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materia nº 14/2011

Tipo Projeto de Lei Ordinária
Número / Ano 14 / 2011
Date 2011-06-06
EmentaAutoriza o Poder Executivo a realizar intervenções no sentido de proceder com o desmonte da estrutura metálica, incluindo seus pórticos, constante da Ponte sobre o Rio Capibaribe, Av. Oito de Maio, neste Município, além das respectivas e consequentes obras reparadoras e de manutenção que se fizerem necessárias e dá outras providências.
native_id1484

Autoria

Tramitação (latest 1)

DateStatusTurnoTexto
2011-06-08 Proposição aprovada — Seguiu para sanção do prefeito

Documents (1)

texto original #

status: extracted · method: native · backend: pypdfium2 · confidence: 1.00 · pages: 80

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RUMO AO DESENVOLVIMENTO 
MENSAGEM Nº 013/2011. 
São Lourenço da Mata/PE, 06 de junho de 2011. 
Senhor Presidente, 
Tenho a elevada honra de submeter à apreciação, discussão e aprovação 
de V. Exa. e seus ilustres pares, nobres representantes do Povo de São 
Lourenço da Mata, o anexo Projeto de Lei que autoriza o Poder Executivo a 
realizar intervenções no sentido de proceder com o desmonte da estrutura 
metálica, incluindo seus pórticos, constante da Ponte sobre o Rio Capibaribe, 
Av. Oito de Maio, neste Município, além das respectivas e conseqüentes obras 
reparadoras e de manutenção que se fizerem necessárias. 
A intervenção se faz necessária e improrrogável, ante a conclusão técnica 
retratada no Laudo de Engenharia requisitado pela Prefeitura Municipal, 
somada à conclusão do Tribunal de Contas do Estádio de Pernambuco que, 
através do ofício nº TCGC03 nº 0175/2011, fez encaminhar despacho do 
Técnico de Inspeção de Obras Públicas, Eng. Civil Gustavo Walter Xavier, cuja 
conclusão foi a seguinte, tudo conforme documentação em anexo: 
- Por fim, com base no estudo apresentado e na vistoria 
realizada esta equipe entende razoávei a possibilidade do 
desmonte da estrutura metálica em função do alto custo de 
trabalho de manutenção atual e futuro (a análise estimou o 
orçamento de R$ 207. 707,00). Apreende-se que com o citado 
recurso é passivei a implantação de novos guarda-copos, das 
supracitadas barreiras de proteção e de novas e modernas 
luminárias. Além do mais, tem o aspecto da segurança d,1 
estruture, que sempre demandará atenção e recursos por parte 
das administrações municipais vindouras". 
Na certeza do seu apoio à presente proposição, apresento a Vossa 
Excelência e demais pares, meus préstimos de consideração e respeito, 
rogando sua tramitação em 
~
CARÁTER DE URGÊNCIA. 
v-; 
Prefeito do Município de São Lourenço da Mata 
Excelentíssimo Senhor 
Vereador LEONARDO BARBOSA 
DO. Presidente da Câmara de Vereadores de São Lou 
NESTA 
Praça Dr. Araújo Sobrinho· Centro - CEP 54.735-565 
São Lourenço da Mata/PE - CNPJ 11.251.832/0001-05 
www.slm.pe.gov.br - prefeitura@slm.pe.gov.br 
Fone (81) 3525.2749 / 3525.9437 
RUMO AO DESENVOLVIMENTO 
PROJETO DE LEI Nº 013/2011 
Autoriza o Poder Executivo a realizar 
intervenções no sentido de proceder com o 
desmonte da estrutura metálica, incluindo 
seus pórticos, constante da Ponte sobre o 
Rio Capibaribe, Av. Oito de Maio, neste 
Município, além das respectivas e 
conseqüentes obras reparadoras e de 
manutenção que se fizerem necessárias e dá 
outras providências. 
Art. 1º - Fica o Poder Executivo autorizado a realizar intervenções no sentido 
de proceder com o desmonte da estrutura metálica, incluindo seus pórticos, 
constante da Ponte sobre o Rio Capibaribe, Av. Oito de Maio, neste Município 
de São Lourenço da Mata, além das respectivas e conseqüentes obras 
reparadoras e de manutenção que se fizerem necessárias. 
Art. 2° - As despesas à execução da presente Lei correrão por conta de verbas 
próprias constantes no orçamento vigente, suplementadas se necessário. 
Art. 3º - Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação, revogadas as 
disposições em contrário. 
~ 
LABANCA 
Prefeito do Município de São Lourenço da Mata 
Praça Dr. Araújo Sobrinho - Centro - CEP 54.735-565 
São Lourenço da Mata/PE - CNPJ 11.251.832/0001-05 
www.slm.pe.gov.br - prefeitura@slm.pe.gov.br 
Fone (81) 3525.2749 / 3525.9437 
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ESTADO DE PERNAMBUCO 
TRIBUNAL DE CONTAS 
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PKl'CE N' J 2. b';;_ / IJ i . ----------- ---- 
OFÍCIO TCGC03 
Nº 0175/2011 
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1. 
Recife, 26 de abril de 2011. 
,....._ REF.: PÓRTICOS METÁLICOS DA PONTE SOBRE O RIO 
CAPIBARIBE- ANÁLISE ESTRUTURAL 
Senhor Prefeito 
( 
De ordem do Exmo. Sr. Conselheiro relator, em resposta ao 
contido no Oficio nº 036/201 lGP (cópia anexa), interposto junto a esta Corte de 
Contas no dia 15/03/2011, formalizado sob o protocolo eletrônico de nº 
18.938/2011, encaminho a V. Exa. Despacho exarado pela Inspetoria Regional 
Metropolitana Norte dest~al, cuja cópia ora faço juntar. 
e, 
IgiaM~~~ 
As 
Ex.mo. Sr. 
ETTORE LABANCA 
DD. Prefeito de São Lourenço da Mata 
Praça Dr. Araújo Sobrinho, s/nº - Centro 
54.735-565 - SÃOLOURENÇODAMATA - PE 
1 i,,, 1 oque m,à mat r I cu 1 .> H, \ PUBLICO\ o.cTCI 0\ 2011\110'1CO175. OOC IJ)jl) e f / / / 
ESTADO OE PERNAMBUCO 
TRIBUNAL DE CONTAS 
DEPARTÃMENTO DE CONTROLE MUNICIPAL 
INSPETORIA REGIONAL METROPOLITÀNA SUL 
DESPACHO 
Ao Inspetor Regional, 
Em atendimento ao despacho no verso do oficio nº 036/2011 GP da Prefeitura de São 
Lourenço da Mata, ~E' -M.9~12011, tem-se o seguinte a informar sobre o conteúdo do 
citado oficio o qual se refere à análise estrutural (em anexo) dos pórticos metálicos atualmente 
existentes na ponte sobre o Rio Capibaribe, Av. Oito de Maio, localizada no Município de 
São Lourenço da Mata. Segundo o oficio supracitado, a citada análise concluiu pela 
"precariedade da estrutura" metálica, recomendando "sua imediata retirada". Por fim, solicita 
que o Tribunal de Contas do Estado possa atestar a ocorrência do relatado, por meio de 
inspeção técnica a fim de orientar e assegurar a relação das intervenções que se façam 
necessárias. 
Do pórtico metálico instalado sobre a ponte 
a) O citado pórtico (foto 01, abaixo) foi executado em meados de 2000 (-10 anos 
atrás), não existindo neste período nenhuma manutenção; 
b) A empresa responsável pela sua execução foi a Pistelle Engenharia, sediada em 
Sã~Paulo; 
c) O objetivo de sua instalação foi primordialmente estético e para promover uma 
iluminação diferenciada. 
Da análise estrutural do pórtico metálico 
a) A análise estrutural foi de responsabilidade do Engenheiro Civil, Sandro Inácío 
Carneiro da Cruz, CREA RJ 150.5131D. Sua elaboração foi em fevereiro de 2011; 
b) O objetivo do trabalho foi relatar a inspeção técnica na estrutura do pórtico 
metálico montado sobre a ponte de passagem sobre o Rio Capibaribe, além de 
serem apresentadas recomendações de melhoramento das condições de segurança 
na ponte aos pedestres; 
c) O trabalho foi dividido em três etapas: 1 - inspeção técnica da estrutura (pág. 6-11 
da análise); 2- análise estrutural dos pórticos metálicos (pág. 12-23) e 3- 
observações e recomendações de melhorias. e adequações (ptg. 23-29); 
d) O estudo atesta que a condição atual da estrutura metálica configura uma situação 
de .. risco aos transeuntes e veículos que ali transitam; 
e) Por fim, oferta duas ações que podem ser tomadas pela Administração Municipal: 
Primeira - o reforço estrutural dos pórticos, a troca do guarda-corpo, a instalação 
de barreira de concreto entre a calçada e as faixas de rolamento para proteção aos 
pedestres; e a Segunda - o desmonte da estrutura dos pórticos, a troca do guarda￾corpo, a instalação de barreira de concreto entre a calçada e as faixas de 
rolamentos e a instalação de nova iluminação na ponte através de postes 
convencionais. Para a recuperação dos pórticos e adequações de segurança é 
apresentado um orçamento índice no valor estimado de R$ 207.707,00. 
INSPETORIA REGIONAL METROPOLITANA SUL 
Rua da Aurora, nº 885, Boa Vista- Recife - PE 
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., ESTADO DE PERNAMBUCO 
TRIBUNAL DE CONTAS 
DEPARTAMENTO DE CONTROLE MUNICIPAL 
ll\lSPETORIA REGIONAL METROPOUT ANA SUL 
Da vistoria realizada por esta equipe 
a) Na vistoria realizada in loco constatou-se que de fato as questões tratadas no laudo 
da análise estrutural procedem em relação à necessidade urgente de manutenção 
nos pórticos e nos guarda-corpos, e da implantação de uma estrutura de concreto 
(mureta) separando a calçada da faixa de rolamento. Ver.documentário fotográfico 
abaixo; 
b) Na vistoria verificou-se pontos específicos (que comungam com o laudo em 
questão) que devem ser ressaltados: 
b. l) guarda-corpos necessitando urgentemente de manutenção (fotos 02 e 03); 
b.2) ausência de estrutura de proteção (mureta) entre a faixa de rolamento e a 
calçada, com o intuito de proteger os pedestres e evitar queda dos veículos da 
ponte em caso de acidentes (fotos 04 e 05); 
b.3)· base das estruturas metálicas (pórticos) sem proteção contra colisões de 
veículos (fotos 04 e 05); 
b.4) base do pórtico danificada devido a colisão de veículo (foto 05); 
b.5) estrutura do pórtico desalinhada por conta dos esforços e amarrações 
existentes (fotos 06 e 07); 
b.6) parafusos de fixação dos pórticos incompletos e provavelmente 
subdimensionados, conforme exposto na pág. 8 da análise (fotos 08 e 09); 
b.7) pórticos apoiados sobre lajes em balanço da ponte, promovendo esforços 
provavelmente não previstos no estrutura de concreto (fotos 10 e l 1 ); 
Do documentário fotográfico 
Foto Ol - Vista dos Pórticos. 
INSPETORIA REGIONAL METROPOLITANA SUL 
Rua da Aurora, nº 885, Boa Vista - Recife - PE 
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ESTADO DE PERNAMBUCO 
TRIBUNAL DE CONTAS 
DEPARTAMENTO DE CONTROLE MlJNICIPAL 
INSPETORIA REGIONAL METROPOLITANA SUL 
Foto 03 - Guarda-corpo danificado. 
INSPETORIA REGIONAL METROPOLITANA SUL 
Rua da Aurora, nº 885, Boa Vista - Recife - PE 
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ESTADO DE PERNAMBUCO 
TRIBUNAL DE CONTAS 
DEPARTAMEllfTO DE CONTROLE MUN'fCJPAL 
INSPETORIA REGIONAL METROPOLITANA SUL 
Foto 04 - Base do pórtico danificada devido a colisão de veiculo. 
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Foto 05 - Estrutura do pórtico desalinhada por conta dos esforços e amarrações 
existentes (detalhe da parte danificada por colisão de veículo). 
TNSPETORJA REGIONAL METROPOLITANA SUL 
Rua da Aurora, nº 885, Boa Vista- Recife - PE 
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ESTADO DE PERNAMBUCO 
TRIBUNAL DE CONTAS 
DEPARTAMENTO DE CONTROLE MUNTCÓ>AL 
INSPETORIA REGIONAL METROPOLITANA SUL 
Foto 06 - Estrutura do pórtico desalinhada por conta dos esforços e amarrações 
existentes. 
Foto 07 - Estrutura do pórtico desalinhada por conta dos esforços e amarrações 
existentes. 
INSPETORIA REGIONAL METROPOLITANA SUL 
Rua da Aurora, nº 885, Boa Vista - Recife - PE 
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ESTADO DE PERNAMBUCO 
TRIBUNAL DE CONTAS 
DEPARTAMEN'TO DE CONTROLE MUNICIPAL 
JNSPETORJA REGIONAL METROPOLITANA SUL 
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Foto OS-Parafusos de fixação dos pórticos na laje da ponte. 
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Foto 09 r Parafusos de fixação dos pórticos na laje da ponte. 
INSPETORIA REGIONAL METROPOLITANA SUL 
Rua da Aurora, nº 885, Boa Vista - Recife - PE 
r.FP 'iOO'iO-QlO TP.1· l 1 Rl-71>00 
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ESTADO DE PERNAMBUCO 
TRIBUNAL DE CONTAS 
DEPARTAMENTO DE CONTROLE Ml.JNTCIPAL 
INSPETORJA REGIONAL METROPOLITANA SUL 
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'Foto 11 - Pórticos apoiados sobre lajes em balanço da ponte, promovendo esforços 
provavelmente não previstos no estrutura de concreto. 
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INSPETORIA REGIONAL METROPOLITANA SUL 
Rua da Aurora, nº 885, Boa Vista- Recife - PE 
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ESTADO DE PERNAMBUCO 
TRIBUNAL DE CONTAS 
DEPARTAMENTO OE CONTROLE MUNICIPAL 
INSPETORJA REGIONAL METROPOLITANA SUL 
Da conclusão 
Em face do exposto pode-se concluir que: 
- É elogiável a atitude do prefeito tanto em contratar um estudo técnico para respaldar uma 
tomada de posicionamento em relação a manutenção ou retirada das estruturas metálicas 
sobre a ponte da Av. Oito de Maio, quanto em solicitar uma inspeção técnica do TCE-PE afim 
de orientar e assegurar as intervenções que se façam necessárias. 
- No entanto, em relação ao conteúdo do oficio nº 036/2011 GP, expedido pelo prefeito do 
município com base no oficio nº 040/2011 do Secretário de Infraestrutura, tem-se a afirmar de 
que a análise estrutural contratada não concluiu pela "imediata retirada" dos pórticos 
metálicos em função da "precariedade da estrutura". 
- Na realidade, o estudo pôde concluir (ver pág. 28-29) pela a possibilidade de duas ações: (l) 
pela manutenção através do reforço estrutural dos pórticos ou (2) pelo desmonte da estrutura 
metálica existente e a instalação de' nova iluminação na ponte através de postes 
convencionais. 
- Em ambas as possibilidades o estudo ressalta a necessidade da troca dos guarda-corpos e da 
instalação de barreiras de proteção aos pedestres (muretas). 
- Por fim, com base no estudo apresentado e na vistoria realizada esta equipe entende razoável 
a possibilidade do desmonte da estrutura metálica em função do alto custo do trabalho de 
manutenção atual e futuro (a análise estimou o orçamento. de R.$ 207.707,00). Apreende-se 
que com o citado recurso é possível a implantação de novos guarda-corpos, das supracitadas 
barreiras de proteção e de novas e modernas luminárias. Além do mais, tem o aspecto da 
segurança da estrutura, que sempre demandará atenção e recursos por parte das 
administrações municipais vindouras. 
INSPETORIA REGIONAL METROPOLITANA SUL 
Rua da Aurora, nº 885, Boa Vista- Recife - PE 
r.F.P c;ooc;o_QH) TP.1· 11 ~1- 7f;M 
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_ P>t4~k . 
tSAO LOURENÇO 
1.&.L 5 L- 
· 'PETCE· 
OIPR. 
São Lourenço da Mata. 1·4 de março de 2011 
Oficio nº 036/2011 GP 
Emérito Conselheiro, 
r 
/ 
Considerando que Vossa Excelência foi designado como Relator do 
Processo relativo à Prestação de Contas desta edilidade em relação ao corrente ano. 
venho por meio do presente, a fim de resguardar direitos e prevenir responsabilidades. 
em observância à transparência que deve nortear a administração pública, encaminhar a 
análise estrutural solicitada e encaminhada pela Secretaria de Infraestrutura Municipal. 
ern relação aos "pórticos metálicos" da Ponte sobre o Rio Caprbaribe, Av. Oito de Maio, 
!ocalizada neste Município de São Lourenço da Mata/PE a qual concluiu peia existência 
,ie ·'precariedade da estrutura", recomendando "sua imediata retirada". como consta do 
oficio nº 040/2011 -Secretaria de Infraestrutura, para que esse competente Tribunal de 
Contas possa atestar a ocorrência do relatado. por meio de inspeção técnica. a fim de 
or.entar e assegurar a relação das intervenções que se façam necessarias na n.a,or 
orevídade possível. 
Sendo o que se apresenta para o momento, reitero 'protestos de elevada 
estima e distinta consideração. (__A::~ 
;T;~E LABANCA 
Prefeito 
TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO 
DOCUMENTO NÃO CONFERIDO NO 
RECEBIME~HO J. J[_.,1_Q_~_l.).J__ 
~- 
~s~iriat.Ura tio Recebedor 
Exmo. Sr. 
Dr. Severino Otávio Rapôso Monteiro 
M.D. Conselheiro do Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco 
Neste 
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Praça Dr. Araújo Sobrinho - Centro - CEP 54. 735-565 
São Lourenço da Mata/PE - CNPJ 11.251.832/0001-05 
www.slm.pe.gov.br - prefeitura@slm.pe.gov.br 
Fone (81) 3525.2749 / 3525.9437 
1, 
ANÁLISE ESTRUTURAL 
Infra-estrutura Urbana 
Prefeitura Municipal de São Lourenço da Mata - PE 
Secretaria de Obras 
/ 
1 18/02/2011 Análise de cargas móveis 18/02/2011 SC/WJ 18/02/2011 WJ 18/02/2011 se 
o 02/02/2011 Emissão inicial 02/02/2011 SC/WJ 02/02/2011 WJ 02/02/2011 se 
REV. DATA DESCRIÇÃO DA REVISÃO DATA ELAl3. DATA VEl~I DATA APIWVAÇÃO F 
, 
DATA DATA DATA Nº- RT - 119/2010 
02/02/2011 02/02/2011 02/02/2011 PREFEITURA MUNICIPAL DE SÃO REV. 
ELAl3. VERlF. APROV. 
Sandro Cruv LOURENÇO DA MATA 1 
Wlllamv Jarmy Willamv Janrry Sandro Cruz 
Rel_l19_2010_Ponte_Pref. São Lourenço da Mata Sandro Inácio 
Engenheiro Civil 
CREA - RJ-150513/D 
ÍNDICE 
1 - OBJETO E ESCOPO DO SERVIÇ0 3 
2- NORMAS E MANUAIS APLICÁVEIS -:: 3 
3- DOCUMENTOS DE REFERÊNCIAS 3 
4 - LOCALIZAÇÃO E CARACTERIZAÇÃO DOS OBJETOS ANALISADOS 3 
5- METODOLOGIA DE TRABALHO, CRITÉRIOS E MATERIAIS ADOTADOS s 
5.1 - METODOLOGIA DE TRABALH0 5 
5.2 - CRITÉRIOS UTIÍJZADOS 5 
5.2.1 - Materiais considerados na análise , 6 
6- INSPEÇÃO ESTRUTURAL : 6 
6.1 - REGISTROS GERAIS DA PONTE 6 
6.2 - PÓRTICOS MET ÁLICOS : 8 
7 - ANÁLISE ESTRUTURAL 12 
7.1 - GENERALIDADES 12 
7.2- MODELO MATEMÁTIC0 , 12 
7.3- ESFORÇOS E ANÁLISE DOS PERFIS 14 
7.3. 1 - Carregamentos 14 
7.3.2- Combinações dos carregamentos 18 
8 - CONCLUSÕES E RECOMENDAÇÕES .!.. ~ .. ::· 23 
8.1 - INSPEÇÃO ESTRUTURAL 23 
8.2 - ANÁLISE ESTRUTURAL 28 
8.3 - ORÇAMENTO ÍNDICE 29 
9 - BIBLIOGRAFIA :············30 
ANEXO 1 - VIADUTO E DEFENSAS 31 
Rua Major Afonso Leal, N. 58 - Casa Amarela - CEP.: 52.070-160 - Recife - PE. 
Telefax.:. ( 81) 3265-6815 / 9673-9021 - E-Mail: sandro_inacio@hotmail.com 
Página\ 2 
Rel_l 19_2010_Ponte_Pref. São Lourenço da Mata 
Sandro Inácio 
Engenheiro Civi\ 
CREA - RJ-H05nlO 
Recife, 02 de fevereiro de 2011. 
"\ - Objeto e Escopo do Serviço 
Este relatório tem como objetivo relatar a inspeção técnica na estrutura do pórtico metá\ico 
montado sobre a ponte de passagem sobre o Rio Capibaribe, Av. Oito de Maio, São 
Lourenço da Mata, Pernambuco. Além, serão apresentadas recomendações de 
melhoramento das condições de segurança na ponte aos pedestres. 
2 - Normas e Manuais Aplicáveis 
NBR 6118 / 2004 - Projeto de Estruturas de Concreto; ' 
NBR 6120 / 1980 - Cargas para o Cálculo de Estruturas de Edificações; 
NBR 6123 / 1988 - Forças devidas ao Vento; 
NBR 7187 / 2003 - Projeto de pontes de concreto armado e de concreto pretendido - 
Procedimento; 
NBR 7188 / 1984 - Carga móvel em ponte rodoviária e passarela de pedestre - 
Procedimento; 
NBR 8681 / 2003 - Ações e segurança nas estruturas - Procedimento 
NBR 8800 / 1986 -- Projeto e execução de estruturas em aço; 
Manual de projeto de obras-de-arte especiais - Rio de Janeiro, 1996. IPR. 
DNER-PRO 176/1994 - Projeto e execução de barreiras de segurança\ DNIT. 
3 - Documentos de Referências ; 
O escopo dos serviços seguem pelas seguintes vertentes: caracterização dos equipamentos 
de segurança da via aos pedestres e a análise de estabilidade dos pórtico metálicos 
instalados sobre a ponte. Tais análises foram pautadas nas inspeções e vistorias realizadas 
na ponte em questão. Ao longo do desenvolvimento do trabalho não foram apresentados 
por parte do contratante os projetos da ponte de concreto armado e dos pórticos metálicos. 
4 - Localização e caracterização dos objetos analisados 
A ponte de passagem sobre o Rio Capibaribe, Av. Oito de Maio, São Lourenço da Mata 
trata-se de um equipamento urbano de grande importância a população do municípic 
servindo de ligação entre os bairros Parque Capibaribe e o Centro comercial da cidade. J 
Figura 1 ilustra a localização da mesma, através de uma imagem aérea do local. 
Rua Major Afonso Leal, N. 58 - Casa Amarela - CEP.: 52.070-160 - Recife - PE. 
TeJefax.: ( 81) 3265-6815 / 9673-9021 - E-Mail: sandro_inacio@hotmaiJ.com Página/' 
Rel_l 19_20IO_Ponte_Pref. São Lourenço da Mata Sandro Inácio 
Engenheiro Civil 
CREA - RJ-150513/0 
Fi'gura 1 - Localização da Ponte Oito de Maio (Fonte: Google®) 
A Figura 2 mostra em detalhe a ponte Oito de Maio, que serve de passagem de veículos 
que vêem do bairro Parque Capibaribe e da BR-408 ao Bairro do Centro de São Lourenço 
da Mata. 
Figura 2 - Vista lateral da ponte (Fonte: Google®) 
Rua Major Afonso Leal, N. 58 - Casa Amarela - CEP.: 52.070-160 - Recife - PE. 
Telefax.: ( 81) 3265-6815 / 9673-9021 - E-Mail: sandro_inacio@hotmail.com 
Página l 4 
Rel_ll9_20IO'_Ponte_Pref. São Lourenço da Mata Sandro Inácio 
Engenheiro Civil 
CREA - RJ-150513/D 
A Figura 3 a vista lateral da ponte onde se observa os pórticos metálicos nela instalados. 
) 
/' 
Figura 3 - Vista lateral da ponte (Fonte: Google by Angelo Branco) 
5 - Metodologia de Trabalho, Critérios e Materiais Adotados 
5.1 - Metodologia de Trabalho 
O trabalho foi divido em três etapas, sendo: 1- inspeção técnica da estrutura; 2- análise 
estrutural dos pórticos métálicos e 3- observações e recomendações de melhorias e 
adequações. 
A primeira etapa contempla a inspeção técnica da estrutura metálica instalada sobre a 
ponte, esta estruturada em cantoneiras de 4"x4"x1 /4" em aço ASTM A-36, sendo analisado 
os aspectos estruturais, através de inspeção visual e registros fotográficos, bem como 
levantados todos os dados das estruturas, e também a identificação dos equipamentos de 
segurança da via. A segunda etapa contempla a verificação estrutural dos pórticos 
metálicos, conforme os critérios normativos atuais. Por fim, a terceira etapa contempla as 
recomendações, observações e adequações necessárias as estruturas e de melhoramentos 
das condições de segurança na ponte aos pedestres. 
5.2 1 Critérios Utilizados 
Na segunda etapa do trabalho serão utilizados os critérios de cálculo preconizados pelas 
versões atuais das normas ABNT e manuais, ora apresentados no item 2 deste relatório. 
Rua Major Afonso Leal, N. 58- Casa Amarela - CEP.: 52.070-160 - Recife- PE. Página l 5 
Telefax.: ( 81) 3265-6815 / 9673-9021 - E-Mail: sandro_inacio@hotmail.com 
' 
Re1_119_2010_Ponte_Pref. São Lourenço da Mata Sandro Inácio 
Engenheiro Civil 
CREA - RJ-150513/D 
Dentro das análises realizadas foram consideradas as seguintes ações: peso próprio da 
estrutura, sobrecarga de utilização e ação do vento sobre os perfis e cabos de iluminação. 
5.2.1 - Materiais considerados na análise 
,~· 
O projeto original dos pórticos e do sistema de iluminação não foi apresentado pelo 
contratante, sendo assim, a fim de dar continuidade aos serviços foram consideradas as 
seguintes características dos materiais empregados nos pórticos e na ponte de concreto 
armado: 
• , Peso específico do concreto: 2,5 tf/m3; 
• Peso específico do aço: 7,7 tf/m3; 
• Tipo de Aço das cantoneiras L4"x4"x1/4"): ASTM A36 (MR 250); 
• Tipo de Aço dos perfis dobrados à frio (U75mmx40mmx3,04mm): SAE 101 O; 
• Tipo de Aço dos parafusos: ASTM A325; 
• Coeficiente de majoração de ações permanentes: 1,4; 
• Coeficiente de majoração de ações variáveis: 1,5; 
• Módulo de elasticidade do aço: E= 205,000 Mpa; 
• Coeficiente de Poisson: v = 0,3. 
6 - Inspeção Estrutural 
Este item tem como objetivo relatar através de registros fotográficos as condições gerais da 
ponte, como também da estrutura metálica que compõe os pórticos instalados sobre ela. 
6.1 - Registros Gerais da Ponte 
Em meados de 2000 foram implantados, sobre os passeios dos pedestres da ponte de 
passagem sobre o Rio Capibaribe, em São Lourenço da Mata, Pernambuco, dois pórticos 
metálicos, executados com barras treliçadas de seções L e U, soldadas linearmente ou em 
pontos de convergência (nós). Estes pórticos servem para fixação de cabos tirantes de 
suspensão que por sua vez ancoram pendurais, que conferem o efeito estético de uma 
ponte pênsil à ponte de tabuleiro celular. 
Apesar de parecer uma ponte pênsil (suspensa), às estruturas vistas nas fotos abaixo não 
foram construídas com essa finalidade. Apenas servem de suporte para iluminação da 
ponte. A Figura 4 apresenta a visão dos pórticos e dos cabos que simulam a aparência de 
uma ponte pênsil. 
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Figura 4 - Vista geral da ponte e dos pórticos metálicos 
Na inspeção do tabuleiro da ponte se constatou diversos problemas que podem 
comprometer a segurança dos transeuntes que ali trafegam, bem como a de veículos. 
Os guarda-corpos estão bastante deteriorados por corrosão, havendo partes onde o estado 
de degradação foi tanto que a peça se fragmentou. A Figura 5 mostra a condição atual dos 
guarda-corpos. 
Figura 5 - Guarda-corpo lateral da ponte 
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I 
Conforme pode ser visto na Figura 6, a seguir, não existe barreira entre a pista de rolamento 
sobre o tabuleiro da ponte e os passeios dos pedestres nas laterais da mesma. Essa 
condição pode levar a atropelamentos ou quedas de veículos no rio, uma vez que o guarda 
corpo não oferece condições de absorver impactos de automóveis. 
Figura 6 - Passeio de pedestres sem proteção de barreiras de segurança 
6.2 - Pórticos Metálicos 
Foram efetuadas também inspeções nas torres metálicas construídas sobre a ponte. 
Pôde-se constatar que um dos quatro pilares que forma uma das torres foi danificado e sua 
base foi parcialmente arrancada da fixação com a passarela de pedestre devido a colisão 
de veículo. 
A Figura 7 ilustra a condição da coluna que foi gravemente danificada pela colisão, além do 
detalhe da chapa de conexão da estrutura metálica e o concreto do viaduto. 
Nota-se que a estrutura metálica é fixada no concreto da ponte através de chumbadores 
(parabolts) com o diâmetro de 5/16". Estes oferecem somente a garantia de apoio, não 
sendo suficientes para promover a estabilidade global da estrutura, quando da ausência dos 
cabos de aço que a contraventa. 
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\ 
a) . · b) 
Figura 7 - Base de um dos pórticos, a) Vista do pilar danificado e dos transeuntes; b) 
Detalhe 
A estrutura externamente se encontra contraventada frontalmente ( estaiamento) através de 
cabos de aço que são mostrados a posterior. A Figura 6 oferece uma vista geral dos cabos 
de aço que servem de contraventamento externo. Internamente a estrutura metálica que 
compõe as colunas do pórtico é contraventada por perfis de chapas dobradas a frio (box 
60mmx40mmx4mm, em aço não estrutural, SAE 101 O), de forma alternada, ou seja, em um 
nível em uma direção e no próximo em outro. Na altura de fixação dos cabos de aço tal 
contraventamento interno deveria ser aplicado nas duas direções, assim, compondo um "X", 
de forma que quando os esforços provenientes da ação do vento carregassem a estruturai a 
mesma não sofresse por efeito de distorção. 
Estando as estruturas estaiadas por cabos de aço ancorados ao tabuleiro da ponte, as 
movimentações devido a forças exercidas pelo vendo estão deformando os montantes o 
que pode causar a ruptura de barras nas suas ligações. Pelo exposto, as barras verticais 
que formam os montantes principais das torres apresentam sutil desalinho. 
A Figura 8 apresenta as conexões dos cabos de aço com os perfis cantoneiras, estes 
encobertos por carenagens, que anteriormente serviam de acabamento de lonas de efeito 
estético. 
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Figura 8 - Locais de fixação dos cabos de aço com a estrutura do pórtico 
I 
A Figura 9 ilustra a condição de oxidação que se encontra da manilha de amarração do 
cabo com a corrente que se fixa no tabuleiro a ponte. Tal condição não é favorável a 
segurança, pois pode ocorrer a ruptura dos pontos de ligação. 
Figura 9 - Manilha de amarração do cabo de aço que compõe o estaiamento da estrutura 
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Mesmo sem acesso ao projeto de iluminação e da memória de calculo das estruturas qe 
suspensão da iluminação a Figura 1 O ilustra a falta de um perfil que auxilia na estrutura de 
fixação do tirante de fibra de carbono. 
Figura 1 O - Falta do perfil de estabilização do tirante de fibra de carbono (iluminação) 
Em alguns pontos do passeio se encontram pequenos blocos qe concreto, onde eram 
instalados os postes de iluminação da ponte, onde hoje sem função. Sendo assim, servem 
de interferência a passagem dos pedestres no passeio. A Figura 11 ilustra a condição 
descrita. 
Figura 11 - Antigos blocos de fixação dos postes de iluminação 
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7 - Análise Estrutural 
7 .1 - Generalidades 
Os elementos estruturais serão verificados com a aplicação dos carregamentos 
permanentes (peso próprio e carenagens metálicas) e carregamentos variáveis (sobrecarga 
acidental e vento). Desta forma, a estrutura dos pórticos será representada por um modelo 
matemático, de forma a se obter os esforç<?s nas estruturas. 
As ações permanentes e variáveis serão simuladas em 03 (três) casos de combinação de 
carregamentos, conforme será descrito no item 7.3. A ação do vento em torres metálicas é 
calculada considerando o coeficiente de arrasto nos perfis que as formam. A torre é dividida 
em 5 (cinco) módulos, onde são obtidas a velocidade característica (que depende da altura), 
o coeficiente de arrasto e as forças, estas então são aplicadas aos nós do trecho 
considerado no modelo matemático. 
r'""\ O carregamento permanente será gerado diretamente pelo programa SAP2000®. Além, 
sobre a estrutura será considerada uma sobrecarga acidental, correspondente a 
manutenção da estrutura, convencionalmente a NBR 6120 não oferece referência sobre o 
valor considerado, no entanto foi admitido um valor de 0,05 tf/m2 (50kgf/m2). 
7 .2 - Modelo Matemático 
A Figura 12 mostra a vista frontal do modelo matemático em 20 que foi utilizado na 
simulação matemática no SAP 2000. 
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Figura 12 - Vista 20 do modelo matemático simulado no SAP2000® 
A Figura 13 mostra o modelo matemático em 30 que foi utilizado na simulação matemática 
no SAP 2000. 
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Figura 13 - Vista 30 do modelo matemático simulado no SAP2000® 
7.3 - Esforços e análise dos perfis 
A estrutura do pó~ico foi simulada considerando que as barras longitudinais compostas de 
cantoneiras L4"x4"x1/4", são elementos contínuos, assim serão verificados para a 
capacidade resistente a flexão, a cortante e para cargas axiais de tração e compressão. 
Porém, as barras que servem de contraventamento, estas formadas por perfis 
U75mmx40mmx3,04mm e os box 60mmx40mmx4mr:n, que são de aço não estrutural SAE 
101 O, serão consideradas rotulados nas extremidades. 
7.3.1 - Carregamentos 
LOAD 1 - carregamento permanente gerado direto pelo programa; 
LOAD 2 - carregamento acidental, sobrecarga: 
Considerado 0,05 tf/m2 aplicado como carga pontual nos nós das barras de 
contraventamento, em níveis alternados e sobre as duas estruturas treliçadas que fazem o 
fechamento do pórtico. Este carregamento é concomitante com a ação do vento, pois 
considera-se que no início das rajadas do vento de projeto poderá haver manutenção da 
estrutura, tendo-se um delay até o descarregamento (saída dos funcionários). 
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Nos patamares: 
A= 1,75 x 1,75 = 3,06 m2; 
P = (3,06 x 0,05) / 4 nós = 0,04 tf 
Treliças de ligação entre as torres: 
A= 11,90x1 ,75 = 20,83 m2; 
P = (20,83 x 0,05) / 14 nós = 0,074 tf. 
LOAD 3 - carregamento acidental, vento: 
Os pórticos ou torres metálicas formam reticulados planos, compostos de perfis de larguras 
diferentes. A análise realizada neste relatório considera três casos de carregamento, 
identificados como CASE 1, CASE li e J;ASE Ili. O CASE I simula o carregamento de vento 
que incide perpendicularmente ao maior plano definido pelo pórtico (Oº). O CASE li simula o 
1
.,,.......,__ carregamento de vento que incide a 45° (graus) com relação ao maior plano definido pelo 
pórtico. O CASE Ili simula o carregamento de vento que incide a Oº(graus) com o 'menor 
plano definido pelo pórtico, este caso simula a aplicação do carregamento do vento que vem 
pela calha do Rio Capibaribe. 
A Figura 14 mostra a notação utilizada nos casos de carregamentos estudados neste 
relatório. A face onde o vento incide é chamada barlavento, a face que sofre sucção ou 
arrasto pela passagem o vento é chamada sotavento. 
Direção do vento 
Figura 14 - a) direções dos ventos simulados; b) indicação da face de barlavento e 
sotavento 
A Tabela 1 mostra os carregamentos obtidos quando tomados todos os parâmetros para 
cálculo do coeficiente de arrasto, e, ângulo de incidência. A estrutura foi dividida em 5 
(cinco) módulos, onde são obtidas a velocidade característica (que depende da altura), o 
coeficiente de arrasto e as forças, estas então são aplicadas aos nós do trecho considerado 
no modelo matemático. 
Tabela 1 - Carregamentos obtidos 
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E: 1,75m E/ H: 1,00 Coeficientes Componentes nas Faces (tf) 
H: 1,75m Face 1 Face li Face Ili Face IV Face 1 Face li Face Ili Face IV 
Vento 1 
Módulo Htopo(m) Fi Neta 45° n t n t n t n t n t n t n t n t 
Fa (tf) 
1 11,78 0,28 0,73 3,87 0,20 0,20 0,20 0,20 0,15 0,15 0,15 0,15 0,77 0,77 0,77 0,77 0,58 0,58 0,58 0,58 
2 13,78 0,23 0,80 2,02 0,20 0,20 0,20 0,20 0,15 0,15 0,15 0,15 0,40 0,40 0,40 0,40 0,30 0,30 0,30 0,30 
3 17,78 0,23 0,80 1,22 0,20 0,20 0,20 0,20 0,15 0,15 0,15 0,15 0,24 0,24 0,24 0,24 0,18 0,18 0,18 0,18 
4 19,78 0,23 0,80 2,11 0,20 0,20 0,20 0,20 0,15 0,15 0,15 0,15 0,42 0,42 0,42 0,42 0,32 0,32 0,32 0,32 
5 21,78 0,23 0,80 0,62 0,20 0,20 0,20 0,20 0,15 0,15 0,15 0,15 0,12 0,12 0,12 0,12 0,09 0,09 0,09 0,09 
n - componente perpendicular à face 
t - componente paralela à face 
Load 5 - Case Ili 
IXJ 11 1 IXJ 
Figura 17 - Orientação do vento no CASE Ili 
arrec amen 
L(m) Vento 
Módulo 
H topo Ae Ac 
<I> 
Vo Vk q 
oº (m) u Tubo (m2) (m2) Sl S2 S3 lm/s) (m/s) (tf/m2) Ca 
L4"x4" 
75x40mm <l>190mm Fa (tí) 
1 11,78 28,28 16,00 11,06 5,97 20,62 0,29 1,00 1,101 1,10 35,00 42,39 0,11 2,56 1,68 
2 13,78 7,07 4,00 0,94 3,50 0,27 1,00 1,113 1,10 35,00 42,85 0,11 2,62 0,28 
3 17,78 14,14 8,00 1,88 7,00 0,27 1,00 1,131 1,10 35,00 43,54 0,12 2,62 0,57 
4 19,78 7,07 4,00 0,94 3,50 0,27 1,00 1,139 1,10 35,00 43,85 0,12 2,62 0,29 
5 21,78 5,32 5,75 0,99 3,50 0,28 1,00 1,145 1,10 35,00 44,08 0,12 2,60 0,31 
Tabela 4- C t btid CASE Ili 
OBS. 1: A torres apresenta 3 tipos principais de perfis, a fim de simplificar a verificação os coeficientes de arrasto não serão diferenciados por tipo de perfil, a considerar 
que as diferenças de área são levadas em conta no somatório isolado das áreas efetivas; 
E: 8,40m E/ H: 4,80 Coeficientes Componentes nas Faces (tf) 
H: 1,75m Face 1 Face li Face Ili Face IV Face 1 Face li Face Ili Face IV 
Módulo 
H topo 
<I> T1 Vento 0° 
n t n t n t n t n t n t n t n t 
(m) Fa (tf) 
1 11,78 0,29 0,91 1,68 0,52 0,00 0,00 0,00 0,48 0,00 
º·ºº 0,00 0,88 0,00 0,00 0,00 0,80 0,00 0,00 0,00 
2 13,78 0,27 0,93 0,28 0,52 0,00 0,00 0,00 0,48 0,00 0,00 
º·ºº 0,14 0,00 0,00 0,00 0,13 0,00 0,00 0,00 
3 17,78 0,27 0,93 0,57 0,52 0,00 0,00 0,00 0,48 o,od 0,00 0,00 0,30 0,00 0,00 0,00 0,28 0,00 0,00 0,00 
4 19,78 0,27 0,93 0,29 0,52 0,00 0,00 
º·ºº 0,48 0,00 0,00 0,00 0,15 0,00 0,00 0,00 0,14 0,00 0,00 0,00 
5 21,78 0,28 0,92 0,31 0,52 0,00 0,00 0,00 0,48 0,00 0,00 
º·ºº 0,16 0,00 0,00 0,00 0,15 0,00 0,00 0,00 
Tabela 5- C t btid CASE Ili - B t 
n - componente perpendicular à face 
t - componente paralela à face 
Tabela 6 - Carregamentos obtidos no CASE Ili - Sotavento 
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L(m) 
Módulo 
H topo Ae Ac Vo Vk q Vento 0° Vento 45° 
(m) u Tubo (m2) (m2) 
q, 51 S2 53 
(m/s) (m/s) (tf/m2) 
Ca 
L4
11
x4" Fa (tf) Fa (tf) 
75x40mm cjl190mm 
1 11,78 62,32 32,00 18,62 11,66 41,23 0,28 1,00 1,10 1,10 35,00 42,39 0,11 2,60 3,34 3,87 
• 2 13,78 39,84 24,80 5,52 23,80 0,23 1,00 1,11 1,10 35,00 42,85 0,11 2,80 1,74 2,02 
3 17,78 21,28 16,00 3,23 14,00 0,23 1,00 1,13 1,10 35,00 43,54 0,12 2,80 1,05 1,22 
4 19,78 39,84 24,80 5,52 23,80 0,23 1,00 1,14 1,10 35,00 , 43,85 0,12 2,80 1,82 2,11 
5 21,78 10,64 8,00 1,61 7,00 0,23 1,00 1,15 1,10 35,00 44,08 0,12 2,80 0,54 0,62 
OBS. 1: A torres apresenta 3 tipos principais de perfis, a fim de simplificar a verificação os coeficientes de arrasto não serão diferenciados por 
tipo de perfil, a considerar que as diferenças de área são levadas em conta no somatório isolado das áreas efetivas; 
Load 3 - Case 1 
C><J 1 1 1 1~ 
\\
oº 
\ 
Figura 15 - Orientação do vento no CASE 1 
Tabela 2- C t btid 
1 
CASEI 
E: 1,75m E/ H: 1,00 Coeficientes Componentes nas Faces (tf) 
H: 1,75m Face 1 Face li Face Ili Face IV Face 1 Face li Face Ili Face IV 
Módulo H topo(m) Fi Neta 
Vento oº 
n t n t n t n t n t n t n t n t 
Fa (tf) 
1 11,78 0,28 0,73 3,34 0,58 0,00 0,00 0,00 0,42 0,00 0,00 0,00 1,93 0,00 0,00 0,00 1,41 0,00 0,00 0,00 
2 13,78 0,23 0,80 1,74 0,56 0,00 0,00 0,00 0,44 0,00 0,00 0,00 0,97 0,00 0,00 0,00 0,77 0,00 0,00 0,00 
3 17,78 0,23 0,80 1,05 0,56 0,00 0,00 0,00 0,44 0,00 0,00 0,00 0,58 0,00 0,00 0,00 0,47 0,00 0,00 0,00 
4 19,78 0,23 0,80 1,82 0,56 0,00 0,00 0,00 0,44 0,00 0,00 0,00 1,01 0,00 0,00 0,00 0,81 0,00 0,00 0,00 
5 21,78 0,23 0,80 0,54 0,56 0,00 0,00 0,00 0,44 0,00 0,00 0,00 0,30 0,00 0,00 0,00 0,24 0,00 0,00 0,00 
n - componente perpendicular à face 
t - componente paralela à face 
Load 4 - Case li 
1~ 1 1 1 C><J 
4#5º 
W 
45 
Figura 16 - Orientação do vento no CASE 11 
Tabela 3 - Carregamentos obtidos no CASE li 
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E: 8,40m E/-H: 4,80 Componentes nas Faces (tf) 
H: 1,75m Face 1 Face li Face Ili Face IV 
Módulo 
H topo 
<1> 
Vento 0° T1 n t n t n t n t 
(m) Fa (tf) 
1 11,78 0,29 0,91 1,68 0,80 0,00 0,00 0,00 0,73 0,00 0,00 0,00 
2 13,78 0,27 0,93 0,28 0,13 0,00 0,00 0,00 0,12 0,00 0,00 0,00 
3 17,78 0,27 0,93 0,57 0,28 0,00 0,00 0,00 0,26 0,00 0,00 0,00 
4 19,78 0,27 0,93 0,29 0,14 0,00 0,00 0,00 0,13 0,00 0,00 0,00 
5 21,78 0,28 0,92 0,31 0,15 0,00 0,00 0,00 0,13 0,00 0,00 0,00 
n - componente perpendicular à face 
t - componente paralela à face 
I 
,~ 7.3.2 - Combinações dos carregamentos 
Coeficientes de majoração ou ponderação: 
Carregamento permanente - yg = 1,30; 
Carregamento variável principal (vento) - yq1 = 1,40; 
Carregamento variável (sobrecarga acidental) - yq1 = 1,50; 
Coeficiente de ponderação para cargas variáveis não principais: 'Po = 0,50. 
COMBO 1: Peso próprio, sobrecarga acidental e vento Case 1 
COMBO 1 = 1,30xLOAD 1 + 1,50x0,50xLOAD 2 + 1,40xLOAD 3 
COMBO 2: Peso próprio, sobrecarga acidental e vento Case li 
COMBO 2 = 1,30xLOAD 1 + 1,50x0,50xLOAD 2 + 1,40xLOAD 4 
COMBO 3: Peso próprio, sobrecarga acidental e vento Case Ili 
COMBO 3 = 1,30xLOAD 1 + 1,50x0,50xLOAD 2 + 1,40xLOAD 5 
i) Análise das Reações de Apoio 
As torres são fixadas na estrutura de concreto da ponte através de uma chapa de apoio, 
com espessura de 10mm, com a utilização de chumbadores, tipo parabolt, com diâmetro de 
8mm (5/16"). A seguir são ilustradas as características dos materiais utilizados nas 
verificações e os valores normativos limites, para a verificação ao cortante, a tração e a 
ação conjunto destes esforços. 
/ 
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• 
Diâmetro do chumbador (m): 
Resistência a tração (tf/m2): 
Alfa: 
Área efetiva de pressão de contato (m2): 
Área bruta do conector (m2): 
Quantidade de parafusos 5/16" por base: 
Resistência de Cálculo - Cisalhamento 
Pressão 
Corte 
6,83 
2,26 
tf 
tf 
Resistência de Cálculo - Tração 
Rk= tos tl 
0,008 
72500,0 ASTM A325 
2,5 
0,00008 Chapa 10mm 
0,00005027 
8,00 unid 
Tabela 7 e seguintes apresentam as análises dos conectores de fixação das torres na 
estrutura de concreto. 
Combo 1 Análise 
Nó Local Fx (tf) Fy (tf) Fz (tf)* Vd (tf) Tração Cortante Efeito Combinado 
4 Torre 1 -0,000414 -0,67 5,93 0,67 Não aplicável! OK! OK! 
8 Torre 1 -0,006250 -0,71 4,95 0,71 Não aplicável! OK! OK! 
1 Torre 1 -0,036200 -0,66 4,31 0,66 Não aplicável! OK! OK! 
s Torre 1 -0,041300 -0,70 3,94 0,70 Não aplicável! OK! OK! 
52 Torre 2 -0,002100 -0,69 5,54 0,69 Não aplicável! OK! OK! 
56 Torre 2 -0,008100 -0,65 5,27 0,65 Não aplicável! OK! OK! 
49 Torre 2 0,050300 0,69 3,69 0,69 Não aplicável! OK ! OK! 
53 Torre 2 0,043900 -0,64 4,82 0,64 Não aplicável! OK! OK! 
Tabela 7 - Análise de conectores, COMBO 1 
* - Positivo: Compressão na chapa de apoio/ Negativo: Tração na chapa de apoio 
Comba 2 Análise 
Nó Local Fx (tf) Fy (tf) Fz (tf)* Vd (tf) Tração Cortante Efeito Combinado 
4 Torre 1 -1,600000 -0,41 -10,98 1,65 OK! OK! OK! 
8 Torre 1 -1,630000 -0,'l6 16,68 1,69 Não aplicável! OK ! OK! 
1 Torre 1 -1,680000 -0,41 -10,75 1,73 OK! OK! OK! 
5 Torre 1 -1,660000 -0,46 17,22 1,72 Não aplicável! OK! OK! 
52 Torre 2 -1,630000 -0,51 -8,60 1,71 OK! OK! OK! 
56 Torre 2 -1,650000 -0,48 19,20 1,72 Não aplicável! OK! OK! 
49 Torre 2 -1,610000 -0,50 -9,80 1,69 OK! OK! OK! 
53 Torre 2 :1,600000 -0,47 19,22 1,67 Não aplicável! OK! OK! 
Tabela 8 - Análise de conectores, COMBO 2 
* - Positivo: Compressão na chapa de apoio/ Negativo: Tração na chapa de apoio 
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1,1 
Combo3 Análise 
Nó Local Fx (tf) Fy (tf) Fz (tf)* Vd (tf) Tração Cortante Efeito Combinado 
4 Torre 1 -1,030000 0,03 -7,78 1,03 OK! OK! OK! 
8 Torre 1 -1,050000 0,01 11,17 1,05 Não aplicável! OK! OK! 
1 Torre 1 -1,070000 0,03 -7,53 1,07 OK! OK! OK! 
5 Torre 1 -1,060000 0,01 11,74 1,06 Não aplicável! OK! OK ! 
52 Torre 2 -1,050000 -0,Qj -5,78 1,05 OK! OK! OK! 
56 Torre 2 -1,060000 -0,03 12,84 1,06 Não aplicável! OK ! OK! 
49 Torre 2 -1,060000 0,02 -6,50 1,06 OK! OK! QKI 
53 Torre 2 -1,050000 -0,02 12,56 1,05 Não aplicável! OK! . OK ! 
Tabela 9 - Análise de conectores. COMBO 3 
Positivo: Compressão na ch'apa de apoio/ Negativo: Tração na chapa de apoio 
ii) Verificação do Estaiamento 
A seguir são ilustradas as características dos materiais utilizados nas verificações e os 
valores normativos limites, conforme preconizado pela nora NBR 6327 para a verificação da 
carga de ruptura mínima de um cabo 
Diâmetro do cabo: 
Resistência a tração: 
Fator de carga: 
Carga de Ruptura mínima: 
16 mm 
1600 N/mm2 
0,359 
14,705 tf 
A Tabela 10 apresenta o rol de cargas nos estais que contraventam às torres, separadas 
por combinação de carregamentos considerados. 
Tabela 10 - e ar Jas axiais nos esta 
Frame Local Combo 1 Cornbo 2 Comba 3 
272 Torre 1 Sotavento 0,05 0,05 0,05 
302 Torre 1 Sotavento 0,03 0,03 0,03 
- 
303 Torre 1 Barlavento 8,14 5,75 0,18 
271 Torre 1 Barlavento 3,33 1,75 0,02 
365 Torre 2 Sotavento 0,05 0,05 0,05 
304 Torre 2 Sotavento 0,03 0,03 0,03 
301 Torre 2 Barlavento 8,34 5,46 0,00 
269 Torre 2 Barlavento 3,23 1,82 0,11 
. d do pórtico 
Nota-se que os esforços axiais nos cabos são inferiores que a carga mínima estabelecida 
por norma. Porém, a carga de trabalho de um cabo de uso geral aplicado nas condições do 
caso em estudo, não deve, via de regra, exceder a 1/5 da carga de ruptura mínima efetiva 
do mesmo, definindo um fator de segurança igual a 5. O fator ou índice de segurança é a 
relação entre a carga de ruptura mínima efetiva do cabo e a carga aplicada. Ou seja, a 
carga limite nos cabos deve ser igual a 2,94 tf, assim nota-se que para alguns casos de 
carregamentos os cabos estão carregados acima do limite usual. 
iii) Deformações 
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j 
Conforme a tabela 26, Anexo C da NBR 8800, para estruturas diversas submetidas ao vento 
e todos os demais efeitos: (1/400) da altura. Temos: 
Altura da torre: 21,98 m 
l 
Limite de deformação: 0,055 m 
A Tabela 11 ilustra as deformações horizontais ocorridas nos elementos do topo das torres, 
somente para a ação do vento, para os três casos apresentados 
Tabela 11 - Def ' 
Load Nó 
Deformações (m) 
Eixo X Eixo Y Õ resultante 
3 46 0,002 0,065 0,065 
4 93 0,590 0,040 0,591 
' 5 93 0,400 0,008 0,400 
h t . 
/ 
Para cada caso de incidência do vento na estrutura foram tomados os valores das 
deformações horizontais resultantes, assim nota-se que as deformações ocorridas são 
superiores ao limite normativo. Desta forma, recomenda-se a aplicação de um reforço na 
estrutura de contraventamento externo, ou seja aumento do número de cabos de aço. 
A análise normativa da estrutura é feita para o estagio limite último da estrutura, no entanto 
o valor limite apresentando refere-se ao, estagio limite de utilização da estrutura, ou seja o 
limite admitido para utilização da estrutura. 
iv) Verificação dos perfis 
A Tabela 11 mostra os perfis que sofrem os maiores esforços nas combinações 
consideradas. 
Tabela 11 - Verificação dos perfis 
TUBO 
Barra Comprimento (m) Axial (tf) Ml(tf.m) M2(tf.m) Q (tf) Análise 
3 2,37 -5,93 0,00 -1,58 0,67 Perfi I adequado 
COMBOl 9 1,41 -6,43 -0,12 0,47 0,42 Perfil adequado 
137 2,37 -5,54 0,00 -1,64 0,69 Perfil adequado 
4 2,37 -17,22 0,00 -3,94 1,66 Perfil não adequado 
3 2,37 11,21 0,00 -3,97 1,68 Perfil adequado 
COMBO 2 24 1,41 -11,87 -0,32 1,88 1,56 Perfi I adequado 
138 2,37 -19,22 0,00 -3,79 1,60 Perfil não adequado 
158 1,41 -14,19 -0,31 1,80 1,60 Perfil adequado 
COMB03 138 2,37 -12,76 o.oo -2,49 1,05 Perfil adequado 
158 1.41 -8,27 -0,20 1,22 1,01 Perfil adequado 
Cantoneira 4"x4"> L 
Barra Comprimento (m) Axial (tf) Ml(tf.m) M2(tf.m) Q (tf) Análise 
ICOMBO 1 25 2,00 -6,83 -0,01 0,02 0,02 Perfil adequado 
lcOMB02 156 2,00 -10,39 -0,31 0,09 0,03 Perfil não adequado 
ICOMB03 155 2,00 -7,96 -0,18 0,04 0,11 Perfil adequado 
Barra Comprimento (m) Axial (tf) Análise 
45 1,75 4,71 Perfil adequado 
COMBO 1 358 2,10 -2,08 Perfil adequado 
111 2,66 -2,70 Perfil não adequado 
254 2,66 2,55 Perfil adequado 
44 1,75 3,31 Perfil adequado 
COMB02 176 1,75 -3,64 Perfil adequado 
230 2,66 -2,66 Perfil não adequado 
COMB03 361 1,75 -2,02 Perfil adequado 
324 2,90 -1,92 Perfil adequado 
U75x40mm 
iv) Verificação da seção 
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Os pórticos foram locados sobre a laje em balanço da seção do viaduto, sendo assim faz 
necessário verificar se os esforços últimos produzidos pela estrutura dos pórticos superam 
os esforços fletores correntes. Para isto, admitiu-se que o trem-tipo utilizado no 
dimensionamento da ponte é o TB-30, com um carregamento de 5,0 tf por roda. 
Tomando uma seção que passa por um dos eixos do trem-tipo, temos condições de 
estabelecer um modelo simplificado que representa o tabuleiro da ponte. A seguir são 
ilustrados os dados considerados na veirifcação. 
Dados: 
Vão - L = 6,50m; 
Coeficiente de impacto - cp = 1,4 - 0,007L = 1,4 - 0,007 x 6,50 = 1,355 
TB-30 => Pk (carga/roda)= 5,0 tf 
Coeficiente de majoração variável, carga móvel - yq = 1,50; 
.'\ Pd = Pk x cp x yq = 5,0 x 1,355 x 1,50 = 1 O, 16 tf 
A estrutura do pórtico possu] uma largura de 1,75 metros, assim a verificação da seção não 
será realizada considerando a largura da seção 1,0 metros, a fim de facilitar a aplicação das 
cargas obtidas nos casos de carregamentos e verificações realizadas no pórtico. 
q1 (multidão dos veículos)= 0,500 tf/m2 x 1,75m x 1,355 = 1,186 tf/m; 
q2 (multidão dos pedestres)= 0,300 tf/m2 x 1,75m = 0,525 tf/m; 
Modelo sem o pórtico 
<O 
0.525 tf/m 0.525 tf/m 1.186 tf/m ::! \ 
111111111111111111111111111 • i 1.186 tf/m 0.52:i tf/m 0.525 tf/m 
111111111111111111111111111 
Passeio Passeio 
Esforços Máximos 
Mbalanço (-) = 
Mvão (+) = 
1,91 tf.m 
22,26 tf.m 
I 
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Modelo com o pórtico 
A Tabela 12, apresentada a seguir ilustra as reações de apoio obtidas nas combinações de 
carregamentos verificadas. Nota-se que as combinações 1 e 2 deverão ser verificadas pois 
representam os casos mais críticos. Os valores positivos indicam o efeito de compressão 
nas bases (pés da estrutura). · 
Combo l(tf) Combo 2(tf} Comba 3 (tf) 
Torre 1 5,93 4,95 -10,98 16,681 -7,78 11,17 
4,31 3,94 -10,75 17,22 -7,53 11,74 
Total: 10,24 8,89 -21,73 33,901 -15,31 22,91 
Torre 2 5,54 5,27 -0,6 · 19,2 -5,78 12,84 
3,69 4,82 -9,83 19,12 -6,5 12,76 
Total: 9,23 10,09 -10,43 38,32 -12,28 25,6 
Tabela 2- R d . d 
Esforços Máximos - Combo 1 
Mbalanço (-) = 35,78 tf.m 
Mvão (+) = 11,05 tf.m 
Esforços Máximos - Combo 2 
Mbalanço (-) = 98/08 tf.m 
Mvão (+) = 33,03 tf.m 
/ 
Os resultados mostram que a estrutura não foi dimensionada para suportar o carregamento 
último aplicado pelos pórticos. 
~ 8 - Conclusões e Recomendações 
8.1 - Inspeção Estrutural 
Os pórticos inicialmente eram revestidos por lonas de efeito estético, estas fixadas em 
carenagens de chapa dobrada a frio de espessura 1 /16", estas são fixadas por arrebites de 
alumínio na armação das antigas lonas. A Figura 18 mostra a condição destas carenagens. 
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Figura 18 - Carenagens nos pórticos metálicos 
Estas carenagens se encontram fixadas de forma precária, estando colocando em risco os 
transeuntes que passam pela ponte. Sendo assim, recomenda-se a retirada das mesmas. 
Em alguns pontos do passeio se encontram pequenos blocos de concreto, onde eram 
instalados os postes de iluminação da ponte, onde hoje não possuem função. Sendo assim, 
servem de interferência a passagem dos pedestres no passeio. A Figura 18 ilustra a 
condição descrita. A fim de evitar riscos de acidentes e liberar a passagem dos pedestres 
recomenda-se a demolição destes blocos. 
Os guarda-corpos estão bastante deteriorados por corrosão, havendo partes onde o estado 
de degradação foi tanto que a peça se fragmentou, a Figura 5 mostra a condição atual dos 
guarda-corpos. Considerando que a recuperação do atual quarda-corpo com diferentes 
materiais, e assim, formar uma pilha galvânica e instigar o processo de corrosão, 
recomenda-se a troca dos guarda-corpos, em ambos os lados da ponte. A fim de se ter 
maior durabilidade, recomenda-se a utilização de perfis tubulares em aço galvanizado, 
sendo os montantes com diâmetro de 150mm e os batentes de 75mm. A Figura 18 mostra a 
sugestão de um módulo de guarda-corpo, com as dimensões e especificações dos 
materiais. 
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Figura 18 - Módulo de guarda-corpo 
A caixa de rolamento não possui barreiras de delimitação, a Figura 7 mostra a fragilidade da 
segurança aos pedestres quando da colisão do veículo em um dos pilares do pórtico. Assim, 
1 recomenda-se a instalação de barreiras de concreto, no limite do passeio, sendo as 
barreiras moldadas de concreto armado e fixada em uma "cabeleira" de armação de barras 
de <j>10mm, a cada 15,0 cm, sendo 20,0cm fixada na laje com adesivo epóxi e 50,0cm para 
ancoragem no concreto moldado in loco. 
A seguir nas Figuras 19, 20 e 21 são mostradas a seção do viaduto e os detalhes das 
barreiras recomendadas a serem instaladas sobre a ponte. 
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Figura 19 - Seção típica da ponte com a indicação das defensas 
Figura 20 - Detalhe 01, pintura da defensa. 
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1 1/ .. 4 
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O 6.3 e 15.•QOlliclos 
fixo 16 mm proonchloo 
comePàx! 
Figura 21 - Detalhe 02, pintura da defensa. 
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8.2 - Análise Estrutural I 
As análises realizadas nos conectores de apoio mostraram que -o mesmo satisfaz as 
condições normativas para as ações dos esforços considerados neste relatório. Cabe 
ressaltar que as especificações dos chumbadores foram adotadas, haja vista que não se 
tem o projeto de estrutura do pórtico. Além, o diâmetro destes chumbadores, 8mm, é menor 
que o mínimo estabelecido pela norma, 12,5mm. 
A carga limite nos cabos deve ser igual a 2,94 tf, assim nota-se que para alguns casos de 
carregamentos os cabos estão carregados acima do limite usual. Desta forma, recomenda￾se o reforços de todos os cabos. 
As deformações horizontais resultantes somente da ação do vento são superiores ao limite 
de utilização, cabendo a aplicação de um reforço na estrutura de contraventamento externo, 
cabos de aço. 
As verificações realizadas nos perfis mais solicitados demonstraram a necessidade do 
reforço da estrutura. De um modo geral os perfis tubulares que compõe a base da torres 
necessitam de contraventamento (travamento) lateral, que poderá ser realizado com 
aplicação de perfis U 4"x4"x10,8kg/m em "X", nas faces paralelas a passagem dos 
pedestres. As longarinas verticais compostas por cantoneiras L 4"x4"x1/4", devem receber 
reforços, recomenda-se a aplicação de uma cantoneira (L 2"x2"x4,76kg/m) as existentes, 
fixadas através de filete de solda intermitente, sendo o eletrodo E60, com garganta de 
5,0mm. Os perfis U 75x40mm que contraventam a estrutura perimetralmente, cujo 
comprimento é de 2,66 metros, devem ser travadas através da aplicação de outro perfil U de 
mesma característica, pela face externa a torre, formando assim um "X". 
Os pórticos foram locados sobre a laje em balanço da seção do viaduto local bastante 
desfavorável, haja vista que os carregamentos aplicados aumentam de forma considerável 
os esforços fletores (negativo na laje). A permanência desta estrutura levará a inserção de 
reforço a laje do viaduto. 
Em resumo, listamos os principais problemas identificados pelas verificações realizadas 
neste relatório: 
- A estrutura encontra-se com um de seus apoios danificado, por colisão de um veículo; 
- Os perfis que formam o contraventamento espacial da estrutura (treliça) não são 
estruturais, sendo do tipo SAE, estes perfis caracterizados por sua constituição metalúrgica 
e não por suas propriedades mecânicas, em principal tensão de escoamento e ruptura. 
- As longa ri nas verticais compostas pelas cantoneiras L 4"x4"x1 /4" se constituem os 
elementos principais da estruturas, estas devem receber reforços; 
- Os pórticos foram locados sobre a laje em balanço da seção do viaduto local bastante 
desfavorável, haja vista que os carregamentos aplicados aumentam de forma considerável 
os esforços fletores (negativo na laje); 
- Os cabos de aço que funcionam impedem a translação da estrutura estão 
subdimensionados quando do carregamento último da estrutura; 
- Uma das estruturas de fixação do tirante de fibra de carbono está danificada, conforme 
mostrado na figura 1 O. 
Pelo exposto, concluímos que a condição atual da estrutura configura um risco aos 
transeuntes e veículos que ali transitam. Cabendo desta forma a opção de um das ações 
descritas a seguir: 1 - à reforço estrutural dos pórticos, troca do guarda-corpo, instalação de 
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CREA - RJ-150513/D 
/ 
barreiras de proteção aos pedestres; 2 - o desmonte da estrutura dos pórticos, troca do 
guarda-corpo, instalação de barreiras de proteção aos pedestres e instalação de nova 
iluminação na ponte através de postes convencionais. 
8.3 - Orçamento Índice 
A seguir é mostrado um orçamento índice, que ilustra os serviços básicos envolvidos na 
recuperação dos pórticos e adequações de segurança da ponte para passagem dos 
pedestres. 
Item Descrição Unid. QTD P. Unitário P. Total Fonte 
1.0 Guarda-corpo metálico (') m 500,00 164,61 82.305,00 Estimado 
2.0 Retirada das carenagens dos pórticos Vb 1,00 3.000,00 3.000,00 Estimado 
3.0 Retirada dos blocos da antiga iluminação Vb 1,00 1.500,00 1.500,00 Estimado 
4.0 Reforço estrutural nos pórticos kg 1.900,00 5,31 10.089,00 Sinapi 
5.0 Reforço estrutural em aço da ponte para permanência do pórtico ( •• ) kg 2.100,00 7,48 15.708,00 Sinapi 
6.0 Defensa de concreto armado m 500,00 190,21 95.105,00 Dnit 
Total: R$ 207.707,00 
n - Estimado considerando o peso linear do guarda-corpo de 31,0kg e o valor do aço tirado da tabela Sinapi sendo R$5,31; 
( •• ) - Adotado a aplicação de 2 quadros de perfil l 410x75kg//n escorando a laje em balanço da ponte, para cada torre dos pórticos; 
A seguir é mostrado um orçamento índice, que ilustra os serviços básicos envolvidos no 
desmonte dos pórticos e adequações de segurança da ponte para passagem dos 
pedestres. 
Item Descrição Unid. QTD P. Unitário P. Total Fonte 
1.0 Guarda-corpo metálico (') m 500.00 164,61 82.305,00 Estimado 
2.0 Desmonte do pórtico(" •• ) Vb 1,00 3.000,00 10.000,00 Estimado 
3.0 Retirada dos blocos da antiga iluminação Vb 1,00 1.500,00 1.500,00 Estimado 
4.0 Defensa de concreto armado m 500,00 190,21 95.105,00 Dnit 
Total: R$ 188.910,00 
(·) - Estimado considerando o peso linear do guarda-corpo de 31,0kg e o valor do aço tirado da tabela Sina pi sendo R$5,31; 
( •• ) -Adotado a aplicação de 2 quadros de perfil l 410x75kg/m escorando a laje em balanço da ponte, para cada torre dos pórticos; 
( •• *) - Estimado tempo de 8 semanas de trabalho, com a utilização de 4 serralheiros, 4 auxiliares, 2 torres de andaimes de 16,0 metros. 
/ 1 
/ 
Eng. Sandro lk<rneiro da Cruz 
CREÀ:ª;V5~513/D 
1 
., 
r 
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9 - Bibliografia 
1 
ABNT, 2003. Associação Brasileira de Normas Técnicas. NBR 6118 - Projeto de Estruturas 
de Concreto. 
ABNT, 1980. Associação Brasileira de Normas Técnicas. NBR 6120 - Cargas para o 
Cálculo de Estruturas de Edificações. 
ABNT, 1988. Associação Brasileira de Normas Técnicas. NBR 6123 - Forças devido ao 
vento. 
ABNT, 1996. Associação Brasileira de Normas Técnicas. NBR 7480 - Barras e fios de aço 
destinados a armaduras para concreto armado - Especificação. 
ABNT, 2003. Associação Brasileira de Normas Técnicas. NBR 8681 - Ações e segurança 
nas estruturas - Procedimento. . 
ABNT, 1986. Associação Brasileira de Normas Técnicas. NBR 8800 - Projeto e execução 
de estruturas metálicas. 
IPR, 1996. Manual de projeto de obras-de-arte especiais. Departamento Nacional de 
Infraestrutura de Transporte, Rio de Janeiro. 
DNER-PRO 176, 1994. Projeto e execução de barreiras de segurança, Departamento 
Nacional de Infraestrutura de Transporte, Rio de Janeiro. 
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ANEXO 1 - Viaduto e defensas 
• 
/ 
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I 
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ANEXO 2 
Tubo, Barra 3, Combo 1 
Carregamentos 
Fletor M1; (15,80) kn.m M1 • Menor momento 
Fletor M2; kn.m M2 - Maior momento 
Cortante; 6,70 kn 
Normal; 59,30 kn 
Comprimento: 2,37 m 
(M 1 / M2 ) > O Quando os momentos prmocarem a curw\ura resorsa da barra 
(M 1 / M2 ) < O Quando os momentos prmocarem a curvatura simples da barra 
Situação: Perfil Adequado 1 
FLEXÃO 
1.0 - Cálculo de Nn 
1.1 - Verificação de Esbeltez da Alma 
(D/ tQ; 30, 16 
,Jim; 52,48 
Conclusão: Seção não esbelta 
1.1.1 • Altura Efetiva da Alma (heQ 
h cf; . 1,90E-01 
1.1.2 • Área Efetiva da Coluna 
Aef; 3,64E-03 
Fator Os: 
FatorQa: 
Fatl/rO: 
1.2 · Verificação de Esbeltez do Flange / Mesa 
(D/ tQ; 
,Jim; 
Conclusão: Seção não esbelta 
1,00 Mesa 
1,00 Alma 
1,00 
30,16 
52,48 
1.3 • Escolha das Curvas de Flambagem (Tabela 3) 
Curva Fator a 
Eixo X: a O, 158 
Eixo Y: a 0.158 
1.4 • Cálculo da Esbeltez (Flanbagem X e Y). Anexo H 
Base Topo 
X 
y 
rotulado 
rotulado 
engastado 
engastado 
K 
2,00 
2,00 
Cuidado com a orientação dos Eixos 
l.x ; 72,92 Conclusão: Seção não esbelta 
'/.. y; 72,92 Conclusão: Seção não esbelta 
1.5 - Parâmetros de esbeltei para barras comprimidas: 
Fator ).x barra: 
Fator )..y barra: 
0,81 
0,81 
1.6 • Coeficientes para cálculo da resistência á flambagem: 
Eixo de Ftambagem 
Eixo X: 
Eixo Y: 
Curva 
a 
a 
Fatora 
0,158 
0,158 
Fator~ 
1,36 
1,36 
Fat~i94 I 1 
0,794 L. ..-------~- 
Avisos 
) 
1.7 • Resistência Nominal (Nn) 
Nn; 
N cale; 
722,51 KN 
1.8. Resistência de Cálculo (N cale) 
650,26 KN Conclusão: Perfil Adequado 
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CREA • RJ-150513/D 
1 
2.0 - Cálculo de Mn 
2.1 • Estado Limite FLA (Flambagem Local da Alma) 
D /tw = 30,16 
,._r = 90,20 Conclusão: A Coluna não é esbelta a Flexão 
ÃP = 71,34 Conclusão: A Coluna não é esbelta a Flexão 
2. 1.1 • Momento Nominal FLA 
M na= 
Mr= 
53,25 KN.M 
40,50 KN.M Limite da flambagem elástica 
3.0 • Momento Máximo Admitido por Norma ( Mmax < 1,25 W fy ) 
M max = 
4.0 - Quadro Resumo 
Momento Nominal FLA 
Momento Máximo 
50,63 KN.M 
53,25 KN.M 
50,63 KN.M 
M cale -Momento Resistente a flexão (0,90 x (mínimo FLA, FLM e FLT)): 
5.0 - Verificação do Efeito Combinado 
1a Verificação Perfil Adequado 
Parâmetros: 
Nd = 59,30 KN 
N cale = 650,26 KN 
Md" 15,80 KN.M 
M cale = 45,56 KN.M 
45,56 KN.M 
2a Verificação Perfil Adequado 
Parâmetros: 
Nd = 59,30 KN 
N cale = 650,26 KN 
Md = 15,80 KN.M 
M cale= 45,56 KN.M 
Fator ,._x barra = 0,81 Atenção para o Eixo de Verificação !!!! X ou Y 
Nex = 1'.384,92 KN 
Cmx = 0,85 Cmx = 0,85 Estrutura Desfocável 
Cmx = 1,00 Estrutura lndeslocá..el 
CISALHAMENTO 
6.0 - Resistência Nominal (Vn) 
Aef = 0,001820 m2 
Vn = 273,00 KN 
6.2 - Resistência de Cálculo (V cale) 
V cale= 245,70 KN 
Conclusão: OK ! 
Área liquida efetiva de cisalhamento (item 5.1.1.4) 
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Tubo, Barra 9, Combo 1 
Carregamentos 
Fletor M1= 1,20 kn.m M 1 - Menor momento 
Fletor M2= 4,70 kn.m M2 - Maior momento 
Cortante= 4,20 kn 
Normal= 64,30 kn 
Comprimento: 1,41 m 
(M 1 / M2 ) > O Quando os momentos pr01ocarem a curvatura reversa da barra 
(M1 / M2 ) < O Quando os momentos prosocarem a curvatura simples da barra. 
Situação: Perfil Adequado 
FLEXÃO 
1.0 - Cálculo de Nn 
1.1 - Verificação de Esbeltez da Alma 
(D/ tf) = 30.16 
)Jim = 52,48 
Conclusão: Seção não esbelta 
1.1.1 - Altura Efetiva da Alma (he~ 
h ef = 1,00E-01 
1.1.2 - Area Efcliva da Coluna 
Aef = 3,64E-03 
Fator Qs. 1,00 Mesa 
Fator Qa: 1 1,00 Alma 
Fator Q: 1,00 
1.2 - Verificação de Esbeltez do Flange / Mesa 
(D/ t~ = 30, 16 
)Jim = 52,48 
Conclusão: Seção não esbelta 
1.3 - Escolha das Curvas de Flambagem (Tabela 3) 
Cu"" Fatoru 
Eixo X: a O, 158 
Eixo Y: a O, 158 
1.4 - Cálculo da Esbeltez (Flanbagem X e Y) - Anexo H 
Base Topo 
X engastado engastado 
Y engastado engastado 
1.5 - Parâmetros de esbeltez para barras comprimidas. 
Fator ;\,x barra. 
Fator ÀY barra: 
0,29 
0,29 
K 
1,20 
1,20 
Cuidado com a orientação dos Eixos 
À x = 26,03 Conclusão: Seção não esbelta 
ÀY = 26,03 Conclusão: Seção não esbelta 
1.6 - Coeficientes para cálcuto da resistência â flambagem: 
Eixo de Flambagem 
Eixo X. 
Eixo Y: 
CuMI 
a 
a 
Fatora 
0.158 
0,158 
Fator p 
6,67 
6,67 
Fa1~~651 1 
0,965 L. __,_ 
Avisos 
1. 7 - Resistência Nominal (Nn) 
Nn = 878,43 KN 
1.8 - Resistência de Cálculo (N cale) 
N cale= 790,58 KN Conclusão: Perfil Adequado 
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CREA - RJ-150513/D 
2.0 - Cálculo de Mn 
2.1 - Estado Limite FLA (Flambagem Local da Alma) 
D /tw = 30,16 
,._r = 90,20 Conclusão: A Coluna não é esbelta a Flexão 
ÀP = 71,34 Conclusão: A Coluna não é esbelta a Flexão 
2.1.1 - Momento Nominal FLA 
M na= 
Mr = 
53,25 KN.M 
40,50 KN.M Limite da flambagem elástica 
3.0 - Momento Máximo Admitido por Norma ( Mmax < 1,25 W fy ) 
M max = 
4.0 - Quadro Resumo 
Momento Nominal FLA 
Momento Máximo 
50,63 KN.M 
53,25 KN.M 
50,63 KN.M 
M cale -Momento Resistente a flexão (0,90 x (minimo FLA, FLM e FL T)): 
5.0 - Verificação do Efeito Combinado 
1a Verificação Perfil Adequado 
Parâmetros: 
Nd = 64,30 KN 
N cale = 790,58 KN 
Md = 4,70 KN.M 
M cale = 45,56 KN.M 
45,56 KN.M 
2a Verificação Perfil Adequado 
Parâmetros: 
Nd = 64,30 KN 
N 9alc = 790,58 KN 
Md = 4,70 KN.M 
M cale = 45,56 KN.M 
Fator ix barra = 0,29 Atenção para o Eixo de Verificação !!!! X ou Y 
Nex = 10.868,78 KN 
Cmx = 0,85 Cmx = 0,85 Estrutura Deslocável 
Cmx = 1,00 Estrutura lndeslocável 
CISALHAMENTO 
6.0 - Resistência Nominal (Vn) 
Aef = 0,001820 m2 
Vn = 273,00 KN 
Área líquida efetiva de cisalhamento (item 5.1.1.4) 
6.2 - Resistência de Cálculo (V cale) 
V cale = 245. 70 KN 
Conclusão: OK 1 
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Engenheiro Civil 
CREA - RJ-150513/D 
Tubo, Barra 137', Combo 1 
Carregamentos 
Fletor M1= kn.m M1 - Menor momento 
Fletor M2= 16,40 kn.m M2 - Maior momento 
Cortante= 6,90 kn 
Normal= 55,40 kn 
Comprimento: 2,37 m 
(M 1 / M2 ) > O Quando os momentos provocarem a curvatura reversa da barra 
(M 1 / M2 ) < O Quando os momenlos prosocarem a curvatura simples da barra 
Situação: Perfil Adequado 
FLEXÃO 
1.0 - Cálculo de Nn 
1 .1 - Verificação de Esbeltez da Alma 
(D/ ID = 30.16 
)Jim = 52,48 
Conclusão: Seção não esbelta 
1. 1 .1 - Altura Efeti1.e da Alma (hef) 
h ef= 1,90E-01 
1. 1 .2 - Area Efetiva da Coluna 
Aef = 3,64E-03 
Fator Qs: 
Fator Qa. 
FatorQ: 
1.00 Mesa 
1,00 Alma 
1,00 
1 .2 - Verificação de Esbeltez do Flange / Mesa 
(D/ tD = 30. 16 
)Jim = 52.48 
Conclusão: Seção não esbelta 
1.3 - Escolha das Curvas de Flambagem (Tabela 3) 
Curva Fator a 
Eixo X: a O, 158 
Eixo Y: a O, 158 
1.4 - Cálculo da Esbeltez (Flanbagem X e Y} - Anexo H 
Base Topo 
X rotulado engastado 
Y rotulado engastado 
1.5 - Parâmetros de esbeltez para barras comprimidas; 
Fator ).x barra: 
Fator ). y barra: 
0,81 
0,81 
1.6 - Coeficientes para cálculo da resistência à flambagem: 
Eixo de Flambagem 
Eixo X 
Eixo Y. 
N cale= 
Curva 
a 
a 
K 
2.00 
2,00 
Fator a Fator li º· 158 1.36 º· 158 1.36 
Cuidado com a orientação dos Eixos 
).x = 72.92 Conclusão: Seção não esbelta 
). y = 72,92 Conclusão. Seção não esbelta 
Fat~f94 I 1 
o.794 L. ---------'· 
Avisos 
1 
1 
1 
1 
1 1 
1 
t 
1 
1 1 
1 
1, 
1 1 
t 
1.7 • Resistência Nominal (Nn) 
Nn = 722,51 KN 
1.8 - Resistência de Cálculo (N cale) 
650,26 KN Conclusão: Perfil Adequado 
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Engenheiro Civil 
CREA · RJ-150513/0 
Tubo, Barra 4, Combo 2 
Carregamentos 
Fletor M1= kn.m M1 - Menor momento 
Fletor M2= 39,40 kn.m M2 - Maior momento 
Cortante= 16,60 kn 
Normal= 172,20 kn 
Comprimento: 2,37 m 
(M1 / M2) > O Quando os momentos prosocarern a curvatura reversa da barra 
(M 1 / M2 ) < O Quando os momentos provocarem a curvatura simples da barra. 
' 
Situação: Perfil Não AdeqJado 
FLEXÃO 
1.0 • Cálculo de Nn 
1.1 - Verificação de Esbeltez da Alma 
(D/ li)= 30, 16 
)Jim = 52,48 
Conclusão: Seção não esbelta 
1.1. 1 • Altura Efetiva da Alma (heQ 
h ef = 1,90E-01 
1.1.2. Arca Efetiva da Coluna 
Aef = 3,64E-03 
Fator Os: 1,00 Mesa 
Fator Qa. 1,00 Alma 
Fator Q: 1,00 
1.2 - Verificação de Esbeltez do Flange / Mesa 
(D/ tQ = 30, 16 
)Jim = 52,48 
Conclusão: Seção não esbelta 
1.3 • Escolha das Curvas de Flambagem (Tabela 3) 
Cune Fatora 
E~ox a ~158 
Eixo Y. a O, 158 
1.4 • Cálculo da Esbeltez (Flanbagem X e Y) • Anexo H 
Base Topo 
X 
y 
rotulado 
rotulado 
engastado 
engastado 
1.5 - Parâmetros de esbeltez para barras comprimidas: 
Fator ',.x barra: 
Fator ).y barra: 
0,81 
0,81 
1.6 - Coeficientes para cálculo da resistência á ftambagem: 
Eixo de Flambagem 
Eixo X 
Eixo Y: 
Curva 
a 
a 
Fatora 
0,158 
0,158 
1.7 - Resistência Nominal (Nn) 
Nn = 722,51 KN 
1.8 - Resistência de Cálculo (N cale) 
K 
2.00 
2,00 
Fator~ 
1,36 
1,36 
Cuidado com a orientação dos Eixos 
). x = 72,92 Conclusão. Seção não esbelta 
l. y = 72.92 Conclusão· Seção não esbelta 
Fat~:t'~ 1 1 
Avisos 
N cale= 650,26 KN Conclusão: Perfil Adequado 
Rua Major Afonso Leal, N. 58 - Casa Amarela - CEP.: 52.070-160 - Recife - PE. 
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Página J 38 · 
Rei_ 1 l9_2010_Ponte_Pref. São Lourenço da Mata 
.. 
' 
Sandro Inácio 
Engenheiro Civ.il 
CREA - RJ-150513/D 
2.0 - Cálculo de Mn ------- ------------------- 
2 1 - Estado Limite FLA (Ftambaqem Local da Alma) 
D /tw = 30, 16 
V= 90.20 Conclusão· A Coluna não é esbelta a Flexão 
),p = 71,34 Conclusão: A Coluna não é esbelta a Flexão 
2.1. 1 - Momento Normnal FU\ 
M na= 
Mr = 
53 2fi KN M 
4C.50 KN.M Limite da ftambaqem elástica 
/ 
3.0 - Momento Máximo Admitido por Norma ,. Mrnax < 1,25 W fy ) 
M rnax = 
4 O - Quadro Rs.sumo 
Momento Nominal FLA 
Momento Máximo 
50.63 KN.M 
53,25 KN.M 
50.63 KN M 
M c;ú. -1\ihrnento Resistente a flexão (0 -~o x (rni•,1mo FLA, FLM e rLT))· 45 56 KN M 
5 O - Verific2ç<'\,. 1.
10 Efeito Combinado 
1a Venficriçi:fo 
Parâmetros. 
Nd = 
N Gale= 
Md= 
M caie= 
Perfil Adequado 
55,40 KN 
650,26 KN 
16.40 KN M 
45,56 KN M 
2a Veriücaçõo 
Parâmetros: 
Perfil Adequado 
55,40 KN 
650,26 KN 
16,40 KN M 
45,E,6 KN M 
O.~ 1 Atenção para o Eix o de Verificação !!!! X ou Y 
1.384 g2 KN 
O, 85 Crr.x == O, ~E, Estrutura Deslocável 
Cmx = 1,00 Estrutura lndeslocável 
---------·--------·- 
Nd =- 
1 N cais:.:. 
M,i - 
M cale ·· 
Fator ÃXbarra= 
1\Jex::: 
Cmx =: 
CISALHAMENTO 
6.0 - Resistência Nominal (Vn) 
Aef= 0,001520 m2 
Vn = 273,00 Kr,1 
Area liquida efetiva ue cisalhamento (item 5.1.1.4) 
Rua Major Afonso Leal, N. 58 - Casa Amarela - CEP.: 52.070-160 - Recife - PE. 
Telefax.: ( 81) 3265-6815 / 9673-9021 - E-Mail: sa11dro_inacio@hotrnail.com 
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.,. 
\ 
I 
/ 
\ 
-·' ( 
, Rel_ll 9_201 O_Ponte_Pref. São Lourenço da Mata Sandro Inácio 
Engenheiro Civil 
CREA - RJ-150513/0 
2 O - Cálculo de Mn 
2~ - Estado Limite FLA (Flambagem Local da Alma) 
0/tw= 30,16 
11.r = 90,20 
11.p= 71,34 
Conclusão: A Coluna não é esbelta a Flexão 
Conclusão: A CÓluna não é esbelta a Flexão 
2.1.1 - Momento Nominal FLA 
M na= 
Mr = 
53,25 KN.M 
40,50 KN.M Limite da flambagem elástica 
3.0 - Momento Máximo Admitido por Norma ( Mmax < 1,25 W fy ) 
M max = 
4.0 - Quadro Resumo 
Momento Nominal FLA 
Momento Máximo 
50,63 KN.M 
53,25 KN.M 
50,63 KN.M 
M cale -Momento Resistente a flexão (0,90 x (minimo FLA, FLM e FL T)): 
5.0 -Venücação do Efeito Combinado 
1a Verificação Perfil Não Adequado 
Parâmetros: 
Nd = 172,20 KN 
N cale = 650,26 KN 
Md = 39,40 KN.M 
M cale = 45,56 KN.M 
45,56 KN.M 
2a Verificação Perfil Não Adequado 
Parâmetros: 
Nd = 
N cale= 
Md= 
M cale= 
Fator 11.x barra = 
Nex =' 
Cmx =· 
172,20 KN 
650,26 KN 
39,40 KN.M 
45,56 KN.M 
0,81 
1.384,92 KN 
0,85 Cmx = 0,85 
Cmx = 1,00 
CISALHAMENTO 
6.0 - Resistência Nominal (Vn) 
Aef = 0,001820 m2 
Vn = 273,00 KN 
/ 
Atenção para o Eixo de Verificação !!!! X ou Y 
Estrutura Deslocável 
Estrutura lndeslocál.€1 
Área liquida efetiva de cisalhamento (item 5.1.1.4) 
6.2 - Resistência de Cálculo (V cale) 
V cale = 245, 70 KN 
Conclusão: OK ! 
Rua Major Afonso Leal, N. 58 - Casa Amarela - CEP.: 52.070-160 - Recife - PE. 
Telefax.: ( 81) 3265-6815 / 9673-9021 - E-Mail: sandro_inacio@hotmall.com 
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/ 
Rel_l 19_2010_Ponte_Pref. São Lourenço da Mata Sandro Inácio 
Engenheiro Civil 
CREA - RJ-150513/D 
Tubo, Barra 3, Combo 2 
Carregamentos 
FletorM1= kn.m M1 - Menor momento 
Fle1or M2= 39,70 kn.m M2 - Maior momento 
Cortan1e = 16,80 kn 
Normal= 112,10 kn 
Comprimento. 2,37 m 
(M 1 / M2 ) > O Quando os momen1os provocarem a cuoaíura resersa da barra 
(M 1 / M2 ) < O Quando os momentos provocarem a cur.etura simples da barra. 
Situação: Perfil Não Adequado 
FLEXÃO 
1.0 - Cálculo de Nn 
1.1 - Verilcação de Esbeltez da Alma 
(D/ tf) = 
)Jim= 
30,16 
52.48 
Conclusão:,Seção não esbelta 
1.1.1 - Altura Efetiva da Alma (he~ 
hef= 1,00E-01 
1.1.2 - Área Efeti10 da Coluna 
Aef = 3,64E-03 
Fator Qs. 
FatorQa. 
Fator O: 
1.2 - Verificação de Esbeltez do Flange / Mesa 
(D/ U) = 
)Jim= 
Conclusão: Seção não esbelta 
1,00 Mesa 
1,00 Alma 
1.00 
30.16 
52.48 
1.3 - Escolha das Curvas de Flambagem (Tabela 3) 
Cul'\0 Fatora 
Eixo X: a 0,158 
Eixo Y: a O, 158 
1.4 - Cálculo da Esbeltez (Flanbagem X e Y) - Anexo H 
Base Topo K 
X 
y 
rotulado 
rotulado 
engastado 
engastado 
2,00 
2,00 
Cuidado com a onentação dos Eixps 
).x = 72,92 Conclusão Seção não esbelta 
).y = 72,92 Conclusão: Seção não esbelta 
1.5 - Panlmetros de esbeltez para barras comprimidas: 
Fator ).x barra: 
Fa1or ). y barra: 
0.81 
0.81 
1.6 - Coeficientes para cálculo da resistência â flambagem: 
Eixo de Flambagem 
Eixo X: 
Eixo Y: 
Curva 
a 
a 
Fatora 
0,158 
0,158 
Fator~ 
1,36 
1,36 
Fat~j94 I 1 
0,794 L-. ------~ 
Avisos 
1. 7 - Resistência Nominal (Nn) 
Nn = 722,51 KN 
1.8 - Resistência de Cálculo (N cale) 
N cale= 650,26 KN Conclusão. Perfil Adequado 
Rua Major Afonso Leal, N. 58 - Casa Amarela - CEP.: 52.070-160 - Recife - PE. 
Telefax.: ( 81) 3265-6815 19673-9021 - E-Mail: sandro_inacio@hotmail.com 
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Rel_l l 9_20 lO_Ponte_Pref. São Lourenço da Mata Sandro Inácio 
Engenheiro Civil 
CREA - RJ-150513/D 
2.0 - Cálculo de Mn 
2.1 - Estado Limite FLA (Flambagem Local da Alma) 
D /tw = 30, 16 
Ã.r = 90,20 Conclusão: A Coluna não é esbelta a Flexão 
ÀP = 71,34 Conclusão: A Coluna não é esbelta a Flexão 
2.1.1 - Momento Nominal FLA 
M na= 
Mr = 
53,25 KN.M 
40,50 KN.M Limite da flambagem elástica 
3.0- Momento Máximo Admitido por Norma ( Mmax < 1,25 W fy) 
M max > 
4.0 - Quadro Resumo 
Momento Nominal FLA 
Momento Máximo 
50,63 KN.M 
53,25 KN.M 
50,63 KN.M 
M cale -Momento Resistente a flexão (0,90 x (mínimo FLA, FLM e FL T)): 
5.0 - Verificação do Efeito Combinado 
45,56 KN.M 
1a Verificação 
Parâmetros: 
Perfil Não Adequado 
Nd = 112,10 KN 
N cale = 650,26 KN 
Md = 39,70 KN.M 
M cale= 45,56 KN.M 
\ 
2a Verificação Perfil Não Adequado 
Parâmetros: 
Nd = 112,10 KN 
N cale = 650,26 KN 
Md = 39,70 KN.M 
M cale = 45,56 KN.M 
Fator À.X barra= 0,81 Atenção para o Eixo de Verificação!!!! X ou Y 
Nex = 1.384,92 KN 
Cmx = 0,85 Cmx = 0,85 Estrutura Deslocável 
Cmx = 1,00 Estrutura tndestocásel 
CISALHAMENTO 
6.0 - Resistência Nominal (Vn) 
Aef = 0,001820 m2 
Vn = 273,00 KN 
6.2 - Resistência de Cálculo (V cale) 
V cale = 245, 70 KN 
Conclusão: OK ! 
Área líquida efetiva de cisalhamento (item 5.1.1.4) 
Rua Major Afonso Leal, N. 58 - Casa Amarela - CEP.: 52.070-160 - Recife - PE. 
Telefax.: ( 81) 3265-6815 / 9673-9021 - E-Mail: sandro_inacio@hoLmail.com 
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Rel_l 19_2010_Ponte_Pref. São Lourenço da Mata Sandro Inácio 
Engenheiro Civil 
CREA - RJ-150513/0 
Tubo, Barra 24, Combo 2 
Carregamentos 
Fletor M1= (3,20) kn.m Mi - Menor momento 
Fletor M2= 18,80 kn.m M2 • Maior momento 
Cortante= 15,60 kn 
Normal= 118,70 kn 
Comprimento. 1,41 m 
(M1 / M2 ) > O Quando os momentos provocarem a curvatura resersa da barra. 
(M1 1 M2 ) < O Quando os momentos provocarem a curvatura simples da barra. 
Situação: Perfil Adequado 
FLEXÃO 
1.0 -Cálculo de Nn 
1.1 • Verificação de Esbeltez da Alma 
(D / tf) = 30, 16 
)Jim = 52.48 
Cooctusão: Seção não esbelta 
1.1.1 • Altura.Efetiva da Alma (hef) 
h ef = 1,90E-01 
1.1.2 • Area Efetiva da Coluna 
Aef = 3,64E-03 
Fator Os. 1,00 Mesa 
Fator Qa. 1,00 Alma 
Fator Q: 1,00 
1.2 • Verificação de Esbeltez do Flange / Mesa 
(D/ tf) = 30,16 
)Jim = 52.48 
Conclusão: Seção não esbelta 
1.3 • Escolha das Curvas de Flambagem (Tabela 3) 
Cur,a Fator a 
Eixo X: a 0,158 
EixoY. a 0,158 
1.4 • Cálculo da Esbeltez (Flanbagem X e Y) • Anexo H 
Base Topo 
X engastado engastado 
Y engastado engastado 
1.5 • Parâmetros de esbeltez para barras comprimidas: 
Fator ÀX barra: 
Fator l..y barra: 
0,29 
0,29 
K 
1,20 
1,20 
Cuidado com a orientação dos Eixos 
1.. x = 26,03 Conclusão. Seção não esbelta 
1.. y = 26,03 Conclusão: Seção não esbelta 
1.6 • Coeficientes para cálculo da resistência á flambagem. 
Eixo de Flambagem 
Eixo X 
Eixo Y: 
Curva 
a 
a 
Fator a 
0,158 
0,158 
Fatorp 
6,67 
6,67 
Fat~i65 I 1 
0,965"._ .._--------'· 
Avisos 
1. 7 • Resistência Nominal (Nn) 
Nn = 878.43 KN 
1.8 • Resistência de Cálculo (N cale) 
N cale= 790,58 KN Conclusão: Perfil Adequado 
Rua Major Afonso Leal, N. 58 - Casa Amarela - CEP.: 52.070-160 - Recife - PE. 
Telefax.: ( 81) 3265-6815 / 9673-9021 - E-Mail: sandro_inacio@hotmail.com 
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, 
• 
Rel_l 19_2010_Ponte_Pref. São Lourenço da Mata Sandro Inácio 
Engenheiro Civil 
CREA - RJ-150513/D 
2.0 - Cálculo de Mn 
2.1 - Estado Limite FLA (Flambagem Local da Alma) 
D /tw = 30,16 
11.r = 90,20 Conclusão: A Coluna não é esbelta a Flexão 
Ã.P = 71,34 Conclusão: A Coluna não é esbelta a Flexão 
2.1.1 - Momento Nominal FLA 
M na= 
Mr = 
53,25 KN.M 
40,50 KN.M Limite da flambagem elástica 
3.0 - Mbmento Máximo Admitido por Norma ( Mmax < 1,25 W fy ) 
M max = 
4.0 - Quadro Resumo 
Momento Nominal FLA 
Momento Máximo 
50,63 KN.M 
53,25 KN.M 
50,63 KN.M 
M cale -Momento Resistente a flexão (0,90 x (mínimo FLA, FLM e FL 1)): 
5.0 - Verificação do Efeito Combinado 
45,56 KN.M 
1 a Verificação 
Parãmetros: 
Perfil Adequado 
Nd = 118,70 KN 
N cale = 790,58 KN 
Md = 18,80 KN.M 
M cale = 45,56 KN.M 
2a Verificação Perfil Adequado 
Parâmetros: 
Nd = 
N cale= 
Md = 
M cale= 
Fator À.X barra = 
Nex = 
Cmx= 
118,70 KN 
790,58 KN 
18,80 KN.M 
45,56 KN.M 
0,29 
10.868,78 KN 
0,85 Cmx = 0,85 
Cmx=1,00 
CISALHAMENTO 
6.0 - Resistência Nominal (Vn) 
Aef = 0,001820 m2 
Vn = 273,00 KN 
6.2 - Resistência de Cálculo (V cale) 
V cale = 245, 70 KN 
Atenção para o Eixo de Verificação !!!! X ou Y 
Estrutura Deslocável 
Estrutura lndeslocável 
Área I íquida efetiva de cisalhamento (item 5.1.1.4) 
Conclusão: OK ! 
Rua Major Afonso Leal, N. 58 - Casa Amarela - CEP.: 52.070-160 - Recife - PE. 
Telefax.: ( 81) 3265-6815 / 9673-9021 - E-Mail: sandro_inacio@hotmail.com 
Página l 43 
·~ 
j 
Rel_ll9_2010_Ponte_Pref. São Lourenço da Mata 
1 
Sandro Inácio 
Engenheiro Civil 
CREA - RJ-150513/D 
Tubo, Barra 138, Combo 2 
Carregamentos 
Fletor M1= 
Fletor M2= 
Cortante= 
Normal= 
Comprimento: 
37,90 
16,00 
192,20 
2,37 
kn.m M1 - Menor momento 
kn.m M2 - Maior momento 
kn 
kn 
(M1 / M2 ) > O Quando os momentos provocarem a curvatura resersa da barra 
(M1 1 M2) < O Quando os momentos provocarem a curvatura simples da barra 
m 
Situação: Perfil Não Adequado 
FLEXÃO 
1.0 - Cálculo de Nn 
1.1 - Verificação de Esbeltez da Alma 
(D/ tf) = 30, 16 
)Jim = 52,48 
Conclusão: Seção não esbelta 
1.1.1 - Altura Efetiva da Alma (hef) 
h ef = 
1.1.2 -Area Efetiva da Coluna 
Aef = 
1,90E-01 
Fator Os: 
Fator Qa: 
Fator O: 
3,64E-03 
( 
1,00 Mesa 
1,00 Alma 
1,00 
1.2 - Verificação de Esbeltez do Flange I Mesa 
(D/ tf)= 
)Jim= 
Conclusão: Seção não esbelta 
30,16 
52,48 
1.3 - Escolha das Curvas de Flambagem (Tabela 3) 
CuM Fatora 
Eixo X a 0,158 
Eixo Y: a O, 158 
1.4 - Cálculo da Esbeltez (Flanbagem X e Y) - Anexo H 
Base Topo 
X rotulado engastado 
Y rotulado engastado 
Cuidado com a onentação dos Eixos 
kx = 72,92 Conclusão. Seção não esbelta 
ky = 72.92 Conclusão. Seção não esbelta 
1.5 - Paràmelros de esbeltez para barras comprimidas: 
Fator >~ x barra: 
Falar ÀY barra. 
0,81 
0,81 
1.6 - Coeficientes para cálculo da resrsrêocta a flambagem 
Eixo de Flambagem 
Eixo X 
Eixo Y: 
Curva 
a 
a 
Fatoru 
0,158 
0,158 
K 
2,00 
2,00 
Fator~ 
1,36 
1,36 
Fat~:;~ 1 1 
Avisos 
1.7 - Resistência Nominal (Nn) 
Nn = 722,51 KN 
1.8 - Resistência de Cálculo (N cale) 
N cale= 650,26 KN Conclusão: Perfil Adequado 
.....• ,, 
Rua Major Afonso Leal, N. 58 - Casa Amarela - CEP.: 52.070-160 - Recife - PE. 
Telefax.: ( 81) 3265-6815 / 9673-9021 - E-Mail: sandro_inacio@hotmail.com 
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Rel_ll 9_20 IO_Ponte_Pref. São Lourenço da Mata Sandro Inácio 
Engenheiro Civil 
CREA - RJ-150513/0 
2.0 - Cálculo de Mn 
2.1 - Estado Limite FLA (t=lambagem Local da Alma) 
D /tw = 30;16 
:>cr = 90,20 Conclusão: A Coluna não é esbelta a Flexão 
Ã.P = 71,34 Conclusão: A Coluna não é esbelta a Flexão 
2.1.1 - Momento Nominal FLA 
M na= 
Mr = 
53,25 KN.M 
40,50 KN.M Limite da flambagem elástica 
3.0- Momento Máximo Admitido por Norma ( Mmax < 1,25 W fy) 
1 
Mmax = 
4.0 - Quadro Resumo 
Momento Nominal FLA 
Momento Máximo 
50,63 KN.M 
53,25 KN.M 
50,63 KN.M 
M cale -Momento Resistente a flexão (0,90 x (mínimo FLA, FLM e FL T)): 
5.0 - Verificação do Efeito Combinado 
45,56 KN.M 
1a Verificação 
Parâmetros: 
Perfil Não Adequado 
Nd = 
N cale= 
Md = 
M cale= 
192,20 KN 
650,26 KN 
37,90 KN.M 
45,56 KN.M 
2a Verificação 
Parâmetros: 
Nd = 
N cale= 
Md = 
M cale= 
Fator À. x barra = 
Nex = 
Cmx= 
Perfil Não Adequado 
192,20 KN 
650,26 KN 
37,90 KN.M 
45,56 KN.M 
0,81 Atenção para o Eixo de Verificação !!!! X ou Y 
1.384,92 KN 
0,85 Cmx = 0,85 Estrutura Deslocável 
Cmx = 1,00 Estrutura lndeslocável 
CISALHAMENTO 
6.0 - Resistência Nominal (Vn) 
Aef = 0,001820 m2 
Vn = 273,00 KN 
Área liquida efetiva de cisalhamento (item 5.1.1.4) 
6.2 - Resistência de Cálculo (V cale) 
V cale= 245,70 KN 
Conclusão: OK ! 
Rua Major Afonso Leal, N. 58 - Casa Amarela - CEP.: 52.070-160 - Recife~ PE. 
Telefax.: ( 81) 3265-6815 / 9673-9021 - E-Mail: sandro_inacio@hotmail.com 
· Página\ 45 
Rel_l 19..c201 O_Ponte_Pref. São Lourenço da Mata Sandr o Inácio 
"En q e n h e i r o Civil 
CREA - RJ-150513/D 
Tubo, Barra 158, Combo 2 
Carregamentos 
Fletor M1= (3,10) kn.m M1 · Menor momento 
Fletor M2= 18,00 kn.m M2 - Maior momento 
Cortante= 16,00 kn 
Normal = 141,90 kn 
Comprimento: 1,41 m 
(M 1 / M2 ) > O Quando os momentos pr01ocarem a curvatura reversa da barra. 
(M 1 / M2 ) < O Quando os momentos provocarem a curvatura simples da barra. 
Situação: Perfil Adequado 
FLEXÃO 
1.0 - Cálculo de Nn 
1.1 - Verificação de Esbeltez da Alma 
(D/ lf) = 30, 16 
)Jim = 52,48 
Conclusão: Seção não esbelta 
1.1.1 - Altura Efetiva da Alma (heD 
h ef = 1,90E-01 
1.1.2 · Area Efetiva da Coluna 
Aef = 3,64E-03 
Fator Os: 1,00 Mesa 
Fator Qa: 1,00 Alma 
Fator Q: 1,00 
1.2 · Verificação de Esbeltez do Flange / Mesa 
(D/ tD = 30,16 
)Jim = 52,48 
Conclusão: Seção não esbelta 
1.3 - Escolha das Curvas de Flambagem (Tabela 3) 
Curva Fator a 
Eixo X: a O, 158 
Eixo Y: a 0,158 
1.4 - Cálculo da Esbeltez (Flanbagem X e Y) - Anexo H 
Base Topo 
X 
y 
engastado engastado 
engastado engastado 
K 
1,20 
1,20 
Cuidado com a orienlação dos Eixos 
1,.x = 26,03 Conclusão: Seção não esbelta 
À y = 26,03 Conclusão: Seção não esbelta 
1.5 - Parâmetros de esbeltez para barras comprimidas: 
Fator 1,.x barra: 
Fator 1..y barra: 
0,29 
0,29 
1.6 • Coeficientes para cálculo da resistência á flambagem: 
Eixo de Flambagem 
Eixo X: 
EixoY: 
Curva 
a 
a 
Fatora 
0,158 
0,158 
Fator~ 
6,67 
6,67 
Fat~:I 1 
Avisos 
1.7 · Resistência Nominal (Nn) 
Nn = 878,43 KN 
1.8 - Resistência de Cálculo (N cate) 
N cale= 790,58 KN Conclusão: Perfil Adequado 
• 
Rua Major Afonso Leal, N. 58 - Casa Amarela - CEP.: 52.070-160 - Recife - PE. 
Telefax.: ( 81) 3265-6815 / 9673-9021 - E-Mail: sandro_inacio@hotmail.com 
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Rel_l 19_2010_Ponte_Pref. São Lourenço da Mata Sandro Inácio 
Engenheiro Civil 
CREA - RJ-150513/D 
2.0 - Cálculo de Mn 
2.1 - Estado Limite FLA (Flambagem Local da Alma) 
D /tw = 30, 16 
11.r = 90,20 Conclusão: A Coluna não é esbelta a Flexão 
Ã.P = 71,34 Conclusão: A Coluna não é esbelta a Flexão 
2.1.1 - Momento Nominal FLA 
M na= 
Mr= 
53,25 KN.M 
40,50 KN.M Limite da flambagem elástica 
3.0 - Momento Máximo Admitido por Norma ( Mmax < 1,25 W fy ) 
M max = 
4.0 - Quadro Resumo 
Momento Nominal FLA 
Momento Máximo 
50,63 KN.M 
53,25 KN.M 
50,63 KN.M 
M cale -Momento Resistente a flexão (0,90 x (mínimo FLA, FLM e FL T)): 
5.0 - Verificação do Efeito Combinado 
1a Verificação Perfil Adequado' 
Parâmetros: 
Nd = 141,90 KN 
N cale = 790,58 KN 
Md = 18,00 KN.M 
M cale= 45,56 KN.M 
45,56 KN.M I 
2a Verificação Perfil Adequado 
Parâmetros: 
Nd = 
N cale= 
Md = 
M cale= 
Fator À x barra = 
Nex = 
Cmx= 
141,90 KN 
790,58 KN 
18,00 KN.M 
45,56 KN.M 
0,29 
10.868,78 KN 
0,85 Cmx = 0,85 
Atenção para o Eixo de Verificação !!!! X ou Y 
Estrutura Oeslocácel 
Cmx = 1,00 Estrutura lndeslocável 
CISALHAMENTO 
6.0 - Resistência Nominal (Vn) 
Aef = 0,001820 m2 
Vn = 273,00 KN 
Área liquida efetiva de cisalhamento (item 5.1.1.4) 
6.2 - Resistência de Cálculo (V cale) 
V cale = 245, 70 KN 
Conclusão: OK ! 
Rua Major Afonso Leal, N. 58 - Casa Amarela - CEP.: 52.070-160 - Recife - PE. 
Telefax.: ( 81) 3265-6815 / 9673-9021 - E-Mail: sandro_inacio@hotmail.com 
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Engenheiro Civil 
CREA - RJ-150513/D 
Tubo, Barra 138, Combo 3 
Carregamentos 
Fletor M1= kn.m M1 - Menor momento 
Fletor M2= 24,90 kn.m M2 - Maior momento 
Cortante= 10,50 kn 
Normal= 127,60 kn 
Comprimento: 2,37 m 
(M1 / M2 ) > O Quando os momentos provocarem a curvatura reversa da barra. 
(M 1 / M2 ) < O Quando os momentos provocarem a curvatura simples da barra. 
Situação: Perfil Adequado 
FLEXÃO 
1.0 - Câlculo de Nn 
1.1 -Verificação de Esbeltez da Alma 
(D/ tf) = 30,16 
)Jim = 52,48 
Conclusão: Seção não esbelta 
1.1.1 - Altura Efetiva da Alma (he~ 
h ef = 1,90E-01 
1.1.2 -Area Efeti1.0 da Coluna 
Aef = 3,64E-03 
Fator Os: 
1 
1,00 Mesa 
Fator Qa: 1,00 Alma 
Fator Q: 1,00 
1.2 - Verificação de Esbeltez do Flange / Mesa 
(D/t~= 30,16 
)Jim = 52,48 
Conclusão: Seção não esbelta 
1.3 - Escolha das Curvas de Flambagem (Tabela 3) 
Curva Fator " 
Eixo X a ' 0,158 
EixoY: a 0,158 
1.4 - Cálculo da Esbeltez (Flanbagem X e Y)- Anexo H 
Base Topo 
X rotulado engastado 
y rotulado engastado 
2,00 
2,00 
1.5 - Parãmetros de esbeltez para barras comprimidas: 
Fator ;>..x barra: 
Fator ). y barra: 
0,81 
0,81 
I 1.6 - Coeficientes para cálculo da resisténcia á flambagem: 
Eixo de Flambagem 
Eixo X 
EixoY: 
Curva 
a 
a 
Fator o. 
0,158 
0,158 
K 
Fator ll 
1,36 
1,36 
J 
Cuidado com a orientação dos Eixos 
).x = 72,92 Conclusão: Seção não esbelta 
''/,. y = 72,92 Conclusão: Seção não esbelta 
Fat;~94 l \ 
0,794 ~- ------~- 
Avisos 
1. 7 - Resisténcia Nominal (Nn) 
Nn = 722,51 KN 
1.8 - Resisténcia de Cálculo (N cale) 
N cale= 650,26 KN Conclusão: Perfil Adequado 
Rua Major Afonso Leal, N. 58- Casa Amarela- CEP.: 52.070-160- Recife- PE. 
Telefax.: ( 81 ) 3265-6815 / 967r9021 - E-Mail: sandro_inacio@hotmail.com 
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Engenheiro Civil 
CREA - RJ-150513/D 
2.0 - Cálculo de Mn 
2.1 - Estado Limite FLA (Flambagem Local da Alma) 
D/tw= 30,16 
Ã.r = 90,20 Conclusão: A Coluna não é esbelta a Flexão 
Ã.P = 71,34 Conclusão: A Coluna não é esbelta a Flexão 
2.1.1 - Momento Nominal FLA 
M na= 
Mr = 
53,25 KN.M 
40,50 KN.M Limite da flambagem elástica 
3.0 - Momento Máximo Admitido por Norma ( Mmax < 1,25 W fy) 
M max = 
4.0 - Quadro Resumo 
Momento Nominal FLA 
Momento Máximo 
50,63 KN.M 
53,25 KN.M 
50,63 KN.M 
M cale -Momento Resistente a fl
1
exão (0,90 x (mínimo FLA, FLM e FL T)): 
5.0 - Verificação do Efeito Combinado 
45,56 KN.M 
1a Verificação 
Parâmetros: 
Perfil Adequado 
Nd = 
N cale= 
~d= 
M cale= 
127,60 KN 
650,26 KN 
24,90 KN.M 
45,56 KN.M 
2a Verificação 
Parâmetros: 
Nd = 
N cale= 
Md = 
M cale= 
Fator À. x barra = 
Nex = 
Cmx= 
Perfil Adequado 
127,60 KN 
650,26 KN 
24,90 KN.M 
45,56 KN.M 
0,81 
1.384,92 KN 
0,85 Cmx = 0,85 
Cmx = 1,00 
CISALHAMENTO 
6.0 - Resistência Nominal (Vn) 
Aef = 0,001820 m2 
Vn = 273,00 KN 
Atenção para o Eixo de Verificação!!!! X ou Y 
Estrutura Deslocável 
Estrutura lndeslocável 
Área líquida efetiva de cisalhamento (item 5.1.1.4) 
6.2 - Resistência de Cálculo (V cale) 
V cale = 245,70 KN 
Conclusão: OK ! 
Rua Major Afonso Leal, N. 58 - Casa Amarela - CEP.: 52.070-160 - Recife - PE. 
Telefax.: ( 81) 3265-6815 / 9673-9021 - E-Mail: sandro_inacio@hotmail.com 
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Rel_l 19_2010_Ponte_Pref. São Lourenço da Mata 
Cantoneira, Barra 25, Comba 1 
Carregamentos 
Fletor Ml= 
FletDf M2= 
Conante = 
Normal= 
vao= 
Sítpaçãc: Pertil Adequado 
0.10 kn m M 1 - Menor momento 
0,20 knm M2 - Maior momento 
0,20 kn 
68,30 kn 
2,00 m 
M1 /M2= 0,50 
(Ml / M2} > O Quando os momentos prcwocarem a curvatura reversa da barra 
(M 1 / M2 ) < O Quando os momentos pro\OCarem a curvalura simples da barra 
FLEXÃO 
1.0 - Câlculo de Nn - Compressão 
1 1 - Verificação de Esbettez da Alma 
(b / t) = 15,87 
)J,m = 12,60 
Conclusão· Seção Esbelta 
1 1 1 • Altura Efetiva da Alma (heij 
h er = o. 100000 
1 1.2 - Area Efeliw da Coluna 
Aef= 
Sandro Inácio 
Engenheiro Civil 
CREA - RJ-150513/D 
Seção Esbella 
Cálculo de Qs 
Tipo de Perfil: L 
).limite interior J.,lim11e superior 
12,60 25.77 
Os 
0,913181 
Oa = 1 
Fator Os· 
Fator Oa 
Fator O· 
0,001220 
0,91 
1.00 
0,91 
1 2 - Verificação de Esbehez do F1ange / Mesa 
(bf/ 2 X tQ= 7,94 
)Jim = 12,60 
Conclusão· Soçâo não esbelta 
1.3 - Escolha das Cul'\0S de Flambagem (Tabela 3) 
Curva Fator n 
Eixo X: e 0,384 
Eixo Y· e 0,384 
1 4 • Cálculo da Esbeltez (Flanbagem X e Y). Anexo H 
Base Topo K 
X Engastada Engastada 0,65 
Y Engastada Engastada 0.65 
Cuidado com a orienlação dos Eixos 
).X• 41,53 Conclusão· Soçao nao csbclt.i 
).y • 41.53 Conclusão· Seção não csbclt.t 
1 5 - Parâmetros de esbeltez para barras comprimidas· 
Fator ;>..x barra· 
Fator >., y barra· 
0,44 
0,44 
1.6 - Coeficientes para cálculo da resistência ã flambagem· 
Eixo de Flambagem 
Eixo X: 
EixoY: 
CUM 
e 
e 
Fatoro. 
0,384 
0,384 
1.7 - Resistência Nominal (Nn) 
Nn = 235, 87 KN 
1.8 -Resistência de Cálculo (N cate) 
I N cate e 212,28 KN 
[IJ
1.9- Rosistõncia Nominal (Nn) -Tração 
T 
Nn = 305,00 KN 
1.10 - Resistência de Câlculo (N cale) -Tração 
N cale= 274.50 KN 
FatDf p 
3.46 
3.46 
Conclusão· 
Conclusão: 
Fat~: ~ 1 1 
Avisos 
Perfil Adequado 
Perfil Adequado 
( 
L 
Rua Major Afonso Leal, N. 58 - Casa Amarela - CEP.: 52.070-160 - Recife - PE. 
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Engenheiro Civil 
CREA - RJ-150513/D 
2.0 - Cálculo de Mn (FLEXÃO)/ Seção: L, foram tomadas as referências de uma seção T 
2.1 - Estado Limite FLA (Flambagem Local da Alma) 
2.1.1 - Momenlo Nominal FLA 
2.2 - Estado Limite FLM (Flambagem Local da Mesa) 
).= 15,87 
WC = 1,65E-05 
Mcr = 8,99 KN.M 
2.2.1 - Momento Nominal FLM 
M na= 8,99 KN.M 
2.3 - Estado Limite FLT (Flambagem Lateral com Torção) 
yo = 0,0277 m Bx (+) = 0,0372 Compressão 
h1 = 0.0246 m Bx (·) = 0,0736 Tração 
h2 = 0.0277 m 01 = 4,59E+04 
AI= 0.0006 m2 B2 = 1,46E-03 
lf = 0,000000525 m4 Mcr(+)= 99,21 KN.m 
Cb = 2,43 Mcr (-) = 44,69 KN.m 
2.3.1 - Momento Nominal FL T 
M na= 
3.0 - Momento Máximo Admitido por Norma ( Mmax < 1.25 W fy ) 
M max = 
4 .O - Quadro Resumo 
Momento Nominal FLA 
Momento Nominal FLM 
Momento Nominal FL T 
Momento Máximo 
99,21 KN.M 
5,1' 6 KN.M 
KN.M 
8,99 KN.M 
99,21 KN.M 
5,16 KN.M 
M cate -Momento Resistente a nexao (0,90 x (mínimo FLA, FLM e FL T)): 4,64 KN.M 
Conclusão: Perfil Adequado 
5.0 - Verificação do Efeito Combinado 
1a Verificação Perfil Adequado 
Parâmetros: 
Nd = 68,30 KN 
N cale = 274,50 KN 
Md = 0,20 KN.M 
M cale = 4,64 KN.M 
2a Verificação Perfil Adequado 
Parâmetros: 
Nd = 68,30 KN 
N cale= 274,50 KN 
Md = 0,20 KN.M 
M cale = 4,64 KN.M 
Fator ).X barra= 0,44 Atenção para o Eixo de Verificação!!!! X ou Y 
Nex = 1.566,96 KN 
Cmx = 0,85 Cmx = 0,85 Estrutura Deslocável 
Cmx = 1,00 Estrutura lodesíocávet 
CISALHAMENTO 
6.0 - Esbeltez da Alma 
).= (b/ t) = 
ÀP = 
v= 
15,87 
71,47 
92,64 
Parãmetros: 
k = 5,34 
Vpl = 94,50 Análise Elástica 
a = 2,00 Distância entre enrijecedores transversais 
a/h = 22,88 
6.1 - Resistência Nominal (Vn) 
Vn = 94,5 KN 
6.2 - Resistência de Cálculo 01 cale) 
V cale= 85,05 KN 
Conclusão: Perfil Adequado PE 
1,ua ivtaJUl r\lu1bu Lta1, 1~. JO - va;:,a n1ua1t1a - vLl .. Jc. .v1v-1vv - 1\.tl-llt - . 
Telefax.: ( 81) 3265-6815 / 9673-9021 - E-Mail: sandro_inacio@hotmail.com 
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Engenheiro Civil 
CREA - RJ-150513/D 
Cantoneira, Barra 156, Combo 2 
Carregamentos 
Fletor M1= 
Fletor M2= 
Cortante= 
0.90 kn.m M1 - Menor momento 
3.10 kn.m M2 - Maior momento 
0.30 kn 
Nom,al = 103,90 kn 
Vão= 2,00 m 
Situação: Perfil Não Adequado 
M1 / M2 = 0.29 
(M 1 / M2 ) > O Quando os momentos pl'O\OCarem a cuMtura reversa da barra. 
(Ml / M2) < O Quando os momentos provocarem a curvatura simples da barra. 
FLEXÃO 
1.0 - Câlculo de Nn - Compressão 
1.1 - Verificação de Esbeltez da Alma 
(b / t) = 15,87 
)J1m = 12.60 
Conclusão: Seção Esbelta 
1. 1. 1 - Altura Efeli'8 da Alma (hef) 
h ef = O, 100000 
1.1.2 -Area Efeüva da Coluna 
Aef= 0,001220 
Seção Esbelta 
Cálculo de Os 
Tipo de Perfil: L 
>..hm1te mfenor >..hm1te supcnor 
12.60 25,77 
Os 
0,913181 
Qa = 1 
Fator Os: 
FatorOa: 
Fator 0: 
0,91 
1,00 
0,91 
1.2 - Verificação de Esbeltez do Flange / Mesa 
(bf/ 2 X t~ = 7,94 
)Juli = 12,60 
Conclusão: Seção não esbelta 
1.3 - Escolha das CuMs de Flambagem (Tabela 3) 
Cuoo Fatoru 
Eixo X e 0,384 
Eixo Y: e 0,384 
1.4 - Cálculo da Esbeltez (Flanbagem X e Y) - Anexo H 
Base Topo K 
X Engastada Engastada 0,65 
Y Engastada Engastada 0,65 
Cuidado com a orientação dos Eixos 
)..x = 111,53 Conclesêo. Seção nào asbetta 
)..y = 41.53 Conclusão: Seção nac esbelta 
1.5 - Parâmetros de esbellez para barras corncnrrndas: 
Fator À x barra: 
Fator ).. y barra: 
0,44 
0,44 
1.6 - Coeficientes para cálculo da resistêncta ã nambagem: 
Eoto do Flambagom 
EocoX: 
Eixo Y: 
Curva 
c 
Fator n 
0,384 
0.384 
1.7 -Resistêncra Nommal (Nn) 
Nn = 235,87 KN 
1.8 - Resistência de Cã\culo (N cale) 
N cale= 212,28 KN 
[IJ
1.9- Resistência Nomfnal (Nn) - Tração 
T 
Nn = 305,00 KN 
1.10 • f<csistêncla de Cálculo (N cale)· Tração 
N cale= 274,50 KN 
Fator J\ 
3.46 
3.46 
Conclusão: 
Conclusão: 
Fat~.~71 1 
0.847 .L--------~- 
Avisos 
Perfil Adequado 
Perfil Adequado 
Rua Major Afonso Leal, N. 58 - Casa Amarela - CEP.: 52.070-160 - Recife - PE. 
Telefax.: ( 81) 3265-6815 / 9673-9021 - E-Mail: sandro_inacio@hotmail.com 
Página l 52 
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Engenheiro Civil 
CREA - RJ-150513/D 
2.0 • Câlculo de Mn (FLEXÃO)/ Seção: L, foram tomadas as referências de uma seção T 
2. 1 - Estado Limite FLA (Flambagem Local da Alma) 
2.1.1 - Momento Nominal FLA 
2.2 - Estado L1m1te FLM (Flambagerri Local da Mesa) 
À= 15,87 
WC= 1,65E--05 
Mcr = 8,99 KN.M 
2.2.1 - Momento Nominal FLM 
8.99 KN.M 
2.3 - Estado Limite FLT (Flambagem Lateral com Torção) 
yo = 0.0277 m 8x (+) = 0,0372 Compressão 
h1 = 0.0246 m 8x (-) = 0,0736 Tração 
h2 = 0.0277 m 81 = 4,59E+04 
AI= 0.0006 m2 82 = 1.46E--03 
lf = 0.000000525 m4 Mcr(+) = 87,63 KN.m 
Cb= 2,14 Mcr(-) = 39,47 KN.m 
2.3.1 - Momento Nominal FL T 
M na= 87,63 KN.M 
3.0 - Momento Máximo Admitido por Norma ( Mmax < 1,25 W ry) 
M max e 5,16 KN.M 
4.0 - Quadro Resumo 
Momento Nominal FLA KN.M 
Momento Nominal FLM 8,99 KN.M 
Momento Nominal FL T 87,63 KN.M 
Momento Máximo 5,16 KN.M 
M cale -Momento Resistente a flexão (0,90 x (mirnmo FLA, FLM e FLl)): 4,64 KN.M 
Conclusão: Perfil Adequado 
5.0 - Verificação do Efeito Combinado 
1a Verificação Perfil Não Adequado 
Parâmetros: 
Nd = 103,90 KN 
N cale = 274,50 KN 
Md = 3, 10 KN.M 
M cale = 4,64 KN.M 
2a Venficação Perfil Adequado 
Parâmetros: 
Nd = 103,90 KN 
N cale= 
Md = 
M cale= 
Fator ÀX barra= 
6.0 - Esbeltez da Alma 
À= 
274,50 KN 
3,10 KN.M 
4,64 KN.M 
0,44 Atenção para o Eixo de Verificação!!!! X ou Y 
Nex = 1.566,96 KN 
Cmx = 0,85 Cmx = 0,85 Estrutura Deslocá"31 
Cmx = 1,00 Estrutura tndeslocável 
CISALHAMENTO 
15,87 
71,47 
92,64 
Parãmelros: 
k = 5,34 
Vpl = 94,50 Análise Elást1ca 
a = 2,00 Distàncra entre enrijecedores transversais 
a/h = 22,88 
6.1 - Resistência Nominal (Vn) 
Vn = 94,5 KN 
6.2 - Resrstêncra de Cálculo 0,/ cale) 
V cale = 85.05 KN 
Conclusão: Perfil Adequado 
Rua Major Afonso Leal, N. 58 - Casa Amarela - CEP.: 52.070-160 - Recife - PE. 
Telefax.: ( 81) 3265-6815 / 9673-9021 - E-Mail: sandro_inacio@hotmail.com 
Página J 53 
Rel_l19_2010_Ponte_Pref. São Lourenço da Mata 
Cantoneira, Barra 155, Combo 3 
Carregamentos 
Fletor M1= 
FletorM2= 
Cortante= 
Normal= 
Vão a 
Situação: Perfil Adequado 
0,40 kn m M 1 - Menor momento 
1,80 kn m M2 - Mak>r momenlo 
1,10 kn 
79,60 kn 
2,00 m 
M1 /M2a 0,22 
Sandro Inácio 
Engenheiro Civil 
CREA · RJ-150513/D 
(M 1 / M2 ) > O Quando os momentos pro1.0Carem a curvatura recersa da barra 
(M 1 / M2 ) < O Quando os momentos provocarem a curvatura s,mi,les da barra 
FLEXÃO 
1.0 - Cálculo de Nn - Compressão 
1. 1 - Ver,ficação de Esbeltez da Alma 
(b / I) ª 15,87 
)Jim a 12,60 
Conclusão: Sccao Esbelta 
1 1 1 - Altura Efelh.e da Alma (hef) 
h ef a O, 100000 
1.1.2 - Area Efet1w da Coluna 
Aef a 0,001220 
Seção Esbelta 
Câlculo de Os 
1ipo de Perll· L 
À limite interior ), limite superior 
12,60 25,77 
Os 
0,913181 
ºªª 1 Fatoras· 
Fator Qa: 
Fator O: 
0,91 
1,00 
0,91 
n 
1.2 - Verificação de Esbeltez do Flange J Mesa 
(bf/ 2 X IQ; 7,94 
)Jlm a 12,60 
Conclusão: Seção não esbelta 
1 3 - Escolha das Curvas de Flambagem (Tabela 3) 
Curva Fator o. 
Eixo X e 0,384 
Eixo Y· c 0,384 
1 4 - Cálculo da Esbellez (Flanbagem X e Y) - Anexo H 
Base Topo 
X Engastada Engastada 
Y Engastada Engastada 
K 
0,65 
0,65 
Cuidado com a orientação dos Eixos 
>,.x = 41,53 Conclusao: Seção nào esbelta 
),, y = 41,53 Conclusão· Soç5o n5o esbelta 
1.5 - Parâmetros de esbeltez para barras compnmidas· 
Fator ),,x barra· 
Fator À. y barra· 
0,44 
0,44 
1 6 - Coeficientes para câlculo da resistência â nambagem· 
Eixo de Flambagem 
Eixo X: 
Eixo Y· 
Curva Fator a 
0,384 
0,384 
1.7 - Resistência Nominal (Nn) 
Nn a 235,87 KN 
1 e - Resistência de Cálculo (N cale) 
N cale= 212,28 KN 
'\ 
[]
1.9-Rcsisténcla Nominal (Nn) -Tração 
1 
Nn a 305.00 KN 
1.10 - Resistência de Cálculo (N cale) -Tração 
N cale a 274,50 KN 
Falar~ 
3,46 
3,46 
Conclusão: 
Conclusão· 
Fa1~C.111 1 
0,847 L. ---------~· 
Avisos 
Pcrtil Adoquado 
Perfil Adoquarlo 
Rua Major Afonso Leal, N. 58 - Casa Amarela - CEP.: 52.070-160 - Recife - PE. 
Telefax.: ( 81) 3265-6815 / 9673-9021 - E-Mail: sandro_inacio@hotrnail.com 
Página l 54 
Rel_l 19_2010_Ponte_Pref. São Lourenço da Mata 
2.0 • Cálculo de Mn (FLEXÃO) 1 Seção: L, foram tomadas as referências de uma seção T 
2.1 • Estado Limile FLA (Flambagem Local da Alma) 
2.1.1 • Momenlo Nominal FLA 
Sandro Inácio 
Engenheiro Civil 
CREA - RJ-150513/0 
2.2 • Estado Limite FLM (Flambagem Local da Mesa) 
).= 15.87 
WC= 1,65E-05 
Mcr = 8,99 KN.M 
2.2.1 • Momento Nominal FLM 
M na= 8,99 KN.M 
2.3 · Eslado Limile FLT (Flambagem Laleral com Torção) 
yo = 11,0277 m Bx (+) = 
h1 = 0.0246 m Bx (·) = 
h2 = 0.0277 m B1 = 
Aí = 0.0006 m2 92 = 
lf = 
Cb = 
0.000000525 m4 
2,05 
2.3.1 • Momenlo Nominal FL T 
Mcr(+)= 
Mcr(·) = 
0,0372 Compressão 
0,0736 Tração 
4,59E+04 
1.46E-03 
83,87 KN.m 
37,78 KN.m 
M na= 83,87 KN.M 
3.0 • Momenlo Máximo Admitido por Nonna ( Mmax < 1,25 W fy ) 
M max = 
4.0 · Quadro Resumo 
Momento Nominal FLA 
Momenlo Nominal FLM 
Momento Nominal FL T 
Momento Máximo 
5, 16 KN.M 
KN.M 
8,99 KN.M 
83,87 KN.M 
5,16 KN.M 
M cale -Momento Resistente a flexao (0,90 x (minimo FLA, FLM e FL T)): 4,64 KN.M 
Conclusão: Perfil Adequado 
5.0. Verificação do Efeito Combinado 
1a Verificação Perfil Adequado 
Parâmetros: 
Nd = 79,60 KN 
N cale = 274,50 KN 
Md = 1,80 KN.M 
M cale = 4,64 KN.M 
2a Verificação Perfil Adequado 
Parâmetros: 
Nd = 79,60 KN 
N cale = 274,50 KN 
Md = 1,80 KN.M 
M cale = 4,64 KN.M 
Fator ÀX barra= 0,44 Atenção para o Eixo de Verificação lltl X ou Y 
Nex = 1.566,96 KN 
Cmx = 0,85 Cmx = 0,85 Estrutura Oestocáset 
Cmx = 1,00 Estrutura lndeslocá"'I 
CISALHAMENTO 
6.0 · Esbeltez da Alma 
À= (b I t) = 
ÃP = 
).r = 
15,87 
71,47 
92,64 
Parâmetros: 
k = 5,34 
Vpl = 94,50 Análise Elástica 
a = 2.00 Distãncia entre enrijecedores transversais 
a/h = 22,88 
6.1 · Resistência Nominal (Vn) 
Vn = 94,5 KN 
6.2 · Resistência de ~lculo (V cale) 
V cale = 85,05 KN 
Conclusão: Perfil Adequado 
Rua Major Afonso Leal, N. 58 - Casa Amarela - CEP.: 52.070-160 - Recife - PE. 
Telefax.: ( 81) 3265-6815 / 9673-9021 - E-Mail: sandro_inacio@hotmail.com 
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Rel_l19_2010_Ponte_Pref. São Lourenço da Mata San dr o Inácio 
Engenheiro Civil 
CREA - RJ-150513/D 
Perfil U, Barra 45, Combo 1 
Carregamentos 
Fletor M1= 
Fletor M2= 
Cortante= 
kn.m M1 · Menor momento 
kn.m M2 - Maior momento 
kn 
M1 / M2 = #DIV/0! 
(M 1 / M2 ) > O Quando os momentos pro-ocarern a curvatura rei.ersa da barra. 
(M1 / M2 ) < O Quando os momentos prosocarern a curvatura simples da barra, 
Normal= 47.10 kn 
Comprimento: 1. 75 m 
Situação: Perfil Adequado 
Tração 
FLEXÃO 
1.0 • Câlculo de Nn 
1.1 • Verificação de Esbeltez da Alma 
(bit)= 16,75 
)Jim = 42,09 
Conclusão: Seção não esbelta 
1.1.1 • Altura Efetiva da Alma (hef) 
h ef = 9,29E-02 
1.1.2 -Area Efetiva da Coluna 
Aef= 5,57E-04 
Fator Os: 1.00 Mesa 
Fator Qa: 1,23 Alma 
Fator O: 1_,23 
1.2 · Verificação de Esbeltez do Flange / Mesa 
(bf / 2 X tf); 5,00 
)Jim = 15,75 
Conclusão: Seção não esbelta 
1.3 · Escolha das Curvas de Flambagem (Tabela 3) 
Cun.a Fatora 
Eixo X: a 0,158 
Eixo Y: b 0,281 
1.4 · Câlculo da Esbeltez (Flanbagem X e Y) • Anexo H 
Base Topo 
X Rot. LilKe Rot. LilKe 
y Rot. LilKe Rot. Live 
K 
1,00 
1,00 
Cuidado com a orientação dos Eixos 
). x = 58,33 Conclusão: Seção nao esbelta 
, y = 134,62 Conclusão. Seção nao esbelta 
1.5 · Parâmetros de esbeltez para barras comprimidas: 
Fator ).x barra. 
Fator l. y barra: 
0,72 
1,66 
1.6 • Coeficientes para cáículo da resistência â nambagem: 
Eixo de Flambagem 
Eixo X: 
Eixo Y: 
Curva 
a 
b 
1.7 · Resistência Nominal (Nn) 
Fatora 
0,158 
0,281 
Nn = 40,85 KN 
1.8 • Resistência de Cálculo (N cale) 
N cale= 36,77 KN 
CJ
1.9- Resistência Nominal (Nn) • Tração 
T 
Nn = 113,25 KN 
1.10. Resistência de Cálculo (N cale)· Tração 
N cale= 101,93 KN 
Fator~ 
1,57 
0,77 
Fatorp 
0,839 
0,294 .._ _, 
Avisos 
Eixo de Flambagem 1 
Conclusão: Perfil Não Adequado 
/ 
Conclusão: Perfil Adequado 
Rua Major Afonso Leal, N. 58 - Casa Amarela - CEP.: 52.070-160 - Recife - PE. 
Telefax.: ( 81) 3265-6815 / 9673-9021 - E-Mail: sandro_inacio@hotmail.com 
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Engenheiro Civil 
CREA - RJ-150513/D 
• 
Perfil U, Barra 358, Combo 1 
Carregamentos 
Fletor M1= 
Fletor M2= 
Cortante= 
Normal= 
Comprimento: 
20,80 
2,10 
kn.m M1 . Menor momento 
kn.m M2 - Maior momento 
kn 
M1 / M2 = #DIV/0! 
(M1 / M2 ) > O Quando os momentos provocarem a curvatura reversa da barra. 
(M1 / M2) < O Quando os momentos provocarem a curvatura simples da barra. 
kn 
m 
Compressão 
Situação: Perfil Adequado 
FLEXÃO 
1.0 - Cálculo de Nn 
1.1 - Verificação de Esbeltez da Alma· 
(b / t) = 16,75 
)Jim = 42,09 
Conclusão: Seção não esbelta 
1.1.1 - Altura Efetiva da Alma (hef) 
h ef = 9,29E-02 
1.1.2 - Area Efetiva da Coluna J 
Aef = 5,57E-04 
n 
Fator Qs: 
Fator Qa: 
Fator Q: 
1,00 Mesa 
1,23 Alma 
1,23 
1.2 - Verificação de Esbeltez do Flange / Mesa ' 
(bl/ 2 X tf): 5,00 
)Jim = 15,75 
Conclusão: Seção não esbelta 
1.3 - Escolha das Curvas de Flambagem (Tabela 3) 
Curva Fator a 
Eixo X: a 0,158 
Eixo Y: b 0,281 
1.4 - Cálculo da Esbeltez (Flanbagem X e Y) - Anexo H 
Base Topo 
X Rol. LilKe Rol. Li1Ke 
Y Rot. Li,...e Rot. LilKe 
K 
.1,00 
1,00 
Cuidado com a orientação dos Eixos 
). x = 70,00 Conclusão: Seção nao esbelta 
).y = 161,54 Conclusão: Seção não esbelta 
1.5 - Parâmetros de esbeltez para barras comprimidas: 
Fator ).x barra: 
Fator )..y barra: 
0,86 
1,99 
1.6 - Coeficientes para cálculo da resistência á flambagem: 
Eixo de Flambagem 
Eixo X: 
EixoY: 
Curva 
a 
b 
Fatora 
0,158 
0,281 
1.7 - Resistência Nominal (Nn) 
Nn = 29,80 KN 
1.8 - Resistência de Cálculo (N cale) 
N cale= 26,82 KN 
[]
1.9- Resistência Nominal (Nn)-Tração 
T 
Nn = 113,25 KN 
1.10 - Resistência de Cálculo (N calc)-Tração 
N cale= 101,93 KN 
Fator~ 
1,26 
0,70 
Fator p 
0,765 
0,214 '-------- 
Avisos 
Eixo de Flambagem 1 
Conclusão: Perfil Adequado 
Conclusão: Perfil Adequado 
Rua Major Afonso Leal, N. 58 - Casa Amarela - CEP.: 52.070-160 - Recife - PE. 
Telefax.: ( 81) 3265-6815 / 9673-9021 - E-Mail: sandro_inacio@hotmail.com 
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Rel_l19_20IO_Ponte_Pref. São Lourenço da Mata Sandro Inácio 
Engenheiro Civil 
CREA - RJ-150513/D 
Perfil U, Barra 111 , Comba 1 
Carregamentos 
Fleto, M1= 
F}eto, M2= 
Cortante= 
kn.m M1 • Menor momento 
kn.m M2 - Maior momento 
kn 
Normal = 27,00 kn Compressão 
Cornprirnento: 2,66 m 
Situação: Perfil Não Adequado 
M1 / M2 = IIDIV/01 
(M 1 / M2 ) > O Quando os momentos prosocarem a cursatura reversa da barra. 
(M 1 / M2 ) < O Quando os momentos prococarem a curvaíura simples da barra. 
FLEXÃO 
1.0 - Câlculo de Nn 
1. • - Verificação de Esbeltez da Alma 
(b/ t) = 
,Jim = 
Conclusão: Seção não esbelta 
1 .1. 1 - Altura Efetiva da Alma (hef) 
h ef= 
1.1.2-Area Efetiva da Coluna 
Aef= 
16,75 
42,09 
9,29E-02 
5,57E-04 
Fato, Os: 
Fator Qa: 
Fator Q. 
1.00 Mesa 
1,23 Alma 
1,23 
1.2 - Verificação de Esbeltez do Flange / Mesa 
(bf/ 2 X tf) = 
)Jim= 
Conclusão: Seção não esbelta 
5,00 
15,75 
1.3 - Escolha das Corvas de-Flambagem (Tabela 3) 
Cul'\0 Falara 
Eixo X: a O, 158 
Eixo Y: b 0,281 
1.4 - Cálculo da Esbeltez (Ftanbagem Xe Y)- Anexo H 
Base Topo 
X Rol. Livre Rol. LilKe 
y Rol. Livre Rol. Livre 
1.5 - Parãmetros de esbeltez para barras co,nprimidas: 
Fator ).x barra: 
Fator À y barra: 
1,09 
2,52 
1.6 - Coeficientes para cálculo da resistência â flambagem: 
Eixo de Flambagem 
Eixo X: 
EixoY. 
CuM 
a 
b 
Fator" 
0,158 
0,281 
1.7 - Resistência Nominal (Nn) 
,Nn = 19,39 KN 
1.8 - Resistência de Cálculo (N cale) 
N cale= 17,45 KN 
D
1.9- Resistência Nominal (Nn) -Tração 
T 
Nn = 113,25 KN 
1.10 - Resistência de Câlculo (N cale) -Tração 
N cale = 101,93 KN 
K 
1,00 
1,00 
Fator~ 
0,99 
0,63 
Cuidado com a orientação dos Eixos 
)..x = 88,67 Conclusão. Seção nao esbelta 
À y = 204,62 Conclusão Seção Esbelta 
Fator p Avisos 
0.613 Eixo de Ftambagem 1 
0,139 '---------' 
Conclusão: Perfil Não Adequado 
Conclusão: Perfil Adequado 
/ 
Rua Major Afonso Leal, N. 58 - Casa Amarela - CEP.: 52.070-160 - Recife - PE. 
Telefax.: ( 81) 3265-6815 / 9673-9021 - E-Mail: sandro_inacio@hotmail.com 
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Rel_l19_2010_Ponte_Pref. SãÓ Lourenço da Mata Sandro Inácio 
Engenheiro Civil 
CREA - RJ-150513/D 
Perfil U, Barra 254, Combo 1 
Carregamentos 
Fletor M1= 
Fletor M2= 
Cortante= 
Normal= 
Comprimento: 
Situação: Perfil Adequado 
kn.m M1 - Menorrmomenlo 
kn.m M2 - Maior momento 
25:1cJ 
kn 
kn Tração 
2.66 m 
M1 / M2 = #OIV/0! 
(M 1 / M2 ) > O Quando os momentos provocarem a cuoaíura reversa da barra. 
(M 1 / M2 ) < O Quando os momentos prosocarern a curvatura simples da barra. 
FLEXÃO 
1.0 • Cálculo de Nn 
1.1 · Verificação de Esbeltez da Alma 
(b / t) = 16,75 
)Jim = 42,09 
Conclusão: Seção não esbelta 
1.1.1 • Altura Efetiva da Alma (hei) 
h ef = 9,29E-02 
1.1.2 . Área Efetiva da Coluna 
Aeí = 5,57E-04 
/ 
Fator Qs: 
Fator Qa: 
Fator O: 
1,00 Mesa 
1,23 Alma 
1,23 
I 
1.2 • Verificação de Esbeltez do Flange / Mesa 
(bf / 2 X tf) = 5,00 
)Jim= 15,75 
Conclusão: Seção não esbelta 
1.3 · Escolha das Curvas de Flambagem (Tabela 3) 
CuM Fatora 
Eixo X: a o. 158 
Eixo Y: b 0,281 
1.4 • Cálculo da Esbeltez (Flanbagem X e Y) - Anexo H 
Base Topo 
X Rot. LilKe Rot. Li1Ke 
Y Rot. Li1Ke Rot. LilKe 
1.5 • Parâmetros de esbeltez para barras comprimidas: 
Fator l. x barra: 
Fator l. y barra: 
1,09 
2,52 
1.6 - Coeficientes para cálculo da resistência á nambagem: 
K 
1,00 
1.00 
Cuidado com a orientação dos Eixos 
l. x = 88,67 Conclusão: Secão nao esbelta 
l. y = 204.62 Conclusão: Secão Esbelta 
Eixo de Flambagem 
Eixo X: 
Eixo Y: 
Curva 
a 
b 
Fatora 
0,158 
0,281 
1.7 - Resistência Nominal (Nn) 
Nn = 19,39 KN 
1.8 - Resistência de Cãlculo (N cale) 
N cale= 17,45 KN 
[]
1.9· Resistência Nominal (Nn) • Tração 
T 
Nn = 113,25 KN 
1.10 - Resistência de Cãlculo (N cale) -Tração 
N cale = 101.93 KN 
Fator~ 
0,99 
0.63 
Fator p 
0,613 
º· 139 '--------~ 
Avisos 
Eixo de Ftambagem ! 
Conclusão: Perfil Não Adequado 
Conclusão: Perfil Adequado 
Rua Major Afonso Leal, N. 58 - Casa Amarela - CEP.: 52.070~160 - Recife - PE. 
Telefax.: ( 81 ) 3265-6815 / 9673-9021 - E-Mail: sandro_inacio@hotmail.com 
Página l 59 
/ 
Rel_l19_2010_Ponte_Pref. São Lourenço da Mata Sandro Inácio 
Engenheiro Civil 
CREA - RJ-150513/D 
Perfil U, Barra 44, Combo 2 
Carregamentos 
Fletor M1= 
Fletor M2= 
Cortante= 
Normal= 
Comprimento. 
33,10 
1,75 
kn.m M1 - Menor momento 
kn.m M2 - Maior momento 
kn 
M1 1 M2 =' #DIV/0! 
(M1 1 M2 ) > O Quando os momentos prosocarem a curvatura reversa da barra. 
(M 1 1 M2 ) < O Quando os momentos provocarem a curvatura simples da barra. 
kn Tração 
m 
Situação: Perfil Adequado 
FLEXÃO 
1.0 - Cálculo de Nn 
1.1 - Verificação de Esbeltez da Alma 
(bit)= 16,75 
,Jim = 42,09 
Conclusão: Seção rião esbelta 
1.1.1 - Altura Efetiva da Alma (heO 
h ef = 9,29E-02 
1.1.2 - Área Efetiva da Coluna 
Aef = 5,57E-04 / 
Fator Os: 
Fator Qa: 
Fator O: 
1,00 Mesa 
1,23 Alma 
1,23 
( 1.2 - Verificação de Esbeltez do Flange / Mesa 
(bf/ 2 X 10 = 
,Jim= 
Conclusão: Seção não esbelta 
5,00 
15,75 
1.3 - Escolha das Curvas de Flambagem (Tabela 3) 
Cuí\0 Fatora 
Eixo X a O, 158 
Eixo Y. b 0,281 
1.4 - Cálculo da Esbeltez (Flanbagem X e Y) - Anexo H 
Base Topo 
X Rol. Li\fe Rol. Li\fe 
Y Rol. Li\fe Rol. Li\fe 
K 
1,00 
1,00 
Cuidado com a orientação dos Eixos 
). , = 58,33 Conclusão. Seção nao esbelta 
À y = 134,62 Conclusão: Seção nâo esbelta 
1.5 - Parâmetros de esbeltez para barras comprimidas. 
Fator l..x barra. 
Fator ),, y barra: 
0,72 
1,66 
1.6 - Coeficientes para cálculo da resistência á flambagem: 
Eixo de Flambagem 
Eixo X: 
Eixo Y: 
Curva 
a 
b 
Fatora 
0,158 
0,281 
1.7 - Resistência Nominal (Nn) 
Nn = 40,85 KN 
1.8 - Resistência de Cálculo (N cale) 
N cale= 36,77 KN 
[]
1.9- Resistência Nominal (Nn). Tração 
T 
Nn = 113,25 KN 
1.10 - Resistência de Cálculo (N cale) - Tração 
N cale= 101,93 KN 
Fator p 
1,57 
0,77 
Fator p 
0,839 
0,294 ~-------~ 
Avisos 
Eixo de Flambagem 1 
Conclusão: Perfil Adequado 
Conclusão: Perfil Adequado 
,/ 
Rua Major Afonso Leal, N. 58 - Casa Amarela - CEP.: 52.070-160 - Recife - PE. 
Telefax.: ( 81) 3265-6815 / 9673-9021 - E-Mail: sandro_inacio@hotmail..çom 
Página J 60 
Rel_119_2010_Ponte_Pref. São Lourenço da Mata Sandro Inácio 
Engenheiro Civil 
CREA - RJ-150513/D 
Perfil U, Barra 176, Combo 2 
Carregamentos 
Fletor M1= 
Fletor M2= 
kn.m 
kn.m 
Cortante = kn 
Normal= 36,40 kn 
Comprimento: 1,75 m 
Situação: Perfil Adequado 
M1 • Menor momento 
M2 - Maior momento 
M1 / M2 = #DIV/0! 
(M 1 / M2 ) > O Quando os momentos pro-ocarem a curvatura reversa da barra. 
(M 1 / M2 ) < O Quando os momentos provocarem a curvatura simples da barra 
Compressão 
FLEXÃO 
1.0 - Cálculo de Nn 
1.1 • Verificação de Esbeltez da Alma 
(b / t) = 16,75 
IJim = 42,09 
Conclusão: Seção não esbelta 
1.1.1 - Altura Efetiva'da Alma (he~ 
h ef = 9,29E-02 
1.1.2 - Área Efetiva da Coluna 
Aef= 5,57E-04 
Fator Qs: 
FatorQa: 
FatorQ: 
1,00 Mesa 
1,23 Alma 
1,23 
1.2 - Verificação de Esbeltez do Flange / Mesa 
(bf/ 2 X t~ = 5,00 
IJim = 15,75 
Conclusão: Seção não esbelta 
1.3 - Escolha das Curvas de Flambagem (Tabela 3) 
CuMI Fatoc a 
Eixo X: a \ 0,158 
Eixo Y: b 0,281 
1.4 - Cálculo da Esbeltez (Flanbagem X e Y) - Anexo H 
Base Topo 1 
X Rol. livre Rol. livre 
y Rol. livre Rot. livre 
K 
1.00 
1,00 
Cuidado com a orientação dos Eixos 
1,.x = 58,33 Conclusão: Seção não esbelta 
À y = 134,62 Conclusão: Seção não esbelta 
1.5 - Parâmetros de esbeltez para barras comprimidas: 
Fator 1,.x barra: 
Fator 1,.y barra: 
0,72 
1,66 
1.6 • Coeficientes para cálculo da resistência á flambagem: 
Eixo de Flambagem 
Eixo X: 
EixoY: 
CuMI 
a 
b 
Fatora 
0,158 
0,281 
1.7 - Resistência Nominal (Nn) 
Nn = 40,85 KN 
1.8 • Resistência de Cálculo (N cale) 
N cale= 36,77 KN 
D
1.9- Resistência Nominal (Nn) - Tração 
T 
Nn = 113,25 KN 
1.10 • Resistência de Cálculo (N calc)-Tração 
N cale= 101,93 KN 
Fator~ 
1,57 
0.77 
Falorp 
0,839 
0.294 '--------' 
Avisos 
Eixo de Flambagem ! 
Conclusão: Perfil Adequado 
Conclusão: Perfil Adequado 
Rua Major Afonso Leal, N. 58 - Casa Amarela - CEP.: 52.070-160 - Recife - PE. 
Telefax.: ( 81) 3265-6815 / 9673-9021 - E-Mail: sandro_inacio@hotmail.com 
Página l 61 
Rel_l 19_2010_Ponte_Pref. São Lourenço da Mata Sandro Inácio 
Engenheiro Civil 
CREA - RJ-150513/D 
Perfil U, Barra 230, Combo 2 
Carregamentos 
Fletor M1= 
Fletor M2= 
kn.m 
kn.m 
Cortante = kn 
Normal = 26,60 kn 
Comprimento: 2,66 m 
Situação: Perfil Não Adequado 
M1 - Menor momento 
M2 - Maior momento 
M1 / M2 = #DIV/0! 
(M 1 / M2 ) > O Quando os momentos prosocarem a curvatura reversa da barra. 
(M1 / M2 ) < O Quando os momentos provocarem a curvatura simples da barra 
Compressão 
FLEXÃO 
1.0 - Cãlculo de Nn 
1.1 - Verificação de Esbeltez da Alma 
(b / t) = 16,75 
)Jim = 42,09 
Conclusão: Seção não esbelta 
1.1.1 - Altura Efeti10 da Alma (hef) 
h er = 9,29E-02 
1.1.2 - Area Efeti10 da Coluna 
Aef= 5,57E-04 
Fator Qs: 1,00 Mesa 
Fator Qa: 1,23 Alma 
Fator O: 1,23 
.- 
1.2 - Verificação de Esbeltez do Flange / Mesa 
(bf/ 2 X tf} = 5,QO 
)Jim = 15,75 
Conclusão: Seção não esbelta 
1.3 - Escolha das Curvas de Flambagem (Tabela 3) 
Curva Fator o 
Eixo X: a O, 158 
Eixo Y: b 0,281 
1.4 - Cálculo da Esbellez (Flanbagem Xe Y)- Anexo H 
Base Topo 
X Rot. Lil.fe Rol. uve 
Y Rot. Li= Rot. li\Ke 
1.5 - Parâmetros de esbeltez para barras comprimidas: 
K 
1,00 
1,00 
Cuidado com a orientação dos Eixos 
).. x = 88,67 Conclusão: Seção não esbelta 
)..y = 204,62 Conclusão: Seção Esbelta 
Fator )..x barra: 
Fator ).. y barra: 
1,09 
2,52 
1.6 - Coeficientes para cálculo da resistência à nambagem: 
Eixo de Flambagem 
Eixo X: 
EixoY: 
Curva 
a 
b 
1. 7 - Resistência Nominal (Nn) 
Nn = 19,39 KN 
1.8 - Resistência de Cálculo (N cale) 
N cale= 
Fatora 
0,158 
0,281 
17,45 KN 
[]
1.9- Resistência Nominal (Nn) - Tração 
T 
Nn = 113,25 KN 
1.10 - Resistência de Cálculo (N cale)- Tração 
N cale= 101,93 KN 
Fator p 
0,99 
0,63 
Fatoc p 
0,613 
0,139 ~-------~ 
Avisos 
Eixo de Flambagem 1 
Conclusão: Perfil Não Adequado 
Conclusão: Perfil Adequado 
I 
Rua Major Afonso Leal, N 58 - Casa Amarela - OEP.: 52.070-160 - Recife - PE. 
Telefax.: ( 81) 3265-6815 / 9673-9021 - E-Mail: sandr.o_inacio@hotrnail.com 
Página l 62 
Rel_l19_2010_Ponte_Pref. São Lourenço da Mata Sandro Inácio 
E n g e n h e i r 01 C i vi 1 
CREA - RJ-150513/D 
Perfil U, Barra 361, Combo 3 
Carregamentos 
Flet(l(M1= 
Fiel"' M2= 
kn.m 
kn.m 
Cortante= kn 
Normal = 20,20 kn 
Comprimento. 1, 75 m 
Situação: Perfil Adequado 
M1 - Menor momento 
M2 - Maior momento 
M1 / M2 = #DIV/0! 
(M1 / M2) > O Quando os momentos provocarem a curvatura reversa da barra. 
(M1 / M2 ) < O Quando os momentos prosocarem a curvatura simples da barra 
Compressão 
FLEXÃO 
1.0 - Cálculo de Nn 
1.1 - Verificação de Esbeltez da Alma 
(b / t) = 16,75 
)Jim = 42,09 
Conclusão: Seção não esbelta 
1.1.1 - Altura Efetile da Alma (hei) 
h ef = 9,29E-02 
1.1.2 - Area Efetiva da Coluna 
Aef = 5,57E-04 
Fator Os. 1.00 Mesa 
Fator Qa: 1 ,23 Alma 
Fator Q: 1,23 
1.2 - Verificação de Esbeltez do Flange / Mesa 
(bf /2 X lf) = 5,00 
)Jim= 15.75 
Conclusão: Seção não esbelta 
1.3 - Escolha das Curvas de Flambagem (Tabela 3) 
' Curva Fator a 
Eixo X: a 0.158 
Eixo Y: b 0,281 
1.4 - Cálculo da Esbeltez (Flanbagem Xe Y) -Anexo H 
Base Topo 
X Rol. Li1Ke Rol. Li= 
Y Rol. t.iwe Rol. LilKe 
1.5 - Parâmetros de esbeltez para barras comprimidas: 
Fator ÀX barra: 
Fator ÀY barra: 
0,72 
1,66 
1.6 - Coeficientes para cálculo da resistência à nambagem: 
Eixo de Flambagem 
Eixo X: 
Eixo Y. 
Curva 
a 
b 
Fator a 
0,158 
0,281 
1. 7 - Resistência NO(Oinal (Nn) 
Nn = 40,85 KN 
1.8 - Resistência de Cálculo (N cale) 
K 
1,00 
1,00 
Fator p 
1,57 
0,77 
Cuidado com a orientação dos Eixos 
À x = 58,33 Conclusão: Seção não esbelta 
À y = 134,62 Conclusão. Seção nao esbelta 
Fator p Avisos 
0,839 Eixo de Ftambagem ! 
0,294 '---------' 
N cale= 36,77 KN Conclusão: Perfil Adequado 
0
1.9- Resisténcia Nominal (Nn) - Tração 
T 
Nn = 113,25 KN 
. 
1.10 - Resistência de Cálculo (N cale) -Tração 
N cale = 101,93 KN Conclusão: Perfil Adequado 
Rua Major Afonso Leal, N. 58 - Casa Amarela - CEP.: 52.070-160 - Recife - PE. 
Telefax.: ( 81) 3265-6815 / 9673-9021 - E-Mail: sandro_inacio@hotmail.com 
Página j 63 
••• .. 
Rel_l 19_2010_Ponte_Pref. São Lourenço da Mata Sandro Inácio 
Engenheiro Civil 
CREA - RJ-150513/D 
Perfil U, Barra 324, Comba 3 
Carregamentos 
Fletor M1= kn.m M1 - Menor momento 
Fletor M2= kn.m M2 - Maior momento 
Cortante = kn 
Normal = 19,20 kn Compressão 
Comprimento: 2,90 m 
Situação: Perfil Não Adequado 
M1 / M2 = #DIV/0! 
(M 1 / M2 ) > O Quando os momentos pro-ocarern a curvatura resersa da barra. 
(M1 / M2) < O Quando os momentos provocarem a curvatura simples da barra. 
FLEXÃO 
1.0 -Cálculo de Nn 
1.1 -Verificação de Esbeltez da Alma 
(bit)= 16,75 
)Jim = 42,09 
Conclusão: Seção não esbelta 
1.1.1 - Altura Efetiva da Alma (heQ 
h ef = 9,29E-02 
1.1.2 - Área Efetiva da Coluna 
Ael= 
Fator Qs: 
FatorQa: 
Fator O: 
5,57E-04 
1,00 Mesa 
1,23 Alma 
1,23 
1.2 - Verificação de Esbeltez do Fl~n9e / Mesa 
(bf/ 2 X tQ = 5,00 
)Jim = 15,75 
Conclusão: Seção não esbelta 
1.3 - Escolha das Curvas de Flambagem (Tabela 3) 
Curva Fator a 
Eixo X a 0,158 
Eixo Y: b 0,281 
1.4 - Cálculo da Esbeltez (Flanbagem X e Y) - Anexo H 
Base Topo 
X Rot. Liwe Rot. u ..• e 
y Rol. Li\re Rol. Li.,.e 
1.5 - Parâmetros de esbeltez para barras comprimidas: 
K 
1,00 
1,00 
Cuidado com a orientação dos Eixos 
). x = 96,67 Conclusão: Seçao não esbelta 
), y = 223,08 Conclusão: Seção Esbelta 
Fator ). x barra: 
Fator ). y barra: 
1,19 
2,75 
1.6 - Coeficientes para cálculo da resistência á flambagem: 
Eixo de Flambagem 
Eixo X 
Eixo Y: 
Curva 
a 
b 
Fatora 
0,158 
0,281 
1. 7 - Resistência Nominal (Nn} 
Nn = 16,51 KN 
1.8 - Resistência de Cálculo (N cale) 
N cale= 14,86 KN 
D
1.9- Resistência Nominal (Nn) - Tração 
T 
Nn = 113,25 KN 
1.10 - Resistência de Cálculo (N calc)-Tração 
N cale= 101,93 KN 
Fator~ 
0,92 
0,62 
Fator p Avisos 
0,547 Eixo de Flambagem ! 
0,119 ~------~ 
Conclusão: Perfil Não.Adequado 
Conclusão: Perfil Adequado 
,. 
Rua Major Afonso Leal, N. 58 ...'.. Casa Amarela - CEP.: 52.070-160 - Recife - PE. 
Telefax.: ( 81) 3265-6815 / 9673-9021 - E-Mail: sandro_inacio@hotmail.com 
Págína ] 64 

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