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materia nº 194/2026

Tipo Ofício PMC
Número / Ano 194 / 2026
Date 2026-04-07
EmentaPMC/SEGOV/GAB/092/2026 - Resposta ao Requerimento CMC/62/2026 protocolado pela Vereadora Simônia Maria de Jesus Magalhães.
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Autoria

Tramitação (latest 5)

DateStatusTurnoTexto
2026-04-08 Matéria encaminhada ao Gabinete — Matéria encaminhada ao Gabinete
2026-04-07 Matéria encaminhada à Secretaria — Matéria encaminhada à Secretaria
2026-04-07 Matéria lida em Plenário — Matéria lida em Plenário - 10ª R.O. em 7/4/2026
2026-04-07 Matéria encaminhada ao Plenário — Matéria encaminhada ao Plenário - 10ª R.O. em 7/4/2026
2026-04-07 Matéria encaminhada à Secretaria — Encaminhada

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 Anexo VII – MAN.SGQ.001 / Versão 00 / Validade: 03/2027
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Sumário
1. DEFINIÇÃO............................................................................................................................. 1
2. SIGLAS E CONCEITOS............................................................................................................. 1
3. FINALIDADE ........................................................................................................................... 1
4. JUSTIFICATIVAS...................................................................................................................... 1
5. ABRANGÊNCIA....................................................................................................................... 1
6. RECURSOS NECESSÁRIOS ...................................................................................................... 2
7. ATRIBUIÇÕES ......................................................................................................................... 2
8. ATIVIDADES ........................................................................................................................... 4
9. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO E MONITORAMENTO.................................................................. 6
10. FLUXOGRAMA ................................................................................................................ 40
11. REFERÊNCIAS.................................................................................................................. 40
12. ELABORAÇÃO E HISTÓRICO DAS REVISÕES.................................................................... 41
 Anexo VII – MAN.SGQ.001 / Versão 00 / Validade: 03/2027
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1
1. DEFINIÇÃO
O ministério da saúde, pela Portaria nº 3.390 de 30 de dezembro de 2023, institui 
a Política Nacional de Atenção Hospitalar no Âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), 
estabelecendo as diretrizes para a organização do componente hospitalar na rede de 
atenção a saúde. De acordo com a portaria, a classificação de risco caracteriza-se como 
protocolo pré-estabelecido, com a finalidade de dar agilidade ao atendimento a partir 
da análise do grau de necessidade do usuário, em vez de acolher os usuários com base 
apenas no critério de ordem de chegada. A triagem avalia a gravidade clínica, potencial 
de risco, agravos à saúde ou grau de sofrimento para identificar os atendimentos que 
devem ser priorizados.
2. SIGLAS E CONCEITOS 
• PNI – Pressão não invasiva;
• SCIH – Serviço de controle de infecção hospitalar;
• TCE – Trauma crânio encefálico;
• UPA – Unidade de Pronto Atendimento;
• PCR – Parada Cardiorrespiratória; 
• FAA – Ficha de Atendimento Ambulatorial. 
3. FINALIDADE
O objetivo deste protocolo é estabelecer uma padronização no acolhimento da 
classificação de risco (triagem) identificando os pacientes que necessitam de 
atendimento prioritário no atendimento.
4. JUSTIFICATIVAS
A classificação de risco é uma ferramenta utilizada nos serviços de urgência e 
emergência, voltada para avaliar e identificar os pacientes que necessitam de 
atendimento prioritário, de acordo com a gravidade clínica, potencial de risco, agravos 
à saúde ou grau de sofrimento. A classificação de risco não tem função diagnóstica, nem 
serve para estimar as chances de sucesso do prognóstico, ela diz respeito, sobretudo, à 
hierarquização de prioridades de atendimento hospitalar e consequente otimização dos 
recursos disponíveis.
5. ABRANGÊNCIA 
Pronto Atendimento e Recepção.
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2
6. RECURSOS NECESSÁRIOS 
• Computador com o sistema instalado;
• Impressora;
• Monitor de sinais vitais móvel, com PNI, medidor de saturação de oxigênio, 
temperatura corpórea, frequência cardíaca e glicosímetro.
7. ATRIBUIÇÕES
ATRIBUIÇÕES DO ENFERMEIRO CLASSIFICADOR:
• Chamar o paciente pela senha da triagem utilizando o painel eletrônico; 
• Acolher e realizar a Classificação de Risco registrando os dados no sistema (GestHos), 
no prontuário do paciente; 
• Higienizar as mãos conforme protocolo instituído pelo SCIH; 
• Higienizar equipamentos (termômetros, sensores de oximetria, estetoscópio) com 
algodão ou compressa umedecidos com quaternário de amônia (destinado a superfícies) 
friccionando o mesmo por 30 segundos, antes e após o atendimento ao paciente; 
• Aferir e preencher os sinais vitais no prontuário do paciente, incluindo a dor; 
• Utilizar o protocolo para classificá-lo de acordo com seu risco de agravo à saúde; 
• Colocar a identificação no paciente de acordo o protocolo institucional, identificar o 
mesmo com a cor definida pela classificação, e em caso de alergia a medicamento, e 
risco de queda; 
• Em caso de classificação de pacientes como emergente (vermelho), muito urgente 
(laranja) e urgente (amarelo) realizar comunicação imediata com o médico assistente 
via telefone corporativo. Caso o médico assistente não atenda à chamada telefônica 
deverá ser comunicado a recepção para realizar comunicação via sistema de som 
institucional, independente o horário; 
• Comunicar imediatamente à Coordenadora do P.A a respeito das intercorrências 
assistências e administrativas utilizando o telefone corporativo; 
• Registrar todas as intercorrências assistências e administrativas no livro de passagem 
de plantão/ocorrências do setor; 
• Esclarecer dúvidas do cliente referente à classificação de risco; 
• Encaminhar paciente e acompanhante (menores de 18 anos e idosos > 65 anos) para 
abertura de Ficha de Atendimento no guichê da recepção;
• Encaminhar pacientes graves (ex: Vermelho e Laranja) conforme critérios a sala de 
estabilização clínica (sala vermelha) e logo após registrar no prontuário (sistema 
GestHos).
• Manter-se no setor de triagem durante o horário de trabalho, sendo que no caso de 
necessidade de ausentar-se (horário de lanche, idas aos sanitários) deverão ser 
comunicadas ao enfermeiro da assistência ou sala vermelha para cobertura do setor.
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3
SITUAÇÃOES ESPECIAIS NA CLASSIFICAÇÃO DE RISCO:
• Médico pediatra atende até 12 anos 11 meses e 29 dias; 
• Nos casos de trauma craniano de adulto, torácico e abdominal paciente será 
classificado e avaliado pela cirurgia geral; 
• Nos casos trauma cervical, quadril, membros inferiores e superiores, paciente será 
classificado e avaliado pelo ortopedista; 
• Em casos de trauma infantil solicita-se a avaliação do médico cirurgião e ortopedista 
(havendo critério), não sendo pré-requisito passar antes pela avaliação do médico 
pediatra; 
• Casos de TCE, síncope (desmaio) paciente passa por avaliação do médico clínico e 
cirurgião; 
• Casos de TCE pediátrico, síncope (desmaio) paciente passa por avaliação do médico 
pediátrico e cirurgião; 
• Casos de TCE pediátrico, sem síncope (desmaio), paciente passa por avaliação do 
médico pediátrico e cirurgião somente se houver necessidade de sutura; 
• Nos casos de trauma maior, trauma grave, trauma moderado deve haver avaliação do 
médico cirurgião e ortopedista; 
• Em casos de suspeita de rompimento/lesão de tendão contendo ou não sutura o 
primeiro atendimento deve ser do cirurgião; 
• Pacientes vindos da UPA para avaliação e conduta com médico cirurgião ou médico 
ortopedista serão classificados. Farão ficha e poderão aguardar na recepção caso a 
classificação de risco verde: caso não haja suspeita de apendicite, abdome agudo, casos 
onde haja Dor muito intensa (9-10/10)), caso não esteja com dispositivos invasivos, 
necessitando de oxigenoterapia; 
• A retirada de colar cervical, prancha rígida ou qualquer outro dispositivo de 
imobilização do pré hospitalar só deve ocorrer após avaliação médica com prescrição 
médica;
• Em casos de pacientes que apresentem agravos à saúde relacionados no quadro de 
prioridade 01: PCR, trauma maior, Choque, Insuficiência respiratória, coma a equipe de 
enfermagem tem autonomia para instalar acesso venoso periférico e mantê-lo pérvio, 
encaminhar paciente para exames de RX e solicitar exames laboratoriais por solicitação 
verbal até que o médico possa realizar o pedido físico ou no sistema GestHos;
• Pacientes com retornos cirúrgicos (brancos) não terão seus dados vitais verificados, 
devendo estar com relatório/encaminhamento de retorno com a data atualizada para a 
data do atendimento; 
• Paciente vítimas de abuso sexual serão triados de acordo com o fluxograma e 
direcionados para a sala CINZA (sala de acolhimento pela equipe multidiciplinar). A 
pulseira padronizada para o atendimento é a cor cinza e os pacientes são triados de 
acordo com o fluxograma na cor AMARELO; 
• Na ocorrência de falha do sistema GestHos, como plano de contingência, será utilizado 
impresso manual que estão em uma pasta no armário da portaria do Pronto 
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Atendimento.
8. ATIVIDADES
Critérios utilizados para realizar a classificação de risco na coleta de dados: 
A enfermeira irá realizar as seguintes perguntas ao paciente ou para o seu responsável:
• Qual a queixa principal no momento? 
• Quais são os sinais sintomas? 
• Quando foi o início dos sintomas? 
• É portador de alguma comorbidade? 
• Tem alergia medicamentosa? 
• Em caso de dor, qual o local e intensidade da dor? 
• Fez utilização de algum(s) medicamento (s) nas últimas horas? Qual (is)? Qual 
quantidade? 
• Casos em que o paciente venha para retorno cirúrgico é importante perguntá-lo se o 
médico fará algum procedimento: retirada gesso, retirada de ponto, troca de curativo 
dentre outros. No caso de haver algum procedimento o paciente deve ser classificado 
como verde (Saúde suplementar ou SUS pagam procedimentos somente até a cor verde 
na classificação de risco).
PROCEDIMENTOS OPERACIONAIS
• Paciente chega à recepção da unidade de pronto atendimento da Associação 
hospitalar Bom Jesus retira a senha no Token, acompanha ser chamado pelo enfermeiro 
da classificação de risco pelo monitor da recepção; 
• Enfermeiro da classificação de risco chama paciente pela senha através do sistema 
GestHos; 
• Paciente é acolhido pelo enfermeiro da classificação de risco de forma cordial e 
responsável, que explica ao paciente que este procedimento é para classificá-la quanto 
ao risco de urgência e que o atendimento médico será realizado por ordem de 
gravidade; 
• Enfermeiro da classificação de risco solicita documentação com foto do paciente;
• Enfermeiro da classificação de risco realiza pré-cadastro no sistema GestHos com os 
dados do paciente: Nome e a data de nascimento; 
• Enfermeiro da classificação de risco realizar a escuta qualificada da queixa afim de 
identificar a queixa, o motivo ou a situação referida; 
• Aferir sinais vitais no monitor multiparamétrico e temperatura usando termômetro 
infra- vermelho;
• Aferir glicemia capilar em pacientes sabidamente diabéticos e que apresentem queixas 
relacionadas a distúrbios glicêmicos. Verificar glicemia capilar em pacientes elegíveis no 
demais protocolos institucionais; 
• Registrar em prontuário eletrônico de forma clara, concisa e objetiva, contendo início 
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e duração do evento relatado; 
• Avaliar de forma ágil e responsável a prioridade do paciente, de acordo com a queixa 
apresentada; 
• Identificar a prioridade clínica a partir do Protocolo de Classificação de Risco, classificar 
o risco com rapidez e eficiência, seguindo o protocolo adotado; Critérios utilizados para 
realizar a classificação de risco na coleta de dados. 
• Enfermeiro da classificação de risco informar o usuário sobre seu tempo de espera e o 
orientar a retornar para a recepção do setor de pronto atendimento, aguardar ser 
chamado pelo monitor da recepção no balcão para realizar a ficha de atendimento 
(FAA); 
• Acomodá-la adequadamente para que possa ser avaliada. Orientar ao usuário para 
que qualquer alteração do seu estado geral seja comunicada, já que a classificação de 
risco é um processo dinâmico; 
• Caso paciente seja classificado como vermelho e/ ou laranja o mesmo deve ser 
encaminhado para sala de estabilização clínica (sala vermelha) para monitorização dos 
dados vitais. Enfermeiro da classificação de risco deve entrar em contato telefônico com 
os profissionais do corpo clínico para atendimento ao paciente caso o mesmo não se 
encontre no pronto atendimento, no momento;
• Caso paciente seja classificado como amarelo o mesmo deve ser acomodado em leito 
ou cadeira de conforto. O médico o profissional do corpo clínico dever ser acionado pelo 
enfermeiro da classificação de risco para atendimento ao paciente, caso não esteja no
pronto atendimento; 
• Paciente é chamado pelo atendente da recepção do setor de pronto atendimento 
através do acionamento do sistema GestHos, pelo monitor da recepção; 
• Atendente da recepção do pronto atendimento confere os dados cadastrais do 
paciente realiza o atendimento no sistema de acordo com o convênio; 
• Atendente da recepção do Pronto Atendimento identifica o paciente com a pulseira 
de acordo com a classificação de risco do paciente e conforme protocolo de 
identificação do paciente;
• Paciente já classificado e com a ficha de atendimento (F.A.A) pronta, aguarda ser 
chamado pelo médico através do monitor da recepção do Pronto Atendimento; 
• Paciente é atendido pela especialidade conforme critérios do protocolo; 
• As gestantes após acolhidas pela classificação de risco e realizada a F.A.A pela recepção 
do pronto atendimento serão encaminhadas para o setor de maternidade. Caso 
pacientes gestantes apresentem com perda de liquido pela vagina, sangramento vaginal 
ativo, contrações moderadas a intensas, pressão arterial alterada, presença de edema e 
queixa de vertigem devem ser conduzidas pela enfermagem de cadeira de rodas ou 
maca até o setor de maternidade. A paciente deve ser referenciada para equipe de 
enfermagem da maternidade para continuidade da assistência; 
• Reclassificar as usuárias sempre que forem identificadas alterações pela equipe.
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ATENDIMENTO PACIENTE ADULTO:
9. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO E MONITORAMENTO
Chaves de decisão para classificação: 
1. Alteração do nível de consciência/estado mental; 
2. Avaliação da respiração e ventilação; 
3. Avaliação da circulação; 
4. Avaliação da dor (escalas); 
5. Sinais e sintomas gerais (por especialidade ou específicos); 
6. Fatores de risco (agravantes presentes).
O Tempo de início da queixa ou evento será definido em: 
1. Início abrupto: início do evento em segundos ou minutos; 
2. Agudo: período de tempo entre 12 e 24 horas; 
Evento Recente: são aqueles que surgiram nos últimos 7 (sete) dias; 
3. Evento tardio: São aqueles que surgiram a mais de 7 (sete) dias.
CONDUTA A SER TOMADA:
Os pacientes classificados como VERMELHO devem ser rapidamente 
encaminhados para a sala de emergência (sala vermelha), onde deverão ser 
devidamente monitorizados e receber cuidados médicos e de enfermagem imediatos. 
Existe um subgrupo de pacientes classificados como VERMELHO considerados 
PRIORIDADE I, que toda a equipe deve estar alerta para identificá-los e encaminha-los à 
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sala de emergência (sala vermelha) com acionamento pelo telefone corporativo e/ou 
sinal sonoro (sistema de som). 
Os pacientes classificados como LARANJA devem aguardar atendimento médico 
em sala de espera priorizada, assentados, onde deverão estar sob supervisão contínua 
de toda a equipe da Unidade. Deverão ser reavaliados idealmente a cada 10 min ou 
imediatamente em caso de alteração do quadro clínico podendo ser reclassificado, e até 
mesmo ser encaminhado para a sala de emergência (sala vermelha). 
AMARELO devem aguardar atendimento médico em sala de espera, assentados, 
onde deverão estar sob supervisão contínua de toda a equipe da Unidade. Deverão ser 
reavaliados idealmente a cada 30min ou imediatamente em caso de alteração do 
quadro clínico, podendo ser reclassificados. 
Os pacientes classificados como VERDE também aguardam atendimento médico 
em sala de espera, tendo sido orientados que serão atendidos após os pacientes 
classificados como VERMELHO, LARANJA ou AMARELO. 
Os pacientes classificados como AZUL deverão aguardar atendimento em sala de 
espera, tendo sido orientados que serão atendidos após os pacientes classificados como 
VERMELHO, LARANJA, AMARELO ou VERDE. 
Observação importante: Todos os pacientes classificados como AZUL, se 
desejarem, serão atendidos pela Equipe de Saúde.
BRANCO também aguardam atendimento médico em sala de espera, orientados 
que serão atendidos após os pacientes classificados como VERMELHO, LARANJA, 
AMARELO, VERDE e AZUL.
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ATENDIMENTO PEDIÁTRICO:
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• Paciente apresentando os seguintes sinais sintomas SIRS/SEPSE:
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• Sinais de Sepse Grave:
• Escala de coma de Glasgow (Adulto, pediátrica, lactente e <1 ano):
Figura – Escala de Glasgow Lactentes e < 1 ano (fonte: Melo, 2009)
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Figura – Escala de Glasgow Crianças (fonte: MELO, 2009).
Figura – Escala de Glasgow Adulto (fonte: MELO, 2009).
10. FLUXOGRAMA
• Não há.
11. REFERÊNCIAS
• CARMAGNANI, Maria Isabel Sampaio et.al. Procedimentos de enfermagem: guia 
prático. Reimpr 2.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2019. 
•https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/protocolo_acolhimento_classifica 
cao_risco.pdf 
•https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/acolhimento_classificaao_risco_s 
ervico_urgencia.pdf 
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•https://www.saude.df.gov.br/documents/37101/87400/Manual+de+Acolhime 
nto+e+Classifica%C3%A7%C3%A3o+de+Risco+da+Rede+SESDF+%E2%80%93+2%C2%A
A+Edi%C3%A7%C3%A3o.pdf/e0fad4af-49c5eb7fe599cd201e4f5b22?t=1648646213456
• https://saude.goiania.go.gov.br/wp-uploads/sites/3/2020/12/CartilhaDepartamento￾de-Urgencias16-12.pdf
12. ELABORAÇÃO E HISTÓRICO DAS REVISÕES 
Versão Data Evento de assinatura Usuário
000 31/01/2024 Elaborado por: Laryssa Pires Castro
001 24/03/2026 Revisado por: Fernanda Hermani Gonçalves
001 24/03/2026 Validado por: Tatiana Vieira da Silva
001 03/2026 Aprovado por: Bruno Soares de Melo Polcaro




 
OFÍCIO HBJ/ADM N°037/2026
Congonhas, 2 de abril de 2026.
Ao
Exmo. Sr.
Averaldo Pereira da Silva
Presidente da Câmara Municipal de Congonhas
Exma. Sra. Simonia Maria de Jesus
Vereadora
ASSUNTO: Resposta ao Requerimento CMC nº 62/2026
 
Excelentíssimo Senhor Presidente,
Cumprimentando-o cordialmente, venho, na qualidade de Interventora
Municipal do Hospital Bom Jesus, em atenção ao Requerimento CMC nº 62/2026, que
versa sobre a requisição de informações e documentos relativos aos protocolos clínicos
adotados na rede municipal de saúde, com especial referência ao Hospital Bom Jesus,
bem como aos mecanismos de controle interno e revisão de óbitos, apresentar os
devidos esclarecimentos.
Informo que esta gestão interventora procedeu ao levantamento técnico e
administrativo das informações solicitadas, com base nos registros institucionais,
normativas vigentes e práticas assistenciais atualmente adotadas no Hospital Bom Jesus.
Dessa forma, encaminhamos em anexo os documentos relacionados.
Ressaltamos que a atual intervenção tem como diretriz a qualificação dos
processos assistenciais e gerenciais, com foco na segurança do paciente, transparência e
eficiência dos serviços prestados à população.
Permanecemos à disposição para quaisquer esclarecimentos adicionais que se
fizerem necessários.
Atenciosamente,
Wanice Nascimento de Resende
Coord. Comissão Intergestora
HBJ
RESPOSTA AO REQUERIMENTO CMC / N° 62/2026
Congonhas, 27 de Março de 2026.
Ofício de Resposta ao requerimento de informações e documentos acerca dos 
protocolos clínicos adotados na rede municipal de saúde, com especial referência ao 
Hospital Bom Jesus, bem como acerca dos mecanismos de controle interno e revisão 
de óbitos.
I – DOS PROTOCOLOS CLÍNICOS E FLUXOS ASSISTENCIAIS
1. e 2. Protocolos Clínicos vigentes do Hospital Bom Jesus e seus dados.
Protocolo Data 
Aprovação 
(Última 
Versão)
Elaborador Referências
validadas?
Forma de 
divulgação
Síndrome 
Coronariana Aguda
30/11/2025 Dr. Enos Itamar 
Cavalcante 
Nogueira
Sim Treinamento 
presencial
Atendimento à
vítima de Violência 
Sexual
05/06/2025 Aline Freitas 
Guerra
Sim Treinamento 
presencial
Protocolo 
Transfusional
14/08/2025 Dr. Leonardo 
Chaer Rezende
Sim Treinamento 
presencial
Sífilis Congênita 21/10/2024 Dr. João 
Ricardo 
Amorim
Sim Treinamento 
presencial
Traumatismo 
Cranioencefálico em 
crianças
28/10/2024 Dr. João Ricardo 
Amorim
Sim Treinamento 
presencial
Protocolo de Icterícia 28/10/2024 Dr. João Ricardo 
Amorim
Sim Treinamento 
presencial
Protocolo de 
Pneumonia 
Adquirida na 
comunidade: 
crianças e 
adolescentes
28/10/2024 Dr. João Ricardo 
Amorim
Sim Treinamento 
presencial
Protocolo de 
Prevenção e 
tratamento da dor 
em pediatria
11/11/2024 Dr. João Ricardo 
Amorim
Sim Treinamento 
presencial
RESPOSTA AO REQUERIMENTO CMC / N° 62/2026
Proteção Renal para 
o uso de contraste
28/10/2025 Vivian França 
Barbosa de 
Castro
Sim Treinamento 
presencial
Deterioração Clínica 
dos Sinais Vitais -
Código Amarelo
17/10/2025 Sérgio 
Bernardes
Sim Treinamento 
presencial
Protocolo para 
prevenção de flebite 
07/11/2024 Sérgio 
Bernardes
Sim Treinamento 
presencial
Protocolo de 
Transporte 
Intra/Extra￾Hospitalar
14/05/2025 Pamela Coelho 
Ferreira
Sim Treinamento 
presencial
Identificação correta 
do paciente
04/08/2025 Pamela Coelho 
Ferreira
Sim Treinamento 
presencial
Comunicação efetiva 27/11/2025 Pamela Coelho 
Ferreira
Sim Treinamento 
presencial
Protocolo de 
segurança na 
prescrição, uso e 
administração de 
medicamentos
04/09/2025 Pamela Coelho 
Ferreira
Sim Treinamento 
presencial
Cirurgia Segura 04/09/2025 Pamela Coelho 
Ferreira
Sim Treinamento 
presencial
Higienização das 
Mãos
04/09/2025 Pamela Coelho 
Ferreira
Sim Treinamento 
presencial
Prevenção de Quedas 04/09/2025 Pamela Coelho 
Ferreira
Sim Treinamento 
presencial
Prevenção de Lesão 
por Pressão
04/09/2025 Pamela Coelho 
Ferreira
Sim Treinamento 
presencial
3. Protocolo de Classificação de Risco adotado:
Classificação de Risco por metodologia adaptada (baseado no Sistema de Manchester).
Elaborado por: Laryssa Pires Castro em 31/01/2024.
Data da última revisão: 24/03/2026. 
Protocolo – Anexo 1.
RESPOSTA AO REQUERIMENTO CMC / N° 62/2026
4. Treinamentos periódicos dos protocolos
RESPOSTA AO REQUERIMENTO CMC / N° 62/2026
II – DA AUDITORIA E CONTROLE INTERNO
1. Auditoria Interna e Externa dos últimos 24 meses
Processo de auditoria interna está sendo estruturado para início pela Gestão da 
Qualidade, com base legal em requisitos de gestão de processos, segurança e qualidade 
assistencial, a iniciar no segundo semestre de 2026, conforme cronograma a seguir:
Ação Responsável Data Prevista
de Conclusão
Status 
Março/26
Realizar levantamento de informações 
sobre processos do Hospital
Gerente de 
Qualidade
05/2026 Andamento
Definir time de trabalho Gerente de 
Qualidade
06/2026 Planejado
Desenvolver documentos de referência Gerente de 
Qualidade
07/2026 Planejado
Capacitar time para processo Gerente de 
Qualidade
08/2026 Planejado
Estruturar cronograma por processo Gerente de 
Qualidade
08/2026 Planejado
Implementar cronograma Gerente de 
Qualidade
09/2026 Planejado
2. Núcleo de Segurança do Paciente do Hospital Bom Jesus.
Em anexo Termo de Posse da criação (anexo 2), de 02/01/2024 e Termo de Posse atual
(anexo 3), de 12/03/2026.
III – DA REVISÃO DE ÓBITOS
1. O Hospital Bom Jesus possui Comissão de Revisão de Óbitos.
a. Ato de nomeação/posse/composição (anexo 4);
b. Periodicidade das reuniões: mensal
RESPOSTA AO REQUERIMENTO CMC / N° 62/2026
c. Número de óbitos analisados nos últimos 12 meses e unidade de ocorrência:
N° de Óbitos Analisados de abril/25 a 
mar/26
Setor de ocorrência
Unidade de Terapia Intensiva 8
Pronto Atendimento 16
Unidade de Internação – Ala G 3
Unidade de Internação – Ala F 2
Unidade de Internação – Ala A 1
d. Providências adotadas após análise: Criação de protocolos, capacitações de 
equipes e alinhamentos de fluxos e processos.
Observação: A Comissão passará por reformulação de membros e revisão do 
regimento e diretrizes, de forma a ampliar o alcance e implementar melhores 
práticas.
IV – DOS DADOS ESTATÍSTICOS
Dados estatísticos de óbitos do Hospital Bom Jesus:
V – DAS PROVIDÊNCIAS ADMINISTRATIVAS
1. Nos últimos 24 meses o Hospital Bom Jesus aplicou 8 medidas administrativas a 
equipes por falhas assistenciais, aplicando suspensões, advertências e 
capacitação de boas práticas. No momento temos 2 sindicâncias que se 
encontram em aberto. Os demais foram encerrados.
Indicadores Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Total Média
Taxa de óbitos Institucionais - 
2024
4,90% 4,43% 6,41% 4,24% 5,36% 4,30% 4,77% 4,83% 4,43% 4,79% 7,31% 4,91% - 5,06%
N° de óbitos institucionais 2024 18 15 29 18 23 17 20 19 17 16 27 17 236 20
Taxa de óbitos Institucionais - 
2025
4,17% 3,27% 4,33% 3,80% 4,63% 5,88% 5.06% 3,58% 5,30% 2,68% 4,61% 4,46% - 4,25%
N° de óbitos institucionais 2025 16 13 18 15 18 21 20 14 21 11 17 16 200 17
Taxa de óbitos Institucionais - 
2026
3,05% 4,38% - 3,72%
N° de óbitos institucionais 2026 10 15 25 13
Análise de Mortalidade Institucional*
* óbitos institucionais são aqueles que ocorrem a partir de 24 horas da admissão - Referência: Ministério da Saúde.
RESPOSTA AO REQUERIMENTO CMC / N° 62/2026
2. Medidas Preventivas e Corretivas adotadas no Hospital Bom Jesus:
✓ Criação do Núcleo de Segurança do Paciente;
✓ Elaboração e implementação dos protocolos de segurança do paciente, com 
base nas metas do Ministério da Saúde;
✓ Elaboração e implementação dos protocolos de prevenção de infecções 
associadas à saúde;
✓ Elaboração e implementação dos protocolos clínicos e multidisciplinares, com 
foco em segurança assistencial;
✓ Implementação do sistema de notificação de incidentes, com análise de causa e 
ações de melhoria, com cultura não punitiva;
✓ Implementação do Plano Anual de Segurança do Paciente, que contempla ações 
de capacitação e melhoria de processos voltadas às práticas de segurança.
✓ Adesão ao Programa de Avaliação de Práticas da Segurança do Paciente - ciclo 
2025 apresentou Pontuação de Alta Conformidade, com 76%, apresentando 
grande melhora em relação ao ciclo anterior. (relatório integral em anexo).
✓ Estruturação da Gerência da Qualidade, com Mapeamentos dos Processos com 
Foco na Melhoria da Segurança e alinhamento com Núcleo de Segurança do 
Paciente.
✓ Estruturação e implementação de Feira Educacional Anual de Segurança do 
Paciente, com base nas Diretrizes do Ministério da Saúde.
_____________________________________
Tatiana Vieira da Silva
Gerente de Qualidade
Associação Hospitalar Bom Jesus




DE: Alice Henriques da Silva Teixeira Diretora de Urgência Emergência. 
Mariane Pereira Ferreira RT de Enfermagem 
PARA: Hilda de Oliveira Souza Secretaria Municipal de Saúde 
ASSUNTO: Informações a serem prestadas à Vereadora Simônia Maria Magalhães 
referente ao Processo nº 62/2026.
Venho, por meio deste relatório, apresentar os dados de atendimentos e de 
investigação de casos realizados na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de 
Congonhas. O serviço vem se aprimorando continuamente e busca, de forma permanente, 
a melhoria da qualidade assistencial. Nossos indicadores demonstram a efetividade do 
atendimento prestado e, diante do número expressivo de atendimentos, a UPA tem 
apresentado redução de apontamentos negativos.
Ressaltamos que a Unidade de Pronto Atendimento de Congonhas é polo da microrregião 
de saúde e referência para os municípios de Ouro Branco, Entre Rios de Minas, Desterro 
de Entre Rios, São Brás do Suaçuí e Jeceaba, atendendo a uma população estimada de 
aproximadamente 124 mil habitantes. Observa-se, ainda, a progressiva elevação da 
complexidade e da demanda assistencial, refletida no aumento de casos graves conforme 
demonstram os dados.
A UPA trabalha com o sistema de classificação de risco por meio do Protocolo de Manchester. 
Todo paciente que dá entrada na unidade passa pela classificação de risco, sendo acolhido e triado 
de acordo com a gravidade do seu quadro clínico.
O Protocolo de Manchester é um sistema internacional de triagem que classifica pacientes em 
unidades de emergência por cores, priorizando o atendimento pela gravidade do caso e não pela 
ordem de chegada. O sistema utiliza cinco cores (vermelho a azul) para definir tempos de espera 
que variam de atendimento imediato até 240 minutos.
Todos os profissionais que atuam na classificação de risco devem possuir capacitação 
específica no Protocolo de Manchester. Ressalta-se que essa atividade somente pode ser 
executada por profissional de nível superior, médico ou enfermeiro, devidamente 
capacitado. Enquanto o profissional não conclui o curso de classificação de risco, não 
poderá atuar nesse setor.
O sistema de classificação de risco encontra-se integrado ao sistema operacional VIVVER 
Sistemas.
O fluxo de atendimento ao paciente na UPA funciona da seguinte forma: 
 Jornada do Paciente na UPA 24h 
1. Chegada do Paciente
↓
2. Cadastro na Recepção
(Dados pessoais)
Protocolo de identificação: Segurança do paciente
↓
3. Classificação de Risco - Enfermagem 
Critérios de prioridade:
 🔴Vermelho (emergência): atendimento imediato
 🟠Laranja (muito urgente): até 10 minutos
 🟡Amarelo (urgente): até 60 minutos
 🟢Verde (pouco urgente): até 120 minutos
 🔵Azul (não urgente): até 240 minutos
↓
4. Direcionamento 
├──> Atendimento Médico Adulto
├──> Atendimento Médico Pediátrico
└──> Sala de Emergência (Casos graves)
↓
5. Avaliação Médica 
↓
6. Conduta Inicial 
├──> Liberação do consultório
├──> Observação / Medicação
├──> Sala de Procedimentos
└──> Solicitação de Exames (Laboratório / imagem)
↓
7. Resultados dos Exames 
↓
8. Reavaliação Médica 
↓
9. Conduta Final 
├──> Alta
├──> Internação
└──> Transferência
↓
10. Liberação de Prontuário / Saída do Paciente
Ao longo do ano de 2025, a unidade apresentou desempenho assistencial satisfatório, 
evidenciando qualidade, eficiência e resolutividade no atendimento prestado à 
população. Tal desempenho pode ser observado por meio do indicador de qualidade 
referente ao número de pacientes em observação na unidade, o qual demonstrou 
adequada condução clínica dos casos atendidos, com tomada de decisão assertiva pela 
equipe multiprofissional. Os resultados obtidos refletem a capacidade da unidade em 
promover assistência segura, resolutiva e alinhada aos princípios da atenção às 
urgências e emergências, garantindo atendimento oportuno e adequado às demandas 
apresentadas pela população. 60993812791973
2016
1142
859
882
1030
1270
1112
774
5190
5186
5788
6119
6933
5967
6077
6017
6135
6414
5799
5809
5870
6124
7067
8092
8949
7109
6936
6899
7165
7684
6921
6644
ATENDIMENTOS 2025
 Atendimentos Pediátricos Atendimentos Clínicos Atendimentos Total Geral
831
781
837
875
958
836
740
689
638
542
491
484
NÚMERO DE PACIENTES EM OBSERVAÇÃO 
24H 
171 156
248
325 329
174
140
200
272
344
298
173
Número de crianças em Observação 24h 
Destacamos que, com a contratação de profissionais e a adequação às normativas do 
Conselho de Enfermagem, foi possível implantar a Sistematização da Assistência de 
Enfermagem (SAE), iniciada em dezembro de 2025. Atualmente, os pacientes são 
assistidos de forma integral pelo enfermeiro assistencial, com plano de cuidados 
individualizado e acompanhamento contínuo, fortalecendo a qualidade da assistência 
prestada. Reforçamos também que a sala de emergência funciona ininterruptamente, 
24 horas por dia, com a presença de enfermeiro e técnico de enfermagem, conforme 
regulamentação do Conselho de Enfermagem.
Apresentamos a seguir o número de pacientes encaminhados para serviços de maior 
complexidade, garantindo a continuidade do cuidado e a adequada regulação 
assistencial conforme a necessidade clínica de cada caso.
70 65 61
97
66
54
60
48
66
41
50 47
Número de pacientes Críticos em Sala de 
Emergência Mês 
No que se refere aos exames de alta complexidade, destacamos a atuação das 
assistentes sociais da unidade, que garantiram o agendamento dos exames necessários 
aos usuários, conforme demonstrado no gráfico abaixo, contribuindo para a 
continuidade do cuidado e a resolutividade da assistência.
Em relação aos indicadores assistenciais, destaca-se que a taxa de mortalidade da 
unidade manteve-se dentro dos parâmetros recomendados pelo Ministério da Saúde para 
UPA Tipo II, considerando o perfil assistencial e a complexidade dos casos atendidos.
Importante ressaltar que todas as análises seguem metodologia técnica, com avaliação 
multiprofissional e registro em ata, garantindo transparência e rastreabilidade das ações 
adotadas.
A primeira reunião da Comissão ocorreu em 18 de junho de 2025, ocasião em que 
foram investigados os óbitos ocorridos no período de janeiro a maio de 2025. Após essa 
data, as reuniões passaram a ocorrer mensalmente, com a publicação do 
Decreto/Portaria nº PMC 1.111, de 30 de julho de 2025, que instituiu formalmente a 
comissão.
A comissão é composta pelos seguintes servidores:
• Leonardo José Teixeira – Enfermeiro
• Silas César Reis – Médico Clínico
• Mariane Pereira Ferreira – Enfermeira Responsável Técnica
9 8 5 7 3 3 1
36 45
66 61 60
106
62 52
452
5 4 5 7 8 7 14
50
0 0 0 0 0 0 0 0
0
50
100
150
200
250
300
350
400
450
500
Exames autorizados na UPA
2025 
USG Tomografia Duplex scan Outros
No ano de 2025 foram registrados 15 óbitos na unidade e 2024 foram registrados 18 
óbitos 
As reuniões ocorrem mensalmente, mesmo na ausência de óbitos, para registro das taxas 
em ata e elaboração de normativas. Paralelamente, há atuação da Comissão de Análise 
de Prontuários, responsável pela análise de dados assistenciais e identificação de 
oportunidades de melhoria.
A análise do indicador evidencia que, mesmo diante de elevado volume de 
atendimentos mensais, a unidade manteve baixa incidência de óbitos, refletindo 
adequada condução clínica dos casos, resolutividade da equipe assistencial e 
organização dos fluxos de atendimento.
Sugestões de melhorias propostas pela Comissão de Prontuário/Óbito
1. Avaliação mensal dos casos.
2. Reforço e padronização dos registros da equipe multiprofissional (médicos, 
enfermeiros e técnicos de enfermagem), com registros claros, completos, 
contendo horário, assinatura e carimbo profissional.
3. Capacitação e reciclagem obrigatória da equipe sobre registros em prontuário, 
com ênfase na importância legal, ética e assistencial das anotações, bem como na 
obrigatoriedade de checagem de medicamentos administrados e registro de 
intercorrências.
4. Criação de Protocolos de Cuidados Paliativos (em andamento), em parceria com 
o Hospital Sírio-Libanês.
5. Garantir adesão aos fluxos assistenciais e às condutas propostas pelos 
especialistas.
6. Agendamento de capacitação nos cursos de Suporte Avançado de Vida (ACLS)
e Suporte Básico de Vida (BLS) para a equipe.
No que se refere à segurança do paciente, a unidade mantém processo estruturado 
de notificação e análise de eventos adversos, em conformidade com as diretrizes 
do Programa Nacional de Segurança do Paciente. Atualmente, a unidade conta 
com enfermeira dedicada exclusivamente às ações de segurança do paciente.
Todos os eventos notificados são analisados pelo Núcleo de Segurança do 
Paciente, conforme regimento interno capítulo IV art 11, que realiza investigação 
técnica e propõe medidas corretivas e preventivas. Ressalta-se que, no período 
analisado, houve apenas um processo de sindicância instaurado, o que 
demonstra que a grande maioria das notificações refere-se a eventos de baixa 
gravidade, tratados dentro das rotinas institucionais de melhoria contínua.
9
3
1
4
1 1
12
7
1 1
6
1 1 1 1
7
4
2 1 1 1 1 2
Evasão de paciente
Queda
Agressão a colaborador
Evasão de paciente
Lesão por pressão
Agressão a colaborador
Evasão de paciente
Falta de adesao ao…
Resultado de exame…
Falha na identificação…
Evasão de paciente
Agressão a colaborador
Queda
Agressão a colaborador
administração de vacina
evasao
flebite
Falta de adesao ao…
relacionada a intubação
troca de pontuário
Resultado de exame…
Prescrição médica
Requisição dieta
Julhojulhojulhoagostoagostoagosto setembro setembro setembro setembro Outubro Outubro Outubro novembro dezembro dezembro dezembro dezembro dezembro dezembro dezembro dezembro dezembro dezembro
Eventos adversos 
Por meio das reuniões, são propostas melhorias voltadas à qualidade da assistência 
prestada. Entre as ações implementadas em 2026, destaca-se a padronização do 
carrinho de emergência, visando melhor organização e visualização dos materiais pela 
equipe de enfermagem, conforme foto abaixo.
Ressalta-se que a qualificação permanente das equipes constitui prioridade da gestão 
da unidade. Nesse sentido, o Núcleo de Educação Permanente tem promovido 
capacitações sistemáticas voltadas à atualização técnica, padronização de condutas 
assistenciais e fortalecimento da cultura de segurança do paciente, envolvendo 
profissionais da própria unidade e de toda a Rede de Atenção à Saúde do 
município.Houve participação de profissionais do Hospital Bom Jesus, da Atenção 
Primária à Saúde, do Centro de Especialidades Médicas, dos Centros de Atenção 
Psicossocial (CAPS), da Secretaria de Meio Ambiente, entre outros setores parceiros, 
fortalecendo a integração intersetorial e a qualificação das equipes.
Segue registro dos treinamentos realizados na Secretaria Municipal de Saúde através 
do Núcleo de Educação Permanente UPA 24h.



Para o ano de 2026, o Núcleo de Educação Permanente pretende ampliar e inovar as 
ações formativas, por meio do estabelecimento de parcerias com instituições e 
empresas especializadas, visando à oferta de novos treinamentos e à atualização 
contínua dos profissionais.
Segue anexo nossos fluxogramas todos desenhados conforme nota técnica estadual em 
Comum acordo na RAS ( rede de Atenção a saúde0 . Deixamos a disposição todos os 
fluxogramas de fácil acesso nos consultórios médicos , e nos quadros de aviso 
institucional , a diretoria clínica e técnica tem ciência e aprovação de todos os 
fluxogramas implantados por esta diretoria todos são validados e criado juntamente
com equipe técnica.
Diante do exposto, reafirma-se que a Unidade de Pronto Atendimento de Congonhas 
mantém processos assistenciais estruturados, monitoramento contínuo de 
indicadores e atuação ativa das comissões institucionais, com foco permanente na 
qualificação da assistência prestada à população.
Colocamo-nos à disposição para quaisquer esclarecimentos adicionais que se façam 
necessários.
Mariane Pereira Ferreira 
RT de Enfermagem 







NOTA TÉCNICA Nº 12/2026 CGICI/DPNI/SVSA/MS



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