Projeto de Lei N° 91/2022
Câmara Municipal de Varginha
À Comissão de Justiça, Legislação
e Redação Final.
Varginha, `-d ei e
P ente da amara
DISPÕE SOBRE O PROGRAMA ISE ATENÇÃO INTEGRAL
AOS PORTADORES DA DOENÇA DE PARKINSON, NA
FORMA QUE MENCIONA.
O Povo do Município de Varginha, Estado de Minas Gerais.
por seus representantes na Câmara Municipal,
APROVA:
Art. 1°. Fica instituído o Programa de Atenção Integral aos
portadores da doença de Parkinson, no Município.
Art. 2°. A finalidade do programa é garantir à pessoa com
doença de Parkinson o atendimento em todas as suas manifestações clínicas,
melhorando a qualidade de vida dos portadores da doença.
Art. 3°. São objetivos do Programa de Atenção Integral aos
portadores da doença de Parkinson:
- aperfeiçoar o atendimento aos portadores da doença de
Parkinson, mediante a articulação e a humanização dos serviços, no âmbito
da saúde e da assistência social:
II - assegurar o atendimento integral e multiprofissional.
observados os princípios da dignidade da pessoa humana. da não
discriminação e do acesso à saúde;
III - capacitação continuada de profissionais e gestores de
saúde e demais agentes para o atendimento aos portadores da doença de
Parkinson;
IV - facilitar a obtenção de medicamentos, aos portadores e
aos familiares e cuidadores, através da rede municipal de saúde; e
V - apoiar o desenvolvimento científico e tecnológico voltado
ao enfrentamento da doença de Parkinson.
1
Praça Governador Benedito Valadares, 11 Centro - CEP 37002 020 • Varginha • MG Telefax: (35) 3219 4757
http //www camaravarginha mg gov br email imprensa@camaravarginha mg gov br / secretaria@camaravarginha mg gov br
Câmara Municipal de Varginha
Art. 4°. O Programa de Atenção Integral deverá estabelecer
articulação com o Sistema Único de Saúde - SUS. visando à adequada
orientação, tratamento, acompanhamento e monitoramento de pacientes
diagnosticados com a doença de Parkinson.
Art. 5°. Para o fiel cumprimento desta Lei, o Poder Executivo
adotará as medidas administrativas necessárias, observados os ditames da
legislação.
Art. 6°. As despesas decorrentes da implantação do
Programa descrito no art. 1° desta Lei correrão por dotação orçamentária
própria.
Art. 7°. Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
Sala das Sessões da Câmara Municipal de Varginha,
em 28 de setembro de 202
LUCAS GABRIEL RIBEIRO "Dr. Lucas"
Vereador
2
Praça Governador Benedito Valadares. 11 • Centro • CEP 37002 020 - Varginha - MG Telefax: (35) 3219 4757
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lbN
JUSTIFICATIVA
Doença de Parkinson é uma doença do sistema nervoso central
que afeta a capacidade do cérebro de controlar nossos movimentos. Segundo
dados da Associação Brasil Parkinson — ABP. a doença é uma enfermidade
incurável, evolutiva, que atinge na maioria das vezes pessoas com idade
superior a 55 anos de idade. e tem como principais sintomas, tremores, rigidez
muscular, lentidão de movimentos e desequilíbrio, podendo afetar também a
fala e a escrita e não raras vezes causar depressão e alteração emocional.
Além disso, após 10 anos de diagnóstico. cerca de 80% dos
pacientes já apresentam algum grau de demência e de incapacidade física.
Um dos principais problemas enfrentados pelos portadores da doença de
Parkinson é o elevado custo dos medicamentos, de uso contínuo, com a
complementação do tratamento é através de Fisioterapia e de Fonoaudiologia.
de difícil realização pela demora o atendimento das consultas na rede pública.
Não há cura para o mal de Parkinson, mas existem
medicamentos e tratamento que são eficazes no controle dos sintomas que
auxiliam e facilitam e muito a vida dos pacientes. A situação apresentada
mostra a urgente necessidade de uma política publica de atenção integral aos
portadores da doença de Parkinson no âmbito municipal, por meio do Sistema
Único de Saúde — SUS. visando não só o fornecimento de medicamentos,
mas todas as formas tratamento. minimizando as manifestações clínicas da
doença. assim como os demais sintomas a ela relacionados.
Por se tratar de assunto de interesse coletivo, levo a presente
propositura, de inegável interesse público, à apreciação dos Nobres Pares,
para a aprovação do presente projeto de lei.
Sala das Sessões da Câmara Municipal de Varginha,
em 28 de setembro de 202
LUCAS GABRIEL RIBE/40 "Dr. Lucas"
Vereador )
3
Praça Governador Benedito Valadares 11 Centro - CEP 37002 020 - Varginha MG Telefax (35) 3219 4757
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1
PROJETO SERVIÇO DE REFERÊNCIA A SAÚDE DA PESSOA IDOSA ENVELHE-SER
Varginha MG
2021
2
PROJETO SERVIÇO DE REFERÊNCIA A SAÚDE DA PESSOA IDOSA ENVELHE-SER
Varginha MG
2021
Equipe Elaboradora do Projeto
Karen Evelyn Maio Lopes Semião Alves Rabello - Farmacêutica
Luciana Borem Pimenta de Figueiredo - Médica geriatra
Eliana Gava Machado - Médica geriatra
Glaice Mara Figueiredo - Enfermeira
Gláucia Borges - Técnica de Enfermagem
Lívia Vieira Valderramas - Assistente Social
Flávia Tiso - Nutricionista
Fernanda Carvalho Lopes - Psicóloga
Mônica Reis - Fonoaudióloga
3
Varginha MG
2021
Sumário
1 INTRODUÇÃO 5
1.1 REDE ASSISTENCIAL A SAÚDE DA PESSOA IDOSA EM VARGINHA -
MG--------------5
2 DEFINIÇÃO 6
2.1 SERVIÇO DE REFERÊNCIA A SAÚDE DA PESSOA IDOSA (SRSI) 6
3 OBJETIVOS DO SRSI 7
3.1 OBJETIVOS GERAIS 7
3.2 OBJETIVOS ESPECIFICOS 7
4 PLANEJAMENTO GERAL DAS
AÇÕES 8
5 ACESSO E CRITÉRIOS DE ENCAMINHAMENTO AO SRSI 8
5.1 FICHA DE ENCAMINHAMENTO AO SRSI E CRITÉRIOS 8
6 INSTRUMENTOS DE AVALIAÇÃO UTILIZADOS NO ACOLHIMENTO NO SRSI 15
6.1 AVALIAÇÃO GERIÁTRICA -15
6.2 AVALIAÇÃO FARMACÊUTICA 20
6.3 AVALIAÇÃO NUTRICIONAL 26
6.4 AVALIAÇÃO FONOAUDIOLÓGICA- 27
6.5 AVALIAÇÃO SOCIAL- 29
6.6 AVALIAÇÃO PSICOLÓGICA 31
6.7 AVALIAÇÃO TERAPIA OCUPACIONAL 33
6.8 RELATÓRIO DE ALTA DO SRSI 35
7 PLANEJAMENTO E ORGANIZAÇÃO DO PROCESSO DO TRABALHO DO SRSI 37
7.1 PRIMEIRO ATENDIMENTO- 37
7.2 GERENCIAMENTO COMPARTILHADO 37
7.3 TEMPO DE PERMANÊNCIA NO SRSI E ALTA
37
8 EQUIPE 38
8.1 CONCEITO DE EQUIPE 38
8.2 COMPOSIÇÃO DA EQUIPE -38
8.3 GERIATRAS ISOLADOS E EQUIPES MULTIPROFISSIONAIS NÃO LOTADOS NO SISTEMA
ÚNICO DE SAÚDE - SUS -40
8.4 ATRIBUIÇÕES E PERFIS DOS PROFISSIONAIS DA EQUIPE DO SRSI -40
4
8.4.1 ATRIBUIÇÕES GERAIS E PERFIS DOS PROFISSIONAIS QUE COMPÕE A EQUIPE DO
SRSI -40
8.4.2 ATRIBUIÇÕES E PERFIL DO COORDENADOR DO SRSI —42
8.4.3 ATRIBUIÇÕES E PERFIL DO ASSISTENTE SOCIAL
-43
8.4.4 ATRIBUIÇÕES E PERFIL DO ENFERMEIRO —44
8.4.5 ATRIBUIÇÕES E PERFIL DO FARMACÊUTICO -45
8.4.6 ATRIBUIÇÕES E PERFIL DO MÉDICO GERIATRA 45
8.4.7 ATRIBUIÇÕES E PERFIL DO NUTRICIONISTA -46
8.4.8 ATRIBUIÇÕES E PERFIL DO PSICÓLOGO 46
8.4.9 ATRIBUIÇÕES E PERFIL DO AUXILIARTTÉCNICO DE
ENFERMAGEM 47
8.4.10 ATRIBUIÇÕES E PERFIL DO FONOAUDICILOGO -47
8.4.11 ATRIBUIÇÕES E PERFIL DO TERAPEUTA OCUPACIONAL -48
9 SRSI COMO POLO DE ASSISTÊNCIA 49
9.1 TERRITORIALIZAÇÃO E PLANEJAMENTO DAS AÇÕES -49
9.2 AÇÕES DA EQUIPE GERONTOLÓGICA -49
10 SRSI COMO POLO FORMADOR DOS PONTOS DE ATENÇÃO DAS REDES DE ATENÇÃO À
SAÚDE -49
10.1 EDUCAÇÃO PERMANENTE EM SAÚDE NO PROCESSO DE QUALIFICAÇÃO DAS
AÇÕES DESENVOLVIDAS
50
10.2 TELEMEDICINA 50
10.3 MATRICIAMENTO 50
10.4 EDUCAÇÃO PERMANENTE 50
11 SISTEMAS DE INFORMAÇÃO 51
12 INDICADORES 52
13 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS1. INTRODUÇÃO
Varginha tem 13.225 idosos, segundo censo demográfico de 2010, 5866 homens e
7359 mulheres. Esses dados refletem o processo de envelhecimento populacional pelo
qual vem passando o país e o mundo.
Além do aumento da expectativa de vida ao longo das últimas décadas, nota-se
que os idosos são os que mais utilizam os serviços de saúde.
O envelhecimento progressivo da população brasileira aumenta a prevalência das
doenças crônico-degenerativas e dos casos incapacidade cognitiva. Em um estudo
realizado pela Equipe "Envelhe-SER" e publicado, observou-se que de 2007 a 2008, em
91 prontuários avaliados, 35.16% apresentavam o diagnóstico de incapacidade cognitiva.
O Programa de Atenção á Saúde do Idoso — "Envelhe-SER" teve inicio em
fevereiro de 2007. É um Programa de iniciativa e responsabilidade da Secretaria
Municipal de Saúde e de profissionais da Rede Pública de Varginha.
A principio nosso público-alvo foi idoso com esquecimentos que comprometem
atividades habituais do dia a dia e idosos com distúrbios do movimento — síndrome
parkinsoniana.
Diante da transição demográfica vinha-se percebendo as necessidades:
criação de um serviço integrado de atendimento ao idoso com a finalidade de
recuperar, manter e promover a autonomia e independência da pessoa idosa.
- capacitação as equipes de saúde para o atendimento da pessoa idosa e busca do
diagnóstico precoce das doenças crônico-degenerativas.
5
Diante dessas necessidades, foi elaborado o Serviço de Referência a Saúde da
pessoa idosa "Envelhe-SER", propósito deste projeto.
1.1 — REDE ASSISTENCIAL A SAÚDE DA PESSOA IDOSA EM VARGINHA —
MG
As Redes de Atenção à Saúde são definidas como arranjos organizativos de ações
e serviços de saúde, de diferentes densidades tecnológicas, que, integradas por meio de
sistemas de apoio técnico, logístico e de gestão, buscam garantir a integralidade do
cuidado 4. O objetivo das redes é promover a integração sistêmica de ações e serviços de
saúde, com provisão de atenção continua, integral, de qualidade, responsável e
humanizada, bem como incrementar ❑ desempenho do Sistema em termos de acesso,
equidade, eficácia clinica, sanitária e econômica5. Caracteriza-se pela formação de
relações horizontais entre os pontos de atenção, tendo como centro de comunicação e
organização a Atenção Básica (AB), pela centralidade nas necessidades em saúde de
uma população, pela responsabilização na atenção contínua e integral, pelo cuidado
multiprofissional, compartilhamento de objetivos e pelos compromissos com os resultados
sanitários e económicos.
Nas redes de Atenção à saúde, a concepção de hierarquia é substituída pela de
poliarquia e o sistema organiza-se sob a forma de uma rede horizontal de atenção à
saúde. Assim, não há uma hierarquia entre os diferentes pontos de atenção à saúde, mas
a conformação de urna rede horizontal de pontos de atenção à saúde de distintas
densidades tecnológicas e seus sistemas de apoio, sem ordem e sem grau de
importância entre eles. Todos os pontos de atenção à saúde são igualmente importantes
para que se cumpram os objetivos das redes de atenção à saúde; apenas se diferenciam
pelas diferentes densidades tecnológicas que os caracterizam 5.
Em conformidade com os princípios constitucionais que regem o Sistema Único de
Saúde (SUS), criado pela Constituição Federal de 1988, a rede de serviços de atenção à
saúde da pessoa idosa vem se estruturando, de forma a possibilitar a atenção integral,
com reorganização do processo de trabalho da Atenção Básica, como porta preferencial
de entrada e orientação do sistema, somando-se às ações em outros níveis assistenciais
e compondo o cuidado à saúde, voltado a essa população 8.
São pontos de atenção que compõe a rede assistencial a saúde da pessoa idosa
no Sistema único de saúde de Varginha: CENTRO DE CONVIVÊNCIA DO IDOSO —
CORCETTI; CENTRO DE REFERÊNCIA DE ASSITÊNCIA SOCIAL - CRAS;
ATIVIDADES PROPAC II; ATIVIDADES DA SECRETARIA DE ESPORTES E LASER
-SEMEL; ACADEMIAS DE RUA; PROGRAMA DE SAÚDE DA FAMÍLIA - PSF /
ESTRATÉGIA DE SAÚDE DA FAMÍLIA - ESF; UNIDADES TRADICIONAIS DE SAÚDE
UBS; NÚCLEO DE ASSISTÊNCIA A SAÚDE DA FAMILIA -NASF; CENTRO DE
ESPECIALIDADES - POLICLÍNICA CENTRAL; PROGRAMA ENVELHE-SER; CENTRO
DE ASSISTÊNCIA PSICOSSOCIAL-CAPS; CENTRO DE ESPECIALIDADES
ODONTOLOGICAS-CEO; CENTRO DE FISIOTERAPIA DE VARGINHA; PROGRAMA DE
INTERNAÇÃO DOMICILIAR-PADI; UNIDADES DE PRONTO ATENDIMENTO; UPA;
HOSPITAIS.
Os princípios da atenção à saúde da pessoa idosa não diferem daqueles
estabelecidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS), quais sejam a integralidade, a
universalidade e a equidade da atenção. No âmbito da saúde da pessoa idosa, a
6
universalidade se traduz na oferta de ações que contemplem as especificidades dessa
faixa etária.
2.DEFINIÇA0
2.1 SERVIÇO DE REFERÊNCIA À SAÚDE DO IDOSO (SRSI)
Em conformidade com os princípios constitucionais que regem SUS, a rede de
serviços de atenção à saúde do idoso vem se organizando de forma a possibilitar a
atenção integral, que se inicia pela organização do processo de trabalho na rede
básica,que se soma às ações em outros níveis assistenciais, compondo o cuidado a
saúde12 .
Na busca da atenção integral, o usuário é o elemento estruturaste do processo de
produção da saúde. Suas necessidades e demandas é que devem orientar a oferta e a
organização dos serviços, inclusive as tipologias dos mesmos. Nesta lógica de
organização, a produção do cuidado é vista de forma sistêmica e integrada aos demais
níveis assistenciais. Assim, todos os recursos disponíveis devem ser integrados por
fluxos, que são direcionados de forma a contemplá-los. Estes fluxos devem ser capazes
de garantir o acesso seguro às tecnologias necessárias à assistência. A produção do
cuidado parte da rede básica,ou de qualquer outro ponto do sistema, para os diversos
níveis de atenção. A média complexidade ambulatorial é composta por um conjunto de
ações e serviços, que visam atender aos principais problemas de saúde e agravos da
população, cujo nivel de complexidade demande a disponibilidade de especialidades e a
utilização de recursos tecnológicos de apoio diagnóstico e terapêutico. Neste sentido, o
SRSI é um serviço de atenção ambulatorial secundária, que visa atender pessoas idosas
frágeis e dependentes, através de Equipe Gerontológica Interprofissional, utilizando-se de
mecanismos de referência e contrarreferência, do apoio matricial e da educação
permanente em saúde, buscando assegurar a integralidade do atendimento e superar a
fragmentação das ações e a descontinuidade da atenção à saúde da pessoa idosa na sua
área de abrangência, através do gerenciamento do cuidado em saúde das pessoas
idosas usuárias do serviço compartilhado com a Atenção Básica, por meio de protocolos
pactuados e com acesso regulado, integrando-se aos demais serviços oferecidos por
outros setores e secretarias.
A criação do SRSI vem ao encontro à necessidade de respostas efetivas às
demandas crescentes da população idosa do município,em consonância com a Política
Nacional do Idoso, do Estatuto do Idoso e das recomendações de organismos
internacionais.
A Equipe Interdisciplinar, além de desenvolver ações de assistência a doenças de
maior complexidade e a problemas de saúde específicos da população idosa, deve
desenvolver ações preventivas e de promoção e proteção à saúde, atividades de
treinamento e capacitação de profissionais da atenção básica e pesquisas especificas na
área da gerontologia, tendo como principal papel a implementação das políticas públicas
de saúde, em especial as políticas especificas para a população idosa, que constam da
área da Saúde.
A equipe interdisciplinar do SRSI é composta pelos seguintes profissionais, com
especialização e /ou formação e /ou experiência em Gerontologia ou Geriatria: Assistente
Social, Enfermeiro, Farmacêutico, Médico Geriatra, Nutricionista, Psicólogo, Técnico de
Enfermagem,Fonoaudiólogo.
3.OBJETIVOS DA URSI
3.1Objetivos Gerais
7
Garantir a promoção e atenção integral à saúde do idoso fragilizado no nível
secundário de assistência do SUS;
Ser um polo formador, de treinamento e matriciamento em saúde da pessoa idosa
dos profissionais da Rede de Atenção.
3.2-Objetivos Especificas
Orientar plano de cuidados à atenção primária e rede assistencial de forma a:
recuperar a saúde do idoso fragilizado e prevenir o surgimento de novas doenças.
e. as sequelas e complicações das existentes: Manter e melhorar. aomáximo, a
capacidade funcional;
Desenvolver ações de assistência interdisciplinar a doenças de maior
complexidade (demência, depressão, Parkinson,estágios avançados de doenças
etc.) e a problemas específicos (instabilidade, quedas, alterações da marcha,
perdas sensoriais, incontinência, polifarmácia etc.). construindo o Projeto
Terapêutico Singular e o Plano de Cuidados;
Promover treinamento e capacitação em Geriatria e Gerontologia dos recursos
humanos da Atenção Básica e dos demais pontos da Rede.
para qualificar a atenção à saúde da população idosa em todos os pontos de atenção;
Promover ações intersetoriais que garantam a atenção integral à pessoa idosa
frágil ;
Promover a socialização e integração do idoso frágil na comunidade.
em conjunto com a UBS/ESF originária.
4.PLANEJAMENTO GERAL DAS AÇÕES
Esse modelo para organização do processo de trabalho no SRSI será pautado por
trabalho em equipe. dentro e fora do equipamento. ou seja. os profissionais estarão
integrados como equipe interdisciplinar e com os demais profissionais dos diversos
pontos da rede assistencial. Além disso. todo esse esforço de integração estará
conectado com um conjunto de propostas, para fortalecer a qualificação desse processo
de trabalho em rede, através de atividade de educação permanente, organizada e
estruturada na lógica do matriciamento e atendimento compartilhado, para que possibilite
aos profissionais da rede de atenção uma tomada de decisão, que busque ser mais
resolutiva nas suas ações.
Sugere-se que o monitoramento contemple minimamente os aspectos listados a
seguir:
Monitorar o número de usuários que não comparecem à consulta inicial na SRSI
para prevenir o absenteísmo permitindo manter a qualidade do serviço:
Monitorar o número de encaminhamentos inadequados_ Esta informação deve ser
utilizada .para desencadear treinamentos da equipe e qualificar a referência para a
SRSI:
Monitorar o percentual de tratamentos não concluídos. Este indicador serve, para
desencadear, quando necessária, a busca ativa nas unidades de origem dos
usuários para compreensão das causas que os levam a abandonar o tratamento;
8
Monitorar o tempo médio de permanência na SRSI. Considerando o tempo médio
de atendimento, em conjunto com outros indicadores, é possível estimar a
capacidade de absorção da demanda. Com essa informação é possível
redimensionar a disponibilidade de consultas.
5. ACESSO E CRITÉRIOS DE ENCAMINHAMENTO PARA O SRSI
O SRSI é um ponto de atenção de densidade tecnológica secundária
e o acesso se dará, fundamentalmente, mas não apenas, através da UBS, após a
realização da Avaliação da Pessoa Idosa na Atenção Básica.
Os critérios de encaminhamento e inclusão deverão ser constantemente discutidos
fim de aprimorar e qualificar cada vez mais a atenção à pessoa idosa. Estes momentos de
alinhamento de conceitos são espaços de educação permanente, fundamentais para o
fortalecimento da rede.
5.1 FICHA DE ENCAMINHAMENTO AO SRSI E CRITÉRIOS
Quem virá: idosos com com 2 dos 4 testes de avaliação de fragilidade alterados***
Outros critérios de encaminhamento, além da avaliação da fragilidade,
são:
1)transtornos neuropsíquicos ( demência, depressão grave, Parkinson, AVC);
2)três ou mais doenças crônicas com complicações;
3)instabilidade e alteração da marcha e equilíbrio;
4)quedas recorrentes (duas ou mais quedas nos últimos 12 meses)
Agendamento: pelo telefone 3214 9984, 3f à 6f. 7h ás 13h.
Primeira consulta: idoso acompanhado + ficha de encaminhamento preenchida+
caderneta do idoso preenchida ( Caderneta padrão ministério da Saúde)
*** qualquer alteração nos testes para avaliação da fragilidade do idoso deverá ser
discutida caso a caso. ❑ critério de 2 testes alterados dos 4 propostos é um norte para
viabilizarmos estratégias e gerirmos recursos. TESTE LAWTON ALTERADO:
QUALQUER ANOTAÇÃO DE AJUDA PARCIAL OU NÃO CONSEGUE FAZER AIVD
ANTES DESEMPENHADA. TESTE KATZ ALTERADO: IDOSO QUE PRECISA DE
AJUDA TOTAL EM PELO MENOS 2 DAS 6 AVDS LISTADAS. TESTE TUTG ALTERADO:
TEMPO CRONOMETRADO > 10 SEGUNDOS MINI MENTAL ALTERADO: OBSERVAR
INTERPRETAÇÃO DE ACORDO COM A ESCOLARIDADE NO RODAPÉ DO TESTE NA
FICHA DE ENCAMINHAMENTO.
Prefeitura Municipal de Varginha — MG
Policlinica Central de Varginha
UNIDADE SERVIÇO DE REFERÊNCIA A SAÚDE DO IDOSO - URSI
ENVELHE-SER
Rua Santa Catarina, Centro, 35 3214 9984
ENCAMINHAMENTO E
ESCALAS PARA AVALIAÇÃO DA FRAGILIDADE DA PESSOA COM 60 ANOS OU MAIS
NOME Idades
; RAÇA/WR: C S i SEXO:
{ I Branca ( ./. Freta ( / Attanqa ) Parda 'ostigena , / f 1 ) 41( )
MOEREM
u-B.S4 ] EtaaPE 1 TM.:
DADOS SOrIAIS
INSTRUÇÕES: deverá ser aplicado em idosas (as) que residem sozinhos.
casaociiai (i solteiroja ( )
1. Estado civil:
..uras; ), qual?
I viinio(a) ( i tia quanto tempo?
2. Porque o Sr.(o) está residindo so2irlio(a)?
3. Tem alguma fonte de renda fixa? Não I 1
Sim ( ) ApOSentado C ) 1 Pensionista ( ) 1 BPC,'LCAS (
4. Mantérri alguma atividade de trabaSho com ou sem registro em car (eira? Não i
Sirn ( 1 Atividade:
5. Recebe ajuda financeira? Não I
1 Familiar'. 't i Amigas ( ) i Outros ", (, qual? Sim ( ) .riStrtUIÇÃO de Assisténrie ( 1
6. Frequentou a escola? Não ( ) Sim ( ) Quanws anos;
7. Possui suporte de alguma pessoa? Não i, ;)
Pata 4.'ir i. j A ND ',, i Anv,dades Externes (
Sr
i.' ": I nuein'
8, Reside em:
Casai Anartarr.ento ( i SoOracio i Outros ( ), que!?
: . Cômoda óe madeira( 1. i Cornodo de aivenar(a i
9. MiÓVti: Própoo ( Alugado j 1 Cedido t i Outros ,C '), qual?
10. Meio de Transporte utilizado:
ÕrUbL.is (' { i Iam 1
... Outras ( „nua(?
veiculo de conhecidos (
11. Tem alguma dificuldade para sair de sua casa e andar nas i-edoriciezas? Não
Sins i I Qual a enfie-zurrada e por quê?
12. Atualmente algo ou alguem o (ei co tina? tino
Sim O Qui ou Quem?
13. Fd2 uso de bebida alcootice ou Outras drogas? Não. y Sin.! . ) Qual? CO:ra que treqiÁir aa?
OBSERVAÇÕES (durante a aplicação do teste):
Norte e assinatura do profissional: Dava
ENTÉRPRETAÇA0 DE RESULTADOS
DEr-ENDENTE para TC.:DAS as acuidades
opendente ou tote para LIMA atividade.
enriente ioarcial ou fruo para O.) aÚvtdadts.
3 - Dependenze (parco: ou iciag para TRtS a:reide-Par,
4 Dependenterparciai ou tocai; pare QtrA'Mi aiividades
- Dependente (;varo :a ou lotai) pare CINCO atividade-5
- Dependente (parca! ou talai) ocre SEIS advIdases.
7 - C'emdenTe (parciai ou total para SETE atr•,ricbades.
9 - Dependente ;;:i3Yral ou toian para 010 atividades
- Dependente !partia) ou total' para T. as ~dadas.
10
• TE.STE DF LAWTONt Avanaçâo das Atividades Instrumentais de Vida
Aplica-se
SEM
t.Oki
ti-ÃO
INSTRUÇÕES •
As questbes rir:estazam a capacidade do incividix - e,,1 reanzar od não as tareias cvc..poStaS e, st o fez com , a-Noa de oura pessoa.
o questionacio asrinalardo e respost,a correspondente. As alternativas ão
AiiiDA : Stgrufica oce o idoso .•.-onsegue 'cara& a :t3Nniside sern nenhum atn.ii!e.
AJUDA nAkens I . sigrthc.s Que o sdosd -3,., consegue real car a ar...idade Se reCe.ner eusiuo nariz ta cie ..-il:ti e pessoa
CONSEGUE.: SOlifica oura o ices° depende tiotarstimme de ocas pessoa para u drasempanno da atividade
1
C (ai Suai consegue usar 4)tekt0(1e?
, SEM AJUDA ; *, COM 4..n.rDA PAPC.!Al. I ( i NAOCONSEGUs
2
Orai Suei consegue ir a locais distantes, u se niloid‘um transporte. sem necessidade era piane ementas especiais?
' 5,-"M MUDA 1 i COM kjW:A PA:t_iA Li ) NÃO CONSEGUE
Liai Sr'(al consegue fax er Compras ,
SEM RJ:s t i i e' Lt# AJUDA PriCiAt. 3r ) NÃO CONSE9JE --'
4 01a) Srfai consegue preparar suas propr, as peta oes?
j ) SEM 'AJUDA 1 ( i COM MUDA PAzCiAl. ) NÃO CONSE•tii..E
5
piei Srfai consegue arrumar e gusa?.
; ; SEM AJUDA ( ',COM ASW.."..A PARC,AI. , ) N..),c, CONSEGUE
t•
Ora) Sarai consegue faze trabainos manuais orneeri.tos. como pequenos redecos?
r j SEM A.r..iDA ¡1 !COM A.AiDA ,.,A4C,A.. . 1.. J. NÂC ..:-.0".(SEGU.1
1
Orai Sita) consegue Levar e passar sua roupa?
t :i SEM 4..ljlik I 1 i COM AJUDA PARC,AL laje CONSEGUE
O (a) Srfai consegue tomar seus remédios na dose e horàrios corretos?
1 ) SEM Ai XiA i i ) C)MAJUDA PARCiAL 1 t si NÀO CONSEGUE
9 0 ,M5riat-onse,:tle •.•Iiiri.eIrdesw,stica,-,•çà.::.
5 SFM. Z.1.;n;-, 1 4 ; CDM /LIMA nAnZAL r:f 1NAC CONsf:Gur
TESTE DE LAWTON: Avaliação das Atividades Instrumentais de Vida Diária
O que e Teste de avaliação das condições: d roso ocra realizar as ai.idades instramentais de vida diária e, assim,
avaliando seu grau de independência e ae.toriom:e.
Objetivo: Avaliar o desempenho funciona; da pessoa idosa em. termos de atividades instrumentais que possibilita
que a mesma mantenha urna vida independente. O idoso submet:do a s teste serã a: aliado como independente ou
dependente no desempenho das nove funções.
Procedimento: Para cada 4.€,Fr2 sena aplicada urna padroniza ião de -esporte que indica se existe independência,
dependência parcial ou dependência total para a realização da atividade proposta. As questões de 4 a 7 podem ter
variações c deforme o sexo e podem ser adapadas para atividades comci subir escadas ou cuidar do jardim. Todos os
testes deve•ão ser aplicados individualmente.
Quem faz? s) Teste de Lavem: poderá ser realizado por quelquis• memoro da e.ouice técnica muiriprofissional da
Unidade Básica de Saúde que tenha sidu devidamente treinado no serviço.
Avaliação de resultados: a pontuação varia 1E. P (ZERO) a 9 (NOVE) osintc,s, onde 9 fNexii-.) indica dependência
(parda) ou total) paca o desempenho de todas as atividades e C (ZERO) indico indeperidérida na realização de todas
as atividades propostas. A ocirituac interaiediaria indica a derieriJ:.i-ricia lotai ou parcial em quaisquer das
atividades e deverá ser avaliada individuaimente.
Encaminhamentos: cada teste deverá ser avanacio peia equipe devendo ser elaborado o piano de cuidados
E. ,,oecífirn (GrRfcrnie as alterações apresentadas. O resultado dc teste também servirá para o
acompanhamento evolutivo da pessoa idosa.
Referência: adaptado de BRASIL. Ministério da Saúde. Caos trio 19 de Atenção Básica: Ertvelh cimento e Saúde da
Pessoa Idosa Brasília, 2006.
- iranaaENDE^:7E para tocas as atividades
Dependente para UMA atividade
2- Dependente para DUAS atividades
3 Dependente Para TRÊS atividades
4 - Dependente para QUATRO atividades • 6 - Dependente pata TODAS as atividades
Dependente lar 3 CINCO atividades
11
ii- • , ' . . : • • : : -:. ' - - TESÜDE KM: Avaliação da .Atividades Básicas ide Vida Olátia , , , '77
INSTRUÇÕES
As questões investigam a capacidade do indivíduo em realizar as tarefas propostas sem auxilio, com ajuda parcial ou com ajuda total
de outra pessoa. Aplica-se o questionário assinalando a resposta correspondente. O uso de equipamentos de suporte mecânico, por
si só, não altera a classificação de independência para a função. As alternativas são:
SEM AJUDA: Significa que o idoso consegue realizar a atividade sem nenhum auxilio.
COM AJUDA PARCIAL: significa que o idoso só consegue realizar a atividade se receber auxílio parcial de outra pessoa.
COM AJUDA TOTAL: Significa que o idoso depende totalmente de outra pessoa para o desempenho da atividade,
8ANII-10: A avaliação da atividade "BANHAR-SE" é considerada em relação ao uso do chuveiro, da banheira e ao ato de
1 esfregar-se em qualquer uma dessas situações.
( ) SEM AJUDA • ( ) COM AJUDA PARCIAL r ( ) COFIA AJUDA TOTAL
VESTIR: Para avaliar a função "VESTIR-SE' considera-se o ato de pegar as roupas no armário, bem como o ato de se vestir
a propriamente dito, incluindo.se botões, fechos e cintos. Calçar sapatos está excluído da avaliação.
( ) SEM AJUDA ( ( COM AJUDA PARCIAL 1 ( ) COM AJUDA. TOTAL
BANHEIRO: A função "USAR O BANHEIRO" compreende o ato de ir ao banheiro para excreções, higienizar-se e arrumar as
1
próprias roupas. Dependentes são aqueles que recebem qualquer auxilio direto ou que não desempenham a função,
incluindo o uso de "papagaios" ou "cornadresIneste caso considerar como ajuda total).
( ) SEM AJUDA ( ) COM AJUDA PARCIAL ( ) COLAS AJUDA TOTAL
TRANSFERÊNCIA: A função "TRANSFERENCIA" é avaliada pelo movimento desempenhado peio idoso para sair da cama e
sentaria em urna cadeira e vice-versa. Dependentes são as pessoas que recebem qualquer auxilio (parcial ou total) em
4 • qualquer das transferências. J
r -----
: ( ) SEM AJUDA : ( ) COM AJUDA PARCIAL [ ( ) COM AJUDA TOTAL
CONTINÉNCIA: O termo "CONTINÊNCIA" refere-se ao ato inteiramente autocontrolado de eliminação de urina e fezes. A
dependência está relacionada à presença de incontinência total ou parcial CU/ qualquer uma das funções. Qualquer tipo de
5 : controle externo como enemas, cateterização ou uso regular de fraldas caracteriza a pessoa como dependente (neste caso
: avaliar a necessidade de auxilio para a realização de urn desses procedimentos).
_ . _
( ) SEM AJUDA ( ( COM AJUDA PARCIAL ii ) COM AJUDA TOTAL
• ALIMENTAÇÃO: a função "ALIMENTAR-SE" relaciona-se ao ato de dirigir a comida do prato (ou similar) à boca. O ato de cortar
alimentos ou prepara-ias está excluído da avaliação. Dependentes são as pessoas que recebem qualquer assistência pessoal.
6 . Aqueles
que não se alimentam sem ajuda ou que utitiaam sondas para se alimentarem são considerados dependentes.
' ( ) SEM AJUDA i ( 1 COM AJUDA PARCIAL 1- . ( ) COM AJUDA TOTAL
RESULTADO;
OBSERVAÇÕES (durante a aplicação do teste(:
TESTE DE KATZ: Avaliação das Atividades Básicas de Vida Diária
O que é? Teste de avaliação das condições do idoso para realizar as atividades básicas de vida diária e, assim, avaliando
seu grau de independéncia e autonomia.
Objetivo: Avaliar a habilidade da pessoa em desempenhar suas atividades cotidianas, as atividades básicas de vida,
indicando se existe independência ou dependência parcial ou total para a sua realização.
Procedimento: As atividades consideradas básicas são: banho, vestir, banheiro, transferência, continência e
alimentação. Para cada item. há uma padronização que indica a independência, dependência parcial ou dependência
total para a realização das atividades básicas que deverá ser perguntado ao idoso e assinalado conforme a resposta
apresentada.
Quem faz? O Teste de Katz poderá ser realizado por qualquer membro da equipe técnica mult prof ssional da Unidade
Básica de Saúde que tenha sido devidamente treinado no serviço.
Avaliação de resultados: a pontuação varia de O (ZERO) a 6 (SE15) pontos, onde O (ZERO) indica total independência para
desempenho das atividades e 6 (SEIS), dependência (total ou parcial) na realização de todas as atividades propostas. A
pontuação intermediaria indica a dependência total ou parcial em quaisquer das atividades e deverá ser avaliada
individualmente.
Encaminhamentos: cada teste deverá ser avaliado pela equipe devendo ser elaborado o plano de cuidados específico
conforme as alterações apresentadas. O resuitado do teste também servirá para o acompanhamento evolutivo da
pessoa idosa.
Referência: adaptado de BRASIL. Ministério da Saúde. Caderno 19 da Atenção Básica; Envelhecimento e Saúde da
Pessoa Idosa, Brasília, 2006,
TÍN1ED UP AND GO TEST (TUGT) — AVALIAÇÃO DE RISCO DE QUEDAS
irisTiRu0Es
Silaierialleo.aciamenio: (aceira (45 Lia a 48 (ro dr oJtural cem oraços, de lés 'iaca (sair roceinnes). cronometra a aCe_rWa
trena, ai barr. arre. ou fia com 3m inata derrarc a r a dEr.incla de 3m),
le °mutat o orOcedanent0 da leme e cerrrticar-se de que ( oartkroar)te entert:der..) quere toara Se' 'Coió;
.• Reafixar urna Tent4tns de farriihanreção deteste, dernorrandc O ZriMeCI ,rêr:tc. 'a arriai ama vez).
-.. Corrigir. se foi-necessáro, e •elenal pomos imponar:res, 'Lis coró cnegar .ata a merca no chio e sentar-se es.cosTandn
zwalptariente c !ronco no encesto da Caireis,
Caso o idoso aoreserce alguma drficdidePe de arte ndrrento rou esqueernenio:,, que o faça interromper o perc d. refaça a
orkenrat a ,esoerre da forme correta de e roca çie) e re)nici e o tule,
i Caso o participante faça queiteue, pergunta durante o teste. coma orx exemplo "5 para sentar?", responda "=aça =amo eu ,he
disse Dará fazer,
i, É cerrando ao carociparete o usada desonNatran de auxilio ãrrnarcra. :,•erlgai.g., ou anocepael,
• O parT,cipanTe der! ?sia.' usando seu sapato ¡leni tua E.
. Para WOnOrnieV-ar O terna: O CreriCarnetria deve ser Msoarado, quando 3 parncicaere prayetar os ombros ã frente :desencostar
ca eadenal e deve ser parado. quando o mesmo() encostar camcXeramente O tronco no encosto da cadeira.
PROCEDIMENTO
Cr idoso devera e-çtar sentado e-rn uma cadeira corri aparo tatera eit braço.
Solicite 30 !0i350. mie se terarie sem apoiar tal tatacas da cadeira, rarrunne 3 metros. virando 18C12e rerornando ac pomo de
partida, ,Cara Selra'Se eiCivarneryce.
RESULTADO
As si r aJe t Carecrrne a crandmetragern do tia- elo
1 , ._ stxgun -oS (acompanhar conforme e fluxo rionr ai da AMPglAtI
ii: a 19 segundos (acompanhar ra LIEIS a não ser-que tenf,a outras i iraç Fjes para a ateniào esisec ia h rs ctaj
SeEundo a Eirereiuta. o 'tempo exima de 12.4 segundos inda risco titg~tae0 para quedas
) 20 segiridos ou man ídevera ser encaminhado Rara a tiR.511
Timo) UP AND GO iTUGTI — AVALIAÇÃO DE RISCO DE QUEDAS
O que e? *are de avaliação da mobilidade funcona., sii¡o de-,r2moe t...t está rei:ariana:do com o eot,thbro, marena e capa c;oace
tonel..mal ri , ..f.icLui podendo Indicar aeugrat- de 1ag4 lkiade.
Objetiva: Avaliar 1.54.-b Cê m.,edas.
Procedimento.. Soucita, ao idoso, que se levante sem apo,o:caminhe e retorne ao locai de dr,gern, sentando-5.e novamente.
Deverá ser avaliada o tern pG de percurso e as ::o rdiçSes em Ne o idoso rea:.,i2a O trajeto.
Queen fax? O TU(51 poderá) ser realizado por qualquer membro da equipe técnica muhprotIssionid Ca Unidade Básica de Saúda,
q u4 terd..a sido devioarnen EP treinado no serviço.
Avaliado de resultados:
O teste é coreaderado normal quando o tempo do percurso ft e 10 segundos.
Se e tempo estiver Pfttre 10 e 19 segundos, coetsidere-se que 0 idoso apresenta risco trastleraco de queda- sendo s arte
risco ainrnertado. qoar ao o tempo obtido 1/4 , ackna de 19 segt.n&s, oe, seja, 29 cegur dos ou mais
rr- Se a pessoa idosa usar algum tipo de a:.LiS:-.OitiO sie sereia thengáa, ans2dor), tolera-se e tempo entre Ii a 19
Fro opa kuer oos casos. Ni risco ac era uaco de c.iedas sempre . que o ,upe6ot a 20 segundos.
▪ G /este dera ser core.idera-do adietado, se a írECnu ãr., puder executa-lo por rrlatta35 de ordem motwa (não ror segue se
ie¥aritar), oa cegnitiva adi tuldade - em entencer as oftntaçãos para rea ;ização do testei.
Eriainunharnentda: os idosos cora atteraçêes de marcha e eqoniorin elo>, cara história de quedas deverão encaminha:c-os
diretamente para a Unidade de ReferjrciA em ?imite da Idosa NR51). rr sQtras espedalIdades. cor forme avaliação da equipe
ria liRS,
Pare os idosos com-iscas aurnaabairo de queda, . 10 5eg?, Mas que rio :aliara nes últimos 12 rtaa 'Ser, a equipe da 116.5
incluir s 1::1 r C., e r4o de quedas re Plano de Cuidador.
Referiederas; BRAStr_. SAUDE. Envelheemente e sat'de da Pessoa idosa Brasília, Er>,
ALEXknirt,P., T. S.. fr,r1-1RA., DIA.: RICO. ii C : 1421ga.. A.çurãela do Tmed l.tp• and Co Teu siara fastreat rito uc
quedas em :danos ri comunidade, Revista Airas;lea-a de sictef.apia.; 16(S}:391-8 SZ,3 Lar +n, ?01.2.
POSIALL.O.D.; RicrwrseN,s. firoaC Up aro Cio te;a nf . bav:i furirtkonal me t;liri for `vai
pensosu,JAG5:.35',142-145, LUA. 1981
12
.MINI MEN
Orientação
1) Hora aproximada o 1 ponto) (g/ taxa: co.perilko o 1 ponto/
2) Dia da seonarga 01 pontoo 7) 1....-oca,1.0..)ral o 1 pontoo
31 Doa gie flgS ponto) 110 Eairr, g 1 ponto)
4) 1)4Zro- ,1 pungi. .1) Cidade g 1 pontoo
5) Ano )1 pontoo 1(» E)aado-o g1 pombo.
timo.)) t tuhrdInta
Fak org.1 pata.-a., rgo relacionado). Roacrioancat. progganic r.cp.-~ pilas p3)uvr;:s.
De É ponto para ..:ada re:p. 0s-ta earetã. CARRO, ASO. T1101.01,
xmição e Cálculo
100 - o mo)..c.mgrg os, 5 .efts..... r ..,),gaggicroco 00.01, 70), 72, tvi 1 poroso para roda l'111C11141)1IrriaM.
¡alara MUNDO de waa pra trawc.
1:5 mação
Novo)).e tri.-• p00.100,0a,4 )110:.), 3DECTIrelner”,. , 1 1:),M 1t0 por pata, ra
1,111g11.114.kfil
Nomear um releye, 0m1.1 costa. )2 p41.1311.RCI
2) Repdif -nen, 3.1:10. nem 011 13CM, 1 Pl)111111
3) Coa., antle: este 1-0aM:":•••.tim aga dircie), op.)fre ,g.) go).- co.)).Notx ao chão.
03 pontos o
.) 1.er-g.tedrecor t?...e0k 01he.- o 1 pontoo.
5o deu. 1 pontoo
h o Corá! uni Sk senhe g 1 ponto)
Fixo r : f3t1)
1--.S1"121.71 1. I NII0 t Rt-SE:
{)/'9".1)
INTERPRETAÇÃO 1011SERVAÇÕES (durantea aplicação datestei:
re,tee :AX)1" LU- 4.W
020c0dcv.-.. ~003,10..
ANALSASEM3S, 20:0 coeres 5
4 4 anos da escolaridade: rs taram
5 a S anos de escolaridade: 27 ponto;
a f f acd00. de escoluidacle- 23 poma
nlais 000. 11 anos csroiaridade:20,:' pc.rws
FECHE OS OLHOS
13
6. INSTRUMENTOS DE AVALIAÇÃO UTILIZADOS NO ACOLHIMENTO
NO SRSI
6.1 AVALIAÇÃO GERIÁTRICA
Prefeitura Municipal de Varginha -- MG
Policlínica Central de Varginha
UNIDADE 1 SERVIÇO DE REFERÊNCIA A SAÚDE DO IDOSO- ENVEI,HE-SER
Rua Santa Catarina, SN, Centro-35324 9g84
NOME:
DATA DE NASCIMENTO:
14
Prefeitura Municipal de Varginha - MG
Policlínica Central de Varginha
.„'4 UNIDADE / SERVIÇO DE REFERÊNCIA '1- A SAÚDE DO IDOSO- ENVELHE-SER
Rua Santa Catarina SN, Centro - 353214 9484
NOME:
DATA DE NASCIMENTO:
AVALIAÇÃO GERONTOLÓGICA ESPECÍFICA — GERIATRIA
A) COLETA DE DADOS
Anamnese Medicamentos
Exame físico Outras Informações relevantes
15
íNDiCE E COMORBI DADES DE CHARLSON
Mn: HIPERTENSÃO ARTERIAL
APZ: DiSLIPIDEMIA
.
AP3É FIBRILAÇÃO ATRIAL
ANÉLÉ DEPRESSÃO
APS'. OSTEOPOROSE
AP6.)05TEOARTRITE, local: .
AP7:TONTURAJVERTsGEM
AP& DOR CRÔNICA
APS) PARKINSONISMO
AMO: INCONTIN NUA URINÁRIA
APilr. CATARATA (NÃO OPERADA)
AP12: GLAUCONIA
AP13: DEGENERAÇÃO MACULAR DA RETINA
OUTRAS C OMOR134DADES:
INDICE DE COMORBIDADES DE CHARLSON I !SW - , ! ) MÁC -
infiro cio Mioçardio
uÃo insufioéncia Cardíaca ) SP: • .
. Doença arterial Periférica
: SIM ' ÁC Doença Cerebrovascular
ê I N • Demência
1 PONTO DPOC ') SiN1 ... COE nça do ted do conjuntivo
; . SIM É NÃO ilcera Pé.ptica
Doença Hepática leve
. M
Diabetes ./ NÃO HEMIPLEGIA
Doenr,a renal moderada nu grave
. •• - -• -, Diabetes com lesão de órgão alio ,
2 PONTOS
`: ':i • É ji tV..0 Tumor
.... .
Leucemia
Linfoma
. .
t ¡Siri: i NÃO Doença Hepática moderada ou 3 PONTOS SvC.2
-...Unar 63Iido Metastátiso € ,SIM l ) fia,,D 6 PORTOS AIDS
..... . ._ . .
i. SIM - i ; NÃO PONTUACÃO OTAL
-, sw i NÃO AnOtR, as respoStes (b,rn ou riá. o.r soo,e os anteceoentes
pessoais (AP) e acrescentar a ocorrência de outras patoiogias
eue rão cons::ern na 1sta.
É 'r Suo ( ; NÃO F,.,-,...,ar o índice de Cornoroidades do Charison e anote: a
pon,.uação total
..•e•rne..3a. ...A V .R. PERE.RA w 2.... ••,- „ -,r.r.:- 1-.:-:% -,:..•n -E-,:r.,..:e !fr •i".:.:rmn,17•:€7,:i :.,.-... nr l - :: "•::.z.:::a, 2,21=1, 4,,- I:, 2'15.2.t8 I.I.I A7.erre..
A REVE DE RASTREIO COGhitT31/0: marcar as.respostasabaUgo
FIGURA PERCEPÇÃO NOMEAÇÃO
Sapato
Casa
• ..
Pente
,•
Chave
_ ..
AVião
Salde
Tartaruga
. . ....
Livro
•• • - • Colher
Árvore
tssam5MA MEMÓRIA MEMÓRIA APRENDiZADO RECONH:ECIvIENTO ÉNC1DtNTAL IMEDIATA TARDIA 5.'1
.„ „...
CORRETAS
INTRUSOES
16
TESTE DE FLUÊNCIA VERBAL: Peça ao ,Cose que fa,e ICIMU de animais Coua,guer bica} /embrar, Anota' a nu
menor tempo possiv6, ariorancio o número de an,ma.s lembrados em 1. minute.
DESENHO. DO RELOGIO: fnlregiie folha de papel ern oranco, lápis ou caneta e peça que resenhe ur1 re•Sgio com tocos os
números e coloque os ponteiros- marcando 2h45'. Guarde o desenho com a ficha.
OBS:
I lera Bateria Cogr~a &ave. Grupo de Neu,cJoç c.;-o t..3 e do ezIrelpe..,a,F:nti, D.d.parptando para °XVI Cor)¡.=,r_.,
esàlaire de fonoaud]oioeia, Carpos c;.2 Jc r dão. 2,308.
Prefeitura Municipal 4e Varginha - MC
Policlínica Central de Varginha
UNIDADE SERVIÇO DE REFERÊNCIA A SAÚDE DO IDOSO- ENVELHE-SER
Rua Santa Catarina , SN. Centro -3532,4 9984
NOME:
DATA DE NASCIMENTO:_
B HIPÓTESE DIAGNÓSTICA
C) CONDUTA MÉDICA
Problemas a serem resolvidos Planejamento Terapeutko
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ESCALA DE ESTADIAMENIO FUNCIONAL DA DOENÇA DE AL2HEIMER (FAST - Funcional Assesment Stages in Atzheimer disease)
Características clinicas _I Diagnostico 1 Duração MEEM•• •
1. Sem decréscimo
2. Queixas subjetivas
3. Déficit em ambiente de trabalho
4. Requerendo auxilio para tarefas leves
S. Requerendo auxilio para a escolha do vestuário
6. a. Requerendo auxilio para vestir-se
b. Requerendo auxilio para banhar-se apropriadamente
c. Requerendo auxilio para toalete (tais como dar a
descarga no vaso sanitário ou limpar-se]
d. Incontinência urinaria
e- Incontinência fecal _.
7. a. Habilidades linguisticas limitadas a meia dúzia de
palavras
b. Vocabulário inteligível restrito a uma única palavra
c. Perda da capacidade de deambular
d. Perda da habilidade de sentar-se
e. Perda da habilidade de sorrir
f. Perda da habilidade de sustentar a cabeça
-tr-k- CM-';mo Cape so assoo.u, . , J., _ ,
Adulto normal
DOAI`
Transtorno neurocognitivo 7 anos
leve
DA'• leve 2 anos
DA moderada 18 meses
5 meses
5 meses
5 meses
DA moderadamente grave
4 meses
10 meses
12 meses
18 meses
DA Grave 12 meses
12 meses
18 meses
12 meses
• " - Mt LM: Ne ~nem* C-.) teLeu:e.
29 a 30
27 a 28
24
19 a 20
15
9
8
5
3
1
O
O
O
0
Cl
O
Memai
RF,TAS f- V , .71, t --aletle T:.-ce.,.;a2 - -. -J _ :,
OBSERVAÇÕES'
Nome
1
e assInato-a do Prof ,,s oral:
CATA:
18
v3iingovvanraoy5vnvmrz's
Prefeitura Municipal de Varginha - MG
Policlínica Central de Varginha
UNIDADE/SERVIÇO DE REFERÉNCIA A SAÚDE DO IDOSO - URSI
ENVELHE-SER
Rua Santa Catarina, Centro, 35 3214 9964
NOME:
Frios de dispensação
1 rros de prescrição
Analfabeto, deficiente visual, auditivo, memória
Perdeu a receita
NÃO ADESÃO VOLUNTÁRIA:
( ) Nán quer I ) lidin "ries niedicamentosas Outros motivos:
( ) N,:iii gosta cie lwriar o medicamento I ) Interacán rnedicarnerrtoxatimenio
OUTROS PROBLEMAS DE SAÚDE QUE AFETAM O TRATAMENTO
Descrição Medicamente Implicado Descrição I Medicamento implicado
Problema de saúde insuficientemente tratado
Queixa técnica
Reação adversa a medicamento
Automedicação
Polifarmacia quantitativa (uso acima de 5 medicamentos)
Polifarmácia qualitativa (MPI)
Cascata lairogénica
Prescrição divergente
PRM Outros
Não foi detectado PRM
CLASSIFICAÇÃO DO RESULTADO NEGATIVO ASSOCIADO AO MEDICAMENTO
Descrição Problema de saúde e Medicamento Relacionado
RNM Necessidade - Desnecessário
RNM - Necessidade Desnecessário (suspeito)
RNM - Necessidade - PS. Não tratado
RNM , Necessidade - P.S. Não tratado (suspeito)
RNM • Efetividade - Não quantitativa
RNM - Efetividade - Não quantitativa (suspeito)
RNM Efetividade - Quantitativa
RNM - Efetividade - Quantitativa (suspeito)
RNM Segurança • Não quantitativa
RNM - Segurança Não quantitativa (suspeito)
RNM - Segurança - Quantitativa
RNM .. Segurança - Quantitativa (suspeito)
PROBLEMAS GERONTOLÓGICOS RELACIONADOS AO USO DE MEDICAMENTOS
Descrição I Medicamento Reiacioria rio Descrição I Medicamento Relacionado
latrogenia
Imobilidade
Incapacidade cognitiva
Incapacidade comunicativa
Incontinência esfincter lana
Instabilidade postural
Insuficiência familiar
Violência
Queda
Fragilidade
Não há problema gerontológico
SEM SEGUIMENTO FARMACOTERAPEUTICO ( ) perda de receita ( 1 Orientação pontual i 1 outros:
F - CONDUTA (INTERVENÇÃO FARMACÊUTICA)
INTERVENÇÃO FARMACÊUTICA - IF
Descrição Medicamento Relacionado Descrição Medicamento Relacionado
II- - Quantidade - Modificar a 1JOSL! IF Estratégia • Substituir medicamento
II- Quantidade - Modificar a
duração do tratamento
IE - Educação .. Educar no uso do medicamento
- Não adesão Involuntaria
IF - Quantidade - Modificar a
posoingla
IF . Educação - Modificar a atitude a respeita
da farmacolei avia Mio adesão Voluntária
II- I stiatégia - Adicionar
medicamento
Ir - Educação - Educar ein ineditlas não
lar maiolOgic as
If - Estratégia - Retirar
medicamento
Il. ~autuação de paciente tom suspeita
de RNM
Ir
G - PLANO DE CUIDADOS/ METAS FARMACOTERAPEUTICAS
Nome e assinatura do Profissional:
DATA:
rrereiture municipal de vargsnna - Mt
Policlínica Central de Varginha
UNIDADE / SERVIÇO DE REFERÊNCIA A SAÚDE DO IDOSO - URSI
ENVELHE-SER
Rua Santa Catarina, Centro, 35 3214 9984 kiejec
tor
-r. ¥00
NOME:
DATA DE NASCIMENTO:
ID. A reaçâo foi comprovada por qualquer evidência objetiva?
1,4PUL 14U 411. 1 arinlitovig.ancla ho Malar Fm UMISPL InvintlgatiVet em farmicovIplAnc aa. Nobearào Preig, 1001.
B - EXAMES DO PACIENTE
Data Exame Resultado Unidade Valor de referência
C - SINAIS VITAIS
PRESSÃO ARTERIAL
MANHÃ
Data Horário PA (mmilg)
NOITE
Data Horário PA (mmtlg)
MANHÃ
Data Horário PA (mmlig) Data
NOITE
Horário PA
(mmlig)
GLICEMIA CAPILAR
PRÉ-PRANDIAL PÓS-PRANDIAL PRÉ PRANDIAL PÓS-PRANDIAL
Data Horário GC (mg/dI) Data Horário GC (mg/dL) Data Horário ' GC Img/tiL) Data ' Horário GC
Img/d1.)
o
D - O BSERVAÇõES DO FARMACÊUTICO
E - I4IPOTESE DIAGNOSTICA
PROBLEMA RELACIONADO COM MEDICAMENTO
DESCRIÇÃO FIERTLR7157T317,APTECA DESCRIÇÃO I MEDICAMENTO IMPLICADO
Administração incorreta do medicamento
Características pessoais
Conservação ,natleauada
Contra indicação
Dose. posoiogia ou lil irnáo ,nadem,ada
Duptit idade
NÃO ADESÃO INVOLUNTÁRIA:
Não sabe tomar o medicamento
F sone< e de tomar o merkamer to
o medicamento custa muito cam
O medicamento esta em falta nas Farmácias cio SUS
Não sidie qual atediatnento F ci correto
Prefeitura Municipal de Varginha - MG
Policlínica Central de Varginha
UNIDADE / SERVIÇO DE REFERÊNCIA A SAÚDE DO IDOSO - URSI
ENVELHE-SER
Rua Santa Catarina, Centro, 35 3214 9984
NOME:
DATA DE NASCIMENTO:
AVALIAÇÃO GERONTOLÕGICA ESPECÍFICA - FARMÁCIA A -COLETA DE DADOS ESPEC. iF ICOS
QUEIXA DO PACIENTF (Ava.i,,r eçper tarnía c. a experiêncta no USO dos medicalnentos)
AVALIAÇÃO DOS MEDICAMENTOS Analisar a subjeowdade rned.carnern'.0 sa Imeduepreocupação, especial IVA. Ur a/te hábitotii
• Para pacientes que apresentarem RAM. aplicar Algot rimo de Narraego.
• Avaliar adesão voirentarin e involuntário. PRESCRIÇÃO DATA I PRESCRITOR I MEDICAMENTO 1 POSOLOGIA MODO DE USAR J INDICAÇÃO 1 INiaõ TÉRMINO UTILIZAÇÃO PELO PACIENTE RA.M. SIM FNÃO 0151RVAÇÃO
Algoritmo de Narranjo: em caso de R.A.M. a hcor o algoritmo e anotar resultado no i.:ii rupo esp i )SAN)
qtrEsTÕES
1. Existem relatos conclusivos sobre esta reação?
2. A reação apareceu apcis a administração do Iártnaco suspeito?
3. A reação desapareceu quando o fármaco suspeito foi suspenso ou quando um antagonistaespeckfico foi administrado?
4. A reação reapareceu quando o fártnaco foi readministrado?
S. Existem causas alternativas que poderiam ter causado esta reação
6. A reação apareceu com uso de um placebo?
7,0 fárinaco foi detectado no sangue ou outros fluidos biológicos em concentraçOes tóxicas?
B. A reação aumentou com dose maior ou diminuiu quando foi reduzida a dose?
. 9. O paciente tem historia de reação semelhante com o mesmo tárinaco ou similar em alguma exposição prévia?
SIM NÃO NÃO SABE
1 o 1 PONTUAÇÃO
OBTIDA
2 ..1 O
1 ti il INTERPRE AÇA()
2 1 ❑ CAUSAIIDA PON LIAÇA°
-1 2 O DEFINIDA 9 OU +
-1 1 O PROVÁVEL. 5 A
1. o o POSSiVEL 1A 4
1 o o DUVIDOSA O OU MENOS
OBSERVAÇÕES
3
3
6.3 AVALIAÇÃO NUTRICIONAL
Prefeitura Municipal de Varginha - MG
Polielinica Central de Varginha
UNIDADE 1 SERVIÇO DE REFERÊNCIA A SAÚDE DO IDOSO- ENVELHE-SER
Rua Santa Catarina , SN, Centro - 353274 99"
NOME:
DATA DE NASCIMENTO:
Mini Avaliação Nutricional'
Mini Nutritional Assessment
Mate Sel[3: 711:
'r:darde: Peso 04 Mura ror, leito:
Preencher a primewo pana deste e es'rarar;n, :Prlica,árti a rinpa.ila S9171P, os parFros ;Ia Nagem. Caso £.• a•Xtre... ;fali ou oPierror a 11.
corxíorr o ql.:estiolam para cbter 8 ava4""2:7 60 esiarrE
25
Triagem
A NDS o:tirkl7Slr&S k:teee5 rd.evie r.-uiça0 0a incesta
ahmemar Msvidaa petas de aper.e. problemes elices-1,..lis Cu
dirieuicace ama desligar erdeçker,
- diromaçad severa da idgeiata
= Mlinuicao moCerada ce ingeSte
2 = Serg egOegg,g00 Ca !egesra
B Perda giepew no tilares. meus
...apericr ' 3
. 330 sabe informa'
2 efitwe oan e lies LiudOs
e e ;Área de Uni)
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Escore da triagem
Escore total rnà•,,-,0
Avaliação do Estado Nutticional
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menos de ti po1005 cesnkrien
6.4 AVALIAÇÃO FONOAUDIOLOGSCA
Prefeitura Municipal de Varginha - MG
Palichnica Cerzira/ Varginha
tiN JADE SERVIÇO DE REFERÊNCIA A Sitt59E DO IDOSO- MOVE-SER
Rua Santa Catarina , SN. Centro - 35 3214 9984
NOME:
DATA I5E NASCIMENTO:
AVALIAÇÃO GERONTOLOGICA ESPECIFICA — FONOAUDIOLOGIA
Alguma queixa especifica?
A — COMUNICAÇÃO ORAL
Compreende o que se fala?
Ordens si copies - ( ) NAO ( ) SIM
Ordens compiexas: 4 I NÃO ( 1SIM
( 1 Ni AO
( ) Dizartr:/ { : Aprazai
Percebe-se alteração da fala? 1 ) Outros:
( }SIM especificar:
É compreendido quando fala? ( ) NÃO ( ) SIM
Observação da voz:
Dificuldades de atenção? ( 1 NÃO ( I SIM
Dificuldades de memória? 1 ) NÃO 1 1 SIM
B - ALIMENTAÇÃO
Via de alimentação: ( ) Orai ( I Sonda Iisc,?ritera' (
Saliva: 1 1 Deglute ( 1 Acúmulo i! retirada espontânea
( ) Sialorréia 1 1 Engasgo frequente
Tem dificuldade para mastigar: ( 1 NÃO ( SIM
( ) NÃO
Prótese dentária:
( ) SIM 1 ) NÃO
( 1 SIM I } SUPERIOR ( ) INFERIOR
Usa?1 }Sim i NÃO
Estado alerta durante a alimentação: ( ) ACORDADO : SONOLENTO
.{ ) NÃO
Demora para Tempo:
alimentar-se? ( ) SIM Qual refeição?
Engasga?
( ) NÃO
1 1 SIM ( 'Liquido ( )Panoso ( } Sólido
Pigarro? () SIM ( ) NÃO
• ( ) NÃO
Tosse? 1 1 Eficaz 1 )
.
Não Eficaz
( ) SIM ( } Liquido I ) Pastost t
...
( ) Antes I ) Durante (
( ) NÃO
• .
O que e feito? Fica sem fôlego? 1 ) SIM
Fica sonolento após ilimentação? ( ) NÃO ( ) Sim
( ) NÃO
Já teve pneumonia? Quantas vezes?
( 'SIM - Data da última vez que teve pneumonia'
) Gastrostomia
)5611do
) Pós-deglutição
26
C -TONTURA
Rotatória? ( ) NÃO ( ) SIM
Com desequilíbrio corporal para o lado?
Há perda da consciência? 1 1 NÃO (
Apresenta quedas? ( ) NÃO ( ) SIM
( ) NÃO
) Sim
( •-,) SIM
D - AUDIÇÃO
Parecer em relação à audição:
CONDUTA:
OBSERVAÇÕES GERAIS:
Nome e assinatura •:-;° Profissional:
DATA:
27
6.5 AVALIAÇÃO SOCIAL
Prefeitura Municipal de Varginha - MG
Policlinica central de .'r2rgiriha
UNIDADE / SERVIÇO DE REFERÊNCIA A SA:DE DO IDOSO- ENVELHE-SER
Rua Santa Catarina , SN, Centro - 353214 9984
NOME.
DATA DE NASCIMENTO:
AVALIAÇÃO GERONTOLÓGICA ESPECIFICA - SERViÇO SOCIAL
A - CUIDADOR
Não 5 l'orrn.Jt
Se parente, grau:
Nome do Cuidador;
Esccrlarkiade:
Saiic e
ni-a rn-T-apan ESrE - , fi;mr ;.,:i• riu OU rO4 e:tVOSiirios ne aúd.cf! -_, au .dosa?
Nán { Sim l ) Quem)
Outras Clupaçà?
5::rn i ., Quais?
Não ( Diasitiorario,
...... ,:•• • -.E..: c; .,:desi
; Cl..ãis?
5 ro'no ru!dador:
; ) informal ( }
_.
El - Situação Previdenciária
Aposentado f ) Penslonlsta l }
qualificação profissional e Situação no Mercado de Trabalho dos familiares
"4" Trab 3i n adOreS cari -rine UIC: AtIv,darle:
":•::É '1.rabaInadores :em Vir.:AAIICI: Az ,J,dride:
V de ~s desempregadas: kktvi nade'
BPC/WAS [
C - Situação Socloeconanalta
Renda Mensal Far-nIkar
Renda arfavés ele at vidaces oOs mernb-os
Renda Financeira do pacien:e.
_ Arxtsentudorã :.. ) Pe-=ão •
Benercios Assístemiais ¿especificar]-
Rersdafaniiikar Total:
Dutres Auxi::los rescedfcãr)
RS
RS
sPC,:te&S ( ! RS
RS
R5
RS
28
D —
5.1. Moradia:
52. Alimentação
5.3. Saúde
5.4. Outros
TOTAL DAS DESPESAS
R5 a uguel,Finarciarnento da Casa, impostos
RS
RS
RS
RS
E - Situação Habitacional: Características do domicilio
Tipo moradia Tipo de construção Condição N2de cômodos
cau filai:leira Ccdida Zuarte.
.
Apartamen Áhenar.a ,.?" npr 3 Sala
to
Cômodo C át, as: an. a c!*da CCt.rtfa
BarrU O --ier..lada . aa itieirc
Cortiço c:. irr 35: C ..ltr*S:
Outros.
Como é a acessibilidade a sua casa?
Saneamento Básico
Agua encanaca SM ( ) fiii.61 )
LJZ eiétrica SM( ) NÃO 1
_ .
Esecro . Sim i 1 NÃO I 1
Coleta deixo SIM ( i NÃO ( )
Observações:
F— Composição Familiar
Membros da familia Pessoa portadora de deficiência
...
N de membros Fisica
Crianças Mental
Adolescentes rake e mental
Adulem Iciert'ficar:
idoso,.
Como é a convivência com os ri:lembra sua farnilia?
Usuários de substancias psicoativas
Tacaca
Aiwol
Drogas
identificar o dependente:
G — Parecer técnico:
H - Conduta I ntenrentiva:
Nome e ass,natu:•a zi,io Profissionai:
DATA:
29
6.6 AVALIAÇÃO PSICOLÓGICA
•
Prefeitura Municipai cie Vai•ginha MG
Polictinica C-eatrei de ;•-arginha
UNIDADF SFR VIÇO DE REFERÊNCIA A SACDE DO IDOSO- ENVELHE-SER
Rua Santa Catarina , SN, Centro - 35 3214 9984
NOME:
DATA DE NASCIMENTO.
AVALIAÇÃO GERONTOLÓGICA ESPECIFICA — PSICOLOGIA
ALGUMA QUEIXA ESPECÍFICA?
INSTRUÇÕES PARA O AVALIADOR
Peça para o idoso fazer um desenho e, em seguida, soicite que ele carie. a estória da imagem desenhada. Faça urn
relatada estória contada abaixo e registre suas impressões e conduta ors verso.
013S: Não há um ja=to certo e ánico de razer o Lesenho-Historia, t ma s ririportante e cpe a (ai idoso sinta-se a
vontace e possa usufruir da experiência de medo de-bcontraido. (oloLa-+do-se pessoalmente e estabelecendo uma
comunicação com o profissional para alem do relato nrbai. A técntca de Desenho-Estárks não é um teste pscologir.O.
mas um fundador da comunicação emocional.
RESUMO DO REATO DO IDOSO
30
CONSIDERAÇÕES
CONDUTA
OBSERVAÇÕES GERAIS
Nore e aàsinaura do Profissicr.s.#
ATA:
31
32
6.7 AVALIAÇÃO DA TERAPIA OCUPACIONAL
PREFEITI'RA 3IUNICIPAL DE E4 R GINVIA - ri4G
POLICLÍNICA CENTRAL DE VARGINHA
_
84 1N1DADEISERI'IÇO DE REFERÊNCIA A SAÚDE DO IDOSO ENVELHE-SER
RUA SANTI CATARINA, CENTRO. 3214 9984
AVALIAÇÃO GEIWITITOLÓGICA ESPECIFICA - TERAPIA OCUPACIONAL
NOME: DATA:
AVALIADOR:
QUEIXA ESPECIFICA:
AVALIAÇÃO DA ROTINA DE ATIVIDADES
ATIVIDADES QUE DESEMPENHOU AO LONGO DA VIDA
ATIVIDADES QUE REALIZA ATUALMENTE
ROTINA DURANTE A SEMANA T MANHÃ
TARDE
NOITE
AVALIAÇÃO DE FUNÇÕES E ESTRUTURAS CORPORAIS
ASPECTOS FÍSICOS: QUEIXAS EM MEMBROS SUPERIORES?
QUAIS?
MEMBRO ACOMETIDO?
PREENSÃO ALTERADA:
ESCRITA:
ASPECTOS AMBIENTAIS E TECNOLOGIA
ASSISTIDA
USO DE ORTESES , PRÓTESES E RECURSOS
DE TECNOLOGIA ASSISTIDA NAS AVDs
CADEIRA DE RODAS/ APARELHOS DE AUXÍLIO
PARA DEAMBULAÇÃO
CONDIÇÕES DO DOMICÍLIO: BARREIRAS
ARQUITETÔNICAS ( ESCADAS, RAMPAS)
SANITÁRIO BOX ADAPTADOS?
ASPECTOS DE FUNÇÕES SENSORIAIS SENTIDOS:
ASPECTOS PERCEPTO-COGNITIVOS:
33
AVALIAÇÃO COMPORTAMENTAL
LINGUAGEM CORPORAL?
SOFRIMENTO PSÍQUICO?
TESTES ESPECÍFICOS DA TERAPIA OCUPACIONAL
CLASSIFICAÇÃO DE IDOSOS QUANTO A CAPACIDADE PARA AUTO-CUIDADO (CICAC):
ESCALA DE AVALIAÇÃO DE INCAPACIDADE NA DEMÊNCIA (DAD-BR):
LOEWESTEIN OCCUPATIONAL THERAPY COGNITIVE ASSESSMENT(R-LOTCA-G):
INFORMANT QUESTIONNAIRE ON COGNITIVE DECLINE IN THE EDERLY - IQCODE:
OBSERVAÇÕES:
CHECKLIST DE ADEQUAÇÕES :
6.8 RELATÓRIO DE ALTA DO SRSI
Prefei1ura Municipal de Varginha - MG
Policlinka Cantral de Varginha
UNIDADE i SERVICO DE REFERENCIA A SAÚDE DO IDOSO - URSI
ENVELHE-SER
Rua Sarna Catarina, Centro. 35 3214 9984
34
~RIO DEALTA
NONIE DO PACIENTE:
UNOVE DE SAÚDE DE "a1,1~MIO:
GERigrRIA
FARMACIA
ENFERMAGEM
SERVIÇO
SOCIAL
NUTRIÇAO
FONOAUDIOLOGIA
PSICOLOGIA
ODONTOLOGIA
OUTRAS
OBSERVAÇÕES
35
36
7. PLANEJAMENTO E ORGANIZAÇÃO DO PROCESSO DE TRABALHO DO
SRSI
7.1PRIMEIRO ATENDIMENTO
O primeiro atendimento no SRSI é realizado através da Avaliação Médica. Assim,
os idosos que chegam ao SRSI foram previamente agendados para a AGG, através do
telefone de contato, pela unidade de saúde, onde estavam cadastrados. A equipe
interprofissional fará a discussão do caso e procederá aos encaminhamentos no momento
da reunião semanal. O agendamentos para os outros profissionais da equipe é de acordo
com as necessidades da pessoa
idosa.
Nesse momento, a família / acompanhante recebe informações quanto à logística
dos atendimentos e às expectativas dos idosos sejam resgatadas, assim como, as
experiências anteriores de tratamento.
7.2 GERENCIAMENTO COMPARTILHADO
O SRSI tem papel importante, para proporcionar a integralidade do cuidado ao
idoso frágil. Para tanto, faz- se necessária a articulação entre os profissionais da Atenção
Básica e os profissionais desse ponto de atenção.
Esta articulação depende da troca de informações sobre as terapias dispensadas ao
idoso e sobre as necessidades de cuidados continuados, identificadas pelos profissionais
que foram/são responsáveis por seu cuidado. No entanto, não se trata apenas de troca de
informações, mas de com❑ facilitar, ao máximo, o trabalho em conjunto, com centralidade
na pessoa idosa.
É de importância fundamental que o atendimento realizado no SRSI seja
acompanhado pelos profissionais da Atenção Básica, da unidade de saúde responsável
pelo encaminhamento ao SRSI, pois serão eles (e a unidade de saúde) que receberão a
pessoa idosa em sua volta à Atenção Básica, quando da época da conclusão do trabalho
do SRSI e do contrarreferenciamento.
Este acompanhamento, pela Atenção Básica, das atividades e ações que a SRSI
está realizando com a pessoa idosa encaminhada, foi denominado "Gerenciamento
Compartilhado Atenção Básica/URSI" e é realizado através de duas atividades:
a)Relatórios periódicos da equipe do SRSI para a Atenção Básica;
b)Gestão dos casos mais complexos, garantindo ❑ suporte aos profissionais da Atenção
Básica através de matriciamento e atendimento compartilhado, qualificando a atenção
primária;
c)Relatório da Contrarreferência (relatório final de alta).
7.3 TEMPO DE PERMANÊNCIA NO SRSI E ALTA
O SRSI deve atender a todos os casos que preenchem os critérios de
encaminhamento para a atenção gerontológica especializada. Dada a dimensão da
população idosa da cidade de Varginha e a presença, em maioria, de idosos que são
usuários exclusivos do SUS, o processo de trabalho da equipe interprofissional deve
favorecer o renovar contínuo de idosos sob sua
avaliação. O SRSI é um ponto de atenção especializada, é um serviço de referência, e
como tal, após realizar as atribuições pertinentes à sua função, deve contrarreferenciar os
idosos para a Unidade Básica de Saúde, onde a pessoa está cadastrada. Assim, o tempo
médio de permanência no SRSI será seis meses.
Atualmente o tempo que os idosos permanecem no SRSI é cessivamente longo.
devido à quase inexistência de suporte a essa população na Rede em geral e à atenção
37
primária inadequada para os mais frágeis. O próprio SRSI não possui critérios
padronizados para o retorno da pessoa idosa à UBS de referência o que resulta na sua
permanência nesse ponto de atenção por tempo indeterminado. Porém, ao conservar os
usuários sob seus cuidados indefinidamente arrisca-se a não conseguir atender a todos
os casos que preencherem critérios de encaminhamento.
8. EQUIPE
8.1CONCEITO DE EQUIPE
A complexidade dos fenômenos saúde-doença, de seus determinantes sociais e a
integralidade no cuidado ao idoso requer o trabalho interdisciplinar de uma equipe
multiprofissional, conectando ações e construindo coletivamente as intervenções para a
população que utiliza o serviço. Há diferentes noções sobre equipe.
Uma das habilidades a ser desenvolvida no interior de uma equipe que busca ser
integrada é o processo de comunicação compartilhada em que cada membro da equipe
do SRSI tem papel fundamentai no manejo dos problemas cotidianos e das situações
conflitantes.
Nestes cenários ampliados a equipe necessita incorporar a dimensão
biopsicossocial dos indivíduos, familias e comunidades para o cuidado compartilhado,
construindo novas e ampliadas abordagens do processo saúde-doença. Portanto é
necessário que os profissionais do SRSI estejam vinculados e integrados aos demais
profissionais que compõem as UBS de referência com os quais devem compartilhar a
gestão e o processo de trabalho para a população idosa usuária dos serviços,
compreendendo as potencialidades e limitações específicas de cada área.
8.2 COMPOSIÇÃO DA EQUIPE
Considerando. como citado acima, que o trabalho interprofissional da equipe da
SRSI é fundamental para o cuidado longitudinal, o quadro a seguir apresenta a relação de
profissionais que compõe os recursos humanos necessários para a viabilização da
proposta de atendimento na SRSI, bem como a definição de cargos, número necessário
de profissionais por categoria e carga horária semanal máxima para cada um deles. de
acordo com as normas vigentes dos conselhos das profissões da saúde.
Cabe ressaltar que nenhum dos profissionais da equipe do SRSI é dedicação
exclusiva, excetuando-se as geriatras.
PROFISSIONAL QUANTIDADE CARGA HORÁRIA
COORDENADOR 1 40h / SEMANA
GERIATRA 2 20 ATENDIMENTOS/SEMANA
38
TÉCNICO DE ENFERMAGEM 1 30 'SEM
ENFERMAGEM 1 40H/SEMANA
FARMACÊUTICO 1 20r, /SEMANA
NUTRICIONISTA 1 3 ATENDIMENTOS / SEMANA
PSICÓLOGO 1
10 HORÁRIOS DE ATENDIMENTOS
5 ATENDIMENTOS / SEMANA
ASSISTENTE SOCIAL 1 10 HORÁRIOS DE ATENDIMENTOS /
SEMANA
FONOAUDIÓLOGO 1 5 HORÁRIOS DE ATENDIMENTOS / SEMANA
(OBS FONOAUDIÓLOGA NÃO ESTA
LOTADA JUNTO A EQUIPE NO SRSI
DEPENDEMOS A ATENÇÃO PRIMÁRIA
PARA AGENDAMENTOS)
TERAPEUTA OCUPACIONAL 1 (OBS TERAPEUTA OCUPACIONAL NÃO
ESTA LOTADA JUNTO A EQUIPE NO SRSI
LOTADA NO CENTRO DE FISIOTERAPIA DO
MUNICÍPIO. DEPENDEMOS DA AGENDA DA
FISIOTERAPIA DO CENTRO DE
FISIOTERAPIA PARA AGENDAMENTO.)
8.3 - GERIATRAS ISOLADOS E EQUIPES MULTSPROFISSIONAIS NÃO
LOTADAS NO SUS
Para assistência de pacientes que são acompanhados em serviços particulares
basta encaminhar à unidade de saúde a qual pertence em relação a sua residência.
Os documentos, critérios de encaminhamento serão os mesmos já relatados.
39
Enfatiza-se que uma vez inserido no SRSI o paciente e família deverão seguir as
orientações acordadas com a equipe.
8.4 - ATRIBUIÇÕES E PERFIS DOS PROFISSIONAIS DA EQUIPE DO SRSI
Inicialmente cabe destacar que o SRSI é um ponto da rede de atenção
especializada que, integrado à Atenção Básica (AB), promove a cultura do continuum do
cuidado e da assistência. Semelhantemente às atribuições dos profissionas que atuam na
AB. os profissionais do SRSI devem desenvolver as competências no campo relacional,
de caráter clinico, de aprendizagem e de gestão. de forma a promover a continuidade do
cuidado. A equipe interprofissional que atua no SRSI detem conhecimentos. habilidades e
competências para a atenção em área específica de uma especialidade do serviço, sem
que isso represente exigência e desempenho exclusivo de especialista, pois requer a
compreensão da integralidade do cuidado e da atuação em rede de atenção à saúde. A
integração da equipe do SRSI com outros pontos da rede se dá pelo processo de
interrelação através dos recursos de referência e contrarreferência para o gerenciamento
compartilhado, pelo matriciamento e realização de reuniões para discussão dos casos. As
equipes do SRSI poderão realizar o matriciamento com os profissionais da AB, ou de
outro ponto da rede. fomentando a cooperação e retaguarda especializada às equipes
para a construção compartilhada da intervenção pedagógico-terapêutica. A proposta é
rever. problematizar e discutir determinados casos, contando com o aporte e possíveis
modificações de abordagem que o apoio matricial pode levar ao melhor entendimento e.
assim, rever o planejamento da intervenção. incluindo, ou não, a participação direta
destes profissionais ou de outros serviços de saúde da rede, de acordo com as
necessidades. Assim. o SRSI têm dois usuários: os seus próprios e os demais
profissionais das equipes de referência da AB .
A proposta de matriciamento pelo SRSI é a de que os profissionais possam
aumentar a autonomia das equipes da AB, adquirindo, ambas as equipes, novas
capacidades técnicas e pedagógicas para os projetos terapêuticos, promovendo a cultura
do continuum do cuidado e da assistência. Para isso é programado para o matriciamento
trimestral às unidades de saúde.
8.4.1. - Atribuições Gerais dos profissionais que compõem a equipe do
SRSI
Trabalhar de acordo com os princípios e diretrizes do SUS:
Realizar assistência integral ao idoso em seu contexto biopsicossocial
(acolhimento humanizado, promoção e proteção da saúde, prevenção de
agravos, diagnóstico, tratamento, reabilitação, manutenção da saúde e
controle social);
Ser referência para a saúde da pessoa idosa ;
Planejar, programar e realizar as ações que envolvem a Atenção à Saúde da
Pessoa Idosa com comprometimento:
Atuar de forma integrada e articulada ás demais áreas de Atenção;
Integrar a pessoa idosa à sua própria comunidade. promovendo relações
interpessoais e tornando-a o mais independente possível e em contato com
pessoas de todas as idades:
Incentivar, encorajar e estimular o idoso a continuar fazendo planos, tendo
ambições e aspirações;
40
Prestar assistência às pessoas idosas frágeis, encaminhadas de outros
serviços e pontos da rede de atenção. bem como a seus familiares, ou
acompanhantes. sendo a referência e realizando a contrarreferência:
Selecionar e aplicar métodos. técnicas e recursos apropriados ao
tratamento, adequados à realidade socioeconômica e cultural da pessoa
idosa;
Realizar o acolhimento da pessoa idosa e seu familiar, ou acompanhante. de
forma humanizada, na perspectiva de uma abordagem integral,
interdisciplinar e resolutiva, possibilitando a criação de vínculos com ética,
compromisso e respeito;
Realizar a Avaliação Gerontológica conforme formulários padronizados:
Participar da elaboração e monitoramento do plano de cuidados:
Desenvolver e avaliar sistematicamente o programa de atendimento
interdisciplinar estabelecido para a URSI. tendo, sempre. como valor o
respeito à condição humana daquele que está sob seus cuidados (bioética);
Participar de reuniões de equipe no SRSI e com outros serviços;
Realizar matriciamento, através de reuniões, visando qualificar as ações em
Saúde da Pessoa Idosa e capacitar a Rede de Atenção à Saúde;
Participar do processo de Educação Permanente dos profissionais das
Redes de Atenção à Saúde em questões do Envelhecimento:
Participar e auxiliar rio curso de Cuidadores de Idosos. quando proposto
pela SRSI;
Realizar e incentivar ações de promoção e proteção da saúde. prevenção de
doenças e de suas sequelas e complicações e reabilitação da pessoa idosa;
Realizar e incentivar ações de prevenção à violência contra a pessoa idosa;
Prestar atendimento aos casos de violência contra a pessoa idosa, de
acordo com os princípios da cultura de paz. saúde e cidadania:
Desenvolver. ou colaborar em pesquisas na área da Gerontologia. tendo
como principal papel a implementação das políticas públicas de saúde do
idoso;
Apoiar atividades de ensino (pesquisa, estágio, aprimoramento e residência
médica e multiprofissional), em parceria com Instituições de Ensino Superior,
compatíveis às orientações didático-pedagógicas preconizadas pela SMS e
SUS;
Representar a equipe em reuniões e outras atividades e ações intersetoriais
(secretarias do poder público. órgãos da sociedade civil e outros
equipamentos de saúde). sempre que solicitado:
Elaborar laudos, pareceres e atestados, quando solicitado;
Trabalhar segundo normas técnicas de segurança, qualidade, produtividade.
higiene e preservação ambiental;
Atuar de forma ética e respeitosa no atendimento às pessoas idosas,
familiares e cuidadores.
8.4.2. Atribuições e Perfil do Coordenador do SRSI
Garantir as diretrizes, metodologias, metas e protocolos da SRSI na área sob sua
responsabilidade;
Coordenar a implantação e o desenvolvimento das ações da SRSI na sua área de
abrangência;
41
Estimular e articular ações junto à Atenção Básica. visando ampliação e articulação
dos serviços ligados às políticas da pessoa idosa e do SUS, voltadas à inclusão
dos usuários como participantes e sujeitos do processo:
Estimular a formação de uma rede de apoio aos idosos com insuficiência familiar
ou social;
Facilitar o fortalecimento de vínculos, realizando intervenções com idosos,
familiares e cuidadores, num trabalho interdisciplinar, buscando aproximação. a fim
de evitar o abandono. em conjunto com as equipes de Atenção Básica e
Especializada e com outras Secretarias Municipais e Organizações Sociais;
Participar da Rede de Proteção às Pessoas Idosas, articulando ações conjuntas
para garantia dos direitos das mesmas. tendo como diretriz o Estatuto do Idoso e
fazendo encaminhamentos necessários. segundo as diretrizes e os fluxos
estabelecidos por SMS;
Participar das atividades de inserção da pessoa idosa na comunidade, através de
atividades de lazer. cultura, esportes e outros serviços destinados a esses
usuários, estimulando a independência e preservando a autonomia,
Trabalhar de forma interdisciplinar, promovendo a integração e participação de toda
a equipe do SRSI;
Ser mediador em situações de tensão. pressão. ou crise. visando a integração da
equipe e o bom funcionamento do serviço:
Acompanhar as atividades da URSI. sendo responsável por compor e gerenciar a
equipe interdisciplinar:
Instaurar e realizar espaços de supervisão da Equipe de Trabalho:
Proporcionar meios para o desenvolvimento da educação permanente no SRSI,
voltada para os trabalhadores da unidade e para os demais profissionais da rede;
Realizar reuniões administrativas com a equipe do SRSI de acordo com as
necessidades:
Participar das reuniões técnicas semanais com os profissionais da equipe do SRSI
para discussão de casos, elaboração dos PTS. acompanhamento dos casos
atendidos. bem como os processos de referência. contrareferência e alta:
Elaborar relatórios administrativos, de acordo com a necessidade de cada usuário
e do SRSI e quando solicitado;
Manter atualizadas as informações sobre o programa e ações realizadas no SRSI;
Realizar controle. sistematização e informação dos dados referentes ao SRSI,
garantindo sua análise quantitativa e qualitativa. cumprindo os prazos
estabelecidos;
Garantir avaliações periódicas dos indicadores do SRSI por meio dos instrumentais
propostos:
Apresentar a produção mensal da equipe para inclusão nos sistemas de
informação de SMS;
Garantir. em caso de emergência e urgência, acionamento de ambulância (SAMU).
Atuar como articulador para implantação de atividades de pesquisa e ensino no
SRSI, tais como estágios. residências médicas e multiprofissionais e
aprimoramento, a serem realizadas em 64 parceria com Instituições de Ensino
Superior. em consonância com as orientações didático pedagógicas preconizadas
pela SMS e SUS:
Representar a equipe do SRSI em reuniões técnicas na Secretaria Municipal de
Saúde, na Coordenadoria Regional de Saúde e na Supervisão Técnica de Saúde e
em outros eventos e atividades intersetoriais e intersecretariais. que sejam
referentes às questões do SRSI e dos idosos:
42
Participar de atividades junto à Secretaria de Saúde da cidade de Varginha, bem
como junto às demais secretarias municipais e instituições parceiras. quando
solicitado
Ter formação em Gerontologia. ou Título de Especialista em Gerontologia pela
Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia — SBGG, ou titulo de
pós-graduação strictu sensu em área gerontológica, ou ter experiência
comprovada. de no mínimo dois anos. em serviços de atendimento à pessoa idosa:
Neste último caso, deve comprometer-se a apresentar comprovante de inscrição
em curso de especialização na área gerontológica em até 6 (seis) meses da posse
do cargo e título de formação especifico no pr 3Z0 de 3 (três) anos, a contar da data
de inicio do trabalho no SRSI;
Possuir experiência em Saúde Pública, Saúde da Família e em Saúde da Pessoa
Idosa;
Possuir habilidades de gerenclamento e coordenação. com características
pessoais de liderança, criatividade, comunicação. paciência, perseverança e
iniciativa;
Possuir capacidade de se relacionar com os diversos níveis hierárquicos e aptidão.
para interagir na rede de atenção:
Possuir habilidade para atender pessoas idosas em situação de vulnerabilidade
social fragilidade e violência.
8.4.3. Atribuições e Perfil do Assistente Sozial
Realizar a Avaliação Gerontológica EspecificE. de Serviço Social:
Realizar Avaliação Social. atendimentos e acompanhamentos de idosos e
familiares. no tocante às ações pertinentes ao envelhecimento. orientando
questões relacionadas ao cuidado e promovendo a minimização das dificuldades
do cuidador:
Realizar atendimento individual aos idosos oriundos de encaminhamentos
internos. através da agenda local, para orientações diversas:
Compor a equipe de Gerontologia e contribu- r com o saber específico do Serviço
Social;
Ser facilitador e articulador das relações interpessoais (usuários. familiares.
cuidadores, profissionais e equipes):
Realizar atividades em grupo, promovendo a troca de experiências e estimulando
a manutenção da funcionalidade da pessoa idosa (grupo de cuidadores.
convivência. sociabilidade. entre outros):
Orientar e encaminhar. quando necessário. para serviços sócio-assistenciais. tais
como: INSS, SP Trans, ORAS, CREAS. Delegacia do Idoso, Fórum e outros
serviços:
Receber. no Acolhimento, de forma individual ou grupai. os pacientes novos e os
cuidadores. descrevendo-lhes a rotina, o fluxo, o funcionamento e a composição
do SRSI;
Estabelecer vínculos com as redes sócio-assistenciais e de saúde. que focam o
idoso como público alvo:
Realizar, excepcionalmente e em conjunto com os profissionais da UBS de
origem, ou de outros serviços. visitas domiciliares para os casos que implicam
risco social e de violência, ou quando necessárias para Matriciamento:
Participar na elaboração e execução das atividades educativas voltadas para a
população e profissionais da saúde e demais áreas, incluindo as atividades de
telessaúde;
43
Participar das reuniões da equipe interdisciplinar no SRSI, ou em outros serviços
da região de abrangência, para discussão de casos e condutas;
Orientar e acompanhar, em conjunto com a equipe do SRSI, os procedimentos
para obtenção de medicação de alto-custo. insumos e demais equipamentos
médico-hospitalares:
Participar das reuniões de matriciamento e capacitação das equipes da rede
assitencial ao idoso;
Possuir habilidade para atender pessoas idosas em situação de vulnerabilidade
social fragilidade e violência.
8.4.4. Atribuições e Perfil do Enfermeiro
:Desempenhar as atividades com base no Manual de Normas, Rotinas e
Procedimentos de Enfermagem e nos demais manuais da Enfermagem do município 30 ;
• Realizar interface com os profissionais das Unidades de Saúde e demais
serviços. onde a pessoa idosa estiver em acompanhamento:
Participar do matriciamento dos profissionais da Rede de Atenção à Saúde:
:Estimular a iniciativa. a organização e a participação da comunidade em
atividades inter-relacionadas em prol da qualidade de vida das pessoas idosas,
encorajando, preservando e estimulando sua independência e autonomia;
• Contribuir na identificação de ações de promoção à saúde da pessoa idosa,
desenvolvidas pelos setores governamentais e não governamentais. naárea de
abrangência do SRSI:
• Estimular a organização de grupos de idosos para discussão e troca de
experiências relativas à sua saúde. com foco na manutenção da qualidade de vida:
• Efetuar notificação, controle e busca ativa de suspeitos e/ou comunicantes de
doenças sob vigilância ou de notificação compulsória;
• Participar e auxiliar nos cursos de Cuidadores de Idosos organizados pela URSI;
• Supervisionar as atividades dos auxiliares/técnicos de Enfermagem:
:á Realizar escala de serviço da equipe de Enfermagem:
• Registrar no prontuário da pessoa atendida, todas as ações realizadas, sob
supervisão do Enfermeiro, incluindo informações e orientações dadas aos idosos, à
familia e cuidadores;
rir Acompanhar as anotações dos prontuários e dos agendamentos dos
profissionais da equipe.mantendo atualizados os dados pertinentes à suas funções:
Participar de reunião da equipe do SRSI:
à Possuir habilidade. para atender pessoas idosas em situação de fragilidade
clínica e vulnerabilidade social:
Ter iniciativa, comunicação, facilidade de trabalho em equipe, paciência e
perseverança;
• Possuir habilidade, para trabalhar em equipe interdisciplinar e para atender
pessoas idosas em situação de vulnerabilidade social fragilidade e violência.
8.4.5. Atribuições e Perfil do Farmacêutico
• Realizar Avaliação Gerontológica Específica da Farmácia
iu Assegurar o uso racional de medicamentos para os idosos, juntamente com a equipe
gerontológica do SRSI:
rr Identificar, prevenir e resolver todos os desvios. que provocam o não alcance do
objetivo terapêutico. juntamente com a equipe gerontológica do SRSI:
44
• Avaliar os problemas de saúde do idoso, a partir da perspectiva da necessidade,
efetividade e segurança dos medicamentos;
• Realizar a consulta farmacêutica. composta por anamnese farmacêutica, diagnóstico
farmacêutico. intervenções (conduta) e retorno. conforme a necessidade do idoso:
• Atender o idoso. considerando seu contexto biopsicossocial:
• Participar da elaboração e acompanhamento do Plano de Cuidados e do Projeto
Terapêutico Singular, em conjunto com a equipe interprofissional;
• Preencher relatórios de encaminhamento, em conjunto com equipe interprofissional, no
processo de referência e contrarreferência e na lógica da linha de cuidados;
• Compor a equipe interprofissional. colaborando :ia construção do trabalho de forma
integrada, colaborativa e pró-ativa:
• Ter disponibilidade para trabalhar conforme o perfil do território: diagnosticar, conhecer,
intervir e avaliar a prática cotidiana, de acordo com as necessidades da população alvo:
á Realizar e registrar adequadamente ações assistenciais voltadas para a clínica
farmacêutica,
com destaque para a orientação terapêutica ao usuário. a revisão da farmacoterapia, o
acompanhamento farmacoterapêutico, a conciliação de medicamentos e a avaliação da
adesão terapêutica;
• Desenvolver ações de Farmacoepidemiologia;
• Realizar ações de Farmacovigilancia,
• Participar e auxiliar nos cursos de Cuidadores de Idosos organizados pelo SRSI:
G Ter habilidade para trabalhar em equipe interprofissional;
G Ter conhecimento e fazer uso necessário da rede de atenção á saúde;
gih Ter habilidade para colaborar e participar ativamente das ações educativas na rede.
8.4.6. Atribuições e Perfil do Médico Geriatra
▪ Realizar a Avaliação Gerontológica Específica da Geriatria:
ir Atender o idoso, considerando seu contexto biopsicossocial e, especialmente. as
questões familiares;
• Realizar consultas, avaliações e testes para diagnóstico diferencial, bem como
atendimentos
individuais e grupais em geriatria e em conjunto com equipe interprofissional;
ãe Participar da elaboração e acompanhamento do Plano de Cuidados e do Projeto
Terapêutico Singular. em conjunto com a equipe interprofissional:
• Preencher relatórios de encaminhamento. em conjunto com a equipe interprofissional,
no processo de referência e contrarreferência, na lógica da linha de cuidados:
• Compor a equipe interprofissional, colaborando na construção do trabalho de forma
integrada, colaborativa e pró-ativa;
r. Participar e auxiliar nos cursos de Cuidadores de Idosos. organizados pelo SRSI;
• Ter disponibilidade, para trabalhar conforme o perfil do território: diagnosticar,
conhecer.
intervir e avaliar a prática cotidiana. de acordo com as necessidades da população alvo:
• Representar a equipe em reuniões. aulas e outras atividades e participar de ações
intersetoriais (secretarias do poder publico, órgãos da sociedade civil e outros
equipamentos de saúde),
sempre que solicitado;
• Atuar de forma integrada e articulada ás demais Redes de Atenção;
Desenvolver atividades de treinamento e capacitação de profissionais da Atenção
Básica:
45
• Seguir os protocolos de encaminhamento do SUS, para que o idoso permaneça na
comunidade durante o maior tempo possível e com a maior capacidade funcional
atingível;
à Representar a equipe em reuniões e outras atividades e ações intersetoriais, sempre
que
solicitado;
• Elaborar laudos. pareceres e atestados, quando solicitado;
8.4.7 Atribuições e Perfil do Nutricionista
1 Realizar Avaliação Gerontológica Específica de Nutrição;
1 Elaborar o diagnóstico nutricional, com base nos dados clínicos, antropométricos,
bioquímicos e dietéticos:
1 Elaborar a prescrição dietética em receituário individualizado, com base nas diretrizes
do diagnóstico nutricional. bem como nas diretrizes para suplementos nutricionais e
alimentos para fins especiais;
1 Registrar, em prontuário, a prescrição dietética e a evolução nutricional, de acordo com
protocolos pré-estabelecidos pelo serviço;
rïr Promover educação alimentar e nutricional à pessoa idosa, orientando seus cuidadores
e familiares:
ii Matriciar a Atenção Básica para a identificação de idosos com necessidades
nutricionais
especiais:
Avaliar o momento, para o idoso receber alta do processo de atendimento do
nutricionista e realizar o acompanhamento pós-alta.
8.4.8. Atribuições e Perfil do Psicólogo
• Realizar Avaliação Gerontológica Específica da Psicologia;
1 Ser facilitador e articulador das relações interpessoais (usuários. familiares.
cuidadores.
profissionais e equipes):
Realizar todos os procedimentos inerentes à sua área de atuação, que estejam
indicados para a pessoa idosa e seus familiares e cuidadores;
1 Atender individualmente, ou em grupo e elaborar relatórios de avaliação e
acompanhamento dos idosos, familiares e cuidadores. sempre que solicitado;
í, Estimular. colaborar, participar, organizar e realizar com a equipe o diagnóstico
diferencial de demência e promover a reabilitação e a estimulação cognitiva:
1 Identificar e definir estratégias de intervenção em situações de vulnerabilidade física,
psíquica e social;
1 Participar de planejamento, organização, estruturação e operacionalização de
programas de atendimento, que se fizerem necessários:
• Realizar e/ou participar de atividades sociais. no sentido de manter e melhorar a
funcionalidade do idoso;
1 Facilitar o reconhecimento do envelhecimento como um processo natural do
desenvolvimento, de forma positiva e adequada e perceber a necessidade da
manutenção da funcionalidade:
1 Desenvolver ações e atividades educativas junto às pessoas idosas. cuidadores.
familiares e comunidade:
Oferecer, aos idosos e familiares. oficinas, palestras e outras atividades em grupo. no
enfoque da psicologia, ajudando a superar seus medos e frustações, o luto e o medo da
morte;
46
• Elaborar e realizar oficinas, palestras, e outras atividades de grupo para a pessoa
idosa.
familiares e cuidadores, com abordagem no processo de envelhecimento;
riïii Oferecer suporte psicológico a todos os funcionários do SRSI, para lidar com temas
específicos como envelhecimento e finitude:
• Ter habilidade para trabalhar em equipe interprofissional:
▪ Ter habilidade para colaborar e participar ativamente das ações educativas na rede.
8.4.9. Atribuições e Perfil do Técnico/Auxiliar de Enfermagem
á Realizar orientação, sob supervisão do Enfermeiro. sobre os exames laboratoriais para
pessoas idosas e familiares/cuidadores quanto ao preparo. agendamento de
procedimentos internos e exames externos;
• Registrar no prontuário da pessoa atendida, todas as ações realizadas, sob supervisão
do Enfermeiro. incluindo informações e orientações.: dadas aos idosos, à família e
cuidadores:
• Acompanhar as anotações dos prontuários e dos agendamentos dos profissionais da
equipe, mantendo atualizados os dados pertinentes à suas funções;
1 Preencher fichas de acompanhamento de enfermagem das pessoas idosas sob seus
cuidados:
• Preencher relatórios e registros de produção das atividades de enfermagem. sob
supervisão do Enfermeiro;
Executar atividades de limpeza, desinfecção, esterilização do material e equipamentos,
cuidando de sua ordem, reposição e conservação, bem como o seu preparo,
armazenamento e manutenção. segundo as normas técnicas e sob supervisão do
Enfermeiro:
1 Participar de reunião da equipe do SRSI;
▪ Trabalhar em parceria com a equipe interprofissional do SRSI;
• Ter iniciativa, comunicação, facilidade de trabalho em equipe. paciência e
perseverança:
1 Possuir habilidade, para trabalhar em equipe interdisciplinar.
8.4.10. Atribuições e Perfil do Fonoaudiólow,
Realizar Avaliação Gerontológica Especifica de Fonoaudiologia;
Aplicar técnicas. com ênfase em motricidade orofacial. comunicação. voz.
linguagem e audição:
Orientar as pessoas idosas e/ou responsáveis sobre questões fonoaudiológicas em
âmbito ambulatorial, nos casos de alterações da motricidade orofacial,
comunicação, voz. linguagem e audição;
Readaptar possíveis alterações miofuncionais:
Procurar manter alimentação via oral, ou retornar à ela. diminuindo, ou evitando o
uso de sondas enterais:
Participar do processo de transição da dieta por via alternativa de alimentação para
via oral. de forma funcional e segura:
Participar do programa de estimulação sensório-motora oral, do processo da
transição de via alternativa de alimentação para via oral;
Trabalhar, para restabelecer funções de sucção, mastigação, deglutição e fala:
Atuar nas alterações auditivas, diagnosticando o mais precocemente possível;
Planejar a terapia fonoaudiológica e trocar informações com a família e os
profissionais ligados:
47
Realizar avaliação da audição objetiva e comportamental;
Solicitar, executar, analisar e interpretar metodologicamente exames
complementares auxiliares de diagnóstico e controle evolutivo;
Encaminhar a pessoa idosa para serviços de alta complexidade da rede, para
realizar exames e diagnóstico complementar, diagnóstico diferencial, ou
intervenção;
Reencaminhar os idosos avaliados pela Fonoaudiologia aos demais profissionais
envolvidos, posicionando-os sobre o diagnóstico e prognóstico fonoaudiológico,
orientando-os sobre a conduta a ser adotada;
Elaborar relatórios e pareceres fonoaudiológicos sempre que solicitado;
Participar de reuniões com outros profissionais, ou instituições, para troca de
informações dos casos em andamento e para conhecimento de outras
experiências, visando obter subsídios, ou parcerias, para implantação, ou melhoria,
dos serviços prestados;
Avaliar o momento para o pessoa idosa receber alta do processo de atendimento
fonoaudiológico e realizar o acompanhamento pós-alta.
8.4.11. Atribuições • Perfil do Terapeuta Ocupacional
Realizar a Avaliação Gerontológica Especifica de Terapia Ocupacional;
Realizar entrevista, anamnese, avaliações e atividades terapêuticas ocupacionais,
individuais e grupais junto à pessoa idosa, sua família, ou cuidador, com o objetivo
de promover, reabilitar e prevenir agravos à saúde;
Avaliar a pessoa idosa quanto ao desempenho ocupacional, levando-se em
consideração a queixa principal, seu histórico clínico e ocupacional,
correlacionando-os à totalidade de suas relações com o mundo e ao exercício da
cidadania;
Promover reequilíbrio biomecânico, dentro do possível da condição crônica já
instalada, através da aplicação de diversas técnicas específicas da fisioterapia;
Restaurar e readaptar a função biomecânica da pessoa idosa,causada por
doenças degenerativas;
Readaptar a perda da função por sequelas de doenças neurológicas/ ortopédicas,
com uso de dispositivos auxiliares de marcha (bengala, andador, muletas, cadeira
de rodas)e de outras tecnologias assistivas; ã Restaurar/ readaptar a
marcha,adaptando o uso de meios auxiliares;
Orientar e conscientizar o idoso, a família, ou cuidadores, a respeito da importância
e necessidade de manter atividade física regular para promoção da saúde,
prevenção e tratamento;
Avaliar o momento, para o usuário receber alta do processo de atendimento
fisioterapêutico e realizar o acompanhamento pós-alta.o específico;
Ter conhecimentos específicos da área da saúde, em seus múltiplos aspectos
(promoção, proteção, prevenção, assistência, reabilitação e controle social);
Ser facilitador e articulador das relações interpessoais (usuários, familiares,
cuidadores, profissionais e equipes);
Ter habilidade para trabalhar em equipe interprofissional;
Ter conhecimento e fazer uso necessário das redes de atenção sócio assistenciais
e da saúde.
9. SRSI COMO POLO DE ASSISTÊNCIA
48
9.1. TERRITORIALIZAÇÃO E PLANEJAMENTO DAS AÇÕES
O território caracteriza-se por urna população específica, vivendo em tempo e
espaço determinados, com problemas de saúde definidos. mas, quase sempre, com
condicionantes e determinantes que emergem de um plano mais geral. Assim, além da
delimitação espacial.apresenta um perfil histórico. demográfico. epidemiológico.
administrativo, tecnológico, político. social e cultural, que o caracteriza como um território
em permanente construção.
O reconhecimento do território surge como elemento essencial para o
planejamento de ações em saúde e uma ferramenta de gestão, que influi no processo
saúde-doença da população e na criação de ambientes saudáveis. Assim. a
territorialização. enquanto um dos instrumentos de trabalho do SRSI tem como propósito:
• Identificar vulnerabilidades nos grupos sociais;
á Caracterizar o perfil demográfico, epidemiológico e socioeconômico e ambiental da
comunidade de atuação;
1 Demarcar limites das áreas de atuação dos serviços:
Reconhecer o ambiente e recursos sociais;
• Estabelecer relações com outros serviços adjacentes e centros de referência;
Já' Conhecer a dinâmica social existente;
1 Potencializar os resultados e os recursos presentes nesse território.
9.2. AÇÕES DA EQUIPE GERONTOLÓGICA
A equipe gerontológica deverá desenvolver as seguintes ações:
• Assistência a idosos frágeis e dependentes:
ia Promoção e proteção à saúde e prevenção de agravos e de sequelas e complicações:
1 Elaboração do Projeto Terapêutico Singular e do Plano de Cuidados:
▪ Gerenciamento compartilhado com a Atenção Básica:
• Educação permanente, capacitação e treinamento dos profissionais da Rede de
Atenção:
• Matriciamento da Atenção Básica e dos demais pontos de atenção ao idoso:
• Orientações para cuidadores;
• Pesquisas específicas na área da Gerontologia.
10. SRSI COMO POLO FORMADOR DOS PONTOS DE ATENÇÃO DAS
REDES DE ATENÇÃO À SAÚDE
O SRSI tem como característica ser um polo formador e disseminador de
conhecimento e um polo de treinamento para os profissionais da Atenção Básica e de
outros pontos de atenção. qualificando a atenção à saúde da pessoa idosa em todo o
município.
1 0.1 -EDUCAÇÃO PERMANENTE EM SAÚDE NO PROCESSO DE
QUALIFICAÇÃO DAS AÇÕES DESENVOLVIDAS
O processo educativo é primordial na atenção integral em saúde: Nesse sentido. o
SRSI também deve propiciar atividades educativas para grupos e indivíduos, num
trabalho interprofissional e intersetorial, auxiliando na qualificação da atenção à saúde da
população idosa na Atenção Básica e nos demais pontos de atenção da Rede.
49
Atividades em grupo envolvendo informação sobre saúde como um todo, fazem
parte desse contexto e podem ser desenvolvidas pela equipe multiprofissional.
Recomenda-se que os temas sejam aqueles afetos às especialidades existentes no SRSI
e que. naausência de especialista para um tema necessário. exista a possibilidade de
convidar profissionais de outros locais.
O SRSI deve realizar o apoio matricial, para promover a troca de saberes e o
desenvolvimento de competências, baseados em dúvidas, dificuldades e necessidades de
aprendizado das equipes. Devem ser promovidos espaços para criatividades e
experimentações, que ampliam as competências da equipe. contribuindo para o aumento
da resolutividade e para a efetivação da coordenação integrada do cuidado.
Constituem-se como práticas de apoio matricial as discussões de casos entre
profissionais das diferentes especialidades, atendimento conjunto. capacitação de casos
específicos. intervenções conjuntas nos territórios e telemedicina.
10.2. TELEMEDICINA
A geriatria do SRSI deve prestar serviço de Telemedicina, que se constitui de uma
consulta registrada e realizada entre colaboradores da prefeitura e entre a geriatria e
pacientes. por meio de instrumentos de telecomunicação bidirecional. como fim de
esclarecer dúvidas sobre procedimentos clínicos. ações de saúde e questões relativas ao
processo de trabalho, podendo ser de dois tipos, informações de consulta médica
anterior:
a) síncrona — teleconsultoria e orientações realizadas em tempo real, geralmente por chat,
web ou videoconferência;
b) assíncrona — teleconsultoria e orientações realizadas por meio de mensagens.
10.3. MATRICIAMENTO
O matriciamento é um espaço coletivo de cogestão, educação e formação, onde se
combinam diferentes saberes, produzindo conhecimento mútuo e trocas. para fomentar a
cooperação. como objetivo de assegurar retaguarda especializada ás equipes e
profissionais.
O matriciamento é um processo de construção compartilhada, para criar uma
proposta de intervenção pedagógico-terapêutica:
10.4. EDUCAÇÃO PERMANENTE
O perfil dos profissionais de saúde está vinculado às características pessoais. aos
seus processos de formação e qualificação, bem como às experiências, vivências e
práticas por eles experimentadas. Os processos de reorganização da atenção à saúde do
idoso vêm exigindo dos profissionais um novo perfil, novas habilidades e competências.
para atuar na integralidade do cuidado. Trata-se de concepções e práticas de saúde que
incluem: trabalho em equipe, interdisciplinaridade, compartilhamento de saberes,
capacidade de planejar, organizar e desenvolver ações direcionadas às necessidades da
população. Esse perfil pode ser aperfeiçoado com a implementação de estratégias de
educação permanente. entre outras ações que valorizam o profissional.
11. SISTEMAS DE INFORMAÇÃO
50
Os Sistemas de Informação em Saúde (SIS) são essenciais para todos os
profissionais de saúde. pois servem como instrumentos indispensáveis na estruturação do
processo de trabalho, no cumprimento de metas e caboração de plano estratégico no
desenvolvimento de ações 23.
Dessa forma. a utilização de recursos tecnológicos através dos sistemas de
informação corresponde a formas estratégicas de planejamento e podem ser usados
como importante ferramenta na tomada de decisões.
O Sistema de Informação em Saúde é "um conjunto de mecanismos de coleta.
processamento e armazenamento de dados, visando à produção e à transmissão de
informações para a tomada de decisões sobre as ações a serem realizadas. avaliando os
resultados da sua execução e o impacto provocado na situação de saúde' .
e-SUS - Sistema de Informação em Saúde para a Atenção Básica;
Tem por objetivo reestruturar o Sistema de Informação da Atenção Básica (SIAB)
para um
sistema unificado, integrando todos os sistemas de informação para a Atenção Básica
(AB) e garantindo o registro individualizado por meio do Cartão Nacional de Saúde (CNS).
O registro das informações em saúde de forma individualizada permite o
acompanhamento do histórico
de atendimentos de cada usuário. assim como da produção de cada profissional da
Atenção Básica. A operacionalizaç"áo do SISAB é feita pelo sistema e-SUS Atenção
Básica (e-SUS AB):
Saiba mais: http://dab;saude,gov;briportaldabiesus;php
SCNES - Sistema de Cadastro Nacional dos Estabelecimentos de Saúde
O Sistema representa um desejo há muito aspirado por todos que utilizam as
informações de saúde como base para elaboração do seu trabalho, tanto no aspecto
operacional quanto gerencial, visto que os dados cadastrais se constituem um dos pontos
fundamentais para a elaboração da programação. controle e avaliação da assistência
hospitalar e ambulatorial no país, assim corno a garantia da correspondência entre a
capacidade operacional das entidades vinculadas ao SUS e o pagamento pelos serviços
prestados:
Saiba maistittp://cnes:clatasus:gov:br/Index;asp?horne=1
12.1NDICADORES
12.1- Registro de Idoso por Unidade de Saúde;
Registro tabulado no momento do agendamento e confirmado na primeira
consulta;
12.2- Avaliação da fragilidade no momento da alta:
No momento da alta serão aplicados os 4 testes usados para avaliar
fragilidade do idoso e que compõe o encaminhamento ao Serviço de referência:
TESTE LAWTON, TESTE KATZ, TESTE TUTG e MINI MENTAL.
Estes serão tabulados no memento da alta.
13. REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS
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Envelhecimento: Relatório da I Assembleia Mundial sobre o Envelhecimento [internet].
NovaYork:1983 [acesso em 04/01/2021
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Disponível em http://189.28.128.100/dab/docs/legislacao/portaria399_2202_06.pdf.
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promoção, proteção e recuperação da saúde, a organização e o funcionamento dos
serviços correspondentes e dá outras providências [internet]. Diário Oficial da União. 20
set 1990; Seção 1:018055 [acesso em 04/01/2021].
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e dá outras providências. Diário Oficial da União. 03 out 2003: Página 1 [internet]. Brasília:
2003 [acesso em 04/01/2021].
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http://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/2003/1ei-10741-1-outubro-2003-497511-norma-pi.ht
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