| Tipo | Lei Ordinária |
|---|---|
| Número / Ano | 40-A / 1994 |
| Date | 1994-09-05 |
| Ementa | "Declara de utilidade pública, entidade que menciona e dá outras providências." |
| native_id | 912 |
status: extracted · method: ocr · backend: tesseract · confidence: 0.54 · pages: 37
Câmara Municipal de Bom Despa ESTADO DE MINAS GERAIS PROJETO DE us: N. -uo ae gvaiilidade e RA De Da tes he Na E PER, À ENS Objeto: ss Sa e Aee CH OLACH e Jo à E ato a Autor: esc + decme -< ese Mteres As Naosta Asse, SUUse=- Cote Con <= E RARE ENTREGUE NA SECRETARIA DATA DO VENCIMENTO SUJEITO A. 2 DISCUSSO! APROVADO 1º 0=/ a. A PROPOSIÇÃO CONSTOU DO EXPEDIENTE DA REUNIÃO DE (A. PARA O PROJETO E EXIGIDA A MAIORIA A PROPOSIÇÃO roi Aquando BM AA BE oa PUBLICADO NO JORNAL à Nº , DE Do apt E é Aieachr Ulles iirl ENCAMINHADA PELO CFICIO Nº DEE NDE, DISTRIBUIÇÕES AS COMISSÕES: 1 - COMISSÃO DE ais SE Sal PENIS NOMEIO RELATOR O VEREADOR PROTOCOLO: PRESIDENTE: air iiiceeseeeiciai AME RELATOR: Cica Rã a Eanes EM é NERO + alo se Ea EM PARECER ENTREGUE EM nda E PS” AP 2 - TE poe cair ea a E 0 AME 0 TR ERES NOMEIO RELATOR O VEREADOR . RE E O E E É STE o PROTOCOLO: PRESIDENTE: RELATOR: MEMBRO: PARECER ENTREGUE EM OBSERVAÇÕES POR MEMBROS DAS COMISSÕSOES: = Emas 1 - SOLICITADO POR. REQUERIMENTO NT... A. EM Pd dt did DE A eae unicas MD aaa sr .- CETCIO clima Ed 0 ASSUNTO, OBSERVAÇÕES : 2 - SOLICITADO POR REQUERIMENTO Nº il L ss MENVE mica: Ea REQUERIDO AO EM A SR +. OFICIO CM / u ASSUNTO: OBSERVAÇÕES: DESPACHOS PELA PRESILÊNCIA: am a ed 7 ÀS rod De IG RS Pro o REA DADA, 2 - EM SS / SISSA Ps so IO e ça ; Rs e mec — e. as Ce ER o «> Fa a y 3 - EM AS, GIL / A Dr oimadao en ERAS CE Ls asteca e cu > ss —- mm ca a “s - ERA HESSE = ssaetiten is 1 EPE RE eee anta A Câmara Municipal de Bom Despacho PROPOSIÇÃO DE LEI DE Nº 40/94 “Declara de Utilidade Pública, Entidade que menciona e dá outras providências". O POVO DE BOM DESPACHO/MOS, por seus representantes, aprevena e esa, PREFEITO MUNICIPAL., sanciono a seguinte Leds AX . 1º—- Fica Declarada de Utilidade Pública a CASA DA CRIANÇA IRMA MARIA , nesta cidade de Bom Despacho/MKs. Art. Z22— A Entidade referida no artigo anterior, ficam concedidos todõs os favores e benefícios previstos em Leis e Decretos e Entidades Declaradas de Utilida- ae Pública. Art. 3º0—- Esta Les adisposiçoãs em contrário. Bem Despacho/M6S, 13 de Setembro de 1994. entra em vigor na data de sua publicação, revogadas as VICE-PRESIDENTE, MÉLCEEE GE 4€ de CC <A F- memereno, LEAL atéifeceio dr 210 CGB/ xi fed E Eettra PERDOE paro câmara Municipal de Bom Despacho PROJETO DE LEI DE Nº mojay “peclara de Utilidade Pública, Entidade que menci: providências". ona e dá outras Artigo 19—- Fica Declarada de Utilidade Pública a CASA DA CRIANÇA IRMA MARIA, nesta cidade de Bom Despacho/Me . Artigo 20— A Entidade referida no artigo anterior, ficam concedidos todos os favo— res e benefícios previstos em Leis e Decretos «e Entidades declaradas ce Uessidade Pública. se RL AO A se Ad GA Geese ca Ode E e o cy ém rat prect td + PARECER AO PROJETO DE LEI DE Nº 40/94 COMISSÃO DE LEGISLAÇÃO, FINANÇAS E ORÇAMENTO COMISSÃO DE JUSTIÇA E REDAÇÃO De acordo com a Legislação vigente, compete a Câmara ratariao projeto de Les. NSs das Comissões, somos pela aprovação cio referido projeto de Sala das Comissots, am OS de Setembro de 1994 . TENS 4 Ecs A E > = ACC A 7 a Roe nto E 130 a CEE E EE. E PRE mess EO Maria Termas rdoso cCioomntã seo - andr E dd ARE Ez Eee CE CL AravúsS de SI ivelra / = — . Arrsses Tn de nE dasaça asia Enéas SEN e SEA » —s Joss re E, Re João T+ ni Filno meo 4 Municipal, Câmara Municipal de Bom Despacho aves tar o votar «es ls - o dado gt pot nt e Ludo ame 54 nel Y nas é , 4 pm Es Pi. E] X é PR and sado SOCIEDADE DE SÃO VICENTE DE PAULO ESA === C.G.C. 18 770. 362/0001-27 — CONSELHO PARTICULAR DE BOM DESPACHO — Rua Dr. José Gonçalves, 17 - Fone: 521- 2866 - Bom Despacho - Minas Gerais Ofício ne 006 / 94 Assunto:-— Solicitação (faz) Em 104401994 rimo Sr Anselmo Rodrigues PTP. Leite DD Vereador Municipal de Bom Despacho A CASA DA CRIANÇA dade das são vicente de Faulo, Bairro São Vicente, “TREMAX MARIA”, obra Unida da Socie— localizada à Rua Araújos, nesta cidade moliloita a W ne 267, * Uvtsldsdade Fábi ca Munid cipal, ea a Declaração as uma ves que estã tentando o problems ade alguns menores abandonado a nossas comunidade, pas, nabs tação, solucionar e semi-astbandonados des propor<s onandao- Ines alimentação sducação adequada, rom — assistência & saladas q lazer. sob os vários aspectos, Confiã antes de aus seremos atendidos, agradecidos. aubscrevemo-no = — Presidente do Ilmo Sr Anselmo Assunção DD Vereador Municipal de BOM DESPACHO (MG ) a OIE MOR HG FERA Srta OQEHXAEM OS e rsracà esti . Codatérs] mol CR, TSE on u TE meras croid Basa ae ane e “. DOO 2n octstzo (san) Bos Loftor -26Fmuna bocitosAÃOF mr Eca conde onda = ema ET Ro E DAS sd Di Sea o Ss El sT sas orissagosC uscsE 2» Xegãorrros cos Easy ici remo DO O são um Ts JE cut EEE OS | ie E ESS T EAR nes AE + * «EE de ie st Rss dai DD mt gica twice nr o RS ps + RS TT OE miss sr pd to meses RED ES es E esa tio ma grsotvo EB oeysann) CEAR E da a cri perto ct To es; ae ass q Egor jo de pro sisal Etr: d esa dj Sado restos — re 2 espere Eos cs mo moer aee dam amêndoa o res Cri a dy = srs io dE Eras qo Das a Teses do Tso ne se ES qu tirimo rem E qa sa pra e Fo ds o o ES ss e a REGA de NM E do AREA A Dr gs Ea q EE qu ES Sata ds é a des rr som ctiqmtado es E Tai E Ê e re a o RE A per ed dg e + 42 E e dat e má Eca ee ms go O code ua Sm Ea O cc > Edo Somar a E am ár - E E bi para E es Vosdis oBQmMissA cmisscA E omit sb deqro E reyta (EM ONDAS HA toLde:sv UM Bom DE SPACHO VÁLIDO EM TODO O TERRITÓRIO NACIONAL ESTE CARTÃO COMPROVA A INSCRIÇÃO DO ESTABELECIMENTO NO CADASTRO GERAL DE CONTRIBUINTES APRESENTAÇÃO OSRIGATORIA QUANDO O Nº” DE INSCRIÇÃO FOR INFORMADO, AINDA QUE POR APOSIÇÃO DO CARIMBO PADRONIZADO DO CGC. DEPARTAMENTO DA RECEITA FEDERAL FREE PUTIEI.I CA IT ESIDESETAT OVAS T>c> FSEFTA EST]. ESTADO DE MINAS GERAIS COMARCA DEE BOM DESPACHO sad E e EE MS 65 >cC> EFE CX TESTE C>» CS XHEs. >" = 5 FS ss ME <ITIFLIMISD IT CTA ES RUA FAUSTSEINO “TEIXEIRA. so — GENTRO — TEL:5S21.21.31 IM Fec- 1 <> CEEE = > SS RI NI» ” E CA A =ss=w/258 a a c> Fam UI Tec» RI 4 = CERRITO XI c> OFICIAL SUBSTITUTO grave E mm ez - <a> E > em <> RAS > es == 2E=- «= =uE = o na == <> CSA XC=C> =. QUE SOB NUMISRO 261 DO LIVRO A-4a, HM 14.03.94, 1X02%53 €353 TC rateriooss + > AS FOLHAS 1% MNISIS IIS CAIRTVORTO., CRE IDO SSI IM APITISIsSICIS — CX IC TIO PELA LET &S.015 CRECGIASTROSS PUEST.TCOSS > DE sSia.iID.TI, Fros 1IXCICTINTIT TIC) €> O IXIECII SSERO DA ENTIDADE DENOMINADA = <IAA ls E <CTILTANTACIA. Em Tas] - O REFERIDO 4 VERDADE: BOM DESPACHO, 14 DE MAR 1994 SEVENIO MAURO 3JONTIJO OFICIAT SUS; Uro sem or PRE ai sê: RASA ETR é eta pia : E re eg EA Ng a Pr dd RA is ss esmas marsia tri mer e Eesctigar ras a AS an E ÇA ca a enitd NUR RS > . HISTÓRICO DA CASA DA CRIANÇA IRNA TATIA A Casa da Criança Irmã Maria surgiu do desejo de algumas senho- ras de realizar um gesto concreto como consequencia da Campanha da Fra- ternidadse de 19953, que tratou do Tema da Moradia em nosso país, com o slogan: *”" Onde moras?". O acolhimento de emergência ds u'a mãe solteira em período pós- parto, com uma criança de apenas dezessete dias, um outro menino de quatro anos e u'a menina de quase sete anos, marçou a abertura provi- sória da casa no dia dezenove de março de 1993. Adriana estava sendo despejada, por não poder pagar o aluguel. A senhora Isa Teixeira Gon- tijo acolheu-a num apartamento de propriedade ds uma das filnas dela, localizado à Avenida 1º de junho, no centro da cidade. A seguir, aq presidente do Consslha Particular Vicentino, S.r Joss Cardoso de Vecretem quita, ofereceu ao grupo des senhoras dirigentes da casa, uma residen- cia da Sociedade de São Vicente ds Paulo localizada à Rua Araújos, 267... no Bairro São Vicents nesta cidade. Esta casa estava alugada para a Prefeitura Municipal de Som Despacho, mas o contrato venceria em ju- ino. Com a colaboração do Ex.ma PreG. sito Municípal, S.r Célio Luqui- os e do Ex.po CSecretário da Educação, S.r Antônio Dimas de Rezenda e equipe, a casa foi colocada a nossa disposição. Levsaumos então , AaBriana e os filhos para a referida casa. Na oportunídade, também qu senhora Geralda, cogromíinada Tute, com três filhnos. Geralda bavia saído do nospital e estava necessitando de remédios s muitos Cuidados , uma us que não conseguia andar, saúce , relscíionados ao sxcesso de bebida na casa por alguns dias, depois sc morar com Familiares Sela. mo levamos por problemas sérios ce alcodisca. Esta senhora ficou desentendeuw com Adriana e quis ir entanto, estava bem melnor, deixado completamente a bebida. Avisamos, também, a adriana que Sá na- víamos anjudado bastante as ela e que agora, sela poderia trabalhar fora, Jº que a criança menor iria completar ssis meses ms poderia ser colo-— cada na creche. Adriana mudou-se para as cidade de Abasté, lrar com a irmã dela. porque havia indo traba-— Passamos , então, preparar a casa para receber crianças sem a Mobiliamos a mesma com o necessário para proporcionar às crianças uma vida simples, mas Sigma. Mas, a Goz=- aI- D Faltava a pessoa para trabalhar à noite. odtubro próximo peassacdo,dia de N.S.ra Aparecida, sira do Brasil eDia GSaCriançãa, Assunção, Padro- fomos procurados por Maria Antonieta membro do Conselho Municípal dos Direitos da Criança e do A- dolescents e pslo S.r Luiz Rosensvaisg, comissário de menor na cidades, para vermos a possihbiZídade do acolhsrmaoas uma adolescente que havia passado a noite anterior na Febem, por falta de outro local. Conse- guimos contratar a pessoa que faltava, avisamos ao Ex.mo S.r Promo- tor de Justiça da Comarca, D.r Paulo Arnoldo Junqueira e acolhemos deh hTGAM . [e ee cepas eau cs spt E o ni ER pé ha srt ss das Pia, A ng As artastas pro Hage E sims vie es a ras DS ci xs pe cases E a Sa & njaqus a ee So) Ea tr isnBvçeeroo os pe À E meet prio mt VEpIVe Tre Tuas ami ET CER a cs jo a ES dry ee 7) “Fis E can ma Es =P mis sé TIS ese ser ER] tr mt Sr ae sa a 7 “ad o e ED a ae dd GD TP tp q e us = ed ex gas ed ue ti “ ms pe it q a E ANE ata. Io r Res em Son nBitaa TUTELA ga e Se pes os ET mes iria ado Pe o ge + = not ua 56 da me mesarimss a. Les nad E o pes es És e ot 2d o donde A ad e <] sã ted ss as np = À E 4-7 DME IR, cbeÊ ats0co4 mn ep e oco es ES ça e RS MS ab PEA pr a maos ee ee So ni oct era TO SEE ore q O la ande. 3 18 re, A ame E om prio ses er DGE o = css Tr sd e em qdo ds SU a O TS de ri =. crimis o e ra qa ' Res Eat ires + es us E best lação ao dns CRE RS RR BRR (E qm Dae Sai yo pd E a ei A O RS a E o do DE vt o pd e = de cs a as E ac Rn PR o cad ester o ir an Es ads A E pi ra die qu, ES rã o o CE os É So e partie E —g pç im ES RS A E . pente du =, ns rasa gos sm O pm à meg Tg 8 Tm Dara cr E O qa u ET a = q am a 1 o e a TE ho a ai Esto E a Tr A ST Doo Sa a 0 ne a, e a sem nr a RR a DR 2 E pee o e O Dm fee tema et ES O ae SS E a seco: E dd Ta e EA Sn ' [ut Tele tia! O amd api Bremam xts Ega eum cer o nd enem ok vi Si 1x paes ta fed a Ob a pd f Paes e a mg ce ce o di e q a TS e SRI e Jr ia bee O a e rt ss. =. Eq mio SS mi 0 DE a O o a sem e ES E SLI O, a É igor Cp ro mr arde Rg tem dies cm DS in ES ra res at a como dq a ne o pinta Dai co A | pa O a, a a q 1 TR am E cr e nm e Aa pe ie ES pesos ares + e 55 mico rea A <A o 0 ci Sa Ep E SI 4 qm ee pe E DE E is as E a o A O EE - Fame o qr ri im O o RL É emma dos om a a Ebreçiã RE O ar e 7 isa 2 a Su ISS e ee o em o RR Sie 3 E e asbndo rs = ema a rem ca o srinado Ra me eo opens E paaE NOT o MR e 1 a tm SS EAR, o A a a cs es => o O eg da migo E - AE TRE SA O) Ta E A 8 têm a a o es ra mit ed dep 8, E do - + psd a + 7 si É ses Aa RE SE = sum Ko fe aca 7% dm Din q 1 ça 5 qn + a 4 x Eis db co EJA E e a, o e ar ds a ripar A a O de Ed qro, assa eêrs Gu te | sr E a act a Eça tom mise rt mo cu Ed ne 2 E = a e Rd fon qu rn Ee nest Em Esto ae E a dal cr doa dy CRI | E E q ea cabe E A Ta PO to dy mim et je gtres «DAS aartge o e press E rea | us a Re | E dit tcp Dn de E ms esc rE a E sbntiiicrbessS » ep SO y dn) Legal Grddc 8 Efe Te nEsA nto da ! MI PN DER fd PR ai a Fm e ma KA Gs DES ave é ê Em e Inga sinos é pa a no. eso: pe a moça por uns dois dias. Com o encaminhamento da adolescente citada, - í, ntao ficamos com a casa vazia, pagando duas funcionarias. a e 9 cinco crianças semi-abarndonadas, com autorização da mas. No momento, temos três crianças, peorqus algumas delas voltaram para a companhia da mãe. E O grupo de senhoras dirigentes da Casa, apoiadas pela Socisdade de São Vicente de Paulo, pela Prefeitura Municipal e por todos e Clu- bes de Serviço s Comunidades em Geral, está se bassando no princípio filosófico e didático do grande educador D.Bosco, a EDUCAÇÃO PELO AMOR. Dizia São João Bosco:” A EDUCAÇÃO NÃO CONSISTE EM QUERER QUE FAÇA, MAS EM FAZER QUE QUEIRA.” Segundo D.Bousco, q educador não deve simplesmente dar ordens: "Faça isto, faça aquilo"; mas, com jeito, com muito amor, mostrar ao educando as vantagens ds ses escolner sempre o que 8 correto, o bem. Com sste amor universal a todo e ao mesmo tempo, a cada um em particular, o grande santa conseguiu transformar milnares de críanças abandonadas, meninos de rua, em pessoas de bem. O metodo educativo de D.Bósco “e Preventivo-Todos sabemos que di venir, que remediar." ser humanos É melnor pre- A educação ministrada por D.Bosco era assocíada so trabalho. Comentava ao granda sacerdates I a “ASSIM COMO A PREGUIÇA & a 3 mKRE DOS múdar, com apenas um acento agudo, ao sentido co lema 538 existente na $poca deles "trebelhno e oração” para A obra des D.Bosco Consgragações masculinas e Temíninas por eles Trumcacas mesmte pslo mundo inteiros, "Trabalho & oreção" . continuas nas Rulígiosas Salesisanas se multiplica consíderaveli-— através dos ex-alunas . O nome da Irmã María surgiu naturalmente, uma vez «que Bom Despacha ue muito a este santa relígiosa vicentina, falecida no dia 28 de abril passado. Muitos de nossos adultos se lembram da luta diária da da Ir-— ma María, índo de charrete para a antigas Vila Vicantina- Lá ela atraía as crianças pobres com uma saborosa sopa feita com donativos da comuns — dade e legumes s verduras da horta que sla mssma cultivava com a ajuda das meninos. Sim, sla ensinava Gs crianças o amor ao trabalho. ma minístrava a iniciação profissional. cluíndo os trabalhosos crivos! que as crianças não ficavam. comunhõss, corocações, Ela mes- Bordados ds todos os tipos, A Quantos trabalhos manuais! à toa, é Catecismos, cânticos, teatros, priígsiras exposição de trabalhos para a venda... Com a caridade de São Vicente ds Paulo e com o mesmo espírito de D.Boscop Irmã Maria educava através do trabalho. veu, ao longo de tantos anos de vida relígiosa! Que lá do céu São Vicenté, São João Bosco, a querida Irma Maria, juntamente com a Mãe de Jesus s nossa MNãa, Maria Santíssima, e cubram de bênçãos a quant» ra que a obra possa pross” in- Quanta gentes promo- abençõem r esta Casa e colaboratem -em p oc objstivos propostos. a- E dp ci ARO PD SR «mbps Lo mESrgnse lobo RE pltasmeor madre pueminiosA Japizgro or aipemeu- Cc” oêm sto baço Leve ly: e feia LB METAS amem ma i soepaddao UU nigo cebetpas”. EI ts idos É Doro ra e tar =" mlgtse ira Pe rega bes pão DRSADLIS de cam JaSaA A Quo Sonaco Ma 3 88 areera ao he E E UAM Ear é um q ] 4 = mat an ser minds mm ris ap *X 1 ce tea + qr Sa Cr hor ce E dd to tras. . E ess qu E CT ração eso - , e do rd E DS) e t 31 matas E em te Ui E = do FMs q AS TDDO - mess ir mrErss és em rtr RPA O RO Do MD o a SS est ee E é ai de ini a eae ás 23 a xs E dies 4 a dr ! j « ” A mt rt e me ge TE! ra go e a E Edi + a ei es a No t> a ec Êo Cais “de pd o pas DS o E di ses E .- beds Cad amasse ES medico 6 No] do PEA re ] ia to pi À RS qa o O Es mer JE E ch ARA RR add a. E (Rms ça - e e» md mx = - . res pm Ss iria mario “qo n dei ER Teto a em o praga DA ! ? ER ca EA Bezx nriserdo E ms = DR To O a e da RE =, .* “mat 5 A ri o gt atra E rei 2 do ques cap ge SM e qua PE Dans ' ss ga! RE TE es vt 1 Sra pi E ” 1 Presa + tação PR a Em E a E me ay Md e . us E ane es ponte o e Sem = asd seed o E o ss e cdi e e ca a t Pera FT E [TR Es IL SOCIEDADE DE SÃO VICENTE DE PAULO E] OD O Cn C.G.C. 18 770. 362/0001-27 — CONSELHO PARTICULAR DE BOM DESPACHO — Rua Dr. José Gonçalves, 17 - Fone: 521-2866 - Bom Despacho - Minas Gerais A Casa da Criança IRMà MARIA fundada oficialmente em 12 ae outubro de 1993 tem por finalidade acolher crianças abando- nadas e semi-abandonadas, por um período limitado, até que sejam" integrada novamente em seus Jares ou em 1ares substitutos. A Casa conta atualmente com 9 (nove) crianças, sendo 3 (três) meninas e 6 (seis) meninos. Destas crianças, cinco são £sinos de dauas mãos doentes mentais ; uma filna de mãe alcodliatra* e três meninos de rua. As crianças frequentam as Escolas mais e pers lar. É dessjão dos Tundadores abrir novam Casaslares conforme necessidade da Comunidade. A Casa conta com duas Tuncionárias mem * salistas, uma para o dia, cutra para a noite « «om dunas funciond— r1as adsaráistas, que soprem as folgas das primos xa A Casa da Criança Irmã Maria é uma Obra Unida aa so- cisdadeo de São Vicente das Faulo. O préaso que abriga as crianças, localizado à Rua Arnaújos, 267, Bairro são Vicente, nesta cidade, . pertence & SSVF. A Prerei tura Municai pal está pagando a fgua e a lume A Casa conta pars sua manutenção com vários associados mensalistas, merecendo destaque os vales- 41imentação doados mensal-— mente pelos funcionários do Banco do Brasil e aa Caixa Econômica Fe aderal - A Casa da Criança Já recebeu também doação expressiva! ão Lyons Clube da cidade, da Loja Maçônica e das Voluntárias da Ca-— ridade. Junto com a Casa da Criança foi fundado um Bazar de Roupas Usadas, localizado à Rua Mantiqueira, nº 138, COJAN VELHA , qual colabora também na manutenção da Casa, o além de proporcionar * aos habitantes do Bairro São Vicente e bairros adjacentes, uma Oop- cão mais accessível, no que diz respeito ao vestuário e calçados. * Bom Despacho, 07 de Julho de 1994 -— Sara Campos Rodrigue - Presidente — CÓPIA EE Par € “ Ata da Fndo-ao dn Cross dr Crianca Trcã Wnrina em Bom Desracho. ho atro ge movembro de um mig novecentos e nvonta e ze, invtos. nesta ciânde renn: três, has dezessete horas e aquin- ãGiretoria do Conselho Prrticular da So- ro Snlao de 1a se a ciéande de São Vicente de Foulo. — i EN São Viccnte, a,digo, rár'o Nicolau, 360, à Rua Vi-— ecjosno de ver fundada a Ca-— ão Consclhnho Tarticular da Cunrãoso de Le sruita, cid e ser som ur» sruvo de sen oras de sa à» Criançn. Abrinão a geunsão,. o TProenidenteo So— csed-ce ade US, Vicente do Taro, contfrnde Tosé nlegria de reccber as perso a*'sdmds aisse da sn antação de aivoelrorte vma obra meri' ória como benfarzejda à socievmds tarior a reunião trnram-ese empe nhados na niio s6 sob o pronto de viata esniritrals, de Por DesBrme!l o. U sosmuida, e nmnvidoul osS.r A'berto Correia Tinto. Particij rando sra Zivran Suntos Rozerfuvnig:; Dpircitos das Crianca e seoro trio adm parn vecro— ns presoncas de: Congotho Munici pn? dos Dimas de praroito aa sessão, rogis—- ro oresentante do ao Ado escontes Z.r AntSnio ierendao , rauvconrão e O tura e rr precentanto do 5S.x Tiundsoiral, Cé&1S Turmuvtnes o Ber VoNnoxy ram Vnraues, rorroesocntanteo ao B.r Comasdanto do Sóétiro lBatr'? ão à» To'Soãao Ti 141 tar de VNinnos Gornãos s.rta Tárcãa HRoeorinnm dor Dontos. >. xe nentante da ve do Acmsintãânaim oProcoeão? . = ore Aavars CAVSanca Bondesnpachenm-— oecronentrontos de asvoraos Ctvbes de «ao Co cunmsiands s entenmtees Serviços ace asverons EncoLar tintadunias o ainda renTro- contantes ane Vo ntérive da Cariaândo. Em “roaseo ruirnento , o nresidento er es— so: aralavra à ser Soares «3 os NRodr' rues cve maniferntou sua alegria rela saver da fundando ads ri moIro One Trlida da VD, ascos, da sv e em Bom De spa— onmos, dedicada no monor nmercvmdonmão ou remã-ntonndornndo. A neoguaixr fez ma LS — tura do Tásotórico da Cagan, rento mereto consceanente da Camranha da Prator-— nidade ace 17293, cujo tem os oroasr nosso -nÃioo «o moras**". Oa vrinoírios q o s7ogsan:s "onde ve rosren os tas" João Noacos Dizia De 71h09 &- Con são a “navncação reto Lror" o rm cnridnde de DNoaco: “A educernção não «- que nueira.* a ao caucndor São são Vicente de Taulo. anoisiste em cuoror nmue fa Ar6õsa mn Teiturs do sernora Bi slenc Dantns da Casa da sas mn cm fazor Tiãstórico, o Sar vascou a palavra qi Pinto de Araif cer » Tcecitura do Estatuto odvo;ssado, mem io. ora fa Criança, eln'orado pelo Der Josuíro Ta veciro Dvtra, tro do Conselho Votrono* jtocono ec Scto WHoricrornte, neto D.r ! advogado, memtro ncessor juridico da USV?, ão D.r Tr ':10 Arnoldo Juncne“ rm arcos Contigo, ntivo cor o com nlgumas susgestõms “soro'or de Justiça dr Comarca de o ecstnatnto Toi Bom Doesra- cho. Terminad”r a leiturn comentado ec anrovado "presentes. 4 S.r”» Zilda s ror todos os £ marifestou clorinndo a iniciântiva do grU no de ma senhores rrcnonsíveis velo Crioção dn Casa dn Criança, fazendo voto de |p no êxito. Usou dn nvalavra o S.r Antonio Dimos de Rezende, aque se coloco dissosicno par colaborar con » otrn. dentro dos limites das possibilidades financciras à» Secretaria do Toónuençãoe Cultura. Usou da palavra, logo nnvós, o confrade José Cardoso de Vecrnuita. Presidente do Conselho Prrticular de Bom Desractho NG dn SEVP aro doecloror, soh os anlausos de todos, fundada a Obra Unida dn BSVP, vineu' ada no Consco'Hvo Prrticuler de Pom Desracho da SSVP, a Caoa da Criansa Irmã Niria. E recvida. o Presidente José Cardoso de Mesaqui- ta nomeou a Px idente ads COnan dn Jrinnço Irmã Maria, a consócia S.ra Sara Campos Rodrigues; rir» Vice nrogsidente, consócia S.ra Ana Finto Peixciros Primeira Secretíria S.rn e consócia Mor in Mes uita C osta; Segunda Secroetá-— "1a Sira Isa Yeixeirn Contião; Frimejsr: Pesounreira S.ra Gisleno Dontas Finto Araújo: Segunda Tesoureira S.ra Varia Ca Laa Cardoso. Trosseguindo a reunião, o Trosidente dão Conseli:o Trrti ln a: SvVvP declarou empossadas todns as in- tegmantes da Dirctorinr ad: Grs dr Orãanca Irmã VNoria, nos seus respcctivos cnrros e em n'ieno a CRa o ae sura funrnões, agunrdando-gse o vreristro da prer- sonnisdnde jurídica da recém-fundoda Ot Uniia. Vol'ando com a palavra, a Freridente da Casa d: Crsoenea Tema Var O S et Sax: Cam os Rodrigucs, rassoul n de: irnar os Nem' ros do Conselno PS Go a: Entica:ce, ecomrosto r:'or três VMem- pros efetivos e três surtentes. Os rã: efetivos: S.ra Zilda Santos “tozoensvalas, membro do ConseltHo Nun' cá ri , aos jirocstos da Crirnça e do Adolescente; bera ri» de Fátima Rezende Couto r rrenentonte do Clube das Acácias; o Ser Vix— “140 Divnldo S4Ilvn, ontr-dao vicentino. Os JSMnmtentes: desisnndos Torams el re rende «Cort: Se consbosa vicentina., tr Dr Marcos Gontijo o Nário Jésus VaTentim. nmbos cortfrndes vicentiroa. E Sar cnoncim a palavra livros. A Serem Tamw Veixoira ont satiafa-cão reto ressurgimento da insdosntavn dan TEEFe avcão der derme tr nnos fora reconhecida como neco: sBiande veemente 1 resTres 'e Assistência e Tromoção( ABA TD, reLo Jussr-do apa Nao E cora as bio rência J.S.ra ae Bom Deapacho. D.Iss Teu o documento dessa Contfexrcr: , stes tornsnos:-“"Jnho de 1977. O nvlune jamento dama Casa da Crinnçma Tor avre contr “o Congelno Pertioulnr de São Vicente de Taulo e aurroveodo. Nas, veio a frIhar. fer?ncia nineia * vontade de seus menbros. rn então Treo igdente arm ire Tedro gpa pps Gontijo e Frosiden— te da Conforínmecim N.S.r» de Rs Eae ar: Au>=x3I liadora Lage'”' . Logo «nós, q Sra Gi s'ene fTe- trevs « AD isa fire ação sobre a faciãlãi— ande que o Ao te one ppa ao e eovre qo diTficuldades quanto - sEe Eae Hasan Se e red oritas = a GUVT poderá enitir recibo ade-— anundo parn dod: le Y cumes Tirvwa se dispor a oforceccor adaornstivo à EE re tonou a palavre o, de posse co regulamento a- Ea , p z o cnpítuios e se reforo &bu Obras Uni-— Gues à Lbocicdado, ev > , e o rros doe presidente o Je vico-progsi-— doente devem sor ox itãivos. 1 inda obrervanãdo a Regra, a Otros Umia dove se re bro do Clero, que deve ecxercor a fun—- ção de hAssiatente ado eTo iroco.-Não pavendo nada mais a tentar, q S.ra Sar encerrou a reunião, da qual au, Alberto Correia Tinto, noecretário F wtícnIiar a: SSVvr àe Eom Daspacho MG, lavras ae pvrosente ata aues, je : , Lã e nprovaoda nerê assinada.Bom De s- Io. o 4 Je novembro de z ? E n0& Crdoso de Ncsnuita, Alberto Correia Pinto, Sara Campos Rodrigsg ue s, to Teixeira, Jsn Teixeira G ontijo arise YVescmrmit” Costa 231.34 Tinrãioao zencovmia, GCiígliene Dentas Finto de iranjdos Virgfiso DeSilva. Narian Cen , ZeYi Resende Contijão wárs o feirmásigra Va-— Lentiír, Narcoa Antonio Gonti ãe vitima Regonde Couto." * o oue ge conté fis Jo Tivro de ntao. Nom esnacho., dor 10 de x CARTORIO DO REGISTRO CI PESSOAS JURIDICAS EQM DESPACHO —- MINAS Apresentado hoje para regis sob o numero 261 no livro A-4, f Sat Bida “ “ a ts Hopi Ginil das Paegsas w ' ve Cesgsa do Bird Dispacho - MG hhA&O ÁRAIO GÔNTISO Elisa Eoveisá iituRO VÊ EQuIJO Sus. Cligia] Estatuto da Casa da Criança Irma Maria Art. 1º - A Casa da Criança Irmã Maria, fundada em 12 de Dutubro de 1993, é uma instituição de caráter filantrópico e caritativo, sem fins lucrativos e se constitui como uma Obra Unida da Saciedadese de S3o Vicente de Paulo, Despacho - MG, da vinculade ao Conselho Particular de Bom Parágrafo Único Bociedades de São Vicente des Paulo. A Casa da Criança Irmã Maria, no presenta instrumento & chamada também Casa da Criança ou símplesmenta Casa, de e Associação. Entida- art. 2e - A Casa da Criança tem Vicentas, onde sua sede à Rua Araújos, 7267, Bairro sao nesta cidade des Bom Despacho, Estado de Minas Gerais, tem sou Foro, com tempa ds duração por prazos indeterminado. A Casa da Criança, que funcionará como uma Casa Transitória pa- terá como objetivo: a) acolher crianças abandonadas , ou semi-abandonadas; bb) tentar suprir as carências das mssmas, proporcionando-lhes a) afestwas adequadas; da) escolar; €F)>) Art. 39 —- ra menores, 6) alimentação sadia; cc) roupas assistência médica e dentárias e) assistência ambients fraterno s sadio ques lnas ass seguranças q) lazeres-. Capítulo odics aca Art. as — Sempre que a Casa da Críança acolher uma criança, o fato será comunicado ao Respeitávsi IDuizado de Menores da Comarca ou ao Consslho Municiçal dos Direitos da Criança e do Adolescenta. art. Se -— Para o acolnimento, ferior a 12 (goze) anos. Único- Em casos especiais, poderá ser sstudada a proposta de criança com idade acima de doze anos, da Diretoria da Casa. a criança deverá ter a idades igusl au im- Parágrafo do acordo com o parscer MES as São deveres e dirsitos das ctianças 2colnidaas: a) as crianças Severão frequentar as Escolas Públicas mais próximas, ou Creches, conforms a idades; b) as crianças tm o direito de ser bom trata-— das e o dever de respritar o direito dos outros ; c) as crianças têm o diroíto s o dever de participarem da iniciação profissio- nai, ministrada pela Casa, ou por Órgãos Parasestataiss a) as cri- anças deverão ter comportamento moral sadia; e) as crianças ou jovens, ss houvsr, Sdaverão obsdecer a todas as determinaçães Diretoria da Casa, da bem como o Regulamento Interno. RT ag A Capítulo III - Da Saída da Criança ou Jovem Art. 7º - As criangas ou jovens deixarão a Casa nos seguintes casos: a) Colocação em família, mediante autorização do Juizado de Menores da Comarça; b) casamento; c) ter completado dezoito anos de idade; d) ter comportamento prejudicial aos outros, a critério da diretorsa; e) caso de colocação & do Juizado de Menores da Comarca. Parágrafo único- Na hipótese da alínea Cc +, oou a jovem poderá permane- csr na Casa, a critério da Diretorias e no disposto da alínea So, * criança ou jovem será encaminhado ao Juizado des Mencores E: da Comarca desta cidade, M E =) re disposição ssoc4s A Casa da Criança será administrada por uma Diretoria que se compõe de: a) Presidente; Db) VicsiPresidantes GC) Primnasiro Se-— cretário; 4) Segundo Secretário; e) Primeiro Tesouresiros ff) Smw— gundo Tesoureiro. Pargáararo único— nart. 98º — A Diretoria posderáã, anuslmeante, cal, composta de três membros Art. ea — Compete ao Presidentes => Pressicdsr am eunises , berações sejam cumpricias s Db) Convocar sas seannses das trasorsinácioas sesigarar um Conseslno Fis— eretivos es de trãs suplentes . assembléias, cuidando para que as Seld— Assemblásas Gerais Ordinárias e Ex— S)DZeslsr LSntesralmeantea por todos os interesnaas relacionados cem a Entidade s 97 Fiscalizar, cosrssnar os trabalnos da Diretorias eDRepressontar = Emticimcie -em Juízo e extrajucsãicaimalimem ts, sslsgar poderes «e adotar mecicas > Assinar como Tenauireas e Ses umesm tece <rue são 5 q> Dar posse, Gestituir, quando nacennário as pocemetia Do cumprimento dos objetivas s os choques, Fars endossa outros PpossnísbDILIStammovimemtar as Finanças da Associa- szxonsrar quslquar membro interesante da Entidades n) Contratar e dispensar servisdar . ADE so -— Compete ao Vice-Presidente a) Substituir o Presiíidonte em suas b) Assessorar o Presidonte sa Diretorsa, ausôncias s impedimentos 5 em todas as suas ações; Compste ao Primeiro Secretários a) Administrar integralments a Secretaria; b) Cuidar e zelar da correspondência e demais documentos póéis e do arquivo da Entidade; Art. 112 — GC) Secretariar todas as reuniões s elaborar as respectiv Art. 12 -« Compete ao Segundo Secrotário: no dra pra He +. 235 sem JEdcs o about” fm Rs a casi re ae o ais ri TES es o . ES eutrtso s ame se E Se e É E + Lange = ea ES peso oct ni Rê aid x Ed as a NS E RE des US JE pd e E cen ê A ed a o tr Ts nen a emb - nei: Rm E ei rcy siy tes em o ST ip Cê E dad aa SR ME sr De ia a Rs: io ' Errado ct + : Emi a a ST re e e rd LD | te dra t o RE DS ol ao ' rt: tes mo RS portes o ER ES Sp re VI ape e , ado É e En do De Eds Sam os cr SE cesipd Be pio rui fo | dra Sosa em E re PY Da pes Em + = es a a fa mer, di EAR vê à aa a RA dO SERE seia A ] E ts Ea Eae Meo pu a Rd Efe apertar Eq: a my paes SS e Es, A aqui E: o a) Susstituir o Primeiro Secretário em todas as suas ausências N tos; b) Assessorar diretamente o Primeiro Secretário. Art.13- Compete ao Primeiro Tesoureiro: a) Responsabilizar-ss por todos os valores e cont tidade, devendo, abilização ds bens da En- xercício, mensalments, apresentar Balancets, e, ao final de cada e- um Balanço Geral; b) Ter sob sua guarda os valores da Entidade; Cc) Assinar com o Presidentes os cheques, endossos e outras documentos ques possibilitem movimentar as finanças da Entidade. Art.14: Compete ao Segundo Tesoureiros a) Substituir o Primeiro Tesoursiro em suas ausências s impedimentos 5; Db) Assessorar diretamente ao Primeiro Tesoureiro. Art. 1S-— Os membros do Conselho Fiscal serão , Diretoria da Casa da Crianças, um membro - anualmente, designados pela Art. 16- podendo haver uma só designação para cada Ao Conselno Fiscal comr este examinar e fiscalizar toda a ção da Associação no tocante a rínanças e patrimônio, que será apresentado à Assemblsi documenta-— ATE - 1P— slasborando o Parecer, a Geral. da Diretoria da Casa da Criança serão nomeados pelo Pre— nidente do Conselhno Particular da SSVP de Bom Despacho-mG . s.1º — O Presidente e q Vice-Presidente riamonte, membros ativos terá um mandato de ss ze — os membros da Casa da Criança serão, sa Sociedade <Cs Sszo Vicente ce a Cauatro) obrigato- A ssretoria da casa Paulo es a Diretorias anos . sa Criança tem «a pre coincidente com o mangato do Premsceamite Despachos, so Conselno Particular, da socisdade Se São Vicente de Paulo, que as nomeatu ss. — os membros Casa da Criança poderão pelo nova Presidenta dao Consmsihna Particular, se ques rior-. x art. as CV tórmino de seu mandato sem— des Som aa Diretoria Sa ser conf si rmados trata o parágrago ante— -o quadro Social da Casa da Criança => Diretorias DD) Associados Tundadores , ção e aprovação compor-se-á&z que do Estatutos, participaram da diretoria da Casa da Crianças reunido de funda-— podendo integrar ou não & primeira Ce)Associados Ativos da Casa da Criança, que tiverem o requer ímeam-— to eprovaco pela Diretorias Parágrafo único- Para ser admitido como Associado ativa da Casa serão observados os seguíntss requisitos rs neo; - Crianças, a) ter comportamento Idã- b) possuir vocação de servir o próxima. d) Associado contribuinte, aquele que, não participando de reumi- Ses, contribui com doações frequentes; e) Associado honorário- todo aquele que colaberou com ser os s donativos, de forma relevante, para o engrandecimento de CE É RE as pi Eh e AS A a ne o dg ca pr LS E a Rd Ae É re 1 ds Rana TRE e DE, E rg RT a SE Pampas abs PRA E ao = SRD ME E CS ST a E p E eg tas meo E Ip SE “qa prá Metas É su 55 ER sega ge Gus EEE Ps ap | e E E A o posta qe E E de ni RS cre a t = pa Cie 6% pas dio É qi om = q en ar me Gapítulo V- Das Assembléias Gerais art. 19- As do Art. 20- As Assembléias Gerais Ordinárias serão realizadas sêmpre no primsi- ro c>o trimestre de cada ano do calendário, para tratar dos sesegquin- tes assuntos 1 Assembléias Gsrais serão ordinárias e Extraordinárias, ds acor- com o assunto a ser tratado. a) presteção de contas do exercício anterior; b) exame do Parecer do Conselho Fiscal e ec) outros assuntos de interessa da Entidades. 5 21º- As convocações da Diretoria da Casa da Criança serão realiza-— das com 15 Cquinze) dias de antecedência, no mímiíimo, e, para a validade das torna-se necessária a presen— ça ss a votação de um terço dos associados Inscritos. A prestação de contas, uma vez aprovada, será sencaminhada pela Diretoria da Casa da Criança as Consslha Particular da SSvVP de Bom Despacho-MG . 21- As Assembléias Gerais Extraordinárias serão convocadas pel dente da Casa da Crianças, de, deliberaçãoss, & 290 — ArDt. o Presi- sempre que exigir aq interóéósss da Entida- ou por 2/3 (Caasis terços) dos associados Inscritos, tes casos nos seguin— a) Reforma do Estatuto, inclusive na parte da Dirstoria, desde qus haja prévia e expressa aprovação dos Conselhos: Particular, Central e Metropolitano da Sociedade de São Vicente de Paulo, aos quais ses- tiver vinculada a Casa da Criança; b) Venda de imóveis s outros bens 5 Cc) Extinção da Casa da Criança. $ 1º- Aplicam-se aos dispositivos das a disposto na alínea a Seste Ss ze- As convacações dias cs, líneas Db e G e parts final artígo. saurzo Feitas com o prazo mínimo de Fo Ctrinta) para a validade das decisões, é& imprescindível a pre- sença e a votação de 2/3 (dois terços) dos Associados Inscrsi- tos . “No caso de extinção da Casa da Criança, objetivos, art. 22 por não mais atingir os seus o Presidenta da Casa nomeará dois membros da Sociedada de São Vicente ds Paulo, para efetuarem a transferência do patri- mônio s documentação ao Consslho Particular de Bom Despacho, ds mesma socisdade. tua VI = O Patrimônio 23- o patrimônio da Casa da Criança consistirá det a) contribuição de seus Associados, de acordo com q Regimenta Inter- o) rotda, em parte, obtida de venda de produtos do Bazar da Casa da Crianças c) donativos diversos, legados e dcações; aS acto Panteos de receitas, locais cu de outras cidades; » : pRivIdageeà sé e TE Cm eta me E Tia a O Casa pda ata =) os LS Lda O ca ae E O E q Ra É ed med = es sp A ind TE TCE ori] O qu a mir rs vera Cm ape gr Pr Ro LR É Ema RR, ei stat rins ap pers ess 4 pr o sra er E eg to Sms Senta Tr er EAR a da Ansa ana “a sd sei cesto E 3 dis E Êo gp a E Ei mato o a fe ei nd MÊS AGA, “a ds » sê suas ds tá im ce TP RT a ASR ca RL A cd E so = q ESSES pr e e STR o A E. io ceu ai Tri da e AS O E O e E da 5 di ip cio e q gs nda DS SR qu O rampa A o ERR E » sr dios es cmmtade oh Ada ma rogo a a cy À r mit si DE RE AM a PS a demite d ês Str a e o E ds a SD o NS ay o RR a a É pa de Eta E Pr ae pro Md DE E Ee ce e E RS o O é & e SF a E SR e Se A o 2 EA pa A é tas spas. (o Mr eva Caldo data queer o ES ts = a A e) proveniente de subvenções co Poder Público. Art. sional, 25- A Casa da Criança introduzirá, paulatimamente, a iniciação profis- tendo em vista as aptidões da criança ou jovem. Parágrafo único- A iniciação de ques trata o artigo s poderá ser externa, ou dentro do sstabelscimento da Casa da Criança s, para tanto, contará com Convênios a ssrem celebrados e com profissíonais colaboradores ques ofersce- rao, gratuitamente, os seus serviços sspecializados. Art. 26- Os membros da Diretoria Sa Casa da Criança e seus Associados não receberão quaisquer remunsrações, vantagens, ou algum tipo ds benefício de ordem financeira da Entidade. Art. 27- Oa membros da Diretoria e pondem, nem mesmo subsidiariaments, Criança - Art. 28- os Assocíados da Casa da Criança não res- pelas obrigações sociais da Casa da A Casa da Criança se submete inteiramente as lamento da Socisdade de São Vicente de Paulo se, le VIII, Art. S6 aus transcríto fosse. ATE. 29 — disposições do Regu- especificamente, uo Capítu— ineo & inteiramente aplicóvels como que seo aquí ta Os casos omissos do presente Estatuto e as pela Diretoria ses Bom Despachno-mMe , «a se novembro de 1995. spililcação serso lho Particular, Bom Despachos, dúvidas oriundas cie mia da Casa 3 as rã ançeas - pelos Cons — da Socisdade des São Vicente des Pass lo -. Zx narra corgeade prescdet EELÊ Decos Casa de Crane E qo so Ê do Golo cã fo CD caia =. Il 4 cies DOSÊ CARDOSO Dr mars vir> CPr ss In7s0aos = - = TES adora E rea ( : persa ppreópes pa EE ' 7 Dr. Ma ra6s ç ntônia Gontijo (creia ee s RO s CoaB ma: 25.212 4 crr: 141.294 226 es CARTÓRIO DO REGIST Pça. Mauiz, 140 - Sáia 106/8'- Bom Despicho i » iba Rida nes E o Ea rd a + c SPACHO — s + VIL DAS | ns | E sto qe pratico rim a o eos. od regue io e 2 Da ide muco E e ad + Te ecra so e pelo e es prado cem, dm ira cm TA ad nisto Pa nio a Ae Sat do Bbspszgrne exp ed etnia a Fis es Is = ent e ni nda APR di é ae 14) mem e a pre dente 5 3 A as er a pira. rã - rd mina bota O ada! er co 7a F, aesrim Eat Tres see RE do Made = sa Xs E adia na Colas my 3 apta aaa: a <a Ervas dr : dE À cxugçes e ia ma ER ad E crepe E dig nt q e a se ay E 7 E e pers E e O o Rs e le FS A at o ae) eram 1 rt data pa tiro E ap RS | dp SÊ é Er Regi (Di im qria em metia, dc ps O o a PR Rr mo me io or a | o í aj ata AEE erre AE é PAR E A CRIANÇA A- Diretcrias presidente: Consócia Sara Csmpos Rodrigues, brasileira, casada, profes- Bom Despacho. Yinto Teixeira, trasileira., gore, residente à Rua Vigário Nicolau, 288, vice-presidente: Consócia Ana tárie Auxiliar da SSVvI, Bom Despacho. 14 soocretária: ConsScia Maria NMesauita Costa, residente à Rua São José, 2a secretária: casada, secre- residente à Rua D.r José Gonçalves, 18, Ap.to 02 prasisleira, viúvas, Despacho . do ILlar, 125, Apeto 202, Bom s.ra Isa Teixeira S S ontijo, brasileira, viúvas, empresária renaidentsá à Irraça da Matriz, XS s Dom Despacho. as Tesoureiras s.ra Gislene Dentas Finto Araújo, brasileira, casada, pro fessora aposentada, prpensnisidentoao & Avenida 2º do Junkhos ATE, Bom DogspoachoO . 2%» Tesourei-as s.ra Maria Coima Gardaoso , trasiitiesIiras, sanada, comerciante rosddento & ivondaa aas TAlmadlarmaros 415 + Pom Doeospacho . = SonseI1no Fá acamrs “ Momntbroas s- "=. sretivoms Ha 7 caca Was" 4 <a iFenza tio ns sentada, vesidenta & traiu oro . ES mr reoria do PFátina Hesnands sente & ttosenavessos, Pbrasslcira, casadas, ver Fanoci Llereira, 155», prorosnsora apo Ap. to 401, Bom Despa-— corto s, vens Te diras oc smecia sy Curva lIno , 300 . Avenidas Sarilom T> tanotria , ce <A > maes as Desprono . = es es 4 Dairro São JosS, Tom s.r varsífiso Divaias Zuaa rearo memircos ed saliva, simão vas, 427. Suplentess rosonde Sonti sos, sidente É Tira trasisIairos emma dao , tamo tras os, casidern to & tom Pesar clo e. brassleira, adAivorciada, AlTeres Tavauroso ass, profoasnora aposentada, ro- Apeto Z0àas, Dom Despscihao Noxrcos Antônio Gontijo, brasileiros, casado, advcaenas , resisonto à Eua rVareceoconai rloxriano Ieixoóto, 2. Ape to OL Dom Despacno. Nério Jósus VclentiD, brasilciro, casado, aposentado, residenta à savens— aa Mancel da Costa Fontijso, 1026, Bairro de Téátima, Pom Despacho. C—- Associados TunSdadores: José Cardoso de Mesquita, brasileiro, cassdão, militar reformado, atual presidente do Conselho Tarticular de EFom Despacho da SSVP, residente à Avenida das Talmeiras, 415, Bon Despachos Alberto Correia Finto, brasileiro, casado, func. público eposentado, xe- gidente à Rua São José, 151, Bom Desgacho. e sa ein em * CARTORIO DO REGISTRO CIVI FESSOAS JURIDICAS DAS EOM DESPACHO MINAS GERAIS Apresentado hoje para registro Registrado sob o numero 261 no livro A-4, fis:/19. Bom Despacho, 14 de MARCO de O Oficial sub. 149 Fo Cogpacho = “jp GONtiÔ Quasi e ALHO VAL GonTUÔ Se -Qicial Ani ARA Er (umaisa de &