À
CÂMARA DE VEREADORES DO MUNICÍPIO DE ANDRADAS — MG
NOBRES EDIS
Câmara Municipal de Andradas
Protocolizado
Sob O
L5 FEV 10%
Encarregado
O SINDSEPMA - Sindicato dos Servidores Públicos do Município de Andradas,
por seu Representante Legal que esta subscreve, vêm diante desta Egrégia Casa
Legislativa, apresentar PAUTA DE NEGOCIAÇÃO DE 2026, referente à revisão geral
anual dos servidores públicos da Câmara do Município de Andradas-MG, o fazendo
nos termos seguintes:
Como sabido, a revisão geral anual da remuneração dos servidores do
Município de Andradas encontra respaldo no inciso X do art. 37 da CR/1988.
Conforme a planilha anexa, o déficit da atualização dos vencimentos dos
servidores do Município de Andradas desde o ano de 2009 até o presente, em
relação ao índice de reajuste do salário mínimo nacional no decorrer dos anos,
alcança extraordinários 16,97% de diferença:
TABELA DE REJUSTE SALARIAL 2009 -2026
[DIFERENÇ
A ENTRE
NDICES
ÍNDICE |inpicE | DE
CÁLCULO NIVEL 1
LO | DE | REAJUST ÍNDICE
ÍNDICE DE | INFLAÇÃO VALOR DA
REAJU | EDO | VALORDO | REAJUSTE
AUMENTO | ANUAL - PISO | TABELA
ANO STE DO | SERVIDO | SALÁRIO | PISO DO
SERVIDORES | INPC SALÁRIO RE ni | norteia | MAGISTERI! DE
PÚBLICOS ANO 0 40H | VENCIM
ANTERIO | MINIMO el g ENTOS
á R (IBGE) E
SALÁRIO
MÍNIMO
2009 | 900% 648% [1205%| -405% | 465,00
| 13,80
2010/ 546% | % | 411% | 968% | -422% | 510,00
2011 | 8,00% 647% | 686% | 0,14% 545,00
2012 | 10,00% 608% [1413%| 413% | 62200 |
2013 | 9,00% 6,20% 9,00% 0,00% 678,00
2014 800% 5,56% 6,78% 0,22% 724,00 |
2015 | 7,00% 6,23% 8,84% -1,84% 788,00
2016 | 11,28% 11,28% 11,68% -0,40% 880,00
2017 | 857% 6,58%, 6,49% 0,08% 937,00
2018 | 4,00% 2,07% 1,81% 2,19% 954,00
2019 | 3,43% 3,43% 4,61% -1,18% 998,00
2020 | 800% 4,48% 4,68% L 1,32% 1.045,00
2021 | 4,52% 5,45% 5,26% -0,74% 1.100,00
| 2022 12,00% 10,16% 10,18% 1,82% 1.212,00
2023 | 7,14% 5,93% 8,82% -1,68% 1.320,00
| 2024 3,70% 3,71% 6,97% -3,27% 1.412,00
2025 | 6,27% 477% [7,50% | 1,23% | 151800 | 627% | 486477
2026 | 3,90% | 6,79% 1.621,00 540% | 513063 | 1401,75
118,37 142,13
+ 102,89% | % | 16,97%
Como sabido, no presente ano de 2026, o salário mínimo nacional atingiu o
valor de R$ 1.621,00, recebendo um aumento de 6,79%, que equivale a R$ 103,00
de diferença em relação ao ano de 2025, dos quais:
i) 4,18% são relativos ao Índice Nacional de Preços ao Consumidor — INPC
acumulado nos doze meses anteriores à atualização; e
ii) 2,5% são relativos ao aumento real acima da infração.
Todavia, referido percentual de 6,79%, a título de revisão geral anual, não
atenderia o necessário à manutenção do poder de compra dos servidores do
Município de Andradas diante do gritante aumento do custo de vida.
Dados do DIEESE - Departamento Intersindical de Estatística e Estudos
Socioeconômicos — em parceria com a CONAB — Companhia Nacional de
Abastecimento — apontam que a cesta básica de São Paulo (cujo Estado é o que
mais nos impõe influências econômicas), em dezembro de 2025, perfez o valor de
R$ 845,95:
TABELA 1
Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos
Custo e variação da cesta básica em 27 capitais
Brasil - Dezembro de 2025
Variação Porcentagem do a Variação
Capital veona paço Salário Mínimo ema line az
(%) Liquido meses (%)
São Paulo 845,95 0,56 60,25 122h36m 0,55 0,55
Florianópolis 801,29 0,08 57,07 116h08m -1,01 -1,01
Rio de Janeiro 792,06 1,03 56,41 114h47m 1,57 1,57
Cuiabá (1) 791,29 0,17 56,35 114h41m = m
Porto Alegre 784,22 -0,70 55,85 113h40m 0,06 0,06
Campo Grande 775,90 -0,47 55,26 12h27m 0,72 0,72
Curitiba 737,88 -1,03 52,55 106h56m -0,54 -0,54
Vitória 727,22 -0,59 51,79 105h23m -2,70 -2,70
Goiânia 725,95 1,19 51,70 105h13m -0,89 -0,89
Belo Horizonte 723,26 1,58 51,51 104h49m 2,40 2,40
Brasília 714,21 1,54 50,86 103h31m -3,90 -3,90
Palmas (1) 677,63 0,75 48,26 98h13m - -
Fortaleza 677,00 0,95 48,21 98h07m 0,48 0,48
Belém 666,57 0,06 47,47 96h36m 0,11 0,11
Boa Vista (1) 652,14 -2,55 46,44 94h31m - s
Macapá (1) 651,15 1,23 46,37 94h22m o
Teresina (1) 645,09 1,39 45,94 93h29m s E
São Luís (1) 629,43 0,42 44,83 91h13m Dé =
Rio Branco (1) 626,11 -1,54 44,59 90h44m
Manaus (1) 620,42 -1,43 44,18 89h55m E E
Salvador 607,48 1,55 43,26 88h02m 4,04 4,04
João Pessoa 597,66 0,00 42,56 86h37m -1,52 -1,52
Natal 597,15 0,98 42,53 86h32m -3,27 -3,27
É Recife 596,10 -0,44 42,45 86h23m 1,32 1,32
é Porto Velho (1) 592,01 -3,60 42,16 85h48m - -
Maceió (1) 589,69 3,19 42,00 85h28m - -
Aracaju 539,49 0,26 38,42 78h11m -2,63 -2,63
Fonte: Conab/DIEESE
as Nota: (1) Capitais com coleta iniciada em abril de 2025 (dados de variação anual não disponíveis)
Ainda segundo referidas entidades, em seus estudos resta demonstrado que,
em dezembro de 2025, o valor do salário mínimo que seria necessário para a
manutenção de uma família de 4 pessoas — nos termos Constitucionalmente
elencados, deveria ser de R$ 7.106,83 (sete mil, cento e seis reais e oitenta e três
centavos):
Com base na cesta mais cara, que, em dezembro, foi a de São Paulo, e levando em
consideração a determinação constitucional que estabelece que o salário mínimo deve ser
suficiente para suprir as despesas de um trabalhador e da família dele com alimentação,
moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência, o DIEESE
estima mensalmente o valor do salário mínimo necessário. Em dezembro de 2025, o
salário mínimo necessário para a manutenção de uma família de quatro pessoas deveria
ter sido de R$ 7.106,83 ou 4,68 vezes o mínimo de R$ 1.518,00. Em novembro, o valor
Importante salientar a estreita interrelação entre o valor do salário mínimo
nacional e o valor da cesta básica, conforme esclarecido pelas Entidades
mencionadas:
Cesta x salário mínimo
Em dezembro de 2025, o tempo médio necessário para adquirir os produtos da
cesta básica nas 27 capitais foi de 98 horas c 41 minutos, pouco maior do que o registrado
em novembro, quando ficou em 98 horas e 31 minutos. Já em dezembro de 2024,
considerando apenas as 17 capitais, a jornada média foi de 109 horas c 29 minutos.
Quando se compara o custo da cesta e o salário mínimo líquido, ou seja, após o
desconto de 7,5% referente à Previdência Social, verifica-se que o trabalhador
remunerado pelo piso nacional comprometeu em média, nas 27 capitais pesquisadas em
dezembro de 2025, 48,49% do rendimento para adquirir os produtos alimentícios básicos
e, em novembro, 48,41% da renda líquida. Em dezembro de 2024, considerando as 17
capitais, o percentual médio ficou em 53,80%.
! Art. 7º São direitos dos trabalhadores urbanos e rurais, além de outros que visem à melhoria de sua condição social:
(.)
Art. 39. (...) 8 3º Aplica-se aos servidores ocupantes de cargo público o disposto no art. 7º, IV, VII, VIH, IX, XH, XHI, XV, XVI,
XVIL, XVIII, XIX, XX, XXII é XXX, podendo a lei estabelecer requisitos diferenciados de admissão quando a natureza do cargo o
Há que se levar em consideração, também, o aumento da contribuição
previdenciária dos servidores do Município de Andradas, de 11 para 14% — ocorrido
em 2020 -, que, embora tenha decorrido de mandamento Constitucional, repercutiu
de forma bastante incisiva na realidade econômica dos mesmos.
Destarte, tendo em vista todos esses elementos - que demonstram a
necessidade premente de que o reajuste alcance patamar maior do que a
simples atualização do salário mínimo, requer-se, para fins de revisão geral
anual, o aumento total de 16,97% sob os vencimentos dos servidores do
Município de Andradas-MG atuantes nessa Casa Legislativa, de modo a lhes
restabelecer o poder de compra e garantir qualidade de vida.
Pede deferimento.
Andradas, 23 de fevereiro de 2026.
m IS
SINDSEPMA - Sindicato dos Servidores Públicos do Município de Andradas
MARCELO TOBIAS DA SILVA
Presidente
“Análise Mensal da
Cesta Básica de Alimentos
* CONAB E DIEESE
TODAS AS CIDADES |
ADOS DE DEZEMBRO DE 2025
Análise Mensal da
Cesta Básica de Alimentos
RESULTADOS DE DEZEMBRO DE 2025
8 DE JANEIRO DE 2026
Egas 2) Conab
DEPARTAMENTO INTERSINDICAL DE '
ESTATÍSTICA E ESTUDOS SOCIOECONÔMICOS Companhia Nacional de Abastecimento
São Paulo, 8 de janeiro de 2026
ANÁLISE MENSAL
Em dezembro, custo da
cesta aumenta em 17 capitais
Em 2024, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e o Departamento
Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE) firmaram parceria
para acompanhamento dos preços da cesta básica de alimentos, como contribuição à
Política Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional e à Política Nacional de
Abastecimento Alimentar.
Um dos frutos da parceria é a ampliação da coleta de preços de alimentos básicos
de 17 para 27 capitais brasileiras. Os resultados da Pesquisa nas 27 capitais começaram
a ser divulgados em agosto de 2025.
O valor do conjunto dos alimentos básicos aumentou em 17 capitais e diminuiu
em outras nove localidades onde o DIEESE, em parceria com a Conab, realiza
mensalmente a Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos. Entre novembro e
dezembro de 2025, as elevações mais importantes ocorreram em Maceió (3,19%), Belo
Horizonte (1,58%), Salvador (1,55%), Brasília (1,54%), Teresina (1,39%), Macapá
(1,23%), Goiânia (1,19%) e Rio de Janeiro (1,03%). Em João Pessoa, o custo da cesta
não variou e as quedas mais expressivas ocorreram na região Norte: Porto Velho
(-3,60%), Boa Vista (-2,55%), Rio Branco (-1,54%) e Manaus (-1,43%).
São Paulo foi a capital onde o conjunto dos alimentos básicos apresentou o maior
custo (R$ 845,95), seguida por Florianópolis (R$ 801,29), Rio de Janeiro (R$ 792,06) e
Cuiabá (R$ 791,29). Nas cidades do Norte e do Nordeste, onde a composição da cesta é
diferente!, os menores valores médios foram registrados em Aracaju (R$ 539,49), Maceió
(R$ 589,69), Porto Velho (R$ 592,01) e Recife (R$ 596,10).
A comparação do custo de dezembro de 2024 e dezembro de 2025, possível
apenas nas 17 capitais com série histórica completa, mostrou elevação em nove
municípios e diminuição em oito. Destacam-se as altas em Salvador (4,04%), Belo
! No Norte e Nordeste, a quantidade de carne pesquisada é menor; não se coleta o preço da farinha de trigo, como nas
capitais das demais regiões, mas o da farinha de mandioca; e não se pesquisa a batata.
Horizonte (2,40%) e Rio de Janeiro (1,57%). As reduções mais importantes foram
observadas em Brasília (-3,90%) e Natal (-3,27%).
Com base na cesta mais cara, que, em dezembro, foi a de São Paulo, e levando em
consideração a determinação constitucional que estabelece que o salário mínimo deve ser
suficiente para suprir as despesas de um trabalhador e da família dele com alimentação,
moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência, o DIEESE
estima mensalmente o valor do salário mínimo necessário. Em dezembro de 2025, o
salário mínimo necessário para a manutenção de uma família de quatro pessoas deveria
ter sido de R$ 7.106,83 ou 4,68 vezes o mínimo de R$ 1.518,00. Em novembro, o valor
necessário era de R$ 7.067,18 e correspondeu a 4,66 vezes o piso mínimo. Em dezembro
de 2024, o mínimo necessário deveria ter ficado em R$ 7.067,68 ou 5,01 vezes o valor
vigente na época, que era de R$ 1.412,00.
TABELA 1
Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos
Custo e variação da cesta básica em 27 capitais
Brasil - Dezembro de 2025
Variação Porcentagem do ” Variação
Capital Valorda mensal SalárioMinimo Tempode — Variação em 12
cesta (%) Líquido trabalho no ano (%) meses (%)
São Paulo 845,95 0,56 60,25 122h36m 0,55 0,55
Florianópolis 801,29 0,08 57,07 116h08m -1,01 -1,01
Rio de Janeiro 792,06 1,03 56,41 114h47m 1,57 1,57
Cuiabá (1) 791,29 0,17 56,35 114h41m - -
Porto Alegre 784,22 -0,70 55,85 113h40m 0,06 0,06
Campo Grande 775,90 -0,47 55,26 12h27m 0,72 0,72
Curitiba 737,88 -1,03 52,55 106h56m -0,54 -0,54
Vitória 727,22 -0,59 51,79 105h23m «2,70 «2,70
Goiânia 725,95 1,19 51,70 105h13m -0,89 -0,89
Belo Horizonte 723,26 1,58 51,51 104h49m 2,40 2,40
Brasília 714,21 1,54 50,86 103h31m -3,90 -3,90
Palmas (1) 677,63 0,75 48,26 98h13m - -
Fortaleza 677,00 0,95 48,21 98h07m 0,48 0,48
Belém 666,57 0,06 47,47 96h36m 0,11 0,11
Boa Vista (1) 652,14 -2,55 46,44 94h31m - -
Macapá (1) 651,15 1,23 46,37 94h22m - -
Teresina (1) 645,09 1,39 45,94 93h29m - -
São Luís (1) 629,43 0,42 44,83 91h13m -
Rio Branco (1) 626,11 -1,54 44,59 90h44m - -
Manaus (1) 620,42 1,43 44,18 89h55m - -
Salvador 607,48 1,55 43,26 88h02m 4,04 4,04
João Pessoa 597,66 0,00 42,56 86h37m -1,52 -1,52
Natal 597,15 0,98 42,53 86h32m -3,27 -3,27
Recife 596,10 0,44 42,45 86h23m 1,32 1,32
Porto Velho (1) 592,01 -3,60 42,16 85h48m - -
Maceió (1) 589,69 3,19 42,00 85h28m - -
Aracaju 539,49 0,26 38,42 78h1im -2,63 -2,63
Fonte: Conab/DIEESE
Nota: (1) Capitais com coleta iniciada em abril de 2025 (dados de variação anual não disponíveis)
Cesta x salário mínimo
Em dezembro de 2025, o tempo médio necessário para adquirir os produtos da
cesta básica nas 27 capitais foi de 98 horas e 41 minutos, pouco maior do que o registrado
em novembro, quando ficou em 98 horas e 31 minutos. Já em dezembro de 2024,
considerando apenas as 17 capitais, a jornada média foi de 109 horas e 29 minutos.
Quando se compara o custo da cesta e o salário mínimo líquido, ou seja, após o
desconto de 7,5% referente à Previdência Social, verifica-se que o trabalhador
remunerado pelo piso nacional comprometeu em média, nas 27 capitais pesquisadas em
dezembro de 2025, 48,49% do rendimento para adquirir os produtos alimentícios básicos
e, em novembro, 48,41% da renda líquida. Em dezembro de 2024, considerando as 17
capitais, o percentual médio ficou em 53,80%.
Principais variações mensais dos preços dos produtos da cesta?
O preço da carne bovina de primeira subiu em 25 das 27 capitais entre novembro
e dezembro de 2025, com altas mais expressivas em Maceió (4,50%), Belo Horizonte
(3,49%), Manaus (3,06%) e Teresina (3,01%). Houve queda em Boa Vista (-0,59%) e
Curitiba (-0,06%). O aquecimento da demanda interna e externa e a oferta restrita
explicaram a alta do preço da carne.
A batata, coletada apenas na região Centro-Sul, apresentou diminuição no valor
médio em Porto Alegre (-3,57%), entre novembro e dezembro de 2025. Nas demais
capitais, houve aumento, com destaque para Rio de Janeiro (24,10%), Belo Horizonte
(21,15%) e Goiânia (17,23%). As chuvas e o fim da colheita resultaram em alta do
tubérculo.
Entre novembro e dezembro de 2025, o preço da farinha de trigo, coletado no
Centro-Sul, aumentou em Brasília (2,98%) e Curitiba (0,95%), e diminuiu nas demais
capitais, com destaque para Vitória (-2,31%). A nova safra de trigo e a maior oferta global
explicam o resultado.
O preço do leite integral caiu em 22 das 27 cidades entre novembro e dezembro
de 2025, com variações entre -5,61%, em Curitiba, e -0,69%, em Recife. Em Palmas,
Aracaju e Maceió, o valor não se alterou e observou-se aumento em outras duas cidades:
2 Fontes de consulta: Cepea - Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada - ESALQ/USP, Unifeijão, Conab
- Companhia Nacional de Abastecimento, Embrapa, Agrolink, Globo Rural, artigos diversos em jornais e revistas.
Boa Vista (3,28%) e Macapá (0,26%). Maior oferta interna, consequência da produção
no campo e das importações de derivados, fez com que os preços diminuíssem no varejo.
O arroz agulhinha teve o preço reduzido em 23 das 27 cidades. As quedas mais
significativas foram registradas em Maceió (-6,65%) e Vitória (-6,63%). Em Cuiabá e
Porto Velho, o valor não variou. Em Recife (2,36%) e em Manaus (1,04%), houve alta.
Menor volume exportado e demanda retraída resultaram em novas diminuições do custo
do grão no varejo.
O preço do açúcar ficou menor em 21 capitais, com reduções entre -5,94%, em
Teresina, e -0,40%, em Florianópolis. Em São Luís, o valor médio não se alterou. Houve
aumento em cinco localidades, com destaque para Macapá (1,51%). A maior oferta de
açúcar reduziu o valor praticado no varejo.
Entre novembro e dezembro de 2025, o preço do café em pó diminuiu em 20
cidades, com variações entre -3,35%, em Palmas, e -0,07%, em Macapá. Houve aumento
em outras sete cidades, sendo que a variação mais alta foi verificada em Manaus (3,97%).
As tarifas impostas pelos Estados Unidos, um dos maiores compradores de café, e as
incertezas em relação à negociação reduziram as exportações e os preços no varejo.
O preço do óleo de soja diminuiu em 17 cidades, com destaque para os percentuais
em Belo Horizonte (-6,68%) e São Luís (-5,90%). Em Porto Alegre e Fortaleza, o valor
médio não se alterou e, em oito cidades, foi observada alta, sendo que a maior variação
ocorreu em Belém (3,54%). Maior oferta global da soja explicou a redução do óleo no
varejo.
Destaques na variação nos 12 meses, considerando as 17
capitais
A comparação nos 12 meses (valores de dezembro de 2024 a dezembro de 2025)
somente é possível para as 17 capitais onde o DIEESE já realizava o levantamento dos
preços em 2024: Aracaju, Belém, Belo Horizonte, Brasília, Campo Grande, Curitiba,
Florianópolis, Fortaleza, Goiânia, João Pessoa, Natal, Porto Alegre, Recife, Rio de
Janeiro, Salvador, São Paulo e Vitória.
O preço médio do arroz agulhinha diminuiu em todas as capitais c as quedas
variaram entre -40,34%, em Brasília, e -20,72%, em Aracaju. A combinação de uma
supersafra nacional, do aumento da oferta global e de fracas demandas interna e externa
resultou em diminuição dos preços do mercado de arroz no Brasil, em 2025.
Houve redução do preço médio da batata em todas as cidades do Centro-Sul, onde
o tubérculo é pesquisado. As variações ficaram entre -34,57%, em Porto Alegre, e -3,38%,
no Rio de Janeiro. O excesso de oferta explica o comportamento do preço do produto.
Houve redução do preço do leite integral em todas as capitais e as quedas
variaram entre -13,23%, em Curitiba, e -3,51%, em Fortaleza. A disponibilidade de
lácteos, como o leite UHT, ficou elevada em 2025, devido aos investimentos realizados
em 2024, ao clima favorável ao longo do ano e às importações.
O valor médio do feijão caiu em 15 das 17 capitais. O tipo preto, coletado nas
capitais do Sul, no Rio de Janeiro e em Vitória, diminuiu em todas as localidades, com
destaque para Florianópolis (-45,73%) e Curitiba (-40,47%). Já o tipo carioca, coletado
no Norte, Nordeste, Centro-Oeste, Belo Horizonte e São Paulo, aumentou em São Paulo
(3,60%) e Aracaju (1,88%) e caiu nas demais capitais, com variações entre -13,61%, em
Fortaleza, e -0,29%, em Belo Horizonte. A oferta maior do tipo preto explicou a queda
no varejo. Para o tipo carioca, mesmo a menor oferta do grão e a diminuição da área
plantada não foram suficientes para sustentar o valor no varejo, ao longo do ano, de forma
que a cotação média foi menor no final de 2025 na maioria das cidades.
No acumulado de 12 meses, o preço do açúcar foi menor em 14 das 17 capitais,
com destaque para as variações de Belém (-31,69%) e Brasília (-23,52%). Ao longo de
2025, houve recuo do valor no varejo, devido à queda nos preços internacionais, o que
fez com que os usineiros direcionassem a produção para o mercado interno.
O preço do café em pó aumentou em todas as capitais, com elevações entre
23,01%, em Brasília, e 58,90%, em Porto Alegre. Em 2025, o mercado do café foi
marcado por altos preços e volatilidade. As cotações foram sustentadas pelos estoques
globais ajustados, pela expectativa de menor produção no Vietnã, pelas incertezas quanto
à safra brasileira e pela tarifação por parte dos Estados Unidos.
O preço do pão francês aumentou em todas as capitais e as altas ficaram entre
0,83%, em Aracaju, e 8,08%, em Florianópolis. Os aumentos de custo de produção e dos
insumos foram os responsáveis pelas altas.
O preço da carne bovina de primeira aumentou em 15 das 17 capitais, com
destaque os percentuais de Porto Alegre, 5,50% e de Vitória, 5,44%. As quedas ocorreram
em Brasília (-1,63%) e Goiânia (-1,54%). Em 2025, houve recordes de produção e de
exportação da pecuária nacional, impulsionados pela menor oferta global de carne, pelos
custos competitivos do Brasil e pelo câmbio elevado.
Aracaju
Em dezembro de 2025, o preço da cesta básica de Aracaju apresentou alta de
0,26% em relação a novembro e atingiu R$ 539,49, o menor valor apurado nas regiões
Norte e Nordeste. Na comparação com dezembro de 2024, houve queda de -2,63%.
Entre novembro e dezembro de 2025, quatro dos 12 produtos que compõem a
cesta tiveram aumento nos preços médios: carne bovina de primeira (1,88%), banana
(1,25%), feijão carioca (1,00%) e manteiga (0,99%). O leite integral ficou estável. Outros
sete produtos apresentaram queda nos valores: tomate (-5,15%), arroz agulhinha
(-2,04%), açúcar cristal (-1,35%), café em pó (-1,17%), óleo de soja (1,10%), pão francês
(-0,33%) e farinha de mandioca (-0,15%).
Nos últimos 12 meses, entre dezembro de 2024 e dezembro de 2025, quatro itens
registraram alta: café em pó (51,33%), feijão carioca (1,88%), carne bovina de primeira
(1,20%) e pão francês (0,83%). Apresentaram queda de preço: arroz agulhinha (-20,72%),
tomate (-20,27%), açúcar cristal (-13,30%), leite integral (-10,95%), óleo de soja
(7,34%), manteiga (-3,05%), banana (-2,80%) e farinha de mandioca (-1,20%).
Em dezembro de 2025, o trabalhador de Aracaju, remunerado pelo salário mínimo
de R$ 1.518,00, precisou trabalhar 78 horas e 11 minutos para adquirir a cesta básica. Em
novembro de 2025, o tempo de trabalho necessário havia sido de 77 horas e 59 minutos.
Em dezembro de 2024, quando o salário mínimo era de R$ 1.412,00, o tempo de trabalho
necessário era de 86 horas e 20 minutos.
Considerando o salário mínimo líquido, após o desconto de 7,5% da Previdência
Social, o mesmo trabalhador precisou comprometer, em dezembro de 2025, 38,42% da
renda para adquirir a cesta. Em novembro de 2025, esse percentual correspondeu a
38,32% da renda líquida e, em dezembro de 2024, a 42,42%.
Belém
Em dezembro de 2025, o preço da cesta básica de Belém apresentou alta de 0,06%
em relação a novembro e chegou a R$ 666,57. Na comparação com dezembro de 2024, o
valor médio do conjunto de alimentos acumulou alta de 0,11%.
Entre novembro e dezembro de 2025, cinco dos 12 produtos que compõem a cesta
básica tiveram aumento nos preços médios: banana (4,48%), feijão carioca (3,77%), óleo
de soja (3,54%), carne bovina de primeira (1,22%) e pão francês (0,18%). Outros sete
itens apresentaram queda: tomate (-4,72%), arroz agulhinha (-2,34%), manteiga
(-1,85%), farinha de mandioca (-1,39%), café em pó (-0,90%), leite integral (-0,88%) e
açúcar cristal (-0,77%).
Nos últimos 12 meses, entre dezembro de 2024 e dezembro de 2025, seis produtos
registraram alta: café em pó (38,46%), pão francês (5,90%), banana (5,40%), carne
bovina de primeira (3,96%), óleo de soja (3,22%) e tomate (0,28%). Apresentaram queda
do valor médio: arroz agulhinha (-37,64%), açúcar cristal (-31,69%), feijão carioca
(9,84%), leite integral (-4,03%), manteiga (-4,02%) e farinha de mandioca (-1,66%).
Em dezembro de 2025, o trabalhador de Belém, remunerado pelo salário mínimo
de R$ 1.518,00, precisou trabalhar 96 horas e 36 minutos para adquirir a cesta básica. Em
novembro de 2025, o tempo de trabalho necessário havia sido de 96 horas e 32 minutos.
Em dezembro de 2024, quando o salário mínimo era de R$ 1.412,00, o tempo de trabalho
necessário era de 103 horas e 44 minutos.
Considerando o salário mínimo líquido, após o desconto de 7,5% da Previdência
Social, o mesmo trabalhador precisou comprometer, em dezembro de 2025, 47,47% da
renda para adquirir a cesta. Em novembro de 2025, esse percentual correspondeu a
47,44% da renda líquida e, em dezembro de 2024, a 50,98%.
Belo Horizonte
Em dezembro de 2025, o preço da cesta básica de Belo Horizonte apresentou alta
de 1,58% em relação a novembro, chegando a R$ 723,26. Na comparação com dezembro
de 2024, o valor médio do conjunto de alimentos acumulou 2,40%.
Entre novembro e dezembro de 2025, quatro dos 13 produtos que compõem a
cesta básica tiveram aumento nos preços médios: batata (21,15%), banana (4,13%), carne
bovina de primeira (3,49%) e feijão carioca (2,68%). Outros nove produtos apresentaram
queda: óleo de soja (-6,68%), tomate (-5,86%), arroz agulhinha (-3,84%), manteiga
(-2,80%), leite integral (-2,62%), farinha de trigo (-1,98%), café em pó (-1,76%), açúcar
cristal (-1,57%) e pão francês (-0,05%).
Nos últimos 12 meses, entre dezembro de 2024 e dezembro de 2025, cinco itens
registraram alta: café em pó (31,71%), tomate (16,84%), pão francês (7,63%), banana
(4,97%) e carne bovina de primeira (2,76%). Apresentaram queda de preço: arroz
agulhinha (-28,98%), açúcar cristal (-16,09%), manteiga (-12,40%), leite integral
(-9,28%), batata (-3,82%), farinha de trigo (-3,25%), óleo de soja (-3,23%) e feijão
carioca (-0,29%).
Em dezembro de 2025, o trabalhador de Belo Horizonte, remunerado pelo salário
mínimo de R$ 1.518,00, precisou trabalhar 104 horas e 49 minutos para adquirir a cesta
básica. Em novembro de 2025, o tempo de trabalho necessário havia sido de 103 horas e
11 minutos. Em dezembro de 2024, quando o salário mínimo era de R$ 1.412,00, o tempo
de trabalho necessário era de 110 horas e 03 minutos.
Considerando o salário mínimo líquido, após o desconto de 7,5% da Previdência
Social, o mesmo trabalhador precisou comprometer, em dezembro de 2025, 51,51% da
renda para adquirir a cesta. Em novembro de 2025, esse percentual correspondeu a
50,71% da renda líquida e, em dezembro de 2024, a 54,08%.
Boa Vista
Em dezembro de 2025, o preço da cesta básica de Boa Vista apresentou queda de
-2,55% em relação a novembro. O valor foi de R$ 652,14. Entre abril e dezembro, o valor
médio da cesta variou -9,31%.
Entre novembro e dezembro de 2025, oito dos 12 produtos que compõem a cesta
básica tiveram redução nos preços médios: tomate (-8,09%), banana (-6,75%), manteiga
(-4,52%), açúcar cristal (-2,92%), arroz agulhinha (-2,32%), farinha de mandioca
(-2,26%), carne bovina de primeira (-0,59%) e óleo de soja (-0,34%). Outros quatro itens
apresentaram elevação: leite integral (3,28%), feijão carioca (1,29%), café em pó (0,91%)
e pão francês (0,37%).
Desde abril de 2025, foram registradas altas em cinco dos 12 produtos: café em
pó (11,02%), óleo de soja (6,20%), carne bovina de primeira (4,40%), feijão carioca
(3,96%) e pão francês (0,27%). Apresentaram diminuição de preços: banana (-28,60%),
arroz agulhinha (-26,58%), tomate (-22,35%), farinha de mandioca (-15,45%), açúcar
cristal (-12,86%), manteiga (-10,60%) e leite integral (-4,43%).
Em dezembro de 2025, o trabalhador de Boa Vista, remunerado pelo salário
mínimo de R$ 1.518,00, precisou trabalhar 94 horas e 31 minutos para adquirir a cesta
básica. Em novembro de 2025, o tempo de trabalho necessário havia sido de 96 horas e
59 minutos.
Considerando o salário mínimo líquido, após o desconto de 7,5% da Previdência
Social, o mesmo trabalhador precisou comprometer, em dezembro de 2025, 46,44% da
renda para adquirir a cesta. Em novembro de 2025, esse percentual correspondeu a
47,66% da renda líquida.
Brasília
Em dezembro de 2025, o preço da cesta básica de Brasília apresentou alta de
1,54% em relação a novembro e atingiu R$ 714,21. Na comparação com dezembro de
2024, o valor médio do conjunto de alimentos acumulou queda de -3,90%.
Entre novembro e dezembro de 2025, sete dos 13 produtos que compõem a cesta
básica tiveram aumento nos preços médios: batata (12,68%), tomate (9,28%), banana
(3,86%), farinha de trigo (2,98%), carne bovina de primeira (1,27%), pão francês (1,05%)
e manteiga (0,16%). Outros seis produtos apresentaram redução de valor: açúcar cristal
(5,01%), feijão carioca (-4,40%), leite integral (-4,19%), óleo de soja (1,95%), arroz
agulhinha (-1,87%) e café em pó (-0,61%).
Nos últimos 12 meses, entre dezembro de 2024 e dezembro de 2025, foram
registradas elevações em três dos 13 itens: café em pó (23,01%), tomate (16,57%) e pão
francês (1,84%). Apresentaram diminuição de preços: arroz agulhinha (-40,34%), batata
(27,54%), açúcar cristal (-23,52%), leite integral (-12,67%), feijão carioca (-9,93%),
farinha de trigo (-9,70%), manteiga (-8,59%), banana (-5,28%), óleo de soja (-1,71%) e
carne bovina de primeira (-1,63%).
Em dezembro de 2025, o trabalhador de Brasília, remunerado pelo salário mínimo
de R$ 1.518,00, precisou trabalhar 103 horas e 31 minutos para adquirir a cesta básica.
Em novembro de 2025, o tempo de trabalho necessário havia sido de 101 horas e 56
minutos. Em dezembro de 2024, quando o salário mínimo era de R$ 1.412,00, o tempo
de trabalho necessário era de 115 horas e 47 minutos.
Considerando o salário mínimo líquido, após o desconto de 7,5% da Previdência
Social, o mesmo trabalhador precisou comprometer, em dezembro de 2025, 50,86% da
renda para adquirir a cesta. Em novembro de 2025, esse percentual correspondeu a
50,09% da renda líquida e, em dezembro de 2024, a 56,90%.
Campo Grande
Em dezembro de 2025, o preço da cesta básica de Campo Grande apresentou
queda de -0,47% em relação a novembro. O custo ficou em R$ 775,90. Na comparação
com dezembro de 2024, o valor médio da cesta aumentou 0,72%.
Entre novembro e dezembro de 2025, seis dos 13 produtos que compõem a cesta
básica tiveram diminuição nos preços médios: tomate (-12,54%), açúcar cristal (-5,32%),
leite integral (-3,04%), arroz agulhinha (-2,68%), óleo de soja (-2,07%) e farinha de trigo
(-0,86%). Sete itens apresentaram alta: batata (10,87%), feijão carioca (1,19%), banana
(1,13%), manteiga (1,03%), café em pó (0,84%), pão francês (0,73%) e carne bovina de
primeira (0,04%).
Nos últimos 12 meses, entre dezembro de 2024 e dezembro de 2025, foram
registradas elevações em sete dos 13 produtos: café em pó (41,06%), tomate (8,40%),
farinha de trigo (7,67%), pão francês (4,34%), óleo de soja (4,15%), banana (3,80%) e
carne bovina de primeira (1,48%). Apresentaram diminuição de preços: arroz agulhinha
(38,46%), batata (-20,00%), açúcar cristal (-13,80%), feijão carioca (8,13%), leite
integral (-4,49%) e manteiga (-3,42%).
Em dezembro de 2025, o trabalhador de Campo Grande, remunerado pelo salário
mínimo de R$ 1.518,00, precisou trabalhar 112 horas e 27 minutos para adquirir a cesta
básica. Em novembro de 2025, o tempo de trabalho necessário havia sido de 112 horas e
59 minutos. Em dezembro de 2024, quando o salário mínimo era de R$ 1.4 12,00, o tempo
de trabalho necessário era de 120 horas e 02 minutos.
Considerando o salário mínimo líquido, após o desconto de 7,5% da Previdência
Social, o mesmo trabalhador precisou comprometer, em dezembro de 2025, 55,26% da
renda para adquirir a cesta. Em novembro de 2025, esse percentual correspondeu a
55,52% da renda líquida e, em dezembro de 2024, a 58,98%.
Cuiabá
Em dezembro de 2025, o preço da cesta básica de Cuiabá apresentou alta de 0,17%
em relação a novembro, chegando a R$ 791,29. Foi a quarta mais cara entre as capitais
pesquisadas. Entre abril e dezembro, o valor variou -1,10%.
Entre novembro e dezembro de 2025, cinco dos 13 produtos que compõem a cesta
básica tiveram aumento nos preços médios: batata (16,07%), manteiga (3,39%), carne
bovina de primeira (2,13%), pão francês (0,87%) e feijão carioca (0,17%). O valor do
arroz agulhinha ficou estável. Outros sete produtos tiveram queda de preço: tomate
(13,17%), leite integral (-4,31%), café em pó (-2,78%), açúcar cristal (-2,13%), farinha
de trigo (-1,27%), óleo de soja (-1,18%) e banana (-0,81%).
Desde abril de 2025, foram registradas elevações em cinco dos 13 produtos:
banana (42,42%), pão francês (14,51%), café em pó (7,42%), óleo de soja (6,11%) e carne
bovina de primeira (4,28%). Os itens que apresentaram diminuição de preços foram:
tomate (49,73%), arroz agulhinha (-28,09%), açúcar cristal (-15,75%), leite integral
(12,30%), batata (-9,56%), farinha de trigo (-7,89%), manteiga (-5,70%) e feijão carioca
(2,31%).
Em dezembro de 2025, o trabalhador de Cuiabá, remunerado pelo salário mínimo
de R$ 1.518,00, precisou trabalhar 114 horas e 40 minutos para adquirir a cesta básica.
Em novembro de 2025, o tempo de trabalho necessário havia sido de 114 horas e 29
minutos.
Considerando o salário mínimo líquido, após o desconto de 7,5% da Previdência
Social, o mesmo trabalhador precisou comprometer, em dezembro de 2025, 56,35% da
renda para adquirir a cesta. Em novembro de 2025, esse percentual correspondeu a
56,26% da renda líquida.
Curitiba
Em dezembro de 2025, o preço da cesta básica de Curitiba apresentou queda de
-1,03% em relação a novembro. O valor ficou em R$ 737,88. Na comparação com
dezembro de 2024, houve redução de -0,54%.
Entre novembro e dezembro de 2025, sete dos 13 produtos que compõem a cesta
básica tiveram diminuição nos preços médios: tomate (-13,20%), leite integral (-5,61%),
arroz agulhinha (-5,58%), feijão preto (-2,13%), óleo de soja (-1,96%), café em pó
(0,26%) e carne bovina de primeira (-0,06%). Outros seis itens apresentaram elevação:
batata (3,57%), banana (3,30%), farinha de trigo (0,95%), manteiga (0,58%), pão francês
(0,25%) e açúcar refinado (0,22%).
Nos últimos 12 meses, entre dezembro de 2024 e dezembro de 2025, foram
registradas altas em sete dos 13 produtos: café em pó (41,82%), tomate (9,58%), banana
(4,85%), pão francês (4,75%), carne bovina de primeira (3,40%), óleo de soja (1,91%) e
açúcar refinado (0,90%). Apresentaram diminuição de preços: feijão preto (-40,47%),
arroz agulhinha (-34,07%), batata (-23,06%), leite integral (-13,23%), manteiga (-8,80%)
e farinha de trigo (-0,24%).
Em dezembro de 2025, o trabalhador de Curitiba, remunerado pelo salário mínimo
de R$ 1.518,00, precisou trabalhar 106 horas e 56 minutos para adquirir a cesta básica.
Em novembro de 2025, o tempo de trabalho necessário havia sido de 108 horas e 04
minutos. Em dezembro de 2024, quando o salário mínimo era de R$ 1.412,00, o tempo
de trabalho necessário era de 115 horas e 35 minutos.
Considerando o salário mínimo líquido, após o desconto de 7,5% da Previdência
Social, o mesmo trabalhador precisou comprometer, em dezembro de 2025, 52,55% da
renda para adquirir a cesta. Em novembro de 2025, esse percentual correspondeu a
53,10% da renda líquida e, em dezembro de 2024, a 56,80%.
Florianópolis
Em dezembro de 2025, o preço da cesta básica de Florianópolis apresentou alta
de 0,08% em relação a novembro, alcançando R$ 801,29. Foi a segunda cesta mais cara
entre as capitais pesquisadas. Na comparação com dezembro de 2024, o custo da cesta
diminuiu -1,01%.
Entre novembro e dezembro de 2025, cinco dos 13 produtos que compõem a cesta
básica tiveram aumento nos preços médios: banana (6,91%), batata (6,76%), carne bovina
de primeira (2,37%), pão francês (0,35%) e óleo de soja (0,23%). Oito itens apresentaram
queda: tomate (-16,26%), leite integral (-5,24%), arroz agulhinha (-4,55%), feijão preto
(3,48%), manteiga (-2,12%), café em pó (-1,26%), farinha de trigo (-1,12%) e açúcar
refinado (-0,40%).
Nos últimos 12 meses, entre dezembro de 2024 e dezembro de 2025, foram
registradas elevações em seis dos 13 produtos: café em pó (41,45%), banana (14,07%),
tomate (10,87%), pão francês (8,08%), óleo de soja (2,10%) e carne bovina de primeira
(0,15%). Apresentaram diminuição de preços foram: feijão preto (-45,73%), arroz
agulhinha (-36,84%), batata (-14,84%), açúcar refinado (-12,90%), farinha de trigo
(8,14%), leite integral (-7,03%) e manteiga (-5,03%).
Em dezembro de 2025, o trabalhador de Florianópolis, remunerado pelo salário
mínimo de R$ 1.518,00, precisou trabalhar 116 horas e 08 minutos para adquirir a cesta
básica. Em novembro de 2025, o tempo de trabalho necessário havia sido de 116 horas é
02 minutos. Em dezembro de 2024, quando o salário mínimo era de R$ 1.412,00, o tempo
de trabalho necessário era de 126 horas e 07 minutos.
Considerando o salário mínimo líquido, após o desconto de 7,5% da Previdência
Social, o mesmo trabalhador precisou comprometer, em dezembro de 2025, 57,07% da
renda para adquirir a cesta. Em novembro de 2025, esse percentual correspondeu a
57,02% da renda líquida e, em dezembro de 2024, a 61,98%.
Fortaleza
Em dezembro de 2025, o preço da cesta básica de Fortaleza apresentou alta de
0,95% em relação a novembro e chegou a R$ 677,00. Na comparação com dezembro de
2024, a variação foi de 0,48%.
Entre novembro e dezembro de 2025, sete dos 12 produtos que compõem a cesta
básica tiveram aumento nos preços médios: carne bovina de primeira (2,52%), tomate
(1,78%), banana (1,08%), café em pó (0,82%), açúcar cristal (0,77%), manteiga (0,59%)
e pão francês (0,24%). O valor médio do óleo de soja ficou estável. Outros quatro itens
apresentaram queda: feijão carioca (-3,05%), arroz agulhinha (-2,73%), leite integral
(-1,20%) e farinha de mandioca (-0,84%).
Nos últimos 12 meses, entre dezembro de 2024 e dezembro de 2025, foram
registradas elevações em seis dos 12 produtos: café em pó (38,32%), tomate (9,8 1%), pão
francês (4,34%), banana (2,44%), carne bovina de primeira (1,65%) e óleo de soja
(0,53%). Apresentaram redução de preços: arroz agulhinha (-33,82%), feijão carioca
(13,61%), farinha de mandioca (-13,35%), açúcar cristal (-10,93%), leite integral
(-3,51%) e manteiga (-1,05%).
Em dezembro de 2025, o trabalhador de Fortaleza, remunerado pelo salário
mínimo de R$ 1.518,00, precisou trabalhar 98 horas e 07 minutos para adquirir a cesta
básica. Em novembro de 2025, o tempo de trabalho necessário havia sido de 97 horas e
11 minutos. Em dezembro de 2024, quando o salário mínimo era de R$ 1 412,00, o tempo
de trabalho necessário era de 104 horas e 59 minutos.
Considerando o salário mínimo líquido, após o desconto de 7,5% da Previdência
Social, o mesmo trabalhador precisou comprometer, em dezembro de 2025, 48,21% da
renda para adquirir a cesta. Em novembro de 2025, esse percentual correspondeu a
47,76% da renda líquida e, em dezembro de 2024, a 51,59%.
Goiânia
Em dezembro de 2025, o preço da cesta básica de Goiânia apresentou alta de
1,19% em relação a novembro e atingiu R$ 725,95. Na comparação com dezembro de
2024, houve queda de -0,89%.
Entre novembro e dezembro de 2025, cinco dos 13 produtos que compõem a cesta
básica tiveram aumento nos preços médios: batata (17,23%), tomate (7,80%), banana
(3,48%), carne bovina de primeira (1,42%) e açúcar cristal (0,27%). Oito itens
apresentaram queda: arroz agulhinha (-4,16%), café em pó (-3,31%), leite integral
(2,60%), feijão carioca (-2,42%), óleo de soja (-1,48%), pão francês (-1,17%), manteiga
(-1,14%) e farinha de trigo (-0,42%).
Nos últimos 12 meses, entre dezembro de 2024 e dezembro de 2025, foram
registradas elevações em quatro dos 13 produtos: café em pó (32,49%), tomate (18,09%),
pão francês (3,05%) e banana (2,94%). Os itens que apresentaram diminuição de preços
foram: arroz agulhinha (-38,97%), batata (-15,93%), açúcar cristal (-13,99%), feijão
carioca (-11,25%), manteiga (-10,51%), leite integral (-4,77%), óleo de soja (-2,21%),
carne bovina de primeira (-1,54%) e farinha de trigo (-0,83%).
Em dezembro de 2025, o trabalhador de Goiânia, remunerado pelo salário mínimo
de R$ 1.518,00, precisou trabalhar 105 horas e 13 minutos para adquirir a cesta básica.
Em novembro de 2025, o tempo de trabalho necessário havia sido de 103 horas e 58
minutos. Em dezembro de 2024, quando o salário mínimo era de R$ 1.412,00, o tempo
de trabalho necessário era de 114 horas e 08 minutos.
Considerando o salário mínimo líquido, após o desconto de 7,5% da Previdência
Social, o mesmo trabalhador precisou comprometer, em dezembro de 2025, 51,70% da
renda para adquirir a cesta. Em novembro de 2025, esse percentual correspondeu a
51,09% da renda líquida e, em dezembro de 2024, a 56,08%.
João Pessoa
Em dezembro de 2025, o preço da cesta básica de João Pessoa não variou em
relação a novembro, ficando em R$ 597,66. Na comparação com dezembro de 2024, a
variação acumulada foi de -1,52%.
Entre novembro e dezembro de 2025, 10 dos 12 produtos que compõem a cesta
básica tiveram diminuição nos preços médios: banana (-6, 10%), açúcar cristal (-3,62%),
arroz agulhinha (-3,13%), café em pó (-2,44%), pão francês (-2,17%), leite integral
(1,63%), manteiga (-1,36%), óleo de soja (-1,00%), feijão carioca (-0,54%) e farinha de
mandioca (-0,45%). Dois produtos apresentaram elevação: tomate (9,22%) e carne bovina
de primeira (1,77%).
Nos últimos 12 meses, entre dezembro de 2024 e dezembro de 2025, foram
registradas altas em quatro dos 12 produtos: café em pó (41,66%), pão francês (6,18%),
carne bovina de primeira (3,39%) e óleo de soja (2,28%). Os itens que apresentaram
diminuição de preços foram: arroz agulhinha (-37,82%), açúcar cristal (-17,66%), farinha
de mandioca (-13,39%), banana (-7,97%), feijão carioca (-6,6 1%), leite integral (-5,82%),
tomate (-4,63%) e manteiga (-0,61%).
Em dezembro de 2025, o trabalhador de João Pessoa, remunerado pelo salário
mínimo de R$ 1.518,00, precisou trabalhar 86 horas e 37 minutos para adquirir a cesta
básica. Em novembro de 2025, o tempo de trabalho necessário havia sido de 86 horas e
37 minutos. Em dezembro de 2024, quando o salário mínimo era de R$ | 412,00, o tempo
de trabalho necessário era de 94 horas e 34 minutos.
Considerando o salário mínimo líquido, após o desconto de 7,5% da Previdência
Social, o mesmo trabalhador precisou comprometer, em dezembro de 2025, 42,56% da
renda para adquirir a cesta. Em novembro de 2025, esse percentual correspondeu a
42,56% da renda líquida e, em dezembro de 2024, a 46,47%.
Macapá
Em dezembro de 2025, o preço da cesta básica de Macapá apresentou alta de
1,23% em relação a novembro. O valor ficou em R$ 651,15. Entre abril e dezembro, o
custo da cesta variou -1,42%.
Entre novembro e dezembro de 2025, sete dos 12 produtos que compõem a cesta
básica tiveram aumento nos preços médios: banana (3,19%), tomate (2,57%), açúcar
cristal (1,51%), pão francês (1,47%), carne bovina de primeira (1,08%), farinha de
mandioca (1,04%) e leite integral (0,26%). O preço médio do feijão carioca ficou estável.
Quatro itens apresentaram queda: arroz agulhinha (-1,27%), manteiga (-0,75%), óleo de
soja (-0,51%) e café em pó (-0,07%).
Desde abril de 2025, foram registradas elevações em seis dos 12 produtos: óleo
de soja (18,98%), pão francês (10,06%), café em pó (5,30%), feijão carioca (3,02%),
carne bovina de primeira (0,22%) e banana (0,10%). Os itens que apresentaram
diminuição de preços foram: arroz agulhinha (-17,17%), tomate (-9,41%), manteiga
(-7,41%), açúcar cristal (-7,11%), leite integral (-5,97%) e farinha de mandioca (-1,45%).
Em dezembro de 2025, o trabalhador de Macapá, remunerado pelo salário mínimo
de R$ 1.518,00, precisou trabalhar 94 horas e 22 minutos para adquirir a cesta básica. Em
novembro de 2025, o tempo de trabalho necessário havia sido de 93 horas e 13 minutos.
Considerando o salário mínimo líquido, após o desconto de 7,5% da Previdência
Social, o mesmo trabalhador precisou comprometer, em dezembro de 2025, 46,37% da
renda para adquirir a cesta. Em novembro de 2025, esse percentual correspondeu a
45,81% da renda líquida.
Maceió
Em dezembro de 2025, o preço da cesta básica de Maceió apresentou alta de
3,19% em relação a novembro, chegando a R$ 589,69. Entre abril e dezembro, o valor da
cesta variou -5,28%.
Entre novembro e dezembro de 2025, seis dos 12 produtos que compõem a cesta
básica tiveram aumento nos preços médios: tomate (24,78%), carne bovina de primeira
(4,50%), manteiga (1,75%), feijão carioca (1,67%), banana (1,57%) e café em pó
(0,15%). O valor médio do leite integral ficou estável. Cinco itens apresentaram queda:
arroz agulhinha (-6,65%), açúcar cristal (-2,10%), pão francês (-1,48%), óleo de soja
(-0,76%) e farinha de mandioca (-0,34%).
Desde abril de 2025, foram registradas elevações em seis dos 12 produtos: óleo
de soja (10,46%), feijão carioca (7,04%), pão francês (3,94%), manteiga (3,41%), carne
bovina de primeira (2,90%) e café em pó (1,95%). Os itens que apresentaram diminuição
de preços foram: tomate (-37,97%), arroz agulhinha (-22,56%), banana (-11,88%), açúcar
cristal (-9,90%), leite integral (-3,70%) e farinha de mandioca (-1,01%).
Em dezembro de 2025, o trabalhador de Maceió, remunerado pelo salário mínimo
de R$ 1.518,00, precisou trabalhar 85 horas e 28 minutos para adquirir a cesta básica. Em
novembro de 2025, o tempo de trabalho necessário havia sido de 82 horas e 49 minutos.
Considerando o salário mínimo líquido, após o desconto de 7,5% da Previdência
Social, o mesmo trabalhador precisou comprometer, em dezembro de 2025, 42,00% da
renda para adquirir a cesta. Em novembro de 2025, esse percentual correspondeu a
40,70% da renda líquida.
Manaus
Em dezembro de 2025, o preço da cesta básica de Manaus apresentou queda de
-1,43% em relação a novembro. O valor foi de R$ 620,42. Entre abril e dezembro, o valor
da cesta diminuiu -7,64%.
Entre novembro e dezembro de 2025, seis dos 12 produtos que compõem a cesta
básica tiveram diminuição nos preços médios: tomate (-9,07%), banana (-5,50%),
manteiga (-4,48%), leite integral (-2,05%), óleo de soja (-1,59%) e pão francês (-0,74%).
Seis itens apresentaram elevação: feijão carioca (4,12%), café em pó (3,97%), carne
bovina de primeira (3,06%), arroz agulhinha (1,04%), farinha de mandioca (0,42%) e
açúcar cristal (0,27%).
Desde abril de 2025, foram registradas elevações em quatro dos 12 produtos: óleo
de soja (7,67%), feijão carioca (6,73%), carne bovina de primeira (6,64%) e café em pó
(4,44%). Os itens que apresentaram diminuição de preços foram: tomate (-33,21%), arroz
agulhinha (-22,61%), farinha de mandioca (-15,96%), açúcar cristal (-9,34%), banana
(-8,69%), manteiga (-7,81%), leite integral (-3,32%) e pão francês (-2,40%).
Em dezembro de 2025, o trabalhador de Manaus, remunerado pelo salário mínimo
de R$ 1.518,00, precisou trabalhar 89 horas e 55 minutos para adquirir a cesta básica. Em
novembro de 2025, o tempo de trabalho necessário havia sido de 91 horas e 13 minutos.
Considerando o salário mínimo líquido, após o desconto de 7,5% da Previdência
Social, o mesmo trabalhador precisou comprometer, em dezembro de 2025, 44,18% da
renda para adquirir a cesta. Em novembro de 2025, esse percentual correspondeu a
44,82% da renda líquida.
Natal
Em dezembro de 2025, o preço da cesta básica de Natal apresentou alta de 0,98%
em relação a novembro e atingiu R$ 597,15. Na comparação com dezembro de 2024, a
variação acumulada foi de -3,27%.
Entre novembro e dezembro de 2025, seis dos 12 produtos que compõem a cesta
básica tiveram aumento nos preços médios: tomate (8,41%), manteiga (2,31%), carne
bovina de primeira (1,64%), café em pó (0,65%), feijão carioca (0,14%) e óleo de soja
(0,11%). O preço médio da banana ficou estável. Cinco itens apresentaram queda: açúcar
cristal (-3,85%), leite integral (-3,31%), arroz agulhinha (-3,12%), farinha de mandioca
(-1,91%) e pão francês (-0,60%).
Nos últimos 12 meses, entre dezembro de 2024 e dezembro de 2025, foram
registradas altas em três dos 12 produtos: café em pó (42,55%), pão francês (3,21%) e
carne bovina de primeira (1,02%). Os itens que apresentaram diminuição de preços
foram: arroz agulhinha (-36,51%), açúcar cristal (-15,43%), farinha de mandioca
(-12,68%), leite integral (-10,89%), feijão carioca (-8,47%), banana (-5,68%), manteiga
(-5,25%), tomate (-4,60%) e óleo de soja (-3,89%).
Em dezembro de 2025, o trabalhador de Natal, remunerado pelo salário mínimo
de R$ 1.518,00, precisou trabalhar 86 horas e 32 minutos para adquirir a cesta básica. Em
novembro de 2025, o tempo de trabalho necessário havia sido de 85 horas e 43 minutos.
Em dezembro de 2024, quando o salário mínimo era de R$ 1.412,00, o tempo de trabalho
necessário era de 96 horas e 11 minutos.
Considerando o salário mínimo líquido, após o desconto de 7,5% da Previdência
Social, o mesmo trabalhador precisou comprometer, em dezembro de 2025, 42,53% da
renda para adquirir a cesta. Em novembro de 2025, esse percentual correspondeu a
42,12% da renda líquida e, em dezembro de 2024, a 47,26%.
Palmas
Em dezembro de 2025, o preço da cesta básica de Palmas apresentou alta de 0,75%
em relação a novembro, atingindo R$ 677,63. Entre abril e dezembro, o valor da cesta
diminuiu -9,26%.
Entre novembro e dezembro de 2025, três dos 12 produtos que compõem a cesta
básica tiveram aumento nos preços médios: banana (5,73%), carne bovina de primeira
(2,97%) e óleo de soja (0,42%). O preço do leite integral ficou estável. Oito itens
apresentaram queda: açúcar cristal (-3,61%), arroz agulhinha (-3,55%), café em pó
(3,35%), tomate (-2,26%), farinha de mandioca (-1,77%), manteiga (-1,05%), feijão
carioca (-0,65%) e pão francês (-0,28%).
Desde abril de 2025, foram registradas elevações em três dos 12 produtos: banana
(7,79%), came bovina de primeira (4,27%) e óleo de soja (3,04%). Os itens que
apresentaram diminuição de preços foram: tomate (-48,35%), arroz agulhinha (-22,10%),
feijão carioca (-8,00%), leite integral (-6,25%), açúcar cristal (-5,51%), farinha de
mandioca (-4,55%), manteiga (-3,77%), pão francês (-3,75%) e café em pó (-2,62%).
Em dezembro de 2025, o trabalhador de Palmas, remunerado pelo salário mínimo
de R$ 1.518,00, precisou trabalhar 98 horas e 13 minutos para adquirir a cesta básica. Em
novembro de 2025, o tempo de trabalho necessário havia sido de 97 horas e 29 minutos.
Considerando o salário mínimo líquido, após o desconto de 7,5% da Previdência
Social, o mesmo trabalhador precisou comprometer, em dezembro de 2025, 48,26% da
renda para adquirir a cesta. Em novembro de 2025, esse percentual correspondeu a
47,90% da renda líquida.
Porto Alegre
Em dezembro de 2025, o preço da cesta básica de Porto Alegre apresentou queda
de -0,70% em relação a novembro, ficando em R$ 784,22, a quinta mais cara entre as
capitais pesquisadas. Na comparação com dezembro de 2024, o valor total permaneceu
praticamente estável (0,06%).
Entre novembro e dezembro de 2025, oito dos 13 produtos que compõem a cesta
básica tiveram diminuição nos preços médios: tomate (-13,46%), leite integral (-4,12%),
batata (-3,57%), arroz agulhinha (-2,69%), manteiga (-1,72%), farinha de trigo (-1,67%),
açúcar refinado (-1,49%) e feijão preto (-1,13%). O preço do óleo de soja ficou estável e
outros quatro itens apresentaram alta: carne bovina de primeira (1,43%), café em pó
(1,15%), banana (1,02%) e pão francês (0,26%).
Nos últimos 12 meses, entre dezembro de 2024 e dezembro de 2025, foram
registradas elevações em sete dos 13 produtos: café em pó (58,90%), óleo de soja
(7,36%), came bovina de primeira (5,50%), pão francês (4,96%), farinha de trigo
(1,98%), banana (0,74%) e tomate (0,18%). O preço do açúcar refinado ficou estável,
enquanto houve redução no valor do feijão preto (-36,61%), da batata (-34,57%), do arroz
agulhinha (-32,40%), do leite integral (-10,40%) e da manteiga (-2,60%).
Em dezembro de 2025, o trabalhador de Porto Alegre, remunerado pelo salário
mínimo de R$ 1.518,00, precisou trabalhar 113 horas e 40 minutos para adquirir a cesta
básica. Em novembro de 2025, o tempo de trabalho necessário havia sido de 114 horas e
28 minutos. Em dezembro de 2024, quando o salário mínimo era de R$ 1.412,00, o tempo
de trabalho necessário era de 122 horas e 07 minutos.
Considerando o salário mínimo líquido, após o desconto de 7,5% da Previdência
Social, o mesmo trabalhador precisou comprometer, em dezembro de 2025, 55,85% da
renda para adquirir a cesta. Em novembro de 2025, esse percentual correspondeu a
56,25% da renda líquida e, em dezembro de 2024, a 60,00%.
Porto Velho
Em dezembro de 2025, o preço da cesta básica de Porto Velho apresentou queda
de -3,60% em relação a novembro. A cesta custou R$ 592,01. Entre abril e dezembro, o
valor caiu -11,11%.
Entre novembro e dezembro de 2025, oito dos 12 produtos que compõem a cesta
básica tiveram diminuição nos preços médios: tomate (-25,77%), óleo de soja (-2,74%),
açúcar cristal (-1,75%), café em pó (-1,47%), leite integral (-0,83%), pão francês
(-0,46%), feijão carioca (-0,34%) e farinha de mandioca (-0,31%). O valor do arroz
agulhinha ficou estável e o de outros três produtos apresentou elevação: carne bovina de
primeira (2,32%), manteiga (0,08%) e banana (0,08%).
Desde abril de 2025, foram registradas alta em quatro dos 12 itens: óleo de soja
(13,43%), banana (5,29%), carne bovina de primeira (2,11%) e café em pó (0,75%). Os
produtos que apresentaram diminuição de preços foram: tomate (-48,54%), arroz
agulhinha (-27,53%), açúcar cristal (-11,78%), manteiga (-1 1,59%), farinha de mandioca
(11,32%), leite integral (-8,18%), feijão carioca (-2,00%) e pão francês (-0,39%).
Em dezembro de 2025, o trabalhador de Porto Velho, remunerado pelo salário
mínimo de R$ 1.518,00, precisou trabalhar 85 horas e 48 minutos para adquirir a cesta
básica. Em novembro de 2025, o tempo de trabalho necessário havia sido de 89 horas e
00 minutos.
Considerando o salário mínimo líquido, após o desconto de 7,5% da Previdência
Social, o mesmo trabalhador precisou comprometer, em dezembro de 2025, 42,16% da
renda para adquirir a cesta. Em novembro de 2025, esse percentual correspondeu a
43,74% da renda líquida.
Recife
Em dezembro de 2025, o preço da cesta básica de Recife apresentou queda de
-0,44% em relação a novembro. O valor da cesta foi de R$ 596,10. Na comparação com
dezembro de 2024, foi registrada alta de 1,32%.
Entre novembro e dezembro de 2025, seis dos 12 produtos que compõem a cesta
básica tiveram diminuição nos preços médios: banana (-11,08%), açúcar cristal (-3,07%),
manteiga (-2,55%), café em pó (-1,63%), feijão carioca (-1,14%) e leite integral (-0,69%).
Seis itens apresentaram elevação: tomate (10,56%), arroz agulhinha (2,36%), óleo de soja
(1,69%), pão francês (0,78%), farinha de mandioca (0,51%) e carne bovina de primeira
(0,32%).
Nos últimos 12 meses, entre dezembro de 2024 e dezembro de 2025, foram
registrados aumentos em sete dos 12 produtos: café em pó (45,74%), banana (12,67%),
pão francês (6,14%), tomate (4,90%), óleo de soja (4,18%), carne bovina de primeira
(1,47%) e manteiga (0,37%). Os itens que apresentaram diminuição de preços foram:
arroz agulhinha (-28,52%), leite integral (-12,23%), açúcar cristal (-10,68%), feijão
carioca (-6,22%) e farinha de mandioca (-2,30%).
Em dezembro de 2025, o trabalhador de Recife, remunerado pelo salário mínimo
de R$ 1.518,00, precisou trabalhar 86 horas e 23 minutos para adquirir a cesta básica. Em
novembro de 2025, o tempo de trabalho necessário havia sido de 86 horas e 46 minutos.
Em dezembro de 2024, quando o salário mínimo era de R$ 1.412,00, o tempo de trabalho
necessário era de 91 horas e 40 minutos.
Considerando o salário mínimo líquido, após o desconto de 7,5% da Previdência
Social, o mesmo trabalhador precisou comprometer, em dezembro de 2025, 42,45% da
renda para adquirir a cesta. Em novembro de 2025, esse percentual correspondeu a
42,64% da renda líquida e, em dezembro de 2024, a 45,05%.
Rio Branco
Em dezembro de 2025, o preço da cesta básica de Rio Branco apresentou queda
de -1,54% em relação a novembro e foi de R$ 626,1. Entre abril e dezembro, o valor
médio caiu -7,62%.
Entre novembro e dezembro de 2025, oito dos 12 produtos que compõem a cesta
básica tiveram diminuição nos preços médios: tomate (-8,72%), arroz agulhinha
(3,63%), açúcar cristal (-1,75%), leite integral (-1,69%), banana (-1,52%), café em pó
(1,43%), pão francês (-1,12%) e feijão carioca (0,91%). Outros quatro itens
apresentaram alta: manteiga (2,25%), carne bovina de primeira (1,82%), farinha de
mandioca (1,55%) e óleo de soja (0,31%).
Desde abril de 2025, foram registradas elevações em três dos 12 produtos: óleo de
soja (13,83%), came bovina de primeira (3,78%) e manteiga (1,69%). Os itens que
apresentaram diminuição de preços foram: tomate (-24,27%), arroz agulhinha (-17,73%),
banana (-11,72%), açúcar cristal (-9,24%), farinha de mandioca (-7,96%), café em pó
(-7,06%), pão francês (-6,35%), feijão carioca (-3,11%) e leite integral (-2,78%).
Em dezembro de 2025, o trabalhador de Rio Branco, remunerado pelo salário
mínimo de R$ 1.518,00, precisou trabalhar 90 horas e 44 minutos para adquirir a cesta
básica. Em novembro de 2025, o tempo de trabalho necessário havia sido de 92 horas e
10 minutos.
Considerando o salário mínimo líquido, após o desconto de 7,5% da Previdência
Social, o mesmo trabalhador precisou comprometer, em dezembro de 2025, 44,59% da
renda para adquirir a cesta. Em novembro de 2025, esse percentual correspondeu a
45,29% da renda líquida.
Rio de Janeiro
Em dezembro de 2025, o preço da cesta básica do Rio de Janeiro apresentou alta
de 1,03% em relação a novembro e ficou em R$ 792,06. Foi a terceira cesta básica mais
cara entre as capitais pesquisadas. Na comparação com dezembro de 2024, o valor
acumulou alta de 1,57%.
Entre novembro e dezembro de 2025, seis dos 13 produtos que compõem a cesta
básica tiveram aumento nos preços médios: batata (24,10%), banana (3,42%), feijão preto
(1,17%), carne bovina de primeira (1,15%), manteiga (0,80%) e pão francês (0,40%).
Outros sete itens apresentaram queda: tomate (-5,13%), leite integral (-3,40%), açúcar
refinado (-2,02%), óleo de soja (-1,62%), arroz agulhinha (-1,62%), café em pó (-0,59%)
e farinha de trigo (-0,20%).
Nos últimos 12 meses, entre dezembro de 2024 e dezembro de 2025, foram
registradas elevações em cinco dos 13 produtos: café em pó (42,55%), tomate (9,04%),
banana (8,87%), pão francês (4,19%) e carne bovina de primeira (4,1 1%). Os itens que
apresentaram diminuição de preços foram: feijão preto (-36,75%), arroz agulhinha
(29,73%), leite integral (-8,27%), açúcar refinado (-6,03%), farinha de trigo (-4,47%),
batata (-3,38%), óleo de soja (-1,51%) e manteiga (1,33%).
Em dezembro de 2025, o trabalhador do Rio de Janeiro, remunerado pelo salário
mínimo de R$ 1.518,00, precisou trabalhar 114 horas e 47 minutos para adquirir a cesta
básica. Em novembro de 2025, o tempo de trabalho necessário havia sido de 113 horas e
37 minutos. Em dezembro de 2024, quando o salário mínimo era de R$ 1.412,00, 0 tempo
de trabalho necessário era de 121 horas e 30 minutos.
Considerando o salário mínimo líquido, após o desconto de 7,5% da Previdência
Social, o mesmo trabalhador precisou comprometer, em dezembro de 2025, 56,41% da
renda para adquirir a cesta. Em novembro de 2025, esse percentual correspondeu a
55,83% da renda líquida e, em dezembro de 2024, a 59,71%.
Salvador
Em dezembro de 2025, o preço da cesta básica de Salvador apresentou alta de
1,55% em relação a novembro e ficou em R$ 607,48. Na comparação com dezembro de
2024, o valor aumentou 4,04%.
Entre novembro e dezembro de 2025, quatro dos 12 produtos que compõem a
cesta básica tiveram aumento nos preços médios: tomate (10,20%), banana (5,69%),
carne bovina de primeira (2,49%) e óleo de soja (1,44%). Oito itens apresentaram queda:
arroz agulhinha (-3,10%), leite integral (-2,93%), açúcar cristal (-2,26%), manteiga
(1,48%), farinha de mandioca (-1,10%), café em pó (-0,97%), pão francês (-0,90%) e
feijão carioca (-0,57%).
Nos últimos 12 meses, entre dezembro de 2024 e dezembro de 2025, foram
registradas elevações em seis dos 12 produtos: café em pó (48,14%), tomate (19,81%),
banana (11,59%), pão francês (5,79%), carne bovina de primeira (4,46%) e farinha de
mandioca (0,28%). Os itens que apresentaram diminuição de preços foram: arroz
agulhinha (-24,05%), açúcar cristal (-12,58%), leite integral (-8,04%), óleo de soja
(4,49%), feijão carioca (-3,47%) e manteiga (-0,39%).
Em dezembro de 2025, o trabalhador de Salvador, remunerado pelo salário
mínimo de R$ 1.518,00, precisou trabalhar 88 horas e 02 minutos para adquirir a cesta
básica. Em novembro de 2025, o tempo de trabalho necessário havia sido de 86 horas e
41 minutos. Em dezembro de 2024, quando o salário mínimo era de R$ 1 412,00, o tempo
de trabalho necessário era de 90 horas e 58 minutos.
Considerando o salário mínimo líquido, após o desconto de 7,5% da Previdência
Social, o mesmo trabalhador precisou comprometer, em dezembro de 2025, 43,26% da
renda para adquirir a cesta. Em novembro de 2025, esse percentual correspondeu a
42,60% da renda líquida e, em dezembro de 2024, a 44,70%.
São Luís
Em dezembro de 2025, o preço da cesta básica de São Luís apresentou alta de
0,42% em relação a novembro e foi de R$ 629,43. Entre abril e dezembro, o valor do
conjunto de alimentos básicos caiu -6,30%.
Entre novembro e dezembro de 2025, quatro dos 12 produtos que compõem a
cesta básica tiveram aumento nos preços médios: tomate (4,1 1%), feijão carioca (2,36%),
carne bovina de primeira (1,47%) e farinha de mandioca (0,84%). Açúcar cristal manteve-
se estável. Outros sete itens apresentaram queda: óleo de soja (-5,90%), manteiga
(2,99%), banana (-1,80%), leite integral (-1,70%), arroz agulhinha (-0,97%), café em pó
(-0,54%) e pão francês (-0,32%).
Desde abril de 2025, foram registradas alta em dois dos 12 produtos: carne bovina
de primeira (0,51%) e pão francês (0,22%). Os itens que apresentaram diminuição de
preços foram: arroz agulhinha (-26,26%), tomate (-21,81%), leite integral (-13,02%),
açúcar cristal (-8,71%), farinha de mandioca (-7,50%), manteiga (-5,33%), banana
(4,18%), feijão carioca (-3,50%), óleo de soja (-1,71%) e café em pó (-0,90%).
Em dezembro de 2025, o trabalhador de São Luís, remunerado pelo salário
mínimo de R$ 1.518,00, precisou trabalhar 91 horas e 13 minutos para adquirir a cesta
básica. Em novembro de 2025, o tempo de trabalho necessário havia sido de 90 horas e
50 minutos.
Considerando o salário mínimo líquido, após o desconto de 7,5% da Previdência
Social, o mesmo trabalhador precisou comprometer, em dezembro de 2025, 44,83% da
renda para adquirir a cesta. Em novembro de 2025, esse percentual correspondeu a
44,64% da renda líquida.
São Paulo
Em dezembro de 2025, o preço da cesta básica de São Paulo apresentou alta de
0,56% em relação a novembro e chegou a R$ 845,95, o maior valor entre as capitais
pesquisadas. Na comparação com dezembro de 2024, o preço médio subiu 0,55%.
Entre novembro e dezembro de 2025, seis dos 13 produtos que compõem a cesta
básica tiveram aumento nos preços médios: batata (7,19%), banana (2,62%), carne bovina
de primeira (2,10%), óleo de soja (1,74%), feijão carioca (0,73%) e pão francês (0,47%).
Outros sete itens apresentaram redução: tomate (-5,55%), leite integral (-3,49%), arroz
agulhinha (-2,57%), manteiga (-1,52%), açúcar refinado (-1,51%), farinha de trigo
(-1,11%) e café em pó (-0,91%).
Nos últimos 12 meses, entre dezembro de 2024 e dezembro de 2025, foram
registradas elevações em seis dos 13 produtos: café em pó (31,70%), tomate (8,04%),
carne bovina de primeira (3,69%), feijão carioca (3,60%), pão francês (2,32%) e óleo de
soja (2,10%). O preço de açúcar refinado ficou estável e outros cinco alimentos tiveram
variação negativa: arroz agulhinha (-22,88%), batata (-22,24%), farinha de trigo
(12,87%), leite integral (-9,40%), manteiga (-7,04%) e banana (-0,46%).
Em dezembro de 2025, o trabalhador de São Paulo, remunerado pelo salário
mínimo de R$ 1.518,00, precisou trabalhar 122 horas e 36 minutos para adquirir a cesta
básica. Em novembro de 2025, o tempo de trabalho necessário havia sido de 121 horas e
55 minutos. Em dezembro de 2024, quando o salário mínimo era de R$ 1.412,00, o tempo
de trabalho necessário era de 131 horas e 05 minutos.
Considerando o salário mínimo líquido, após o desconto de 7,5% da Previdência
Social, o mesmo trabalhador precisou comprometer, em dezembro de 2025, 60,25% da
renda para adquirir a cesta. Em novembro de 2025, esse percentual correspondeu a
59,91% da renda líquida e, em dezembro de 2024, a 64,41%.
Teresina
Em dezembro de 2025, o preço da cesta básica de Teresina apresentou alta de
1,39% em relação a novembro, chegando a R$ 645,09. Entre abril e dezembro, o valor
médio diminuiu -4,45%.
Entre novembro e dezembro de 2025, seis dos 12 produtos que compõem a cesta
básica tiveram aumento nos preços médios: tomate (3,20%), carne bovina de primeira
(3,01%), banana (2,50%), pão francês (1,32%), feijão carioca (1,15%) e farinha de
mandioca (0,85%). Outros seis itens apresentaram queda: açúcar cristal (-5,94%), leite
integral (-3,04%), arroz agulhinha (-2,60%), café em pó (-0,84%), óleo de soja (-0,63%)
e manteiga (-0,33%).
Desde abril de 2025, foram registradas elevações em quatro dos 12 produtos: óleo
de soja (7,68%), carne bovina de primeira (5,22%), banana (1,94%) e café em pó (0,84%).
Apresentaram diminuição de preços: tomate (-30,01%), arroz agulhinha (-23,08%),
açúcar cristal (-12,53%), leite integral (-10,30%), farinha de mandioca (-3,70%), feijão
carioca (-1,44%), manteiga (-1,08%) e pão francês (-0,94%).
Em dezembro de 2025, o trabalhador de Teresina, remunerado pelo salário
mínimo de R$ 1.518,00, precisou trabalhar 93 horas e 29 minutos para adquirir a cesta
básica. Em novembro de 2025, o tempo de trabalho necessário havia sido de 92 horas e
13 minutos.
Considerando o salário mínimo líquido, após o desconto de 7,5% da Previdência
Social, o mesmo trabalhador precisou comprometer, em dezembro de 2025, 45,94% da
renda para adquirir a cesta. Em novembro de 2025, esse percentual correspondeu a
45,31% da renda líquida.
Vitória
Em dezembro de 2025, o preço da cesta básica de Vitória apresentou queda de
-0,59% em relação a novembro e ficou em R$ 727,22. Na comparação com dezembro de
2024, o valor médio caiu -2,70%.
Entre novembro e dezembro de 2025, 10 dos 13 produtos que compõem a cesta
básica tiveram diminuição nos preços médios: tomate (-8,08%), arroz agulhinha
(-6,63%), banana (-6,31%), açúcar cristal (-3,56%), óleo de soja (-2,54%), farinha de trigo
(2,31%), leite integral (-2,12%), café em pó (-2,01%), feijão preto (-1,86%) e manteiga
(-1,36%). Outros três itens apresentaram alta: batata (12,04%), carne bovina de primeira
(1,52%) e pão francês (0,51%).
Nos últimos 12 meses, entre dezembro de 2024 e dezembro de 2025, foram
registradas elevações em cinco dos 13 produtos: café em pó (46,84%), óleo de soja
(11,36%), carne bovina de primeira (5,44%), banana (2,85%) e pão francês (0,92%).
Apresentaram diminuição de preços: feijão preto (-38,15%), arroz agulhinha (35,74%),
tomate (-25,60%), leite integral (-11,64%), açúcar cristal (-11,44%), farinha de trigo
(-8,06%), batata (-6,63%) e manteiga (-6,41%).
Em dezembro de 2025, o trabalhador de Vitória, remunerado pelo salário mínimo
de R$ 1.518,00, precisou trabalhar 105 horas e 24 minutos para adquirir a cesta básica.
Em novembro de 2025, o tempo de trabalho necessário havia sido de 106 horas e 01
minuto. Em dezembro de 2024, quando o salário mínimo era de R$ 1.412,00, o tempo de
trabalho necessário era de 116 horas e 27 minutos.
Considerando o salário mínimo líquido, após o desconto de 7,5% da Previdência
Social, o mesmo trabalhador precisou comprometer, em dezembro de 2025, 51,79% da
renda para adquirir a cesta. Em novembro de 2025, esse percentual correspondeu a
52,10% da renda líquida e, em dezembro de 2024, a 57,23%.
Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos - Dieese
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Nota Técnic
Número 289
22 de dezembro de 2025
Impactos do aumento do salário
mínimo para R$ 1.621,00 em 2026
DEPARTAMENTO INTERSINDICAL DE
ESTATÍSTICA E ESTUDOS SOCIOECONÔMICOS
Impactos do aumento do salário mínimo para R$
1.621,00 em 2026
A partir de 1º de janeiro de 2026, o salário mínimo (SM) oficial no Brasil será fixado em
R$ 1.621,00, o que representa reajuste nominal de 6,79% em relação ao valor anterior. O novo
valor é definido de acordo com a Lei nº 14.663, de 28 de agosto de 2023, que estabelece a política
permanente de valorização do salário mínimo, em consonância com os limites fiscais definidos
pela Lei Complementar nº 200/2023.
Conforme dispõe o artigo 3º da Lei nº 14.663/2023, o reajuste anual do salário mínimo, a
partir de 2024, considera dois componentes:
e avariação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) acumulado nos 12
meses findos em novembro do ano anterior, com o objetivo de recuperar o poder
de compra do salário e;
e o crescimento real do Produto Interno Bruto (PIB) apurado pelo IBGE referente a
dois anos antes, que garante aumento real do piso salarial.
Para o cálculo do reajuste de 2026, foi considerada a variação do INPC entre dezembro de
2024 e novembro de 2025 de 4,18%. O crescimento real do PIB de 2024, por sua vez, foi de 3,4%.
No entanto, conforme estabelece o artigo 5º da Lei Complementar nº 200/2023, que institui o novo
regime fiscal, o crescimento real das despesas primárias da União está sujeito ao limite máximo
de 2,5% ao ano.
Assim, o reajuste total do salário mínimo resulta da correção de 4,18% referentes à inflação
e da aplicação posterior de 2,5% de aumento real, alcançando 6,79%. Com isso, o salário mínimo
apresenta variação nominal de R$ 103,00, alcançando o valor de R$ 1.621,00.
Impactos da elevação do salário mínimo na economia em 2026
Cerca de 61,9 milhões de brasileiros têm rendimento referenciado no salário mínimo.
Com o reajuste para R$ 1.621,00, o incremento de renda na economia será de R$ 81,7 bilhões.
Caso ainda estivesse em vigor a regra anterior, que permitia o repasse integral da taxa de
crescimento do PIB, que foi, em 2024, de 3,4%, o piso nacional atingiria R$ 1.636,00, ou seja, R$
Salário mínimo de R$ 1.621,00 em 2026
15,00 a mais do que o valor atualmente previsto. Dessa forma, o incremento de renda na economia
seria de 93,7 bilhões, cerca de R$ 12,0 bilhões a mais do que os R$ 81,7 bilhões.
Tabela 1
Impacto anual decorrente do aumento do salário
mínimo em R$ 103,00 = Brasil, 2026
Tipo
Número de
Pessoas (mil)
Valor Adicional da
Renda Anual - R$
Beneficiários do INSS
Empregados
Conta-própria
Trabalhadores Domésticos
Empregadores
Total
29.273
17.671
10.751
3.863
383
61.941
39.196.765.257
23.661.336.439
13.288.258.248
5.172.518.169
473.276.760
81.792.154.873
Fonte: IBGE. Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua; Ministério
da Previdência e Assistência Social. Boletim Estatístico da Previdência Social
Nota:(1) Refere-se ao impacto para trabalhadores, empregadores e beneficiários
da Previdência Social que recebem até 1 salário mínimo; (2) considerando 13
remunerações/ano para beneficiários do INSS, empregados e trabalhadores
domésticos.
Impacto do aumento nas contas da Previdência
e Opeso relativo da massa de benefícios equivalentes a até um salário mínimo é de
46,0% e corresponde a 70,8% do total de beneficiários, segundo o Boletim
Estatístico da Previdência de setembro de 2025.
e O acréscimo de cada R$ 1,00 no salário mínimo tem impacto estimado de R$ 380,5
milhões ao ano sobre a folha de benefícios da Previdência Social.
e Assim, o impacto do reajuste para R$ 1.621,00 (R$ 103,00 a mais) significará
custo adicional de cerca de R$ 39,1 bilhões ao ano.
Importância do salário mínimo nas administrações públicas
No setor público, o número de servidores que ganha até um salário mínimo é pouco
expressivo nas administrações federal (0,76%) e estaduais (3,90%). Na esfera municipal, a
participação dos servidores que recebem até 1 SM é maior, cerca de 10,72%, especialmente na
região Nordeste.
Salário mínimo de R$ 1.621,00 em 2026
Quando se observa o impacto do reajuste de 6,79% sobre o salário mínimo na massa de
remuneração dos trabalhadores do setor público, verifica-se a mesma situação: maior impacto nas
administrações municipais no Nordeste e Norte (ver Anexo).
O reajuste do salário mínimo desde 2002 e a política de valorização
do salário mínimo
De 2002 para cá, ao longo de boa parte do período, o salário mínimo no Brasil tem uma
trajetória de forte valorização nominal e ganho real. Em abril daquele ano, o piso nacional era de
R$ 200,00. Em janeiro de 2026, segundo os valores apresentados, chega a R$ 1.621,00, o que
representa aumento nominal acumulado de 710,5%. No mesmo intervalo, a inflação medida pelo
INPC acumulou cerca de 306,7%, resultando em ganho real acumulado próximo de 100,0% no
poder de compra do salário mínimo.
Essa trajetória está diretamente associada à política nacional de valorização do salário
Mínimo, implementada a partir de 2003. Nos primeiros anos, os reajustes foram definidos por
meio de negociações anuais entre o governo federal e as Centrais Sindicais. A partir de 2008, essa
política ganhou caráter institucional, com a edição da Lei nº 11.709, que passou a assegurar
aumentos anuais baseados na reposição da inflação e no crescimento econômico.
Os efeitos da política foram amplos e duradouros. O salário mínimo tem enorme alcance
social, servindo de referência direta para trabalhadores assalariados, servidores públicos,
beneficiários da Previdência Social, do Benefício de Prestação Continuada (BPC) e do abono
salarial, além de influenciar a remuneração de trabalhadores sem carteira assinada. Ao elevar
o piso nacional, a política contribuiu para a redução das desigualdades salariais, inclusive entre
homens e mulheres, negros e não negros e entre diferentes regiões do país.
A fase de maior valorização real ocorreu entre 2004 e 2014, quando os reajustes superaram
de forma consistente a inflação, com aumentos reais expressivos, como em 2006 (13,04%), 2005
(8,23%) e 2012 (7,59%), reflexo do contexto de crescimento econômico e de priorização da
política de renda. Nesse intervalo, o salário mínimo atingiu patamar superior ao observado
nas décadas de 1990 e no período anterior à Constituição de 1988, evidenciando o efeito
concreto da política de valorização.
A partir de 2015, no entanto, os ganhos reais tornaram-se mais modestos e, em alguns anos,
negativos. Entre 2017 e 2022, houve registros de perdas reais em alguns anos e os reajustes
praticamente empataram com a inflação. É nesse período, entre 2019 e 2022, que houve o fim da
Salário mínimo de R$ 1.621,00 em 2026
política de valorização e os reajustes se limitaram à reposição da inflação passada, sem aumento
real.
Esse modelo teve efeitos adversos sobre o poder de compra em contexto de inflação
relativamente elevada. Enquanto os preços avançam continuamente, a recomposição salarial
ocorre apenas uma vez, no reajuste anual, fazendo com que o salário mínimo real se deteriore ao
longo do ano. Além disso, mesmo quando a inflação foi reposta, houve perda do poder de compra
em relação aos alimentos, cujos preços cresceram acima da média (44,3% entre 2020 e 2022) e
pesam de forma desproporcional no orçamento das famílias de baixa renda.
A retomada dos ganhos reais a partir de 2023 marca novo ciclo. Em 2024, o aumento real
chegou a 5,64%, seguido por ganhos em torno de 2,5% em 2025, fixado para 2026. Essa nova fase
ocorre, porém, sob um arcabouço fiscal restritivo, que impõe limites ao crescimento das despesas
públicas, o que tende a moderar o ritmo de valorização no médio prazo.
Apesar do impacto do salário mínimo sobre a despesa pública, especialmente nos
benefícios previdenciários e assistenciais e nos vencimentos do setor público, parte relevante desse
aumento retorna ao Estado por meio da arrecadação tributária, com o maior consumo. Ao
ampliar a renda da base da pirâmide social, a valorização do salário mínimo estimula o mercado
consumidor interno, fortalece a economia e contribui para a geração de empregos.
Reconhecida como uma das políticas mais relevantes de combate à pobreza e à
desigualdade no país, a política de valorização do salário mínimo consolidou-se como resultado
de amplo acordo social e institucional. Ao combinar regra permanente, previsível e vínculo com o
desempenho da economia, a política demonstrou ser um instrumento eficaz de promoção do
crescimento com inclusão social e redução das desigualdades, ainda que, no cenário atual, enfrente
limites impostos pelo arcabouço fiscal.
Salário mínimo de R$ 1.621,00 em 2026
GRÁFICO 1
Variações reais no salário mínimo
Brasil - 2003 a 2026 (em %)
13,04
5,79 6,02
o
1,231, ER
0,37
E mma
2,64 2,46
1,16 1,14 1,41
9, E 038 0,01 0,02 E
AEIBOSS -0,36
-1,01
ss 5egsBsnsaAsgaenaagecgaenagasa
eesecessessSsaddad)gadgaNISaANSNANAaAR
SEtsSBRERRRARARRERRREREAÕE.
oc EE LAS SMDS MLS SE MSÃS
Elaboração: DIEESE
Relação entre salário mínimo e cesta básica
A relação entre o salário mínimo e o custo da cesta básica de alimentos! evidencia os
limites do poder de compra dos trabalhadores. Em 2025, o salário mínimo foi suficiente para
adquirir, em média, 1,75 cesta básica na cidade de São Paulo, tomada como exemplo. Em janeiro
de 2026, essa relação melhora, chegando a 1,93 cesta básica por salário mínimo. O número é o
maior desde 2019.
1A cesta básica é composta por 13 itens alimentícios definidos no Decreto nº 399/1938 e é base para o cálculo do
valor do salário mínimo necessário para a sobrevivência de um trabalhador e da família dele. A Pesquisa Nacional da
Cesta Básica de Alimentos, realizada pelo DIEESE e a Conab, mostra que o custo da cesta básica em São Paulo, em
novembro de 2025, foi de R$ 841,23.
Salário mínimo de R$ 1.621,00 em 2026
GRÁFICO 2
Quantidade de cestas básicas adquiridas pelo salário mínimo em São Paulo
Média Anual de 2019 a 2025 e Jan/26
sei 1,88 1,93
471 1,75 1,75
: É ;
' ; : E E E ' , E E
2019 2020 2021 2022 2023 2024 2025 jan/26
Fonte: DIEESE
Obs.: Estimativas para dezembro/25 e janeiro/26
Salário mínimo de R$ 1.621,00 em 2026
Anexo
TABELA 1
Reajuste do salário mínimo - 2003-2026
Salário Reajuste INPC Aumento
Período Mínimo Nominal Real
R$ % Ya %
abr/02 200,00
abr/03 240,00 20,00 18,54 1,23
mai/04 260,00 8,33 7,06 1,19
mai/05 300,00 15,38 6,61 8,23
abr/06 350,00 16,67 3,21 13,04
abr/07 380,00 8,57 3,30 5,10
mar/08 415,00 9,21 4,98 4,03
fev/09 465,00 12,05 5,92 5,79
jan/o 510,00 9,68 3,45 6,02
jan/11 545,00 6,86 6,47 0,37
jan/12 622,00 14,13 6,08 7,59
jan/13 678,00 9,00 6,20 2,64
jan/14 724,00 6,78 5,56 1,16
jan/15 788,00 8,84 6,23 2,46
jan/16 880,00 11,68 11,28 0,36
jan/7 937,00 6,48 6,58 -0,10
jan/18 954,00 1,81 2,07 -0,25
jan/9 998,00 4,61 3,43 1,14
jan/20 1.039,00 411 448 -0,36
fev/20 1.045,00 0,58 0,19 0,39
jan/21 1.100,00 5,26 5,25 0,01
jan/22 1.212,00 10,18 10,16 0,02
jan/23 1.302,00 7,43 5.93 1,41
mai/23 1.320,00 1,38 2,42 -1,01
jan/24 1.412,00 6,97 1,26 5,64
jan/25 1.518,00 7,51 4,77 2,61
jan/26 1.621,00 6,79 4,19 2,49
Total período - 710,50 306,69 99,29
Fonte: IBGE; DIEESE. Elaboração: DIEESE
Salário mínimo de R$ 1.621,00 em 2026
TABELA 2
Brasil e Grandes Regiões
Emprego no setor público por faixa de remuneração (em %)
Serviço Público Federal
Região Até R$ De1.51800a Maisde E
1.518,00 R$ 1.621,00 R$ 1.621,00
Norte 0,66 0,08 77,59 100,00
Nordeste 0,69 011 75,92 100,00
Sudeste 0,66 0,06 75,87 100,00
Sul 0,45 0,04 77,91 100,00
Centro-Oeste 0,82 0,06 58,31 100,00
0,69 0,07 70,84 100,00
580 585.409 826.434
Total
Valor absoluto
Serviço Público Estadual
Região Até R$ De 1.518,00 a Mais de Total (1)
1.518,00 R$ 1.621,00 R$ 1.621,00
Norte 1,69 0,38 44,69 100,00
Nordeste 5,13 1,04 48,99 100,00
Sudeste 4.68 0,55 33,59 100,00
Sul 0,75 0,13 61,54 100,00
Centro-Oeste 0,78 0,08 31,40 100,00
Total 337 0,53 42,55 100,00
Valor absoluto 96.268 15.233 1.217.214 2.860.665
Serviço Público Municipal
Região [| aéRS De 1.518,00 a Mais de
1.518,00 R$ 1.621,00 R$ 1.621,00 Total (3)
Norte 11,01 2,38 52,15 100,00
Nordeste 14,04 274 54,13 100,00
Sudeste 5,78 1,72 75,80 100,00
Sul 2,36 0,88 86,85 100,00
Centro-Oeste 7,29 1,76 72,28 100,00
Total 8,70 2,02 67,37 100,00
Valor absoluto 567.308 431.387 4.392.282 6.519.640
Fonte: MTE. Rais 2023
Elaboração: DIEESE
Nota: (1) Inclui os vínculos sem informação sobre salário
Salário mínimo de R$ 1.621,00 em 2026
TABELA 3
Brasil e Grandes Regiões
Impacto do reajuste do salário mínimo para R$ 1.621,00 na folha total
Serviço Público Federal
Segtão atéR$151800 De da aRs Total
Norte 0,03% 0,00% 0,03%
Nordeste 0,03% 0,00% 0,03%
Sudeste 0,04% 0,00% 0,04%
Sul 0,02% 0,00% 0,02%
Centro-Oeste 0,05% 0,00% 0,05%
Total 4 0,04% 0,00% 0,04%
Serviço Público Estadual
ein atéR$1.51800 De ea aR$ Total
Norte 0,15% 0,00% 0,16%
Nordeste 0,48% 0,01% 0,49%
Sudeste 0,46% 0,01% 0,47%
Sul 0,07% 0,00% 0,07%
Centro-Oeste 0,14% 0,00% 0,14%
Total 0,32% 0,01% 0,32%
Serviço Público Municipal
Região atéR$1.51800 De po AR» Total
Norte 1,28% 0,04% 1,33%
Nordeste 1,65% 0,04% 1,69%
Sudeste 0,46% 0,02% 0,48%
Sul 0,21% 0,01% 0,22%
Centro-Oeste 0,53% 0,02% 0,56%
Total 0,78% 0,03% 0,81%
Fonte: MTE. Rais 2023
Elaboração: DIEESE
Salário mínimo de R$ 1.621,00 em 2026
10
DIEES DEPARTAMENTO INTERSINDICAL DE
ESTATISTICA E ESTUDOS SOCIDECONÔMICOS
Escritório Nacional: Rua Aurora, 957 — 1º andar
CEP 05001-900 São Paulo, SP
Telefone (11) 3874-5366 / fax (11) 3874-5394
E-mail: enQdieese.org.br
www .dieese.org.br
Presidente — José Gonzaga da Cruz
Sindicato dos Comerciários de São Paulo — SP
Vice-presidente — Maria Aparecida Faria
Sindicato dos Trabalhadores Públicos da Saúde no Estado de São Paulo — SP
Secretário Nacional — Paulo Roberto dos Santos Pissinini Junior
Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Metalúrgicas de Máquinas Mecânicas de Material
Elétrico de Veículos e Peças Automotivas da Grande Curitiba - PR
Diretor Executivo — Alex Sandro Ferreira da Silva
Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Metalúrgicas Mecânicas e de
Material Elétrico de Osasco e Região — SP
Diretora Executiva — Cecília Margarida Bemardi
Sindicato dos Empregados em Empresas de Assessoramentos Perícias
Informações Pesquisas e de Fundações Estaduais do Rio Grande do Sul - RS
Diretor Executivo — Claudionor Vieira do Nascimento
Sindicato dos Metalúrgicos do ABC — SP
Diretor Executivo — Edenilson Rossato
CNTM — Confederação Nacional dos Trabalhadores Metalúrgicos
Diretora Executiva — Elna Maria de Barros Melo
Sindicato dos Servidores Públicos Federais do Estado de Pernambuco - PE
Diretor Executivo — Gabriel Cesar Anselmo Soares
Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias de Energia Elétrica de São Paulo — SP
Diretor Executivo — José Carlos Santos Oliveira
Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Metalúrgicas Mecânicas e
de Materiais Elétricos de Guarulhos Arujá Mairiporá e Santa Isabel - SP
Diretora Executiva — Marta Soares dos Santos
Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos Bancários de São Paulo Osasco e Região - SP
Diretor Executivo — Paulo de Tarso Guedes de Brito Costa
Sindicato dos Eletricitários da Bahia - BA
Diretora Executiva — Zenaide Honório
Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo — SP
Direção Técnica
Adriana Marcolino — Diretora Técnica
Patrícia Pelatieri — Diretora Adjunta
Victor Gnecco Pagani — Diretor Adjunto
Eliana Elias — Diretora da Escola DIEESE de Ciências do Trabalho
Equipe Responsável
Camila Ikuta
Ilmar Ferreira Silva
Paulo Jager
Patrícia Costa
Ricardo de Melo Tamashiro
Victor Pagani
Salário mínimo de R$ 1.621,00 em 2026
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