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materia nº 8/2026

Tipo Ata Ordinária
Número / Ano 8 / 2026
Date 2026-03-23
EmentaATA DA 8ª REUNIÃO ORDINÁRIA DA 2ª SESSÃO LEGISLATIVA 20ª LEGISLATURA DA CÂMARA MUNICIPAL DE CARMÓPOLIS DE MINAS
native_id1084

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DateResultadoSimNãoAbst.
2026-04-15T17:24:41.298171-03:00 Aprovada 10 0 0

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ATA DA 8ª REUNIÃO ORDINÁRIA DA 2ª SESSÃO LEGISLATIVA
20ª LEGISLATURA DA CÂMARA MUNICIPAL DE CARMÓPOLIS DE MINAS
Aos vinte e três dias do mês de março de dois mil e vinte e seis, às dezoito 
horas e trinta minutos, reuniu-se, ordinariamente, a Câmara Municipal de 
Carmópolis de Minas, em sua sede, situada na Rua Dorvelino Rabelo Costa, nº 
38, Centro, sob a presidência do Vereador Claudinei Vicente da Silveira, sendo 
secretariada pelo Vereador Fernando Luís Rabelo Lebron. Presentes os 
Vereadores: Benedito Luiz da Silva, Gustavo Henrique Oliveira, Gilberto 
Arnaldo de Freitas, João Vitor Leite Rabelo, Marcelo de Freitas dos Reis, 
Palmério Alex Castro Ferreira, Rafael Batista dos Reis, Sérgio Damião Morais e 
Tirzah Teixeira de Freitas, conforme assinaturas constantes no livro de 
presença. Havendo quórum regimental, o Senhor Presidente declarou aberta a 
sessão, iniciando os trabalhos com a oração do “Pai Nosso”. Ato contínuo, o 
Senhor Presidente determinou a leitura da ata da reunião ordinária realizada no 
dia 16 de março de 2026. O Senhor Secretário, com fundamento nos §§ 1º e 3º 
do art. 96 do Regimento Interno, solicitou a dispensa da leitura da ata, 
justificando que o documento, contendo onze páginas, havia sido previamente 
disponibilizado aos Vereadores por meio eletrônico. Submetido o pedido à 
apreciação do Plenário, este foi aprovado por sete votos favoráveis e três 
contrários, sendo contrários ao Vereadora Tirzah Teixeira de Freitas e os 
Vereadores, Palmério Alex Castro Ferreira e João Vitor Leite Rabelo. Na 
sequência, a ata foi colocada em votação, sendo aprovada unanimidade.
Prosseguindo, foram lidas as correspondências recebidas, a saber: – Ofício nº 
16/2026, da Secretaria Municipal de Desenvolvimento, Agricultura e Meio 
Ambiente, em resposta ao Requerimento nº 53; – Ofício nº 27/2026, da 
Secretaria Municipal de Educação, em resposta ao Requerimento nº 28; –
Ofício nº 30/2026, da Secretaria Municipal de Saúde, em resposta ao 
Requerimento nº 19; Ofício nº 33/2026 da Secretaria Municipal de Saúde, 
solicitando agendamento de reunião para prestação de contas ref. 3º 
quadrimestre de 2025, - Ofício 11 do Gabinete do prefeito, em resposta ao 
requerimento nº 18 – Ofício nº 123/2026, do Gabinete do Prefeito, em resposta 
aos Requerimentos nº 27, 29, 30 e 31. Foram ainda apresentados: – Projeto de 
Lei Complementar nº 01, de autoria do Poder Executivo; – Projeto de 
Resolução nº 03, de autoria do Partido Novo; e – Requerimentos nº 71 ao nº 
76/2026. Na Ordem do Dia, foram submetidos à votação os Requerimentos nº 
71 ao nº 76/2026, todos aprovados por unanimidade. Após, os senhores 
vereadores e a senhora vereadora manifestaram-se sobre as matérias em
pauta. Conforme solicitado, registro da fala da Vereadora Tirzah: ´´ Bom 
dia a todos os cidadãos carmopolitanos, aqueles que nos assistem por meios 
online e também a todos que estão aqui hoje no plenário. Fico muito feliz de 
ver essa casa hoje cheia, a casa legislativa é a casa do povo e quanto mais 
pessoas aqui estiverem, melhor é para a democracia na nossa cidade. 
Queria primeiro começar falando a respeito da não leitura da ata, me 
manifestar contrária, solicitar novamente que todas as minhas falas sejam 
contadas na ata e que essa mesma ata, que não foi lida hoje, e as outras, 
estão disponíveis no site da Câmara a partir de amanhã. Queria falar sobre 
uma resposta acerca dos alunos da creche, as informações por ato de bairro, 
quantos alunos por bairro, são muito importantes para que a gente possa 
entender e estudar as novas possibilidades de uma nova creche no município, 
seja essa creche construída através de recursos a serem angariados ou talvez 
uma casa que possa ser alugada. Pela resposta oficial, a gente vê que os 
bairros que mais têm crianças hoje são o bairro de Fátima e o bairro de Santo 
Antônio. Então, nada mais justo do que estudar essa demanda para a 
construção de uma nova creche nas proximidades do bairro Santo Antônio, 
melhorando assim a fluidez. Esse dia eu fui questionada por uma cidadã que 
me perguntou a respeito da quantidade de requerimentos e ofícios e é 
justamente por isso que a gente solicita esses pedidos de informação 
formalizados para que a gente deixe registrado aqui nessa casa, nesse caso, a 
necessidade de uma nova creche no município. E também essa necessidade já 
se pensado aí é através dos pais, né? Além disso, eu gostaria de falar a 
respeito da resposta que teve na Praça do Japão Grande, onde corrigia a 
grafia, né, Rosângela Groppi. Na reunião que foi lida, eu pedi que fosse feita a 
correção e tive esse retorno agora que a lei foi corrigida, mas eu gostaria de 
pedir ao Executivo que fizesse a correção da placa também. Não sei se a placa 
consta ou não o nome dela, mas eu gostaria muito de pedir nesse mês de 
março, em especial, que a Rosângela Groppi fosse também honrada aí, 
principalmente a sua memória, né? Tem alguns requerimentos, o 71, que eu 
assinei em conjunto com o colega vereador Gustavo, a respeito do (REURB e, 
no bairro de Fátima. A gente tem também uma preocupação muito grande do 
(REURB do Japão Grande, que não foi objeto desse requerimento, mas já foi 
conversa. Tivemos conversas no ano passado. Gostaria de reforçar aqui que o 
Executivo e o cartório responsável validem aí o que que está faltando, quais 
são as pendências que tem, para que isso seja resolvido o mais rápido 
possível. Inclusive, conversei também com o vereador Marcelo, conversando 
com ele aqui agora há pouco, a respeito da necessidade da gente fazer uma 
audiência pública no Japão Grande, uma das principais comunidades aqui, 
pelo pedido dele. E provavelmente deve ser retomado esse ano essa conversa. 
As audiências públicas são muito importantes. No caso do Japão Grande, 
temos uma questão muito séria. Além disso, enfrentamos um problema grave 
relacionado ao tratamento de esgoto daquela localidade, que impacta toda a 
cidade, e pretendo abordar esse tema com mais profundidade no meu próximo 
tempo. Informo também que solicitei, por meio de requerimento, a definição de 
uma data para a realização de audiência pública em alusão ao „Abril Inclusivo‟, 
a ser comemorado no próximo mês, provavelmente mais para o final, por volta 
do dia 26 de abril. Essa reunião será de grande importância, pois temos 
recebido diversas demandas de mães que questionam a situação de seus 
filhos nas escolas, especialmente quanto à ausência de monitoria adequada e 
à falta de capacitação dos profissionais responsáveis pelo acompanhamento 
dessas crianças. Acredito que será um momento muito relevante não apenas 
para as mães do grupo „Florescer‟, mas também para toda a comunidade. 
Foram convidados representantes da APAE, da ANTERAP, do Conselho 
Tutelar, da CMDCA, entre outros, reforçando a importância dessa discussão. 
Em relação à moção do mês das mulheres, solicitei a realização de uma 
reunião extraordinária na próxima segunda-feira, aguardando retorno da 
Presidência, pois entendo que se trata de um momento muito nobre, que não 
deve ser tratado de forma apressada, tampouco ocupar o tempo da sessão 
ordinária. Considero importante que haja um momento específico para essa 
finalidade, tendo em vista a relevância do tema. Temos observado que o 
Parlamento possui grande importância em Carmópolis de Minas, e as reuniões 
precisam ser mais aprofundadas. Por isso, sugeri que essa pauta seja tratada 
em reunião própria. No que diz respeito à proposta relacionada à qualidade da 
água e ao serviço prestado pelo SESAM, o tema será discutido na audiência 
pública que ocorrerá nesta quarta-feira. Aproveito para reforçar o convite a 
todos os cidadãos carmopolitanos, uma vez que recebemos constantemente 
reclamações acerca do valor das contas e da qualidade do serviço prestado. A 
audiência pública é o momento adequado para que a população possa se 
manifestar, permitindo que o Poder Público compreenda a real situação 
vivenciada no município. Gostaria ainda de dedicar um tempo maior para tratar 
da situação do Japão Grande, que muito me preocupa. Trata-se de uma obra 
com três níveis de execução, que precisa ser solucionada com urgência, pois o 
saneamento básico não pode esperar, sendo uma questão que impacta 
diretamente a qualidade da água em nosso município. Além disso, há 
processos em andamento relacionados à ausência de tratamento adequado 
naquela localidade, o que reforça ainda mais a necessidade de providências 
imediatas. No momento, é somente isso, senhor presidente.´´
Na Tribuna Livre, foi concedida a palavra Às Sras. Izabella Caroline Mota de 
Almeida, Auxiliar Fiscal, - Ana Luiza da Fonseca Carvalho e Jaqueline 
Canhestro Machado Villela, Auditoras Fiscais, e que falaram sobre Reforma 
Tributária e Projeto de Lei Complementar nº 01/2026, da Carreira de Auditor 
Fiscal apresentado na Casa. Registro da fala Vereadora Tirzah: ´´Boa noite 
a todos novamente. É uma alegria recebê-los aqui nesta Casa. Imagino o 
quanto vocês têm se dedicado desde o ano passado. Já os recebemos 
anteriormente, quando trataram da importância deste projeto. Fui procurada por 
alguns servidores municipais, além de vocês, se não me engano, mais duas ou 
três pessoas relatando que esse projeto não deveria ser aprovado, o que me 
deixou bastante preocupada. Gostaria de sinalizar isso para toda a população, 
pois acredito que a Prefeitura Municipal de Carmópolis de Minas, nesta gestão, 
deva promover uma revisão completa do plano de cargos e salários de todos 
os servidores. Entendo que existem diversas legislações ultrapassadas, 
algumas datadas da década de 1980, além de múltiplos cargos distintos. Trata￾se de uma revisão complexa que, em minha opinião, demanda a contratação 
de consultoria especializada, a fim de realizar uma análise adequada e que 
beneficie todos os servidores municipais, inclusive os desta Casa Legislativa. 
Acredito que o plano de cargos e salários esteja obsoleto. Dito isso, gostaria de 
destacar alguns pontos importantes. Primeiramente, todo projeto possui uma 
dimensão jurídica que deve ser analisada com muita responsabilidade. No 
entanto, preocupa-me a possibilidade de um boicote por parte de outros 
servidores em relação a este projeto, e faço essa afirmação com total 
tranquilidade. Outro ponto é que todos os cargos necessitam dessa revisão. E 
entendo que aqueles que iniciam esse processo enfrentam maiores 
dificuldades, críticas e resistências. Ainda não realizei a leitura integral do 
projeto, tendo feito apenas uma análise preliminar, e também não recebi 
orientação jurídica até o momento. Contudo, com base na minha formação e na 
leitura inicial, considero que se trata de um projeto que merece total atenção 
desta Casa Legislativa. Sendo muito sincera, não sei se esta Casa Legislativa, 
composta por 11 vereadores, possui capacitação técnica suficiente para 
deliberar sobre a matéria sem orientação jurídica adequada e sem o suporte de 
consultoria especializada. No contexto da reforma tributária, há uma 
preocupação quanto à redistribuição de receitas. Observa-se que o Tribunal de 
Contas do Estado vem cobrando dos municípios melhorias nos seus setores de 
arrecadação, a fim de reduzir a dependência exclusiva de transferências 
governamentais. Nesse sentido, o Tribunal de Contas busca incentivar 
reestruturações que garantam a adequação dos cargos e a valorização dos 
profissionais. Sabemos que o cidadão brasileiro já enfrenta uma elevada carga 
tributária, muitas vezes decorrente de má gestão dos recursos públicos. 
Entretanto, caso este projeto não seja analisado com responsabilidade, poderá 
resultar, no futuro, em redução da receita do município. É importante que todos 
os vereadores estejam atentos a essa possibilidade. Se não houver 
organização e capacitação no setor, abre-se precedente para queda na 
arrecadação municipal. Não afirmo que o projeto esteja integralmente correto. 
Após a leitura, identifiquei algumas dúvidas e, se possível, pretendo apresentar 
emendas. Contudo, preocupa-me o fato de haver, dentro desta Casa, um 
movimento contrário à aprovação do projeto sob pressão de outros servidores 
municipais. Pelo que pude analisar, o projeto não cria novos cargos, mas 
promove adequação de nomenclaturas, o que considero extremamente 
necessário. Também estabelece exigência de nível superior, o que entendo ser 
importante para o setor, veda o acúmulo de gratificações, medida relevante sob 
o aspecto da moralidade e eficiência e ao que tudo indica, atende à Lei de 
Responsabilidade Fiscal. Possuo pontos de melhoria? Sim. Contudo, gostaria 
de ouvir o setor jurídico e contar com o apoio de uma consultoria especializada. 
Inclusive, gostaria de propor ao senhor presidente que seja solicitado o apoio 
não apenas dos grupos internos, mas também de outra consultoria jurídica 
disponível nesta Casa, doutor Luiz André. Gostaria de solicitar a emissão de 
opinião técnica e parecer, em conjunto com o doutor Lucas, para que 
possamos realizar reuniões internas destinadas à discussão deste projeto, 
além das análises a serem feitas pelas Comissões de Legislação e de 
Finanças. Há um ponto específico no projeto que me preocupa e que, 
posteriormente, gostaria de discutir com os servidores envolvidos, para melhor 
esclarecimento, especialmente no que se refere às metas condicionais de 
produtividade. Entendo que há necessidade de adequações. Pelo que 
conversei com alguns servidores do setor, atualmente há o recebimento de 
VTR, o qual deixará de existir com a proposta apresentada. Inclusive, entendo 
que o VTR deve ser revisto em todo o âmbito do município. Acredito que essa 
verba temporária estratégica precisa ser reavaliada, assim como o alinhamento 
com os salários de todos os servidores. O senhor presidente já me alerta 
quanto ao tempo regimental, informando que já o extrapolei. Contudo, por mim, 
permaneceria até a meia-noite, se necessário fosse, pois se trata de um tema 
que exige competência técnica, responsabilidade e diálogo entre todos os 
vereadores, sem prejuízo ao município, aos servidores e ao setor de 
arrecadação. No momento, é somente isso, senhor presidente.´´
Ainda na Tribuna Livre foi concedida a palavra ao representante do Conselho
Municipal de Patrimônio de Carmópolis de Minas, Sr. Romualdo Ferreira 
Resende, que falou sobre assuntos deliberados pelo Conselho Municipal de 
Patrimônio e Cultura última Audiência Pública. Conforme solicitado pela 
vereadora Tirzah, segue fala do Inscrito: ´´Na oportunidade, fez uso da 
palavra o Sr. Romualdo, que iniciou cumprimentando o Presidente da Casa, os 
vereadores e vereadoras, em especial a vereadora Tirzah, estendendo suas 
saudações a todas as mulheres presentes, bem como ao conselheiro Edson 
Domingos e aos demais membros do Conselho Municipal de Cultura e 
Patrimônio. O orador destacou que ocupava a tribuna com respeito e senso de 
responsabilidade, ressaltando tratar-se de um espaço democrático voltado ao 
diálogo e à construção coletiva. Informou que se manifestava em nome do 
Conselho Municipal de Patrimônio Cultural, reafirmando o compromisso com a 
transparência, a defesa do interesse público e a preservação da memória e 
identidade do município. Em sua fala, apresentou breve relato pessoal, 
informando residir no município há aproximadamente 12 (doze) anos, período 
em que construiu vínculos pessoais e profissionais. Destacou sua atuação em 
conselhos municipais, incluindo o Conselho Municipal de Cultura e Patrimônio, 
conselho de avaliação de imóveis e o CONSEP, além de sua atividade 
profissional no ramo imobiliário. Ressaltou a relevância da função de 
conselheiro municipal, esclarecendo tratar-se de representante da sociedade
civil ou do poder público em órgãos colegiados, responsáveis por formular, 
acompanhar e fiscalizar políticas públicas, assegurando a participação popular 
e o controle social. Por fim, elencou como principais atribuições do conselheiro: 
o exercício do controle social, a deliberação e proposição de medidas por meio 
de pareceres e recomendações, bem como a promoção da transparência, 
garantindo que as decisões sejam públicas e acessíveis à população. Dando 
continuidade à sua manifestação, o Sr. Romualdo abordou o amparo legal da 
atuação dos conselheiros municipais, destacando que, no Brasil, tais agentes 
são respaldados por legislações federais específicas, conforme a área de 
atuação, bem como pela Constituição Federal de 1988. Ressaltou que o artigo 
204 da Constituição Federal estabelece a participação da população na 
formulação e no controle das políticas públicas, reforçando que sua atuação 
não ocorre de forma isolada, mas devidamente amparada por normas legais. 
Acrescentou, ainda, a existência de legislação municipal específica que institui 
e regulamenta os conselhos, definindo sua composição, atribuições e 
funcionamento, aprovada pelo Poder Legislativo. O orador esclareceu que o 
conselheiro municipal é considerado, legalmente, agente público no exercício 
de função de interesse coletivo, embora não receba remuneração pelo 
desempenho de suas atividades. Destacou, ainda, que o artigo 331 do Código 
Penal prevê pena de detenção ou multa para quem desacatar funcionário 
público no exercício da função ou em razão dela, ressaltando que tal 
dispositivo também alcança os conselheiros no exercício de suas atribuições. 
Na sequência, informou que comparecia à tribuna para apresentar 
esclarecimentos em nome do Conselho Municipal de Patrimônio Cultural de 
Carmópolis de Minas, especialmente em relação à audiência pública 
recentemente realizada. Relatou que a referida audiência teve como objetivo 
reafirmar o compromisso dos conselheiros com a transparência, o diálogo 
institucional e a escuta da população, tratando especificamente de cinco 
imóveis que estavam sob análise para possível tombamento como patrimônio 
histórico. Informou que o encontro contou com a participação de 
representantes da Administração Municipal, do Poder Legislativo, da Secretaria 
Municipal de Cultura, do Conselho Municipal de Patrimônio Cultural, bem como 
de membros da sociedade civil e proprietários dos imóveis envolvidos. 
Esclareceu que a audiência teve como finalidade promover um debate público 
qualificado acerca da possível relevância histórica e cultural dos imóveis, os 
quais haviam sido encaminhados ao Ministério Público por meio de denúncia, 
sob a alegação de possuírem valor cultural passível de preservação. 
Ressaltou, por meio de nota de esclarecimento, que o referido processo tramita 
desde o ano de 2022, tendo sido objeto de análise técnica e discussões 
institucionais ao longo desse período. Destacou, ainda, que, com a atuação da 
gestão do Conselho Municipal de Patrimônio Cultural, o apoio de consultorias 
especializadas e o diálogo contínuo com o Poder Legislativo e a comunidade, 
foi possível aprofundar os estudos e avaliações acerca dos imóveis em 
questão. Por fim, informou que, após levantamento técnico, análise documental 
e discussão pública, chegou-se a uma conclusão quanto aos imóveis 
analisados, cuja exposição seria apresentada na sequência de sua fala. 
Prosseguindo, o Sr. Romualdo informou que, após os estudos realizados, 
concluiu-se que os imóveis analisados não apresentam, no momento, 
relevância histórico-cultural suficiente que justifique sua proteção por meio de 
tombamento ou outro instrumento de preservação patrimonial. Ressaltou que o 
Conselho Municipal de Patrimônio Cultural reafirma que todas as decisões 
foram pautadas em critérios técnicos, legais e participativos, observando os 
princípios da gestão democrática do patrimônio cultural e assegurando a 
participação da sociedade no processo decisório. Destacou, ainda, que o 
Conselho permanece comprometido com a preservação do patrimônio cultural 
do município, atuando com responsabilidade técnica, diálogo com a 
comunidade e valorização da história e da identidade local. Na parte final de 
sua manifestação, registrou posicionamento pessoal, o qual afirmou estar em 
consonância com os demais membros do Conselho, mencionando que, durante 
a audiência pública realizada nesta Casa, houve manifestações consideradas 
desrespeitosas direcionadas ao Conselho e às autoridades presentes. Relatou 
que tais manifestações incluíram críticas que classificou como infundadas e 
inadequadas, inclusive por parte de membros da comunidade e representantes 
de diferentes segmentos, destacando que o Conselho não compactua com 
esse tipo de conduta. Enfatizou que o Conselho atuou estritamente dentro de 
suas atribuições legais, com base em parecer técnico elaborado por 
profissionais qualificados, e que todas as decisões foram tomadas de forma 
responsável e fundamentada. Por fim, reafirmou que o compromisso do 
Conselho Municipal de Patrimônio Cultural permanecerá pautado no 
cumprimento da legalidade, na responsabilidade técnica e na defesa do 
interesse público.´´
Registro da fala Vereadora Tirzah: ´´Boa noite a todos novamente. 
Cumprimento a todos e sejam sempre bem-vindos a esta Casa. Sabemos que 
não é fácil ocupar este espaço. Nas primeiras reuniões, sentimos aquele frio na 
barriga, e até hoje, diante de temas difíceis e polêmicos como este que 
vivenciamos na audiência pública e que hoje é novamente tratado, há muita 
apreensão. Costumo dizer que tudo acontece no tempo de Deus. Fico feliz por, 
neste ano, termos realizado essa audiência pública, e também por sua 
presença aqui hoje, representando o Conselho de Patrimônio, trazendo 
informações que acredito terem sido resultado de uma decisão unânime 
daqueles que estiveram presentes naquela ocasião. Lamento que o Conselho 
tenha se sentido pressionado, acuado ou até mesmo, em certa medida, 
agredido. Contudo, como bem destacou o colega vereador Gustavo, trata-se de 
uma situação que vem se arrastando há muitos anos. Tivemos a oportunidade 
de ouvir diversos proprietários relatando os problemas enfrentados, bem como 
as dificuldades que isso traz ao desenvolvimento do município. Foi, de fato, 
uma discussão intensa. Entretanto, acredito que, pelo profissionalismo, 
maturidade e entendimento dos membros do Conselho, seja possível 
compreender que as manifestações foram de caráter profissional e não 
pessoal. Não há, por parte dos participantes daquela audiência pública, 
qualquer posicionamento contrário aos conselheiros. O que foi apresentado 
naquele momento foram dificuldades relacionadas à ausência de respostas. 
Também compreendo a posição do Conselho, uma vez que havia 
acompanhamento e cobranças por parte do Ministério Público, o que pode ter 
contribuído para eventuais atrasos ou limitações nas respostas, inclusive por 
ausência de instrumentos jurídicos adequados. Com a realização da audiência 
pública, entendo que agora há melhores condições para atuação. Tenho 
confiança de que o Conselho continuará desempenhando um trabalho de 
qualidade em favor de Carmópolis de Minas, sendo este um órgão de grande 
relevância. Entendo, ainda, que não seria justo que apenas cinco imóveis 
arcassem com as consequências de um tombamento, considerando que 
grande parte da cidade já se encontra descaracterizada. Cito, como exemplos, 
a Praça do Carmo, a Avenida Américo Leite, a Praça do Espaço e a Praça do 
Rosário, todas já significativamente descaracterizadas ao longo do tempo. 
Recordo-me, inclusive, de como era a estrutura da Praça do Rosário na minha 
infância, bastante diferente da atual. Dessa forma, avalio que não havia, 
naquele momento, fundamentos suficientes que justificassem a manutenção do 
tombamento nos termos em que se apresentava. Por fim, agradeço a presença 
de todos que hoje representaram o Conselho e parabenizo pelo trabalho 
desenvolvido. Já tive a oportunidade de participar de conselho e sei o quanto é 
desafiador, especialmente quando se trata de atuação voluntária, que exige 
dedicação e ainda expõe seus membros a pressões. Fica aqui meu 
reconhecimento a todos os conselheiros, não apenas do Conselho de 
Patrimônio, mas de todos os conselhos atuantes em Carmópolis de Minas. 
Sem a atuação de vocês, o município não avançaria da mesma forma. Muito 
obrigada.´´ 
Na sequência, fez uso da palavra ao vereador Fernando, que cumprimentou 
novamente os presentes e informou que, previamente, havia dialogado com o 
Sr. Romualdo, solicitando, por intermédio do Presidente, a devolução da 
palavra ao convidado para esclarecimento de dúvida. O vereador Fernando 
questionou até que ponto a decisão do Conselho Municipal de Patrimônio 
Cultural, que concluiu pela inexistência de relevância histórico-cultural dos 
imóveis analisados, seria definitiva, indagando se ainda haveria necessidade 
de manifestação do Ministério Público ou se a deliberação do Conselho 
encerraria a questão. Com a palavra, o Sr. Romualdo respondeu que o 
Conselho possui caráter deliberativo, sendo que suas decisões são tomadas no 
âmbito de suas atribuições e se encerram naquele colegiado. Informou que 
será lavrada ata da audiência pública realizada, bem como da reunião posterior 
do Conselho. Esclareceu, ainda, que o Ministério Público, por meio de seu 
representante, deverá ter ciência dos atos realizados, podendo solicitar o 
parecer técnico, o qual será encaminhado juntamente com a documentação 
pertinente, considerando, assim, encerrada a matéria no âmbito do Conselho. 
Retomando a palavra, o vereador Fernando destacou que seu questionamento 
se dava em razão da necessidade de evitar interpretações equivocadas por 
parte dos proprietários dos imóveis, ressaltando a importância de deixar claro 
se a decisão permitiria a livre disposição dos bens. Dessa forma, indagou se, 
com a deliberação do Conselho, os imóveis estariam liberados para 
intervenções como reformas, demolições, vendas ou quaisquer outras ações 
por parte de seus proprietários. Na oportunidade, o vereador Fernando 
parabenizou o Sr. Romualdo, na pessoa do presidente do Conselho, bem como 
todos os conselheiros, reconhecendo a relevância e a complexidade da função 
exercida, de caráter voluntário, sujeita a críticas e pressões. Ressaltou, ainda, 
compreender a situação dos proprietários dos imóveis, considerando as 
preocupações quanto ao possível impacto sobre o direito de propriedade. Ao 
final, Fernando agradeceu ao Sr. Romualdo pelos esclarecimentos, aos 
presentes e ao Presidente da sessão. Dando sequência aos trabalhos, os 
senhores vereadores e a senhora vereadora manifestaram-se sobre assuntos 
de interesse público. Registro da fala Vereadora Tirzah. ´´ Boa noite a todos 
novamente, dez minutos são pouco, para resolver todos os problemas que o 
município de Carmópolis de Minas tem. Inicialmente, gostaria de falar a 
respeito da ata simplificada, da forma como sempre foi feita aqui na Câmara, 
sem o detalhamento das falas dos vereadores, ficando o conteúdo confiado 
apenas às gravações disponibilizadas em canal do YouTube. O fato de as 
reuniões estarem gravadas não garante a permanência desse registro, uma 
vez que a plataforma pode deixar de existir ou até mesmo sofrer eventuais 
problemas, como invasões ou perda de conteúdo. Talvez quem esteja de fora 
não compreenda a profundidade dessa preocupação, que se refere à 
segurança e à consistência dos registros oficiais. Por isso, no exercício da 
minha responsabilidade como vereadora, sempre solicitarei que minhas falas 
sejam devidamente registradas em ata, garantindo sua preservação pelo tempo 
que for necessário. Em relação ao tema da creche, diante de questionamentos 
que surgiram, informo que, nesta semana, tivemos reunião com a secretária 
municipal de Educação. Aproveito para parabenizar a secretária (Diude), que 
demonstra grande dedicação, conhecimento técnico e vontade de promover 
melhorias na área. Faço votos para que consiga enfrentar e resolver os 
desafios, tanto os novos quanto os já existentes na educação do município. 
Durante a reunião, tratamos da situação das creches e do sistema CEMEI, 
especialmente quanto à necessidade de ampliação de vagas e ao atendimento 
das crianças que se encontram em lista de espera. Também discutimos a 
situação da escola do Bairro de Fátima, destacando a necessidade de 
ampliação da estrutura, com a construção de um refeitório maior e de duas 
novas salas, bem como a obra em andamento, que se encontra com atraso, e 
a previsão de sua conclusão. Abordamos ainda a realidade da escola do Bairro 
Santa Helena, analisando os entraves existentes e as pendências junto ao 
Governo do Estado de Minas Gerais. Reforço que, no exercício do meu 
mandato, juntamente com os colegas da bancada do Novo que participaram da 
reunião, buscamos contribuir com a secretária e com o Executivo, entendendo 
que a educação deve ser tratada como prioridade em nosso município. 
Destaco também a necessidade de reestruturação dos cargos, não apenas de 
forma geral, mas especialmente na área da educação. Quanto ao projeto 
aprovado por esta Casa referente aos estagiários, entendo que há necessidade 
de readequação, sobretudo no aspecto financeiro, uma vez que não se mostra 
adequado que estudantes do ensino médio recebam o mesmo valor que 
estudantes de nível superior. Contudo, cumpre esclarecer que nós, vereadores, 
possuímos limitações quanto à iniciativa de projetos que impliquem impacto 
financeiro ou aumento de despesas, sendo essa uma competência restrita ao 
Poder Executivo. Quando tratamos de matéria que envolve impacto financeiro 
e receita, há limitações quanto à atuação do Poder Legislativo. Não podemos 
propor determinados projetos que impliquem aumento de despesas, razão pela 
qual tais iniciativas devem partir do Poder Executivo, assim, não cabe a esta 
Casa, por iniciativa própria, elaborar e propor plano de cargos e salários, tendo 
em vista o impacto financeiro envolvido. Daí a importância de que o Executivo 
conduza essa discussão, com a realização das devidas reuniões e estudos 
técnicos. Em relação ao projeto apresentado pela bancada do Novo nesta 
semana, o Projeto de Resolução nº 03, propõe-se que os protocolos passem a 
ser realizados de forma online, deixando de ocorrer exclusivamente em meio 
físico. O projeto contempla outros pontos e estará disponível para consulta no 
site da Câmara a partir de amanhã. Entendo ser fundamental a digitalização 
dos processos e documentos, inclusive considerando o acervo existente nesta 
Casa, composto por documentos antigos. Nesse sentido, deixo também como 
sugestão ao senhor presidente que sejam adotadas providências para a 
digitalização desse material. Quanto à questão do percentual destinado aos 
estudantes, informo que tenho sido procurada por diversos interessados. Em 
conversa informal com representantes da associação responsável, fui 
informada de que a situação será regularizada ainda nesta semana, 
considerando que a prestação de contas já se encontra pronta e em análise 
pela Prefeitura. Há a necessidade de cumprimento de prazos para formalização 
dos procedimentos, especialmente para definição do número de estudantes 
que serão contemplados no exercício de 2025. Após o encaminhamento do 
projeto, pode haver limitação para inclusão de novos beneficiários no decorrer 
do ano. Dessa forma, aguardarei o desfecho dessa etapa e darei retorno aos 
estudantes que me procuraram. Em relação à audiência pública que será 
realizada nesta quarta-feira, reitero o convite à população, tendo em vista as 
diversas reclamações recebidas acerca da qualidade da água, do serviço 
prestado, do sistema de esgoto e do tratamento de resíduos sólidos. Este é o 
momento oportuno para que a população participe, exponha suas dúvidas e 
contribua para o esclarecimento das questões, contando com a presença do 
SESAM, da ARISB, do Poder Executivo e do Poder Legislativo. Gostaria 
também de tratar da situação do Japão Grande, onde recebemos diversas 
informações sobre a obra de esgotamento sanitário iniciada na localidade. É 
importante destacar que não se questiona a relevância da obra, que é 
essencial para o meio ambiente e para a saúde da população. Sabe-se que a 
água utilizada no município é captada no Ribeirão Japão, e o lançamento de 
esgoto sem tratamento contribui diretamente para a poluição do sistema de 
abastecimento. Entretanto, é necessário refletir sobre a forma como a obra vem 
sendo conduzida. Atualmente, há uma parte concluída, outra em 
funcionamento parcial e uma terceira etapa que sequer foi iniciada. Minha 
principal preocupação reside nesse ponto, pois a população ainda não está 
sendo devidamente atendida e beneficiada. Mais grave ainda é o fato de que, 
desde o início, já eram conhecidas as limitações do terreno, bem como a 
necessidade de implantação de estação elevatória e de desapropriação de 
áreas. Diante disso, questiono: por que foi iniciada uma obra sem a garantia de 
sua conclusão plena e funcional, com todas as etapas devidamente 
executadas? Obra pública não pode ser realizada de forma parcial. A 
população não vive de etapas, mas sim de resultados. Atualmente, o que se 
observa na comunidade do Japão Grande é uma obra que não solucionou o 
problema, sem prazo concreto para conclusão, sem planejamento efetivo e 
sem compromisso claro com a entrega final. Dessa forma, solicito que, na 
audiência pública desta quarta-feira, além das informações sobre taxas 
cobradas, tipos de resíduos coletados e demais aspectos do serviço, o SESAM 
apresente esclarecimentos objetivos acerca dessa obra, informando o prazo 
real de conclusão, o planejamento adotado e o compromisso com a entrega 
integral do serviço à população. Saneamento não é luxo, saúde é luxo, o 
saneamento é dignidade, e dignidade não pode esperar. O que se apresenta 
no momento é que parte da obra depende de desapropriação. Foi executada 
uma estrutura interna, não visível, porém parte do esgoto não pode ser 
direcionada para essa rede em razão da ausência de estação elevatória. Dessa 
forma, entendo que a audiência pública desta quarta-feira também é uma 
oportunidade para convocar os moradores da comunidade do Japão Grande a 
estarem presentes. Não basta apenas cobrar dos vereadores; é necessário que 
a população participe, ocupe os espaços de fala e contribua com o debate 
público. Esta Casa está aberta para cobrar e exigir, mas a participação popular 
é fundamental. Em relação aos lotes mencionados pelo colega vereador 
Serginho, de fato, é necessária uma organização por parte da Prefeitura. Não 
tenho conhecimento exato de qual setor é responsável por essa atribuição, 
mas recentemente tive acesso a um modelo interessante, que inclusive 
encaminhei ao Executivo, que consiste na fixação de placas de notificação nos 
lotes, informando prazos para realização da limpeza, tais como 5, 15 ou 30 
dias, além de notificação formal aos proprietários, considerando que o 
município possui cadastro dessas áreas. Por fim, gostaria de tratar de um tema 
que muito me preocupa, referente ao sistema de câmeras da Câmara 
Municipal. Conforme apurado, a última contratação desse serviço ocorreu no 
ano de 2022, não tendo sido realizada, posteriormente, nova contratação ou 
abertura de procedimento administrativo com essa finalidade. No ano de 2025, 
não tive conhecimento dessa situação, vindo a tomar ciência apenas neste 
ano, quando houve a necessidade de acesso a imagens. Diante disso, solicito 
ao senhor presidente e à Mesa Diretora que procedam, com a maior brevidade 
possível, à regularização do sistema de câmeras da Câmara Municipal, tendo 
em vista que essa ausência gera insegurança para servidores, vereadores e 
para todos os cidadãos que utilizam este espaço. No momento, é somente 
isso, senhor presidente. Muito obrigada´´. Com a palavra, a vereadora Tirzah, 
pelo tempo de dois minutos cedido pelo líder da bancada do Novo, assim 
se manifestou: “Agradeço ao líder do Novo, vereador João Vitor, pela cessão 
do tempo. Informo que, nesta sexta-feira, às 8 horas da manhã, nesta Casa 
Legislativa, serão realizadas palestras em comemoração ao mês das mulheres. 
Deixo o convite a todas as mulheres e também aos homens que puderem 
participar. O evento é promovido pelo Conselho dos Direitos da Mulher de 
Carmópolis de Minas. Na condição de vereadora, estou apoiando e 
participando dessa iniciativa, que considero muito relevante, assim como todas 
as ações desenvolvidas pelo Conselho ao longo do mês de março. Registro 
meus cumprimentos ao Conselho e reforço o convite para participação. 
Esclareço que não se trata de um evento institucional da Câmara, mas houve 
solicitação e autorização para utilização do espaço. Informo ainda que, 
novamente, não haverá sistema de som disponível, porém o espaço poderá ser 
utilizado normalmente. Em relação à questão apresentada pelo colega 
vereador Marcelo, coloco-me à disposição para dialogarmos. Tenho 
conhecimento de canais institucionais de comunicação com os Correios, tanto 
na superintendência de Divinópolis quanto na de Belo Horizonte, bem como 
com gerências regionais, podendo auxiliar na busca de solução para o 
problema. Sugiro que seja solicitado relatório indicando os bairros que não 
estão sendo atendidos pelas entregas, considerando que há também 
comunidades rurais nessa situação, a fim de que possamos verificar as 
providências cabíveis. Quanto à manifestação do vereador Fernando sobre o 
posto de saúde do Bairro Cacimba, informo que a bancada do Novo já havia 
realizado questionamentos nesse sentido. Verificamos que os equipamentos, 
inclusive as câmaras de conservação de vacinas, já foram transferidos do 
núcleo, na semana passada, havendo, no entanto, problema técnico 
relacionado à instalação da internet, o qual, ao que tudo indica, já está sendo 
solucionado. Apesar dos transtornos, o atendimento não foi interrompido. 
Como usuária da unidade do Bairro Cacimba, posso afirmar que a população 
tem sido assistida no Núcleo de Saúde da Mulher. Contudo, concordo que é 
necessária maior celeridade para o retorno dos atendimentos ao local de 
origem. Dessa forma, solicitamos ao Poder Executivo prioridade na resolução 
da questão da internet e na efetiva reativação do atendimento no Bairro 
Cacimba. No momento, é somente isso, senhor presidente. Obrigada.´´
Nada mais havendo a ser tratado, o Senhor Presidente encerrou a sessão,
convocando os senhores vereadores e a senhora vereadora para a próxima 
Reunião Extraordinária, a realizar-se no dia 30 de março de 2026, às 17 horas, 
conforme o Requerimento nº 73/2026, de autoria da Vereadora, destinada à 
entrega de moções em homenagem ao Mês das Mulheres. Convoco, ainda, 
para a Reunião Ordinária, a realizar-se na mesma data, 30 de março de 2026, 
às 18h30. Por fim, convidou toda a população a participar da Audiência 
Pública, a ser realizada no dia 25 de março de 2026 (quarta-feira), às 18h30, 
no Plenário da Câmara Municipal. A audiência, solicitada pelo Partido Novo, 
tem como objetivo prestar esclarecimentos à população acerca das tarifas 
cobradas pelos serviços prestados pelo SESAM no município, bem como 
promover o debate sobre outras questões relacionadas ao abastecimento de 
água, esgotamento sanitário e manejo de resíduos sólidos. Esclareceu que a 
Audiência será presidida pelos vereadores requerentes e contará com a 
presença de autoridades municipais, representantes da sociedade civil, da 
diretoria do SESAM e da ARISB – Agência Reguladora Intermunicipal de 
Saneamento Básico de Minas Gerais. Eu, Vereador Fernando Luís Rabelo 
Lebron, Secretário da Mesa Diretora, solicitei a lavratura da presente ata, que, 
após lida, discutida e aprovada, será assinada pelos membros da Mesa e 
demais Vereadores presentes.
Ver. Fernando Luís Rabelo Lebron Ver. Claudinei Vicente da Silveira
SECRETÁRIO PRESIDENTE
Ver. Gilberto Arnaldo de Freitas
VICE-PRESIDENTE Ver. Rafael Batista dos Reis
TESOUREIRO
Ver. Benedito Luiz da Silva Ver. Gustavo Henrique Oliveira
Ver. João Vitor Leite Rabelo Ver. Marcelo de Freitas dos Reis
Ver. Palmério Alex Castro Ferreira Ver. Sérgio Damião Morais
Verª. Tirzah Teixeira de Freitas

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