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Estado da Bahia
Av: Hildebrando Nogueira, n° 130, Morumbi, Itapetinga – Bahia
Tel.: (77) 99905-0689 - e-mail: secretariacamara_itapetinga@hotmail.com
CNPJ: 14.786.842/0001-25
REQUERIMENTO Nº 011/2025
De 09 de janeiro de 2025
Sr. Presidente,
Srs. vereadores,
Requeiro à Mesa Diretora desta Egrégia Casa, após ter ouvido o Plenário, de
acordo com os trâmites legais e regimentais, a realização de uma Audiência Pública,
com data a ser definida, com o tema “Inclusão Social” para saber das dificuldades
das pessoas deficientes físicas tem no seu dia a dia.
Anderson Alves Cruz
Vereador (UB)
JUSTIFICATIVA
Nas ruas, no transporte público ou até na própria casa, há algumas
inconveniências pelos quais todo cadeirante já deve ter passado. Obstáculos, como
calçadas estreitas e banheiros não adaptados dificultam a rotina das pessoas que usam
cadeiras de rodas. A falta de acessibilidade é um dos principais problemas enfrentados por
PCDs para se deslocarem diariamente, seja para trabalho, estudo ou lazer. São barreiras
físicas e sociais que ferem a autonomia de quem utiliza cadeira de rodas como meio de
locomoção.
Muitas dessas barreiras são invisíveis no dia a dia, além de estressar o
cadeirante podem atrapalhar sua rotina. Um dos problemas mais recorrentes para um
usuário de cadeiras de rodas é a dificuldade de circular em espaços públicos. Calçadas
desniveladas, esburacadas ou/e estreitas; a falta de rampas de acesso ou rampas de
acesso mal feitas. No entanto, se o cadeirante usa carro, também passa por dificuldades.
Mesmo com as vagas para PCDs, o problema de acessibilidade não é sempre
solucionado.
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A reserva de vagas especiais para pessoas com deficiência em
estacionamentos é assegurada por lei Federal. A regra determina que 5% do total de
vagas sejam voltadas para idosos e 2% a pessoas com deficiência. Lamentavelmente o
preconceito ainda é um problema em pleno século 21 para cadeirantes. Ser seguido por
olhares pode ser até aceitável quando não for acompanhado de comentários maldosos ou
perguntas inconvenientes. O preconceito pode vir de formas mais camufladas, por
exemplo, apenas 1% dos deficientes físicos está no mercado de trabalho, e um dos
grandes motivos para isso é o preconceito.
Definitivamente é difícil lidar com um problema tal como o preconceito, o que
não apenas cadeirantes e PCD’s, mas a sociedade como um todo deve fazer é
conscientização e a inclusão de cadeirantes no mercado de trabalho e na sociedade.
O Autor
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