| Tipo | Lei Complementar |
|---|---|
| Número / Ano | 1 / 2001 |
| Date | 2001-12-14 |
| Ementa | INSTITUI NOVO CÓDIGO TRIBUTÁRIO E DE RENDAS DO MUNICÍPIO DE CAETITÉ, BAHIA. |
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PREFEITURA MUNICIPAL DE CAETITE
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LEICOMPLEMENTAR N° 001 DE 14 DE DEZEMBRO DE 2CX11
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LEI CO卜IPLEMENTAR N.° 001,DE 14 DE DEZEⅣIBRO DE 2001.
INSTITUI NOVOCODIGO TRIBUTANO E
DE RENDAS DO MUNICiPfu DE
CAETII-L, BAHIA.
O PREFEITO ⅣlUNICIPAL DE CAETITE,ESTADO DA BAHIA,no uso de suas
at五bui95eslegais e do quantο lhe confere o anゅ da Le1 0rganica do Municiplo
FAcO SABER QllE A CAMARA MUNICIPAL DE CAETIIE,ESTADO DA BAⅡ■ ,
aprova c eu sanciono e promulgo em■ ome do povo a presente Lel Complementar
DAS DISPOSIcOES GEMIS
TIT‐OI
DAS DISPOSIcOES NTRODUTOmS
Art. l' - Aplica-se ir legislafo tributi,ria municipal os principios e as normas
gerais estabelecidos pela ConstituigSo Federal, Codigo Tributirio n-acional (CTN)
ConstituiEeo Estadual, Lei OrgAnica do Municipio, Leis Complementares e demais
imposigdes de leis que deva observar.
Art. 2" - Para os efeitos da legislagdo tributiria municipal, consideram-se
pessoas juridicas:
I - as de direito pfblico e as de direito privado, sejam quais forem seus fins,
nacionalidade ou participantes no capital;
II - as filiais, sucursais, agCncias ou representag6es das pessoas juridicas com
sede no exterior;
III - as sociedades de fato e as firmas individuais.
TITULO II
DO CADAS¶ ⅢD FISCAL
CAPITULO I
DAS DISPOSIcOES GERAIS
Art. 3" - O cadastro fiscal do iv{unicipio compreende:
I - cadasiro imobiliirio;
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II - cadastro geral de atividades, que se desdobra em:
a) cadastro das atividades dos estabelecimentos em geral;
b) cadastro das atividades exercidos nos logradouros publicos;
c) cadastro simplificado.
$ l'- O cadastro imobili6rio tem por finalidade inscrever todas as unidades
imobili6rias existentes no Municipio.
$ 2' - O cadastro geral de atividades compreende todas as atividades para cujo
exercicio € exigida a concessio do alvari de localizagdo e funcionamento.
$ 3" - O cadastro simplificado tem por finalidade inscrever as atividades de
reduzido movimento econ6mico a ser definido em ato do Poder Executivo.
$ 4o - Com base no cadastro fiscal poderio ser estruturados cadastros
especiais, inclusive de contribuintes cujas atividades se encontrem paralisadas ou que,
deixando de funcionar, n6o providenciaram a baixa de suas atividades.
$ 5'- A organizagio e o funcionamento do cadastro fiscal serio disciplinados
em ato do Poder Executivo.
CAPiTIILO II
DA TNSCRTqAO E ALTERACOES NO CADASTRO FISCAL.
Art. 4' - Toda pessoa fisica ou juridica que exerga ou venha a exercer
atividade econ6mica no Municipio, permanente ou tempor6ri4 ainda que beneficiada pela
imunidade constitucional ou isengdo dos tributos e pregos publicos municipais, fica obrigada
a requerer sua inscrigio e alteragdes no cadastro fiscal do Municipio, de acordo com as
formalidades estabelecidas em ato do Poder Executivo.
Paligrafo Unico - O prazo da inscrigdo dever6 sempre preceder ao inicio das
atividades e o das alteragdes serA de 3o(tinta) dias, a contar do ato ou fato que as motivaram.
ArL 5' - Far-se-6 a inscrigio e alterag6es:
I - a requerimento do interessado ou seu mandatirio;
II - de oficio, ap6s expirado o prazo para inscrigdo ou
inscrigSo, aplicando-se as penalidades de lei.
$ 1" - Na inscrigdo, ser6 observado o disposto na lei de uso do solo, codigo de
postura e o plano diretor do Municipio.
$ 2o - Considera-se inscrito, a titulo precerio, aquele que ndo obtiver resposta
da autoridade administrativa, decorridos 30(trinta) dias do seu pedido de inscrigio, desde que
cumpridas todas formalidades exigidas no processo de inscriqio.
alter"6es dos dados da
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CAPl■ 几O HI
シ DA BAⅨ A NO CADASTRO FISCAL
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_ Art.6° ―Far‐ se‐ iabがxal
`′ I ‐a requeHmento do interessado ou seu mandat`Ho, obrlgat6● ヽ quando do
‐ enceramento das ati宙 dades;
ν
II - de oficio, nos seguintes casos:
a) comprovagio da inexist6ncia de fato gerador da obrigagdo;
b) erro ou falsidade na inscrigio cadastral;
c) duplicidade de inscrigdo;
d) decaddncia ou prescrigSo.
TITULO HI
DASISENcOES MUNICIPAIS
_ Art.7° ―Compete ao Poder Executivo apresentar ProJeto de Lei especiflco
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1:lli:11::SSao de isen9ao ou incentivos flscais de qualquer dos tFibutOs de competencia dO
‐
PartrafO unico‐ A isen9う o ou incent市os iscais serao cOncedidos a prazo
\- certo, desde que atenda as seguintes condig5es:
I - estar acompanhada de estimativa do impacto orcamenterio-financeiro no exercicio em que \' dela iniciar sua vig6ncia e nos dois exercicios seguintes; e
\- II - atender ao disposto na Lei de Diretrizes Orgament6rias e a pelo menos uma das seguintes
v condig6es:
\' a). demonstragdo, pelo proponente, de que a renfincia foi considerada na estimativa de receita \, da Lei Orqamentf,,ria Anual e que ndo afetar6 as metas de resultados fiscais previstas;
\, b) ... estar acompanhada de medidas de compensagdo no exercicio em que deva iniciar sua
vigGncia e nos dois exercicios seguintes.
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TITULO IV
DO PARCELAMENTO DO CREDITO TRIBUTAR10
Art. t' - E permitido o parcelamento do credito tributirio, sempre que ocorrer \,
motivo que o justifique, disciplinado por ato do Poder Executivo.
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\ l'- A competOncia para conceder o parcelamento pode ser delegada.
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‐ fonte §2° ‐E vedada a∞ncesぬo de parceiallmento de dめ ho det●buto retido na
V
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TITULO V
DASINFRAcOES E DAS PENALIDADES
CAPI肌 OI
DASINFRAcOES
Art. 9" - Constitui ir.fragdo toda ag6o ou omiss6o, volunt6ria ou involuntiLri4
que importe em inobservdncia de preceitos estabelecidos ou disciplinados por lei ou pelos \' atos administrativos de car6ter normativo destinados a complementiJa.
Art. 10 - As infrag6es serio apuradas mediante procedimento administrativo
CAPITLILO II
DAS PENALDADES
SEcAO I
DAS ESPECIES DAS PENALIDADES
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_ flscal
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v separadas ou cumulativamente.
I - multa;
II - perda de desconto, abatimento ou dedug6o;
III - cassagio dos beneficios de isenEso ou incentivos fiscais,
IV - revogagSo dos beneficios de anistia ou morat6ria;
V - zujei96o a regime especial de fiscalizagdo;
VI - cassagio de regimes ou controles especiais estabelecidos em beneficio
de contribuintes ou de outras pessoas;
VII - cassagdo de permiss6es ou concess6es obtidas.
SEcAO II
DA APLICAcAo E GRADUAcAo DAS PENALIDADES
Art. 12 - Compete i autoridade administrativa, atendendo aos antecedentes do
infrator, aos motiv-os determinantes da infragdo e ii gravidade de suas consequdncias efetivas
ou potenciais.
I - determinar a pena ou as penas apliciveis ao infrator;
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Art. 1l - As infrag6es serdo punidas com as seguintes penas, aplic6veis
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lI - fixar, dentro dos limites legais, a quantidade da pena aplia'ivel.
Art. 13 - A autoridade fixar6 a pena de multa partindo da pena b6sica
estabelecida para a infragio, como se atenuantes houvesse, so a majorando em razao de
circunstdncias agravantes ou, qualificativas, provadas no respectivo processo.
$ 1" - Sdo circunstincias agravantes:
I - a reinciddncia;
lI - o fato do tributo, ndo-langado ou langado em valor inferior ao devido, ter
sido objeto de processo de consulta formalizado pelo infrator, cuja decisSo ji tenha passado
em julgado;
III - qualquer circunstincia ndo classificada como sonegagao, apropriagdo
ind6bita, fraude ou conluio que demonstre artificio doloso na pr6tica da infraqdo.
$ 2" - Sdo circunstincias qualificativas:
I - a sonegaqdo;
II - a apropriaqSo ind6bita;
III - a fraude;
IV - o conluio.
Art. 14 - A majoraqSo da pena obedeceri aos seguintes criterios:
I - nas infragdes nio-qualificadas:
a) ocorrendo apenas uma circunstincia agravante, exceto a
reinciddncia, a pena b6sica ser6 aumentada de loo/o (dez por cento);
b) ocorrendo a reincid6ncia ou mais de uma circunstincia agravante, a
pena b6sica ser6 aumentada de 159'o (quinze por cento).
II - nas infraq6es qualificadas, ocorrendo reinciddncia ou mais de uma
circunstdncia qualificativa, a pena bisica ser6 majorada de 2oVo (inte por cento).
Par6grafo Unico - No caso de multa proporcional ao vaior do tributo, a
majoragdo incidiri apenas sobre a parte do valor do tributo corrigido monetadamente, em
relagio ao qual houver sido verificada a ocorr€ncia de circunstdnci" agravante ou
qualificativa na pr6tica da respectiva infraqao.
Art. 15 - Caracteriza-se como reincid6ncia a pr6tica de nova infragdo a um
mesmo dispositivo ou de disposiqio iddntica da legislagio tributiria municipal, por uma
mesma pesso4 dentro de 05(cinco) anos, contados da data em que houv'er passado em
julgado, administrativamente, a decisSo condenatoria referente i infragio anteriorPar6grafo Unico - Aplica-se o disposto neste artigo i pessoajuridica de direito
privado que resultar de fusio, transformagdo, incorporaqdo, cisdo ou extinqSo.
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Art. 16 - Apurando-se, em um mesmo processo, a pr6tica de mais de uma
infrag5o por uma mesma pessoa, natural ou juridica, serZo aplicadas, cumulativamente, as
penas a elas cominadas.
$ 1" - As faltas cometidas na emiss6o de um mesmo documento ou na feitura
de um mesmo langamento serio consideradas uma unica infragdo, sujeita i penalidade mais
grave, dentre as previstas para elas.
$ 2" - As infrag6es continuadas estAo sujeitas a uma pena irnic4 com o
aumento de l}Yo{dez por cento) para cada repetigao da falta, n6o podendo o valor total
exceder ao dobro da pena bisica.
$ 3o - Consideram-se continuadas as infragoes quando se tratar de repetigao de
falta ainda ndo apurada ou queji seja objeto de processo, de cuja instauraqdo o infrator nio
tenha conhecimento, por meio de intimagdo ou outro ato administrativo.
Art. 17 - Se no procedimento fiscal apurar-se a responsabilidade de mais de
uma pessoa, ser6 imposta a cada uma delas, em notificagoes de langamento ou autos de
infraEio separados, a pena relativa i infragdo que houver cometido.
Art. 18 - Nio serdo aplicadas penalidades aos que, enquanto prevalecer o
entendimento, tiverem agido ou pago o tributo.
I - de acordo com interpretagio fiscal constante de decisSo irrecorrivel de
riltima instincia administrativa, proferida em processo fiscal, se patte interessada;
Il - de acordo com interpretagdo fiscal constante de atos normativos baixados
pelas autoridades fazendirias competentesArt. 19 - A aplicagdo da pena e o seu cumprimento nao dispensam, em caso
algum, o pagamento do tributo devido, nem prejudicam a aplicagio das penas cominadas,
para o mesmo fato, pela legislaEdo criminal.
TITULOヽ1
DA CORREcAO MONETARIA,DAS MULTAS E DOSJUROS DE MORA
Art. 20 - O contribuinte que deixar de pagar o tributo, contribuigdo de
melhoria ou renda, no prino estipulado, ou for autuado em processo fiscal ou ainda intimado
em decorr€ncia de langamento de oficio, ficari sujeito aos seguintes acrdscimos legais:
I - correEao monetAria;
II - multa de infragEo:
a) penalidade biisica;
b) pena majorada;
IiI - rnulta de mora;
\' pelo municipio.
lV - Juros de mora;
$ 1'- A correg6o monet6ria incidir6, inclusivg sobre os debitos parcelados
$ 2 ' - Os acrescimos previstos nos incisos II, III e IV incidir6o sobre o valor
| - 2%o (dois por cento), se o tributo for pago no prazo de 30(trinta) dias ap6s o
tI - syo (cinco por cento), se o atraso for superior a 30 (trinta) e at6 90
III - lff/o ( dez por cento), se o atraso for superior a 90 (noventa) dias.
$ 70 - Os juros de mora serdo contados a partir do dia seguinte ao do
$ 8" - Ato do Poder Executivo disciplinar6 a forma de aplicagdo da corregio
Arrt. 2l - E vedado receber debito de qualquer natureza com dispensa de
\, corrigido monetariamerte.
\' $ 30 - Para c6lculo da conegEo monetAria ser6 adotada tabela pr6tica, \, atualizada de acordo com a Unidade Fiscal do Municipio - U.F.M.
$ 4" - A multa de infraqio seri aplicada quando for apurada agio ou omissio
do contribuinte que importe em inobserv-incia do disposto na legislagdo tribut5ria.
$ 5o - Para as infrag6es de qualquer obrigagdo acess6ria nio prevista nesta Lei,
v seri aplicada a penalidade bdsica de 100(cem) U.F.M., conforme se dispuser em
\, regulamento.
\, vencimento;
\- (noventa) dias;
$ 6' - A multa de mora ser6 de:
\- vencimento do tributo, d razlo de l% (um por cento) ao m6s calendirio ou fragio, calculados \- na data do seu pagamento.
moneteria.
w corregdo monet6ria.
v
nao ,"16 "pr#Hi; ililf:l"3:sivo
que efetuar o recolhimento espontaneo do tributo
\,
Art. 23 - Aos contribuintes notificados ou autuados, ser6o concedidos os
v seg:riintes descontos:
I - 100% (cem por cento) na multa de infraqio, se o pagamento for efetuado no \' prazo de 30 (trinta) dias a contar da intimagio;
\. fl - 6U/o (sessenta por cento) na multa de infragao, se o pagamento for efetuado
\, ap6s o prazo do inciso anterior e antes do julgamento de primeira instancia;
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III - 30% (trinta por cento) na multa de infragio, se o pag.rmento for efetuado
no prazo de 30 (trinta) dias apos o julgamento de primeira instincia, contado da ciCncia da
decis6o.
$ 1" - Os descontos ser6o concedidos sem prejuizo do pagamento dos demais
TITULO VII
DO PROCESSO ADMmttlsTRATIVO FISCAL
\, acr6scimos legais.
v efetuarop"c,,$",:;;":"fr'#ll#:rH:.'ffi*ffi J.1:',*ff#:r:"i,:l;'J,*Lil:*"
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‐ destinado al
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し 1-apuracao de in品 ¨ es a legittφ o tHhttta mui中」 Ou,ncl caso de
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し apli“φo dalegiSaφo tHh饉j電
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し nollilas constantes em ato do Poder Exomitivo
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し DOS ATOS E TERMOS PRCICESSUAIS
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` Art.25‐ Os atos e termos pro∝ ssuais,quando a ld ttb pre節
し "er fol...a dete―adち ∞nteraO sOmente o indispensavel a sua flnalidade,numeradas e rubFiCadaS
し todas as fomas dos aut。、em ordem cron。 16gica de eventos eJuntada
こ m tta畿 躙 霊 為 :S篤 :∬熙
Sf:ぷ
躍 甜 践 ∬ 盤
S酬
ぷ 躍
し emend^、 rasuras e b∝ 崎es■o ressalvados
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Art. 21 - O processo fiscal compreende o procedimento administrativo
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DOS PRAZOS
Art- 26 - Os prazos fluirio a partir da data de cidncia e serdo continuos,
excluindo-se na $ra contagem o dia do inicio e incluindo-se o do vencimento.
Parigrafo Unico - Os prazos so se iniciam ou venc€m em dia de expediente
normal no orgdo em que mrra o processo ou devam ser praticados os atos.
SAcAO IV
DA INTIIIIIACAO
Ari.27 - Far-se-6 a intirnagio:
I - pelo autor do procedimento, provada com a assinatura do sujeito passivo,
seu mandat6rio ou preposto, ou, no caso de recusa, com declaragio escrita do fato;
II - por via postal, telegrifica, FAX correio eletr6nico, ou similar, com prora
de recebimento;
III - por edital, publicado, uma vez, em 6196o da empresa local, de prefer€ncia
oficial, ou afixado em dependdncia" franqueada ao publico, da repartigio encarregada da
intimaqdo.
Art. 2E - Considerar-se-6 feita a intimagio:
I - na data da ci6ncia do intimado;
II - na data aposta no aviso de recebimento pelo destinatiirio ou por quem, em
seu nome, receba a intimagSo, se por via postal ou telegrifica;
III - na data constante da confirmagio do recebimento do FAX correio
eletrOr'ico ou similar;
lV - trinta dias ap6s a publicagEo ou afixagEo do edital, conforme o
utilizado
Par6grafo Unico - Omitida a data no aviso de recebimento a que se refere o
inciso II, considerar-se-d feita a intimagSo.
a - quinze dias ap6s sua entrega d agdncia postal;
b - na data constante do carimbo da agencia postal que proceder a
devolugio do aviso de recebimento, se anterior ao prazo previsto no inciso anterior.
Art. 29 - A intimagdo conter6 obrigatoriamente:
I - a qualificagio do intimado;
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\, autoridade administrativa a ser definido em ato do Poder Executivo.
II - a finalidade da intimagdo;
III - o prazo e o local para seu atendimento:
IV - a assinatura do funcion6rio e a indicaqSo do seu cargo ou fungdo.
Art.30 - Prescinde de assinatura a intimagEo emitida por processo eletr6nico.
SEcAO V
DO PttPARO DO PROCESSO
Art.31 ‐O preparO do processo sera efetuado na reparticao,na fOnma e pela
CAPITU■ O II
DO PROCESSO CONTENCIOSO
SEcAO I
DA DISPOSIcAO GERAL
SEcAO H
DO INICIO DO PRFDCEDDIENTO
Art.33‐ O procediment。 ■scal t∝ aliciO cOm:
I― alawamra do temlo dei面 do da iscalレoこo,prOcedida por agente Escal:
II‐ O pHm灘、 ato de cttcio,e“五to,praticado por senidor competente,
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面 Ica9お
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鵠 孟 島ゎ%IrWlξ 吼 ∬ c:撃篇 ∫l覇 暑 ∬ 需 鳳 』 ‐ respect市alnente,de“●ica゛O nO ambito intemo da repartiφ 0 0u de∞ rra de"う o lscal
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v cientificando o sujeito passivo, seu representante ou preposto, da obrigagio tribut6ria;
III - a lavratura de termo de apreensio de mercadorias, notas fiscais, livros ou \' quaisquer documentos em uso ou ji arquivados.
Art. 34 - O inicio do procedimento exclui a espontaneidade do sujeito passivo
v em relagio aos atos praticados que o procederem.
\' Paligrafo Unico - Os efeitos deste artigo alcangar4 independentemente de tY intimag6o, os dernais envolvidos nas infrag6es apuradas no deconer da a96o fiscal.
v
v sEcAou v DA FoRMALrzAqAo la rxrcfNcu oo cREorro \, rnIBUrARrO
Art. 35 - A exig€ncia do credito tribut6rio seri formalizada em notificagdo de
!
langamento ou auto de infragio distintos para cada tributo.
SEQAO rv
DA NOTIfl CA C AO DE LANCAMENTO
Art. 36 - A notificagSo de langamento ser6 feita pelo org6o indicado em ato do
\, Poder Executivo.
$ lo - A notificagao de lanEamento conter6, obrigatoriamente:
I - a qualificagdo do notificado;
II - o valor do credito tribut6rio e o prazo para recolhimento ou impugnagdo;
III - o enquadrame io legal e a penalidade aplic6vel, quando for o caso;
IV - a descrigSo do fato, quando for o caso;
V - a assinatura do chefe do 6rgdo ou de outro funcion6rio autorizado, a
\' direta do agente fiscal, ser6 sempre formalizada em auto de infraqio.
Art. 38 - O auto de infraqdo ser6 lavrado, por agente fiscal e conteri
v obrigatoriamente:
\' indicagEo do seu cargo ou fungdo e o nirmero de matricula.
w Processo eletrdnico.
$ 2o - Prescinde de assinatura a notificaqao de lanqamento emitida por
SECAO V
DO AUTO DE INFRACAO
ArL 37 - A exig€ncia do crddito tributi.,rio, em decorr6ncia da aqEo fisca1
I - a qualificagdo do autuado;
II - a data e a hora da lavratura;
III - a descrigio do fato;
IV - o enquadramento legal e a penalidade aplic6vel;
V - a determinagio da exig€ncia e a intimagio para cumpri-la ou impugn6Ja
no prazo previsto em lei:
da matricula.
YI - a assinatura do autuante, a indicag5o de seu cargo ou fung6o e o numero
$ 1" - O auto ser6 submetido d assinatura do autuado, seu representante ou
preposto;
$ 2'- No caso de recus4 apos declaraqSo escrita do fato, a intimaqdo serd
efetuada na forma prelista nesta Lei, obedecida a ordem estipulada.
Art.39 - As alteragSes no auto de infragdo, resultantes de informagSo fiscal,
dilig€ncia ou pericia, serdo consignadas em termo complementar, cuja copia ser6 entregue ao
autuado.
Art. 40 - Durante o przvo para impugnagdo ou recurso, seri facultado, ao
autuado ou seu mandatirio, vistas ao processo, no recinto da repartiqdo.
Parigrafo Unico - Os documentos que instruirem o processo podereo ser
restituidos, em qualquer fase, a requerimento do sujeito passivo, desde que a medida ndo
prejudique a instrugio e deles fique copia autenticada no processo.
sEcAo vr
DA REPRESI,NTACAO
Art. 41 - O servidor que verificar a ocorrdncia de infragdo d legistaqio
tributdria e ndo for competente para formalizar a exig6nci4 comunicar6 o fato, em
representaqdo circunstanciada, a seu chefe imediato, que adotari as providdncias cabiveis
junto ao 6195o fiscal competente.
sEcAovII
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DA IMPUGNACAO
Art. 42 - A impugnagdo da exig6nci4 apresentada i repartig6o preparadora no
prazo de 30 (trinta) dias, a contar da ci€ncia do impugnante, instaura a fase contenciosa do
procedimento.
$ l" - No caso de auto de infragio complementar ou de qualquer modificagEo
no langamento, ser6 devolvido o prazo para impugnagdo adicional ao fato novo.
$ 2" - A impugnagdo seri formulada por escrito e instruida com os documentos
em que se fundamentarArt. 43 - A autoridade preparadora, definida em regimento interno, poder6
discordar de exig€ncia n6o impugnada, em despacho fundamentado, o qual seri submetido ao
Secretirio da pasta a que estiv'er vinculada a Fazenda iv{unicipal.
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SEcAO VHI
DA COMPETENCIA PARA JULGAMENTO
Art.44-Ojulgamento do processo compete:
I ―em pHmeira insthciι ao Secretano、 luicipal de Finan9as ou equivalente;
II‐ em segunda e 6itima instancia,ao Prefeito Mu」cipal
SEcAO IX
DA EFiCACIA E EXECLICAO DAS DECISOES
Art. 45 - Sio definitivas as decis6es prolatadas pelo Prefeito Municipal.
v Art. 46 - A decis6o definitiva contriria ao sujeito passilo ser6 cumprida no
\- prazo de 30(trinta) dias, contados da ci6ncia.
$ 1" - A quantia depositada para evitar a corregdo monetiria do credito \' tributirio ser6 Jonvertida em renda se o sujeito^passivo nio comprov'ar, no pftvo de 30(trinta)
v dias, a propositura de agio judicial.
w $ 2" - Se o valor depositado nio for suficiente para cobrir o credito tributirio,
. aplicar-se-i i cobranga do remanescente o disposto neste artigo e, se exceder o exigido, a
autoridade promover6 a compensagSo ou a restituigeo da quantia excedente, na forma \- prevista nesta Lei.
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\- Art. 47 - Fica o Poder Executivo autorizado a criar e disciplinar a reclamagio
\, simplificada, cuja tramitagio processual ter6 rito sumarissimo e substituire, nos casos
rv previstos, a impugnagSo de que trata o processo contencioso.
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rv situagSes concretas e determinadas, no que tange d interpretagio e aplicagdo da legislaqio
\, tributSria municipal.
Pardgrafo Unico - Os 6rgios da administragdo p[rblica e as entidades \-
representativas de itego.ias econ6micas ori profissionais tamb6m poiereo formular consulta.
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CAPITU■ O HI
DA RECLAⅣncÅO sIⅣIPLIFICADA
CAPITULO IV
DO PROCESSO DE CONSULTA
ArL 48-Os司 eitO passivo podera follllular,em nome pr6pHo,consulta sobre
Art. 49 - A consulta ser6 decidida no pr.vo de l5 (quinze) dias.
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Art. 50 - Ii6o poder6 ser adotado nenhum procedimento fiscal, em relagdo d
esp6cie consultada, contra o consulente que agir em conformidade olm a resposta ii consulta
por ele formulada, bem como enquanto durar o prazo para que a autoridade administrativa
decida em relagdo d consulta formulada.
Art. 5t - Apos resolvida a consulta deveri o consulente ser informado quanto
ao contetdo da decisSo da autoridade administrativa compeiente, tendo, a partir desse
comunicado, 30 (trinta) dias para tomar as provid€ncias cabiveis, sem sofrer nenhuma
penalidade.
CAPITULO V
DA COilTPENSACAO E RESTITUICAO DE TRIBUTOS
Art. 52 - Nos casos de pagamento indevido ou a maior de tributos,
contribuig6es e rendas Municipais, mesmo quando resultante de reforma, anulagdo,
revogagSo ou rescisdo de decisio condenat6ria, 6 facultado ao contribuinte a compensaqdo
deste valor no recolhimento da mesma ou de outra receita administrada pelo Municipio,
vincenda ou vencida.
Art. 53 - A restituiEso de tributos municipais, quando nio procedida de oficio,
dever6 ser requerida pelo interessado.
Parigrafo Unico - Ato do Poder Executivo disciplinari o procedimento
administrativo da compensaqio e restituigao.
CAPITLLOヽ■
DA NULIDADE
A置.54-Sao nu10s
I - as intimaE6es que nio contiverem os elementos essenciais ao cumprimento
de suas finalidades;
II - os atos e termos lawados por pessoa incompetente;
III - os despachos e decis6es proferidas por autoridade incompetente ou com
cerceamento do direito de defesa;
IV - a notificagdo de langamento e o auto de infragio que ndo contenham
elementos suficientes para determinar, com seguranga, a inliagdo e o infrator.
Art. 55 - A nulidade de qualquer ato s6 prejudica os posteriores que dele
diretamente dependam ou sejam conseqi.idncia.
Art. 55 - A autoridade administrativa, ao declarar a nulidade, incidiri quais os
atos atingidos, ordenando as provid6ncias necess6rias ao prosseguimento ou soluEdo do
processo.
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Art. 57 - As incorregOes, omissdes e inexatidSes materiais diferentes das
previstas nesta Lei nio importar6o em nulidade e serdo sanadas quando resultarem em
prejuizo para a defesa do sujeito passivo, salvo se este lhes houver dado causa ou quando ndo
influirem na soluqio do litigio.
Parigrafo Unico - A falta de intimagio estar6 sanad4 desde que o sujeito
passivo compareqa para praticar o ato ou para alegar a omissdo, considerando-se a intimagio
como reallzada a partir desse momento.
Lei:
Art. 58 - Sio competentes para declarar a nulidade, observado o disposto nesta
I - a autoridade preparador4 com relagdo aos atos de sua compet€ncia;
II - o Prefeito i!{unicipal.
CAPITULO \1I
DAS DTSPOSTC6ES rSprCraIS
Art. 59 - A propositura pelo sujeito passivo de aqSo judiciat, importari em
renuncia ao direito de recorrer na esfera administrativa e desistOncia do recurso acaso
interposto.
Art. 60 - Durante a vigdncia de medida judicial que determinar a suspensio da
cobranga do tributo ou contribuigSo, ser6 constituido o credito tributirio por meio do
langamento para prevenir a sua decad6nci4 ficando sua exigibilidade suspensa at6 o trinsito
em julgado da questdo.
Art. 6l - O disposto nesta Lei nio prejudicari a validade dos atos praticados
na vig€ncia da legislagdo anterior.
DA TRIBUTAcAO ⅣIUNICRXL
TITULO I
DOS ttUTOS
CAPITL■ O UNICO
DAS DISPOSIcOES GERAIS
Lrt. 62 - 56o tributos da compet€ncia do lv{unicipio:
I - Impostos sobre:
a) a propriedade predial e territorial urbana;
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Art. 63 - Serio obrigatoriamente inscritos no cadastro imobiliririo todos os
imoveis existentes na zona urbana do N{unicipio, ainda que sejam beneficiados por
imunidade ou isenEio do imposto sobre a propriedade predial e territorial urbana.
$ lo - Im6veis, para os efeitos tributirios, s6o todos aqueles tidos como
unidades imobili6rias aut6nomas, constituidos de terreno com ou sem construgdo, que
permitam uma ocupagdo ou utilizagEo privativa ou publica, n6o importando pertencer a um
ou mais propriet6rios ou qual a sua destinagSo.
SEcAO I
DA lNSCRIcAO NO CADASTRO IMOBILIAR10
b) a transmissdo inter vivos, a qualquer titulo, por ato oneroso, de bens
im6veis, por natureza ou acessdo fisica, e de direitos reais sobre
imoveis, exceto os de garanti4 bem como cessSo de direitos i sua
aquisi96o;
c) os servigos de qualquer natureza, ndo compreendidos no art. 155, II, da
Constituigao Federal.
II - taxas, cobradas em decorr6ncia:
a) do exercicio regular do poder de policia;
b) da utilizagSo, efeti-'a ou potencial, de servigos piiblicos
especificos e dil'isiveis, prestados ao contribuinte ou postos a
sua disposigEo.
III - contribuigSes de melhori4 decorrentes de obras pirblicas,
$ l" - O imposto sobre a propriedade predial e territorial urbana ser6
progressivo, de forma a assegurar o cumprimento da funqio social da propriedade.
$ 2'- O imposto de transmissdo inter vivos, nio incide sobre a transmissdo de
bens ou direitos incorporados ao patrim6nio de pessoa juridica em realizagio de capital, nem
sobre a transmissSo de bens ou direitos decorrente de fusdo, incorporagdo, cisio ou extinqAo
de pessoa juridica, salvo se, nesses casos, a atividade preponderante do adquirente for a
compra e venda desses bens ou direitos, locagdo de bens im6veis ou arrendamento mercantil.
TITULO ll
DOS IⅣIPOSTOS PIUNICIPAIS
CAPITULO I
DO IMPOSTO SOBRE A PROPRIEDADE PREDIAL E TERRITOML IJRBANA
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$ 2" - Para efeito de caracterizagdo da unidade imobili6ria, poder6 ser
considerada a situagdo de fato do imovel, independentemente da descrigSo contida no
respectivo titulo de propriedade, dominio ou posse.
Art. 64 - A inscrigdo cadastral do imovel ser6 promovida:
I - pelo propriet6rio, pelo titular do dominio rltil ou pelo possuidor,
II - pelo enfteuta, usufrutuirio ou fiduci6rio;
III - pelo inventariante, sindico, liquidante ou sucessor no caso de im6vel
pertencente ao esp6lio, massa falid4 massa liquidanda ou sucessora.
IV - pelo compromissirio vendedor ou comprador, quando se tratar de
promessa de compra e venda;
ou Municipios;
tributiria.
V - pelo ocupante ou posseiro de im6vel da Uni6o, Estados, Distrito Federal
W - de oficio, atrav6s de auto de infrageo ou pela autoridade administrativa
$ l" - A inscrigSo do imovel seri efetuada atraves de petigao ou formulino,
constando as 6reas do terreno e de construgao, planta de situa96o, titulo de propriedade,
dominio ou posse, e outros elementos exigidos em ato administrativo do Poder Executiv'o.
$ 2'- As alterag6es relativas d propriedade, dominio util ou posse do imovel,
bem como is suas caracteristicas fisicas, destinagio ou utilizaqSo, serio obrigatoriamente
comunicadas ir autoridade administrativa tributriria, que farS as devidas anotag6es no cadastro
imobiliario.
$ 3'- O prazo para inscriq6o cadastral e para comunicagdo de alterag6es e de
30(trinta) dias, a contar do ato ou fato que lhes deu origem.
$ 4'- A inscriqio de oficio seri efetuada se constatada qualquer infragio a
esta Lei, ap6s o prazo para inscriqdo ou comunicagio de alterag6es no im6vel.
$ 5'- A comunicagdo das alteraq6es no im6vel por iniciativa do contribuinte,
se implicar na redugdo ou isengSo do imposto, s6 seri admitida mediante a comprovagZo do
ero em que se fundamentou o langamento.
Art. 65 - As edificag6es e as construq6es realizadas sem licenga municipal ou
em desobedi6ncia ds normas vigentes, serdo inscritas e langadas para efeitos de incid€ncia do
imposto.
$ 1' - A inscrigio e os efeitos tributiirios referidos neste artigo ndo criam
direitos ao proprietirio, ao titular do dominio 0til ou ao possuidor a qualquer titulo, bem
como nio exclui o direito do Municipio de promover a adaptagSo da edificagio e da
construQdo is normas legais ou a sua demoligdo atrar-ds das medidas legais cabiveis.
$ 2'- N6o ser6 fornecido o habite-se, relativo i construgeo nova, e nem
qualquer ah'ar6 para reconstrugeo, reform4 ampliaqdo, modificagio ou acrescimo de 6rea
construidq antes da inscrigdo ou anotageo das alterag6es do im6vel no cadastro imobili6rio
municipal.
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ArL 66 - Ser6 considerado, na inscrigSo do im6vel, como domicilio tribut6rio:
I - no caso de terreno sem con$rugAo, o que for escolhido e informado pelo
contribuinte;
II - no caso de terreno com construgio, o local onde estiver situado o imovel
ou o enderego do contribuinte, por sua opqdo.
Art. 67 - Compete ao mntribuinte solicitar o cancelamento da inscrigio
cadastral do im6vel, mediante petigeo ou formul6rio, apenas nas seguintes situag6es e casos
especiais an6logos:
I - retificagdo de lotes padrio em loteamentos j6 aprov'ados;
II - construEio de edificios que alcancem 6reas superiores i do lote padrio;
III - constituigao de lote padrdo decorrente de unidade imobiliriria j6 inscrita;
IV - erro de informaqio cadastral que prejudique os dados da inscriqdo;
Art. 68 - O Poder Executivo expedir6 os atos administrativos necesserios a
regulamentagao destas normas referentes d inscrigao no cadastro imobiliririo.
SEcAO II
DO FATO GERADOR E DO CONTRIBUINTE
Art. 69 - O imposto sobre a propriedade predial e territorial urbana tem como
fato gerador a propriedade, o dominio util ou a posse de bem im6vel, por natureza ou por
acessio fisica, como definido na lei civil, localizado na zona urbana do Municipio.
$ 1o - Considera-se zona urbana aquela definida em lei, desde que possua, no
minimo, dois dos melhoramentos indicados a seguir, construidos ou mantidos pelo Poder
Ptiblico:
I - meio-fio ou calgamento, com canalizagSo de 6guas pluviais;
II - abastecimento de 6gua;
III - sistema de esgotos sanitarios;
IV - rede de iluminagSo piblica, com ou sem posteamento para distribuigio
domiciliar;
V - escola primiria ou posto de sairde a uma distincia m6xima de 3(trds)
quildmetros do imovel considerado.
$ 2' - Observados os requisitos do Codigo Tribut6rio Nacional, considerarse-io urbanas, para os efeitos deste imposto, as 6reas urbaniz6veis e as de expansdo urbana,
destinadas i habitagdo
-
inclusive i residencial de recreio
-
i indirstria ou ao com6rcio,
ainda que localizadas fora da zona urbana do Municipio.
\, ArL 70 - A incidGncia do imposto alcanga:
\- I - quaisquer imoveis localizados na zona urbana do Municipio, \, independentemente de sua form4 estrutur4 superficie, destinagdo ou utilizagSo, ainda que
\- destinados ou utilizados em exploragSo econ6mica de qualquer tipo ou natureza;
II - os terrenos amrados ou nio, sem edificagEo ou em que houver edificagio
l, interditad4 paralisad4 condenad4 em ruinas ou em demoligSo;
\, III - os imoveis que n6o atendam quaisquer exig€ncias legais, regulamentares
v ou administrativas, sem prejuizo das penalidades cabiveis.
\' Parigrafo Unico - Considera-se edificaqSo paratisada aquela que n6o foi \' concluida no prazo de validade do alvarA de construgSo ou de sua prorrogaqio.
\, Art. 71 - O imposto e anual e a obrigagio de pag6-lo se transmite ao
. adquirente do im6vel ou dos direitos reais a ele relativos, sempre se constituindo mmo 6nus
real que acompanha o imovel em todas as suas mutaqses de propriedade, dominio ou poss€.
\, Art- 72 - O fato gerador do imposto sobre a propriedade predial e tenitorial
\v urbana considera-se oconido a primeiro de janeiro de cada ano.
Art. 73 - Contribuinte do imposto 6 o proprietirio do im6vel, o titular do seu \'' dominio ritil ou o seu possuidor a qualquer titulo.
w $ l" - Quando do langamento, pode ser considerado responsivel pelo
v pagamento do imposto qualquer dos possuidores, diretos ou indiretos, sem prejuizo da
responsabilidade solidriria dos demais;
\v S 2'- O espolio 6 responsivel pelo pagamento do imposto incidente sobre os
\. im6veis que pertenciam ao "de cujus."
$ 3" - A massa falida e responsivel pelo pagamento do imposto incidente sobre \,
os imoveis de propriedade do falido.
\, anualmente, por um dos seguintes criterios:
\' caso de impugnagSo da declaraqdo pela Fazenda Municipal;
DABASEDECAI,CULOEDASALIQU"O"
sEcAom O
1,
Art 74 - A base de calculo do imposto d o valor venal do imovel, apurado
I - avaliagio cadastral, com base na declaragSo do contribuinte, ou de oficio no
II - arbitramento, nos casos previstos nesta Lei;
III - avaliagio especial, nos casos previstos nesta Lei.
\, $ l'- A at-aliaESo do im6vel, com base no cadastro imobili:irio municipal, seri
\, atualizada anualmente, pelo Poder Executivo, segundo criterios t&nicos usuais, previstos em
- lei municipat, a fim de que o seu valor venal represente, efetiva ou potencialmente, o valor \- de transagSo ou venda no mercado.
$ 2' - A avaliagio cadastral, efetuada na forma do par6grafo anterior, seril
\y
aprovada por Lei ou, mediante decreto do Poder Executivo, quando se tratar da atualizagao \' do valor monet6rio da respectiva base de c6,lculo.
Art. 75 - Para a fixagio da base de c6lculo do imposto o valor venal e
\,
representado pelo valor uniti,rio do metro quadrado do imovel, considerando:
w I - para os terrenos, valor unitirio uniforme para cada logradouro ou trecho,
sesundo. \' a) a irea geogrifica onde estiver situado;
\, especie, segundo:
b) os servigos ou equipamentos priblicos existentes;
c) a valorizagdo do logradouro tendo em vista o mercado imobiliirio;
d) outros criterios tecnico.
II - para as edificag6es ou construqSes, valor unit6rio uniforme por tipo ou
a) a localizagdo do im6vel;
b) os pregos correntes de transaQses ou vendas ocorridas no mercado
imobiliirio;
c) outros criterios t6cnicos
$ l" - Para o levantamento e aprovagio dos valores unit6rios padrSo dos \. terenos e das edificag6es ou construE6es, segundo os crit6rios deste artigo, poderi o Poder
\- Executivo contar com a participaqio de representantes de 6rg6os de classe.
funqdo de:
. construQdes;
v oadrEoindicadoj;r;*ijff1k":#:i:T.1ft1?j:",:r#:"$:csen
varor unit'rio
U
!
$ 2" - Fica o Poder Executivo autorizado a estabelecer fatores de correqao em
o
I - situagSo do im6vel no logradouro; Y
)
II - arborizagSo de 6rea loteada ou de espagos liwes odde haja edificag6es ou
III - exist6ncia de elevadores;
IV - desvalorizagdo ou obsolesc6ncia em vista do tempo de construgSo;
V - outros criterios tecnicos.
Art 76 - A base de c6lculo do imposto 6 igual:
\, tenenoeo"*,,:1;o'urifr.1ffffi.%r.::'fr?::;:ffi:5:H:,ffi:,ir.,ffi"i: \' Tabela wII anexa a esta Lei, observados os fatores de correqio,
\, Paligrafo Primeiro - Os fatores de corregio do terieno s6o: situagio, topografia e pedologia,
\, que esteo indicados na tabela VI, anexa a esta Lei.
\/ Par6grafo Segundo - Os fatores de corregio da edificagdo s5o: alinhamento, esquadrias \,/ extemas, situagao do im6vel, estrutura, tipo de paredes, tipo de coberhrr4 tipo de
v revestimento e nivel de acabamento, que esteo indicados na Tabela VII, anexa a esta Lei.
Art. 77 - Ficam estabelecidos os seguintes criterios para o c6lculo do Imposto \' Predial e Territorial Urbano:
v A - Valor Venal do Im6vel e igual ao somatorio do Valor Venal do Terreno e o Valor Venal
ry da Edfficaqio, onde:
\- B - Valor do IPTU (Imposto Predial e Tenitorial Urbano) 6 igual a: Valor Venal do Im6vel
\- X Aliquota (indicadas na Tabela I desta Lei).
v- Par6grafo Unico - Na fixagdo da base de cilculo das edificaq6es ou construg6es \- ser6 observado que a 6rea construida coberta seja o resultado da projegdo ortogonal dos
\- contornos externos da construgdo.
l- venal" quando:
\- I - o contribuinte impedir o levantamento dos elementos n@essirios d apuragio
I do valor venal;
- Valor Venal do Terreno 6 igual a. Valor Unit6rio de Metro Quadrado do Terreno X
Area do Terreno X Situaqdo X Topografia X Pedologia.
- Valor Venal da Edificagdo 6 igual a: Valor Unit6rio de Metro Quadrado da Edificagio
X Area Edificada X Alinhamento X Esquadrias Externas X Situagio do Im6vel X
Estrutura X Paredes X Cobertura X Revestimento X Acabamento.
Art. 78 - Aplica-se o crit6rio do arbitramento para a determinagSo do valor
II - os im6veis encontrarem-se fechados e o contribuinte ndo for localizado.
Parigrafo Unico - nos casos referidos nos incisos deste artigo, o c6lculo das
\- 6reas do terreno e da construqSo ser6 feito por estimativa, levando-se em conta os elementos
\, circunvizinhos e enquadrando-se o tipo de construgeo com o de edificag6es semelhantes.
\- Art 79 - Aplica-se o criterio da avaliaEdo especial para a fixagdo do valor \' venal, mediante requerimento do contribuinte, exclusil'amente nos casos de.
I - lotes desvalonzados devido a formas extravagantes ou conformag6es
\- topogr6ficas muito desfavor6veis;
II - terrenos alagadigos, pantanosos ou sujeitos a inundaq6es periodicas;
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III - tenenos que, pela natureza do solo, se tornem desfavor6veis i edificagdo,
construqSo ou outra destinagao;
IV - situaq6es omissas que possam conduzir ir tributagio injusta.
ArL E0 - Para a unidade imobiliiria com construEao em andamento,
construgao paralisad4 demoligio e ruinas a aliquota aplic5vel seri a mesma utilizada para os
terrenos.
ArL 81 - O montante do imposto 6 encontrado pela aplicaqSo das aliquotas
constantes da Tabela I sobre a base de c6lculo apurada na forma desta LeiPanigafo Unico - A autoridade administrativa tributiria wrlbarit as Tabelas VI,
VII e VIII que passam a fazer parte integrante desta ki para avaliaqdo dos im6veis urbanos.
Art. E2 - A parte do telreno que exceder em l0 (dez) vezes a 6rea edificada ou
construida, coberta e descoberta, fica sujeita i aplicagio da aliquota prevista para terrenos.
SECAO N
DO LANqAMENTO f, DO PAGAMENTO
Art, E3 - O langamento do imposto e anual e de oficio, efetuado com base em
elementos cadastrais declarados pelo contribuinte ou apurados pelo Poder Executivo.
$ l'- Quando o langamento for efetuado via auto de infragdo 6 obrigatorio o
cadastramento do imovel com a especificagio das 6,reas do terreno e das edificag6es ou
construg6es, apos o julgamento administrativo do feito ou o seu pagamento.
$ 2' - O lanqamento e efetuado na data da ocorr€ncia do fato gerador e s6 pode
ser alterado, durante o curso do exercicio, mediante a cgnstataqAo de ato ou fato que
justifique sua alteragio, por despacho da autoridade administrativa.
S 3" - As alterag6es do langamento que impliquem em mudanqa de aliquota so
terAo efeitos no exercicio seguinte aquele em que forem efetuadas.
Art. 84 - O langamento 6 efetuado em nome do proprietirio, do titular do
dominio irtil, do possuidor do imovel do esp6lio ou da massa falida.
$ lo - Nos imoveis sob promessa de compra e venda, o langamento pode ser
efetuado em nome do compromissario comprador, do promitente vendedor, ou de ambos,
sendo, em qualquer dos casos, solidiria a responsabilidade pelo pagamento do imposto
$ 2'- Os imoveis objeto de enfiteuse' usufruto ou fideicomisso sio lanEados
em nome do enfiteuta, do usufrutuirio ou do fiduciirio.
$ 3" - Para os im6veis sob condominio, o langamento ser6 efetuado:
I - quando pro-diviso, em nome do propriet6rio, do titular do dominio irtil ou
do possuidor da unidade aut6noma, um langamento para cada im6vel, ainda que contiSuos ou
vizinhos e pertencentes ao mesmo contribuinte;
\- cond6minos,*i;.i1ilf#";T*XT;iI-T'lll*'H,::r:iffiffii"*'d::'o:: \' demais.
\, .
$ 4' - O langarnento 6 sempre efetuado, ainda que se trate de im6vel cujo
propriet6rio seja desconhecido ou encontre-se em local incerto e nio sabido, devendo o Poder \' Executivo regulamentar tais situa@es.
,
Art. 85 - O pagamento do imposto ser6 efetuado conforme disposto em
regulamento.
U $ 1" - A falta de pagamento do imposto nas datas estabelecidas implica nos
acr6scimos legais previstos nesta Lei. \,
\, Art. 85 - Para o fato gerador ocorrido, inicialmente, na data de concessio do
\, habite-se, o imposto seri recolhido no ato da inscrigSo cadastral do im6vel, de uma s6 vez.
v Art. 87 - N6o ser6 apreciado pelo Poder Executiv'o nenhum pedido de alvarii
v de construqeo, reform4 modificaqSo, ampliagSo ou acr6scimo de 6rea construida sem que o
\, requerente faga prova do pagamento do imposto nos iltimos 05 (cinco) anos.
\, f^t \, ( / sEcAov
\, X DASINFRACdESEDASPENALIDADES /\ \./l
r- u* **a,". ol#ia"1;Ht.fl*es
as situag.es a seguir indicadas' passiveis de aplicagso
\- I - no valor de 20p,'o (linte por cento) do tributo conigido;
\, a) falta de declaragdo, no prazo de 30 (trinta) dias, de aquisigSo de
propriedade, de dominio ritil ou de posse de im6vel;
t", b) falta de declaragdo, no prazo de 30 (trinta) dias, do domicilio tribut6rio
\, para os propriet6rios de terrenos sem con$rugao;
\- c) n6o comunicar atos ou circunstincias que possam afetar a incidencia e
\- o c6,lculo do imposto.
\- II - no valor de 3Opzlo (trinta por cento) do tributo conigido:
\- a) falta de declaragio, no prazo de 30 (trinta) dias' do t6rmino de
reformas, ampliagbes, modificagdes no uso do im6rel que implique ern
lr, mudanga na base de c6,lculo ou nas aliquotas;
\. b) prestar falsas informag6es ou omitir dados que possam prejudicar o
I c6'lculo do imPosto.
\- III - no valor de 609'o (sessenta por cento) do tributo corrigido:
w a) falta de declaragSo do im6vel para fins de inscriqSo cadastral e
V lanqamento;
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b) falsidade ou informagSes inveridicas nos pedidos de iseng5o, no todo
ou em parte;
c) gozo indevido de isengio no pagamento do imposto.
$ Jt - es declarag6es mencionadas neste artigo serdo efetuadas i autoridade
administrativa tributriria definidas em regulamento.
CAPiTULO U
DO IMPOSTO SOBRE A TRANSMISSAO DE BENS IMoVEIS
SECAO I
DO FATO GERADOR E DA NAO-INCIDENCIA
Art. 89 - O imposto sobre transmissSo intet vivos, de bens imoveis e de direitos
reais sobre eles, tem como fato gerador:
I - a transmissi o inter vivos, a qualquer titulo, por ato oneroso :
a) a transmissdo de bens im6veis, por natureza ou por acessdo fisica;
b) a transmissao de direitos reais sobre imoveis, exceto os de garantia;
II - a cessSo, por ato oneroso, de direitos relativos i aquisiq6o de bens im6veis.
Parigrafo Unico - O imposto de que trata este artigo refere-se a atos e
contratos relativos a imoveis situados neste Municipio.
Art. 90 - O imposto nio incide sobre a transmissio de bens e direitos, quando:
I - realizada para incorporagio ao patrimdnio de pessoa juridica, em
pag.rmento de capital nela subscrito:
II - deconente de fusio, incorporag5o, cis6o ou extinqSo de pessoajuridica.
$ 1" - O disposto neste artigo ndo se aplica quando a pessoa juridica adquirente
tiver como atividade preponderante a compra e venda de bens imoveis e seus direitos reais, a
locaqdo de bens im6veis ou arrendamento mercantil.
$ 2o - Considera-se caracterizada a ativ'idade preponderante quando mais de
50o/o (cinqiienta por cento) da receita operacional da pessoa juridica adquirente, nos 02 (dois)
anos anteriores e nos 02 (dois) anos zubseqtientes d aquisigao, decorrer das transagdes
mencionadas no pariigrafo anterior.
$ 3" - Se a pessoa juridica adquirente iniciar suas atividades ap6s a aquisiqdo,
ou menos de 2 (dois) anos antes dela, a preponderAncia referida no parigrafo anterior ser6
apurada levando-se em conta os 03 (tr6s) primeiros anos seguintes ir data da aquisigio.
$ 4'- Verificada a preponderincia referida neste artigo, tomar-se-6 devido o
imposto, corrigido monetariamente, nos termos da lei vigente ir data da aquisigao, sobre o
valor dos bens ou direitos, nessa data.
$ 5" - O disposto no $ 1o deste artigo, n6o se aplica d transmiss6o de bens ou
direitos quando realizada em conjunto com a da totalidade do patrim6nio da pessoa juridica
alienante.
DA BAsE DE cALCULo, rff$iJilt^o E DAs ALiQUoTAS
9l - A base de c6lculo do imposto e:
I - nas transmiss6es em geral, a titulo oneroso, o valor venal dos bens ou
direitos transmitidos, desde que com eles concorde a autoridade administrativa tribut6ria;
II - na arrematagdo judicial ou administrativa, adjudicagio, remigSo ou lei16o,
o preqo do maior lance, quando a transfer€ncia do dominio se fizer para o pr6prio
arrematante;
III - nas transfer6ncias de dominio, em a95o judicial, inclusive declarat6ria de
usucapido, o valor real apurado;
IV - nas doag6es em pagamento, o valor venal do imovel dado para solver os
d6bitos, nio importando o montante destes;
V - nas permutas, o valor venal de cada im6vel permutado;
M - na instituigio ou ex-tinqlo de fideicomisso e na instituigSo de usufruto, o
valor v-enal do im6vel, apurado no momento de sua avaliaEso, quando da instituigdo ou
extingio referidas, reduzido ir metade;
YII - na transmiss6o do dominio 6til, o valor do direito transmitido;
\,,III - nas cessoes irrrer vjvas de direitos reais relativos a imoveis, o valor venal
do imovel no momento da cessEo;
IX - no resgate da enfiteuse, o valor pago, observada a lei civilPar6grafo Unico - Nas arrematag6es judiciais, inclusive adjudicag6es e
remig6eg a base de cirlculo ndo poder' ser ir]ferior ao valor da avaliagzo judicial e, nio
havendo esta, ao valor da administrativa.
Art. 92 - O valor venal, exceto os casos expressamente consignados em lei e
no reg:,iamento, seri o decorrente de avaliagio de iniciativa da autoridade administrativa
tribut6ria" ressalvado ao contribuinte o direito de requerer avaliagflo contradit6ria,
administrativa ou judicial.
S l'- A autoridade administrativa tribut6ria utilizarh as Tabelas VI, VII e VIII
que passam a fazgr pafte integrante desta Lei, para avaliagao dos im6veis urbanos e a Tabela
Ix para avaliagao dos imoveis rurais, cujos valores servirao de teto minimo, ressalvada a
avaliagSo contradit6ri4 incluido em dispositivo legal.
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`r dentre outros,::i:ぷ
llilま :瀾 lasn°
paragrafo anteHor serao elaboradas considerando,
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I_pre9os∞rrentes das transatt e daS Ofertas de venda no mercado;
Ⅱ‐cuttos de conttru゛ o e reconstmγЮ;
Ⅲ ―zona em que se sltue o imSS;
Ⅳ ‐outros cHt“ os tとni∞s
Art。 93‐ Apurada a base de dculo,o impo飩 o釘a calculado mediante a
v aplicaqao das seguintes aliquotas:
Aliquota
5000 2%
5000 396
29`
\, Parigrafo Unico - Nas transmiss6es compreendidas no Sistema Financeiro da
\, Habitag6o, sobre o valor excedente ao {inanciado, a aliquota ser6 de 2,0% (dois por cento).
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SEcA0 1lI
DOS CONTRIIBUINTES E DOS RESPONSAVEIS
、 II― o cedente:
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III‐ os tabelittes,escHvaes e demais se″ entuanos de olcio、 relativamente aos
` atos por cles ou perante eles praticados, em razao de seu O,cio, ou pclas onlissё es de que
` forem responsaveis
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` SEcAo lv
‐ DO LANcAMENTO E DO PACAMENT0
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、_ Art. 96 - O imposto sera lan9ado atrav6s de Guia de lnfolllla,ao, segundO
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vo do Poder Exeω t市o,que dspom」nda sobre aお Ima
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Classe de Valor do Imovel em UFM
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Acima de
Transmiss6es relativas ao Sistema Financeiro da habitaqdo
Art. 94 - Sio contribuintes do imposto:
I - nas transmiss6es, por ato oneroso, o adquirente;
II - nas cess6es de direito, o cession6rio;
III - nas permutas, cada um dos permutantes.
Art. 95 - Respondern solidariamente pelo pagamento do imposto:
I - o transmitente;
Art.97 - O imposto ser6 pago:
I - antecipadamente, ate a data da lawaiura do instrumenio hribil que servir de
base d transmissio;
II - at6 30 (dias) dias, contados da data da decisdo transitada em julgado, se o
titulo de transmissSo for decorrente de sentenga judicial.
Art. 9E - O imposto ser6 restituido, no todo ou em parte, na forma que
dispuser o regulamento, nas seguintes hipoteses:
I - quando n6o se realizar o ato ou contrato em virtude do qual houver sido
pago;
II - quando declarada a nulidade do ato ou contrato em virtude do qual o
imposto houver sido pago em decisio judicial passada em julgado;
III - quando for reconhecida posteriormente ao pagamento do imposto, a n6o
incid6ncia ou o direito i isengio;
IV - quando o imposto houver sido pago a maior.
SEQAO V
DAS INFRACdES E DAS PENALIDADES
Art. 99 - O descumprimento das obrigag6es tributi'rias estabelecidas neste
Capitulo e em atos administrativos baixados pelo Poder Executil'o relativos ao imposto de
transmissSo de bens im6veis, sujeitari o infrator irs seguintes penalidades bisicas:
I - 50/o (cinqtienta por cento) do tributo corrigido:
a) para agdes ou omissSes que induzam i falta de lanqamento;
b) para ag6es ou omissoes que importem em lanqamento de valor ir'ferior
ao real da transmissio ou cessSo de direito.
ll - \ff/o (trinta por cento) do tributo conigido quando ocorrer infragSo
diversa das tipificadas no inciso anterior.
sEQAo vl
DAS OUTRAS DISPOSICOES
Art. 100 - Os serventuirrios que tiverem de lawar instrumentos translativos de
bens e de direitos sobre im6veis, exigir6o que lhes seja apresentado o comprovante do seu
recolhimento ou do reconhecimento da nio incid$ncia, da imunidade ou do direito a iseng6o,
bem como a Certid6o Negativa do Imposto Predial e Territorial Urbano conforme o disposto
em regulamento.
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Parigrafo Unico - SerSo transcritos nos instrumentos pfblicos, quando ocorrer \' a obiga$o de pagrr. o imposto antes da wa lawatur4 elemenlos que comprovem esse \' pagamento ou reconhecimento da nio incidEncia, imunidade ou isengio.
\, Art. 101 - Os not6rios, oficiais de Registro de Imoveis ou seus prepostos ficam
v obrigados:
v I) a facultar, aos encarregados da fiscalizagio, o exame em cart6rio dos liwos, \- autos e papdis que interessem i arrecadaqSo do imposto;
II) a fornecer aos encarregados da fiscalizaqio, quando solicitada" certidio dos v
atos lawados ou registrados, concernent; im6veis ou direitos a eles relativos;
\, III) a fornecer, na forma regulamentar, dados relativos iis guias de
\, recolhimento.
\, Art. 102 - Os notii,rios, oficiais de Registro de Im6veis ou seus prepostos, que
infringirem o disposto nos artigos 99 e 100 desta Lei ficam sujeitos i multa de 400 ! (quatrocentas) Unidades Fiscais Municipais - tIFM's.
\, Art. 103 - Nas transag6es em que figurarem como adquirente, ou cessionirio,
.
pessoas imunes ou isentas, a comprovaqeo do pagamento do imposto ser6 substif,rida por v certideo, expedida pela autoridade fiscal com se dispuser em ato do Poder Executivo.
\- Art. 104 - Fica o Poder Executivo autorizado a baixar as nonnas
\, regulamentadoras necessirias d arrecadagdo e fiscalizagio do imposto.
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\- Art. 105 - C profissional aut6nomo, a firma individual e a pessoa juridica que
exergam atividades de prestagAo de senigos, permanente ou tempor6ria, ficam obrigados i
\- inscrigio no cadastro fiscal de atividades dos estabelecimentos em geral, ainda que \- beneficiados pela imunidade constitucional ou isengdo.
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\'; $ 2o - Considera-se como prestageo de ser"igos o exercicio das atividades que
! s5o mencionadas na Lista de ServiEos anexa a esta Lei, bem como quaisquer oijtras que
\- tenham natureza de servigo.
CAPITULO III
DO IIIPOSTO SOBRE SER■ ■COS DE QUALQUER NATUREZA
SEcA0 1
DA INSCRIcAO NO CADASTRO DE A■ VIDADES
$ lo - Profissional aut6nomo 6 todo aquele que execute prestagao de servigos
em cardter pessoal.
Art. 106 - Nio se considerarn como de car6ter pessoal a prestagao de servigos.
i - por sociedades de fato e por firmas individuais;
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II - por profissional aut6nomo que utilize empregados da mesma qualificagio
profissional ou semelhante, ainda que de nivel medio.
Art. 107 - A inscriqSo ser6 requerida pelo interessado, uma para cada
estabelecimento ou local de atividade, antes do inicio das atilidades, ainda que se trate de
pessoa beneficiada por imunidade ou isengio.
Art. 108 - O Poder Executivo baixari os atos administrativos necess6rios i
regulamentaqao da inscriqdo cadastral.
n Do FAro ".*J.:ft"r5 coNrRrBUINrE t/
X/t / t A.t. 109 - o imposto sobre senigos de qualquer natureza tem como fato
' gerador a prestagio de senigos relacionados na Lista de servigos anexa a esta Lei, bem como
i exercicio de outras atil'idades que tenham natureza de servigo, por empresa ou profissional
aut6nomo, com ou sem estabelecimento fixo.
Paftigrafo unico - os servigos relacionados na Lista anexa ficam sujeitos,
apenas, ao imposto- previsto neste artigo, ainda que Sua prestageo envolva fornecimento de
mercadorias, excetuados os casos nela previstos.
Art. 110 - Para efeito da ocorrencia do fato gerador, considera-se como local
da prestaqdo de serv'igos:
I - o do estabelecimento do prestador, seja ele sede, filial, ag6nci4 sucursal ou
escritorio;
II - na falta do estabelecimento, o domicilio do prestador;
III - no caso de construESo civil, o local onde se efetuar a prestaqaoArt. lll - Consideram-se estabelecidas no Municipio, para efeito de cobranga
do Imposto sobre servigos - ISS, as pessoas fisicas e/ou juridicas que atendam.a, pelo
111.no., u*u das situagdes abaixo descritas, independente da exist€ncia de inscrigSo no
Cadastro Geral de Atividades - CGA do lv{unicipio.
I - manutengao de pessoal, material' m6quinas' instrumentos e equipamentos
necess6rios d execuEdo dos servigos prestados no l!{unicipio;
II - estrutura organizacional ou administrativa, instalada no local da prestaqao
do servigo;
III - inscrig6o em orgdos previdenciiirios, associagSes de classe, sindicatos e
afins, e outros orgios governamentais, na qual conste indicado o endereqo neste N{unicipio;
IV - indicagao como domicilio fiscal, neste Municipio, para efeito de outros
tributos da Uniio ou do Estado;
V - perman€ncia ou inimo de permanecer no lv{unicipio, para exploraqdo
econdmica de atMibde de prestagdo de serviEos, exteriorizada atrav6s de indicagSo do
enderego em impressos, formulf.rios ou correspond€ncia, contrato de locaqdo de imovel,
propaganda ou publicidade, ou em contas de telefone e de fornecimento de energia eletrica e
de 6gu4 em nome do prestador, ou de seus iepresentantes.
Art. 112 - As pessoas fisicas e/ou juridicas que venham prestar servigos a
6rg6os da administragio direta ou indireta deste Municipio, que atenda ao disposto jo ArtI l-0, dever6o, no ato da assinatura do contrato, fazer prova da inscrigEo no Cadastro Geral de
Atividades - CGA, deste MuniciPio;
Panigrafo Unico - Os contratos ora em vigor, somente serSo objeto de
renovagao e/ou aditamento, apos previa comprovaqao pelo prestador de servigos, da sua
inscriqdo no Cadastro Geral de Atividades - CG,t observando-se ao disposto no Art. I 17.
Art. 113 - A incid€ncia do imposto independe:
I - da exist6ncia de estabelecimento fixo;
II - do cumprimento de qualquer exigOncia legal, regulamentar ou
administrativa, relativa ao prestador ou i prestagio de servigos;
III - do fomecimento de material;
IV - do recebimento do prego ou do resultado econ6mico da prestagEo;
V - do car6ter permanente ou eventual da prestaqSo.
Art. 114 - Contribuinte do imposto 6 o prestador do servigo:
$ lo - Para os efeitos do Imposto sobre Servigos de Qualquer Natureza entendese:
I- por profissional autdnomo, todo aquele que fomecer o pr6prio trabalho, sem
vinculo empregaticio, com o auxilio de, no m6ximo, tr6s empregados que n6o possuam a
mesma habilitagSo profissional do empregador;
lI. por empresa:
a) toda e qualquer pessoa juridic4 inclusive a sociedade civil ou a de fato,
que exercer atMdade de prestadora de servigos,
b)apessoafisicaqueadmitir,paraoexerciciodesuaatividadeprofissional,
mais do que tr6s empregados ou um ou mais profissionais da mesma habilitagao do
empregador;
c) o empreendimento instituido para prestar servigos com interesse
econdmico;
d) o condominio que prestar servigos a terceiros.
$ 2" - N6o s6o considerados como contribuintes os:
I - que prestem servigos em relag6o de emprego;
II - trabalhadores avulsos;
III - diretores e membros de conselhos consultivo e fiscal de sociedades'
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empregado
SEQAO III
DA BASE DD, CALCULO E DAS ALiQUOTAS
Art. 115 - A base de cirlculo do imposto 6 o prego do servigo.
$ l' - Para os efeitos deste artigo, considera-se prego tudo o que for cobrado
em virnrde da prestagio do serv'iqo, em dinheiro, bens, servigos ou direitos, seja na conta ou
n6o, inclusir,e a titulo de reembolso, reajustamento ou disp|ndio de qualquer natureza, sem
preju2o do disposto nesta Segao.
$ 2o - Quando se tratar de prestaEio de servigos sob a forma de trabalho
pessoal do proprio contribuinte, o imposto serii calculado por meio de aliquotas fixas e
i'ari6veis, em fungio da natureza do servigO ou de outros fatores pertinentes, nestes neo
compreendida a importAncia paga a titulo de remuneragio do proprio trabalho.
$ 3" - Quando os servigos a que se referem os itens 1,4,7,24,51,87,88,89,90 e
91 da Lista anoia forem prestados por sociedades uniprofissionais, estas ficardo sujeitas ao
imposto na forma do $ 2". Neste cas, o imposto ser6 calculado em relagio a cada
profissional habilitado, ainda que n6o socio, desde que preste servigo em nome da sociedade,
imbora assumindo responsabilidade pessoal, nos termos da lei aplicivel'
$ 4e - Considerar-se-i uniprofissional a sociedade constituida por socios cuja
habilitagao profissional, al6m de adequada aos seu objetivos sociais, esteja sujeita ao registro
e fiscalizagdo da mesma entidade.
S 5e - Nao se considera uniprofissional, devendo pagar o imposto sobre o
prego dos servigos prestados, as sociedades:
I - que possuam mais de dois empregados ndo habilitados para cada s6cio ou
habilitado;
II - cujos socios n6o possuam, todos, a mesma habilitagSo profissional;
III - que tenham como socio pessoa juridica;
IV - que tenham natureza comercial;
V - que exerEam atividade diversa da habilitaqSo profissional dos socios'
$ 6q - para c6mputo do numero de empregados habilitados no clilculo mensal
do imposto, corisiderar-se-6 aqueie que tiver prestado servigos i sociedade por periodo igual
ou superior a I5 (quinze) dias.
$ 7" - Na prestag6o de serviqos a que se referem os itens 31 e 33 da Lista
anex4 o imposto seri calculado sobre o prego deduzido das parcelas correspondentes:
I - ao valor dos materiais fomecidos pelo prestador dos servigos;
II - ao valor das sub-empreitadas j6 tributadas pelo imposto.
v $ 8'- Poder6 ser considerado valor dos materiais fornecidos o percentual de
: 50% (cinqiienta.por cento) do servigo, sempre que n6o for comprovado pelo contribuinte,
percentual supenor.
\, Art. 116 - Considera-se prego do servigo, para efeito de cilculo do imposto, a
v receita bruta mensal, recebida ou ndo, devida pela prestagao de servigos.
$ lo - Constituem parte integrante do prego:
I - os valores acrescidos e os encargos de qualquer natureza, ainda que de
\, responsabilidade de terceiros;
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II - os 6nus relativos i concessSo de credito, ainda que cobrados em separado,
na hip6tese de prestagio de servigos a prazo, sob qualquer modalidade;
III - o montante do imposto transferido ao tomador do servigo.
$ 2'- Quando a contraprestagdo se veiificar atraves da troca de serv'igos ou
seu pagamento for realizado mediante o fornecimento de mercadorias, o prego dos servigos, \' para base de c6lculo do imposto, seri o prego colrente na praqaArt. ll7 - A concessSo de desconto, abatimento ou dedugio, ndo seri levada
em consideragao no cilculo do prego de servigo, ressalvados o disposto no $ 7o do artigo 121.
Art. ll8 - O imposto teri o seu c6lculo efetuado de acordo com as aliquotas
! fixadas na Tabela II, anexa A esta Lei.
ArL 119 - Na hipotese de servigo prestado por empresa, enquadr6vel em mais \-
de um dos itens a que se refere a Lista de Serviqos, o imposto sei6 calculado de acordo com !-
as diversas incid€ncias e aliquotas estabelecidas na Tabela II' anexa a esta Lei.
\- Par6grafo Unico - O contribuinte deveri apresentar escrituragio id6nea que
.
pe rmtta diferenciar as receitas especificas das v6,rias atividadeg sob pena do irnposto ser
ialculado da forma mais onerosa, mediante a aplicagio, para os diversos servigos, da \- aliquota mais elevada.
\, Art. 120 - O Poder Executivo poder6 estabelecer crit6rios para estimativa da
\. base de calculo de atividade cujo controle ou fiscalizagio seja considerada dificil.
. ,/') \- ( / Art l2l - Proceder-se-6 ao arbitramento para apuragSo do prego' sempre que:
\- l/\./ ! X ' I - o contribuinte ndo possuir o Liwo de Registro do Imposto sobre Servigos
!- / | de Qualquer Natureza ou este ndo se encontrar com sua escrituragio em dia;
II - ocorrer recusa de apresentagdo da documentaqdo requisitada;
III - ocorrer fiaude ou sonega$o de dados julgados indispensiveis ao
\- julgamento;
w IV - sejam omissos ou neo meregam f6 as declarag6es, os esclarecimentos \- prestados ou os documentos expedidos pelo sujeito passito.
\, ArlL 122 - No caso de adogio do criterio de arbitramento, a receita arbitrada
nunca podera ser inferior a 2007o (duzentos por cento) das seguintes parcelas que compdem a
despesa da empresa:
I - o valor das matdrias-primas, combustiveis e outros materiais consumidos ou
II - a folha de sal6rios, honoririos, retiradas de s6cios e gerentes, com os
\, encargos sociais, quando couber;
trI - despesas de aluguel ou 100/o (dez por cento) do valor venal do im6vel'
v quando se tratar de predio pr6prio;
IV - despesas de aluguel de equipamentos utilizados ou 10pr'o (dez por cento)
v do seu valor, quando ProPrios;
\, aplicados;
vxr
\' Poder Executivo.
\, esclarecida no artigo anterior, apurar-se-6 o prego do servigo:
I - com base nas informag6es de empresa do mesmo porte e da mesma \-
atividade; \- lI - no caso de construgAo civil, com base no valor do alvari de construgdo ou
\- custo m6dio por metro quadrado de 6rea construida'
V - despesas com igua, luz e telefone;
M - demais despesas, tais como financeiras e tributerias em que a empresa
normalmente incorre no desempenho de suas atividades.
Art. 123 - Na impossibilidade de se efetuar o arbitramento pela forma
Art.l21-Dototalarbitradoparacadaperiodoseriodeduzidasasparcelas
sobre as quais tenha sido langado o imposto.
sEgAO IV
DOLANCAMENTO
Art 125 - o lanqamento seri feito COm base na declaragSo do contribuinte ou
SEQAO V
DO PAGAMENTO E DO IMPOSTO RETIDO NA FONTE
Art. 126 - O imposto ser6 pago na forma e prazos esclarecidos em ato do
\- de oficio de acordo com crit6rios e normas previstos nesta Lei'
\-
$ 1. - A declarag6o 6 obrigat6ria, mesmo que nAo tenha ocorrido o fato gerador
\' do imposto, com a devida anotagio no document6rio fiscal'
! $ 2. - Serio invalidadas as declarag6es inegularmente preenchidas,
.que
\- contenham borr6es, rasuras ou escritas de modo ilegrvel, que venham a prejudicar a an6,.lise
do documento.
Art. 127 - Consideram-se contribuintes distintos, para efeito de pagamento do
imposto, os que, embora no mesmo local, com iddntico ramo de atividade ou nao, pertenqam
a diferentes empresas.
Art. 128 - Sdo respons6veis pela reteng5o e recolhimento do imposto sobre
serviqos de qualquer natureza.
I - Em relagSo aos servigos que lhes forarn prestados sem comprovagio de
inscrigSo no cadastro fiscal e/ou sem emissEo de nota fiscal.
a) o proprietirio do im6vel ou possuidor a qualquer titulo pela execugdo
material de projeto de engenharia.
piiblicas
6.) as entidades esportivas, os clubes sociais e :rs empresas de divers6es
c) orgnos de classe.
d) as associag6es com ou sem fins lucrativos, de qualquer finalidade.
e./ os condominios residenciais ou comerciais.
lJ as pessoas fisicas ou juridicas n6o enquadradas nos itens anteriores
II - Em relagio a quaisquer servigos que lhes sejam prestados, inclusive com
missio de nota fiscal.
a) as pessoas juridicas beneficiadas por imunidade ou iseng5o tributiria'
b) as entidades ou 6rglos de administraqio direta, autarquias funda96es,
empresas priblicas e sociedades de economia mista do Poder Priblico Federal, Estadual e
Municipal.
III - As empresas de constru96o civil, em relaqSo aos servigos empreitados, e
os empreiteiros da con$rugao civil, em relagio aos serviqos subempreitados'
IV-Asempresaslocadorasdeaparelhosoum6quinasfotocopiadoras,tipo
xerox e semelhantes, em ielaqio aos locatirios que utilizem tais aparelhos para servigos
remunerados relativos i emis$o de c6pias para terceiros
V - Qualquer tomador de servigo, desde que o prestador do servigo nio
mmprove sua inscrigSo no cadastro fiscal deste Municipio'
$1.-Ficadispensadaaretengdoquandoovalordoimpostoforinferiora2
(duas) U.F.l\1.'s
$ 2' - A fonte pagadora dos servigos 6 obrigada a dar ao contribuinte
comprovante di r-alor da retenqio do imposto e recolher o imposto retido no prazo legal.
$ 3' - No caso do servigo tratar-se de construgeo civil ou reforma, fica
autorizado o substituto tributirio a considerar um abatimento de at6 SV/o (cinqiienta por
cento) do valor da nota fiscal, a titulo de material empregado na obra'
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$ 4" - O percentual de qu€ trata o par6gafo anterior poder6 ser ampliado
mediante autorizagSo da Secretdria de FinanQas do Municipio, desde que fique comprovado
no pro@sso a utilizageo efetiva de material em percentual superior.
$ 5o - Caso a solicitaEio seja posterior ao pagamento, o processo teri curso
id6ntico a qualquer outro processo de restituigdo.
Art. l2g - Considera-se devido o imposto, dentro de cada m€s, a partir da data:
I - do recebimento do prego do servigo, para as atividades de prestagdo de
serviqos em geral;
II - do recebimento do aviso de credito, para os contribuintes que pagam o
imposto sobre comissao;
III - da emissSo da fatura ou do titulo de cr6dito que a dispense
SEcAOヽ1
DO DOCUMENTAR10 ΠSCAL
Art。 130-Os cont五 buintes do mposto■ cam obrlgados a manter em uso
escrita fiscal, destinada ao registro dos serviqos prestados, ainda que nao tributados'
Art. 131 - Ficam instituidos o Liwo de Registro do Imposto sobre Servigos de
Qualquer Natureza, a Nota Fiscal de Prestagdo de Servigos e a Nota Fiscal-[atura de
Prestagdo de Senigos.
Art.132-AtodoPoderExecutivoestabeleceriosmodelosdelivros'notas
fiscais e demais documentos a serem obrigatoriamente utilizados pelo contribuinte, devendo a
"a"ri
.*qe. fiscal ser mantida em cada um dos seus estabelecimentos ou, na falta destes, em
seu domicilio.
Art.l33-oslilrosedocumentosfiscais,quesSodeexibigioobrigatoriaao
agente fiscal, ndo poderio ser retirados do estabelecimento sob qualquer pretexto'
Par'grafoUnico-Consideram-seretiradososliwosquen6oforemexibidosao
agente fiscal, no momento em que forem solicitados'
Art.134-CompeteaoPoderExecutivo,atravesdeatoadministrativo,
permitiradispensadeemissSodenotasfiscaisbemcomodaescrituragiodeliwosfiscais.
ArLl35-Poderioagentefiscalutilizaroutrosdocumentosfiscaisque
considerar necess6rios e pertinentes para o bom desempenho da a95o fiscalizadora'
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SEcAO V■I
DASINFRACOES E PENALDADES
Art.136-Sao inia9∝s as dtu"5es a segur indicadas,pasgvels de apica95o
\, das seguintes penalidades bisicas.
\' I - embaraqo i fiscalizaqio, multa 50 (cinqtenta) a 500 (quinhentas) \7 u.F.M.'s;
v II - emissao de documento fiscal sem autorizagSo ou autenticaqao, por cada
\, documento, multa de 20 (vinte) U.F.M.'s limitada a 5.000 (cinco mil) U.F'M''s;
v III - falta de declaragio do imposto, quando n6o tenha exercido a atividade
! tribut6vel, por m6s n5o declarado, multa de 400 (quatrocentas) U'F ivl's;
\,
v IV - falta de escriturag5o de livro fiscal ou sua utilizaqao sem autenticagao
a pela autoridade administrativ4 multa de 300 (trezentas) U.F.M 's;
V - falta de langamento ou declaraqio, multa de 100% (cem por cento) do
\, imposto conigido;
,- VI - falta de recolhimento do imposto retido na fonte, multa de 5ff/o
v (cinquenta por cento) do imposto corrigido;
VII - falta de pedido de baixa no caso de encerramento da atividade, 200
\- (duzentas) U.F.M.'s;
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` co‖ gido
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VIil - falta de retengEo na fonte, 50/o (cinqiienta por cento) do imposto
IX - funcionamento de estabelecimento sem inscrigEo no cadastro fiscal' 500
DAS TAXAS MI「 可ICIPAIS
CAPITULO I
DAS DISPOSICOES GERAIS
_ (quinhentas)UFM'ヽ
X - no valor de 100% (cem por cento) do tributo corrigido, em todos os
し dem“s casos de infra∞ eS quallicadas
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し TITULO HI
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a ArL 137 - As taxas t6m como fato gerador o exercicio regular do poder de
policia ou a utilizageo, efetiva ou potencia! de servigos pirblicos especificos e divisiveis, \- prestados ao contribuinte ou postos ir sua disposig6o'
tv Art 138 - As taxas classificam-se em:
I - pelo exercicio do poder de policia;
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II - pela utilizagdo de servigos pirblicos.
CAPiTULO il
DAS TAXAS DO PODER DE FOLiCIA
Art. 139 - As ta<as do poder de policia dependem da concessSo de licenga
municipal, para efeito de fiscalizagao das normas relativas i seguranga, i ordenl aos
costumes, d dir"iplinu da produEso do mercado, ao exercicio de atividades econ6micas e a
outros atos dependentes de concessio ou autorizaqio do poder priblico, e incidem sobre:
I - os estabelecimentos em geral;
II - a execugdo de obras e urbanizaqdo de 6reas particulares;
III - as atMdades especiais, definidas nesta Lei'
ParagrafoUnico-AconcessSodaiicenga"cujopedido6obrigat6rio-parao
exercicio de qualqr.tr atiidade neste Municipio, obsewarb o disposto na let do uso do solo,
do c6digo de postura, do plano diretor, e demais legislagdo pertinente'
Art. 140 - o langamento das taxas serdo procedidos de acordo com os criterios
prelistos nesta Lei.
Art. 141 - considera-se em funcionamento o estabelecimento ou exploragao
de atitidades at6 a data de entrada do pedido de baixa, salvo prova em contr6rio.
SEcAO I _
DA TAXA DE LICENcA E LOCALIZACA0
DO FATO G謂 :W10 cALCUL0
/ Art. 142 _ A taxa de licenga de localizagdo dos estabelecimentos em geral,
fundada no poder de policia do Iv{unicipio, tem como fato gerador o licenciamento
oMgutOrio aios constatagio de sua conformidade com as normas do codigo de policia
ad#nistrativa, lei do uso do solo, plano diretor e demais legislagdo pertinente.
Qlo-Submetem-sedtaxaoexerciciodeatividadesdecorrentesdeprofissao,
arte, oficio ou fungdo.
$ 2o - Para efeito de aplicaE6o deste artigo, considera-se estabelecimento o
local, onde sdJ exercidas, de modo pefinanente ou tempor6rio, as atividades previstas no
;;;i il;"E; s no seu ( 1", sendo irrelevantes para sua caracterizagao as denominag6es de
seie, filial, a!6ncia, sucursal, escritorio de representaqao ou contato ou quaisquer outras que
venham a ser utilizadas
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$ 3' - A exist6ncia do estabelecimento e indicada pela conjunqdo, parcial ou
total, dos seguintes elementos;
I - manutenqao de pessoal, material, mercadori4 m6quinas, instrumeitos e
equipamentos,
II - estrutura organizacional ou administrativa;
III - inscrig6o nos 6rgdos previdenci6'rios;
IV - indicagSo como domicilio fiscal para efeito de outros tributos;
V - permandncia ou inimo de permanecer no local, para a exploraqio
econ6mica da atividide exleriorizada atrav6s da indicaqdo do endereEo em impressos,
formulirios ou correspond€ncia, contrato de locagSo do imovel, propaganda ou publicidade,
ou em contas de telefone, de fomecimento de energia el6tric4 6gua ou g6s'
$ 4' - A circunstincia de a atividade, por sua natureza, ser executada, habitual
ou eventualmente, fora do estabelecimento, n6o o descaracteriza como estabelecimento, para
os efeitos deste artigo.
$5'-Sio,tamb6m,consideradosestabelecimentososlocaisondeforem
exercidas as atiridades de diversdes piiblicas de naf.ireza itinerante'
$ 6o - Considera-se, ainda, estabelecimento a residdncia de pessoa fisica
aberta ao publico em razdo do exercicio da atividade profissional'
$ 7o - Para efeito da incidencia da Taxa, Consideram-se estabe|ecimentos
distintos:
I - os que, embora no mesmo local, e com id6ntico ramo de atividade' ou nio'
pertengam a diferentes pessoas fisicas ou juridicas;
Il - os que, embora com idEntico ramo de atividade e sob a mesma
responsabilidade, estejam situados em pr6dios distintos ou em locais diversos, ainda que no
mesmo im6vel.
$ 8o - A mudanga de enderego acarretar6 nova incid6ncia da Taxa'
ArL143-ocilculoparacobranqadatoiaser6efetuadodeacordocoma
Tabela III, anexa a esta Lei.
SUBSECAO II
DO LANcAMENTO E DO PAGAMENTO
Al■.144-0 1anOamento e o pagamento da taxa serao fe■oS de acordo com os
e nollllas prevlstos em ato do Poder Ex∝ utiv0
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SUBSEQAO III
DAS INFRACoES E DAS PENALIDADES
Art. 145 - As infraq6es e as penalidades previstas para os impostos sdo
aplic6veis, no que couber, i taxa de licenga de localizaqdo.
SEcAO H
DA TAXA DE FISCALEAcAO DO FUNC10NAMENT0
SI.]BSEQAO I
DO FATO GERADOR E DO CALCULO
Art.146-Ataxadefiscatizag6odofuncionamentodosestabelecimentosem
geral, fundado no poder de policia do lv{unicipio, tem como fato gerador a fiscalizagio do
iumprimento da legislaqSo disciplinadora do uso e ocupaqio do solo' seguranqa" costumes'
;;-; tranqtilliiade ptblicai a que se submete qualquer pessoa fisica ou juridica, em
ra'do do funcionamento de quaisquer atividades no Municipio'
$1o-Incluem-senasdisposigdesdatu<aoexerciciodeatividadesdecorrentes
de profissio, arte, oficio ou funEio.
$ 2o - Para efeito de aplicagSo deste artigo, considera-se estabelecimento o
local, onde slJ exercidas, de modo pirmanente ou tempor6rio, as atividades previstas no
'i"pri, ii ,4i. e no seu $ 1", sendo irrelevantes para sua caracteizago as denominag6es de
sede, filial, a!6n"i4 srrcutsul, escrit6rio de representag6o ou contato ou quaisquer outras que
venham a ser utilizadas .
$ 3" - A existCncia do estabelecimento 6 indicada pela conjunqSo' parcial ou
total, dos seguintes elementos:
equipamentos;
I - manutenEso de pessoal, material' mercadori4 miquinas, irstrumentos e
Il - estrutura organizacional ou administrativa;
f ) ill - inscrigio nos orgdos pre"idenciirios:
\/
^
.
tV _ indicaqdo como domicilio fiscal para efeito de outros tributos;
' " - permandncia ou Animo de permanecer no local' para a exploragio
econ6mica da atividade exteriorizada atrav6s da indicag6o do enderego em im.pressos'
fo.nrufario, ou correspond€ncia, contrato de locagao do im6vel, propagailda ou publicidade,
* ". "ontu,
de telefone, de fomecimento de energia el6trica, 6gua ou gis'
$4.-Acircunstinciadeaatilidade'porsuanatureza,serexecutada,habitual
ou eventualm;e, fora do estabelecimento, n6o o descaracteriza "omo
estabelecimento, para
os efeitos deste artigo.
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$ 5" - 56o, tamb6m, considerados estabelecimentos os locais onde forem
exercidas as atividades de diversSes priblicas de natureza itinerante.
$ 6o - Considera-se, aind4 estabelecimento a residdncia de pessoa fisica
aberta ao ptblico em razSo do exercicio da atividade profissional.
$7o-Paraefeitodaincid6nciadaTax4Consideram-seestabelecimentos
distintos:
I - os que, embora no mesmo local, e com id€ntico ramo de ativ'idade, ou nio,
pertengam a diferentes pessoas fisicas ou juridicas;
II - os que, embora com id6ntico ramo de atividade e sob a mesma
responsabilidade, estejam situados em pridios distintos ou em locais diversos, ainda que no
mesmo imovel.
ST]BSEQAO II
DO I,ANCAMENTO E DO PAGAMENTO
anexa a esta Lei, ^tt.|4T.Ataxaseridevidaanualmente,calculadacombasenaTabelalll e cobrada mmo disposto em regulamento'
Parigrafo Unico - A taxa s6 ser6 devida a partir do exercicio subseqiiefte ao
do inicio da atividade
SUBSEcAO HI
DASINFRAcOES E DAS PENALIDADES
Art. 148 - As infra96es e as penalidades previstas para os impostos seo
aplic6veis, no que couber, d taxa de fiscalizaqdo do funcionamento'
SEQAO III
DA TAXA DE LICENCA REI.ATryA AO FLNCIONAMENTO DE
ESTABELECIMENTOS EM EORARIO ESPECIAL
/)(/\ / SUBSEqAOI X noFATocERADoREDocALCULo
/) "
/ I Art. 149 - A taxa de licenga relativa ao funcionamento de estabelecimentos em
hor6rio especial, fundada no poder de policia do lv{unicipio, tem como fato gerador o
licenciamento do estabelecimento para funcionar em hor6.,rio extraordin6rio, obedecidas as
normas relativas aos costumes, ordem, tranqiiilidade e seguranqa publica'
esta Lei.
Art. 150 - A base de c6lculo da taxa seri o estipulado na Tabela IV' anexa a
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SUBSEcAO II
DO LANcAMENTO E DO PACADIENTO
A■.151-0 1anOarrlento e pagmCntO da taxa seぬo procedidos de acordo com
cit`●os,■ oHlnaS e p=凛os estabelecidos atrav6s de ato ad■ linistrativo
StIBSEcAO III
DAS NFRAcOES E DAS PENALDADES
Art.152-Constitul iぼヤacab passivel de multa de 10協 (cem pOr cento)dO
valor do t五buto o incionalnento do estabelecilnento em horano extraordinirlo sem o
pagalnento da respect市 a taxa
SEcAO IV
DA TAXA DE LICENcA E IIISCALIZACÅ O DE OBRAS,ARRUAMENTOS E
LOTEAPIENTOS
SUBSEcAO I
DO FATO GERADOR E DO CALCUL0
Art.153-Fundadanopoderdepoliciadolv{unicipiorelativoaocumprimento
da legislagSo disciplinadora das constrdgSes, da ocupaqSo e do parcelamento do solo em seu
territ6rio, a Taxa de Licenga e Fiscalizagdo de Obras, Am-ramentos e Loteamentos tem, como
fato gerador, o licenciamento obrigatorio e a fiscalizagao da execugio de constru96es,
refo#,as, consertos, demoliq6es, instalag6es de equipamentos, e a abertura de novos
logradouros ao sistema vidrio (amramentos e loteamentos).
Art. 154 _ o contribuinte da taxa 6 o propriet6rio, titular do dominio irtil ou
possuidor a qualquer titulo do im6vel onde se realizem as obras, arruamentos e loteamentos
referidos no artigo anterior.
PariryrafoUnico-Respondem,solidariamentecomocontribuinte'pelo
pagirmento da taxa, a empresa e o profiJsional ou profissionais responsiveis pelo projeto e ou
pela execug6o das obras, arruamentos e loteamentos.
Art. 155 - A taxa seri calculada em funqio da natureza e do grau de
complexidade dos atos e ati-ridades cujo licenciamento e fiscaliza€o sejam provocados pelo
contribuinte, na forma da Tabela V, anexa a esta Lei.
SUBSEQAO IT
DO LANCAMENTO E DO PAGAMENTO
Art.156-olangamentoepagamentodataxasereoprocedidosdeacordocom
crit6rios, norrnas e prazos estabelecidos atraves de ato administrativo'
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Art.160-ATaxadeLicengaeFiscalizagEonaAreadeSaude,fundadano
poder de Policia Municipio, tem com fato gerador a fiscalizagao obrigatoria da vigilancia
.""liaA" municipal nos estaLelecimentos identificados na Tabela XIII, apos constatagSo de
sua conformidade com as noffnas do c6digo de Posturas e demais legislagdo pertinente'
ParigrafoUnico_Submetem-seaestatzxaoexerciciodeatividades
relacionadas na Tabela XIII.
SUBSEQAO II
DO LANCAMENTO E DO PAGAMENTO
Art. 161 . A Taxa de Licenga e Fiscalizagao na Area de Sairde, ser6 langada e
paga na forma e nos prazos esabelecidos no Codigo de Posturas e demais legishqeo
pertinente.
SEcAO V
DA TAXA DE LICEN( /A E FISCALIZACÅ O NA AREA DE SAUDE
ArLl57-Paraefeitodopagamentodataxa,oscilculosde6readeconstrugio
obedecerSo is tabelas de valores unitarios padrao em vigor, adotados para avaliagio de
im6veis urbanos.
Art.l58.Paraasconstru@esdemaisde3(tr6s)unidadesimobiliirias6
vedada a concessAo parcial de "habite-se" ou certificado de conclusdo de obras antes do seu
termino.
STJBSECAO III
DAS INTRAQOES E DAS PENALIDADES
Art. 159 - As infiag6es e as penalidades previstas para os impostos sio
aplic6veis, no que couber, i Taia de Licenga e Fiscatizag6o de Obras' Arruamentos e
Loteamentos.
DOFATOGEllゞ :RTlocALCUL0
SUBSECAO HI
DAS INFRAQoE,S g DAS PENALIDADES
Art. 162 - As in&a96es e as penalidades previstas para a Taxa de Licenga e
Fiscalizagdo nu-er* de Sairde
"riao
di.pott"t no C6digo de Posturas e demais legislagdo
pertinente.
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SECAO \,1
DA T.LXA DE LICENCA RELATTvA A ocureqAo DE vIAs, TERRENoS E
LOGRADOUROS PUBLICOS
Art.163-Entende-seporusode6reasemvias,terrenoselogradouros
priblicos, aquela feita a titulo precerio, embora com aspectos de regularidade, mediante
'irrstafaEao piovis6ria de balcdo, bu.ru"", *".", tabuleiro e qualquer outro m6vel,ou utensilio'
estacionamento privativo de veiculos em locais permitidos e o espago ocupado por circo'
parques de diversdes e similares.
Art 164 - O devedor seri o usuirio interessado no exercicio da atividade ou
na pr6tica de atos que e>iijam a utilizagio das 6reas tidas como "bens publicos" como tais
considerados as vias, terrenos e logradouros priblicos.
Parigrafo Unico - Entende-se por logradouro pirblico as ruas' alamedas'
travessas, galerias, pragas, pontes, jardins' becos, tuneis' passeios, estradas e qualquer
caminho aberto ao pitblico no territorio do Municipio'
SUBSEQAO I
DO LANCAMf,NTO E I}O PAGAMENTO
Art.165-OlangamentodaTaxadeLicenqaRelativaiOcupagsodevias'
Terrenos e Logradouros Publicos seri devida no ato da inscrigdo no cadastro Geral de
Ati宙dades― CGA
Art.166-ATaxadeLicengaRelativaiocupagiodeVias,Terrenose
Logradouros Pirblicos, seri paga na forma e nos prazos estabelecidos na Tabela X' anexa a
esta Lei.
SUBSEQAO II
DAS INFRACoES E DAS PENALIDADES
Art. 167 - As infra96es e as penalidades previstas para os
-
impostos sio
aplic6veis, no que couber, i Ta<a de Licenqa Relativa d Ocupagdo de Vias' Terrenos e
Logradouros Pfiblicos.
SECAO VII
DA TAXA DE LTCENCA RELATTVA AO ABATf,, DE ANIMAIS
Art.l6E-Pelautilizagiodomatadouromunicipaleobjetivandosua
manutengdo, ser6 aplicada a Ta:ia de Licenqa Relativa ao Abate de Animais'
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SUBSEcAO I
DO LANcAMENTO E DO PAGAMENT0
\, Art. 169 - O langamento da Taxa de Licenga Relativa ao Abate de Animais
\- ser6 no ato do uso do Mercado Municipal e./ou Matadouro lv{unicipal por parte do
\, contribuinte.
v Ail. 170 - A Taxa de Licenqa Relativa ao Abate de Animais' seri paga na
v forma e nos prazos a s€rem estabelecidos na Tabela K, anexa a esta Lei'
SUBSEcAO II
DAS INFRACoE,S E DAS PENALIDADES
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し A咸 171‐ As i金、∞eS e as penalidades pre宙 stas para os impostos sお
、′ aplicaveis,no que couber,a Taxa de LIcen9a Relativa ao Abate de tts
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DA TAXA DE FISCALZAEAO E ACOMPANEAMENTO DOS IMPACTOS
SEcAOヽlH lo DE PUBLICIDADE EM
DA TAXA DE LICENcA RELATIVA A VEICULACメ GERAL
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こ 躙 郡器ぷ欄 織榊撒鋪1豊
し em Geral
SUBSEcAO I
IcAMENTO E DO PAGAMENTO
ento da Taxa de Licen"Relat市a a VeiculaφO de
ato da hsCn9ao no Cadastro Geral de Ativ■dades―
し CGA
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し SUBSECAO II
し DASINFRAcOES E DAS PENALIDADES
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SI.JBSEqAO I
DO FATOR GERADOR E DO CALCTiLO
Art 176 - A Taxa de FiscalizagSo e Acompanhamento dos Impactos
Ambientais tem dos div'ersos empreendimentos instalados no Municipio de Caetit6, est6
fundamentado no poder de policia do Municipio, tem como fator gerador a fiscalizagao e o
acompanhamento dos impactos ambientais, efetivo e ou potencial, e o conseqiiente
cumprimento da Legislageo Especifica Ambiental que disciplina a relaEso Empreendimento
Econ6mico e Meio Ambiente.
ParagrafoUnico-Paraefeitodeaplicagsodestataxaconsidera-seos
empreendimentos divididos em categorias abaixo descriminada com os respectivos valores.
I - Grande risco ambiental, efetivo e ou potencial 5 000 UFM
II - Risco Ambiental, efetivo e ou potencial " 500 UFM
III - Pequeno risco Ambiental, efetivo e ou potencial 50 trrFM
An.l77-oenquadramentodoempreendimentonascategoriasderiscoser6
de responsabilidade do Conselho Municipal de lv{eio Ambiente, levando em conta o EIA
RIMAe ou parec€r tecnico do Departamento de lv{eio Ambiente da Prefeitura.
Art. 178 - Todos empreendimentos instalados no municipio' sejam eles de
pessoas fisica ou juridicas, dos mais diversos setores da economi4 de mineragdo a
'"gri*it r., q.r. p.ouoq.r" impacto ambiental, em conformidade com a legislagSo especifica
estao sujeitos a essa taxaqao.
SUBSEQAO II
DO LANCAMENTO E IX) PAGAMENTO
Afi. l1g - A Taxa seri devida mensalmente, calculada com base no AIt' lo e
2o desta Lei e cobrada a partir da instalagao do Conselho Municipal de Meio Ambiente e
criagio de um fundo especifico para este fim.
Paftigrafo unico - o Fundo Municipal de Meio Ambiente deveri ser criado
mediante Projeto de-tri especifico e gerido em co-iesponsabilidade do Executivo Municipal
e Conselho Municipal de l\{eio Ambiente.
SIJBSECAO M
DAS INFRACOES E DAS PENALTDADES
Art.lEo-Ser6consideradainfragEoaocorrCnciadequalqueranorma|idade
do desenvolvimento do empreendimento que provoque alteragSo no meio ambiente nio
previstanosprojetosdefuncionamentoautorizadospelosorgdosambientais.
Par6grafoUnico-Amultaprevistanesteartigoser6dedezvezesovalorda
taxa do periodo em que ocorreu a anormalidade.
Art. ltl - As infraqdes e as penalidades previstas para os impostos sio
aplic6veis no que couber, d taxa de fiscalizagao e acompanhamento dos impactos ambientais.
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TITULO IV
DA CONTRIBUICAO DE MELHORIA
CAPiTI,]LO IJNICO
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Y " ArL 1g2 _ A contribuigdo de melhoria tem como fato gerador a execugdo pelo
MJnlcipio de obra priblica" que resulte em valorizagdo do imovel'
$1".Considera-seocorridoofatogeradornomomentodeiniciodeutilizaqSo
da obra ptblica para os fins a que se destinou.
$ 2' - O Executivo determinar6 as obras pirblicas que justifiquem a cobranqa
da contribuigio de mel,horiaArt. l&j - O sujeito passivo da contribuigio de melhoria 6 o propriet6rio'
titular do dominio iitil ou possuiior a qualquer titulo do im6vel beneficiado por obra publica'
ArL184-Asobraspublicasquejustifiquemacobrangadacontribuiqiode
melhoria enquadrar-se-io em dois programas:
I - ordinirio, quando referente a obras preferenciais e de iniciativa da pr6pria
Administra@o;
II-extraordinirio,quandoreferenteaobrapfblicademenorinteressegeral,
solicitadapor,nominimo,2/3(doistergos)dosproprietiriosdeim6veisedeacordocom
normas e criterios estabelecidos em ato do Poder Executivo'
Art. 1t5 - A contribuigio de melhoria seri calculada levando-se em conta a
despesa realizada com a obra publica, que ser6 rateada entre os im6veis beneficiados'
proporcionalmente ao valor venal de cada im6vel'
$ 1" - A contribuigao de melhoria nio poderi ser exigida em quantia superior i
despesa realizada com a obra pirblica'
$ 2' - A despesa corresponder6 ao custo da obra e mais o relativo a estudos
'
projetos, fiscallaqao, desapropriagEo, administragdo' execuqdo' financiamento e demais
investimentos a ela relativos
$ 3" - O valor global da despesa realizzda com a obra publica teri sua
expressao monitiiria atualizada d epoca do lanqamento do tributo'
Art. 1t6 - A contribuig6o de melhoria ser6 lanqada de oficio' em-nome do
contribuinte, mm base nos elementos constantes do cadastro imobiliririo e de acordo com as
normas gerais desta Lei.
Art. lt7 - Poderi a Contribuigio de melhoria ser paga em parcelas mensais e
cons€cutivas, conforme disposto em regulamento'
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Parigrafo Unico - Quando ocorrer atraso no pagamento de trds parceias, todo o
ddbito e considerado vencido e o cr6dito tribut6rio seri inscrito em Divida Ativa'
LIVRO TERCEIRO
DOS PRECOS PUBLICOS E DAS RENDAS DIWTRSAS
TITULO I
DOS PRECOS PUBLICOS
Art. 188 - Fica o Poder Executivo autorizado a alterar, mediante Lei
speciflca a Tabela XIV de pre9os,bem como a institur novos pr"os pibiCOs,de acordo
com os itens a seguir:
I-pelosservigosdenaturezaindustrial,comercialecivil,prestadospelo
Municipio de forma direta ou indireta;
II - pela utilizagSo de servigo publico municipal como contrapre$aqeo de
careter individual;
III - pelo uso de bens publicos dominiciais e 6reas de dominio ptblico;
IV - pela exalorag5o de servigo publico municipal sob o regime de concessdo
ou permissio.
ParngrafoUnico-Aenumeragdoreferidanosincisosleryemeramente
exemplificativa" polendo ser incluidos no sistema de pregos serviqos de natureza semelhante
prestados pelo MuniciPio.
Art.189-A6xac6odospreEos'semprequepossivel,teriporbaseocusto
unitirio.
Art.190-Quandondoforpossivelaobtengdodocustounit['rio'paraa
fixag6o do preqo, seri considoado o custo t;tal do servigo verificado no ultimo exercicio, a
n ti"ia",i. pr"go. de aquisigio dos fatores de produgSo de servigo e o volume de serviEo
prestado e a prestar.
$ l" - O volume do serviqo ser6 medido, conforme o caso, pelo nrimero de
utilidades proataas ou fornecidas, pela media de usu6rios atendidos e outros elementos
pelas quais se Possa aPur6-lo.
$ 2' - O custo total compreender6 custo de produgao, manutenqao e
administragio io serviqo e bem assim as reservas para recuperagSo do equipamento e
expansSo do serviqo.
Art.191-oniopagamentodosdebitosresultantesdofomecimentode
utilidades produzidas ou do uso das-initalag6es e bens priblicos em razSo da exploragSo direta
de serviqos municipais acarretara decorridos os prazos regulamentares, o corte do
fomecimento ou a susPensSo do uso.
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Parigrafo Unico - O corte do fornecimento ou a suspensSo do uso de que trata
este artigo 6 aplicivet, tambem, nos casos de infrag6es outras, pruticadas pelos consumidores
ou usuirios, previstos na legislaqdo.
Art. lg2 - Aplicam-se aos pregos p0blicos no tocante a lanqamento, cobranqa,
pagamento, restituigdes, fiscalizagdo, domicilio e obrigagoes acessorias dos usu6rios, divida
ativa, penalidades e processo fiscal as disposiq6es do presente C6digo.
Art. 193 - A falta de pagamento do prego publico, nos prazos estabelecidos,
implica na cobranga dos acr6scimos legais previstos para os tributos.
CAPITULO I
CEMTTfRIO MUNICIPAL
Art. 194 - Todos os servigos relativos a inumagio, prorrogaqio de prazos,
pefretuidade, exumag6es, liberagSo de i,reas para construgao de mausoleu e outros serv-igos.
Art. 195 - O pagamento do prego ser6 feito no ato da prestaqao do servigo de
acordo ao estabelecido na Tabela XIV, anexa a esta Lei.
CAPITI,JLO II
SERVICOS DE EXPEDIENTE
Art. 196 - O prego pelo servigo de expediente seri devido pela entrada de
petigao e documentos nos orgios municipais, lawaturas de termos e contratos com o
ilf*i"ipio e expedigdo de certiddes, atestados e anotaqdes, sendo devedor o peticionerio ou
quem tiver interesse direto no ato.
Art. 197 - O pagamento do prego seri feito no ato da prestaqao do servigo de
acordo ao estabelecido na Tabela XIV, anexa a esta Lei.
CAP1TULO ilI
APREENSAO E DEP6SITO DE ANIMAIS, BENS f, MERCADORIAS
Art. 198 - Pelos servigos de apreensio e deposito de animais, bens e
mercadorias ser6o cobrados pregos pela apreensdo, transporte e guarda nos depositos'
ParagrafoUnico-Nocasodeanimais'opregoser6acrescidodadespesacom
o tratamento e alimentagdo.
Art.199-opagamentodopregoser6feitonoatodaprestagdodoservigoou
quando o interessado retirar do deposito os bens apreendidos de acordo ao estabelecido na
Tabela )flV, anexa a esta Lei
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TiTI.ILO II
DAS RENDAS DIVERSAS
Art. 200 - Al6m da receita de tributos, contribuig6es de melhoria e pregos
p0blicos, constituem rendas diversas do Municipio as provenientes de receita patrimonial,
ieceita industrial, transferdncias correntes da Uniio e do Estado, de capital e outras receitas
diversas.
Art. 201 - As rendas diversas ser6o langadas e arrecadadas de acordo com as
normas estabelecidas em regulamento baixado pelo Poder Executivo, aplicando-se, no que
couber, as disposig6es contidas nesta Lei.
CAPiTI]LO I.rI.{ICO
DA UTILIZACAO NT ANTNS OU ESPACOS PUBLICOS MUNICIPAIS POR
EMPRESAS CONCESSTO N ARAS, PERJVISSTON ARIAS O U DISTRIBUIDORAS
DE SERVICOS PUBLICOS
Art.202-Autilizagsode6reasouespagospiiblicosmunicipais,porempresas
concessionirias, permissionirias ou distribuidoras de servigos pirblicos, far-se-ii mediante
cessSo de uso, com remuneragio obrigatoria.
Parigrafo Unico - A cessSo de uso abrangera as 6reas de subsolo, superficie e
aereas. nas quais esiejam implantados quaisquer elementos ou construg6es que as beneficiem.
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DA ADNIINISTRAqAO TRIBUTARIA
TITULO I
DA ARRECADACA0
Art.203-Todaaarrecadagdomunicipalser6feitaexclusivamentepelarede
banc6,ria autorizada pela AdministragSo.
Art. 204 - Em situag6es especificas, dispostas em regulamento' fica o Chefe
do Poder Executivo autorizado a exlinguir creditos do lv{unicipio por meio de transagao e
dag6o em pagamento.
TITUL0 11
DA FISCALIZACA0
CAPI皿 OI
DA COMPETENCIA,DO ALCANCE E DAS ATRIBUICOES
Art.205-Compete p● vativamente a Secretarla de Finan“ s do卜Iu丘dpio,
pelos seus 6rgttos especidizados,a lsCalL"ao dO cump■ mento das no:11las t●but`nas
LⅣR0 0UARTO
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Alt.206-A flscaliz"aO a que se refere o artigo anteHor sera exercida sobre
as pessoas naturais ou juridicas, coniribuinies ou n6o, inclusive os que gozam de imunidade
tributiria ou isengSo.
Art.2o7 - As pessoas sujeita d fiscalizaqdo exibirio ao agente fiscal' sempre
que por ele exigidos, independentemenie de prdvia instauragio de processo' os produtos'
livros das escrit;s fiscal e gLral e todos os documentos, em uso ou ji arquivados,.que forem
.i.igaa* ,""".*os d fisc-alizagao, e lhe franquear6o os seus estabelecimentos, depositos e
ieiend6ncias, bem como veiculos, cofies e outios m6veis, a qualquer hora do dia ou da noite,
se i noite os estabelecimentos estiverem funcionado.
Art. 20E - O exame a que se refere o artigo anterior poderi ser repetido
quantas vazes a autoridade administrativa considerar necess6ria, enquanto nio decair o direito
da Fazenda Municipal constituir o credito tributirio'
Art. 209 - No exercicio de suas fun96es, a entrada do agente fiscal nos
estabelecimentos, bem como o acesso a suas dependencias internas, n6o estardo sujeitos a
formalidade diversa da sua imediata identificagdo, pela exibigdo de identidade- funcional aos
encarregados diretos e presentes ao local, a qual ndo poderri ser retida, em qualquer hipotese'
sob peni de ficar caracterizado o embarago d fiscalizagdo'
Par6grafo Unico - Na hipotese de ser recusada a exibigio de produtos', liwos
ou documentos, o
-"g"nt" fiscal poderi lacrar m6veis ou depositos em que presumi':tl"lt:
eles estejam. lawando termo deste procedimento e,
.ne-:s:
caso' a autoridade admtrustratlva
providenciara, junto ao 6rgio competente, a exibigio judicial'
Art. 210 - A a95o do agente fiscal poder6 estender-se alem dos limites do
Iv{unicipio, desde que prevista em convdnios
Art. 2ll - Atraves de ato administrativo serio definidos prazos m6ximos para
aconclusdodasfiscalizag6esedilig€nciasprevistasnalegislagdotribut6ria.
Lrt.2l2 - O prazo para apresentaqdo da documentaqao requisitada e de 5
(cinco) dias irteis, contados a partir do dia seguinte ao da intimaqdo'
Art. 213 - A autoridade administraliva 6 competente para interditar qualquer
estabelecimentoque,sujeitoaoalvar6delicenqa,estejafuncionandosemessedocumentoou'
;ilil;; o apresente,- fique comprovado qul o alvar, foi expedido em desacordo com o
.oJigo',a" poitura do Municipio,'lei de uso do solo, plano diretor ou demais legislaqdo
pertinente.
Parigrafo Unico - O Poder Executivo regulamentar6 o procedimento de
interdigao qrre conleqara com intimaqao ao interessado para regularizar-se' se for o caso' no
prazo de l0 (dez) dias.
Art. 214 - As autoridades administrativas da Fazenda Municipal poderio
requisitar o auxilio da forga f,iUti.u f"attut, lstadual ou municipal' quando vitimas de
embaraqo ou desacato no .*".ii"io de suas fun96es' ou quando '11*Tx11-"ryY::" d"
."didu pt"uittu na legislaqio tributiria" ainda que nio se configure lato deh do em ler como
ilicito tributirio.
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CAPiTULO II
DO SIGILO FISCAL
Art.2ls.Semprejuizododispostonalegislaqdocriminal,6vedadaa
divulgag6o para qualquer fim, poi iurt" du Fazenda Municipal ou de_ seus funcion6'rios, de
hforira'qOes obtidas em razdo'de oficio, sobre a situag6o econ6mica ou fiaanceira e a
n*."r" e estado dos negocios ou atividades dos contribuintes e demais pessoas naturais ou
juridicas.
Par6grafoUnico.Excetuam-sedodispostonesleartigooscasosderequisiqao
do poder Legistati.t e de autoridade judicial, no interesse da justiqa, os de p^resta'6o mritua
A. "rri.tenai
p-u a fiscalizagdo dos i.ibutos respectivos e de permuta de informag6es entre
o. Jiu"r.o, setores da Fazenda Municipal e entre esta e as da uniao, dos Estados e de outros
Municipios.
t o
d a s
一
CAPiTULO ru
DAS PESSOAS OBRIGADAS A PRESTAR INFORMACOES
Art. 216 - Mediante intimagio escrita, serdo obrigados a prestar ao agente
ur- info..uqO". de que disponham com relagao aos produtos' neg6cios ou
terceiros:
I - os tabeliSes, escriv'des, serv€ntuerios e demais servidores de oficio;
II-osBancos,CaixasEcon6micasedemaisinstituigoesfinanceiras;
III - os corretores, leiloeiros e despachantes oficiais;
lV - os inventariantes;
V - os sindicos, comissiirios e liquidat6rios;
VI - os orgdos da administrag6o piblica municipal' direta e indireta;
\rII - as demais pessoas, naturais ou juridicas, cujas atividades Tt-91'-u'
negocios que interessem a ilJli;;; e arrecadagal dos tributos de compet.ncia do
lv{unicipio.
Par6grafo Unico - A obrigaEso prevista neste artigo ndo abrange a. prestagSo cie
informaqSes quanto a fatos sobre quaiJ o inflrmante esteja legalmente obrigado a observar
;;;;;;.4 decargo.oficio, tungao, ministerio' atividade ou profissio'
Art 2l7 - Sio obrigados a auxiliar a fiscalizaqdo' prestando informag6es e
esclarecimentos que lhes ror"* ,oii"ituaos, cumprindo ou fazendo cumprir as disposiq6es
desta Lei e permitindo uo, "s;,., ii""is colher quaisquer elementos julgados necessirios i
nrJi-qao,ioaos os orgdos ia administra@o pirblica municipal direta e indireta'
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cepirwo Iv
rx) REGTME ESPECIAL oe rmclr,zlcAo
Art. 21t - O sujeito passivo que mais de uma vez reincidir em infra96o da
legislagao tribut6ria municipal, poderi ser submetido a regime especial de fiscalizagao, por
proposta da autoridade fiscal.
CAPiTI.JLOIV-,-
DA CASSACAO DE REGIMES OU CONTROLES ESPECIAIS
Art. 2lg - Os regimes ou controles especiais de pagamento dos tributos, de
uso de documentos ou de escrituraqao, quando estabelecidos em beneficio dos contribuintes
ou outras pessoas obrigadas ao cumprimento de dispositivos da legislagao tribut6ri4 serdo
cassados se os beneficiririos procederem de modo fraudulento, no gozo das respectiras
concess6es.
$ lo - E competente para determinar a cassagSo a mesma autoridade que o for
para a concessio.
$2.-Doatoquedeterminaracassagaocaber6recurso,semefeitosuspersivo'
para a autoridade suPerior.
CAPiTT]LO VI
ARBITRAMENTO
A1L 22O - Procederi o agente fiscal ao arbitramento da base de calculo do
acordo com a legislagSo especifica. quando:
I - o contribuinte ndo dispuser de elementos de contabilidade ou qualquer
outro dado comprove a exatideo do montante da materia tributivel;
Il-recusar-seocontribuinteaapresentaraoagentefiscaloslivrosdaescrita
comercial ou fiscal e documentos outros indispens6veis ir apuraqSo da base de cilculo;
Ill - o exame dos elementos contebeis levar i convicaSo da exist€ncia de
fraude ou sonegagEo.
Par6grafo Unico - Do total arbitrado para cada periodo ou exercicio'.. serdo
deduzidas as parcelas *t," t*"quJ""i"nn" f*quao o imposto' intimando-se o contribuinte
para recolhiminto do ddbito resultante do arbitramento'
TiTI.,LO ilI
DAS CERTIDoES NEGATIVAS
Aft 221- A prova de quita€o de d6bitos -ser6
feita unicamente por certiddo
negativa, r"grt"r-"nt" opedida pela repartig6o administrativa competente'
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§1° ―A ttdao negativa sera sempre c円 pedida nOs ternos erl que tenha sido
requenda e ser fomecida dentro de 05(cincO)diaS da data de entrada do requenmento na
n“dφ。
§2° ―O prazo de宙 ♂nda dOS ddtos da certitt negativa 6 de 120(centO e
VintO dias e dela const魏 Ob五gatojamente,esse prazo limite
§3° ‐As certid(bs fomecidas ttb exdueln o drelto do Munlclpio∞ brarj em
quaquer te呻 o,os dあ■os que venham a tt apurados pela auto五dade admidstrativa
ArL 222‐ A ceni“b negativa“、cM indicar obrigatodarnentc
I― n山∝Ю de ordem;
II― data de品Sb
ⅡI― nome do contnbuinte
IV‐ domic(1lo 6scal:
V― ir.scFiφO munidpJ;
Ⅵ ―periodO de validade da mesma
Art。 223-Tem os mesmos efeitos de cん ■idao negattva aquela de que conste a
“
stenda de Ont(奸bs tt vencidos cIIl alrso de∞b"rКa cxealtlva enl que t赫 」do
efet市雄 a penhora ou tta∝ UblidadC e飩 可a suspensa
A■ 224‐ Nenhum departamento da administra"O pibica mulllctpal,direta
ou indiro ttЭ ttra prOposta ou cele饉 ∞ntrato sem que o proponente ou∞ntratante faca
prova da qu■ aφo dedめhOSjunto ao MunidPio
Art 225‐ S∝
`“」da do trallsnutente,∝ nidお de quit"お de dめLos Junto
ao Munidplo nos casos de alienaOo de Ln6ν ds a qualquertitulo
TITULO IV
DA DIVIDA ATIVA
CAPITULO I
DA CONSTITUICÅ O E DA INSCREcÅ 0
ArL226-Constituidil'idaativadolv{unicipioaprovenientedecr6dito,
regularmente inscrita na repartigao administrativa competente, depois de esgotado o
-prazo
fixado para pagamento, pila t"i, ato administrativo ou por decisSo final proferida em
processo regular.
\, Parigrafo Unico - A fludncia de juros de mora e da correqdo monedria nao
\- exclui, para os efeitos deste artigo, a liquidez do cr6dito.
\- Art.227 - O termo de inscrigEo da divida ativa dever6 ser autenticado pela
\- autoridade competente e indicar obrigatoriamente:
I - nome do devedor, dos co-respons6veis e, sempre que conhecido, o
\' domicilio e resid6ncia de um e de outros;
v II - o valor original da divida, bem como o termo inicial e a forma de calcular
v os juros de mora e demais encargos previstos em lei ou contrato;
\' III - a origem, a natureza e o fundamento legal ou contratual da divida;
\, IV - a indicag6o, se foi o caso, de esiar a dirida sujeita d atualizaqao
\, monet6ria, bem como o respectivo fundamento legal e o termo inicial para o c6lculo;
\- V - a data e ntmero da inscrigSo no Registro de Divida Ativa;
\. Y[ - o ntmero do processo administrativo ou do auto de infragdo se neles
\- estiv-er apurado o valor da divida.
\- Art.2ZB - A omissio de quaisquer dos requisitos enumerados, ou o erro a eles
\- relativos, serdo causas de nulidade da inscrigio e do processo de cobranga decorrente'
\, parigrafo Unico - A nulidade a que se refere este artigo poder6 ser sanada, ate
decisio de primeiri instincia, mediante subsituigSo da certiddo nulq devolvido ao sujeito \- passivo, acu'sado ou interessado, no pam de 30 (trinta) dias para defesa que somente poder6
v versar sobre a Parte modificada.
v Ara.22g - A divida ativa regularmente inscrita goza da presungSo de liquidez
\- e cetteza e tem feito de prova pr6-constituida.
\- par6grafo Unico - A presungio a que se refere este artigo e relativa e poder6
\- ser elidida por provi inequivocq a cargo do sujeito passivo ou do terceiro a que aproveite.
. Art. 230 - Apos inscrita a divida e exlraidas as certid6es de debito, estas serao \-
relacionadas e remetidas ao 6196o competente para cobrang4 ou ao advogado, esciitorio de
\- advocacia ou empresa especializada para isso contratado (a)'
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CAPITULO H
DA COBRANCA
Art. 231 - A cobranga da divida ativa 6 feita de forma amig6vel ou judicial,
t acrescida dc honor`直 os ad■・ocaticios de lσる (dez por cento),na CObrane allugavel,e do
し percentud estabelecido pelo ju2 na∞bran,a judidd,calculados sobre a soma do valor
し comgido mais acrescunos iegais_
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$ 1'- A cobranqa amigivel seri feita no prazo de 30 (trinta) dias' a contar do
recebimento das certidOes.
$ 2" - O contribuinte terA 30 (trinta) dias para quitaqio do debito' ap6s a
intimagdo para cobranga amig6vel
Art.232-Decorridooprazodecobrangaamigiivel'semaquitagdodod6bito'
deveri o orgSo competente proceder a tobranga judicial, na forma da legislagao pertinente.
Art.233-oorgiorespons6velpelacobrangadadividaativaficaobrigadoa
registrar, em liwo ".p"aa
ou pr"o"essamento eletr6nico, o andamento dos executivos fiscais.
Art- 234 - 0 pagamento correspondente a d6bitos municipais em divida ativa
seri feito em estabelecimento birce'rio, indicado em ato do Poder Executivo'
$ l' - Os honor6rios advocaticios, decorrentes da cobranqa da divida ativa
efetuada por aivogado ou empresa contratada' p9d:reo ser cobrados separadamente ou' se
p"goi
"niao"trnenlo
de arrecadaqao rinico, depositados em conta especifica'
$ 2'- As medidas concerne[tes acompanhamento e controle da quitagao dos
d€bitos de divida ativa ser6o disciplinadas em ato do Poder Executivo'
Art. 235 - Nenhum d6bito inscrito poderi ser recebido sem que o dev'edor
pague, ao mesmo tempo, .t ""tet"it"t legais' inclusive os pertinentes i divida ativa'
"oitados
ate a data de pagamento do ddbito'
TiTULO V
CADASTRO DOS CONTRIBUINTES INADIMPLENTES
Art. 236 - O Poder Executivo fica autorizado a criar o Cadastro dos
Contribuintes tnadimplentes do btunicipio (CADIN{)
Art. 237 - As pessoas cujos nomes venham a integrar no CADNI poderdo
sofrer as seguintes restrig6es:
I - ficarem impedidas de gozar qualquer beneficio' financeiro ou
fiscalq ji existentes ou que venham a existir, no ambito Municipal;
Il - perderem, em cariter irrevog6vel' a partir da inclus6o do seu
nome nesse cadastro, as concessoes, permiss6es ou iseng6es concedidas;
III - suspens5o do direito ir prestagao de qualquer servigo priblico
exercido em imbito MuniciPal;
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fV - trimestralmente ser6 errcarrrinhada ao SERASA - Centraliza@o
de Servigos dos Bancos S.A., ao SPC - Ser"iqo de.ProtegSo ao Credito ou 1.6rBio
semelhanie, relafo dos contriLuintes inadimplentes incluidos no CADM para efeito de
."."iqe"cadastral,ficandooChefedoExecutivoautorizadoafirmarconvEniosparatanto'Se
preciso for.
Art.23E-PoderdoserincluidasnoCADIMnomesdepessoasfisicasou
juridicas:
I - Cujos debitos, inscritos ou neo em divida ativa' estejam vencidos
hi mais de 30 (trinta) dias;
II-titularesdeaforamentocomd€bitovencidohimaisde30(trinta)
dias, mesmo que o titulo jA tenha sido cancelado por falta de pagamento;
III - socios de pessoas juridicas ou pessoas a quem a legislagdo
atiibua responsabilidade pela obrigaqio tributiria vencida;
mais de 30 (trinta) dias;
IV - titulares de contrato de locagSo cujo aluguel esteja v-encido h6
V - outros devedores do municipio, a qualquer titulo'
Par6grafo Unico: No caso de inscriqdo do contribuinte no CADIM Municipal'
SPC, SERASA ou i>rgfuo semelhante, o mesmo seri antecipadamente notificado' bem como'
;ra;il" ,r- pr-o i,ioi-o J" ro (ool dias uteis pam que o contibuinte quite o d6bito ou
solucione a pend€ncia motivadora do ato'
DAS DISPOSIC6Ts rrxlts E TRANSIToRTAS
Art. 239 - Fica criada a Unidade Fiscal tv{unicipal - U F M'' cujo valor e igual
a R$ 1,00 (um real)
Par6grafoUnico-ovalordaUnidadeFiscaiMunicipalser6.atualizado
trimestralmente, de acordo com indices oficiars adotados pelo Govemo -federal'
para
corregEo atrav€s da vaaagao ao iJ* J' rt"got ao Consumidor Amplo - IPCA apurado
pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatistica - IBGE'
Art.24O - Fica o Poder Executivo autorizado a baixar os atos administrativos
necess6rios ao cumprimento das disposiE6es desta Lei'
$ 1" - Enquanto n6o forem baixados os atos administrativos referidos neste
artigo, perman;m ", uigor-uqu"t"s que disponham sobre a materia ou assunto' no que ndo
conflitar com esta Lei
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$ 2o - Entende-se por atos administrativos os Decretos, de compet€ncia do
Prefeito Municipal, e as Portarias e Instru96es Normativas, de competdncia dos 6rgios
fazend6,rios;
Att. 241 - Ficam imunes aos Tributos Municipais as entidades enquadradas
nas condig6es estabelecidas no c6digo Tributario Nryi9nal, Art. 9o, levando-s€ em conta o
car6ter de utilidade publica estabelecido em I*i Municipal'
Parigrafo Unico: Este beneficio ser6 assegurado apos requerimento da
entidade pretend ente e aproYa@o do Prefeito Municipal'
ArL 242 - Esta Lei entrari em vigor na data da sua publicaqdo'
Art. 243 - Rev'ogam-se as disposig6es em contr6rio'
GABINETE DO PREFEITO
CAETITE - Bahia, 14 de dezembro de 2001'
cardo de Tad
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TABELA DE RECE「AN° I
ANEXA AO PROJETO DE LEI COⅣ IPHMENTAR N° 01 DE 14 DE DEZEMBRO
DE 2001.
ALiQUOTAS DO IMPOSTO SOBRE A PROPRIEDADE PREDIAL E
TERRITORIAL URBANA
ESPECIFICAcOES
U」dade imobili頷 a constituida por terreno
Unidade imobiliiria constituida por construqio
COD.
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TABELA DE RECEITA N° II
ANEXA AO PROJETO DE LEICOMPLEMENTAR N° 001 DE 14
DE DEZEMBRO DE 2001.
ШVIPOSTO SOBRE SERVICOS DE QUALQUER NATUREZA
ESPECIFICAcOES
03 Entidades camavalescas
04 Produqdo de shows e espeticulos
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01 Jogos e divers5es publicas,sobre o pre9o dos sewi9os
‐
‐ 01 Pracas e est“ ios esportivos, circos, parques de d市 ersao e
‐ outros espa,os destinados e shoヽ v musical e anistico, sobre o 3,0
_ pre9o dos serv19os 3,0
‐ 02 Cinemas
ヽ
ヽ
ヽ
‐
\- 02 Florestamento e reflorestamento
\. 03 Demais prestagdes de Serviqo constantes da Lista de Servigo Anexa
\- 04 Profissionais aut6nomos de nivel superior, por profissional e por mes,
at6 2 anos de atividade no municipio.
Ap6s 3 anos de atividade no municipio.
! 05 Profissionais aut6nomos de nivel nio superior' por profissional e por
mes, \- ate 2 anos de atividade no municipio.
ヽ
ヽ
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Apos 3 anos de atividade no municipio.
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OOヽV〇一〇い
OOヽYO∞0い
00ヽV●dOト
●9(TO】Oい
OOヽVOいOψ
OOヽYOいOψ
OOパYOヾOψ
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CCヽイ0一〇〇
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⇔OヽOO‐卜いい
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)ヽ))」))))))))))))しヽ))ヽヽヽ))ヽ)ヽ))ヽヽヽ)ヽヽ))ヽ)ヽ)))ヽヽゝ
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OOヽO・0〇一ト
OOヽマOn【ト
0●ヽYO寸■ト
OOヽイOm一ト
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OOヽYOい0ト
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OOヽ〇,O卜()ト
【2Lつ〇くりくLつ00日日〔く●】>口いく
〓oo一日●O“餞】と日N目0日●や】日∩【oooZ“く卜Z目】ニロロ』】200ロロa日∩Oトロ『O“』OくくX口Zく
〓ローくトロロ0日“日∩くa目餞くト
)ヽ))ヽ)))))))))))))ヽ))ヽもヽ)))))))ヽヽ」))ヽ))」))))))」ヽ〓
888888888888
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一2一●〇
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(o2一0一ヽo一』“●oち●どo8oァo)oう●●8o一く
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,
員o一o●●』
ゼ^EEε2に〓¨Σ
00ヽ▼0いいい
00ヽマ八ひ)一い
00ヽイ0(いい
00バ)0一∝い
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00ヽ)0一いい
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〇〇ヽイONいい
OOヽ0,0【Nひ
09ち〇
∽にりo一¨〓●』∽“〓0∽うoヒ一6ら二●0「oO0」日o日つ0り0一0も二〇0●∽
一2■0
0(く0‐0い一ひ
OOトイ0●一^
00ヽイ0(C^
日0■一一0●ooOOにOC稔■ヽo一9〓oE壱●2●一只お聖に陣
OくりくLD00日日●く∩】>口いく
〓ooN日∩〇“餞〓目N日∩日∩や【目●】oooZぼく卜Z日】と口J餞ua00【日日日●Oい日「O“餞OくくX口Zく
「目―くい一目0日“日∩く日目餞くト
)ヽ))))))))))し))))しヽ))))、))しこしヽヽ)」しヽ」ししヽ)ヽヽ)」))ヽ
‐
ν
‐
‐
ヽ
‐
‐
‐
‐
‐
‐
‐
‐
_ M IyFM
し
し
と I PARA PRORROGAcÅ ODO HO血 0
し I― A16 as 22:00 horas
TABELA DE RECEITA N° Ⅳ
ANEXA AO PROJETO DE LEI COMPLEⅣ ENTAR N 001 DE14 DE
DEZEⅣBRO DE 2001
TAXA DE LICENcA RELATIVA AO FUNC10NAPIIENTO DE
ESTABELECIPIIENTOS EPI ΠORARIO ESPECIAL
‐
ヽ
ヽ
‐ ■―Alёm das 22100 horas
ヽ
‐
‐
ヽ
‐
w 2.PARAAANTECIPACAoDoHoRiRIo
\- !Q ao dia
!Q ao m6s
\' lQQ ao ano
\- 3. DOMINGOS E FERIADOS
!Q ao dia
!Q ao m6s
!,10!0 ao ano
!Q ao dia
E.0 ao m6s
!!1Q ao ano
!Q ao dia
ヽ
ヽ
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ヽ
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ヽ
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し
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一
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ヽ
、
」
´
TABELA DE RECEITA N° V
ANEXA AO PROJETO DE LEI COMPLEⅣ EENTAR N° 001 DE 14 DE DEZEⅣ IBRO
DE 2001.
TAXA DE LICENCA E FISCALIZAcÅ O DE OBRAS,ARRUAⅣ IENTOS E
LOTEAMENTOS
CODIG0 ESPECIFICAcOES UFM
0l - Exame de projeto de constmE6o em geral e fiscalizaqdo da execugdo, por m2 ou fraqio
a)at6 60 m2(esthtamente residencial e proletaHa)
b)at6 60 m2
c)de 61 m2 at6 100 m2
d)de101 m2 atё 200 m2
e)de201 m2 at6 999 m2
0 aCima de lo00 m2
0,10
0,10
0,50
0,75
0,90
1,00
02 - Exame de modificagio em proj eto de construgdo em geral, aprovado e com Alvard
ainda em vigor, por m2 ou fragio
a) sem aumento ou com redugdo d6 6rea
b) com aumento da 6rea aplica-se a tabela do c6digo 01, abatendo-se as
UFM jri pagas anteriormente
03 - Alvarii para construqao
por M2
04 - Demolig6es
FiscalizaEso de obra de demoligSo, por M2, ( com expediqdo do Alvar6 )
05 - Cadastro para averbagdo
Cadastro de im6vel construido, para fins de averbaqdo junto a cart6rio de
registro de im6veis, por M2 ou fragio da 6rea total construida
06 - Reconstrugdes, reformas e reparos
por M2 0,30
07 - Desmembramento
Excluidas as 6reas destinadas a vias e logradouros
doados ao municipio por M2 do pmjeto
0,15
0,50
0,50
0,25
pfblicos e que sejam 0,30
)
)
)
)
ヽ
)
)
)
)
し
ヽ
)
〕
」
し
い
)
)
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)
」
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ヽ
ヽ
)
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、
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」
ヽ
」
)
)
ヽ
)
ヽ
L
ヽ
)
」
し
」
ヽ
ヽ
ト
08 - Remembramentos
Por M2 do proj eto
09 - Loteamentos
Excluidas as 6reas destinadas a vias e logradouros publicos e as que sej am
doados ao municipio, por M2 do projeto
10 - Qualquer obra ndo especificada nesta tabel4
por M2 do projeto
I ! - Instalagdo de elevadores, monta-cargas e escadas rolantes,
Por unidade
0,30
0,02
0,75
150
ヽ
し
ヽ
‐
ヽ
ν
ヽ
ヽ
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‐
し
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ヽ
し
V
ν
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V
V
V
‐
‐
‐
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ヤ
ヽ
V
ヽ
TABELA DE RECEITA N° VI
ANEXA AO PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR N° 001 DE 14 DE DEZEMBRO
DE 2001.
FATORES CORRETIVOS DO TERREN0
SiTUAcA0
ME10 DE QUADRA
ESQ∪ INA/MAIS DE UMA FRENTE
TODA QUADRA
ENCRAVADO
GLEBA
TOPOGRAF!A
PLAN0
ACLIVE
DECL!VE
IRREGULAR
PEDOLOG:A
F!RME
!NUNDAVEL
ALAGADO
COMBINAcAo DOS DEMA:S
PONTUAcA0
1,00
1,10
1,10
0,80
0,60
PONTUAcA0
1,00
0,90
0,90
0,85
PONTUAcA0
1,00
0,80
0,70
0,60
〕
)
)
)
)
)
)
ヽ
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)
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ヽ
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ヽ
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」
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)
ヽ
ヽ
)
)
)
ヽ
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)
TABELA DE RECEITA N° VⅡ
ANEXA AO PROJETO DE LEI COMPLEⅣ IENTAR N° 001 DE 14 DE
DEZEPIBRO DE 2001.
FATORES CORRETⅣOS DA EDIFICAcA0
Quanto ao alinhamento:
I -Conjugada
2-Alinhada
3 -Recuada
Quanto is $quadrias extertras:
l-Madeira
2-Met6lica
3-Especial
Quanto I situagio do im6vel:
l -Frente
2-Fundo
Quanto i cstrutura:
I -Alvenaria
2-Madeira
3-Concreto
4-Adobe
5-Merilica
Quanto ao tipo de parede:
1-Aus6ncia
2-Cho9a
3-Taipa
4-Madeira
5-Alvenaria
6-Especial
Quanto ao tipo de coberture:
1-Palha,/Zinco
2-Fibrocimento
3-Telha cer6mica
4-Met6lica
5-Laje
6-Piagava
7-Especial
100
100
110
110
100
120
100
100
100
080
110
085
120
080
070
080
075
100
110
070
090
100
105
110
070
120
ヽ
V
‐
‐
‐
‐
)
ヽ
〕
)
)
Quanto ao tipo de revestimento:
l -Aus6ncia
2-Reboco
3-Pintura PVA/6leo
4-Cer6mico
S-Pedra natural
6-Madeira
7-Especial
Quanto ao nivel de acabamento:
I -Alto luxo
2-Luxo
3-Bom
4-M6dio
5-Popular
070
100
105
105
120
120
130
150
110
100
090
040
‐
ヽ
シ
‐
V
‐
‐
‐
‐
‐
ヽ
ヽ
‐
ヽ
‐
‐
ヽ
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‐
ヽ
‐
‐
ヽ
‐
‐
‐
し
‐
ヽ
ヽ
‐
ヽ
‐
‐
ヽ´
VALORES UNITARIOS DE METRO QUADRADO DE EDIFICAcA0
COEFICIENTE
TIPO UFⅣ1/M2 TIPO DE CORREcA0
ヽ
)
)
)
)
ヽ
ゝ
)
)
)
)
)
、
)
)
)
)
)
ヽ
)
)
)
)
)
)
ヽ
)
ヽ
ヽ
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ヽ
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)
ヽ
し
ヽ
ヽ
ヽ
」
)
)
)
)
ヽ
)
)
ヽ
TABELA DE RECEITA N° VⅡI
ANEXA A LEI COⅣIPLEMENTAR N° 001 DE 14 DE DEZEMBRO DE 2001.
l.00
0_90
070
0_40
VALOR
RS
100.00
90.00
70_00
40_00
CASA 100
,^ 0
4
100
80
50
40
CONSTRUcA0
PRECARIA
APARTAMENTO
LOJA
GALPA0
TELHEIRO
NOVA/OTIMA
BOA
REGIJLAR
ヽ慎 U
REGTJLAR
MAU
NOVO/6IMO
BOM
REGTJLAR
MAU
NOVA/ONMA
BOA
REGULAR
MAU
NOVO/OTIMO
BOM
REGULAR
MAU
NOVO/OTIMO
BOM
REGI.]LAR
MAU
NOVA/ONMA
BOA
REGIjLAR
MAU
1,00
0_90
1.00
0、90
0.70
0_40
1.00
0_90
0_70
0.40
1.00
0、90
0.70
0_40
1,00
0.90
0,70
0,40
1.00
0、90
0_70
0.40
20_00
18.00
100.00
90.00
70.00
40.00
80_00
72.00
56,00
32.00
50.00
45_00
35,00
20_00
40.00
36.00
28,00
16_00
80_00
72,00
56_00
32.00
FABRICA 80
し
‐
‐
‐
IPO
‐
し
COEFICTENTE
UFM/M2 TIPO DECORRf,CAO VALOR
RS
‐
、 NOVA/OTIMA l_00 120,00
ESPECIAL 120 BOA O.90 108,00 ‐ REGIJLAR O,70 84,00
‐ MAU O.40 48,00
‐
ヽ
‐ VALORES WITARIOS DE RIETRO QUADRADO DE TERREN0
‐
‐
‐ ~
_ OCALIZAcAO VALOR RS
ヽ
25,00
20,00
15,00
10,00
20,00
15,00
10,00
5,00
15,00
10,00
5,00
し CENTRO
ヽ
し
し
し BAIRROS
ヽ
‐
ヽ
し
、 PEttRIA
し
し
し
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ヽ
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ヽ
し
ヽ
し
ヽ
し
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)
」
/
‐
ヽ
‐
TABELA DE RECEITA N° lX
ヽ
ANEXA AO PROJETO DE LEI CO■ IPLEMENTAR N° 001 DE 14 DE DEZEMBRO
` DE 2001.
‐
‐
_ AVALIACAo DO ITIV PARA IMOVEIS RURAIS
‐
し
‐
‐
ヽ Ⅳ IEDIDA TIPO UFⅣ I
‐
‐ HECTARE TERRA C/BEMEI「 ORIAS 200
_ HECTARE TERRA S/BEllFEI「 ORIAS 60
V
‐
_ OBSi``Caber`o setor de t● butos do Municipio realizar avalia90es com cdtё rio tё cnico,dos
、 casos quciulgarnecess`Ho"
〕
)
)
ヽ
)
)
)
)
)
)
)
)
ヽ
)
)
)
)
〕
)
)
」
、
し
」
し
、
〕
ヽ
‘
シ
ヽ
‐
‐
ヽ
‐
TABELA DE RECEITA N° X
V ANEXA AO PROJETO DE LEI COMPLEⅣ EMAR N° 001 DE 14 DE
‐ DEZEMBRO DE 2001
‐
し TAXADELICENcAl」 lttIIVAAOCUPAcAoDEVIAS,TERRENOS E tADOUROS PUBLICOS
‐
‐
‐
l FEIRApITES
ヽ
し 1 l Pordia 03 UFP
V ′
2ヽ■31CULOS
ν
ヽ POr Dia
、 2 1 Carros de passeio 3 1JFP
`″ 2 2 CaminhOes ou 6nibus 5 UFP
2 3 Utiliぬ riOs 5 11FP ‐ 2 4 Reboques ■llFP
ψ
ヽ
し 3 BARRAQllINHAS OU QIJIOSQUES
‐ 31 Pordia 5 UFP
‐
ヽ
` 4 DEMAIS PESSOAS Q■ lE OCtIPEM AREA EM TERRENOS OU VlAS E
` LOGRADOUROS PUBLICOS
ヽ
_ 41 Pordia l UFP
ヽヽ
し 5 QuOSQuES QIIE CONIERCIALIZEM BEBDAS,CONIIDAS RAPIDAS,
▼ SORVETES,DOCES E」 INS
ν
51 Pormes 40 UFP
,
‐
‐
■
ヽ
ヽ
ヽ
ヽ
)
ヽ
)
ゝ
ν
ヽ
‐
V
‐
‐
ヽ
‐
‐
‐
TABELA DE RECEITA N° XI
NXA AO PROJETO DE LEI COpIPLEMENTAR N° 001 DE 14 DE
DEZEⅣIBRO DE 2001.
TAXA DE LICENCA RELATIVA AO ABATE DE ANIMAIS
`
N° IyFM
ψ
し ANIMAIS
し
‐
し
‐
BOVIN0 0U VACUM… … …… 2,0
ヽ
し OVINO ………… ………………… 1,°
ヽ
し CAPRINO ……………………… 1,0
` S」 NO ………………………… 1'0
し
、 EQIJINO …………………… 1,0
` AVES …… … ………………… 0,05
ヽ
し OUTROS ………………………… °,05
し
ヽ
し
ヽ
)
し
ヽ
ヽ
L
)
ヽ
ヽ
L
ヽ
ヽ
」
ヽ
、
ヽ
‐
‐
‐
‐
‐
ヽ
‐
ヽ
‐
‐
ヽ
ヽ
‐
‐
‐
ヽ
ヽ
‐
ヽ
ヽ
ヽ
ヽ
TABELA DE RECEITA N° XⅡ
ANEXA AO PROJETO DE LEI CODIPLE■ IENTAR N° 001 DE 14 DE
DEZEMBRO DE 2001
TAXA DE LICENcA RELATIVA A VEICULACAo DE PUBLICDADE EⅣ l
GERAL
I Publicidade aflxada na parte extema ou intema de estabelecimentos industrlais,
comerciais, agropecuarios, de presta9aO de servi9os e outros, por unidade de anincio
… …… … … … …… … … … … … …… … … …… … … … … … … … … … …… °4 UFM aoano
2 Publicidade no inte■ or de vciculos de uso piblico nao desthados a publicidade como
rarno de neg6cio‐ por unidade de anincio … ……… …………… ……… …… … 01 UFDIlao ano
3 Publicidade sonora,por qualquer meio… … …………… ……… … … … …… 5 UFM ao m6s
4 Publicidade escrita em veiculos destinados a qualquer modalidade de publicidade― por
veにulo… … … … … … … … … … … … … …… … … …… … … … … … … … … °l llFM ao mes
5. Publicidade em cinemas, teatros, boates e similares, por meio de projegao de filmes ou
dispositivos - por antncio @[!! ao m€s
6. Publicidade colocada em terrenos, campos de esportes' clubes, associagSes, qualquer
que seja o sistema de colocagio, desde que visivel de quaisquer vias ou lograudouros
oo:::' l"l::ll: ":::o:"'::: *"*:
: "'-::T: '"":"''u"- oollnlthn
uo.u,
7. Qualquer outro tipo de publicidade n6o constante dos itens anteriores - por unidade
...................{S ao m6s
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TABELA DE RECEITA N° XIII
ANEXA AO PROJETO DE LEI COPIPLEMENTAR N° 001 DE 14 DE DEZEMBRO
DE 2001.
TAxA DE LICENCA E FISCALIzACAo NA Anrl or serinr
01 DROCARIA
LABORATORIO INDUSTRIAL DE PRODUTOS FARMACEUTICOS OU DE PRODUTOS
QIIMCOSEM GERAL
FARMACIAS.SOCORROS FARMACEIJrICos,PoSTO DEヽ値 DICAMEMO
DEPOSITOS DE DROGAS. FLIAIS, DISTRIBUlIX〕 RAS、 AGENCIAS OU
REPRESENTAcOES DE LABORATORIOS OU blDUSTRIA FARMACEUTICA
ESTABELECnIE■ rrOS QuE NEGOCEM COM PRODUTOS DttTETICOS E DENIAIS
CORRELATOS.ESTABELECDIENTOS QUE PRODUZAM OU NEGOCIEM PRODUTOS
DE SANEA卜 CNTOS ANHSSЁ Prlcos,DESD「ETANFFES RATICDAS_PRODUTOS
8ピ1:掘器Ⅷ
DⅧ鮮%懲TP認風「Sモ駅器鷺)ぼ
HOSPrrALARES
ERVANARIAS E ESTABELECIMENTOS SIMLARES
r,moRar6p.tos DE eNArtsrs clit.Ilcas ou DE
eNatouoperoLOcrce
PESQUISA
llFM
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119
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05 GABINETES DE RAIO ')C' E RADIOTERAPIA, INSTITUTOS DE FISIOTERAPIA.
ORTOPEDIA. PSICOTERAPIA. DERMATOLOGIA" HEMATOLOGIA. DE
REABtr-trACAo ristca ou NENTAL E sIlvflLARES, BANCoS DE SANGUE.
OFICINAS ORTOPEDICAS OU DE PROTESE EM GERAL.
coNSr.JLroRIos MEDICos. ooourolOctcos. MEDICos wrrrruA-p.tos. or
PSICOLOGIA E SIMILARES.
cr-iNrcas uEptcas. oooxrolOGICAS E wrepJNAPJes
HosprrAIS DE QUALQLJER NATLJREZA snNer6nros EM GERAL.
MATERNIDADES. ceSes oE sluoe. cliluces EM GERAL
DE 01 A 20 LErrOS… …………………………… ………………………………
0
9
9
´0
一′
・9
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0
0
0
1
1
2
3
0
60
60
0
1
DE 21 A 50 LEITOS_ …… ………
ACIMA DE 50 LEITOS… ……………
ESTABELECINIENTOS DE FABRICAcAO E Eヽ TREGO DE MAT□ 鳳AL PLASTICO
PARA ENVASILHANIENTO DE PRODUTOS FARMACEUTICOS
EIIPRESAS DE DETETIZAcAO E LINIPADORAS DE FOSSAS
HCITEIS.PENSOES POUSADAS_MOTEIS E ESTABELECINIIENTOS SDIIILARES
DE 01a10 APARTANIENTOS_… ………… … …………… …… ……………………………………………………
DE lla20 APARTAMENTOS_… …………………………………………………………………………………
ACIMA DE 20 APARTANIENTOS… ……………… ……………………
39
PORQUARTO… …………………………………………………………………………………………………
ceses sALl.rEARIaS.
SIMILARES
13 SUPERMERCADOS
π RMAS SAUNAS ESTANCIAS HIDROヽ ■NERAIS E
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1■ HIPERヽ伍RCADOS
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19
20
21
MERCADINHOS, MERCEARIAS, ESPECIARIAS, INDUSTRIA DE BEBIDAS OU
ALIMENTOS E ARMAZENS
DOCERIAS, BOMBONERIAS. CASAS DE FRUTAS OU DE VERDI,]RAS
CANTINAS E QI,ITANDAS
CASAS DE CHA
DEmSITOS DE ALIMENTOS
ABATEDOI,JROS E MATADOUROS
BARES, LANCHONETES, TABERNAS, SORVETERIAS, CASAS DE SUCOS'
PADARIAS E CONFEITARIAS
29
12
6
15
16
17
12
22 SALOES DE BELMA. PEDICI,JRE, MAMCI'RE, ESTETICISTA OU MASSAGISTA.
23 RESTAI,JRANT"S. CHI,]RRASCARIAS E OUTROS ESTABELECIMENTOS SIMILARES
24 ACOUGUES
25 FRIC,ORiHCO
26 OUTROS ESTABELECIMENTOS NAO CLASSIFICADOS
15
25
12
20
10
60
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V
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TABELA DE RECEITA N° XIV
ANEXA AO PROJETO DE LEI COMPLEPIIENTAR N° 001 DE 14 DE
DEZEMBRO DE 2001.
PREcOS PUBLICOS
\, 01 - Apreensio e Dep6sito de Animais, Bens e Mercadorias....................... .. . .30 UFM
\' o2 - Servigos de Expediente....
\, 03 - Cemiterio MuniciPal
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03.001 - Liberaqio de drea para construgeo de timulo ................... 27 UT'M (por m2;
… … 3 UFⅣI
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