| Tipo | Ordinária |
|---|---|
| Número / Ano | 7 |
| Date | 2015-03-16 |
| native_id | 39 |
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1 ATA DA SÉTIMA REUNIÃO ORDINÁRIA DA 3ª SESSÃO LEGISLATIVA DA 5ª LEGISLATURA DA CÂMARA MUNICIPAL DE CABECEIRA GRANDE (MG), REALIZADA EM 16 DE MARÇO DE 2015.=====================. PRESIDÊNCIA: Vereador Edílson Mariano - Presidente. HORÁRIO: 18horas e 05 minutos. QUÓRUM DE ABERTURA: Constatada a presença de todos os senhores Vereadores. Foi feita a leitura do texto bíblico em Provérbios 3:5-6. 1ª PARTE: Procedida à leitura da ata da reunião anterior, tendo sido considerada aprovada nos termos regimentais pelo Senhor Presidente. CORRESPONDÊNCIAS e COMUNICAÇÕES: Ofício nº16/2015, da Diretora Presidente do PREVCABInstituto de Previdência Social do Município de Cabeceira Grande-MG, encaminhando a Prestação de Contas anual do Instituto, relativo ao ano 2014, conforme determina o art.4º,XXV da Lei Municipal nº413/2013. APRESENTAÇÃO DE PROPOSIÇÕES: O Vereador Irmão Valdete apresentou a Indicação nº05/2015 de sua autoria. A Vereadora Daisy Ferreira Netto apresentou as Indicações nºs06 e 07/2015 de sua autoria. O Senhor Presidente apresentou o Requerimento nº01/2015 de sua autoria. PRONUNCIAMENTOS. A vereadora Daisy Ferreira Netto, falou que tem observado que a cidade andava muito suja, principalmente nas esquinas e praças. Disse que não sabia se no posto de saúde tinha soro antiofídico, pois quando ela foi secretária de saúde não podia ter. Mas que era bom ter, pois poderia ter cobras e aranhas por ai, podendo ocasionar um acidente grave. Pediu ao prefeito que providenciasse a limpeza das ruas e canteiros da cidade, pois o braquiarão e o andropolo estavam tomando conta. O vereador Irmão Valdete comunicou aos colegas que ultimamente ele estava sendo muito criticado nas redes sociais. Quando era uma critica construtiva, ele aceitava e achava bom, porque gostava de aprender, mais quando era uma critica sem fundamentos não gostava. Falou que naquele dia mesmo o senhor Robinho, que estava presente a reunião, havia postado uma crítica no facebook, perguntando se alguém de Cabeceira Grande conhecia a casa de apoio, que na campanha havia prometido fazer em parceria com a Prefeitura. O vereador esclareceu que não fez a casa de apoio, porque o vereador só não dava conta de fazer. Perguntou se o senhor Robinho não sabia que no plano de governo do prefeito tinha a casa de apoio. Falou que possuía uma casa em São Sebastião e que aquela casa estava servindo as pessoas que necessitava, pois tinha dias que chegava a dormir de dez a quinze pessoas lá. Tanto que teve que aumentar mais um quarto, porque a casa era pequena e humilde, mas recebia as pessoas que estivessem precisando. No domingo mesmo dormiram na casa duas famílias, e segunda feira às seis horas da manhã, sua esposa foi levar o paciente no hospital da criança e ele havia ido ao hospital universitário para levar uma das 2 famílias que havia dormido lá. Esclareceu que sua casa estava sempre a disposição da comunidade. Disse que talvez muitas pessoas, não soubessem daquele trabalho social, mas se quisessem saber, era só procura-lo, porque ele tinha a relação de tudo que vinha fazendo e o que ainda pretendia fazer. Disse que sua esposa era assistente social e sempre o acompanhava e porque ela gostava muito de ajudar as pessoas e faziam com todo prazer. Em aparte a vereadora Daisy Ferreira Netto, falou que tem acompanhado o trabalho do colega vereador e que ele tem recebido muitas pessoas de Cabeceira Grande e Palmital inclusive para tratamento de saúde e o que ele colocou na proposta do panfleto em campanha que era providenciar uma casa de apoio. Ele queria fazer um convênio em parceira com a prefeitura só não deu certo mais ele estava fazendo o maior esforço junto com a esposa, e os dois trabalhavam com carinho pelo Município. Disse que ficou surpresa com o depoimento do vereador, porque ela não utilizava aquele meio de comunicação. Mas achava que as pessoas deveriam acompanhar mais a sua vida politica e conversar melhor e não falar palavras em vão. Disse que acompanhava o trabalho do colega e o que via era um trabalho muito bonito tanto com as pessoas de Cabeceira Grande como com as pessoas de Palmital, de Bom Sucesso e Pau Terra. Concluindo o vereador Irmão Valdete citou uma frase que seu avô falava: “que para a sua estrela brilhar, não precisava tentar apagar a dos outros” e “que era melhor um sábio calado do que um papagaio mal informado.” O Senhor presidente falou que sempre que a pessoa entrava no processo politico colocava a cara a tapa, que era igual ao Juiz de futebol, às vezes elogiados e às vezes criticados por atos que não praticou de maneira errada. Então isso acontecia com todo politico, sempre ia ter pessoas que às vezes não concordava com atitudes do politico. Entendia que se o colega tinha a consciência limpa que não estava fazendo nada de errado, então deveria continuar, mas entendendo que criticas sempre teria e todos teriam que conviver com elas. Porque as pessoas tinha o direito de manifestar e ele até gostava de ser criticado, só não admitia que falassem que era desonesto. Falou que a população estava participando e isso era muito bom e que o colega deveria divulgar mais o seu trabalho. A vereadora Daisy falou que gostou muito das palavras do colega e achava o seguinte: falem bem ou mal, mas falem da gente. Tudo isso tinha um lado bom, estavam divulgando o trabalho do vereador. O vereador Eliezer Cruz, falou que foi procurado por um cidadão que pediu para ver se conseguiam uma maquina que descesse lá na Mata Velha para arrumar as estradas que desce para o Ozamo e João do Renato, porque eles estavam sem saída, pois a chuva havia estragado muito as estradas. Pediu que o presidente levasse ao conhecimento do prefeito aquela reivindicação. O presidente disse que ia conversar com o prefeito e trazer uma posição. Disse ficou 3 sabendo que eles estavam passando a patrol em algumas partes da estrada que liga a Sede a Palmital, e que até o arrependido estava muito difícil. Pois teve reclamação de doze pessoas de Cabeceira Grande, que trabalhavam na fazenda São José que situava no Município de Unaí, que iam e vinham todos os dias. Então pedia para o prefeito olhar com carinho aquela situação. Disse que foi informado por um pai, que mora na fazenda Salto, do dr. Rubio Fernal, dizendo que o filho dele não estava vindo para escola por causa da estrada. PARTICIPAÇÃO POPULAR: Foi concedida a palavra a senhora Maria José Lopes Siqueira Tavares pelo prazo regimental para tratar de assuntos relacionados ao atendimento escolar dos alunos especiais do Município. “A senhora Maria José falou da sua indignação com relação a suspensão da sala de aula dos alunos especiais, entre eles sua filha, na Escola Municipal Professora Hozana. Disse que os pais não foram informados da suspensão das aulas e nem para onde iriam aqueles alunos. Ao procurar a direção da Escola tinha sido informada que a sua filha de 24 anos e que ainda não escrevia nem lia, teria que ir para a turma da 6ª serie. Mas no seu entendimento não estava correto, pois apesar da idade ela estava ainda muito atrasada na escola e não iria conseguir acompanhar os outros alunos. E que quem saiu de casa em casa para acalmar os pais e dizer que tudo iria ser resolvido foi a assistente social Cris. Mas ela tinha sido dispensada. Falou também que em 2013 a Cris, assistente social havia levado a turma para a APAE em Unaí e lá o presidente falou sobre a possibilidade de fazer parceria para estar levando os alunos para atendimento. Esclareceu que tanto a Secretaria de Saúde e de Educação estavam cientes dessa parceria, mas até o momento sua filha não havia sido atendida. Disse que no dia do seminário bolsa família o prefeito havia dito que fez alguns cortes financeiros em alguns funcionários, passagens carros. Mas algumas destas coisas eram direitos dos usuários e gostaria de saber se houve cortes, se teve corte do assessor, e prefeito. Disse que tinha gente demais na secretaria de assistência social atoa. Mas que a pessoa que mais corria atrás pra solução dos problemas era a Cris e ela não tinha hora para atender e atendia a todos sem distinção. Disse que fizeram tantos cortes, que tirou a melhor assistente social que Cabeceira Grande já teve. E muitos estavam sentindo a sua falta. Pediu aos vereadores que a trouxessem de volta, pois muitos estava sendo prejudicados com a sua saída. Falou que estava com problemas de saúde e também o seu esposo estava doente. E se preocupava muito com a situação das crianças especiais.” A vereadora Julbertina Ornelas falou que conversou com a Vice-Diretora a respeito da situação da filha da D. Maria José, e que ela havia prometido juntamente com a secretária que iria resolver a situação. E quanto a Cris, o prefeito fez corte nos contratos e cargos comissionados, e a Juliana que estava atendendo no Posto de Saúde 4 em Palmital, iria atender no lugar da Cris, que vai fazer seu serviço como assistente volante. Falou que iriam ajudar a senhora Maria José. O Senhor presidente falou que já fazia tempo que a senhora estava brigando a respeito daquele assunto, e que era um direto dela. Disse que se a senhora Maria José precisasse ir ao Ministério Público para denunciar ele poderia ir junto. Esclareceu que eles não podiam fazer as coisas contra a lei, que às vezes criticava, mais a lei não permitia que crianças estudassem junto com outras pessoas de maior, como era o caso da filha dela que era especial. As diretoras estavam amparadas pela lei. Falou que o Ministério Público poderia rever aquela lei. Pois apesar da idade que a jovem tinha, ela não era alfabetizada. Disse também que um senhor havia procurado ele, falando que o prefeito havia falado que os vereadores estavam proibindo levar os idosos em Palmital. Mas que ele havia procurado saber com o prefeito e ele esclareceu que os carros do município não poderiam ser dirigidos por alguém que não fosse servidor da prefeitura e que para levar os idosos tinha ser um motorista habilitado para o transporte de pessoas e que esse motorista naquele dia descansasse para o trabalho noturno, pois do contrário teriam que pagar hora extra, pois ele já havia cumprido a carga horária. A respeito da Cris assistente social, disse que não a conhecia pessoalmente, mas se ela era uma boa funcionária, então poderiam sugerir ao Prefeito trazê-la de volta. Mas não tinham o poder de obriga-lo a recontratála. A vereadora Julbertina Ornelas esclareceu que na sexta feira esteve em Cabeceira Grande e no sábado em Palmital, um fiscal do FNDE, o senhor Lauro Alves para fiscalizar a salas dos alunos especiais. E que ele parabenizou a Escola do Município pela salinha montada. Esclareceu que sabiam que os alunos especiais necessitava de todo o respeito, amor e carinho e que precisava ser melhorado sim, inclusive pela sala montada nossas escolas vão receber mais recurso para manter e melhorar a sala dos alunos especiais e fomos parabenizados por isso, talvez os moradores não agradeçam o trabalho da forma que está, mais outras pessoas tem notado o trabalho que esta sendo feito. 2ª PARTE: O Senhor Presidente concedeu a palavra a 1ª secretaria para a leitura da emenda do Projeto de Lei n.º 039/2014, de autoria Prefeito Municipal. Efetuada a leitura foi submetido a segundo turno de discussão. Ocasião em que o Senhor Presidente esclareceu que o projeto estava dando legalidade para as contratações temporárias que era em casos excepcionais, como epidemias, surto, ai sim poderá contratar, e que realmente havia necessidades das contratações, até porque tinha que cobrir as licenças, aposentadorias, entre outros no quadro de servidores. O Vereador Darlei Silva esclareceu que a educação tinha um limite de vinte por cento do efetivo que não poderia ultrapassar. Encerrada a discussão foi submetida a 2º turno de votação o Projeto de Lei n.º 039/2014, salvo emendas, tendo sido aprovado por oito votos 5 favoráveis, nenhum voto contrário ou abstenção. Encerrada a votação do Projeto, foram submetidas a 2º turno de votação em bloco as emendas n.º 01 a 06/2015, tendo sido aprovadas por oito votos favoráveis, nenhum voto contrário ou abstenção. Em seguida a senhora 1ª secretaria fez a leitura da ementa do Projeto de Lei n.º 040/2014, de autoria Prefeito Municipal. Efetuada a leitura foi submetido a 2º turno de discussão. Não havendo discussão foi submetido a 2º turno de votação o Projeto de Lei n.º 040/2014, tendo sido aprovado por oito votos favoráveis, nenhum voto contrário ou abstenção. O senhor Presidente determinou a leitura da ementa do Projeto de Decreto Legislativo nº 001/2015 ao Parecer Prévio nº887439 do Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais, pela rejeição das contas do Ex-Prefeito Municipal de Cabeceira Grande, Senhor Antônio Nazaré Santana Melo, exercício 2012. O Senhor Presidente esclareceu que naquele momento seria o momento do Senhor Antônio Nazaré Santana Melo fazer a sua defesa verbal, mas nem ele nem o seu representante legal estavam presente para se defender. Falou também que antes da reunião ele havia falado ao telefone com o ex-prefeito, que havia dito que não iria comparecer nem mandar representante e por aquele motivo deixava de conceder-lhe a palavra. O senhor presidente submeteu a primeiro turno de discussão o Projeto de Decreto Legislativo nº 001/2015 ao Parecer Prévio nº887439. Ocasião em que o Vereador Irmão Valdete falou que aquele projeto iria ser votado na reunião passada e foi pedido a retirada da pauta, porque o ex-prefeito estava em Brasília e não dava pra ele chegar a tempo de estar presente para se defender. Mas agora ele não compareceu, por isso achava um falta de consideração, ou ele não estava levando a sério ou então estava brincando com a cara dos vereadores. O vereador Eliezer Cruz disse que ele não veio pessoalmente mais mandou por escrito, perguntando se o colega já havia lido a defesa dele. Então tinha a defesa dele aqui na Casa. O presidente falou que infelizmente a oportunidade era dada e deixava passar da hora. Esclareceu que aquela defesa deveria ter sido feita no momento certo ao Tribunal de Contas, pois o Tribunal havia rejeitado porque não apresentou nenhuma defesa. Agora chegou a esta Casa, deixou passar o prazo regimental não apresentou defesa na Comissão. O Presidente havia recebido a ligação pedindo para adiar a votação e foi feito adiamento. Enviou sua defesa por escrito, mas essa defesa deveria ser feita por ele ou seu procurador esclarecendo verbalmente, os motivos pelos quais ele não aplicou o percentual mínimo que deveria aplicar na educação de 25 por cento da receita e ele aplicou só 23,76 % (por cento). O Tribunal julgou as contas pela rejeição, considerando o não cumprimento do percentual mínimo aplicado na Educação. Não sei se todos os vereadores leu a defesa dele, mais a defesa não bate com o que o Tribunal tá dizendo, que tem resto a pagar que o Tribunal não 6 aceita isso, seria bom que ele estivesse aqui para defender e fazer sua defesa oral, mas como ele não veio, cabia aos vereadores decidirem em votação, se concordava com o Tribunal ou se acatava o relato dele na sua defesa, infelizmente apresentada fora de tempo. Encerrada a discussão, o senhor presidente iniciou o processo de votação, em primeiro turno, do Projeto de Decreto Legislativo nº001/2015, que rejeita as contas do ex-prefeito de Cabeceira Grande, referente ao exercício de 2012, nos termos do Parecer Prévio nº887439 do Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais, designando os vereadores André Batista e Darlei Silva para funcionarem como escrutinadores. Em seguida foi feita a chamada para votação secreta, onde os vereadores após serem nominados, deveriam pegar a cédula, votar e depositar na urna. Encerrado o processo de votação, os senhores escrutinadores abriram a urna e procederam a contagem dos votos. A Senhora 1ª Secretária fez a anotação e o Senhor Presidente comunicou ao Plenário que o número de cédulas coincidia com o número de votantes, anunciando o resultado: O Projeto de Decreto Legislativo nº001/2015 ao Parecer Prévio nº887439, foi aprovado em 1º turno por sete votos favoráveis, dois votos contrários e nenhum voto branco ou nulo. Na 3ª PARTE: O Vereador André Batista esclareceu aos presentes a votação do Parecer Prévio dizendo que votaram favorável a posição do Tribunal de Contas ou seja rejeitando as contas do ex-prefeito referente ao exercício 2012. O Senhor Presidente parabenizou o colega pela lembrança, pois talvez as pessoas não tivessem entendido. A Vereadora Daisy Ferreira Netto disse que era muito transparente e direta. Disse que a senhora Maria José sempre vinha desde primeiro ano do mandato como se fosse uma vereadora junto com os vereadores, sempre lutando em prol a sua família era uma mãe que clamava pela sua filha. Disse que se precisasse poderia contar com ela, pois além de ser assistente social era mãe também. O vereador Eliezer Cruz falou que a Dona Maria José tinha razão estar indignada e sempre procurando uma solução dessa Casa. A solução estava muito fácil porque na Casa existia uma comissão de educação e saúde composta pelos vereadores: Irmão Valdete - Presidente, André Batista – Vice Presidente e Daisy Ferreira Netto membro efetivo. Esclareceu que a comissão tinha a obrigação de correr atrás da solução daqueles problemas e tomar providência o mais rápido possível. Explicou aos idosos que achavam que os vereadores que estavam travando e eles não estavam travando nada, o problema era que colocaram um carro oficial na mão de uma pessoa que não era funcionário e o prefeito falou que não podia deixar. A vereadora Maria Valdiza agradeceu a presença de todos e disse que estava muito feliz porque toda segunda feira a população estava vindo assistir a reunião e também estavam trazendo as suas dificuldades. E que era muito importante para o andamento dos 7 trabalhos dos vereadores, pois também dependiam da colaboração de todos. O Senhor Presidente anunciou a ordem do dia da 8ª Reunião Ordinária, compreendendo: A) Discussão e votação do 2º turno do Parecer Prévio n.º 887439/2012, na forma do Projeto de Decreto Legislativo n.º 001/2015. B) Discussão e votação do 1º turno do Projeto de Lei Complementar n.º 005/2014, de autoria do Prefeito Municipal. C) Discussão e votação das Indicações nºs 05, 06 e 07 de 2015, de autoria dos Senhores Vereadores. D) Votação em turno único do Requerimento nº01/2015, de autoria desta presidência. QUÓRUM DE ENCERRAMENTO: Constatada a presença de todos os senhores Vereadores. Nada mais havendo a ser tratado, o Senhor Presidente declarou encerrada a reunião. Agradeceu a presença de todos e determinou que se lavrasse a presente ata.==================================================== . Vereador Edílson Mariano - Presidente (_________________________________); Vereadora Julbertina Ornelas - 1ª Secretária (_____________________________). ============================================================= ============================================================= ============================================================= ============================================================= ============================================================= ============================================================= ============================================================= ============================================================= ============================================================= ============================================================= ============================================================= ============================================================= ============================================================= ============================================================= ============================================================= ============================================================= ============================================================= ============================================================= ============================================================= ============================================================= ============================================================= ============================================================= =============================================================.