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materia nº 91/2022

Tipo Projeto de Lei Ordinária do Legislativo
Número / Ano 91 / 2022
Date 2022-09-28
EmentaDISPÕE SOBRE O PROGRAMA ISE ATENÇÃO INTEGRAL AOS PORTADORES DA DOENÇA DE PARKINSON, NA FORMA QUE MENCIONA.
native_id433

Autoria

Tramitação (latest 15)

DateStatusTurnoTexto
2024-03-21 Proposição arquivada — —
2024-02-20 Proposição transformada em lei — —
2024-02-13 Aguardando sanção governamental — —
2024-02-06 Redação Final / Autógrafo — —
2024-02-05 Proposição aprovada pelo Plenário em 2º turno G —
2024-02-05 Proposição aprovada pelo Plenário em 1º turno G O vereador Cabo Valério requereu a dispensa dos interstícios legais para a deliberação do Projeto de Lei na presente sessão em 1ª e 2ª discussões e votações. O requerimento foi aprovado por todos os vereadores.
2023-12-20 Proposição inclusa na Ordem do Dia P Deliberação em 05/02/2024.
2023-12-20 Parecer favorável da comissão — —
2023-02-08 Proposição distribuída às Comissões G —
2022-12-21 Devolução — —
2022-10-31 Informações recebidas do Poder Executivo — —
2022-09-29 Informações solicitadas ao Poder Executivo — —
2022-09-29 Proposição distribuída às Comissões — —
2022-09-28 Proposição apresentada em Plenário — —
2022-09-28 Proposição protocolada — —

Votações

DateResultadoSimNãoAbst.
2024-02-05T19:34:17.959767-03:00 Aprovado 13 0 0
2024-02-05T19:33:16.531162-03:00 Aprovado 13 0 0

Documents (1)

texto original #

status: extracted · method: native · backend: pypdfium2 · confidence: 1.00 · pages: 56

Projeto de Lei N° 91/2022 
Câmara Municipal de Varginha 
À Comissão de Justiça, Legislação 
e Redação Final. 
Varginha, `-d ei e 
P ente da amara 
DISPÕE SOBRE O PROGRAMA ISE ATENÇÃO INTEGRAL 
AOS PORTADORES DA DOENÇA DE PARKINSON, NA 
FORMA QUE MENCIONA. 
O Povo do Município de Varginha, Estado de Minas Gerais. 
por seus representantes na Câmara Municipal, 
APROVA: 
Art. 1°. Fica instituído o Programa de Atenção Integral aos 
portadores da doença de Parkinson, no Município. 
Art. 2°. A finalidade do programa é garantir à pessoa com 
doença de Parkinson o atendimento em todas as suas manifestações clínicas, 
melhorando a qualidade de vida dos portadores da doença. 
Art. 3°. São objetivos do Programa de Atenção Integral aos 
portadores da doença de Parkinson: 
- aperfeiçoar o atendimento aos portadores da doença de 
Parkinson, mediante a articulação e a humanização dos serviços, no âmbito 
da saúde e da assistência social: 
II - assegurar o atendimento integral e multiprofissional. 
observados os princípios da dignidade da pessoa humana. da não 
discriminação e do acesso à saúde; 
III - capacitação continuada de profissionais e gestores de 
saúde e demais agentes para o atendimento aos portadores da doença de 
Parkinson; 
IV - facilitar a obtenção de medicamentos, aos portadores e 
aos familiares e cuidadores, através da rede municipal de saúde; e 
V - apoiar o desenvolvimento científico e tecnológico voltado 
ao enfrentamento da doença de Parkinson. 
1 
Praça Governador Benedito Valadares, 11 Centro - CEP 37002 020 • Varginha • MG Telefax: (35) 3219 4757 
http //www camaravarginha mg gov br email imprensa@camaravarginha mg gov br / secretaria@camaravarginha mg gov br 
Câmara Municipal de Varginha 
Art. 4°. O Programa de Atenção Integral deverá estabelecer 
articulação com o Sistema Único de Saúde - SUS. visando à adequada 
orientação, tratamento, acompanhamento e monitoramento de pacientes 
diagnosticados com a doença de Parkinson. 
Art. 5°. Para o fiel cumprimento desta Lei, o Poder Executivo 
adotará as medidas administrativas necessárias, observados os ditames da 
legislação. 
Art. 6°. As despesas decorrentes da implantação do 
Programa descrito no art. 1° desta Lei correrão por dotação orçamentária 
própria. 
Art. 7°. Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. 
Sala das Sessões da Câmara Municipal de Varginha, 
em 28 de setembro de 202 
LUCAS GABRIEL RIBEIRO "Dr. Lucas" 
Vereador 
2 
Praça Governador Benedito Valadares. 11 • Centro • CEP 37002 020 - Varginha - MG Telefax: (35) 3219 4757 
http /Iwww camaravarginha mg gov br email imprensa@camaravarginha mg gov br secretaria@camaravarginha mg gov br 
Câmara Municipal de Varginha 
lbN 
JUSTIFICATIVA 
Doença de Parkinson é uma doença do sistema nervoso central 
que afeta a capacidade do cérebro de controlar nossos movimentos. Segundo 
dados da Associação Brasil Parkinson — ABP. a doença é uma enfermidade 
incurável, evolutiva, que atinge na maioria das vezes pessoas com idade 
superior a 55 anos de idade. e tem como principais sintomas, tremores, rigidez 
muscular, lentidão de movimentos e desequilíbrio, podendo afetar também a 
fala e a escrita e não raras vezes causar depressão e alteração emocional. 
Além disso, após 10 anos de diagnóstico. cerca de 80% dos 
pacientes já apresentam algum grau de demência e de incapacidade física. 
Um dos principais problemas enfrentados pelos portadores da doença de 
Parkinson é o elevado custo dos medicamentos, de uso contínuo, com a 
complementação do tratamento é através de Fisioterapia e de Fonoaudiologia. 
de difícil realização pela demora o atendimento das consultas na rede pública. 
Não há cura para o mal de Parkinson, mas existem 
medicamentos e tratamento que são eficazes no controle dos sintomas que 
auxiliam e facilitam e muito a vida dos pacientes. A situação apresentada 
mostra a urgente necessidade de uma política publica de atenção integral aos 
portadores da doença de Parkinson no âmbito municipal, por meio do Sistema 
Único de Saúde — SUS. visando não só o fornecimento de medicamentos, 
mas todas as formas tratamento. minimizando as manifestações clínicas da 
doença. assim como os demais sintomas a ela relacionados. 
Por se tratar de assunto de interesse coletivo, levo a presente 
propositura, de inegável interesse público, à apreciação dos Nobres Pares, 
para a aprovação do presente projeto de lei. 
Sala das Sessões da Câmara Municipal de Varginha, 
em 28 de setembro de 202 
LUCAS GABRIEL RIBE/40 "Dr. Lucas" 
Vereador ) 
3 
Praça Governador Benedito Valadares 11 Centro - CEP 37002 020 - Varginha MG Telefax (35) 3219 4757 
riflo i/www camaravarginha rng gov email imprensa©camaravarginha mg gov br secrelaria@carnaravarginha mg gov bi 
1 
PROJETO SERVIÇO DE REFERÊNCIA A SAÚDE DA PESSOA IDOSA ENVELHE-SER 
Varginha MG 
2021 
2 
PROJETO SERVIÇO DE REFERÊNCIA A SAÚDE DA PESSOA IDOSA ENVELHE-SER 
Varginha MG 
2021 
Equipe Elaboradora do Projeto 
Karen Evelyn Maio Lopes Semião Alves Rabello - Farmacêutica 
Luciana Borem Pimenta de Figueiredo - Médica geriatra 
Eliana Gava Machado - Médica geriatra 
Glaice Mara Figueiredo - Enfermeira 
Gláucia Borges - Técnica de Enfermagem 
Lívia Vieira Valderramas - Assistente Social 
Flávia Tiso - Nutricionista 
Fernanda Carvalho Lopes - Psicóloga 
Mônica Reis - Fonoaudióloga 
3 
Varginha MG 
2021 
Sumário 
1 INTRODUÇÃO 5 
1.1 REDE ASSISTENCIAL A SAÚDE DA PESSOA IDOSA EM VARGINHA - 
MG--------------5 
2 DEFINIÇÃO 6 
2.1 SERVIÇO DE REFERÊNCIA A SAÚDE DA PESSOA IDOSA (SRSI) 6 
3 OBJETIVOS DO SRSI 7 
3.1 OBJETIVOS GERAIS 7 
3.2 OBJETIVOS ESPECIFICOS 7 
4 PLANEJAMENTO GERAL DAS 
AÇÕES 8 
5 ACESSO E CRITÉRIOS DE ENCAMINHAMENTO AO SRSI 8 
5.1 FICHA DE ENCAMINHAMENTO AO SRSI E CRITÉRIOS 8 
6 INSTRUMENTOS DE AVALIAÇÃO UTILIZADOS NO ACOLHIMENTO NO SRSI 15 
6.1 AVALIAÇÃO GERIÁTRICA -15 
6.2 AVALIAÇÃO FARMACÊUTICA 20 
6.3 AVALIAÇÃO NUTRICIONAL 26 
6.4 AVALIAÇÃO FONOAUDIOLÓGICA- 27 
6.5 AVALIAÇÃO SOCIAL- 29 
6.6 AVALIAÇÃO PSICOLÓGICA 31 
6.7 AVALIAÇÃO TERAPIA OCUPACIONAL 33 
6.8 RELATÓRIO DE ALTA DO SRSI 35 
7 PLANEJAMENTO E ORGANIZAÇÃO DO PROCESSO DO TRABALHO DO SRSI 37 
7.1 PRIMEIRO ATENDIMENTO- 37 
7.2 GERENCIAMENTO COMPARTILHADO 37 
7.3 TEMPO DE PERMANÊNCIA NO SRSI E ALTA 
37 
8 EQUIPE 38 
8.1 CONCEITO DE EQUIPE 38 
8.2 COMPOSIÇÃO DA EQUIPE -38 
8.3 GERIATRAS ISOLADOS E EQUIPES MULTIPROFISSIONAIS NÃO LOTADOS NO SISTEMA 
ÚNICO DE SAÚDE - SUS -40 
8.4 ATRIBUIÇÕES E PERFIS DOS PROFISSIONAIS DA EQUIPE DO SRSI -40 
4 
8.4.1 ATRIBUIÇÕES GERAIS E PERFIS DOS PROFISSIONAIS QUE COMPÕE A EQUIPE DO 
SRSI -40 
8.4.2 ATRIBUIÇÕES E PERFIL DO COORDENADOR DO SRSI —42 
8.4.3 ATRIBUIÇÕES E PERFIL DO ASSISTENTE SOCIAL 
-43 
8.4.4 ATRIBUIÇÕES E PERFIL DO ENFERMEIRO —44 
8.4.5 ATRIBUIÇÕES E PERFIL DO FARMACÊUTICO -45 
8.4.6 ATRIBUIÇÕES E PERFIL DO MÉDICO GERIATRA 45 
8.4.7 ATRIBUIÇÕES E PERFIL DO NUTRICIONISTA -46 
8.4.8 ATRIBUIÇÕES E PERFIL DO PSICÓLOGO 46 
8.4.9 ATRIBUIÇÕES E PERFIL DO AUXILIARTTÉCNICO DE 
ENFERMAGEM 47 
8.4.10 ATRIBUIÇÕES E PERFIL DO FONOAUDICILOGO -47 
8.4.11 ATRIBUIÇÕES E PERFIL DO TERAPEUTA OCUPACIONAL -48 
9 SRSI COMO POLO DE ASSISTÊNCIA 49 
9.1 TERRITORIALIZAÇÃO E PLANEJAMENTO DAS AÇÕES -49 
9.2 AÇÕES DA EQUIPE GERONTOLÓGICA -49 
10 SRSI COMO POLO FORMADOR DOS PONTOS DE ATENÇÃO DAS REDES DE ATENÇÃO À 
SAÚDE -49 
10.1 EDUCAÇÃO PERMANENTE EM SAÚDE NO PROCESSO DE QUALIFICAÇÃO DAS 
AÇÕES DESENVOLVIDAS 
50 
10.2 TELEMEDICINA 50 
10.3 MATRICIAMENTO 50 
10.4 EDUCAÇÃO PERMANENTE 50 
11 SISTEMAS DE INFORMAÇÃO 51 
12 INDICADORES 52 
13 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS￾1. INTRODUÇÃO 
Varginha tem 13.225 idosos, segundo censo demográfico de 2010, 5866 homens e 
7359 mulheres. Esses dados refletem o processo de envelhecimento populacional pelo 
qual vem passando o país e o mundo. 
Além do aumento da expectativa de vida ao longo das últimas décadas, nota-se 
que os idosos são os que mais utilizam os serviços de saúde. 
O envelhecimento progressivo da população brasileira aumenta a prevalência das 
doenças crônico-degenerativas e dos casos incapacidade cognitiva. Em um estudo 
realizado pela Equipe "Envelhe-SER" e publicado, observou-se que de 2007 a 2008, em 
91 prontuários avaliados, 35.16% apresentavam o diagnóstico de incapacidade cognitiva. 
O Programa de Atenção á Saúde do Idoso — "Envelhe-SER" teve inicio em 
fevereiro de 2007. É um Programa de iniciativa e responsabilidade da Secretaria 
Municipal de Saúde e de profissionais da Rede Pública de Varginha. 
A principio nosso público-alvo foi idoso com esquecimentos que comprometem 
atividades habituais do dia a dia e idosos com distúrbios do movimento — síndrome 
parkinsoniana. 
Diante da transição demográfica vinha-se percebendo as necessidades: 
criação de um serviço integrado de atendimento ao idoso com a finalidade de 
recuperar, manter e promover a autonomia e independência da pessoa idosa. 
- capacitação as equipes de saúde para o atendimento da pessoa idosa e busca do 
diagnóstico precoce das doenças crônico-degenerativas. 
5 
Diante dessas necessidades, foi elaborado o Serviço de Referência a Saúde da 
pessoa idosa "Envelhe-SER", propósito deste projeto. 
1.1 — REDE ASSISTENCIAL A SAÚDE DA PESSOA IDOSA EM VARGINHA —
MG 
As Redes de Atenção à Saúde são definidas como arranjos organizativos de ações 
e serviços de saúde, de diferentes densidades tecnológicas, que, integradas por meio de 
sistemas de apoio técnico, logístico e de gestão, buscam garantir a integralidade do 
cuidado 4. O objetivo das redes é promover a integração sistêmica de ações e serviços de 
saúde, com provisão de atenção continua, integral, de qualidade, responsável e 
humanizada, bem como incrementar ❑ desempenho do Sistema em termos de acesso, 
equidade, eficácia clinica, sanitária e econômica5. Caracteriza-se pela formação de 
relações horizontais entre os pontos de atenção, tendo como centro de comunicação e 
organização a Atenção Básica (AB), pela centralidade nas necessidades em saúde de 
uma população, pela responsabilização na atenção contínua e integral, pelo cuidado 
multiprofissional, compartilhamento de objetivos e pelos compromissos com os resultados 
sanitários e económicos. 
Nas redes de Atenção à saúde, a concepção de hierarquia é substituída pela de 
poliarquia e o sistema organiza-se sob a forma de uma rede horizontal de atenção à 
saúde. Assim, não há uma hierarquia entre os diferentes pontos de atenção à saúde, mas 
a conformação de urna rede horizontal de pontos de atenção à saúde de distintas 
densidades tecnológicas e seus sistemas de apoio, sem ordem e sem grau de 
importância entre eles. Todos os pontos de atenção à saúde são igualmente importantes 
para que se cumpram os objetivos das redes de atenção à saúde; apenas se diferenciam 
pelas diferentes densidades tecnológicas que os caracterizam 5. 
Em conformidade com os princípios constitucionais que regem o Sistema Único de 
Saúde (SUS), criado pela Constituição Federal de 1988, a rede de serviços de atenção à 
saúde da pessoa idosa vem se estruturando, de forma a possibilitar a atenção integral, 
com reorganização do processo de trabalho da Atenção Básica, como porta preferencial 
de entrada e orientação do sistema, somando-se às ações em outros níveis assistenciais 
e compondo o cuidado à saúde, voltado a essa população 8. 
São pontos de atenção que compõe a rede assistencial a saúde da pessoa idosa 
no Sistema único de saúde de Varginha: CENTRO DE CONVIVÊNCIA DO IDOSO — 
CORCETTI; CENTRO DE REFERÊNCIA DE ASSITÊNCIA SOCIAL - CRAS; 
ATIVIDADES PROPAC II; ATIVIDADES DA SECRETARIA DE ESPORTES E LASER 
-SEMEL; ACADEMIAS DE RUA; PROGRAMA DE SAÚDE DA FAMÍLIA - PSF / 
ESTRATÉGIA DE SAÚDE DA FAMÍLIA - ESF; UNIDADES TRADICIONAIS DE SAÚDE 
UBS; NÚCLEO DE ASSISTÊNCIA A SAÚDE DA FAMILIA -NASF; CENTRO DE 
ESPECIALIDADES - POLICLÍNICA CENTRAL; PROGRAMA ENVELHE-SER; CENTRO 
DE ASSISTÊNCIA PSICOSSOCIAL-CAPS; CENTRO DE ESPECIALIDADES 
ODONTOLOGICAS-CEO; CENTRO DE FISIOTERAPIA DE VARGINHA; PROGRAMA DE 
INTERNAÇÃO DOMICILIAR-PADI; UNIDADES DE PRONTO ATENDIMENTO; UPA; 
HOSPITAIS. 
Os princípios da atenção à saúde da pessoa idosa não diferem daqueles 
estabelecidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS), quais sejam a integralidade, a 
universalidade e a equidade da atenção. No âmbito da saúde da pessoa idosa, a 
6 
universalidade se traduz na oferta de ações que contemplem as especificidades dessa 
faixa etária. 
2.DEFINIÇA0 
2.1 SERVIÇO DE REFERÊNCIA À SAÚDE DO IDOSO (SRSI) 
Em conformidade com os princípios constitucionais que regem SUS, a rede de 
serviços de atenção à saúde do idoso vem se organizando de forma a possibilitar a 
atenção integral, que se inicia pela organização do processo de trabalho na rede 
básica,que se soma às ações em outros níveis assistenciais, compondo o cuidado a 
saúde12 . 
Na busca da atenção integral, o usuário é o elemento estruturaste do processo de 
produção da saúde. Suas necessidades e demandas é que devem orientar a oferta e a 
organização dos serviços, inclusive as tipologias dos mesmos. Nesta lógica de 
organização, a produção do cuidado é vista de forma sistêmica e integrada aos demais 
níveis assistenciais. Assim, todos os recursos disponíveis devem ser integrados por 
fluxos, que são direcionados de forma a contemplá-los. Estes fluxos devem ser capazes 
de garantir o acesso seguro às tecnologias necessárias à assistência. A produção do 
cuidado parte da rede básica,ou de qualquer outro ponto do sistema, para os diversos 
níveis de atenção. A média complexidade ambulatorial é composta por um conjunto de 
ações e serviços, que visam atender aos principais problemas de saúde e agravos da 
população, cujo nivel de complexidade demande a disponibilidade de especialidades e a 
utilização de recursos tecnológicos de apoio diagnóstico e terapêutico. Neste sentido, o 
SRSI é um serviço de atenção ambulatorial secundária, que visa atender pessoas idosas 
frágeis e dependentes, através de Equipe Gerontológica Interprofissional, utilizando-se de 
mecanismos de referência e contrarreferência, do apoio matricial e da educação 
permanente em saúde, buscando assegurar a integralidade do atendimento e superar a 
fragmentação das ações e a descontinuidade da atenção à saúde da pessoa idosa na sua 
área de abrangência, através do gerenciamento do cuidado em saúde das pessoas 
idosas usuárias do serviço compartilhado com a Atenção Básica, por meio de protocolos 
pactuados e com acesso regulado, integrando-se aos demais serviços oferecidos por 
outros setores e secretarias. 
A criação do SRSI vem ao encontro à necessidade de respostas efetivas às 
demandas crescentes da população idosa do município,em consonância com a Política 
Nacional do Idoso, do Estatuto do Idoso e das recomendações de organismos 
internacionais. 
A Equipe Interdisciplinar, além de desenvolver ações de assistência a doenças de 
maior complexidade e a problemas de saúde específicos da população idosa, deve 
desenvolver ações preventivas e de promoção e proteção à saúde, atividades de 
treinamento e capacitação de profissionais da atenção básica e pesquisas especificas na 
área da gerontologia, tendo como principal papel a implementação das políticas públicas 
de saúde, em especial as políticas especificas para a população idosa, que constam da 
área da Saúde. 
A equipe interdisciplinar do SRSI é composta pelos seguintes profissionais, com 
especialização e /ou formação e /ou experiência em Gerontologia ou Geriatria: Assistente 
Social, Enfermeiro, Farmacêutico, Médico Geriatra, Nutricionista, Psicólogo, Técnico de 
Enfermagem,Fonoaudiólogo. 
3.OBJETIVOS DA URSI 
3.1Objetivos Gerais 
7 
Garantir a promoção e atenção integral à saúde do idoso fragilizado no nível 
secundário de assistência do SUS; 
Ser um polo formador, de treinamento e matriciamento em saúde da pessoa idosa 
dos profissionais da Rede de Atenção. 
3.2-Objetivos Especificas 
Orientar plano de cuidados à atenção primária e rede assistencial de forma a: 
recuperar a saúde do idoso fragilizado e prevenir o surgimento de novas doenças. 
e. as sequelas e complicações das existentes: Manter e melhorar. aomáximo, a 
capacidade funcional; 
Desenvolver ações de assistência interdisciplinar a doenças de maior 
complexidade (demência, depressão, Parkinson,estágios avançados de doenças 
etc.) e a problemas específicos (instabilidade, quedas, alterações da marcha, 
perdas sensoriais, incontinência, polifarmácia etc.). construindo o Projeto 
Terapêutico Singular e o Plano de Cuidados; 
Promover treinamento e capacitação em Geriatria e Gerontologia dos recursos 
humanos da Atenção Básica e dos demais pontos da Rede. 
para qualificar a atenção à saúde da população idosa em todos os pontos de atenção; 
Promover ações intersetoriais que garantam a atenção integral à pessoa idosa 
frágil ; 
Promover a socialização e integração do idoso frágil na comunidade. 
em conjunto com a UBS/ESF originária. 
4.PLANEJAMENTO GERAL DAS AÇÕES 
Esse modelo para organização do processo de trabalho no SRSI será pautado por 
trabalho em equipe. dentro e fora do equipamento. ou seja. os profissionais estarão 
integrados como equipe interdisciplinar e com os demais profissionais dos diversos 
pontos da rede assistencial. Além disso. todo esse esforço de integração estará 
conectado com um conjunto de propostas, para fortalecer a qualificação desse processo 
de trabalho em rede, através de atividade de educação permanente, organizada e 
estruturada na lógica do matriciamento e atendimento compartilhado, para que possibilite 
aos profissionais da rede de atenção uma tomada de decisão, que busque ser mais 
resolutiva nas suas ações. 
Sugere-se que o monitoramento contemple minimamente os aspectos listados a 
seguir: 
Monitorar o número de usuários que não comparecem à consulta inicial na SRSI 
para prevenir o absenteísmo permitindo manter a qualidade do serviço: 
Monitorar o número de encaminhamentos inadequados_ Esta informação deve ser 
utilizada .para desencadear treinamentos da equipe e qualificar a referência para a 
SRSI: 
Monitorar o percentual de tratamentos não concluídos. Este indicador serve, para 
desencadear, quando necessária, a busca ativa nas unidades de origem dos 
usuários para compreensão das causas que os levam a abandonar o tratamento; 
8 
Monitorar o tempo médio de permanência na SRSI. Considerando o tempo médio 
de atendimento, em conjunto com outros indicadores, é possível estimar a 
capacidade de absorção da demanda. Com essa informação é possível 
redimensionar a disponibilidade de consultas. 
5. ACESSO E CRITÉRIOS DE ENCAMINHAMENTO PARA O SRSI 
O SRSI é um ponto de atenção de densidade tecnológica secundária 
e o acesso se dará, fundamentalmente, mas não apenas, através da UBS, após a 
realização da Avaliação da Pessoa Idosa na Atenção Básica. 
Os critérios de encaminhamento e inclusão deverão ser constantemente discutidos 
fim de aprimorar e qualificar cada vez mais a atenção à pessoa idosa. Estes momentos de 
alinhamento de conceitos são espaços de educação permanente, fundamentais para o 
fortalecimento da rede. 
5.1 FICHA DE ENCAMINHAMENTO AO SRSI E CRITÉRIOS 
Quem virá: idosos com com 2 dos 4 testes de avaliação de fragilidade alterados*** 
Outros critérios de encaminhamento, além da avaliação da fragilidade, 
são: 
1)transtornos neuropsíquicos ( demência, depressão grave, Parkinson, AVC); 
2)três ou mais doenças crônicas com complicações; 
3)instabilidade e alteração da marcha e equilíbrio; 
4)quedas recorrentes (duas ou mais quedas nos últimos 12 meses) 
Agendamento: pelo telefone 3214 9984, 3f à 6f. 7h ás 13h. 
Primeira consulta: idoso acompanhado + ficha de encaminhamento preenchida+ 
caderneta do idoso preenchida ( Caderneta padrão ministério da Saúde) 
*** qualquer alteração nos testes para avaliação da fragilidade do idoso deverá ser 
discutida caso a caso. ❑ critério de 2 testes alterados dos 4 propostos é um norte para 
viabilizarmos estratégias e gerirmos recursos. TESTE LAWTON ALTERADO: 
QUALQUER ANOTAÇÃO DE AJUDA PARCIAL OU NÃO CONSEGUE FAZER AIVD 
ANTES DESEMPENHADA. TESTE KATZ ALTERADO: IDOSO QUE PRECISA DE 
AJUDA TOTAL EM PELO MENOS 2 DAS 6 AVDS LISTADAS. TESTE TUTG ALTERADO: 
TEMPO CRONOMETRADO > 10 SEGUNDOS MINI MENTAL ALTERADO: OBSERVAR 
INTERPRETAÇÃO DE ACORDO COM A ESCOLARIDADE NO RODAPÉ DO TESTE NA 
FICHA DE ENCAMINHAMENTO. 
Prefeitura Municipal de Varginha — MG 
Policlinica Central de Varginha 
UNIDADE SERVIÇO DE REFERÊNCIA A SAÚDE DO IDOSO - URSI 
ENVELHE-SER 
Rua Santa Catarina, Centro, 35 3214 9984 
ENCAMINHAMENTO E 
ESCALAS PARA AVALIAÇÃO DA FRAGILIDADE DA PESSOA COM 60 ANOS OU MAIS 
NOME Idades 
; RAÇA/WR: C S i SEXO: 
{ I Branca ( ./. Freta ( / Attanqa ) Parda 'ostigena , / f 1 ) 41( ) 
MOEREM 
u-B.S4 ] EtaaPE 1 TM.: 
DADOS SOrIAIS 
INSTRUÇÕES: deverá ser aplicado em idosas (as) que residem sozinhos. 
casaociiai (i solteiroja ( ) 
1. Estado civil: 
..uras; ), qual? 
I viinio(a) ( i tia quanto tempo? 
2. Porque o Sr.(o) está residindo so2irlio(a)? 
3. Tem alguma fonte de renda fixa? Não I 1 
Sim ( ) ApOSentado C ) 1 Pensionista ( ) 1 BPC,'LCAS ( 
4. Mantérri alguma atividade de trabaSho com ou sem registro em car (eira? Não i 
Sirn ( 1 Atividade: 
5. Recebe ajuda financeira? Não I 
1 Familiar'. 't i Amigas ( ) i Outros ", (, qual? Sim ( ) .riStrtUIÇÃO de Assisténrie ( 1 
6. Frequentou a escola? Não ( ) Sim ( ) Quanws anos; 
7. Possui suporte de alguma pessoa? Não i, ;) 
Pata 4.'ir i. j A ND ',, i Anv,dades Externes ( 
Sr
i.' ": I nuein' 
8, Reside em: 
Casai Anartarr.ento ( i SoOracio i Outros ( ), que!? 
: . Cômoda óe madeira( 1. i Cornodo de aivenar(a i 
9. MiÓVti: Própoo ( Alugado j 1 Cedido t i Outros ,C '), qual? 
10. Meio de Transporte utilizado: 
ÕrUbL.is (' { i Iam 1 
... Outras ( „nua(? 
veiculo de conhecidos ( 
11. Tem alguma dificuldade para sair de sua casa e andar nas i-edoriciezas? Não 
Sins i I Qual a enfie-zurrada e por quê? 
12. Atualmente algo ou alguem o (ei co tina? tino 
Sim O Qui ou Quem? 
13. Fd2 uso de bebida alcootice ou Outras drogas? Não. y Sin.! . ) Qual? CO:ra que treqiÁir aa? 
OBSERVAÇÕES (durante a aplicação do teste): 
Norte e assinatura do profissional: Dava 
ENTÉRPRETAÇA0 DE RESULTADOS 
DEr-ENDENTE para TC.:DAS as acuidades 
opendente ou tote para LIMA atividade. 
enriente ioarcial ou fruo para O.) aÚvtdadts. 
3 - Dependenze (parco: ou iciag para TRtS a:reide-Par, 
4 Dependenterparciai ou tocai; pare QtrA'Mi aiividades 
- Dependente (;varo :a ou lotai) pare CINCO atividade-5 
- Dependente (parca! ou talai) ocre SEIS advIdases. 
7 - C'emdenTe (parciai ou total para SETE atr•,ricbades. 
9 - Dependente ;;:i3Yral ou toian para 010 atividades 
- Dependente !partia) ou total' para T. as ~dadas. 
10 
• TE.STE DF LAWTONt Avanaçâo das Atividades Instrumentais de Vida 
Aplica-se 
SEM 
t.Oki 
ti-ÃO 
INSTRUÇÕES • 
As questbes rir:estazam a capacidade do incividix - e,,1 reanzar od não as tareias cvc..poStaS e, st o fez com , a-Noa de oura pessoa. 
o questionacio asrinalardo e respost,a correspondente. As alternativas ão 
AiiiDA : Stgrufica oce o idoso .•.-onsegue 'cara& a :t3Nniside sern nenhum atn.ii!e. 
AJUDA nAkens I . sigrthc.s Que o sdosd -3,., consegue real car a ar...idade Se reCe.ner eusiuo nariz ta cie ..-il:ti e pessoa 
CONSEGUE.: SOlifica oura o ices° depende tiotarstimme de ocas pessoa para u drasempanno da atividade 
1 
C (ai Suai consegue usar 4)tekt0(1e? 
, SEM AJUDA ; *, COM 4..n.rDA PAPC.!Al. I ( i NAOCONSEGUs 
2 
Orai Suei consegue ir a locais distantes, u se niloid‘um transporte. sem necessidade era piane ementas especiais? 
' 5,-"M MUDA 1 i COM kjW:A PA:t_iA Li ) NÃO CONSEGUE 
Liai Sr'(al consegue fax er Compras , 
SEM RJ:s t i i e' Lt# AJUDA PriCiAt. 3r ) NÃO CONSE9JE --' 
4 01a) Srfai consegue preparar suas propr, as peta oes? 
j ) SEM 'AJUDA 1 ( i COM MUDA PAzCiAl. ) NÃO CONSE•tii..E 
5 
piei Srfai consegue arrumar e gusa?. 
; ; SEM AJUDA ( ',COM ASW.."..A PARC,AI. , ) N..),c, CONSEGUE 
t• 
Ora) Sarai consegue faze trabainos manuais orneeri.tos. como pequenos redecos? 
r j SEM A.r..iDA ¡1 !COM A.AiDA ,.,A4C,A.. . 1.. J. NÂC ..:-.0".(SEGU.1 
1 
Orai Sita) consegue Levar e passar sua roupa? 
t :i SEM 4..ljlik I 1 i COM AJUDA PARC,AL laje CONSEGUE 
O (a) Srfai consegue tomar seus remédios na dose e horàrios corretos? 
1 ) SEM Ai XiA i i ) C)MAJUDA PARCiAL 1 t si NÀO CONSEGUE 
9 0 ,M5riat-onse,:tle •.•Iiiri.eIrdesw,stica,-,•çà.::. 
5 SFM. Z.1.;n;-, 1 4 ; CDM /LIMA nAnZAL r:f 1NAC CONsf:Gur 
TESTE DE LAWTON: Avaliação das Atividades Instrumentais de Vida Diária 
O que e Teste de avaliação das condições: d roso ocra realizar as ai.idades instramentais de vida diária e, assim, 
avaliando seu grau de independência e ae.toriom:e. 
Objetivo: Avaliar o desempenho funciona; da pessoa idosa em. termos de atividades instrumentais que possibilita 
que a mesma mantenha urna vida independente. O idoso submet:do a s teste serã a: aliado como independente ou 
dependente no desempenho das nove funções. 
Procedimento: Para cada 4.€,Fr2 sena aplicada urna padroniza ião de -esporte que indica se existe independência, 
dependência parcial ou dependência total para a realização da atividade proposta. As questões de 4 a 7 podem ter 
variações c deforme o sexo e podem ser adapadas para atividades comci subir escadas ou cuidar do jardim. Todos os 
testes deve•ão ser aplicados individualmente. 
Quem faz? s) Teste de Lavem: poderá ser realizado por quelquis• memoro da e.ouice técnica muiriprofissional da 
Unidade Básica de Saúde que tenha sidu devidamente treinado no serviço. 
Avaliação de resultados: a pontuação varia 1E. P (ZERO) a 9 (NOVE) osintc,s, onde 9 fNexii-.) indica dependência 
(parda) ou total) paca o desempenho de todas as atividades e C (ZERO) indico indeperidérida na realização de todas 
as atividades propostas. A ocirituac interaiediaria indica a derieriJ:.i-ricia lotai ou parcial em quaisquer das 
atividades e deverá ser avaliada individuaimente. 
Encaminhamentos: cada teste deverá ser avanacio peia equipe devendo ser elaborado o piano de cuidados 
E. ,,oecífirn (GrRfcrnie as alterações apresentadas. O resultado dc teste também servirá para o 
acompanhamento evolutivo da pessoa idosa. 
Referência: adaptado de BRASIL. Ministério da Saúde. Caos trio 19 de Atenção Básica: Ertvelh cimento e Saúde da 
Pessoa Idosa Brasília, 2006. 
- iranaaENDE^:7E para tocas as atividades 
Dependente para UMA atividade 
2- Dependente para DUAS atividades 
3 Dependente Para TRÊS atividades 
4 - Dependente para QUATRO atividades • 6 - Dependente pata TODAS as atividades 
Dependente lar 3 CINCO atividades 
11 
ii- • , ' . . : • • : : -:. ' - - TESÜDE KM: Avaliação da .Atividades Básicas ide Vida Olátia , , , '77 
INSTRUÇÕES 
As questões investigam a capacidade do indivíduo em realizar as tarefas propostas sem auxilio, com ajuda parcial ou com ajuda total 
de outra pessoa. Aplica-se o questionário assinalando a resposta correspondente. O uso de equipamentos de suporte mecânico, por 
si só, não altera a classificação de independência para a função. As alternativas são: 
SEM AJUDA: Significa que o idoso consegue realizar a atividade sem nenhum auxilio. 
COM AJUDA PARCIAL: significa que o idoso só consegue realizar a atividade se receber auxílio parcial de outra pessoa. 
COM AJUDA TOTAL: Significa que o idoso depende totalmente de outra pessoa para o desempenho da atividade, 
8ANII-10: A avaliação da atividade "BANHAR-SE" é considerada em relação ao uso do chuveiro, da banheira e ao ato de 
1 esfregar-se em qualquer uma dessas situações. 
( ) SEM AJUDA • ( ) COM AJUDA PARCIAL r ( ) COFIA AJUDA TOTAL 
VESTIR: Para avaliar a função "VESTIR-SE' considera-se o ato de pegar as roupas no armário, bem como o ato de se vestir 
a propriamente dito, incluindo.se botões, fechos e cintos. Calçar sapatos está excluído da avaliação. 
( ) SEM AJUDA ( ( COM AJUDA PARCIAL 1 ( ) COM AJUDA. TOTAL 
BANHEIRO: A função "USAR O BANHEIRO" compreende o ato de ir ao banheiro para excreções, higienizar-se e arrumar as 
1 
próprias roupas. Dependentes são aqueles que recebem qualquer auxilio direto ou que não desempenham a função, 
incluindo o uso de "papagaios" ou "cornadresIneste caso considerar como ajuda total). 
( ) SEM AJUDA ( ) COM AJUDA PARCIAL ( ) COLAS AJUDA TOTAL 
TRANSFERÊNCIA: A função "TRANSFERENCIA" é avaliada pelo movimento desempenhado peio idoso para sair da cama e 
sentaria em urna cadeira e vice-versa. Dependentes são as pessoas que recebem qualquer auxilio (parcial ou total) em 
4 • qualquer das transferências. J 
r ----- 
: ( ) SEM AJUDA : ( ) COM AJUDA PARCIAL [ ( ) COM AJUDA TOTAL 
CONTINÉNCIA: O termo "CONTINÊNCIA" refere-se ao ato inteiramente autocontrolado de eliminação de urina e fezes. A 
dependência está relacionada à presença de incontinência total ou parcial CU/ qualquer uma das funções. Qualquer tipo de 
5 : controle externo como enemas, cateterização ou uso regular de fraldas caracteriza a pessoa como dependente (neste caso 
: avaliar a necessidade de auxilio para a realização de urn desses procedimentos). 
_ . _ 
( ) SEM AJUDA ( ( COM AJUDA PARCIAL ii ) COM AJUDA TOTAL 
• ALIMENTAÇÃO: a função "ALIMENTAR-SE" relaciona-se ao ato de dirigir a comida do prato (ou similar) à boca. O ato de cortar 
alimentos ou prepara-ias está excluído da avaliação. Dependentes são as pessoas que recebem qualquer assistência pessoal. 
6 . Aqueles 
 
que não se alimentam sem ajuda ou que utitiaam sondas para se alimentarem são considerados dependentes. 
' ( ) SEM AJUDA i ( 1 COM AJUDA PARCIAL 1- . ( ) COM AJUDA TOTAL 
RESULTADO; 
OBSERVAÇÕES (durante a aplicação do teste(: 
TESTE DE KATZ: Avaliação das Atividades Básicas de Vida Diária 
O que é? Teste de avaliação das condições do idoso para realizar as atividades básicas de vida diária e, assim, avaliando 
seu grau de independéncia e autonomia. 
Objetivo: Avaliar a habilidade da pessoa em desempenhar suas atividades cotidianas, as atividades básicas de vida, 
indicando se existe independência ou dependência parcial ou total para a sua realização. 
Procedimento: As atividades consideradas básicas são: banho, vestir, banheiro, transferência, continência e 
alimentação. Para cada item. há uma padronização que indica a independência, dependência parcial ou dependência 
total para a realização das atividades básicas que deverá ser perguntado ao idoso e assinalado conforme a resposta 
apresentada. 
Quem faz? O Teste de Katz poderá ser realizado por qualquer membro da equipe técnica mult prof ssional da Unidade 
Básica de Saúde que tenha sido devidamente treinado no serviço. 
Avaliação de resultados: a pontuação varia de O (ZERO) a 6 (SE15) pontos, onde O (ZERO) indica total independência para 
desempenho das atividades e 6 (SEIS), dependência (total ou parcial) na realização de todas as atividades propostas. A 
pontuação intermediaria indica a dependência total ou parcial em quaisquer das atividades e deverá ser avaliada 
individualmente. 
Encaminhamentos: cada teste deverá ser avaliado pela equipe devendo ser elaborado o plano de cuidados específico 
conforme as alterações apresentadas. O resuitado do teste também servirá para o acompanhamento evolutivo da 
pessoa idosa. 
Referência: adaptado de BRASIL. Ministério da Saúde. Caderno 19 da Atenção Básica; Envelhecimento e Saúde da 
Pessoa Idosa, Brasília, 2006, 
TÍN1ED UP AND GO TEST (TUGT) — AVALIAÇÃO DE RISCO DE QUEDAS 
irisTiRu0Es 
Silaierialleo.aciamenio: (aceira (45 Lia a 48 (ro dr oJtural cem oraços, de lés 'iaca (sair roceinnes). cronometra a aCe_rWa 
trena, ai barr. arre. ou fia com 3m inata derrarc a r a dEr.incla de 3m), 
le °mutat o orOcedanent0 da leme e cerrrticar-se de que ( oartkroar)te entert:der..) quere toara Se' 'Coió; 
.• Reafixar urna Tent4tns de farriihanreção deteste, dernorrandc O ZriMeCI ,rêr:tc. 'a arriai ama vez). 
-.. Corrigir. se foi-necessáro, e •elenal pomos imponar:res, 'Lis coró cnegar .ata a merca no chio e sentar-se es.cosTandn 
zwalptariente c !ronco no encesto da Caireis, 
Caso o idoso aoreserce alguma drficdidePe de arte ndrrento rou esqueernenio:,, que o faça interromper o perc d. refaça a 
orkenrat a ,esoerre da forme correta de e roca çie) e re)nici e o tule, 
i Caso o participante faça queiteue, pergunta durante o teste. coma orx exemplo "5 para sentar?", responda "=aça =amo eu ,he 
disse Dará fazer, 
i, É cerrando ao carociparete o usada desonNatran de auxilio ãrrnarcra. :,•erlgai.g., ou anocepael, 
• O parT,cipanTe der! ?sia.' usando seu sapato ¡leni tua E. 
. Para WOnOrnieV-ar O terna: O CreriCarnetria deve ser Msoarado, quando 3 parncicaere prayetar os ombros ã frente :desencostar 
ca eadenal e deve ser parado. quando o mesmo() encostar camcXeramente O tronco no encosto da cadeira. 
PROCEDIMENTO 
Cr idoso devera e-çtar sentado e-rn uma cadeira corri aparo tatera eit braço. 
Solicite 30 !0i350. mie se terarie sem apoiar tal tatacas da cadeira, rarrunne 3 metros. virando 18C12e rerornando ac pomo de 
partida, ,Cara Selra'Se eiCivarneryce. 
RESULTADO 
As si r aJe t Carecrrne a crandmetragern do tia- elo 
1 , ._ stxgun -oS (acompanhar conforme e fluxo rionr ai da AMPglAtI 
ii: a 19 segundos (acompanhar ra LIEIS a não ser-que tenf,a outras i iraç Fjes para a ateniào esisec ia h rs ctaj 
SeEundo a Eirereiuta. o 'tempo exima de 12.4 segundos inda risco titg~tae0 para quedas 
) 20 segiridos ou man ídevera ser encaminhado Rara a tiR.511 
Timo) UP AND GO iTUGTI — AVALIAÇÃO DE RISCO DE QUEDAS 
O que e? *are de avaliação da mobilidade funcona., sii¡o de-,r2moe t...t está rei:ariana:do com o eot,thbro, marena e capa c;oace 
tonel..mal ri , ..f.icLui podendo Indicar aeugrat- de 1ag4 lkiade. 
Objetiva: Avaliar 1.54.-b Cê m.,edas. 
Procedimento.. Soucita, ao idoso, que se levante sem apo,o:caminhe e retorne ao locai de dr,gern, sentando-5.e novamente. 
Deverá ser avaliada o tern pG de percurso e as ::o rdiçSes em Ne o idoso rea:.,i2a O trajeto. 
Queen fax? O TU(51 poderá) ser realizado por qualquer membro da equipe técnica muhprotIssionid Ca Unidade Básica de Saúda, 
q u4 terd..a sido devioarnen EP treinado no serviço. 
Avaliado de resultados: 
O teste é coreaderado normal quando o tempo do percurso ft e 10 segundos. 
Se e tempo estiver Pfttre 10 e 19 segundos, coetsidere-se que 0 idoso apresenta risco trastleraco de queda- sendo s arte 
risco ainrnertado. qoar ao o tempo obtido 1/4 , ackna de 19 segt.n&s, oe, seja, 29 cegur dos ou mais 
rr- Se a pessoa idosa usar algum tipo de a:.LiS:-.OitiO sie sereia thengáa, ans2dor), tolera-se e tempo entre Ii a 19 
Fro opa kuer oos casos. Ni risco ac era uaco de c.iedas sempre . que o ,upe6ot a 20 segundos. 
▪ G /este dera ser core.idera-do adietado, se a írECnu ãr., puder executa-lo por rrlatta35 de ordem motwa (não ror segue se 
ie¥aritar), oa cegnitiva adi tuldade - em entencer as oftntaçãos para rea ;ização do testei. 
Eriainunharnentda: os idosos cora atteraçêes de marcha e eqoniorin elo>, cara história de quedas deverão encaminha:c-os 
diretamente para a Unidade de ReferjrciA em ?imite da Idosa NR51). rr sQtras espedalIdades. cor forme avaliação da equipe 
ria liRS, 
Pare os idosos com-iscas aurnaabairo de queda, . 10 5eg?, Mas que rio :aliara nes últimos 12 rtaa 'Ser, a equipe da 116.5 
incluir s 1::1 r C., e r4o de quedas re Plano de Cuidador. 
Referiederas; BRAStr_. SAUDE. Envelheemente e sat'de da Pessoa idosa Brasília, Er>, 
ALEXknirt,P., T. S.. fr,r1-1RA., DIA.: RICO. ii C : 1421ga.. A.çurãela do Tmed l.tp• and Co Teu siara fastreat rito uc 
quedas em :danos ri comunidade, Revista Airas;lea-a de sictef.apia.; 16(S}:391-8 SZ,3 Lar +n, ?01.2. 
POSIALL.O.D.; RicrwrseN,s. firoaC Up aro Cio te;a nf . bav:i furirtkonal me t;liri for `vai 
pensosu,JAG5:.35',142-145, LUA. 1981 
12 
.MINI MEN 
Orientação 
1) Hora aproximada o 1 ponto) (g/ taxa: co.perilko o 1 ponto/ 
2) Dia da seonarga 01 pontoo 7) 1....-oca,1.0..)ral o 1 pontoo 
31 Doa gie flgS ponto) 110 Eairr, g 1 ponto) 
4) 1)4Zro- ,1 pungi. .1) Cidade g 1 pontoo 
5) Ano )1 pontoo 1(» E)aado-o g1 pombo. 
timo.)) t tuhrdInta 
Fak org.1 pata.-a., rgo relacionado). Roacrioancat. progganic r.cp.-~ pilas p3)uvr;:s. 
De É ponto para ..:ada re:p. 0s-ta earetã. CARRO, ASO. T1101.01, 
xmição e Cálculo 
100 - o mo)..c.mgrg os, 5 .efts..... r ..,),gaggicroco 00.01, 70), 72, tvi 1 poroso para roda l'111C11141)1IrriaM. 
¡alara MUNDO de waa pra trawc. 
1:5 mação 
Novo)).e tri.-• p00.100,0a,4 )110:.), 3DECTIrelner”,. , 1 1:),M 1t0 por pata, ra 
1,111g11.114.kfil 
Nomear um releye, 0m1.1 costa. )2 p41.1311.RCI 
2) Repdif -nen, 3.1:10. nem 011 13CM, 1 Pl)111111 
3) Coa., antle: este 1-0aM:":•••.tim aga dircie), op.)fre ,g.) go).- co.)).Notx ao chão. 
03 pontos o 
.) 1.er-g.tedrecor t?...e0k 01he.- o 1 pontoo. 
5o deu. 1 pontoo 
h o Corá! uni Sk senhe g 1 ponto) 
Fixo r : f3t1) 
1--.S1"121.71 1. I NII0 t Rt-SE: 
{)/'9".1) 
INTERPRETAÇÃO 1011SERVAÇÕES (durantea aplicação datestei: 
re,tee :AX)1" LU- 4.W 
020c0dcv.-.. ~003,10.. 
ANALSASEM3S, 20:0 coeres 5 
4 4 anos da escolaridade: rs taram 
5 a S anos de escolaridade: 27 ponto; 
a f f acd00. de escoluidacle- 23 poma 
nlais 000. 11 anos csroiaridade:20,:' pc.rws 
FECHE OS OLHOS 
13 
6. INSTRUMENTOS DE AVALIAÇÃO UTILIZADOS NO ACOLHIMENTO 
NO SRSI 
6.1 AVALIAÇÃO GERIÁTRICA 
Prefeitura Municipal de Varginha -- MG 
Policlínica Central de Varginha 
UNIDADE 1 SERVIÇO DE REFERÊNCIA A SAÚDE DO IDOSO- ENVEI,HE-SER 
Rua Santa Catarina, SN, Centro-35324 9g84 
NOME: 
DATA DE NASCIMENTO: 
14 
Prefeitura Municipal de Varginha - MG 
Policlínica Central de Varginha 
.„'4 UNIDADE / SERVIÇO DE REFERÊNCIA '1- A SAÚDE DO IDOSO- ENVELHE-SER 
Rua Santa Catarina SN, Centro - 353214 9484 
NOME: 
DATA DE NASCIMENTO: 
AVALIAÇÃO GERONTOLÓGICA ESPECÍFICA — GERIATRIA 
A) COLETA DE DADOS 
Anamnese Medicamentos 
Exame físico Outras Informações relevantes 
15 
íNDiCE E COMORBI DADES DE CHARLSON 
Mn: HIPERTENSÃO ARTERIAL 
APZ: DiSLIPIDEMIA 
. 
AP3É FIBRILAÇÃO ATRIAL 
ANÉLÉ DEPRESSÃO 
APS'. OSTEOPOROSE 
AP6.)05TEOARTRITE, local: . 
AP7:TONTURAJVERTsGEM 
AP& DOR CRÔNICA 
APS) PARKINSONISMO 
AMO: INCONTIN NUA URINÁRIA 
APilr. CATARATA (NÃO OPERADA) 
AP12: GLAUCONIA 
AP13: DEGENERAÇÃO MACULAR DA RETINA 
OUTRAS C OMOR134DADES: 
INDICE DE COMORBIDADES DE CHARLSON I !SW - , ! ) MÁC - 
infiro cio Mioçardio 
uÃo insufioéncia Cardíaca ) SP: • . 
. Doença arterial Periférica 
: SIM ' ÁC Doença Cerebrovascular
ê I N • Demência 
1 PONTO DPOC ') SiN1 ... COE nça do ted do conjuntivo 
; . SIM É NÃO ilcera Pé.ptica 
Doença Hepática leve 
. M 
Diabetes ./ NÃO HEMIPLEGIA 
Doenr,a renal moderada nu grave 
. •• - -• -, Diabetes com lesão de órgão alio , 
2 PONTOS 
`: ':i • É ji tV..0 Tumor 
.... . 
Leucemia 
Linfoma 
. . 
t ¡Siri: i NÃO Doença Hepática moderada ou 3 PONTOS SvC.2 
-...Unar 63Iido Metastátiso € ,SIM l ) fia,,D 6 PORTOS AIDS 
..... . ._ . . 
i. SIM - i ; NÃO PONTUACÃO OTAL 
-, sw i NÃO AnOtR, as respoStes (b,rn ou riá. o.r soo,e os anteceoentes 
pessoais (AP) e acrescentar a ocorrência de outras patoiogias 
eue rão cons::ern na 1sta. 
É 'r Suo ( ; NÃO F,.,-,...,ar o índice de Cornoroidades do Charison e anote: a 
pon,.uação total 
..•e•rne..3a. ...A V .R. PERE.RA w 2.... ••,- „ -,r.r.:- 1-.:-:% -,:..•n -E-,:r.,..:e !fr •i".:.:rmn,17•:€7,:i :.,.-... nr l - :: "•::.z.:::a, 2,21=1, 4,,- I:, 2'15.2.t8 I.I.I A7.erre.. 
A REVE DE RASTREIO COGhitT31/0: marcar as.respostasabaUgo 
FIGURA PERCEPÇÃO NOMEAÇÃO 
Sapato 
Casa 
• .. 
Pente 
,• 
Chave 
_ .. 
AVião 
Salde 
Tartaruga 
. . .... 
Livro 
•• • - • Colher 
Árvore 
tssam5MA MEMÓRIA MEMÓRIA APRENDiZADO RECONH:ECIvIENTO ÉNC1DtNTAL IMEDIATA TARDIA 5.'1 
.„ „... 
CORRETAS 
INTRUSOES 
16 
TESTE DE FLUÊNCIA VERBAL: Peça ao ,Cose que fa,e ICIMU de animais Coua,guer bica} /embrar, Anota' a nu 
menor tempo possiv6, ariorancio o número de an,ma.s lembrados em 1. minute. 
DESENHO. DO RELOGIO: fnlregiie folha de papel ern oranco, lápis ou caneta e peça que resenhe ur1 re•Sgio com tocos os 
números e coloque os ponteiros- marcando 2h45'. Guarde o desenho com a ficha. 
OBS: 
I lera Bateria Cogr~a &ave. Grupo de Neu,cJoç c.;-o t..3 e do ezIrelpe..,a,F:nti, D.d.parptando para °XVI Cor)¡.=,r_., 
esàlaire de fonoaud]oioeia, Carpos c;.2 Jc r dão. 2,308. 
Prefeitura Municipal 4e Varginha - MC 
Policlínica Central de Varginha 
UNIDADE SERVIÇO DE REFERÊNCIA A SAÚDE DO IDOSO- ENVELHE-SER 
Rua Santa Catarina , SN. Centro -3532,4 9984 
NOME: 
DATA DE NASCIMENTO:_ 
B HIPÓTESE DIAGNÓSTICA 
C) CONDUTA MÉDICA 
Problemas a serem resolvidos Planejamento Terapeutko 
17 
ESCALA DE ESTADIAMENIO FUNCIONAL DA DOENÇA DE AL2HEIMER (FAST - Funcional Assesment Stages in Atzheimer disease) 
Características clinicas _I Diagnostico 1 Duração MEEM•• • 
1. Sem decréscimo 
2. Queixas subjetivas 
3. Déficit em ambiente de trabalho 
4. Requerendo auxilio para tarefas leves 
S. Requerendo auxilio para a escolha do vestuário 
6. a. Requerendo auxilio para vestir-se 
b. Requerendo auxilio para banhar-se apropriadamente 
c. Requerendo auxilio para toalete (tais como dar a 
descarga no vaso sanitário ou limpar-se] 
d. Incontinência urinaria 
e- Incontinência fecal _. 
7. a. Habilidades linguisticas limitadas a meia dúzia de 
palavras 
b. Vocabulário inteligível restrito a uma única palavra 
c. Perda da capacidade de deambular 
d. Perda da habilidade de sentar-se 
e. Perda da habilidade de sorrir 
f. Perda da habilidade de sustentar a cabeça 
-tr-k- CM-';mo Cape so assoo.u, . , J., _ , 
Adulto normal 
DOAI` 
Transtorno neurocognitivo 7 anos 
leve 
DA'• leve 2 anos 
DA moderada 18 meses 
5 meses 
5 meses 
5 meses 
DA moderadamente grave 
4 meses 
10 meses 
12 meses 
18 meses 
DA Grave 12 meses 
12 meses 
18 meses 
12 meses 
• " - Mt LM: Ne ~nem* C-.) teLeu:e. 
29 a 30 
27 a 28 
24 
19 a 20 
15 
9 
8 
5 
3 
1 
O 
O 
O 
0 
Cl 
O 
Memai 
RF,TAS f- V , .71, t --aletle T:.-ce.,.;a2 - -. -J _ :, 
OBSERVAÇÕES' 
Nome 
1 
e assInato-a do Prof ,,s oral: 
CATA: 
18 
v3iingovvanraoy5vnvmrz's 
Prefeitura Municipal de Varginha - MG 
Policlínica Central de Varginha 
UNIDADE/SERVIÇO DE REFERÉNCIA A SAÚDE DO IDOSO - URSI 
ENVELHE-SER 
Rua Santa Catarina, Centro, 35 3214 9964 
NOME: 
Frios de dispensação 
1 rros de prescrição 
Analfabeto, deficiente visual, auditivo, memória 
Perdeu a receita 
NÃO ADESÃO VOLUNTÁRIA: 
( ) Nán quer I ) lidin "ries niedicamentosas Outros motivos: 
( ) N,:iii gosta cie lwriar o medicamento I ) Interacán rnedicarnerrtoxatimenio 
OUTROS PROBLEMAS DE SAÚDE QUE AFETAM O TRATAMENTO 
Descrição Medicamente Implicado Descrição I Medicamento implicado 
Problema de saúde insuficientemente tratado 
Queixa técnica 
Reação adversa a medicamento 
Automedicação 
Polifarmacia quantitativa (uso acima de 5 medicamentos) 
Polifarmácia qualitativa (MPI) 
Cascata lairogénica 
Prescrição divergente 
PRM Outros 
Não foi detectado PRM 
CLASSIFICAÇÃO DO RESULTADO NEGATIVO ASSOCIADO AO MEDICAMENTO 
Descrição Problema de saúde e Medicamento Relacionado 
RNM Necessidade - Desnecessário 
RNM - Necessidade Desnecessário (suspeito) 
RNM - Necessidade - PS. Não tratado 
RNM , Necessidade - P.S. Não tratado (suspeito) 
RNM • Efetividade - Não quantitativa 
RNM - Efetividade - Não quantitativa (suspeito) 
RNM Efetividade - Quantitativa 
RNM - Efetividade - Quantitativa (suspeito) 
RNM Segurança • Não quantitativa 
RNM - Segurança Não quantitativa (suspeito) 
RNM - Segurança - Quantitativa 
RNM .. Segurança - Quantitativa (suspeito) 
PROBLEMAS GERONTOLÓGICOS RELACIONADOS AO USO DE MEDICAMENTOS 
Descrição I Medicamento Reiacioria rio Descrição I Medicamento Relacionado 
latrogenia 
Imobilidade 
Incapacidade cognitiva 
Incapacidade comunicativa 
Incontinência esfincter lana 
Instabilidade postural 
Insuficiência familiar 
Violência 
Queda 
Fragilidade 
Não há problema gerontológico 
SEM SEGUIMENTO FARMACOTERAPEUTICO ( ) perda de receita ( 1 Orientação pontual i 1 outros: 
F - CONDUTA (INTERVENÇÃO FARMACÊUTICA) 
INTERVENÇÃO FARMACÊUTICA - IF 
Descrição Medicamento Relacionado Descrição Medicamento Relacionado 
II- - Quantidade - Modificar a 1JOSL! IF Estratégia • Substituir medicamento 
II- Quantidade - Modificar a 
duração do tratamento 
IE - Educação .. Educar no uso do medicamento 
- Não adesão Involuntaria 
IF - Quantidade - Modificar a 
posoingla 
IF . Educação - Modificar a atitude a respeita 
da farmacolei avia Mio adesão Voluntária 
II- I stiatégia - Adicionar 
medicamento 
Ir - Educação - Educar ein ineditlas não 
lar maiolOgic as 
If - Estratégia - Retirar 
medicamento 
Il. ~autuação de paciente tom suspeita 
de RNM 
Ir 
G - PLANO DE CUIDADOS/ METAS FARMACOTERAPEUTICAS 
Nome e assinatura do Profissional: 
DATA: 
rrereiture municipal de vargsnna - Mt 
Policlínica Central de Varginha 
UNIDADE / SERVIÇO DE REFERÊNCIA A SAÚDE DO IDOSO - URSI 
ENVELHE-SER 
Rua Santa Catarina, Centro, 35 3214 9984 kiejec
tor
-r. ¥00
NOME: 
DATA DE NASCIMENTO: 
ID. A reaçâo foi comprovada por qualquer evidência objetiva? 
1,4PUL 14U 411. 1 arinlitovig.ancla ho Malar Fm UMISPL InvintlgatiVet em farmicovIplAnc aa. Nobearào Preig, 1001. 
B - EXAMES DO PACIENTE 
Data Exame Resultado Unidade Valor de referência 
C - SINAIS VITAIS 
PRESSÃO ARTERIAL 
MANHÃ 
Data Horário PA (mmilg) 
NOITE 
 Data Horário PA (mmtlg) 
MANHÃ 
Data Horário PA (mmlig) Data 
NOITE 
Horário PA 
(mmlig) 
GLICEMIA CAPILAR 
PRÉ-PRANDIAL PÓS-PRANDIAL PRÉ PRANDIAL PÓS-PRANDIAL 
Data Horário GC (mg/dI) Data Horário GC (mg/dL) Data Horário ' GC Img/tiL) Data ' Horário GC 
Img/d1.) 
o 
D - O BSERVAÇõES DO FARMACÊUTICO 
E - I4IPOTESE DIAGNOSTICA 
PROBLEMA RELACIONADO COM MEDICAMENTO 
DESCRIÇÃO FIERTLR7157T317,APTECA DESCRIÇÃO I MEDICAMENTO IMPLICADO 
Administração incorreta do medicamento 
Características pessoais 
Conservação ,natleauada 
Contra indicação 
Dose. posoiogia ou lil irnáo ,nadem,ada 
Duptit idade 
NÃO ADESÃO INVOLUNTÁRIA: 
Não sabe tomar o medicamento 
F sone< e de tomar o merkamer to 
o medicamento custa muito cam 
O medicamento esta em falta nas Farmácias cio SUS 
Não sidie qual atediatnento F ci correto 
Prefeitura Municipal de Varginha - MG 
Policlínica Central de Varginha 
UNIDADE / SERVIÇO DE REFERÊNCIA A SAÚDE DO IDOSO - URSI 
ENVELHE-SER 
Rua Santa Catarina, Centro, 35 3214 9984 
NOME: 
DATA DE NASCIMENTO: 
AVALIAÇÃO GERONTOLÕGICA ESPECÍFICA - FARMÁCIA A -COLETA DE DADOS ESPEC. iF ICOS 
QUEIXA DO PACIENTF (Ava.i,,r eçper tarnía c. a experiêncta no USO dos medicalnentos) 
AVALIAÇÃO DOS MEDICAMENTOS Analisar a subjeowdade rned.carnern'.0 sa Imeduepreocupação, especial IVA. Ur a/te hábitotii 
• Para pacientes que apresentarem RAM. aplicar Algot rimo de Narraego. 
• Avaliar adesão voirentarin e involuntário. PRESCRIÇÃO DATA I PRESCRITOR I MEDICAMENTO 1 POSOLOGIA MODO DE USAR J INDICAÇÃO 1 INiaõ TÉRMINO UTILIZAÇÃO PELO PACIENTE RA.M. SIM FNÃO 0151RVAÇÃO 
Algoritmo de Narranjo: em caso de R.A.M. a hcor o algoritmo e anotar resultado no i.:ii rupo esp i )SAN) 
qtrEsTÕES 
1. Existem relatos conclusivos sobre esta reação? 
2. A reação apareceu apcis a administração do Iártnaco suspeito? 
3. A reação desapareceu quando o fármaco suspeito foi suspenso ou quando um antagonistaespeckfico foi administrado? 
4. A reação reapareceu quando o fártnaco foi readministrado? 
S. Existem causas alternativas que poderiam ter causado esta reação 
6. A reação apareceu com uso de um placebo? 
7,0 fárinaco foi detectado no sangue ou outros fluidos biológicos em concentraçOes tóxicas? 
B. A reação aumentou com dose maior ou diminuiu quando foi reduzida a dose? 
. 9. O paciente tem historia de reação semelhante com o mesmo tárinaco ou similar em alguma exposição prévia? 
SIM NÃO NÃO SABE 
1 o 1 PONTUAÇÃO 
OBTIDA 
2 ..1 O 
1 ti il INTERPRE AÇA() 
2 1 ❑ CAUSAIIDA PON LIAÇA° 
-1 2 O DEFINIDA 9 OU + 
-1 1 O PROVÁVEL. 5 A 
1. o o POSSiVEL 1A 4 
1 o o DUVIDOSA O OU MENOS 
OBSERVAÇÕES 
3 
3 
6.3 AVALIAÇÃO NUTRICIONAL 
Prefeitura Municipal de Varginha - MG 
Polielinica Central de Varginha 
UNIDADE 1 SERVIÇO DE REFERÊNCIA A SAÚDE DO IDOSO- ENVELHE-SER 
Rua Santa Catarina , SN, Centro - 353274 99" 
NOME: 
DATA DE NASCIMENTO: 
Mini Avaliação Nutricional' 
Mini Nutritional Assessment 
Mate Sel[3: 711: 
'r:darde: Peso 04 Mura ror, leito: 
Preencher a primewo pana deste e es'rarar;n, :Prlica,árti a rinpa.ila S9171P, os parFros ;Ia Nagem. Caso £.• a•Xtre... ;fali ou oPierror a 11. 
corxíorr o ql.:estiolam para cbter 8 ava4""2:7 60 esiarrE 
25 
Triagem 
A NDS o:tirkl7Slr&S k:teee5 rd.evie r.-uiça0 0a incesta 
ahmemar Msvidaa petas de aper.e. problemes elices-1,..lis Cu 
dirieuicace ama desligar erdeçker, 
- diromaçad severa da idgeiata 
= Mlinuicao moCerada ce ingeSte 
2 = Serg egOegg,g00 Ca !egesra 
B Perda giepew no tilares. meus 
...apericr ' 3 
. 330 sabe informa' 
2 efitwe oan e lies LiudOs 
e e ;Área de Uni) 
C t&ilieade 
remira ad deac oua tacaca ce radas 
1 = dgarneda mas na :apaz de sair ce usa 
' 110 T.Ri 
C Passou pie algurn estresse. psicaansea CUCCCIC,,,S 
nos últimos Ires meses? 
0 = sim 2 - não 
E Proplerineurapsicartgiats 
O = Pernércir. cv depreEsao graves 
= demência Seve 
2 • Seel IX.GbeMs pVccdogi"cos 
r Indica de massa earporea (IMC = peso Kg] eslalwa Im11 I 
= %.X.19 
- 15 s Mit 21 
2 = 21_IMCe23 
3 
Escore de triagem ;s,ãLetak, rume oe 1R pontas) [3 j "
"aUES. 33,7ra' 
dosnecessgrio ,-,:oniskwr e avalke0ç 
1 anos ou .fflenos onsmOilidaoe cL. Oe.segetriçaO.. 
ação 
Avaliação ghebal 
J Quantas r alungels AXAI c:a? 
0 una retelçar. 
1 -duas rarricoes 
2 - :-rEr-4;r:es 
K t.) ACiffee caisarrie: 
• 33AL ¡deli., una J.,.wça,c oraria de gaste 
ar der:.2Aas eua* . uguaAP sue E gele E 
• duas oc. fga:s perçoes sfrine,s 
dei ajun....5 05./5"g sim L rolo 
• 33.3 Ala:CS Mies 
rts ckas...! sim 1—reac r 
C0 -nert urna 
C.5= dum rés Jastas 
1.0= espestas 
1 O 3i9Cialle A":".X1!.,303 cAsACA aunais elavaçn 
rjárias 35 kur.as eu vegetais 
C - naa 1 s'ari 
M Qoanici saco. cai2. erra, iejlA) 
O pacÉelte cerseme 
CO = :„.es copes 
COPO'? 
1í3- ,W5% CEMM 
01 Modo de se alimentar 
C = rau é capar Ce s&c rna.T.a2 scArhe 
1 - aignenta-selOpIno. 71S=rx7 2014,1cuiclace 
- SOfdl,'W SM1 :Ma-Ameace 
O 9 azglieriré erecta ter Mira,: gpaire.i rv:rir,,uaia? 
- Percer, estar aesnue.ap 
100 sa:m C ler 
2= acreoita na.) te. ;3;33Jan:a rzeuvonal 
1) Er, z..]:,-,arataa a ;Agras pessca:; ca f13.3113 dado. 
f":::.,7,3 e ?atine cone cara a sua greona szeee? 
CO' raor.r.:5308 
- rio sane 
1.7 SC[ 
2.0 men-w 
Q ~.1~,a rì. 311Kt •n. 
(a, 2" 
0.5= 215C5522 
IA:. C3,72 
Li 
A; O ',.s'A',333E, ,3•4, 331 Sua praxe ea se soa 
Dei hespeaG 
O - rao --sim 
OliAL9 trais Ce ires inedeamen Te' frs 
cas3A;C;' 3:i,03 
Câ.c•wfm,rez ca; elTA C:11 
C . CP13; ' • :.r•• 21 Li 
tesura 00 pei.. Cu escaras' 
0 = san 
MICJ53 tawc [4.2tkrall.l.ssurs .4 ,3,,-13 
2•Adoç The ruac.2,a:r:a ef&A, purAwf. r';ers.:35 .6tris~. 53333,31 
Ai..~3A AL .1:U*01 8,12 *MUS C.. 
31,•50.3:333~.. or :Cá NAritgna 49107...111, 41,4 DA..3:3•Eenara SWAirM Vtellt4 
ar NRNA 111 1,112ANAL•Yenièneigna2:)INAt NessAnt.7-+t I•X C2 A•3••• i CAN • A1333 
O e• C. 
?ris tiew S.A.. ''ercry T.3 ,•33.k CiAVratiS 
Avaliaçâo !A, pw.tts; 
Escore da triagem 
Escore total rnà•,,-,0 
Avaliação do Estado Nutticional 
pyaws FISC:Á ce auseJtrp4e, 
menos de ti po1005 cesnkrien 
6.4 AVALIAÇÃO FONOAUDIOLOGSCA 
Prefeitura Municipal de Varginha - MG 
Palichnica Cerzira/ Varginha 
tiN JADE SERVIÇO DE REFERÊNCIA A Sitt59E DO IDOSO- MOVE-SER 
Rua Santa Catarina , SN. Centro - 35 3214 9984 
NOME: 
DATA I5E NASCIMENTO: 
AVALIAÇÃO GERONTOLOGICA ESPECIFICA — FONOAUDIOLOGIA 
Alguma queixa especifica? 
A — COMUNICAÇÃO ORAL 
Compreende o que se fala? 
Ordens si copies - ( ) NAO ( ) SIM 
Ordens compiexas: 4 I NÃO ( 1SIM 
( 1 Ni AO 
( ) Dizartr:/ { : Aprazai 
Percebe-se alteração da fala? 1 ) Outros: 
( }SIM especificar: 
É compreendido quando fala? ( ) NÃO ( ) SIM 
Observação da voz: 
Dificuldades de atenção? ( 1 NÃO ( I SIM 
Dificuldades de memória? 1 ) NÃO 1 1 SIM 
B - ALIMENTAÇÃO 
Via de alimentação: ( ) Orai ( I Sonda Iisc,?ritera' ( 
Saliva: 1 1 Deglute ( 1 Acúmulo i! retirada espontânea 
( ) Sialorréia 1 1 Engasgo frequente 
Tem dificuldade para mastigar: ( 1 NÃO ( SIM 
( ) NÃO 
Prótese dentária: 
( ) SIM 1 ) NÃO 
( 1 SIM I } SUPERIOR ( ) INFERIOR 
Usa?1 }Sim i NÃO 
Estado alerta durante a alimentação: ( ) ACORDADO : SONOLENTO 
.{ ) NÃO 
Demora para Tempo: 
alimentar-se? ( ) SIM Qual refeição? 
Engasga? 
( ) NÃO 
1 1 SIM ( 'Liquido ( )Panoso ( } Sólido 
Pigarro? () SIM ( ) NÃO 
• ( ) NÃO 
Tosse? 1 1 Eficaz 1 )
.
Não Eficaz 
( ) SIM ( } Liquido I ) Pastost t 
... 
( ) Antes I ) Durante ( 
( ) NÃO 
• . 
O que e feito? Fica sem fôlego? 1 ) SIM 
Fica sonolento após ilimentação? ( ) NÃO ( ) Sim 
( ) NÃO 
Já teve pneumonia? Quantas vezes? 
( 'SIM - Data da última vez que teve pneumonia' 
) Gastrostomia 
)5611do 
) Pós-deglutição 
26 
C -TONTURA 
Rotatória? ( ) NÃO ( ) SIM 
Com desequilíbrio corporal para o lado? 
Há perda da consciência? 1 1 NÃO ( 
Apresenta quedas? ( ) NÃO ( ) SIM 
( ) NÃO 
) Sim 
( •-,) SIM 
D - AUDIÇÃO 
Parecer em relação à audição: 
CONDUTA: 
OBSERVAÇÕES GERAIS: 
Nome e assinatura •:-;° Profissional: 
DATA: 
27 
6.5 AVALIAÇÃO SOCIAL 
Prefeitura Municipal de Varginha - MG 
Policlinica central de .'r2rgiriha 
UNIDADE / SERVIÇO DE REFERÊNCIA A SA:DE DO IDOSO- ENVELHE-SER 
Rua Santa Catarina , SN, Centro - 353214 9984 
NOME. 
DATA DE NASCIMENTO: 
AVALIAÇÃO GERONTOLÓGICA ESPECIFICA - SERViÇO SOCIAL 
A - CUIDADOR 
Não 5 l'orrn.Jt 
Se parente, grau: 
Nome do Cuidador; 
Esccrlarkiade: 
Saiic e 
ni-a rn-T-apan ESrE - , fi;mr ;.,:i• riu OU rO4 e:tVOSiirios ne aúd.cf! -_, au .dosa? 
Nán { Sim l ) Quem) 
Outras Clupaçà? 
5::rn i ., Quais? 
Não ( Diasitiorario, 
...... ,:•• • -.E..: c; .,:desi 
; Cl..ãis? 
5 ro'no ru!dador: 
; ) informal ( } 
_. 
El - Situação Previdenciária 
Aposentado f ) Penslonlsta l } 
qualificação profissional e Situação no Mercado de Trabalho dos familiares 
"4" Trab 3i n adOreS cari -rine UIC: AtIv,darle: 
":•::É '1.rabaInadores :em Vir.:AAIICI: Az ,J,dride: 
V de ~s desempregadas: kktvi nade' 
BPC/WAS [ 
C - Situação Socloeconanalta 
Renda Mensal Far-nIkar 
Renda arfavés ele at vidaces oOs mernb-os 
Renda Financeira do pacien:e. 
_ Arxtsentudorã :.. ) Pe-=ão • 
Benercios Assístemiais ¿especificar]- 
Rersdafaniiikar Total: 
Dutres Auxi::los rescedfcãr) 
RS 
RS 
sPC,:te&S ( ! RS 
RS 
R5 
RS 
28 
D — 
5.1. Moradia: 
52. Alimentação 
5.3. Saúde 
5.4. Outros 
TOTAL DAS DESPESAS 
R5 a uguel,Finarciarnento da Casa, impostos 
RS 
RS 
RS 
RS 
E - Situação Habitacional: Características do domicilio 
Tipo moradia Tipo de construção Condição N2de cômodos 
cau filai:leira Ccdida Zuarte. 
. 
Apartamen Áhenar.a ,.?" npr 3 Sala 
to 
Cômodo C át, as: an. a c!*da CCt.rtfa 
BarrU O --ier..lada . aa itieirc 
Cortiço c:. irr 35: C ..ltr*S: 
Outros. 
Como é a acessibilidade a sua casa? 
Saneamento Básico 
Agua encanaca SM ( ) fiii.61 ) 
LJZ eiétrica SM( ) NÃO 1 
_ . 
Esecro . Sim i 1 NÃO I 1 
Coleta deixo SIM ( i NÃO ( ) 
Observações: 
F— Composição Familiar 
Membros da familia Pessoa portadora de deficiência 
... 
N de membros Fisica 
Crianças Mental 
Adolescentes rake e mental 
Adulem Iciert'ficar: 
idoso,. 
Como é a convivência com os ri:lembra sua farnilia? 
Usuários de substancias psicoativas 
Tacaca 
Aiwol 
Drogas 
identificar o dependente: 
G — Parecer técnico: 
H - Conduta I ntenrentiva: 
Nome e ass,natu:•a zi,io Profissionai: 
DATA: 
29 
6.6 AVALIAÇÃO PSICOLÓGICA 
• 
Prefeitura Municipai cie Vai•ginha MG 
Polictinica C-eatrei de ;•-arginha 
UNIDADF SFR VIÇO DE REFERÊNCIA A SACDE DO IDOSO- ENVELHE-SER 
Rua Santa Catarina , SN, Centro - 35 3214 9984 
NOME: 
DATA DE NASCIMENTO. 
AVALIAÇÃO GERONTOLÓGICA ESPECIFICA — PSICOLOGIA 
ALGUMA QUEIXA ESPECÍFICA? 
INSTRUÇÕES PARA O AVALIADOR 
Peça para o idoso fazer um desenho e, em seguida, soicite que ele carie. a estória da imagem desenhada. Faça urn 
relatada estória contada abaixo e registre suas impressões e conduta ors verso. 
013S: Não há um ja=to certo e ánico de razer o Lesenho-Historia, t ma s ririportante e cpe a (ai idoso sinta-se a 
vontace e possa usufruir da experiência de medo de-bcontraido. (oloLa-+do-se pessoalmente e estabelecendo uma 
comunicação com o profissional para alem do relato nrbai. A técntca de Desenho-Estárks não é um teste pscologir.O. 
mas um fundador da comunicação emocional. 
RESUMO DO REATO DO IDOSO 
30 
CONSIDERAÇÕES 
CONDUTA 
OBSERVAÇÕES GERAIS 
Nore e aàsinaura do Profissicr.s.# 
ATA: 
31 
32 
6.7 AVALIAÇÃO DA TERAPIA OCUPACIONAL 
PREFEITI'RA 3IUNICIPAL DE E4 R GINVIA - ri4G 
POLICLÍNICA CENTRAL DE VARGINHA 
_
84 1N1DADEISERI'IÇO DE REFERÊNCIA A SAÚDE DO IDOSO ENVELHE-SER 
RUA SANTI CATARINA, CENTRO. 3214 9984 
AVALIAÇÃO GEIWITITOLÓGICA ESPECIFICA - TERAPIA OCUPACIONAL 
NOME: DATA: 
AVALIADOR: 
QUEIXA ESPECIFICA: 
AVALIAÇÃO DA ROTINA DE ATIVIDADES 
ATIVIDADES QUE DESEMPENHOU AO LONGO DA VIDA 
ATIVIDADES QUE REALIZA ATUALMENTE 
ROTINA DURANTE A SEMANA T MANHÃ 
TARDE 
NOITE 
AVALIAÇÃO DE FUNÇÕES E ESTRUTURAS CORPORAIS 
ASPECTOS FÍSICOS: QUEIXAS EM MEMBROS SUPERIORES? 
QUAIS? 
MEMBRO ACOMETIDO? 
PREENSÃO ALTERADA: 
ESCRITA: 
ASPECTOS AMBIENTAIS E TECNOLOGIA 
ASSISTIDA 
USO DE ORTESES , PRÓTESES E RECURSOS 
DE TECNOLOGIA ASSISTIDA NAS AVDs 
CADEIRA DE RODAS/ APARELHOS DE AUXÍLIO 
PARA DEAMBULAÇÃO 
CONDIÇÕES DO DOMICÍLIO: BARREIRAS 
ARQUITETÔNICAS ( ESCADAS, RAMPAS) 
SANITÁRIO BOX ADAPTADOS? 
ASPECTOS DE FUNÇÕES SENSORIAIS SENTIDOS: 
ASPECTOS PERCEPTO-COGNITIVOS: 
33 
AVALIAÇÃO COMPORTAMENTAL 
LINGUAGEM CORPORAL? 
SOFRIMENTO PSÍQUICO? 
TESTES ESPECÍFICOS DA TERAPIA OCUPACIONAL 
CLASSIFICAÇÃO DE IDOSOS QUANTO A CAPACIDADE PARA AUTO-CUIDADO (CICAC): 
ESCALA DE AVALIAÇÃO DE INCAPACIDADE NA DEMÊNCIA (DAD-BR): 
LOEWESTEIN OCCUPATIONAL THERAPY COGNITIVE ASSESSMENT(R-LOTCA-G): 
INFORMANT QUESTIONNAIRE ON COGNITIVE DECLINE IN THE EDERLY - IQCODE: 
OBSERVAÇÕES: 
CHECKLIST DE ADEQUAÇÕES : 
6.8 RELATÓRIO DE ALTA DO SRSI 
Prefei1ura Municipal de Varginha - MG 
Policlinka Cantral de Varginha 
UNIDADE i SERVICO DE REFERENCIA A SAÚDE DO IDOSO - URSI 
ENVELHE-SER 
Rua Sarna Catarina, Centro. 35 3214 9984 
34 
~RIO DEALTA 
NONIE DO PACIENTE: 
UNOVE DE SAÚDE DE "a1,1~MIO: 
GERigrRIA 
FARMACIA 
ENFERMAGEM 
SERVIÇO 
SOCIAL 
NUTRIÇAO 
FONOAUDIOLOGIA 
PSICOLOGIA 
ODONTOLOGIA 
OUTRAS 
OBSERVAÇÕES 
35 
36 
7. PLANEJAMENTO E ORGANIZAÇÃO DO PROCESSO DE TRABALHO DO 
SRSI 
7.1PRIMEIRO ATENDIMENTO 
O primeiro atendimento no SRSI é realizado através da Avaliação Médica. Assim, 
os idosos que chegam ao SRSI foram previamente agendados para a AGG, através do 
telefone de contato, pela unidade de saúde, onde estavam cadastrados. A equipe 
interprofissional fará a discussão do caso e procederá aos encaminhamentos no momento 
da reunião semanal. O agendamentos para os outros profissionais da equipe é de acordo 
com as necessidades da pessoa 
idosa. 
Nesse momento, a família / acompanhante recebe informações quanto à logística 
dos atendimentos e às expectativas dos idosos sejam resgatadas, assim como, as 
experiências anteriores de tratamento. 
7.2 GERENCIAMENTO COMPARTILHADO 
O SRSI tem papel importante, para proporcionar a integralidade do cuidado ao 
idoso frágil. Para tanto, faz- se necessária a articulação entre os profissionais da Atenção 
Básica e os profissionais desse ponto de atenção. 
Esta articulação depende da troca de informações sobre as terapias dispensadas ao 
idoso e sobre as necessidades de cuidados continuados, identificadas pelos profissionais 
que foram/são responsáveis por seu cuidado. No entanto, não se trata apenas de troca de 
informações, mas de com❑ facilitar, ao máximo, o trabalho em conjunto, com centralidade 
na pessoa idosa. 
É de importância fundamental que o atendimento realizado no SRSI seja 
acompanhado pelos profissionais da Atenção Básica, da unidade de saúde responsável 
pelo encaminhamento ao SRSI, pois serão eles (e a unidade de saúde) que receberão a 
pessoa idosa em sua volta à Atenção Básica, quando da época da conclusão do trabalho 
do SRSI e do contrarreferenciamento. 
Este acompanhamento, pela Atenção Básica, das atividades e ações que a SRSI 
está realizando com a pessoa idosa encaminhada, foi denominado "Gerenciamento 
Compartilhado Atenção Básica/URSI" e é realizado através de duas atividades: 
a)Relatórios periódicos da equipe do SRSI para a Atenção Básica; 
b)Gestão dos casos mais complexos, garantindo ❑ suporte aos profissionais da Atenção 
Básica através de matriciamento e atendimento compartilhado, qualificando a atenção 
primária; 
c)Relatório da Contrarreferência (relatório final de alta). 
7.3 TEMPO DE PERMANÊNCIA NO SRSI E ALTA 
O SRSI deve atender a todos os casos que preenchem os critérios de 
encaminhamento para a atenção gerontológica especializada. Dada a dimensão da 
população idosa da cidade de Varginha e a presença, em maioria, de idosos que são 
usuários exclusivos do SUS, o processo de trabalho da equipe interprofissional deve 
favorecer o renovar contínuo de idosos sob sua 
avaliação. O SRSI é um ponto de atenção especializada, é um serviço de referência, e 
como tal, após realizar as atribuições pertinentes à sua função, deve contrarreferenciar os 
idosos para a Unidade Básica de Saúde, onde a pessoa está cadastrada. Assim, o tempo 
médio de permanência no SRSI será seis meses. 
Atualmente o tempo que os idosos permanecem no SRSI é cessivamente longo. 
devido à quase inexistência de suporte a essa população na Rede em geral e à atenção 
37 
primária inadequada para os mais frágeis. O próprio SRSI não possui critérios 
padronizados para o retorno da pessoa idosa à UBS de referência o que resulta na sua 
permanência nesse ponto de atenção por tempo indeterminado. Porém, ao conservar os 
usuários sob seus cuidados indefinidamente arrisca-se a não conseguir atender a todos 
os casos que preencherem critérios de encaminhamento. 
8. EQUIPE 
8.1CONCEITO DE EQUIPE 
A complexidade dos fenômenos saúde-doença, de seus determinantes sociais e a 
integralidade no cuidado ao idoso requer o trabalho interdisciplinar de uma equipe 
multiprofissional, conectando ações e construindo coletivamente as intervenções para a 
população que utiliza o serviço. Há diferentes noções sobre equipe. 
Uma das habilidades a ser desenvolvida no interior de uma equipe que busca ser 
integrada é o processo de comunicação compartilhada em que cada membro da equipe 
do SRSI tem papel fundamentai no manejo dos problemas cotidianos e das situações 
conflitantes. 
Nestes cenários ampliados a equipe necessita incorporar a dimensão 
biopsicossocial dos indivíduos, familias e comunidades para o cuidado compartilhado, 
construindo novas e ampliadas abordagens do processo saúde-doença. Portanto é 
necessário que os profissionais do SRSI estejam vinculados e integrados aos demais 
profissionais que compõem as UBS de referência com os quais devem compartilhar a 
gestão e o processo de trabalho para a população idosa usuária dos serviços, 
compreendendo as potencialidades e limitações específicas de cada área. 
8.2 COMPOSIÇÃO DA EQUIPE 
Considerando. como citado acima, que o trabalho interprofissional da equipe da 
SRSI é fundamental para o cuidado longitudinal, o quadro a seguir apresenta a relação de 
profissionais que compõe os recursos humanos necessários para a viabilização da 
proposta de atendimento na SRSI, bem como a definição de cargos, número necessário 
de profissionais por categoria e carga horária semanal máxima para cada um deles. de 
acordo com as normas vigentes dos conselhos das profissões da saúde. 
Cabe ressaltar que nenhum dos profissionais da equipe do SRSI é dedicação 
exclusiva, excetuando-se as geriatras. 
PROFISSIONAL QUANTIDADE CARGA HORÁRIA 
COORDENADOR 1 40h / SEMANA 
GERIATRA 2 20 ATENDIMENTOS/SEMANA 
38 
TÉCNICO DE ENFERMAGEM 1 30 'SEM 
ENFERMAGEM 1 40H/SEMANA 
FARMACÊUTICO 1 20r, /SEMANA 
NUTRICIONISTA 1 3 ATENDIMENTOS / SEMANA 
PSICÓLOGO 1 
10 HORÁRIOS DE ATENDIMENTOS 
5 ATENDIMENTOS / SEMANA 
ASSISTENTE SOCIAL 1 10 HORÁRIOS DE ATENDIMENTOS / 
SEMANA 
FONOAUDIÓLOGO 1 5 HORÁRIOS DE ATENDIMENTOS / SEMANA 
(OBS FONOAUDIÓLOGA NÃO ESTA 
LOTADA JUNTO A EQUIPE NO SRSI 
DEPENDEMOS A ATENÇÃO PRIMÁRIA 
PARA AGENDAMENTOS) 
TERAPEUTA OCUPACIONAL 1 (OBS TERAPEUTA OCUPACIONAL NÃO 
ESTA LOTADA JUNTO A EQUIPE NO SRSI 
LOTADA NO CENTRO DE FISIOTERAPIA DO 
MUNICÍPIO. DEPENDEMOS DA AGENDA DA 
FISIOTERAPIA DO CENTRO DE 
FISIOTERAPIA PARA AGENDAMENTO.) 
8.3 - GERIATRAS ISOLADOS E EQUIPES MULTSPROFISSIONAIS NÃO 
LOTADAS NO SUS 
Para assistência de pacientes que são acompanhados em serviços particulares 
basta encaminhar à unidade de saúde a qual pertence em relação a sua residência. 
Os documentos, critérios de encaminhamento serão os mesmos já relatados. 
39 
Enfatiza-se que uma vez inserido no SRSI o paciente e família deverão seguir as 
orientações acordadas com a equipe. 
8.4 - ATRIBUIÇÕES E PERFIS DOS PROFISSIONAIS DA EQUIPE DO SRSI 
Inicialmente cabe destacar que o SRSI é um ponto da rede de atenção 
especializada que, integrado à Atenção Básica (AB), promove a cultura do continuum do 
cuidado e da assistência. Semelhantemente às atribuições dos profissionas que atuam na 
AB. os profissionais do SRSI devem desenvolver as competências no campo relacional, 
de caráter clinico, de aprendizagem e de gestão. de forma a promover a continuidade do 
cuidado. A equipe interprofissional que atua no SRSI detem conhecimentos. habilidades e 
competências para a atenção em área específica de uma especialidade do serviço, sem 
que isso represente exigência e desempenho exclusivo de especialista, pois requer a 
compreensão da integralidade do cuidado e da atuação em rede de atenção à saúde. A 
integração da equipe do SRSI com outros pontos da rede se dá pelo processo de 
interrelação através dos recursos de referência e contrarreferência para o gerenciamento 
compartilhado, pelo matriciamento e realização de reuniões para discussão dos casos. As 
equipes do SRSI poderão realizar o matriciamento com os profissionais da AB, ou de 
outro ponto da rede. fomentando a cooperação e retaguarda especializada às equipes 
para a construção compartilhada da intervenção pedagógico-terapêutica. A proposta é 
rever. problematizar e discutir determinados casos, contando com o aporte e possíveis 
modificações de abordagem que o apoio matricial pode levar ao melhor entendimento e. 
assim, rever o planejamento da intervenção. incluindo, ou não, a participação direta 
destes profissionais ou de outros serviços de saúde da rede, de acordo com as 
necessidades. Assim. o SRSI têm dois usuários: os seus próprios e os demais 
profissionais das equipes de referência da AB . 
A proposta de matriciamento pelo SRSI é a de que os profissionais possam 
aumentar a autonomia das equipes da AB, adquirindo, ambas as equipes, novas 
capacidades técnicas e pedagógicas para os projetos terapêuticos, promovendo a cultura 
do continuum do cuidado e da assistência. Para isso é programado para o matriciamento 
trimestral às unidades de saúde. 
8.4.1. - Atribuições Gerais dos profissionais que compõem a equipe do 
SRSI 
Trabalhar de acordo com os princípios e diretrizes do SUS: 
Realizar assistência integral ao idoso em seu contexto biopsicossocial 
(acolhimento humanizado, promoção e proteção da saúde, prevenção de 
agravos, diagnóstico, tratamento, reabilitação, manutenção da saúde e 
controle social); 
Ser referência para a saúde da pessoa idosa ; 
Planejar, programar e realizar as ações que envolvem a Atenção à Saúde da 
Pessoa Idosa com comprometimento: 
Atuar de forma integrada e articulada ás demais áreas de Atenção; 
Integrar a pessoa idosa à sua própria comunidade. promovendo relações 
interpessoais e tornando-a o mais independente possível e em contato com 
pessoas de todas as idades: 
Incentivar, encorajar e estimular o idoso a continuar fazendo planos, tendo 
ambições e aspirações; 
40 
Prestar assistência às pessoas idosas frágeis, encaminhadas de outros 
serviços e pontos da rede de atenção. bem como a seus familiares, ou 
acompanhantes. sendo a referência e realizando a contrarreferência: 
Selecionar e aplicar métodos. técnicas e recursos apropriados ao 
tratamento, adequados à realidade socioeconômica e cultural da pessoa 
idosa; 
Realizar o acolhimento da pessoa idosa e seu familiar, ou acompanhante. de 
forma humanizada, na perspectiva de uma abordagem integral, 
interdisciplinar e resolutiva, possibilitando a criação de vínculos com ética, 
compromisso e respeito; 
Realizar a Avaliação Gerontológica conforme formulários padronizados: 
Participar da elaboração e monitoramento do plano de cuidados: 
Desenvolver e avaliar sistematicamente o programa de atendimento 
interdisciplinar estabelecido para a URSI. tendo, sempre. como valor o 
respeito à condição humana daquele que está sob seus cuidados (bioética); 
Participar de reuniões de equipe no SRSI e com outros serviços; 
Realizar matriciamento, através de reuniões, visando qualificar as ações em 
Saúde da Pessoa Idosa e capacitar a Rede de Atenção à Saúde; 
Participar do processo de Educação Permanente dos profissionais das 
Redes de Atenção à Saúde em questões do Envelhecimento: 
Participar e auxiliar rio curso de Cuidadores de Idosos. quando proposto 
pela SRSI; 
Realizar e incentivar ações de promoção e proteção da saúde. prevenção de 
doenças e de suas sequelas e complicações e reabilitação da pessoa idosa; 
Realizar e incentivar ações de prevenção à violência contra a pessoa idosa; 
Prestar atendimento aos casos de violência contra a pessoa idosa, de 
acordo com os princípios da cultura de paz. saúde e cidadania: 
Desenvolver. ou colaborar em pesquisas na área da Gerontologia. tendo 
como principal papel a implementação das políticas públicas de saúde do 
idoso; 
Apoiar atividades de ensino (pesquisa, estágio, aprimoramento e residência 
médica e multiprofissional), em parceria com Instituições de Ensino Superior, 
compatíveis às orientações didático-pedagógicas preconizadas pela SMS e 
SUS; 
Representar a equipe em reuniões e outras atividades e ações intersetoriais 
(secretarias do poder público. órgãos da sociedade civil e outros 
equipamentos de saúde). sempre que solicitado: 
Elaborar laudos, pareceres e atestados, quando solicitado; 
Trabalhar segundo normas técnicas de segurança, qualidade, produtividade. 
higiene e preservação ambiental; 
Atuar de forma ética e respeitosa no atendimento às pessoas idosas, 
familiares e cuidadores. 
8.4.2. Atribuições e Perfil do Coordenador do SRSI 
Garantir as diretrizes, metodologias, metas e protocolos da SRSI na área sob sua 
responsabilidade; 
Coordenar a implantação e o desenvolvimento das ações da SRSI na sua área de 
abrangência; 
41 
Estimular e articular ações junto à Atenção Básica. visando ampliação e articulação 
dos serviços ligados às políticas da pessoa idosa e do SUS, voltadas à inclusão 
dos usuários como participantes e sujeitos do processo: 
Estimular a formação de uma rede de apoio aos idosos com insuficiência familiar 
ou social; 
Facilitar o fortalecimento de vínculos, realizando intervenções com idosos, 
familiares e cuidadores, num trabalho interdisciplinar, buscando aproximação. a fim 
de evitar o abandono. em conjunto com as equipes de Atenção Básica e 
Especializada e com outras Secretarias Municipais e Organizações Sociais; 
Participar da Rede de Proteção às Pessoas Idosas, articulando ações conjuntas 
para garantia dos direitos das mesmas. tendo como diretriz o Estatuto do Idoso e 
fazendo encaminhamentos necessários. segundo as diretrizes e os fluxos 
estabelecidos por SMS; 
Participar das atividades de inserção da pessoa idosa na comunidade, através de 
atividades de lazer. cultura, esportes e outros serviços destinados a esses 
usuários, estimulando a independência e preservando a autonomia, 
Trabalhar de forma interdisciplinar, promovendo a integração e participação de toda 
a equipe do SRSI; 
Ser mediador em situações de tensão. pressão. ou crise. visando a integração da 
equipe e o bom funcionamento do serviço: 
Acompanhar as atividades da URSI. sendo responsável por compor e gerenciar a 
equipe interdisciplinar: 
Instaurar e realizar espaços de supervisão da Equipe de Trabalho: 
Proporcionar meios para o desenvolvimento da educação permanente no SRSI, 
voltada para os trabalhadores da unidade e para os demais profissionais da rede; 
Realizar reuniões administrativas com a equipe do SRSI de acordo com as 
necessidades: 
Participar das reuniões técnicas semanais com os profissionais da equipe do SRSI 
para discussão de casos, elaboração dos PTS. acompanhamento dos casos 
atendidos. bem como os processos de referência. contrareferência e alta: 
Elaborar relatórios administrativos, de acordo com a necessidade de cada usuário 
e do SRSI e quando solicitado; 
Manter atualizadas as informações sobre o programa e ações realizadas no SRSI; 
Realizar controle. sistematização e informação dos dados referentes ao SRSI, 
garantindo sua análise quantitativa e qualitativa. cumprindo os prazos 
estabelecidos; 
Garantir avaliações periódicas dos indicadores do SRSI por meio dos instrumentais 
propostos: 
Apresentar a produção mensal da equipe para inclusão nos sistemas de 
informação de SMS; 
Garantir. em caso de emergência e urgência, acionamento de ambulância (SAMU). 
Atuar como articulador para implantação de atividades de pesquisa e ensino no 
SRSI, tais como estágios. residências médicas e multiprofissionais e 
aprimoramento, a serem realizadas em 64 parceria com Instituições de Ensino 
Superior. em consonância com as orientações didático pedagógicas preconizadas 
pela SMS e SUS: 
Representar a equipe do SRSI em reuniões técnicas na Secretaria Municipal de 
Saúde, na Coordenadoria Regional de Saúde e na Supervisão Técnica de Saúde e 
em outros eventos e atividades intersetoriais e intersecretariais. que sejam 
referentes às questões do SRSI e dos idosos: 
42 
Participar de atividades junto à Secretaria de Saúde da cidade de Varginha, bem 
como junto às demais secretarias municipais e instituições parceiras. quando 
solicitado 
Ter formação em Gerontologia. ou Título de Especialista em Gerontologia pela 
Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia — SBGG, ou titulo de 
pós-graduação strictu sensu em área gerontológica, ou ter experiência 
comprovada. de no mínimo dois anos. em serviços de atendimento à pessoa idosa: 
Neste último caso, deve comprometer-se a apresentar comprovante de inscrição 
em curso de especialização na área gerontológica em até 6 (seis) meses da posse 
do cargo e título de formação especifico no pr 3Z0 de 3 (três) anos, a contar da data 
de inicio do trabalho no SRSI; 
Possuir experiência em Saúde Pública, Saúde da Família e em Saúde da Pessoa 
Idosa; 
Possuir habilidades de gerenclamento e coordenação. com características 
pessoais de liderança, criatividade, comunicação. paciência, perseverança e 
iniciativa; 
Possuir capacidade de se relacionar com os diversos níveis hierárquicos e aptidão. 
para interagir na rede de atenção: 
Possuir habilidade para atender pessoas idosas em situação de vulnerabilidade 
social fragilidade e violência. 
8.4.3. Atribuições e Perfil do Assistente Sozial 
Realizar a Avaliação Gerontológica EspecificE. de Serviço Social: 
Realizar Avaliação Social. atendimentos e acompanhamentos de idosos e 
familiares. no tocante às ações pertinentes ao envelhecimento. orientando 
questões relacionadas ao cuidado e promovendo a minimização das dificuldades 
do cuidador: 
Realizar atendimento individual aos idosos oriundos de encaminhamentos 
internos. através da agenda local, para orientações diversas: 
Compor a equipe de Gerontologia e contribu- r com o saber específico do Serviço 
Social; 
Ser facilitador e articulador das relações interpessoais (usuários. familiares. 
cuidadores, profissionais e equipes): 
Realizar atividades em grupo, promovendo a troca de experiências e estimulando 
a manutenção da funcionalidade da pessoa idosa (grupo de cuidadores. 
convivência. sociabilidade. entre outros): 
Orientar e encaminhar. quando necessário. para serviços sócio-assistenciais. tais 
como: INSS, SP Trans, ORAS, CREAS. Delegacia do Idoso, Fórum e outros 
serviços: 
Receber. no Acolhimento, de forma individual ou grupai. os pacientes novos e os 
cuidadores. descrevendo-lhes a rotina, o fluxo, o funcionamento e a composição 
do SRSI; 
Estabelecer vínculos com as redes sócio-assistenciais e de saúde. que focam o 
idoso como público alvo: 
Realizar, excepcionalmente e em conjunto com os profissionais da UBS de 
origem, ou de outros serviços. visitas domiciliares para os casos que implicam 
risco social e de violência, ou quando necessárias para Matriciamento: 
Participar na elaboração e execução das atividades educativas voltadas para a 
população e profissionais da saúde e demais áreas, incluindo as atividades de 
telessaúde; 
43 
Participar das reuniões da equipe interdisciplinar no SRSI, ou em outros serviços 
da região de abrangência, para discussão de casos e condutas; 
Orientar e acompanhar, em conjunto com a equipe do SRSI, os procedimentos 
para obtenção de medicação de alto-custo. insumos e demais equipamentos 
médico-hospitalares: 
Participar das reuniões de matriciamento e capacitação das equipes da rede 
assitencial ao idoso; 
Possuir habilidade para atender pessoas idosas em situação de vulnerabilidade 
social fragilidade e violência. 
8.4.4. Atribuições e Perfil do Enfermeiro 
:Desempenhar as atividades com base no Manual de Normas, Rotinas e 
Procedimentos de Enfermagem e nos demais manuais da Enfermagem do município 30 ; 
• Realizar interface com os profissionais das Unidades de Saúde e demais 
serviços. onde a pessoa idosa estiver em acompanhamento: 
Participar do matriciamento dos profissionais da Rede de Atenção à Saúde: 
:Estimular a iniciativa. a organização e a participação da comunidade em 
atividades inter-relacionadas em prol da qualidade de vida das pessoas idosas, 
encorajando, preservando e estimulando sua independência e autonomia; 
• Contribuir na identificação de ações de promoção à saúde da pessoa idosa, 
desenvolvidas pelos setores governamentais e não governamentais. naárea de 
abrangência do SRSI: 
• Estimular a organização de grupos de idosos para discussão e troca de 
experiências relativas à sua saúde. com foco na manutenção da qualidade de vida: 
• Efetuar notificação, controle e busca ativa de suspeitos e/ou comunicantes de 
doenças sob vigilância ou de notificação compulsória; 
• Participar e auxiliar nos cursos de Cuidadores de Idosos organizados pela URSI; 
• Supervisionar as atividades dos auxiliares/técnicos de Enfermagem: 
:á Realizar escala de serviço da equipe de Enfermagem: 
• Registrar no prontuário da pessoa atendida, todas as ações realizadas, sob 
supervisão do Enfermeiro, incluindo informações e orientações dadas aos idosos, à 
familia e cuidadores; 
rir Acompanhar as anotações dos prontuários e dos agendamentos dos 
profissionais da equipe.mantendo atualizados os dados pertinentes à suas funções: 
Participar de reunião da equipe do SRSI: 
à Possuir habilidade. para atender pessoas idosas em situação de fragilidade 
clínica e vulnerabilidade social: 
Ter iniciativa, comunicação, facilidade de trabalho em equipe, paciência e 
perseverança; 
• Possuir habilidade, para trabalhar em equipe interdisciplinar e para atender 
pessoas idosas em situação de vulnerabilidade social fragilidade e violência. 
8.4.5. Atribuições e Perfil do Farmacêutico 
• Realizar Avaliação Gerontológica Específica da Farmácia 
iu Assegurar o uso racional de medicamentos para os idosos, juntamente com a equipe 
gerontológica do SRSI: 
rr Identificar, prevenir e resolver todos os desvios. que provocam o não alcance do 
objetivo terapêutico. juntamente com a equipe gerontológica do SRSI: 
44 
• Avaliar os problemas de saúde do idoso, a partir da perspectiva da necessidade, 
efetividade e segurança dos medicamentos; 
• Realizar a consulta farmacêutica. composta por anamnese farmacêutica, diagnóstico 
farmacêutico. intervenções (conduta) e retorno. conforme a necessidade do idoso: 
• Atender o idoso. considerando seu contexto biopsicossocial: 
• Participar da elaboração e acompanhamento do Plano de Cuidados e do Projeto 
Terapêutico Singular, em conjunto com a equipe interprofissional; 
• Preencher relatórios de encaminhamento, em conjunto com equipe interprofissional, no 
processo de referência e contrarreferência e na lógica da linha de cuidados; 
• Compor a equipe interprofissional. colaborando :ia construção do trabalho de forma 
integrada, colaborativa e pró-ativa: 
• Ter disponibilidade para trabalhar conforme o perfil do território: diagnosticar, conhecer, 
intervir e avaliar a prática cotidiana, de acordo com as necessidades da população alvo: 
á Realizar e registrar adequadamente ações assistenciais voltadas para a clínica 
farmacêutica, 
com destaque para a orientação terapêutica ao usuário. a revisão da farmacoterapia, o 
acompanhamento farmacoterapêutico, a conciliação de medicamentos e a avaliação da 
adesão terapêutica; 
• Desenvolver ações de Farmacoepidemiologia; 
• Realizar ações de Farmacovigilancia, 
• Participar e auxiliar nos cursos de Cuidadores de Idosos organizados pelo SRSI: 
G Ter habilidade para trabalhar em equipe interprofissional; 
G Ter conhecimento e fazer uso necessário da rede de atenção á saúde; 
gih Ter habilidade para colaborar e participar ativamente das ações educativas na rede. 
8.4.6. Atribuições e Perfil do Médico Geriatra 
▪ Realizar a Avaliação Gerontológica Específica da Geriatria: 
ir Atender o idoso, considerando seu contexto biopsicossocial e, especialmente. as 
questões familiares; 
• Realizar consultas, avaliações e testes para diagnóstico diferencial, bem como 
atendimentos 
individuais e grupais em geriatria e em conjunto com equipe interprofissional; 
ãe Participar da elaboração e acompanhamento do Plano de Cuidados e do Projeto 
Terapêutico Singular. em conjunto com a equipe interprofissional: 
• Preencher relatórios de encaminhamento. em conjunto com a equipe interprofissional, 
no processo de referência e contrarreferência, na lógica da linha de cuidados: 
• Compor a equipe interprofissional, colaborando na construção do trabalho de forma 
integrada, colaborativa e pró-ativa; 
r. Participar e auxiliar nos cursos de Cuidadores de Idosos. organizados pelo SRSI; 
• Ter disponibilidade, para trabalhar conforme o perfil do território: diagnosticar, 
conhecer. 
intervir e avaliar a prática cotidiana. de acordo com as necessidades da população alvo: 
• Representar a equipe em reuniões. aulas e outras atividades e participar de ações 
intersetoriais (secretarias do poder publico, órgãos da sociedade civil e outros 
equipamentos de saúde), 
sempre que solicitado; 
• Atuar de forma integrada e articulada ás demais Redes de Atenção; 
Desenvolver atividades de treinamento e capacitação de profissionais da Atenção 
Básica: 
45 
• Seguir os protocolos de encaminhamento do SUS, para que o idoso permaneça na 
comunidade durante o maior tempo possível e com a maior capacidade funcional 
atingível; 
à Representar a equipe em reuniões e outras atividades e ações intersetoriais, sempre 
que 
solicitado; 
• Elaborar laudos. pareceres e atestados, quando solicitado; 
8.4.7 Atribuições e Perfil do Nutricionista 
1 Realizar Avaliação Gerontológica Específica de Nutrição; 
1 Elaborar o diagnóstico nutricional, com base nos dados clínicos, antropométricos, 
bioquímicos e dietéticos: 
1 Elaborar a prescrição dietética em receituário individualizado, com base nas diretrizes 
do diagnóstico nutricional. bem como nas diretrizes para suplementos nutricionais e 
alimentos para fins especiais; 
1 Registrar, em prontuário, a prescrição dietética e a evolução nutricional, de acordo com 
protocolos pré-estabelecidos pelo serviço; 
rïr Promover educação alimentar e nutricional à pessoa idosa, orientando seus cuidadores 
e familiares: 
ii Matriciar a Atenção Básica para a identificação de idosos com necessidades 
nutricionais 
especiais: 
Avaliar o momento, para o idoso receber alta do processo de atendimento do 
nutricionista e realizar o acompanhamento pós-alta. 
8.4.8. Atribuições e Perfil do Psicólogo 
• Realizar Avaliação Gerontológica Específica da Psicologia; 
1 Ser facilitador e articulador das relações interpessoais (usuários. familiares. 
cuidadores. 
profissionais e equipes): 
Realizar todos os procedimentos inerentes à sua área de atuação, que estejam 
indicados para a pessoa idosa e seus familiares e cuidadores; 
1 Atender individualmente, ou em grupo e elaborar relatórios de avaliação e 
acompanhamento dos idosos, familiares e cuidadores. sempre que solicitado; 
í, Estimular. colaborar, participar, organizar e realizar com a equipe o diagnóstico 
diferencial de demência e promover a reabilitação e a estimulação cognitiva: 
1 Identificar e definir estratégias de intervenção em situações de vulnerabilidade física, 
psíquica e social; 
1 Participar de planejamento, organização, estruturação e operacionalização de 
programas de atendimento, que se fizerem necessários: 
• Realizar e/ou participar de atividades sociais. no sentido de manter e melhorar a 
funcionalidade do idoso; 
1 Facilitar o reconhecimento do envelhecimento como um processo natural do 
desenvolvimento, de forma positiva e adequada e perceber a necessidade da 
manutenção da funcionalidade: 
1 Desenvolver ações e atividades educativas junto às pessoas idosas. cuidadores. 
familiares e comunidade: 
Oferecer, aos idosos e familiares. oficinas, palestras e outras atividades em grupo. no 
enfoque da psicologia, ajudando a superar seus medos e frustações, o luto e o medo da 
morte; 
46 
• Elaborar e realizar oficinas, palestras, e outras atividades de grupo para a pessoa 
idosa. 
familiares e cuidadores, com abordagem no processo de envelhecimento; 
riïii Oferecer suporte psicológico a todos os funcionários do SRSI, para lidar com temas 
específicos como envelhecimento e finitude: 
• Ter habilidade para trabalhar em equipe interprofissional: 
▪ Ter habilidade para colaborar e participar ativamente das ações educativas na rede. 
8.4.9. Atribuições e Perfil do Técnico/Auxiliar de Enfermagem 
á Realizar orientação, sob supervisão do Enfermeiro. sobre os exames laboratoriais para 
pessoas idosas e familiares/cuidadores quanto ao preparo. agendamento de 
procedimentos internos e exames externos; 
• Registrar no prontuário da pessoa atendida, todas as ações realizadas, sob supervisão 
do Enfermeiro. incluindo informações e orientações.: dadas aos idosos, à família e 
cuidadores: 
• Acompanhar as anotações dos prontuários e dos agendamentos dos profissionais da 
equipe, mantendo atualizados os dados pertinentes à suas funções; 
1 Preencher fichas de acompanhamento de enfermagem das pessoas idosas sob seus 
cuidados: 
• Preencher relatórios e registros de produção das atividades de enfermagem. sob 
supervisão do Enfermeiro; 
Executar atividades de limpeza, desinfecção, esterilização do material e equipamentos, 
cuidando de sua ordem, reposição e conservação, bem como o seu preparo, 
armazenamento e manutenção. segundo as normas técnicas e sob supervisão do 
Enfermeiro: 
1 Participar de reunião da equipe do SRSI; 
▪ Trabalhar em parceria com a equipe interprofissional do SRSI; 
• Ter iniciativa, comunicação, facilidade de trabalho em equipe. paciência e 
perseverança: 
1 Possuir habilidade, para trabalhar em equipe interdisciplinar. 
8.4.10. Atribuições e Perfil do Fonoaudiólow, 
Realizar Avaliação Gerontológica Especifica de Fonoaudiologia; 
Aplicar técnicas. com ênfase em motricidade orofacial. comunicação. voz. 
linguagem e audição: 
Orientar as pessoas idosas e/ou responsáveis sobre questões fonoaudiológicas em 
âmbito ambulatorial, nos casos de alterações da motricidade orofacial, 
comunicação, voz. linguagem e audição; 
Readaptar possíveis alterações miofuncionais: 
Procurar manter alimentação via oral, ou retornar à ela. diminuindo, ou evitando o 
uso de sondas enterais: 
Participar do processo de transição da dieta por via alternativa de alimentação para 
via oral. de forma funcional e segura: 
Participar do programa de estimulação sensório-motora oral, do processo da 
transição de via alternativa de alimentação para via oral; 
Trabalhar, para restabelecer funções de sucção, mastigação, deglutição e fala: 
Atuar nas alterações auditivas, diagnosticando o mais precocemente possível; 
Planejar a terapia fonoaudiológica e trocar informações com a família e os 
profissionais ligados: 
47 
Realizar avaliação da audição objetiva e comportamental; 
Solicitar, executar, analisar e interpretar metodologicamente exames 
complementares auxiliares de diagnóstico e controle evolutivo; 
Encaminhar a pessoa idosa para serviços de alta complexidade da rede, para 
realizar exames e diagnóstico complementar, diagnóstico diferencial, ou 
intervenção; 
Reencaminhar os idosos avaliados pela Fonoaudiologia aos demais profissionais 
envolvidos, posicionando-os sobre o diagnóstico e prognóstico fonoaudiológico, 
orientando-os sobre a conduta a ser adotada; 
Elaborar relatórios e pareceres fonoaudiológicos sempre que solicitado; 
Participar de reuniões com outros profissionais, ou instituições, para troca de 
informações dos casos em andamento e para conhecimento de outras 
experiências, visando obter subsídios, ou parcerias, para implantação, ou melhoria, 
dos serviços prestados; 
Avaliar o momento para o pessoa idosa receber alta do processo de atendimento 
fonoaudiológico e realizar o acompanhamento pós-alta. 
8.4.11. Atribuições • Perfil do Terapeuta Ocupacional 
Realizar a Avaliação Gerontológica Especifica de Terapia Ocupacional; 
Realizar entrevista, anamnese, avaliações e atividades terapêuticas ocupacionais, 
individuais e grupais junto à pessoa idosa, sua família, ou cuidador, com o objetivo 
de promover, reabilitar e prevenir agravos à saúde; 
Avaliar a pessoa idosa quanto ao desempenho ocupacional, levando-se em 
consideração a queixa principal, seu histórico clínico e ocupacional, 
correlacionando-os à totalidade de suas relações com o mundo e ao exercício da 
cidadania; 
Promover reequilíbrio biomecânico, dentro do possível da condição crônica já 
instalada, através da aplicação de diversas técnicas específicas da fisioterapia; 
Restaurar e readaptar a função biomecânica da pessoa idosa,causada por 
doenças degenerativas; 
Readaptar a perda da função por sequelas de doenças neurológicas/ ortopédicas, 
com uso de dispositivos auxiliares de marcha (bengala, andador, muletas, cadeira 
de rodas)e de outras tecnologias assistivas; ã Restaurar/ readaptar a 
marcha,adaptando o uso de meios auxiliares; 
Orientar e conscientizar o idoso, a família, ou cuidadores, a respeito da importância 
e necessidade de manter atividade física regular para promoção da saúde, 
prevenção e tratamento; 
Avaliar o momento, para o usuário receber alta do processo de atendimento 
fisioterapêutico e realizar o acompanhamento pós-alta.o específico; 
Ter conhecimentos específicos da área da saúde, em seus múltiplos aspectos 
(promoção, proteção, prevenção, assistência, reabilitação e controle social); 
Ser facilitador e articulador das relações interpessoais (usuários, familiares, 
cuidadores, profissionais e equipes); 
Ter habilidade para trabalhar em equipe interprofissional; 
Ter conhecimento e fazer uso necessário das redes de atenção sócio assistenciais 
e da saúde. 
9. SRSI COMO POLO DE ASSISTÊNCIA 
48 
9.1. TERRITORIALIZAÇÃO E PLANEJAMENTO DAS AÇÕES 
O território caracteriza-se por urna população específica, vivendo em tempo e 
espaço determinados, com problemas de saúde definidos. mas, quase sempre, com 
condicionantes e determinantes que emergem de um plano mais geral. Assim, além da 
delimitação espacial.apresenta um perfil histórico. demográfico. epidemiológico. 
administrativo, tecnológico, político. social e cultural, que o caracteriza como um território 
em permanente construção. 
O reconhecimento do território surge como elemento essencial para o 
planejamento de ações em saúde e uma ferramenta de gestão, que influi no processo 
saúde-doença da população e na criação de ambientes saudáveis. Assim. a 
territorialização. enquanto um dos instrumentos de trabalho do SRSI tem como propósito: 
• Identificar vulnerabilidades nos grupos sociais; 
á Caracterizar o perfil demográfico, epidemiológico e socioeconômico e ambiental da 
comunidade de atuação; 
1 Demarcar limites das áreas de atuação dos serviços: 
Reconhecer o ambiente e recursos sociais; 
• Estabelecer relações com outros serviços adjacentes e centros de referência; 
Já' Conhecer a dinâmica social existente; 
1 Potencializar os resultados e os recursos presentes nesse território. 
9.2. AÇÕES DA EQUIPE GERONTOLÓGICA 
A equipe gerontológica deverá desenvolver as seguintes ações: 
• Assistência a idosos frágeis e dependentes: 
ia Promoção e proteção à saúde e prevenção de agravos e de sequelas e complicações: 
1 Elaboração do Projeto Terapêutico Singular e do Plano de Cuidados: 
▪ Gerenciamento compartilhado com a Atenção Básica: 
• Educação permanente, capacitação e treinamento dos profissionais da Rede de 
Atenção: 
• Matriciamento da Atenção Básica e dos demais pontos de atenção ao idoso: 
• Orientações para cuidadores; 
• Pesquisas específicas na área da Gerontologia. 
10. SRSI COMO POLO FORMADOR DOS PONTOS DE ATENÇÃO DAS 
REDES DE ATENÇÃO À SAÚDE 
O SRSI tem como característica ser um polo formador e disseminador de 
conhecimento e um polo de treinamento para os profissionais da Atenção Básica e de 
outros pontos de atenção. qualificando a atenção à saúde da pessoa idosa em todo o 
município. 
1 0.1 -EDUCAÇÃO PERMANENTE EM SAÚDE NO PROCESSO DE 
QUALIFICAÇÃO DAS AÇÕES DESENVOLVIDAS 
O processo educativo é primordial na atenção integral em saúde: Nesse sentido. o 
SRSI também deve propiciar atividades educativas para grupos e indivíduos, num 
trabalho interprofissional e intersetorial, auxiliando na qualificação da atenção à saúde da 
população idosa na Atenção Básica e nos demais pontos de atenção da Rede. 
49 
Atividades em grupo envolvendo informação sobre saúde como um todo, fazem 
parte desse contexto e podem ser desenvolvidas pela equipe multiprofissional. 
Recomenda-se que os temas sejam aqueles afetos às especialidades existentes no SRSI 
e que. naausência de especialista para um tema necessário. exista a possibilidade de 
convidar profissionais de outros locais. 
O SRSI deve realizar o apoio matricial, para promover a troca de saberes e o 
desenvolvimento de competências, baseados em dúvidas, dificuldades e necessidades de 
aprendizado das equipes. Devem ser promovidos espaços para criatividades e 
experimentações, que ampliam as competências da equipe. contribuindo para o aumento 
da resolutividade e para a efetivação da coordenação integrada do cuidado. 
Constituem-se como práticas de apoio matricial as discussões de casos entre 
profissionais das diferentes especialidades, atendimento conjunto. capacitação de casos 
específicos. intervenções conjuntas nos territórios e telemedicina. 
10.2. TELEMEDICINA 
A geriatria do SRSI deve prestar serviço de Telemedicina, que se constitui de uma 
consulta registrada e realizada entre colaboradores da prefeitura e entre a geriatria e 
pacientes. por meio de instrumentos de telecomunicação bidirecional. como fim de 
esclarecer dúvidas sobre procedimentos clínicos. ações de saúde e questões relativas ao 
processo de trabalho, podendo ser de dois tipos, informações de consulta médica 
anterior: 
a) síncrona — teleconsultoria e orientações realizadas em tempo real, geralmente por chat, 
web ou videoconferência; 
b) assíncrona — teleconsultoria e orientações realizadas por meio de mensagens. 
10.3. MATRICIAMENTO 
O matriciamento é um espaço coletivo de cogestão, educação e formação, onde se 
combinam diferentes saberes, produzindo conhecimento mútuo e trocas. para fomentar a 
cooperação. como objetivo de assegurar retaguarda especializada ás equipes e 
profissionais. 
O matriciamento é um processo de construção compartilhada, para criar uma 
proposta de intervenção pedagógico-terapêutica: 
10.4. EDUCAÇÃO PERMANENTE 
O perfil dos profissionais de saúde está vinculado às características pessoais. aos 
seus processos de formação e qualificação, bem como às experiências, vivências e 
práticas por eles experimentadas. Os processos de reorganização da atenção à saúde do 
idoso vêm exigindo dos profissionais um novo perfil, novas habilidades e competências. 
para atuar na integralidade do cuidado. Trata-se de concepções e práticas de saúde que 
incluem: trabalho em equipe, interdisciplinaridade, compartilhamento de saberes, 
capacidade de planejar, organizar e desenvolver ações direcionadas às necessidades da 
população. Esse perfil pode ser aperfeiçoado com a implementação de estratégias de 
educação permanente. entre outras ações que valorizam o profissional. 
11. SISTEMAS DE INFORMAÇÃO 
50 
Os Sistemas de Informação em Saúde (SIS) são essenciais para todos os 
profissionais de saúde. pois servem como instrumentos indispensáveis na estruturação do 
processo de trabalho, no cumprimento de metas e caboração de plano estratégico no 
desenvolvimento de ações 23. 
Dessa forma. a utilização de recursos tecnológicos através dos sistemas de 
informação corresponde a formas estratégicas de planejamento e podem ser usados 
como importante ferramenta na tomada de decisões. 
O Sistema de Informação em Saúde é "um conjunto de mecanismos de coleta. 
processamento e armazenamento de dados, visando à produção e à transmissão de 
informações para a tomada de decisões sobre as ações a serem realizadas. avaliando os 
resultados da sua execução e o impacto provocado na situação de saúde' . 
e-SUS - Sistema de Informação em Saúde para a Atenção Básica; 
Tem por objetivo reestruturar o Sistema de Informação da Atenção Básica (SIAB) 
para um 
sistema unificado, integrando todos os sistemas de informação para a Atenção Básica 
(AB) e garantindo o registro individualizado por meio do Cartão Nacional de Saúde (CNS). 
O registro das informações em saúde de forma individualizada permite o 
acompanhamento do histórico 
de atendimentos de cada usuário. assim como da produção de cada profissional da 
Atenção Básica. A operacionalizaç"áo do SISAB é feita pelo sistema e-SUS Atenção 
Básica (e-SUS AB): 
Saiba mais: http://dab;saude,gov;briportaldabiesus;php 
SCNES - Sistema de Cadastro Nacional dos Estabelecimentos de Saúde 
O Sistema representa um desejo há muito aspirado por todos que utilizam as 
informações de saúde como base para elaboração do seu trabalho, tanto no aspecto 
operacional quanto gerencial, visto que os dados cadastrais se constituem um dos pontos 
fundamentais para a elaboração da programação. controle e avaliação da assistência 
hospitalar e ambulatorial no país, assim corno a garantia da correspondência entre a 
capacidade operacional das entidades vinculadas ao SUS e o pagamento pelos serviços 
prestados: 
Saiba maistittp://cnes:clatasus:gov:br/Index;asp?horne=1 
12.1NDICADORES 
12.1- Registro de Idoso por Unidade de Saúde; 
Registro tabulado no momento do agendamento e confirmado na primeira 
consulta; 
12.2- Avaliação da fragilidade no momento da alta: 
No momento da alta serão aplicados os 4 testes usados para avaliar 
fragilidade do idoso e que compõe o encaminhamento ao Serviço de referência: 
TESTE LAWTON, TESTE KATZ, TESTE TUTG e MINI MENTAL. 
Estes serão tabulados no memento da alta. 
13. REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS 
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Envelhecimento: Relatório da I Assembleia Mundial sobre o Envelhecimento [internet]. 
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pela Saúde 2006 — Consolidação do SUS e aprova as Diretrizes Operacionais do Referido 
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Disponível em http://189.28.128.100/dab/docs/legislacao/portaria399_2202_06.pdf. 
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promoção, proteção e recuperação da saúde, a organização e o funcionamento dos 
serviços correspondentes e dá outras providências [internet]. Diário Oficial da União. 20 
set 1990; Seção 1:018055 [acesso em 04/01/2021]. 
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51 
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e dá outras providências. Diário Oficial da União. 03 out 2003: Página 1 [internet]. Brasília: 
2003 [acesso em 04/01/2021]. 
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diretriz para a organização da Rede de Atenção à Saúde no âmbito do Sistema Único de 
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