontravam, mas naquele ano, infelizmente, foi muito abaixo. Disse que torcia para que nos próximos anos melhorasse, que torcia para dar certo e melhorar cada vez mais. Afirmou que não torcia para que fosse inferior, porque, se fosse, não seria apenas a prefeitura a ser prejudicada seriam todos os bananeirenses que dependiam do comércio, que dependiam de alugar uma casa, de fazer uma construção, de vender um terreno. Disse que aquilo era para todos. Falou também e pediu, como Erneias sempre esteve muito atento e era um cara que todos gostavam, que trata bem tanto o pessoal da situação quanto da oposição, mesmo sabendo que aquela não era sua região, mas sim o conjunto junto com o centro. Pediu a Erneias e ao secretário Dinart que pudessem dar uma manutenção nas estradas de Laranjeiras, Angicos, Goiamanduba e Gamelas não só passar as máquinas, mas também roçar as laterais, o que era necessário. Disse também sobre as questões que estavam nas redes sociais e rádios locais sobre a quinta-feira, que estava sendo tão falada em relação aos exames. Afirmou que não questionava sobre filas, porque fila existe em todo canto repartições públicas ou privadas, mas que o sistema criado há quatro anos, do qual ele também fazia parte, era diferente. Disse que só queria saber por que modificaram. Ressaltou que a saúde de Bananeiras realmente vinha crescendo, estava muito boa, mas desde o começo do ano o atendimento passou a ser só nas quintas-feiras. Disse ainda que antes, todo mundo que ia à Secretaria de Saúde, que ia à regulação, era bem atendido pelo secretário, por todos os 10 funcionários das repartições da saúde. Sempre foram bem atendidos. Sempre havia uma fila de vinte a trinta pessoas, e ele mesmo foi muitas vezes, mas naquele ano estava sendo diferente, infelizmente, apenas um dia da semana. Quis saber o motivo de ser só um dia na semana, já que a secretaria estava aberta todos os dias. E aquela fila das quintas-feiras não era mais de vinte pessoas era de mais de cem. Comentou que as pessoas tentavam chegar mais cedo para sair mais cedo, pois todo mundo tem seus afazeres, tem dependentes para cuidar em casa. Por isso, fez o questionamento. Disse que, há quatro anos, o sistema era diário e todos eram bem atendidos então queria entender por que agora era diferente. Disse que não estava criticando, mas falando o que o povo precisava ouvir. Afirmou que, durante quatro anos, a saúde de Bananeiras foi muito bem elogiada, e que não podia mentir, tinha que dizer a verdade. Mas, a partir do começo daquele ano, os atendimentos ficaram concentrados apenas na quinta-feira, regulação, exames, entre outros. Perguntou por que não começavam desde a segunda-feira até a sexta, como era feito antes. Disse que era só uma pergunta básica, e que acreditava que o líder do governo, como sempre foi muito sincero, saberia explicar. Disse que só queria saber esse motivo. Relatou que, no dia dezenove de junho, dia de Corpus Christi, infelizmente, um pedaço não só dele, mas da sua família, Deus levou. Disse que com certeza colocou em um bom lugar. Sua avó faleceu, foi a óbito, mas o que pôde deixar de legado, deixou não só para os filhos, mas para os netos e bisnetos. Disse que era difícil falar de quem estava presente no dia a dia e saiu assim, mas tinha certeza de que estava em um lugar melhor do que eles estavam. Disse que sua avó sempre foi presente na família, sempre lutou nas campanhas, pedindo voto mesmo com sua idade. Nunca deixou seus netos para trás, sempre batalhou tanto na sua primeira quanto na sua segunda campanha. Infelizmente, naquele ano, ela faleceu. Deixou todos os seus filhos bem casados todos os nove. Disse ainda que O legado que ela deixou foi de sempre trabalhar. Uma mulher que foi agricultora, junto com seu esposo dois avós que foram pilares para ele. Sempre agricultores, sempre batalhadores. E, apesar das poucas condições, a maioria dos netos formados. Disse que sua família nunca 11 teve envolvimento com política ele foi o primeiro a entrar, e com o apoio da sua avó, ele chegou lá. Disse que ela pôde dizer que teve um neto político, vereador na sua cidade, e que se orgulhava muito disso. Finalizou dizendo, que só tinha a gradecer. Logo após fez uso da palavra o vereador Icaro Marques, que ao saudar os presentes e os que acompanham pelas redes sociais, iniciou sua fala externando seus sentimentos ao vereador Alex pela partida de sua avó, avó que foi um dos bens mais preciosos que a gente teve, uma mãe duas vezes, e que, quando partiu, deixou muita saudade. Disse que também perdeu, anos atrás, sua avó Regina, e que essa dor foi uma dor que continuou latente nos corações. Começou defendendo aquilo que deveria ser sagrado na vida pública, o respeito ao cidadão, E esse respeito se expressou de muitas formas no direito de empreender, de estudar com dignidade, de ter atendimento com humanidade e de viver em harmonia com a natureza. Quis começar falando de algo que representou o empreendedorismo da nossa cidade, o Vila Áurea um empreendimento que valorizou o São João raiz, gerou empregos, movimentou a economia e trouxe esperança. Um projeto bonito, organizado, feito com responsabilidade, que mostrou que foi possível fazer diferente e fazer bem feito. Mas, infelizmente, em vez de apoio, o que se viu foi a retirada de placas e da divulgação do evento por parte da prefeitura. E a pergunta que ficou foi,’’ por quê’’ O empreendedorismo local precisava ser incentivado e não perseguido. Bananeiras não podia sufocar quem trouxe cultura, renda e desenvolvimento. Afirmou que esteve e estaria sempre presente do lado de quem fez. Também disse que não se pôde fechar os olhos para outro drama, o transporte escolar. Comentou que quando um ônibus quebra e deixa os alunos na estrada, isso foi negligência, quando um estudante da zona rural perdeu aula por falta de transporte, isso não foi descuido, foi desrespeito. Faltou manutenção, faltou cuidado, faltou compromisso com o futuro das novas gerações. Disse que esteve ali para cobrar que o transporte funcionasse o ano inteiro e de maneira eficaz. E, se era para falar de respeito, precisou falar da saúde pública. Dignidade não foi precisar acordar de madrugada para esperar horas em uma fila para conseguir um exame. Dignidade não foi depender de um favor para ter acesso àquilo que 12 já era garantido por lei. O povo de Bananeiras merece um sistema de saúde que funcione com agilidade, humanidade e transparência. Saúde pública não é favor é obrigação. E ela precisa ser organizada de maneira eficiente e acessível para todos, sem exceções. Disse que não entrou na política para fingir que estava tudo bem. Entrou para fiscalizar, para denunciar e para transformar. Por fim, quis falar de um dos maiores patrimônios da nossa terra: o nosso meio ambiente. Bananeiras guardou um pedaço vivo de Mata Atlântica, com um clima privilegiado e uma natureza encantadora. Mas esse patrimônio esteve sendo ameaçado, desmatamentos ilegais, lixão a céu aberto, ausência de coleta seletiva e liberação desordenada. Isso não foi progresso, foi retrocesso. Finalizou propondo uma audiência sobre uma política pública ambiental, para discutir com clareza e transparência os critérios das concessões de licença, o destino do lixo da cidade, as áreas que precisaram de reflorestamento e o futuro que se quis deixar para as próximas gerações. Disse que desenvolvimento sem cuidado foi destruição, crescimento sem planejamento foi abandono. E que o compromisso dele, como vereador, foi um só, fazer a diferença na vida de quem mais precisou e garantir que Bananeiras crescesse com justiça, dignidade e respeito. Porque dignidade garanti gerações com um futuro melhor. Logo após fez uso da palavra o vereador Vital Santa Cruz, que ao saudar os presentes e os que acompanham pelas redes sociais, iniciou sua fala prestando seus sentimentos ao amigo vereador Alex pela perda da sua avó, e disse que sabia bem como foi perder um avô. Desejou a todos um segundo período de muito trabalho. Disse que, assim como todos, nesse recesso fez suas visitas nas comunidades rurais, no conjunto, nas ruas, como sempre. Disse que todo mundo o via andando por toda Bananeiras, escutando as pessoas, cobrando e tentando trazer melhorias através de projetos, requerimentos e proposituras. Desejou a todos um novo período de trabalho que fosse benéfico ao povo de Bananeiras. Disse que tinha algumas questões que poderia até comentar sobre as falas de alguns vereadores, como a questão da fila, disse que gostaria de morar num Brasil onde não tivesse fila pra nada principalmente na questão da saúde, mas infelizmente esse Brasil não existia. Comentou que Onde se fosse, até na rede 13 particular, para conseguir exames ou consultas, era preciso marcar e esperar. Acredita que Bananeiras, hoje, tem que agradecer à boa gestão, pois ir para uma fila e conseguir, seja quem for, sem ser apontado por "cara" nem por vereador, era uma conquista. Disse que a pessoa vai lá, precisa de um exame e consegue coisa que, há um tempo atrás, não conseguia. Questionou: o que adiantava marcar todo dia e não conseguir o exame? O que adiantava ser atendido logo e passar mais de um ano, como houve casos, e ainda assim não realizar o exame? Afirmou que o próprio povo de Bananeiras respondeu nas urnas quando colocou a gestão em cheque, para decidir se a saúde de Bananeiras estava boa ou não. Disse que era isso que tinha para falar sobre filas, porque se abrisse o jornal de São Paulo, veria o povo madrugando pra tentar alguma coisa; se abrisse o jornal do Rio de Janeiro, era do mesmo jeito. Disse que, onde fosse, pelo menos o povo de Bananeiras ia de madrugada para uma fila, mas no final do dia saía com o exame garantido. Concedeu uma parte de sua fala ao Vereador Yraja Ferreira que disse que Bananeiras, hoje, como vereador, vai todos os dias para a capital, para Campina, para a saúde, e ver a calamidade. Exames de altos custos, e o povo pedindo em programa de Samuca. Relatou que a capital João Pessoa esteve sem ressonância, sem tomografia, e hoje enfrentamos uma fila, mas saímos de lá com uma ressonância e uma tomografia autorizadas, e ainda tem o carro para ir fazer em Campina Grande. E por isso se orgulhou. Não está ali para defender a gestão, está ali para falar a verdade. Retomando sua fala o vereador vital continuou falando sobre a educação, disse que as escolas do município de Bananeiras estavam sendo reformadas, requalificadas não só as escolas, mas também as creches, e hoje tinham ar-condicionado, coisa que escola particular nem sempre tinha. Disse que ou se tapava o sol com a peneira, ou se começava a enxergar o que realmente vinha acontecendo na cidade. Sobre as estradas, afirmou que todo mundo sabia que, em período chuvoso, as estradas se acabavam mesmo. Ou se esperava vir o período sem chuva para poder fazer as estradas, ou não adiantava nada porque se fizesse uma estrada agora e chovesse amanhã, a estrada ficaria pior. Disse que essa ladainha já conhecia há muito tempo. Concluiu dizendo que as ruas do conjunto já tinham 14 começado a ser calçadas, então o trabalho não estava parando. Logo após fez uso da palavra o vereador Elielson Gomes, que ao saudar os presentes e os que acompanham pelas redes sociais, iniciou sua fala dizendo que foi uma alegria muito grande estar voltando à Casa novamente depois daquele recesso. Agradeceu a Deus pela saúde e pela disponibilidade que teve durante o recesso, em que pôde visitar muita gente na zona rural e na zona urbana. Agradeceu pela luta que travou no dia a dia, destacando que a vida do vereador não foi fácil. Disse que muita gente, talvez, achasse que fosse, mas como Marcelo mencionou, nem todos os dias havia alguém batendo à sua porta, porém, todos os dias havia mensagens no celular, no Instagram, com reivindicações e cobranças, e que esteve sempre disponível para o povo. Afirmou que foi para isso que foi eleito, para lutar pelo povo, cobrar, visitar as estradas da zona rural, acompanhar os calçamentos que estavam sendo feitos na zona urbana, os quais também cobrou do Executivo, mas que, quando realizados, também parabenizou como o que estava sendo feito na Cidade Alta. Disse que ali seriam pavimentadas doze ruas nessa primeira etapa, mas que continuaria lutando por mais, pois queria toda a Cidade Alta calçada. Reforçou que foi eleito para lutar por melhorias e por melhores mobilidades urbanas, e que trabalhou sempre de mãos dadas por aquilo que fosse melhor para o povo, buscando isso diariamente. Disse, mais uma vez, que a vida do vereador não foi fácil. Agradeceu de forma muito humilde ao chefe do setor competente de iluminação pública, Alexandre, com quem percorreu praticamente poste por poste na Cidade Alta, verificando quais lâmpadas precisavam de reposição, tirando fotos, marcando os pontos que necessitavam da troca. Relatou que, no dia seguinte, a reposição foi feita, deixando as ruas da Cidade Alta mais claras, mais bonitas, e bem iluminadas para dar mais segurança àquela localidade. Falou também sobre o programa Primeira Chance, promovido no ECIT José Rocha Sobrinho, e que foi uma ação do Governo do Estado. Parabenizou o Governo do Estado e a Secretaria de Educação, mencionando que sessenta e nove alunos foram selecionados para ter sua primeira oportunidade de estágio em várias empresas de Bananeiras e Solânea. Parabenizou também a Prefeitura, que estava 15 oferecendo oportunidade a alguns desses alunos da rede estadual de ensino, possibilitando o estágio na Prefeitura Municipal. E parabenizou, ainda, a gestão pela parceria de ceder o transporte para levar e trazer esses estagiários até Solânea. Reforçou a importância de lutar pela primeira oportunidade dos jovens bananeirenses, dizendo-se defensor da inserção dos alunos no mercado de trabalho. Disse que sem a primeira oportunidade, não se dava o primeiro passo para a construção da vida profissional e afirmou isso com base em sua própria experiência, pois também teve de lutar muito para chegar onde chegou, justificando, assim, sua defesa e sua luta pela causa. Informou que no dia seguinte estaria participando, a convite da direção do ECIT, de uma palestra com empresários que iriam receber os alunos, fazendo ali uma parceria importante. Agradeceu à direção pelo convite e disse que se sentiu muito lisonjeado com isso. Parabenizou, por fim, os amigos da comunidade de Roma, onde participou, no último domingo, de um jogo beneficente realizado no campo local. Destacou que foi uma festa muito linda e que ali pôde promover solidariedade àqueles que mais precisavam, concedeu uma parte de sua fala ao Vereador Vital, que fez um convite a todos os cavaleiros e amazonas de Bananeiras para a Cavalgada de Santana, que acontecera no sábado, partindo do Jaracatiá em direção à Rua da Cadeia, com participação do Curió. E, acontecera a famosa festa de sábado de Santana na Rua da Cadeia, com Duquinha e o artista da terra Anderson Barbosa. Retomando sua fala Elielson finalizou reforçando o convite do Vereador Vital dizendo que estão todos convidados compareçam para brincar e festejar. o Sr. Presidente, facultou a palavra aos líderes das bancadas, pela ordem, fez uso da palavra o vereador Icaro Marques, iniciou sua fala dizendo que suas falas foram para trazer luz e soluções, não para justificar o injustificável, mas sim para propor e trazer, que pode haver mais dias de atendimento para marcação de exames, que pode ser trazida uma solução tecnológica para que as pessoas também pudessem ter a oportunidade de marcar online. Solicitou também a questão da audiência pública para trazer o debate ambiental para a cidade. E disse que todos aqueles debates buscaram também soluções, que quis propor iniciativas que pudessem fazer a diferença na vida dos cidadãos de Bananeiras. Logo após, 16 fez uso da palavra o vereador Antonio Marques, iniciou sua fala dizendo que audiência pública todo e qualquer cidadão pôde solicitar, então não foi ao líder, foi à Casa. E, em relação a exames, não foi apenas na quinta-feira que houve marcação; houve diversos profissionais aptos, a postos para atender. Citou alguns, como Marize, Taise, Ivana, Kaline, Anne. Comentou que, deu a entender que a secretaria esteve fechada, só recebendo os pacientes na quinta-feira, mas temos diuturnamente atendimentos e todos são atendidos. Muitos aguardam porque foi rotineiro, sempre houve em qualquer local uma lista de espera. E temos ainda cada setor responsável pela regulação, tivemos o Opera Paraíba. Então, é só procurar a pessoa ideal, não apenas procurar Maria Luiza Porto em uma quinta-feira. Ressaltou que a secretaria esteve lá, aberta com todos os profissionais. Acreditou que satisfazia a questão e afirmou que a secretaria também não é apenas partidária. Todo e qualquer vereador tem acesso. Pra finalizar o Sr. Presidente Anunciou para os vereadores das cidades vizinhas e para os vereadores presentes que, no dia vinte e quatro, iniciou no auditório da Universidade Federal o encontro para formações dos vereadores e funcionários da entidade política, seja de qualquer município. Ressaltou que fez a inscrição de todos os vereadores que faziam parte da Casa e disse que aqueles que eram vizinhos e quiseram se inscrever, as inscrições ainda estavam abertas. Estava no Instagram de Gil e em todos os portais da nossa Casa. Ressaltou que o congresso iniciou na quinta-feira, às quatorze horas, e finalizou no domingo ao meio-dia, lá na Universidade Federal, no segundo auditório. Comunicou também que, no dia vinte e quatro, às oito horas da manhã, também ocorreu, no Espaço Cultural, a Conferência Municipal Política para as Mulheres no nosso município. Disse ainda que o debate fortaleceu o nosso conhecimento e fortaleceu a nossa vereança. Para finalizar ressaltou que dia vinte e nove ocorrera a audiência publica as quatorze horas na câmara Odon Bezerra. Em seguida Não havendo nada mais a tratar o Sr. Presidente declarou em nome do Povo de Bananeiras, encerrada a Sessão, determinando que fosse lavrada a presente ata, a qual segue devidamente assinada após sua aprovação. Sala das Sessões da Câmara Municipal de Bananeiras. 17 José Marcelo Bezerra da Silva Yrajá Ferreira de Sousa Presidente Vice-Presidente Lucivânia Barbosa Oliveira da Silva Elielson da Silva Gomes 1º Secretária 2º Secretário
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Identificação Básica Tipo de Sessão: Sessão Ordinária Abertura: 22/07/2025 - 19:00 Encerramento: - Correspondências Expedientes Pequeno Expediente: Com a presença mínima de 1/3 dos Vereadores que compõem a Câmara, o Presidente declarará em nome do Povo de Bananeiras aberta a sessão iniciando-se o pequeno expediente, que terá a duração de trinta minutos. 1. Convido a Sra. Secretária para realizar a leitura da Ata. 2. Em votação a ata da Sessão Anterior. 3. Convido a Sra. Secretária para a leitura do sumário do expediente recebido pela Mesa. 4. Convido a Sra. Secretária para a leitura do sumário das proposições encaminhadas à Mesa. 5. Oradores inscritos para o pequeno expediente 6. Oradores inscritos para o grande expediente. As inscrições a que se referem os itens 5 e 6 serão solicitadas à Mesa, no início de cada sessão, em caráter pessoal e intransferível, sendo registradas em livro próprio. Encerrado o pequeno expediente, declaro aberto à ordem do dia. Após verificada a presença da maioria absoluta dos Vereadores, iniciaremos agora às discussões e votações. O Sr. Presidente convida a 1ª Secretária para leitura da súmula da matéria a ser apreciada. O Presidente anunciará a matéria em discussão, a qual será encerrada se nenhum Vereador houver solicitado a palavra, passando-se à sua imediata votação. Encerrada a Ordem do Dia, declaro aberto o Grande Expediente e terá a duração máxima de uma hora e quinze minutos. Grande Expediente: Cada Vereador poderá usar da palavra uma única vez, durante dez minutos, improrrogáveis, a fim de tratar de assunto de livre escolha, sendo permitidos apartes, que serão de um minuto. Parlamentares Inscritos: Câmara Municipal de Bananeiras Sistema de Apoio ao Processo Legislativo Pauta da 2483ª Sessão Ordinária da 1ª Sessão Legislativa da 19ª Legislatura (2025 - 2028) Legislatura 22/07/2025 Rua Antonio Gracindo - Bananeiras PB Tel.: (83) 9926-9321 http:// www.camarabananeiras.pb.gov.br/ - E-mail: manager@bananeiras.pb.leg.br 22/07/2025 Página 1 Matérias do Expediente Não existem Matérias de Expediente para essa Sessão Plenária Matérias da Ordem do Dia Não existem Matérias de Ordem do Dia para essa Sessão Plenária Câmara Municipal de Bananeiras Sistema de Apoio ao Processo Legislativo Pauta da 2483ª Sessão Ordinária da 1ª Sessão Legislativa da 19ª Legislatura (2025 - 2028) Legislatura 22/07/2025 Rua Antonio Gracindo - Bananeiras PB Tel.: (83) 9926-9321 http:// www.camarabananeiras.pb.gov.br/ - E-mail: manager@bananeiras.pb.leg.br 22/07/2025 Página 2