br-locleg corpus explorer

← Bom Despacho (MG)

norma nº 4/1994

Tipo Lei Ordinária
Número / Ano 4 / 1994
Date 1994-02-23
Ementa"Institui o Fundo Municipal de saúde dá outras providências."
native_id882

Documents (1)

texto integral #

status: extracted · method: ocr · backend: tesseract · confidence: 0.47 · pages: 33

"ESTADO DE MINAS GERAIS
Autor: cs
ENTREGUE NA SECRETARIA DATA DO VENCIMENTO 4 Pá
. SUJEITO A > DISCUSSÕES
Sb AE AprRovADO 1º 528/,2. 12H.
:
& PROPOSIÇÃO CONSTOU DO EXPEDIENTE DA REUNIÃO DE (ll Hi
PARA O PROJETO E EXIGIDA A MAIORIA
A PROPOSIÇÃO FOI EM /
PUBLICADO NO JORNAL p NE + DE
ENCAMINHANA DEIOQ QEREICIA Nº 4 ne 4 4
NOMEIO RELATOR O VEREADOR
PROTOCOLO:
PRESIDENTE: E rain Pat
RELATOR: estao o nai: DE a EM SG /
MEMBRO: EM / >=
PARECER ENTREGUE EM Rasa e o o TT Da asas
e RR o Tico SD io e RR co A as a SR CU + Sm a A a a gd
NOMEIO RELATOR O VEREADOR 8 RO O Rd ER
PROTOCOLO:
DRC DENTES. Oss oieee ema ani JE Pá DEE gnt
RELATOR: ERES ER RE E Fê Ef
MEMBRO: VE SA mma EE NA PA * ra Demo
PARECER | ENTREGUE EM... Res er E Lá
OBSERVAÇÕES POR MEMBROS DAS COMISSÕES:
EM Ã. + .
RUBRLAO A
MN = A cada
CETTE S/D 52/74
PEDIDOS DE INFORMAÇÕES:
1 - SOLICITADO POR REQUERIMENTO Nº... E coomeeeesememo FEIA A x
REQUERIDO AO as ade EM /. a rs OFICIO CM L Ee
ASSUNTO:
OBSERVAÇÕES :
2 - SOLICITADO POR REQUERIMENTO Nº Pd E ca ie
REQUERIDO AO EM df Es OPICDO CM EE ele e a
ASSUNTO:
DACHOS PELA PRESIL ENCIA:
cd
RUBRICA
E EDS sia Sie emiiênts
ai ami a se
RUBRICA
- EM /. E
O a E US AR
RUBRICA
6 - EM 7 feel É
O O a To
RUBRICA
7 - EM /. /
est o qui
RUBRICA
PROPOSIÇÃO DE LEI DE Nº 04/93
“Institui o Fundo Municipal de Saúde e dá outras
providências".
O POVO DE BOM DESPACHO/MG, por seus representantes legais, aprovou e eu, PREFEITO
MUNICIPAL , sanciono a seguinte Lei:
CAPITULO I
DOS OBJETIVOS
Art. 109—- Fica instituído o Fundo Municipal de Saúde que tem por objetivo”
criar condiço&s financeiras e de gerência dos recursos destinados ao desenvolvimen
to das aço&s de saúde, executadas e coordenadas pela Secretaria Municipal de Saúde
que compreendem:
I— o atendimento à saudo universalizado, integral, regionalizado e
hierarquizado;
II- a vigilância sanitária;
IITI— a vigilância epidemiclogica e aço&s de saúde de intorosse indi-—
vidual e coletivo correspondontos ;
IV— o controle e a fiscalização das agressoSs ao meio ambiente, nele
compreendido o ambiente de trabalho, em comm acordo com as organizaçoõoãs competen—
tes das osferas federal o estadual .
CAPITULO TI
DA APMINISTRAÇÃO DO FUNDO
SEÇÃO T
DA SUBORDINAÇÃO DO FUNDO
Art. 292—- O Fundo Municipal do Saúde ficars
cretaria Municipal do Saúde.
SEÇÃO Es
DAS ATRIBUIÇÕES DO SECRETARIO MUNICIPAL. DE SAUDE
Art. 39—- São atribuiço&s ao Secretário Municipal de Saúde, além de outras
estabelecidas em lei:
T— gerir & Fundo Municipal ae Saúde e estabelecer políticas de apli
cação dos pais em conjunto com o Conselho Municipal de Saúde;
II-— acompanhar avaliar e decidir a realização das açoé&s previstas ”“
no Plano Municipal de Saúde; á
III- submeter ao Conselho Municipal de Saúde o plano de aplicação a *
cargo do Fundo, em consonância com o Plano Municipal de Saúde e com a Lei de Dire—
trizes Orçamentárias;
IV- submeter ao Conselho Municipal de Saúde as demonstrações mensais
ta e despesa do fundo;
SEA. Co :
subordinado Sirotamente & Se—
|
]
cd
”
25
ee
Is
V- encaminhar a contabilidade geral do Município as demonstraçoês
mencionadas no inciso anterior;
VI- subdelegar competências aos responsáveis pelos estabelecimen —
tos de serviços de saúde que integram a rede municiral;
VII- firmar convênios e contratos inclusive de empréstimos, juntamen
te com o Prefeito Municipal, referentes a recursos que serão administrados pelo
fundo.
SEÇÃO III
DA COORDENAÇÃO DO FUNDO
Art. 42— São atribuiçoãs do Coordenador do fundo
z
I- preparar as demonstraçoães mensais da receita e despesa a serem
ao Secretário Municipal de Saúde
a) mensalmente, as demonstraç:
DD) trimestralmente, os invent:
e instrumentos médicos;
o) anualmente, Oo inventário dos bens móveis « o balanço geral ao”
v> firmar cem o responsável pelos controlos da execução orçamentaã
ria, as demonstraçoãs mencionadas anteriormente
VI-— preparar os relatórios de acompanhamento da realização das a —
cos de saúde para serem submetidas ao Secretário Municipal de Saúde;
VII- providenciar, junto a contabilidade gerai ado Mmicípio, as de—
monstraço&s que indiquem a situação ococonômi co financeira geral do Fundo Municipal
as Saúde;
VIII- apresontar, ao Secretário Municirsl de Saúdo a análise «e avali
mituação econômico-tinanceira do Fundo Municipal do Saúde detectada nas “Te
demonstraçoõoães mencionacias ;
IX—- manter os controlos necessários sobre convênios ou contratos
as prestação de serviços pelo setor privado e dos empréstimos feitos para a saúde
X— encaminhar mensalmente, ao Secretário Municipal do Saúde, os ei
convênios ou contratos de serviço firmados com O setor privado na forma menciona—
aa no inciso anterior ;
XI— manter o controle e avaliação da produção das unidades inte —
grantes da rede municipal de saúde;
XII- encaminhar mensalmente, ao Secretário Municipal de Saúde, rela
tório de acompanhamento e avaliação da produção de serviços prestados pela rede
municipal de saúde.
SEÇÃO IV
E DOS RECURSOS DO FUNDO
(4º 95% | DOS RECURSOS FINANCEIROS
y
4
' ,
'
]
1
k
t 4
m
x
+ Es
4
e 4
ay ns
n ,
f
+
PESO ae
dx) )
'
+
Art. 5o- São receitas do Fundo:
T- as transferências oriundas do orçamento da Seguridade Social,
e do orçamento do Estado, como decorrência do que dispo& o art. 30, VII, ada Cons
t+ituição Federal;
1I- as transferências oriundas do orçamento municipal;
III- os rendimentos e os juros provinientes de aplicaço&s financei
ras;
IV— o produto de convênios firmados com outras entidades financia
v— o produto da arrecadação da tarifa de estacionamento rotativo
taxa de fiscalização sanitária e higiene, multas e juros de
z
vI- as parcelas do produto da arrecadação do outras receitas prS—
prias oriundas das atividades econômicas, de prestação de serviços «e de outras e
transferências que o Município tenha direitos a receber por força da lei o de con
vêénios no setor Ti
z
VII- doaço&s em espocies feitas diretamente para
esto Fundo
Parágrafo Primeiro As
sitadas obrigatoriamente em conta especial a ser aberta e mantida em agência de”
estabelecimento oficial de crédito.
Parágrafo Segundo — A aplicação dos recursos de natureza financei-—
ra dependerá:
I— ada existência ae aisponibilidade em função do cumprimento de
programação ;
serão realizadas até no máximo o décimo dia útil do mês seguinte aquele em que”
se efetivarem as respectativas arrecadaçoés.
SUBSEÇÃO II
DOS ATIVOS DO FUNDO
Art. 60- Constituem ativos do Fundo Municipal de Saúde:
I- disponibilidade monetarias em bancos ou em caixa especial o
riundas das receitas especificadas;
II- direitos que porventura vier a constituir;
III- bens móveis e imóveis que forem destinados ao sistema de saú-
de do município;
IV- bens móveis e imóveis doados, com ou sem ônus destinados ao a
sistema de saúde;
V- bens móveis e imóveis destinados a administração do sistema E
de saúde do município;
Parágrafo UÚnico- Anualmente se processará o inventário dos bens e ai -—
reitos vinculados ao Fundo.
" (E SUBSEÇÃO III
RES
7 a DOS PASSIVOS DO FUNDO
(49
,
|
i
E
pá
o
H
nd
À
i brigaçoãs
Art. 79- Constituem passivos do Fundo Municipal de Saúde as ol
de qualquer natureza que porventura venham a ser assumidos para a manutenção e o
funcionamento do sistema municipal de saúde.
ã brisação, obtendo a
Parágrafo UÚnico- Caso o Município contraia alguma O ” -
provação do Conselho Municipal de Saúde, a obrigação constituirá passivo do Fun
do Municipal de Saúde;
SEÇÃO V
DO ORÇAMENTO E DA CONTAVILIDADE
SUBSEÇÃO 1I
DO ORÇAMENTO
Art. 89—- O orçamento do Fundo Municipal de Saúde evidenciará as polttãi
cas e o programas de trabalho governamentais observados o Plano Plurianual e a
lei de Diretrizes Orçamentárias, e os princípios da universalidade e o do equi—
lfbrio.
Pafagrafo Primeiro O orçamento do Fundo Munidipal de Saúde integrará”
o orçamento do Município, em obediência ao princípio da unidade.
Parágrafo Segundo — O orçamento do Fundo Municipal de Saúde pbservará,
na sua elaboração e na sua execução, os padro&s e normas estabelecidos na ligis—
lação pertinente.
SUBSEÇÃO II
DA CONTABILIDADE
Art. 92—- A constabilidade do Fundo Municipal de Saúde tem por objetivo
evidenciar a situação financeira, patrimonial e orçamentária do Sistema Munici —
pal de Saúde, observados os padro&s e normas estabelecidas na legislação perti —
nentes .
Art. 10- A contabilidade será organizada de forma a permitir O exerSi—
<io das suas funço&s de controle prévio, concemitante e subsequente ae de infor —
mar, inclusive de apropriar e
apurar custos dos serviços, e consequentemente, de
concretizar o seu objetivo, bem como interpretar “e analisar os resultados obti —
dos .
Art. 11- A escrituração contábil será feita pelo método das partidas *
dobradas .
Parágrafo Primeiro A Contabilidade emitirá relatórios mensais de ges—
tão, inclusive dos custos dos serviços.
Parágrafo Segundo — entende-se por relatórios de gestão os balancetos *
mensais de receita e de despesa do Fundo Municipal de Saúde e demais demonstra —
çoss exigidas pela Administração e pela legislação pertinente.
Parágrafo Terceiro As demonstraçoés e os relatórios passarão a inte —
grar a contabilidade geral do mmicípio.
SEÇÃO VI
DA EXECUÇÃO ORÇAMENTARIA
Art. 12- Imediatamente após a promulgação da Lei de Orçamento, o Secre
io Municipal de Saúde aprovará o quadro de cotas trimestrais, que serão dis -—
AR
f
4
|
t
!
ementa
q
se
J
Bo o
pia
r Hbes
CÂMARA MUNICIPAL DE BOM DESPACHO
Parágrafo QÚnico- As cotas trimestrais poderão ser alteradas durante
o exercício, observados o limite fixado no orçamento e o comportamento de sua
execução .
Art. 13- nenhuma despesa será realizada sem a necessária autoriza —
ção orçamentária.
Parágrafo DÚnico- Para os casos de insuficiências e comisso&s orçamen
tárias, fica 6 Executivo Municipal autorizado a abrir os créditos adicionais su
plementares e especiais respectivos, até& um limite de 75% (setenta e cinco) por
da execução das aço&s previstas no art. 19 da presente Lei:
V— construção, reforma, ampliação, 16 Jana RAR a TE ou locação de
imóveis para adequação da rede fisica de prestação de serviços de saúde;
VI-— desenvolvimento e aperfeiçoamento dos instrumentos de gos-—
tão, planejamento, administração e controle das aço&s de saúde;
VII- desenvolvimento de programas de capacitação e aperfeiçoa —
mento de recursos humanos em saúde
VIII- atendimento de despesas, de caráter ursentce inadiável, ne
cessárias à execução das aço&s e serviços de saúde mencionados no art. 19 da Ea
presente lei.
SUBSEÇÃO II
DAS RECEITAS
Art. 15- A execução orçamentária das receitas se processará através ”
ada obtenção do seu produto nas fontes determinadas nesta Lei.
CAPITULO TETE
DISPOSIÇOES FINAIS
Art. 16- O Fundo Municipal de Saúde terá vigência ilimitada.
Art. 17- Fica o Poder Executivo autorizado a abrir Crédito Adicional”
Especial necessário para as despesas de implantação e funcionamento do Fundo de
que trata a presente Lei, para O exercício de 1994, ficando autorizado a promo-—
ver as TRANSFERENCIAS CORRENTES decorrentes do percentual estabelecido no arti-—
go 592, parágrafo terceiro desta lei.
Parágrafo UÚUnico- As despesas a serem atendidas pelo presente crédito”
a a conta dos códigos próprios.
Ç er res hoj Ei se 4
, ' Pr
ond rei tir jurada — papa team da pot pi cr pm qa queen
' 4 d y , " 3
) bj d d) k
) : , 6
j 5 j t ; ; ' d E
a f : ="
po ' y
; Y ' o
! é »
2d ' + , (6)
É % ,
' . y ] 1
+ ; )
PA , En
à v
y 7 3 i
4 i Ê
+ E
1h “o “ k n é É t.
vip 4 at u y o a
kh RA é! dda MES pd
A y do Rea a Po at y é
' t
/ e À
xa ê 19 ”
; y Ê , +
| l | | no t
| j ( 1
n á ar +04 4
y by A Ê
| [em T 3!
à : [7 ) E
Pe g i
' E]
CÂMARA MUNICIPAL DE BOM DESPACHO
Art. 18- Esta Lei entrará em vigor na data de sua publicação, revogan—
ado as disposiço&s em contrário e retrcagindo seus efeitos a 1º de Janeiro de
1994.
Câmara Municipal de Bom Despacho/MG, em 23 de Fevereiro de 1994.
DO) a Eco
lberto Coimbra
LL Lo
SEE EAR came» ML Jos Santos
ClSudiagB/
“+
'
E
x a
4
*
= E NOS = DR SS o Aga
ESTADO DE MINAS GERAIS
ADMINISTRAÇÃO POPULAR E PARTICIPATIVA
GESTÃO 1.993/1.996
PROJETO DE LEI No ouja?
INSTITUI O FUNDO MUNICIFAL DE SAUDE E
DA OUTRAS PROVIDENCIAS.
[8] peveo cle Kem
Despacho PAC a por ES ELES
repre ser tan teres Legaisa aprovou É EMa Erefeito Municipal cles Eicoem
Despachos MG, Same Lone a
seguinte Leds
CAPITULO &
DOS CHENTEUTIE VOS
arte — Ie
«2 inetituido o Fundo Municipal cles ES eches
que tem por obdet à src x med qse Fim ear e vas cler «pesimesr cod ea
etess 1 er CHASE ess td rr exchcrsm
em e es cura E cnch cas ex
5 aqi s ctes es ex tucher
eee reles ea cia ss
pal ce Sandes a ua
eccompr ee chesem
os dz cache q dra tese men q
enc) d carmen dd = o
A co aco cter
dao dese 9 mess ss emo
us cata cias <a»
Aesss
5 Ê. am o agrresntres ae eme es
sera sd esa ess qe > teres 4 e e sms fear eee enem em
em escrota ec csem E eus o sm pe e ud Fes ct esa ca es
eos to cm ctra ca TD = edi E
CARE TUNO EX
x>€
ADMIMISTRSAÇÃO DO FUNDO
SEÇÃO 1
EHIRECHEDELNSAÇÃO DC PFULIDE
a Em
eta timmesto Les da
metes Phami cipal cer
CF macias
da uni cigpal cles
4 cama
ES cachos
ssa Exec cm eh cs
sSEÇEO ET
DAS ATRIBUIÇÕES DO SECRETORIO MUNICIRAL. DIE ESANUNDES
E dos
saude. atom ce cavtr E
x e gerir o
politicas de aplicação
Municipal de Saude
atribuições do
Sescrme támi co
tiara do cri read eles
Crerecies e
- essa tica ler es cesto
exe dar to «com
«> Cons el ne
ER — acompanhar avaliar e decidir a realização che ss
ações previstas no Etano Municipal de Saude
E RO 4 — gubmeter aq Conselho han icipal de Saude O plano
PESE Jaru 01
DE SRÁTOIMAG TERA Esnve
Barro
DES =? dm
“ams esa era gévo Dia Sr da
sis sta Lois bri o ML = E RE a]
CEO iu ado rio PA pe do E sa aca Es r o ga
at EATA |
ADMINISTRAÇÃO POPULAR E PARTICIPATIVA
GESTÃO 1.993/1.996
Municipal de Saúde e com & Levi.
demonstrações mencionadas no
re cirme cos cpa ser ae Bica
sSEÇEO
XE
De coqrpRnenes 7
M
a, A
Engesa Aos euáico É
x emo pres io sm am eme tr
eme «rry ex een ora Fr encl cus “Enc
Tr emenr terao
cless persa «a
extra tosca Tens
aca des
ad Em dream excsem <>
ee e e» eta quo cormeamesr Eca da
am teriormmesr ter ga
VT --
«ass
pres preto eu exe
cpuer
Fani cipal der
financeira geral do Funda
Do a da a a a a
de Diretrizes Orçamentárias;
Xv as esuommer tes exe Conselho Municipal de Saude as
demonstrações mensais de re ta e despesa do fundos Ri E das
na = bra minhar a contabilidade gera 1 do Plum dci rico exe
inciso anterior
HE E esuutaches À escy eim mpetencias aos responsaveis prestes
estabelecimentos ces semvi ços cles ec ace cpures inteqram “a mescles
mum ici qgadl a
WEI sa! firmar exoryv err d cris e com tre tos irmeclusive cler
en poa es es td ec s we juntamente com o Frefei toa Municipal « referentes «a
administrados pelo frndos
RE De x
qe ape ses ca À. ss
Ego qt dm ra ham ad cd gal
e cem asd cs <a es x es cu çeótcs
ea qo mesm Eca do ca etes Fundo reter Loss 1a een puesry eres « 1 deu d cia qe eo
pasa cy camas tcres ass Cc) eres presto cx es ns sa ss O Des res titres dec ct es esc i tias
ecler tdrrachass «ac Frncicsn e eae e es
Io mantra em cor clerm sa qr em o metem eler pes too do mer des
et ca Ercerfiesãd tara Pirars do à pad « exexrs du apos tua Ty e» Ce ss cão dc escrlstmer com ferro ss
patrimoniais com emma «ac Fretes
RÃ E encaminhar a cortabilicdacde qermal eles Picery dd. e pics
<> eneerm es ca Lemes tes « aus Sesmesr estam quien es «des 1 es ces do toca es “o
cleses persa E
> do dmerss tre 1 mesm ter a os dr eemtarmdca che eos teca eras ches
mese) À came tos e drimtacuumenry Ecos O mescl d cos E
o anualmente, q inventario dos bens mover «e» <> Era 1 am quer
germeal de Fuunecie u
meses per es caes
esmor ss trmea Gula
reator ico
ches seem preur Ireumesry tc ele
realização das ações de saude para terem Ha pmesticias au Gercretáiric
Municipal de Saude
MP casa providenciar dunto a cor tabdIdciacier qe mea cler
Pharm ã cdi gde <a cesar ss tm a ques
dm aicpuem «a
4HX sk — apresentar ao Sec retário PManicipal de Siacicer «a
erre dese» ex avaliação da situação ecornaomi « mero À TU CRT pd ea cles Frumeies
Municipal de Saude detec tada nas demonstrações memcicoreacas
1x —- manter os controles necessarios sobre convermicos ca
cor torce ticiss chez prestação de serviços pelo setor pri vector e cicrss
emprestimos feitos para a es cexuucies
X — encaminhar mensalmente, ao Secretário Phuami cid qgadl chez
reter cio cher
ele
os ninedes n
perl cs excsrm tre 1 ess eta
emenra ex d cor ca cl cas
sd. tra ca qc es excar caem d. coco
Seade 5
EE” DO o... be nd
gtanaó SAMIM JO D9AT23
AVITAS ITA DRAGO DADA TEIMA
BM PESO OA TR
da E o creo NL. =e03 Pooh di ARTID S
n
+ esti Los dorme
rio ses fors e esta Eme to + cu ra qa + es qrrcd piso
sobe ” os msm: tones é
ss estes ds doquatt ct [za s “mo men Ea me
Ea de ea Ss es
o Ts E pes 3ó EVORA + used E eo tres 4,354
do tocar nro dom id “s1 145 st e qa ts : 12 ENA e ++ E NES e eres
+
da ts Es sra pol str Eis À “gd TUE rem
ds 4 ++ Ee do dermsti «23 == os is id
ua tarass * E Re. cativa e dadas é t
UT CIFRA St
COAST REA E CE DENCT TS, cr
esta fEs y isa
pos pisa so ty a Ea +
gmelolss O? “e ts Lever 4 as dE ms = pr a E»
ER 7 Ad > Si peso = qr Gas cl é
ao aa eso so to 04 ss ever ne
atri do cama doses pe4 dna sect «em a pl
esa Ficr sea et R á -
teses cametes dt eaL e E '
estes TRA ÃO qurro
csasT ess
i E É rec sto! o eg Sd k
+ Faro de E es Ed a des ee ver sp > a. = SE E
cu to ER o E er dra? e ENA E E 1 1
+» deter dies dr e diem eniods irado orais
Icsgáte AA O es Essa as ricas aco ts £ ce se FEV ER
noite E sh 4 eu qm
ee ta are come vacas ey E sees, q eres os Eis avo
po So É do UC) À > raca Tu du t> “op oi CS Vbad 18 a pu
= es A esperta sy ca do pães
“<> A veses trt Cpemenio es es ty ias tio Soco Edom ço ep es ne 3 em TA
as = <res enc
ema fes chato pia DS
cs ds x dp ums stress E +
sd enes Gy e
5 et st
5 a rs dé ig is 5
ságrd torrá
ss acalSip d
> Etta sto +
Seo WE Cs er ver
Stout mi yr
sa semt o «
cat
fra
=>
Fo abas cla LASgES E rustd
“> Prtana «>» Fa da Cria iri
mero E si VOA Tm
BA be
paca ae a É US a ir | eo der ar az o
uments b «a fosso Fc) asd dedo 3 À. EPE a 7% 25 a DD er
= K ss sad de" qu da vg ç
EA Fêcqis tau dba A DOS (54
pra bra don a ETES
E SD AEDI <A
EE ESTADO DE MINAS GERAIS
ADMINISTRAÇÃO POPULAR E PARTICIPATIVA
GESTÃO 1.993/1.996
Saude, os convénios cu contratos de serviço firmados com o setor
privado na forma mencionada no inciso antericora
X1 que manter o controle e avaliação da parecida ai class
unidades integrantes da rede municipal de saude
ER — encaminhar mensalmente, ao Secretário Pinus dei que
de Saude, relatorio de acompanhamento e aval lação da produção cles
serviços prestados pela rede municipal de saude.
SEÇÃO EU
DOS EECURSOS DO FUNDO
SURSEÇÃO |
DOS PSECURNSOS FILMANCE TROS
possam ego =
a es
E ovas faso “Social
caes SA sptses x cat DECO nf)
É RE “ae sedes esmo guenemesr ticas enuaro À erd pasa n
Es e ad tao casa precos esr decor teus ces
capas age finance Tra ATE VZ . CRUZ
Rat AS nad cs E rmenctesss ec ema torna
esmo td es cacete us Timan cs Ractais -
«> . E: e Crench ca qo et em med ta et es
E tas TERRE De te resta tivo «as En Se veto - *. E Fismesal d mamar
usem do doca dem e dic deres w 4 = e = - - dr time quaxor
pod pe cleo atcier Pharm id ciel a cutras Legismiaçes Serem tes dA
mis <A UCS 6 a trem excsmes parece as ces armesrceaciagiac cier coa tiaoen ss cm De da tes
Pee tradcieass «s eclancquaco il ass quer o mun iciigade des ca erica
ad — sas per cestas cics pareschia tes cha arm merc enche q Ric eles Ca tor ca ss
ae es ces dt cas poe par d ass cm dra cd ca um «1 ox ses ati icieacia es ec ren d coca ss w «1 es
prestação de semvãqes «q cio cxmutimeas transfere cid cas cjuies «> Vier do cx psd. «ox
tenha direito a receber por força ca Ted e ce ciornvesm dc rice serticrim a
VILo— doaçõães cem empecies Feãtars chirertamen te permea em ter
eter ex qe enero toca eta
exesme clesercso en cd. ca estes
em FT eseterm sat u
Frametes u
PFaragirato Frimeiro - ds receitas clessermi tas memte em td cges
serão depositadas obrigatoriamente em conta especial ca ses ea toerim tica
& mantida em agencia de estabelecimento oficial cie cmecáde
Frame ir aficr Se qrureicr mes [e epi aca cics 16 CAI sc ss cles
natureza financeira depernderas
A 2 mid ese existencia de dispornitlãiliciacde esere fr quates cics
emprimern to de prosreamagdãki
o) Es de previa aprovação do Secretário ham ice il «tes
Siencies y
o Fear cr evtics Terceiro - es Láberações cher receitas pres
prer ter do Funicipio, conforme estipulado nos incisos LE. Vie VEL a
vierem ter artigos nunca serão inferiores a Gm ccinco per ces tic) cha
a esse cats Excad sem de 145 Re ER ad
teses Cesc a don DBO do sa since rt ia nro
dr ed eo dart — Despesa + riem Pies Que, 1 de
E rg a a
a jts act tr Baia, LES e Sed errei ret
E id es E, Sneey É papiro
Poa VE es Eros bo Ear a A
a] deco tosa resta Cepeda
SALTA O us
À Y
” E
4 o Rea Rae pés Geo Gxts ca gm
a RE 13 Estes tirem Fears Est rd e TJ
E Guia es trr aba Resrstotes ae :,
aa rss do qu dor
ae es mis JE ço 3,48 =
E EA 3 À must so rsss ED 5
EROPRISÍPIA FAITUS E
Tas eos pass ea eso ess Simao
f a pai esa pardo. = ars digno EA, À
Ego tes] Rréy + A à :
a pues E LU ur Emas a
Drs E rota pe rias po da ater vetado O OMS gre ctry o
) , a is sb eps mpescless esq sb coa rege de E ad
rã as o PA eis pes + ReprS no PES» “o 64 :
=D ca O E gato pe e
mi Doi o] Tua
BE Ses rate E
À ido A be tea esse st |
np ES nr mi todas |
E * tips pan” 4
E st ares f
Stade Rad dreunçãos é > RR E
ii epa
sda sum Db dê > eta rr
ação 7 stonando
Ec
siga ide E Tag er STO tra pçÃh ea E nú
ar do “ema cora À ares ade ea aq 6 dd E E aa So Wifi
Ee a rd E mais: ROO + dos de RR e UR A RR ER a e pa 6 O
yo
, "15 d j en! EM
PREFEINUVRA IMUINILIFAL bi bit intimo
ESTADO DE MINAS GERAIS
ADMINISTRAÇÃO POPULAR E PARTICIPATIVA
GESTÃO 1.993/1.996
aquele em que
dia tia
s quercrti e
DOS ATIVOS
DO FLUDO
Constituem at “am clic Pia d.
enretes
pornd bildciacties more pbarmecs ema
sas receitas espec
i tes cpa press err tara ca
ms mens is e imoveis que For
eles mars d €:
Exesre ss mess
| ca clcrss = tã a tesemea che
exe pres
a cem td tai
pve est
.5 5.
Cop sreeiesa > elesenchcs
ssa tes co |
> domine 5 es
«les > maça ASA qa cs.
exe ema
ct eres t
irmracdeos o «acimidr
es cd e E
ema
“e 1 ato Lá co - gal meniaite sido-pgupo ca cer es drensesr Tento do cs
drmesd term ssdsténa il cacicsrm ac tired cs
cs css Eee ss
ESLIRLSTEE EESTI E FF
DOS FARS IVOS DEM FUNDO
Art — Constituem passivos co Furncics Pies dedo paes
castor á cpa çãõãos cler qualenumerm mature z epa pese esr tasimer soerr bica
SA gra CÊ em tum pres 21 ex snesry toca etc + dest
ces sede «
a mera terra e cs fume
comntrmadoa &
Lpeaid che Sautel
enticier a
|
Um à cics — (Caso cs Phamd cg
NA é de Conselho tur ic
de Frrecio Pumic pal cie
E a Ea
atotesmeco apr
tituirmáa pa
eso vu
DO CHEÇAMETO DA CONTAR)
L.LDAD
Stu
DO
De tcl es
Et
cus deles area a
Gu à temelcs Piura à qe ces
e oprograma de trabalho governmamerita
EFlurianuad e a Lei ce Diretri
da universalidade a
cr gr
catssesions reles
Orgamentarias«
+ pos Dr Epa
svitoaguer E MNA
= ss A a Eq E
À (Em ex a qa
eos ee E e
a rat ES rá LR o aaa
A Esaf tro = NS, f
e crer, PERA ar Ro
Ee crase Esto eosa gate os mus di :
a erre çã e RA E
casta seven a ddr 230% pf dra,
Esc nTa. 5 VESES TERA RA
ressaca estro SA pao + a a dae,
mes ms dido Pes erdm Era
pesbess trt tosa ss
. PESE NESSE EU EINE 8
À pe , co add ss se es oren do de SEgi
à eres
Autos an a Sr
po sapo 7 de mca de o me rare Rd ii
EA a OD colo a 0 E sede so ct aves de
eo ss EIS ea perca A da mA ss Ts TE pa RR]
e pr a E e» E dio 3.2,
E = «ss ae aee a alo OL
=p ts DEE RS PR aa migo foi eg e O
=" e rocr 2 sa donas Es ear do Mt dad
- extorssbar eat e RE
PD = pt TS E rrradrt £> DMAÇÃão me 2d. eus E 1 Ps
BE O eatr, Estes Eram 64 Lego votre ts seqos ertoras FP edes RRSo te de mpenes,
) ato dede gt E) id sad catete esEr ato Bda sa Apa Semp > da ag pd aq)
x o » ] Na *
E E SAMA TUTSATAO da cituama sro oe i
e a 4 crevs eee À "
AThanAgao 4
; 1se Farkas vb ob orrsmaga Ro gs ato ;
Cet pad est are poa ado dy Lanto RO serah Ea e
sa Pa oia o esto RREO cris 1 E encare nal op
Eve NA E Cas sado dE dodge SECT er bri LP PT
E Do ORE AR
ADMINISTRAÇÃO POPULAR E PARTICIPATIVA
GESTÃO 1.993/1.996
Eseuacher integrara cs orçamento do Municipios em obediencia ao
principio da ami ctede
Err eqir avtio segundo — O argamento cie Eundeo Municipal cles
saude ODE vARr aa Me eta elaboração e na suma EXECUÇÃO « CI preto Ceres
e merimes wstabelecidos ma Legislação pertinente
SUBSEÇÃO TT
DA CONTABIL LDADE.
Fam ça — é eer tia pilicade do Frncico run i cipal der EJecler
tem por abjertáve evidenciar ea sd tura çãão Timer coceira preta do mesm dd es
ese q emesr teto dem <tes ci ss terms riumicipal ce Satie « ca tosses io en cl cr exe
praca ttes e memmeas es tabele ci separe ep ho 1] cm ENT pertinente -
Pr to Cs Pes a exmeari zeca crer ermen ca <
pec tão «> exemcdado 44 = ces controles press dC we
cem ecomi team tes o» esta tios es cj erra a Ddr cl um dive cher ea qr eo davam
e apura cnaseteoss clorss e er, E esm ter cler ecarm cumes td. x ento
e ter ct der t des q Eee 2 dsam cas mesm Leacie ss
está chores VOU
Ne
ert. 11 & go
o & apia//merma Feita perte mertecie
ctanes queaimtd class everton cl en a =
— ELA
: a << Fr
Es negam an ics Eram A, Caos antsã 1 à cleccler em táircdA meslatemrios
memnsados ces qe tXNO « inclusive ebas-eerar tos cics
EmA À quest e
Paragratro Secçunde entende-se por relatorios de ge mta
ou balancetes mensade de
receita e de despesa ce EFrrmeics riam id cipal
crer ts ecier «es clesemmen d es ctesmeonme tra ci oers cx de ctass perda
administração e pela Legisl aca pertinente
Errei ev tios Terceiro —
as demonstrações «e cs
passardo a integrar a
reator dc
contatbáliceace qemadlo cio mar Acipãeo
sEçãa VI
DA EXECUÇÃO ORÇOMENTARI A
SUBESEÇÃO
DA DESPESA
[e ua 12 —- Imediatamente apos à promulgação da Lei de
Cr gamento o Secretário Municipal de Saude aprovará q quadro de
cotas trimestaisu« que serão distribuidas entre as uni cade
executoras do sistema municipal de saude «
“O BABIPS
«ea bio Ed 3)
Dat E pa dá a O
A COR oi O ist e Vaga
ra repor 2505 Lia çtiE ca despono E e
opte ira SE io tm e o
Bs qo art sos tm AÇÃO
ae ares es ad)
+ covitaçdo
PR ota] +
k Ee CI Ive urna
o e mens res Set dl Su
ESTADO VE MiNÃo venAtM
ADMINISTRAÇÃO POPULAR E PARTICIPATIVA
GESTÃO 1.993/1.996
alteradas durante o exercicios, observados q timite Fixado na
orçamento e o compor tamento de gua Execue ÇÃO «
Br tu ts Iesr uu a cles pesa sera realizada es em <A
esraria au ter iza Rio Cr qarmesr tardias
Paraçgrevto Limi co a os casos de ef ci eme
comi smBres orgamentariasa fica c executivo Municipal ata
entord -escid teores «act d suplementares e
respectivos, até um Limite o 78% (setenta e cinco) por
recursos do Fundo Municipal der Saices
os
Part as - despesa de Fundo ham icipai cter Seurcier se
conta tudrosa de sn
E sia, ária r cid une teta dd ema parcdadl che pm erc) o emenda ss a
rs tiescpmacierss «tes maneio ces
Esemrcher cx ercsm esta
idos pela Secretaria Virar à cd que «es
x paes a emesra toc taty Des trem TD cum id cas qu great Ta caes
eles persa crea eles sato = e o: Ee en cterss cter en cd em da qu NC
addreta et imdireta que parede: à pesm: clã es» Eta reto chan ss a quites a us Eca ss
res art. to da presen tea/ 64 =, x
LXTo— pagaméo to perka pres siniiga cce eder Ea NA res em
ces «ad rmesd tes pod ss cics EE ge am cam eme em eta gu GD «e E Io cc Ee gu Es ss <a
emperciraã ecos che res tic ESA CS Ga gemia, este» o dimpos neo Farmagimea
cam APP da Corta teia exchesioea SA fas E
NM O —— excpuri ed Gens cha ee Ter tm dede e errada em toe » cer muunes «o cher
etrem insumos nmesce ssa as d com ves reterererrr a À messes cs = pres r mens
Td ie execsrvss Ear GN 1 es Femme mp1 das . meia d À quanes esa
Locação ces limeonvesie pamea et traa ção , che rsádde Fã es À des pumess ta quatos ca es
aemensi quem cer secatacies u
ME = clessierm nes 1.2 À eme tes
cer eg ess E IC plane á amem tes « ct
ss cacies m
. aper fes çosanerniteo cles dra dorme docs
istração e controle clas ca Eta el es
VXx e desenvolvimento de programas cer capa tia qtos ex
a perferd qe ame tes <Ses mes cam sscss Prameancos esem sema cies
e a e — terre d mes de despesarsa de cc mea term as egperr ter «e
dry ecl deuses do necessárias & ução das ações e semvi eos ctes es canacÊes
mem ed omeacdes me emt as cor tes Lei «
» SUESEÇÃO TT
Da CEI Ts
Art A à execução orgçamen tar ia cleas rece t
processar & entar cana ctea cato term qratos cics EE prresciar toc meat fonte
determinadas nesta Leda
CAPITAO EXT
DISFOSIÇÕES FINAIS
obesos E E E a
ao LO a A DP
DR) pe Roe pi
LER a o E LAR PERO
qe
SAS Fo E
ara ni soam ent pour
fal a eras sa tes 2 eg me po dpi
E im E oras e E Peg arca
= dee ri o eta Nas falo die a ss DT
ay > dot rato cetprirras À
E
e Co DO at E ADO a
e» esse DP k a (8) em
to stesrss tr aero borra apps cd VuA,
rata nd = pe RMT RAS SO vis td
3 graus a e RR O j Pri is,
po pe, e PU ' ;
Eat DD CT ri Der a DN ada
2X per e > E dra A '
met md ra da O DS dm UE
nos toras DS ANS lap E So tao
ça cad venia la o UE NZOS q Ea
3 crendo Ego Pig DE e ra a o ei E
pda des
EO Tea RAS ES E Ud AT <= E> pec ess Cida de e re ta o |
so mm ro arento ato e Pere tos eo 2 des ETA i GI
e Ex pi pu ' |
“5 mto do so bo CSN nd tado RD co AD E 0 a cd
o Es nd 00 E ds qt Ma ES E) A ES | ii ba
da - ;
SE nsas DRE gp dad ori
Do PDR O RS FR
Dio a bed ASS ce Dede DE
O TALVW Va mM
ADMINISTRAÇÃO POPULAR E PARTICIPATIVA
GESTÃO 1.993/1.996
Eta 16 = Q Funda Municipal de
Saude tera
tada
ilim
xecutivo autorizado <a atari
eles
far, 12 ea ue 1
tes fel à. coma dl peciadl
antação e funcionamento cics
exercicio de 19949, fã
SCI GE co IT: clescermr
- e parágrmato terre iro des
ndo de cue
etc d
+ do per
ta tei-
> po Err ea tesrecti cleo perle
» próprio
» Unico - as despesas «a
o ecccor tea cics excel d cpcr
RI A ÇE O nf
excl d tes cesso
ee
presserry ter
ER «ler
po tm Cs <a 3
ma
com
mo vicqer mca cd es
esmo Semci cs
Pao E ae tea L
prata 1d «ma goes res esc arielcs 4 cd e pers
etei tos a 1 de Taneiro ces
em tma
i Esc
APPA
E
pres c e um che
o Me Dem ;
que a tres . o 2%: APPA
Ten es rr toa ES
etfesd t iram À cxdopagrt
Fes ce end 1 - e» cimrry des em
taty dei qa a do
nro ui ruir açã
i
BIAR3O SAMIM JO OgATE3
OHDAqEIA MOS 30 JASDIMUM ARUTIIRIAS vá Rs
ANÍTASISITRAS 3 RAJUSOS DADARTENMÍMIA
asa-nEve rOATEAS:
Ls pas E 655 estzurs:* estao Eárro E ratio oba o E a EE
x «set dm Ds
so estro dotes ss ds y mae Eh estresse SEA — A De o
= cj me sn to E dos + Ex a 2 La bsqre=+ 3 s se cres dos d Es er do dedos 0d
ssa se Im > AS esa tas Cr CET E RD ee pro UP ro sal a
que preemies 44 Ke co tosa de PERL <st> E do pe
pes es e qa nm Essa dt cio 7 at EA AISO 8a 17.
+ ae + Tra ps do RCA a E
to Es cy tod ty tee ss essas py ne: mes ERR o Seas A o 7 pt
RE dE ap Sis 3 dE oo pas SE “ac e ips SAE
tosa a ds 8 sã ES se qu > = ines de o Ap o 7 - e
Ps qd de df st <a SET ereno qu emponf< a A p Rca ag a ES des a de Me OA
epa doa 1 sémts us d € PE e a a AR a dic
na DA ds peso a DA O a ch o Rs
CÂMARA MUNICIPAL DE BOM DESPACHO
EMENDA SUBSTITUTIVA AO PROJETO DE LEI DE No 04/94
Substitua-se o Parágrafo Terceiro, do artigo 5º, +, do referido Projeto.
na seguinte redação:
PARAGRAFO TERCEIRO- As liberaçoõs de receitas por parte do municipio conforme f
estipulado nos incisos II, v, VI deste artigo, serão de 100% (cem por cento) do
valor destinado a Secretaria Municipal de Saúde e Assistência Social e nunca in
feriores a 10% (dez por cento) da receita total do município e serão realizadas
até no máximo o décimo dia útil do mês seguinte aquele em que se efetivarem as”
respectivas arrecadaçoães.
Câmara Municipal de Bom Despacho/MG, 23 de Fevereiro de 1994.
Pe s DA E»
a AwaS Ao /
'
, |
Ê
me
É à
a 4
2 EN
é
EE ato
t É prá
) irma
EREÇAs é RAR EE RSA ESSES ES
a ia
,
4 f » "a
prod
, neo
4 a
e
o)
:
é ,
CAMARA MUNILIPAL DE BUM DESFALHAU
COMISSÃO DE LEGISLAÇÃO, FINANÇAS E ORÇAMENTO
COMISSÃO DE JUSTIÇA E REDAÇÃO
PARECER AO PROJETO DE LEI DE Nº 04/94
Dé acordo com a Legislação vigente, compete a Câmara Municipal apreciar e votar
o referido projeto de Lei.
Nós das Comisso&s, somos pela APROVAÇÃO do projeto, juntamente com a EMENDA SU—
BSTITUTIVA apresentada em anexo.
Sala das Comisso&s, em 23 de Fevereiro de 1994.
Caflos RCE E SE
se Ras 2
Silbe: o
José& ea o MesIS
tags Cocccrce. dc
J Filho
ra.
/
Anse, Rodrigues Ferreira Leite
4
a
R
|
á
” |
:
1
N ]
À
u Pe

open original →