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norma nº 1315/2012

Tipo Lei
Número / Ano 1315 / 2012
Date 2012-06-25
EmentaLEI DE DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS - LDO 2013
native_id1312

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LEI DE DIRETRIZES
ORÇAMENTÁRIAS
,
MUNICIPIO DE ESTIVA
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EXERCICIO DE 2013
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I-b￾emitido por NILZA MARQUES PEREIRA MOREIRA v.rsao 1.149
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LEI DE DIRETRIZES
ORÇAMENTÁRIAS DE 2013
L
emitido por NILZA MARQUES PEREIRA MOREIRA versão 1.149
MUNiCíPIO DE ESTIVA
LEI DE DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS - 2013
ao pagamento de precatórios à apreciação da Procuradoria do Município.
§ 2°. Os recursos alocados para os fins previstos no caput deste artigo não poderão ser cancelados para abertura de créditos
adicionais com outra finalidade, exceto no caso de saldo orçamentário remanescente ocioso.
Subseção 11
Das Disposições Relativas à Dívida e ao Endividamento Público Municipal
Art. 12. A administração da dívida pública municipal interna tem por objetivo principal minimizar custos, reduzir o montante da dívida
pública e viabilizar fontes alternativas de recursos para o Tesouro Municipal.
§ 1°. Deverão ser garantidos, na lei orçamentária, os recursos necessários para pagamento da dívida, se for o caso.
§ 2°. O Município, por meio de seus órgãos e entidades, subordinar-se-á às normas estabelecidas na Resolução n° 40/2001 do Senado
Federal, que dispõe sobre os limites globais para o montante da dívida pública consolidada e da dívida pública mobiliária, em
atendimento ao disposto no art. 52, incisos VI e IX, da Constituição da República.
Art. 13. Na lei orçamentária para o exercício de 2013, as despesas com amortização, juros e demais encargos da dívida serão fixadas
com base nas operações contratadas.
Art. 14. A lei orçamentária poderá conter autorização para contratação de operações de crédito pelo Poder Executivo, a qual ficará
condicionada ao atendimento das normas estabelecidas na Lei Complementar n? 101/2000 e na Resolução nO43/2001 do Senado
Federal.
Art. 15. A lei orçamentária poderá conter autorização para a realização de operações de crédito por antecipação de receita
orçamentária, desde que observado o disposto no art. 38 da Lei Complementar nO101/2000 e atendidas as exigências estabelecidas
na Resolução nO43/2001 do Senado Federal.
Subseção IV
Da Definição de Montante e Forma de Utilização da Reserva de Contingência
Art. 16. A lei orçamentária poderá conter reserva de contingência constituída exclusivamente com recursos do orçamento fiscal e será
equivalente a, no máximo, 1% (um por cento) da receita corrente liquida prevista na proposta orçamentária de 2013, destinada
atendimento de passivos contingentes, outros riscos e eventos fiscais imprevistos e reforço das dotações orçamentárias que se
tornarem insuficientes.
Seção 111
Da Política de Pessoal e dos Serviços Extraordinários
Subseção I
Das Disposições Sobre Política de Pessoal e Encargos Sociais
Art. 17. Para fins de atendimento ao disposto no art. 169, § 1°, inciso 11, da Constituição da República, observado o inciso I do mesmo
parágrafo, ficam autorizadas as concessões de quaisquer vantagens, aumentos de remuneração, criação de cargos, empregos e
funções, alterações de estrutura de carreiras, bem como admissões ou contratações de pessoal a qualquer título, desde que
observado o disposto nos artigos 15, 16 e 17 da Lei Complementar nO101/2000.
§ 1°. Além de observar as normas do caput, no exercício financeiro de 2013 as despesas com pessoal dos Poderes Executivo e
Legislativo deverão atender as disposições contidas nos artigos 18, 19 e 20 da Lei Complementar nO101/2000.
§ 2°. Se a despesa total com pessoal ultrapassar os limites estabelecidos no art. 19 da Lei Complementar nO101/2000, serão adota
as medidas de que tratam os §§ 3° e 4° do art. 169 da Constituição da República.
emitido por NILZA MARQUES PEREIRA MOREIRA
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LEI DE DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS - 2013
Art. 4°. Os orçamentos fiscal, e da seguridade social discriminarão a despesa, no mínimo, por elemento de despesa, conforme art. 15
da Lei nO4.320/64.
Art. 5°. Os orçamentos fiscal, e da seguridade social compreenderão a programação dos Poderes do Município, seus fundos e órgãos
Art. 6°. O projeto de lei orçamentária que o Poder Executivo encaminhará à Câmara Municipal será constituído de:
I - texto da lei;
11- documentos referenciados nos artigos 2° e 22 da Lei nO4.320/1964;
111- quadros orçamentários consolidados;
IV - anexos dos orçamentos fiscal, e da seguridade social discriminando a receita e a despesa na forma definida nesta Lei;
V - demonstrativos e documentos previstos no art. 5° da Lei Complementar nO101/2000;
Parágrafo único. Acompanharão a proposta orçamentária, além dos demonstrativos exigidos pela legislação em vigor, definidos no
caput, os seguintes demonstrativos:
1- Demonstrativo da receita corrente líquida, de acordo com o art. 2° , inciso IV da Lei Complementar nO101/2000;
II - Demonstrativo dos recursos a serem aplicados na manutenção e desenvolvimento do ensino e no ensino fundamental, para fins do
atendimento do disposto no art. 212 da Constituição da República e no art. 60 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias;
111- Demonstrativo dos recursos a serem aplicados no FUNDEB - Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de
Valorização dos profissionais da Educação, para fins do atendimento ao art. 60 do ADCT, com as alterações introduzidas pela Emenda
Constitucional nO53/2006 e respectiva Lei nO11.494/2007;
IV - Demonstrativo dos recursos a serem aplicados nas ações e serviços públicos de saúde, para fins do atendimento disposto na
Emenda Constitucional nO29/2000;
V - Demonstrativo da despesa com pessoal, para fins do atendimento do disposto no art. 169 da Constituição da República e na Lei
Complementar nO101/2000.
Art. 7°. A estimativa da receita e a fixação da despesa, constantes do projeto de lei orçamentária de 2013 serão elaboradas a valores
correntes do exercício de 2012, projetados ao exercício a que se refere.
Parágrafo único. O projeto de lei orçamentária atualizará a estimativa da margem de expansão das despesas, considerando os
acréscimos de receita resultantes do crescimento da economia e da evolução de outras variáveis que implicam aumento da base de
cálculo, bem como de alterações na legislação tributária, devendo ser garantidas, no mínimo, as metas de resultado primário e nominal
estabelecidas nesta Lei.
Art. 8°. O Poder Executivo colocará à disposição do Poder Legislativo, no mínimo trinta dias antes do prazo final para encaminhamento
de sua proposta orçamentária, os estudos e as estimativas das receitas para o exercício subseqüente, inclusive da corrente líquida, e
as respectivas memórias de cálculo.
Parágrafo único. O Poder Legislativo, se for o caso, encaminhará ao Órgão Central de Contabilidade do Poder Executivo, até 15 dias
antes do prazo definido no caput, os estudos e as estimativas das suas receitas orçamentárias para o exercício subseqüente e as
respectivas memórias de cálculo, para fins de consolidação da receita municipal.
Art. 9°. O Poder Legislativo encaminhará ao Órgão Central de Contabilidade do Poder Executivo, até 31 de agosto de 2012, suas
respectivas propostas orçamentárias, para fins de consolidação do projeto de lei orçamentária ..
Art. 10. Na programação da despesa não poderão ser fixadas despesas sem que estejam definidas as respectivas fontes de recursos,
de forma a evitar o comprometimento do equilíbrio orçamentário entre a receita e a despesa.
emitido por NILZA MARQUES PEREIRA MOREIRA
Art. 11. A lei orçamentária discriminará, nos órgãos da administração direta responsáveis pelo débito, as dotações destinada ao
pagamento de precatórios judiciais em cumprimento ao disposto no art. 100 da Constituição da República.
§ 1°. Para fins de acompanhamento, controle e centralização, os órgãos da administração direta submeterão os processos referen s
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ao pagamento de precatórios à apreciação da Procuradoria do Município.
§ 2°. Os recursos alocados para os fins previstos no caput deste artigo não poderão ser cancelados para abertura de créditos
adicionais com outra finalidade, exceto no caso de saldo orçamentário remanescente ocioso.
Subseção 11
Das Disposições Relativas à Dívida e ao Endividamento Público Municipal
Art. 12. A administração da dívida pública municipal interna tem por objetivo principal minimizar custos, reduzir o montante da dívida
pública e viabilizar fontes alternativas de recursos para o Tesouro Municipal.
§ 1°. Deverão ser garantidos, na lei orçamentária, os recursos necessários para pagamento da dívida, se for o caso.
§ 2°. O Município, por meio de seus órgãos e entidades, subordinar-se-á às normas estabelecidas na Resolução nO40/2001 do Senado
Federal, que dispõe sobre os limites globais para o montante da dívida pública consolidada e da dívida pública mobiliária, em
atendimento ao disposto no art. 52, incisos VI e IX, da Constituição da República.
Art. 13. Na lei orçamentária para o exercício de 2013, as despesas com amortização, juros e demais encargos da dívida serão fixadas
com base nas operações contratadas.
Art. 14. A lei orçamentária poderá conter autorização para contratação de operações de crédito pelo Poder Executivo, a qual ficará
condicionada ao atendimento das normas estabelecidas na Lei Complementar nO 101/2000 e na Resolução n° 43/2001 do Senado
Federal.
Art. 15. A lei orçamentária poderá conter autorização para a realização de operações de crédito por antecipação de receita
orçamentária, desde que observado o disposto no art. 38 da Lei Complementar n? 101/2000 e atendidas as exigências estabelecidas
na Resolução n? 43/2001 do Senado Federal.
Subseção IV
Da Definição de Montante e Forma de Utilização da Reserva de Contingência
Art. 16. A lei orçamentária poderá conter reserva de contingência constituída exclusivamente com recursos do orçamento fiscal e será
equivalente a, no máximo, 1% (um por cento) da receita corrente líquida prevista na proposta orçamentária de 2013, destinada
atendimento de passivos contingentes, outros riscos e eventos fiscais imprevistos e reforço das dotações orçamentárias que se
tornarem insuficientes.
Seção 111
Da Política de Pessoal e dos Serviços Extraordinários
Subseção I
Das Disposições Sobre Política de Pessoal e Encargos Sociais
Art. 17. Para fins de atendimento ao disposto no art. 169, § 1°, inciso 11, da Constituição da República, observado o inciso I do mesmo
parágrafo, ficam autorizadas as concessões de quaisquer vantagens, aumentos de remuneração, criação de cargos, empregos e
funções, alterações de estrutura de carreiras, bem como admissões ou contratações de pessoal a qualquer título, desde que
observado o disposto nos artigos 15, 16 e 17 da Lei Complementar nO101/2000.
§ 10. Além de observar as normas do caput, no exercício financeiro de 2013 as despesas com pessoal dos
Legislativo deverão atender as disposições contidas nos artigos 18, 19 e 20 da Lei Complementar nO101/2000.
§ 2°. Se a despesa total com pessoal ultrapassar os limites estabelecidos no art. 19 da Lei Complementar n? 101/2000, serão adota
as medidas de que tratam os §§ 3° e 4° do art. 169 da Constituição da República.
© emitido por NILZA MARQUES PEREIRA MOREIRA
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LEI DE DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS - 2013
Subseção 11
Da Previsão para Contratação Excepcional de Horas Extras
Art. 18. Se durante o exercício de 2013 a despesa com pessoal atingir o limite de que trata o parágrafo único do art. 22 da Lei
Complementar nO 101/2000, o pagamento da realização de serviço extraordinário somente poderá ocorrer quando destinada ao
atendimento de relevante interesse público que ensejem situações emergenciais de risco ou de prejuízo para a sociedade.
Parágrafo único. A autorização para a realização de serviço extraordinário para atender as situações previstas no caput deste artigo,
no âmbito do Poder Executivo é de exclusiva competência do Prefeito Municipal e no âmbito do Poder Legislativo é de exclusiva
competência do Presidente da Câmara.
Seção IV
Das Disposições Sobre a Receita e Alterações na Legislação Tributária do Município
Art. 19. A estimativa da receita que constará do projeto de lei orçamentária para o exercício de 2013, com vistas à expansão da base
tributária e conseqüente aumento das receitas próprias, contemplará medidas de aperfeiçoamento da administração dos tributos
municipais, dentre as quais:
I - aperfeiçoamento do sistema de formação, tramitação e julgamento dos processos tributário-administrativos, visando à
racionalização, simplificação e agilização;
II - aperfeiçoamento dos sistemas de fiscalização, cobrança e arrecadação de tributos, objetivando a sua maior exatidão;
III - aperfeiçoamento dos processos tributário-administrativos, por meio da revisão e racionalização das rotinas e processos,
objetivando a modernização, a padronização de atividades, a melhoria dos controles internos e a eficiência na prestação de serviços;
IV - aplicação das penalidades fiscais como instrumento inibitório da prática de infração da legislação tributária.
Art. 20. A estimativa da receita de que trata o artigo anterior levará em consideração, adicionalmente, o impacto de alteração na
legislação tributária, com destaque para:
I - atualização da planta genérica de valores do Município;
11- revisão, atualização ou adequação da legislação sobre Imposto Predial e Territorial Urbano, suas alíquotas, forma de cálculo,
condições de pagamentos, descontos e isenções, inclusive com relação à progressividade deste imposto;
111 - revisão da legislação sobre o uso do solo, com redefinição dos limites da zona urbana municipal;
IV - revisão da legislação referente ao Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza;
V - revisão da legislação aplicável ao Imposto sobre Transmissão Intervivos de Bens Imóveis e de Direitos Reais sobre Imóveis;
VI - instituição de taxas pela utilização efetiva ou potencial de serviços públicos específicos e divisíveis, prestados ao contribuinte ou
postos a sua disposição;
VII - revisão da legislação sobre as taxas pelo exercício do poder de polícia;
VIII - revisão das isenções dos tributos municipais, para manter o interesse público e a justiça fiscal;
IX - a instituição de novos tributos ou a modificação, em decorrência de alterações legais, daqueles já instituídos.
Art. 21. O projeto de lei que conceda ou amplie incentivo ou benefício de natureza tributária somente será aprovado se atendidas as
exigências do art. 14 da Lei Complementar nO101/2000.
Art. 22. Na estimativa das receitas do projeto de lei orçamentária poderão ser considerados os efeitos de propostas de alterações na
legislação tributária que estejam em tramitação na Câmara Municipal.
§ 1°. Caso as alterações propostas não sejam aprovadas, ou o sejam parcialmente, de forma a não permitir a integralização os
recursos esperados, as dotações à conta das referidas receitas serão canceladas, mediante decreto, nos 30 (trinta) dias subseqüen es
à publicação do projeto de lei orçamentária de 2013.
§ 2°. No caso de não-aprovação das propostas de alteração previstas no caput, poderá ser efetuada a
emitido por NILZA MARQUES PEREIRA MOREIRA
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condicionadas por excesso de arrecadação de outras fontes, inclusive de operações de crédito, ou por superávit financeiro apurado em
balanço patrimonial do exercício anterior, antes do cancelamento previsto no § 1° deste artigo.
Seção V
Do Equilíbrio Entre Receitas e Despesas
Art. 23. A elaboração do projeto, a aprovação e a execução da lei orçamentária do exercício de 2013 serão orientadas no sentido de
alcançar o superávit primário necessário para garantir uma trajetória de solidez financeira da administração municipal, conforme
discriminado no Anexo de Metas Fiscais, constante desta Lei.
Art. 24. Os projetos de lei que impliquem em diminuição de receita ou aumento de despesa do Município no exercício de 2013 deverão
estar acompanhados de demonstrativos que discriminem o montante estimado da diminuição da receita ou do aumento da despesa,
para cada um dos exercícios compreendidos no período de 2012 a 2014 demonstrando a memória de cálculo respectiva.
Parágrafo único. Não será aprovado projeto de lei que implique em aumento de despesa sem que estejam acompanhados das
medidas definidas nos arts. 16 e 17 da Lei Complementar nO101/2000.
Art. 25. As estratégias para busca ou manutenção do equilíbrio entre as receitas e despesas poderão levar em conta as seguintes
medidas:
I - para elevação das receitas:
a - a implementação das medidas previstas nos arts. 20 e 21 desta Lei;
b - atualização e informatização do cadastro imobiliário;
c - chamamento geral dos contribuintes inscritos na Dívida Ativa.
11 - para redução das despesas:
a - utilização da modalidade de licitação denominada pregão e implantação de rigorosa pesquisa de preços, de forma a reduzir custos
de toda e qualquer compra e evitar a cartelização dos fornecedores;
b - revisão geral das gratificações concedidas aos servidores.
Seção VI
Dos Critérios e Formas de Limitação de Empenho
Art. 26. Na hipótese de ocorrência das circunstâncias estabelecidas no caput do artigo 9°, e no inciso 11 do § 1° do artigo 31, da Lei
Complementar nO 101/2000, o Poder Executivo e o Poder Legislativo procederão á respectiva limitação de empenho e de
movimentação financeira, calculada de forma proporcional à participação dos Poderes no total das dotações iniciais constantes da lei
orçamentária de 2013 utilizando para tal fim as cotas orçamentárias e financeiras.
§ 1°. Excluem-se da limitação prevista no caput deste artigo:
I - as despesas com pessoal e encargos sociais;
11 - as despesas com benefícios previdenciários;
111 - as despesas com amortização, juros e encargos da dívida;
IV - as despesas com PASEP;
V - as despesas com o pagamento de precatórios e sentenças judiciais;
VI - as demais despesas que constituam obrigação constitucional e legal.
§ 2°. O Poder Executivo comunicará ao Poder Legislativo o montante que lhe caberá tornar indisponível para empenho e
movimentação financeira, conforme proporção estabelecida no caput deste artigo. f
§ 3°. Os Poderes Executivo e Legislativo, com base na comunicação de que trata o parágrafo anterior, emitirão e publicarão ato próprio
estabelecendo os montantes que caberão aos respectivos órgãos e entidades na limitação do empenho e da movimentação finan
§ 4°. Se verificado, ao final de um bimestre, que a realização da receita não será suficiente para garantir o equilíbrio das c
públicas, adotar-se-ão as mesmas medidas previstas neste artigo.
emitido por NILZA MARQUES PEREIRA MOREIRA
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Seção VII
Das Normas Relativas ao Controle de Custos e Avaliação dos Resultados dos Programas Financiados com Recursos dos Orçamentos
Art. 27. O Poder Executivo realizará estudos visando a definição de sistema de controle de custos e a avaliação do resultado dos
programas de governo.
Art. 28. Além de observar as demais diretrizes estabelecidas nesta Lei, a alocação dos recursos na lei orçamentária e em seus créditos
adicionais, bem como a respectiva execução, serão feitas de forma a propiciar o controle de custos e a avaliação dos resultados dos
programas de governo.
§ 1°. A lei orçamentária de 2013 e seus créditos adicionais deverão agregar todas as ações governamentais necessárias ao
cumprimento dos objetivos dos respectivos programas, sendo que as ações governamentais que não contribuírem para a realização de
um programa específico deverão ser agregadas num programa denominado "Apoio Administrativo" ou de finalidade semelhante.
§ 2°. Merecerá destaque o aprimoramento da gestão orçamentária, financeira e patrimonial, por intermédio da modernização dos
instrumentos de planejamento, execução, avaliação e controle interno.
§ 3°. O Poder Executivo promoverá amplo esforço de redução de custos, otimização de gastos e reordenamento de despesas do
setor público municipal, sobretudo pelo aumento da produtividade na prestação de serviços públicos e sociais.
Seção VIII
Das Condições e Exigências para Transferências de Recursos a Entidades Públicas e Privadas
Art. 29. É vedada a inclusão, na lei orçamentária e em seus créditos adicionais, de dotações a título de subvenções sociais,
ressalvadas as autorizadas mediante lei específica que sejam destinadas:
I - ás entidades que prestem atendimento direto ao público, de forma gratuita, nas áreas de assistência social, saúde, educação ou
cultura;
11 - ás entidades sem fins lucrativos que realizem atividades de natureza continuada;
111- ás entidades que tenham sido declaradas por lei como utilidade pública.
Parágrafo único. Para habilitar-se ao recebimento de subvenções sociais, a entidade privada sem fins lucrativos deverá apresentar
declaração de regular funcionamento, emitida no exercício de 2013por, no mínimo, uma autoridade local, e comprovante da
regularidade do mandato de sua diretoria.
Art. 30. É vedada a inclusão, na lei orçamentária e em seus créditos adicionais, de dotações a título de auxílios e contribuições para
entidades públicas e/ou privadas, ressalvadas as autorizadas mediante lei específica e desde que sejam:
I - de atendimento direto e gratuito ao público, voltadas para as ações relativas ao ensino, saúde, cultura, assistência social,
agropecuária e de proteção ao meio ambiente;
11 - associações ou consórcios intermunicipais, constituídos exclusivamente por entes públicos, legalmente instituídos e signatários de
contrato de gestão com a administração pública municipal, e que participem da execução de programas municipais.
Art. 31. É vedada a inclusão, na lei orçamentária e em seus créditos adicionais, de dotações a título de contribuições para entidades
privadas de fins lucrativos, ressalvadas as instituídas por lei específica no âmbito do Município que sejam destinadas aos programas
de desenvolvimento industrial.
emitido por NILZA MARQUES PEREIRA MOREIRA
Art. 32. É vedada a inclusão, na lei orçamentária e em seus créditos adicionais, de dotação para a realização de transferê
financeira a outro ente da federação, exceto para atender as situações que envolvam claramente o atendimento de interesses lo ai
observadas as exigências do art. 25 da Lei Complementar nO101/2000.
Art. 33. As entidades beneficiadas com os recursos públicos previstos nesta Seção, a qualquer título, submeter-se-ão à fiscalização
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Poder Executivo com a finalidade de verificar o cumprimento dos objetivos para os quais receberam os recursos.
Art. 34. As transferências de recursos às entidades previstas nos arts. 30 a 33 desta Seção deverão ser precedidas da aprovação de
plano de trabalho e da celebração de convênio, devendo ser observadas na elaboração de tais instrumentos as exigências do art. 116
da Lei n° 8.666/1993, ou de outra Lei que vier substituí-Ia ou alterá-Ia.
§ 1°. Compete ao órgão ou entidade concedente o acompanhamento da realização do plano de trabalho executado com recursos
transferidos pelo Município.
§ 2°. É vedada a celebração de convênio com entidade em situação irregular com o Município, em decorrência de transferência feita
anteriormente.
§ 3°. Excetuam-se do cumprimento dos dispositivos legais a que se refere o caput deste artigo as caixas escolares da rede pública
municipal de ensino que receberem recursos diretamente do Governo Federal por meio do PDDE - Programa Dinheiro Direto na
Escola.
Art. 35. É vedada a destinação, na lei orçamentária e em seus créditos adicionais, de recursos para diretamente cobrir necessidades
de pessoas físicas, ressalvadas as que atendam as exigências do art. 26 da Lei Complementar nO101/2000 e sejam observadas as
condições definidas na lei específica.
Parágrafo único. As normas do caput deste artigo não se aplicam a ajuda a pessoas físicas custeadas pelos recursos do Sistema
Único de Saúde.
Art. 36. A transferência de recursos financeiros de uma entidade para outra, inclusive da Prefeitura Municipal para a Câmara Municipal,
fica limitada ao valor previsto na lei orçamentária anual e em seus créditos adicionais.
Parágrafo único. O aumento da transferência de recursos financeiros de uma entidade para outra somente poderá ocorrer mediante
prévia autorização legislativa, conforme determina o art. 167, inciso VI da Constituição da República.
Seção IX
Da Autorização para o Município Auxiliar no Custeio de Despesas de Competência de Outros Entes da Federação
Art 37. É permitida a inclusão, na lei orçamentária e em seus créditos adicionais, de dotações para que o Município contribua para o
custeio de despesas de competência de outro ente da federação, desde que autorizadas mediante lei específica e que sejam
destinadas ao atendimento das situações que envolvam claramente o interesse local.
Parágrafo único. A realização da despesa definida no caput deste artigo deverá ser precedida da aprovação de plano de trabalho e da
celebração de convênio, de acordo com o art. 116 da Lei nO8.666/1993.
Seção X
Dos Parâmetros para a Elaboração da Programação Financeira e do Cronograma Mensal de Desembolso.
Art. 38. O Poder Executivo estabelecerá por ato próprio, até 30 (trinta) dias após a publicação da lei orçamentária de 2013 as metas
bimestrais de arrecadação, a programação financeira e o cronograma mensal de desembolso, respectivamente, nos termos dos arts.
13 e 8° da Lei Complementar nO101/2000.
§ 1°. Para atender ao caput deste artigo, as entidades da administração indireta e o Poder Legislativo encaminharão ao Órgão Central
de Contabilidade do Município, até 15 (quinze) dias após a publicação da lei orçamentária de 2013 os seguintes demonstrativos:
I - as metas mensais de arrecadação de receitas, de forma a atender o disposto no art. 13 da Lei Complementar nO101/2000;
11 - a programação financeira das despesas, nos termos do art. 8° da Lei Complementar nO101/2000;
111 - o cronograma mensal de desembolso, incluídos os pagamentos dos restos a pagar, nos termos do art. 8° da Lei Complem
101/2000.
emitido por NILZA MARQUES PEREIRA MOREIRA
§ 2°. O Poder Executivo deverá dar publicidade às metas bimestrais de arrecadação, à programação financeira e ao cron
mensal de desembolso, no órgão oficial de publicação do Município até 30 (trinta) dias após a publicação da lei orçamentária de
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LEI DE DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS - 2013
§ 3°. A programação financeira e o cronograma mensal de desembolso, de que trata o caput deste artigo, deverão ser elaborados de
forma a garantir o cumprimento da meta de resultado primário estabelecida nesta Lei.
Seção XI
Da Definição de Critérios para Início de Novos Projetos
Art. 39. Além da observância das metas e prioridades definidas nos termos do artigo 2° desta Lei, a lei orçamentária de 2010 e seus
créditos adicionais, observado o disposto no art. 45 da Lei Complementar n° 101/2000, somente incluirão projetos novos se:
I - estiverem compatíveis com o Plano Plurianual de 2010-2013 e com as normas desta Lei;
11 - as dotações consignadas ás obras já iniciadas forem suficientes para o atendimento de seu cronograma físico-financeiro;
111 - estiverem preservados os recursos necessários à conservação do patrimônio público;
IV - os recursos alocados destinarem-se a contrapartidas de recursos federais, estaduais ou de operações de crédito.
Parágrafo único. Considera-se projeto em andamento para os efeitos desta Lei, aquele cuja execução iniciar-se até a data de
encaminhamento da proposta orçamentária de 2013, cujo cronograma de execução ultrapasse o térmíno do exercício de 2012.
Seção XII
Da Definição das Despesas Consideradas Irrelevantes
Art. 40. Para fins do disposto no § 3° do art. 16 da Lei Complementar nO101/2000, são consideradas despesas irrelevantes aquelas
cujo valor não ultrapasse os limites previstos nos incisos I e 11 do art. 24 da Lei nO8.666/1993, nos casos, respectivamente, de obras e
serviços de engenharia e de outros serviços e compras.
Seção XIII
Do Incentivo à Participação Popular
Art. 41. O projeto de lei orçamentáría do Município, relativo ao exercício financeiro de 2013, deverá assegurar a transparência na
elaboração e execução do orçamento.
Parágrafo único - O princípío da transparência implica, além da observância do princípio constitucional da publicidade, na utilízação
dos meios disponíveis para garantír o efetivo acesso dos munícipes às informações relativas ao orçamento.
Art. 42. Será assegurada ao cidadão a participação nas audiências públicas para:
I - elaboração da proposta orçamentária de 2013, mediante regular processo de consulta;
11 - avaliação das metas fiscais, conforme definido no art. 9°, § 4°, da Lei Complementar nO 101/2000, ocasião em que o Poder
Executivo demonstrará o comportamento das metas previstas nesta Lei.
Seção XIV
Das Disposições Gerais
Art. 43. O Poder Executivo poderá, mediante decreto, transpor, remanejar, transferir ou utilizar, total ou parcialmente, as dotações
orçamentárias aprovadas na lei orçamentária de 2013 e em seus créditos adicionais, em decorrência de extinção, transformação,
transferência, incorporação ou desmembramento de órgãos e entidades, bem como de alterações de suas competêncías
atribuições, mantida a estrutura programática, expressa por categoria de programação, conforme definida no art. 3°, desta Lei.
§ 1°. As categorias de programação, aprovadas na lei orçamentária de 2013 e em seus créditos adicionais, poderão ser modific
por meio de decreto, para atender às necessidades de execução, desde que verificada a inviabilidade técnica, operacion
emitido por NILZA MARQUES PEREIRA MOREIRA
MUNiCíPIO DE ESTIVA
LEI DE DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS. 2013
econômica da execução do crédito, criando, quando necessário, novas naturezas de despesa.
§ 2°. As modificações a que se refere este artigo também poderão ocorrer quando da abertura de créditos suplementares autorizados
na lei orçamentária, os quais deverão ser abertos mediante decreto do Poder Executivo.
Art. 44. A abertura de créditos suplementares e especiais dependerá de prévia autorização legislativa e da existência de recursos
disponíveis para cobrir a despesa, nos termos da Lei n?4.320/1964 e da Constituição da República.
§ 1°. A lei orçamentária conterá autorização e disporá sobre o limite para a abertura de créditos adicionais suplementares.
§ 2°. Acompanharão os projetos de lei relativos a créditos adicionais exposições de motivos circunstanciadas que os justifiquem e que
indiquem as conseqüências dos cancelamentos de dotações propostos.
Art. 45. A reabertura dos créditos especiais e extraordinários, conforme disposto no art. 167, § 2°, da Constituição da República, será
efetivada mediante decreto do Prefeito Municipal, utilizando os recursos previstos no art. 43 da Lei nO4.320/1964.
Art 46. O Poder Executivo poderá encaminhar mensagem ao Poder Legislativo para propor modificações no projeto de lei
orçamentária anual, enquanto não iniciada a sua votação, no tocante as partes cuja alteração é proposta.
Art. 47 Se o projeto de lei orçamentária de 2013 não for sancionado pelo Prefeito até 31 de dezembro de 2012, a programação dele
constante poderá ser executada para o atendimento das seguintes despesas:
I - pessoal e encargos sociais;
11- benefícios previdenciários;
111- amortização, juros e encargos da dívida;
IV - PIS-PASEP;
V - demais despesas que constituem obrigações constitucionais ou legais do Município; e
VI - outras despesas correntes de caráter inadiável.
§ 1° As despesas descritas no inciso VI deste artigo estão limitadas à 1/12 (um doze avos) do total de cada ação prevista no projeto
de lei orçamentária de 2013, multiplicado pelo número de meses decorridos até a sanção da respectiva lei.
§ 2° Na execução de outras despesas correntes de caráter inadiável, a que se refere o inciso VI do caput, o ordenador de despesa
poderá considerar os valores constantes do projeto de lei orçamentária de 2013 para fins do cumprimento do disposto no art. 16 da Lei
Complementar nO101/2000.
Art. 48. Em atendimento ao disposto no art. 4°, §§ 1°,2° e 3° da Lei Complementar n? 101/2000, integram a presente Lei os seguintes
anexos:
I - Anexo de Metas Fiscais;
II - Anexo de Riscos Fiscais.
111- Anexo de Metas e Prioridades.
Parágrafo Único - Os Anexos, de que tratam os incisos I, 11e 111serão revistos e se necessário, alterados, quando do encaminhamentc
da proposta orçamentária para 2013 e poderão ser alter ~os quando da Revisão do PPA.
Art. 49. Esta Lei entra em vigor na data de sua publica ão, revogando-se as disposições em contrário.
Estiva, 25 de junho de 2012
emitido por NILZA MARQUES PEREIRA MOREIRA versão 1.149
ANEXO DE METAS FISCAIS
emitido por NILZA MARQUES PEREIRA MOREIRA versão 1.149
MUNiCíPIO DE ESTIVA
LEI DE DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS - 2013
ANEXO DE METAS FISCAIS
CONSOLIDADO DO MUNiCíPIO
DEMONSTRATIVO 1- METAS ANUAIS
LRF, art , 4' § 1 vajcres em R$1 00
2013 2014 2015
ESPECIFICAÇÃO -
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CORRENTE ( A ) CONSTANTE PIB CORRENTE ( B ) CONSTANTE PIB CORRENTE ( C ) CONSTANTE PIB
Receita Total 15.935.267,00 15.176.444,76 0,01 17.367.845,00 15.753.147,39 0,01 18.226.185,00 15.744.463.88 0,01
Receitas Primárias ( I ) 15.856.313,00 15.101.250,48 0,01 17.284.843,00 15.677.952,83 0,01 18.139.134.00 15.669.265.95 0.01
Despesa Total 15.935.267,00 15.176.444,76 0,01 17.367.845,00 15.753.147,39 0,01 18.226.185,00 15.744.463,88 0,01
Despesas Primárias ( 11 ) 15.535.267,00 14.795.492,38 0.01 16.867.845.00 15.299.632,65 0,01 17.856.185,00 15.424.843.97 0,01
Resultado Primário ( I - 11 ) 321.046,00 305.756,10 0,00 417.098.00 378.320.18 0.00 282.949.00 244.421,98 0.00
Resultado Nominal -710.000,00 '{;76.190,48 0.00 -102.000,00 -92.517,01 0,00 -220.000.00 -190.044.27 0,00 i
Olvida Pública Consolidada 1.600.000,00 1.523.809,52 0,00 1.500.000.00 1.360.544.22 0,00 1,300.000,00 1.122,988.88 0,0l, J
Divida Consolidada Liquida 1.122,000,00 1.068,571,43 0,00 1,020.000,00 925.170,07 0.00 800.000,00 691.070.08 0.00
PRODUTO INTERNO BRUTO ( PIB) - VALORES PREVISTOS ( EM REAIS)
2013 2014 2015
287.100.000.000,00 287.100.000.000.00 287.100.000.000.00
íNDICES DE INFLAÇÃO -- VALORES PREVISTOS ( EM %)
2013 2014 2015
5,00 5,00 5.00
emitido por NILZA MARQUES PEREIRA MOREIRA
MUNiCíPIO DE ESTIVA
LEI DE DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS - 2013
ANEXO DE METAS FISCAIS
CONSOLIDADO DO MUNiCíPIO
DEMONSTRATIVO 11- AVALIAÇÃO DO CUMPRIMENTO DAS METAS FISCAIS DO EXERCíCIO ANTERIOR
LRF art 4° § 2° Inciso I Valores em R$l 00
ESPECIFICAÇÃO METAS PREVISTAS % METAS REALIZADAS % VARIAÇÃO
EM2011- (A) PIB EM 2011 - (B) PIB (C)=(A-B) %(C/A)·100
Receila Tolal 17.046.755,00 0,01 13.749.111,40 0,00 -3.297.643,60 -19,34
Receitas Primárias ( I ) 16.970.248,00 0,01 13.604.336,87 0,00 -3.365.911,13 -19,83
Despesa Tolal 17.115.365,00 0,01 13.730.266,75 0,00 -3.385.098,25 -19,78
Despesas Primárias ( 11 ) 16.911.365,00 0,01 13.470.973,88 0,00 -3.440.391,12 -20,34
Resullado Primário ( I - 11 ) 58.883,00 0,00 133.362,99 0,00 74.479,99 126,49
Resultado Nominal -13.000,00 0,00 -393.749,74 0,00 -380.749,74 2.928,8~ :
Divida Pública Consolidada 204.000,00 0,00 500.000,12 0,00 296.000,12 145,10 i
Olvida Consolidada Líquida -1.727.000,00 0,00 -105.592,74 0,00 1.621.407,26 -93,891
PRODUTO INTERNO BRUTO ( PIB ) - EXERCiclO DE 2011 ( EM REAIS) I
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emitido por NILZA MARQUES PEREIRA MOREIRA
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MUNiCíPIO DE ESTIVA
LEI DE DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS - 2013
ANEXO DE METAS FISCAIS
CONSOLIDADO DO MUNiCíPIO
DEMONSTRATIVO IV - EVOLUÇÃO DO PATRIMÔNIO LíQUIDO
LRF, art 4' § 2' Inciso 111 Valores em R$l 00
PATRIMÔNIO LíQUIDO 2009 % 2010 % 2011 %
Patrimônio I Capital 211.690,13 50,00 453.171,15 50,00 595.491,43 50,00
Reservas 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00
Resultado Acumulado 211.690,13 50,00 453.171,15 50,00 595.491,43 50,00
TOTAL PATRIMONIO LIQUIDO 423.380,26 100.00 906.342,30 100,00 1.190.982,86 100,00
emitido por NILZA MARQUES PEREIRA MOREIRA
MUNiCíPIO DE ESTIVA
LEI DE DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS - 2013
ANEXO DE METAS FISCAIS
CONSOLIDADO DO MUNiCíPIO
DEMONSTRATIVO V - ORIGEM E APLICAÇÃO DOS RECURSOS OBTIDOS COM A ALIENAÇÃO DE ATIVOS
LRF, art. 4', § 2', Inciso 111 Valores em R$l 00
RECEITAS REALIZADAS 2009 2010 2011
ORIGEM DOS RECURSOS 0,00 103.800,00 61.350.00
Receitas de Alienações e Rentabilidades Financeiras 0,00 103.800,00 61.350,00
Alienação de bens Móveis 0,00 32.100,00 61.350,00
Alienação de bens Imóveis 0,00 71.700,00 0,00
TOTAL (I) 0,00 103.800,00 61.350,00
DESPESAS LIQUIDADAS 2009 2010 2011
APLICAÇÃO DOS RECURSOS DA ALIENAÇÃO DE ATIVOS 21.239,90 105.339,22 15.110,52
Investimentos 21.239,90 105.339,22 15.110.52
Inversões Financeiras 0,00 0.00 0.00
Amortização/Refinanciamento da Olvida 0,00 0,00 0,00 I
Despesas Correnles do RPPS 0,00 0,00 0,00
TOTAL(II) 21.239,90 105.339,22 15.110,52J
SALDO FINANCEIRO DO EXERCi CIO ANTERIOR ( 111) 25.612,31 4.372,41 2.833,191
SALDO FINANCEIRO DO EXERCICIO ( IV ) = ( I - 11+ 111) 4.372,41 2.833,19 49.072.67
emitido por NILZA MARQUES PEREIRA MOREIRA versão 1.149
MUNiCíPIO DE ESTIVA
LEI DE DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS - 2013
ANEXO DE METAS FISCAIS
CONSOLIDADO DO MUNiCíPIO
DEMONSTRATIVO VIII- MARGEM DE EXPANSÃO DAS DESPESAS OBRIGATÓRIAS DE CARÁTER CONTINUADO
LRF, art. 4', § 2', Inciso V Valores em R$1,OO
Entidade: PREFEITURA MUNICIPAL DE ESTIVA MG
EVENTO VALOR PREVISTO -- 2013
SALDO FINAL DO AUMENTO PERMANENTE DE RECEITA (I) 0,00
MARGEM BRUTA ( 111 ) = ( I + 11 ) 0,00
SALDO UTILIZADO ( IV ) 0,00
MARGEM LIQUIDA DE EXPANSÃO DE DOCC ( 111 - IV ) 0,00
Entidade' CAMARA MUNICIPAL DE ESTIVA
EVENTO VALOR PREVISTO - 2013
SALDO FINAL DO AUMENTO PERMANENTE DE RECEITA (I) 0,00
MARGEM BRUTA ( 111 ) = ( I + 11 ) 0,00
SALDO UTILIZADO (IV) 0.00
MARGEM LIQUIDA DE EXPANSÃO DE DOCC ( 111 - IV ) 0.00
emitido por NILZA MARQUES PEREIRA MOREIRA versêo 1. 149
ANEXO DE RISCOS FISCAIS
emitido por NILZA MARQUES PEREIRA MOREIRA versêo 1.149
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METAS E PRIORIDADES DA
- ADMINISTRAÇAO
MUNICIPAL
emitido por NILZA MARQUES PEREIRA MOREIRA versao 1.149
MUNiCíPIO DE ESTIVA
índice Geral
Relatório Página
Texto da Lei da LDO 3
Demonstrativo I - Metas Anuais 13
Demonstrativo 11- Avaliação do Cumprimento das Metas Fiscais do Exercício Anterior 14
Demonstrativo 111- Metas Fiscais Atuais Comparadas com as Fixadas nos Três Exercícios Anteriores 15
Demonstrativo IV - Evolução do Patrimônio Líquido 16
Demonstrativo V - Origem e Aplicação dos Recursos Obtidos com a Alienação de Ativos 17
Demonstrativo VIII - Margem de Expansão das Despesas Obrigatórias de Caráter Continuado 18
Demonstrativo IX - Demonstrativo de Riscos Fiscais e Providências 20
omitido por NILZA MARQUES PEREIRA MOREIRA

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