7] CÂMARA MUNICIPAL DE RIO POMBA
ed Estado de Minas Gerais
EXMO. SR. PRESIDENTE DA CÂMARA MUNICIPAL DE RIO POMBA — MG.
MOÇÃO Nº 01/2023
MOÇÃO DE APLAUSOS A
THIAGO DA COSTA.
O Vereador signatário, no uso de suas prerrogativas legais, vem apresentar ao
Plenário da Câmara a MOÇÃO abaixo para que, após tramitação regimental, se aprovada,
seja encaminhada a Thiago da Costa.
A Câmara Municipal de Rio Pomba aplaude a Thiago da Costa, recém
formado em Economia pela Universidade Federal de Juiz de Fora, por seu
exemplo de superação às adversidades.
BREVE HISTÓRIA DO THIAGO NO CURSO DE ECONOMIA DA UFJF
Escrito por: André Sobrinho Campolina Martins
Mestrando pelo Programa de Pós-Graduação em Economia Aplicada da
Universidade Federal de Juiz de Fora (PPGE/UFJF)
Economista pela Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF)
Bolsista e voluntário do Núcleo de Apoio à Inclusão (NAI/UFJF) - Duranteos
anos 2019-2022
Bacharel em Direito pelas Faculdades Integradas Vianna Júnior (FIVJ)Advogado
Inscrito na OAB-MG
Thiago da Costa possui 34 anos, é natural da cidade de Juiz de Fora,
mas passou boa parte da infância e adolescência na cidade de Rio
Pomba, onde realizou seus estudos no ensino fundamental e médio.
Mais tarde retornou a Juizde Fora para fazer a graduação na
Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF). Ingressou no curso de
Ciências Econômicas no ano de 2013.
Thiago possui grande dificuldade de locomoção, alto
comprometimento de toda a parte de coordenação motora fina, tendo
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dificuldade de escrever, digitar, pegar objetos, subir escadas,
consequência de paralisia cerebral que o atingiu na infância.
Os primeiros anos de curso foram marcados por grande dificuldade de adaptação
em relação às disciplinas, aos materiais e aos modelos de avaliações apresentados pelos
professores, principalmente pelo fato dos docentes desconhecerem o melhor caminho
para tornar provas e materiais acessíveis para o Thiago (e por não receberem algum tipo
de orientação para isso naquela época - 2013).
O estudante possui grande dificuldade de locomoção, alto comprometimento de
toda a parte de coordenação motora fina, tendo dificuldade de escrever, digitar,pegar
objetos, subir escadas. No próprio laudo médico, contudo, é atestado quea deficiência do
Thiago não afetou a parte cognitiva. O estudante também possuidesartria na fala, em
consequência da paralisia. Dessa forma, uma pessoa que nunca tenha tido contato com o
Thiago ou com uma pessoa com paralisia cerebral que possua desartria da fala, apresenta
geralmente grande dificuldadede entendimento das palavras pronunciadas pelo Thiago.
Na faculdade, oestudante sempre foi muito brincalhão, engraçado, com gosto pela
política e pela economia do país. Sempre muito engajado e divertindo a todos. Faz
amigos e amigas com grande facilidade e cativa a todos a sua volta. Não existem pessoas
que não troquem duas palavras com o Thiago e não se sintam felizes e cativadaspor
estarem ao seu lado.
Ele é uma pessoa de coração muito bom! Que faz o bem para todos os seus
familiares, parentes e amigos. Como relatado, o início do curso de economia para o
Thiago foi mais complicado e ele contava com uma uxílio bem pequeno e pontual, que
muitas vezes não era suficiente. Esse apoioera prestado pela antiga CAEFFI, um centro
especializado para prestar assistência e auxílio aos estudantes com deficiência da
universidade.
Porém, porcontar com uma estrutura inicial com poucos servidores, o centro não
conseguiaabranger um apoio sistemático e atender a todas as demandas que o Thiago
possuía, dada a singularidade e as especificidades de adaptações que o estudante
precisava. Foi somente com o advento do NAI, Núcleo de Apoio à Inclusão (NAI/UFJF),
em agosto de 2018, que as coisas começaram a mudar defato para o Thiago, em termos
de acessibilidade no curso. Inicialmente, sob a coordenação da professora Katiuscia
Antunes, com a vice-coordenação da professora Mylene Santiago, e com o
acompanhamento acadêmico dos estudantes com deficiência, transtornos globais do
desenvolvimento (TGD) e superdotação/altas habilidades (SD/AH), prestado através de
organização, supervisão e orientação das servidoras da UFJF, as técnicas administrativas
em educação (TAEs) Patrícia Tavella (psicóloga) e Françoise Boumeuf (terapeuta
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ocupacional). Ambas implementaram um programa de treinamento profissional de
acompanhamento acadêmico dos estudantes com deficiência e de outros estudantes
público-alvo do NAI. Dessa forma, vários bolsistas, de qualquer cursode graduação, eram
selecionados para atuarem diretamente com os estudantes, auxiliando os mesmos nas
demandas acadêmicas e também no processo de inclusão na UFJF, seja através da
interação com colegas, professores, de visitasnas bibliotecas, refeições no RU, e outros
tipos de interações. Muitos estudantescom dificuldade de locomoção precisam de auxílio
no processo de deslocamentopelo Campus. Outros precisam de auxílio na adaptação de
materiais passados pelos professores que são inacessíveis. Todo o processo de tentar
tornar a UFJF, na sua acepção mais plena, um lugar mais acessível, era conduzido de
certa forma pelo NAI, através das orientações e organização das servidoras
supramencionadas e dos bolsistas e voluntários de TP do núcleo. Patrícia e Fran
verificaram logo nos primeiros contatos com o Thiago que o estudante precisavade um
acompanhamento pautado em alguém que pudesse ajudar o aluno nos estudos das
disciplinas, dada a enorme quantidade de reprovações do estudanteaté aquele momento.
Algumas disciplinas o estudante havia sido reprovado trêsvezes e cursaria pela quarta
vez. O discente precisava avançar no curso para não correr o risco de ser jubilado. Foi
nesse sentido que elas optaram por abrir um processo seletivo exclusivo para
preenchimento de uma bolsa por parte de algum estudante do curso de economia. André
Sobrinho, estudante do referido curso na época (mesmo curso do Thiago), que havia
ingressado em 2017, já conhecendo o Thiago por ter sido seu colega de classe, resolve
tentar participarda seleção, tendo em mente que provavelmente seria algo para auxiliar o
Thiago.Contudo, André já possuía uma bolsa de iniciação científica na UFJF com outra
professora da economia (na universidade não é possível acumular bolsasacadêmicas).
Diante desse impasse, André resolve enviar um e-mail para o NATe anexa o seu histórico,
perguntando se poderia concorrer para ser voluntário. Patrícia e Fran logo respondem o
e-mail e dizem que seria possível sim.
André então participa da entrevista e é selecionado como voluntário. O único
candidatoque aparece no processo seletivo, além de André, é selecionado como bolsista.
Dias depois, o mesmo candidato alega ter passado em outra seleção e acaba desistindo
da bolsa do NAI. André então passa a ser o único voluntário/bolsista do NAI com vínculo
no curso de economia da UFJF e logo recebe a orientação de acompanhar e ajudar o
Thiago. É repassado ao mesmo todas as orientaçõesacerca do período, das disciplinas,
dos professores, das dificuldades do Thiago, da necessidade de conversas sobre
adaptações de materiais, de provas, de acessibilidade das salas, da necessidade imperiosa
dos elevadores, do percursodo Thiago pelo Campus, para poder chegar até o RU, com o
uso de circulares, e outros aspectos importantes. Logo, é apresentado o histórico de notas
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do alunopara compreensão da situação referente a carga horária já cumprida e tudo o que
ainda faltava. André, juntamente com as servidoras do NAI e o Thiago, organizam dois
horários de estudos com o aluno a serem realizados na biblioteca da faculdade de
economia. Toda terça e quinta, André e Thiago se encontravamna faculdade para estudar
as disciplinas. E ficavam por lá por pelo menos 2 horas, as vezes até mais, como no caso
de vésperas de provas. E assim ocorreem todo o ano de 2019. Um ano inteiro de estudos,
toda semana, com dois encontros. Thiago começa a melhorar as notas, começa a passar
nas disciplinas.Começa a ter maior prazer de estudar, de comparecer à faculdade, de
aprendero conteúdo. Havia toda uma sistemática metodológica adotada por André nos
estudos. Não era chegar, sentar e falar qualquer coisa. A pessoa que está ensinando um
aluno com deficiência precisa perceber quais são as maiores dificuldades do aluno para
trabalhá-las e tentar o máximo possível estimular os sentidos que não sejam tão
comprometidos pela deficiência. O estudo necessariamente perpassa por isso. André
começou a perceber que Thiago possuía maior facilidade de absorção do conhecimento
através da visão e da audição, já que redigir, fazer resumos, fazer cálculos a mão eram
uma dificuldade muito grande para o aluno. Mas seria possível Thiago resolver
contas, cálculos e problemas matemáticos, que no curso de economia são inúmeros, sem
escrever diretamente qualquer número? E mais: seria possível oestudante aprender o
conteúdo dessa forma? A resposta é: SIM. Desde que a pessoa que esteja com ele,
ensinando, perceba uma forma de fazer isso, que seja acessível para o mesmo. Coisas
que podem parecer bobas eram muito importantes nesse processo. Por exemplo: usar
cores de canetas diferentes facilita a visualização, o entendimento e o aprendizado.
Principalmente na hora de desenhar gráficos (tão comuns em Microeconomia, Economia
Internacional, Macroeconomia — disciplinas da graduação). Outro recurso muito
importante: repetir várias e várias vezes a montagem de um “lagrangeano” por exemplo
(tãocomum nas aulas de micro). Já que o estudante não pode escrever, André escrevia
para o mesmo e ia fazendo o passo a passo por várias vezes. Apagavatudo e fazia de
novo. Até o aprendizado e fixação do procedimento todo.Posteriormente, André
pegava uma folha em branco e pedia para Thiago ir ditando o passo a passo, sem olhar as
folhas anteriores. No início, Thiago erravaos passos. André ajudava a relembrar. Com o
tempo, o aluno foi se acostumandoe conseguia fazer todos os passos de forma correta.
Outro recurso importante durante os períodos de estudo eram as pausas para tomar um
café. E como esses intervalos eram importantes! Por conta da deficiência, o estudo
ininterrupto por duas horas causavam grande desgaste físico e mental aoThiago. Além
disso, nos primeiros encontros, André percebeu que o estudante acompanhado ficava
mais disperso e perdia grande parte da atenção e concentração após 1 (uma) hora de
estudos. Por isso, com o intuito de otimizaro aprendizado do aluno, André resolveu
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adotar uma pausa de cerca de 15 minutos (decorrido uma hora de estudos) para ambos
andarem até a cantina, tomarem um café, relaxarem, comerem alguma coisa, e
conversarem sobre outros assuntos diferentes, diversos da área acadêmica (conversavam
sobre política, futebol, religião, filmes, séries). Isso era essencial. Thiago retornava aos
estudos mais disposto, com energias renovadas e mais concentrado. O estudo fluía muito
melhor desse jeito. É preciso sempre saber observar os detalhes quefazem diferença para
o aprendizado de um aluno com necessidadeseducacionais específicas. E assim Thiago
foi evoluindo no curso... as reprovações se tornaram muito esporádicas. Em 2020, veio a
pandemia e a ideiado ensino remoto emergencial (ERE) parecia algo terrível para um
aluno que sempre fez todas as provas em sala separada dos demais alunos, com tempo
estendido, e ajuda de bolsistas para lerem e transcreverem suas provas. Geralmente, eram
dois bolsistas, por conta da dificuldade de entendimento da fala do estudante. Dessa
forma, se um bolsista não entendesse, o outro poderiacompreender e eles se ajudavam
(mais uma ótima ideia das profissionais do NAI/UFJF). O receio de passar a fazer essas
transcrições de forma on-line era gigantesco por vários fatores: possibilidade de queda
da internet de qualquer dos envolvidos, Thiago e/ou bolsistas; possibilidade de picotar o
áudio de qualquer dos envolvidos. No caso do Thiago, seria difícil dos bolsistas
entenderem o que ele estava falando; dificuldade natural do próprio entendimento das
palavras do Thiago por causa da distância e do meio eletrônico/digital; alguns dias
chuvosos poderiam proporcionar a queda de energia e queda de internet por
consequência; enfim, eram inúmeros obstáculosque se vislumbravam. Nesse momento,
mais do que nunca, se fazia imprescindível a atuação das profissionais do NAI, no
sentido de proporem juntamente com os bolsistas/voluntários e o próprio estudante
formas de adaptação das avaliações principalmente, para que as mesmas fossem
acessíveis. E assim foi feito durante todo o período do ERE na UFJF. Thiago continuou
tendo um desempenho bom. Como a maior parte das avaliações eramlistas de exercícios
ou trabalhos, André conseguia encontrar com Thiago pelo Zoom ou pelo Google Meet
para ajudar na confecção e na parte escrita, atravésda leitura e transcrição. O auxílio do
recurso da mesa digitalizadora passou a sermuito importante no ERE, pois tudo era
escrito ali por André para que Thiago visualizasse com a tela compartilhada. E o recurso
das cores diferentes foi fundamental nesse processo. Nos exercícios de cálculo, a questão
era anexadano aplicativo “Sketchbook” do computador, um grande aliado também.
Dessa forma, através da caneta digital, André marcava, sublinhava, destacava termos-
chave dos exercícios, de acordo com as orientações do Thiago. E isso ia facilitando o
entendimento e o aprendizado do estudante acompanhado. Em 2022, Thiago volta para
o ensino presencial, já na parte final do curso, tendo avançado e passado na maioria das
disciplinas mais complicadas. Durante o ensino remoto ainda, é importante destacar,
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voltando um pouco, a incorporaçãoa equipe do NAI da servidora Nádia Faria, pedagoga
(que vem para o lugar da Françoise, que havia se aposentado) e também da servidora
Carolina Detoni, psicóloga (que passa a trabalhar no NAI meses depois da Nádia). Mais
no final do ERE ainda entram no NAI o servidor Delmar Gomes, da área de enfermagem,
ea Dra. Márcia Fávero, professora da faculdade de Medicina e psiquiatra. Dessaforma, a
equipe de profissionais do NAI cresce bastante e torna o trabalho maisindividualizado
ainda. Posteriormente, a professora Katiuscia deixa a coordenação do núcleo e passa para
a professora Mylene o cargo de coordenadora, com a Nádia de vice-coordenadora.
Katiuscia assume a coordenação dos processos seletivos da UFJF (COPESE). Um pouco
mais tarde, Mylene deixa a coordenação e Nádia assume essa vaga de gestão. A vice-
coordenadora do NAI passa a ser a professora Márcia. Nesse período todo, o NAI ainda
tem quatro auxiliares administrativos: primeiramente a Adyélhe, seguida da Aline,
do Geraldo e da Wanessa, atual secretária do NAI. Êmuito importante destacar o trabalho
de cada membro(a) do NAI, que passou ouque está lá ainda até hoje. Todos(as) tiveram
sua contribuição para a formaçãodo Thiago e dos demais estudantes com deficiência da
UFJF. A Patrícia é a única servidora que permanece no NAI desde o início do núcleo.
Vários bolsistase voluntários passaram pelo NAI durante todos os anos do Thiago na
UFJF, masé preciso fazer menção especial aos bolsistas/voluntários que ajudaram o
Thiago, além do André: a Ana Júlia Balbi, a Raíza Dias, o Gabriel Braga, o RuanClavilho,
o Rafael Andrade e a Katryne Dutra. Além de todos os outros bolsistasque ajudaram com
leitura e transcrição de provas. A gratidão do Thiago a toda essa equipe de suporte do
NAL, a toda a equipe de professores(as) e de profissionais da universidade é imensurável
e não tem fim. Na próxima terça- feira, às 10h30, certamente a sala 5 da faculdade de
economia da UFJF viverá uma história única, que talvez jamais se repita outra vez
naquele prédio. No momento em que Thiago entrar e começar a fazer a sua defesa de
monografia,serão provavelmente os últimos 15 (quinze) minutos de apresentação do
estudante como graduando do curso. Serão talvez os últimos 30 (trinta) ou 40 (quarenta)
minutos do discente sendo colocado diante de um processo avaliativo. A faculdade
terminará certamente no encerramento da banca, mas oespírito, a alegria, o riso do
Thiago permanecerão vivos para todo o sempre, enraizados naquela faculdade, naquele
escadão, naqueles corredores, noselevadores, nas salas de aula, nas salas de pesquisa,
nos laboratórios, no auditório, nos banheiros, na biblioteca, principalmente nesta última,
local onde Thiago deve ter passado o maior tempo durante esses anos, como bom amante
da leitura que sempre foi. Livros e mais livros sempre foram seu hobby predileto.E onde
quer que qualquer pessoa estivesse - podia ser logo cedo - e ouvisse a risada tão gostosa
do aluno, já sabia de antemão: "O Thiago já está na faculdade de economia"./'Era
impossível não reconhecer tamanha singularidade e tamanha personalidade jnum
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indivíduo, tão amigo de todos, que tinha apenas um sonho: ser economista. Esse dia está
cada vez mais próximo. Que o Thiago sirva de exemplo para várias outras pessoas com
deficiência e que a inclusão seja a maior bandeira da UFJF sempre. Particularmente, o
André que aqui escreve temum orgulho gigantesco dessa universidade maravilhosa, de
todos os professoresda UFJF e especialmente da faculdade de economia. E um orgulho e
admiraçãoque não se descrevem em palavras por todas as profissionais do NAI/UFJF!
Gratidão, gratidão e gratidão! Essa é a palavra que resume tudo o que foi vivido
durante todos esses anos. E para encerrar: o céu é pouco como limite para o Thiago. O
limite para ele vai muito além disso, talvez nem exista algo que possa demarcar.
Acreditem sempre nas pessoas, nunca duvide da capacidade de ninguém. Qualquer
pessoa com deficiência, por maior que seja a limitação física,sensorial ou intelectual
provocada, pode conquistar qualquer desejo e pode alcançar qualquer coisa, ocupar
qualquer lugar. Basta acreditar, se esforçar e iratrás dos sonhos! Que sejamos exemplos
sempre para um mundo sem capacitismo e repleto de inclusão e acessibilidade! Parabéns,
Thiago! O mundoé seu! Curta esse momento da conclusão de curso e da formatura! Você
fez pormerecer essa conquista e a realização desse sonho!
Nos termos do art. 139, $ 1º, do Regimento Interno, solicito a permissão para que o
homenageado seja convidado a receber esta moção de aplausos em sessão da Câmara
Municipal.
Pomba/MG, 22 de março de 2023;
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