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RUMO AO DESENVOLVIMENTO
MENSAGEM Nº 013/2011.
São Lourenço da Mata/PE, 06 de junho de 2011.
Senhor Presidente,
Tenho a elevada honra de submeter à apreciação, discussão e aprovação
de V. Exa. e seus ilustres pares, nobres representantes do Povo de São
Lourenço da Mata, o anexo Projeto de Lei que autoriza o Poder Executivo a
realizar intervenções no sentido de proceder com o desmonte da estrutura
metálica, incluindo seus pórticos, constante da Ponte sobre o Rio Capibaribe,
Av. Oito de Maio, neste Município, além das respectivas e conseqüentes obras
reparadoras e de manutenção que se fizerem necessárias.
A intervenção se faz necessária e improrrogável, ante a conclusão técnica
retratada no Laudo de Engenharia requisitado pela Prefeitura Municipal,
somada à conclusão do Tribunal de Contas do Estádio de Pernambuco que,
através do ofício nº TCGC03 nº 0175/2011, fez encaminhar despacho do
Técnico de Inspeção de Obras Públicas, Eng. Civil Gustavo Walter Xavier, cuja
conclusão foi a seguinte, tudo conforme documentação em anexo:
- Por fim, com base no estudo apresentado e na vistoria
realizada esta equipe entende razoávei a possibilidade do
desmonte da estrutura metálica em função do alto custo de
trabalho de manutenção atual e futuro (a análise estimou o
orçamento de R$ 207. 707,00). Apreende-se que com o citado
recurso é passivei a implantação de novos guarda-copos, das
supracitadas barreiras de proteção e de novas e modernas
luminárias. Além do mais, tem o aspecto da segurança d,1
estruture, que sempre demandará atenção e recursos por parte
das administrações municipais vindouras".
Na certeza do seu apoio à presente proposição, apresento a Vossa
Excelência e demais pares, meus préstimos de consideração e respeito,
rogando sua tramitação em
~
CARÁTER DE URGÊNCIA.
v-;
Prefeito do Município de São Lourenço da Mata
Excelentíssimo Senhor
Vereador LEONARDO BARBOSA
DO. Presidente da Câmara de Vereadores de São Lou
NESTA
Praça Dr. Araújo Sobrinho· Centro - CEP 54.735-565
São Lourenço da Mata/PE - CNPJ 11.251.832/0001-05
www.slm.pe.gov.br - prefeitura@slm.pe.gov.br
Fone (81) 3525.2749 / 3525.9437
RUMO AO DESENVOLVIMENTO
PROJETO DE LEI Nº 013/2011
Autoriza o Poder Executivo a realizar
intervenções no sentido de proceder com o
desmonte da estrutura metálica, incluindo
seus pórticos, constante da Ponte sobre o
Rio Capibaribe, Av. Oito de Maio, neste
Município, além das respectivas e
conseqüentes obras reparadoras e de
manutenção que se fizerem necessárias e dá
outras providências.
Art. 1º - Fica o Poder Executivo autorizado a realizar intervenções no sentido
de proceder com o desmonte da estrutura metálica, incluindo seus pórticos,
constante da Ponte sobre o Rio Capibaribe, Av. Oito de Maio, neste Município
de São Lourenço da Mata, além das respectivas e conseqüentes obras
reparadoras e de manutenção que se fizerem necessárias.
Art. 2° - As despesas à execução da presente Lei correrão por conta de verbas
próprias constantes no orçamento vigente, suplementadas se necessário.
Art. 3º - Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação, revogadas as
disposições em contrário.
~
LABANCA
Prefeito do Município de São Lourenço da Mata
Praça Dr. Araújo Sobrinho - Centro - CEP 54.735-565
São Lourenço da Mata/PE - CNPJ 11.251.832/0001-05
www.slm.pe.gov.br - prefeitura@slm.pe.gov.br
Fone (81) 3525.2749 / 3525.9437
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ESTADO DE PERNAMBUCO
TRIBUNAL DE CONTAS
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OFÍCIO TCGC03
Nº 0175/2011
/
1.
Recife, 26 de abril de 2011.
,....._ REF.: PÓRTICOS METÁLICOS DA PONTE SOBRE O RIO
CAPIBARIBE- ANÁLISE ESTRUTURAL
Senhor Prefeito
(
De ordem do Exmo. Sr. Conselheiro relator, em resposta ao
contido no Oficio nº 036/201 lGP (cópia anexa), interposto junto a esta Corte de
Contas no dia 15/03/2011, formalizado sob o protocolo eletrônico de nº
18.938/2011, encaminho a V. Exa. Despacho exarado pela Inspetoria Regional
Metropolitana Norte dest~al, cuja cópia ora faço juntar.
e,
IgiaM~~~
As
Ex.mo. Sr.
ETTORE LABANCA
DD. Prefeito de São Lourenço da Mata
Praça Dr. Araújo Sobrinho, s/nº - Centro
54.735-565 - SÃOLOURENÇODAMATA - PE
1 i,,, 1 oque m,à mat r I cu 1 .> H, \ PUBLICO\ o.cTCI 0\ 2011\110'1CO175. OOC IJ)jl) e f / / /
ESTADO OE PERNAMBUCO
TRIBUNAL DE CONTAS
DEPARTÃMENTO DE CONTROLE MUNICIPAL
INSPETORIA REGIONAL METROPOLITÀNA SUL
DESPACHO
Ao Inspetor Regional,
Em atendimento ao despacho no verso do oficio nº 036/2011 GP da Prefeitura de São
Lourenço da Mata, ~E' -M.9~12011, tem-se o seguinte a informar sobre o conteúdo do
citado oficio o qual se refere à análise estrutural (em anexo) dos pórticos metálicos atualmente
existentes na ponte sobre o Rio Capibaribe, Av. Oito de Maio, localizada no Município de
São Lourenço da Mata. Segundo o oficio supracitado, a citada análise concluiu pela
"precariedade da estrutura" metálica, recomendando "sua imediata retirada". Por fim, solicita
que o Tribunal de Contas do Estado possa atestar a ocorrência do relatado, por meio de
inspeção técnica a fim de orientar e assegurar a relação das intervenções que se façam
necessárias.
Do pórtico metálico instalado sobre a ponte
a) O citado pórtico (foto 01, abaixo) foi executado em meados de 2000 (-10 anos
atrás), não existindo neste período nenhuma manutenção;
b) A empresa responsável pela sua execução foi a Pistelle Engenharia, sediada em
Sã~Paulo;
c) O objetivo de sua instalação foi primordialmente estético e para promover uma
iluminação diferenciada.
Da análise estrutural do pórtico metálico
a) A análise estrutural foi de responsabilidade do Engenheiro Civil, Sandro Inácío
Carneiro da Cruz, CREA RJ 150.5131D. Sua elaboração foi em fevereiro de 2011;
b) O objetivo do trabalho foi relatar a inspeção técnica na estrutura do pórtico
metálico montado sobre a ponte de passagem sobre o Rio Capibaribe, além de
serem apresentadas recomendações de melhoramento das condições de segurança
na ponte aos pedestres;
c) O trabalho foi dividido em três etapas: 1 - inspeção técnica da estrutura (pág. 6-11
da análise); 2- análise estrutural dos pórticos metálicos (pág. 12-23) e 3-
observações e recomendações de melhorias. e adequações (ptg. 23-29);
d) O estudo atesta que a condição atual da estrutura metálica configura uma situação
de .. risco aos transeuntes e veículos que ali transitam;
e) Por fim, oferta duas ações que podem ser tomadas pela Administração Municipal:
Primeira - o reforço estrutural dos pórticos, a troca do guarda-corpo, a instalação
de barreira de concreto entre a calçada e as faixas de rolamento para proteção aos
pedestres; e a Segunda - o desmonte da estrutura dos pórticos, a troca do guardacorpo, a instalação de barreira de concreto entre a calçada e as faixas de
rolamentos e a instalação de nova iluminação na ponte através de postes
convencionais. Para a recuperação dos pórticos e adequações de segurança é
apresentado um orçamento índice no valor estimado de R$ 207.707,00.
INSPETORIA REGIONAL METROPOLITANA SUL
Rua da Aurora, nº 885, Boa Vista- Recife - PE
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., ESTADO DE PERNAMBUCO
TRIBUNAL DE CONTAS
DEPARTAMENTO DE CONTROLE MUNICIPAL
ll\lSPETORIA REGIONAL METROPOUT ANA SUL
Da vistoria realizada por esta equipe
a) Na vistoria realizada in loco constatou-se que de fato as questões tratadas no laudo
da análise estrutural procedem em relação à necessidade urgente de manutenção
nos pórticos e nos guarda-corpos, e da implantação de uma estrutura de concreto
(mureta) separando a calçada da faixa de rolamento. Ver.documentário fotográfico
abaixo;
b) Na vistoria verificou-se pontos específicos (que comungam com o laudo em
questão) que devem ser ressaltados:
b. l) guarda-corpos necessitando urgentemente de manutenção (fotos 02 e 03);
b.2) ausência de estrutura de proteção (mureta) entre a faixa de rolamento e a
calçada, com o intuito de proteger os pedestres e evitar queda dos veículos da
ponte em caso de acidentes (fotos 04 e 05);
b.3)· base das estruturas metálicas (pórticos) sem proteção contra colisões de
veículos (fotos 04 e 05);
b.4) base do pórtico danificada devido a colisão de veículo (foto 05);
b.5) estrutura do pórtico desalinhada por conta dos esforços e amarrações
existentes (fotos 06 e 07);
b.6) parafusos de fixação dos pórticos incompletos e provavelmente
subdimensionados, conforme exposto na pág. 8 da análise (fotos 08 e 09);
b.7) pórticos apoiados sobre lajes em balanço da ponte, promovendo esforços
provavelmente não previstos no estrutura de concreto (fotos 10 e l 1 );
Do documentário fotográfico
Foto Ol - Vista dos Pórticos.
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ESTADO DE PERNAMBUCO
TRIBUNAL DE CONTAS
DEPARTAMENTO DE CONTROLE MlJNICIPAL
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Foto 03 - Guarda-corpo danificado.
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ESTADO DE PERNAMBUCO
TRIBUNAL DE CONTAS
DEPARTAMEllfTO DE CONTROLE MUN'fCJPAL
INSPETORIA REGIONAL METROPOLITANA SUL
Foto 04 - Base do pórtico danificada devido a colisão de veiculo.
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Foto 05 - Estrutura do pórtico desalinhada por conta dos esforços e amarrações
existentes (detalhe da parte danificada por colisão de veículo).
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Rua da Aurora, nº 885, Boa Vista- Recife - PE
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ESTADO DE PERNAMBUCO
TRIBUNAL DE CONTAS
DEPARTAMENTO DE CONTROLE MUNTCÓ>AL
INSPETORIA REGIONAL METROPOLITANA SUL
Foto 06 - Estrutura do pórtico desalinhada por conta dos esforços e amarrações
existentes.
Foto 07 - Estrutura do pórtico desalinhada por conta dos esforços e amarrações
existentes.
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ESTADO DE PERNAMBUCO
TRIBUNAL DE CONTAS
DEPARTAMEN'TO DE CONTROLE MUNICIPAL
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Foto OS-Parafusos de fixação dos pórticos na laje da ponte.
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Rua da Aurora, nº 885, Boa Vista - Recife - PE
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ESTADO DE PERNAMBUCO
TRIBUNAL DE CONTAS
DEPARTAMENTO DE CONTROLE Ml.JNTCIPAL
INSPETORJA REGIONAL METROPOLITANA SUL
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'Foto 11 - Pórticos apoiados sobre lajes em balanço da ponte, promovendo esforços
provavelmente não previstos no estrutura de concreto.
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TRIBUNAL DE CONTAS
DEPARTAMENTO OE CONTROLE MUNICIPAL
INSPETORJA REGIONAL METROPOLITANA SUL
Da conclusão
Em face do exposto pode-se concluir que:
- É elogiável a atitude do prefeito tanto em contratar um estudo técnico para respaldar uma
tomada de posicionamento em relação a manutenção ou retirada das estruturas metálicas
sobre a ponte da Av. Oito de Maio, quanto em solicitar uma inspeção técnica do TCE-PE afim
de orientar e assegurar as intervenções que se façam necessárias.
- No entanto, em relação ao conteúdo do oficio nº 036/2011 GP, expedido pelo prefeito do
município com base no oficio nº 040/2011 do Secretário de Infraestrutura, tem-se a afirmar de
que a análise estrutural contratada não concluiu pela "imediata retirada" dos pórticos
metálicos em função da "precariedade da estrutura".
- Na realidade, o estudo pôde concluir (ver pág. 28-29) pela a possibilidade de duas ações: (l)
pela manutenção através do reforço estrutural dos pórticos ou (2) pelo desmonte da estrutura
metálica existente e a instalação de' nova iluminação na ponte através de postes
convencionais.
- Em ambas as possibilidades o estudo ressalta a necessidade da troca dos guarda-corpos e da
instalação de barreiras de proteção aos pedestres (muretas).
- Por fim, com base no estudo apresentado e na vistoria realizada esta equipe entende razoável
a possibilidade do desmonte da estrutura metálica em função do alto custo do trabalho de
manutenção atual e futuro (a análise estimou o orçamento. de R.$ 207.707,00). Apreende-se
que com o citado recurso é possível a implantação de novos guarda-corpos, das supracitadas
barreiras de proteção e de novas e modernas luminárias. Além do mais, tem o aspecto da
segurança da estrutura, que sempre demandará atenção e recursos por parte das
administrações municipais vindouras.
INSPETORIA REGIONAL METROPOLITANA SUL
Rua da Aurora, nº 885, Boa Vista- Recife - PE
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_ P>t4~k .
tSAO LOURENÇO
1.&.L 5 L-
· 'PETCE·
OIPR.
São Lourenço da Mata. 1·4 de março de 2011
Oficio nº 036/2011 GP
Emérito Conselheiro,
r
/
Considerando que Vossa Excelência foi designado como Relator do
Processo relativo à Prestação de Contas desta edilidade em relação ao corrente ano.
venho por meio do presente, a fim de resguardar direitos e prevenir responsabilidades.
em observância à transparência que deve nortear a administração pública, encaminhar a
análise estrutural solicitada e encaminhada pela Secretaria de Infraestrutura Municipal.
ern relação aos "pórticos metálicos" da Ponte sobre o Rio Caprbaribe, Av. Oito de Maio,
!ocalizada neste Município de São Lourenço da Mata/PE a qual concluiu peia existência
,ie ·'precariedade da estrutura", recomendando "sua imediata retirada". como consta do
oficio nº 040/2011 -Secretaria de Infraestrutura, para que esse competente Tribunal de
Contas possa atestar a ocorrência do relatado. por meio de inspeção técnica. a fim de
or.entar e assegurar a relação das intervenções que se façam necessarias na n.a,or
orevídade possível.
Sendo o que se apresenta para o momento, reitero 'protestos de elevada
estima e distinta consideração. (__A::~
;T;~E LABANCA
Prefeito
TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO
DOCUMENTO NÃO CONFERIDO NO
RECEBIME~HO J. J[_.,1_Q_~_l.).J__
~-
~s~iriat.Ura tio Recebedor
Exmo. Sr.
Dr. Severino Otávio Rapôso Monteiro
M.D. Conselheiro do Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco
Neste
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Praça Dr. Araújo Sobrinho - Centro - CEP 54. 735-565
São Lourenço da Mata/PE - CNPJ 11.251.832/0001-05
www.slm.pe.gov.br - prefeitura@slm.pe.gov.br
Fone (81) 3525.2749 / 3525.9437
1,
ANÁLISE ESTRUTURAL
Infra-estrutura Urbana
Prefeitura Municipal de São Lourenço da Mata - PE
Secretaria de Obras
/
1 18/02/2011 Análise de cargas móveis 18/02/2011 SC/WJ 18/02/2011 WJ 18/02/2011 se
o 02/02/2011 Emissão inicial 02/02/2011 SC/WJ 02/02/2011 WJ 02/02/2011 se
REV. DATA DESCRIÇÃO DA REVISÃO DATA ELAl3. DATA VEl~I DATA APIWVAÇÃO F
,
DATA DATA DATA Nº- RT - 119/2010
02/02/2011 02/02/2011 02/02/2011 PREFEITURA MUNICIPAL DE SÃO REV.
ELAl3. VERlF. APROV.
Sandro Cruv LOURENÇO DA MATA 1
Wlllamv Jarmy Willamv Janrry Sandro Cruz
Rel_l19_2010_Ponte_Pref. São Lourenço da Mata Sandro Inácio
Engenheiro Civil
CREA - RJ-150513/D
ÍNDICE
1 - OBJETO E ESCOPO DO SERVIÇ0 3
2- NORMAS E MANUAIS APLICÁVEIS -:: 3
3- DOCUMENTOS DE REFERÊNCIAS 3
4 - LOCALIZAÇÃO E CARACTERIZAÇÃO DOS OBJETOS ANALISADOS 3
5- METODOLOGIA DE TRABALHO, CRITÉRIOS E MATERIAIS ADOTADOS s
5.1 - METODOLOGIA DE TRABALH0 5
5.2 - CRITÉRIOS UTIÍJZADOS 5
5.2.1 - Materiais considerados na análise , 6
6- INSPEÇÃO ESTRUTURAL : 6
6.1 - REGISTROS GERAIS DA PONTE 6
6.2 - PÓRTICOS MET ÁLICOS : 8
7 - ANÁLISE ESTRUTURAL 12
7.1 - GENERALIDADES 12
7.2- MODELO MATEMÁTIC0 , 12
7.3- ESFORÇOS E ANÁLISE DOS PERFIS 14
7.3. 1 - Carregamentos 14
7.3.2- Combinações dos carregamentos 18
8 - CONCLUSÕES E RECOMENDAÇÕES .!.. ~ .. ::· 23
8.1 - INSPEÇÃO ESTRUTURAL 23
8.2 - ANÁLISE ESTRUTURAL 28
8.3 - ORÇAMENTO ÍNDICE 29
9 - BIBLIOGRAFIA :············30
ANEXO 1 - VIADUTO E DEFENSAS 31
Rua Major Afonso Leal, N. 58 - Casa Amarela - CEP.: 52.070-160 - Recife - PE.
Telefax.:. ( 81) 3265-6815 / 9673-9021 - E-Mail: sandro_inacio@hotmail.com
Página\ 2
Rel_l 19_2010_Ponte_Pref. São Lourenço da Mata
Sandro Inácio
Engenheiro Civi\
CREA - RJ-H05nlO
Recife, 02 de fevereiro de 2011.
"\ - Objeto e Escopo do Serviço
Este relatório tem como objetivo relatar a inspeção técnica na estrutura do pórtico metá\ico
montado sobre a ponte de passagem sobre o Rio Capibaribe, Av. Oito de Maio, São
Lourenço da Mata, Pernambuco. Além, serão apresentadas recomendações de
melhoramento das condições de segurança na ponte aos pedestres.
2 - Normas e Manuais Aplicáveis
NBR 6118 / 2004 - Projeto de Estruturas de Concreto; '
NBR 6120 / 1980 - Cargas para o Cálculo de Estruturas de Edificações;
NBR 6123 / 1988 - Forças devidas ao Vento;
NBR 7187 / 2003 - Projeto de pontes de concreto armado e de concreto pretendido -
Procedimento;
NBR 7188 / 1984 - Carga móvel em ponte rodoviária e passarela de pedestre -
Procedimento;
NBR 8681 / 2003 - Ações e segurança nas estruturas - Procedimento
NBR 8800 / 1986 -- Projeto e execução de estruturas em aço;
Manual de projeto de obras-de-arte especiais - Rio de Janeiro, 1996. IPR.
DNER-PRO 176/1994 - Projeto e execução de barreiras de segurança\ DNIT.
3 - Documentos de Referências ;
O escopo dos serviços seguem pelas seguintes vertentes: caracterização dos equipamentos
de segurança da via aos pedestres e a análise de estabilidade dos pórtico metálicos
instalados sobre a ponte. Tais análises foram pautadas nas inspeções e vistorias realizadas
na ponte em questão. Ao longo do desenvolvimento do trabalho não foram apresentados
por parte do contratante os projetos da ponte de concreto armado e dos pórticos metálicos.
4 - Localização e caracterização dos objetos analisados
A ponte de passagem sobre o Rio Capibaribe, Av. Oito de Maio, São Lourenço da Mata
trata-se de um equipamento urbano de grande importância a população do municípic
servindo de ligação entre os bairros Parque Capibaribe e o Centro comercial da cidade. J
Figura 1 ilustra a localização da mesma, através de uma imagem aérea do local.
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TeJefax.: ( 81) 3265-6815 / 9673-9021 - E-Mail: sandro_inacio@hotmaiJ.com Página/'
Rel_l 19_20IO_Ponte_Pref. São Lourenço da Mata Sandro Inácio
Engenheiro Civil
CREA - RJ-150513/0
Fi'gura 1 - Localização da Ponte Oito de Maio (Fonte: Google®)
A Figura 2 mostra em detalhe a ponte Oito de Maio, que serve de passagem de veículos
que vêem do bairro Parque Capibaribe e da BR-408 ao Bairro do Centro de São Lourenço
da Mata.
Figura 2 - Vista lateral da ponte (Fonte: Google®)
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Rel_ll9_20IO'_Ponte_Pref. São Lourenço da Mata Sandro Inácio
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A Figura 3 a vista lateral da ponte onde se observa os pórticos metálicos nela instalados.
)
/'
Figura 3 - Vista lateral da ponte (Fonte: Google by Angelo Branco)
5 - Metodologia de Trabalho, Critérios e Materiais Adotados
5.1 - Metodologia de Trabalho
O trabalho foi divido em três etapas, sendo: 1- inspeção técnica da estrutura; 2- análise
estrutural dos pórticos métálicos e 3- observações e recomendações de melhorias e
adequações.
A primeira etapa contempla a inspeção técnica da estrutura metálica instalada sobre a
ponte, esta estruturada em cantoneiras de 4"x4"x1 /4" em aço ASTM A-36, sendo analisado
os aspectos estruturais, através de inspeção visual e registros fotográficos, bem como
levantados todos os dados das estruturas, e também a identificação dos equipamentos de
segurança da via. A segunda etapa contempla a verificação estrutural dos pórticos
metálicos, conforme os critérios normativos atuais. Por fim, a terceira etapa contempla as
recomendações, observações e adequações necessárias as estruturas e de melhoramentos
das condições de segurança na ponte aos pedestres.
5.2 1 Critérios Utilizados
Na segunda etapa do trabalho serão utilizados os critérios de cálculo preconizados pelas
versões atuais das normas ABNT e manuais, ora apresentados no item 2 deste relatório.
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Telefax.: ( 81) 3265-6815 / 9673-9021 - E-Mail: sandro_inacio@hotmail.com
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Re1_119_2010_Ponte_Pref. São Lourenço da Mata Sandro Inácio
Engenheiro Civil
CREA - RJ-150513/D
Dentro das análises realizadas foram consideradas as seguintes ações: peso próprio da
estrutura, sobrecarga de utilização e ação do vento sobre os perfis e cabos de iluminação.
5.2.1 - Materiais considerados na análise
,~·
O projeto original dos pórticos e do sistema de iluminação não foi apresentado pelo
contratante, sendo assim, a fim de dar continuidade aos serviços foram consideradas as
seguintes características dos materiais empregados nos pórticos e na ponte de concreto
armado:
• , Peso específico do concreto: 2,5 tf/m3;
• Peso específico do aço: 7,7 tf/m3;
• Tipo de Aço das cantoneiras L4"x4"x1/4"): ASTM A36 (MR 250);
• Tipo de Aço dos perfis dobrados à frio (U75mmx40mmx3,04mm): SAE 101 O;
• Tipo de Aço dos parafusos: ASTM A325;
• Coeficiente de majoração de ações permanentes: 1,4;
• Coeficiente de majoração de ações variáveis: 1,5;
• Módulo de elasticidade do aço: E= 205,000 Mpa;
• Coeficiente de Poisson: v = 0,3.
6 - Inspeção Estrutural
Este item tem como objetivo relatar através de registros fotográficos as condições gerais da
ponte, como também da estrutura metálica que compõe os pórticos instalados sobre ela.
6.1 - Registros Gerais da Ponte
Em meados de 2000 foram implantados, sobre os passeios dos pedestres da ponte de
passagem sobre o Rio Capibaribe, em São Lourenço da Mata, Pernambuco, dois pórticos
metálicos, executados com barras treliçadas de seções L e U, soldadas linearmente ou em
pontos de convergência (nós). Estes pórticos servem para fixação de cabos tirantes de
suspensão que por sua vez ancoram pendurais, que conferem o efeito estético de uma
ponte pênsil à ponte de tabuleiro celular.
Apesar de parecer uma ponte pênsil (suspensa), às estruturas vistas nas fotos abaixo não
foram construídas com essa finalidade. Apenas servem de suporte para iluminação da
ponte. A Figura 4 apresenta a visão dos pórticos e dos cabos que simulam a aparência de
uma ponte pênsil.
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Rel_l l 9_2010_Ponte_Pref. São Lourenço da Mata Sandro Inácio
Engenheiro Civil
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Figura 4 - Vista geral da ponte e dos pórticos metálicos
Na inspeção do tabuleiro da ponte se constatou diversos problemas que podem
comprometer a segurança dos transeuntes que ali trafegam, bem como a de veículos.
Os guarda-corpos estão bastante deteriorados por corrosão, havendo partes onde o estado
de degradação foi tanto que a peça se fragmentou. A Figura 5 mostra a condição atual dos
guarda-corpos.
Figura 5 - Guarda-corpo lateral da ponte
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I
Conforme pode ser visto na Figura 6, a seguir, não existe barreira entre a pista de rolamento
sobre o tabuleiro da ponte e os passeios dos pedestres nas laterais da mesma. Essa
condição pode levar a atropelamentos ou quedas de veículos no rio, uma vez que o guarda
corpo não oferece condições de absorver impactos de automóveis.
Figura 6 - Passeio de pedestres sem proteção de barreiras de segurança
6.2 - Pórticos Metálicos
Foram efetuadas também inspeções nas torres metálicas construídas sobre a ponte.
Pôde-se constatar que um dos quatro pilares que forma uma das torres foi danificado e sua
base foi parcialmente arrancada da fixação com a passarela de pedestre devido a colisão
de veículo.
A Figura 7 ilustra a condição da coluna que foi gravemente danificada pela colisão, além do
detalhe da chapa de conexão da estrutura metálica e o concreto do viaduto.
Nota-se que a estrutura metálica é fixada no concreto da ponte através de chumbadores
(parabolts) com o diâmetro de 5/16". Estes oferecem somente a garantia de apoio, não
sendo suficientes para promover a estabilidade global da estrutura, quando da ausência dos
cabos de aço que a contraventa.
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\
a) . · b)
Figura 7 - Base de um dos pórticos, a) Vista do pilar danificado e dos transeuntes; b)
Detalhe
A estrutura externamente se encontra contraventada frontalmente ( estaiamento) através de
cabos de aço que são mostrados a posterior. A Figura 6 oferece uma vista geral dos cabos
de aço que servem de contraventamento externo. Internamente a estrutura metálica que
compõe as colunas do pórtico é contraventada por perfis de chapas dobradas a frio (box
60mmx40mmx4mm, em aço não estrutural, SAE 101 O), de forma alternada, ou seja, em um
nível em uma direção e no próximo em outro. Na altura de fixação dos cabos de aço tal
contraventamento interno deveria ser aplicado nas duas direções, assim, compondo um "X",
de forma que quando os esforços provenientes da ação do vento carregassem a estruturai a
mesma não sofresse por efeito de distorção.
Estando as estruturas estaiadas por cabos de aço ancorados ao tabuleiro da ponte, as
movimentações devido a forças exercidas pelo vendo estão deformando os montantes o
que pode causar a ruptura de barras nas suas ligações. Pelo exposto, as barras verticais
que formam os montantes principais das torres apresentam sutil desalinho.
A Figura 8 apresenta as conexões dos cabos de aço com os perfis cantoneiras, estes
encobertos por carenagens, que anteriormente serviam de acabamento de lonas de efeito
estético.
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I
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Figura 8 - Locais de fixação dos cabos de aço com a estrutura do pórtico
I
A Figura 9 ilustra a condição de oxidação que se encontra da manilha de amarração do
cabo com a corrente que se fixa no tabuleiro a ponte. Tal condição não é favorável a
segurança, pois pode ocorrer a ruptura dos pontos de ligação.
Figura 9 - Manilha de amarração do cabo de aço que compõe o estaiamento da estrutura
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Mesmo sem acesso ao projeto de iluminação e da memória de calculo das estruturas qe
suspensão da iluminação a Figura 1 O ilustra a falta de um perfil que auxilia na estrutura de
fixação do tirante de fibra de carbono.
Figura 1 O - Falta do perfil de estabilização do tirante de fibra de carbono (iluminação)
Em alguns pontos do passeio se encontram pequenos blocos qe concreto, onde eram
instalados os postes de iluminação da ponte, onde hoje sem função. Sendo assim, servem
de interferência a passagem dos pedestres no passeio. A Figura 11 ilustra a condição
descrita.
Figura 11 - Antigos blocos de fixação dos postes de iluminação
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7 - Análise Estrutural
7 .1 - Generalidades
Os elementos estruturais serão verificados com a aplicação dos carregamentos
permanentes (peso próprio e carenagens metálicas) e carregamentos variáveis (sobrecarga
acidental e vento). Desta forma, a estrutura dos pórticos será representada por um modelo
matemático, de forma a se obter os esforç<?s nas estruturas.
As ações permanentes e variáveis serão simuladas em 03 (três) casos de combinação de
carregamentos, conforme será descrito no item 7.3. A ação do vento em torres metálicas é
calculada considerando o coeficiente de arrasto nos perfis que as formam. A torre é dividida
em 5 (cinco) módulos, onde são obtidas a velocidade característica (que depende da altura),
o coeficiente de arrasto e as forças, estas então são aplicadas aos nós do trecho
considerado no modelo matemático.
r'""\ O carregamento permanente será gerado diretamente pelo programa SAP2000®. Além,
sobre a estrutura será considerada uma sobrecarga acidental, correspondente a
manutenção da estrutura, convencionalmente a NBR 6120 não oferece referência sobre o
valor considerado, no entanto foi admitido um valor de 0,05 tf/m2 (50kgf/m2).
7 .2 - Modelo Matemático
A Figura 12 mostra a vista frontal do modelo matemático em 20 que foi utilizado na
simulação matemática no SAP 2000.
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Figura 12 - Vista 20 do modelo matemático simulado no SAP2000®
A Figura 13 mostra o modelo matemático em 30 que foi utilizado na simulação matemática
no SAP 2000.
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Figura 13 - Vista 30 do modelo matemático simulado no SAP2000®
7.3 - Esforços e análise dos perfis
A estrutura do pó~ico foi simulada considerando que as barras longitudinais compostas de
cantoneiras L4"x4"x1/4", são elementos contínuos, assim serão verificados para a
capacidade resistente a flexão, a cortante e para cargas axiais de tração e compressão.
Porém, as barras que servem de contraventamento, estas formadas por perfis
U75mmx40mmx3,04mm e os box 60mmx40mmx4mr:n, que são de aço não estrutural SAE
101 O, serão consideradas rotulados nas extremidades.
7.3.1 - Carregamentos
LOAD 1 - carregamento permanente gerado direto pelo programa;
LOAD 2 - carregamento acidental, sobrecarga:
Considerado 0,05 tf/m2 aplicado como carga pontual nos nós das barras de
contraventamento, em níveis alternados e sobre as duas estruturas treliçadas que fazem o
fechamento do pórtico. Este carregamento é concomitante com a ação do vento, pois
considera-se que no início das rajadas do vento de projeto poderá haver manutenção da
estrutura, tendo-se um delay até o descarregamento (saída dos funcionários).
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Nos patamares:
A= 1,75 x 1,75 = 3,06 m2;
P = (3,06 x 0,05) / 4 nós = 0,04 tf
Treliças de ligação entre as torres:
A= 11,90x1 ,75 = 20,83 m2;
P = (20,83 x 0,05) / 14 nós = 0,074 tf.
LOAD 3 - carregamento acidental, vento:
Os pórticos ou torres metálicas formam reticulados planos, compostos de perfis de larguras
diferentes. A análise realizada neste relatório considera três casos de carregamento,
identificados como CASE 1, CASE li e J;ASE Ili. O CASE I simula o carregamento de vento
que incide perpendicularmente ao maior plano definido pelo pórtico (Oº). O CASE li simula o
1
.,,.......,__ carregamento de vento que incide a 45° (graus) com relação ao maior plano definido pelo
pórtico. O CASE Ili simula o carregamento de vento que incide a Oº(graus) com o 'menor
plano definido pelo pórtico, este caso simula a aplicação do carregamento do vento que vem
pela calha do Rio Capibaribe.
A Figura 14 mostra a notação utilizada nos casos de carregamentos estudados neste
relatório. A face onde o vento incide é chamada barlavento, a face que sofre sucção ou
arrasto pela passagem o vento é chamada sotavento.
Direção do vento
Figura 14 - a) direções dos ventos simulados; b) indicação da face de barlavento e
sotavento
A Tabela 1 mostra os carregamentos obtidos quando tomados todos os parâmetros para
cálculo do coeficiente de arrasto, e, ângulo de incidência. A estrutura foi dividida em 5
(cinco) módulos, onde são obtidas a velocidade característica (que depende da altura), o
coeficiente de arrasto e as forças, estas então são aplicadas aos nós do trecho considerado
no modelo matemático.
Tabela 1 - Carregamentos obtidos
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E: 1,75m E/ H: 1,00 Coeficientes Componentes nas Faces (tf)
H: 1,75m Face 1 Face li Face Ili Face IV Face 1 Face li Face Ili Face IV
Vento 1
Módulo Htopo(m) Fi Neta 45° n t n t n t n t n t n t n t n t
Fa (tf)
1 11,78 0,28 0,73 3,87 0,20 0,20 0,20 0,20 0,15 0,15 0,15 0,15 0,77 0,77 0,77 0,77 0,58 0,58 0,58 0,58
2 13,78 0,23 0,80 2,02 0,20 0,20 0,20 0,20 0,15 0,15 0,15 0,15 0,40 0,40 0,40 0,40 0,30 0,30 0,30 0,30
3 17,78 0,23 0,80 1,22 0,20 0,20 0,20 0,20 0,15 0,15 0,15 0,15 0,24 0,24 0,24 0,24 0,18 0,18 0,18 0,18
4 19,78 0,23 0,80 2,11 0,20 0,20 0,20 0,20 0,15 0,15 0,15 0,15 0,42 0,42 0,42 0,42 0,32 0,32 0,32 0,32
5 21,78 0,23 0,80 0,62 0,20 0,20 0,20 0,20 0,15 0,15 0,15 0,15 0,12 0,12 0,12 0,12 0,09 0,09 0,09 0,09
n - componente perpendicular à face
t - componente paralela à face
Load 5 - Case Ili
IXJ 11 1 IXJ
Figura 17 - Orientação do vento no CASE Ili
arrec amen
L(m) Vento
Módulo
H topo Ae Ac
<I>
Vo Vk q
oº (m) u Tubo (m2) (m2) Sl S2 S3 lm/s) (m/s) (tf/m2) Ca
L4"x4"
75x40mm <l>190mm Fa (tí)
1 11,78 28,28 16,00 11,06 5,97 20,62 0,29 1,00 1,101 1,10 35,00 42,39 0,11 2,56 1,68
2 13,78 7,07 4,00 0,94 3,50 0,27 1,00 1,113 1,10 35,00 42,85 0,11 2,62 0,28
3 17,78 14,14 8,00 1,88 7,00 0,27 1,00 1,131 1,10 35,00 43,54 0,12 2,62 0,57
4 19,78 7,07 4,00 0,94 3,50 0,27 1,00 1,139 1,10 35,00 43,85 0,12 2,62 0,29
5 21,78 5,32 5,75 0,99 3,50 0,28 1,00 1,145 1,10 35,00 44,08 0,12 2,60 0,31
Tabela 4- C t btid CASE Ili
OBS. 1: A torres apresenta 3 tipos principais de perfis, a fim de simplificar a verificação os coeficientes de arrasto não serão diferenciados por tipo de perfil, a considerar
que as diferenças de área são levadas em conta no somatório isolado das áreas efetivas;
E: 8,40m E/ H: 4,80 Coeficientes Componentes nas Faces (tf)
H: 1,75m Face 1 Face li Face Ili Face IV Face 1 Face li Face Ili Face IV
Módulo
H topo
<I> T1 Vento 0°
n t n t n t n t n t n t n t n t
(m) Fa (tf)
1 11,78 0,29 0,91 1,68 0,52 0,00 0,00 0,00 0,48 0,00
º·ºº 0,00 0,88 0,00 0,00 0,00 0,80 0,00 0,00 0,00
2 13,78 0,27 0,93 0,28 0,52 0,00 0,00 0,00 0,48 0,00 0,00
º·ºº 0,14 0,00 0,00 0,00 0,13 0,00 0,00 0,00
3 17,78 0,27 0,93 0,57 0,52 0,00 0,00 0,00 0,48 o,od 0,00 0,00 0,30 0,00 0,00 0,00 0,28 0,00 0,00 0,00
4 19,78 0,27 0,93 0,29 0,52 0,00 0,00
º·ºº 0,48 0,00 0,00 0,00 0,15 0,00 0,00 0,00 0,14 0,00 0,00 0,00
5 21,78 0,28 0,92 0,31 0,52 0,00 0,00 0,00 0,48 0,00 0,00
º·ºº 0,16 0,00 0,00 0,00 0,15 0,00 0,00 0,00
Tabela 5- C t btid CASE Ili - B t
n - componente perpendicular à face
t - componente paralela à face
Tabela 6 - Carregamentos obtidos no CASE Ili - Sotavento
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L(m)
Módulo
H topo Ae Ac Vo Vk q Vento 0° Vento 45°
(m) u Tubo (m2) (m2)
q, 51 S2 53
(m/s) (m/s) (tf/m2)
Ca
L4
11
x4" Fa (tf) Fa (tf)
75x40mm cjl190mm
1 11,78 62,32 32,00 18,62 11,66 41,23 0,28 1,00 1,10 1,10 35,00 42,39 0,11 2,60 3,34 3,87
• 2 13,78 39,84 24,80 5,52 23,80 0,23 1,00 1,11 1,10 35,00 42,85 0,11 2,80 1,74 2,02
3 17,78 21,28 16,00 3,23 14,00 0,23 1,00 1,13 1,10 35,00 43,54 0,12 2,80 1,05 1,22
4 19,78 39,84 24,80 5,52 23,80 0,23 1,00 1,14 1,10 35,00 , 43,85 0,12 2,80 1,82 2,11
5 21,78 10,64 8,00 1,61 7,00 0,23 1,00 1,15 1,10 35,00 44,08 0,12 2,80 0,54 0,62
OBS. 1: A torres apresenta 3 tipos principais de perfis, a fim de simplificar a verificação os coeficientes de arrasto não serão diferenciados por
tipo de perfil, a considerar que as diferenças de área são levadas em conta no somatório isolado das áreas efetivas;
Load 3 - Case 1
C><J 1 1 1 1~
\\
oº
\
Figura 15 - Orientação do vento no CASE 1
Tabela 2- C t btid
1
CASEI
E: 1,75m E/ H: 1,00 Coeficientes Componentes nas Faces (tf)
H: 1,75m Face 1 Face li Face Ili Face IV Face 1 Face li Face Ili Face IV
Módulo H topo(m) Fi Neta
Vento oº
n t n t n t n t n t n t n t n t
Fa (tf)
1 11,78 0,28 0,73 3,34 0,58 0,00 0,00 0,00 0,42 0,00 0,00 0,00 1,93 0,00 0,00 0,00 1,41 0,00 0,00 0,00
2 13,78 0,23 0,80 1,74 0,56 0,00 0,00 0,00 0,44 0,00 0,00 0,00 0,97 0,00 0,00 0,00 0,77 0,00 0,00 0,00
3 17,78 0,23 0,80 1,05 0,56 0,00 0,00 0,00 0,44 0,00 0,00 0,00 0,58 0,00 0,00 0,00 0,47 0,00 0,00 0,00
4 19,78 0,23 0,80 1,82 0,56 0,00 0,00 0,00 0,44 0,00 0,00 0,00 1,01 0,00 0,00 0,00 0,81 0,00 0,00 0,00
5 21,78 0,23 0,80 0,54 0,56 0,00 0,00 0,00 0,44 0,00 0,00 0,00 0,30 0,00 0,00 0,00 0,24 0,00 0,00 0,00
n - componente perpendicular à face
t - componente paralela à face
Load 4 - Case li
1~ 1 1 1 C><J
4#5º
W
45
Figura 16 - Orientação do vento no CASE 11
Tabela 3 - Carregamentos obtidos no CASE li
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E: 8,40m E/-H: 4,80 Componentes nas Faces (tf)
H: 1,75m Face 1 Face li Face Ili Face IV
Módulo
H topo
<1>
Vento 0° T1 n t n t n t n t
(m) Fa (tf)
1 11,78 0,29 0,91 1,68 0,80 0,00 0,00 0,00 0,73 0,00 0,00 0,00
2 13,78 0,27 0,93 0,28 0,13 0,00 0,00 0,00 0,12 0,00 0,00 0,00
3 17,78 0,27 0,93 0,57 0,28 0,00 0,00 0,00 0,26 0,00 0,00 0,00
4 19,78 0,27 0,93 0,29 0,14 0,00 0,00 0,00 0,13 0,00 0,00 0,00
5 21,78 0,28 0,92 0,31 0,15 0,00 0,00 0,00 0,13 0,00 0,00 0,00
n - componente perpendicular à face
t - componente paralela à face
I
,~ 7.3.2 - Combinações dos carregamentos
Coeficientes de majoração ou ponderação:
Carregamento permanente - yg = 1,30;
Carregamento variável principal (vento) - yq1 = 1,40;
Carregamento variável (sobrecarga acidental) - yq1 = 1,50;
Coeficiente de ponderação para cargas variáveis não principais: 'Po = 0,50.
COMBO 1: Peso próprio, sobrecarga acidental e vento Case 1
COMBO 1 = 1,30xLOAD 1 + 1,50x0,50xLOAD 2 + 1,40xLOAD 3
COMBO 2: Peso próprio, sobrecarga acidental e vento Case li
COMBO 2 = 1,30xLOAD 1 + 1,50x0,50xLOAD 2 + 1,40xLOAD 4
COMBO 3: Peso próprio, sobrecarga acidental e vento Case Ili
COMBO 3 = 1,30xLOAD 1 + 1,50x0,50xLOAD 2 + 1,40xLOAD 5
i) Análise das Reações de Apoio
As torres são fixadas na estrutura de concreto da ponte através de uma chapa de apoio,
com espessura de 10mm, com a utilização de chumbadores, tipo parabolt, com diâmetro de
8mm (5/16"). A seguir são ilustradas as características dos materiais utilizados nas
verificações e os valores normativos limites, para a verificação ao cortante, a tração e a
ação conjunto destes esforços.
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•
Diâmetro do chumbador (m):
Resistência a tração (tf/m2):
Alfa:
Área efetiva de pressão de contato (m2):
Área bruta do conector (m2):
Quantidade de parafusos 5/16" por base:
Resistência de Cálculo - Cisalhamento
Pressão
Corte
6,83
2,26
tf
tf
Resistência de Cálculo - Tração
Rk= tos tl
0,008
72500,0 ASTM A325
2,5
0,00008 Chapa 10mm
0,00005027
8,00 unid
Tabela 7 e seguintes apresentam as análises dos conectores de fixação das torres na
estrutura de concreto.
Combo 1 Análise
Nó Local Fx (tf) Fy (tf) Fz (tf)* Vd (tf) Tração Cortante Efeito Combinado
4 Torre 1 -0,000414 -0,67 5,93 0,67 Não aplicável! OK! OK!
8 Torre 1 -0,006250 -0,71 4,95 0,71 Não aplicável! OK! OK!
1 Torre 1 -0,036200 -0,66 4,31 0,66 Não aplicável! OK! OK!
s Torre 1 -0,041300 -0,70 3,94 0,70 Não aplicável! OK! OK!
52 Torre 2 -0,002100 -0,69 5,54 0,69 Não aplicável! OK! OK!
56 Torre 2 -0,008100 -0,65 5,27 0,65 Não aplicável! OK! OK!
49 Torre 2 0,050300 0,69 3,69 0,69 Não aplicável! OK ! OK!
53 Torre 2 0,043900 -0,64 4,82 0,64 Não aplicável! OK! OK!
Tabela 7 - Análise de conectores, COMBO 1
* - Positivo: Compressão na chapa de apoio/ Negativo: Tração na chapa de apoio
Comba 2 Análise
Nó Local Fx (tf) Fy (tf) Fz (tf)* Vd (tf) Tração Cortante Efeito Combinado
4 Torre 1 -1,600000 -0,41 -10,98 1,65 OK! OK! OK!
8 Torre 1 -1,630000 -0,'l6 16,68 1,69 Não aplicável! OK ! OK!
1 Torre 1 -1,680000 -0,41 -10,75 1,73 OK! OK! OK!
5 Torre 1 -1,660000 -0,46 17,22 1,72 Não aplicável! OK! OK!
52 Torre 2 -1,630000 -0,51 -8,60 1,71 OK! OK! OK!
56 Torre 2 -1,650000 -0,48 19,20 1,72 Não aplicável! OK! OK!
49 Torre 2 -1,610000 -0,50 -9,80 1,69 OK! OK! OK!
53 Torre 2 :1,600000 -0,47 19,22 1,67 Não aplicável! OK! OK!
Tabela 8 - Análise de conectores, COMBO 2
* - Positivo: Compressão na chapa de apoio/ Negativo: Tração na chapa de apoio
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1,1
Combo3 Análise
Nó Local Fx (tf) Fy (tf) Fz (tf)* Vd (tf) Tração Cortante Efeito Combinado
4 Torre 1 -1,030000 0,03 -7,78 1,03 OK! OK! OK!
8 Torre 1 -1,050000 0,01 11,17 1,05 Não aplicável! OK! OK!
1 Torre 1 -1,070000 0,03 -7,53 1,07 OK! OK! OK!
5 Torre 1 -1,060000 0,01 11,74 1,06 Não aplicável! OK! OK !
52 Torre 2 -1,050000 -0,Qj -5,78 1,05 OK! OK! OK!
56 Torre 2 -1,060000 -0,03 12,84 1,06 Não aplicável! OK ! OK!
49 Torre 2 -1,060000 0,02 -6,50 1,06 OK! OK! QKI
53 Torre 2 -1,050000 -0,02 12,56 1,05 Não aplicável! OK! . OK !
Tabela 9 - Análise de conectores. COMBO 3
Positivo: Compressão na ch'apa de apoio/ Negativo: Tração na chapa de apoio
ii) Verificação do Estaiamento
A seguir são ilustradas as características dos materiais utilizados nas verificações e os
valores normativos limites, conforme preconizado pela nora NBR 6327 para a verificação da
carga de ruptura mínima de um cabo
Diâmetro do cabo:
Resistência a tração:
Fator de carga:
Carga de Ruptura mínima:
16 mm
1600 N/mm2
0,359
14,705 tf
A Tabela 10 apresenta o rol de cargas nos estais que contraventam às torres, separadas
por combinação de carregamentos considerados.
Tabela 10 - e ar Jas axiais nos esta
Frame Local Combo 1 Cornbo 2 Comba 3
272 Torre 1 Sotavento 0,05 0,05 0,05
302 Torre 1 Sotavento 0,03 0,03 0,03
-
303 Torre 1 Barlavento 8,14 5,75 0,18
271 Torre 1 Barlavento 3,33 1,75 0,02
365 Torre 2 Sotavento 0,05 0,05 0,05
304 Torre 2 Sotavento 0,03 0,03 0,03
301 Torre 2 Barlavento 8,34 5,46 0,00
269 Torre 2 Barlavento 3,23 1,82 0,11
. d do pórtico
Nota-se que os esforços axiais nos cabos são inferiores que a carga mínima estabelecida
por norma. Porém, a carga de trabalho de um cabo de uso geral aplicado nas condições do
caso em estudo, não deve, via de regra, exceder a 1/5 da carga de ruptura mínima efetiva
do mesmo, definindo um fator de segurança igual a 5. O fator ou índice de segurança é a
relação entre a carga de ruptura mínima efetiva do cabo e a carga aplicada. Ou seja, a
carga limite nos cabos deve ser igual a 2,94 tf, assim nota-se que para alguns casos de
carregamentos os cabos estão carregados acima do limite usual.
iii) Deformações
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Conforme a tabela 26, Anexo C da NBR 8800, para estruturas diversas submetidas ao vento
e todos os demais efeitos: (1/400) da altura. Temos:
Altura da torre: 21,98 m
l
Limite de deformação: 0,055 m
A Tabela 11 ilustra as deformações horizontais ocorridas nos elementos do topo das torres,
somente para a ação do vento, para os três casos apresentados
Tabela 11 - Def '
Load Nó
Deformações (m)
Eixo X Eixo Y Õ resultante
3 46 0,002 0,065 0,065
4 93 0,590 0,040 0,591
' 5 93 0,400 0,008 0,400
h t .
/
Para cada caso de incidência do vento na estrutura foram tomados os valores das
deformações horizontais resultantes, assim nota-se que as deformações ocorridas são
superiores ao limite normativo. Desta forma, recomenda-se a aplicação de um reforço na
estrutura de contraventamento externo, ou seja aumento do número de cabos de aço.
A análise normativa da estrutura é feita para o estagio limite último da estrutura, no entanto
o valor limite apresentando refere-se ao, estagio limite de utilização da estrutura, ou seja o
limite admitido para utilização da estrutura.
iv) Verificação dos perfis
A Tabela 11 mostra os perfis que sofrem os maiores esforços nas combinações
consideradas.
Tabela 11 - Verificação dos perfis
TUBO
Barra Comprimento (m) Axial (tf) Ml(tf.m) M2(tf.m) Q (tf) Análise
3 2,37 -5,93 0,00 -1,58 0,67 Perfi I adequado
COMBOl 9 1,41 -6,43 -0,12 0,47 0,42 Perfil adequado
137 2,37 -5,54 0,00 -1,64 0,69 Perfil adequado
4 2,37 -17,22 0,00 -3,94 1,66 Perfil não adequado
3 2,37 11,21 0,00 -3,97 1,68 Perfil adequado
COMBO 2 24 1,41 -11,87 -0,32 1,88 1,56 Perfi I adequado
138 2,37 -19,22 0,00 -3,79 1,60 Perfil não adequado
158 1,41 -14,19 -0,31 1,80 1,60 Perfil adequado
COMB03 138 2,37 -12,76 o.oo -2,49 1,05 Perfil adequado
158 1.41 -8,27 -0,20 1,22 1,01 Perfil adequado
Cantoneira 4"x4"> L
Barra Comprimento (m) Axial (tf) Ml(tf.m) M2(tf.m) Q (tf) Análise
ICOMBO 1 25 2,00 -6,83 -0,01 0,02 0,02 Perfil adequado
lcOMB02 156 2,00 -10,39 -0,31 0,09 0,03 Perfil não adequado
ICOMB03 155 2,00 -7,96 -0,18 0,04 0,11 Perfil adequado
Barra Comprimento (m) Axial (tf) Análise
45 1,75 4,71 Perfil adequado
COMBO 1 358 2,10 -2,08 Perfil adequado
111 2,66 -2,70 Perfil não adequado
254 2,66 2,55 Perfil adequado
44 1,75 3,31 Perfil adequado
COMB02 176 1,75 -3,64 Perfil adequado
230 2,66 -2,66 Perfil não adequado
COMB03 361 1,75 -2,02 Perfil adequado
324 2,90 -1,92 Perfil adequado
U75x40mm
iv) Verificação da seção
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Os pórticos foram locados sobre a laje em balanço da seção do viaduto, sendo assim faz
necessário verificar se os esforços últimos produzidos pela estrutura dos pórticos superam
os esforços fletores correntes. Para isto, admitiu-se que o trem-tipo utilizado no
dimensionamento da ponte é o TB-30, com um carregamento de 5,0 tf por roda.
Tomando uma seção que passa por um dos eixos do trem-tipo, temos condições de
estabelecer um modelo simplificado que representa o tabuleiro da ponte. A seguir são
ilustrados os dados considerados na veirifcação.
Dados:
Vão - L = 6,50m;
Coeficiente de impacto - cp = 1,4 - 0,007L = 1,4 - 0,007 x 6,50 = 1,355
TB-30 => Pk (carga/roda)= 5,0 tf
Coeficiente de majoração variável, carga móvel - yq = 1,50;
.'\ Pd = Pk x cp x yq = 5,0 x 1,355 x 1,50 = 1 O, 16 tf
A estrutura do pórtico possu] uma largura de 1,75 metros, assim a verificação da seção não
será realizada considerando a largura da seção 1,0 metros, a fim de facilitar a aplicação das
cargas obtidas nos casos de carregamentos e verificações realizadas no pórtico.
q1 (multidão dos veículos)= 0,500 tf/m2 x 1,75m x 1,355 = 1,186 tf/m;
q2 (multidão dos pedestres)= 0,300 tf/m2 x 1,75m = 0,525 tf/m;
Modelo sem o pórtico
<O
0.525 tf/m 0.525 tf/m 1.186 tf/m ::! \
111111111111111111111111111 • i 1.186 tf/m 0.52:i tf/m 0.525 tf/m
111111111111111111111111111
Passeio Passeio
Esforços Máximos
Mbalanço (-) =
Mvão (+) =
1,91 tf.m
22,26 tf.m
I
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Modelo com o pórtico
A Tabela 12, apresentada a seguir ilustra as reações de apoio obtidas nas combinações de
carregamentos verificadas. Nota-se que as combinações 1 e 2 deverão ser verificadas pois
representam os casos mais críticos. Os valores positivos indicam o efeito de compressão
nas bases (pés da estrutura). ·
Combo l(tf) Combo 2(tf} Comba 3 (tf)
Torre 1 5,93 4,95 -10,98 16,681 -7,78 11,17
4,31 3,94 -10,75 17,22 -7,53 11,74
Total: 10,24 8,89 -21,73 33,901 -15,31 22,91
Torre 2 5,54 5,27 -0,6 · 19,2 -5,78 12,84
3,69 4,82 -9,83 19,12 -6,5 12,76
Total: 9,23 10,09 -10,43 38,32 -12,28 25,6
Tabela 2- R d . d
Esforços Máximos - Combo 1
Mbalanço (-) = 35,78 tf.m
Mvão (+) = 11,05 tf.m
Esforços Máximos - Combo 2
Mbalanço (-) = 98/08 tf.m
Mvão (+) = 33,03 tf.m
/
Os resultados mostram que a estrutura não foi dimensionada para suportar o carregamento
último aplicado pelos pórticos.
~ 8 - Conclusões e Recomendações
8.1 - Inspeção Estrutural
Os pórticos inicialmente eram revestidos por lonas de efeito estético, estas fixadas em
carenagens de chapa dobrada a frio de espessura 1 /16", estas são fixadas por arrebites de
alumínio na armação das antigas lonas. A Figura 18 mostra a condição destas carenagens.
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Figura 18 - Carenagens nos pórticos metálicos
Estas carenagens se encontram fixadas de forma precária, estando colocando em risco os
transeuntes que passam pela ponte. Sendo assim, recomenda-se a retirada das mesmas.
Em alguns pontos do passeio se encontram pequenos blocos de concreto, onde eram
instalados os postes de iluminação da ponte, onde hoje não possuem função. Sendo assim,
servem de interferência a passagem dos pedestres no passeio. A Figura 18 ilustra a
condição descrita. A fim de evitar riscos de acidentes e liberar a passagem dos pedestres
recomenda-se a demolição destes blocos.
Os guarda-corpos estão bastante deteriorados por corrosão, havendo partes onde o estado
de degradação foi tanto que a peça se fragmentou, a Figura 5 mostra a condição atual dos
guarda-corpos. Considerando que a recuperação do atual quarda-corpo com diferentes
materiais, e assim, formar uma pilha galvânica e instigar o processo de corrosão,
recomenda-se a troca dos guarda-corpos, em ambos os lados da ponte. A fim de se ter
maior durabilidade, recomenda-se a utilização de perfis tubulares em aço galvanizado,
sendo os montantes com diâmetro de 150mm e os batentes de 75mm. A Figura 18 mostra a
sugestão de um módulo de guarda-corpo, com as dimensões e especificações dos
materiais.
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Figura 18 - Módulo de guarda-corpo
A caixa de rolamento não possui barreiras de delimitação, a Figura 7 mostra a fragilidade da
segurança aos pedestres quando da colisão do veículo em um dos pilares do pórtico. Assim,
1 recomenda-se a instalação de barreiras de concreto, no limite do passeio, sendo as
barreiras moldadas de concreto armado e fixada em uma "cabeleira" de armação de barras
de <j>10mm, a cada 15,0 cm, sendo 20,0cm fixada na laje com adesivo epóxi e 50,0cm para
ancoragem no concreto moldado in loco.
A seguir nas Figuras 19, 20 e 21 são mostradas a seção do viaduto e os detalhes das
barreiras recomendadas a serem instaladas sobre a ponte.
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Figura 19 - Seção típica da ponte com a indicação das defensas
Figura 20 - Detalhe 01, pintura da defensa.
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O 6.3 e 15.•QOlliclos
fixo 16 mm proonchloo
comePàx!
Figura 21 - Detalhe 02, pintura da defensa.
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8.2 - Análise Estrutural I
As análises realizadas nos conectores de apoio mostraram que -o mesmo satisfaz as
condições normativas para as ações dos esforços considerados neste relatório. Cabe
ressaltar que as especificações dos chumbadores foram adotadas, haja vista que não se
tem o projeto de estrutura do pórtico. Além, o diâmetro destes chumbadores, 8mm, é menor
que o mínimo estabelecido pela norma, 12,5mm.
A carga limite nos cabos deve ser igual a 2,94 tf, assim nota-se que para alguns casos de
carregamentos os cabos estão carregados acima do limite usual. Desta forma, recomendase o reforços de todos os cabos.
As deformações horizontais resultantes somente da ação do vento são superiores ao limite
de utilização, cabendo a aplicação de um reforço na estrutura de contraventamento externo,
cabos de aço.
As verificações realizadas nos perfis mais solicitados demonstraram a necessidade do
reforço da estrutura. De um modo geral os perfis tubulares que compõe a base da torres
necessitam de contraventamento (travamento) lateral, que poderá ser realizado com
aplicação de perfis U 4"x4"x10,8kg/m em "X", nas faces paralelas a passagem dos
pedestres. As longarinas verticais compostas por cantoneiras L 4"x4"x1/4", devem receber
reforços, recomenda-se a aplicação de uma cantoneira (L 2"x2"x4,76kg/m) as existentes,
fixadas através de filete de solda intermitente, sendo o eletrodo E60, com garganta de
5,0mm. Os perfis U 75x40mm que contraventam a estrutura perimetralmente, cujo
comprimento é de 2,66 metros, devem ser travadas através da aplicação de outro perfil U de
mesma característica, pela face externa a torre, formando assim um "X".
Os pórticos foram locados sobre a laje em balanço da seção do viaduto local bastante
desfavorável, haja vista que os carregamentos aplicados aumentam de forma considerável
os esforços fletores (negativo na laje). A permanência desta estrutura levará a inserção de
reforço a laje do viaduto.
Em resumo, listamos os principais problemas identificados pelas verificações realizadas
neste relatório:
- A estrutura encontra-se com um de seus apoios danificado, por colisão de um veículo;
- Os perfis que formam o contraventamento espacial da estrutura (treliça) não são
estruturais, sendo do tipo SAE, estes perfis caracterizados por sua constituição metalúrgica
e não por suas propriedades mecânicas, em principal tensão de escoamento e ruptura.
- As longa ri nas verticais compostas pelas cantoneiras L 4"x4"x1 /4" se constituem os
elementos principais da estruturas, estas devem receber reforços;
- Os pórticos foram locados sobre a laje em balanço da seção do viaduto local bastante
desfavorável, haja vista que os carregamentos aplicados aumentam de forma considerável
os esforços fletores (negativo na laje);
- Os cabos de aço que funcionam impedem a translação da estrutura estão
subdimensionados quando do carregamento último da estrutura;
- Uma das estruturas de fixação do tirante de fibra de carbono está danificada, conforme
mostrado na figura 1 O.
Pelo exposto, concluímos que a condição atual da estrutura configura um risco aos
transeuntes e veículos que ali transitam. Cabendo desta forma a opção de um das ações
descritas a seguir: 1 - à reforço estrutural dos pórticos, troca do guarda-corpo, instalação de
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barreiras de proteção aos pedestres; 2 - o desmonte da estrutura dos pórticos, troca do
guarda-corpo, instalação de barreiras de proteção aos pedestres e instalação de nova
iluminação na ponte através de postes convencionais.
8.3 - Orçamento Índice
A seguir é mostrado um orçamento índice, que ilustra os serviços básicos envolvidos na
recuperação dos pórticos e adequações de segurança da ponte para passagem dos
pedestres.
Item Descrição Unid. QTD P. Unitário P. Total Fonte
1.0 Guarda-corpo metálico (') m 500,00 164,61 82.305,00 Estimado
2.0 Retirada das carenagens dos pórticos Vb 1,00 3.000,00 3.000,00 Estimado
3.0 Retirada dos blocos da antiga iluminação Vb 1,00 1.500,00 1.500,00 Estimado
4.0 Reforço estrutural nos pórticos kg 1.900,00 5,31 10.089,00 Sinapi
5.0 Reforço estrutural em aço da ponte para permanência do pórtico ( •• ) kg 2.100,00 7,48 15.708,00 Sinapi
6.0 Defensa de concreto armado m 500,00 190,21 95.105,00 Dnit
Total: R$ 207.707,00
n - Estimado considerando o peso linear do guarda-corpo de 31,0kg e o valor do aço tirado da tabela Sinapi sendo R$5,31;
( •• ) - Adotado a aplicação de 2 quadros de perfil l 410x75kg//n escorando a laje em balanço da ponte, para cada torre dos pórticos;
A seguir é mostrado um orçamento índice, que ilustra os serviços básicos envolvidos no
desmonte dos pórticos e adequações de segurança da ponte para passagem dos
pedestres.
Item Descrição Unid. QTD P. Unitário P. Total Fonte
1.0 Guarda-corpo metálico (') m 500.00 164,61 82.305,00 Estimado
2.0 Desmonte do pórtico(" •• ) Vb 1,00 3.000,00 10.000,00 Estimado
3.0 Retirada dos blocos da antiga iluminação Vb 1,00 1.500,00 1.500,00 Estimado
4.0 Defensa de concreto armado m 500,00 190,21 95.105,00 Dnit
Total: R$ 188.910,00
(·) - Estimado considerando o peso linear do guarda-corpo de 31,0kg e o valor do aço tirado da tabela Sina pi sendo R$5,31;
( •• ) -Adotado a aplicação de 2 quadros de perfil l 410x75kg/m escorando a laje em balanço da ponte, para cada torre dos pórticos;
( •• *) - Estimado tempo de 8 semanas de trabalho, com a utilização de 4 serralheiros, 4 auxiliares, 2 torres de andaimes de 16,0 metros.
/ 1
/
Eng. Sandro lk<rneiro da Cruz
CREÀ:ª;V5~513/D
1
.,
r
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Telefax.: ( 81) 3265-6815 / 9673-9021 - E-Mail: sandro_inacio@hotmail.com
Página l 29
/
Rel_l19_2010_Ponte_Pref. São Lourenço da Mata Sandro Inácio
Engenheiro Civil
CREA - RJ-150513/D
9 - Bibliografia
1
ABNT, 2003. Associação Brasileira de Normas Técnicas. NBR 6118 - Projeto de Estruturas
de Concreto.
ABNT, 1980. Associação Brasileira de Normas Técnicas. NBR 6120 - Cargas para o
Cálculo de Estruturas de Edificações.
ABNT, 1988. Associação Brasileira de Normas Técnicas. NBR 6123 - Forças devido ao
vento.
ABNT, 1996. Associação Brasileira de Normas Técnicas. NBR 7480 - Barras e fios de aço
destinados a armaduras para concreto armado - Especificação.
ABNT, 2003. Associação Brasileira de Normas Técnicas. NBR 8681 - Ações e segurança
nas estruturas - Procedimento. .
ABNT, 1986. Associação Brasileira de Normas Técnicas. NBR 8800 - Projeto e execução
de estruturas metálicas.
IPR, 1996. Manual de projeto de obras-de-arte especiais. Departamento Nacional de
Infraestrutura de Transporte, Rio de Janeiro.
DNER-PRO 176, 1994. Projeto e execução de barreiras de segurança, Departamento
Nacional de Infraestrutura de Transporte, Rio de Janeiro.
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Página l 30
Rel_ll 9_20 lO_Ponte_Pref. São Lourenço da Mata Sandro Inácio
Engenheiro Civil
CREA - RJ-150513/D
ANEXO 1 - Viaduto e defensas
•
/
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I
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ANEXO 2
Tubo, Barra 3, Combo 1
Carregamentos
Fletor M1; (15,80) kn.m M1 • Menor momento
Fletor M2; kn.m M2 - Maior momento
Cortante; 6,70 kn
Normal; 59,30 kn
Comprimento: 2,37 m
(M 1 / M2 ) > O Quando os momentos prmocarem a curw\ura resorsa da barra
(M 1 / M2 ) < O Quando os momentos prmocarem a curvatura simples da barra
Situação: Perfil Adequado 1
FLEXÃO
1.0 - Cálculo de Nn
1.1 - Verificação de Esbeltez da Alma
(D/ tQ; 30, 16
,Jim; 52,48
Conclusão: Seção não esbelta
1.1.1 • Altura Efetiva da Alma (heQ
h cf; . 1,90E-01
1.1.2 • Área Efetiva da Coluna
Aef; 3,64E-03
Fator Os:
FatorQa:
Fatl/rO:
1.2 · Verificação de Esbeltez do Flange / Mesa
(D/ tQ;
,Jim;
Conclusão: Seção não esbelta
1,00 Mesa
1,00 Alma
1,00
30,16
52,48
1.3 • Escolha das Curvas de Flambagem (Tabela 3)
Curva Fator a
Eixo X: a O, 158
Eixo Y: a 0.158
1.4 • Cálculo da Esbeltez (Flanbagem X e Y). Anexo H
Base Topo
X
y
rotulado
rotulado
engastado
engastado
K
2,00
2,00
Cuidado com a orientação dos Eixos
l.x ; 72,92 Conclusão: Seção não esbelta
'/.. y; 72,92 Conclusão: Seção não esbelta
1.5 - Parâmetros de esbeltei para barras comprimidas:
Fator ).x barra:
Fator )..y barra:
0,81
0,81
1.6 • Coeficientes para cálculo da resistência á flambagem:
Eixo de Ftambagem
Eixo X:
Eixo Y:
Curva
a
a
Fatora
0,158
0,158
Fator~
1,36
1,36
Fat~i94 I 1
0,794 L. ..-------~-
Avisos
)
1.7 • Resistência Nominal (Nn)
Nn;
N cale;
722,51 KN
1.8. Resistência de Cálculo (N cale)
650,26 KN Conclusão: Perfil Adequado
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Engenheiro Civil
CREA • RJ-150513/D
1
2.0 - Cálculo de Mn
2.1 • Estado Limite FLA (Flambagem Local da Alma)
D /tw = 30,16
,._r = 90,20 Conclusão: A Coluna não é esbelta a Flexão
ÃP = 71,34 Conclusão: A Coluna não é esbelta a Flexão
2. 1.1 • Momento Nominal FLA
M na=
Mr=
53,25 KN.M
40,50 KN.M Limite da flambagem elástica
3.0 • Momento Máximo Admitido por Norma ( Mmax < 1,25 W fy )
M max =
4.0 - Quadro Resumo
Momento Nominal FLA
Momento Máximo
50,63 KN.M
53,25 KN.M
50,63 KN.M
M cale -Momento Resistente a flexão (0,90 x (mínimo FLA, FLM e FLT)):
5.0 - Verificação do Efeito Combinado
1a Verificação Perfil Adequado
Parâmetros:
Nd = 59,30 KN
N cale = 650,26 KN
Md" 15,80 KN.M
M cale = 45,56 KN.M
45,56 KN.M
2a Verificação Perfil Adequado
Parâmetros:
Nd = 59,30 KN
N cale = 650,26 KN
Md = 15,80 KN.M
M cale= 45,56 KN.M
Fator ,._x barra = 0,81 Atenção para o Eixo de Verificação !!!! X ou Y
Nex = 1'.384,92 KN
Cmx = 0,85 Cmx = 0,85 Estrutura Desfocável
Cmx = 1,00 Estrutura lndeslocá..el
CISALHAMENTO
6.0 - Resistência Nominal (Vn)
Aef = 0,001820 m2
Vn = 273,00 KN
6.2 - Resistência de Cálculo (V cale)
V cale= 245,70 KN
Conclusão: OK !
Área liquida efetiva de cisalhamento (item 5.1.1.4)
Rua Major Afonso Leal, N. 58 - Casa Amarela - CEP.: 52.070-160 - Recife - PE.
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Engenheiro Civil
CREA - RJ-150513/D
Tubo, Barra 9, Combo 1
Carregamentos
Fletor M1= 1,20 kn.m M 1 - Menor momento
Fletor M2= 4,70 kn.m M2 - Maior momento
Cortante= 4,20 kn
Normal= 64,30 kn
Comprimento: 1,41 m
(M 1 / M2 ) > O Quando os momentos pr01ocarem a curvatura reversa da barra
(M1 / M2 ) < O Quando os momentos prosocarem a curvatura simples da barra.
Situação: Perfil Adequado
FLEXÃO
1.0 - Cálculo de Nn
1.1 - Verificação de Esbeltez da Alma
(D/ tf) = 30.16
)Jim = 52,48
Conclusão: Seção não esbelta
1.1.1 - Altura Efetiva da Alma (he~
h ef = 1,00E-01
1.1.2 - Area Efcliva da Coluna
Aef = 3,64E-03
Fator Qs. 1,00 Mesa
Fator Qa: 1 1,00 Alma
Fator Q: 1,00
1.2 - Verificação de Esbeltez do Flange / Mesa
(D/ t~ = 30, 16
)Jim = 52,48
Conclusão: Seção não esbelta
1.3 - Escolha das Curvas de Flambagem (Tabela 3)
Cu"" Fatoru
Eixo X: a O, 158
Eixo Y: a O, 158
1.4 - Cálculo da Esbeltez (Flanbagem X e Y) - Anexo H
Base Topo
X engastado engastado
Y engastado engastado
1.5 - Parâmetros de esbeltez para barras comprimidas.
Fator ;\,x barra.
Fator ÀY barra:
0,29
0,29
K
1,20
1,20
Cuidado com a orientação dos Eixos
À x = 26,03 Conclusão: Seção não esbelta
ÀY = 26,03 Conclusão: Seção não esbelta
1.6 - Coeficientes para cálcuto da resistência â flambagem:
Eixo de Flambagem
Eixo X.
Eixo Y:
CuMI
a
a
Fatora
0.158
0,158
Fator p
6,67
6,67
Fa1~~651 1
0,965 L. __,_
Avisos
1. 7 - Resistência Nominal (Nn)
Nn = 878,43 KN
1.8 - Resistência de Cálculo (N cale)
N cale= 790,58 KN Conclusão: Perfil Adequado
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Engenheiro Civil
CREA - RJ-150513/D
2.0 - Cálculo de Mn
2.1 - Estado Limite FLA (Flambagem Local da Alma)
D /tw = 30,16
,._r = 90,20 Conclusão: A Coluna não é esbelta a Flexão
ÀP = 71,34 Conclusão: A Coluna não é esbelta a Flexão
2.1.1 - Momento Nominal FLA
M na=
Mr =
53,25 KN.M
40,50 KN.M Limite da flambagem elástica
3.0 - Momento Máximo Admitido por Norma ( Mmax < 1,25 W fy )
M max =
4.0 - Quadro Resumo
Momento Nominal FLA
Momento Máximo
50,63 KN.M
53,25 KN.M
50,63 KN.M
M cale -Momento Resistente a flexão (0,90 x (minimo FLA, FLM e FL T)):
5.0 - Verificação do Efeito Combinado
1a Verificação Perfil Adequado
Parâmetros:
Nd = 64,30 KN
N cale = 790,58 KN
Md = 4,70 KN.M
M cale = 45,56 KN.M
45,56 KN.M
2a Verificação Perfil Adequado
Parâmetros:
Nd = 64,30 KN
N 9alc = 790,58 KN
Md = 4,70 KN.M
M cale = 45,56 KN.M
Fator ix barra = 0,29 Atenção para o Eixo de Verificação !!!! X ou Y
Nex = 10.868,78 KN
Cmx = 0,85 Cmx = 0,85 Estrutura Deslocável
Cmx = 1,00 Estrutura lndeslocável
CISALHAMENTO
6.0 - Resistência Nominal (Vn)
Aef = 0,001820 m2
Vn = 273,00 KN
Área líquida efetiva de cisalhamento (item 5.1.1.4)
6.2 - Resistência de Cálculo (V cale)
V cale = 245. 70 KN
Conclusão: OK 1
Rua Major Afonso Leal, N. 58 - Casa Amarela - CEP.: 52.070-160 - Recife - PE.
Telefax.: ( 81) 3265-6815 / 9673-9021 - E-Mail: sandro_inacio@hotmail.com
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Engenheiro Civil
CREA - RJ-150513/D
Tubo, Barra 137', Combo 1
Carregamentos
Fletor M1= kn.m M1 - Menor momento
Fletor M2= 16,40 kn.m M2 - Maior momento
Cortante= 6,90 kn
Normal= 55,40 kn
Comprimento: 2,37 m
(M 1 / M2 ) > O Quando os momentos provocarem a curvatura reversa da barra
(M 1 / M2 ) < O Quando os momenlos prosocarem a curvatura simples da barra
Situação: Perfil Adequado
FLEXÃO
1.0 - Cálculo de Nn
1 .1 - Verificação de Esbeltez da Alma
(D/ ID = 30.16
)Jim = 52,48
Conclusão: Seção não esbelta
1. 1 .1 - Altura Efeti1.e da Alma (hef)
h ef= 1,90E-01
1. 1 .2 - Area Efetiva da Coluna
Aef = 3,64E-03
Fator Qs:
Fator Qa.
FatorQ:
1.00 Mesa
1,00 Alma
1,00
1 .2 - Verificação de Esbeltez do Flange / Mesa
(D/ tD = 30. 16
)Jim = 52.48
Conclusão: Seção não esbelta
1.3 - Escolha das Curvas de Flambagem (Tabela 3)
Curva Fator a
Eixo X: a O, 158
Eixo Y: a O, 158
1.4 - Cálculo da Esbeltez (Flanbagem X e Y} - Anexo H
Base Topo
X rotulado engastado
Y rotulado engastado
1.5 - Parâmetros de esbeltez para barras comprimidas;
Fator ).x barra:
Fator ). y barra:
0,81
0,81
1.6 - Coeficientes para cálculo da resistência à flambagem:
Eixo de Flambagem
Eixo X
Eixo Y.
N cale=
Curva
a
a
K
2.00
2,00
Fator a Fator li º· 158 1.36 º· 158 1.36
Cuidado com a orientação dos Eixos
).x = 72.92 Conclusão: Seção não esbelta
). y = 72,92 Conclusão. Seção não esbelta
Fat~f94 I 1
o.794 L. ---------'·
Avisos
1
1
1
1
1 1
1
t
1
1 1
1
1,
1 1
t
1.7 • Resistência Nominal (Nn)
Nn = 722,51 KN
1.8 - Resistência de Cálculo (N cale)
650,26 KN Conclusão: Perfil Adequado
Rua Major Afonso Leal, N. 58 - Casa Amarela - CEP.: 52.070-160 - Recife - PE.
Telefax.: ( 81) 3265-6815 / 9673-9021 - E-Mail: sandro_inacio@hotmail.com
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Engenheiro Civil
CREA · RJ-150513/0
Tubo, Barra 4, Combo 2
Carregamentos
Fletor M1= kn.m M1 - Menor momento
Fletor M2= 39,40 kn.m M2 - Maior momento
Cortante= 16,60 kn
Normal= 172,20 kn
Comprimento: 2,37 m
(M1 / M2) > O Quando os momentos prosocarern a curvatura reversa da barra
(M 1 / M2 ) < O Quando os momentos provocarem a curvatura simples da barra.
'
Situação: Perfil Não AdeqJado
FLEXÃO
1.0 • Cálculo de Nn
1.1 - Verificação de Esbeltez da Alma
(D/ li)= 30, 16
)Jim = 52,48
Conclusão: Seção não esbelta
1.1. 1 • Altura Efetiva da Alma (heQ
h ef = 1,90E-01
1.1.2. Arca Efetiva da Coluna
Aef = 3,64E-03
Fator Os: 1,00 Mesa
Fator Qa. 1,00 Alma
Fator Q: 1,00
1.2 - Verificação de Esbeltez do Flange / Mesa
(D/ tQ = 30, 16
)Jim = 52,48
Conclusão: Seção não esbelta
1.3 • Escolha das Curvas de Flambagem (Tabela 3)
Cune Fatora
E~ox a ~158
Eixo Y. a O, 158
1.4 • Cálculo da Esbeltez (Flanbagem X e Y) • Anexo H
Base Topo
X
y
rotulado
rotulado
engastado
engastado
1.5 - Parâmetros de esbeltez para barras comprimidas:
Fator ',.x barra:
Fator ).y barra:
0,81
0,81
1.6 - Coeficientes para cálculo da resistência á ftambagem:
Eixo de Flambagem
Eixo X
Eixo Y:
Curva
a
a
Fatora
0,158
0,158
1.7 - Resistência Nominal (Nn)
Nn = 722,51 KN
1.8 - Resistência de Cálculo (N cale)
K
2.00
2,00
Fator~
1,36
1,36
Cuidado com a orientação dos Eixos
). x = 72,92 Conclusão. Seção não esbelta
l. y = 72.92 Conclusão· Seção não esbelta
Fat~:t'~ 1 1
Avisos
N cale= 650,26 KN Conclusão: Perfil Adequado
Rua Major Afonso Leal, N. 58 - Casa Amarela - CEP.: 52.070-160 - Recife - PE.
Telefax.: ( 81) 3265-6815 / 9673-9021 - E-Mail: sandro_inacio@hotmail.com
Página J 38 ·
Rei_ 1 l9_2010_Ponte_Pref. São Lourenço da Mata
..
'
Sandro Inácio
Engenheiro Civ.il
CREA - RJ-150513/D
2.0 - Cálculo de Mn ------- -------------------
2 1 - Estado Limite FLA (Ftambaqem Local da Alma)
D /tw = 30, 16
V= 90.20 Conclusão· A Coluna não é esbelta a Flexão
),p = 71,34 Conclusão: A Coluna não é esbelta a Flexão
2.1. 1 - Momento Normnal FU\
M na=
Mr =
53 2fi KN M
4C.50 KN.M Limite da ftambaqem elástica
/
3.0 - Momento Máximo Admitido por Norma ,. Mrnax < 1,25 W fy )
M rnax =
4 O - Quadro Rs.sumo
Momento Nominal FLA
Momento Máximo
50.63 KN.M
53,25 KN.M
50.63 KN M
M c;ú. -1\ihrnento Resistente a flexão (0 -~o x (rni•,1mo FLA, FLM e rLT))· 45 56 KN M
5 O - Verific2ç<'\,. 1.
10 Efeito Combinado
1a Venficriçi:fo
Parâmetros.
Nd =
N Gale=
Md=
M caie=
Perfil Adequado
55,40 KN
650,26 KN
16.40 KN M
45,56 KN M
2a Veriücaçõo
Parâmetros:
Perfil Adequado
55,40 KN
650,26 KN
16,40 KN M
45,E,6 KN M
O.~ 1 Atenção para o Eix o de Verificação !!!! X ou Y
1.384 g2 KN
O, 85 Crr.x == O, ~E, Estrutura Deslocável
Cmx = 1,00 Estrutura lndeslocável
---------·--------·-
Nd =-
1 N cais:.:.
M,i -
M cale ··
Fator ÃXbarra=
1\Jex:::
Cmx =:
CISALHAMENTO
6.0 - Resistência Nominal (Vn)
Aef= 0,001520 m2
Vn = 273,00 Kr,1
Area liquida efetiva ue cisalhamento (item 5.1.1.4)
Rua Major Afonso Leal, N. 58 - Casa Amarela - CEP.: 52.070-160 - Recife - PE.
Telefax.: ( 81) 3265-6815 / 9673-9021 - E-Mail: sa11dro_inacio@hotrnail.com
Página l 37
.,.
\
I
/
\
-·' (
, Rel_ll 9_201 O_Ponte_Pref. São Lourenço da Mata Sandro Inácio
Engenheiro Civil
CREA - RJ-150513/0
2 O - Cálculo de Mn
2~ - Estado Limite FLA (Flambagem Local da Alma)
0/tw= 30,16
11.r = 90,20
11.p= 71,34
Conclusão: A Coluna não é esbelta a Flexão
Conclusão: A CÓluna não é esbelta a Flexão
2.1.1 - Momento Nominal FLA
M na=
Mr =
53,25 KN.M
40,50 KN.M Limite da flambagem elástica
3.0 - Momento Máximo Admitido por Norma ( Mmax < 1,25 W fy )
M max =
4.0 - Quadro Resumo
Momento Nominal FLA
Momento Máximo
50,63 KN.M
53,25 KN.M
50,63 KN.M
M cale -Momento Resistente a flexão (0,90 x (minimo FLA, FLM e FL T)):
5.0 -Venücação do Efeito Combinado
1a Verificação Perfil Não Adequado
Parâmetros:
Nd = 172,20 KN
N cale = 650,26 KN
Md = 39,40 KN.M
M cale = 45,56 KN.M
45,56 KN.M
2a Verificação Perfil Não Adequado
Parâmetros:
Nd =
N cale=
Md=
M cale=
Fator 11.x barra =
Nex ='
Cmx =·
172,20 KN
650,26 KN
39,40 KN.M
45,56 KN.M
0,81
1.384,92 KN
0,85 Cmx = 0,85
Cmx = 1,00
CISALHAMENTO
6.0 - Resistência Nominal (Vn)
Aef = 0,001820 m2
Vn = 273,00 KN
/
Atenção para o Eixo de Verificação !!!! X ou Y
Estrutura Deslocável
Estrutura lndeslocál.€1
Área liquida efetiva de cisalhamento (item 5.1.1.4)
6.2 - Resistência de Cálculo (V cale)
V cale = 245, 70 KN
Conclusão: OK !
Rua Major Afonso Leal, N. 58 - Casa Amarela - CEP.: 52.070-160 - Recife - PE.
Telefax.: ( 81) 3265-6815 / 9673-9021 - E-Mail: sandro_inacio@hotmall.com
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/
Rel_l 19_2010_Ponte_Pref. São Lourenço da Mata Sandro Inácio
Engenheiro Civil
CREA - RJ-150513/D
Tubo, Barra 3, Combo 2
Carregamentos
FletorM1= kn.m M1 - Menor momento
Fle1or M2= 39,70 kn.m M2 - Maior momento
Cortan1e = 16,80 kn
Normal= 112,10 kn
Comprimento. 2,37 m
(M 1 / M2 ) > O Quando os momen1os provocarem a cuoaíura resersa da barra
(M 1 / M2 ) < O Quando os momentos provocarem a cur.etura simples da barra.
Situação: Perfil Não Adequado
FLEXÃO
1.0 - Cálculo de Nn
1.1 - Verilcação de Esbeltez da Alma
(D/ tf) =
)Jim=
30,16
52.48
Conclusão:,Seção não esbelta
1.1.1 - Altura Efetiva da Alma (he~
hef= 1,00E-01
1.1.2 - Área Efeti10 da Coluna
Aef = 3,64E-03
Fator Qs.
FatorQa.
Fator O:
1.2 - Verificação de Esbeltez do Flange / Mesa
(D/ U) =
)Jim=
Conclusão: Seção não esbelta
1,00 Mesa
1,00 Alma
1.00
30.16
52.48
1.3 - Escolha das Curvas de Flambagem (Tabela 3)
Cul'\0 Fatora
Eixo X: a 0,158
Eixo Y: a O, 158
1.4 - Cálculo da Esbeltez (Flanbagem X e Y) - Anexo H
Base Topo K
X
y
rotulado
rotulado
engastado
engastado
2,00
2,00
Cuidado com a onentação dos Eixps
).x = 72,92 Conclusão Seção não esbelta
).y = 72,92 Conclusão: Seção não esbelta
1.5 - Panlmetros de esbeltez para barras comprimidas:
Fator ).x barra:
Fa1or ). y barra:
0.81
0.81
1.6 - Coeficientes para cálculo da resistência â flambagem:
Eixo de Flambagem
Eixo X:
Eixo Y:
Curva
a
a
Fatora
0,158
0,158
Fator~
1,36
1,36
Fat~j94 I 1
0,794 L-. ------~
Avisos
1. 7 - Resistência Nominal (Nn)
Nn = 722,51 KN
1.8 - Resistência de Cálculo (N cale)
N cale= 650,26 KN Conclusão. Perfil Adequado
Rua Major Afonso Leal, N. 58 - Casa Amarela - CEP.: 52.070-160 - Recife - PE.
Telefax.: ( 81) 3265-6815 19673-9021 - E-Mail: sandro_inacio@hotmail.com
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Rel_l l 9_20 lO_Ponte_Pref. São Lourenço da Mata Sandro Inácio
Engenheiro Civil
CREA - RJ-150513/D
2.0 - Cálculo de Mn
2.1 - Estado Limite FLA (Flambagem Local da Alma)
D /tw = 30, 16
Ã.r = 90,20 Conclusão: A Coluna não é esbelta a Flexão
ÀP = 71,34 Conclusão: A Coluna não é esbelta a Flexão
2.1.1 - Momento Nominal FLA
M na=
Mr =
53,25 KN.M
40,50 KN.M Limite da flambagem elástica
3.0- Momento Máximo Admitido por Norma ( Mmax < 1,25 W fy)
M max >
4.0 - Quadro Resumo
Momento Nominal FLA
Momento Máximo
50,63 KN.M
53,25 KN.M
50,63 KN.M
M cale -Momento Resistente a flexão (0,90 x (mínimo FLA, FLM e FL T)):
5.0 - Verificação do Efeito Combinado
45,56 KN.M
1a Verificação
Parâmetros:
Perfil Não Adequado
Nd = 112,10 KN
N cale = 650,26 KN
Md = 39,70 KN.M
M cale= 45,56 KN.M
\
2a Verificação Perfil Não Adequado
Parâmetros:
Nd = 112,10 KN
N cale = 650,26 KN
Md = 39,70 KN.M
M cale = 45,56 KN.M
Fator À.X barra= 0,81 Atenção para o Eixo de Verificação!!!! X ou Y
Nex = 1.384,92 KN
Cmx = 0,85 Cmx = 0,85 Estrutura Deslocável
Cmx = 1,00 Estrutura tndestocásel
CISALHAMENTO
6.0 - Resistência Nominal (Vn)
Aef = 0,001820 m2
Vn = 273,00 KN
6.2 - Resistência de Cálculo (V cale)
V cale = 245, 70 KN
Conclusão: OK !
Área líquida efetiva de cisalhamento (item 5.1.1.4)
Rua Major Afonso Leal, N. 58 - Casa Amarela - CEP.: 52.070-160 - Recife - PE.
Telefax.: ( 81) 3265-6815 / 9673-9021 - E-Mail: sandro_inacio@hoLmail.com
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Engenheiro Civil
CREA - RJ-150513/0
Tubo, Barra 24, Combo 2
Carregamentos
Fletor M1= (3,20) kn.m Mi - Menor momento
Fletor M2= 18,80 kn.m M2 • Maior momento
Cortante= 15,60 kn
Normal= 118,70 kn
Comprimento. 1,41 m
(M1 / M2 ) > O Quando os momentos provocarem a curvatura resersa da barra.
(M1 1 M2 ) < O Quando os momentos provocarem a curvatura simples da barra.
Situação: Perfil Adequado
FLEXÃO
1.0 -Cálculo de Nn
1.1 • Verificação de Esbeltez da Alma
(D / tf) = 30, 16
)Jim = 52.48
Cooctusão: Seção não esbelta
1.1.1 • Altura.Efetiva da Alma (hef)
h ef = 1,90E-01
1.1.2 • Area Efetiva da Coluna
Aef = 3,64E-03
Fator Os. 1,00 Mesa
Fator Qa. 1,00 Alma
Fator Q: 1,00
1.2 • Verificação de Esbeltez do Flange / Mesa
(D/ tf) = 30,16
)Jim = 52.48
Conclusão: Seção não esbelta
1.3 • Escolha das Curvas de Flambagem (Tabela 3)
Cur,a Fator a
Eixo X: a 0,158
EixoY. a 0,158
1.4 • Cálculo da Esbeltez (Flanbagem X e Y) • Anexo H
Base Topo
X engastado engastado
Y engastado engastado
1.5 • Parâmetros de esbeltez para barras comprimidas:
Fator ÀX barra:
Fator l..y barra:
0,29
0,29
K
1,20
1,20
Cuidado com a orientação dos Eixos
1.. x = 26,03 Conclusão. Seção não esbelta
1.. y = 26,03 Conclusão: Seção não esbelta
1.6 • Coeficientes para cálculo da resistência á flambagem.
Eixo de Flambagem
Eixo X
Eixo Y:
Curva
a
a
Fator a
0,158
0,158
Fatorp
6,67
6,67
Fat~i65 I 1
0,965"._ .._--------'·
Avisos
1. 7 • Resistência Nominal (Nn)
Nn = 878.43 KN
1.8 • Resistência de Cálculo (N cale)
N cale= 790,58 KN Conclusão: Perfil Adequado
Rua Major Afonso Leal, N. 58 - Casa Amarela - CEP.: 52.070-160 - Recife - PE.
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,
•
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Engenheiro Civil
CREA - RJ-150513/D
2.0 - Cálculo de Mn
2.1 - Estado Limite FLA (Flambagem Local da Alma)
D /tw = 30,16
11.r = 90,20 Conclusão: A Coluna não é esbelta a Flexão
Ã.P = 71,34 Conclusão: A Coluna não é esbelta a Flexão
2.1.1 - Momento Nominal FLA
M na=
Mr =
53,25 KN.M
40,50 KN.M Limite da flambagem elástica
3.0 - Mbmento Máximo Admitido por Norma ( Mmax < 1,25 W fy )
M max =
4.0 - Quadro Resumo
Momento Nominal FLA
Momento Máximo
50,63 KN.M
53,25 KN.M
50,63 KN.M
M cale -Momento Resistente a flexão (0,90 x (mínimo FLA, FLM e FL 1)):
5.0 - Verificação do Efeito Combinado
45,56 KN.M
1 a Verificação
Parãmetros:
Perfil Adequado
Nd = 118,70 KN
N cale = 790,58 KN
Md = 18,80 KN.M
M cale = 45,56 KN.M
2a Verificação Perfil Adequado
Parâmetros:
Nd =
N cale=
Md =
M cale=
Fator À.X barra =
Nex =
Cmx=
118,70 KN
790,58 KN
18,80 KN.M
45,56 KN.M
0,29
10.868,78 KN
0,85 Cmx = 0,85
Cmx=1,00
CISALHAMENTO
6.0 - Resistência Nominal (Vn)
Aef = 0,001820 m2
Vn = 273,00 KN
6.2 - Resistência de Cálculo (V cale)
V cale = 245, 70 KN
Atenção para o Eixo de Verificação !!!! X ou Y
Estrutura Deslocável
Estrutura lndeslocável
Área I íquida efetiva de cisalhamento (item 5.1.1.4)
Conclusão: OK !
Rua Major Afonso Leal, N. 58 - Casa Amarela - CEP.: 52.070-160 - Recife - PE.
Telefax.: ( 81) 3265-6815 / 9673-9021 - E-Mail: sandro_inacio@hotmail.com
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·~
j
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1
Sandro Inácio
Engenheiro Civil
CREA - RJ-150513/D
Tubo, Barra 138, Combo 2
Carregamentos
Fletor M1=
Fletor M2=
Cortante=
Normal=
Comprimento:
37,90
16,00
192,20
2,37
kn.m M1 - Menor momento
kn.m M2 - Maior momento
kn
kn
(M1 / M2 ) > O Quando os momentos provocarem a curvatura resersa da barra
(M1 1 M2) < O Quando os momentos provocarem a curvatura simples da barra
m
Situação: Perfil Não Adequado
FLEXÃO
1.0 - Cálculo de Nn
1.1 - Verificação de Esbeltez da Alma
(D/ tf) = 30, 16
)Jim = 52,48
Conclusão: Seção não esbelta
1.1.1 - Altura Efetiva da Alma (hef)
h ef =
1.1.2 -Area Efetiva da Coluna
Aef =
1,90E-01
Fator Os:
Fator Qa:
Fator O:
3,64E-03
(
1,00 Mesa
1,00 Alma
1,00
1.2 - Verificação de Esbeltez do Flange I Mesa
(D/ tf)=
)Jim=
Conclusão: Seção não esbelta
30,16
52,48
1.3 - Escolha das Curvas de Flambagem (Tabela 3)
CuM Fatora
Eixo X a 0,158
Eixo Y: a O, 158
1.4 - Cálculo da Esbeltez (Flanbagem X e Y) - Anexo H
Base Topo
X rotulado engastado
Y rotulado engastado
Cuidado com a onentação dos Eixos
kx = 72,92 Conclusão. Seção não esbelta
ky = 72.92 Conclusão. Seção não esbelta
1.5 - Paràmelros de esbeltez para barras comprimidas:
Fator >~ x barra:
Falar ÀY barra.
0,81
0,81
1.6 - Coeficientes para cálculo da resrsrêocta a flambagem
Eixo de Flambagem
Eixo X
Eixo Y:
Curva
a
a
Fatoru
0,158
0,158
K
2,00
2,00
Fator~
1,36
1,36
Fat~:;~ 1 1
Avisos
1.7 - Resistência Nominal (Nn)
Nn = 722,51 KN
1.8 - Resistência de Cálculo (N cale)
N cale= 650,26 KN Conclusão: Perfil Adequado
.....• ,,
Rua Major Afonso Leal, N. 58 - Casa Amarela - CEP.: 52.070-160 - Recife - PE.
Telefax.: ( 81) 3265-6815 / 9673-9021 - E-Mail: sandro_inacio@hotmail.com
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Rel_ll 9_20 IO_Ponte_Pref. São Lourenço da Mata Sandro Inácio
Engenheiro Civil
CREA - RJ-150513/0
2.0 - Cálculo de Mn
2.1 - Estado Limite FLA (t=lambagem Local da Alma)
D /tw = 30;16
:>cr = 90,20 Conclusão: A Coluna não é esbelta a Flexão
Ã.P = 71,34 Conclusão: A Coluna não é esbelta a Flexão
2.1.1 - Momento Nominal FLA
M na=
Mr =
53,25 KN.M
40,50 KN.M Limite da flambagem elástica
3.0- Momento Máximo Admitido por Norma ( Mmax < 1,25 W fy)
1
Mmax =
4.0 - Quadro Resumo
Momento Nominal FLA
Momento Máximo
50,63 KN.M
53,25 KN.M
50,63 KN.M
M cale -Momento Resistente a flexão (0,90 x (mínimo FLA, FLM e FL T)):
5.0 - Verificação do Efeito Combinado
45,56 KN.M
1a Verificação
Parâmetros:
Perfil Não Adequado
Nd =
N cale=
Md =
M cale=
192,20 KN
650,26 KN
37,90 KN.M
45,56 KN.M
2a Verificação
Parâmetros:
Nd =
N cale=
Md =
M cale=
Fator À. x barra =
Nex =
Cmx=
Perfil Não Adequado
192,20 KN
650,26 KN
37,90 KN.M
45,56 KN.M
0,81 Atenção para o Eixo de Verificação !!!! X ou Y
1.384,92 KN
0,85 Cmx = 0,85 Estrutura Deslocável
Cmx = 1,00 Estrutura lndeslocável
CISALHAMENTO
6.0 - Resistência Nominal (Vn)
Aef = 0,001820 m2
Vn = 273,00 KN
Área liquida efetiva de cisalhamento (item 5.1.1.4)
6.2 - Resistência de Cálculo (V cale)
V cale= 245,70 KN
Conclusão: OK !
Rua Major Afonso Leal, N. 58 - Casa Amarela - CEP.: 52.070-160 - Recife~ PE.
Telefax.: ( 81) 3265-6815 / 9673-9021 - E-Mail: sandro_inacio@hotmail.com
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"En q e n h e i r o Civil
CREA - RJ-150513/D
Tubo, Barra 158, Combo 2
Carregamentos
Fletor M1= (3,10) kn.m M1 · Menor momento
Fletor M2= 18,00 kn.m M2 - Maior momento
Cortante= 16,00 kn
Normal = 141,90 kn
Comprimento: 1,41 m
(M 1 / M2 ) > O Quando os momentos pr01ocarem a curvatura reversa da barra.
(M 1 / M2 ) < O Quando os momentos provocarem a curvatura simples da barra.
Situação: Perfil Adequado
FLEXÃO
1.0 - Cálculo de Nn
1.1 - Verificação de Esbeltez da Alma
(D/ lf) = 30, 16
)Jim = 52,48
Conclusão: Seção não esbelta
1.1.1 - Altura Efetiva da Alma (heD
h ef = 1,90E-01
1.1.2 · Area Efetiva da Coluna
Aef = 3,64E-03
Fator Os: 1,00 Mesa
Fator Qa: 1,00 Alma
Fator Q: 1,00
1.2 · Verificação de Esbeltez do Flange / Mesa
(D/ tD = 30,16
)Jim = 52,48
Conclusão: Seção não esbelta
1.3 - Escolha das Curvas de Flambagem (Tabela 3)
Curva Fator a
Eixo X: a O, 158
Eixo Y: a 0,158
1.4 - Cálculo da Esbeltez (Flanbagem X e Y) - Anexo H
Base Topo
X
y
engastado engastado
engastado engastado
K
1,20
1,20
Cuidado com a orienlação dos Eixos
1,.x = 26,03 Conclusão: Seção não esbelta
À y = 26,03 Conclusão: Seção não esbelta
1.5 - Parâmetros de esbeltez para barras comprimidas:
Fator 1,.x barra:
Fator 1..y barra:
0,29
0,29
1.6 • Coeficientes para cálculo da resistência á flambagem:
Eixo de Flambagem
Eixo X:
EixoY:
Curva
a
a
Fatora
0,158
0,158
Fator~
6,67
6,67
Fat~:I 1
Avisos
1.7 · Resistência Nominal (Nn)
Nn = 878,43 KN
1.8 - Resistência de Cálculo (N cate)
N cale= 790,58 KN Conclusão: Perfil Adequado
•
Rua Major Afonso Leal, N. 58 - Casa Amarela - CEP.: 52.070-160 - Recife - PE.
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Engenheiro Civil
CREA - RJ-150513/D
2.0 - Cálculo de Mn
2.1 - Estado Limite FLA (Flambagem Local da Alma)
D /tw = 30, 16
11.r = 90,20 Conclusão: A Coluna não é esbelta a Flexão
Ã.P = 71,34 Conclusão: A Coluna não é esbelta a Flexão
2.1.1 - Momento Nominal FLA
M na=
Mr=
53,25 KN.M
40,50 KN.M Limite da flambagem elástica
3.0 - Momento Máximo Admitido por Norma ( Mmax < 1,25 W fy )
M max =
4.0 - Quadro Resumo
Momento Nominal FLA
Momento Máximo
50,63 KN.M
53,25 KN.M
50,63 KN.M
M cale -Momento Resistente a flexão (0,90 x (mínimo FLA, FLM e FL T)):
5.0 - Verificação do Efeito Combinado
1a Verificação Perfil Adequado'
Parâmetros:
Nd = 141,90 KN
N cale = 790,58 KN
Md = 18,00 KN.M
M cale= 45,56 KN.M
45,56 KN.M I
2a Verificação Perfil Adequado
Parâmetros:
Nd =
N cale=
Md =
M cale=
Fator À x barra =
Nex =
Cmx=
141,90 KN
790,58 KN
18,00 KN.M
45,56 KN.M
0,29
10.868,78 KN
0,85 Cmx = 0,85
Atenção para o Eixo de Verificação !!!! X ou Y
Estrutura Oeslocácel
Cmx = 1,00 Estrutura lndeslocável
CISALHAMENTO
6.0 - Resistência Nominal (Vn)
Aef = 0,001820 m2
Vn = 273,00 KN
Área liquida efetiva de cisalhamento (item 5.1.1.4)
6.2 - Resistência de Cálculo (V cale)
V cale = 245, 70 KN
Conclusão: OK !
Rua Major Afonso Leal, N. 58 - Casa Amarela - CEP.: 52.070-160 - Recife - PE.
Telefax.: ( 81) 3265-6815 / 9673-9021 - E-Mail: sandro_inacio@hotmail.com
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Rel_l19_2010_Ponte_Pref. São Lourenço da Mata Sandro Inácio
Engenheiro Civil
CREA - RJ-150513/D
Tubo, Barra 138, Combo 3
Carregamentos
Fletor M1= kn.m M1 - Menor momento
Fletor M2= 24,90 kn.m M2 - Maior momento
Cortante= 10,50 kn
Normal= 127,60 kn
Comprimento: 2,37 m
(M1 / M2 ) > O Quando os momentos provocarem a curvatura reversa da barra.
(M 1 / M2 ) < O Quando os momentos provocarem a curvatura simples da barra.
Situação: Perfil Adequado
FLEXÃO
1.0 - Câlculo de Nn
1.1 -Verificação de Esbeltez da Alma
(D/ tf) = 30,16
)Jim = 52,48
Conclusão: Seção não esbelta
1.1.1 - Altura Efetiva da Alma (he~
h ef = 1,90E-01
1.1.2 -Area Efeti1.0 da Coluna
Aef = 3,64E-03
Fator Os:
1
1,00 Mesa
Fator Qa: 1,00 Alma
Fator Q: 1,00
1.2 - Verificação de Esbeltez do Flange / Mesa
(D/t~= 30,16
)Jim = 52,48
Conclusão: Seção não esbelta
1.3 - Escolha das Curvas de Flambagem (Tabela 3)
Curva Fator "
Eixo X a ' 0,158
EixoY: a 0,158
1.4 - Cálculo da Esbeltez (Flanbagem X e Y)- Anexo H
Base Topo
X rotulado engastado
y rotulado engastado
2,00
2,00
1.5 - Parãmetros de esbeltez para barras comprimidas:
Fator ;>..x barra:
Fator ). y barra:
0,81
0,81
I 1.6 - Coeficientes para cálculo da resisténcia á flambagem:
Eixo de Flambagem
Eixo X
EixoY:
Curva
a
a
Fator o.
0,158
0,158
K
Fator ll
1,36
1,36
J
Cuidado com a orientação dos Eixos
).x = 72,92 Conclusão: Seção não esbelta
''/,. y = 72,92 Conclusão: Seção não esbelta
Fat;~94 l \
0,794 ~- ------~-
Avisos
1. 7 - Resisténcia Nominal (Nn)
Nn = 722,51 KN
1.8 - Resisténcia de Cálculo (N cale)
N cale= 650,26 KN Conclusão: Perfil Adequado
Rua Major Afonso Leal, N. 58- Casa Amarela- CEP.: 52.070-160- Recife- PE.
Telefax.: ( 81 ) 3265-6815 / 967r9021 - E-Mail: sandro_inacio@hotmail.com
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Re1_119_2010_Ponte_Pref. São Lourenço da Mata Sandro Inácio
Engenheiro Civil
CREA - RJ-150513/D
2.0 - Cálculo de Mn
2.1 - Estado Limite FLA (Flambagem Local da Alma)
D/tw= 30,16
Ã.r = 90,20 Conclusão: A Coluna não é esbelta a Flexão
Ã.P = 71,34 Conclusão: A Coluna não é esbelta a Flexão
2.1.1 - Momento Nominal FLA
M na=
Mr =
53,25 KN.M
40,50 KN.M Limite da flambagem elástica
3.0 - Momento Máximo Admitido por Norma ( Mmax < 1,25 W fy)
M max =
4.0 - Quadro Resumo
Momento Nominal FLA
Momento Máximo
50,63 KN.M
53,25 KN.M
50,63 KN.M
M cale -Momento Resistente a fl
1
exão (0,90 x (mínimo FLA, FLM e FL T)):
5.0 - Verificação do Efeito Combinado
45,56 KN.M
1a Verificação
Parâmetros:
Perfil Adequado
Nd =
N cale=
~d=
M cale=
127,60 KN
650,26 KN
24,90 KN.M
45,56 KN.M
2a Verificação
Parâmetros:
Nd =
N cale=
Md =
M cale=
Fator À. x barra =
Nex =
Cmx=
Perfil Adequado
127,60 KN
650,26 KN
24,90 KN.M
45,56 KN.M
0,81
1.384,92 KN
0,85 Cmx = 0,85
Cmx = 1,00
CISALHAMENTO
6.0 - Resistência Nominal (Vn)
Aef = 0,001820 m2
Vn = 273,00 KN
Atenção para o Eixo de Verificação!!!! X ou Y
Estrutura Deslocável
Estrutura lndeslocável
Área líquida efetiva de cisalhamento (item 5.1.1.4)
6.2 - Resistência de Cálculo (V cale)
V cale = 245,70 KN
Conclusão: OK !
Rua Major Afonso Leal, N. 58 - Casa Amarela - CEP.: 52.070-160 - Recife - PE.
Telefax.: ( 81) 3265-6815 / 9673-9021 - E-Mail: sandro_inacio@hotmail.com
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Rel_l 19_2010_Ponte_Pref. São Lourenço da Mata
Cantoneira, Barra 25, Comba 1
Carregamentos
Fletor Ml=
FletDf M2=
Conante =
Normal=
vao=
Sítpaçãc: Pertil Adequado
0.10 kn m M 1 - Menor momento
0,20 knm M2 - Maior momento
0,20 kn
68,30 kn
2,00 m
M1 /M2= 0,50
(Ml / M2} > O Quando os momentos prcwocarem a curvatura reversa da barra
(M 1 / M2 ) < O Quando os momentos pro\OCarem a curvalura simples da barra
FLEXÃO
1.0 - Câlculo de Nn - Compressão
1 1 - Verificação de Esbettez da Alma
(b / t) = 15,87
)J,m = 12,60
Conclusão· Seção Esbelta
1 1 1 • Altura Efetiva da Alma (heij
h er = o. 100000
1 1.2 - Area Efeliw da Coluna
Aef=
Sandro Inácio
Engenheiro Civil
CREA - RJ-150513/D
Seção Esbella
Cálculo de Qs
Tipo de Perfil: L
).limite interior J.,lim11e superior
12,60 25.77
Os
0,913181
Oa = 1
Fator Os·
Fator Oa
Fator O·
0,001220
0,91
1.00
0,91
1 2 - Verificação de Esbehez do F1ange / Mesa
(bf/ 2 X tQ= 7,94
)Jim = 12,60
Conclusão· Soçâo não esbelta
1.3 - Escolha das Cul'\0S de Flambagem (Tabela 3)
Curva Fator n
Eixo X: e 0,384
Eixo Y· e 0,384
1 4 • Cálculo da Esbeltez (Flanbagem X e Y). Anexo H
Base Topo K
X Engastada Engastada 0,65
Y Engastada Engastada 0.65
Cuidado com a orienlação dos Eixos
).X• 41,53 Conclusão· Soçao nao csbclt.i
).y • 41.53 Conclusão· Seção não csbclt.t
1 5 - Parâmetros de esbeltez para barras comprimidas·
Fator ;>..x barra·
Fator >., y barra·
0,44
0,44
1.6 - Coeficientes para cálculo da resistência ã flambagem·
Eixo de Flambagem
Eixo X:
EixoY:
CUM
e
e
Fatoro.
0,384
0,384
1.7 - Resistência Nominal (Nn)
Nn = 235, 87 KN
1.8 -Resistência de Cálculo (N cate)
I N cate e 212,28 KN
[IJ
1.9- Rosistõncia Nominal (Nn) -Tração
T
Nn = 305,00 KN
1.10 - Resistência de Câlculo (N cale) -Tração
N cale= 274.50 KN
FatDf p
3.46
3.46
Conclusão·
Conclusão:
Fat~: ~ 1 1
Avisos
Perfil Adequado
Perfil Adequado
(
L
Rua Major Afonso Leal, N. 58 - Casa Amarela - CEP.: 52.070-160 - Recife - PE.
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Engenheiro Civil
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2.0 - Cálculo de Mn (FLEXÃO)/ Seção: L, foram tomadas as referências de uma seção T
2.1 - Estado Limite FLA (Flambagem Local da Alma)
2.1.1 - Momenlo Nominal FLA
2.2 - Estado Limite FLM (Flambagem Local da Mesa)
).= 15,87
WC = 1,65E-05
Mcr = 8,99 KN.M
2.2.1 - Momento Nominal FLM
M na= 8,99 KN.M
2.3 - Estado Limite FLT (Flambagem Lateral com Torção)
yo = 0,0277 m Bx (+) = 0,0372 Compressão
h1 = 0.0246 m Bx (·) = 0,0736 Tração
h2 = 0.0277 m 01 = 4,59E+04
AI= 0.0006 m2 B2 = 1,46E-03
lf = 0,000000525 m4 Mcr(+)= 99,21 KN.m
Cb = 2,43 Mcr (-) = 44,69 KN.m
2.3.1 - Momento Nominal FL T
M na=
3.0 - Momento Máximo Admitido por Norma ( Mmax < 1.25 W fy )
M max =
4 .O - Quadro Resumo
Momento Nominal FLA
Momento Nominal FLM
Momento Nominal FL T
Momento Máximo
99,21 KN.M
5,1' 6 KN.M
KN.M
8,99 KN.M
99,21 KN.M
5,16 KN.M
M cate -Momento Resistente a nexao (0,90 x (mínimo FLA, FLM e FL T)): 4,64 KN.M
Conclusão: Perfil Adequado
5.0 - Verificação do Efeito Combinado
1a Verificação Perfil Adequado
Parâmetros:
Nd = 68,30 KN
N cale = 274,50 KN
Md = 0,20 KN.M
M cale = 4,64 KN.M
2a Verificação Perfil Adequado
Parâmetros:
Nd = 68,30 KN
N cale= 274,50 KN
Md = 0,20 KN.M
M cale = 4,64 KN.M
Fator ).X barra= 0,44 Atenção para o Eixo de Verificação!!!! X ou Y
Nex = 1.566,96 KN
Cmx = 0,85 Cmx = 0,85 Estrutura Deslocável
Cmx = 1,00 Estrutura lodesíocávet
CISALHAMENTO
6.0 - Esbeltez da Alma
).= (b/ t) =
ÀP =
v=
15,87
71,47
92,64
Parãmetros:
k = 5,34
Vpl = 94,50 Análise Elástica
a = 2,00 Distância entre enrijecedores transversais
a/h = 22,88
6.1 - Resistência Nominal (Vn)
Vn = 94,5 KN
6.2 - Resistência de Cálculo 01 cale)
V cale= 85,05 KN
Conclusão: Perfil Adequado PE
1,ua ivtaJUl r\lu1bu Lta1, 1~. JO - va;:,a n1ua1t1a - vLl .. Jc. .v1v-1vv - 1\.tl-llt - .
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Engenheiro Civil
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Cantoneira, Barra 156, Combo 2
Carregamentos
Fletor M1=
Fletor M2=
Cortante=
0.90 kn.m M1 - Menor momento
3.10 kn.m M2 - Maior momento
0.30 kn
Nom,al = 103,90 kn
Vão= 2,00 m
Situação: Perfil Não Adequado
M1 / M2 = 0.29
(M 1 / M2 ) > O Quando os momentos pl'O\OCarem a cuMtura reversa da barra.
(Ml / M2) < O Quando os momentos provocarem a curvatura simples da barra.
FLEXÃO
1.0 - Câlculo de Nn - Compressão
1.1 - Verificação de Esbeltez da Alma
(b / t) = 15,87
)J1m = 12.60
Conclusão: Seção Esbelta
1. 1. 1 - Altura Efeli'8 da Alma (hef)
h ef = O, 100000
1.1.2 -Area Efeüva da Coluna
Aef= 0,001220
Seção Esbelta
Cálculo de Os
Tipo de Perfil: L
>..hm1te mfenor >..hm1te supcnor
12.60 25,77
Os
0,913181
Qa = 1
Fator Os:
FatorOa:
Fator 0:
0,91
1,00
0,91
1.2 - Verificação de Esbeltez do Flange / Mesa
(bf/ 2 X t~ = 7,94
)Juli = 12,60
Conclusão: Seção não esbelta
1.3 - Escolha das CuMs de Flambagem (Tabela 3)
Cuoo Fatoru
Eixo X e 0,384
Eixo Y: e 0,384
1.4 - Cálculo da Esbeltez (Flanbagem X e Y) - Anexo H
Base Topo K
X Engastada Engastada 0,65
Y Engastada Engastada 0,65
Cuidado com a orientação dos Eixos
)..x = 111,53 Conclesêo. Seção nào asbetta
)..y = 41.53 Conclusão: Seção nac esbelta
1.5 - Parâmetros de esbellez para barras corncnrrndas:
Fator À x barra:
Fator ).. y barra:
0,44
0,44
1.6 - Coeficientes para cálculo da resistêncta ã nambagem:
Eoto do Flambagom
EocoX:
Eixo Y:
Curva
c
Fator n
0,384
0.384
1.7 -Resistêncra Nommal (Nn)
Nn = 235,87 KN
1.8 - Resistência de Cã\culo (N cale)
N cale= 212,28 KN
[IJ
1.9- Resistência Nomfnal (Nn) - Tração
T
Nn = 305,00 KN
1.10 • f<csistêncla de Cálculo (N cale)· Tração
N cale= 274,50 KN
Fator J\
3.46
3.46
Conclusão:
Conclusão:
Fat~.~71 1
0.847 .L--------~-
Avisos
Perfil Adequado
Perfil Adequado
Rua Major Afonso Leal, N. 58 - Casa Amarela - CEP.: 52.070-160 - Recife - PE.
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2.0 • Câlculo de Mn (FLEXÃO)/ Seção: L, foram tomadas as referências de uma seção T
2. 1 - Estado Limite FLA (Flambagem Local da Alma)
2.1.1 - Momento Nominal FLA
2.2 - Estado L1m1te FLM (Flambagerri Local da Mesa)
À= 15,87
WC= 1,65E--05
Mcr = 8,99 KN.M
2.2.1 - Momento Nominal FLM
8.99 KN.M
2.3 - Estado Limite FLT (Flambagem Lateral com Torção)
yo = 0.0277 m 8x (+) = 0,0372 Compressão
h1 = 0.0246 m 8x (-) = 0,0736 Tração
h2 = 0.0277 m 81 = 4,59E+04
AI= 0.0006 m2 82 = 1.46E--03
lf = 0.000000525 m4 Mcr(+) = 87,63 KN.m
Cb= 2,14 Mcr(-) = 39,47 KN.m
2.3.1 - Momento Nominal FL T
M na= 87,63 KN.M
3.0 - Momento Máximo Admitido por Norma ( Mmax < 1,25 W ry)
M max e 5,16 KN.M
4.0 - Quadro Resumo
Momento Nominal FLA KN.M
Momento Nominal FLM 8,99 KN.M
Momento Nominal FL T 87,63 KN.M
Momento Máximo 5,16 KN.M
M cale -Momento Resistente a flexão (0,90 x (mirnmo FLA, FLM e FLl)): 4,64 KN.M
Conclusão: Perfil Adequado
5.0 - Verificação do Efeito Combinado
1a Verificação Perfil Não Adequado
Parâmetros:
Nd = 103,90 KN
N cale = 274,50 KN
Md = 3, 10 KN.M
M cale = 4,64 KN.M
2a Venficação Perfil Adequado
Parâmetros:
Nd = 103,90 KN
N cale=
Md =
M cale=
Fator ÀX barra=
6.0 - Esbeltez da Alma
À=
274,50 KN
3,10 KN.M
4,64 KN.M
0,44 Atenção para o Eixo de Verificação!!!! X ou Y
Nex = 1.566,96 KN
Cmx = 0,85 Cmx = 0,85 Estrutura Deslocá"31
Cmx = 1,00 Estrutura tndeslocável
CISALHAMENTO
15,87
71,47
92,64
Parãmelros:
k = 5,34
Vpl = 94,50 Análise Elást1ca
a = 2,00 Distàncra entre enrijecedores transversais
a/h = 22,88
6.1 - Resistência Nominal (Vn)
Vn = 94,5 KN
6.2 - Resrstêncra de Cálculo 0,/ cale)
V cale = 85.05 KN
Conclusão: Perfil Adequado
Rua Major Afonso Leal, N. 58 - Casa Amarela - CEP.: 52.070-160 - Recife - PE.
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Cantoneira, Barra 155, Combo 3
Carregamentos
Fletor M1=
FletorM2=
Cortante=
Normal=
Vão a
Situação: Perfil Adequado
0,40 kn m M 1 - Menor momento
1,80 kn m M2 - Mak>r momenlo
1,10 kn
79,60 kn
2,00 m
M1 /M2a 0,22
Sandro Inácio
Engenheiro Civil
CREA · RJ-150513/D
(M 1 / M2 ) > O Quando os momentos pro1.0Carem a curvatura recersa da barra
(M 1 / M2 ) < O Quando os momentos provocarem a curvatura s,mi,les da barra
FLEXÃO
1.0 - Cálculo de Nn - Compressão
1. 1 - Ver,ficação de Esbeltez da Alma
(b / I) ª 15,87
)Jim a 12,60
Conclusão: Sccao Esbelta
1 1 1 - Altura Efelh.e da Alma (hef)
h ef a O, 100000
1.1.2 - Area Efet1w da Coluna
Aef a 0,001220
Seção Esbelta
Câlculo de Os
1ipo de Perll· L
À limite interior ), limite superior
12,60 25,77
Os
0,913181
ºªª 1 Fatoras·
Fator Qa:
Fator O:
0,91
1,00
0,91
n
1.2 - Verificação de Esbeltez do Flange J Mesa
(bf/ 2 X IQ; 7,94
)Jlm a 12,60
Conclusão: Seção não esbelta
1 3 - Escolha das Curvas de Flambagem (Tabela 3)
Curva Fator o.
Eixo X e 0,384
Eixo Y· c 0,384
1 4 - Cálculo da Esbellez (Flanbagem X e Y) - Anexo H
Base Topo
X Engastada Engastada
Y Engastada Engastada
K
0,65
0,65
Cuidado com a orientação dos Eixos
>,.x = 41,53 Conclusao: Seção nào esbelta
),, y = 41,53 Conclusão· Soç5o n5o esbelta
1.5 - Parâmetros de esbeltez para barras compnmidas·
Fator ),,x barra·
Fator À. y barra·
0,44
0,44
1 6 - Coeficientes para câlculo da resistência â nambagem·
Eixo de Flambagem
Eixo X:
Eixo Y·
Curva Fator a
0,384
0,384
1.7 - Resistência Nominal (Nn)
Nn a 235,87 KN
1 e - Resistência de Cálculo (N cale)
N cale= 212,28 KN
'\
[]
1.9-Rcsisténcla Nominal (Nn) -Tração
1
Nn a 305.00 KN
1.10 - Resistência de Cálculo (N cale) -Tração
N cale a 274,50 KN
Falar~
3,46
3,46
Conclusão:
Conclusão·
Fa1~C.111 1
0,847 L. ---------~·
Avisos
Pcrtil Adoquado
Perfil Adoquarlo
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2.0 • Cálculo de Mn (FLEXÃO) 1 Seção: L, foram tomadas as referências de uma seção T
2.1 • Estado Limile FLA (Flambagem Local da Alma)
2.1.1 • Momenlo Nominal FLA
Sandro Inácio
Engenheiro Civil
CREA - RJ-150513/0
2.2 • Estado Limite FLM (Flambagem Local da Mesa)
).= 15.87
WC= 1,65E-05
Mcr = 8,99 KN.M
2.2.1 • Momento Nominal FLM
M na= 8,99 KN.M
2.3 · Eslado Limile FLT (Flambagem Laleral com Torção)
yo = 11,0277 m Bx (+) =
h1 = 0.0246 m Bx (·) =
h2 = 0.0277 m B1 =
Aí = 0.0006 m2 92 =
lf =
Cb =
0.000000525 m4
2,05
2.3.1 • Momenlo Nominal FL T
Mcr(+)=
Mcr(·) =
0,0372 Compressão
0,0736 Tração
4,59E+04
1.46E-03
83,87 KN.m
37,78 KN.m
M na= 83,87 KN.M
3.0 • Momenlo Máximo Admitido por Nonna ( Mmax < 1,25 W fy )
M max =
4.0 · Quadro Resumo
Momento Nominal FLA
Momenlo Nominal FLM
Momento Nominal FL T
Momento Máximo
5, 16 KN.M
KN.M
8,99 KN.M
83,87 KN.M
5,16 KN.M
M cale -Momento Resistente a flexao (0,90 x (minimo FLA, FLM e FL T)): 4,64 KN.M
Conclusão: Perfil Adequado
5.0. Verificação do Efeito Combinado
1a Verificação Perfil Adequado
Parâmetros:
Nd = 79,60 KN
N cale = 274,50 KN
Md = 1,80 KN.M
M cale = 4,64 KN.M
2a Verificação Perfil Adequado
Parâmetros:
Nd = 79,60 KN
N cale = 274,50 KN
Md = 1,80 KN.M
M cale = 4,64 KN.M
Fator ÀX barra= 0,44 Atenção para o Eixo de Verificação lltl X ou Y
Nex = 1.566,96 KN
Cmx = 0,85 Cmx = 0,85 Estrutura Oestocáset
Cmx = 1,00 Estrutura lndeslocá"'I
CISALHAMENTO
6.0 · Esbeltez da Alma
À= (b I t) =
ÃP =
).r =
15,87
71,47
92,64
Parâmetros:
k = 5,34
Vpl = 94,50 Análise Elástica
a = 2.00 Distãncia entre enrijecedores transversais
a/h = 22,88
6.1 · Resistência Nominal (Vn)
Vn = 94,5 KN
6.2 · Resistência de ~lculo (V cale)
V cale = 85,05 KN
Conclusão: Perfil Adequado
Rua Major Afonso Leal, N. 58 - Casa Amarela - CEP.: 52.070-160 - Recife - PE.
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Engenheiro Civil
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Perfil U, Barra 45, Combo 1
Carregamentos
Fletor M1=
Fletor M2=
Cortante=
kn.m M1 · Menor momento
kn.m M2 - Maior momento
kn
M1 / M2 = #DIV/0!
(M 1 / M2 ) > O Quando os momentos pro-ocarern a curvatura rei.ersa da barra.
(M1 / M2 ) < O Quando os momentos prosocarern a curvatura simples da barra,
Normal= 47.10 kn
Comprimento: 1. 75 m
Situação: Perfil Adequado
Tração
FLEXÃO
1.0 • Câlculo de Nn
1.1 • Verificação de Esbeltez da Alma
(bit)= 16,75
)Jim = 42,09
Conclusão: Seção não esbelta
1.1.1 • Altura Efetiva da Alma (hef)
h ef = 9,29E-02
1.1.2 -Area Efetiva da Coluna
Aef= 5,57E-04
Fator Os: 1.00 Mesa
Fator Qa: 1,23 Alma
Fator O: 1_,23
1.2 · Verificação de Esbeltez do Flange / Mesa
(bf / 2 X tf); 5,00
)Jim = 15,75
Conclusão: Seção não esbelta
1.3 · Escolha das Curvas de Flambagem (Tabela 3)
Cun.a Fatora
Eixo X: a 0,158
Eixo Y: b 0,281
1.4 · Câlculo da Esbeltez (Flanbagem X e Y) • Anexo H
Base Topo
X Rot. LilKe Rot. LilKe
y Rot. LilKe Rot. Live
K
1,00
1,00
Cuidado com a orientação dos Eixos
). x = 58,33 Conclusão: Seção nao esbelta
, y = 134,62 Conclusão. Seção nao esbelta
1.5 · Parâmetros de esbeltez para barras comprimidas:
Fator ).x barra.
Fator l. y barra:
0,72
1,66
1.6 • Coeficientes para cáículo da resistência â nambagem:
Eixo de Flambagem
Eixo X:
Eixo Y:
Curva
a
b
1.7 · Resistência Nominal (Nn)
Fatora
0,158
0,281
Nn = 40,85 KN
1.8 • Resistência de Cálculo (N cale)
N cale= 36,77 KN
CJ
1.9- Resistência Nominal (Nn) • Tração
T
Nn = 113,25 KN
1.10. Resistência de Cálculo (N cale)· Tração
N cale= 101,93 KN
Fator~
1,57
0,77
Fatorp
0,839
0,294 .._ _,
Avisos
Eixo de Flambagem 1
Conclusão: Perfil Não Adequado
/
Conclusão: Perfil Adequado
Rua Major Afonso Leal, N. 58 - Casa Amarela - CEP.: 52.070-160 - Recife - PE.
Telefax.: ( 81) 3265-6815 / 9673-9021 - E-Mail: sandro_inacio@hotmail.com
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Re1_119_20IO_Ponte_Pref. São Lourenço da Mata Sandro Inácio
Engenheiro Civil
CREA - RJ-150513/D
•
Perfil U, Barra 358, Combo 1
Carregamentos
Fletor M1=
Fletor M2=
Cortante=
Normal=
Comprimento:
20,80
2,10
kn.m M1 . Menor momento
kn.m M2 - Maior momento
kn
M1 / M2 = #DIV/0!
(M1 / M2 ) > O Quando os momentos provocarem a curvatura reversa da barra.
(M1 / M2) < O Quando os momentos provocarem a curvatura simples da barra.
kn
m
Compressão
Situação: Perfil Adequado
FLEXÃO
1.0 - Cálculo de Nn
1.1 - Verificação de Esbeltez da Alma·
(b / t) = 16,75
)Jim = 42,09
Conclusão: Seção não esbelta
1.1.1 - Altura Efetiva da Alma (hef)
h ef = 9,29E-02
1.1.2 - Area Efetiva da Coluna J
Aef = 5,57E-04
n
Fator Qs:
Fator Qa:
Fator Q:
1,00 Mesa
1,23 Alma
1,23
1.2 - Verificação de Esbeltez do Flange / Mesa '
(bl/ 2 X tf): 5,00
)Jim = 15,75
Conclusão: Seção não esbelta
1.3 - Escolha das Curvas de Flambagem (Tabela 3)
Curva Fator a
Eixo X: a 0,158
Eixo Y: b 0,281
1.4 - Cálculo da Esbeltez (Flanbagem X e Y) - Anexo H
Base Topo
X Rol. LilKe Rol. Li1Ke
Y Rot. Li,...e Rot. LilKe
K
.1,00
1,00
Cuidado com a orientação dos Eixos
). x = 70,00 Conclusão: Seção nao esbelta
).y = 161,54 Conclusão: Seção não esbelta
1.5 - Parâmetros de esbeltez para barras comprimidas:
Fator ).x barra:
Fator )..y barra:
0,86
1,99
1.6 - Coeficientes para cálculo da resistência á flambagem:
Eixo de Flambagem
Eixo X:
EixoY:
Curva
a
b
Fatora
0,158
0,281
1.7 - Resistência Nominal (Nn)
Nn = 29,80 KN
1.8 - Resistência de Cálculo (N cale)
N cale= 26,82 KN
[]
1.9- Resistência Nominal (Nn)-Tração
T
Nn = 113,25 KN
1.10 - Resistência de Cálculo (N calc)-Tração
N cale= 101,93 KN
Fator~
1,26
0,70
Fator p
0,765
0,214 '--------
Avisos
Eixo de Flambagem 1
Conclusão: Perfil Adequado
Conclusão: Perfil Adequado
Rua Major Afonso Leal, N. 58 - Casa Amarela - CEP.: 52.070-160 - Recife - PE.
Telefax.: ( 81) 3265-6815 / 9673-9021 - E-Mail: sandro_inacio@hotmail.com
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Rel_l19_20IO_Ponte_Pref. São Lourenço da Mata Sandro Inácio
Engenheiro Civil
CREA - RJ-150513/D
Perfil U, Barra 111 , Comba 1
Carregamentos
Fleto, M1=
F}eto, M2=
Cortante=
kn.m M1 • Menor momento
kn.m M2 - Maior momento
kn
Normal = 27,00 kn Compressão
Cornprirnento: 2,66 m
Situação: Perfil Não Adequado
M1 / M2 = IIDIV/01
(M 1 / M2 ) > O Quando os momentos prosocarem a cursatura reversa da barra.
(M 1 / M2 ) < O Quando os momentos prococarem a curvaíura simples da barra.
FLEXÃO
1.0 - Câlculo de Nn
1. • - Verificação de Esbeltez da Alma
(b/ t) =
,Jim =
Conclusão: Seção não esbelta
1 .1. 1 - Altura Efetiva da Alma (hef)
h ef=
1.1.2-Area Efetiva da Coluna
Aef=
16,75
42,09
9,29E-02
5,57E-04
Fato, Os:
Fator Qa:
Fator Q.
1.00 Mesa
1,23 Alma
1,23
1.2 - Verificação de Esbeltez do Flange / Mesa
(bf/ 2 X tf) =
)Jim=
Conclusão: Seção não esbelta
5,00
15,75
1.3 - Escolha das Corvas de-Flambagem (Tabela 3)
Cul'\0 Falara
Eixo X: a O, 158
Eixo Y: b 0,281
1.4 - Cálculo da Esbeltez (Ftanbagem Xe Y)- Anexo H
Base Topo
X Rol. Livre Rol. LilKe
y Rol. Livre Rol. Livre
1.5 - Parãmetros de esbeltez para barras co,nprimidas:
Fator ).x barra:
Fator À y barra:
1,09
2,52
1.6 - Coeficientes para cálculo da resistência â flambagem:
Eixo de Flambagem
Eixo X:
EixoY.
CuM
a
b
Fator"
0,158
0,281
1.7 - Resistência Nominal (Nn)
,Nn = 19,39 KN
1.8 - Resistência de Cálculo (N cale)
N cale= 17,45 KN
D
1.9- Resistência Nominal (Nn) -Tração
T
Nn = 113,25 KN
1.10 - Resistência de Câlculo (N cale) -Tração
N cale = 101,93 KN
K
1,00
1,00
Fator~
0,99
0,63
Cuidado com a orientação dos Eixos
)..x = 88,67 Conclusão. Seção nao esbelta
À y = 204,62 Conclusão Seção Esbelta
Fator p Avisos
0.613 Eixo de Ftambagem 1
0,139 '---------'
Conclusão: Perfil Não Adequado
Conclusão: Perfil Adequado
/
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Engenheiro Civil
CREA - RJ-150513/D
Perfil U, Barra 254, Combo 1
Carregamentos
Fletor M1=
Fletor M2=
Cortante=
Normal=
Comprimento:
Situação: Perfil Adequado
kn.m M1 - Menorrmomenlo
kn.m M2 - Maior momento
25:1cJ
kn
kn Tração
2.66 m
M1 / M2 = #OIV/0!
(M 1 / M2 ) > O Quando os momentos provocarem a cuoaíura reversa da barra.
(M 1 / M2 ) < O Quando os momentos prosocarern a curvatura simples da barra.
FLEXÃO
1.0 • Cálculo de Nn
1.1 · Verificação de Esbeltez da Alma
(b / t) = 16,75
)Jim = 42,09
Conclusão: Seção não esbelta
1.1.1 • Altura Efetiva da Alma (hei)
h ef = 9,29E-02
1.1.2 . Área Efetiva da Coluna
Aeí = 5,57E-04
/
Fator Qs:
Fator Qa:
Fator O:
1,00 Mesa
1,23 Alma
1,23
I
1.2 • Verificação de Esbeltez do Flange / Mesa
(bf / 2 X tf) = 5,00
)Jim= 15,75
Conclusão: Seção não esbelta
1.3 · Escolha das Curvas de Flambagem (Tabela 3)
CuM Fatora
Eixo X: a o. 158
Eixo Y: b 0,281
1.4 • Cálculo da Esbeltez (Flanbagem X e Y) - Anexo H
Base Topo
X Rot. LilKe Rot. Li1Ke
Y Rot. Li1Ke Rot. LilKe
1.5 • Parâmetros de esbeltez para barras comprimidas:
Fator l. x barra:
Fator l. y barra:
1,09
2,52
1.6 - Coeficientes para cálculo da resistência á nambagem:
K
1,00
1.00
Cuidado com a orientação dos Eixos
l. x = 88,67 Conclusão: Secão nao esbelta
l. y = 204.62 Conclusão: Secão Esbelta
Eixo de Flambagem
Eixo X:
Eixo Y:
Curva
a
b
Fatora
0,158
0,281
1.7 - Resistência Nominal (Nn)
Nn = 19,39 KN
1.8 - Resistência de Cãlculo (N cale)
N cale= 17,45 KN
[]
1.9· Resistência Nominal (Nn) • Tração
T
Nn = 113,25 KN
1.10 - Resistência de Cãlculo (N cale) -Tração
N cale = 101.93 KN
Fator~
0,99
0.63
Fator p
0,613
º· 139 '--------~
Avisos
Eixo de Ftambagem !
Conclusão: Perfil Não Adequado
Conclusão: Perfil Adequado
Rua Major Afonso Leal, N. 58 - Casa Amarela - CEP.: 52.070~160 - Recife - PE.
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/
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Engenheiro Civil
CREA - RJ-150513/D
Perfil U, Barra 44, Combo 2
Carregamentos
Fletor M1=
Fletor M2=
Cortante=
Normal=
Comprimento.
33,10
1,75
kn.m M1 - Menor momento
kn.m M2 - Maior momento
kn
M1 1 M2 =' #DIV/0!
(M1 1 M2 ) > O Quando os momentos prosocarem a curvatura reversa da barra.
(M 1 1 M2 ) < O Quando os momentos provocarem a curvatura simples da barra.
kn Tração
m
Situação: Perfil Adequado
FLEXÃO
1.0 - Cálculo de Nn
1.1 - Verificação de Esbeltez da Alma
(bit)= 16,75
,Jim = 42,09
Conclusão: Seção rião esbelta
1.1.1 - Altura Efetiva da Alma (heO
h ef = 9,29E-02
1.1.2 - Área Efetiva da Coluna
Aef = 5,57E-04 /
Fator Os:
Fator Qa:
Fator O:
1,00 Mesa
1,23 Alma
1,23
( 1.2 - Verificação de Esbeltez do Flange / Mesa
(bf/ 2 X 10 =
,Jim=
Conclusão: Seção não esbelta
5,00
15,75
1.3 - Escolha das Curvas de Flambagem (Tabela 3)
Cuí\0 Fatora
Eixo X a O, 158
Eixo Y. b 0,281
1.4 - Cálculo da Esbeltez (Flanbagem X e Y) - Anexo H
Base Topo
X Rol. Li\fe Rol. Li\fe
Y Rol. Li\fe Rol. Li\fe
K
1,00
1,00
Cuidado com a orientação dos Eixos
). , = 58,33 Conclusão. Seção nao esbelta
À y = 134,62 Conclusão: Seção nâo esbelta
1.5 - Parâmetros de esbeltez para barras comprimidas.
Fator l..x barra.
Fator ),, y barra:
0,72
1,66
1.6 - Coeficientes para cálculo da resistência á flambagem:
Eixo de Flambagem
Eixo X:
Eixo Y:
Curva
a
b
Fatora
0,158
0,281
1.7 - Resistência Nominal (Nn)
Nn = 40,85 KN
1.8 - Resistência de Cálculo (N cale)
N cale= 36,77 KN
[]
1.9- Resistência Nominal (Nn). Tração
T
Nn = 113,25 KN
1.10 - Resistência de Cálculo (N cale) - Tração
N cale= 101,93 KN
Fator p
1,57
0,77
Fator p
0,839
0,294 ~-------~
Avisos
Eixo de Flambagem 1
Conclusão: Perfil Adequado
Conclusão: Perfil Adequado
,/
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Engenheiro Civil
CREA - RJ-150513/D
Perfil U, Barra 176, Combo 2
Carregamentos
Fletor M1=
Fletor M2=
kn.m
kn.m
Cortante = kn
Normal= 36,40 kn
Comprimento: 1,75 m
Situação: Perfil Adequado
M1 • Menor momento
M2 - Maior momento
M1 / M2 = #DIV/0!
(M 1 / M2 ) > O Quando os momentos pro-ocarem a curvatura reversa da barra.
(M 1 / M2 ) < O Quando os momentos provocarem a curvatura simples da barra
Compressão
FLEXÃO
1.0 - Cálculo de Nn
1.1 • Verificação de Esbeltez da Alma
(b / t) = 16,75
IJim = 42,09
Conclusão: Seção não esbelta
1.1.1 - Altura Efetiva'da Alma (he~
h ef = 9,29E-02
1.1.2 - Área Efetiva da Coluna
Aef= 5,57E-04
Fator Qs:
FatorQa:
FatorQ:
1,00 Mesa
1,23 Alma
1,23
1.2 - Verificação de Esbeltez do Flange / Mesa
(bf/ 2 X t~ = 5,00
IJim = 15,75
Conclusão: Seção não esbelta
1.3 - Escolha das Curvas de Flambagem (Tabela 3)
CuMI Fatoc a
Eixo X: a \ 0,158
Eixo Y: b 0,281
1.4 - Cálculo da Esbeltez (Flanbagem X e Y) - Anexo H
Base Topo 1
X Rol. livre Rol. livre
y Rol. livre Rot. livre
K
1.00
1,00
Cuidado com a orientação dos Eixos
1,.x = 58,33 Conclusão: Seção não esbelta
À y = 134,62 Conclusão: Seção não esbelta
1.5 - Parâmetros de esbeltez para barras comprimidas:
Fator 1,.x barra:
Fator 1,.y barra:
0,72
1,66
1.6 • Coeficientes para cálculo da resistência á flambagem:
Eixo de Flambagem
Eixo X:
EixoY:
CuMI
a
b
Fatora
0,158
0,281
1.7 - Resistência Nominal (Nn)
Nn = 40,85 KN
1.8 • Resistência de Cálculo (N cale)
N cale= 36,77 KN
D
1.9- Resistência Nominal (Nn) - Tração
T
Nn = 113,25 KN
1.10 • Resistência de Cálculo (N calc)-Tração
N cale= 101,93 KN
Fator~
1,57
0.77
Falorp
0,839
0.294 '--------'
Avisos
Eixo de Flambagem !
Conclusão: Perfil Adequado
Conclusão: Perfil Adequado
Rua Major Afonso Leal, N. 58 - Casa Amarela - CEP.: 52.070-160 - Recife - PE.
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Engenheiro Civil
CREA - RJ-150513/D
Perfil U, Barra 230, Combo 2
Carregamentos
Fletor M1=
Fletor M2=
kn.m
kn.m
Cortante = kn
Normal = 26,60 kn
Comprimento: 2,66 m
Situação: Perfil Não Adequado
M1 - Menor momento
M2 - Maior momento
M1 / M2 = #DIV/0!
(M 1 / M2 ) > O Quando os momentos prosocarem a curvatura reversa da barra.
(M1 / M2 ) < O Quando os momentos provocarem a curvatura simples da barra
Compressão
FLEXÃO
1.0 - Cãlculo de Nn
1.1 - Verificação de Esbeltez da Alma
(b / t) = 16,75
)Jim = 42,09
Conclusão: Seção não esbelta
1.1.1 - Altura Efeti10 da Alma (hef)
h er = 9,29E-02
1.1.2 - Area Efeti10 da Coluna
Aef= 5,57E-04
Fator Qs: 1,00 Mesa
Fator Qa: 1,23 Alma
Fator O: 1,23
.-
1.2 - Verificação de Esbeltez do Flange / Mesa
(bf/ 2 X tf} = 5,QO
)Jim = 15,75
Conclusão: Seção não esbelta
1.3 - Escolha das Curvas de Flambagem (Tabela 3)
Curva Fator o
Eixo X: a O, 158
Eixo Y: b 0,281
1.4 - Cálculo da Esbellez (Flanbagem Xe Y)- Anexo H
Base Topo
X Rot. Lil.fe Rol. uve
Y Rot. Li= Rot. li\Ke
1.5 - Parâmetros de esbeltez para barras comprimidas:
K
1,00
1,00
Cuidado com a orientação dos Eixos
).. x = 88,67 Conclusão: Seção não esbelta
)..y = 204,62 Conclusão: Seção Esbelta
Fator )..x barra:
Fator ).. y barra:
1,09
2,52
1.6 - Coeficientes para cálculo da resistência à nambagem:
Eixo de Flambagem
Eixo X:
EixoY:
Curva
a
b
1. 7 - Resistência Nominal (Nn)
Nn = 19,39 KN
1.8 - Resistência de Cálculo (N cale)
N cale=
Fatora
0,158
0,281
17,45 KN
[]
1.9- Resistência Nominal (Nn) - Tração
T
Nn = 113,25 KN
1.10 - Resistência de Cálculo (N cale)- Tração
N cale= 101,93 KN
Fator p
0,99
0,63
Fatoc p
0,613
0,139 ~-------~
Avisos
Eixo de Flambagem 1
Conclusão: Perfil Não Adequado
Conclusão: Perfil Adequado
I
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E n g e n h e i r 01 C i vi 1
CREA - RJ-150513/D
Perfil U, Barra 361, Combo 3
Carregamentos
Flet(l(M1=
Fiel"' M2=
kn.m
kn.m
Cortante= kn
Normal = 20,20 kn
Comprimento. 1, 75 m
Situação: Perfil Adequado
M1 - Menor momento
M2 - Maior momento
M1 / M2 = #DIV/0!
(M1 / M2) > O Quando os momentos provocarem a curvatura reversa da barra.
(M1 / M2 ) < O Quando os momentos prosocarem a curvatura simples da barra
Compressão
FLEXÃO
1.0 - Cálculo de Nn
1.1 - Verificação de Esbeltez da Alma
(b / t) = 16,75
)Jim = 42,09
Conclusão: Seção não esbelta
1.1.1 - Altura Efetile da Alma (hei)
h ef = 9,29E-02
1.1.2 - Area Efetiva da Coluna
Aef = 5,57E-04
Fator Os. 1.00 Mesa
Fator Qa: 1 ,23 Alma
Fator Q: 1,23
1.2 - Verificação de Esbeltez do Flange / Mesa
(bf /2 X lf) = 5,00
)Jim= 15.75
Conclusão: Seção não esbelta
1.3 - Escolha das Curvas de Flambagem (Tabela 3)
' Curva Fator a
Eixo X: a 0.158
Eixo Y: b 0,281
1.4 - Cálculo da Esbeltez (Flanbagem Xe Y) -Anexo H
Base Topo
X Rol. Li1Ke Rol. Li=
Y Rol. t.iwe Rol. LilKe
1.5 - Parâmetros de esbeltez para barras comprimidas:
Fator ÀX barra:
Fator ÀY barra:
0,72
1,66
1.6 - Coeficientes para cálculo da resistência à nambagem:
Eixo de Flambagem
Eixo X:
Eixo Y.
Curva
a
b
Fator a
0,158
0,281
1. 7 - Resistência NO(Oinal (Nn)
Nn = 40,85 KN
1.8 - Resistência de Cálculo (N cale)
K
1,00
1,00
Fator p
1,57
0,77
Cuidado com a orientação dos Eixos
À x = 58,33 Conclusão: Seção não esbelta
À y = 134,62 Conclusão. Seção nao esbelta
Fator p Avisos
0,839 Eixo de Ftambagem !
0,294 '---------'
N cale= 36,77 KN Conclusão: Perfil Adequado
0
1.9- Resisténcia Nominal (Nn) - Tração
T
Nn = 113,25 KN
.
1.10 - Resistência de Cálculo (N cale) -Tração
N cale = 101,93 KN Conclusão: Perfil Adequado
Rua Major Afonso Leal, N. 58 - Casa Amarela - CEP.: 52.070-160 - Recife - PE.
Telefax.: ( 81) 3265-6815 / 9673-9021 - E-Mail: sandro_inacio@hotmail.com
Página j 63
••• ..
Rel_l 19_2010_Ponte_Pref. São Lourenço da Mata Sandro Inácio
Engenheiro Civil
CREA - RJ-150513/D
Perfil U, Barra 324, Comba 3
Carregamentos
Fletor M1= kn.m M1 - Menor momento
Fletor M2= kn.m M2 - Maior momento
Cortante = kn
Normal = 19,20 kn Compressão
Comprimento: 2,90 m
Situação: Perfil Não Adequado
M1 / M2 = #DIV/0!
(M 1 / M2 ) > O Quando os momentos pro-ocarern a curvatura resersa da barra.
(M1 / M2) < O Quando os momentos provocarem a curvatura simples da barra.
FLEXÃO
1.0 -Cálculo de Nn
1.1 -Verificação de Esbeltez da Alma
(bit)= 16,75
)Jim = 42,09
Conclusão: Seção não esbelta
1.1.1 - Altura Efetiva da Alma (heQ
h ef = 9,29E-02
1.1.2 - Área Efetiva da Coluna
Ael=
Fator Qs:
FatorQa:
Fator O:
5,57E-04
1,00 Mesa
1,23 Alma
1,23
1.2 - Verificação de Esbeltez do Fl~n9e / Mesa
(bf/ 2 X tQ = 5,00
)Jim = 15,75
Conclusão: Seção não esbelta
1.3 - Escolha das Curvas de Flambagem (Tabela 3)
Curva Fator a
Eixo X a 0,158
Eixo Y: b 0,281
1.4 - Cálculo da Esbeltez (Flanbagem X e Y) - Anexo H
Base Topo
X Rot. Liwe Rot. u ..• e
y Rol. Li\re Rol. Li.,.e
1.5 - Parâmetros de esbeltez para barras comprimidas:
K
1,00
1,00
Cuidado com a orientação dos Eixos
). x = 96,67 Conclusão: Seçao não esbelta
), y = 223,08 Conclusão: Seção Esbelta
Fator ). x barra:
Fator ). y barra:
1,19
2,75
1.6 - Coeficientes para cálculo da resistência á flambagem:
Eixo de Flambagem
Eixo X
Eixo Y:
Curva
a
b
Fatora
0,158
0,281
1. 7 - Resistência Nominal (Nn}
Nn = 16,51 KN
1.8 - Resistência de Cálculo (N cale)
N cale= 14,86 KN
D
1.9- Resistência Nominal (Nn) - Tração
T
Nn = 113,25 KN
1.10 - Resistência de Cálculo (N calc)-Tração
N cale= 101,93 KN
Fator~
0,92
0,62
Fator p Avisos
0,547 Eixo de Flambagem !
0,119 ~------~
Conclusão: Perfil Não.Adequado
Conclusão: Perfil Adequado
,.
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