| Tipo | Ordinária |
|---|---|
| Número / Ano | 7 |
| Date | 2018-03-19 |
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Ata da sétima reunião ordinária da Câmara Municipal de Lavras, do primeiro período da Sessão Legislativa do ano de 2018, realizada em 19 de março de 2018 1 CÂMARA MUNICIPAL DE LAVRAS Ata da sétima reunião ordinária da Câmara Municipal de Lavras, do primeiro período da Sessão Legislativa do ano de 2018. Aos dezenove dias do mês de março do ano de 2018, às 19h00min, reuniram-se na sede da Câmara Municipal de Lavras, para a sétima reunião ordinária, do primeiro período da Sessão Legislativa do ano de 2018, os seguintes Vereadores: João Paulo Felizardo (Presidente), Evandro Oliveira Miranda (Vice-Presidente), Antônio Claret dos Santos (Primeiro Secretário), Cristiane de Oliveira Costa Lasmar (Segunda Secretária), Antônio Carlos Nogueira (Primeiro Tesoureiro), Ailton Magalhães Filho (Segundo Tesoureiro), Alessandro Furtado Silva, Antônio Marcos Possato, Carlos Lindomar de Sousa, Daiana Garcia, Elias Freire Filho, Ennio Mendes de Siqueira, Matusalém da Silva Machado, Nastenka Georgina Ferreira, Peterson Rodrigo da Silva Borges, Sebastião dos Santos Vieira e Ubirajara Cassiano Rocha. A convite do Presidente o Sr. Carlos Magno fez uso da tribuna convidando a população lavrense, em nome da Diretora do Lar Augusto Silva Joana D’arc, para um almoço beneficente a ser realizado naquele local, no dia 08 (oito) de abril do ano em curso. Também fez uso da tribuna o Sr. Carlos Eduardo Pereira Pinto, Diretor e professor do Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial - Minas Gerais/Lavras (SENAC/LAVRAS) explanando sobre os cursos gratuitos oferecidos pela instituição. Na sequência, o Secretário proferiu a leitura das correspondências recebidas. Destas destacam-se: 01- Ofício do Gabinete do Prefeito ao Deputado Federal Diego Andrade solicitando intervenção junto ao DNIT para instalação de radares na BR 265, nos quilômetros 333 e 334, ponto conhecido como curva do Rio Capivari. 02- Solicitação do Vereador Antônio Claret dos Santos para instalação de Comissão Parlamentar de Inquérito para apurar possíveis abusos cometidos pela empresa de abastecimento de água de Lavras, COPASA. A Segunda Secretária fez a chamada dos Vereadores. Na sequência o Presidente explanou sobre a reforma administrativa da Câmara Municipal de Lavras e então passou a palavra a Professora Ana Paula Salej, da Fundação João Pinheiro, instituição contratada para a prestação de serviços de reforma da estrutura orgânicofuncional desta Egrégia Câmara. A professora cumprimentou os presentes e iniciou a explanação. Explicou que, desde 28 de outubro de 2017, foram feitas entrevistas com os Vereadores, assessores, servidores, Sindicato dos Trabalhadores e Ministério Público, além de pesquisas para que a proposta pudesse ser apresentada em plenário. Ela apresentou os membros da Fundação que estavam presentes e citou os que ajudaram no desenvolvimento do projeto, apontando a função de cada um. Iniciou a apresentação de slides mostrando o organograma atual da Câmara. Expôs as necessidades dos gabinetes parlamentares, da secretaria, do assessor jurídico, de atendimento à população, dentre outras. Em seguida apresentou os elementos da proposta, onde estão incluídas setor de transparência, qualificação profissional, administração mais eficiente e efetiva e qualidade de produção legislativa. Ela apresentou o organograma proposto, do qual Ata da sétima reunião ordinária da Câmara Municipal de Lavras, do primeiro período da Sessão Legislativa do ano de 2018, realizada em 19 de março de 2018 2 fazem parte o plenário, a Mesa Diretora, sessão de apoio ao parlamentar (composta por dezessete assessores e de dois auxiliares administrativos), controladoria (composta de um controlador e de um auxiliar administrativo), presidência, gabinete da presidência com um chefe de gabinete, assessor jurídico, assessor da presidência e assessor de gabinete, e Diretoria Geral que engloba a coordenadoria legislativa (com quatro assistentes legislativos, três auxiliares legislativos , um jornalista e um auxiliar técnico, além da escola do legislativo) e coordenadoria de gestão e finanças (com quatro assistentes administrativos, quatro auxiliares administrativos, um auxiliar técnico e dois advogados), explicando todas as funções. Os cargos denominados assistentes são para nível superior, os auxiliares nível médio e assessores comissionados. Por conseguinte, a pesquisadora apresentou a mediana de proposta salarial para os cargos da nova estruturação administrativa da Câmara Municipal de Lavras. A professora enfatizou que a mediana foi obtida baseada na estrutura salarial de outras Câmaras, que possuíam realidade semelhante a esta Casa Legislativa. Frisou que as atividades meio seriam terceirizadas ou contratadas, tais como motorista e serviços gerais. Afirmou a necessidade de equilíbrio entre a quantidade de cargos comissionados e cargos de provimento efetivo, pois segundo a legislação o número de cargos comissionados não deve ser superior ao de cargos efetivos. A FJP enfatizou que tentou-se colocar nomenclatura semelhante ao que está previsto no Plano de Cargos e Salários do Poder Legislativo, que está em vigência. Acrescenta-se também que existirão cargos com exigência de nível superior e outros serão de ensino médio. Quanto a carga horária a FJP informou que ainda está em análise diante das atribuições e recomendações do Ministério Público. A proposta apresenta os tipos de cargo que são: Cargos Comissionados de Recrutamento Amplo (CCRA), que são funções com remuneração diferenciada; e, Cargos de Provimento Efetivo (CE). Ressalta-se que ainda há a possibilidade de função gratificada para aqueles que desempenharem funções dentro das Comissões Permanentes. No que tange a remuneração dos cargos foi realizada mediana, pela pesquisadora Elaine Soares Rodrigues, mediante consulta a 14 (quatorze) Câmaras com características semelhantes a Câmara Municipal de Lavras (CML), dessas apenas 11 (onze) responderam. Ana Paula Salej explicou aos Parlamentares que a escolha pela mediana, se deve ao fato de que a média é influenciada pelo valores extremos, o que impossibilitaria a indicação de uma remuneração mais comum ao que é utilizada em outras câmaras. Registra-se que o valor da remuneração ainda está em discussão, mas afirmou que a remuneração atual dos servidores da CML está bem abaixo da mediana em alguns cargos. Além disso, enfatizou a necessidade enquadramento dos servidores efetivos, que estão em exercício. Por conseguinte, discursou sobre a terceirização das atividades meio, como por exemplo, copa e limpeza, vigia/segurança e comunicação, quanto a este último estuda-se a possibilidade de elaboração de contratos, não necessariamente a terceirização. Destacou-se também os gargalos para atender as exigências do Ministério Público, quanto ao portal da transparência tanto na parte contábil, bem como das leis; e os processos licitatórios que serão necessários, como por Ata da sétima reunião ordinária da Câmara Municipal de Lavras, do primeiro período da Sessão Legislativa do ano de 2018, realizada em 19 de março de 2018 3 exemplo, licitação da terceirização de serviços meios e de empresa para realização de concurso público. Findada a explanação a pesquisadora Ana Paula Salej colocou-se à disposição para responder as indagações que se fizerem necessárias. O Vereador Ennio Mendes de Siqueira questionou a pesquisadora sobre quantos cargos estarão à disposição da presidência no novo plano de cargos e salários. Ana Paula Salej respondeu que a princípio a disposição do Presidente estarão 05 (cinco) cargos que poderão se alterar conforme mudança e enfoque de cada Gestão. Quando foi questionada pelo Vereador quanto ao número de Assessor Parlamentar, a pesquisadora respondeu que cada Parlamentar terá a sua disposição 01 (um) Assessor Parlamentar comissionado. Ressaltou que a proposta deixará a disposição dos Vereadores 03 (três) Auxiliares Legislativos e 04 (quatro) Assistentes Legislativos, estes que serão pessoas que darão apoio nas questões técnicas das matérias dos projetos, além de 01 (um) Advogado que estará à disposição de todos. Por conseguinte o Vereador Alessandro Furtado Silva fez uso da palavra e expôs a questão do aumento de cerca de 20% (vinte por cento) no número de servidores do Poder Legislativo, arguiu quanto a cautela necessária para que não se tenha a implementação de supersalários, pois a mediana apresentada está acima da média que é observada no salário do setor privado. Acrescenta-se que o Nobre Vereador também questionou sobre o impacto dos salários na folha de pagamento da CML e sobre o espaço físico desta Casa, para acomodação dos servidores atuais e futuros. A pesquisadora ao responder as indagaçõesinformou que a alteração da estrutura possui um viés técnico e que a proposta evitará a necessidade de alterações do Plano de Cargos e Salários, em um curto espaço de tempo. Quanto a questão salarial a pesquisadora enfatizou que existe uma relação entre o setor público e o setor privado, mas informou que os salários apresentados são resultados da mediana, não necessariamente significa que serão os salários utilizados na versão final, uma vez que a carga horária deve ser compatível com o salário. Acrescentou que o impacto financeiro ainda será realizado, pois a FJP está em contato com a empresa responsável pelo software de contabilidade desta Casa, após isso será possível que a Fundação apresente o impacto dos cargos e salários, na folha de pagamento do Poder Legislativo lavrense. Registra-se em ata que a pesquisadora informou que o aumento do gasto da folha de pagamento com pessoal, não extrapola os limites estabelecidos por lei. Durante a sua explanação a pesquisadora Ana Paula Salej concedeu o uso da palavra aos pesquisadores Altamir Abreu Fialho e Elaine Soares Rodrigues que endossaram as informações apresentadas por ela, e enfatizaram que esta Casa Legislativa terá conhecimento amplo do impacto financeiro da proposta do Plano de Cargos e Salários e que os valores dos salários ainda estão em aberto. Registrase que o cidadão Paulo Curió também questionou sobre os salários, carga horária e quais os critérios para elaboração dos mesmos. A professora Ana Paula Salej respondeu as indagações do cidadão. A pesquisadora Elaine Soares Rodrigues fez uma apresentação, em slides, no intuito de explicar os critérios utilizados para escolha dos municípios que embasaram a pesquisa de campo. Desse modo, foram selecionadas as seguintes cidades: São João del Rei, Itajubá, Passos, Ubá, São Lourenço, Três Corações, Varginha, Itaúna, Ata da sétima reunião ordinária da Câmara Municipal de Lavras, do primeiro período da Sessão Legislativa do ano de 2018, realizada em 19 de março de 2018 4 Muriaé, Araguari, Divinópolis, Formiga, Poços de Caldas e São Sebastião do Paraíso. Em seguida, a Vereadora Nastenka Georgina Ferreira também questionou sobre o impacto dos supersalários na folha de pagamento; a questão do espaço físico para o número de servidores apresentados; Termos de Ajustamento de Conduta (TAC), que estão em vigência; e por fim, indagou sobre a ausência do Cargo de Contador no organograma apresentado. Ana Paula Salej informou que os salários ainda serão revisados e que a escolha da mediana foi por mero critério balizador, pois a escolha dos salários será feita pelos Vereadores. Quanto ao Cargo de Contador a pesquisadora informou que ele será um Assistente Administrativo com formação em Contabilidade. Deixou claro que tudo isso é sugestão e não imposição. Sobre o espaço físico afirmou que seu estudo será necessário, mas que não tem certeza se novas construções também serão. Quanto aos TAC’s afirmou que todos foram discutidos junto ao Ministério Público e foi feito um que permitiu a realocação, prazo para terceirização, entre outros. Frisou que fez uso da palavra neste dia com a finalidade de pontuar dúvidas e questionamentos para finalizar a minuta. Finalizados os esclarecimentos à Vereadora Nastenka Georgina Ferreira, o Presidente afirmou que não aprovarão supersalários nesta Casa. Na sequência, solicitou que a professora explicasse o que ela quis dizer quando usou o termo trabalho informal, este que se equipara ao número de funcionários previsto na proposta. Ela explicou que não usou o termo correto, e quis se referir às pessoas que apoiam os Vereadores e estão sempre colaborando, mas sem vínculo trabalhista com a Câmara. O Vereador Carlos Lindomar de Sousa também fez uso da palavra. Atendendo a solicitado sua explanação segue grafada ipsis litteris: “Senhor Presidente, demais Vereadores, Professora Ana Paula, quem nos acompanha em casa e aqui no Plenário. Professora Ana Paula, primeiro eu gostaria de agradecer a atenção dada a este Vereador e outros né? que eu acho que é importante que a população saiba de uma dificuldade que existe na atividade de Vereador da Casa, eu particularmente tenho uma formação profissional que me permite tramitar com mais tranquilidade dentro do que se refere a parte jurídica da produção legislativa. Mas não é só parte jurídica, é parte contábil que envolve, é parte de administração pública né? Então, essa Coordenaria Administrativa é uma condição que eu apresentei como necessária e está sendo atendida pelo projeto, por esse estudo preliminar apresentado e eu acho que ela é muito importante, principalmente, no que se refere à assessoria jurídica pra evitarmos os constrangimentos que às vezes ocorrem na Casa porque, queira ou não, o assessor jurídico desta Casa é cargo de confiança do Presidente né? E ele fica numa situação às vezes desagradável, desconfortável, tenho certeza, porque você tem que, é natural que você tem que atender os interesses de quem te contrata e você tendo servidores efetivos, advogados efetivos, ele não vai estar ligado a essa questão de vínculo de contratação. Então, eu acho que isso é essencial para que os Vereadores tenham condição de ter uma assessoria técnica na área do Direito e não só na área do Direito, na área da Administração Pública e da Contabilidade Pública, também, que eu acho que são pontos essenciais né? Então, só pra justificar pra população que às vezes nós vamos ter um aumento aqui de cargos e eles existem, não acredito que sejam, posso estar Ata da sétima reunião ordinária da Câmara Municipal de Lavras, do primeiro período da Sessão Legislativa do ano de 2018, realizada em 19 de março de 2018 5 equivocado aqui professora, talvez, não sejam só 07 (sete) cargos, talvez, possa até esclarecer isso melhor porque nós temos aqui hoje contratados, cedidos que estão prestando serviços que serão terceirizados, imagino eu. Nós vamos reduzir a quantidade de pessoas que estão contratadas e cedidas e isso vai acabar que, no espaço físico eu concordo que não vai ter alteração, mas na folha de pagamento isso vai ter um impacto que nós vamos tirar pessoas que hoje estão recebendo pra prestar serviços na área de motorista, acredito que seja cedido, senão me engano, serviços gerais acho que também são cedidos, a parte de comunicação são contratados, salvo engano Sr. Presidente, e você tem a questão de portaria e vigilância. Então, enfim nós vamos ter uma redução da folha de quantidade de servidores e vamos ter um acréscimo, por outro lado com cargos que são atividade fim né? que hoje nós não temos. Mas, isso vai impactar na quantidade de profissionais se você for tirar o que não é atividade fim aqui numa quantidade de servidores bem maior. É uma preocupação e aí eu vou na linha do que o Dr. Alessandro mencionou do espaço físico, não sei se é.... tem uma coisa que tem que ser bem pensada pra que nós não vamos aprovar uma lei, depois nós não vamos ter onde colocar esse pessoal que é importante. Da parte administrativa eu não vou nem questionar, porque eu não participo da Mesa Diretora, não sei a realidade tenho certeza que a Fundação fez um trabalho técnico apurado nesse sentido. Mas na parte da chamada Coordenadoria Legislativa eu acho que, minha opinião, ela é extremamente importante pra que os Vereadores possam ter uma Assessoria técnica, porque quando vai lá pra ser candidato não exige de ninguém conhecimento de lei, conhecimento de Contabilidade Pública e conhecimento de Administração Pública. Às vezes você chega aqui, eu tenho dificuldade, tenho certeza que todos os demais também tenham, que às vezes chega um projeto aqui de Lei Orçamentária poxa como é que eu vou analisar uma Lei Orçamentária né? Então, você ter essa assessoria técnica é muito importante. Gostaria que a professora me informasse do que são esses números, qual é o impacto real da quantidade de servidores que nós estamos aumentando. Porque quando a gente faz essa conta fria aqui parece que são 07 (sete), mas eu creio que sejam mais. E, eu não sei se eu estou enganado aqui, mas a professora falou alguma coisa no sentido de terceirizar via licitação essa alimentação do portal da transparência, não sei se isso está previsto como uma possibilidade de licitação e se for eu acho que não está nem vinculado a esse projeto em si, Presidente. Acho que é um anseio muito grande, tô vendo aqui o Vereador aqui do lado, alguém cobrando dele a questão do portal da transparência e realmente o portal da transparência nosso não existe. Ainda que esteja em implantação ele deixa a desejar e é um anseio muito grande da população saber, como o Presidente disse, não tem nada a ser escondido, mas precisamos de demonstrar isso efetivamente para a população. Então, talvez licitar isso de uma vez, Sr. Presidente, é uma sugestão ou se nesse quadro que tá sendo apresentado aqui vai ser só pra manter o portal da transparência ou se é pra colocarmos esse portal em prática. Hoje eu recebi um, fazer um paralelo aqui nessa questão que a professora falou que os custos da Câmara aqui são bastante enxutos, né? Claro que isso é proveito da gestão da Mesa Diretora, mas eu queria colocar um pouco do Ata da sétima reunião ordinária da Câmara Municipal de Lavras, do primeiro período da Sessão Legislativa do ano de 2018, realizada em 19 de março de 2018 6 crédito na conta do Ministério Público do Estado de Minas Gerais através de dois Promotores de Justiça, Dr. Dimas Messias e Dr. Eduardo de Paula Machado, que reiteradamente tem apertado essa Casa, não nessa Gestão, mas em outras legislaturas anteriores exigindo um bom uso do recurso público”. Registra-se que o edil apresentou exemplo de contenção de gastos por parte de Vereador de Belo Horizonte quanto a verbas de gabinete. Findada a explanação do Nobre Vereador o Presidente arguiu sobre os trabalhos realizados pela sua Gestão, para promover a transparência tanto da parte contábil quanto da disponibilização das leis nos devidos portais. Por conseguinte, a pesquisadora objetivando responder aos apontamentos apresentados pelo Vereador Carlos Lindomar de Sousa informou que, realmente, o número de servidores aumentará o que possibilitará melhorias na prestação de serviços de apoio técnico e administrativo. Em seguida, explanou sobre a terceirização das funções meios, que já foram anteriormente apresentadas. Quanto ao setor de comunicação a proposta é que se realize a contratação de uma empresa, para prestar os serviços no momento necessário, por essa razão, a contratação na área de comunicação possui caráter diferente da terceirização. No que tange ao portal da transparência a proposta é pela contratação de uma empresa para colocar no portal as informações contábeis dos anos anteriores, informações históricas e quando tudo estiver em ordem os próprios servidores do quadro poderão realizar o abastecimento das informações, desse modo, o portal permanecerá em dia. Em sequência, o Vereador Matusalém da Silva Machado indagou sobre as funções do Assistente Legislativo e do Auxiliar Legislativo. Em resposta ao Vereador, a pesquisadora Ana Paula Salej, informou que os cargos de Assistente Legislativo, são para pessoas que possuem Ensino Superior com formação nas áreas de Contabilidade, Administração, Administração Pública, Economia e Direito, pois são áreas de conhecimento chave para dar suporte aos Parlamentares e as Comissões nas mais diversas temáticas. Os cargos de Auxiliar Legislativo, por sua vez, são destinados a pessoas que possuem Ensino Médio e auxiliarão no decorrer das atividades rotineiras do Poder Legislativo. Ressaltou-se ainda que ambos os cargos supramencionados serão de provimento efetivo. O Vereador Elias Freire Filho questionou a ausência do cargo de Contador na proposta apresentada pelos pesquisadores. A pesquisadora Ana Paula Salej informou que o cargo de Contador está distribuído dentro de um dos cargos de Assistente Legislativo, na Coordenadoria de Gestão e Finanças, ressaltou que o cargo é efetivo e de provimento concursado. O Vereador Antônio Carlos Nogueira questionou sobre as vagas de concurso público desta Casa, que foi realizado no ano de 2012, e que algumas ainda estão sub judice. A pesquisadora disse que os servidores efetivos do concurso supramencionado, que estão na ativa, serão reenquadrados e que o novo organograma abrange os possíveis problemas, quanto a alocação dos servidores que ainda não foram nomeados, como por exemplo, o cargo de advogado. O Vereador Sebastião dos Santos Vieira expôs sua preocupação com o que o Ministério Público possa considerar quanto a realização de contratação de empresas para as áreas de comunicação e para as atividades meio dos trabalhos do Poder Legislativo. Acrescentou também a necessidade da Ata da sétima reunião ordinária da Câmara Municipal de Lavras, do primeiro período da Sessão Legislativa do ano de 2018, realizada em 19 de março de 2018 7 realização de concurso de forma eficiente, que não acarrete processos judiciais futuros, lesando os cofres públicos. A Vereadora Cristiane de Oliveira Costa Lasmar explanou sobre a necessidade dos cargos de Advogado e Assessor Jurídico, para dar apoio as Comissões e aos demais Vereadores. Durante sua exposição a Nobre Vereadora arguiu sobre a fala do Vereador Carlos Lindomar de Sousa, este que segundo a Vereadora, durante sua explanação deixou a entender que os pareceres do Assessor Jurídico desta Casa, Dr. Paulo Luciano de Oliveira Carlos, possuem cunho não só técnico, mas principalmente, político e que os demais Vereadores votam de acordo com a decisão da Assessoria Jurídica. Em seguida, o Presidente concedeu uso da tribuna ao Assessor Jurídico desta Casa. Segue grafado ipsis litteris o discurso do Nobre Assessor: “Sr. Presidente, vou me permitir aqui usar o microfone do Vereador Lila, até porque o nosso microfone da tribuna está sendo ocupado. Jamais entrarei, Sr. Presidente, quero deixar claro em rota de colisão com qualquer vereador. Eu não sou vereador, eu não fui eleito, isso jamais vai acontecer. O meu pronunciamento de agora tem o objetivo de esclarecer o que que eu faço aqui. Qual é.... em que situação eu me coloco aqui e o meu trabalho até hoje. Na verdade, eu não estou falando de 2018 e 2017, estou falando do meu trabalho desde o ano de 2013 que estou nessa Casa e de 15 (quinze) anos de profissão. O Assessor Jurídico é um cargo privativo de advogado, isso significa que eu recebo a proteção da Lei 8.906, ou seja, a mesma inviolabilidade que os senhores tem da Lei Orgânica, eu tenho da Lei 8.906. Vou fazer valer essa inviolabilidade, vou questionar juridicamente todos os abusos que forem cometidos. Não ouvi a fala do vereador Lindomar, pela amizade que nós temos acredito que se mencionou meu nome ou o cargo de... isso pode.... obviamente ele não quis falar a meu respeito. Espero que isso tenha acontecido. Mas eu devo colocar o seguinte, estou aqui há muitos anos e eu desafio qualquer vereador, qualquer cidadão a olhar qualquer Parecer Jurídico meu e dizer que é tendencioso. Eu quero que o Senhor, Sr. Presidente e o Vereador Possato, que foi Presidente, eu fui cargo comissionado dele, nos digam a quantidade de projeto que eu devolvo de Vossa Excelência [vereador João Paulo Felizardo] e de Vossa Excelência Possato. Quantos projetos já fiz devolução? Inclusive ele tá acabando de mostrar ali um que diz respeito a COPASA, o mesmo que eu opinei pela devolução do Coronel Claret. Então, não estou aqui entrando em rota de colisão. Se foram cometidos abusos eu vou questionar, nas vias adequadas. Não estou falando do vereador Carlos Lindomar, quero deixar bem claro, até porque eu acabei de perguntar pra ele. Vereador eu estava ali de fora o Sr. falou meu nome? Não, Paulo eu disse isso, não quis dizer... então, isso.... aí não estou polemizando. Estou esclarecendo. Me desculpe vereador, só estou usando o microfone [referindo-se ao Vereador Elias Freire Filho – Lila]. O que eu quero dizer é o seguinte, a minha posição é uma posição de idoneidade e dignidade, ser humano tem dignidade, profissional tem prerrogativas. Eu tenho minhas prerrogativas e vou fazer valer minhas prerrogativas. Eu desafio qualquer vereador, qualquer vereador a demonstrar, a mostrar um parecer meu que tenha sido tendencioso. Não vou aceitar Sr. Presidente, não vou aceitar. Estou indignado com isso”. O Presidente se manifestou em seguida: “Dr. Paulo, a indignação é recíproca e eu gostaria Ata da sétima reunião ordinária da Câmara Municipal de Lavras, do primeiro período da Sessão Legislativa do ano de 2018, realizada em 19 de março de 2018 8 de dizer que Vossa Excelência tem conduta ilibada, é um advogado respeitado no meio jurídico, no meio público, tem aqui deste Presidente o maior respeito e consideração e jamais, jamais obteve qualquer parecer que fosse por interesse de qualquer político, até porque os interesses da presidência desta Casa são interesses coletivos da população. Jamais o Presidente da Câmara, seja neste mandato ou no mandato anterior, declinou sobre interesse particular. Aqui nós declinamos sobre interesses públicos e eu chamo atenção dos Vereadores e também coloco em tese, eu pergunto: se houve alguma declinação do Presidente sobre interesse particular que coloque na Mesa e fale agora”. Deste modo, o Presidente concedeu aparte ao Vereador Antônio Marcos Possato, que foi interrompido pelo Vereador Carlos Lindomar de Sousa e falou: “Eu vou poder fazer uso da palavra em algum momento, Senhor Presidente? Eu pedi um aparte ao Vereador Lila, ele me deu e até agora eu não consegui falar”. Então, tanto o Presidente quanto o Vereador Antônio Marcos Possato passaram a palavra ao Vereador Carlos Lindomar de Sousa: “Bom, Sr. Presidente, pra ficar bem claro, tão querendo polemizar aí uma situação que não é realidade, tá? Óbvio, óbvio que, e aqui especificamente, o Paulo Luciano que é um grande amigo que eu tenho de exercício de profissão, tá? Em nenhum momento eu disse a respeito e hoje aqui, principalmente, eu disse a respeito da pessoa do atual Assessor Jurídico da Câmara, pessoa que tenho conhecimento de vários anos e que tem dentro do exercício da profissão exercido com o afinco que é peculiar de um bom advogado, mas que fique claro, o Assessor Jurídico da Casa, população, o Assessor Jurídico da Casa é cargo de confiança do Presidente. Não tô dizendo que é o Paulo Luciano, que é o João e que é Manoel, estou dizendo que o Assessor Jurídico da Casa é cargo de confiança do Presidente e pelo nosso Regimento Interno sempre foi, é o único cargo que nós temos, o que eu quis colocar aqui e foi colocado, e a Dra. Ana Paula que tá aqui presente e pode confirmar, o que eu pedi à Fundação João Pinheiro como uma reivindicação é que fosse criado algum cargo de assessoria efetiva e isso não é pra mim, isso é pras gerações vindouras de vereadores dessa Casa, que tivesse um Assessor Jurídico que fosse independente. Não estou dizendo que o atual Assessor Jurídico tenha sido privilegiado uma situação ou outra. Estou dizendo que ele é cargo de confiança do Presidente da Casa e como tal é... ele exerce uma atividade relacionada à Presidência e pelo Regimento Interno ele estende isso aos demais vereadores, estende isso aos demais vereadores. Mas, olha a situação que nós temos aqui população, o vereador não é obrigado a saber redigir um projeto de lei, ele não é obrigado a ter uma Assessoria Jurídica para tal. Então, ele procura quem pra redigir? O Assessor Jurídico da Casa. Ótimo. O Assessor Jurídico da Casa, como ele é o único, é ele que dá o parecer pelo recebimento ou não do projeto. Após isso é o Assessor Jurídico que orienta as Comissões se o projeto é constitucional, ilegal ou não. Enfim, fica na mão de uma pessoa só. Produção, recebimento e praticamente a orientação jurídica se ele é constitucional ou legal. Enfim, entendo eu, ainda disse hoje aqui, é desconfortável a situação do Assessor Jurídico da Casa, foi isso que eu disse e tá aí gravado e da reunião passada também. Em nenhum momento ofendi ou quis ofender a pessoa do atual Assessor Jurídico. Estou criticando o sistema existente. Por isso pedi a Ata da sétima reunião ordinária da Câmara Municipal de Lavras, do primeiro período da Sessão Legislativa do ano de 2018, realizada em 19 de março de 2018 9 Dra. Ana Paula que fizesse alguma condição diferente de que tivesse uma Assessoria independente para os vereadores. Porque eles não são obrigados a saber e não quer dizer que eu saiba mais do que ninguém, sou um estudante, eterno estudante como todos os demais. Não tô aqui dizendo que saiba mais, eu tenho uma formação que me coloca sim um passo na frente, por causa da formação que eu tenho. Se fosse discutir medicina aqui, o Dr. Alessandro seria a pessoa indicada, se fosse discutir engenharia agrícola seria o Marcos Possato, cada um tem a sua formação e sai na frente por conta disso. Mas que fique claro aqui, segundo o nosso Regimento Interno né? o cargo de Assessor Jurídico é cargo de confiança do Presidente e, não estou dizendo que não tenha que ter, tem que ter sim, a presidência envolve uma responsabilidade muito grande. E a própria Ana Paula aqui agora pouco falou que o Assessor Contábil é outro ponto muito importante e que deve ser avaliado pelo Presidente se ele necessita dessa assessoria ou não, e eu acho que precisa sim. Porque a responsabilidade é muito grande de assinar caneta tanto do Presidente quanto do tesoureiro ao fazer pagamentos pela Casa. Então, é natural que ele tenha assessores, cargos de confiança. Mas ele é cargo de confiança da presidência. O atual Assessor Jurídico, que aqui está presente, posso dizer que em inúmeras situações que nós já discutimos projetos não tive problema nenhum com ele, não tive problema nenhum com ele. 0 que eu disse na sessão anterior e reitero aqui, novamente, é que se for para justificar que o Parercer é A ou B e jogar na conta da Assessoria Jurídica e não na conta política do vereador, então não precisa de vereador. Se for pra aceitar todas as vezes, não tô falando que o Assessor tá errado ou tá certo. Agora tentar defender uma posição política, baseado numa interpretação do parecer do Advogado da Casa, da Assessoria Jurídica, o parecer da Assessoria Jurídica que fique claro pra toda população é opinativo. O Assessor Jurídico não decide nada, você acata ou não a tese. É um parecer. Do mesmo jeito que o parecer da CCJ é um parecer, pode ser acatado ou não pelo plenário. Então, a Assessoria Jurídica aqui e em qualquer outro lugar ela estabelece parecer, a mim parece. Então, a crítica que foi colocada naquele momento foi ao vereador e reitero a crítica. O vereador recebeu um não da Assessoria Jurídica se aquietou. O outro vereador apresentou outro projeto parecido, apresentou recurso o projeto foi pra votação. A crítica foi ao colega vereador, não foi ao advogado. Não tentem colocar uma situação que não ocorreu. Que fique claro isso aí e me desculpem estender. Mas é porque como advogado que sou se tem algo que defendo acima de tudo são as prerrogativas da lei dos advogados”. O Presidente fez uso da palavra e direcionou-a ao edil Carlos Lindomar de Sousa “Vossa Excelência se diz desconfortável, Vossa Excelência com a Assessoria Jurídica dessa Casa?”. O Vereador Carlos Lindomar de Sousa respondeu “Não, eu disse que a Assessoria Jurídica às vezes pode se sentir desconfortável. Porque o cargo é de... aí eu tô falando é de questão técnica. O cargo do, não tô falando que o caso de Vossa Excelência, não tô falando que é o caso do Assessor Paulo Luciano. Tô falando que qualquer Presidente sentado na Mesa e um Assessor Jurídico, o cargo dele está relacionado com o Presidente, eu não acho isso salutar”. O Presidente interrompeu e falou “Eu gostaria de fazer uma pergunta técnica ao nosso Assessor Jurídico. Vossa Excelência se sente Ata da sétima reunião ordinária da Câmara Municipal de Lavras, do primeiro período da Sessão Legislativa do ano de 2018, realizada em 19 de março de 2018 10 desconfortável em algum momento nessa Casa?”. O Assessor Jurídico, Dr. Paulo Luciano de Oliveira Carlos respondeu “Acho até que Vossa Excelência descobriu o que eu ia acabar de dizer. Respeito a opinião do vereador Carlos Lindomar, mas eu devo dizer aqui pra essa Casa, pra população jamais me senti desconfortável. Todas as vezes que eu precisei devolver, digo, corrijo, opinar pela devolução de projeto de Vossa Excelência, de qualquer vereador da Mesa e de qualquer Presidente que tenha passado ou venha passar enquanto eu estiver nessa Casa, eu farei. Jamais sofri qualquer tipo de represália. É .... as vezes parece que projetos de Vossa Excelência, Presidente, disse muito bem fui nomeado por Vossa Excelência, sou cargo de confiança de Vossa Excelência e isso não é nenhum demérito. A presidência precisa de uma Assessoria Jurídica de confiança, vereador Marcos Possato, não me sinto em nenhum momento desconfortável. Jamais me senti desconfortável nessa Casa. Porque eu sou pautado, principalmente, pela minha consciência e pela lei. Então, enquanto como fui em todas as situações sempre, sempre, então me sinto muito confortável pra dizer, respeito a opinião dele como sempre respeitei como amigo, mas jamais, jamais me senti desconfortável, jamais. O que eu quero dizer é o seguinte às vezes parece que projetos do Presidente não são devolvidos e tem uma razão técnica vereador, talvez isso possa até ser mudado fica aqui uma sugestão. As devoluções não constam do informativo, os vereadores não ficam sabendo quais projetos foram devolvidos. Quando eu falo informativo digo até um informativo interno de repente isso pode causar algum constrangimento. Talvez vereadores tivessem que saber quantos projetos, quais projetos estão sendo devolvidos, talvez isso fizesse gerar menos desconforto, pra Vossa Excelência, pra mim nunca gerou desconforto...”. O vereador Carlos Lindomar de Sousa requereu aparte e falou “Até vereador, desculpa, Assessor Jurídico Paulo Luciano, fica, eu quero fazer um gancho nessa sua sugestão, não sei, eu não avaliei o portal da transparência, que vai ser adotado, mas na verdade o projeto de lei que o vereador apresenta deveria ir pro portal e constar lá o projeto e constar o motivo da devolução, pra que toda população possa saber o que o seu vereador apresentou de projeto, se ele foi aprovado ou não e porquê. Acredito que o portal tenha essa ferramental, aliás deveria ter, acredito que tenha, não sei se o presidente pode confirmar”. O Presidente interrompeu e afirmou “Tem”. O vereador Carlos Lindomar de Sousa continuou “Mas que isso deve constar não é só pra informativo interno não. A população inteira tem que saber o que foi apresentado e porque foi rejeitado. Isso é...”. Sem demora o Assessor Jurídico continuou “Então, dizer que o...”, o Presidente interrompeu e falou “Só um minuto, inclusive o portal tem tanto essa ferramenta que estará ao ar a pouco tempo, que ele vai ser bem claro quando demonstra que o vereador entra com projeto nesta Casa, que não é de competência dele pra tentar enganar a população. Então, ele vai ser bem claro ali, vai demonstrar projeto de incompetência do vereador por não... por não ser de competência do vereador. Projeto rejeitado por este fim. Então assim a população terá, vereador Carlos Lindomar, como distinguir a verdade da mentira, né? o boato da verdade. As insinuações das coisas que de fato acontecem. Então, esta é uma oportunidade ímpar”. O vereador Carlos Lindomar de Sousa Ata da sétima reunião ordinária da Câmara Municipal de Lavras, do primeiro período da Sessão Legislativa do ano de 2018, realizada em 19 de março de 2018 11 interrompeu e falou “Me permita vereador, cê tá dizendo que eu menti ou que eu espalhei algum boato?”. O Presidente prosseguiu “a população terá a oportunidade...”. O vereador Carlos Lindomar de Sousa interrompeu, novamente, e questionou “Eu tô perguntando, tá parecendo, se essa fala é dirigida a mim?”. O Presidente prosseguiu “Eu acredito que Vossa Excelência mentiu nas redes sociais no caso da COPASA, eu vou citar mais sobre isso tarde quando nós formos falar da COPASA”. O vereador Carlos Lindomar de Sousa interrompeu e falou “Nós discutiremos isso no momento oportuno. Só não quero que Vossa Excelência faça uso da presidência, para ficar a todo momento levando pra sociedade uma suposta alegação de mentira que nós vamos mostrar aqui, que o Senhor é que tá equivocado”. O Presidente mais uma vez prosseguiu “De todas as sessões da Câmara Municipal de Lavras o Presidente é o que menos faz o uso da palavra, né? então, a gente tem que aqui mediar a reunião, portanto, nós teremos a oportunidade, no momento oportuno do projeto da COPASA de discutir em alto nível esse tema”. O Assessor Jurídico requereu a palavra e expôs “Sr. Presidente apenas para encerrar. Então, para deixar claro, eu nunca me senti nem me sentirei constrangido por nenhuma situação e eu vou dizer aqui Senhor Presidente que eu vou fazer um trabalho a partir de amanhã nessa Casa, que é de levantamento de todos os projetos devolvidos. Pra apresentar ao plenário o meu trabalho inclusive é... eventualmente contrários aos interesses de Mesa e Presidente. Obrigado, Senhor Presidente”. Por conseguinte, a Vereadora Cristiane de Oliveira Costa Lasmar pediu a palavra para concluir sua exposição “Senhor Presidente, só pra concluir. O vereador Carlos Lindomar que eu tenho o maior respeito, uma das pessoas que eu discuto quase todos os projetos, eu faço questão de conversar com ele, porque ele de repente tem uma outra visão, sabe o respeito que eu tenho. É... mas eu queria, ele explicou muito bem como que ele quis colocar essa questão né? das votações, mas quero realmente só pra frisar pedir encarecidamente que tome cuidado na colocação das palavras, porque realmente eu tenho percebido, desde as últimas reuniões essa situação de colocar como se a gente não tivesse votando e sim por parecer ou da Comissão ou pelo opinativo do Assessor Jurídico. Então, eu peço assim, só pra ter o cuidado de falar porque tá dando a entender isso. Parece que a gente tá aqui né? pra ser cordeirinho e eu não estou aqui pra isso. Estou falando de mim, eu não estou aqui pra isso. Brigada viu?’”. O Presidente agradeceu aos pesquisadores da Fundação João Pinheiro pela explanação e pela apresentação do organograma preliminar. Registra-se que os pesquisadores Altamir Abreu Fialho, Elaine Soares Rodrigues e Ana Paula Salej colocaram-se à disposição dos Parlamentares para sanar quaisquer dúvidas que se façam necessárias e informaram que todos os apontamentos levantados nessa sessão serão considerados, para apresentação de um novo modelo de reestruturação dessa Casa Legislativa. O Presidente requereu ao plenário autorização para prorrogação dos trabalhos até que todos os Projetos da pauta, em especial, o Projeto de Lei nº 08/2018 (Chefe do Executivo) que “Dispõe sobre a instalação de equipamento eliminador de ar na tubulação do sistema de abastecimento de água no âmbito do município de Lavras e dá outras providências.”. Registra-se que a solicitação do Presidente foi aprovada de forma unânime. Em seguida o Presidente Ata da sétima reunião ordinária da Câmara Municipal de Lavras, do primeiro período da Sessão Legislativa do ano de 2018, realizada em 19 de março de 2018 12 concedeu uso da palavra ao Vereador Antônio Marcos Possato “Senhor Presidente eu não poderia me calar nesse momento, principalmente, quando tive a oportunidade, o prazer, a honra de trabalhar com o Dr. Paulo Luciano nos dois anos que eu fui Presidente. Já naquela época, talvez o Assessor Jurídico Dr. Paulo não se lembre, vários projetos de minha autoria eles foram rejeitados por não serem constitucionais, por não ser da competência do Vereador e eu nunca recorri, sempre confiei na palavra do Assessor. E digo mais, o Assessor Jurídico é um cargo de confiança do Presidente João Paulo Felizardo, mas sobretudo ele é o Assessor Jurídico da Câmara Municipal de Lavras, qualquer Vereador que tiver necessidade, achar que é necessário, pode procurar o Assessor Jurídico para discutir projetos. O que nós não podemos, meus amigos, é apresentar projetos de lei que são totalmente contrários ao nosso Regimento Interno e à nossa Lei Orgânica Municipal. Essa é a questão que está pegando hoje em nossa cidade em relação à projetos. Eu não posso fazer uma emenda num projeto de lei concedendo aumento ao servidor público municipal, por exemplo. Agora eu posso fazer e ir pra rede social dizer que o Vereador Possato está trabalhando, apresentou emenda, que isso é constitucional, que isso não é permitido. Então a questão levantada com relação a poder ou não poder é muito simples. Dr. Carlos Lindomar, eu apresentei no dia 23/10/2017 um projeto relacionado, dispondo sobre a instalação de eliminador de ar em cavalete hidrômetro no ramal externo da ligação de água e dá outras providências. Eu tive o projeto rejeitado pela Assessoria Jurídica, só que eu aceitei porque realmente é uma iniciativa privativa do Poder Executivo e nem mesmo, Vossa Excelência [referindo- se ao vereador Carlos Lindomar de Sousa] sabe, eu já fiz algumas consultas, nem mesmo o Deputado Estadual pode apresentar projetos que não é da iniciativa deles. Então, fica parecendo, eu gostaria aqui de externar minha solidariedade a todos os Vereadores que foram citados porque não é verdade, nós queremos o bem da sociedade, nós queremos o bem do cidadão, mas nós temos que votar os projetos de lei, repito, de acordo com o nosso Regimento Interno e de acordo com nossa Lei Orgânica Municipal que se é bem elaborada, se ela é a melhor ou a pior não nos interessa. Então vamos mudar essa lei. Eu tive, aproveitando vou fazer um relatório da nossa viagem, Vereador Ennio, eu estive em Brasília, por que que eu estive em Brasília? Por que que eu saí desta Câmara, deste assento e fui até Brasília? Porque eu não posso apresentar projetos de leis que não são da minha competência, eu não posso apresentar um projeto de lei para que o DNIT, o Ministério do Transporte coloque quatro passarelas na BR 265 no município de Lavras. Se eu pudesse eu faria, mas nós fomos lá, Vereador Matusalém, já está liberado praticamente o recurso, vão iniciar as obras de licitação, demora um pouco sim, mas as quatro passarelas, se Deus quiser, num espaço breve, pequeno, já estará implantado em nosso Município porque como eu anotei aqui, o Dr. André Martins e Valder Silveira, que é o diretor geral do DNIT no nosso país, já deu a declaração da existência de recursos, porque se ele dá uma declaração que não existe recurso o projeto das rotatórias seriam arquivados. Então, meus amigos, eu poderia também apresentar um projeto para o DNIT instalar uns radares móveis na curva do Capivari na BR 265, Vereador Toninho do Raio X, mas eu não posso, não é da minha Ata da sétima reunião ordinária da Câmara Municipal de Lavras, do primeiro período da Sessão Legislativa do ano de 2018, realizada em 19 de março de 2018 13 competência, não é da competência do Deputado Estadual, não é da Competência do Deputado Federal, não é da competência do Senador. Eu fui lá em nome do Prefeito Dr. Zé Cherem, do Vice-Prefeito Duti, apresentar o pedido, registrar o pedido para que seja implantado dois radares móveis naquele local. Então, são situações, Vereadora Nanáh, que nós não podemos mudar. A creche aqui, por exemplo, eu vejo aqui o Pedemonte, gostaria inclusive de cumprimenta-lo, desde janeiro que o FNDE, o Fundo Nacional de Desenvolvimento de Educação está solicitando um documento da prefeitura. A prefeitura tem mandado todos os documentos via e-mail, mas são milhares de e-mails que eles recebem, Vereador Ennio, todos os dias e quando nós chegamos pra verificar a questão da creche no bairro Novo Horizonte, vereador Peterson, faltava documentos. O que que a assessoria do [Deputado Federal] Carlos Melles fez? Ligou na prefeitura, conversou com Pedemonte. Pedemonte mandou e-mail em mãos nós estivemos no Ministério da Educação para apresentar os projetos, se não fosse isso essa semana é a última semana pra apresentação dos documentos, nós perderíamos uma creche, que não é de competência do Deputado Federal apresentar projeto de lei pra construir creche. Então, nós temos que ver o que é da nossa competência, o que que não é da nossa competência. Por exemplo, vão o Prefeito de Lavras a nosso pedido também solicitou R$300.000,00 (trezentos mil reais) para revitalização de parte do Mercado Municipal. Deputado Carlos Melles vai fazer a emenda, já fez a emenda inclusive a prefeitura já está autorizada a enviar o projeto, para que esses recursos sejam liberados, como vão ser liberados os R$250.000,00 (duzentos e cinquenta mil reais) para compra de canalização, de canos e para caixas d’água para colocar nos postos artesianos. Nós tamo lutando aí com várias pessoas, vários vereadores. Então, isso seria muito fácil para o político apresentar projetos. Agora nós temos que ter a consciência de que tem projetos que não é da nossa competência. Eu não posso apresentar projeto, Dr. Alessandro, aumentando ou diminuindo IPTU, aumentando ou diminuindo a tarifa do circular urbano, não é da minha competência nem de Deputado Estadual e nem de Deputado Federal é isso que nós temos que entender. Eu gostaria de saber e gostaria de abrir aqui uma possibilidade de qual Deputado Estadual que vai apresentar um projeto pra reduzir a taxa de esgoto de Lavras em 50% (cinquenta por cento). Por que que nós não procuramos um deputado em Brasília federal, um estadual no caso em Belo Horizonte para que ele apresente a necessidade e obrigatoriedade da Copsasa colocar o eliminador de ar? Porque não é da competência deles. Isso é muito difícil e às vezes a gente fica vendo o nosso nome nas redes sociais, eu não me preocupo com isso. Eu tenho muitos amigos, graças à Deus. Eu me preocupo com a minha família, a minha irmã, meu filho que questiona me perguntando o que que houve? Aí quando eu explico a pessoa entende, vereador Peterson. Macular a imagem da pessoa é muito grave. Nós temos que ter responsabilidade e respeito entre as pessoas, porque nada como um dia após o outro. Amanhã, hoje as pessoas tão sorrindo da desgraça, da dificuldade das pessoas, mas eu tenho certeza que o Dr. Alessandro, o vereador Dr. Sebastião, a Daia, o Bira, vereador Ti Ailton, meu amigo Toninho do Raio X, vereador Mestre Grilo, João Paulo, Cristiane, vereador Peterson são pessoas honradas, a Ata da sétima reunião ordinária da Câmara Municipal de Lavras, do primeiro período da Sessão Legislativa do ano de 2018, realizada em 19 de março de 2018 14 grande maioria são pais de família. A Daia é uma pessoa que está grávida e prestes a ganhar o seu filho. Então, nós temos que ter respeito mútuo. Eu estava tão entusiasmado com essa Câmara, Dr. Alessandro, pelo trabalho, pela dignidade e de repente desvirtuou tudo, citando nome de vereador de forma injusta. O dia que eu votar um projeto de lei de benefício dessa cidade que for de competência da Comissão de Constituição e Justiça, de Finanças que ele é um projeto viável e eu votar contra, cite o meu nome. Mas, enquanto isso não acontece, vereador Ennio, é muito ruim, isso é muito ruim. É nome de pessoas, de médicos, de cidadãos que estão sendo envolvidos. Eu tô muito tranquilo, eu tô vacinado com relação a isso. Já participei de uma Câmara que era 10 (dez) a 01 (um), apenas eu fazia parte de uma bancada. Graças à Deus fui um dos mais votados naquela ocasião, porque nós temos que ter honra, dignidade e eu tenho certeza inclusive os outros vereadores Carlos Lindomar, Nanáh, Ennio, Coronel Claret, Lila, são meus amigos, Matusalém, são pessoas honradas, mas eu jamais, vereador João Paulo, nos meus quase 25 (vinte e cinco) anos eu nunca citei nome de um vereador, que fez de alguma forma coisa que, realmente, não é de interesse público. Nós somos adversários políticos quantos anos Lila? 02 (dois) anos, eu nunca desrespeitei, nunca desrespeitei, é.... 04 (quatro) mais 02 (dois) nunca desrespeitei, nunca citei seu nome, nunca fui pra rede social pra tentar denegrir. Porque não denigre, não denigre. O vereador João Paulo falou, a inverdade ela tem perna curta. Muitas vezes aquilo que a gente tenta fazer e não faz, acaba sendo pior. Então, fica aqui meu desabafo e só pra encerrar eu gostaria de agradecer a assessoria do Deputado Diego Andrade, pela possibilidade de estar presente com relação as passarelas. O nosso Deputado Federal Carlos Melles, que inclusive já vai incluir, vereador João Paulo, em suas emendas uma creche para a Zona Norte, vereador Ennio, de seu interesse Caminho das Águas, Vista do Lago, Alto dos Ipês, Cidades Novas lá nós teremos se Deus quiser nesse final de ano, início do outro uma nova creche, porque é uma região que cresce muito, e pra encerrar eu gostaria de cumprimentar Vossa Excelência [se direcionando ao vereador João Paulo Felizardo] o vereador João Paulo iniciou um trabalho interessante de gabinete né? de bairro, hoje eu fiz questão de ir mesmo sem condições eu estive lá porque sei da sua competência, sei do seu trabalho, é um vereador que nesse período que eu estou junto a ele também sempre usou de muita ética de muito propósito de seriedade política sem macular, sem prejudicar o nome de ninguém. Então, fica aqui meus cumprimentos, conte comigo no que for necessário e desejo sorte a Vossa Excelência e a todos meus caros colegas vereadores, que eu respeito muito, jamais farei qualquer coisa para denegrir a imagem dos senhores. Muito obrigado”. Em seguida, o Vereador Antônio Marcos Possato concedeu aparte ao edil Ennio Mendes de Siqueira que afirmou que o principal erro do Poder Legislativo foi aprovar a criação da taxa de tratamento de esgoto com índices superiores a 50% (cinquenta por cento), durante a Gestão do ex-prefeito Carlos Alberto Pereira, na qual o vereador Antônio Marcos Possato era Líder de Governo. O Nobre edil acrescentou ainda que hoje os percentuais da taxa supramencionada subiram ao patamar de 90 % (noventa por cento). Em resposta ao Vereador Ennio Mendes de Siqueira o Vereador Antônio Marcos Possato afirmou que considera alto o Ata da sétima reunião ordinária da Câmara Municipal de Lavras, do primeiro período da Sessão Legislativa do ano de 2018, realizada em 19 de março de 2018 15 índice de 90 %(noventa por cento), mas afirma que o trabalho da COPASA é de fundamental importância para a Saúde Pública, pois não é possível consumir água sem o devido tratamento. O Vereador Antônio Marcos Possato solicitou que o Vereador Ennio Mendes de Siqueira entrasse em contato com Deputados para conseguir criarem medidas para reduzir os índices de cobrança da taxa de tratamento de esgoto para 50% (cinquenta por cento). O Vereador Carlos Lindomar de Sousa pediu aparte ao edil Antônio Marcos Possato e afirmou que em suas postagens nas redes sociais, em momento algum, citou o nome de qualquer vereador que votaram pela rejeitarão da tramitação dos projetos de sua autoria. Acrescentou também que o vereador Antônio Marcos Possato apresentou na legislatura passada projeto que não era de competência de vereador. O Parlamentar Antônio Marcos Possato informou que entrou com o Projeto, mas como não era de competência de vereador apresentou-o como Projeto de Indicação ao Chefe do Poder Executivo. Posteriormente, o Presidente com aprovação do plenário inverteu a pauta da sessão e colocou em discussão para votação o Projeto de Lei nº 08/2018 (Chefe do Executivo) que “Dispõe sobre a instalação de equipamento eliminador de ar na tubulação do sistema de abastecimento de água no âmbito do município de Lavras e dá outras providências.”. Antes de colocar o Projeto em discussão o Presidente informou que cada vereador teria até 02 (dois) minutos para explanar sobre a votação do Parecer da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), pela não tramitação do Projeto de Lei do Legislativo nº 007/2018 (Vereador Antônio Claret dos Santos) que “Estabelece para as concessionárias de abastecimento de água, a obrigatoriedade de instalação de dispositivo que elimine o ar na medição do consumo de água, e dá outras providências, declarando-o ilegal e inconstitucional. Uma vez que muitos cidadãos manifestaram nas redes sociais, de forma enfática, afirmando que os vereadores que votaram a favor do Parecer da CCJ e contra a tramitação do Projeto estavam contra a sociedade. Isto posto, fizeram uso da palavra os Vereadores Antônio Claret dos Santos, Cristiane de Oliveira Costa Lasmar, Elias Freire Filho, Matusalém da Silva Machado, Nastenka Georgina Ferreira, Ennio Mendes de Siqueira, Peterson Rodrigo da Silva Borges, Carlos Lindomar de Sousa, Sebastião dos Santos Vieira, Ubirajara Cassiano Rocha, Daiana Garcia, Alessandro Furtado Silva, Ailton Magalhães Filho, Antônio Carlos Nogueira e Evandro Oliveira Miranda e João Paulo Felizardo. Registra-se que o vereador Antônio Claret dos Santos informou que o equipamento de ar não será útil em todas as residências, pois nem todas as residências possuem ar nas tubulações, logo a instalação do eliminador de ar não fará com que haja redução do valor da conta de água, das residências que não precisam, ou seja, das residências que não possuem ar nas tubulações. A vereadora Cristiane de Oliveira Costa Lasmar endossou a fala do Nobre Vereador e acrescentou que o valor da conta de água está elevado em virtude do alto índice de cobrança da taxa de esgoto. Findada a explanação dos vereadores o Presidente voltou para discussão do Projeto de Lei nº 08/2018 (Chefe do Executivo) que “Dispõe sobre a instalação de equipamento eliminador de ar na tubulação do sistema de abastecimento de água no âmbito do município de Lavras e dá outras providências.”. Entraram com emendas no Ata da sétima reunião ordinária da Câmara Municipal de Lavras, do primeiro período da Sessão Legislativa do ano de 2018, realizada em 19 de março de 2018 16 projeto em epigrafe os Vereadores Antônio Claret dos Santos, Nastenka Georgina Ferreira e Antônio Marcos Possato. O Presidente consultou às Comissões sobre as emendas e todas obtiveram parecer favorável à votação da Comissões competentes. O Vereador Alessandro Furtado Silva consultou se no caso de aprovação da emenda do Vereador Antônio Claret dos Santos as outra seriam anuladas e obteve resposta afirmativa. Na sequência a emenda do Vereador Antônio Claret dos Santos foi colocada em votação nominal. Os Vereadores Sebastião dos Santos Vieira, Ubirajara Cassiano Rocha, Daiana Garcia, Alessandro Furtado Silva, Antônio Marcos Possato, Ailton Magalhães Filho, Antônio Carlos Nogueira, Evandro Oliveira Miranda, João Paulo Felizardo, Antônio Claret dos Santos, Cristiane de Oliveira Costa Lasmar, Elias Freire Filho, Matusalém da Silva Machado, Nastenka Georgina Ferreira, Ennio Mendes de Siqueira, Peterson Rodrigo da Silva Borges e Carlos Lindomar de Sousa votaram a favor da emenda. No momento em que votava, a Vereadora Cristiane de Oliveira Costa Lasmar lembrou que existe uma Lei Estadual que obriga a COPASA a instalar o equipamento ao solicitante desde que ele pague. A Nobre Vereadora afirmou que espera que a emenda e projeto surtam efeitos, mas que devido a essa Lei supõe que não. O Secretário proferiu a contagem dos votos e a emenda foi aprovada por unanimidade. O Presidente lembrou, mais uma vez, que, com a aprovação da emenda do Vereador Antônio Claret dos Santos, as emendas dos Vereadores Antônio Marcos Possato e Nastenka Georgina Ferreira foram retiradas. Na sequência, o Secretário proferiu a leitura do projeto acrescido da emenda aprovada. O Vereador Antônio Marcos Possato solicitou votação em regime simplificado. O Presidente colocou a solicitação em votação obtendo aprovação unânime. Por conseguinte, o projeto também foi colocado em votação e foi aprovado por unanimidade. Em seguida, o Presidente colocou a Ata da Sessão Solene de Comemoração do 185º aniversário da Câmara Municipal de Lavras, realizada em 26 de agosto de 2017 em votação, a qual foi aprovada por unanimidade. Entraram com proposituras os Vereadores Matusalém da Silva Machado, Daiana Garcia, João Paulo Felizardo, Peterson Rodrigo da Silva Borges, Ailton Magalhães Filho, Nastenka Georgina Ferreira, Sebastião dos Santos Vieira, Elias Freire Filho, Carlos Lindomar de Sousa, Antônio Claret dos Santos e Ennio Mendes de Siqueira. O Presidente colocou os requerimentos em votação e os mesmos foram aprovados de forma unânime. O Presidente solicitou que os Vereadores que quisessem fazer parte da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para apurar possíveis abusos cometidos pela empresa de abastecimento de água – COPASA anunciada pelo Secretário no início da reunião se manifestassem. Deste modo, os vereadores Antônio Claret dos Santos, Carlos Lindomar de Sousa, Matusalém da Silva Machado, Antônio Marcos Possato e Ennio Mendes de Siqueira demonstraram interesse. Na sequência, o Presidente solicitou autorização do plenário para instauração da CPI a ser presidida pelo Vereador Antônio Claret dos Santos e ter como membros os Vereadores Carlos Lindomar de Sousa, Matusalém da Silva Machado, Antônio Marcos Possato e Ennio Mendes de Siqueira. Com aprovação unânime a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para apurar possíveis abusos cometidos pela empresa de abastecimento de água – COPASA foi Ata da sétima reunião ordinária da Câmara Municipal de Lavras, do primeiro período da Sessão Legislativa do ano de 2018, realizada em 19 de março de 2018 17 autorizada. Nada mais havendo a ser tratado, o Presidente em nome de Deus e da sociedade lavrense encerrou a sessão, da qual foi lavrada a presente ata que será assinada pelos Vereadores presentes. João Paulo Felizardo Evandro Oliveira Miranda (Presidente) (Vice-Presidente) Antônio Claret dos Santos Cristiane de Oliveira Costa Lasmar (Primeiro Secretário) (Segunda Secretária) Antônio Carlos Nogueira Ailton Magalhães Filho (Primeiro Tesoureiro) (Segundo Tesoureiro) Alessandro Furtado Silva Antônio Marcos Possato Carlos Lindomar de Sousa Daiana Garcia Elias Freire Filho Ennio Mendes de Siqueira Matusalém da Silva Machado Nastenka Georgina Ferreira Peterson Rodrigo da Silva Borges Sebastião dos Santos Vieira Ubirajara Cassiano Rocha