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materia nº 22/2024

Tipo Projeto de Decreto Legislativo
Número / Ano 22 / 2024
Date 2024-12-11
EmentaCONCEDE TÍTULO DE CIDADANIA HONORÁRIA VARGINHENSE, AO SENHOR DJALMA BARBOSA FARIA.
native_id3709

Autoria

Tramitação (latest 11)

DateStatusTurnoTexto
2024-12-20 Proposição arquivada — —
2024-12-19 Norma publicada — —
2024-12-18 Norma promulgada — —
2024-12-17 Aguardando promulgação da norma jurídica — —
2024-12-16 Proposição aprovada pelo Plenário em 2º turno — —
2024-12-16 Proposição aprovada pelo Plenário em 1º turno G —
2024-12-16 Proposição inclusa na Ordem do Dia G O vereador Joãozinho Enfermeiro requereu a dispensa dos interstícios legais para a deliberação do Projeto de Decreto Legislativo na presente sessão em 1ª e 2ª discussões e votações. O requerimento foi aprovado por todos os vereadores.
2024-12-16 Parecer favorável da comissão — —
2024-12-11 Proposição distribuída às Comissões — —
2024-12-11 Proposição apresentada em Plenário — —
2024-12-11 Proposição protocolada — —

Votações

DateResultadoSimNãoAbst.
2024-12-16T18:35:23.910303-03:00 Aprovado 15 0 0
2024-12-16T18:34:53.011849-03:00 Aprovado 15 0 0

Documents (1)

texto original #

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Projeto de Decreto Nº XX/2024









CONCEDE TÍTULO DE CIDADANIA HONORÁRIA VARGINHENSE







A Câmara Municipal de Varginha, Estado de Minas Gerais, por seus representantes aprova o seguinte







D E C R E T O   L E G I S L A T I V O:





Art. 1º Fica concedido ao SENHOR DJALMA BARBOSA FARIA, o Título de “CIDADANIA HONORÁRIA VARGINHENSE”, pelos relevantes serviços prestados à comunidade.



Art. 2º O Título de que trata o artigo anterior, será assinado pelos Senhores, Presidente da Câmara Municipal, Prefeito, Vice-prefeito e Vereadores.



Art. 3º Este Decreto Legislativo entra em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário.







Sala das Sessões da Câmara Municipal de Varginha,

 Em 11 de dezembro de 2024.











FERNANDO GUEDES OLIVEIRA - Dr. Guedes

Vereador





























JUSTIFICATIVA





“Soledade” – tão mineira, que assumiu como sobrenome a locução adjetiva gentílica de Minas para torná-la única, diferente de outras Soledades, como a vizinha Soledade de Itajubá, atual Delfim Moreira, e as demais cidades situadas no Rio Grande do Norte, no Rio Grande do Sul, na Paraíba.

Realmente, Soledade de Minas reserva para si, a fim de ofertar aos seus filhos e aos que a visitam, um manancial muito rico de virtudes, que os antigos costumavam chamar de “peregrinas”. Engastada em meio aos acidentes geográficos da Serra da Mantiqueira, que forma um cinturão em torno da cidade, deixa-se espraiar pelas úberes vertentes do Rio Verde e do Ribeirão do Paiol.” (Trecho do livro, ainda no prelo, intitulado:  “Soledade de Minas – 120 anos – uma caminhada de fé, esperança e caridade”, autoria de Marcos Valério Albinati Silva).

Foi nessa pitoresca cidade que nasceu o Sr. Djalma Barbosa Faria, no dia 20 de julho de 1955. A família, honrada e bem constituída, alicerçou-se nas sólidas virtudes cristãs, ensinadas pela Igreja e pelo patrocínio de Nossa Senhora da Soledade. Eram seus avós paternos: Sr. Osias Carneiro de Faria e Maria de Almeida Faria; e seus avós maternos: Eurípedes de Oliveira Barbosa e Dona Hilda Margarida Maciel Luz Barbosa, provinda de antigas raízes soledadenses. O pai de Djalma foi o Sr. Jairo de Almeida Faria, homem de valor incontestável, que tanto se dedicou à Liga dos Enfermos, mais tarde chamada de Ação Social de Amparo S. Camilo de Lélis, fundada pelo saudoso Côn. José Borges Maia, para socorrer os doentes e mais necessitados. Sua mãe, dona Mariza Barbosa Faria, desvelou-se nos cuidados domésticos e na formação dos filhos, que se destacaram, mais tarde, em vários âmbitos da sociedade mineira: além de Djalma, a professora Maria de Fátima Barbosa Faria Salgado, a professora Hilda Maria Barbosa Faria e o engenheiro Jairo Márcio Faria. Sua sólida formação religiosa fê-lo participar, mais tarde, dos inesquecíveis e benfazejos movimentos da Igreja: Cursilho e Emaús.

O Sr. Djalma, hoje aqui reverenciado, madrugou na sua jornada de estudos e de progresso. Com dez anos, partiu para Cristina, onde iniciou seus estudos no famoso Coleginho, atual Ginásio Cônego Artêmio Schiavon. Quatro anos após, matriculou-se no Colégio Marista, de Varginha, tendo ainda estudado na Escola Técnica de Eletrônica e no abalizado Colégio CETEM, onde se formou em Técnico de Química Industrial.  Terminados os estudos secundários, ingressou na Faculdade de Ciências e Administração de Varginha, a FACECA, onde se bacharelou.

Em Varginha, o jovem Djalma, dando asas a um dinamismo proficiente, mesmo ao tempo em que estudava, dedicou-se a várias frentes de trabalho: seu primeiro emprego foi na antiga Loja do Sadalo Andere; mais tarde, na Farmácia Ipê, que, à época, era dirigida competentemente pelo Deputado Sr. Dilzon Mello. Ocupou várias funções no antigo Banco Real. E, atualmente, é proprietário de um dos mais prestigiados Postos de combustíveis de Varginha: o POSTO XINGU, que conta com 3 estabelecimentos aqui na cidade e um na vizinha Carmo da Cachoeira. Dentro de suas atribuições, destaca-se seu papel na direção por diversos mandatos da Escola de Samba Coisa Nossa, que tanto brilho trouxe aos carnavais varginhenses. Além disso, empenhou-se na diretoria do amado Clube Flamengo, de Varginha, além de ser um dos fundadores do Clube dos Veteranos de nossa cidade. Por vários anos, atuante que era, fez parte da Diretoria do importante Clube Campestre de Varginha. Vêm-se, portanto, sua operosidade e sua dedicação ao trabalho. Incansável em realizações, que beneficiam profissionalmente a muitos homens e mulheres, abrindo-lhes oportunidade de progresso e de vida digna. Essa virtude, ele a partilhou, com o apoio de sua esposa, com os filhos, que se dedicam fielmente às profissões e às funções que lhe são atribuídas.

A família, que aqui constituiu é muito bem-quista em Varginha, tanto pelas ações beneméritas que realiza, quanto por ser considerada um dos troncos mais antigos que ajudaram a florescer a nossa Princesa do Sul. Casou-se com a senhora Cristiane Nogueira Paiva Faria, em dezembro de 1978, em solene celebração realizada na Capela do Sagrado Coração de Jesus, do Colégio Marista.  Dessa união, nasceram-lhes: Filipe, casado com Luciana; Dr. Henrique, casado com Nayara; Lucas, casado com Letícia; Djalma Júnior, casado com Marina. O casal foi abençoado com quatro netos: Maria Luíza, Joaquim, Sofia e Rafael.

Este é o Soledadense de origem e que, hoje, a cordialidade da Câmara Municipal de Varginha, confirmando o que a cidade já tem consagrado, vem enaltecer, outorgando-lhe o título significativo de Cidadão Varginhense. Ele já o é, há muito tempo, porquanto aqui cresceu e ajudou Varginha a crescer; aqui derrama o suor de seus trabalhos e produz frutos muito bons para a sociedade. O maior testemunho, entretanto, que vem justificar esta homenagem, é a afirmação sincera que brota dos corações de seus familiares e que delineia perfeitamente nosso homenageado: “Djalma sempre foi, desde cedo, uma pessoa querida por todos. Carismático, muito honesto, justo e dono de um coração muito bondoso. Ótimo pai, marido e amigo”.

Podemos, aqui, aplaudindo o gesto da Câmara e a pessoa do novo Cidadão de Varginha, dizer que ele faz jus ao que significa o seu nome, segundo Mons. José do Patrocínio Lefort: “Djalma”quer dizer célebre por suas obras. Assim o vemos e, alegres, o cumprimentamos.



 



Sala das Sessões da Câmara Municipal de Varginha,

 em 11 de dezembro de 2024.







FERNANDO GUEDES OLIVEIRA - Dr. Guedes

Vereador







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