| Tipo | Projeto de Lei Ordinária |
|---|---|
| Número / Ano | 1 / 2019 |
| Date | 2019-02-04 |
| Ementa | DENOMINA RUAS DO VILLAGE PARK REAL, NO NOVO ITABIRITO |
| native_id | 3350 |
status: extracted · method: ocr · backend: tesseract · confidence: 0.96 · pages: 10
al) CÂMARA MUNICIPAL DE ITABIRITO PROJETO DE LEI Nº () l , 04 DE FEVEREIRO DE 2019 Denomina avenida e ruas localizadas no Loteamento Village Park Real, no Bairro Novo Itabirito, neste município e dá outras providências A Câmara Municipal de Itabirito aprova: Art. 1º Ficam denominadas avenidas e ruas no Loteamento Village Park Real, no Bairro Novo Itabirito, neste município, conforme croqui em anexo, sendo elas: I. Rua 1 — Tendo início no entroncamento com a Avenida Telê Santana, lote 1, quadra 7 e finaliza no entroncamento com Rodovia dos Inconfidentes, BR 356, passará a denominar-se Avenida Professor Mário López. H. Rua 2 — Tendo início no entroncamento com a rua 06, lote 51, quadra 4 e finaliza no entroncamento com a rua 03, lote 28, quadra 4, passará a denominar-se Rua Nilo Paulo Rodrigues. HI. Rua 3 — Tendo início no entroncamento com a avenida Telê Santana, lote 1, quadra 1 e finaliza no entroncamento com a rua 06, lote 13, quadra 1, passará a denominar-se Rua José de Souza Freitas. IV. Rua 4 — Tendo início no entroncamento com a rua 02, lote 1, quadra 3 e finaliza no entroncamento com a rua 06, lote 13, quadra 3, passará a denominar-se Rua Ester de Amorim França. V. Rua 5 — Tendo início no entroncamento com a rua 02, lote 4, quadra 5 e finaliza no entroncamento com a rua 06, lote 15, quadra 3, passará a denominar-se Rua Maria Das Dores de Souza. VI. Rua 6 — Tendo início no entroncamento com a avenida Telê Santana, lote 1, quadra 4 e finaliza no entroncamento com a rua 03, lote 14, quadra 1, passará a denominar-se Rua Ary Vieira Chaves. Mil. Rua 8 — Tendo início no entroncamento com a rua 01, área institucional 04, quadra 10 e finaliza no entroncamento com a rua O7, lote 6, quadra 10, passará a denominar-se Rua Célia Ballesteros López. Art. 2º O Executivo providenciará a colocação de placa com a nova denominação e a devida comunicação desta lei ao SAAE, CEMIG, TELEMAR, Correios e demais órgãos que se fizerem necessários. Art. 3º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. Art. 4º Revogam-se as disposições em contrário. Sala das Sessões, 04 de Fevereiro de 2019. Vereador JUSTIFICATIVA Professor Mário López nascem em Belo Horizonte, em 25 de Novembro de 1931, filho de Manuel López e Manuela Justo de López. Realizou o curso primário no Grupo Escolar Caetano Azeredo em Belo Horizonte e o curso secundário no colégio Santo Agostinho. Formou em Medicina pela Faculdade de medicina da Universidade Federal de Minas Gerais em 1958 e realizou sua especialização em cardiologia em 1959, no sérico do Professor Luiz Verene Décourt, no Hospital das Clínicas na Faculdade de medicinal da Universidade Federal de São Paulo. Iniciou sua carreira universitária na Cadeira de Terapêutica Clínica da Faculdade de Medicina da UFMG. Doutorou-se em Medicinal em 1964, com nota dez, defendendo a tese sobre o comprometimento renal na síndrome hepatoesplênica na esquistossomose mansoni. Tornou-se Professor Adjunto do Departamento de Clínica Médica da Faculdade de medicina da Universidade Federal de Minas Gerais em 1973, sendo classificado em primeiro lugar entre 25 candidatos. Livre docente de Clínica Médica — Disciplina de Cardiologia a partir de Março de 1975. Em 1981, tornou-se Professor Titular de Clínica Médica na Faculdade de Medicina da UFMG. Modelo de integridade profissional, Mário López exerceu na medicina, seu papel de Professor Titular, como exemplo de dignidade e responsabilidade docentes. Educador emérito, distinguiu-se no ensino de graduação em Medicina, com ênfase no raciocínio clínico, na relação médico-paciente, na formação de professores e pesquisadores, no âmbito da pós-graduação, e na editoração de importantes compêndios, como os de Tratamento Intensivo e Semiologia Médica. Criou o Grupo de Raciocínio Clínico, uma atividade extra curricular, onde centenas de estudantes da graduação obtiveram bases seguras, consistência ética e racional, para sua futura atuação profissional. Após a conclusão do curso de medicina, fez vários estágios e cursos de aperfeiçoamento, entre os quais, o estágio na Unidade de Cardiologia da Faculdade de Medicina de São Paulo. Em 1970 visitou diversas universidades americanas pela organização Pan- americana de saúde, estudando o funcionamento dos centros de tratamento intensivo e estagiando em 06 dos melhores serviços daquele país. Idealizador e fundador do Centro de Tratamento Intensivo (CT!) do Hospital das Clínicas da UFMG, em 1969. Participou de todo o processo de implantação do mesmo. Ocupou os cargos de Coordenador Médico no período de 1969 a 1976; chefe do CTI no período de 1976 a 1978 e de Chefe do Setor de Tratamento Intensivo. O Professor Mário López e sua equipe instituíram protocolos de pesquisa e fizeram as rotinas de atendimento no CTI que foram inicialmente mimeografados e, posteriormente, se transformaram no “Manual de Tratamento Intensivo”, primeiro livro brasileiro a tratar deste tema. Médicos de todo país vinham estagiar no CTI para se aperfeiçoarem nesse tipo de tratamento e adotálo em suas instituições. Em reconhecimento ao seu destacado e pioneiro papel no ensino e pesquisa dessa especialidade, foi escolhido presidente honorário da Sociedade Mineira de Terapia Intensiva por ocasião de sua fundação em 24 de Novembro de 1980. Exerceu as funções de Coordenador da Residência e Presidente da Comissão de Residência do Departamento de Clínica Médica da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais no período entre 14 de abril de 1975 a 08 de Fevereiro de 1978. Ingressou na Academia Mineira de Medicina em 28 de Fevereiro de 1984, tornando-se o segundo ocupante da Cadeira de número 10. Contribuiu na formação de vários docentes como orientador de alunos de curso de mestrado e Doutorado, formação de Docentes no Centro de Tratamento Intensivo da Faculdade de medicina da universidade Federal de Minas Gerais e orientação de bolsistas e nível de aperfeiçoamento. Participou em várias comissões julgadoras de defesa de tese de mestrado e Comissão Examinadora de Concursos de Livre-Docente. Proferiu várias conferências e palestras na Associação Médica, em Jornadas Médicas, em Congressos, em cursos da Pós-Graduação em Minas Gerais e em outros estados. Participou em várias mesas redondas e simpósios, além de ministrar aulas em cursos Extra Curriculares. Apresentou inúmeros trabalhos científicos em congressos, assim como também foi autor de várias publicações em periódicos. Mário López, dedicou sua vida à Medicina, através de pesquisa e do ensino acadêmico. Exemplo de integridade, sua preocupação maior sempre foi com o bem-estar do paciente e com a formação e capacitação profissional de seus alunos. Após a aposentadoria compulsória, ainda continuou exercendo suas atividades de preceptor da residência de Clínica Médica de forma voluntária no Hospital das Clínicas. Casou-se com Célia Ballesteros López, de cuja união tiveram 04 (quatro) filhos. Faleceu em 19 de Junho de 2012. Nilo Paulo Rodrigues casado com Olinda Braga Rodrigues. Pai de Hernando, Helton, Hélcio, João, Fábio e Lúcia. Avô de 20 netos. Seus pais Benedito Ângelo Rodrigues e Maria Lana dos Reis Rodrigues. Nilo Paulo Rodrigues é natural de Arraial São Bartolomeu, distrito de Ouro Preto. Nasceu no dia 28 de abril de 1928. O Arraial de São Bartolomeu sempre foi conhecido como fabricante de doces e o Nilo não fugiu à regra, trabalhando junto aos seus pais e irmãos na fabricação de doce. Ele tinha uma doce lembrança deste saboroso trabalho, era doce de leite, doce de figo, doce de cidra, doce de marmelo e a famosa goiabada cascão. A produção era vendida em Ouro Preto, Itabirito, Rio Acima, Nova Lima, Sabará e em Belo Horizonte no Mercado Central. Quando folgava da fabricação de doces tinha a lida da roça, e com seus pais adquiriu o hábito de trabalhar, economizar e ser honesto. O Nilo seguiu essa rotina até 1954. Com sonhos mais altos e algumas economias no bolso resolveu tomar novos rumos, partindo para Belo Horizonte, onde foi trabalhar no Mercado Central. Não gostou da capital, veio para Itabirito, e passou a sua irmã a fazer doce, mas, possuído de vida empreendedora e querendo progredir, com apenas o 2º ano de grupo, e com experiência de trabalho em lavoura, tratou logo de tornar-se independente. Com algumas economias, comprou um direito de comércio do Nico Zé Benedito, uma banca no local chamado Mercadinho de Itabirito, criado pelo prefeito José Galo, que tinha diversas bancas, era situado em terreno da Prefeitura Municipal de itabirito e ficava onde hoje está o prédio do INSS. Ali havia muitos comerciantes que vendiam sempre produtos da roça ou para a roça: fubá, milho, came, queijo, doce, frutas, arroz, feijão, inhame, banana, ferraduras, toucinho, torques, grampos, sal, etc. Ali os produtores levavam os seus produtos para serem vendidos e adquiriam os produtos que necessitavam. Lembrava sempre com saudade cós seus companheiros de comércio, Sr. Altino, Neca, Pedro Machado, Juscelino, Cabral Machado, Isaac, Pedro, José Banana, José Leopoldo e outros. Mais tarde, bem adaptado no comércio, trouxe os seus irmãos Celso e Milton, que também passaram a comercializar no local. Ali o Senhor Nilo funcionou até 1959, quando a prefeitura resolveu pedir o local. Em 1955, após alguns anos de namoro com a jovem Olinda Braga, resolveu se casar. Sua esposa era filho do comerciante famoso em Itabirito, Sr. José Balbino Braga. Desse matrimônio, que durou 5 anos e acabou pelo fato do falecimento de sua esposa, nasceram os seus 06 filhos. Pessoa honrada e trabalhadora, Olinda tinha sempre uma palavra de incentivo e carinho. O Sr. Nilo se recordava sempre com muita saudade e emoção desta companheira e amiga. Em 1959, atendendo ao pedido da prefeitura para desocupar o local em que estava, adquiriu um terreno na Av. Queiróz Júnior, construiu um ponto comercial e ali fundou o famoso Armazém do Nilo, que hoje se transformou em Casa São Bartolomeu, homenagem ao arraial de seu nascimento. No Armazém do Nilo era vendido de tudo. Era o famoso comércio de secos e molhados, vendia arroz, feijão, farinha de trigo e de mandioca, fubá, açúcar, sal, macarrão, doce, querosene, tinta, etc. Era o principa! r: sentante das tintas Suvinil em Itabirito. Nesse Armazém o senhor Nilo construiu a sua vida, filhos, esiud todos eles e deu a cada um a condição de seguir o criou seus caminho que desejaram. No Armazém o Nilo permaneceu até 1989, quando aos 61 anos resolveu se aposentar, e passou o Armazém para a direção de seu filho João Hamilton E ues, que permanece com o comércio até o presente ano. Mesmo afastado do comércio, Sr. Nilo continuou com os mesmos princípios, cuidou bem da sua amada esposa Olinda, sendo um marido ds m DE amor. Cuidou de Dona Olinda até o fim. Como ses filhos puderam seguir o caminho que desejaram, quatro deles seguiram seu exemplo e estão no comércio de Itabirito. São eles: João, Hélcio, Fábio e Lúcia. O Nilo, nestes 61 anos dedicados a Itabirito aprendeu a amar esta terra como sua terra natal, e tinha orgulho em dizer que tudo o que ganhou, empregou em Itabirito. Nesse gesto de ter construído diversas casas em Itabirito, demonstrou todo seu amor a todos os moradores, amigos e clientes de Itabirito O Sr. Nilo nunca estava mal humorado ou falava alto, não maltratava ou menosprezava alguém, nunca ouvimos dizer que o Sr. Nilo tivesse dado prejuízo a alguém ou deixado de pagar os seus compromissos. O Sr. Nilo era calmo sem ser mole, econômico sem ser miserável, sereno sem ser passivo. O que mais admira a todos foi vê-lo envelhecer com altivez, sem rabugice e com alegria de viver. A todos os familiares e amigos ficou apenas o orgulho de tê-lo como fundador dessa história que se encerrou com sua partida em 01/01/2015. José de Souza Freitas, nascido em Muriaé, estado de Minas Gerai, em 18 de Novembro de 1900. Casou-se com Aline Leite, que passou a chamar-se Aline Leite de Freitas. Desta união tiveram sete filhos, sendo que a mais nova, Liane de Freitas, casou-se com Ary Vieira Chaves. Casal que adquiriu uma fazenda em Itabirito no ano de 1975. Foi um grande companheiro de fazenda, e muito querido por todos de Itabirito. Era um senhor alegre e todos os admiravam José de Souza Freitas, faleceu em 1983, com 83 anos. Deixou muitas saudades e um grande exemplo de dignidade. Ester Rodrigues de Amorim, filha de Antônio Francisco Passos e de Ana Rodrigues de Amorim, nasceu em moeda, distrito de Nova Lima, em 25 de Outubro de 1917. Fez o primário em sua própria residência com professos particulares, contratados pelos seus pais. Viveu neste local de nascimento, aproximadamente 14 (quatorze) anos. Mudando-se para Itabirito com toda sua família. Estabelecendo-se em itabirito, ela e suas irmãs foram trabalhar na fábrica de tecidos Itabira do Campo (Fábrica Velha) em troca da venda de ações de seu pai. Jovem ainda conheceu Antônio França Júnior, com o qual se casou em 05 de setembro de 1941, passando a chamar-se Ester de Amorim França indo morar à Rua Matozinhos, e ai ficou morando até 1948. Co muita dificuldade, pois seu marido era sapateiro, construiu uma casa na Rua Marechal Floriano, mudando-se para lá sem terminá-la, somente tinha a carcaça da casa. Não tinha piso, reboco e consequentemente não tinha pintura. Nesse local, Dona Ester criou seus doze filhos, sendo 07 mulheres e 05 homens. Na década de 60, sua vida começou a melhorar, pois seus filhos mais velhos já trabalhavam e poderiam ajudar nas despesas da casa. Em Junho de 1965, com somente 47 anos, ficou viúva. Com muita fé, deu continuidade à sua vida. Mas não ficou só nisso, seu filho mais velho, numa fatalidade veio a falecer em Janeiro de 1967. Ficando todos muito abalados, e não acreditavam nesta fatalidade, pois ele faleceu em Barra Mansa, onde trabalhava, e lá foi sepultado. Com muita luta, fé e amor ELA incentivou seus filhos a trabalhar e estudar (com recursos próprios), pois havia somente escolas particulares na cidade. A família começou a crescer. Vieram os netos. Em maio de 1984, Dona Ester pede seu 2º filho. Mas ELA continuou firme, aparentemente, não deixando que seus outros filhos pudesse vivenciar sua tristeza. Para que não ficasse doente, com depressão, Dona Ester começou a participar de grupos da terceira idade. Participava dos encontros, bailes e viagens, etc. sempre com muito bom astral. Todos a conhecia. No final da década de 90 ela foi agraciada com o Título de Miss da Terceira Idade, no CLUBE DA MELHOR IDADE (CLUMI) por meio de concurso. Foi a primeira Miss do Clube. Representou a Terceira Idade de Itabirito em várias cidades vizinhas. Gostava muito de dançar, ela tirava seus parceiros, nunca ficava sem dançar nos bailes. A família cresceu novamente, vindo os bisnetos. Em 23 de Setembro de 2011, com 93 anos, faltando somente 01 (um) mês para fazer 94 anos, veio a falecer, deixando 10 filhos, 18 netos e 5 bisnetos. Esta é uma história de uma mulher guerreira. Maria das Dores de Souza nasceu em Conselheiro Lafaiete em 29 de Janeiro de 1923, filha de Ortongamins Batista e Celestina Paulista. Não teve muita oportunidade para estudar, pois muito cedo precisou trabalhar para ajudar a família. Era a primeira filha de um total de 11 filhos, sendo 04 homens e 07 mulheres. No início de sua adolescência mudou-se para a Cidade de Nova Lima, para trabalhar em casa de família, como babá e doméstica. Veio para Itabirito ainda solteira, onde a família estabeleceu residência. Casou-se com Joaquim pereira de Souza em 31/07/1945, na Igreja da Boa Viagem. Foi mãe de 11 (onze) filhos, sendo 06 (seis) homens e 05 (cinco) mulheres. Permaneceu casada por 39 anos ficando viúva aos 67 anos. Foi voluntária no Hospital São Vicente de Paula por aproximadamente 05 (cinco) anos, onde depois duas de suas filhas também trabalharam como enfermeiras. Teve participação ativa por muitos anos na Legião de Maria, dedicando-se ai cuidado de detentos. Prestando trabalhos de voluntariado, sua preocupação maior sempre o bem estar do próximo. Tinha bom humor, raramente estava triste e não era de briga, dizia que não se resolvia nada com discussão. Gostava de camaval e sempre se juntava a suas amigas para sair no bloco da terceira idade. Fazia questão das comemorações de natal e ano novo serem feitas em sua casa com a participação dos filhos, noras, netos e bisnetos. Servia todos os anos um doce de leite sem igual, arroz doce, laranja da terra e o nosso tradicional queijo minas (lembrança inesquecível). Dedicou toda sua vida à família, à igreja e buscou passar seus valores para todos os filhos e netos, através do cuidado. Sempre foi exemplo como esposa e mãe, pessoa íntegra e de caráter, querida por muitos amigos e amigas que fez nessa vida. Faleceu em 05 de Agosto de 2010. Ary Vieira Chaves, nasceu em Caratinga / MG, no dia 12/06/1934. Filho de Armindo Chaves e Anna Magesti Vieira Chaves. Era o filho mais novo de 14 irmãos. Perdeu a mãe anos de dois anos. Mudou-se para Belo Horizonte / MG no início da adolescência. Com 23 anos em 27/11/1957, casou-se com Liane de Freitas. Desta união nasceram 8 filhos, 22 netos e 6 bisnetos. Iniciou cedo suas atividades profissionais. Primeiro como representante comercial de tecidos. Em 1960 iniciou os trabalhos na área imobiliária, junto ao irmão Ulysses Vieira Chaves, na Chaves lançamento de imóveis. Entre vários lançamentos executados pela podemos destacar os Edifícios Arcangelo Maleta, Panorama, Mercado Novo, Galeria do Ouvidor e Galeria Chaves, empreendimentos tradicionais na cidade de Belo Horizonte. De 1971 a 1974 foi diretor do Banco Halles de Investimento, iniciando sua participação no mercado financeiro. Após sua saída do Banco, fundou a Chaves Corretora de Valores S/A. Aonde esteve a frente até 1995. No dia 04 de Agosto de 1976, realizou um grande sonho, realizando a compra de uma Fazenda. Imóvel rural no distrito de Glaura, município de Ouro Preto/MG, denominado Estância Maia, passando a ser chamada Fazenda Chaves. Desde a compra da Fazenda, pela proximidade com a Cidade Itabirito/MG, passou a frequentar a mesma, onde fez grandes amigos e realizou vários negócios. Em 2007, na Cidade de Itabirito constituiu a Ary Chaves Imóveis Ltda em sociedade com o filho Ulysses Freitas Chaves. Foram responsáveis na idealização e comercialização de lançamentos de sucesso na região. Destacando o Village Park Real, residencial e centro comercial, e o residencial Estância Real. Ary Chaves era um homem extrovertido, muito alegre e brincalhão, que cultivava grandes amizades por onde passava. Para todos que o conheceram, deixou exemplos de honestidade, dignidade e caráter se transformando em um grande ser humano. Faleceu em 15/04/2016. Célia Ballesteros López Nascida em 13 de Janeiro de 1935 em Nova Lima, filha de Santiago Ballesteros e Visitacion Ballesteros. Seus pais eram espanhóis e vieram para o Brasil em 1929. Teve 4 irmãos. Noraldino, Santiago, Lecticia e Eloy. Célia mudou-se com sua família para Belo Horizonte em 1944. Seus pais possuíam uma padaria e, desde cede, ela os ajudava no balcão. Estudou no Colégio Imaculada Conceição, onde se formou em magistério em 1956. Nunca exerceu a profissão. Casou-se com Mário Lópes em 1964 e tiveram 4 filhos: Andréa, Maria Letícia, Manuel e Ana Cistina. Esposa dedicada, sempre apoiou seu marido Mário Lópes, que era médico. Cuidava da casa, dos filhos e das finanças, poupando seu marido de tais afazeres para que o mesmo se dedicasse integralmente à medicina. Mãe compreensiva e dedicada, sempre supervisionou e incentivou os filhos que se formaram em medicina, magistério, administração de empresas e engenharia química. Mulher caridosa, compreensiva e discreta, sempre ajudava aos menos favorecidos sem que ninguém tomasse conhecimento. Ajudou vários de seus funcionários à adquirirem suas moradias. Aos que buscavam consolo ou conselho, nunca negou suas palavras sábias, compreensivas e incentivadoras. Faleceu em 1995, aos 60 anos de idade. Todos que a conheceram, lembram-se dela como uma pessoa alegre, expansiva, discreta e caridosa. Certo da relevância da presente matéria para a nossa cidade, é que apresento a presente proposição legislativa. Sala das sessões, em 04 de fevereiro de 2019. Vereador