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← Unaí (MG)

sessao nº 12

Tipo Reunião Solene
Número / Ano 12
Date 2023-11-30
native_id1092

Documents (2)

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ATA DA 12ª REUNIÃO SOLENE DA 3ª SESSÃO LEGISLATIVA DA 19ª LEGISLATURA 
DA CÂMARA MUNICIPAL DE UNAÍ, REALIZADA EM 30 DE NOVEMBRO DE 2023. .....
Aos trinta dias do mês de novembro do ano de dois mil e vinte e três de Nosso Senhor Jesus Cristo, 
no Plenário Vereador Antônio Pereira dos Santos do Palácio José Vieira Machado, sede do Poder 
Legislativo do Município de Unaí (MG), situado na Avenida Governador Valadares, n.º 594, Centro 
desta cidade, foi realizada a 12ª Reunião Solene da 3ª Sessão Legislativa da 19ª Legislatura da 
Câmara Municipal de Unaí (MG), Reunião em homenagem ao Dia Nacional da Consciência Negra, 
comemorado, anualmente, no dia 20 de novembro. Presidência: Vice-Presidente Vereador 
Valdmix Silva (PSDB). Horário de Início: 19h25min. O Cerimonial fez a acohida e deu as boas￾vindas ao público e entre outras informações afirmou ao público que esta solenidade estava sendo 
realizada em atendimento ao Requerimento n.º 718/2023, de autoria do Vereador Valdmix Silva 
(PSDB). Compuseram a Mesa de Honra: I – o Vice-Presidente desta Câmara Municipal de Unaí 
(MG), Vereador Valdmix Silva (PSDB); II – o Vereador Paulo Arara (PSD); III – o Ex-Vereador e 
atual Secretário Geral desta Casa, senhor Thiago Rodrigues Martins; IV – a senhora Marta Pereira 
de Oliveira, fundadora do Movimento Negro de Unaí (MG); e V – o Professor Arlindo Marques 
Salatiel, atual responsável pelo Movimento Negro de Unaí (MG). Abertura: o senhor Presidente 
declarou aberta esta 12ª Reunião Solene da 3ª Sessão Legislativa da 19ª Legislatura da Câmara 
Municipal de Unaí (MG), sob a proteção de Deus e em nome do Povo unaiense iniciou os trabalhos. 
Em manifestações iniciais o senhor Presidente acolheu e deu as boas-vindas a todos. Rogou 
bençãos de Deus sobre esta Reunião Solene. Disse ser uma solenidade de gratidão e de
impulsionamento ao Dia da Consciência Negra e afirmou que, certamente, todos os presentes 
aprenderiam um pouco mais sobre o Movimento Negro. Em momento cívico legislativo houve a 
execução do Hino Nacional Brasileiro. Em seguida, ao convite o senhor Alex Alves, Assessor do 
Gabinete Parlamentar do Vereador Valdmix Silva (PSDB) procedeu à leitura de texto bíblico, 
retirado da Carta do Apóstolo Paulo aos Romanos, Capítulo 12, Versículos 5 ao 16. Em seguida 
manifestaram os componentes da Mesa de Honra: No uso da palavra a senhora Marta Pereira 
de Oliveira afirmou ser grandiosa a mensagem passada no conteúdo do texto bíblico lido. Afirmou 
ter passado muito do que é fazer parte de uma caminhada, ser liderança e ter participação. Disse 
ficar grata quando falam da sua pessoa, mas fica, ainda mais grata, quando vê presentes nesta 
Renião toda a sua família, a família do Professor Arlindo Salatiel e muitas outras famílias que foram 
fundadores, que foram aqueles que fizeram o trabalho para estarem nesta solenidade como pessoas 
que caminharam em defesa de sua cor. Marta Pereira asseverou que teve um tempo em que, por 
muitas vezes, as pessoas tinham que esconder como pudessem que eram negras. Tinha que ser 
moreno ou morena para poder não dar a identidade completa. Afirmou ter sido aceito com gratidão 
o convite feito por esta Câmara Municipal de Unaí para participarem desta solenidade em 
homenagem ao Dia da Consciência Negra. Agradeceu ao Vereador Valdmix Silva pela iniciativa da 
realização desta Reunião Solene e a todos todos os servidores desta Casa que sempre os acolheram
com reconhecimento, educação e respeito. Marta Pereira afirmou agradecer considerando os 
acontecimentos e os primeiros passos dados nos anos de 1980 em Unai (MG) e a busca de muitas 
pessoas, atualmente, em rever fatos ocorridos no sentido de reconhecer que negro tem vida, que 
negro tem condições de trabalhar e viver em comunidade. Afirmou que o negro só o 
reconhecimento de que tinha condições de só e simplesmente de ser mandado. Afirmou que, em 
sendo o trabalho feito, nem era considerado como trabalho e, se era trabalho bem feito não era 
considerado como trabalho que tinha sido feito por um negro, conforme disse. Marta Pereira 
afirmou lembrar-se dessa caminhada daquilo que fizeram em termos de fatos, de eventos e de anos, 
e que, por isso estava agradecendo por esta solenidade. Agradeceu pelo reconhecimento de sua 
pessoa (Marta) e pelo reconhecimento da caminhada dos fundadores e atuais membros integrantes 
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do Movimento Negro de Unaí. Ao dizer sobre as atividades do Movimento Negro nas redes sociais
eletrônicas disse não entender muito das tecnologias modernas (referindo-se a smartphone e 
aplicativos de mensagens instantâneas), mas que procura saber e as pessoas lhe falam e ensinam a 
respeito e assim mantém-se informada sobre e acompanha as ações do Movimento. Afirmou receber 
mensagens do grupo social de negros que foi organizado pelo trabalho do Professor Arlindo. Marta 
Pereira afirmou ser do tempo, dos anos da década de 1980, em que o negro, ainda, queria ser 
reconhecido como pessoa, como gente, queria ter direito de viver, queria ter direitos na vida e, 
ainda, queria o direito de participação. Afirmou ser muito gratificante saber que marcaram por 
aquilo que passaram e fizeramnos primeiros anos de caminhada de organização e de 
conscientização da causa negra. Agradeceu por poder viver, ver e participar deste momento que 
estavam vivendo. Agradeceu ao Professor Arlindo Salatiel por ter aceito e pegado esse bastão da
representatividade do Movimento Negro de Unaí. Marta Pereira afirmou ter, atualmente, paralisia 
facial. Afirmou ter dito ao seu médico que o seu diagnóstico é o cansaço da busca pelas pessoas, da 
busca por pessoas de idade para dar, para passar, experiência; cansaço da busca por jovens para 
poder dar continuidade na causa do Movimento Negro; cansaço da busca por crianças para passar a 
elas a consciência de ter prazer de ser negra. Marta Pereira relatou ter visto acontecer, muitas vezes, 
o fato de criança negra chegar na escola e ouvir da professora a afirmação de que não, que criança 
negra não ficaria naquela sala, porque ela (professora) não gostava de pessoa negra. Marta Pereira 
finalizou agradecendo ao Vereador Valdmix Silva por esta solenidade e a todos pela presença. 
Manifestou o Professor Arlindo Marques Salatiel, momento em que disse de sua honra e 
satisfação em ser afrodescendente brasileiro. Agradeceu a Deus o privilégio de ter nascido preto,
por ser uma missão, posto que, quando se fala do negro o que vem à mente é o escravo, conforme 
disse. Neste instante o Professor Arlindo Salatiel fez apresentação multimídia contendo breve 
resumo da história da ancestralidade dos negros. Arlindo Salatiel afirmou que o povo negro veio do 
outro lado do Oceano Atlântico. Mostrou um mapa do continente africano onde, atualmente, ainda
existem várias etnias de negros africanos. Mostrou gravuras com imagens de negros. Apontou para 
características próprias do povo negro. Afirmou que o continente africano é composto de vários 
povos de etnias diferentes, sendo que a cor da pele é a mesma, mas que há línguas e costumes
diferentes. Mostrou imagem de uma típica família africana, onde não havia cabanas, mas, sim um 
povo africano de elite, com a mesa farta, com rei, rainhas, príncipes, músicos, crianças e animais, 
posto que assim era o povo africano, conforme disse. Arlindo Salatiel afirmou que houve um 
determinado momento em que instalou-se desentendimento e guerra entre eles (povos africanos),
com lutas por melhores terras mas, que, no final essas próprias tribos que guerreavam casavam o 
príncipe de uma com a princesa da outra e passavam a ser uma família e que nesse momento 
aconteceu algo sério, que foi a divisão é o colonialismo, onde eles entenderam que deviam prender 
os guerreiros e não matá-los mas e vender e trocar por cachaça, por fumo e outros produtos, etc.
Arlindo Salatiel afirmou que as principais tribos africanas que vieram compor as Américas foram os 
bantos e os sudaneses e que dentro desses grupos havia divisões étnicas, sendo que os bantos 
dividiam-se em vários, assim como os índios brasileiros dividiam-se em Tupi, Tupi Guarani e em 
outros grupos, também entre a ancestralidade dos negros brasileiros. Continuando Arlindo Salatiel 
disse acreditar ser, provavelmente, descendente do grupo dos bantos pelo fato de eles terem 
chegado ao Brasil e depois do Rio de Janeiro terem vindo para a região de Minas Gerais. Afirmou 
que, ao que tudo indica, os primeiros negros a aportar no Brasil vieram na Armada, na esquadra, de 
Martim Afonso de Souza e que, após esses, outros mais vieram e que foram milhões e milhões de 
negros africanos que chegaram a Salvador (BA) para construir a cidade de Salvador. Arlindo 
Salatiel afirmou que serviço de preto dura muito tempo, além de construções da cidade de Salvador, 
capital do Estado da Bahia, citou como construções que não caem, que não desmoronam, casarões 
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de 2.300 anos da cidade de Paracatu (MG), a 100 Km de Unaí. Prosseguindo afirmou que milhares 
de outros negros vieram para o Brasil durante dois séculos e meio e que o latifúndio era o latifúndio 
monocultor. Afirmou que no Brasil os negros para os portugueses eram viáveis, porque não tinham 
(os portugueses) como pagar ninguém, sendo que não queriam vir (os portugueses) para o Brasil
para trabalhar, mas queriam vir para poder enriquecer, o que era uma situação muito complicada, 
posto que o capitalismo, ainda era nascente no mundo e eles não tinham como pagar os 
trabalhadores. Assim, a vinda dos negros para as terras brasileiras aconteceu logo depois do 
descobrimento do Brasil, sendo que Portugal já dominava vários arquipélagos, dominava várias 
regiões do norte da África e detinha o monopólio do comércio dos escravos e sendo que, também,
entregavam esses escravos para os negreiros, pessoas que praticavam o tráfico de negros. Isso 
transformou-se numa fonte de acumulação incalculável, transformando os negros africanos em 
escravos, Portugal aprovava esse comércio de escravos desde o século XV. Professor Arlindo 
Salatiel lembrou que, quando os negros chegavam no Brasil, essas diversas tribos compostas por 
diversas etnias eram misturadas, bantos com sudaneses e negros de línguas e de costumes diferentes 
para não se organizarem em revoltas e nem poderem promover motins. Nesse contexto os negros 
não sabiam falar outras línguas, mas tiveram que aprender a falar português. Lembrou que havia 
castigos corporais terríveis, que era comum e permitidos por Reis e pela Igreja Católica. Lembrou 
que a Lei da época regulava como deveriam ser castigados os negros escravos, sendo que, depois de 
muito açoitado, o senhor mandava picar o escravo com navalha ou faca e com corte de tal forma e 
que ali colocavam sal, sumo de limão e urina para doer mais e também para não infeccionar, além 
de submeter a alguns dias na corrente e sendo que a negra fêmea, também, era açoitada dentro de 
casa com o mesmo açoite. Foi mostrada pela gravura do fundo de um navio como era que os negros 
escravos ficavam, na maioria das vezes acorrentados, sendo que tinha um buraco para poderem
tomar banho de sol ou ficavam no convés tomando sol e em outras partes do navio, deitados e 
acorrentados. Professor Arlindo Salatiel afirmou que veio o tempo em que negros escravos 
revoltaram-se e que houve a resistência. Passaram a não aceitar a escravidão. Eram negros livres. 
Eram negros proprietários de terra. Existiam no meio desses que vieram para o Brasil negros 
médicos, Engenheiros etc. O Professor enalteceu o conhecimento e a capacidade de tirar ouro 
debaixo da terra, cultura e conhecimento de engenharia de mais de 2000 anos antes de Cristo que os 
negros tinham e já faziam isso na África e fizeram no Brasil: em São João Del Rei; Mariana; em 
Ouro Preto e em Paracatu, todas essas cidades de Minas Gerais. Afirmou que ao fugirem do 
latifúndio, os negros escravos, também aí, organizaram-se como resistência em aldeamentos de 
negros, nos chamados quilombos. Afirmou que, nessa época, os escravos negros fugiam da fazenda. 
Queimavam a fazenda, matavam os donos dessas fazendas, mas que, entre eles, havia o chamando
banzo que era uma doença que, atualmente conhecida por depressão, era uma tristeza profunda 
(muitas das vezes de saudade de sua terra natal) pela qual a pessoa perdia a vida, morria (suicidava￾se). Continuando o Professor Arlindo Salatiel afirmou que havia várias formas de resistência à
escravidão. Lembrou que, de entre os quilombos, o mais duradouro foi o Quilombo de Palmares, 
que durou vários anos e sendo que foram várias as discussões para poder tentar derrotá-los e não 
conseguiam. Afirmou que esses negros que viviam em aldeamentos, chamados de quilombos,
viviam comunitariamente e sendo que nesses quilombos não estavam somente negros mas tinha 
brancos pobres e índios pobres, que viviam ali porque a vida era levada de forma comunitária, o 
que, segundo afirmou o Professor, até hoje causa muitos sustos quando a pessoa tá vivendo 
comunitariamente; negociavam com as aldeias vizinhas com milho, feijão, mandioca, banana, cana 
de açúcar e etc. Registrado que o Quilombo dos Palmares, onde viveu Zumbi dos Palmares, está 
localizado na Serra da Barriga, no Município de União dos Palmares, no Estado de Alagoas. O 
Quilombo dos Palmares foi um dos maiores quilombos da história da escravidão no Brasil, surgindo 
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no final do século XVI. O Quilombo dos Palmares foi formado por escravizados fugidos de 
fazendas de Pernambuco e que se espalharam por territórios que, atualmente, correspondem a 
Alagoas e Pernambuco. Zumbi foi o último líder do Quilombo dos Palmares e é considerado um 
símbolo da resistência negra contra a escravidão e a opressão. O dia 20 de novembro, dia de sua 
morte, (20 de novembro de 1695), é lembrado como o Dia da Consciência Negra, sendo que o
Quilombo dos Palmares é, atualmente, um patrimônio internacional e um destino turístico cada vez 
mais procurado para visita no Brasil. Professor Arlindo Salatiel afirmou que Zumbi de Palmares, 
desde criança foi capturado; que Zumbi de Palmares foi criado por um padre; que Zumbi de 
Palmares sabia falar latim e grego; que Zumbi de Palmares era uma pessoa letrada e um grande 
guerreiro. Arlindo Salatiel reiterou que foi no Quilombo de Palmares o lugar onde os negros 
escravos conseguiam recuperar a dignidade humana, a sua dignidade. Afirmou que o Movimento da 
Consciência Negra está aí e une casos de discriminação, casos de preconceito racial que não param
de acontecer no Brasil e no mundo. Em seguida, sem dar detalhes, Arlindo Salatiel mencionou que 
em Unaí (MG), recentemente, aconteceram fatos de discriminação e preconceito racial em loja da 
rede de cosméticos Boticário e, também, na Agência da Caixa Econômica Federal (em Unaí), sendo 
que esses foram os casos que ficaram em maior evidência nos últimos anos por terem saído na 
mídia. Asseverou que foi diante destes casos que muitas pessoas viram a necessidade de reestruturar 
o Movimento da Consciência Negra em Unaí, para buscar igualdade social, para buscar esse 
sentimento de pertencimento. Diante de todo o exposto, o Professor Arlindo Salatiel asseverou 
serem essas as razões de muitas pessoas estarem presentes para participarem desta Reunião Solene 
que aborda sobre a consciência negra. Ao lamentar a ausência de muitas da pessoas que compõem o 
seu grupo nas redes sociais eletrônicas como o WhatsApp e Instagram o Professor Arlindo Salatiel 
afirmou que várias coisas podem ter acontecido mas que, na maioria das vezes é a falta de 
entendimento e de aceitação do seu pertencimento. Asseverou a fala de que, diante disso, o 
Movimento de Consciência Negra que pense, discuta e lute por políticas públicas de desconstrução 
do racismo estrutural, presente na sociedade, garantindo assim uma maior presença do negro no 
mercado de trabalho, acolhimento, aconselhamento, aplicabilidade das leis contra o racismo e 
principalmente, aceitação, valorização e respeito à cultura afro como herança histórica do Brasil. O 
Professor afirmou que sobre tudo o que foi exposto e sobre as reclamadas ausências Dona Marta 
Pereira tem falado há mais de 40 (quarenta) anos. Afirmou que na ocasião em que Dona Marta 
Pereira criou o Movimento de Consciência Negra ela já era líder da Associação de Mulheres 
Trabalhadoras, sendo a Associação formada, basicamente, por mulheres pretas e sendo que dela 
surgiu várias Comunidades Eclesiais de Base – CEBs. Afirmou que a semente foi plantada. 
Lembrou que durante vários anos foi celebrada missa afro, oficina de turbantes, tranças entre outras 
programações. O Professor ressaltou que em 1988 participou de solenidade realizada no Convento 
de Unaí em homenagem ao Movimento de Consciência Negra. Registrou que em 2021 foi realizada 
reunão virtual onde cerca de cinquenta pessoas puderam participar de solenidade em homenagem à 
Consciência Negra. O Professor Arlindo Salatiel afirmou militar no Movimento Negro há anos e 
que a causa da Consciência Negra é trabalhada em sala de aula do pré-primário até o ensino médio.
Registrou que, por esse motivo, Unaí já ganhou prêmios da Secretaria de Estado de Educação (MG) 
em Belo Horizonte (MG). O Professor Arlindo Marques Salatiel afirmou como sendo os atuais 
componentes dos cargos representativos do Movimento Negro de Unaí: a) Presidente: Arlindo
Marques Salatiel; b) Vice- Presidente: Maria Mirtes de Paula; c) 1º Tesoureiro: Ésio Wilson 
Levino de Araújo; d) 2ª Tesoureira: Angela Maria de Oliveira; e) 1ª Secretaria: Sâmia Maria de 
Oliveira Salatiel; f) 2º Secretário: Elzivaldo (..); g) Diretora administrativa: Lilian Vieira
Borges; e h) Conselheiro Deliberativo: Waldison Jacinto da Silva; Elaine Cristina Nery; e 
Sinderese Maria de Oliveira Salatiel; 1ª Suplente: Geralda Barbosa da Costa; 2° Suplente: 
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Daniel Pereira dos Santos; 3ª Suplente: Rosália Antônio dos Santos. O representante do 
Movimento Negro em Unaí, Professor Arlindo Salatiel, finalizou a sua fala agradecendo à Câmara 
Municipal de Unaí (MG) pelo reconhecimento e por esta solenidade de homenagem. Em seguida 
manifestou o Ex-Vereador e atual Secretário Geral desta Câmara Municipal de Unaí (MG), 
senhor Thiago Martins, momento em que disse de sua alegria pessoal em estar presente nesta 
solenidade. Agradeceu ao Professor Arlindo Salatiel pela aula de história, geografia, cultura e 
desenvolvimento social que foi dada a todos os presentes, conforme disse. Reiterou ser este um dia 
de muito aprendizado. Dirigiu palavras de congratulações e parabenizou Dona Marta Pereira,
momento em que reconheceu a importância e o alcance da sua luta contra a desigualdade social e 
racial. Parabenizou o Vereador Valdmix Silva pela iniciativa desta solenidade. Desejou que ações 
como esta possam ser feitas com mais frequência em Unaí. Afirmou a importância do Dia da 
Consciência Negra posto que, infelizmente, a discriminação racial ainda persiste na nossa 
sociedade, na nossa cidade, no nosso estado e no nosso país, conforme disse. Afirmou que a sua 
felicidade é, ainda, maior por saber que no decorrer desta solenidade serão homenageadas pessoas 
que fundaram, fizeram e fazem parte do Movimento Negro de Unaí, continuando o legado deixado 
por Zumbi de Palmares na luta pela igualdade social. Thiago Martins disse da necessidade de
discussão de pautas importantes como esta e como a da saúde, educação e segurança pública. 
Afirmou serem temas complexos, difíceis de serem discutidos, mas, que precisam ser enfrentados
para que, depois das discussões, possam surgir ações de fato que dêem, realmente, oportunidade, 
por exemplo, de que gerações futuras não cresçam sob olhares preconceituosos. Thiago Martins 
lembrou terem sido discutidos, recentemente, neste mesmo Plenário, temas como segurança 
pública, segurança nas escolas, a importância da inclusão das pessoas com deficiência nas escolas,
e, ainda, sobre violência doméstica. Enalteceu a pessoa de Dona Marta Pereira e a pessoa do 
Professor Arlindo Salatiel pela criação e continuidade o Movimento Negro em Unaí. Disse do seu 
desejo (Thiago) de que, não só esta Câmara Municipal de Unaí, mas, que, o Poder Público, por 
intermédio da Prefeitura Municipal, Secretaria Municipal de Educação e Secretaria Municipal de 
Cultura possam, também, debater e, acima de tudo, fazer ações para que nossa gente tenha cada vez 
mais dignidade, mais qualidade de vida e direito iguais. Finalizou suas palavras parabenizando o 
Vereador Valdmix Silva pela iniciativa e a todos pela presença e participação nesta solenidade. 
Manifestou o Vereador Paulo Arara, instante em que afirmou que sua família, do lado de sua 
mãe, é toda negra. Afirmou que seus três melhores amigos são negros e que tem muitos colegas que 
são negros. Agradeceu a presença de todos. Parabenizou Dona Marta Pereira e ao Professor Arlindo 
Salatiel. Afirmou que não deve ser olhada a cor, mas, sim deve ser olhada a pessoa. Afirmou que, 
atualmente, o maior problema de Unaí é a saúde pública. Ressaltou a necessidade da prevenção a 
problemas de saúde e a importância da conscientização das pessoas. Parabenizou o Vereador 
Valdmix Silva pela iniciativa desta solenidade e a todos pela presença e participação. Em seguida 
manifestou o Vereador Valdmix Silva ocasião em que rogou que suas palavras fossem fruto da 
graça de Deus. Novamente, cumprimentou e parabenizou o Professor Arlindo Salatiel pelo tanto
que tem feito por Unaí. Valdmix afirmou que, na condição de pessoa negra, sempre ouve com 
atenção a fala do Professor Arlino Salatiel. Asseverou não saber de tudo, mas que o pouco que sabe 
em relação ao povo negro, sobre a consciência e sobre o Movimento Negro aprendeu com o 
Professor Arlindo. Afirmou que poderia saber mais a respeito, porém por não estar buscando esse 
autoconhecimento, que como uma pessoa negra, tem que, realmente, conhecer até para poder 
defender, conforme disse. Disse da importância de sua presença e enalteceu a pessoa da Dona Marta 
Pereira. Agradeceu ao Vereador Paulo Arara e ao Secretário Geral desta Casa, senhor Thiago 
Martins, momento em que lamentou a ausência dos demais Vereadores desta Casa à esta solenidade. 
Disse da iniciativa e do esforço empenhado para ver a realização desta solenidade, já desde o ano 
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passado. Afirmou acompanhar o grupo do Movimento Negro de Unai na rede social eletrônica do 
aplicativo Whatsapp. Afirmou ficar alegre quando vê aumentar o número de pessoas participantes 
do Movimento na rede social eletrônica. Reiterou ser um povo bonito. Ao seu convite houve salva 
de palmas ao povo e ao Movimento Negro de Unaí. Neste instante o Vereador Valdmix Silva 
floreou a sua concepção de autoestima com piadas, quando, entre outras afirmações, disse olhar-se 
todo dia no espelho se apreciando e que, além de ser o último a sair, sai de sua casa afirmando ser 
bonito para todos. Afirmou que, para se valorizar, passa perfume, até, para dormir, sendo que ao ser 
questionado pela sua esposa sobre qual o motivo do uso do perfume para dormir afirma sempre ser 
amor próprio. Asseverou ter de ser assim: que as pessoas têm de se amar. Reiterou a sua gratidão ao 
Professor Arlindo Salatiel. Cumprimentou, agradeceu, nominalmente e dirigiu palavras de 
congratulações à muitas das pessoas presentes no recinto do Plenário. Voltando às palavras de 
brincadeira, Valdmix Silva afirmou participar de muitos grupos de redes sociais eletrônicas, 
principalmente, pelo aplicativo Whatsapp. Afirmou que fala pouco ou quase nada, mas que lê todas 
as postagens; que ouve os áudios e que por aquele Grupo da referida rede social aprendeu muita 
coisa relacionada à pessoa e ao povo negro, referindo-se ao grupo do Movimento Negro de Unaí. 
Valdmix afirmou que, como todo grupo de Whatsapp têm pessoas que falam mais, pessoas que 
falam menos. Lembrou que no grupo do Movimento Negro de Unaí tem pessoas que disputam, 
sempre dizendo serem a pessoa mais bonita do grupo. Valdmix disse se questionar sobre se é, 
realmente, essa ou aquela pessoa a mais bonita do grupo e que chega a pensar em entrar nessa 
disputa para ver se tem algum voto. Pediu que todos olhassem para o Tenente Ésio, senhor Ésio 
Wilson Levino de Araujo, presente no recinto do Plenário, momento em que afirmou ser o Tenente 
Ésio uma das pessoas que sempre está no grupo falando ser ele (Ésio) o preto mais bonito no grupo 
do Movimento Negro no aplicativo Whatsapp. Valdmix propôs uma votação para saberem, então,
qual o preto mais bonito e propôs que as mulheres, também, fizessem votação lá, no âmbito do 
referido grupo no Whatsapp. Afirmou ser uma brincadeira, mas que seria engraçada a eleição. 
Valdmix reiterou ter aprendido muito e ter trago para a sua vida. Reiterou a sua gratidão, a sua 
alegria e felicidade em poder realizar esta solenidade. Ao abordar sobre racismo comentou ter 
sofrido, pessoalmente, mas que tem ‘o couro grosso’, conforme disse pedindo desculpas pela 
expressão. Afirmou não se importar de como o chamam, seja de preto, seja de negro, mas que há
ocasiões nas quais a pessoa tem de defender-se ou acaba sendo humilhada. Valdmix narrou caso de 
racismo ocorrido com a sua pessoa há cerca de vinte e seis anos. Comentou, ainda, outro caso 
ocorrido mais recente, na oportunidade em que colocou o seu nome para concorrer ao cargo de 
Presidente desta Casa pela primeira vez. Afirmou que quando isso acontece sua esposa, filhos, 
familiares e amigos ficam aborrecidos, mas que pessoalmente, não chateia-se. Contextualizou 
afirmando no sentido de que a pessoa deve preparar-se e abter conhecimentos e argumentos para 
usar em autodefesa. Reiterou agradecimentos ao Professor Arlindo Salatiel por conhecimentos lhe 
passados. Continuando Valdmix Silva agradeceu ao senhor Ildeu Pereira da Silva, representante 
do Centro Polivalente de Atividades Sociais, Culturais e Ambientais – Cepasa – por ter emprestado 
o quadro de Martin Luther King Junior e o quadro de Malcolm Little (Malcom X), que estavam 
expostos no recinto do Plenário. Na ocaisão Valdmix lembrou que Martin Luther King foi 
evangélico (foi pastor batista), líder pacifista, ativista político estadunidense que se tornou a figura 
mais proeminente e líder do movimento que defendia princípios de liberdade e igualdade e a 
conquista de direitos civis e o fim do preconceito racial nos Estados Unidos de 1955 até seu 
assassinato em 1968. Consta como de autoria de Martin Luther King a frase que diz: “Não há nada 
mais trágico neste mundo do que saber o que é certo e não fazê-lo. Que tal mudarmos o mundo 
começando por nós mesmos?” “Temos de aprender a viver todos como irmãos ou morreremos 
todos como loucos.”. Também consta como dele (Luther King) a frase: “Se algo não for feito, e com 
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pressa, para tirar as pessoas de cor do mundo de seus longos anos de pobreza, seus longos anos de 
mágoa e negligência, o mundo inteiro está condenado.”. Registrado que Martin Luther King 
discursou mais de duas mil vezes durante sua vida, sendo que em 28 de agosto de 1963 proferiu o 
histórico discurso “I Have a Dream” (“Eu tenho um sonho”) durante a Marcha em Washington por 
Empregos e Liberdade, nos Estados Unidos. Em relação ao referido sonho, Martin Luther King 
nunca quis menos do que um mundo melhor, onde não existisse racismo nem pobreza, onde os 
negros tivessem os mesmos direitos que os brancos, pudessem ter uma casa, salários dignos e 
pudessem frequentar escolas decentes. Na oportunidade do discurso I have a dream falou Luther 
King: “Digo-lhes, hoje, meus amigos, que apesar das dificuldades e frustrações do momento, ainda 
tenho um sonho. É um sonho profundamente enraizado no sonho americano. Eu tenho um sonho 
que um dia essa nação levantar-se-á e viverá o verdadeiro significado da sua crença: 
Consideramos essas verdades como auto-evidentes que todos os homens são criados iguais.”. A sua 
trajetória foi breve, contudo Luther King desempenhou papel fundamental na luta pelo fim da 
segregação legal e racial de cidadãos afro-americanos nos Estados Unidos. Luther King foi 
determinante para a criação da Lei dos Direitos Civis de 1964 e da Lei dos Direitos de Voto de 1965 
no país. Martin Luther King ganhou o Prêmio Nobel da Paz em 1964, aos 35 anos de idade pelo 
combate à desigualdade racial e ao racismo. Registrado que Malcolm Little, mais conhecido como 
Malcolm X, foi ativista afro-americano que atuou em defesa dos direitos da comunidade afro￾americana durante a era americana dos movimentos dos direitos civis. Malcolm X atuou nas 
décadas de 1950 e 1960. Pertenceu a uma organização afro-americana de orientação religiosa 
islâmica conhecida como Nação do Islã, pela qual atuou durante vários anos. Na ocasião Valdmix 
Silva afirmou que Malcolm X foi muçulmano e defendia a luta pelos direitos dos negros de forma 
mais brusca, de forma mais rústica, mas que estava lá defendendo a causa, conforme disse. Afirmou 
que das boas lideranças devem ser seguidos os exemplos. Valdmix Silva afirmou ter um quadro seu 
(Valdimix) feito, também, pelo artista pintor Edgar Santana e que encontra-se no recinto da sede do 
Cepasa. Valdmix lembrou ser conhecedor da história de São Vicente de Paulo e que, por isso, tenta 
imitá-lo em um mínimo que seja. Asseverou que essas lideranças trazem o exemplo da dinâmica de 
encorajamento para fazer com que as pessoas possam lutar para conseguir como eles lutaram e 
conseguiram. Valdmix afirmou que “estamos vivos, que temos força, que temos voz, que temos 
palavras e que devemos estar dispostos para a luta pelos nossos direitos,”, conforme disse dando 
como exemplo a realização desta Reunião Solene em homenagem ao Dia Nacional da Consciência 
Negra e em reconhecimento e homenagem às pessoas que fundaram e dão continuidade no 
Movimento Negro de Unai. Registrado que em 2011 a Lei n.º 12.519, de 10 de novembro de 2011,
oficializou o dia 20 de novembro como Dia Nacional de Zumbi e Dia da Consciência Negra, data 
do falecimento do líder negro Zumbi dos Palmares. Até há poucos poucos dias antes da realização 
desta solenidade o dia 20 de novembro era feriado, apenas, em alguns estados do Brasil, sendo eles: 
Mato Grosso, Rio de Janeiro, Alagoas, Amazonas, Amapá e São Paulo. A Lei n.º 14.759, de 21 de 
dezembro de 2023, declarou como feriado nacional o dia 20 de novembro, para a celebração do 
Dia Nacional de Zumbi de Palmares e do Dia da Consciência Negra. Dando prosseguimento 
Valdmix Silva lembrou da recente lei nacional sancionada em homenagem a Zumbi de Palmares e 
ao Dia da Consciência Negra. Na ocasião Valdmix registrou a sua gratidão ao Ex-Parlamentar desta 
Casa, senhor Wagner de Campos, lembrnado que o Município de Unaí, há tempos, tem a Lei n.º 
2.029, de 4 de junho de 2002, de iniciativa do Ex-Vereador Wagner de Campos, popular Waguinho, 
que criou a Semana Municipal da Consciência Negra, cujas comemorações passaram a ser 
realizadas todos os anos na semana em que ocorrer o dia 20 de novembro, Dia Nacional da 
Consciência Negra, passando a constar no calendário comemorativo oficial do Município de Unaí. 
Valdmix Silva afirmou ser negro. Disse da importância de as pessoas conhecerem as suas origens. 
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Afirmou a sua felicidade de ter começado a caminhar e ver a importância de compreender a sua 
origem, até memso para poder passar para seus filhos e futuros netos. Afimou a importância de 
continuarem caminhando e lutando, mesmo com pouca força e com limitações. Colocou-se à 
disposição para lutar pela causa do povo negro. Rogou benção de Deus a todos. Interveio o 
Secretário Geral desta Casa, senhor Thiago Martins justificando a necessidade de ausentar-se do 
recinto. Contudo, antes de sair, e depois de ouvir o discurso do Vereador Valdmix Silva sobre a 
Semana da Consciência Negra, e para acabar com a discussão levantada para saber qual o preto 
mais bonito do grupo do Movimento Negro de Unaí no aplicativo do Whatsapp, Thiago Martins 
sugeriu a promoção, por intermédio do Poder Público de Unaí, na semana da Consciência Negra, do 
concurso do Mister Negro mais bonito de Unaí e da Miss Negra mais bonita, conforme disse
deixando proposta a ideia de realização do evento. Neste instante o Cerimonial leu justificativa de 
ausência da Secretária Municipal de Desenvolvimento Social e Cidadania de Unaí, senhora 
Cláudia Maria de Oliveira. Neste instante houve um momento artístico com a apresentação de 
coreografia por parte do Grupo Black Dance Style. Na ocasião houve a apresentação da dança 
poping, uma das danças da cultura afro estadounidense, braço do hip hop. Em seguida o Vereador 
Valdmix Silva pediu desculpas por ter esquecido de mencionar o Grupo Black Dance Style. Disse 
de sua gratidão e de sua simpatia para com o Grupo. Reconheceu e agradeceu ao Grupo Black 
Dance Style pela sua presença e participação nesta Reunião Solene. Na ocasião, também, agradeceu 
à sua assessoria de gabinete, servidores e demais trabalhadores que empenharam esforços e 
colocaram-se à para a realização desta solenidade. Solenidade: o Cerimonial deu início à 
solenidade de entrega de certificados. Ao convite, de início, posicionaram-se ao centro do plenário e 
procederam à entrega dos primeiros certificados: o Vereador Valdmix Silva e o Vereador Paulo 
Arara. Na oportunidade receberam o reconhecimento público, homenagem pelo Dia da Consciência 
Negra e certificado de relevantes trabalhos desenvolvidos em Unaí (MG) as seguintes pessoas: 1) 
Marta Pereira de Oliveira; 2) Professor Arlindo Marques Salatiel. A partir deste instante Marta 
Pereira e o Professor Arlindo Salatiel juntaram-se aos Vereadores Valdmix Silva e Paulo Arara e 
deram continuidade nas entregas dos certificados, quando, na ocasião, também, foram 
homenageadas: 3) Aline Silva Oliveira Gonçalves; 4) Andreia Pereira dos Santos; 5) Angela Maria 
de Oliveira; 6) Aparecida Rosângela Cardoso; 7) Eliana Félix Cotrim; 8) Ésio Wilson Levino de 
Araújo; 9) Geralda Barbosa Costa; 10) Geralda Pereira; 11) José Batista Luna; 12) José Pereira do 
Rosário; 13) Lilian Vieria Borges (mãe) e os filhos: Laila Borges Calazans e Lucas Borges 
Calazans; 14) Maria Cristina de Souza; 15) Maria Pereira dos Santos; 16) Paulo Eugênio Pereira 
dos Santos; 17) Rodrigo Santiago Rosa de Jesus; 18) Sâmia Maria de Oliveira Salatiel; 19) Valdir
Jacinto da Silva; e 20) Zilene de Jesus Silva. Registrado que, embora não estivessem presentes nesta 
solenidade, também, compõem o Movimento Negro de Unaí: Emília Mendes Teixeira; Jeorge Tadeu 
Cardoso; Josefa Pereira dos Santos; Juliana Soares Cardoso; Luciene Barbosa Cardoso; Maria 
Cristina de Sousa; Maria Mirtes de Paula; Marilda Pires Maciel; Matilde Rosa; Pedro Ueverton dos 
Santos Pereira; e Waldisom Jacinto Da Silva. Houve salva de palmas para as pessoas homenageadas 
e registro de foto coletiva. Em considerações finais o Vereador Valdmix Silva, novamente, reiterou 
a sua gratidão a todos. Parabenizou e agradeceu às pessoas homenageadas. Agradeceu ao Grupo de 
dança Black Dance Style pelo apoio e cooperação. Encerramento: o senhor Vice-Presidente,
Vereador Valdmix Silva (PSDB), convidou a todos para a 40ª Reunião Ordinária da 3ª Sessão 
Legislativa da 19ª Legislatura, a ser realizada no dia 4 de dezembro de 2023 (segunda-feira), às 14h, 
neste Plenário Vereador Antônio Pereira dos Santos do Palácio José Vieira Machado, sede do Poder 
Legislativo do Município de Unaí (MG) e, às 21h12min, declarou encerrada esta Reunião. Vereador
Edimilton Andrade (União Brasil) (_____________________), Presidente. Vereador Paulo Cesar 
Rodrigues (_____________________), Segundo Secretário. -.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.

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pauta #

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EDITAL N.º 74, DE 29 DE NOVEMBRO DE 2023.
Dispõe sobre a convocação dos membros da Câmara 
Municipal de Unaí para Reunião Solene da 3ª Sessão 
Legislativa da 19ª Legislatura.
O PRESIDENTE DA CÂMARA MUNICIPAL DE UNAÍ, Estado de Minas 
Gerais, no uso das atribuições que lhe confere o parágrafo 2º do artigo 16 da Resolução n.º 195, de 
25 de novembro de 1992, c/c a alínea “a” do inciso II do artigo 80 do mesmo diploma legal;
CONSIDERANDO o Requerimento n.º 718/2023, de autoria do Vereador Valdmix 
Silva (PSDB) e Outros, aprovado em reunião plenária, nesta data; 
RESOLVE:
I – convocar os membros da Câmara Municipal de Unaí para a Reunião Solene da 3ª 
Sessão Legislativa da 19ª Legislatura, a ser realizada dia 30 de novembro de 2023, quinta-feira, às 
19h, no Plenário Vereador Antônio Pereira dos Santos, sede deste Poder Legislativo, em 
homenagem ao Dia Nacional da Consciência Negra, comemorado anualmente no dia 20 de 
novembro.
Registre-se, publique-se, cumpra-se. 
Unaí, 29 novembro de 2023; 79º da Instalação do Município.
VEREADOR EDIMILTON ANDRADE
Presidente

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