| Tipo | Requerimento |
|---|---|
| Número / Ano | 49 / 2009 |
| Date | 2009-05-25 |
| Ementa | O VEREADOR ANTONIO CLAUDIO VALENTIM DA SILVA RQUER, APÓS TAMITAÇÃO REGIMENTAL, QUE O SR.PRESIDENTE DESTA CASA DE LEIS ENVIE AO PODER EXECUTIVO MUNICIPAL, REQUERIMENTO PARA O CHEFE DO EXECUTIVO MUNICIPAL, PREFEITO ALOÍSIO BARBOSA, SE PRONUNCIE SE É DO INTERESSE DA ADMINISTRAÇÃO A CRIAÇÃO DO PROCON NESSE MUNICÍPIO, SUGESTÃO JÁ FEITA AO EXECUTIVO ATRAVÉS DA INDICAÇÃO DE Nº 35/2009, APROVADA POR ESTA CASA DE LEIS E ENVIADA AO EXECUTIVO, E ISTO NO TEMPO REGIMENTAL CONFORME ESTABELECIDO EM LEI. CADO NÃO HAJA INTERESSE DO PREFEITO MUNICIPAL QUE A CÂMARA MUNICIPAL PROMOVA OS ESTUDOS NECESSÁRIOS E ASUMA A CRIAÇÃO SO PROCON CONFORME JÁ VEM OCCORENDO EM DIVERSAS OUTRAS CIDADES. |
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CÂMARA MUNICIPAL DE VEREADORES DE ESPERA FELIZ Gabinete do Vereador Cláudio Valentim REQUERIMENTO Nº Ha /2009 O Vereador Antonio Cláudio Valentim da Silva requer, após tramitação regimental, que o Sr Presidente desta Casa de Leis, Vereador Luiz Marineti, envie ao Poder Executivo Municipal, Requerimento para que O Chefe do Executivo Municipal, prefeito Aloísio Barbosa se pronuncie se é do interesse da administração a criação do PROCON neste município, sugestão já feita ao Executivo através da Indicação de n£e35/2009, aprovada por esta Casa de Leis e encaminhada ao Executivo, e isto, no tempo regimental conforme estabelecido em Lei. Caso não haja interesse do Prefeito que a Câmara Municipal promova os estudos necessários e assuma a criação do PROCON conforme já vem sendo feito em diversas outras cidades. JUSTIFICATIVA A criação do PROCON visa atender a solicitações antigas da população do município de Espera Feliz. No exercício do cargo, já fiz diversas indicações ao Executivo Municipal, tanto no mandato passado, quanto neste através da indicação de número 35/09 para que o Executivo após estudo providenciasse a instalação deste importante órgão na defesa do consumidor. Entretanto, até a presente data não há resposta substantiva para que possamos no exercício do cargo, dar satisfação à população sobre a criação ou não deste órgão em Espera Feliz. Desta forma, requeiro tais medidas tanto do Chefe do Executivo (resposta ao requerimento do interesse) quanto do Chefe do Legislativo (estudo para que a Câmara Municipal assuma o serviço). E assim, possamos na qualidade de representantes legítimos da população atender aos pedidos e sugestões populares. A título de sugestão, indico o contato com a Escola do Legislativo da Assembléia Legislativa do Estado onde se podem obter todas as informações, inclusive com treinamento para implantação do PROCON no município. Na oportunidade, requeiro seja dada ciência Ministério Público do presente Requerimento e das respostas do Chefe do Executivo. + CAMARA MUNICIPAL ESPERA FELIZ - MG SAÍDA ão e Justiça ad DRESS 1q'nobBujeDuo sold — UodoJd Jq:nob" Due: MM sejou QL SE e ioUBIOH Goc6-L0CE (16) xejoiei O — 8]40ZUOH ÓJo8 = CC)-02h08 “dao sepinom = 2004 eanuno Sha sapuno7 epas “soduas sassap SeLIBUOIS-SSIU0 Sesaiduta no sontjqnd soBBJo Sojad Jopiunsuo? op ojuauitpuaze woq o ou1oo wisse “opepienh ap soaggnd somas ap opiejseud e weInbasse anb 0) OP Seuiou wsIstx] sodtjqnd sotaas sop apeptend “OL OUZ| Se 0E4/ :QuBIOH 9908-4026 (16) Xblojol ON — SIu0zUOH 008 - 100:080€ dad onuieo - aos BôBi —0/p SEUOZENM BRISA ajog Bóeid NiSd : 07h06; une tovotd iva ojed no 6626-£62E (re) euojapet 5072) SO JPHOIÁ BP SNUQ O OpiyoAuL ) sRiE pIONGIa AP Gera Bra satama Lose (4 efas “soseo sojuaa uia “enb ousau aje opugtunad ARNO ouT soe Sage umrogut ensaia — espada eu maDord (E. ropuuns-uos op sojeup sop esajap e none) 09 0 sOjtutp sas SOp BS2jap Ep 0BÍCIH DES '6 ojad sagieunojut é oquenrepusby estedpruny Sezeme, Joprumsuo) op'sajaq ap bTp0) 9 aigos sesardua sep so É . : “optuiasioa op esajap ap opôe]sibe) » UI0o Op1ODe ap Saiopasauios sop ULIOJUI PJSSId = JOpaNBUL1OZ O PIE 193034 A eIof vio olotguroo ox a selsifo) soe sagõei | gap eueodo ao epsepennda eq sagosa» apra (Sotas 8 -sopegsadsa am oprsr fas eh sreprnsa é opemesp = WON EU UObOIA u huefas soja anb 1opaosusoy oe autuiagaponbzinf E :sojafordso sam og ogpepta op eatdnreooos epeprrgestodsare à suoaorq sop Gquanrem nu “equeuçud De Jipad a eÍLysnp é 19110221 apod Joptunsuoo eddie “oprimido op sopepriesuodsa a soja so “oongnd op jpiad oe à apepre sepenbape sexssoed ap Grau. 5 "SOPBJOLA SOJBP NOS JA Opueny “ jod 'synostp Eursford 9 "onmnioa ap opeotetr op HOneni p SejStA IO “Sotênap a sontorgp snes E coptenh sajopegtios e5Lsnp E Ossady “8 a Saroprumstuoo Jeustojut à reonpa ered vsondino no oedemosse 'apep Um “ejoosa e je Te Brajquressy HodOid O o : ouInsuoo o ered opieonpa “sI210UI SOUEP JO aAISNjaU! “OSLAIBS O NOJsaud : co -(0p0rd/1q 406: Bana) jautodu ejad sroantods ogiso pn ap OJBp O ua Jopunsuos o “opens sesmbsad sy “sourjpjeu sompotd a seroy “sopenburaa 'soxta “p0nsed ap Sono ap Sobend “stepadso se US 2 bopyutajap 10d opextpnísid opts equay ose) | sxonrgjajaa é SeUpa eq Segue) ap salojpa sopestmbsad Ops UIQUIR], “ejonão jet o BUjuTaOO SP Seb 'stonpsnquioo opSeziuapur 'L “seneped » sonbnoje “sopesraugadns ua soperquous sompoid ap Soda - eembsod projquirassy ori O ER o O soordopesmbsog : sad seta] Jos tanap* oque ou “gag eureparsy jauojajato dino ejuounjtossad b ebuigo ogu ojeiuoa o :aquemodu! opep ong 5 argos sagSenntojuy au -opejsaxd aoptimAsuoa Op esajap ap opdejstõa] EP BOJO |, nf yn 10d sepeotgpou no sepejnue 1os wapod uiaquie) EJUaLIO "Ses dio 21109 sageurejpax ap omsepeo um “Sano prumsuO? sOp O e51S0dSTp e “eplIte MSJIEAL Sejns-nejo se 'aaoquooe Oss! opueny Joptunsuoo | odorg 0 “vômSIç e Iemoorde opejuario 3 Jopriunsros “oproDe um e sebo joajssod oprras GEN Sojopsparãos de sibipnfaid way opuenb “epute “no a Sonopyunstros axgura sopiôIns soqrpuoo 'opiooe equerpour 'reotonjos opiresta RigjEGeI elojquassy UO2014 O sepuduno Woioy opu oquaunaop op Sejnsnejo se E a — ODIqnd or Ojuauipuojy opuenb sfajord o sopiunsuo) op esajag sp obipo3 o O 0 's905eBugo oputunsse 'ojemuoo un momuoo isepp eun Jod sepibipoi-gid sejnsnejo wo? opio3e un weuisse seossad stelu no senp opuent) jemuuo) ogjagoud ua JOpHUNsUO) *O Salahap à SOjaNp SO argos à) “opEiSgO 0p0jap SepepistaAnme a ejtozuoH Op +) je puty outono ogpenrotsa pepi ] “OquauinDop ou 0qu0sa Isa anb bp Ojuato-9UUO? aWOZ OBU Bjo seo JOpiunsuod i “caqounpãos FININARLINOO 04 THOA FIKNSNOD 0d VSHHIA AQ OYSSIHOS SIVUHO SYNIK 44 OQVIST OA VALLVISIDAT VIATANASSV é SOJ-803UU0D 2 9NT * SODISEQ SOJtaI! 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A iniciativa da criação do Procon começa com o envio de um projeto de lei do Prefeito para a Câmara dos Vereadores propondo a criação do órgão. Contudo, caso o Prefeito não queira criar o Procon, seja por desinteresse político ou por falta de verba, os Vereadores, através de Projeto de Resolução, podem criar no âmbito da Câmara um órgão de defesa do consumidor. Esse órgão não poderá ter o nome Procon, uma vez que não possui poder de polícia, não podendo portanto instaurar-o devido processo administrativo e aplicar as sanções administrativas previstas na legislação. O Procon Estadual é o responsável pela interiorização dos Procons e pelo Programa Estadual de Defesa do Consumidor. Poderá ser contactado através do telefone (31) 3250-5009. O atendimento está a cargo do Dr. Ricardo Amorim. PANFLETO DE ORIENTAÇÃO Todo cidadão tem o direito de ser protegido pelo Poder Público enquanto consumidor. Esse direito é garantido no artigo 5º , XXXI da Constituição Federal e no art. 6º, VII do Código de Defesa do Consumidor (Lei 8.078/90). Portanto, cabe ao Município efetivar essa proteção, executando de maneira plena a Política Municipal de Defesa do Consumidor, criando um Procon para atender a população e fiscalizar as relações de consumo. Para tanto, o Prefeito deverá encaminhar um projeto de lei para a Câmara dos Vereadores criando o Procon Municipal, com as suas atribuições, competências e estrutura bem definidas. A Câmara dos Vereadores, considerada como a “Casa do Povo” teve levantar a bandeira dessa indispensável Política Pública de Defesa do Consumidor, aprovando o projeto e fiscalizando o Executivo na implantação e efetivação do Procon. Contudo, caso haja impossibilidade do Prefeito de criar o Procon Municipal, seja por questão política ou orçamentária, poderão os Vereadores chamarem a si essa responsabilidade, criando no âmbito da Câmara Municipal, através de um projeto de resolução um órgão de defesa do consumidor para o Município. Assim será garantida aos cidadãos do Município a proteção a eles enquanto consumidores, através da implantação desse Orgão , cumprindo assim o papel do Município nessa política pública de grande alcance social. Para maiores informações, os Vereadores poderão contactar o Procon Assembléia através do e-mail procontvalme.gov.br ou pelo telefone (31) 3253-5500. 4 SISTEMA NACIONAL DE DEFESA DO CONSUMIDOR E POLÍTICA NACIONAL DAS RELAÇÕES DE CONSUMO Art. 105 do Código de Defesa do Consumidor: Lei 8.078/90 “Integram o Sistema Nacional de Defesa do Consumidor -SNDC, os órgãos federais, estaduais, do Distrito federal e municipais e as entidades privadas de defesa do consumidor. Decreto Federal nº 2181/97: Dispõe sobre a organização do Sistema Nacional de Defesa do Consumidor — SNDC e dá outras providências: artigos 1º a8º. Política Nacional das Relações de Consumo: art. 4º do Código de Defesa do Consumidor e artigos 3º e 4º do decreto 2181/97. CDC, art. 4º: A Política Nacional (Estadual e Municipal) de Relações de Consumo tem por objetivo o atendimento das necessidades dos consumidores, o respeito a sua dignidade, saúde e segurança, a proteção de seus interesses econômicos, a melhoria de sua qualidade de vida, bem como a transparência e harmonia das relações de consumo, atendidos os seguintes princípios: a) ação governamental no sentido de proteger efetivamente o consumidor, seja através de iniciativa direta seja pela presença do Estado no mercado de consumo; b) harmonização dos interesses dos participantes, sempre com base na boa-fé e quilíbrio; c) educação e informação de fornecedores e consumidores, quanto aos seus direitos e deveres, com vistas à melhoria do mercado de consumo No âmbito de sua jurisdição e competência, caberá ao órgão municipal, de proteção e defesa do consumidor, criado, na forma da lei, especificamente para este fim, o seguinte, dentre outras: art. 4º do Decreto 2181/97 a) planejar, elaborar, propor e executar a Política Municipal de proteção e defesa do consumidor; b) dar atendimento aos consumidores, reclamações fundamentadas; c) fiscalizar as relações de consumo; d) manter um cadastro de “maus fornecedores” processando, regularmente, as “S e E) & o "Ow -18 qicipaz dá % g 8 E a >»