| Tipo | Lei Ordinária |
|---|---|
| Número / Ano | 13 / 1995 |
| Date | 1995-08-14 |
| Ementa | "Cria o Conselho Municipal de Assistência Social - COMAS, institui o fundo de Assistência Social,cria a Coordenação de Recursos Sociais, autoriza abertura de Crédito Especial e dá outras providências." |
| native_id | 928 |
status: extracted · method: ocr · backend: tesseract · confidence: 0.43 · pages: 76
Ldmara Municipal de com DEspacio ESTADO DE MINAS GERAIS PROJETO DE ae me = uses Objeto: =. e sa vemalo > « me cas E CSEMe aos mas O Lee == Sa sa , Elia. - E 4 = ça pais ga = sa o = e ema em e co = > Tocos ae pt Sis Te cs Es SAS Soma gestao e So cê > <=. S3 Pa sl Autor: « chesde Jhoasiçisaado amos isa lsssaç ss is ENTREGUE NA SECRETARIA DATA DO VENCIMENTO 4 A SUJEITO A o DISCUSSOES DO NRO VIE e AA AS A APROVADO 214 44 J25 APROVADO 3:22 (/OG [Ses — Gruta. Apicabram PRESIDENTE A PROPOSIÇÃO CONSTOU DO EXPEDIENTE DA RERUNIÃO: DE. sd PARA O PROJETO É EXIGIDA A MAIORIA e: cia o) » Cy A PROPOSIÇÃO FOI 0 ASS EMO L70K/ TS PUBLICADO NO O Nº os Er GRE AREA ENCAMINHADA PELO OPICIO-N= = DE PR o / Eej PE ain SCE SO e 5 ÃO OT E E TT ENE Sa emeres NOMEIO RELATOR O VEREADOR PROTOCOLO: PFRESBDENTES a iene eee ceia DA ic + AME RELATOR: EE aa Ra os Ed MEMBRO : PRE ces = EM O PARECER ENTREGUE EM. = Miro renda g — qi z E COMISSÃO DE Espa = Ba yr NOMEIO RELATOR O VEREADOR. == air fee Cro Ser PROTOCOLO: Pe E Pre SE - — — EM 2, RELATOR: CO E RR mm, E AEE MEMBRO: Em dr A é PARECER ENTREGUE EM E mm * de OBSERVAÇÕES POR MEMBROS DAS COMISSÕES: EM. AP Ri sirene RS 7 a DE RUBRO a EMA... e SEE: RUSZaroSA e De GE 1 - SOLICITADO POR REQUERIMENTO Nº... / o TER Z REQUERIDO AO EM /. X +» OFICIO CM / EEE ASSUNTO: OBSERVAÇÕES: — a SOLICITADO POR REQUERIMENTO Nº... 4 RR dit o o DES, E REQUERIDO AO + OFICIO CM Pd -, ASSUNTO: OBSERVAÇÕES: dica DA OS eg 3 - mal; 2ZAS | Esprsua Ds ESSA NASA Sd a ES - " ' ) . a E Bare ta sk oco N oteLeJzIs o a Lico O ços l - EA 2 mo na ENE <p e RN QUE Snes ISS ES >> 4. EM DS URRIOA a o. ES ES, + CM. SPSS sqmmies RUBRICA SENA O VE RUBRICA CÂMARA PROPOSIÇÃO DE LEI DE Nº "CRIA O CONSELHO MUN TÊNCIA SOCIAL, TO ESPECIAL E ICIPAL DE A CRIA A COORDENAÇ. o Povo de Bom Despacho/11G PAL, sanciono CAPITULO + DO CONSELHO MUNICIPAL sEçÇÃO a DOS are. 2192— em carãter permanente. Social. Are. 2e— I- XE- Conselho Municipal de Asssitência Social: fixar diretrizes. sando o enfrentamento da pobreza a garam condiçoss para atender contingênc iss sas sociais e q universalização III—- estabalecar padro&s de des e organizaçoss de assistência socitarl Iv— atendimento a serem observados por entida- subvencionadas pelo mu fixar normas emitir pa entidades de assistência social sz no COMAS. vI- emitir parecer aprovados z VII- emitir perecer sobre a o campo da assistóência socialsz VIII- acompanhar e avaliar «a os sociais e o desempenho dos programas e IX—- manter intercâmbio com dos estados e da unidos X- promover a XI- promover a lescência e & velhice; XII- promover a XIIXI- promover a deficiências e promover sua integração & XIV- elaborar SEÇÃO Ir DA CoMmPOSIÇÃO SSISTENCIA SOCIAL XO DE RECURSOS SOCIAIS. DÁ OUTRAS PROVIDENCIAS". por seus representantes, a seguinte [Leis OBJETIVOS rica criado o Conselho Municipal de & como órgão deliberativo do sistem. execução dos planos de enfrentamento proteção 5 família. E integração de pessoas care: nabilitação e rea MUNICIPAL DE BOM DESPACHO 13)QRS — COMAS, INSTITUI O FUNDO DE ASSIS AUTORIZA A ABERTURA DE CREDI aprovou, e eu, PREFEITO MUNICI- DE ASSISTENCIA SOCIAL assistência Social — COMAS, 7 a Municipal de Assistência micTpiosz recer sobre a conces são de subvenções a 19ência para funcionamento. ncia Social. = nios com entidades públicas ou privadas de assist dos programas da prévia inscrição proposta orçamentária anual do municipio gestão dos recursos, projetos executados; entidades similares bem como os benefici-— de outros municípios . ds pobreza ; 3 maternidade, & infância, & ado — ntes ao mercado de trabalhoz bilitação das pessoas portadoras de vida comunitárias o regimento interno. DHDAI2ZO MOR SO JASDIVUM AMAMÃO ass qe EFA 3 Taboo AGRICOLA 21 qu Vera O LUTIIEVNI. SCANDO — JATIGO po! IEEE E ASTRA CINTAS ak E O MAITARCA O NSLTOTOR «TTAXIOS DOT a siga oos a ATLAS a ENT TO 7 & EI E ELGCTUO RT AA TDT SI RN = VIENA TYEN TRES ques cuvuvosas «posSossosoaigoer Ev TO «Casar est Cs era » Ex santos ore tome % CEA ms SILOS NIDA ESA jo 3 ARS MO IE AE na PRA e na ese, —" cc — Emi Iva cos Te Estas essa cui TD SEA ma Tarada mt Emitir ssa crm SS cz gos Rosario Peres ES emos tetra deste mma Sp | PRE ' Tísivols ntanãs Sema ts L=cytr Essa % ea ago 2% casamos si a Eni mm suedo e Mn ais fmcm dos % Em Soa — Sa aim esto ei Ta nã as e mms sn ta mes ey Es RA E Cefotovo som Io Tra. aos A ama — Ta “Em int Ema cru nos es. ME o age | ES SD a O ta SS RD np e SE ud mãos o pt pais Vert me e a 5 Elen q E ese a ED E a a ia a a E == tr sa qro ce tm ms Desk Ye o Besvea tt 45% state Sat usuctasa tee E reresrs Tres rs iu E a nos e ms en Es pes a | E, e o tee we has o E Eae quem mm miicbenis tintos os = os Somes ri o mt “ea —4* wEwivos stonbaa Lei ato um ento ice DL rm E dom e sc ces tres em ese Dos esas E TT Eua, isento Roe - sos sTniDes SE cielo tomas to to Mount sobertspro mts qria Dei Towers Pampas reto disse ts api = en sea = o cecied em ST — UM EC otoubsuco sentem ese Ietovs stonHss ra em co mesa E t+ >) Te tis cesstreto LS crio reg iz ksa -cobavsrTãs = sousa car ita -— aturbted cu tevno stistanedsvoso Icones - rios Tomnasec Sh3%teveo — XY picasa pio nice 4 intimo rt, NT den O esti» Emmact qua ae mera ter sob cmsusq - native e TesosquuDa =—E3 TS q et - ST SO CS str cg mist am mM a Da 1 a one a sir mostro cota e E mos isso TO sssanmir o — LE 3 sottou we e ssa am muerta ses aos st osbrsderaaDo sb cortesia = s sono “a ! = be É SEtonstni s cubapiásosea To qnttimed = ER esperma — LM isstátev É o dioaDaama AA rea e dessem os sdinvivo sesrnsa ob SODA TROS o deseDadsonTesorrcor 28 oEpositides o oBypsSra tdo Su esa =LXI% vetada runs spiv É pRSSPOSAi qu Ss osposomsã = esp o Rates ascsutgss o sersodanis —y IA CÂMARA MUNICIPAL DE BOM DESPACHO Art. ria Municipal de Saúde e Ação social, 1- (06) representantes do Poder Executivo Municipal; TE 3º- O Conselho Municipal de Assistência Social, vinculado à& Secreta- terã a seguinte composiç ão paritárias: (6) seis representantes dos Prestdores de se nais da &rea e usuários; & 1º- Cada titular do comMaS terã um suplente, ria representativa; Somente serã admi rviços, profi ssions- & 28- tida a participação no comas de entidades Jjuri- dicamente constituídas e em regular funcionamento. & 3º- Os membros efetivos e suplentes te indicação das respectivas entidades, prestadores nais da área e usuários; & 42- Os representan colha do Prefeito; a 5e—- oríundo da mesma catego-— do COMAS serão nomeados median— de serviços sociais, profissio- tes do Poder Executivo Municipal ser A presidência do Conselho serã exercida pelo Secretário Munici — pai de Saúde e Ação Social; Na ausência e/ou impedimento do Secretário Municipal de Saúde e Ação Social. a Presidência serã assumida pelo representante da Divisão de Ação Social sz a 6º- O mandato dos membros do Conselhno serã de um por iguai perTodo- 72 O mandato dos membros do Conselho sor5 exercido gratuitamente. — sendo expressamento vedada a concessão de qualquer tipo de remuneração. beneficio de nmnaturesa pecuntária-. do de livre es recondução. ano, permitindo a” vantagem ou Are. 424— O COMAS reger-sa—s5 pelas seguintes disposiçoãs, no qua == rortore sos seus membros z e co público relevante sz = exercicio da Função do. consslhairo saer& constdasrado « JI- os membros do Justiticado comas serão substitultdos caso fale a o (tras) reuntofs consecutivas ou os (amis) por um período das os Cum) meo sz frt— os menbros do COMAS poderão ser aubstitutdcs mediante sosJticies ção da entidado ou autoridade responsâvali. apresentada a Pretoesltco fIsmÃcAd pal - SEÇÃO == omo serva 0 sem motiva reuntosBs intercal acess DO FUNC IONANENTO Are. Se- Oo orgão de deliberação máxima do COMAS E o plenário. Are. 62— O conselho solicitcar5 a em irei Des sOrAmEenTo em suas rmuniol. sva- colaboração de servidores do Poder Exec devendo contam com uma secretaria sema 2 12—- A convocação serã feita por escrito. cinco (05) ssas para as sesaoss ordinárias. q de sess0s sxtraocd4imaras as & 28— As decisoss do Conselino serão tomadas com « presença de. no mimã cinco (05) da seus membros Se As desisolis do Conselho serão tomades por metoria simples dos Re membros comparacentes, tendo o Presidente o voto de desempate - & 48— O Conselho poderã solicitar a Executivo para assessoramento em suas reunioss, Executiva - com antecedência mínima cima” 24 (vinte = quere o) noreas pare meo . colaboração de servidores do Poder podendo constituir uma Secretãâria mi & 5º- Para o seu pleno funcionamento. lizar os serviços infra estruturais das unidades a o Conseino & 62º- As deciso&s do Cons fica autorizado a uti administrativas do Poder Executivo. elho serão consubstanciadas em resoluçoEs. Ro QHJATAT. MOM 2 JAMGTAUM REAMÃO “psdiser & cveluoriw qLetdos wtonbizirsa od testo siis2no) O -3€ .34A, | 7 Aeptadatassa oBstzogmos sjaluço= q Eaoos, «intãos 0891 s sro go LogtaotauM mis ! = qctogioiasta ovisuosorã 190D91 ob asdosInsas=10T Cao) —E ç ' Lanotenticsa «cogivica eb assobsesas vol: estoninamaIsãos vios (3) =TT 1 issinêus S soam mt gtest ais mesm sb oSnutso cosnataque mm faso? 2ANOS gde tus du —SK for .evrtegrisma ee asia, -rsdr ashepiins vt ZÊNIO vm oEosatossasa = Gbrisispa Base vonsteo” img os re E stosmenoctamvi Foods no o esbiv3isanoo variam e tbem nosronsa sado AMO) SE esdosique o coviszaim eotdram 2) -2E | ctirtioag «erniso copçivra bbegorobstzssa rebebiSas urvrsvoeqen+ cota Ktasvt mm ! o ve Ee mis Sr e a pt em fm o arts at se Inqi>otavia vo rsvsensit Job op ESTUDOS Dele ml tia ds ) | a pra: ássisIEa Tot metia EStúul ditamissSdet nie sotfovos Eure esses ais promise A — ms & + nfs trs SIS SS] dt pISSUISOGgA! voa sia A stiutovo otger si eiipinêo eis E maci su SEmiteo mt ssnsInalssãos ole sSbrmuzcs Sue sisaóbisasa Lino oi embçooo we mar o tu Io e petista -cirees!| Emil to bics oftraesoS er mi radiii ms ossvnsa CS “Es & S «Spots tnugã sea ssigriino Dea eo mn IT Sa dor za csstf mm «sto ecrastdcet Rot 3 mtucaprs Ca | qm io eim queens cio mm dd is GALA ospiseuçy e Evga É nomes Seinitro mamas cnterricae H! SETE S oro eme ans soe ia a Mo RT am im Sette sp vu st «copio rt conter Bla E-Haiccampra Dainciio Cs —ttosm a f + A ART ci DO a MD ty Ava des «usrdsmema Emap ras cs dons A metano Ta ar o ss DT sr e == , E die» O o red Dc RR dd E ie «VI LOT Gun ver Tu STS tus citzes CRE croatas ts E . api sas a eme tee Lee) O tes decido MBC aa maix) Ga go amina o RO SD cinta A os Cory dt ptatsmaiaEn SM muco juas Serio = frStrISo vonsitvem obiuaitsicstes us vEsatrc ELSA votam me ER ! em Msg bm. vd RA De smilies — Tirso cocomiminãos nfs noto E coragem asc aro fa mea Mto aço | dis | rca E o ps DR E | es eee psd!» E DP URE otsStrsLa e zo ab ssisDe segs tedêitos vi» Ens <td nesta qo “ip DESONnTtiZ Sis oBbusedlvisos q TInsisitos ossada € —S a ia TE xa eia io EA TS q a — E ger ms Desc estuerecirento coeDTT co des O GD mer mc O E O O RS O a i EM Say nine De ne o CU Ri ci A mt A RR Ea aid E a es e E ea ne o A a junat ms tec Ceres ass da SE DE to e ni ADS SD DS mao ar A ga e O MR noir r - ques Ea Tot RT pe ci q jo a e ste er ai caes SS mdS sevamnos ass ext asma eaCaTA mami cam ES o ae) rata —— ton io | e; de cos tee dna AS REM coin o pars metro nitote qo cebemmss SE rise serah EMA a e am E me ci md ta H «Mine cs ses Scot Bm o nei) o ds eres ein | dm it os ieepe anto Caes RL as tendo qnd cs Fipe nt Se ds re E > 1 A ca Wessabmec 04 Te evo 4 Ser o o TITS vis zIJITIVGOS obrese «2BSInas ces O cce scr me cera espiã a DO no e E a a 34 ie pbhestaõãds “str tlisado q «tinpmanolsou Dre ces o matei mad da DITAS SOB vt eeviasa Jetninus zetsviau vei nheduIvasDo cxIMnà coimas sm camaçk dd eutosss ms vebatanaseduzcas cizos odidesõo VE 2Destaoso cê RE = CÂMARA MUNICIPAL DE Art. a pessoas e entidades, I= com c de recursos humanos para a assistem 7º- Para melhor desempenho de obedecidos os seguinte sideram-se colabora suas s cr dores do cia social e a independente de sua representação II- poderão ser conv cialização para assessorar o III- poderão ser criadas comissoBs des-membro do COMAS e outras profissionais, internas constituídas instituiçoãs para pr: a respeito de temas especificos. Are. aGe- As sessoEs plenárias ordinária verso ter divulgação ampla o acesso assegurado aq Parãágraro Onico- As resoluçoSs do COMAS pienário-e comisso&s, deverão ser ampiamente dtwu Art. 9e- O COMAS elaborarã seu nregiment ta) dias apõôs a promulgação da presente lei. CAPITULO Tz MUNICIPAL DE SEÇÃO T NATUREZA = DOS DO FUNDO ASSI DA Are. 210— Fica crtado o Fundo Municipal vo de atender «os encargos decorrentes da ação dc soctal., daisposto na a proteção 5 o a velnicesz rIrIr—- a promoção da integração das pe a nabilitação aq reabilitação a cita o a promoção de sua integração & vida comunte PARAGRAFO ONICO-— Os programas de ater no que couber, de reitos & Criança e do Adolescente - Are. 11- O Fundo Municipal de Assistênc mente ao Secretário Municítpali de Saúde «e Assistên 12- São atriíbuiçoãs do Secretário mM a16m de outras especir ficadas em leis ou decretos: I- gerir o Fundo Municipal de Ass ticas de aplicação de seus recursos conforme as d Assistência Socltalsz II- submeter ao Conse aplicação a cargo do Fundo em siíntonita com o piamn de assistência social e com a Lei de Diretrizes O III- submeter ao Conselho Municipal traço&s mensais de receita e despesa do fundo ; Municipio no campo Lei Federal nº &.7 dIimento a serão atendidos com os recursos BOM DESPACHO funçoés, itérios: comaS as instituiçoãõs formadoras s entidades representativas de no Conselho; ou instituiço&s de notória espe-— o COMAS poderá recorrer por entida- dos e emitir pareceres s e extraordinárias do COMAS. de-— pãâbiico-. . bem como os temas tratados em 7 Igadas . o Interno no prazo de 60 (sessen— STENCIA SOCTAE- OBIETIVOS DO FUNDO de Asssitência Socisli com o objet da assistêncit de O7 de dezembro de 1993. « mas que vi=ems aja 3 infôncia, & adolescência ssoas carentes ao mercado de era — as pessoas portadoras de defticiEmn— artasz ia Soctal fitcarã vinculado aireca- ciaSocial. unicipai de Saúde e Ação Social istência Social e estabelecer polí eciso5Bs do Conselho Municipal de ociail o pleno de” o plurianual e o plano municipal ” rçamentárias; de Assistência Social as demons OHIE92N0 Moa dá JAFISAUM ASAMÃO ssitases ExaLoa 22AGX O ,oBopaul teve 2 YIDa ka Das e Po SAS tara To mess mu : ': do aevtininsesaiasa ones t = qornrsózcao sude stazdsou vt eBoçindisars us eo + bi -«-usitsas dor cebivi tino eme eae Rea FILL «a So iess o dad ini somegsals sorte Eiui -2% 45 * 26 mbbtasbodo .>asbsbiadco os teme stode tros sd as DizdoSs —+L va stomdinices = er some met Deer ts vagos sulco sIGoernm e trert «viensresstea va tr 1 iv Sama (im « visao —TE o CRS SS snicassrra IS Opte E od TES. SEsSbio TT o ts TESTA em sóvo so EMPRODO DE Ca dat OI rtonsães em eds at Me om = sTINÃOS ot entabostbaspaso ss sstaêunibao ustsinaia Bons sã -esgsà SI tIdDs vs obauçoeces SC q scan st pet Far Di sans ca Ro epi To nd (e e a De e e rt LEAINDO DO “Ss uldes” 2 entao mis pm sd . em ines o É eia it is De mts E een po e Tm rã a a DS a ee a SA um Comb DS EESTI besepareata Ceras Emis to Cams do se sado - De es Di DT Ri Ti O ap O cad tes SAI a SAMU TA TE ERA que gr > SE DENSAS +% CU = sina CESENAR SS mloçh SERIAL MR = us + SE ESA pensa ALA maple SE Dei | PA DS ip O Si] > rd CR Sie Dea mai mm RA SR med renda e et este (sem e es EA eessiA ento ie atm ES Re ms aa mr cm e o EN io ET SEA mts ce petgass santo TS NEMO ns IGT OL DE Tay a . Ae sa ice rit o cesto (Umas es te eta mam em sos ento sr sn e nm meme om tm a e H Tt mero aa ani o a 2 a A rm dm E Cotia tora E certas o nsenvinindem O .mELieaçãa É cobyescãa s —El Em e o Romi = gia O ES SR o e DD me e et TD its ni e usa des — EEE . y met E on, mo DOE TÁ E MA SE Sac Eta e] am ne mm E mea Et si a DI o Ts “so es r sm ET À exeseio o» mo Es a esa s* o o nao anne RR E E MT TDI O sie RTST TDI Ea Te est semeia Ea CNES ER e e E em E E De E CLASS CS TRERRÃOS mi SD RO ER TS mr A SS O E | Ena SR si O e cia — 5 eg e e A A MS este ntte crwsTtusçto CissEs ietosE gran rea nm Cesc estores sz de Ri = fossas Pose ram ed cm ES O O Emi DE ear er DTD es a mt a ni ES re - vos Miu escudo em mto Tra TE ts Tecgis Testa misses ant uslbcss Tess se oo —=s “de sewsssset ud cimsT mta psStiIiDEec a ema mir ex sn E tor s104 FaSsLoscise 161507 siSoSSiaresã ts tmentostis o st3oe —T o img tavd SAS EO qr tro nioso Em verso tecdo sds cumes esty SED E Eeidoo atos ai RM “Lat ser a cesar qua Sa pet + o o tes io Te» envia o Setoo: sTIsonbasisso st iegisiasvts codicano) Ss + sacia T testatess conti os fLevasimuto otite Ss mos sTespelãa q t ta | csetstinonn ção sim ss3 os Ee e > o tg = E DS - east. a istodoe stovmsastoçhã ot Leatoteasts ordã SVO e + mudas Er [OS EAS To est EEE ts Tess de E es epi Eos o o À CÂMARA MUNICIPAL DE BOM DESPACHO IV- encaminhar a contabilidade geral do Município as demonstraçoãs mencionadas no inciso anterior; V- ordenar a execução e o pagamento das despesas do Fundo , junto com o Prefeito Municipalsz VI— firmar convênios e contratos Inclusive de empréstimos, junta — mente com o Prefeito Municipal, referentes a recursos que serão saminitstrados pe-— 10 Fundo. VII- acompanhar, avaliar e decidir a reslização das açoSs previstas no Plano Municipal de Assistência Socialsz VIII- subdelegar competências aos responsávets pelos estabeleciman tos de serviços de assistência social que integram a rede municipal sz I1X— assinar cheque com o Prefeito Municipal sz SEÇÃO II DAS RECEITAS em con DO FUNDO Art. 13- Constitutrão receitas do Fundos I- Unido o dos Estados as transterências oriundas do orçamento da Seguricacie social da TI— Os recursos rinancetlros do Municipio destinados so custeto do * pagamento dos auxílios natalidade e funeral sz III— doaçoãs, auxTitos e contribuiçoãs de terceiros sz IV—- recursos financeiros oriundos do Governo Federal o de outros or gãos púbiicos. recebidos diretamente ou por meio «de convEmi os sz cooperação. V— pecursos tinenceliros oriundos da organismos Internacionais de recebidos diretamanto ou por meato de convwér ie sz VI- porta do capita decorrente ia realização de operaçoãs de crs— dito em instituiçoõãs financeiras SILLA L quando previamente ator Asc «mm 1a wet posa fd capiíirarss VIZI— outras recoslttas provantentos de fontes aqui não uxpiicitacems. « excoção de Impostos - 12 As receitas descritas nesto artigo serzo depositadas ocobrigators ementa am conta especial a sor aberta no da crBdico- mantida em agência do ocstabelscimemnto emira Quando não estiverem sendo utilizados nas finalidados próprias. os recursos do Fundo poderão sor aplicados no mercado de caps tas. posição das disponibilidades financeiras aprovadas peito Conselho Municipal des As sistência Social, vII— rendas provenientes Sa aplicação da sous recursos no mercado de de acordo com a ele reverterãdo. objetivando o aumento das receitas do Fundo. cujos resultados - SEÇÃO x 2 DO ORÇAMENTO E DA ESCRITURAÇÃO CONTABITI ATE - 14—- O orçamento do Fundo Municipal de Assistência Social evidencia- rã as politicas e o programa aprovado pelo Conselho Municipal de Assistência Soci-— al, 1 de Diretrizes Orçamentárias e o principi Parãágrafro Unico- O orçamento do Fundo Municipal de Assistência Soctal in tegrarã o orçamento do Município em obediência ao princípio da unidade; observados o plano plurianual e a Ie o da universalidade e do equilibrio; 2dopasFaventuvars otasfotry Cb tfeszóp sbobtttdsõanos E Ibrsrimesocs VT Axo rtsbIce dit on asnsento CoD. um ceSbrsi o strogasb seb adnsmevea 2 DE. Usa * Teanetriais Ejiás sima to ie cito O mais o » estro > seems iz IN sete. stegtotousA oStoisTToo muro e Na - nisi qsoóniszesSsque ab sutestont -palessnssttnivus oia Up eoraus UU Dm — TE estica voo ent sEçeni tas eo “tt ts 5) mm sr a rt 2.5 nino tech of SesioEna! Sms tao ese pes dra ms lt rim et E Dr TS amas sapo Torrdr= SET Eu as TnIdeiniSonSICIim city e 1v-eis E u< ce RES GU > sm Lam — * maca EDHCS EE E fesni E À ma yes eniE-a E 1 ns E re mt foro puetiavosto nt Game ac > < e | as mms o os e o ÃO qe qa > Ea vá am a ã Emacs E - se mp 1 RE e cem em + E pecas = emma to ms As se Res nine es nas a A Sd EE ões % da “a bios ps ES or sam > . a E sb tee ESA | ed ii E e a Eca am es teres + k — ee di Lento, say es E ir a Eram emos arestas estesrsas pera ea a Tt. x — = tests tros Et ça ' — teses da x 3-GE < Seg TX => z x q + X ato Ms cre fs —w stc seo + ts CÂMARA MUNICIPAL DE BOM DESPACHO Art. 15- A contabilidade do Fundo Municipal de Assistência Social tem por objetivo evidenciar a situação financeira, patrimonial e orçamentária do Sistema Municipal de Assistência Social, observados os padro&s e normas estabele cidas na legislação pertinente. Art. 16- A contabilidade serã organizada de forma a permitir o exerci-— cio das suas funço&s de controle prévio, concomitante e subsequente e de informar inclusive do apropriar e apurar custos dos serviços, so consequentemente, de con— cretizar o seu objetivo, bem como interpretar e analisar os resultados obtidos. Are. 17—- A escrituração contã&bi1i serã feita no Srgão central de contabt Iidade da Prefeitura Municipal E 198—- A contabilidade emitirã relatórios mensais de gestão, inclusit-— va dos custos dos serviços - E 28- Constituem relatórios de gestão os balancetes mensais de race ta o da despesa do Fundo Municipal de Assistência Social dacomnais demon Ee ce Es exigidas pele Es pego s 32 s demonstraçoãs q os relatórios passarão a integrar a contaba sidade qumrazx do mumnicTpio ALE - 19— O fundo unir da ASSAD Ea socias doa cars vigência ALMA Ema CAP] TTE aa DAS DISPOSIÇÕES GERAIS FE FINAL Are. I19— Fica crtocda q Coordenação do recursos SOC! sm. da poto Creta do Divizão ds AÇÃO social. diretamente muborcdinacde nicipai do Safíidea = AÇÃO Social. que serã oxercas “o Socretário rir com = aequines (EralA4cdacte 1r> promover q mobilização dos recursos soctaim existentes ao Mamã Tpio,. bem coma estêimular a criação So outros necessários 5 universsiisação dos dsmmttos SOCI atm Lz— Conmeino Limiar prentaor apoio administrativo nocensãrio ao funcionamente «so do nssimtência Social sz IZI—- manter o codeasero de eme sdados o organiczaçoõe de assistôncia social s IV— Instruir os pedidos ce soctat. inscrição sa entidades do assimtncaia segundo a regulamentação que rega = v— instruir processes matr 1 az =... das pagamanto de auxTiso natealidado o Tuma vaz— scompannar e avaliar «a GenÇãO de CAGUEGDOS 4 poem como os bens] — cios sociais e o desempenho dos programas e projetos aprovados gz VII-—- fiscalizar a aplicação dos recursos trensraridos a conta dao Fundo Municipal de Assistôncia Social X— executar as decisoBs do COMAS e outras que Ine forem determãa— nadas pelo Secretário Municipal de Saúde e Ação Social. Art. 20- Para atender &s despesas decorrentes desta Lei. vo Municipal autorizado a abrir cródito especial atã o Iimiíte a (Duzentos e Quarenta e Cinco M141 Reais), rica o Executi — vigente, o R$245.000,00 podendo utilizar dotaçoõs do orçamento e bem como superavit financeiro ou oxcesso de arrecadação . ap mc pas Tm cs SO GD O vai a e Ata tona OH9Ad2IA MOS AQ SAIIZUMESAMÃO aceitado MM EL Susa sthes ate satosonpvo avisado ot as 1 + fem HT Tr esa st Tosse e io a ICC ÃiIIDS, vise tztesL em raia tetos? nsiondadgtora tão fm tos testis spjsrstanesçãio mw. Lisias sos LT mms a O O Ro Rd o do = Mesa SO AS Tese o A ata ae tores GE i= Iptrsesroso cd —DEL) - FYE Ci e e us sô. de me ia cem E mEssavos e So qçunsT ema dao cr eg (rm RD SD CLIO SET S qd SS a . , sa mes sau s astros sia mine dita creu cer isdo sb Ls ds DS É Ta a acata era sã te ser rh V dO ESmmaa cm | UCS Sr dd its Leme xnbbaga ónrt 3 Ea qse sisdadvos su rsrrs- o =2E, o da nl Rota ss srt meses po LS mn | ia ae E ds Edo et EISSnSs coludisica as kasd soma E Icsmdiascoca fe —— Girão Sms É Leslie atos e a E dg ato = temeroso esses Emo qu safa O ameno mx ns tar vsesstasizeav Tm Co apos solta 23 ereto mento mta o Map esc a ess e PES O ARS Desert | at nie ea sera Rs E» e us tofu tre? me Rem de sássnos ss eseesci q Stone u soi1Ssetao mesma USD nes mis “8% 3 sm toe Essas esto Jean ita Ra E STE ti resegr ta as setor wsisadarcrenã at TUR ea ars -— 1% e Sd atado “ss VP CIÇREA Eg e esho SE TUENERASR S x as coreto Bro oo cias mcraticei! caia do centra een A atm ti SDL AO Sm SEA e TES e a O E E ET pad e “* — Td es DD a Ss rr SI O ce TIS a E Sa O ae + terei es a ARDE ip DA DO ad mm mese O a Tinc Na DESC se ae DT a id ntstsa mesas e sa A een Em “A CRETUES EE dei Ene! ires Lema corati=osnraes e eis esq > se Taatas a 4 center emeção o cap tt ea es fEmrenep am aco rot ns Meca nado eng o a e eme Um djracatostass as GdsEcssose tam LE E Pa og a fe o nm Nando A E o E a o oo Sa gpa ra q O re Sã sh e 4 mantem = cus EIS UM Mo E Pe o Ei O SEA SECA cera ab io Sa Ss oa ca AA : te Tras - some air Es esmo À ums uia cr tES CRS “8 um spa = lost é abesà teia SEELTHI et e messine cms ati commit A mp4 E he TED ES mo mn TT e E PU SA o 7 o tas "ema Da eo Fgm MG ad a ee eee digas dm A mia ra aa E CA E IES, te 2 Cao .. +ou desde om 3 — o. am quam s a god E O do esto tuit cámca E mem sas a ai de adro e og E La a seas aaa res Smetapess ess adia EA ET O q > edu, > cisma ela ams ess - . comes Smeão a % o me tiTensas cora ita > e est Eca x euera MRS ora MD rea o Ases a so =) is api sd DR eh nisto ma betco +» =» as Mig mm np =. O O pica Se o di => à ecessa SExdSaaDe? Gia Mas debnrceçõeso a» mst. «fes ses tadasarsser ecesdeca WS note es Leio CB, a IREI | O CDA BSS As as piintã o 6 Islosges osIDESS arado w matntsos Nim Encdten mesh cd nais “apso vb boas soL msts A Sa estrenateça q (ES Mir essi eo mese mato ao MS cs ço i TCP DAS Sis missoes qse vs SG SRA Ca Tra pads CÃO pa e + CAMARA MUNICIPAL DE BOM DESPACHO Art. 21- Esta 1e1t entrarã em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposiço&s em contrário. Sala das SessoBs da Câmara Municipal de Bom Despacho/MG, em 28 de Agosto de 19955. PRESIDENTE. dfisberto Coimbra id a oe: Reecadade o Za da a anmbulganvos - cotomottdno eim er me Feto mer — 1 ms Gage *s% w3s 2281 Ss Ssesga si 5. - cs Eta De fes Cmt tes = A | A CÂMARA MUNICIPAL DE BOM DESPACHO Y E é magra EMENDAS AO PROJETO DE LEI DE Nº 13/95 Artigo 1º- Passa a ter a seguinte redação: 'Fâca criado o Cóônselho Municipal de Assitência Social — COMAS, em caráter permanen— te, / como Srgão deliberativo do Sistema Municipal de Assitência Social. “ A e Artigo 20- Item"I No. lúgar da palavra elaborar passa a ser definir < > Tftem IV'— fixar normas e emitir parecer sobre. - A a ETtem W — jair sobre a exigência para funcionamento, aa prévia inscri— cas no COMAS, das entidades e organizaço&s de Assitência Social. Ttem VI/— Emitis paraceras sobre Elio Tre VII O Emitir parocoer sobre ... Artigos 32 Ttem IX. —| (6) sais representantes dos Prestadores Ie serviços, Profisosico— nais datreia & umsufeteos. Pardórato 32—- (Acrestente-sa) respectivas entidades. prestadores de serviços seciade. profissionais da Sra ce vimsicdrdess. Pardgra£o 6o— & mandato dos membros do Cônselno será de um ano. permitindo a aeececita— ão, por dicoqual pesrfecio. artigo Se— O Sqonsalho policitará a Solaborávão de servidores do Poder Executivo para na sor mento sm suas resunioss. devendo contas com uma secratária executiva A=tsgo 12— O Fundo Municipal de Assistência Social ficará vinculado diretamente ao Sea EE E Ria A SE a DE Desa o Aemintência Social - Saúde Ação Social. a ESSES ca ir d cg eçresirea lite E = rã x Dev É Arg ES fico 15 Leg ada P= <a ado F, = A res 2 — qu ese Est pen; pa: de “ Do did i ms — e = = * quem er ra = te torEÃão esE E = Cr Ministério de Bom Estar Social Transcrição do DOU de 08/12/93 Serviço de Informática da FAMURS LEI Nº 8.742, DE 7 DE DEZEMBRO DE 1993. Dispõe sobre a organização da Assistência Social e dá outras providências O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber o que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: LEILORGANICA DA ASSISTÊNCIA SOCIAL CAPÍTULO 1 DAS DEFINIÇÕES E DOS OBJETIVOS Art. 1º - A assistôncia social, direito do cidadão e ddver do Estado, & -a do Seguridade Social não contributiva, que provê os minimos s. realizada através de um conjunto integrado de ações de iniciativa a e da sociedade para garantir o atendimemto às necessidades básicas. Arm. 2º - & assistência social tem por objetivos: 1- wa proteção à família, à matormidadoa, à infância, a adolescência e à velhice; “-o amparo às crianças e adolescento carentes. m - a promoção da integração ao mercado des trabalho. vv - a habilitação e reabilitação das pessoas portadoras de sSeticiêm- cias e a promoção de sua integração à& vida comunitária. v-agarantia de 1 (um) salário minimo de beneficio mensal à pessoa portadora de deficiência e ao idoso que comprovem não possuir melos de prover a própria manutenção ou de teta provida por sua família. Parágrafo Unico - & assistôncia Social realiza-se de forma integrada às ponticas setoriais, visando ao enfrontamento da pobreza. & garantia aos minimos sociais. ao provimento de condições para atender contingêmn- cias o à universalização dos direitos sociais. social sem fins tucrativeos. assessoramento aos bonafiários abrangidos por esta Lei, bem como as AM. 3º - Considoram-se entidados o organizações do assistência aquetas que prestam, atendimento e que atuam na defesa e garantia de sous direitos. cia dt en copos de A Meat a aa CAPÍTULO Il DOS PRINCÍPIOS E DAS DIRETRIZES Seção DOS PRINCÍPIOS Art. 4º - A Assistência Social rege-se pelos seguintos princípios: 1 - supremacia do atendimento às necessidades sociais sobre as exigências de remtabilidade econômica; “-univorsalização dos direitos sociais, a fim de tornar o destinatário aa ação assistencial alcançável polas demais políticas públicas; W1- respeito à dignidade do cidadão, a sua autonoímia e ao seu direito a beneficios e sorviços de qualidade. bem como & convivência familiar e comunitária, vedando-se qualquer comprovação vexatória de necessida- de; ENE] 1V - igualdade de direitos no acesso ao atendimento, ser aiscrimina- ção de qualquer natureza. garantindo se equivalôncia às populações urbanas e rurais. Y —- divulgação ampla dos beneficios, serviços. programas « projetos accistenctais. bem como dos recursos oforacisos pelo Poder Público e dos ermtórios pera sum concossão. seção mm DAS DIRETRIZES arm se - A organização da asatatôncia social tom core tasca soa seguintos diretrizes” 1 - doscentralização político ccteministrativoa psrea os E stacios, «> Distrito Federal a os Municipios. & comando único citam ações est ceia micra tes governo. W-paricipação da população, por meio de organizações reprememte nte na formulação das politicas e no controls das ações erm todos os miveia: mo primazia da responsabilidade do Estado ma condução ca politica de asaistôncia social Sm caca esfera cao qovermes. 4 CAPÍTULO HI DA ORGANIZAÇÃO E DA GESTÃO Art. 6º - As ações na área de assistência social são organizadas em sistema descentralizado e participativo, constituído pelas entidades e organizações de assistência social, abrangidas por esta Lei, que articule meios, esforços e recursos, e por um conjunto de instâncias deliberativas compostas pelos diversos setores envolvidos na área. Parágrafo Único - A instância coordenadora da Política Nacional de Assistência Social! 6 o Ministório do Bem Estar Social. Art. 7º - As ações de assistência social, no Ambito das entidades e organizações de assistência social, observarã Conselho Nacional de Assistência Social - oasnormasexpedidas pelo dosta Lei. CNAS de que trata o arm. 17 Art. Bº - & União, Os Estados. O Distrito Federal e os Municipios, observados os principios e cirotrizes estabelecidos nesta Lei, fixarão suas respectivas politicas de Assistômeie Socimar. á rr. 3º - O fuma tonamento das ontidades o organizações de mssistôm cia social depende de próvia inscrição no respective Conselho Municipal do Assistência Social, ou no Consalho de Assistência Social do Distrito Federal, conforma o caso. G14?º- A rogulamentação desta Leal definirá os critórios «to in aeriçõe « funcionamento das entidacas com atuação em. mais Se um município no mesmo Estado, ou em mais do um Estado ou Distrito Fercdesrcat s 2º - Gabe no Conselho Municipal do Assistencia Sicecial e mo Conaalho de Asalstência Social do Distrito Pecderal a fizentização cias entidades referidas no caput. na forma prevista exrr fest cos recaralcarevesentos. 53º - A inscrição da entidade no Conselho Memicipoal cies Ms statêmeica sociat, ou no Conselho de Assistência Social do Distrito FPeoseral, & condição essencialpara o encaminhamento cfe prescticio cães firves filantrópicos Conselho Nacional de Assistências Social - CIHASS. s 4º - As entidados e as organizações da assistência social peocier. para detosa doe seus diretos referentes à insoerição e ao funcionamento, recorrer aos Consalhos Nacional, Estaduais. Fesarcat. PAvunicipeais e cto foimstrites Ar. TO A tino oa Estados, om Mmicipics e» «x» tostritos Fesctesreat podem cetobrar convênios eres entisadsos e orgnnisações do messistôncis Coecint. ermm conformidade com os Planos aprovados pelos respoctivos Consemos. Arm. 11 -Asações das três esteras do governo na dress cleo sssistómeta social realizam-se de forma articulada, cabendo a coordenação e as normas gerais à esfera federal e a coordenação e execução dos progra- mas, em suas respectivas esferas, aos Estados, ao Distrito Fedoral e nos Municipios. : Art. 12 - Compete à União: | - responder pela concessão e manutenção dos benefícios de prestação continuada definidos no art. 203 da Constituição Federal; H - apoiar técnica e financeiramente os serviços, os programas e os projetos de enfrentamento da pobreza em âmbito nacional; Wi - atender, em conjunto com os Estados, o Distrito Federal e os Municípios, às ações assistonciais de carátor do emergôncia. Art. 13 - Compete aos Estados: | - destinar recursos financeiros aos Municípios, a título de participa- ção no custeio do pagamento dos auxílios natalidade e funeral, mediante critérios estabetoecidos pelos Conselhos Estaduais de Assistôncia Social. 1 - apoiar técnica e financeiramento os serviços, os prograinas e os projetos do enfroniamento da pobreza em Ambito regional ou local; WE - etoncdor em conjunto com os Municípios, às ações assistonciais de carátor de emergência; 1V - estimular e apoiar técnica e financeiramento as associações e consórcios municipais na prestação de serviços de assistôncia social; w - prestar serviços assistenciais cujos custos em musência cio gsemanda municipal jfjustifiquem uma rede regional de serviços, sSesconcentrada, no âmbito do respectivo Fstacio AM 14 - Compete so Distrito Fectorcatl: 1—- Sestinar recursos finamesiros pers c» exsstetos cfc> porscocarerestates cfcrs enramcith os nstatlidadea e funorat, meocianto critérios estabetlocictos pelo €C>cr semo de Assistência Social do Distrito Fecerat: "o oefotuar o pagamento dos estsxilicoo eestenliciactes e frsmmesrsati “executar os projatos ce emfremtarmerto cia pobreza. ictutncio parceria com organizações cima ecciecincte cixit; 1VY - atender às ações assistenciais So caráter da eameargência. Y - prestar os sorviços assistêncinis de que trata O arm. 23 dosta | oi Am 1S- Compete dos Municipios. 1- Sestinar recursos financairos poara etssteico cão postamos cio muxzitos petetictacdes e fumerat. emeactianto criteriosa eststentoctesciicêcos prestes Conselhos Municipais de Assistência Social. Wo etatuar o paogmmento cics cmilicos rententiciactes es Trrrvesread: mm - executar os projatos de enfrentamento cima protores sos parceria com o gqanisações «ta socieciacte ctndt. e reuni «a DR co a cn erram IV - atender às ações assistenciais de caráter de emergência; V - prestar os serviços assistenciais de que trata o art. 23 desta Lei. Art. 16 - As instâncias doliborativas do sistemas descentralizado e participativo do assistôncia social, de carátor pormanente e composição paritária entre gvovermo e sociodude civil, são: f-o Corn: » Pdacional cio Assistôncia Social; HU -os Co hos Estaduais de Assistência Social; WI - o Cons ro de Assistôncia Social do Distrito Fedoral; 1 - os Consslhos Municipais do Assistência Social. AM. 17 - Pica irstituído o Conselho Nacional de Assistência Social - CHUAS, Srigão superior de Solberação colegiada, vinculado à estrutura do órgão da Aciey vação Pública Federal responsável! pela Coordenação da Política pis nal de As tência Social, cujos membros. nomeados pelo Presictor <a PResporstotr tm mearicicto cães 2 (cIcsiss) arrrcos, peremiticta tsrtros csrsicaa roSornctução por su porodo. G12- O Conselho racional do Assistência Social - CNAS é composto por 18 Ccieszertoy embros e respectivos suplentes, cujos nm s são ' ados ao Sr sa Adenicustração Pública F eceral 1 prestes coordenação da ca Nacional de Assistência Soci o com os crmSrios secquimt : 1-9 Grove) roporesmesntoa « cacomvesrencneuscsentesizs, deverlusicactos 1 Cuarva) cesprrer- meesrrtcanstas cdcros do cics e 1€ v1) <icres PAusericipaics 1-9 (nove) copresentantes da sociedade civil, dentro roprosontantos cics cscstscáricoss os <tes Organizações cJe usuários, das entidados a organiza- ções de ausisntôncia social & dos trabalhadores do setor, escolhidos em fosres porchporico escot> fisscocatizoaçããos «Sos RAirnicsteário Futstico Fecseorcat. SG 2º - €> C>orsettros Piaciomal de Assistência Social - CNAS & presicicdo por vs cics sestss dest esmvtess, estesitos cteonmtro sous mmerbrcos, porsres rrrcsracícatos cles 1 Crsrvr) came, poescrvriticios csrerca cFrvicoca OS omncução per icgrsaal presricscêes. 53º O Conselho mMacitonaldea Assistência Social - CNAS contará com turerca CSescirentenrica ES mescrestinas, ca cqrscal tesrod cotsca cxstrestrsre ciiscipolimacia esera setor cics Podsor Executivo. s 4% —- CDs Cicorselhros cio quem tratar ss irsciscas tt, Mit cs EN” cio cart. 165 cSeserctico esesr devcstitesicicos. cesespoesctivcarmmento, pelos Ectiactos. poortos EDisteitos Federal o pelos Municipios, mmeciiantea leal sapescifica. Art. TE - CScorviprestes exc> CDcorsssesthio Picaciicorsal da Assistência SS]ocizt: 1 aprovar a Petiticca Pacioncal ce Assistência Social; Mo - moremesticcar cos ações e recuar ca porescitesçõõãos cleo mesmviqess ces mcatereszea poeatoticica e» porixcactos ruc> ccartapoos cSca casessinstseaciias esescteat; Mo — fizer excoremicass para ca Concessão co registro o carmiticados de fins espo 1, cdes é .. E filantrópicos às entidades privadas prestadoras de serviços e assossoramonto de assistência social; 1Y - conceder atostado da registro e cortificado da entidades de fins filantrópicos na forma do regulamento a ser fixado, observado o disposto no art. 9º desta Lei; V- zelar pela efetivação do sistema descentralizado e participativo de assistência social; VI - convocar ordinariamente a cada 2(dois) anos, ou extr aordinaria- mente, por maioria absoluta de seus membros, a Conferência Nacional da Assistência Social, que terá a atribuição de avaliar a situação da assistên- cia social é propor diretrizos para o aperteiçoamento do sistema; vu - (VETADO) vm - apreciar e aprovar a proposta orçamentária da Assistência Social a ser encaminhada polo órgão da Administração Pública Federal responsável pela coordenação da Política Nacional de Assistôncia Social; 1X - aprovar critérios de transferência de recursos para os Estados, Municípios e Distrito Federal, considerando, para tanto, indicadores que informem sua regionalização mais equitativa, tais como pop dação, remcta per capita, moralidade infamtile concentração do renda, alórm de diseipoi- nar os procedimentos de repasse do recursos para as esmticiactoes organizações do assistência social, sem projuizo das disposições da Lei de Diretrizes Orçamentárias: XxX -acompanhare avaliar a gestão dos recursos, beem ori cos ganhos sociais e O dosempenhno dos programas e projetos porcos: 1 - estapbetacor diretrizes. apreciar e aprovar cs precrcproeees camas «+ pturianvails do Fumo Pinciorsal cf Amaintôrcim Sicetmal - E RIM >X MH - indicar o representante do Conselho Pncionat do Asaistmeoto Socia - CSHAS jumo ao €Clcoreeires Pic tcors dr CSescgrerict E] + ese tem Intermo: DIZ — esivestcgar ro Cicários Cofictest cia LIrr tocas as como as contas do Fundo Piacioreal ct respectivos pareceres ermitictos. suma Am 13 e cescrimsôsess, fores rvs Asnizsiôência Social - FNAS o os - Compate ao órgão ca Acininistração Pretolicaa Pescteset cesponsávelpela coordonação da Politica Nacional de Assistência Social: 1 - cosrsenar o articular es ações no campo da assistôncia social; » - propor no Consemo Nacional do Assistência Social - CNAS Pontica Nacional de Assistência Social nuns normas qeorsmiss, trem cortes cos ermmtérios de prioridade e do elegibilidade, além de padrões de qualidade ma prestação de bonoficios, serviços. programas e projatos. WI - prover recursos para O pagamento dos beneficios do prestação continuada definidos nesta Lei; .= eg eo rare IV - elaborar e encaminhar a proposta orçamentária da assistência social, em conjunto com as demais áreas da Seguridade Social; V- propor os critérios de transferôncia dos recursos de que trata esta Lei; Vi - proceder à transferência social, na forma prevista nesta Lei; VH - encaminhar à apreciação do Conselho Nacional de Assistência Social - CNAS relatórios trimestr ais o anuais de atividades e de realização financeira dos recursos; VIH - prestar assessoramento técnico aos Estados, ao Distrito Fedoa- rat, aos Municípios e às entidados e organizações de assistência social; 1X - formular politica para a qualificação sistemática e continuada de recursos humanos no campo da assistôncia social; X - desenvolver estudos e pesquisas para fundamentar as análises de nocessidados e formulação de Proposições para a área; o XI - coordenar e manter atualizado o sistema de cadastro do ontida- des eorganizações de assistôncia social, em articulação com os Estados, . os Municípios e o Distrito edsoratl; XH -armicutar-seo comos Srgãos responsáveis polas politicas do saúde e previdência social, bem como com os demais responsáveis pelas polticas sócio-econômicas setoriais, visando à clevação do patamar minimo da atencdinamo às nocassidados básicas; Hm —- expecir os atos norvmativos necessários ss gostão co Frncio Picacsicoracal ce Assistôncia Social - FNAS, do ACOrSO GOrm cs diretrizes estabelacidas pelo Conselho Nacional de Assistência Social - CIPIAS, FIN” — tetocecar o cestormestesr enco Coco sesibrc> Picacicrcal cia Assistôrcica sSocisal .= €<B CAPÍTULO IV DOS BENEFÍCIOS, DOS SERVIÇOS, DOS PROGRAMAS E DOS PROJETOS DE ASSISTÊNCIA SOCIAL Seção I DO BENEFÍCIO DE PRESTAÇÃO CONTINUADA Ar. 20 - O benefício do prostação co satário minimo mensal & pessoa portador ZO (sotenta) anos ou mais e que comprov a própria manutanção e nem tó-ta provicta S1º- Para os efaitos do disposto no e unidade mononuctcar. vivendo sob o m de 1 Gu) idoso com = de prover mo entendo -se por família a =no teto. euja economia & mantida peta contribuição de seus integrantes. S$2º- Para efeito do concessão deste benetnicio. a pessoa portadora do Seficiência & aquela Incapacitada para a vida independonta o para o trabalho. portadora de deficiência ou idosa família cuja renda monsal por capita seja Inferior a 1/4 Gurmm quarto) do salário minimo sa” SObonaficio do que trata este artigo ndo podo sor metreeteacio pesto boneficiário com qualquer cutro mes dirmtoito cia sescoesrictacte csctet cos cio outro regime, salvo o da assistôncia mmácsica. Ss 5ST- A situação de Intornado não prejudica O direito do tsoso ou do portador de deficiência as beneficio. se A Soticiôncia será cormmprevecia streaveia ce musmtimnçãeo e lerucio expedido por serviço que conto ecrm esqui emuttiproftiasicmal co Slater Úmico do SSmiuce - SSLISS ces cs Instituto Paciormeal so SSecgtro USescrical — IRISSS, credenciados para esse fim pelo Conselho Municipal do Asaintôência sosctatl. Ss 7º. a hipotese de não existirem sermiços erecemeatacios mes Municipios de residencia cso tocomeficissrico, fico sseçurado o se anca nhamento so Municipio mala próximo cure cortar ccosrma tonto excotrestesrea. Arm. 21 O bonoficio de prestação continuada deve ser reviato sm esta 2 (sois) anos para avaliação cia comtimiesicicacto cias cxexrcsiçõõãesos cqrses lives cSemrcare erioerm. S 1% €3 pagamento do bonefício cessa no momento em que forem .s superadas as condições referidas no caput, ou em caso de morte do beneficiário. 82º- O beneficio será cancelado quando se constatar irreguiaridade na sua conce: o OU utilização Seção H DOS BENEFÍCIOS EVENTUAIS oficios cverntuais, aquelas que visam ore às famílias cuja renda Am. 22 E rtondem-se tee pooscgcariresarico cics cataxitio pros sestosiicdiacie us mensal per capita se inforior a 1/4 (tim equis 19) do salário minimo S 1º - À concessão e o valor dos benoficios de que trata este artigo do Assistência Social dos Esta- sorão regulamontados pelos Conselhos Municípios, mediante critérios e prazos dos, do Distrito Federal e dos definidos pelo Conselho Nacional de Assistência Social - CNAS. S 2º - Poderão ser estabelecidos outros benofícios evoertuais para atender necossidacdeos advindas do situação de vulnorabilidade tempora- tica com prioriciacio para a criança, a família, o idoso, a pessoa poradorsa de dofticiência a gestante, a nutriz o nos casos de calamidade pública. S 3º - O GConsaino Nacional do Assistência Social - CNAS, ouvidas as tespoctivas copresontações do Estados o Municipios dele participantes poderá propor, na medida das cdisponibilidados orçamentárias das três Ssteras de govoro, a instituição do bensficios subsidiários no valor do até ES + (vinte o cinco por conto) do satário minimo para cada criança da até 6 (sois) anos de icdacdoa nos tormos da renda monsal familiar estabelocidos no caput. Secção HI DOS SERVIÇOS Art. 23 - Emondom-se por serviços assistenciais as atividades juadas equo visesem é emestticria ce vicia Sa população e cujas ações: os Lrásicas, obscerm em oss objativos. prrimetprios faces poeares coeso mrcscoesmissicêcacs esmtoa E esi. mira Eic> cics mesrviçesrs erra cfcacêca portosrictcacio atrizes excatestrestesciicêcass e ardcratos Lisvices Pisa cor ExtrtAricica O sactotessencica er a <zterirporie > cSizspocsstcs rico certo 7 <se 13 de julho ce 1990. +.s tuação da risco pesos es mescisal, otojetivcaretos Sa Constituição Fescicreal e rca lo! OSS, Seção IV DOS PROGRAMAS DE ASSISTÊNCIA SOCIAL Os programas do assistônc integradas e com plementares com objetivo definidas para qu assistenciais. am. 24 - ia social compreendem ações s,tompo e área do abrangência alificar, incentivar e melhorar os beneficios e os serviços 8 1º - Os programas do que trata este or respectivos Conselhos de As princípios que re tigo serão dofinidos pelos sistôência Social, obedecidos os objetivos o gom esta Lei, com prioridade para a inserção profissional e social. Ss 2º - Os programas vonados ao idoso e à integração da pessoa portadora de deficiência sorão devidamente ar de prestação continuada estabelecido no art. Seção V DOS PROJETOS DE ENFRENTAMENTO DA POBREZA os projetos do enfrontamer mstituição de investimento, buscando subsidiar. ticultados com o bonefício 20 desta Lei. Am 25 - financeira e tecnicamente, iniciativas que lhes garam tam meios. capacidado produtiva e de gestão para melno gerais do subsistência. clovação do padrão cia equmt preservação do meio Am. 26 assentar- ambiente e sun organização so “O incentivo a projetos de entrentar sa pobres so-a em mecanismos de articuinção e de part no de diferen- tes áreas governamentais e om sistema do cooperação e ceosregredeserar governamentais. não governamemtais e aa sociedade civil CAPÍTULO V DO FINANCIAMENTO DA ASSISTÊNCIA SOCIAL Amo 27 - Fica o Frencdo PIach Instituido pelo Decreto 7 pelo Decreto Leg onal de AçÃãO Comunitarda - FUNACS-, 215.970. de 22 de novembro ca 109858, ratificado mtativo nº 66. de 18 de dezembro da 1990. transforma cto o Fundo MNaciona! do Assistência Sioecizl - FRIAS Ar. 28 - O financiamento dos benaftícios. projetos estanpetect .s sermiços. programas e Sos mostim to! tmr-so-à com os recursos da tinião. dos erre O asd me Estados, do Distrit o Federal e sociais previstas no daqueles que Social - FNAS. compõem o Fundo istência Sock - 4º - Cabe ao órgão da Administração Pública Federal respo pela coordenação da Politica tiacionaide Assistência acional de Assistênc - nsável Socialgerr o FHAS sob a orienta dos Municípios, das demais art. 195 da Constituição Fe Nacional de Ass contribuições deral, além ia Social enont <der Era sÃSA O Fundo ção e controle do ia Secial - CHAS. € wá, no praso de 180 (certo. & onema) ata cães prestotic ao, desta Lot, sobre O reclarmemo & Fundo Macionas de Assistência social - FE HAS. Cacursos do rasponsabiidado de Asenisãoo «Se “ satseve-te e 14 sesnõic estereo mente repassa o Auginônoin Social - FOAS. mesnda que se cocétims: ac 3o - E es os Disto Fe es tesenecicoa enero + stinacdas à& cos anca raras sncição para os repasses dos racuraos cleo que tre govarmo e sc des Edsacctesevent tazem roatizando as aos Municipios. seo Estados mosta toi, a ototiva instituição intoncia Seca, do compasição cegonctes cotado “o - tas ses fnesetuteenctor Ehcocitest. espe ctives asealhos ce Assmitetérenc-tes Eocrectent. na — rtanenca <hes Less cade têsrretom coctal. pesitaria entra Em ortontação o comreots dom caritTULOoO vi DAS DISPOSIÇÕES GERAIS E TRANSITÓRIAS abe no Ministério Público zelar pelo etenvo rospeito nos : uvotardoprazrzo cs (sossoma) dias. apartir aa publicação desta Lei, obeacecicas as por eta trstituicizas, er Siaborar e ermesim eminção « ocorrer cmestos «teses eat <o> RAteniasteecics <sco 43 Estar Socisat s1.-<> ata esta artigo definirá formas ae tesanatferê&m eras de trormetio programas. projstos. A esstesres Texcseaicripoento o vo «do E stccto cs setor «> <is eserticicactes pessoal, bons móveis Am. a3- Decorrido o pras et incicará Comisesnc» Ses carticgo, ques cortar avios. ce tratbpaliraciorss cio psp doque quinto ET O ea per id sacscrreto dao 120 (oem o Sieete .) edema <8c+ prresewsisteguaçõãos di DB desta Lei, fica extinto o Conselho Nacional de Serviço Social - CNSS, revogando-se, em consequôncia, os Decretos Leis nº 525, de 1º de julho de 1938, e 657, de 22 de julho de 1943. 81º - O Poder Executivo tomará as providências necessárias para a instalação do Conselho Na t esmero cias cxtiviciacties F o esta cormtimmenicicacte cional de Assistência Social - CNAS e a que passarão a sua competência dentro do ado no caput, de forma a assegurar não haja solução de 42º. O acervo dodrgão de que trata o caput será transferido, no prazo «ter 60 (sessenta) dias, para O Conselho Nacional de Assistência Social - CNAS, que promoverá, meciarnte critórios e prazos a serem fixados, a revisão dos processos do registro e certificado de entidade de fins tiantrópicos das entidados o organizações de assistência social, observa- do o disposto meo art. 3º cesta Let Arm. 34 - assistôrcia dos Estados dao disposto rm posartir Cáca ccatos cóca prestoticençõãos «te ao contiouvará oxercendo papel supletivo as ações de . to executadas diretamente no dmbito Art. 35 Cabe ao orgao da Administração Pública Feceral responsa - vel pela coordenação da Politica Nacional de Assistência Social oporar os beneficios do prostação continuada de que trata esta Lei, podendo, para tanto, contar com o concurso de outros órgãos do Govormo Federal, na o senai HO. Seo pacariatto e cic fiscueliccçõão, cSesnvtres cotatecoss cxcsprescitoors .. incorrerem em irnegularidados na aplicação Sos recursos que has forem repassados pelos podoros públicos terão cancelados seu registro rico Som mo Macional da Assistência Social - CSHNAS, sem prejuizo ce civeis e pesei. Arm. 37 - Os benafticios de prestação continuada serão conceciicios, a partir da publicação ciesta tesi Bo - €> Clcrmmsettro Plcacricormast cdes Ass simtésmcica €5c> r cscscsiustaco cãcs exsenicorica extosscolertos «Ses sentes cenesstatoc ces. ce sesggesvictcactes secoccical es ca CS spocorsitoilicêcacões cão Fuseicios Picaciicorscal cics Ass nsi .. Social - FNAS, poderá propor ao Poder Executivo a altoração dos limitos de renda mensal per capita definidos no 43º do armn.20 e caput do art. 22. Art. 40 - Com a implantação dos benefícios previstos nos arts. 20 e 22 desta Lei, extinguem-se a renda mensa mm eo muxiio-funeral nxistontos no Ambito da Providôncia Soci: o disposto na Lei nº 8.213 ( de 24 de julho do 1991). Parágrafo Unico - A transferência dad previdenciário para a assistôncia social des que o atendimento à pop não sotra r Arm. 41 - Esta Lei err E vigor na data da sua prtotic Art. 42 - Revogam-se as dgisposições em contrário Brasfiia, 7 de dezembro doe 1993,1727 nepública. os beneficiários do sistema tag e daIndependência e +05" da “NTAMAR FRANCO Jutahy Magalhães Júnior eae PREFEITURA MUNICIPAL DE BOM DESPACHO ESTADO DE MINAS GERAIS ADMINISTRAÇÃO POPULAR E PARTICIPATIVA GESTÃO 1.993/1.996 RE ajas CICHASSEDL. Ia FILHNPE COEP és. COMA q THIS TE TUA GE TC - “Tras CIA E DESC E us c pressres em Des prestes a ICI q 4 eum tes sis EI CSNZENA q E rita Drs Piuers cd erih quem D we a ea E SPD EN... CEL E DO CSOMASSESE AO PECURE ES E e TRE asa SRS PIE Te SSCIC E ea Des MESA 20305 E etes es reesra E sm es Cd “em + seção Set o nt o EE o Clesmpres tia ae Ceras boc> friramo do crd pen les dosssadas dentes cm €s Fri ares Iiuars é cccé >e em rectes . ex ser cd em d eme w 1 E exe à eme tc e a trnivers ad xa cera pe peschr ce ear d crer pelo manicipiãco ritéóric ele opinar ectre a sie tér cd lala ata es a e SÃO chez > <ic E a term O | | | a ; e mts Fº rss ares eps ZiaRaD- BAMIM no QoaTes avmAiorrana SS BAJÚSOS CAGANT DOR. EE. 2 pls = tas-do BTacdsa Ea EBEA Ac SA LITULIH 4 Piá 253 ESSAS” EG ALI Ls RU TITEML SAUACIO = Ex FCI EO EV DABITÇACOT O a GA E + LOM MARE LES Ea EMI TA ELO a AS TAC TIA 2 Ada TO EA Osho SALAS TVR GAR TUO AG 1 1 1 SAS er Tra par or er ge e ESA Cy rt a IT esto Es esc + Eds o seda do eres Es rs am a de E A AMD O et DE E o pe St de a > MSF T pts Nes DEE LIMAS E grs e» SMCR duto na Eater 131 FESP ro Ce 7 qradandoa , 43 Na SA io EA anpes emos K dec Eros dora sort ER dor me pra DD e cesto tera Srs E) do E 4 =) a) ese str rea eSBigameta amvivesir e ais tes a recta ca Rea BSS Caro o foro ad O E de ES, dp E IR “E ai o mst cd se deco de ven E St Dar A e ES q AT pd E on mr pe DD o e já Mis de ua ai ao Ma ap e e e E ds E us mato rindo ta des da pa ço ade TF en E se Pe E SS “+ pet eres 3 su ppa ea rd fa grico =s mar ds 1 te ES 1 E qa E ts eo CM E de end or as Dm DO eat RD o e ce E Ra) aros dra Es e eee ea SM orem 1 er te t> e SS RD DR Ee DS AO es dE qa am e do RE Ot de de os ts Dos Evadeo 3 2 ED do O tres era te E eg Es k crasram 2 di ez eat Essa OD TE DAI SML 1502 AiM aspas de do o a => es md = mi Le e Sao Fiapo misvtdiagaeem ot esbalsidemo so Es Eesba to E Fcis <a to Sm da L sa a peto + FECSAPT.S FOS Ab nt e «Sa cata om ams = as ed do esta Ls tra =. ae amo o 0 RC a NA aee ses De CRE E e a a ad a ta E e 4 se bs mes ne OH9AG23a MOS dA JAGDIVUM AgUTEAZZa É, A" ER ed O de mea ale vie st aço wa ey dede ie zo Cord gr a PREFEITURA MUNICIPAL DE BOM DESPACHO ESTADO DE MINAS GERAIS ADMINISTRAÇÃO POPULAR E PARTICIPATIVA GESTÃO 1.993/1.996 VLo- aopirar sobre a - a de o mund ceara setar À cats eee em ti ciac pútoi prod vacas ctes as scr dem o ese 4 em mes aco ex erena quSics Do Ca o em ae es presenciou 1 r É LE o em opinem o neo campo cia «cms em q mesm tdo ema cad emas À cs E exesmes exe face rs pres des ticos em tes e cm ese pa rs Fra cx : 4 €: ea on sm va tocacterss 33 ad as ea «a 1 eso is emer pa es Fra ed css mer VADE Seas po xXx em amaro em ss «x «& «e da «w “ + ex cl ess Spies ctes Names >» e prcameonves a esmas ciais sedes planes clero esrm facesr dt amenry tc e Fen Ad os a e enc terimrs À Ch ca cs es E E o TA teca den cier press cs ca sm clero esr tocous memo sem et - E s - medem eres Eles n des cas dio STE Gt. pre ater ema coa as 1 es eu E asa à dd € a om em ess pe dr tese oca excssmerry d 2e e 1 ca fixes so en so ereta does ss A emaora ca Da CCP CISS ET E = e diro E) cics a Se ss eme ra dr tem Exu ds tds Cd em Fax E > re pr ermerr dexr t eles Focdem Pira de representam t erctacher a Cacda titular ria repre cics (CHA ES mero ta tda E eso dd emaAquI sm te ct cu prego mess ctex foerm eu eles ct <a E exe Es tm OHIJASCIA MOS 3a JASIDIMUM ARUTIS A “A ZBIAR3D TAMIM aa OGaATIEI | E En ANATASISITRAS 3 RAJUGOSEL ÃO eita À BABI KEEL T OATESD t pnlias oiqtsFeuga Ss sb si De + ever êrcasa E e EEE GgO 2 e SNS E kara a sat mts F-te FIZ EB TI É Ceia x ge > VET SS Min ar PR sebos cs = Ms DOC RE RR = O oo o a CA RETO so PESbE] À so FÉ ro mad i ; E “eb RETO mam A DJ Cpo & 21 Cie Cima Á cia "ua EA, SA ! gisisvos mio Pes s. sb st exty sSiépto im pensar RM II resto IATA mm ts its DrMrsagqmons = DATAS “a ESA Te + EIA CT mec E» 1207 res qdo a o ds <> “ay sa doa ED 63 er 03 Do» É as rresct au 0 der 1 ao Es ci o a VA dem neo a dj ep Ê u ” Ea: = E» em A tm Fé pes Ito EF vaso des > des nais emana pe) crsaenty E Ei Gostei st & OBTER ot » EC o 7 DD E aa | RSI RT ds Sr Cams nr SD USrosmia aci EPE pç must esmes cê? a f des ea tea é a rss bd vam ca st dd ami & mas o Ea = 2ncr cg Ts J di => dt gas ME» rey 6 , SE vb PR o RD o Pe dim Dee a E Cega mg 7 o dd À sad cara Ed À do 2, me rms <a p= a E Tal É ori Eos frita mater Ri a pr ia 2x sa o co fem) Xi d pis ice Ed RE ci Fm qi ncadão “nai 13 Ep ir pe e ist ARE oo esa mto 25% a E tens é tardes de pqp [ os de meto DO E PR me O a a - seas de do pr EAN SRI DD ea Lx O emita CTN a eta o E Ea A dos o 25 se DT a Drs cats = doada esti ed Ta pás go a to ESSAS PE cm ts Fey EC RE mo Loss nao de Mr adia Ê ss AN TC eo a ma do Ed pq sia di Des gusto os sc E quase + Es aaa rrrs Dream + Cases » nar dE copias peça e RE E E RE RO a] k sm sbrbaiSco sb Fast raca megas Css cm = LE lemas res s EMO So murro mismo = st dm dr e TA ss aa Esso a rea e | SM o ED) a a da ad Css SG O qe Mr Dry rãs PREFEITURA MUNICIPAL DE BOM DESPACHO ESTADO DE MINAS GERAIS ADMINISTRAÇÃO POPULAR E PARTICIPATIVA GESTÃO 1.993/1.996 Fred atear Fados ag arielcs + Some te 3 dE é exedand tod ct ex À que q RX ne COMA e entidades juridicamente conti tauteas andas Fur cod cars camerrs to R arágqraro Vermcedro -- Cs membros efetivos e suplentes cics va Cases ex ci cres mercl à cam ter rca caça chexss ese pres cr tod ns cas “E qm tio GhHamartcs oo repre mer tear tes co Fecterm Execute 1icars do ed pres meme des efe Adema cu c: tra ce Ferrresferã tes Ena dove tes persesm s nar ctes €Cocsrm ser 3 her sema - ã - Sociais Ita pal ces Ermricie «o nqaNa: eme Emas Teo dam XD:S ms cá su Sela «Sega cnFes ex RES 1 airiRra cla TES RI cIt nestas crus estes Clear ser pacs VOA am AO em Cars der q STE a, eae tes elle fimo so codes a aereem bao cus ces > E k oem RA EE A srs qa o a, RE E e» per) E ca ee to mst sm a cromados <: Leva M4Mid .< di rara pente exe SE em. esta rep roca tara em e er Ee eua <A sd ca Ds apa E Rodo 0 cs» « — “> Cespe ss - Sao =— 435 es: Ee 1 cas meme us cd ro toco CMS esquenta d qem o PUC pese rc qeu Teus cm qa esquete to gos E -. x se «> o e vt ef ex cê es cs cm Trava q dive» + es eesre uses] Press cd sei ue A exesmec dá celestes excsmes resmas ques piieco merda ten x ses e «tes Cortinas e. es 3 ENE Fen teem even nest i > dum tad pe a O €trtem> esa << Cm da) seas dem ess era Taca e qe urem sur es Ez = cs mesmice che COIpIenss presctesm SNC» e em mena fizss td tona E edema anesci d curas des ses] d cd ta gintes <a cora Ed ct cu cl es esa as tese d ch act es oem presro se danse T apresse cr tecla ac Free T'es dt te Piturmic dgçal xs SEÇÃO NIX DC FULHC TC PERET O Pare tw ga — O orgão de deliberação máxima do COMAS & plemáricgs ta - Said h OHJAq2IA MOB 20 JAMDIMUM ARUTIaIZ"A sl ZIARID CAMIM JO. OGATESI AATAMONTRAS 3 SÉSUDOS DOADA TE Dor 1:E08.7 (> ss prints Pio 3? e rss ea ES e. esa ss dr À 2 atra dramas > 1 És É es tora e E a ug da dE va eo ap E aAimac or meses tas € amo oa cá rod rres Eegrsse na te DE Fa O proa ed ans res > sm ego ra e ps oa O des ass asd ÇÃO DEU A A] E ars to A =» so rd > ea d , +03 À tes sait ame o) só Stta ca d+ ERA DS qua voa ed O E SD ECT ato emo cr Fa ese ces 4 7] aos paes str sorte co To at Da E A ad et Lc se dar esto ta Es de 2esE Dc da Ares 0 matas ot E paca + dee de RS TT sa 1 cado a DO vn cs de Exa quad tbm nd Da re doer E sis me rresco ++» Er 3 E] em ss ca stato cs sadasasia Es dc rp aa qe SE o AE Há RS Esey Ecs de rr) est» qe vedete subo isto to o cooald der: ” qts ca 3 cce a ms mio de em Ce | ist ra des ct <> e de ms ro Dam + MAS cp ns et qr a) resitastos mis Lsreme Db de a seo eee ar o st os e ani is mer Po mt ga o ni PR E Uta E eua cu diesel Fo pares = > dy de= ESÃh rm e qa 2a x sys E SD > dora Ee cre 1 <> emp pa > sita tos TF pe dh ex ters . quedas dos esa matr ECA csto ee ia en em se - ER o a E Dq RS e DS DD DO LSD amo Cap SER red xd E seres irei < emas 3 RA o DR SR RR ses Codes do ro qu IrSbrEss)Sgctasss +. <a ea to sc emos cestos o lesrad enorme = + vo MA ÃS cr a me + estos tr Esse 28» 3 os EE 7 eae st cs Fa É Lee cz doer! ns dosa'v Tt EX LAI TAS CPR dATS L CRALHTE ar “> e geo o mexia «5 a sm ca do E sos > mois qaBga=tes E rey IS erga emas di ne AM AGE cp ud ic o E po flo as ur qnto RL Ps Hi LNÇIA DER RT oa NNE A Dei PREFEITURA MUNICIPAL DE BOM DESPACHO ESTADO DE MINAS GERAIS ADMINISTRAÇÃO POPULAR E PARTICIPATIVA GESTÃO 1.993/1.996 Brta - OQ COMNMAS reur creme ER q ) ad j = dempril erss cler eme ado cus a crmedirmearmai eme ter « = Ex meses parece ir cn d mestres q por comvecaçãkia po o pre meras emesenlasocie | Fere decr ex cs amei ame É pera pede e em am te ciecieér cd ea enclrvid mea a clã as prenam e 5 eus EN eo ss = É a ces = Cdr ter cs Ê é: s€ Pres mm pese ssa quo esa en EN ii Frame ea tic 3 actos and 5 € + eder Ceormserd es com a premermça cl px me emdrs E - Le =) cter emas ncrntor es q mera tie Terceiro á a emend cx a es dmg] e class meses cas Proccosdclesm tes co vote ces clermenmpa te gy Fra dica o da TF cs Chagas Eca me. e Caro abel pres pecherm as Aga tar eu Nec cite een sd ch css es CS cs qem Exercer tda e» em Es = o mem era tes presctesa cias” escarpas tod taerid st, career lema es o a crie tes os Arenas em sema pri esr cs asrs Clcars es ye A e en aES De as o AI cats mes Ee drmfe chars qts d cia s emo ese 0 a AE o isto - CHEIO 2 Gael SIR DES xe eo exuud á nro es CA — = Pas Ser er dos Crer es etc» exerce dra y o meme crer | PS E - ct ess esmero rr ctes ss EM xe + és so SS 955 623 cia ES ea em ti eta cters w emesegaa — me eo latreormenetesert eres CIO q ren came praca cura dus as ear» + e - o a dd sm tao «ses pres t se À Car é e» eles ra 2 er Are: a Ceres tres a ev ed en ct ess pers si coca ss & Ore de meatosr . pes a zação pa e estes esmo cos pese Fa cics a x q presct E 5 €2 ema acta ea «sus CN us dor doem cm td a ara ss td. tra » por ” - neem = - Comes e - o o us Arre td tarãd q Or a CRI Ca A e fase : e ema Lt q pareceres <a res perdi. ter cler tese ca es perc df fã cics a de) kar id dad a» OH9AS230 MOS 30 JASIDMUM ARUTISS. siAnDD AIM da OCATES ASPENRIDITRAS 3 RAJUROS CAÇA PENAAÇIA, ame rece 1 OATIMO ias fez mo Lqnia mEASÉRA MOD a fesaat 2aMDo es + FA wa Bea De | epa ER) nes ESP e domo mu Ema E so rm sis do 2 dt CS A ve sfceobtze +, db Sam q e a À Eua o HEY E seco eim citets Rom CSPE o PSI CIA PEGA Ex esa see E A et ga do te <a + sms ta Se) oia str mm EE ESC sao Fr Ped "” ae co e EC se me rt Les FT mszpr ma e ir), Es <— “ ds + o «sz a de st AD dE =p a UE DE ROD a A Es as res eo tor sta tos cs gar pros <= cs rim era A a E seems ri er Cesty QUic>)y O cmmerko em beto CT DD my Cipa “VE Ses au *<3 o sMANDIS dspoo E aa nt crê co à co aéreo ct ones am do co > tres ES o O o a ane E es ester da EP RED DS PS RD di A E ane onerar e AO É et ve2c7 ae ailisoso qui “d 10 aaa a a o > va 4 id E E dom dae es loeser esed casa eres E, Ei CS der is are cp at ao eia e e sis AS <a esto de 43 oa Ra a co eh e Pa TE SD a e SAS A E SS Do a SR sea dir A ss Ea a o o a o se est ds sat ga o 7 a E es ER Re SD a do Fo or = e marea gy Es dass ACE Va roi dai od e ER did Euimioo a E A a eso a siso neo ini sais ps srs so E CESTAS sr e E ecra E AS 5 <s Dedo se de E an Bam asteri o de res re esa AL is qi 4 Ea de TDI e DE ada Eme E A o di os pe dE id ES DD ab dam E ev PE antro ee A 3 e DT sv EE ss ES = E pe ser e ” figo < "cg Dendina «s paso eme Seia ra a Çà S I R i “> EST 2 turca <P 0 a ue a > 21 rena er sos am dos set caes E » -* a» asus E > es fo sed cs ae a > ss 3 E O eo + O sa oa Tg ap Dep ão E <+ E senpariros a E SIS DE de ass ADO exts - ar ea a re e CS ão 5 > = ss PEA dr DD a e e 1 a a e e a 0 E art a na Da di 0 = ema sia o a do me RO > E: Ee Ped 2 pas SATO A E 2a E a > a E aeee dE pr dd a e cu ts se ms EP va asse cb —a pd Eis tos > do Eus asd » Aa ra oa E O ca a rc andado SATO “ae “Ato am rege sessão Eos dos do e ri o tes eg es bt PCI dd Cem FRAME T ums ev ba cs qm NES ES a a O SAD AS e tr RATO SEDA EE da a ape Ea ss E Eri de Rode mese doc atas Card E ao we det rs TAI dh mento 3 «a t> e polos des de MR pads DO BATVOI + Jessie sr tam st esta o o | cx TA pac Er ese eira duros Loss fz do rs Toc O sta Dt pad Dam et remo o gets poe Sa II SR] cas Pee DR RU cite dh to cap PREFEITURA MUNICIPAL DE BOM DESPACHO ESTADO DE MINAS GERAIS ADMINISTRAÇÃO POPULAR E PARTICIPATIVA GESTÃO 1.993/1.996 go Pres es eres es CYeoes plenárias esmelidr mid ass es Igação ampla e ca Co ess su Cs COME. clevermão tem clása ss esCiutso ca cics a Ca a a Frarmdcgrea te Ulm — um prescrições cio CICHAGEOS 1 ese a a dra tachos em pI cecomá mm Crer «q clerverm cs ed irei exclamou e a scr cm so ca er Fresco d mesm tes Tr tes rr cs eSom premesr ter ed Ar - =. €C>cmass prezo clero GS €amecmmcr tica das O express «a peer T croa qr NC CERTA 2 PRI ES PRENE DEDO Ness EESTI SCOUT Nt DE FErPDC DO vTr Amt. AO. — RÉ elpurs det rvetos ptrrs a a ce mm ã ex Catad co td res eres E => eso o er essa cem cia «a uam es eta pres rsrs ed cas no dh se eme ss cs es fesrs teummesro tes cte prestes cx m XI a proteção &à Tamiisias o ema terra à clencies wu cansar aa Es em ed es eme cxtinss cid ex es a vestia ces 4] = em par came çeõdcs Seu exem ro eors tao us densa ires - <a Prca > à tia ç cs «e defãc à eme se came q vos ecler dr tecreação de persistem enem exancies «ses Ed Ee suco cm ss pues st ae cteno cx ss ctes sad ed ex exesemir à ta merenda dd tica q NC dem ses mevada dr terça ção & Cres Er e) o dem ox sm cher et cs mer sex dies ex tesry clexs mcg ectics Diretom d& € o E encher eres cr rc cpa erema Excess Eundo Puma pal clers “= ed rss» 1 Er ea vma OH9Ag2I3] MOS 30 sianas FaAMIM 30 OasnTI33 Paes tocs mess - eisgnas PE Ss EIsv Eb emesci nes 1 ape eni is 1 cem ea. <a aa es E das ty mts a dem E pie eim dc PRE cond SS 75» qe Pacto a 2 essen d > case ama qe ra db a Asc dus Er mese) e ga si 2 E rd o es + 22 ass ca dos JAGDIMUM ARUTIA: AVITAGINTRAS 2 BA) meta E TARDIO = 285 «nto ça do LIA rea . <35 E evis o E oro e ai o ads Deetes Fey DD aa esq e ratoes PR RO 1 1 a + so 8 Rm > eta 2 + se mes hi TO ET OQÁDA PTS DACIA, seem COMTE SA O ad eo re do O RT ADD a TI 2 Cs MD Dag TR O dp E ai SR 445 Pesa tra sao E a tram erveço 1 q to Di o a dr SE ses 3 rd, e diz x tem E PREFEITURA MUNICIPAL DE BOM DESPACHO ESTADO DE MINAS GERAIS ADMINISTRAÇÃO POPULAR E PARTICIPATIVA GESTÃO 1.993/1.996 rt e o OQ Franco Fharmicidgal cler fame d me tetra can social Ficará medo cura do eacies diretamente ao Becretário «es Prertes ferido ed pre um dt 1% — No atrãtmas ções do Secretario Vier dedo qu ca EE5 et cd es fre dNcs Css de w alem cler cmd compre dd canas nes em Jesã ss pro op 4 hua qe mta cs Faarmctica Pirarvid cc dg de uses dm ter cd ca Cesc da “e ess om fizer 7. es cui eu ps Ss td cias cies anpal dexa qiuics «Ser sisesas sos mes ciumes excary Pier en <a e femeas d mtSerm Seas Clesrsesesil foco fans dci d paca <e our dus Temos cl doa Cesc da w EX mar enc temo aco (Dem mel bes Piero der paca it «ses Press deem tea ich, ca ese dead o plano ae pica <a erexareges Ses PerrsCÊcs exam std ro Ecrã em exexem «a e q a ted de Diretrizes oo ea des 4 » APS beds a f 7” Cars se x Net paca ces xsaes cd es terra Ed sm resenha qua cSemenesro au Tso ca qu RS: E am Ea «se - Elas ctess pressa cics Tranmcica Ff Z E) ce em esmo 3 > mes cd emenesro me tirem ES enem exi coro Aa : x “a O qa ebesrs so « = = gar tes ese crer sa pues ss caem cre Prece» em conste coA EsEtaes e» j a = “2x “ Ed meme o - as pa - estara tos ar ticas eme post ves 5 smecinces qe tes A emecrs pop e emer <= Fe e tres edi Pier do ed pes Do err Saca CHIAGS res ame acrenttrea a om mciem prestes Stsrseses SAM - sm eres ES CAIS Poco e TD De ese det ds a qts o ss perecimtams me Prime Ia a ci gen do Ses o SE mo ES ta o NS — quan toctes A cxepsaao exemem pres titisra Car cnc aemes paciaro es densas pres A cus cues die En TT e E OSS CD GRANDE Gema chao emigrar ed Cid ca emenda d ques mesebes emursa d exige dn > — mesh reco ectresegires ccuem cx Premier tic» fran cd excá prenl m sEçÇãO xx DAS RECEITAS DO EFLIDO ot. BUS Clesrymtod tarda áves merecerd tes cfes Fameicsn cod : faqs Ex drsgha asa É mea = so ds AS rasca Ed AP pe des and mis 1 mea rei car ae IR TS rá OS di gata dE pass do SE SP E SD ao mir bd a | Pa E ago Ent gar - Es tood nc . o Eis wo arara to ves a ego ça em pedra dE ad sa ep Estehs E do ey dog eia di E | PR A = vet É adia rresem Tá ae css rias Eoereros rasa a e, e rrenan ds Es det ct es iimbims DB aGras anais E a o Tg e O Es ) ce NR ey dat SD a E a armtto É ER ENA SA ipa str aECSd come 2a mp N pc dr nE sm Ee nes dna a e ipa OHOAGCIA MOS JA JAMDIMUM ARUTISn A: SiAn3D CAMIM, SO OGATER ANITAMIITRAS E BASJUGOS OSNDART EMMA O oe ge Dad da é sato <>. creadivso 2 13 «str em sedes dor sea de ig pri Ene “1 Rats 4 gusto QE Ledd st Lado vestodi tod deep iss pa de + ares da rg Eeorro cs cares doors cd sia DO RE 1 > 0 4 | geo e a E e veres o misto Late rés dé 4 toe ss e ns cissema rm es Es es doca do gut pop rip Eros tes esty Cmtalia ds Ped EAF cit > 3 E E nada 2 4 seco ds er Lmtaba rrvavoo ob sobem ON iBDCi E do TI SIA Ef to pism ec] ao GF cegma res dt geasts E vices mst de FeloDer ares Po tempos mres cet ue sms mer de eres paes e. Es o E erad do es DEI des a A EI o pa 4 ta E dada = 24 135030 8 eres sa sp É Er meça ds det os yr CS Rn o pers)» «s Es eres toy ps, * > dE entes DA: CRIS PD ss RO PR DS a areas a Ts seno Tras digo aa E da o io 7. ate SE e Er dr Ee ar O E a = Epa Pe de E da 8 ABR ares 24 t+ Meia ça de a o Ts E Da PER RP E TR RT Re sam mo ais des <sSma ma d cgra e Us» ED ro rugenan elo eg anã dos tom ares a x Tea «ago ei o di O cstosiio cem epa eum so E bg a BRR o A ço rt DRE im de e di o E e O a o ia Dr | e a on it ds mama ee TE eat a Es a UE É 7 OC aa am Dis + Acre o | medo ms eressaiea ps suverto ar Meo Ce do ci ser <s Erers st cats entes eta cos ess to Fa e o sr E VR De Era ds dE et et => de 4 so aus sm fis o & “a > aqua da es tirso + res ses o A seg rd Cras est Pesaro cs E esc + ss ts esta RD MA RS > 0 is 4 de MP - mes teve ss et meat deem com sto CT veces apo mos nem na dE um do «du» Ext ecoa ganas ma e. À sr + Ez TOM TAOSO cre MIT ES Ca o risaIriaço +3Ci cds Aee do + evsat estar <3 ts exe “us 4 E oo > ESP A ga O Pa PE = io o do FE ca po dos rees ds mess Ko sis A Tp e CS Rad doe 02 ame tr cespe - gi É TD O a co GO nes eds 2 smp Ty Eraser ce mi nt crgtarmire is amis raac ara) +01 aros rs Tas ci » Es ke + E cid É ss pretos À fodas rEtrrução ct ico eba tod Cm recon hictas Es PREFEITURA MUNICIPAL DE BOM DESPACHO ESTADO DE MINAS GERAIS ADMINISTRAÇÃO POPULAR E PARTICIPATIVA GESTÃO 1.993/1.996 armdegreter Ur à eres — CI cam qeamesr tes clcr Social irmteqrmeamea ao primetpndo cia rvmiciacie arscies Fam icigpal cher ctes Piurrs d ck pad cx esmo E «a sec dad pesto me cia vam eme che Piura cd €: ed mm ca 34 mm teen ca pesa ci r Users «e amis que E Ad reto emas pa a fem de det eras : 4 ANO cn qo SR (edears do RIA RUN ca eta ho q Alea act E A Es O etcsses ss A DS qo g sessao Fest tica mes esse Xe exe trend che exe toa tod eme sea o catia 3 mms tds e cave sã 4 em e Mogno cd ne cfr oO mes tema cus ereesire sur cre cd. eum Porem 1 e) 4 e E DA tema css estes « - Rpremaso cics Cerssebes driecrs o emmervesrio qu dos cm Seo es e ct) Td Cd caes a to ares + qua d e esenea des perda Fermi am Fes Verse cestares — dum cbessmcars ss tro ca qoCGr ss sm esa ca tienam td cam pentes cao pares dr tese e exesr tia rd dá cicacie een ctes ET pod cs sr e ses .. — 0) Frarmetic Piearsid cid que d ces reuse ds Ter cd ca Crexcd ad term a sd epa encha CE TAUM. xXx Ds DYSE COST ÇA a A a ASP. e Fa ca Fires crimes cares emma gociaisa que será exermecicia cx cles Social «o ed res tamer ter subordinada ao Secret AM À ren do cher Social « com a seguinte Finalidades OHIAI2IO EE es E O E a corais ee aii Gu ARS se E mega FE entra an ce + agora eai MadE So > + a de er sp sms t> +. x ue E saca mess E en sm E o PE q je 'qu te st o 91 ra il o e E So ea SIE q ma BS Acens e ARERIS dE A 4 nam uso si do de ea ace» dores ES Mos 30 JAMDIMUM AR gianao camm 34 Oonvas ATA SMDITEIAS 2 RAMAIS e eis Pi a t+ Eae Es E ersatt estos tr es comem ; à tros esa > bias A ass «3 + cAc q IR a Rotas do a TA atom E eTA so corro dotes mas tis, Dre tg ti does sat esses A ca+> CEA BIS Dm Es dE O DD e Kas E esa de on od so sia do qe E ES ert> e ds ae por O <s cx qenR Es fes js pe e» ax Ls sem o E Sato, patas Ee edi Dea dp ee a aa E E O da cdi À a ts 2 Gremsa a ts sie ra aa ha sats ta de dr sa pucsa e E a a od ao e raras Crepes pa = ma <> espiada tr +” ta sed E E nl mira ras ds UA SS 4 « mca e tes dE do E E » ts SE a > o Es te tros aa » DO ot dad PPT a e da as dies > 10 Ty arma og Ra O ns EA > E ease 2 p= apra rn sa Pp O OR É a “e ii DR x sa er oe de om te Loser sra de reta dipigenss 1º € z+ am se Lao a Sa q Da ME O a LXE CLHITITAS TATA ren SIDES AS ad FAC , ess sr mes to ms esco d as ty té, É 2 RS Et mma soa ex <> o E cad Duda) esta coro Esp th sa Es AT ed SO e > ES a SD Di ra a RP a es E ese Ts > ec A A UE O to Si ão Ti ed Dr - PR a o = qtos + des EE nie E dar e PREFEITURA MUNICIPAL DE BOM DESPACHO ESTADO DE MINAS GERAIS ADMINISTRAÇÃO POPULAR E PARTICIPATIVA GESTÃO 1.993/1.996 O Rasa pr cam caes «a Am nica ev ds term testo neo Muni cigic beem cmo ex anão cer cmd ess 2» meduanios à universalização dos direitos mocidade ve. pres team ape dec ecdndrv ds tas td - se ao Td Cx Fasrv Cod certame LC «nes Clcsrm ss Lire Tihar di cipal de fu ds tesmeda Sec dada Lo manter o cadastro ce cemticiaces e cesar iza Em cs es sem sus cd, uu td CU À enem Xi — rss trad cos pesdácios cle dmsecrmi ção cler em td chacherss cler msg d a ttdrs Cd merda du sescriarscics a res ame tengo que see a materia e aves toa E pr cs cessa cre «des pa cp e mes des <3 es emas 1 de» rec ta d 63 a ci es = rare en Em exempocara fonseca dA A ci DAS O q apre tizvcs eles enero exam nes euro mentos e Exesem = o «> exi ari to e efe epem ee er oca «veses Ee ent es teres - k > mese o en rrremss e EP 3 = 2d amarem erre doa cm as Fem so 5 ch eus e exesrs ot cs : a. 4 e: E in Z - e e ESC E: ' de esry tod ct ca cias sa Exexr serra id cncd nes m U 4 É | - , o romero cd, cmd em se ema exesranresrs auct ums o > + ces a A à om E SA e: o par esa tica qo ses exe toa ur ed css de GITA eu = = = 5 - doses tosa am = <a setas toca qu Sa sm exeuvy eres ss entes eles aaa Esses qts eo ss mare ST dee a enry tiicicaciers equres rates “tes oca em een ácdes cas empre cmi ms ext secrem id CScass p >< soa ee = es ca E E ctese à mem ce COMAS e . ema toras ques 1» tres Pesmesem ester r cachos pres Virar do ed pres 1 ces fue dvcs SScncri o a E GE — Para atesrmeem ds cter “ de <> Exerce td nes Piiars d cd pre 1 =x nctes <a em sao dm mes à te: perei al ca tdo « 4 demite ches Fut SAT DOC « DC Ceia m err tez «o epa em » “o e vv ces ema 1 eesendom D qu prescherrm cics tis xa” etes+ € ss etc “or Game “te nad cer ter esmo come espero asas dot Tárecarmeedaeo ema axe ciesõarmmes canela qui n pessas clerecr mer tera clerm toca Art. 22 . — Esta Lei entrará em vigor mea ciatea «tes ELA ca per do ca qu MÃicr q erre) ecl ss cas dd smspesi ções em «ccamtrrdárics Frete turca Pihamiãcdqgas de Fem Ders pa Eno q cses mid) ricamvercierr teres e ricinvresr tg ac cleodis ctes een dem Sincco (tcOR-OU PPT UIOINNIN OLRBSIUA ins mpi men mae s ç AVTTA UN TRAS 3 RA MIDI OAQARTERANGO A S0G. MERC.T CÁ TEC mta Boca PEDIR CLP A sect SAves dt tdo » ESET) iai | ares > »b ota tas de anLimiS pes mo) mms o rLcTi CS] Brsds Cies) ari pobstose sesta it css Dem sd Es aaa E CRS aber AE OM a cado o do oo ar o ST et Cosa AUS a a Dem ES Es à compsa 1a o RS E is Lato mise tn nte E rsca do ds At DE o a a O TI ra Dt dd CD E DR E | Pose bs esses LAÇO SH zmbatoi Sri o cut sms <> TZ ! 28 O pp E) e q A ] - est dt ES Pres STS SE Ddsmerea d medo ai tdo RR e dos a o rd 12 |] ri Dr pes Disp XE da Teresa E Frias “o asts cus qro - Ea De aà > re o qr ca o | SEX ssa «so tes < 5 crsstress = 1 ts mes res ss Ts et - rd . meras o es Ee to do e Data TE meses eres ds rs sie a sto «87 S cre gs apa O o a DR Ra e pe é E ! =, ser us avo a is Cad ae es tu» et srs pero que o bis 7 ear ER E a 7 sema dios TV ppt ae a eee to ; ae a eres roms Ca ate TO a i Sm | ae ca o O 7 ss TO rt a no ese ns a ig do sa > DA e SI E EM a > e de - KO use | ape era fm e o ara mede E E DO O a ada O E plena do st passe Cen tis suara O aaioa pi Meire | psi, a ste ese ep do emita ram | 4 eg pd ns sie» get sito Tp dd LO SS 0 2 Ena ES a E Cp É : 1 puts º E <rre a vo D ro e-nae o ab o ss E fics so pre co cem sp o nim o Sd gra MS re mid igor , . emenko amniih é ae tis a ade sa uns so doa 2.20 Dem nais E pis 3 cvs arg sp Es do Es ES raio SE aa o iu Leo e e ma sa ass coli RE A dd o Eee peso Es E scsir Risos «ato tm do Eee. > di E DAS RE e e; Esso Mao me e a rop E e me ss des se eua | ep oeo eip ts ur des ds copa seio do a. EE tondio e > «dE quedas a ctg ds a ” ko , n a e eras tas as o mes Seres E sad > >< > q y + a ao id “ease rm precos estos E so va + cx ts 12 í nes ms ES caos e ed a ED O pd eres 1 36 tg snes essa es > do de RT as | mess EmA enem E do a do pe ad os AC E / 1 <> soar ts rs tests gases e CND es mor set — ae nÓnes + sd o do NO E ==1"€> > <= eds DES a alo Kb drim sta CÂMARA MUNICIPAL DE BOM DESPACHO PARECER AO PROJETO DE LEI DE Nº valas COMISSÃO DE LEGISLAÇÃO, FIN E COMISSÃO DE JUSTIÇA E Did ati EAR De acordo com a ss igente Semp. Câmar. e - Teescgã Er qm nd o - = a Municipal, apreciar e vota Emendas aj tada E Ea Pres am - Sala das Comissoss. em O7 de Agosto de 1995 . E pap É do pie: Sedes m da a teia a sie a coa o Fei Trat) snes o em mr ses gr este 5 fr E - Fes esEs Fundação Legião Brasileira de Assistência Centro Regional de Lagoa da Prata Genésio Magalhães dos Santos CHEFE DO CEREG DA LBA EM LAGOS DA PRATA Mat, LBA / s8.6e5 - CRC Ma / 40,020 Av. Brasil, 1.253 — Fone: (037) 261-1522 — Bairro Marília Cep 35.590-000 —- Lagoa da Prata — Minas Gerais es SD a NR RM q e E MU — hd Ad RA Go nro PP NNS E ERA fé ESTADO DE MINAS GERAIS ADMINISTRAÇÃO POPULAR E PARTICIPATIVA GESTÃO 1.993/1.996 PROMETO DEU 1 FSC "OCRTA e HIDO LE e] SES ES PSI Cups Cos RETO E: eua Dé CHAT VICI paca secar Cd Carter «x Kecuem CAPRI CINDEMA q E EMA q + wc ACI PAI E CT TE A. EO NESSES TECLAS ESCIC Las pe SEEC r 0) - GA DOE CMRCTENT LOS Fá cia Creur em caes A d 4 ces secas à us tes Cesmpresties Ceara set Pres A queue am Go da est entorno E eee tor e semp des sm tos to arm fizer CD eso cores ar eme tod Cheney ses era sus ass po - e ésm qo ENE so sã cp EST 2 seeaatapa q a Liam o Ee RS 7 ema tesao d cre eu cama copias exentuso es RU e | uscetsnresrs querer a curti chanciam cio» casas dus tes rica serch ad a “2 -- cer e a so 6» Es drsses id q cte » do art. Pç = da 4 cases ds tdi Cica esc d cat eo mi SAX - OB Sopezéo OHGAdESC MOS 23 JAMDIMUM satIZO Zusdo BRR PB PSATES RPPS a E ETTA TC AÊ , ' 8.4, E Ra A 3 Corasmáigo Em atos s. a CU, cm Essa des E iris + NAS E > gm + a AS im o o psreoa de rem ima O , * PREFEITURA MUNICIPAL DE BOM DESPACHO ESTADO DE MINAS GERAIS ADMINISTRAÇÃO POPULAR E PARTICIPATIVA GESTÃO 1.993/1.996 exe d ctes ema d CÁ gui rc camp cla as — em cam preara Pres ro Es cas, k f a s £ (= eles mese 3 6 treze ecsmcs exmr “A cid css ese da ii cod =» 455 65 - ctesos pr es paro cad estica a ticacies encars tesoo dra Les e drem nd ca ecra es td clexchess ss due ã. TE cm dr creo eles ema taoces miarid DT pri cars q <Ses um Toacicrsm e» chica tar ic qu xXx o premenver a execução dos planos ceremfacesry tamento tios cd ea pcs es a a n >< pr erencenrerço aa mid das. A ema tes EN ara sa a axctert cos citam Gde es ” -— pe exem penses + ac» estes x fone 2 focos js = — eo PER Poa tado od St ca q ATE oo meme tessã cd A em quina 1 cas ns elo a pres pestana. ce sd coa ddos q emo do “a rot 2 erra 45: 2% a encremears au DENND o ame ih cm incina un ao > aerea emerro tica amenas us e = — == qu GENS aged E dee —beied dao ca HEHE guto 2º gentios efe co Aa es ma 2 em e =. meo aaa - A eae e (2 - E cem veces = ARS Eu ão cr e cao «aa SFT E iara md AL meme e maes Gs STA a ET - o cm cm Pao a eme + SEA qd emas toe qe veses esc emesusen ca is a, OHJANEIS M Na Sdes a CDU 2 | RE Tosa 2% ee 2 emma a PE Ve La Rea - qa té Cai ig 4 Epi nita as ds gos sto “Es + = er Pepe A SR + im, SOR té - E E ni DO area y ho Vs r Copie tada emenda aipim pot Ê t am 5h e saio, Freios ez 0 nd - - td, a tan, t + nd] Sum o madre E E pa E 5 > E nda Jem, ! Bi é era : EueE: e ee o i Erica e CAS gs nã é Edo E MRE Su, » , = E” E for, ce tiçues Locke ias aa panos Sms Ja vob pa e Rede Emma PP De ce e e sesininimeren PS fado Ss e pe indo: 2 ES em um pers pe ca -: E en AME aço e o SUREr e a Srs po a + ent gel Bivar * x Ea pa Eae e x $ + e Crema EM em -— Fa nArso dei PG posres DAME MATEI PREFEITURA MUNICIPAL DE BOM DESPACHU ESTADO DE MINAS GERAIS ADMINISTRAÇÃO POPULAR E PARTICIPATIVA GESTÃO 1.993/1.996 Serqguucles em fer tds da qu éxios esmo tod diese do er paca do E x escura tod nes Á fan este pie erserioçoe especies secure pesre META rã o ao * ã À cla gas - e: ee 2 se x7»: . O PAS! DEM TE 1 memeno s ererioas - src pesrend tacho «as DT a os + ces sperm cite cics emcavriche tios cer nes en o em na q ETC ata mem murro vem A ema cara toe 5 ares am Vc 1 deem we 7 E sau a 5 eme qu E na ia cars es m um ro — ex ego sam event ee meme. meses a «TF tato ER popimegã SD a nt ” date up der = e e a tes» tece o > a ESSE PRE RES devidos mtas ca dum Quer TE pesar sis ia mae nm E oo tg. — O ema css td toe aces 24 Em: ' CHAME ER ra aa - mação maxima Seo COM & eus E a CRT pao Cadari ES dê oa Feio ESTADO DE MINAS GERAIS ADMINISTRAÇÃO POPULAR E PARTICIPATIVA GESTÃO 1.993/1.996 Brito qe -— O COMAS + se EM ES mesm bas eme dr ri camesy ex torre mer te q Ber corsa de emas mesentarecas y ema COM maio Unica Mer pa do do presidente ou "À ea Simples rgrecie Prá res Fe 4 Com ver tia q tos Eerr a per emite cechém ci ca ends d eme cs cas LIC CASE q er ces ES Cviir exe Fear gira tes Serquncedles Comeaceas com a presença de e me mir dem nCo (OM) « rec a sedan pr desempate g à ss Er , cles esa ess excam tes €x da enaÕES qm at md tea ass cics go rena che) e en fies Ses» tes -— rss Cesra eres Pres seems am tres een ssa Exa car é mel ecem peu smen il aa qu des es F Homo Garras feio PaekECcATo MAIL E RA qu. == pe art pa ema cd exe a Pd = Terena cs cs a em e ca a em td Gt cat crer ra om empra Crer esmas une e clevss pres esmo td cf cacles emecasr es esmo trrciers «> css E Due Mm a oe o cad ipa Pes ond opina o pagto ua lo e o o a a mm tai E E a rt a esa PT ra PREFEITURA MUNILIPAL VE DUM vEutAuii ESTADO DE MINAS GERAIS ADMINISTRAÇÃO POPULAR E PARTICIPATIVA GESTÃO 1.993/1.996 < 4 pe “coma an rh cd cics meira pla e py o À eu ts MNT ea çõvos a egito Um d cer em mesma çããe focos cem plemáric e icons etes CICMAGISS « Eee Ecos nv « clerver ie PRApRE ml camesro ter Desemo Md san E) cn cl ca si eae o O CCMAT ed atresm ento tera por ncs ces <><2€ ta) elias pve ca par cama lee ça sept smesre Los Mrs teses cs vaca » cha qprresssesro Les Desk e CNE TAM ks 0 FEOULMAIDOS PIPA E CS Rd >= 3 SS TES o SSUMCDE e e DÊ ar UIPREEZ pus OQRTETIVOS DO FUNDE js W Cia o Sar E a = pedem et em Perrmetes Itucrs pal cte objetivo lde ate: emmpco ca cas man es = e. 2a: Pára cs ar ex «Ses “s a e oeste” pd cs veses «x em tas cs «tes pum ese x -— es em firmes temem tes cha pres ts <a perco tes e» da Tom A da <a mca Terra d cd os ches da drv ES ed ca q da enctes terem ectmra «» da us em E a<e s xXx E Er csemes q vcs tes are teses es qo ves «tes press nrcscas een mermo Tess em ea em edes «1 es tra tsc dive em EN Posadas ps semen tod dd Aa secs cs ns ces cesta cs da es <a presence ço TC ater sita ca ro esc) o ca qo ae De VE ques arca ter Napeleges! ca eus 68d cics eiseinem es Parsrectes ricardo ed paes et Md ves term o Cor a car aços es «teu OHSAMEIO MOS 30 JAGUIMUM ASuTENTES Ra ta = is dir ace FERA = far azir > à Se E q e E Sea 0 ue 2% SNI ár “a A EMEA eo dé Rol io de ne " mundo » ” ita pá z N Da E: areais x + am ! = ) a Tt E psi RR de 1 ” “ * x à f Asa ds Peça mea é + =2% “ Pude nc x sis k. e E ade dass é s x E i Pei , -; = é'x j es ie qn ' À Dai mei | À a . ai feias. ua 4 Ri f : ac E» mis E gi e : e ERES, 4 . bs | Eanes pla ses Nac. Cacio E ca 0 etçãs x UR FD fui a + * estica xo aa r FE gi | = ici E ELES SR SR EUA e E TER a aa agi tr e lp sais AP E ia pl + , f sf 7 i 4 PREFEITURA MUNICIPAL DE BOM DESPACHO ESTADO DE MINAS GERAIS ADMINISTRAÇÃO POPULAR E PARTICIPATIVA GESTÃO 1.993/1.996 à ss ter ed é and ed quad A ea da z esmo a trcd ima sd Ger mia) o AL cter cat geutas, «w eme irapia quererem q «x +55 j €sTAcecec Drs ma Piso tese à qu tser ss mor a Pa CASES teme ess Secco sta Exonera am “Or qe menta tao va rena des so - 2a em eserst at <a Eta me: a exerce dr es 1 fieis cd es pude . ed emencisro ss doam cars castas + Eva -— ema etem e eteras tes Ferarsetes q sem exesro drara tes E €= o o 2» 2d. 6» Prece end pos do 7 O sa ado es "as aro ra - Pl rr eme ce erra oe ss emma 2 "a - comer pro + eve - SATO “tones . a mem eita ." Do user aves metem d os AA Ko qa ecteia aa gata O 1 e e FS carte us age ame mes ESA cnpaeea OT pos ai ESA E a e eme com ea de asa Eizo eses es sra > So tsaIDes et. AS. Clesrsmtod Cunha aves amemerenid Ens tes Sovanveles us malha Agua ace E to sra) + EE 04 Eyes eg ni APP ds rom e id ini! “o naieçõo tios E 6 IE Trina 7 Tio ade pages us q iome aia C6 à PREFEITURA MUNICIPAL DE BOM DESPACHO ESTADO DE MINAS GERAIS ADMINISTRAÇÃO POPULAR E PARTICIPATIVA GESTÃO 1.993/1.996 ce transfere cla Um dixer, e ce eso cd tar ed gas ctes exe qa mer tc cos Momo , meo che» ha rea ta dd cl cuct eSeregurim d cla cam rrenemars do pagamento dd iectpãe ces tido enche «> Fu erre do enc eras ter =x - ea çõers . mx A À cos exe tr à botud Ger crer term crer Car mico Tava ces Crer erro re cs +» públicose + 2 fed o ed res temer tes CHA ” “a -— pese eee al Ê - - + essi rare che etc à cura ca des ses cespe ag fes Sds et va tes Da Sh rar NS% cm paes tes ese erra tes ese + pera geesa cleo cxsmdoel & ter arms t : ár nem de cas ext à. « pao emo id. es ma te NAAS dE e CS = eu pe Sara Can A 4 vem cs ca sm "> esa cs po A cê es ca GENS ses es " ese meme sec eme meses Sep Caes pod + cr 2 di - cartao mess Can a qo apare rp Tema her tema tes emegeado ra Es PR RE cm cio ND Ses A em qpuemam treme as. mexia e «a pre ee E ea Basis sans E OHDAdaIO MOS 24 JAGPDUM ARUT gianio CAM: JO quaraa o Ms mg TESE de A DJ pr ES Li que E À est mapa +.“ & PET, q EI e ve cer ME ra SE + me 6 AT DD nl + E SR tm DO Pp tea cd do TREE RE ERG sand E CT e =: ir fam e am E. k - Ed A gra E s:ibro dE Jhepea RR o ra ep as E . E E u ; epa ip a mi Soria so Rd o DRI guga qa ima Te E ' sino Po E e ur ap a IT pe Aga si pts 4 us RE. ratos Ji di soe . k E Cree sadio RO O F EA wi4S RR PT TR o Wa Emei poi da E) E E, E + x poseqend) was 4 -. E. ms 0 + & º +» + ne E ed “a » e ] RS a, cr ço 4304 giga rali E ” o dardos as soh Papiro cabeça eliane dr 2 me: Eae f » j PES im É o o SD ra a ns ad ne ! O a SUDO Ta a CE" E ' ! à E tenda im j pick dá 4 o F copá « = p E õ = Ka » |] e do ie Bi RREO TE nei PR srs mi ação À PREFEITURA MUNICIPAL DE BOM DESPACHO ESTADO DE MINAS GERAIS ADMINISTRAÇÃO POPULAR E PARTICIPATIVA GESTÃO 1.993/1.996 Uma ce >. «sr E dmte me a es fprdes cha uma chesxches etes Irarmicies Pvc ery ticas «Fes Piurra as e o eccsra tentad dd clecher etes Fasrscies terem presa esto cd à mees cond bes esti cas é 14 na es o gemea dra cê cm ces €3 = tese tirar à ei py medal PD posa peca ed a Eres e e me emana ss eos tea tres ter dt class arca 4 esc d ss A aq cs tres ter 1a ciache É eco E. cer toma <cter vam ca mesmas cedo ese ra es Taasm voe semeptare Eme emrs ese eme des mese - “— à ve temos es . -- Meenioa d es es A eme ch mio TE asa qui SNCEIA e x Neon e ares em pie Tere eres ves eme etememenra a dos queres - ese sem E cm trema emma emenda ces cm rr RCC) cm cm ear Eca rd A A CS cache Gpessmen do ec» emtaroos Cock pus « CO Foussecies Peruano cd Coches do ese sena s ces era ca se es ido em ch Tema od cpu exidca 2 CAE TUM XXX XDents DE SSPecrss roms Om 4048 PREFEITURA MUNICIPAL DE BOM DESPACHO ESTADO DE MINAS GERAIS ADMINISTRAÇÃO POPULAR E PARTICIPATIVA GESTÃO 1.993/1.996 ci crss k ass a mica çãão cle ema dare mec cad ade | pr cam canres o < no ttanicipião.s irem a camiseta ld za qui clerss o CIA DO SEIS se > ss term t res cuer mes der Par Cd cam cumes ticos «aca ses bros o Iitar enc term cx comcie enmeid o tedr cod social ! x travadas pres e ixes 14d clecie crer ese sa sh TÃ, ss5 tio CU, ca n sesgrrcic «a epures oo mia Eermd ca “A dress tomas cd a perene tes po cp serena docs «ses cantam df 8 À cs E E o email a e eu eee pr ssere dores ao canseactessm E eme A dem em € eu cx es ess eee tigres ehes Neem EUA a tener tss es Ines excsemes pes es este vem tac es css pao eg o ema ese ses es vam uncss tornara us eso cd Che "= EE RR] .s esa td cl cechers ms esa t dice cierm excxrancenrs dent cu sa esta Ra « anrea + meses eum tes om qr Scree SNC au pane tem qo Ses « O e e diem no ses si eee tosa cd am mem na qe mTD am o À so penas cx tr eo maestro tao re eee dh ro nb es pues Eca siso ZE er am ama esa é Ee to eco m ; es am tam rpm rea em . ematoa & q EE ao sa ves amd 4 ra + + emo deu dese cs quemDINGUs CBS . SHU TERES E jin y Ta, o ii e EPs, 2 167 y O me We dchoa E! “ ep SE pl a tre anda "3 E. sim + v% di Cie - EE a a de aee; | e 1 = E % > RR se : & ata date qui op ME spend k H Er e dE E > 1 4 nie ” E sê » ak upon à 4H ! En tuim a f | Re 4 o 4 rs ] k E Timand e 4 j : Eta pd se MAO 7 ÉS Dive end - E: h , re ar ã N Es 2 H í fm, ; = - 15 - Virus y x ” e pot É x | ' ã Jr Ega ; = rip e N o -" “ “a, " , ee É tes 1 cr fe peca > toa + à " y H " | k w* ee. ? dass ó ra, e E fina Doca Tn AD a pa era aire = 7 io il ' ã pa e à , - Done dd leme m— 140 A AR Apart pe , ER rd Coriys DR e o clio Comment (é Ear 5 e RR o faço as de para DE E pi a a e E A aa E o qse. pags MC ADAM DR ata ADE TER de Pç Dai Au reicfas A Saczo 2 Arriteiro a St LA de— soc ME O camada CompSiocI [rn OA AS Muni ci fal acao DA dp Pega LA Gon 27 RV. [MPT Ter PASTE CLA De» Cerec ba Zan se “Prsza PARA Corte c mer To < trata, I//51 ae ez So 7a aos Santos A tua em canoa ca pray rc um, cosas ANO EI, N. 01— BRASÍLIA — MAIO/95 Mensagem da Secretc de Assistência Social aos servidores: a extinta LBA Aos servidores da LBA, : Dirijo-me aos servidores da I.BA — extintas para, em primeiro lugar, informar que tomci posse no cargo da Sccretnria de Assistência Social, do Ministério da Previdência e Assistência Social, no dia 3 deste. =. 2. Em segundo lugar, mas, principalmente, quer: nqui estou, tomei conhecimento dos relevantes Assistência Social. For estes serviços, em nom i o dizer-lhes que, no curto espnço de tempo em que iços prestados pelos senhores ao Eats, na área ca e do Assistência Social e em nome de Sua Excelênci 2. angústia o am do cz 3. Excelentíssimo Senhor Ministro da Previdência e enhor Presidente da República, eu lhes agradeço. Por outro tado, sinto-me extremamente semmibilizada, e por isso mesmo atenta, no sentimento de sicedade que nssaltou muitos dos sesorces nesta faso «de transição nos Srenos Assistenciais overno. «a + Por fim quero trazer-lhes uma palavra de tranqúilidade: o acúmulo de conhecimento que os enhores representem € o mnior patrimônio que o Pata dispõe na área «Sa Anaintência Social. O governo quer preservá-to e usá-lo. Esto desenvolvendo todos os esforços no sentido de que om seus ententos - os seus conhecimentos scjam nproveitados mm árca Assistência Social e na estrutura de governo. CTertm- mente vamos furor muitas comintiacias justos, bem servir ma sofridas camncdas mais conventos cin população brasileira. nte mente. Túcim Vânia Abrão Costa e Secretária de Assistência Social + O que E a Secrerarbã de Assistência Social Órgão do Ministério da Previdência Assistê ocial-MPAS, a Sccretaria de Assistência Social-SAS foi criada para coordenar c articular as ações a a, em parceria com estados e municípios. Tem como papel fundamental viabilizar o sistema descentra o de assistência social no País, de acordo com a Cons- tituição Federal c a Lei Orgânica da Assistência ial. Inicialmente, suas principais ações estão voltadas para discussão e proposição da Política Nacional BE Assistência Social c a implementação do Fundo Nacio- nal. E A partir da estruturação do novo sistema, os ursos federais serão repassados diretamente aos estados e municípios, que serão os responsáveis pelo co de sua aplicação. Para isso, cada estado, cada munici- pio deve elaborar um plano de assistência soci rente com as diretrizes gerais e, ainda, implantar seus conselhos e fundos de assistência social. Em tod rocesso a SAS estará presenio, através do suas coorde- nações regionais, promovendo a articulação, s esforços, recursos o apoio técnico. GT vai cadastrar entidades Técnicos do Ministério da Previdência e Assistêncl&Socinl, Conselho Nacional de Assistência Social e do Ministério da Justiça vão participar de um Grupo de Trabalho para elaboração da proposta do Sistema de Cadastro de Entidades e Organizações de Assistência Social. A Secretaria de Assistência Social, do MPAS, será responsável pcla coordenação do grupo que para fazer o trabalho, terá que se articular com os estados, o Distrito Federal e os municípios, conhecer os sistemas existentes nos diversos órgãos dna área de assistência social além de integrar-se com o setor de informática para o desenvolvimento do sistema. O grupo será instituído pelo Ministro da Previdência e Assistência Social c terá prazo de 10 dias úteis, contados a partir da publicação dna portaria, apresentar um plano de trabalho. Patrimôriio da LBA term destinação O Ministro da Previdência e Assistência Social, R patrimonial da LBA. 4 informação é da secrotária ce Lúcia Vânia, a prioridado é da Secretaria do Assistê std Stephanes, já definiu a destinação do acervo cquipamentos sociais nos cstudos - municípios, ência Social, Lúcia Vânia Abrão Costa. Segundo Socinl SAS que pretendo estruturar vordincdciros com r entação, dentro do mesmo espaço físico. das Se- cretarias Estaduais de Assistência Social, dos diversos gsenscihos, além da própria Secretaria de Assistência Social. A idéia é ceder ou doar imóveis para que o estado ou o município os adiministro. Os demais órgãos do Ministério da Previdência o A sds ministro « poderão escolher móveis o imóveis nocessári sesde que o ELegistativo autorize, instituições cleo nasint da let. <> excedente será aticnado o q receita revertida ncia Social vêm em seguida na lista definida pelo seu funcionamento. “Tr dem sorão boncficiadas. social sem fins lucrativos, reconhecidas na forma ando Macional de Assistência Social. HEersecsicioa depçresteação <erraci ss Se TFenbalho pars cdefinie a tmpinmenção do benefício «de prestnção continuada, devido a idosos e porta dores «Je deficiêncim «do aixa verme. A Secretaria de Assistência Social vai coordenme upo que terá dez dias, n pertie da publicação «da porenrim, para npresentar am piano de eentintho. A nção do ministro & que em janeiro do próximo amo todas as pessons que façam jus no bencfício pr ona Constituição passem » recobêto. O grupo terá como atribuição propor ações téc Ss, jurídicas e acdieministrativas que vinbilizem o pagamento So benefício, = Dm A «Teunk ação Fetorat, cinborno os atom sunicação social para montagem de memplo siste concessneo. «dez ccossszeçeoa «x ser «desfiraicdor ts o Ministro de Previdência e Assistência Socimt, Fasintriotoa Stephanes, Setersminmos = criação cJe Seu nesicular so cor cute normativos necenatrios, mirra «Fe mestosicdimieo m demem «Dam ma de divulgação do benefício « dos critérios eme LM o usmires = Les Pads pe 7 4 Es 124% - < MIT 1 ssa sc =.o9 = 15 122% RR vaI rDErnc 1 A “srs 0 2504 sen 2.093,99 DE 0164 Ds 1» ASSTSTENCIA SOSTAIL ATRAVES DAS 3124 (DS e DTARTO OETICTAT. Frase TI DES CTFTYADOS . TEST. TOA DAS mc» FIStIEm XS 12H TEA ES ANT dacd se vma O SAS INFORMA — é uma publicação interna, p Ministério da Previdência e Assistência Social, so isória, da Secretaria de Assistência Social do ponsabilidade do gabinete da SAS. Editoração ACSIMPAS. eletrônica ce composiçã AS rente] anã