| Tipo | Projeto de Lei Ordinária |
|---|---|
| Número / Ano | 19 / 2021 |
| Date | 2021-10-18 |
| Ementa | DÁ DENOMINAÇÃO AO LOGRADOURO PÚBLICO QUE MENCIONA. |
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CAMARA MUNICIPAL DE BONFINOPOLIS DE MINAS REGIÃO GEO-ECONÔMICA DE BRASÍLIA Rua Dom Elizeu, 51 - CEP 38.650-000 — Bonfinópolis de Minas - MG CNPJ/MF 20.571.501/0001-35, Telefone (38) 3675-1401 Publicado no quadro de avisos da Câmara em 03 10F 12042 às gen TP Sobo nd ' l e A Servidor Responsável PROJETO LEINº. LO) /2021 meme * «âmara Municipal di de à ifimnópolis de Minas - a, Peço no Livro O às folti. Dá denominação Ao logradouro público | | sob o nAM que menciona. [tá ge po idos Horas. | Bont. de Minas - MG AE ÃO 9024 O PREFEITO MUNICIPAL DE BONFINÓPOLIS DE MINAS (MG) Faço saber que a Câmara Municipal decreta e eu sanciono a seguinte Lei: Art. 1º. À praça que será construída no Conjunto Habitacional Dona Mariquita, entre as Ruas Luiz Graciano de Sousa; Mauro Costa e Joaquim Cardoso de Moura, passa a denominar-se “Praça Clóvis Martins de Souza”. Art. 2º. Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. Bonfinópolis de Minas/MG, 18 de outubro de 2021. ERTO MARTINS A yr ER A ar, 7 k a » ES 2 e Ro A Za poco Raica caregue | |Focr oa > RESUMO BIOGRÁFICO nome: CLÓVIS MARTINS DE SOUZA Codinomes: Clóvis Diogo e Clóvis Carroceiro Local de referência: Rua das Almas (atual Rua José de Sales Palma) BONFINÓPOLIS DE MINAS — ESTADO DE MINAS GERAIS (Período: 16/03/1925 a 07/12/1992) No final do Inverno, já quase na Primavera do ano de 1925, precisamente no dia 16/03/1925, no local denominado Buritizinho, nas divisas dos municípios de Santa Fé de Minas com Bonfinópolis de Minas — MG, eis que abrem os olhos para esse mundo: CLÓVIS MARTINS DE SOUZA, o primogênito do jovem casal de agricultores, Dioguino Martins de Souza e Maria das Mercês Veloso. Na labuta diária de pequenos agricultores familiares, o “Senhor Diogo e dona Mercês” continuaram residindo naquelas paragens, e DEUS lhes fora favorável na constituição da sua numerosa e abençoada família, presenteando-os com a chegada de outros filhos para a companhia do pequeno CLÓVIS, sendo eles: Maria de Lourdes, Raimundo, Mariana, Maria da Conceição, Maria de Jesus, José, João, Maria Rosa, Geraldo, Maria do Carmo e a caçula Maria Rosália. O tempo passa e a família já praticamente formada, cada um na luta pela sua independência financeira, e o casal de pequenos agricultores, Sr. Diogo e dona Mercês, começam a migrar para outras bandas na busca de oportunidades, e, pela proximidade dos laços afetivos, o Município de Bonfinópolis de Minas - MG é o escolhido para continuarem vivendo. Evidentemente, o jovem Clóvis, por ser o mais o velho da irmandade, ajudava os seus pais no que conseguia, a que rumos deviam tomar nessa jornada. Já em Bonfinópolis de Minas - MG, o jovem forte e destemido “CLÓVIS DIOGO” conhece ANTÔNIA CÂNDIDA DE JESUS, aquela que mais tarde seria a sua esposa e companheira até os últimos dias de sua vida, possivelmente, mais de 50 anos de união conjugal, “possivelmente” devido aos imprecisos registros dos fatos, motivados por uma série de dificuldades a época. Os dois jovens apaixonados, com pouco tempo de namoro e com a permissão dos seus pais, recebem as bênçãos de DEUS ao contraírem o Sacramento do Matrimônio, e já com a família constituída, no dia 26/11/1978 regularizam a situação de Estado Civil para juridicamente casados. Dessa abençoada união, Deus lhes concedem o privilégio de serem os pais biológicos e carinhosos de Arnaldir, Hilda, Alfeu, Ademir, llca, Antônio, Maria Lázara, Lázara Maria, Adão, Eva e Ilma, de coração e grande estima de Raimunda da Luz. Para conseguirem criar e educar os seus filhos, o senhor Clóvis e dona Antônia lutaram bastante, passaram por muitos momentos de provações, mas não se abalaram na fé e para a felicidade do casal, nenhum dos seus 12 filhos se perdeu na vida, mas sim, tornaram-se homens e mulheres de bem da cidade Bonfinópolis de Minas - MG. Quem não se lembra do senhor “Clóvis Carroceiro” que a tantas famílias ajudou, transportando tambores de água do Ribeirão das Almas, para aqueles moradores dos diversos pontos da cidade que ainda não eram atendidos pela rede de água da COPASA, sobretudo daqueles bairros mais afastados do rio? Foram inúmeras viagens, que iniciavam bem de manhã e prosseguia até altas horas da noite. Era água para o consumo humano, para o cultivo de hortas, para os criadores de porcos e galinhas e para limpezas diversas. Entre uma viagem e outra, os bons causos lhes amenizavam aquela dura lida, desde o momento para encher o tambor d'água até o destinatário, pois eram muito movimentadas todas as fontes, tinha que pedir licença às inúmeras e guerreiras “lavadeiras” para descer com a carroça até o leito do rio, para pegar a água mais limpa. Foi uma luta imensa, mas com o pouco que ganhava, ajudava bastante no sustento da família. E, depois de muitos anos nessa rotina diária, passa o comando da sua velha e resistente carroça ao seu sobrinho José Lucimar Simões, já nem tanto para o transporte de água, mas para a realização de pequenos fretes, tais como o esterco para horta e lenha para as fornalhas. Após essa humilde, mas honrosa profissão de carroceiro, o senhor “Clóvis Diogo” passa a trabalhar para a Prefeitura Municipal como Auxiliar de Serviços Gerais, nas gestões dos ex-prefeitos José Alves Babilônia e Sílvio Canuto Vargas, e uma das funções que exerceu com dedicação, fora a de controlador do registro de água do tanque do velho caminhão FORD Pipa, a hilária “maria mijona” que era seguida pelas crianças, quando passava molhando as diversas ruas da cidade, diminuindo a poeira, uma vez que a maioria eram ruas de terra e cascalho, existiam apenas o calçamento de pedras na Rua Abílio Moreira, trechos da Rua Venâncio Pinto Machado, Rua Dom Elizeu, Rua do Comércio (atualmente Rua Maria do Rosário Palma Bezerra) e Rua Tiradentes. Justamente nessa sua última ocupação de trabalho, no dia 07/12/1992 do calendário Cristão, com apenas 67 anos de vida e ainda com muita vontade de viver, mas obediente ao Criador Celestial, o senhor CLÓVIS MARTINS DE SOUZA, o primogênito da numerosa FAMÍLIA DIOGO é chamado por DEUS a ocupar eternamente o seu preparado e reservado “posto” agora não mais de trabalho terreno, não mais de um amigo carroceiro, não mais de um servidor público municipal da sua querida Bonfinópolis de Minas - MG, mas de um servo de Deus no CÉU, de um Filho, de um Irmão, de um Sobrinho, de um Pai, de um Avô, de um Cunhado, de um Primo, de um grande e inesquecível Amigo e Colaborador que foi aqui na Terra. Do senhor e saudoso “CLÓVIS DIOGO” ficaram as boas lembranças eternizadas nos nossos corações, as quais perpassam pelas gerações dos seus familiares e milhares amigos! NOTA DO AUTOR: Poeta Nunes de Souza (Sobrinho e Acadêmico de Jornalismo - UNIP). Agradecimentos sinceros ao senhor Alfeu Cândido de Souza (Filho, Servidor Público Municipal aposentado), Maria da Conceição Rodrigues Souza Simões (Irmã) e Paulo Roberto Martins (Neto e atual Vereador). Bonfinópolis de Minas — MG, Domingo, em 17 de Julho de 2022.