| Tipo | Reunião Solene |
|---|---|
| Número / Ano | 12 |
| Date | 2023-11-30 |
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1 ATA DA 12ª REUNIÃO SOLENE DA 3ª SESSÃO LEGISLATIVA DA 19ª LEGISLATURA DA CÂMARA MUNICIPAL DE UNAÍ, REALIZADA EM 30 DE NOVEMBRO DE 2023. ..... Aos trinta dias do mês de novembro do ano de dois mil e vinte e três de Nosso Senhor Jesus Cristo, no Plenário Vereador Antônio Pereira dos Santos do Palácio José Vieira Machado, sede do Poder Legislativo do Município de Unaí (MG), situado na Avenida Governador Valadares, n.º 594, Centro desta cidade, foi realizada a 12ª Reunião Solene da 3ª Sessão Legislativa da 19ª Legislatura da Câmara Municipal de Unaí (MG), Reunião em homenagem ao Dia Nacional da Consciência Negra, comemorado, anualmente, no dia 20 de novembro. Presidência: Vice-Presidente Vereador Valdmix Silva (PSDB). Horário de Início: 19h25min. O Cerimonial fez a acohida e deu as boasvindas ao público e entre outras informações afirmou ao público que esta solenidade estava sendo realizada em atendimento ao Requerimento n.º 718/2023, de autoria do Vereador Valdmix Silva (PSDB). Compuseram a Mesa de Honra: I – o Vice-Presidente desta Câmara Municipal de Unaí (MG), Vereador Valdmix Silva (PSDB); II – o Vereador Paulo Arara (PSD); III – o Ex-Vereador e atual Secretário Geral desta Casa, senhor Thiago Rodrigues Martins; IV – a senhora Marta Pereira de Oliveira, fundadora do Movimento Negro de Unaí (MG); e V – o Professor Arlindo Marques Salatiel, atual responsável pelo Movimento Negro de Unaí (MG). Abertura: o senhor Presidente declarou aberta esta 12ª Reunião Solene da 3ª Sessão Legislativa da 19ª Legislatura da Câmara Municipal de Unaí (MG), sob a proteção de Deus e em nome do Povo unaiense iniciou os trabalhos. Em manifestações iniciais o senhor Presidente acolheu e deu as boas-vindas a todos. Rogou bençãos de Deus sobre esta Reunião Solene. Disse ser uma solenidade de gratidão e de impulsionamento ao Dia da Consciência Negra e afirmou que, certamente, todos os presentes aprenderiam um pouco mais sobre o Movimento Negro. Em momento cívico legislativo houve a execução do Hino Nacional Brasileiro. Em seguida, ao convite o senhor Alex Alves, Assessor do Gabinete Parlamentar do Vereador Valdmix Silva (PSDB) procedeu à leitura de texto bíblico, retirado da Carta do Apóstolo Paulo aos Romanos, Capítulo 12, Versículos 5 ao 16. Em seguida manifestaram os componentes da Mesa de Honra: No uso da palavra a senhora Marta Pereira de Oliveira afirmou ser grandiosa a mensagem passada no conteúdo do texto bíblico lido. Afirmou ter passado muito do que é fazer parte de uma caminhada, ser liderança e ter participação. Disse ficar grata quando falam da sua pessoa, mas fica, ainda mais grata, quando vê presentes nesta Renião toda a sua família, a família do Professor Arlindo Salatiel e muitas outras famílias que foram fundadores, que foram aqueles que fizeram o trabalho para estarem nesta solenidade como pessoas que caminharam em defesa de sua cor. Marta Pereira asseverou que teve um tempo em que, por muitas vezes, as pessoas tinham que esconder como pudessem que eram negras. Tinha que ser moreno ou morena para poder não dar a identidade completa. Afirmou ter sido aceito com gratidão o convite feito por esta Câmara Municipal de Unaí para participarem desta solenidade em homenagem ao Dia da Consciência Negra. Agradeceu ao Vereador Valdmix Silva pela iniciativa da realização desta Reunião Solene e a todos todos os servidores desta Casa que sempre os acolheram com reconhecimento, educação e respeito. Marta Pereira afirmou agradecer considerando os acontecimentos e os primeiros passos dados nos anos de 1980 em Unai (MG) e a busca de muitas pessoas, atualmente, em rever fatos ocorridos no sentido de reconhecer que negro tem vida, que negro tem condições de trabalhar e viver em comunidade. Afirmou que o negro só o reconhecimento de que tinha condições de só e simplesmente de ser mandado. Afirmou que, em sendo o trabalho feito, nem era considerado como trabalho e, se era trabalho bem feito não era considerado como trabalho que tinha sido feito por um negro, conforme disse. Marta Pereira afirmou lembrar-se dessa caminhada daquilo que fizeram em termos de fatos, de eventos e de anos, e que, por isso estava agradecendo por esta solenidade. Agradeceu pelo reconhecimento de sua pessoa (Marta) e pelo reconhecimento da caminhada dos fundadores e atuais membros integrantes 2 do Movimento Negro de Unaí. Ao dizer sobre as atividades do Movimento Negro nas redes sociais eletrônicas disse não entender muito das tecnologias modernas (referindo-se a smartphone e aplicativos de mensagens instantâneas), mas que procura saber e as pessoas lhe falam e ensinam a respeito e assim mantém-se informada sobre e acompanha as ações do Movimento. Afirmou receber mensagens do grupo social de negros que foi organizado pelo trabalho do Professor Arlindo. Marta Pereira afirmou ser do tempo, dos anos da década de 1980, em que o negro, ainda, queria ser reconhecido como pessoa, como gente, queria ter direito de viver, queria ter direitos na vida e, ainda, queria o direito de participação. Afirmou ser muito gratificante saber que marcaram por aquilo que passaram e fizeramnos primeiros anos de caminhada de organização e de conscientização da causa negra. Agradeceu por poder viver, ver e participar deste momento que estavam vivendo. Agradeceu ao Professor Arlindo Salatiel por ter aceito e pegado esse bastão da representatividade do Movimento Negro de Unaí. Marta Pereira afirmou ter, atualmente, paralisia facial. Afirmou ter dito ao seu médico que o seu diagnóstico é o cansaço da busca pelas pessoas, da busca por pessoas de idade para dar, para passar, experiência; cansaço da busca por jovens para poder dar continuidade na causa do Movimento Negro; cansaço da busca por crianças para passar a elas a consciência de ter prazer de ser negra. Marta Pereira relatou ter visto acontecer, muitas vezes, o fato de criança negra chegar na escola e ouvir da professora a afirmação de que não, que criança negra não ficaria naquela sala, porque ela (professora) não gostava de pessoa negra. Marta Pereira finalizou agradecendo ao Vereador Valdmix Silva por esta solenidade e a todos pela presença. Manifestou o Professor Arlindo Marques Salatiel, momento em que disse de sua honra e satisfação em ser afrodescendente brasileiro. Agradeceu a Deus o privilégio de ter nascido preto, por ser uma missão, posto que, quando se fala do negro o que vem à mente é o escravo, conforme disse. Neste instante o Professor Arlindo Salatiel fez apresentação multimídia contendo breve resumo da história da ancestralidade dos negros. Arlindo Salatiel afirmou que o povo negro veio do outro lado do Oceano Atlântico. Mostrou um mapa do continente africano onde, atualmente, ainda existem várias etnias de negros africanos. Mostrou gravuras com imagens de negros. Apontou para características próprias do povo negro. Afirmou que o continente africano é composto de vários povos de etnias diferentes, sendo que a cor da pele é a mesma, mas que há línguas e costumes diferentes. Mostrou imagem de uma típica família africana, onde não havia cabanas, mas, sim um povo africano de elite, com a mesa farta, com rei, rainhas, príncipes, músicos, crianças e animais, posto que assim era o povo africano, conforme disse. Arlindo Salatiel afirmou que houve um determinado momento em que instalou-se desentendimento e guerra entre eles (povos africanos), com lutas por melhores terras mas, que, no final essas próprias tribos que guerreavam casavam o príncipe de uma com a princesa da outra e passavam a ser uma família e que nesse momento aconteceu algo sério, que foi a divisão é o colonialismo, onde eles entenderam que deviam prender os guerreiros e não matá-los mas e vender e trocar por cachaça, por fumo e outros produtos, etc. Arlindo Salatiel afirmou que as principais tribos africanas que vieram compor as Américas foram os bantos e os sudaneses e que dentro desses grupos havia divisões étnicas, sendo que os bantos dividiam-se em vários, assim como os índios brasileiros dividiam-se em Tupi, Tupi Guarani e em outros grupos, também entre a ancestralidade dos negros brasileiros. Continuando Arlindo Salatiel disse acreditar ser, provavelmente, descendente do grupo dos bantos pelo fato de eles terem chegado ao Brasil e depois do Rio de Janeiro terem vindo para a região de Minas Gerais. Afirmou que, ao que tudo indica, os primeiros negros a aportar no Brasil vieram na Armada, na esquadra, de Martim Afonso de Souza e que, após esses, outros mais vieram e que foram milhões e milhões de negros africanos que chegaram a Salvador (BA) para construir a cidade de Salvador. Arlindo Salatiel afirmou que serviço de preto dura muito tempo, além de construções da cidade de Salvador, capital do Estado da Bahia, citou como construções que não caem, que não desmoronam, casarões 3 de 2.300 anos da cidade de Paracatu (MG), a 100 Km de Unaí. Prosseguindo afirmou que milhares de outros negros vieram para o Brasil durante dois séculos e meio e que o latifúndio era o latifúndio monocultor. Afirmou que no Brasil os negros para os portugueses eram viáveis, porque não tinham (os portugueses) como pagar ninguém, sendo que não queriam vir (os portugueses) para o Brasil para trabalhar, mas queriam vir para poder enriquecer, o que era uma situação muito complicada, posto que o capitalismo, ainda era nascente no mundo e eles não tinham como pagar os trabalhadores. Assim, a vinda dos negros para as terras brasileiras aconteceu logo depois do descobrimento do Brasil, sendo que Portugal já dominava vários arquipélagos, dominava várias regiões do norte da África e detinha o monopólio do comércio dos escravos e sendo que, também, entregavam esses escravos para os negreiros, pessoas que praticavam o tráfico de negros. Isso transformou-se numa fonte de acumulação incalculável, transformando os negros africanos em escravos, Portugal aprovava esse comércio de escravos desde o século XV. Professor Arlindo Salatiel lembrou que, quando os negros chegavam no Brasil, essas diversas tribos compostas por diversas etnias eram misturadas, bantos com sudaneses e negros de línguas e de costumes diferentes para não se organizarem em revoltas e nem poderem promover motins. Nesse contexto os negros não sabiam falar outras línguas, mas tiveram que aprender a falar português. Lembrou que havia castigos corporais terríveis, que era comum e permitidos por Reis e pela Igreja Católica. Lembrou que a Lei da época regulava como deveriam ser castigados os negros escravos, sendo que, depois de muito açoitado, o senhor mandava picar o escravo com navalha ou faca e com corte de tal forma e que ali colocavam sal, sumo de limão e urina para doer mais e também para não infeccionar, além de submeter a alguns dias na corrente e sendo que a negra fêmea, também, era açoitada dentro de casa com o mesmo açoite. Foi mostrada pela gravura do fundo de um navio como era que os negros escravos ficavam, na maioria das vezes acorrentados, sendo que tinha um buraco para poderem tomar banho de sol ou ficavam no convés tomando sol e em outras partes do navio, deitados e acorrentados. Professor Arlindo Salatiel afirmou que veio o tempo em que negros escravos revoltaram-se e que houve a resistência. Passaram a não aceitar a escravidão. Eram negros livres. Eram negros proprietários de terra. Existiam no meio desses que vieram para o Brasil negros médicos, Engenheiros etc. O Professor enalteceu o conhecimento e a capacidade de tirar ouro debaixo da terra, cultura e conhecimento de engenharia de mais de 2000 anos antes de Cristo que os negros tinham e já faziam isso na África e fizeram no Brasil: em São João Del Rei; Mariana; em Ouro Preto e em Paracatu, todas essas cidades de Minas Gerais. Afirmou que ao fugirem do latifúndio, os negros escravos, também aí, organizaram-se como resistência em aldeamentos de negros, nos chamados quilombos. Afirmou que, nessa época, os escravos negros fugiam da fazenda. Queimavam a fazenda, matavam os donos dessas fazendas, mas que, entre eles, havia o chamando banzo que era uma doença que, atualmente conhecida por depressão, era uma tristeza profunda (muitas das vezes de saudade de sua terra natal) pela qual a pessoa perdia a vida, morria (suicidavase). Continuando o Professor Arlindo Salatiel afirmou que havia várias formas de resistência à escravidão. Lembrou que, de entre os quilombos, o mais duradouro foi o Quilombo de Palmares, que durou vários anos e sendo que foram várias as discussões para poder tentar derrotá-los e não conseguiam. Afirmou que esses negros que viviam em aldeamentos, chamados de quilombos, viviam comunitariamente e sendo que nesses quilombos não estavam somente negros mas tinha brancos pobres e índios pobres, que viviam ali porque a vida era levada de forma comunitária, o que, segundo afirmou o Professor, até hoje causa muitos sustos quando a pessoa tá vivendo comunitariamente; negociavam com as aldeias vizinhas com milho, feijão, mandioca, banana, cana de açúcar e etc. Registrado que o Quilombo dos Palmares, onde viveu Zumbi dos Palmares, está localizado na Serra da Barriga, no Município de União dos Palmares, no Estado de Alagoas. O Quilombo dos Palmares foi um dos maiores quilombos da história da escravidão no Brasil, surgindo 4 no final do século XVI. O Quilombo dos Palmares foi formado por escravizados fugidos de fazendas de Pernambuco e que se espalharam por territórios que, atualmente, correspondem a Alagoas e Pernambuco. Zumbi foi o último líder do Quilombo dos Palmares e é considerado um símbolo da resistência negra contra a escravidão e a opressão. O dia 20 de novembro, dia de sua morte, (20 de novembro de 1695), é lembrado como o Dia da Consciência Negra, sendo que o Quilombo dos Palmares é, atualmente, um patrimônio internacional e um destino turístico cada vez mais procurado para visita no Brasil. Professor Arlindo Salatiel afirmou que Zumbi de Palmares, desde criança foi capturado; que Zumbi de Palmares foi criado por um padre; que Zumbi de Palmares sabia falar latim e grego; que Zumbi de Palmares era uma pessoa letrada e um grande guerreiro. Arlindo Salatiel reiterou que foi no Quilombo de Palmares o lugar onde os negros escravos conseguiam recuperar a dignidade humana, a sua dignidade. Afirmou que o Movimento da Consciência Negra está aí e une casos de discriminação, casos de preconceito racial que não param de acontecer no Brasil e no mundo. Em seguida, sem dar detalhes, Arlindo Salatiel mencionou que em Unaí (MG), recentemente, aconteceram fatos de discriminação e preconceito racial em loja da rede de cosméticos Boticário e, também, na Agência da Caixa Econômica Federal (em Unaí), sendo que esses foram os casos que ficaram em maior evidência nos últimos anos por terem saído na mídia. Asseverou que foi diante destes casos que muitas pessoas viram a necessidade de reestruturar o Movimento da Consciência Negra em Unaí, para buscar igualdade social, para buscar esse sentimento de pertencimento. Diante de todo o exposto, o Professor Arlindo Salatiel asseverou serem essas as razões de muitas pessoas estarem presentes para participarem desta Reunião Solene que aborda sobre a consciência negra. Ao lamentar a ausência de muitas da pessoas que compõem o seu grupo nas redes sociais eletrônicas como o WhatsApp e Instagram o Professor Arlindo Salatiel afirmou que várias coisas podem ter acontecido mas que, na maioria das vezes é a falta de entendimento e de aceitação do seu pertencimento. Asseverou a fala de que, diante disso, o Movimento de Consciência Negra que pense, discuta e lute por políticas públicas de desconstrução do racismo estrutural, presente na sociedade, garantindo assim uma maior presença do negro no mercado de trabalho, acolhimento, aconselhamento, aplicabilidade das leis contra o racismo e principalmente, aceitação, valorização e respeito à cultura afro como herança histórica do Brasil. O Professor afirmou que sobre tudo o que foi exposto e sobre as reclamadas ausências Dona Marta Pereira tem falado há mais de 40 (quarenta) anos. Afirmou que na ocasião em que Dona Marta Pereira criou o Movimento de Consciência Negra ela já era líder da Associação de Mulheres Trabalhadoras, sendo a Associação formada, basicamente, por mulheres pretas e sendo que dela surgiu várias Comunidades Eclesiais de Base – CEBs. Afirmou que a semente foi plantada. Lembrou que durante vários anos foi celebrada missa afro, oficina de turbantes, tranças entre outras programações. O Professor ressaltou que em 1988 participou de solenidade realizada no Convento de Unaí em homenagem ao Movimento de Consciência Negra. Registrou que em 2021 foi realizada reunão virtual onde cerca de cinquenta pessoas puderam participar de solenidade em homenagem à Consciência Negra. O Professor Arlindo Salatiel afirmou militar no Movimento Negro há anos e que a causa da Consciência Negra é trabalhada em sala de aula do pré-primário até o ensino médio. Registrou que, por esse motivo, Unaí já ganhou prêmios da Secretaria de Estado de Educação (MG) em Belo Horizonte (MG). O Professor Arlindo Marques Salatiel afirmou como sendo os atuais componentes dos cargos representativos do Movimento Negro de Unaí: a) Presidente: Arlindo Marques Salatiel; b) Vice- Presidente: Maria Mirtes de Paula; c) 1º Tesoureiro: Ésio Wilson Levino de Araújo; d) 2ª Tesoureira: Angela Maria de Oliveira; e) 1ª Secretaria: Sâmia Maria de Oliveira Salatiel; f) 2º Secretário: Elzivaldo (..); g) Diretora administrativa: Lilian Vieira Borges; e h) Conselheiro Deliberativo: Waldison Jacinto da Silva; Elaine Cristina Nery; e Sinderese Maria de Oliveira Salatiel; 1ª Suplente: Geralda Barbosa da Costa; 2° Suplente: 5 Daniel Pereira dos Santos; 3ª Suplente: Rosália Antônio dos Santos. O representante do Movimento Negro em Unaí, Professor Arlindo Salatiel, finalizou a sua fala agradecendo à Câmara Municipal de Unaí (MG) pelo reconhecimento e por esta solenidade de homenagem. Em seguida manifestou o Ex-Vereador e atual Secretário Geral desta Câmara Municipal de Unaí (MG), senhor Thiago Martins, momento em que disse de sua alegria pessoal em estar presente nesta solenidade. Agradeceu ao Professor Arlindo Salatiel pela aula de história, geografia, cultura e desenvolvimento social que foi dada a todos os presentes, conforme disse. Reiterou ser este um dia de muito aprendizado. Dirigiu palavras de congratulações e parabenizou Dona Marta Pereira, momento em que reconheceu a importância e o alcance da sua luta contra a desigualdade social e racial. Parabenizou o Vereador Valdmix Silva pela iniciativa desta solenidade. Desejou que ações como esta possam ser feitas com mais frequência em Unaí. Afirmou a importância do Dia da Consciência Negra posto que, infelizmente, a discriminação racial ainda persiste na nossa sociedade, na nossa cidade, no nosso estado e no nosso país, conforme disse. Afirmou que a sua felicidade é, ainda, maior por saber que no decorrer desta solenidade serão homenageadas pessoas que fundaram, fizeram e fazem parte do Movimento Negro de Unaí, continuando o legado deixado por Zumbi de Palmares na luta pela igualdade social. Thiago Martins disse da necessidade de discussão de pautas importantes como esta e como a da saúde, educação e segurança pública. Afirmou serem temas complexos, difíceis de serem discutidos, mas, que precisam ser enfrentados para que, depois das discussões, possam surgir ações de fato que dêem, realmente, oportunidade, por exemplo, de que gerações futuras não cresçam sob olhares preconceituosos. Thiago Martins lembrou terem sido discutidos, recentemente, neste mesmo Plenário, temas como segurança pública, segurança nas escolas, a importância da inclusão das pessoas com deficiência nas escolas, e, ainda, sobre violência doméstica. Enalteceu a pessoa de Dona Marta Pereira e a pessoa do Professor Arlindo Salatiel pela criação e continuidade o Movimento Negro em Unaí. Disse do seu desejo (Thiago) de que, não só esta Câmara Municipal de Unaí, mas, que, o Poder Público, por intermédio da Prefeitura Municipal, Secretaria Municipal de Educação e Secretaria Municipal de Cultura possam, também, debater e, acima de tudo, fazer ações para que nossa gente tenha cada vez mais dignidade, mais qualidade de vida e direito iguais. Finalizou suas palavras parabenizando o Vereador Valdmix Silva pela iniciativa e a todos pela presença e participação nesta solenidade. Manifestou o Vereador Paulo Arara, instante em que afirmou que sua família, do lado de sua mãe, é toda negra. Afirmou que seus três melhores amigos são negros e que tem muitos colegas que são negros. Agradeceu a presença de todos. Parabenizou Dona Marta Pereira e ao Professor Arlindo Salatiel. Afirmou que não deve ser olhada a cor, mas, sim deve ser olhada a pessoa. Afirmou que, atualmente, o maior problema de Unaí é a saúde pública. Ressaltou a necessidade da prevenção a problemas de saúde e a importância da conscientização das pessoas. Parabenizou o Vereador Valdmix Silva pela iniciativa desta solenidade e a todos pela presença e participação. Em seguida manifestou o Vereador Valdmix Silva ocasião em que rogou que suas palavras fossem fruto da graça de Deus. Novamente, cumprimentou e parabenizou o Professor Arlindo Salatiel pelo tanto que tem feito por Unaí. Valdmix afirmou que, na condição de pessoa negra, sempre ouve com atenção a fala do Professor Arlino Salatiel. Asseverou não saber de tudo, mas que o pouco que sabe em relação ao povo negro, sobre a consciência e sobre o Movimento Negro aprendeu com o Professor Arlindo. Afirmou que poderia saber mais a respeito, porém por não estar buscando esse autoconhecimento, que como uma pessoa negra, tem que, realmente, conhecer até para poder defender, conforme disse. Disse da importância de sua presença e enalteceu a pessoa da Dona Marta Pereira. Agradeceu ao Vereador Paulo Arara e ao Secretário Geral desta Casa, senhor Thiago Martins, momento em que lamentou a ausência dos demais Vereadores desta Casa à esta solenidade. Disse da iniciativa e do esforço empenhado para ver a realização desta solenidade, já desde o ano 6 passado. Afirmou acompanhar o grupo do Movimento Negro de Unai na rede social eletrônica do aplicativo Whatsapp. Afirmou ficar alegre quando vê aumentar o número de pessoas participantes do Movimento na rede social eletrônica. Reiterou ser um povo bonito. Ao seu convite houve salva de palmas ao povo e ao Movimento Negro de Unaí. Neste instante o Vereador Valdmix Silva floreou a sua concepção de autoestima com piadas, quando, entre outras afirmações, disse olhar-se todo dia no espelho se apreciando e que, além de ser o último a sair, sai de sua casa afirmando ser bonito para todos. Afirmou que, para se valorizar, passa perfume, até, para dormir, sendo que ao ser questionado pela sua esposa sobre qual o motivo do uso do perfume para dormir afirma sempre ser amor próprio. Asseverou ter de ser assim: que as pessoas têm de se amar. Reiterou a sua gratidão ao Professor Arlindo Salatiel. Cumprimentou, agradeceu, nominalmente e dirigiu palavras de congratulações à muitas das pessoas presentes no recinto do Plenário. Voltando às palavras de brincadeira, Valdmix Silva afirmou participar de muitos grupos de redes sociais eletrônicas, principalmente, pelo aplicativo Whatsapp. Afirmou que fala pouco ou quase nada, mas que lê todas as postagens; que ouve os áudios e que por aquele Grupo da referida rede social aprendeu muita coisa relacionada à pessoa e ao povo negro, referindo-se ao grupo do Movimento Negro de Unaí. Valdmix afirmou que, como todo grupo de Whatsapp têm pessoas que falam mais, pessoas que falam menos. Lembrou que no grupo do Movimento Negro de Unaí tem pessoas que disputam, sempre dizendo serem a pessoa mais bonita do grupo. Valdmix disse se questionar sobre se é, realmente, essa ou aquela pessoa a mais bonita do grupo e que chega a pensar em entrar nessa disputa para ver se tem algum voto. Pediu que todos olhassem para o Tenente Ésio, senhor Ésio Wilson Levino de Araujo, presente no recinto do Plenário, momento em que afirmou ser o Tenente Ésio uma das pessoas que sempre está no grupo falando ser ele (Ésio) o preto mais bonito no grupo do Movimento Negro no aplicativo Whatsapp. Valdmix propôs uma votação para saberem, então, qual o preto mais bonito e propôs que as mulheres, também, fizessem votação lá, no âmbito do referido grupo no Whatsapp. Afirmou ser uma brincadeira, mas que seria engraçada a eleição. Valdmix reiterou ter aprendido muito e ter trago para a sua vida. Reiterou a sua gratidão, a sua alegria e felicidade em poder realizar esta solenidade. Ao abordar sobre racismo comentou ter sofrido, pessoalmente, mas que tem ‘o couro grosso’, conforme disse pedindo desculpas pela expressão. Afirmou não se importar de como o chamam, seja de preto, seja de negro, mas que há ocasiões nas quais a pessoa tem de defender-se ou acaba sendo humilhada. Valdmix narrou caso de racismo ocorrido com a sua pessoa há cerca de vinte e seis anos. Comentou, ainda, outro caso ocorrido mais recente, na oportunidade em que colocou o seu nome para concorrer ao cargo de Presidente desta Casa pela primeira vez. Afirmou que quando isso acontece sua esposa, filhos, familiares e amigos ficam aborrecidos, mas que pessoalmente, não chateia-se. Contextualizou afirmando no sentido de que a pessoa deve preparar-se e abter conhecimentos e argumentos para usar em autodefesa. Reiterou agradecimentos ao Professor Arlindo Salatiel por conhecimentos lhe passados. Continuando Valdmix Silva agradeceu ao senhor Ildeu Pereira da Silva, representante do Centro Polivalente de Atividades Sociais, Culturais e Ambientais – Cepasa – por ter emprestado o quadro de Martin Luther King Junior e o quadro de Malcolm Little (Malcom X), que estavam expostos no recinto do Plenário. Na ocaisão Valdmix lembrou que Martin Luther King foi evangélico (foi pastor batista), líder pacifista, ativista político estadunidense que se tornou a figura mais proeminente e líder do movimento que defendia princípios de liberdade e igualdade e a conquista de direitos civis e o fim do preconceito racial nos Estados Unidos de 1955 até seu assassinato em 1968. Consta como de autoria de Martin Luther King a frase que diz: “Não há nada mais trágico neste mundo do que saber o que é certo e não fazê-lo. Que tal mudarmos o mundo começando por nós mesmos?” “Temos de aprender a viver todos como irmãos ou morreremos todos como loucos.”. Também consta como dele (Luther King) a frase: “Se algo não for feito, e com 7 pressa, para tirar as pessoas de cor do mundo de seus longos anos de pobreza, seus longos anos de mágoa e negligência, o mundo inteiro está condenado.”. Registrado que Martin Luther King discursou mais de duas mil vezes durante sua vida, sendo que em 28 de agosto de 1963 proferiu o histórico discurso “I Have a Dream” (“Eu tenho um sonho”) durante a Marcha em Washington por Empregos e Liberdade, nos Estados Unidos. Em relação ao referido sonho, Martin Luther King nunca quis menos do que um mundo melhor, onde não existisse racismo nem pobreza, onde os negros tivessem os mesmos direitos que os brancos, pudessem ter uma casa, salários dignos e pudessem frequentar escolas decentes. Na oportunidade do discurso I have a dream falou Luther King: “Digo-lhes, hoje, meus amigos, que apesar das dificuldades e frustrações do momento, ainda tenho um sonho. É um sonho profundamente enraizado no sonho americano. Eu tenho um sonho que um dia essa nação levantar-se-á e viverá o verdadeiro significado da sua crença: Consideramos essas verdades como auto-evidentes que todos os homens são criados iguais.”. A sua trajetória foi breve, contudo Luther King desempenhou papel fundamental na luta pelo fim da segregação legal e racial de cidadãos afro-americanos nos Estados Unidos. Luther King foi determinante para a criação da Lei dos Direitos Civis de 1964 e da Lei dos Direitos de Voto de 1965 no país. Martin Luther King ganhou o Prêmio Nobel da Paz em 1964, aos 35 anos de idade pelo combate à desigualdade racial e ao racismo. Registrado que Malcolm Little, mais conhecido como Malcolm X, foi ativista afro-americano que atuou em defesa dos direitos da comunidade afroamericana durante a era americana dos movimentos dos direitos civis. Malcolm X atuou nas décadas de 1950 e 1960. Pertenceu a uma organização afro-americana de orientação religiosa islâmica conhecida como Nação do Islã, pela qual atuou durante vários anos. Na ocasião Valdmix Silva afirmou que Malcolm X foi muçulmano e defendia a luta pelos direitos dos negros de forma mais brusca, de forma mais rústica, mas que estava lá defendendo a causa, conforme disse. Afirmou que das boas lideranças devem ser seguidos os exemplos. Valdmix Silva afirmou ter um quadro seu (Valdimix) feito, também, pelo artista pintor Edgar Santana e que encontra-se no recinto da sede do Cepasa. Valdmix lembrou ser conhecedor da história de São Vicente de Paulo e que, por isso, tenta imitá-lo em um mínimo que seja. Asseverou que essas lideranças trazem o exemplo da dinâmica de encorajamento para fazer com que as pessoas possam lutar para conseguir como eles lutaram e conseguiram. Valdmix afirmou que “estamos vivos, que temos força, que temos voz, que temos palavras e que devemos estar dispostos para a luta pelos nossos direitos,”, conforme disse dando como exemplo a realização desta Reunião Solene em homenagem ao Dia Nacional da Consciência Negra e em reconhecimento e homenagem às pessoas que fundaram e dão continuidade no Movimento Negro de Unai. Registrado que em 2011 a Lei n.º 12.519, de 10 de novembro de 2011, oficializou o dia 20 de novembro como Dia Nacional de Zumbi e Dia da Consciência Negra, data do falecimento do líder negro Zumbi dos Palmares. Até há poucos poucos dias antes da realização desta solenidade o dia 20 de novembro era feriado, apenas, em alguns estados do Brasil, sendo eles: Mato Grosso, Rio de Janeiro, Alagoas, Amazonas, Amapá e São Paulo. A Lei n.º 14.759, de 21 de dezembro de 2023, declarou como feriado nacional o dia 20 de novembro, para a celebração do Dia Nacional de Zumbi de Palmares e do Dia da Consciência Negra. Dando prosseguimento Valdmix Silva lembrou da recente lei nacional sancionada em homenagem a Zumbi de Palmares e ao Dia da Consciência Negra. Na ocasião Valdmix registrou a sua gratidão ao Ex-Parlamentar desta Casa, senhor Wagner de Campos, lembrnado que o Município de Unaí, há tempos, tem a Lei n.º 2.029, de 4 de junho de 2002, de iniciativa do Ex-Vereador Wagner de Campos, popular Waguinho, que criou a Semana Municipal da Consciência Negra, cujas comemorações passaram a ser realizadas todos os anos na semana em que ocorrer o dia 20 de novembro, Dia Nacional da Consciência Negra, passando a constar no calendário comemorativo oficial do Município de Unaí. Valdmix Silva afirmou ser negro. Disse da importância de as pessoas conhecerem as suas origens. 8 Afirmou a sua felicidade de ter começado a caminhar e ver a importância de compreender a sua origem, até memso para poder passar para seus filhos e futuros netos. Afimou a importância de continuarem caminhando e lutando, mesmo com pouca força e com limitações. Colocou-se à disposição para lutar pela causa do povo negro. Rogou benção de Deus a todos. Interveio o Secretário Geral desta Casa, senhor Thiago Martins justificando a necessidade de ausentar-se do recinto. Contudo, antes de sair, e depois de ouvir o discurso do Vereador Valdmix Silva sobre a Semana da Consciência Negra, e para acabar com a discussão levantada para saber qual o preto mais bonito do grupo do Movimento Negro de Unaí no aplicativo do Whatsapp, Thiago Martins sugeriu a promoção, por intermédio do Poder Público de Unaí, na semana da Consciência Negra, do concurso do Mister Negro mais bonito de Unaí e da Miss Negra mais bonita, conforme disse deixando proposta a ideia de realização do evento. Neste instante o Cerimonial leu justificativa de ausência da Secretária Municipal de Desenvolvimento Social e Cidadania de Unaí, senhora Cláudia Maria de Oliveira. Neste instante houve um momento artístico com a apresentação de coreografia por parte do Grupo Black Dance Style. Na ocasião houve a apresentação da dança poping, uma das danças da cultura afro estadounidense, braço do hip hop. Em seguida o Vereador Valdmix Silva pediu desculpas por ter esquecido de mencionar o Grupo Black Dance Style. Disse de sua gratidão e de sua simpatia para com o Grupo. Reconheceu e agradeceu ao Grupo Black Dance Style pela sua presença e participação nesta Reunião Solene. Na ocasião, também, agradeceu à sua assessoria de gabinete, servidores e demais trabalhadores que empenharam esforços e colocaram-se à para a realização desta solenidade. Solenidade: o Cerimonial deu início à solenidade de entrega de certificados. Ao convite, de início, posicionaram-se ao centro do plenário e procederam à entrega dos primeiros certificados: o Vereador Valdmix Silva e o Vereador Paulo Arara. Na oportunidade receberam o reconhecimento público, homenagem pelo Dia da Consciência Negra e certificado de relevantes trabalhos desenvolvidos em Unaí (MG) as seguintes pessoas: 1) Marta Pereira de Oliveira; 2) Professor Arlindo Marques Salatiel. A partir deste instante Marta Pereira e o Professor Arlindo Salatiel juntaram-se aos Vereadores Valdmix Silva e Paulo Arara e deram continuidade nas entregas dos certificados, quando, na ocasião, também, foram homenageadas: 3) Aline Silva Oliveira Gonçalves; 4) Andreia Pereira dos Santos; 5) Angela Maria de Oliveira; 6) Aparecida Rosângela Cardoso; 7) Eliana Félix Cotrim; 8) Ésio Wilson Levino de Araújo; 9) Geralda Barbosa Costa; 10) Geralda Pereira; 11) José Batista Luna; 12) José Pereira do Rosário; 13) Lilian Vieria Borges (mãe) e os filhos: Laila Borges Calazans e Lucas Borges Calazans; 14) Maria Cristina de Souza; 15) Maria Pereira dos Santos; 16) Paulo Eugênio Pereira dos Santos; 17) Rodrigo Santiago Rosa de Jesus; 18) Sâmia Maria de Oliveira Salatiel; 19) Valdir Jacinto da Silva; e 20) Zilene de Jesus Silva. Registrado que, embora não estivessem presentes nesta solenidade, também, compõem o Movimento Negro de Unaí: Emília Mendes Teixeira; Jeorge Tadeu Cardoso; Josefa Pereira dos Santos; Juliana Soares Cardoso; Luciene Barbosa Cardoso; Maria Cristina de Sousa; Maria Mirtes de Paula; Marilda Pires Maciel; Matilde Rosa; Pedro Ueverton dos Santos Pereira; e Waldisom Jacinto Da Silva. Houve salva de palmas para as pessoas homenageadas e registro de foto coletiva. Em considerações finais o Vereador Valdmix Silva, novamente, reiterou a sua gratidão a todos. Parabenizou e agradeceu às pessoas homenageadas. Agradeceu ao Grupo de dança Black Dance Style pelo apoio e cooperação. Encerramento: o senhor Vice-Presidente, Vereador Valdmix Silva (PSDB), convidou a todos para a 40ª Reunião Ordinária da 3ª Sessão Legislativa da 19ª Legislatura, a ser realizada no dia 4 de dezembro de 2023 (segunda-feira), às 14h, neste Plenário Vereador Antônio Pereira dos Santos do Palácio José Vieira Machado, sede do Poder Legislativo do Município de Unaí (MG) e, às 21h12min, declarou encerrada esta Reunião. Vereador Edimilton Andrade (União Brasil) (_____________________), Presidente. Vereador Paulo Cesar Rodrigues (_____________________), Segundo Secretário. -.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.
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EDITAL N.º 74, DE 29 DE NOVEMBRO DE 2023. Dispõe sobre a convocação dos membros da Câmara Municipal de Unaí para Reunião Solene da 3ª Sessão Legislativa da 19ª Legislatura. O PRESIDENTE DA CÂMARA MUNICIPAL DE UNAÍ, Estado de Minas Gerais, no uso das atribuições que lhe confere o parágrafo 2º do artigo 16 da Resolução n.º 195, de 25 de novembro de 1992, c/c a alínea “a” do inciso II do artigo 80 do mesmo diploma legal; CONSIDERANDO o Requerimento n.º 718/2023, de autoria do Vereador Valdmix Silva (PSDB) e Outros, aprovado em reunião plenária, nesta data; RESOLVE: I – convocar os membros da Câmara Municipal de Unaí para a Reunião Solene da 3ª Sessão Legislativa da 19ª Legislatura, a ser realizada dia 30 de novembro de 2023, quinta-feira, às 19h, no Plenário Vereador Antônio Pereira dos Santos, sede deste Poder Legislativo, em homenagem ao Dia Nacional da Consciência Negra, comemorado anualmente no dia 20 de novembro. Registre-se, publique-se, cumpra-se. Unaí, 29 novembro de 2023; 79º da Instalação do Município. VEREADOR EDIMILTON ANDRADE Presidente